OPERAÇÃO NARCO FLUXO: MC RYAN, POZE E CHOQUEI - BATATA E CASTR
OPERAÇÃO NARCO FLUXO: MC RYAN, POZE E CHOQUEI - BATATA E CASTRMergulhe em um universo de mistérios e revelações com Rony Vernet! Explore as conexões entre ufologia e ocultismo em uma conversa que vai expandir sua visão de mundo. Prepare-se para questionar tudo o que você sabe!#ufologia #ocultismo #misteriosSIGA nosso INSTAGRAM ➡ / redcastoficial =====================================================▶ ENVIE SUA MENSAGEM AO VIVO: https://app.donaty.com.br/redcast?▶ HASHTAG TREINAMENTOShttps://eventoshashtag.herokuapp.com/...▶ TRIADhttps://triadfi.co/?ref=REDCAST▶ 👮🏻♂️ INSTITUTO ÓLIVER CARREIRAS POLICIAIS 👮🏻♂️👨🏻💻 Site Oficial 👉🏻 https://institutooliver.com.br/ 👩🏻🎓 Curso EJA em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/S28462720M 👨🏻🏫 Curso Superior Sequencial em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/Y11127534P 📞 34-993004408📶 @instituto__oliver_oficial▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO REDCAST• @redcastoficial ▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO HOST• Junior Masters: @ojuniormasters.AS OPINIÕES, CONSIDERAÇÕES E COMENTÁRIOS EMITIDOS PELOS CONVIDADOS DO PROGRAMA, SERÃO ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE RESPONSABILIDADE DE QUEM OS EMITIR.O REDCAST NÃO SE RESPONSABILIZA PELAS MESMAS.=====================================================Spotify: https://open.spotify.com/show/2qGNLUO...YouTube Music: / @redcastoficial Amazon Music: https://music.amazon.com.br/podcasts/...Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast...=====================================================SOBRE O REDCASTO RedCast é o seu podcast para conversas diretas e honestas. Aqui, trazemos personalidades de diversas áreas para debater temas relevantes, sem censura e sem amarras. Se você busca conteúdo autêntico e discussões que fogem do óbvio, seu lugar é aqui.INSCREVA-SE NO CANAL, DEIXE SEU LIKE E ATIVE AS NOTIFICAÇÕES PARA NÃO PERDER NADA!
- Operação NarcofluxoMC Ryan · Choquei · Poze
- Segurança OperacionalPM Yasmin · Conflitos com a polícia
- Cultura do Crime e InfluênciaBandidolatria · MC Pose
- Educação e Geração ZEducação dos jovens · Desafios da Geração Z
- Eleições e PolíticaCandidatura de Batata
Não dá para acreditar que o seu sonho é ser aprovado em concurso público de carreiras policiais e você não se matriculou no Instituto Oliver, que é a maior escola preparatória de carreiras policiais do Brasil. São mais de 150 mil alunos, diversos alunos aprovados na Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Bombeiro Militar, Guarda Municipal, de qualquer estado e de qualquer município.
Não dá pra acreditar que você precisa concluir os estudos, terminar o ensino fundamental e ou médio completo, e você não fez sua matrícula no Instituto Oliver no curso EJA supletivo, aonde você termina os estudos EAD em apenas seis meses. Não dá pra acreditar que você está precisando de um curso superior em apenas três meses, reconhecido pelo MEC, curso superior sequencial de gestão em segurança pública e privada, ou em teologia, pra tomar posse no seu concurso, que só exige superior completo. Não fala na lei de provamento de carreira.
Diploma ou graduação de nível superior? Só fala superior. E se só fala superior, o superior sequencial de três meses, que basta você ter nível médio completo para você poder fazer, você consegue tomar posse com ele. Então não dá para acreditar que você está dando bobeira. Vem para o Instituto Oliver. Aqui você consegue fazer tecnólogo de recurso humano de gestão pública em um ano, se você for formado no curso de terceiro sequencial. Consegue fazer pós-graduação. Você consegue fazer faculdade também de educação física, EAD.
Então, se você quer mudar de vida, é Instituto Oliver. Aqui não tem conversa feada pra boi dormir e nem mamãe me chora. Aulas objetivas, diretas, sem conversa feada pra boi dormir. Professores altamente qualificados, todos os professores são policiais. Então, para de perder tempo. Quer ser aprovado de primeira no seu concurso público? Vem pro Instituto Oliver. Quer concluir os estudos? Vem pro Instituto Oliver. Quer fazer curso superior? Venha pro Instituto Oliver. Um forte abraço. Eu sou o professor Matheus Oliver. E aqui, meu brother, a sua aprovação é garantida. Tamo junto!
Fala galera, estamos começando mais um episódio aqui do Redcast, sejam todos muito bem-vindos. Eu sou o Junior Masters e hoje quinta-feira à noite nós vamos... opa, sexta-feira à noite? Tá difícil, hein? O HD já tá travando. Nós estamos dando continuidade à nossa agenda e hoje o papo é papo raiz, é papo de segurança pública, é papo com dois especialistas quando o assunto é dar trabalho, é atrasar o lado da bandidagem. Pra você que não gosta de vagabundo, já peça o seu like.
Tá bom? Estamos começando aí, ó, ao vivo, tá? 8 e 9 da noite. Estamos aqui pela primeira vez com ele, diretamente das terras do Rio de Janeiro. O cara que mais odeia maconheira do Brasil. Sargento Batata, tudo sai, Batata. Boa noite, galera! Vamos que vamos! Estamos aqui, satisfação enorme, meu irmão. Cara, eu sou o seu...
por ser o seu fiel ouvinte e satisfação enorme também de estar aqui com esse cara aqui que quando a gente ama a farda, meu irmão, a gente ama todos os componentes e sucessivamente, ainda mais a galera aí que conseguiu atingir.
O topo máximo é que é lutar todo o tempo de carreira dentro aí. Então há um respeito enorme aí desse homem aí, cara. E vamos que vamos, galera. Embora eu mantenha o respeito, hoje é pancada séria, tá? Vamos que vamos. E aí, Castrão? Gostou da abertura? É, abertura top.
agradecendo mais uma vez ao Júnior. Você estava de férias do Redcast? Estava. Tirei umas férias aí, porque também, só se eu for me desdobrar em dois agora, né, meu? Mas eu gosto do Redcast, eu gosto daqui, o Júnior, ele sempre me coloca em umas furadas aí, legal, né, meu? É bom, né, meu? Sempre numa situação difícil.
agradecendo a Deus, a minha família, meus seguidores, todas as forças de segurança do país, todas as forças de segurança do país, meu, vigilante, CACs, polícia penal, meu, polícia militar, polícia civil, todo mundo representado hoje aqui pela gente aqui. Eu, São Paulo, Batata Rio de Janeiro, velho, que são estados aí que...
são fiéis combatentes ao crime. Né, meu? A gente sempre está combatendo o crime. Então, hoje a gente vai bater um papo aqui.
Se bem que são situações completamente diferentes. São Paulo e Rio têm uma complexidade muito diferente. Mas nós vamos trocar ideia aí. Vamos bater sempre dentro do respeito. Claro, meu camarada. Você discordar de uma coisa ou de outra, isso daí faz parte do jogo. E é sempre dentro do respeito, que eu respeito o Batata pra caramba. É um cara que é polícia pista quente. Quantos podcast já fizeram junto mesmo?
Cara, já fizemos algo. Fizemos no Inteligência Limitada, né? Fizemos, fizemos. Fizemos no Inteligência. Eu acho que uma meia dúzia aí. Eu acho que já tivemos participações, né? É. Juntos. O Castro... Sou um fãzão do Castro porque o Castro, ele é mais antigo do que eu, na polícia. E a polícia, ela é igual geração, né, irmão? Igual sociedade.
Ela vai modificando de acordo, porra. Não adianta você dizer que... Pô, tu é polícia de quando? Que ano? 87. 87, bicho? 1987. Porra! Ele é 87. Quer dizer, eu sou... Eu sou... Eu sou nascido em 75. Quando eu tinha 12 anos de idade, esse cara já tava patrulhando, já tava guerreando, porra! Tem que respeitar, né? Porra!
Tá entendendo? É onde eu falo. Cara, o cara, ele é... Você acompanhou uma mutação da sociedade violentíssima. Várias vezes, várias mudanças. Porque a gente fala, Batata, que eu sempre falo, que a polícia, ela é o reflexo da sociedade.
Olha quantas gerações Passaram aí X, Z, Y Porra, caralho E nós estamos ali Acompanhando ali E se adaptando A gente é um camaleão, meu irmão É um camaleão, a gente se adapta
É muitos colegas perdidos, é muitos colegas feridos, colegas aleijados. Se mataram. Se mataram. Muitos. E muitos amigos que infelizmente tiraram a própria vida, cara. Aí sobrou nós. Eu não sei se nessa peneira é ruim ou é boa.
Olha, agora eu já fiz uma pergunta pro Castro ali, aí eu queria já começar com uma pergunta meio espinhosa. Relaxa mesmo, pra atacar bala. A gente tá acostumado com problema, né? Problema. Problema pouco é bobagem. Quantos vagabundos você já mandou pra bala? Credo, cara.
Essa daí eu já tenho a resposta pronta já. Porra, mas... Não pode perguntar primeiro pra ele, pra me copiar. Não, eu sempre falo... Deixa ele computar primeiro ali. Eu sempre falo, é mais de 10 e menos do que 100. Aí a pessoa analisa aí, né, meu? Põe um número lá. Não, mas oficial é 12, que você falou, né? É, oficial, oficial, assinado mesmo é 12.
Não, mas eu tive, que eu falo assim, dados em trampo, né, meu? Mas eu tive vítima de roubo, que sabia me roubar, né? Teve outros caras. Foi hoje que os caras foram lá tentar roubar a moto e levou só o módulo? Não, foi ontem. Foi ontem? Ontem. Os vagabundos foram lá na Zona Leste. É, tem um patrocinador nosso lá, um parceiro nosso, que é a Gete Acessoria.
E eu fui gravar um vídeo lá, e lá é o seguinte, não tem estacionamento, você tem que deixar a moto na rua, né, meu? E eu tenho uma CB300 véia, 2014, que eu rodo aqui dentro com ela, né, mano? Aham. É, sem placa, o pessoal já me conhece, o pessoal vê, já me conhece, caralho. E aí eu fui gravar lá, só que é o seguinte, é véia, mas é minha, caralho. Então eu meto um cadeadão nela lá, né, meu, quando eu deixo ela na rua.
E aí, a Getty é o seguinte, a Getty é um sobrado e nós estávamos gravando lá no fundo. Cara, não dava para escutar nada. E aí, deixei minha moto lá. Acho que os caras foram levar a moto no furto. Certo. Mas vi o cadeado e falou, mano, está difícil, né? Aí, levantaram o banco e levaram o meu módulo, cara. Puta.
Da moto, você acredita? Eu saí pra... Quando eu saí, que eu bati o olho na moto, que eu já vi o banco desacoprado ali, eu já dei aquela ganhada, né, meu? Pra ver se eu vi alguém correndo. Pra mim já sentar o pau. Porra nenhuma. O cara tinha ido. Aí tive que chamar meu cunhado. Meu cunhado veio com a picape, colocou em cima, levou. Aí hoje um amigo aí me arrumou um módulo. Vou colocar lá na motoca. Mas tem a filmagem pra ir atrás dos caras.
Então, cara, nem dá pra ir atrás, porque você vai atrás do que? Isso é nóia, cara. Maldito, cara. Entendeu? É. É nóia, cara. Porque se eu vou atrás, aí se eu levantar, aí eu vou atrás. Você acha que eu vou atrás pra prender? Não. Eu não vou atrás pra prender, meu irmão. Eu vou atrás pra sentar o pau. Então, uma vez é melhor deixar pra lá. É, cara. Porque aí você vai lá. É uma realidade diferente, né, meu irmão? Hoje a gente vive uma realidade diferente. Igual antigamente eu podia arrumar umas encrencas na rua, dar uns tiros e irrar pra fora. Hoje eu já não posso mais, cara.
Não posso mais, infelizmente. Esse dia eu arrumei uma treta no trânsito, infelizmente. Eu arrumei uma treta no trânsito esse dia, o cara me xingou, me fechou e me xingou. Ué, mano, vai se... Começou aquela treta. Vai você, seu filho da puta. Aí o cara virou pra cá e foi embora.
O cara colou, eu de capacete e óculos escuro. O cara colou, calma, sargento, olha o coração. Calma. O cara me conheceu de capacete e óculos, cara. Você entendeu? Então, quer dizer, se eu faço uma maldade hoje aí... Antigamente eu fazia umas maldades, jogava uma bolinha de fumaça.
Já era, né, meu? Quando sumia a fumaça, cadê o Castrão? Vazou. Hoje em dia eu não posso mais, cara. Cara, eu tava viajando de caminhão. Eu contei isso uma vez. Eu tava viajando de caminhão que eu vendia tilápia. Até pouco tempo antes da internet estar me dando um suporte pra eu estar trabalhando na internet, né? Eu vendia tilápia viva. Então eu tenho um caminhão de transporte de peixe vivo.
Aí eu tava viajando pro lado de Ubar, Minas Gerais. Cara, tem uns lugares ali que é, porra, meu irmão, e Minas é muito morro, sobe e desce, sobe e desce. Então o caminhão pesado, às vezes, cara, tu vê embalado. Frear, meu amigo, até você retomar a velocidade é um inferno. Cara, o que aconteceu?
Eu andando na estrada, pá, aí uma carreta na minha frente, assim, muito lenta, muito lenta. Aí eu joguei a seta e eu olhei pelo retrovisor e o cara longe pra caraca, longe. Mas ele deveria vir o seu centro e lavar e fumaça, né? Chega rápido. Aí eu pô, dei a seta, taquei aqui e vim passando de boa, mano.
De boa, passei o caminhão lento pra não perder marcha e cortei a frente. O cara de atrás, ele teve que diminuir a velocidade um pouco. Mas ele tem o carro pequeno, retoma a velocidade e vai embora, pô. Pro caminhão é uma merda, cara. Irmão, aquele cara me tacou o carro na frente do caminhão.
Vem freando, vem freando, vem freando. E eu, porra, com o caminhão pesado, cara, que eu tinha quatro caixas de dois mil litros só de água. Dava oito mil quilos pra cena. Caraca. Aí eu vim, tum, travando, travando, travando. E, porra, ia com a quarenta na perna.
Eu travando, travando, eu, porra, é assalto, não é? Falei, qual é da parada? Aí eu falei, se frear tudo, eu passo por cima, embrulho tudo. Mas se eu embrulhar ele tudo, o caminhão pesado também não vai deixar eu passar, porra. Aí eu vim travando, vim travando, vim travando, vim travando. Falei, porra, o carro é pequeno. Aí o carro dele, vindo branco atrás. Eu falei, atrás não tem ninguém. Falei, o máximo que vai descer é dois.
Eu tô com a 40. Eu de cima aqui, eu já vou explodir o motorista aqui e caio pra trocar com o cara que vem do lado de lá, porra. Eu do alto, meti a mão na 40, botei no meio. Irmão, ele vem freando, vem freando, vem freando, vem freando, me sai o cara de sem camisa.
Parou o caminhão, porra. Me saiu o cara sem camisa, abrindo os braços, numa estrada daquela. Porra, mano, o cara, se eu dou um monte de tiro nele, ele ia ficar lá de bigode. Ninguém. Porra, só achava ele depois que o Urubu pegasse. Só. Aí eu, porra, meu irmão, olhei pra cara dele. E ele veio de lá do carro, mano, abrindo os braços. Quando ele... Cara, a cagada dele, ele desceu sem camisa.
Eu falei, tá na mão. Tá na mão, irmão. Se ele desse com um chuchu na mão, eu entupia ele de força. Mas eu entupi ele, ia voar pedaço pra tudo quanto é lado. Mas aí ele vem na mão, abrindo os braços. Puto da vida. Cara, ele reclamou de uma freadinha. Que deu. Porra, depois ele freou pra caraca na frente do caminhão. Parou meu caminhão. Olha, olha a estribeira do cara, mano.
Irmão, ele veio andando, veio andando, veio andando, veio andando, ele veio na janela, eu falei, irmão, vai embora, cara. Ele vai, meu irmão. Eu falei, meu irmão, meu irmão, vai embora, cara. Escuta que eu tô te dando um papo, vai embora. Não, porque você não pode fazer isso, tinha que ver que eu tava vindo, tive um dia a velocidade. Eu falei, irmão, vai embora. Pela tua cara, tu tem família, não tem? Quer ver teus filhos? Vai embora, nego.
Vai embora, eu não vou sair na porrada com ele, Cacho. Lógico que não, cara. Eu tô armado, porra. Tá com vantagem, vai sair armado pra quê? E olha o meu tamanho. Vai sair na mão pra quê? E eu, eu tenho 1,60m, Cacho, eu bato em quem? Eu só luto 0.49mm. Porra, eu não bato em ninguém, macho. Porra, olha o teu tamanho.
Tem que ser o sargento Victor nessa situação aí. É, caralho. Passa aí na mão. É, o Vitão, o Vitão, o Vitão, caralho. Aí eu falei, pô, você adianta, mano. Vai embora. Cara, eu acho que Deus botou a mão na cabeça dele. Porque ele virou as costas e foi embora. Eu falei, valeu, irmão. Vai com Deus, meu filho. É Deus, é o Satanás que buzinou no ouvido dele. Não, e o problema é o que eu falei, cara. Vai embora que tu vai se fuder, cara. E ele tá falando comigo. Acontece daí comigo de vez em quando. Se tu souber que tu tá fazendo hora extra, mano.
E pior que essas tretas de trânsito, é treta besta, cara. Cara, eu não brigo no trânsito, cara. O cara me xinga, eu xingo ele. Eu também não, mano. Agora, eu não fico parando. E outra, eu sempre aviso pros caras, moto, não tem como você brigar, você estando de moto, brigar com cara de carro, mano. O cara passa por cima de você e ainda vai falar se ele tentou me roubar. Você ainda vai morrer como ladrão ainda.
Não, Carlos, você, eu vou te falar. Tu é homem pra caralho de tu andar de moto. Ando pra tudo quanto é lugar, meu irmão. Eu não tenho coragem, mano. Eu me sinto desprotegido, Carlos. Eu me sinto desprotegido. Eu fico na merda eu com a doa mão aqui. Primeiro que eu já tenho medo de moto danado.
Não, eu não. Não, foi andar, porra, outro dia eu fui andar com um colega. Ah, mas andar na garupa também tem o medo, o cebola. O cebola. Andar na garupa é foda. Vamos ali, vamos ali, vamos ali, porra. Aí sai o cebola assim, ó. Aquelas que fazem assim, ó. Irmão, quando ele mandou assim, ó. Eu quase fui pra trás. Quase eu saí daqui, ó, se eu juntei a cintura, mano. Segurei na cintura. Eu segurei na cintura, mano. Uh, uh, uh. Eu falei, para, para parar.
Para que eu não ando mais contigo não, vai de papo. Não, garupa não dá. Garupa até eu tenho medo. Aí, ó, o caboclo Matheus falou sem placa. Todo errado, hein, Sargento? Eu não sou uma de Tereza de Calcutá, não, mano. Não me acompanha que eu não sou novela. Faz o seu que eu faço o meu. Pronto. Já era? É. Não quer cagar cabelo, não come torresmo.
Essa parada é mesmo, cara. E a última pra você é cada cachorro lamba a sua caceta. Beleza? Aí é embaçado. É, caralho. Porra, mano. O pessoal tá falando aqui e é por isso que tem o caso da policial PM aqui de São Paulo, né?
de qual? a PM daqui de São Paulo que faleceu que matou a menina eu e o Batata nós temos opiniões divergentes divergentes é porque o Batata, eu entendo o Batata eu entendo o Batata ele tem uma polícia ele vive numa polícia diferente da polícia de São Paulo
Por quê? Eu vou te explicar por quê. Não, explica primeiro o caso. Não, eu vou explicar o caso. Isso. Daí todo mundo sabe. Daí tá explodindo aí. Não, mas pra quem não sabe... Da policial Yasmin, que tava patrulhando lá na cidade Tirardentes, duas e meia da manhã. Ali foi uma sucessão de erros. Primeiro, o cara que tava pilotando pra ela, o polícia, bateu o retrovisor no cotovelo do cara.
Aí passou o cara, xingou, o polícia deu ré pra discutir com o cara. Ó, meu irmão, quantas vezes eu bati retrovisor nos caras, pá. Embora. Vai sair saindo. Embora. Foi o que eu falei. Embora, embora. Não, é uma sucessão de erro. Uma sucessão de erro. O cara voltou pra discutir com o cara. Começa aí. Aí começaram a bater boca. Ele e o cara.
O policial, né? E o cara ali, o que estava com a mina. O começo foi esse. Aí a câmera do... A câmera do polícia filma. A policial, a Yasmin, não estava com câmera. Porque ela não tinha cadastrado ela ainda para usar a câmera. Então ela estava sem câmera corporal. A câmera do parceiro dela filmou de relance a mina discutindo com ela e colocando o dedo em riste.
Foi a única filmagem que tem. Não tem mais nenhuma filmagem relativo à ocorrência da parte da Yasmin, a policial feminina. Então a mina estava assim com ela, com o Danny Hist. Voltou a câmera do policial que estava discutindo com o cara, em seguida ouviu-se o tiro.
Aí o cara falou, pô, você atirou? Ela falou, atirei. Então, o polícia viu que ela fez merda. Não, não, não. Acontece assim, Batata. Não é que o polícia viu que ela fez merda. Já aconteceu comigo de eu estar virado pra cá, de repente, pra entrar numa residência, um lado de uma residência, e eu escutou o tiro. Aí eu falei, e aí, irmão? Não, o cara pintou ali, eu dei um tiro. Beleza. Não, o que aconteceu foi o seguinte, eu vou te explicar. Eu vou te explicar a dinâmica, Batata, você vai ver. O que aconteceu? A mina é recruta.
Mas ela não é despreparada. É polícia. Ela é polícia. Ela fez uma escola de soldado, certo? Ela é polícia. Ela se informou, ela tá armada, ela é polícia. Então o que que acontece? Mas ela, ela é preparada, mas ela não tem experiência. São duas coisas diferentes. Natural, mas natural. Natural. O que que acontece? Duas e meia da manhã, Cidade Tiradentes. Você conhece Cidade Tiradentes?
Não. Não. Cidade Tiradentes é uma área aqui de São Paulo, da zona leste de São Paulo, que é extremamente perigosa. Mora muita gente boa, mas mora muito vagabundo lá. Inclusive, teve uma época que o Comando Vermelho quis se instalar lá. Ah, porra. Foi aqui? Foi aqui? Foi aqui. Teve uma época que o Comando Vermelho quis se instalar lá.
E aí, a PM de São Paulo aqui se uniu, pá, choque, todo mundo foi pra lá e debelou isso aí. Com o auxílio da justiça. A justiça deu um... não sei se o Batata já trabalhou desse jeito, a justiça deu um mandado coletivo. A gente podia entrar em qualquer apartamento, porque lá é apartamento, são prédios. Podia entrar em qualquer apartamento.
Então conseguimos debelar essa atuação do comando vermelho, eles raparam fora. Então lá é extremamente perigoso. Aí o que acontece? A policial feminina está vendo o parceiro discutir com o cara. E a mina veio para cima dela e aí é onde vai o X da questão. Eu confio, se não tem filmagem mostrando o contrário, eu vou confiar na palavra do policial. Ela falou que a mina desferiu um tapa no rosto dela.
E foi pra cima dela. Ela sacou a arma e efetuou o disparo. Por quê? O que vinha na cabeça dela? Pô, a mina vai me grudar. O cara vai grudar meu parceiro. Vão tomar nossas armas. E vão matar a gente. Que isso já aconteceu muito aqui em São Paulo. Eu não vejo acontecer isso no Rio. No Rio eu não vejo acontecer isso daí. Mas por que eu não vejo acontecer no Rio? Agora eu vou explicar por quê. Lá no Rio, o Batata vai confirmar pra mim. Uma patrulha, que é quem chama de 01. Lá é uma patrulha, né? Dois polícias, uma viatura.
Cada um tá com o quê? Fuzil. Aqui não tem fuzil. Aqui cada um tá com a pistola, entendeu? Então, você descer com o fuzil em bandoleira, velho, o impacto psicológico é enorme. Agora, aqui não, aqui é só... Mas não respeita ela não, tá, mano? Não, mas aqui é só pistola. Vem pra cima te agarrar, como já teve uma porrada lá. E aí? Garra, mete a porrada, o caralho... Então, mas e aí? E se vem te agarrar, você confura...
Você tem que sentar o pau, meu irmão. Então, mas olha só. Você tem que sentar o pau. E foi o que ela fez. Então, até que me prove o contrário. Se me trouxer aqui um vídeo, não é uma testemunha. Porque testemunha, você vai em qualquer comunidade aqui. Se você for lá e falar assim, ó. Eu preciso de 10 testemunhas contra um polícia. Fácil. Você arruma fácil. Eu quero filmagem. Se tiver uma filmagem mostrando que essa mulher que tomou o tiro não desferiu um tapa no rosto da policial e não partiu pra cima dela.
Eu confio na palavra da policial. Se tiver uma filmagem mostrando isso, aí eu falo pra mim... Presta atenção, Carlos.
Então é mostrando que a gente pode estar do mesmo lado. Porque eu vi a filmagem. Mas qual a filmagem que você viu? É a filmagem. Você viu a mesma? Aqui tem. É, é a mesma. E ali em nenhum momento a mulher bate nela. Mas enquanto eu estava filmando. E na hora que tu escuta o estampido, porra. Não, não é na hora não. O cara vira pra cá e a mina... Quando filmou a mina está assim. Quando o cara vira pra cá, há um lapso de tempo. E depois efetua o disparo. Olha só, irmão.
Há um lapso de tempo Olha só, Castro Nós amamos a polícia Não, lógico, caralho Por isso que aqui nós estamos defendendo a PM Eu amo a polícia pra caralho Nós temos uma vida nessa porra Nós temos uma vida E não tem jeito, a gente acaba amando a polícia Só que é o seguinte Eu defendo polícia pra caralho
Eu defendo polícia pra caralho. Se eu for contar aqui, quantas ocorrências aqui que eu venho brigando. Até porra que a sociedade há respeito pra defender polícia, parceiro. Não é pouco, não. É pra caralho. Mas eu vivo, só trabalho em comunidade, mano. Só em comunidade. E, meu irmão, a comunidade, o bagulho é estreito.
Pra tu tirar um preso dentro da comunidade lá no Rio de Janeiro, se tu não der um gogó nele e vir trazendo, irmão, tu não tira não. E se o cara partiu pra cima de você? Irmão, se o cara partiu pra cima... Eu falei a mesma coisa com ela. Se a mulher tivesse... Porra, tu é um cara antigo. Tu sabe que ali uma coisa é a pessoa tá partindo pra discussão e outra coisa é partir pra cima de tu.
A mulher tava apontando o dedo. Certo. Enquanto mostrou a filmagem. Irmão, e depois ela mostrava com o tiro, pô. Não, não foi... Teve um lápis de tempo, Batata. O problema sabe o que que é? O problema é o seguinte. A mídia, ela faz uma lavagem cerebral nas pessoas. Tem uma pessoa aqui falando assim, ó. A filmagem é clara. A arma já estava em punha apontada pra moça. Mentira! A policial desceu da viatura sem estar com a arma na mão. Pode olhar a filmagem. Castro.
Pode olhar a filmagem. É que o problema é o seguinte, a mídia, a mídia fala assim, ó, olha lá, policial despreparada. Mas, Castro, quem falou que ela despreparada... Foi a mídia. Não, não. Quem falou que ela despreparada, o próprio, as próprias pessoas falando, não.
Porque ela é recruta, porque ela não tinha que estar patrulhando ali. E isso não existe. Não existe, cara. Lógico que não existe. Se formou, mano... A polícia sabe. Se formou, tu tá pra guerra. É, já era, meu irmão. Acabou, parceiro. Então... Botou aquela farda ali? Tá disputando. Então, ela não é despreparada. A única coisa que eu disse é o seguinte... Ela não tem experiência. É diferente. Se você tivesse matado...
Todo mundo que tivesse esticado a mão na tua direção pra discutir contigo, tu enchia dez caminhões. Tá, mas e tomar tapa na cara? Você sai na rua pra tomar tapa na cara? Ela não tomou tapa na cara. Você não sabe, Batata. Você não sabe, Batata. Você não viu, Batata. Nem você. Eu também não vi, mas eu confio na palavra dela. Acabou. Ponto final. Quando ela atira... Você tá confiando na palavra de quem? Não, não, não. Eu confio na palavra da policial. Quando ela atira... Quando ela atira... выз выз
Quando ela atira no cara, eu... Olha só, irmão. Preste atenção. Vamos lá, vamos lá. Vamos, vamos, vamos. Quanto a dinâmica. Quanto a fatos. Não há argumento. Exatamente, exatamente. O próprio policial. Hã. Chegou, falou. Pô, meu irmão, tu tá atirando nela por quê, pô?
Ela explicou, eu tomei um tapa no rosto. Não, não, não. Ela falou. Não, sabe que isso deu mole. Ela falou. Não, mano, deu um silêncio, só tem a voz do cara lá. Ela falou, o Batata, ela falou, tomei um tapa no rosto. Entendeu? Velho, é o seguinte. Porque é o seguinte, mano. Eu não saio de... Olha, eu penso assim, a minha opinião... A mina, a mina, e outra coisa, cara, tu conhece, tu conhece os bagulhos, mano.
Conseguiu? Porra, tu conhece o bagulho todo. Eu sei como é que funciona. A mulher ali, aonde tava ali, tu sentiu que a mulher não foi partir pra cima pra dar porrada nela. Mas como é que você sabe, Batata? Irmão. Cê não viu, caralho. Irmão. Cê não viu. Irmão. Ninguém viu a filmagem. O polícia que tava com a copa no peito, ele vira, ele faz assim ó, a filmagem que filma a mina é de relance. É na hora que o policial tá virando. Quer botar a filmagem? Não tem mais nada, cara. Põe a filmagem aí. Põe a filmagem aí. Põe a filmagem aí. Boa.
Boa, põe filmagem aí. Vou desmascarar um monte de gente aqui que tá falando aqui, ó. Ah, que não sei o quê, não sei o quê. Põe essa porra aí. Eu acredito na palavra da policial, meu irmão. Tudo bem, mano. Acabou. Se não tem fato, se não tem provas, se não tem filmagem, pra mim vale o que o policial falou. Qual que é o nome da policial média? Yasmin. Yasmin. Policial Yasmin Vídeo.
Cara, tem um vídeo... Tem um vídeo, tem um vídeo. Rodando em todo quanto é lugar. Agora, o que que acontece? O problema é o seguinte. Muita gente... Eu não tô dizendo que é o caso do Batata. O Batata, ele não precisa disso. Mas eu tô vendo muita gente aí falando... É assim, ó. O que que a opinião pública tá falando? Ah, a opinião pública tá falando que ela é despreparada. Oh, ela é policial, ela é despreparada. Eu não sou assim, meu irmão. A minha opinião, eu não espero porra de like. É que ela é... Ela é recém-formada, né? Ela é recém-formada, mas não é despreparada. Ela é inexperiente. O pessoal já aumenta.
Se liga, olha os fatos Se liga o vídeo O que aparece É só a filmagem que tem É da cópia do policial Do parceiro dela, presta atenção Então vamos
Bota aí que tem som. Olha lá, olha, olha, olha o Mark descendo. Aí já foi depois. Não estava com câmera corporal. Olha lá. Aqui seria interessante, eu não sei se pegou na copa, eu acho que não, mas seria interessante achar uma câmera que mostra. Não, isso daí foi, o policia tá falando que foi da copa dele a filmagem. Era pra estar atirando lá. Olha.
Tá, mas essa é a opinião dele, ele tava de bosta. Ele tava de bosta, meu irmão. Ele tava de bosta. Ele tava de bosta. Ele não viu, meu irmão. A responsabilidade é dela. A responsabilidade é dela. A soldado Yasmin não usava câmera corporal por estar no patrulhamento há pouco tempo.
E não ter ainda uma senha necessária para acionar o equipamento. Câmera que registrou o caso do policial que dirigia a viatura. O soldado Guedes Silva Soares. A soldado Yasmin, que é quem atira, não estava com câmera corporal. A filmagem tem que ser a filmagem. A gente não sei se pegou na copa, acho que não, mas seria interessante achar uma câmera que mostra ela te dando tapa na cara. Aí, ó. Tá vendo? Aí, ó. É isso. Isso é interessante, uma imagem que ela deu tapa na cara. Pronto.
Ele não viu, ele tava de costa. Ele tava de costa. Entendeu? Olha aqui. Segundo a apuração do repórter Lucas Josino, a soldado Yasmin não usava câmera corporal por estar no patrulhamento há pouco tempo e não ter ainda uma senha necessária para acionar o equipamento. Eu já mostro o vídeo pra ele. Câmera que registrou o caso do policial e dirigia a viatura.
Mostra o vídeo. Calma aí, calma aí. Volta um pouquinho. Aí, ó. Aí, ó. Essa filmagem não tá mostrando. Calma aí. Essa filmagem não tá mostrando. Ô, Carlos. Pausa aí. Calma aí. Tá ali. Tá ali. E ela tá na direção, na altura ali do... Essa filmagem não é a filmagem correta. A filmagem correta é a hora que a mina tá com o dedo em riste pra ela. Essa é a filmagem que a hora que o polícia desce. Só assim, ó.
a dinâmica é essa. Aqui, ó. Motorista encarregado. Quando o polícia desce aqui... Deixa eu explicar pra você, ó. Motorista encarregado. O motorista desceu aqui pra conversar com o cara aqui. A câmera dele tá aqui, ó. A câmera dele tá no peito aqui. Ela desceu aqui. Então, pegou esse momento aqui aonde a mina tá com o dedo no... Quando o polícia virou pra cá pra conversar com o cara aqui que tava discutindo com ele, quando o polícia virou pra cá, deu um lapso de tempo...
Teve um disparo. Aí o polícia virou e você atirou nela? Falei, atirei. Aí foi onde o polícia começou a falar. Mas por que você atirou? Eu tomei um tapa no rosto, entendeu? Acabou, meu irmão. Tem uma câmera que mostra que ela não tomou o tapa no rosto? Não. Tem alguma câmera que mostra de que a mulher não partiu pra cima dela? Não. Então eu vou confiar em quem? Eu vou confiar na palavra da policial. Vamos falar de um caso de São Paulo. É isso. Olha só. Se você gostou da minha opinião, você gostou. Se você não gostou, também.
Polícia nenhuma. Eu falei, eu disse isso e repito. Se ela tocou na policial, preste atenção. Ela tocou na policial, ela está correta. Ela está começando a concordar comigo. Não, não, não, eu concordei. Não, não, não, não, Carso. Só, Carso, que não adianta você esbravejar que ela deu o tapa.
Não adianta esbravejar, porque é o seguinte, o que mostra, e da forma que mostra, além da mulher...
não tinha, é, é, é, não ter partido pra aquilo ali, quando a pessoa tá aí, em dedo de risco, chegou pertinho lá, e abriu o bração e deu um porradão, muito pouco tempo pra isso ter acontecido. Mas você é, é segundos, cara. Tudo bem, meu amigão, tudo bem. Só que nenhum momento, nenhum momento que filmou ali, apareceu ela tomando um tapa, e ela alega pro polícia que tomou um tapa, ele falou assim, pô, mano,
Não era pra tu ter atirado. Seria bom que tu tivesse alguma coisa filmando. Então, mas... Pra que isso aqui seja confirmado. Mas isso é a palavra do polícia, meu irmão. Pra mim, o que vale é a palavra da policial. Agora, eu não tô nem aí com muita gente falando aqui, ó. Ah, Cássio, você tá passando pano. Meu irmão, funciona assim.
Aí vem a X da questão. Não, se ela tocou na polícia, ela não pode perder a arma pra ninguém, mano. É isso que eu tô falando. Tudo bem, Castro, mas não foi o fato, Castro. Mas como é que você sabe? E como é que você sabe? Não, eu tô confiando na palavra dela. Porra, Castro. Pronto. Eu tô confiando na palavra dela. Eu tô confiando na palavra do outro polícia. Não, o outro polícia não viu, ele tava de costa. Ah, pô, e quem viu foi você.
Não, eu não vi. Então se tu não viu o polícia que tá lá, não viu? Também não viu, porque ele tava de costa. Mas, Carso, quem tem mais noção? Agora, mostra pra mim. Arruma uma câmera e mostra assim pra mim, ó. A mina não partiu pra cima dela e ela sacou a arma e deu um tiro na mina. Aí, eu dou uma mão pra uma ator. Não, tem outra aí.
Não tem uma discussão. Aparece ela discutindo. Agora vem a Batata. Batata, vamos pro outro lado agora. Vamos pro outro lado agora. Uma coisa que eu acho que você não tá sabendo. Essa mina que infelizmente faleceu, nós estamos aqui, não tô aqui falando que ela deveria ter morrido, não tô falando que ela deveria ter tomado o tiro, nada disso. Ela tomou o tiro porque ela partiu pra cima da policial. Agora vamos ao X da questão. Essa mina que tomou o tiro, essa mina que tomou o tiro, já tem vários B.O.s.
de treta entre família e entre vizinhos. Ela é a vulgo barraqueira. Certo. Ela já tem.
Você achou o vídeo agora? Aí, ó. Ela vai colocar. E uma coisa que a gente também tem que levar em consideração. Pô, o policial, ele bateu no cara que tava parado. Não, ele caçou pau ali. E voltou. O cara tava na rua. O cara tava na rua. Mas aí, viu? Foi uma sucessão de... Não, cagou. Vai embora, cara. É? Vai embora, porra. Não, Cacho. O que que acontece? Vai embora. Uma situação daquela ali. Uma sucessão de erro, mano. Ah, meu filho deu uns porrão.
Dá um espurrão, meu irmão. Opa, tô no meio da rua, porra. Porra, vai beber tua cachaça pra lá, sai do meio da rua. E vai embora, caralho. E mete o pé, porque tu sabe que cachaça. Eu já fiz isso várias vezes, caralho. Porque tu sabe que cachaça só vai dar que é rosada. Vai dar problema. Vai dar feijoada, porra. Já fiz isso várias vezes. Foi uma sucessão de erros. Ele deu ré, porra. Só que foi uma sucessão de erros. Só que não justifica um policial armado e fardado tomar tapa na cara, meu irmão. Não. Não justifica. Ninguém falou isso, Cárcio. Não justifica.
Só que o que acontece? Aí fica todo mundo falando assim, ah, é uma mãe de cinco filhos. Não, não, não. Ah, mas o que é que uma mãe de cinco filhos tava fazendo duas e meia da manhã na rua, meu irmão? Tomando uma. O que que ela tava fazendo? Ela tem cinco filhos. Cinco filhos. É. Mas, cara... Entendeu?
Porra, meu irmão. Minha mãe tem um ditado que diz assim, ó, porra, Maria faz que sua casa tá em paz. Meu irmão, se ela estivesse na casa dela e se ela não tivesse partido pra cima da policial, ela estaria viva. Ponto. Acabou. E eu acredito na Yasmin. Vou morrer agora. Ela podia ser a maior vagabunda do mundo. Não pode partir pra cima do policial. E não pode matar ela se tu não tivesse errado. Se ela não der na cara da polícia...
Ela não pode atirar, porra! E você sabe que ela não deu? E você sabe se ela deu? Não, eu confio na palavra da polícia. E eu confio na palavra do cabo que tava lá, porra! Então tá bom, eu acredito na policial. E eu no cabo que é mais experiente. O cabo não viu nada. E o cabo não viu nada. Agora eu acredito na policial, meu irmão. Se ela falou assim, eu tomei um tapa no rosto. Tem algum vídeo que prova que ela não tomou? Aqui, mano. Aqui, ó. Aqui você vai ver, ó.
Aqui, a mulher. Aqui, a mina tá discutindo, agora ele vai descer, fica vendo. Atenta para o detalhe. Fica vendo. Aí o polícia não tinha descido ainda, certo? Tá discutindo com o cara, ele vai descer. Esse é o cara afrontando o polícia. Presta atenção, presta atenção. Olha o cachaça, afrontando o polícia. Presta atenção, ela desceu, presta atenção. Ela vai lá, ela tá lá. Fica vendo, fica vendo.
Não, não é essa câmera. Já tirou. Não é essa câmera não, porque essa daí não é a câmera corporal do polícia. Essa não é a câmera corporal dele. É que nenhuma mostra essa parada aí que você falou. Não, não, tem uma que mostra. Tem uma que mostra. Tem um momento que ela tá discutindo com a mulher, ali na frente ali do capu. Mas nenhum momento aparece ela numa condição de pranchar a mulher, de partir pra cima. Eu entendi que o Carlos falou realmente. Um tapa na cara pode ser repentino. Exatamente. Pode. Mas porra. É questão do milésimo segundo, caralho.
Não tem barulho, né? Mas quando tu tá discutindo com o bagulho, mano, a mulher tá doidona. Meu irmão, se tu... Porra, ele sabe disso. Se tu moscar o gato voando no teu pescoço, porra. Lógico que voar, caralho. Sem nenhuma dúvida. Agora é fácil as pessoas ficarem comentando aí, ficarem falando. Quem não sabe o que é ser policial? O Batata, ele é policial e é especialista de segurança. Eu também sou. Ele tá numa ótica...
E eu tô em outra, meu irmão. Isso daí é uma coisa normal. São óticas diferentes. Agora, eu vou definir novamente. Eu lamento muito pela morte da menina lá. Lamento demais pela morte dela. Lamento demais. Mas só que é o seguinte. O polícia tem que acabar com esse negócio de cara querer partir pra cima do polícia fardado e armado. Se o polícia fez alguma coisa pra você, meu irmão, tem um prefixo desse tamanho da viatura dele, tem o nome do polícia, выз выз
Vai na corrigedoria e reclama, caralho. É isso aí. Agora, você partir pra cima do polícia, querer afrontar o polícia... Engraçado que quando o vagabundo vai te roubar, você não vai pra cima dele. Você não dá tapa na cara dele. Por que você não dá tapa na cara do vagabundo? Porque o vagabundo vai atirar de você. Aí você se acha no direito de dar tapa na cara da polícia. Então, sinto muito. Eu sinto muito. Se ela não tivesse partido pra cima, não teria sido baleada. Castro. Pronto. Se ela... Pronto.
Eu vou mais além. Se ela bateu no rosto da policial, a policial tem que reagir obrigatoriamente, porque ela está armada, a mulher pode embolar com ela e ela perder a própria arma. E ela estava vendo o parceiro dela também trocando ideia com o cara. Agora, se liga, Castro. Em nenhum momento, em nenhum momento é o que é mostrado.
E outra coisa, Castro, ela tá muito tranquila na parada. Entendeu? Ela é feito o disparo. Irmão, a gente conhece o cenário. Tu olha o cenário, porra. Ô Castro, tu vê quando o bagulho saiu do controle, porra. Saiu do controle, irmão. Eu sou polícia pra caraca, mano. Eu defendo polícia. Só, Castro, que você hoje não é um cara.
De 100 mil seguidores, você é um cara de milhões de seguidores. E a tua voz, Castro, ecoa pra caraca. É por isso que eu tô... E você, quando você defender um polícia dentro de uma razão, você tem que ter credibilidade. Se a gente se lançar...
Em uma situação. Porra, irmão. Lá no Rio de Janeiro, eu já briguei, já bati. Ah, o polícia tá envolvido com o tráfico. Porrada nele, mano. É vagabundo. Exatamente. E que se dane, mano. Eu não posso me lançar numa situação. Não dá pra se lançar numa situação. Porra, simplesmente por eu ser policial. Porque quando eu brigar pros meus policiais... Cara...
Rapidinho. Última maior prisão, apreensão do Brasil de maconha foi na Maré, 50 toneladas. Beleza? Eu acho que tu reagiu até esse vídeo. Eu vi. 50 toneladas. Você sabe o que o judiciário mencionou? Que provavelmente...
É, não provavelmente não, eu vou ser mais enfático. Que aquela prisão poderia se tornar ilegal, aquela apreensão. Porra, ilegal por quê, cacete? É 50 toneladas de maconha. Porque ela foi encontrada pelo nosso batalhão, BAC, é um batalhão de cães, e os caras lá, por operar muito, выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз
Os caras treinam os bichos demais, porque o treino constante, constante, constante comunidade, acaba deixando os bichos, porra, meu irmão, e a poliçada afiada.
Irmão, o BAC bateu na favela. Os caras são de doer, parceiro. A última operação de 117 mortos, eles empurraram para dentro 700 quilos de entorpecentes. Foi eles que acharam. O juiz alegou que o faro do cão, que foi que é onde indicou a residência, e dentro da residência um banque, выз выз выз
O faro do cão não dá legitimidade para o policial entrar lá. Se você me perguntar legalmente, Batata, dá? Não. Não. Por que não? Não existe verbete legal, jurídico.
que tá escrito que o faro do cão dá legitimidade pra você adentrar em casa nenhuma. Então pra que usa porra do cão? Mas existe uma coisa... Se não dá legitimidade, vai usar ele pra que, então? Mas existe uma coisa que te dá legitimidade. Quando que você pode adentrar a uma residência?
Com um mandado de busca Ou se não um flagrante Um crime iminente Se tiver crime acontecendo lá dentro Lá não tá sendo Quer colocar o vídeo do Do Rio de Janeiro? Não, pode destacar isso aí Que eu vou acabar de bater no castro Põe, põe, põe Nós vamos se degladear nessa porra aqui, caralho
Põe, põe, põe Põe que vão acabar falando amém pra mim Não quero nem saber, cara Já botaram uma mesa distante aqui? Não, já vamos falar Emendaram hoje essa parada preta Eu vou falar pra você, aí é duas e meia da manhã Se dá tiradentes Duas e meia da manhã Duas e meia da manhã
Justifica sim, meu irmão. Justifica sim. Mas o que, Castro? Estão sozinhos aqui, ó. Sozinhos. Dois polícias. Sozinhos aqui. Mas Castro... Dá a tiradeira. É o que que é, porra. Não, não, não. Eu tô falando o seguinte. Se, se... Ó, fica vendo, ó. Aí começa a discussão. Tá. Tá vendo, ó. Ó, a mina batendo boca com a polícia. Aí o cara vem bater boca com ele. Aqui é o motorista. Aí a Yasmin vai descer aqui, ó. Tá. Aí a Yasmin vai descer aqui. Fica vendo.
Olha, ela desceu. Desceu, já tá em pé lá. Olha lá, pela direção. Ali, ali, ali. A mulher tá pra bater nela. Não, não, olha lá. Olha o dedo, olha o dedo. Calma, calma. Olha lá, tá apontando o dedo. Olha lá, olha lá. Olha a distância, a menina tá se afastando. Não, beleza, olha lá. A menina tá se afastando. Olha lá, acabou botando a mão pra trás. Olha lá, olha lá, olha lá. Olha lá, olha lá.
Beleza? Olha lá. Cacho, olha lá, Cacho. Ela não está apontando a arma. Ela está mandando afastar. Ela está mandando afastar. Aí, olha, o policial vira para cá. Vira para cá. Vê o tempo que foi. Cacho, olha a distância que ela está. Vê o tempo que foi, cara. Vê o tempo que foi. Vê o tempo que foi. Dá uma olhada. Vê o tempo. Olha lá. Olha o tempo.
Agora não dá pra tomar porra de um tapa na cara, Batata. Olha lá, Cássio, a distância, cara. Não dá pra tomar um tapa na cara. Já deu, Cássio. Ela já atirou, já. Não dá pra tomar um tapa na cara. A distância. Só tem o tempo que foi isso aí, Cássio. Se ela tiver o braço do demônio. Para, meu, para. Tem dois metros. Batata. Batata. É dois metros, Cássio. Você viu se ela deu o tapa na cara? E você viu ela dando, Cássio. Eu confio no polícia, Cássio. Olha a distância, Cássio. Eu confio na policial, meu irmão. Cássio, olha a distância. O policial falou pra mim.
Se você provar o contrário, beleza. Se não provar, eu confio nela. Não quero nem saber o que o policial... Eu confio na policial. Ah, cacete, você só confia nela. Eu confio nela. O policial não viu, caralho. Ele tava atrás da viatura, porra. Ele tava atrás da viatura, porra. O policial falou...
o que pra ela? Não interessa o que ele falou, meu irmão, ele não viu. Ele não viu, caralho. Tu tá na situação, tu tá vendo? Tu tá na situação, tu não tá sentindo a temperatura do bagulho? Eu quero ver você. Você tá lá numa comunidade. Você entrou por uma viela. O seu parceiro entrou pela outra. O parceiro, o senhor atirou. Aí você vai voltar e fala assim, ô, você atirou, cara. Não tinha necessidade. Viela, Castro. Mas lá é praticamente isso.
Que isso que praticamente ela tá do teu lado ali, tu não tá sentindo a situação, cara? Meu, olha o tempo que ele virou, cara. Olha a distância da garota. Ele tá vendo a policial, ele não tá vendo, meu irmão. Acho que a menina tá com o braço pra baixo. Tá, tá, tá. De boa. Eu continuo na minha mesma opinião. Não tô nem preocupado com porra de like e porra de opinião pública. Eu continuo na palavra da polícia. Eu não tô preocupado com like, não. Também não.
Só que pra mim, o batata é o seguinte Tem que acabar com essa putaria De neguinho batir pra cima de polícia Verdade, eu não sou contra você Tem que acabar com isso Isso tem que acabar A questão é o seguinte aqui
Se ela não deu a porrada, Castro, tu tem que entubar. Isso, você sabe disso. E como é que você sabe que ela não deu? Irmão, olha a mão da mulher, compadre. Como é que você sabe que ela não deu? É muito longe, Castro. Não, não interessa, meu irmão. Quem vai agredir a mulher não bota a mão pra baixo? Meu irmão, só vou falar uma coisa pra você. O polícia vira pra cá. Ela tá assim, beleza. O polícia vira pra cá. Ó, meu irmão, olha o...
o lapso de tempo que o polícia vira pra cá. Olha um pouquinho, Batatá. Olha o lapso de tempo que o polícia vira pra cá e o polícia vai pra trás da viatura. Nesse tempo, dava pra mina até dar a bunda pra ela, caralho. Porra, mano. Caralho, mano. É que vocês... Sabe o que é? É que vocês não conhecem...
dinâmica de um lugar desse aí. Você conhece que você trabalha na comunidade. Eu sei, mas só que a mulher não vem pra avançar nela, Castro. Quando ela manda, ela recuara, ela dá um passo pra trás. Quem vai te dar porrada, não dá um passo pra trás, Castro. Ô, Batata, na lei fala assim, indúbio pro...
Indúbio pro réu. Então, bacana, acabou. Ela vai ser absolvida por quê? Se ela for policial. Indúbio pro réu. Policial é indúbio pro societário. Não, não. Não cabe muito pro réu. Não, não, indúbio pro réu. É pra qualquer um. Tá na Constituição, meu irmão. Tá na Constituição. Não tem uma Constituição pra polícia e outra pro cidadão comum. Indúbio pro réu. Ela vai colocar o advogado e ela vai falar. Tomei um tapa na cara. Proveleza, Cássio. Pronto. É o que ela pode falar. É o que ela vai falar.
Eu confio nela Se você me provar o contrário, beleza Eu não tô dizendo pra você Eu te aprovei porra de história Você não me mostrou, você é perito, caralho Você é perito? Você é polícia, você é perito agora? Não, é perito agora? A mulher tá num farol Olha só, tem um farol no carro no meio A outra tá na frente do carro Quando a mulher fala, recua Ela dá um passo pra trás Quem vai te dar porrada, anda pra trás, porra выз выз
Se a mulher vem com atitude pra dar porrada, e outra coisa, quem vai te dar porrada? O cara, o gancho, quando quer te dar porrada, ele não estica a mão pra baixo. Nem fudendo, Cacho. Mas vamos pensar bem, a mulher te deu um tapão, certo? Mas por que que não meteu um tiro na perna? Porra! Não existe tiro na perna. Só pra saber. Não existe tiro na perna. Não existe. Quando a gente treina, a nossa silhueta não tem perna.
Nossa silhueta é barriga, 5x e cabeça, meu irmão. Não tem perna. Não existe tiro na perna. Não existe tiro na perna. Não existe tiro que você tenta fazer da forma que garantia que não seja letal. Você tem que dar um tiro pra você repelir uma injusta agressão. Agora, quando você fala repelir injusta agressão, não tem assim. Nível 1, perna. Nível 2, peito. Não tem. Tu efetua o disparo.
Exatamente. Ela efetou o disparo. A sua intenção. Só o fato dela efetuar um único disparo com a capacidade de 15 tiros, ou 13 tiros, é claro e evidente que ela não tinha intenção de matar, tinha intenção de ferir. Exatamente. Beleza, Carlos. Até aí tudo bem. O que eu analisei é o seguinte, irmão, eu não tô aqui pra fuder polícia não, irmão.
Não, mas aqui não tem não, meu. A parada não é essa. A nossa parada não é essa. Esse, o Zé Polvinho. Tem o Zé Polvinho que tá aí falando, ah, a polícia despreparada. Não. Ah, a polícia não sei o quê. Pra mim isso daqui, velho, eu até virei o celular aqui, ó. Tô cagando pra vocês. Tô cagando. Cagando. A minha opinião, ó, eu hoje tenho o meu público, porque o público me conhece, eu como uma pessoa. Claro.
Uma pessoa que eu falo, eu não falo o que você quer ouvir. Eu falo o que eu acho que é certo. Então, pra mim, vou repetir. Enquanto não me provar o contrário de que a mulher não agrediu a Yasmin e não haveria necessidade dela dar um tiro, eu acredito no que a Yasmin falou. Ponto, acabou, finalizou e já era. Na minha parte já era. Não, beleza.
assim como eu respeito a sua idoneidade, o fato da gente estar discutindo aqui, isso já era esperado é lógico que não policiais já mil e mil e anos assim como, pô, tem a outra situação não sei se ele vai colocar aí do BOP, vou colocar isso foi
Isso daí eu não vi. Vamos ver, vamos ver. Cara, uma causada do cara... Eu, eu, eu, eu... Assim como você, Castro, pode vislumbrar e falar assim, errou os polícias. E o que que acontece? Isso vai criar a nossa discussão particular, mas isso não vai nos fazer... Lógico que não. Inimigo não, cara. Lógico que não, cara. A visão de cada um. Jamais, jamais. Nós já trabalhamos junto com uma porrada de vez aqui em podcast. Jamais, jamais. Trabalhamos. Assim como eu falo
Como ele fechou aqui o assunto aqui, eu digo, se a mulher bateu... Na cara. Na cara? Dá pra na cara. Ela podia ter, não cinco, podia ter 20 filhos. Foda-se. Boa. Agora.
Agora, o que eu vi desde o início não apresentava nada de uma pessoa que vai te agredir. É só isso. É questão de ângulo. É isso aí, parceiro. Vamos pro vídeo do Bop? Esse daí eu quero ver, caralho. Vamos ver o vídeo do Bop. E é o seguinte, pede pro pessoal dar like aí, ô Batata.
Alô, galera! Ô, minha rapaziada! Você que tá assistindo aqui, tá com o dedo aí no cacho, no coraçãozinho, no cacho, senão aí a plataforma não entrega, correto, Castral? É isso aí, meu irmão. É isso aí, pessoal. Deixa o like aí, meu irmão. O podcast tá top, quente. Eu gosto assim, meu, podcast quente. Não, e vai esquentar mais. Polêmico, polêmico. Essa porra vai esquentar mais. Aí, ó, então deixa o like aí. Tem mais uma. Agora vem uma ocorrência do Rio agora. Eita, porra!
A gente fala dos parceiros aí. Segundo batata é bomba, hein? Bomba, bomba. Não, é bomba. Isso tá rasgando aí o processo todo. E eu acho que do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Santa Catarina, dos infernos, só foi a favor dos polícias.
Como é que é? É, porra, é padrão. O MP do Rio de Janeiro denuncia 10 PMs do golpe por invasão de casa e os irregulares câmeras na maré. É, e essa porra aí? Grupo abriu geladeira e dormiu em sofá. Dormiu. É, isso aí. Como assim dormiu, velho? Dormir em serviço já é crime. Não, os caras dormiam em 13 imóveis. Que história é essa, velho? É, isso aí. Mas o que foi isso daí? Foi operação? É. Ah, entraram clandestinamente em 13 residências.
Na Nova Holanda, em alguns casos, utilizava chave mestra, arrombando para sem autorização de moradores e sem ordem judicial. Segundo o Mistério Público, a parte dos policiais também deixou de cumprir a missão de incursão e estabilização para permanecer dentro dos imóveis. Isso aqui não... Eu vou discutir essa porra, vocês veem isso aí. A PM disse que instaurou procedimento e encaminhou relatório ao de autoria da Justiça Militar.
Ó, eu já entrei em barraco, em barraco assim, nós fizemos, nós fizemos operação, não sei se foi esse caso aqui, nós já fizemos operação na Fela da Vila Prudente, entramos todo mundo, a força tática, rocando tudo, e nós fizemos aquele cavalo de Troia. Aham. Saiu todo mundo e ficou três polícias dentro do barraco.
saiu todo mundo, e três polícias entrou um barraco lá e ficou dentro do barraco filmando, né, e com o HT passando porque quando você sai da favela a vagabundagem vem tudo de novo ali, né vai comentar, pô, você viu lá, cara aqui ó, se tivesse vindo pra cima, pá e mostraram o canhão, caralho e os polícias daqui dentro da casa só pá ganhando e passando informação nós voltamos e pegamos todo mundo
Quer dizer, será que foi isso daí? De repente os policiais ficaram na favela, no barraco lá, caíram pra dentro do barraco e ficaram aguardando? Solta a filmagem. Solta a filmagem aí. Olha que coisa. Mas são do BOP? É, são do BOP, pô. Os caras tão só tirando um cochilo, pô. Não, olha a situação, olha a situação. Vai quietinha de alguém aí, né? Deixa ela falando, deixa ela falando. Tem como soltar isso aí, o áudio? Põe aí.
É, é, tem que... É que a Globo é foda, mas solta aí, vai. Ai! Puta, é logo o Globo, mano. Olha lá, macho, olha lá, macho. Formes dos policiais militares do BOP. Segundo o Ministério Público, os PMs não têm ordem de prisão, nem mandado de busca e apreensão.
Mas a câmera de um policial registra o momento em que ele entra nesse prédio residencial de três andares. No alto da tela, o horário, 7h36 da manhã. Dentro de um apartamento, ele encontra outro PM sem camisa que tinha acabado de usar o banheiro.
O morador não está em casa. Na sala, outro policial aparece deitado no sofá. O PM com a câmera ajeita uma almofada para deitar também. Tá, mas e o dono da casa?
Segundo a denúncia do Ministério Público do Rio, enquanto a operação acontecia lá fora, os policiais descansaram no apartamento por cerca de uma hora e meia. O GAESP, grupo de atuação especializada em segurança pública do Ministério Público, recebeu denúncias anônimas e iniciou as investigações baseadas nas imagens das câmeras corporais.
Escancarou essa realidade que já era denunciada pelos moradores das comunidades, mas que a gente não conseguia efetivamente demonstrar para poder oferecer uma denúncia, processar os policiais que agem incorretamente.
A operação aconteceu no dia 10 de janeiro do ano passado para reprimir o tráfico de drogas. Mas as imagens analisadas revelam uma série de crimes e desrespeito. Explica aí pra gente aí. O que que acontece, cara? Explica aí, Batata. Isso aqui é uma comunidade da Maré. É uma das mais perigosas do Rio de Janeiro. Conhecido pelo seu alto poderio bélico. E assim como o complexo alemão, o jacaré. A operação que começa a ocorrer nessas favelas aqui começa às três horas da manhã, parceiro.
Por quê? Porque tem que entrar nela e a bala tem que voar lá pra cacete e tu empurrares lá pra dentro, porque senão pega o fluxo de trânsito da Avenida Brasil, linha vermelha, linha amarela. E os moradores saindo pra trabalhar. Então, meu camarada, você tem que entrar e asfixiar isso quase de madrugada.
Pra justamente também ninguém for baleado nas principais vias. Porque tu parou lá no Rio de Janeiro, você parou. Linha vermelha, parou a linha amarela. E parou a Avenida Brasil, tu parou o Rio, tá? Parou o Rio de Janeiro. Não tem outras vias. Porra, ah, batata, mas aí tem a linha vermelha. Não, a linha vermelha para.
Ah, mas aí tem a Transolímpica e tudo. Meu irmão, esquece. A Transolímpica dá acesso a alguns tipos de pessoas, algumas pessoas. O gargalo central do Rio de Janeiro é essas vias que eu estou falando. A Maré fica no meio. Uma comunidade de 137 mil habitantes, tá? Não é pequena. É grande pra chuchu.
E a bala canta com força. Com força. Hoje, lá no estado do Rio de Janeiro, nós estamos tomando granada com drone. Granada com drone, porra. Estão jogando artefato explosivo com drone. E não é terrorismo isso aí, né? Não, não. Isso aí deu a me lhe falar. Lá é o quê? Comando Vermelho? Ali? Ali é terceiro comando. Não, na Volanda é Comando Vermelho.
Mas ali tem terceiro comando, comando vermelho, é tudo um colado no outro. Por isso que é entupido de arma. Porque eles bancam, é divisa de rua. Uma rua é comando vermelho, outra rua é terceiro comando, parceiro. E a bala estanca. Irmão.
Você entra dentro de uma porra dessa, tu fica 8 horas, 12 horas, 3, 4 horas, esse polícia tá andando, porra. Trocando tiro, abaixa, levanta, abaixa, levanta. Cansa, caralho. Cara, humanamente... Ele não pode nem dar uma cagada. Não pode cagar. O mal.
A repórter fala que o cara vai cagar. Põe uma fada geriátrica no polícia então, caralho. Não, tu vai cagar na farda. Então, caralho. Aí os caras ficam em invencionismo. Lá não tem licença-bala, não. Para agora. Nós vamos sair pra cagar. Depois a gente volta e continua daqui. Stop, stop. Deixa eu voltar lá pra base, lá no começo.
Não existe isso lá. Cara, às vezes esses caras trocam tiro por 12, 14 horas. Eles não, nós. E eu não estou falando só do BOP, não. Eu estou falando de Gat, Patamo. Principalmente os caras do BOP. Irmão, criam-se leis para os caras.
Como se você estivesse patrulhando em área urbana. Não é que aí seja área rural. Mas uma área urbana que não seja... Isso aqui, tu só entra de blindado, porra. Não há patrulhamento sem blindado, não. A coisa aqui é guerra. Isso é guerra.
O cara tá tomando tiro, tu pula dentro do quintal, irmão. Os vagabundos correm tudo pra onde? Aí quer que o polícia pegue licença pra entrar no quintal? Irmão, os caras pulam aonde, mano? O vagabundo pula pra dentro da casa do morador. 50 toneladas de maconha foi encontrada aonde, parceiro? Residência.
Onde tinha um bunker. Um polícia anda sozinho lá dentro? Não. Um cara tá cagando e os outros? Pô, pai, relaxa aí. Tu alivia o equipamento, tu deita no sofá. Ah, o polícia tá tirando onda. Que tirando onda com quem, porra? Tem quem lá pra ele tirar onda?
Babaquice, irmão. Você já fez isso, Cassio? Eu acho que já. Já? Ué, caramba. Quem não já fez isso? Quem não já fez isso? Irmão. Irmão, eu em ocupação e comunidade, tu achar uma laje pra tu se proteger, tu achar uma varanda cair. Eu dormi em varanda dos outros. Eu dormi em laje, mano. Sabe por quê? Porque se você dormir do lado de uma viatura, numa ocupação dessa aí, tu tá morto. Dormir tu não vai.
E tu fica 24 horas assim, ó.
Mas o problema é que a população pensa que o polícia é robô. Aí é aquilo que eu te falo de lavagem cerebral. Aí pega essa emissora do satanás aqui, essa maldita. Aí ela fala, olha lá, o polícia cagando. Olha, o polícia foi cagado na casa dos outros. Mas não é, a casa não tinha ninguém, caralho. Irmão, presta atenção. A casa é. Provavelmente a casa podia ser do morador. Eu não tô dizendo quanto custando isso, não. O próprio morador que mora ali dentro, parceiro.
Ele sabe que o vagabundo invade a casa dele também. Ele sabe qual é a regra ali dentro. Um morador ali não pode botar um cachorro brabo em casa não, irmão.
Porque o tráfico não deixa. Porque a casa dele pode servir de fuga. Tá, mas quando o vagabundo entra na casa do cara... Essa merda aqui, essa bosta aqui não fala nada, né? Ninguém fala nada. Quando ele invade a casa, ninguém fala nada. Agora o polícia que entrou ali pra dar uma cagada, né? Porque ele vai cagar na farda. Irmão! Porra, mano! Irmão! Se foder, mano! Tu tem que ver isso aí, isso virou uma confusão de diabrada. Eu não tô dizendo que é legal entrar na casa dos outros, não. Não é não, Castro!
Mas você viu alguma pessoa reclamar? Não tem ninguém reclamando, caralho. Pegou alguma coisa? As câmeras filmaram. O cara cagou e seitou no sofá. O cara roubou alguma coisa? Porque se ele rouba alguma coisa, é igual eu falei, não é medir com a mesma régua o cara que entra na casa do cara rouba alguma coisa.
Meu irmão, não é medir com a mesma régua. E outra, detalhe, eu não tô vendo os policiais ali maltratar ninguém. Não. Eu não tô vendo os policiais subjulgar ninguém. Não. Não tinha ninguém na casa, a casa tá vazia. Porra. Vai saber se não for um morador que falou assim, ó, usa, eu tô indo trabalhar, pode usar a minha casa. Não, eles tão na resenha, pô, eles tão falando assim, é, não sei o que e tal, você já tá aí, né, cagou e tal.
Vamos supor. Presta atenção. O Batata tá explicando justamente a dinâmica do Rio. Tu tá trocando tiro, irmão. Às vezes tu encurrala ele num prédio. Os caras no prédio. Tu vem, parceiro, entra no prédio. Num prédio de 20 apartamentos. Onde esse cara entrou, irmão?
Tu vem olhando, parceiro, tu vê uma casa que tem uma porta entreaberta, tu vê uma porta meio forçada, tu vê olhando, tu acha uma dinâmica meio estranha aqui, mano, o cara pode estar aqui dentro. Pô, vou dar uma olhada. Não quer que isso aconteça?
Meu irmão, não submete o policial à troca de tiro infernal dessa. Exatamente. Porque enquanto o Brasil ficar submetendo policiais a condições de extrema de vida ou morte, você vai encontrar isso, irmão.
Que porra de circunstâncias onde o cara tá numa guerra. Guerra. O vagabundo te joga a granada. Aí o cara bota uma porra numa câmera no teu peito. É isso mesmo, é isso mesmo. Por isso que a reclamação é a da câmera. A câmera, ela serve pra avaliar o tempo todo. Olha como é que são as coisas escrotas. Se liga aqui. A câmera pode ter condenado a policial выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз
Justamente ou injustamente. Porque a câmera corporal, ela dá a possibilidade da gente avaliar a temperatura do combate no frescor do ar-condicionado. Fácil. Eu e você fizemos o quê, Castro? Avaliamos no frescor do ar-condicionado. Exatamente. Mas quem estava lá e sentindo a pressão?
Boa. Porra, eu concordo com isso, irmão. Exatamente. Eu não discordo com isso. Da mesma forma, eu analisei o passo atrás, a mão pra baixo, você avaliou o lápis do temporal. Você não tá errado. Vai dizer que eu tô errado? Não. Tu tá sendo leviado. Em nenhum momento eu falei que você tá errado. Você tá entendendo? Em nenhum momento eu falei que você tá errado. Da mesma forma, eu também não discordo de você, cara. Aqui são opiniões diferentes. Ó, a gente fez uma enquete. Eu vi aí. Faz aí.
Aí, ó. Mas o fato... Presta atenção, Castro. Ó, eu vou chegar em casa e vou fazer igual a polícia do Bob. Vou cagar.
Já tô fabricando a bosta aqui já. Mas, ô, Carso. Ô, Carso, se liga isso aqui. Isso aqui é me bater o pra caralho. Mas então, ô, Batata, sabe o que que é? Eu tô cagando. Então, exatamente, os caras não têm o que falar. Mas eu não tenho o que falar. Eu não tenho o que falar. Mas eu não tenho o que falar. Mas eu não tenho o que falar. Então, porra, mas a própria população caga por isso aqui, meu irmão. A própria população caga. Não, não. Tem uns cabeça de privada. Cabeça de privada. Me fala uma coisa. Me fala uma coisa. Quando você tava lá trocando tiro e tal.
Sei lá, você falou que você ficou já dormindo em laje. Em laje, o caralho. Beleza. Quanto tempo dura, sei lá, pra... Uma operação? Isso aí não tem tempo, irmão. Isso aí pode você entrar aí e ficar aí, uma operação normal. Tá, mas qual que é a recomendação, então? Então, qual que é a recomendação do batalhão? Normal, normal. Não, não tem.
Não, então o cara não pode beber arma, pode mijar, não pode cagar. Não, não, ele é robô. Irmão, presta atenção no que eu tô falando. A não ser que o cara invadisse a casa de alguém morador. Eu não vou cagar agora, eu vou mijar, beleza? Irmão, presta atenção. A escrotidão de uma troca de tiro numa comunidade igual essa.
Presta atenção, isso aí o policial às vezes entra seis, cinco horas da manhã, só que pra ele entrar cinco horas da manhã, ele tá em preparação três a duas horas da manhã. Irmão, quando ele entra numa lugar desse aí, isso pode começar oito horas da manhã a balaria e acontecer de dar cinco horas da tarde e a bala tá comendo.
Quando morreu aqueles policiais, aqueles 117 lá no complexo alemão, a imprensa já tinha saído, a porra, a ator já tinha saído, e deu oito horas da noite, tinha a polícia lá trocando tiro, porra. A coisa não é essa brincadeira que nego tá baixando que é, não. O policial que perdeu a perna, o delegado, é.
Aí é o que eu falo. Volta aqui. O policial que perdeu a perna, pra tirar o delegado, derrubaram uma parede, irmão. Teve que derrubar uma parede numa casa pra arrancar o policial. Isso tem filmagem. Arrancando o policial. Teve que derrubar porque pela frente tu não tirava o polícia, porra.
Dá bala, porra. O bagulho é de verdade. E lá tinha 2.500 homens, porra. Não tinha 3, não. Você tem noção do que a gente tá passando lá? Não, mas a denúncia aí tá dizendo que é por invasão de casa. E lá não é a destruição de patrimônio?
Ué, caralho. Ué, se tu quer medir com a mesma régua, se você não quer achar que é guerra, então também tu não quebra a parede e não tira o delegado. E eles vão indo sangue com um membro perdido. Perdeu o membro, decapitado, decapitou. Decapitou não, que é a cabeça, né? Mutilou. Um membro mutilado. O pessoal tá aqui.
Entendeu? Eu nem tô olhando mais pra não passar raiva. O pessoal tá falando aqui, militante, que acho que o policial é robô. É. Entendeu? Nesse caso, eu acho que todo mundo concorda que, mano, se ele estivesse batendo em morador, se ele estivesse invadindo... Eu já entrei. E o cara falando, ô, o que você tá fazendo aqui e tal, sem permissão. Uma vez eu fui entrar, nós tínhamos uma desconfiança que tinha um mala homisiado numa casa lá, e a mulher não tava deixando a gente entrar. Que estranhamento deixava a gente mais suspeito ainda.
E era uma comunidade. Aí eu falei pra ela assim, ó, esse terreno aqui é invadido.
E é invadido, e esse terreno é do Estado. E como eu sou representante do Estado, a casa é minha. Eu vou entrar. E eu entrei e peguei o cara lá dentro da casa, entendeu? E já era. A mulher foi lá reclamar, foi lá falar de mim. Meu, o delegado falou assim, mas... Você derrubar o muro dela na bala também, igual no meu. Não, não, não. Eu vou explicar, não foi muro não, tá? Não? Não. Lá não é foda, irmão. É outro mundo lá, mano. O delegado tomou um tiro que perdeu a perna.
Ele tava na frente da casa aqui, ó. Aqui, ó. Só que na parte da frente ninguém chegava. Por trás da casa aqui, fizeram um buraco com uma marreta. Na parede da casa. Entendi, na parede. Entraram por dentro e tiraram o delegado por ali por dentro. Porque por lá de fora tu não tirava o cara, porra. Isso tem filmagem, porra. Não tô inventando, não.
Aí você vê a... É outra realidade que você fulgulete. Você vê a globosta. Os homens, porra. Você vê a globosta mostrar isso daí e não mostra. É, meu, o problema é o Zé Polvinho, que assiste uma emissora dessa daqui, cara. Que os caras fazem uma lavagem cerebral no cara. Qual o mal do polícia entrar numa casa que não tem ninguém, que não se sabe se o polícia foi autorizado pelo morador e ele cagar na casa? E outra coisa, Arcaixo. Sabe qual o problema?
Cara, se tu vai morar num local aonde é dominado pelo tráfico, aonde aquilo ali estima-se ter 400, 500, mil fuzis, caralho, tu não tá vendo que se a polícia entrar ali vai ter uma guerra demoníaca, que você vai pôr em risco a tua vida. Cara, os carros na rua são tudo furados de bala, porra.
Eu não sei, parceiro, a realidade de outros estados. Exatamente. O cara jogou uma granada agora, a última, numa equipe policial na Vila Sapê. Tem filmado, porra! Uma explosão da porra! Pegou fogo na casa e o cacete a quatro incendiou uma casa. Você viu isso daí na Globo?
Irmão, isso tem filmado não? Não, não põe. Botar, acho que botou na emissora esse amigo procurar aí, na Vila Sapê explosão de artefatos lançados, de granada lançada por drone. Em policiais, porra, na Vila Sapê. Mas aí o policial não tá cagando. Irmão, irmão, aí os policiais depois que acabou a troca de tiro, depois jogaram a granada, os policiais ficaram lá dentro.
Porque ali era guerra de milícia com traficante. Que o polícia se meteu no meio pra poder segurar a onda, pô. Pra não morrer uma porrada de gente. Aí, ó. Ataque correu na comunidade. Os criminosos usam drones e explosivos contra a polícia em confronto. Bota o vídeo aí explodindo a porra toda. Tem o vídeo, parceiro, explodindo. Aí, ó. Bota esse vídeo aí que tem o porra explodindo a porra toda.
Mas daí é o Zemici que tá preso. Irmão, de verdade. Acha o vídeo aí, meu parceirão. Eu sei que tu é bom, confio em você, Júnior. Porra. E o que que acontece? Pra você ver a dimensão da coisa. A voracidade da coisa. Se você colocar o policial assim, como? Pro policial de São Paulo. O que que tá acontecendo? É um vídeo atrás do outro.
Pessoas se atracando com policiais. Porra, tu viu aquele policial lá que foi baleado dentro da comunidade aqui. No pescoço. No pescoço, porra. Aí, granada lançada por drone. Olha lá, mano, taca fogo. A Vila Sapê. Olha que porra aí. Zona Oeste do Rio, vai. Olha lá, Vila Sapê, porra. Toma muito volume aí pra gente. Aí.
Não, é ali no Instagram.
que ele tava, ó. Meu irmão costumava. Eles estavam aqui, ó. Que a Maris falasse pra ele sair à noite. Pra ele sair de madrugada pra trabalhar, ó. Aí, ó. Ó, quebrou os vidros. Aquele ali de cima não tava quebrado. Quebrou as fêmeas. Ela toda ferradinha, né, Maris? Aqui, ó. Quebrou os vidros. Não, tem a câmera do policial.
Estourou um vidro da janela também. Tem a câmera do policial explodindo a porra de hoje. Mas maquiaram a voz dele pra ele não ser identificado, né? É, mas tem a câmera do policial. Ele vai achar aí, meu irmão. Tá no caminho certo. Tem a câmera do policial. Tô meio parada. Porra. Tem a câmera do policial explodindo a porra toda. O que que é interessante as pessoas que tão assistindo? A voracidade da coisa. Se a gente não for a favor das forças de segurança...
Nós somos a última linha desta porra, mano. Irmão, a coisa tá indo pro Beleléu. O CV tá hoje na Bahia, trocando tiro de fuzil no centro de Salvador. Tá em Pernambuco, Alagoas, Ceará. Rio Grande do Norte. Rio Grande do Norte, porra. Locais.
Olha bem, locais que não tem histórico, histórico de violência, de crime organizado, era onde? Rio e São Paulo, porra. Exatamente. É onde os caras sempre tiveram forças, eram as grandes cidades.
E vou falar pra você, as polícias desses estados, que estão dominadas pelo crime organizado, que a grande maioria é comandado pela esquerda, né? Que é no caso Rio Grande do Norte, Ceará, Bahia. O que que acontece? Os policiais, meu irmão, eles... Eu acho que é isso aí, isso aí, isso aí. Irmão, calma aí, irmão. Desculpa, Castro. Não, não, relaxa, vamos ver, vamos ver. Castro, maneiro demais. Bota isso aí.
Não é maneiro porque é o fato, não. É maneiro que a gente pode mostrar a realidade, porra. Drones. Olha lá, Osdã. Usados. Para lançar granadas. Na polícia. Olha, explodindo. Lançando granada. Ou granadas nos policiais. Sem se preocupar com o morador. Não é tão preocupado com o morador.
Fala, meu irmão. Não, o problema não é esse. Tu bata o cara pra guerrear aí, cara. Um prejuízo pros moradores. E eu vou falar pra você. Os policiais que trabalham nessas áreas aí, que é principalmente dominado... Olha lá a explosão. É escroto, mano. Como é que tu fica a tua porra do teu psicológico? Tu fica ferrado, irmão.
Porra, pra tu se abrigar, tu não pula na baranda, não? Porra! Eu pulo até... Cara... Vai entrar pra dentro do blindado. Porra, meu irmão. Sai daqui de São Paulo. É. É.
Mano, eu ia falar pra você, os polícias que trabalham nessas áreas aí, que estão dominadas hoje pelo crime organizado e é comandada pela esquerda, os caras, meu, combatem o crime pros dois lados. Porque o governo não quer apoiar os policiais, e os policiais têm que combater o crime, porque senão morrem.
E aí, como é que os caras faz? Não, e é de uma escrotidão. Porra, mano. É de uma escrotidão. Sem mais tamanho. Porque o cara, tu tá submetido lá dentro. O cara, tu não fica... Tu senta no chão, porra. É uma guerra, cacete.
Entendam isso. O cara tá suado, o cara dá vontade de cagar, mijar, o cara sente sede. Você tá longe da saída. Você não pode abandonar a porra do posto. Tu tá dentro de uma favela. Ah, é que... Tu sabe lá como é que é o bagulho de contenção, rapaz? Tu sabe lá como é que tu é estabilizar uma porra de um local? Ah, porque eles não tão fazendo o trabalho de estabilização. Porra!
É não saber o que o cara passa, porra. É medir. O calor de um combate no frescor do ar-condicionado. Isso é covardia, Castro. Lógico que é, caralho. Isso é covardia. Covardia pura. Eu vou brigar pra caralho, mano. Eu vou brigar muito. Vou brigar demais pra esses policiais. Porque a população precisa entender. E eu falo, a população direciona suas forças de maneira errônea.
Quer ver uma coisa que não dá popularidade? A população tá cagando pra nós, mano. Quer ver me dar porrada? Que eu sempre fico reclamando. A população brasileira, ao invés de você... Porra, cara, tu tá sendo tomado aí por crime organizado. Os caras tão tomando bala. A polícia, ela representa o seu Estado.
Você, lá no Rio de Janeiro, falta o cara botar uma barricada, falta o cara tirar e bater pra cagar. Porque tem barricada quase no banheiro do cara. Irmão, por que não se faz um movimento, uma passeata, pra reclamar de um órgão federal? Queremos o Exército, porra! Precisamos de quantidade de efetivo?
Bota o exército em cima dessa porra, cerca tudo, bota tanque, envenena água, pita qualquer diabo, porra. Mas não. Quantas passeatas tem? Não. Só da marcha da maconha. Mas paralisou o Brasil. A passeata gay. Mas paralisou o Brasil com orelha e caramelo? É porque eu não gosto dos cachorrinhos? Não.
Eu gosto também, Castro. Eu tenho cachorro na minha casa? Mas causou mais comoção do que quando morre uma pessoa. Porra, Castro!
Castro, lá os caras estão morrendo. Castro, na Bahia, um cara que vendia churrasquinho na calçada, deixou de pagar seis cem reais, o tráfico foi lá e passou fogo no cara. Você não viu lá no Ceará, pô, os três funcionários da empresa de internet lá? Os caras pegaram os caras, torturaram e mataram os caras. Porque os caras estavam colocando internet, estavam trabalhando. Torturaram não, Castro. Arrancaram a língua.
Arrancar as unhas do cara, conversando e falando com o cara, do gerente da empresa, ao vivo. Arrancar a língua do ser humano, parceiro. Isso não é terrorismo, carai. Aí você vai combater esse filho de uma égua. Você vai combater com ele? Ele tem todos os direitos constitucionais reservados. Você tem que respeitar, porra.
Você pega o cara dentro da comunidade, ele solta a porra do fuzil. O morador mete a câmera na tua cara, tu tem um câmera aqui desse jeito. Ou seja, ele encheu o teu rabo de bala o tempo todo na operação. Acabou a munição dele. Aí ele fala, agora não quero mais. Agora não quero mais. Aí é foda. Aí você prende ele.
Você não tem como provar que ele tava dando tiro no teu rabo. Ele vai sair pela porta da frente. Não, ele vai ficar no máximo ele preso só com fuzil. Nove meses. Mas você tá sendo bem otimista. Não, e agora, agora, criaram a lei, né? A antifacção. A antifacção antes, né? É. Cara...
Eu amei a pena da lei. De 20 a 40 anos. Mas me bateram já tanto nessa porra. Porque eu reclamei da aplicabilidade da lei. Não reclamei, Castro. Eu reclamei pra cacete. O que eles fizeram, Castro? Aumentaram a pena. Pro policial que combate o traficante. Falaram porra nenhuma.
Continuam as mesmas regras. Se você atirar, só atira o cara depois que o cara atirar primeiro e a porra toda. E aí você tem que... Esse joguinho ainda existe. Uau, uau, uau. Agora te pergunto. Em 2024, no estado do Rio de Janeiro, a polícia prendeu 44 mil pessoas. 44 mil.
Você sabe quantos que cabem no sistema penitenciário do estado do Rio de Janeiro? No Brasil é 300 mil. Não, no Rio de Janeiro. Então, no Rio de Janeiro deve ser... Uns 12. É. 46 mil no Rio de Janeiro. Nós prendemos 44. Então só nesse ano já enchiu. É, nós enchemos por ano. O que adianta, Castro, eu botar...
Passar de 20 pra 40 anos. Pode passar pra 100, porra. Tu não tem onde enfiar.
Era isso mesmo, tem que construir presídio. Ué, porra! Aí eu falei isso, cara. Quer copiar o buquê? Não, irmão, eu não quero copiar o buquê, embora eu amar. Mas deu certo. Eu amo? Mas tem que copiar o que deu certo. O buquê, ele deu certo. Por quê? Primeira coisa que ele fez, antes de qualquer medida enérgica... Montou o lugar pra guardar os... Puta presídio! Pronto. Adianta eu fazer assim, pô, vou almoçar na tua casa, vou levar 20 pessoas. Aí tu fala, pô, Batata, eu não tenho panela.
Mas eu vou te dar o arroz. Mas do caralho, batata, eu não tenho uma panela pra fazer. Não tenho prato pra 20 pessoas. Olha a porra. Ele começou pelo certo. Ele montou o primeiro secote. Mas por quê? Porque a gente é burro e a polícia a gente é burro, Castro. Será que é só nós que veio essa porra?
Será que é por quê, irmão? Vamos falar disso daí também, ó. Agora. MC Pose. Vamos falar dele primeiro. O MC Pose é um maravilha. Eu amo ele. Ele favoreceu muito o trabalho da polícia também? Cara, o MC Pose, bicho, é o seguinte, cara. O MC Pose tem diversos vídeos cantando armado dentro das comunidades. E enaltecendo traficante. Qual é a minha raiva?
do MC Pose. Porque sabe qual o problema maior da violência hoje no Brasil? É a bandiolatria.
No Rio de Janeiro, o jovem acredita friamente, fielmente, que ser bandido é maneiro, porra. Mas quem botaram isso na cabeça dele. Agora mesmo, essa rede demoníaca aqui da Globo mostrou uma mulher atirando pra cima. Que empoderamento feminino. Nós tomamos aqui a favela. É, mas virou bandida. Maneira. Maneiro.
Maneiro, né, meu? O empoderamento feminino pra essa emissora satânica é a mulher assumir uma boca de tráfico. É isso? É empoderamento feminino da piqueira. É empoderamento feminino da piqueira. Entendeu? Aí o que que acontece? Põe na cabeça daquele moleque aquela sementinha do mal que tá lá pequenininha. Não, não, não. Sementinha do mal. Sementinha do mal. Não tem, pô, sementinha do mal. Tá lá, pequenininha. Tá crescendo. Ele é pequeno. Pequenininho, tá crescendo a sementinha do mal. Põe na cabeça dele que ele vai ter um...
um monte de colar de ouro, né, meu? Vai ser respeitado, vai ter um monte de mulher pra sentar no colo dele. Pronto, caralho. E aí, você acha que o moleque desse daí vai querer arrumar um trampo de repositor no mercado? Não, e o problema é o seguinte, é onde eu falo. Veja bem, no Rio de Janeiro, tu garra hoje um moleque que trabalha na boca de fundo com 250 reais por semana.
Só isso? Só isso, Cícero. Peraí, 250 reais por semana? Por semana. Pra trabalhar na boca. Então o moleque é burro, então. Porque se ele for trabalhar no mercado, ele ganha mais. Irmão, mas só que no mercado... Só que no mercado o cara que ganha um pau e meio, a mulher não gosta dele.
O cara que ganha um pau e meio não tem moral na favela. Ele bota uma pistola na cintura na favela. A família passa lá. Dá bom dia pra ele. Respeita ele pra cacete. Porque ele é da boca, porra. A mulher paga um pau do cacete pra ele, mano.
Tu acha que ele vai pra onde? A mulher não, as vagabundas, né? As maconheiras. É assim, irmão. É assim no Rio de Janeiro mesmo? De verdade. De verdade? De verdade, porra. Os caras não estão falsificando. Eu não tô falando pra você numa coisa de mil anos atrás não, porra. Os caras estão falsificando, tô olhando a exeleira eletrônica. Na balada. Na balada? Na balada. No Rio de Janeiro. No morro. No Rio de Janeiro. No morro, não. No morro, não. No Rio de Janeiro.
No Rio de Janeiro, hoje, você entra e compra no site aí. Entra aí, porra, que vai ser site de venda aí, ó. Tornouzeleira eletrônica, pode entrar aí na internet agora. Compre, vende. Falsa. Sabe por que que eles usam torzeleira eletrônica falsa? Pode ter moral na favela. A moral, porra, no baile.
Irmão, isso é a bandiolatria. E qual o problema? A música do Oruan, a música do MC Pose, ela entra dentro da tua casa.
Ela entra... Na minha casa é o caralho. Irmão. Nem fudendo. De uma maneira genérica. Você tem que entender que tu faz parte de uma sociedade. Não, não, não. Mas eu não curto isso daí. Eu também não, porra. Mas se a sua sociedade curte, tu faz parte dela, Castro. Tu não vira numa bolha de vidro, porra. Mas eu não me envolvo com um bafogador. Não, mas entre você se envolver, Castro, e entre você observar o que é a realidade do dia a dia, Castro, выз выз выз
Porra! Meu irmão. Olha lá, cachorro. Vamos ler a eletrônica fake. Olha lá, ó. 50 conto. 50 conto pra tirar uma braba. Mas olha só, aqui, ó. Absurdo, porra. Pra todo mundo que tá vendo aqui, ó. Absurdo. O meu cu, ele cai da minha bunda quando eu vejo um bagulho desse daí, mano.
Não, é de doer, porra. Porra, mano. Aí o cara põe o bagulho desse daqui na perna pra ganhar as minas lá. As minas não, né? Umas doente mental, que vai na ideia do... Mas aí é o seguinte, ela tem a Cheroline. E aí, meu parceiro, não tem um bagulho de você analisar se é...
se é a mina mano, tá com a XeroLine ferrou ela tá empoderada mas é uma XeroLine zoada eu lembro do dia que a é ela mesmo
Ela tem o pastel pra ser. Tem, pastel de carne. Mas zoado, zoado. Pastel de pelo, mas zoado. Qual que é, mano? Tinha uma mulher lá, aquela que... Elisa Sanches, a que gravava os videozinhos lá no... No Xavier Vídeos.
Elisa Sanches. Uma vez, como eu descobri quem era a Pozo do Rodo? Estava a Elisa Sanches no podcast e começaram a passar uma parte de foto de homem lá, de uns caras e tal. Aí ela pegou e falou assim, ah, esse daqui eu não sei, esse daqui eu acho que não. Aí passou a foto do Pozo do Rodo. Ah, eu daria muito para esse cara, um cara de bandidão, um cara de quem...
Ela bate muito na hora gata. É, mas é isso que eu falo. Desse jeito. Tem um vídeo, tem um vídeo da Elisa Santos. Tu acha que elas gostam do olho? Ela gosta é da remela, parceira. Não é do olho, porra. É da remela que elas gostam, cumpade. É um inferno. A mulher brigou sempre no mundo. Ô, Castro, na nossa época a mulher brigava por quê? Porque o homem era bruto. Era.
Era estúpido. Homem não respeitava o direito da mulher, né? E por isso que eu sou assim até hoje. Eu sou que nem cano de passar merda. Sou grosso, velho. Agora tem um problema agora. Sabe o que tá acontecendo? A mulher reclama que o homem é frouxo. Que a normal geração... Mas ela pediu isso daí, caralho. Ela pediu. Ela pediu. Agora ela quer que tu enforque elas. Soco na costela.
É o que elas querem. É, fio, é verdade. É, porra. É isso mesmo. E se o cara pegar... Não, não dá. Os caras não dão. Não dá. Os caras vão falar assim... Ai, soco. Ela chamou esse cara de soca fofo. É, é. Ele é soca fofo, é isso aí. É meia bomba, porra. Mas voltando ao poso do rodo, uma coisa interessante, ó.
Se liga nisso, MC Pozo do Rodo, que se chama Marlon Brando, Coelho Couto da Silva e tem... Não, não, não, não, não, não, não me fala que o nome dele é Marlon Brando. Ah não, não é possível. Sério mesmo isso aí? É assim mesmo, é bambi de pobre, é assim, porra. Marlon Brando? Ele foi preso em casa, em um condomínio de luxo no Recreio do Bandeirantes. Jona Sudoeste do Rio de Janeiro. Essa porra aí. A pergunta é...
Quantos seguidores tinha MC Pose? Milhões. Milhões? Milhões, cara. Pouco mais. Ele? Deve ter uns seis milhões. Quinze? Puta que pariu. Isso porque já perdeu conta pra caralho. Já perdeu conta pra caralho. E ele? Aí é o que eu falo. Aí vem porra de lei de misoginia. A gente não pode abrir a boca aqui, porque não sei o que é lá. Aí vai ver a música deles, parceiro. Bota a Glock na periquita. Rebola na Glock. Caralho. É.
e elas, sabe o que elas fazem? elas não denunciam não elas ficam dançando lá rebolando o cu no chão, parece cachorro com verme rastrando a bunda no chão é, aqueles cachorros com carrasco rastrando a bunda no chão aí, aí, aí nós que somos monstros não, aí aí a gente chega na mulher e fala assim nossa, tá nervoso, tá de TPM
Misogin... Você é... Como é que é? Tá de Chico. Não, é o Neymar falando que tá de Chico. Ai, misoginia! Ai, misoginia! Misoginia é o apelido da minha bola direita! Ah, se ferrar! Porra de misoginia, mano! Não, ele falou que o cara é Chico. Aí o cara tava de Chico. Aí ela falou, o cara... Ele tentando desmistificar a coisa. Falou, não sei, aqui é Chico de Chiqueiro. Porra, eu reagi. Não é não! Neymar, tu joga a bola! Chico é Chico!
E eu sei dessa parada. Chica menstruação. Se liga no tiozão aqui, ó. TPM. É quando elas estão envenenadas. Que elas estão com um turbilhão de hormônio. E é extremamente natural. A mulher biologicamente, ela fica aborrecida demais. E é o bicho mais ruim do mundo. E a gente usa isso. Sangre a cinco dias e não morre. É o bicho mais ruim do mundo, velho. E tem mais, tá? Ó. Sangre a cinco dias e não morre. O que que acontece? Gente, o país tá doente. É.
O país tá doente, nós amamos as mulheres. Claro. Meu irmão, claro não, porque agora você é um garoto novo. Quantos anos você tem? Trinta e seis. Ah, em 36? Ele falou meio claro assim, eu já peço. Ô Batata. Claro não se afasta pra lá. Ô Batata, você tem ideia. Ô Júnior, Júnior, tu é firme. Ô Batata, pra você ter ideia. Ah! Ô Batata, pra você ter ideia, eu vou na academia hoje, eu evito de pegar o celular. É, cara. Evito, sabe por quê?
Porque eu tenho medo de eu estar com o celular na mão assim. Apesar que você está tirando o fó de alguém. Olhando a qualquer mulher, daqui a pouco eu vou ouvir uma barraqueira. Você está me filmando? Olha, bicho. Aí sua casa já caiu. Porque até você provar que focinho de porco não é tomada, meu irmão, já vem um monte de gente para cima de você e eu treino armado. Aí eu vou ter que sacar minha arma lá dentro e se caminhar para cima vai tomar.
Porque eu treino armado, né meu? Então quer dizer, eu evito, cara, eu vou pro cantinho aqui, ó, se eu vou olhar alguma coisa aqui enquanto eu entre uma série e outra, eu fico aqui, ó, olhando assim, ó. Aí o pessoal fala, nossa, alguma coisa erra. Não, é porque eu não quero levantar o celular, porque eu não quero arrumar encrenca, meu irmão. É complicado. Se vir uma lá, você tá me voando, eu vou filmar você, ó, sua requenguela do caralho, sua balofa do caramba, né meu?
Aí pronto, aí eu vou ser misógino Aí eu vou ser, entendeu? Então evita, é melhor você evitar Castro, eu posso te provar uma coisa? Pode Tá ruim ser hétero Tá ruim, meu irmão Ó, se liga só, parceiro Ô, meu irmão, o mundo é gay Nós somos exceção agora, cara Não, não, e o pior é o seguinte Castro, eles estão colocando a gente no mar Castro, que a gente acha que ele não quer botar a gente nem como exceção Porque, olha só, se liga só Existe o cara que é trans O que é isso?
Aí o cara que é trans, é o seguinte, ele é transgênico, né? Aí ele pode ser... É... É... Como é que é? Trans... B...
Ah, você vai dar um nó na minha cabeça. Não, calma, calma. Calma, pô, eu tenho 50, aprendi, porra. Pô, você não, não. Fica calmo, Carso. Não. Olha só. Você pode se adaptar. Olha só, mas você pode se identificar. É melhor chamar de menine. Menine, cara, já resolve. Você pode se identificar.
Eu não, eu não. Calma, cara. Eu não, caralho. Eu sou hétero. Raiz, caralho. Você pode se identificar. Meu lado feminino é sapatão. Com o seu gênero. Não. Que é trans. Olha só. Com outro gênero. Com os dois. Ou com nenhum dos dois. Um gênero novo.
E você pode ser flutuante. Porra, que porra que é isso? É o trajeto flutuante. É que você pode se identificar. Um dia você pode ser João, outro pode ser Maria. Não, não. Um dia você pode... Não é isso? Você pode nunca ter se identificado. E um dia na sua vida você pode se identificar. Ou seja...
Ninguém tá... Ninguém tá livre. Ninguém tá livre. Não, o pior é que dá um nó. Eu entrevistei a primeira mulher trans da Polícia Militar de São Paulo. Eu entrevistei. Aí tô conversando... Mas calma aí. Mulher, trans... Não, era homem e se identificou mulher. Mulher, então tá certo. Mulher trans. E aí, estou aqui conversando... Não, quer foto? Tem que se ligar. É, estou aqui conversando, aí pasmem. Eu sou casado com uma mulher.
Aí não vale. Não, aí eu peguei e falei assim, nunca me envolvi com um homem. Mas porra!
Aí eu fiquei assim, não nó no meu cérebro, né, meu? Pô, mas você não se... Não, eu me identifico com uma mulher. Mas eu não gostei do homem. Uma mulher lésbica. Não! Aí ela falou isso aí. Uma trans lésbica. Ela falou isso aí. É isso. Falou isso aí, meu. É você, eu sou uma trans lésbica. Irmão, irmão, olha aqui. Eu não entendi porra nenhuma. Eu vou te botar por dentro. Detentos do Distrito Federal. Escreveram a própria punha. Mano. A seguinte reclamação, tá? Isso aí.
Detendo o Distrito Federal. Tem a carta aí pela internet. Escreveram a Pópio Punho com a seguinte reclamação. Homens, ao adentrar o presídio, pelo simples fato de se declararem trans, eles iam pro presídio feminino.
E começava a molestar as mulheres, porra. Estupraram mulheres. Teve um que engravidou não sei quantas lá. Isso nos Estados Unidos. Um trans. Não, pra aqui em São Paulo, cara. Não. Teve aqui. Aqui teve. Aqui teve, caralho. Colocaram um cara lá que se identificou com mulher. E ele, ó, passou. É isso aí. Passou a régua. Eita, porra. Agora, pudeu. Vai cair.
Não, mas escuta só, ninguém tá falando nada demais. São fatos, ninguém aqui tá ligando. Venérios, fatos venérios. É, fatos, isso aí são fatos publicados, porra. Tá aí, cara, pra quem quiser ver. Nos Estados Unidos, um trans, e ele é responsável pelos movimentos dos trans.
O que que acontece? Esse cara foi preso no presídio feminino, ele foi acusado de engravidar duas detentas, e ele já respondia um processo por estupro... Olha aí! Mas pode procurar que tem aqui no Brasil. Após engravidar duas detentas. E ele tem um processo... Esse cara tem um processo de... Então, mas pode ver que tem aqui no Brasil. Mas aqui isso é fato.
Essa orelha é minha, hein? Ah, então você é o fã? Não, não. Ih, então é você mesmo, Batata. Não, não, porra. É o Batata mais jovem. Aí o que acontece? E o pior que já responde por um processo de estupro.
Aí... Ah, ele vai preso por estupro e chega lá e faz o que mais? Não, Demi, com processos... Sentência de 30 anos por um estúdio proposto. Não, dá que detenta! Ela é atualmente a única mulher encarcerada na instalação para jovens infratores e está alojada na unidade para pessoas em condições vulneráveis. A Transgênero escreveu em seu blog no dia 15 de julho que foi forçada a viver uma instalação masculina.
Mas, porra... Mas, calma aí, Jep. Não, não. Presta atenção aqui, que eu tô te falando. Essa história que eu tô te dizendo aqui, essa, esse que eu tô falando, esse que eu tô falando, eu acho que não é esse não, mas tudo bem. Pode ser esse, mas tudo bem. Presta atenção, Castro. O cara, hoje no presídio brasileiro, meramente a declaração, esse declaratrans, ele vai pro presídio feminino.
eu me declararia trans. Eu também. Aí seria legal. Aí eu sou trans pra caraca. Porque aí eu pegar a mão assim... Não, eu sou trans toda vida. Nasci trans, eu falo logo. Mas, eu te pergunto uma parada. Aí, o que que eu pensei? Se o cara trans, que se declara trans, no documento, judicialmente, você tem que respeitar ele como... Mulher.
Ele é trans. Ele é trans. Ele passou mulher trans. No documento está escrito mulher. Juridicamente, ele ganha uma sentença do direito de ser respeitado como mulher. Certo? Certo. Então ele vai frequentar banheiro feminino. Até certa parte. Não, não tem certa parte. Judicialmente você tem que respeitar. Eu não respeito. A justiça obriga.
Não respeito. Castro! Se chegar um avatar... Peraí, Castro! Ou entrar no banheiro, que estiver a minha mulher, ele não vai entrar. Castro! Não vai entrar. Se liga, Castro! Não vai entrar. Mas a discussão é essa, Castro. Peraí, Castro. A discussão é essa. Qual é o problema central?
Eu achei que o fato dele lá ter beliscado a Cheroline, ele se caiu no poder do pastel. Caiu na tentação. O que é que acontece? Ele perderia a condição dele de trans. Exatamente. Eu acho que seria o legal. Mas aí... Irmão, você é trans... Mas aí a outra também, ela é trans, só que lésbica. Não, não, não. Presta atenção. Quando ela é trans, o fato dela ser lésbica...
Ela pode ser respeitada. Só que quando você se torna trans, transgênico, e essa mudança de gênero é no documento, você tem que judicialmente, juridicamente, respeitar ela como mulher, porra. Certo. E acabou. Porque se você entrar aqui, homem,
Contra ela é misoginia, não é transfobia, não. A mulher que reclamar dela é transfobia. Mas o homem que reclamar dela é misoginia, porque ela é mulher. Tá. Se ela fazer um concurso militar, lá ela vai fazer as flexões que é destinada ao sexo feminino, tá? Porque judicialmente tá escrito que ela é mulher.
Isso é lei. Eu fui procurar na lei. Falei, porra, será que se biriscar o pastel... Tá tudo mudado, mano. Não, se liga, se biriscar o pastel, se atacar a XeroLine, você perde a condição de trans? Porra, não. Não. Não. Por quê? É uma translésbica. Porque a orientação sexual não tem nada a ver...
Com a identidade gênera, ele me ferrou, parceiro, ele me fodeu. Eu não tô entendendo nada. Por quê? Porque se ela entrar no mesmo banheiro do que a minha mulher e ela... Ué, é tudo tão simples. Uma tem cheiro lá. Se ela vai olhar... A outra tem pau. Imagina. A outra tem pau. Acabou. A minha mulher, ela vai ficar constrangida. Pode me complicar. Por quê? Eu sei que na hora...
Ela vai dar uma olhada aqui. Ela não vai dar uma rabiscada assim? De olho. Na xerolada da dona Maria? Ela não vai? A dona Maria lá. Você sabe qual que é a desculpa? Você sabe qual que é a desculpa? Eu vi uma desculpa de uma mulher trans. Ela falou assim que no banheiro feminino não é que nem o masculino. Que no banheiro masculino tem aqueles mijador. No banheiro feminino é tudo fechado.
E não mete essa, mano? Não, ele falou, a mulher trans falou isso daí. Mas não quero nem saber, meu irmão. Se minha mulher estiver lá dentro ou minha filha, não entra. Pode chamar a viatura, pode chamar o caralho que for, não entra.
Depois que minha mulher sair, se quiser entrar... Mas não é isso. Sabe qual é o problema? É que dá-se a impressão que a guerra é porra, não, é porque é por causa dos conceitos. Não, cara, porque se você pode...
Biliscar a XeroLine. Você pode ter prazer na XeroLine? Quando tu olha a minha mulher lá dentro, eu sei lá se... Ela pode não estar mijando, mas eu sei lá se ela está ajeitando o mamar. Tu dá uma olhada no peitão dela. Acho que olha. É, a minha mulher vai olhar o peitão dela, vai tomar um soco no olho, caralho. Aí, ó. Eu vou comer ela na bala. Como é que vai olhar o mamar da minha mulher?
Tu tá entendendo, Clé? Tô entendendo, tô entendendo. E por quê? Porque legalmente é permitido.
E isso é reconhecido. Eu não estou falando nada, eu não estou sendo transfóbico, eu não estou sendo misógino, eu não estou sendo porra nenhuma. Eu estou explicando a letra fria da lei, cacete. Goste ou não goste, parceiro? Eu tenho certeza que estão falando da morango aqui. Ó, vamos lá. Falar do MC Rian também. Eu queria perguntar para o Cassão. Você quase MC Rian, Cassão?
Não conheço esse cidadão. Já xingou ele alguma vez? Já, em maconheiro, várias vezes. Várias vezes. Mas é um... Pra mim... Eu quero falar um pouco da professora do MC Rian. Sabe que a gente... As professoras, né? Os professores, de modo geral, não são reconhecidos na nossa sociedade. Lógico que não. Então, o MC Rian compra carro de luxo e alfineta a professora. Falou que eu iria virar ladrão.
Essa é uma notícia de quando? Essa é uma notícia de quando? Acertou, miserável. 2023. Acertou, miserável. A professora sempre soube de tudo, né, cara? Sim, é, cara. Olha só como o mundo dá a volta. Mas aí o que acontece? É louvar dos mestres, né, cara? E assim, eu vou te falar um negócio. Eu queria entender. Os caras se iludem, mano. É dinheiro fácil, mano. Os caras se iludem. Mas calma. Se liga. Se liga nisso, Castrão.
Rian Santana dos Santos, de 25 anos, é um dos principais nomes do funk nacional. Em nota, a defesa dele disse que ainda não teve acesso ao procedimento, mas ressaltou a absoluta integridade do MC Rian, bem como a lisura de todas as suas transações financeiras. Beleza, aí se liga nisso. Qual que é a grande questão? Segundo a investigação, o esquema utilizou a indústria audiovisual e o show business digital
unindo tráfico de drogas, jogos de azar e rifas digitais à imagem de influenciadores de massa. Exatamente. A Polícia Federal realizou, nesta quarta-feira, dia 15, uma mega-operação contra a organização criminosa acusada de lavagem de dinheiro e transações ilegais de mais de 1,6 bilhão.
Como é que um cara analfabeto cria um negócio de 1.6 bilhão? Mas aí é que tá, meu irmão. O que é que acontece? Isso daí são essas bets ilegais. Não, isso daí é só MCL. Que lavam dinheiro. Um negócio total envolvendo todo mundo. Mais de 280 bi. Sabe o que é 280 bi? Vai daí, Cacho, que eu tô...
Vai, manda aí. Manda aí. Então, o que é que acontece? Esses caras, é uma lavagem de dinheiro, porque essas bets ilegais que tem aí, eu não vou nem falar das legais, porque se é legal pra mim, vai lá jogar quem quer, não tô nem aí. Agora, o que acontece? Essas bets ilegais, elas não pagam um valor que é de direito lá pro governo. Então, o que eles fazem? Sobra dinheiro pra eles, eles contratam esses MC aí, pra quê? Pra divulgar.
entendeu? E aí, os caras se perdem, por quê? O crime organizado, ele lava o dinheiro com essas bets, e aí, através desses caras, e esses caras vêem muita grana, eu nem conheço MC Rian, não conheço ele, não escuto o som dele, não sei nem qual que é o som dele, mas é o seguinte, pra mim é um moleque que se perdeu, os olhos dele brilhou, porque ele viu muita grana.
E aí, o cara, às vezes, meu, é assim, não existe almoço de graça. Se um cara chegar aqui pra mim, eu já recebi proposta de várias bets ilegais, várias. E propostas boas, meu. Tipo assim, 500 pau pra divulgar. Mas você acha que eu vou me envolver num bagulho desse, meu irmão? Não vou, sabe por quê? De onde vem essa grana?
Você não sabe de onde vem essa grana. Então você começa a se envolver, daqui a pouco o cara fala mano, essa grana vinha do tráfico. E aí? Você tá pegando a grana. A grana vem do tráfico. Você tá participando. E aí é cana. Foi o que aconteceu com esse MCI. Muita grana na mão do cara. O cara cresceu os olhos. O olho grande não entra na China. E aí, agora bateu as costas lá. E aí eu não digo nada se não é o buzeira que tá preso que não tá delatando esses caras, hein? Não, então. É, porque tá preso.
Eu não sei não, hein? E aquela cara rabiscada? É, o MC Rian. O MC Rian. É porque o MC aqui em São Paulo. Tá com essa cara de choro aqui. Tá com essa cara de choro agora. O MC Rian, ele foi preso juntamente com o dono da Choquei, que é o Rafael, jornalista, né? Choquei. Da página Choquei. Choquei. Juntamente com o empresário chamado Cris Dias, com mais de 15 milhões de seguidores no Instagram. Então, Choquei. Cris Dias, eu lembro que ele foi o cara que ele pegou, ele comprou uma Ferrari e fez um vídeo lá no Rio de Janeiro.
Ele comprou uma Ferrari, fez um vídeo lá no Rio de Janeiro, e aí a Ferrari mandou ele devolver o carro. Isso que ele... Mas ele tinha a primeira Ferrari puro sangue do Brasil.
Então, mas você ter uma Ferrari, não é só você ter uma Ferrari. Você tem que ter uma Ferrari, você tem que ter, vamos dizer assim... Não, você tem que ter um Scorpio, você pode comprar. Isso, exatamente. Você tem que ir lá de espera. Exatamente. Você não pode sair comprar. O problema não é esse. Essa daí não era só uma Ferrari. A Ferrari dele lá, ela era puro sangue. Era uma Ferrari cara pra cacete de porra. 10 milha? 10 milha Ferrari, então.
Mas só que para você ter um carro desse, você tem que ter estilo. Não é só você ter dinheiro. Que a Ferrari, ela não está interessada em dinheiro. Ela quer que o carro dela... Por exemplo, o cara comprou um carro... Não, cara, estilo é outro carro, cara. Não, eu sei, estilo é da Fiat. Mas o cara, por exemplo, o cara pega e compra um carro desse. Beleza, ele tem dinheiro para comprar. Dinheiro que ninguém sabe de onde vem. Aí ele compra o carro...
Eu não tenho nada com outra comunidade, mas ele pega e mete o carro na comunidade. A Ferrari vai gostar disso? É que nem hoje os caras que têm muita grana não compram mais Porsche. Por que o cara não compra mais Porsche? Porque o Porsche é o carro daquele cara que está acendendo aí na grana e ele compra o Porsche. Aí esse cara vai ficar tirando racha.
Aí esse cara vai ficar batendo no carro do trabalhador. Você tá entendendo? Aí você acha que o cara que tem muita grana, o cara quer bagaça, ele quer se misturar? Não quer. Aí o cara não tá mais comprando mais Porsche. E aí pega esses caras aí que, meu, nunca tiveram nada na vida. Aí chega um monte de grana na mão dos caras. Os caras não querem saber de onde vêm. E aí? Agora vamos... Aí esse cara da Choquei aí, foi que o Lula falou que era o cara que ia denunciar as fake news, né?
Não, é a primeira vez. Lutar contra as fake news e o discurso de ódio. Aí, ó. Sabe o que eu gostei? Cana dura pra ele agora. Sabe o que eu gostei? É, cana dura. Lá no Rio, quando prenderam o MC Pose e o Uruan, é outro também que tem uma porrada de seguidores. Mas o Uruan tá solto ainda, né? Tá foragido. Tá foragido. Aí, quando prenderam eles dois, prendeu um, depois prendeu o outro e tal, apareceu na internet pra выз выз выз
Uma porrada de artistas, uma porrada de nego que viraliza. Porra. São contra MC, pobre. Maconheiro, irmão. Não, aqui, mano. Preto, favelado. MC é preto até onde? Eu sou mais preto que ele. Ele se identifica como preto. Pô, mas eu sou mais preto que ele. Aí, não. Ele é preto, favelado. Primeiro que ele não é favelado. Ele não mora na favela. Exatamente.
Favelado é o otário que compra as músicas dele lá e tá lá morando na favela. Aí, uma porrada de nego raipadão, parceiro. E eu porrada.
Porra, isso não existe. Isso tá fodendo a cultura do país. Tá desgraçando a gente. Isso induz, lá no Rio de Janeiro, por exemplo, isso induz demais, cara. Nossa, que luz, cara. Isso induz demais. E você vê uma porrada de filho da mãe, boboca. Olha lá, assim, ó. Um 5-7, boladão. É nós que tá. Um 5-7, pra quem não sabe, é o artigo de roubo.
Aí depois os caras metem ferro na cara deles e roubam. Aí eles correm lá na polícia. Roubaram meu carro. Dá vontade de mandar eles se ferrar, bicho. Dá vontade. É, o MC do Pose quando roubaram a casa dele. É. Foi lá, foi lá. Não, cara, a porra, meu irmão, o registro do MC do Pose foi a maior foda do mundo. Porque o que acontece? Quando roubaram o carro dele, ele disse que ele era fodão.
Ele disse que ele era o bicho brabo, que ele conhecia todo mundo, devolveram o carro dele com o tanque cheio e lavado. Tanque cheio e lavado. Agora entraram dentro da casa dele, porra, roubaram a porra toda. Na minha concepção, irmão, isso é mais estranho do que tudo. Porque eu vi a invasão da casa dele.
Castro, não tem nada aparentando dos caras estar invadindo porra nenhuma. Tu já viu a casa do MC Rian? Não. Pega o vídeo do MC Rian. Esse cara, nessa semana, cada semana você tem um ranking do Spotify, né?
E aí ele bateu, ele tava subindo, bateu com a música nova dele, o top 1 Spotify do Brasil. Aí ele tá numa mansão, torando champanhe, jogando assim pro alto e tal, e na casa dele você vê uma mansão, você vê Lamborghini, você vê piscina, entendeu? Esse cara mora numa mansão assim, o Pozo devia morar numa casa de uns 40 milhões, esse cara é a mesma coisa. É foda, cara.
É foda, aí o cacho compra um carro novo e nem o que é esculachar o cacho. Não, MC Rian, não quer? É casa de novela das nove. Ó a casa do maluco. É de fuder, né, cara? Aí tu vai perguntar qual? Eu só compro o carro zero porque eu sou PCD. Qual é a capacidade dele? Ele não sabe puxar a perna do ar.
Ele não sabe nem conversar. Lá no Rio ele não sabe nem conversar. Ele fala assim, ó. Cade que com seu coca. Aí ó. Tapete da Louis Vuitton. Vai lá, irmão. Tudo mais.
Eu só queria falar uma coisa também, tá? Mas eu tô solto e ele tá preso. Eu vou falar uma coisa também. Pegaram uma foto dele com o Neymar. Que o Neymar andou já com um monte de gente, né? Pô, eu gosto do Neymar, mano. Mas o Neymar é garoto, porra. Eu tiro foto com tanta gente. Eu tiro foto com marginal. Eu não acredito que o Neymar... Pode acontecer, tá? A gente na pista, o cara vem te dar um abraço. Pô, mesmo eu tiro uma foto, não conhece. Isso pode acontecer, tá, mano?
Eu só não tinha... Você tirar foto com alguém não significa que você sabe que a pessoa mexe com coisa errada. Exatamente. Muito menos que você faz parte de algum esquema. Ainda mais ele, famosão, caralho, Nima Garoto, caralho. Porque o que acontece, irmão? Uma coisa é você interligar, dizer que o cara é vagabundo. Porque eu não tô puxando sardinha pra ele, mas se ele for vagabundo, o que a polícia prenda, parceiro? Mas até então que me prova o contrário, o moleque joga futebol, porra.
O moleque joga futebol. E o Neymar é o herói de imaginação, né? Todo mundo pós ali, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, etc. Todo mundo que vem dessa parada. Curte o Neymar. O Neymar toda hora vem bater nesse moleque. Toda hora. Aí saiu uma...
Saiu uma matéria no Metrópolis Matéria do Metrópolis O Metrópolis ele pegou e fez um O Metrópolis é foda, irmão Jornal do caralho, bando de maconheiros Cara, eu não tenho nada contra eles não O Metrópolis pegou E fez lá um post Falando que O Instituto Neymar Júnior Recebeu o dinheiro da Deolane
E que a Deolane tinha pego uma quantia também do MC Rian. Então tem uma triangulação, né? De que o Instituto Neymar Júnior teria recebido dinheiro da Deolane, dinheiro esse que também veio do MC Rian. E se o dinheiro do MC Rian é um dinheiro ilícito, o dinheiro tem uma origem ilícita, vai para a Deolane e depois vai para o Instituto Neymar Júnior. Mas, como eu falei, eu acredito que isso daí não tem como comprovar nenhum vínculo, muito menos com o sentimento do Neymar nessa parada. Eu acho que o Neymar, pelo dinheiro que ele tem... Ele não criou o Instituto lá para lavar dinheiro.
Até porque o Instituto dele não lavaria esse dinheiro todo. O Instituto não lava dinheiro pra porra nenhuma. Se eles botarem o Instituto pra lavar dinheiro, eles estão fodidos.
Não é uma coisa que vai lavar bilhões, tá entendendo? E porra, e outra coisa, cara. E o Neymar não precisa se sujeitar com isso aí. Puta que pariu, mano. Que talento que esse cara tem? Não, dinheiro, porra. Zero. Que talento que aquele cara tem? Zero. Irmão. Que talento que esse cara tem? Zero. Já viu a música do Pose do Rod? Não, e outra coisa, cara. Música de quem? Do Pose. Eu não sabia nem que esse cara era cantor. Pra mim ele é um maconheiro. Também. Não sabia que era cantor, cara? Também. Também. Eu sei que esse cara tem uns cinco filhos já. Quem? Esse Pose aí.
Tem cinco filhos, uma par de ex-mulher e os barracos começou a ter internet. Não, irmão, eu tô te falando que a mulher hoje em dia tá com raiva da XeroLine. Estão com ódio. Elas dão pra qualquer coisa. Toma essa porra aí que eu não quero mais isso, não. Só pode, só tem essa justificativa. Um cara ridículo daquilo ali, ó.
Ah, se eu tivesse uma xerolai não dava pra esse cara nunca. Eu também não. Eu ia morrer virgem. Pose do rodo. Ele não ia tocar na minha xerolai. Ah, mas tem uma música dele lá que é Tô voando alto. Aí tu sabe essa porra, né? É, eu descobri, eu descobri. Dá um baque nele. Tu baqueou ele, o Castro? Não, cara. Tu veio com ele? Tô decepcionado. Deixa eu te contar. Deixa eu te contar. Ele cantando essa porra, ô Castro. Eu tô aqui em São Paulo. Tu porra, Castro, tu vigia, hein, mano?
Ele já tá cantando essa porra, o baqueu, o bolso desse cara. Só tinha uma música que eu gostava dos caras aí, que era do Racionais. Racionais? Racionais, só aquela que... Traçalha ladrão que nem papel. Essa é que é o barco. Essa é que é porra. Caralho, mano.
Essa daí é da hora. Essa parte aí, ó. Estraçalha ladrão que nem papel. Eu só ficava nessa parte. Eu também. Até gostava do maconheiro velho do... Como é que chama lá? Que era do Racionais? Mano Brown. Até gostava dele. Até o dia que ele cagou no pau. Que ele foi lá falar. O cara falou assim. Qual que é melhor você ser? Você ser o aviãozinho da favela ou você ser o motoboy?
O cara que estava aqui estava trocando ideia com ele foi um motoboy. Falei, não, aviãozinho na favela. Por que o aviãozinho na favela? O máximo que a PM vai embaçar nele é uma, duas vezes por dia. O motoboy a PM embaça o dia inteiro.
Vai tomar no seu cu O cara que é um influenciador Tá falando que é melhor ser um Traficante do que um motobol Mas eles tão com essa porra Eles usam a mídia A porra toda Eu fui com meu filho Assisti um filme de Walt Disney Eu tô sentado lá Aí daqui a pouco bonequinho Fica aquele filme de bonequinho Bonequinho mano Aí um bonequinho Parceiro выз выз
Um bonequinho namorou com outro boneco. Aí eu já fiz assim, ó. Aí fiquei puto pra caralho. Porque aquilo ali é criança, porra. Isso é indução. É indução. Vai pra casa do cacete. Pode falar quem que for. Isso é indução. Eu tô bem lá, puto pra caralho. Mano assim, ó. Aí, meu filho falou assim, pai, eu sou estaborrecido, não tá?
Não, eu tô fudido mesmo. Eu falei, não, meu filho, pode assistir. Ele falou, eu sei que o senhor tá brabo. Eu falei, por quê? Porque o desenho lá tá com um garoto beijando o outro, não é isso, pai? Eu falei, eu tô puto pra caralho, porra. Isso é bagulho maneiro, porra. Isso é certo.
Isso é certo. Irmão. Induzir, né? A indução. Mexer com criança. O meu filho, ele é orientado a respeitar. Parceiro, tu respeita, porque a sociedade tá aí. Então, meu parceiro, tu tem que ensinar a respeitar. Com quem ele vai se deitar no quarto dele?
É problema de cada um, meu irmão. Só que, quando você pega um desenho, porra, tá escrito livre. Livre. Livre é livre.
Livre é livre. Aí você entra com a porra do teu filho lá dentro. E aí os moleques, o bonequinho, o desenho beija na boca um do outro. Porra, não força meu balão. Porra, aí você destrói minha carrocinha. Porra, aí tu pode. Mas que filme de bonequinho é esse? Hã? Teve uma... Que filme é esse? Tem, porra. Mas teve uma discussão disso aí. Porra aí, cama aí, cama aí.
Lembra aí o nome do... Eu vou lembrar do Walt Disney, porra. Um filme que tinha um... Era tudo coloridão, bonitão. Acho que do Mundo Novo. Eu acho que é Mundo Novo. Meu filho tem sete anos. Ó, porra, sim, Mundo Novo. A tia dele deu um Kinder Ovo pra ele rosa. Ele falou assim, não quero esse Kinder Ovo. Ele tem sete anos. Pô, esse é Kinder Ovo de menina. É, pô. Já era, irmão. Mas Castro, nós aprendemos assim. Eu ensinei ele. Irmão, nós aprendemos assim.
Nós aprendemos assim. Meu filho não vai brincar de boneca, caralho. Hoje é uma bichice terrível, mano. O máximo que ele faz é tirar a roupinha da boneca pra ver se ela tem peitinho. Irmão. É, ele vai olhar. Isso daí ele vai olhar. Isso daí eu já ensinei ele a olhar. Entendeu? Mas agora ficar brincando de boneca. Outro dia o cara falou pra mim assim, falou assim, pô, irmão, pô, uma sacanagem. Quando eu era pequeno, eu tinha uma babá.
Que ela me olhava diferente. Eu falei, rapaz. Meu sonho. Era o sonho da gente. A babá que olhava pra gente diferente. Esse dia eu vi uma matéria. Irmão. Eu tive uma matéria com a professora. Qual o problema? Acusou sexualmente dos alunos de 12, 13 anos. Era meu sonho, cara.
Meu sonho era esse, ter uma professora. Detalhe, viu a foto da professora, professora da hora. Cara, era uma idiotice terrível esse bagulho, irmão. É meu sonho, irmão. Cara, não, mas aí, assim, a juventude, a fragilidade, presta atenção, gente.
A fragilidade da coisa se tornou um bagulho, assim, tamanho, de uma tal forma que socialmente, cara, tá muito difícil, parceiro. Tá difícil. Esse negócio da misoginia e tudo mais, a mulher, parceiro, era mais mulher. A mulher era braba. Não tô dizendo que ela não sou hoje, não. Mas aí, a mulher era mais braba, parceiro.
Mulher braba, brigava, reclamava. Você está entendendo? Pelo direito dela, nunca, nunca, nunca, há muitos anos atrás, nunca, duvido que não fosse brigar pelos direitos da mulher, não fosse uma mulher.
Nunca! Nunca isso iria desistir. Mas, ô Batata, vamos falar sobre um negócio interessante, por exemplo. Mas isso é interessante. As próprias mulheres, elas fazem parte disso.
Porque assim, tirando uma minoria de mulheres que falaram, os homens já não podem falar nada, a gente não pode falar nada, certo? Certo. Uma minoria de mulheres falou, mas uma acaralhada de mulheres também acha certo que tem que ter uma mulher trans presidindo a comissão das mulheres, porque ela é tão mulher quanto a gente, é isso aí. Irmão, mas a grande maioria não é não.
Pelo menos a de Brasília. Não, não, não, não, eu não sei. Eu não sei as que te seguem. Mas as que me seguem, elas rebolam, pulam no chão, arrancam os cabelos, ficam brabam igual um demônio. Elas ficam brabam pra diabo. E olha que eu tenho... Eu tenho mais de 20% de seguidoras de mulher. Eu tenho mais de 20%. E eu tenho mais de um milhão de seguidores. Então, por exemplo, não são poucas mulheres não, porra.
Mas são mulheres, mães de família, mulher que briga, mulheres que lutam, trabalham, têm a sua vida. E elas não vão. Agora, não é ser contra, irmão. A gente fala nisso porque é o assunto do momento. Não é ser contra. Eu não sou contra, cara. O quê? Cada um com o seu. Mas o que eu acho é o seguinte, irmão. Porra. Policial.
É a mesma coisa, policial. Senta um policial aqui. Senta um cara aqui. Você, Júnior, você pode falar o que tu acha e tudo mais. Mas você não senta aqui com propriedade pra falar de policial no meio de eu e o Castro que nós temos uma vida nessa porra. Exatamente. Exatamente.
Não vem você dizer que tu é que tu... Então, porra, irmão. Mas veja só, se você pegar, pega o mapa da última eleição. Gente, vamos acerteir os dados. Pega o mapa da última eleição. Se dependesse só das mulheres, o Lula ganhava em todos os estados, com exceção de Santa Catarina. Ganhava em São Paulo, ganhava no Rio, ganhava em Brasília. Hoje não ganha mais. Não, ganhou em Minas Gerais, que é o maior cartel eleitoral, depois de São Paulo. Hoje não mais. Se só as mulheres...
votassem na última eleição. Ó, inclusive, você viu quais são as pautas que as mulheres, por exemplo, elas têm mais resistência? Corte de arma, por exemplo. As mulheres, elas votam e são a favor de pessoas contrárias a essas pautas. Daí que você vê lá no Congresso... Eu sou a favor que as mulheres... Porque você quer dar poder à mulher? Pô, não dá a medida protetiva que tu dá um pedaço de papel pra ela. Aí o marido dela vai lá e mete a porrada nela em casa.
Mulher tem que ter porte de arma. Se o cara te foi te estupar, o cara vim te dar porrada. Teu marido dá porrada? Tu tem que meter bala no rabo dele, porra. A mulher tem que saber atirar. Mulher tem que ter arma, porra. Arma. Arma. A mulher, fisiologicamente, biologicamente, ela é mais fraca do que o sexo masculino. Isso é fato.
Se o cara pegar no braço dela, se o cara jogar ela no chão, biologicamente, ela é mais fraca, porra. É natural e não é? Eu tô mentindo, porra. Eu também sou a favor que a mulher, a melhor medida protetiva... Porra. A melhor medida protetiva pra uma mulher que tá sendo agredida... Porte de arma. Dá o pó de arma pra ela. Dá o revolvão desse tamanho na mão dela. Quando o cara meter a mão no bracelho, ela explode. Pô. Quer que eu fale outra coisa? Porra. Quer que eu fale outra coisa aqui?
Que é uma diferença gigantesca quando você olha pra homens e olha pra mulheres. Filho. Você educa o seu filho?
Quem não? Quem educou meu filho foi a minha esposa. Mas ela dava umas palmadas, né? Quem? Dava umas palmadas. Precisasse? O que você acha de dar umas palmadas no filho? Muito. É? Tem que dar porra. Mas não vai traumatizar a criança? Irmão, se ele ficar traumatizado, que se foda. Irmão, preste atenção. Eu tô traumatizado? Eu apanhei pra caralho. Pois é, eu também apanhei. Só que é o seguinte, hoje... Hoje, se você fizer isso...
Entendeu? As próprias mulheres vão cair matando. Eu tenho 59 anos. Graças a Deus a minha mãe é viva. Fala a verdade. Irmão, as mulheres eu tô falando pra você, você tem que peneirar teu segmento. Porque a mulher que me segue negativo, parceiro. Irmão, a mulher preste atenção, irmão. A mulher, ela tá com o filho dele. Sabe o que acontece lá hoje?
12 anos de idade a menina. 11 anos de idade. Ela vai pro pro bairro de funk lá no Rio de Janeiro. Volta grávida.
Porque ela passou na roleta russa, tava com 13 anos. Roleta russa, sabe como é que é a roleta russa lá no bairro? Aqui chama régua. É, o bagulho de você ficar na cadeira, aí venda, né? Venda os olhos. Não, lá não venda não. Ela em volta, cheia de homem mesmo, com o pau pra cima, ela vem sentando. Aqui é régua. Em cada colo. Aqui chama régua. Assim em volta, é roleta russa lá. E depois ela engravida e não sabe quem é o pai. A roleta russa de piroca. Isso aí. Aí sabe o que que acontece, meu camarada?
Chega pra uma mãe e fala assim, pô, ela tem 11 anos. Ela tem 11 anos, porra, ela é uma criança. Querendo você ou não, ela é uma criança. Aí fala assim, mas eu não controlo ela. Ela é uma criança? É, irmão. A vista da lei é? Menos de 14 anos é criança? Não, não, não, não. A vista da lei, não. Você já teve 11 anos, porra. O raciocínio... Não, não, não.
Você pode fazer merda, mas dizer que você tem condições de raciocínio... Uma menina de 11 anos, ela é facilmente induzida. Senta ela aí, tu começa a bater papo, nem nada disso não, vem pra casa... Por quê? Porque é a formação de maldade, vivência. Isso é natural, porra! Vai dizer que isso é mentira? Agora, uma coisa é real.
Como é que a mãe pode dizer pro pai? Não, eu não consigo segurar mais. Eu não consigo. Eu não consigo controlar meu filho de 11 anos. Mas fraca, minha mãe fraca, caralho. Tu não controla teu filho de 11 anos não, porra? Tá bom. Eu controlo... Porra! A minha filha mais velha tem 40 e meu filho... Vai fazer 41 agora em maio. Porra! E meu filho mais velho do casamento tem 34 anos.
Se eu precisar arrebentar na porrada, hoje eu arrebento. E minha mãe, eu tenho 59. Se minha mãe falar, vem aqui que eu vou bater em você, que é coitado que tá com o joelho zoado, né, meu? Mas ela fala, vem aqui, deita aqui que eu vou bater em você. É na hora, meu irmão. Minha mãe me deu, minha última soca, minha mãe me deu, contei outro dia no podcast. Ela botou pra lavar a roupa, eu tinha 14 anos de idade.
Só que ela voltou pra lavar a minha roupa Ela não ia lavar a roupa de casa A minha roupa e a roupa da minha irmã Sutiã, calcinha, lava a porra toda E aí eu fiquei puto Aí eu não queria lavar as caras Eu falei, eu vou lavar não Ah, não lavar você tá com o mau pau mesmo Não, eu não ia lavar, eu não queria lavar a roupa da minha irmã não Seja esculás, eu não vou lavar a roupa dela não Lavei só a minha, pendurei lá tudo bonitinho O que era de roupa normal Aí eu tô bem lá em pé ela no portão Pra ser tranquilão E aí
Ela chegou lá. Ela veio varreando. Ela veio varreando. Ela é malandona. Ela tinha 1,50m. Minha mãe tem 1,50m. Ela tinha um tampinho assim. Ela veio com a vassoura assim, barreando. Eu senti que ajudaria. Pra não espantar a caça. Eu senti que era a caça. Pra não espantar a caça. Ela falou assim, eu não mandei você lavar roupa. Aí eu falei assim, vou laver. Mas aí tem roupa lá no tanque, pô.
Ela falou, tem roupa lá no tanque. Eu falei assim, não, mas aí só ficou lá da minha irmã, pô. Ela falou, da tua irmã, eu mandei tu lavar a roupa toda. Não, mas aí da minha irmã, eu não vou lavar nada. Ela falou, como é que é? Ah, tá bom. Aqui, irmão. Ela pegou o carro e passou assim, Castro, dava pra me segurar? Não, mas não pode, cara. Não, dava pra me segurar, botar a mão assim. Ela, vá, eu mendei aqui. Eu falei, uuuh, mãe.
Pô, aí eu falei, pô, mãe, que isso? Quando eu falei, pô, mãe, ela deu outro. Vapo! Aí, vapo, eu falei, pô, mãe... Eu fui lá e lavei tudinho, hein, Passiero? Sabe por quê, irmão? Respeito. A gente tinha valores que hoje não existem mais, irmão. Exatamente. Você não apoiou da tua mãe? Muito.
E por que tu morreu? Não morri não. Tu deu problema de cabeça? Não. Tu apanhou da tua mãe, Cacho? Da minha mãe e do meu pai. E eu nunca fui na Roleta Ruta. O Cacho já é mais doentinho. Já. Mas não quer dizer... Da minha mãe e do meu pai. Sacalógica, sacalógica. Apanhei pra caralho, mano.
Eu vou falar pra você. E eu sou a favor. Esse papo de educação positiva é o apelido da minha bola esquerda. Porra de educação positiva. Ai, não pode bater na criança. Esse dia eu tava no mercado com a minha mulher. Aí amanhã a criança... Eu já olhei assim e minha mulher falou, não se mete.
Minha mulher falou, não se mete, pelo amor de Deus. Eu falei, não, mas eu só vou trocar ideia com a mãe, dá um jeito desse demônio aqui, porque amanhã ele vai estar batendo em você, caralho. Minha mulher falou, não se mete, mano. Minha mulher já me conhece? Aí quando ela viu, eu fiquei olhando assim, sabe? Com aquele olhar de ódio. O dedo já fez assim pra me dar um croque no moleque, sabe? Então chega perto do dedo, dá um croque nele, mano. O moleque deu uma vacilada na escola. Na escola ele só fez um debochinho com a professora. A professora fez um...
Redigiu um bagulho grandão e pai, então mandou pra casa. Aí eu falei, vou lá, vou lá, vou lá desenrolar. Aí peguei ele, vem cá, meu pai, vamos lá na escola. Eu quero saber o que aconteceu, né, pô? Falei, o que houve? Eu falei, cheguei lá, professora. Não, pai, ela achou... Que você ia reclamar. Que eu ia reclamar com ela, porra. Porque os pais estão fazendo isso daí. Hoje em dia os pais estão fazendo isso daí. Cheguei lá, falei assim, olha, o que houve? Professora, o que houve?
Ela falou assim, não, pô, eu fui falar com o seu filho e ele abusou, ele fez cara de deboche. Eu falei assim, ele fez cara de deboche, senhora? Ele fez cara de deboche pra senhora? Eu falei, Lucas, vem cá. Ele já veio. Faz a cara de deboche pra mim ver agora. Eu falei, irmão, ela tá falando pra mim que tu fez cara de deboche. Ele não mente pra mim, tá? Ele não mente, não.
Tu fez cara de debosca? Ele baixou a cabeça, não, pai, eu ri e tal. Olha só, irmão. Se ela me mandar um papel de novo, que você não respeitou ela. Eu vou te quebrar. Eu vou vir aqui, vou te meter e aporrar aqui na frente de todo mundo, tá escutando?
Aí ele torce, senhor, pede desculpa a ela agora. Aí ela, pô, desculpa, professora. Eu falei, professora, senhora me desculpa, tá? Não é a educação que eu dou ao meu filho, não. Senhora me desculpa. Ela, não, paizinho. Não, não, não, não, não, senhora me desculpa.
Porque a responsabilidade da educação da porra dos nossos filhos são nossas, porra. Exatamente, porra. Não é na porra da escola, não, irmão. A escola ele vai pra aprender, caralho. Português, matemática. Porra! Agora, a educação vem de casa, meu irmão. Então, hoje em dia, o problema dos pais é que tem uns pais Nutella. Pais Nutella que faz tudo que o filho quer, cara. Tem que acabar com esse negócio. Ó, eu vou falar uma coisa pra você. Você tá tudo de mão beijada pro seu filho. A primeira dificuldade que seu filho tiver quando ele for adolescente, выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз
É o que está acontecendo na PM. PM está acontecendo isso daí. Hoje em dia... Eu não vou falar Enzo. Mas o Nantes... Tem um neto que chama Enzo. Mas Castro. Tem um neto que chama Enzo. Porra, Castro. Uma mulher que a gente boa. Mas essa geração... Ele não tem um sobrenome? Chama de Castro. É Castro. Castrinho. Então, essa geração de hoje aqui...
É assim, não sente nenhuma dificuldade. Aí o cara pega e entra na PM. Aí o cara entra na PM e ele se depara com o quê? Militarismo. Exo não, cara. Militarismo. O cara entra aqui na PM e se depara com militarismo. Aí chega lá, o tenente fala assim pra ele. Ah!
É sim senhor e não senhor, velho. É não senhor e cala a boca. Certo, cala a boca. Ah, mas você não acha nada. Posso falar? Não tem permissão, não pode falar. Você não tem permissão de falar. Acabou, cala a boca. Ah, tá bom, então eu vou embora. Não, não é você vai embora. Você vai pedir permissão pra se retirar. Pra se retirar. Vai dar meia volta e vai romper o passo. Aí o cara pega de baixa, cara. Essa porra aí. Aí o cara pega de baixa. É. Ele não aguenta.
Ele não aguenta por quê? Porque o cara não aguenta pressão. Por quê? Porque o pai dele não ensinou ele a viver corretamente. Ele não teve, não sofreu pressão na criação dele. Aí ele, quando o mundo, quando o mundo lá fora pressiona ele, ele não tem estrutura pra aguentar. É onde eu falei. Tu ouviu a última declaração daquele cara que é do partido dele?
Partido dele? É, gosta dele. É que ele falou... Não, do partido dele. Tu sabe, que gosta de você pra caralho, fechamento. O Lula. Ele falou o seguinte... Eu fico pensando. Ele falou o seguinte... Ele falou das escolas civil-militar. Tem que acabar.
Acabar por quê? Porque tem disciplina, caralho. Os caras querem bagunça. Não, mas isso aqui não foi eu que tô inventando, não. Os caras querem bagunça, irmão. Ô, irmão, o cara colocou isso, falou publicamente, porra. Qual o problema? Mas o cara quer acabar por quê? Porque a escola cívico-militar, o moleque tem que ir lá, tem que cantar o hino nacional.
É, não, pode não. Não, não quero. Pode não. Não quero. A gente tinha... Aí é o que eu falo. Tinha algum militarismo na tua escola? Na minha escola, eu tinha que cantar o hino nacional, formar... Por que que formava? Aí que você olha agora, tu chega na escola.
Porra, uma zona do cacete... Pra juntar aquelas crianças todas, a mulher fica assim, ó, abanando. Parece que tá tocando gado. Não era assim, Castro. Pau, caralho. Porra. Porra. A professora, mano, uma diretora. Uma diretora. É louco. Caraca, mano. Andava pra caralho. Porra, passava no corredor assim... Caralho.
diretora vai passando aí, meu irmão. Alguém aprontou alguma coisa. Deus me perdoe, todo mundo queria saber, mano. Pelo amor de Deus, ela aparecia a Deus. Aí hoje, hoje... Tão apanhando nas escolas. É. Hoje enfiou a porrada. Outro dia o cara mostrou, tu viu não? O moleque mostrou o pau na sala pra professora, porra. Tirou a calça. Mostrou o pau? Tá na internet, porra. Ficou pelado, mostrou o pau.
A geração Z tá sem limites, bicho. Rapaz, eu acho que se ele faz isso na minha época, ele ia ser enforcado. Lá no pátio da escola. No pátio da escola. Ele foi enforcado? Mata leão nele.
É, o moleque agarrou ele, deu uma porrada. Ah, é, eu vi isso aí na sala de aula. O moleque baixou a calça. Baixou a calça e fez assim pra professora. Aí o outro veio. Graças a Deus. Ainda tinha um garoto lá que pulou no pescoço. E jogou ele no chão. Deve ser filho de militar esse moleque que jogou ele no chão. Esse moleque é filho de PM. Pode ir lá ver. Pode ter certeza, meu irmão. Representou, parceiro. Tinha que quebrar no pau, mano. Meter a porrada ali. Cortar o pau. Pegar o pau dele e enfiar na bunda dele.
Filha da puta. Caralho. Exato isso aí. Galera, manda seu donate aí pra gente reproduzir aí o seu áudio, sua pergunta, sua sugestão de tema. E o seu superchat vai ser lido daqui a pouco. Ó, separei o vídeo da Luana Piovani, hein? Você conhece a Luana Piovani? Que pariu! O Vatato, o que você acha da Luana Piovani?
O que ela tá precisando? Ela tá falando de todas as pessoas que estão aqui nessa live. Ô, Castrão, pede pro pessoal deixar o like aí na transmissão. Ô, pessoal, deixa o like aí, porra. A gente tá quase batendo as duas mil pessoas aqui na live. Duas mil pessoas e quantos likes tem? Quantos likes tem? Só oitocentos. Hã?
Aí, pessoal, vamos chegar pelo menos a 1.500. Rapidinho, hein? Pelo amor de Deus, você dá uma dedada aí, cara. Essa Luana Piovani, o que ela tá precisando... Dedo o Castro! O que ela tá precisando é de rola. Essa é a verdade, mano. É o que ela tá precisando. É uma mal amada. É, meu irmão. Isso daqui é falta de rola. Isso daqui é falta de certeza. Ela perdeu os dentes na parte de cima? Eu tenho certeza, mano. Parece que ela tá falando fofo, né? Como é que é? Parece que ela tá falando fofo, perdeu os dentes de cima?
É botox, é botox essa porra aí, mano. O lábio não tem mais flexibilidade. É um perigo danado agora a mulher, né, mano? Olha lá, ela tá falando estranho, né? Bota o áudio aí, vai. Vamos ver o que a Luana Piovani tem falado. Olha, olha. Aqui, assim, olha.
Eles não devem ter entendido. O que é, minha filha? O que a direita quer é que o mundo seja branco. Falou assim, ó, Maurício... Alguém me... Alguém me explica como é que um brasileiro pode morar em Portugal e pode ser a favor do Chega que tá querendo mandar a imigração embora? Como é que preto é de direita? Mulher...
É falta, cara. Com certeza. Meu Deus do céu. Alguém tem que explicar o que eles querem fazer. Eles não devem ter entendido. Dá uma pausa. O que a direita quer é que o mundo seja branco. Dá uma pausa aqui. Deixa eu explicar uma coisa só rapidinho, antes de falar uma coisa. Não há possibilidade de você não ter sangue negro no seu sangue.
Nós somos o país mais miscigenado do mundo, tá? Do mundo. Meu avô era negro. Nós somos uma mistura de raça miserável. Então não há possibilidade de você não ter o sangue negro nas suas veias. É isso mesmo. Então isso é uma burrice. É uma burrice, tá? Isso é uma idiotice. Maconha.
É, e da pior, né cara? É, tem um vídeo dela que ela tá lá no terraço de onde ela mora fumando maconha. Tem, tem, tem. E o que que acontece? O fato... Outra coisa. Você ser de direita ou ser de esquerda...
Isso não tem nada a ver com a sua capacidade financeira, não, cara. Se você é pobre, se você é rico, isso é uma questão de ideologia, uma questão diferente de riqueza. E você pode...
Você pode, como pobre, saber que quem te dá emprego são empresas, porra. É só você não querer viver sob a porra da Bolsa Família. Porque projetos sociais é essa imunda que tá dizendo que tem que dar. Porém...
Os projetos reais de salário de empresas é dado simplesmente por empresários. Goste você ou não. Sistema capitalista traz os maiores economias mundiais. As maiores economias mundiais são debruçadas do sistema capitalista. Sistema esse que ela está agredindo.
Puta merda. Me deixou nervoso. Ela tá tão zoada que ela falou mal dos evangélicos. Ela conseguiu gabaritar. Fala mal dos evangélicos, fala mal dos homens, fala mal dos pobres de direita. E do Neymar. E ela falou... Ela falou que os evangélicos são a pior escória da humanidade. Você viu qual é a religião dela?
Evangélica Macumbeira Evangélica Macumbeira Não, nem existe, cara Ela é doente, irmão Ou é, ou minha filha, ou é linguiça ou é salsicha, porra Não dá os dois, porra Tu quer milho ou tu quer pipoca, porra Falta de rola, cara Falta de rola Não dá
Eu não tenho dúvida. Tá estranha a boca dela, né? A mulher quando chega nesse patamar aí, é porque ninguém quer mais, cara. Ninguém quer mais. Não é, mano. Ela era muito bonita, né? Ela dá uma meia sola ainda, mas só que é o seguinte, né, cara? Mas deu uma fachada na boca estranha. Mas com essas ideias aí, ela afasta qualquer tipo de possibilidade. Não, ela tá doidinha. Essa mulher só fala mal de homem. Só fala mal do Neymar.
Aí foi processada pelo ex pra ela parar de falar, porque ela falava mal do ex e agora não pode. Falou mal do filho. Ai, eu vivia com meu algóis em casa, manipulador, não sei o quê. O filho dela, 14 anos de idade. Falou um negócio desse do filho, velho. É problema isso aí, cara. É problema. É cabeça, é cabeça, é cabeça. Essa mulher não promove discurso de ódio. Eu duvido que ela tivesse um homem em casa, um homem mesmo. Um cara, meu, masculino, macho alto. Mas quem é que aguenta?
Quem é que aguenta, pastrão? Não, mano. Você sabe que eu fico puto? Se você fizer um corte... Olha aqui, irmão. Mas se ela fizer um café gostoso... Se você fizer um corte no seu canal, falando a metade que essas mulheres falaram, que essa mulher fala, a plataforma trava.
Trava. Se você botar... E ela não é... E ela tá viralizando com a porra do comentário desse. Então, mas é aquilo que eu te falei. Não é de doer. O que ela tá precisando é do macho alfa, cara. Um cara que chega pra ela e fala assim... Oh, psst! Para de falar essas bostas aí, meu. Mas ela não tá me sustentando também.
Não dá, é zoada. Não, mas ela tem que querer, porque nenhum cara aguenta. A mulher, pra não se tratar o macho alfa, ela tem que ser mulher, porra. Ela tem que ser fêmea. Ela tem que ser mulher. Fêmea. Fêmea. Fêmea. Mulher. Mulher. E hoje nós estamos também com problema de fêmea. Mulher. Aí tá acontecendo isso aí, ó.
É? Aí, ó. Pobre de direita. Como é que preto é de direita? Preto de direita. Não, fala pra mim. E quem é branco nessa merda? O meu pai era negão, minha mãe branca. Toda decomposta, mano. Porra, qual o problema?
Ela não é esquerdista? Ela faz campanha pro Lula? Ela é do governo do amor? Tá fazendo o que morando em Portugal? Por que não tá aqui morando aqui? Não, mas... Ah, esses caras fazem o L? Ele pôs a gente tomando o rabo morando no Brasil? Não, mas ela tá em Portugal. A culpa é nossa depois. Ela tá em Portugal. O Wagner Moura tá em Los Angeles. Não, aí é fácil, né, meu irmão? O cara vive no berço do capitalismo e quer comunismo pra nós. E o governo deles é dele. O governo é deles agora.
É? Ué, é esquerda, porra!
Qual o problema? Era pra dizer, ah, vou embora. É de direita, eu vou embora. Mas hoje, atualmente, é de esquerda, caramba. Mas você acha que ela vai querer viver aqui? Vai querer viver aqui? Vai arrumar o que aqui? Lá ainda fica falando mal daqui. A polícia aqui do Brasil é violenta. Aí tu vai lá nos Estados Unidos, eles vão pra lá, pros Estados Unidos. Aí tu chega lá, tu vem abordar as do caso dos Estados Unidos. Não! Não! Não! Bum, bum, bum, bum, bum, bum, 40 tiros.
É assim, só tem isso. E aí perguntaram pro xerife, por que vocês deram tanto tiro? Porque não tinha, acabou município. É, acabou. Não tinha dado mais. É por isso que eu gosto dos Estados Unidos, irmão. Porque lá a lei funciona, meu irmão. Lá não tem essa. Ó o policial, vamos partir pra cima dele.
Toma tiro, irmão. Aqui tem que ser assim também. E outra coisa, tá? O cara não é analisado, quando o cara parte pra cima do policial, não é mais analisado a circunstância que aquilo se deu. O cara partiu pra cima do policial. Naquele momento, todos os direitos legais são afastados do cara e bala à vontade.
Tara, taca com força. Ih, dana-se, porra. É isso aqui que deveria ser analisado.
Não é só pro policial, não. O cara é caque. Tá dentro da sua casa. Tá armado. O cara pulou lá dentro. Bala à vontade, porra. Bala à vontade. Teve agora um vídeo agora de um casal que foram lá chutar a porta do empresário. E meteu bala na bunda da menina. É, pegou na bunda da lourinha. Aí ele ficou assim, não, ele exagerou. Ele exagerou. Ele tava na casa dele, cara. Do casal aí.
Ele tava na casa dele. O cara tá em casa. Vamos deixar esse homem agir. O cara tá em casa. O cara tá em casa. Não, ele não tava em casa não. Tava em casa não. Ele estava no evento. O que atirou tava. No momento que ele atirou ele tava em casa. Peraí, peraí. Ele se retirou. E foi pra casa. Pior. Isso é pior do que se ele estivesse só em casa.
Porque quando ele se retira do evento, ele demonstra o fato que ele não quer o quê? Não quer treta. Não quer problema, porra. Ele foi pra casa dele. E o que o casal resolve fazer? Ir na casa do cara, afrontar o cara. Chutar o portão. Se for chutar meu portão de madrugada, vai tomar, meu irmão. Vai tomar? Vai. Tudo. Fácil. Aí, os caras falaram o seguinte. Olha bem. Que ele entrou no excesso. Irmão.
Presta atenção, pelo amor de Deus. O cara que invade ou tenta invadir a sua residência, você protegendo o seu lar, você precisa tomar uma atitude ou você vai deixar ele arrombar a porra do portão?
Não, eu vou deixar ele tentar até ele conseguir. Aí se ele não conseguir, agora se ele conseguir eu atiro, se ele não conseguir, aí eu deixo ele embora e acabou. É uma tentativa você deixar ele não conseguir. Agora, se ele conseguir e depois você perder o controle da situação, você que botou em risco a sua família. Ele tentou invadir a sua casa pelo portão, tentou forçando o portão,
Bala nele. Quanto de bala? O suficiente pra ele parar de tentar arrombar o portão. Pronto. E se eu acho que esse cara da casa ele errou, por quê? Porque ele dando somente 15 tiros, ele tinha a obrigação de trocar o carregador. E despejar mais. E eu imediatamente continuar atirando, porra! A legalidade é essa!
A proteção do seu lar... O lar é inviolável. Não, a proteção do seu lar... Irmão, a proteção do seu lar é previsão legal aonde você pode... É a única vez que o direito permite a autotutela. A autotutela é quando há o esbulho processório.
Se o cara chegar e esbulhar sua posse entrada dentro da sua casa, você pode botar ele pra fora, usando os meios necessários. O nome disso é esbulhar. A autotutela no direito, que permite a única vez que você pode tomar suas atitudes, é o desforço. Você pode ter o desforço processório, usar a força. Agora, irmão, se você acha que você pode tomar suas atitudes,
E você deveria... Ah, não, ele tinha que dar pro alto. Cara, esse é um problema seu. Agora, o tiro a esmo também é crime. E o tiro na bunda? O tiro na bunda não, porque o tiro na bunda... Deixa eu explicar. Ele foi direcionado na bunda. Pela altura do tiro, não foi intencional de matar. É que ela é meio bunduda, né, meu? Então a gente tem que fazer uma campanha por mais tiro na bunda, então.
Mexer com a sua casa, velho. Tira na bunda. Você que é caque, você que é caque, você que está com a arma na sua casa, que eu sou a favor de que o caque tenha não só a posse, o porte de arma. Você pensa assim, eu vejo hoje um caque como uma CNH. Você segurou sua CNH para deixar seu carro guardado na garagem ou para andar com o carro?
Então pronto, meu irmão. Ah, aí fica aquele pessoal do mimimi do desarmamento. Ah, mas aí vai ter muita gente armada na rua. É só você não andar com a tua, porra. Deixa os outros andando a sua. E outra, a partir do momento que você tem o pote de arma e você usou a sua arma para algo que não era necessário, você perde seu pote de arma. Você tá num local incompatível, num bar, enchendo a cara de cachaça com a arma. A polícia te abordou. Perdeu. Perdeu. Não, eu sou até a favor, cara. Porra, porra.
que aumente a pena.
Meu irmão, você é caque, fez merda, tá bebendo cachaça, foi peso, armado, bêbado. Perdeu. Pau. Perdeu. Perdeu o direito. Tal vai responder. Eu sou a favor de leis rígidas. Mas tirar o direito do cara, se defender e defender a sua família, é sacanagem. Eu quero que todo mundo esteja armado, meu irmão. Povo armado jamais vai ser escravizado. Ninguém vai entrar na casa de ninguém. Exatamente.
Ninguém vai invadir o carro de ninguém vai tomar uma carro. Eu tive no Paraguai semana passada. O Paraguai é o seguinte. Lá não tem nem farol. Semáfora. Não tem nos cruzamentos. Então é... Mas assim, não tem briga de trânsito. Porque lá todo mundo anda armado. Todo mundo anda armado. Tu vai brigar com quem? Todo mundo anda armado. Vai no Texas.
É. Chega lá no Texas e fala, vou... Lá no Texas, inclusive, o cara é autorizado ele andar com a arma dele porte visível. É isso aí. O cara pode andar com a arma na cinta. Eu vi lá esses dias uma coisa mais linda, o cara abrindo a porta pra patroa dele entrar no restaurante, uma pistola de cada lado aqui, assim, ó. Ostensivo. Ostensivo. Olha, cara, que coisa linda. Não, porque o que acontece, Castro? Ninguém выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз выз
Ninguém vai tomar uma atitude, vai respeitar o teu espaço. Ninguém vai te dar uma porrada. Por quê? Porque o cara fala, porra, eu vou dar uma porrada e vou tomar um tiro na cara. Exatamente. Ah, mas aí eu tenho arma. Mas o cara tem também pra ser aqui, ó. É. A regra é clara. Será que se tivesse esse porrilhão de arma, ia ter os traficantes andando de fuzil? Acho que não, cara. Todo mundo de fuzil nessa porra. Quando o cara bota barricada, ela vai tirar essa porra daí. Que se botar barricada, eu vou passar na bala.
Não é verdade? Eu queria andar que nem eu andava na Rocam, com a Famai nas costas, com a minha motinha de boa aí. Queria ver o vagabundo que ia me encarar. Porra nenhuma, velho. Por que que acontece, irmão? É...
O cara hoje, aqui, pro cara ser cac, o cara passa tanta ficha, tanta certidão. É a Polícia Federal, a Polícia Militar. É a burocracia do caralho, meu. Porra, mano. Se o cara brigar, discutir com o vizinho, ele não consegue mais ser cac. Não, e só os bandidos têm arma. É, por isso que eu falo. Você que tem uma filha e adolescente e for namorar com o cara, a primeira pergunta eu falo pro cara, você é cac?
O cara falar que é CAC já pode ficar mais tranquilo. É pra ficar tranquilo? Porque o cara tem o nome limpo, não tem antecedentes criminais. Residência fixa? Residência fixa, trabalha e é um cara que tem um controle psicológico. Principalmente trabalhando, né, cara? Já é meio caminho andado. Principalmente trabalhando. Mas e se for PM? Hã? E se for PM? PM, ele sabe que a filha dele vai ser, né, bem tratada.
Muito bem tratada. É isso aí. Protegida. Tem que ser, tem que ser, mano. Tem que ser. Então, você que quer se envolver com um policial, saiba que você vai ser protegida 24 horas por dia. Verdade, verdade. O pessoal tá aqui no chat brigando, falando da PM Yasmin, só que a gente já comentou no início do podcast. Já, já, já. Você chegou agora, mas a gente já um dos primeiros assuntos foi o caso da PM Yasmin. Estão querendo me xingar, mas não vai dar mais. A gente fez até uma enquete. Então, assim...
Vamos aguardar. Teve pronunciamento dela? Ainda não. Não, um vídeo, alguma coisa? Não, ainda não. Você sabe que poucas vezes a internet mudou de opinião de uma forma unilateral. Eu lembro que o caso do Paulo Birinski, quando ele tomou o tiro lá e tal, todo mundo pensou que ele tinha tentado matar a namorada. Porque ela morreu.
E aí só foi ele fazendo o vídeo que fez com que as pessoas fossem atrás e tudo mais, e depois pela investigação concluiu com a versão dele, né? Pior que os caras falaram que ele... Isso que falavam, né? Que ele tinha tirado na mulher e depois ele simulou que tinha sido baleado. Porra, manhã, com um dedo. Simulou com seis tiros.
É, cara, sabe o que acontece? Não dá, né, irmão? Sabe qual é a diferença? Aí o cabo é bom, hein? Como aconteceu com o Paulo Berisky. O que acontece? Quando as investigações vêm, o cara que está totalmente tranquilão, ele é totalmente solícito. Ele chega aqui, tu chega ali e pergunta, mas não posso falar nisso? Claro que pode, sem problema nenhum. Fala sobre isso, falo.
Porque ele não deve nada. Você deixa... Você deixa... Libera a sua... É, libera, porra. Seu sigilo telefone, libera. Libera, porra. Até daí, porra. É, pode pegar. Não tem problema nenhum, não. Agora, quando o cara começa, mano... Uma obscuridade do caralho.
reclamando da polícia, reclamando da investigação. Não, porque tá entrando muito, que não sei o que lá. Então, irmão... Você citou isso daí, foi o caso do Coronel Neto. Né, meu? É isso aí. O que você falou me veio na hora ele na cabeça. Por quê? Pô, caralho, sua mulher acabou de se suicidar. Entre aspas, né? Entre aspas. Aí você vai tomar banho? Não, e outra coisa, cara. Quando o cara chegou lá, выз выз
Quando a polícia chegou lá, ele sendo policial, eu, quando eu chego, meus irmãos, chegou, eu sendo policial, eu, pra mim, chegou a minha família, pô. Exatamente. Ele sendo coronel, chegou a minha família. Galera, chega pra cá, pula aí dentro, vou sair, faz aí os exames aí, eu não vou mexer na arma aí, porque ela pegou e botou a mão. Eu não vou mexer em nada. Se eu botar a mão na arma...
Vai tirar a mão dela. Eu não atirei. Pode fazer o exame de pólvora na minha mão. Exatamente. Vai no exame dela. Acabou. Vamos acabar essa obscuridade. Mas caralho. Tu começa a botar pedra no bagulho, porra. E todo mundo tá errado. Só ele tá certo. A mulher que escutou o disparo e o horário tá errada. Todo mundo é errado, cara. É só ele que tá certo. Deixa eu perguntar um negócio pra vocês. Você vai ser candidato, Batata? Ei?
Irmão, eu sou pré-candidato a deputado federal. Federal? É. Eu sou pré-candidato a deputado federal. O RJ tá precisando, velho. Cara, não é o RJ. Posso te falar uma realidade? É o Brasil, parceiro.
É o Brasil, irmão. O Brasil é de uma maneira geral. Eu vou te fazer uma pergunta. Qual vai ser a sua primeira proposta caso eleito? Não, não pode falar isso, né? Não pode. Não. Não posso. Mas será que é por isso que a gente... Que o Caneta Azul não conseguiu falar o que ele vai fazer? Não. É, mas que é.
Não, não, não. Ali não. Você viu o caneta azul? Eu vi, carai. Porra, mano. Cara, e aí... Vai te contar agora com você, você tá vendo? Comigo não, com batata. Não, não, não. São Paulo. Ele é federal. Então, mas é São Paulo. Não, mas com batata. Não, com batata não. Com Nantes. Ah, entendi. Eu sou pré-candidato a deputado estadual. E posso te falar uma parada? Um cara desse ganha.
Vamos ver. Sabe por quê? Vamos lá. Não, ele é o voto de repulso. Eu quero agradecer ao meu amigo Regis Tadeu que trouxe esse momento icônico. Esse daí que é o Regis Tadeu? É.
Pronto. Bota aí. Não, é de repúdio, cara. É o voto de repúdio. Não, é o voto idiota. Cara, mas o cara tá azul. Azul caneta. É idiota. O cara que vota num cara desse daí é um idiota. É um idiota, um imbecil, um canalha. Não tem coisa mais democrática do mundo que eu voto. Que é o voto. Porque o voto do pobre tem o mesmo peso do voto do rico. Vai, põe um áudio aí. O cara vota num idiota desse daí, ó. E o cara que vende o voto? Federal.
E você não consegue dizer o que você vai fazer, nem o que você pensa?
Agora eu não posso dizer ainda. Como agora não? Agora é a hora pra você falar isso. Não é a hora ainda. Deixa eu só entender uma coisa, Manuel. A gente vive... Calma, calma. A gente vive um momento de polarização política no Brasil forte, né? Então tem a galera da direita, tem a galera da esquerda. O Manuel tá posicionado onde? Você é mais de direita, você é mais de esquerda, você é mais conservador, você é mais... Onde que você tá no espectro político? Eu sou mais na minha, mas fica tranquilo, né?
o que calma calma a gente precisa entender esse propósito a gente precisa entender esse propósito eu estou perguntando pra eles só porque eu sei que eu tenho que ter um respeito por você como pessoa mas o que você vem fazer aqui é absolutamente nada
Nada, nada. Tô sentado na cadeira. Sentei. Vamos lá. Fala, Diogo. Você derrubou, Regis? Me cita uma. Não, não posso falar. Não, não. Me cita uma coisa.
uma coisa não, eu queria entender... não, dá pra ir de novo, hein tem mais coisa, hein? tem mais... essa aqui tá errada! não, Manoel, Manoel, você tá querendo ser... como não pode falar? eu não quero consertar o que tá errado não, peraí, para! você vem aqui... não, não, não, peraí, não consegue... calma, não, peraí, não consegue... você vem aqui... você vem aqui... calma, não fica nervoso... não, eu tô muito calmo... você vem aqui com o seu assessor, seu fotógrafo aí, sei lá o que que é...
Você vem aqui pra dizer que você é pré-candidato a deputado federal. E você não consegue dizer o que você vai fazer, nem o que você pensa.
Agora não posso dizer ainda. Agora não, agora é a hora pra você falar isso. Não é a hora, não é a hora ainda. Deixa eu só entender uma coisa, Manuel. A gente vive... Calma, calma. A gente vive um momento de polarização política no Brasil forte, né? Então tem a galera da direita, tem a galera da esquerda. O Manuel tá posicionado onde? Você é mais de direita, você é mais de esquerda, você é mais conservador, você é mais... Onde que você tá no espectro político? Eu sou mais na minha, mas fica tranquilo.
Eu fico na estrada, velho. Não, não, parou, parou, parou, parou, tá bom. Calma, calma. Não, calma. Mano, será que vai ser o Tijiririca 2.0, velho? Não, não pode. Ele consegue ser pior do que o Tijiririca.
Porque o Tiririca já foi uma imbecilidade. O Tiririca nunca somou nada. Ele nunca somou nada na política brasileira. Zero. Ele só somou para ele. Porque foi um cara que votou sempre a favor do governo. Então, um cara que nunca somou nada. Então, você votou no Tiririca, você jogou seu voto fora. Se você votar no imbecil desse daqui, você vai jogar seu voto fora. Entendeu? É isso que você vai fazer. Mas Castro, é um cara...
É isso que é o problema. Esse é o revésio. Ele é pro São Paulo? É pro São Paulo. Agora, ele é pro São Paulo. Olha a popularidade desse cara hoje.
Olha a popularidade que ele causou. O cara esses dias, ele disse que tomou golpe. Esse cara tomou golpe, disse que tomou golpe de empresário, de mulher, sei lá que porra. Ele tomou golpe, todo o dinheiro que ele perdeu. Deixou ele endividado e tudo mais, não tinha nada. Aí o cara me aparece, agora que não tem nada, querendo ser deputado.
Não, meu irmão, eu vou falar pra você, cara. E tem gente que vai votar nesse cara, porra. Tem, lógico que tem. E a popularidade dele tá escrota. Meu irmão. Escrota. Ele é deputado federal, não é isso? Eu vou querer entender porque ele não pode falar. Vai ter muito deputado estadual que vai querer dobrar com ele. Você é estadual, né? Eu sou estadual.
Pergunta se eu dobraria com ele Aqui ó, que eu dobraria com ele Nunca, velho É, Castro Vai dar uma dobradinha do cacete Castro e o Caneta Azul Caraca, Castro Aí ia jogar todo o meu currículo no rio E o cara É o que eu falo O Castro tem Já mandei aqui pra agenda, vamos chamar o Caneta Azul O Castro tem Me chama esse dia
Tá bom, pra mim moê ele aqui, moê. O Cacho tem... O Cacho tem 30 anos de polícia.
É um cara que tem um currículo. É um cara que tem... Você está entendendo? Aí um cara desse, qual currículo o cara tem? Porque eu acho o seguinte, a democracia é extremamente válida. Mas como que você vai optar por um cara que não há um histórico de porra nenhuma? Batata, pensa assim, cara. Eu tenho convicção que você vai ganhar. Espero que você ganhe, né? Lá no Rio de Janeiro. Espero mesmo, de coração, que você seja eleito. Agora, você imagina o que você vai ganhar.
o cenário. Você não consegue ser eleito em uma desgraça desse quando você consegue mesmo. Fala pra mim, cara. Fala se me enviar os dois dedos no cu e rasgar. É de doer, né, mano? É de doer. Não, cara. Porque o que acontece? O cara, realmente, o cara não tem consciência de nada, cara, nada.
Tu vê que ele é... O cara não sabe explicar... Ele parece que caiu do colo quando criança. O cara não sabe explicar o que é um deputado federal, meu irmão. Verdade. O cara não sabe. Se você perguntar pra ele qual é a diferença de um deputado federal e de um estadual, ele não sabe, meu irmão. É doer, né, cara? De doer, né, cara? É o cara também brincar com o pleito, né? Vamos legal? Vamos legal? Eu acho assim também.
Qualquer um também, Castro. É foda. Eu acho que deveria também ter um... Uma régua, sabe? Aqui, ó. Ó, meu irmão. Vocês têm essa ferramenta aqui na mão, ó. Você, o povão, você tem essa ferramenta aqui na mão. Não tinha na nossa época, né, irmão? Não tinha, não tinha. Pega o nome do candidato que você tá pretendendo votar. Joga aqui. Quem tiver aquele chat GPT... Pode entrar, pô. Aqui, ó. Joga aqui o nome do seu candidato. E aí você vai ver. Pesquisa, pô. A história. Você vai ver a vida pregressa dele. É isso mesmo.
Você tem um candidato em mente, aí você vai olhar, esse cara tá respondendo processo por corrupção, meu, não vota nesse cara, porra. Ó, o pessoal tá falando aqui pro Batata contar histórias do 20 BPM.
20 mil e p.m.? Rapaz, eu tenho muita história, meu Deus do céu, cara. Eu tenho muita história. É muitos anos de história, é igual o Castro. É uma pilha de história e por mais que a gente conte, por mais que a gente conte, aí daqui a pouco tu tá sentado assim, tu fala, porra. Tem mais uma. Eu já fiz essa merda. E o que mais me impressiona, né? É o que que faz o carisma da nossa história?
É a espontaneidade, porque a gente, como tu não inventa, você conta com espontaneidade. Exatamente. E a coisa sai, isso te traz uma credibilidade, né, cara? É, você passa a...
As pessoas passam a acreditar realmente em você. E aí fica aí, ó, pedindo. Eu tenho história, gente. Eu tenho história de tanta coisa, gente. Do 20º BPM, por exemplo, do 20º Batalhão. Cara, eu tenho uma última agora. Ó, você que é do Rio de Janeiro... Eu tenho uma ocorrência... O pessoal conta? Então se eu te perguntasse se você tiver uma ocorrência dessa... Tu quer o... Eu vou te mostrar uma coisa aqui, irmão.
Eu ia te falar se é verdade que lá no Rio de Janeiro as mulheres são muito pra frente, pra cima dos policiais. Cara, deixa eu te falar uma coisa. Eu acho que elas são simpáticas, cara. Educadas, com as pessoas que realmente... Mas não, mas é aqueles papos de Maria Batalhão, Maria UPP, como é que é? Cara, sei lá, cara. Eu, assim, no meu batalhão não ia não, entendeu?
No batalhão da gente nunca vai. É, cara. Lá a gente expulsava elas e a gente negava. Tá certo, tá certo. E o que que acontece? Me contaram que em outros batalhóis elas iam, entendeu? Mas lá no meu nunca foi. Entendeu? Eu juro. Eu juro, eu juro, eu juro. Olha que coisa legal, cara. Eu tava vendo umas coisas guardadas aqui. Manda aí. E...
Cara, eu vou... Depois eu vou até fazer um vídeo, mas como a gente tá aqui no... Porque você é um cara merecedor. Eu vou te dar uma... Não, dá uma moral pra gente, pô. Conta aí. Manda aquela correta pra ele aqui. Pra mim do Rio. Opa, vou mandar. Ele vai fazer no... No corte aqui, legal. Eu vou te explicar aqui. Você passa de quadro a quadro? Quadro a quadro. Tá. Passa aqui, vai. Manda aí, Alian.
Eu entrei numa comunidade... De que ano foi isso? Ano passado. Ah. Eu baleei dois caras, um carro dentro do valão. Aí ele tá com o tiro na cabeça, na bunda. Aí eu entro dentro do valão pra pegar ele e bota aí. Aí. Isso aí pra você ver como é que... Como é que são as coisas, né? Manda aí pra gente. Beleza.
Não, peraí que eu tô... Vamos colocar, pô. O link aí. Peraí, galera. Com o bagulho agora é balaria. Vamos lá. Vocês pediram... Tira o porrado e bomba. É, vocês pediram... Que isso? Vocês pediram... Tira o porrado e bomba. Caraca, mano. Isso aqui não é um valão. Isso aqui é o esgoto mesmo. Vê se tá na ordem aí.
O outro falou aqui, essa aqui eu já ouvi 38 vezes. Essa aí, eu já ouvi 38 vezes, mas você não viu. Eu não vi. O que ele tá colocando aí? Tu não viu. O Brasil hoje perdeu um esportista maravilhoso, o Oscar Schmidt. Eterno Monsanta. Eterno Monsanta, que hoje, infelizmente, faleceu. É um cara que representava o esporte brasileiro, o basquete brasileiro, foi campeão várias vezes aí.
Então, minhas condolências à família do Oscar Schmidt e a todos os brasileiros que perderam um cara sensacional. Ser humano exemplar, né? Ser humano exemplar, um caráter exemplar. Então, vai a minha homenagem ao Oscar Schmidt. É você que está levantando ele aí, Batata? É você que está levantando ele aí? É, mas volta aí, Pancel.
É você que tá levantando ele aí. E como é que ele caiu aí? Só pra saber. Valeu. Então, nós entramos naquela rua. Esse não é o primeiro, né? É. Esse não é o primeiro. É o outro. É, mas eu vou mostrar o vídeo aqui. Aqui é outro, outro. Outro. Não, tem três. Tem mais. Ah. Esse aí. Pode ser esse primeiro? Ah, é, porque... O que que acontece? Eu entro naquela rua lá em cima. Quem que tá filmando?
Demorador. Zé Polvinho é foda. Lá, lá, lá, lá. Quando ele levanta, ele tá baleado na cabeça do lado de lá. Tá baleado na cabeça? É. Eu balei, ele abriu aqui. Quando eu boto a mão nele assim, olha só, eu pego outra pistola, olha lá. Ó, ó. Que porra é essa? Olha lá. Uma pistola na cinta dele? Outra pistola. Olha lá a cabeça dele, não rasgou a bala. Tô vendo, tô vendo. Olha lá a pistola.
Olha lá, pegou ali. Ali, raspou no crânio dele, tá?
Acho que o cara operou. E ele tá com um tiro na bunda também. Eu dei de 5, 5, 6. Foi eu que baleei ele. 5, 5, 6 na bunda? Nem na cabeça. Mas você literalmente arrombou o cara. E olha lá, ó. Olha lá. E ele caiu lá deitado dentro do valão? Essa água preta aí? Porra, mas se você desce ali pra pegar o cara. O cara tá com a pistola, o cara mete bala em você, hein? Ih, irmão, ele tá baleado. Tu vai ver como ele tava. Eu achei que ele tava morto lá, porra. Vai. Olha lá, mano.
Aí, ó, o cara tá... Não, o cara tá puxando ele com a corda. Então, mas o cara tá colocando... Olha lá nas pernas dele, tá vendo o sangue, pingar. Aí, ó, o cara vai ficar de pé, pô. Olha lá. É, mano, você correu um risco aí, mano. Claro, mas é... Esse cara consegue te meter bala, velho. Sim, sim.
Aqui, tá vendo essa rua lá? Tá vendo a viatura? É que ele desistiu. Tá vendo ali? Aqui, aqui. Ele mijou, né, meu? Peraí, peraí. Ali. Ali. Tá vendo a banquinha ali? Uhum. A boca era ali, ó. Tá vendo? Sim. A banquinha aqui, ó. Ele estava aqui nessa esquina. Eu entrei de lá, ó. Aí, só que nós entramos a pé. A viatura veio depois. Aí a bala começou a voar ali.
Aí no outro, no outro vídeo, ele caiu lá deitado, porque eu baleei ele aqui, ele saiu correndo aqui por aqui, ó. E caiu aqui dentro da água. Pluf! Aí ele ficou caído aqui. O outro soltou a pistola e se deitou na rua. Isso aí é o Voltano. Os caras esqueceram você lá, hein, meu? Não, só desceu eu.
Aí é só eu subindo. É o Zé Povinho ali, ó. É. E ruim, é alto pra caralho, tá? É? Você tá peidando pra subir, Batata. Não, mano, é alto e a corda é fina, pô. Ah. Aí. É, tá pensando que é mole? É, o cara CPM no Rio não é fácil, não. Aham. Pô. Castrão. Olha, ainda deu um sorrisinho pra quem tava gravando ainda. É.
Tem mais um aqui, ó. Esse aqui tá bom. Esse aqui tá bom. Porra. Ah, esse pescou maluco, velho. Ai, fala aí se vocês já viram esse. Vira o pânio, viu? Falei que não viu.
Aí, ó, você pescou. Olha lá o cara onde tava. Olha como é que o cara tá, parceiro, dentro d'água. O pior é que o cara tá baleado, ele não pega... Olha lá, mano. Não pega nada. Olha lá. Quando eu cheguei perto dele, eu vi que ele tá bom. O Batata pegou um bagulho no pé dele aí. Irmão. Uma frieira, o cara. Ficou doente? Eu fiquei nada. Agora o cara baleado. Olha lá, cara. Ele tava...
Fudido, parceiro. Eu peguei ele, ele tá deitadão ali, fodido, ele tá doidão, porque ele tomou um tiro embaixo da cabeça. E a perna dele tá vendo o sangue embaixo? Ele tá baleado. Assim na bunda. Tá vendo que saiu nada de sangue vermelho, assim? Aham. Aí, ó. Tá vivo?
Tá vivo? Ele tá vivo. Foi aquele que subiu lá, que tava com a pistola. Não, até hoje, depois do tiro na cabeça. Ah, tá, tá, operou, pô. Fui depor, pô. Mas ali, ó. Mas ali você devia ter passado a corda no pescoço dele, cara. Porra, cara. O nego tava filmando.
Amanhã o Ministério Público. Apologia ao crime, apologia à tortura. Apologia o quê? Eu fui lá salvar ele. Salvou ele, cara. É aí, ó. Se eu largo ele ali e ligo pro bombeiro, não vou querer atirar você, não. Eu não sou obrigado a fazer isso, não. Não, mas eu não faria, não. Chama o bombeiro. Tu deixa ele ali, porra. Só que lá, parceiro, começa a inflamar a favela, irmão. Depois tu não tira mais.
É, não é assim não. Aí ele aparece sem arma lá na casa do cacete. Vira inocente, porra. Aí você depois e tal, e chegou lá e perguntaram o que que você... Por que que você tava atirando 5.56 no cu do cara? Ah, porra. Fala a verdade. O bagulho é doido, Paciano. Não, mas você meteu bala de 5.56 na bunda do cara. Irmão, não. O cara já era bunda rachada agora e ficou... Não, eu entrei na rua.
E ele atirando. Aí ele veio pau, pau. Aí eu bala neles. Tinha dois. Aí eu não acertei. Esse aí, eu já peguei ele quase no meio da rua. Aí eu vim botando nele. Aí pegou um tiro na cabecinha, ele meio que rodou. E os outros dando tiro aqui. E eu dei outro. Pegou uma meia assim na bunda dele. Entendeu? E ele caiu lá dentro do balão. Só que a pistola dele ele não soltou não.
Quando eu cheguei na rua, tinha uma pistola no chão, a carga e um moleque desarmado. Pra mim, ele pôde, eu falei assim, porra, porque eu vi esse aí. O outro tava mais pro canto ali na barraquinha, na curva. Tá de pistola também eu não vi. Eu, pra mim, a pistola que caiu na rua era a dele.
Entendeu agora? Aí quando eu cheguei lá, era outra pistola, porra. Aí tem a foda ocorrência aí, porra, que eu apresentei as duas pistolas, tá? Droga pra cacete. O resgate do bandido tomou na bunda. É. Foda, eu gostei, mano. Esse vídeo é foda, velho. Maneiro, né? Você prefere um desse daí de você retirar ele lá do esgoto?
Ou ter que ficar trocando tiro em comunidade mesmo, de morro. O cara tá lá em cima e você tá embaixo. Irmão, deixa eu te falar. É... A gente vive tanto tempo essas porras, né, Castro? Que a gente acaba não preferindo mais porra nenhuma, né, cara? Fica um bagulho. É o que viveu, o que vinha é lucro. É lucro, meu irmão. Tu tá no bagulho, né, cara? É tantos anos trocando tiro. Tchau, tchau.
Porra, o que acontecer está acontecendo. Você toca muito mais do que a gente aqui, muito mais. Mas Castro, existe também um seguinte... Aqui tem cara que trabalha 30 anos na PM e ele nunca teve uma troca de tiro. Mas Castro, lá também tem, Castro. 30 anos, cara. Não, lá também tem. E o cara chega, o cara vai para a reforma e ele fala assim, nunca precisei dar um tiro, cara.
Então, Castro, mas olha só. A polícia, Castro, é formada... Todo mundo acha que o cara... Tu gostava de patrulhar. Mamava. E tinha cara que, porra, tu botava ele dentro da viatura, ele... Porra, mano, tá maluco. Ia passear de viatura. Ele não queria trabalhar. E em todo lugar tem isso, mano. É todo lugar. Isso é uma coisa totalmente natural, cara. Isso é normal.
Não é diferente aqui, não é diferente no Rio, diferente em lugar nenhum. Entendeu? Extremamente normal, Castro. Tem mais perguntas aí hoje? Vamos de perguntas. Cadê a galera? Vamos passar primeiro o vídeo do Batata. Põe aí o trailer do Batata para a galera ver. Fala aí, Batata, o que tem amanhã aqui no canal?
Aqui, pô, amanhã tem uma guerra violenta aí com a molecada miserável. Amanhã é dia de debate. Olha que delícia. Olha que delícia, cara. Esse aí são Zezo, porra. É a geração Z. Meu irmão, esse moleque aí é de arrancar os cabelos da gente, tá? Bora, galera. Esse aí. Vamos assistir esse debate. Fica vendo os absurdos.
Quem é que sabe fritar um ovo? Todo mundo, né? Eu trabalho muito, eu não aguento mais trabalhar. Porque vocês acham que são... Pra quem eu vou trabalhar pra ganhar um salário mínimo que eu não consigo nem sobreviver? É neurose, paizão. O bagulho é vagabundagem mesmo. Gosto de trabalhar, não. Porque ele pega a visão. Pra que trabalhar se o futuro é a morte?
junto comigo vocês não suportam tomar um esporro não é um homem tu é sujeito a homem porque homem tu não é você não suporto gritar com vocês voz não é sinônimo de superioridade me poupe de significante hoje vocês não suportam nada vocês não sabem como eu vivo vocês não sabem estar na minha pele é uma geração fraca você sabe o que é que eu tenho que fazer para conseguir um iphone 13 batata
Eu tenho que trabalhar que nem um conno, meu irmão! Não tem força nem pra mamar o peito, peito! A minha mãe é diarista, o meu pai é um viciado. Você tem a geração mais menininha do mundo. Você tem a geração mais menininha do mundo. Você tem a geração mais menininha do mundo. Você tá se alterando muito. Tá vendo o que esse bando de velho tá fazendo no mundo aí? Exatamente, eu tô falando da tua. É, da sua. Eu tô falando da tua? Da...
Aí tu fala, aí não, você tem que suportar e ficar sentado com um menininho bonzinho. E a gente vai ter que ficar aguentado, óbvio que não, porra! A gente vai chegar e vai querer quebrar tudo! Tiveram ou tem paz ausente. Irmão, você é a geração Z. Porra!
Nós não somos a geração Z, nós somos a geração eleita. Nós somos uma geração santa. Você sabe o que é isso, cara? Você expulam? Eu não gosto mesmo, não, cara. Eu sou vagabundo. Ele, cara, ouroamite, dois... Quem não toma surra vai pra vida errada. É que é uma geração. Entendi. Obrigado, meu amigo. Que isso, cara?
Todo mundo, né, tropa? Todo mundo. Todo mundo. Tu sabe fazer alguma coisa? Vocês são militares? Não adiantar, viu? Tá trabalhando, trabalhando, trabalhando e ganhando pouco. Aí quem não quer trabalhar, porque a minha idade. Que gozão, pai? Tá aí, gente. Amanhã tem um debate do Batata aqui no canal. Que vocês marquem presença, tá? Estreia às 19 horas. Eu vou assistir essa porra aí, né?
Eu já assisti já, tá muito bom. Ai, cacete, cara. Só os vagabundos mesmo. Ai, meu Deus do céu. Aquele moleque dá vontade de virar de cabeça pra baixo, cara. É batata contra a conta. Ele não fala coisa com coisa, ele fala... De cinco geração Z. Não, esse aqui é a geração Z. É bom, é um dialeto totalmente diferente, cara. É o caso de quem sabe que eu pego a visão, chefe. Quando eu sei o que eu lá, eu falei, caralho! Não, e você... Se é eu, eu ficava assim, ó. Não, é difícil, cara. Não, o esquema é morar na casa dos pais, não fritar um ovo, jogar videogame e não trabalhar.
Chupar cano. É mesmo, cara. O molecada gosta de chupar um cano. Quem é que gosta de trabalhar, hein? Tem gente na aguilha, né? Ai, meu Deus. Vivo chupando um cano. Você vai na molecada, a molecada hoje em dia é só chupar cano. Vai na balada, fica uma porra de um bagulho que eu não sei, que parece um vaso, que sai fumaça, e o pessoal fica chupando aquela porra. Mano, consigo entender, cara. Tem o vídeo do Insta também. Abre aí pra gente.
Mano, fazer uma propaganda muito boa, porque esse vídeo tá muito bom. Esse vídeo? É. Esse vídeo é porreta. Isso aí. É o que tu me passou? Sim. Puta merda, esse vídeo é porreta. Aí, pronto. Primeiro, primeiro, primeiro ali. Aí, ó. Esse, isso. Bora.
A sua geração é esse mimimi. Mas por que minha geração é merda? Provoca! A sua geração é uma geração fraca! Claro que não! Fraca! Eu não faço... Minha primeira afirmativa é a geração mais informada hoje da história. Não sabe trocar um pneu, não sabe botar uma lâmpada, não sabe fritar um ovo. E quem discorda disso pode sentar aqui.
Como é que você diz que a geração é atual? É o maior problema, sendo que a geração antiga não ensina a gente a fazer, não ensina a gente como deve agir. A geração antiga, infelizmente, muitos que estão aqui tiveram ou têm pais ausentes na vida deles. Agora você quer falar que a gente não sabe trocar um pneu? Que a gente não sabe fritar um ovo?
Então, mano, como que você quer falar que a gente não sabe o que quer fazer se você mesmo não sabe? Você não sabe se você é influência, policial. Eu acho que você nunca trabalhou de verdade, mano. Eu acho que você era o cara que quando estava tendo a operação, os homens de verdade eram todos lá e morriam e você ficava no canto se escondendo. Fala, galera. Sou o Batata da Márcia, 25 anos de policial aqui no Rio de Janeiro. Estou aqui hoje no Redcast e vamos debater com 30 Geração Z.
E tem mais, hein? A gente tem mais vídeos aí saindo, mais cortes aí pra galera, pra todo mundo curtir e tá acompanhando com a gente amanhã, 19 horas aqui no canal. Bora pras perguntas? Eu tô ficando velho mesmo. Tá indignado? Tô ficando velho, cara. Indignado. Bora.
Vinícius Bortolotti dou 20 reais. Bolsonaro, 2026. Abraços do Mato Grosso do Sul. Boa. Quem que vai ser o governador lá no Rio, hein? Tá bagunça, porra, hein, velho? É, nós temos lá pela direita, lá.
Hoje é o... Ai, meu Deus do céu. Douglas Ruas. Douglas Ruas. Cara, um policial civil. Gente boa demais, cara. O cara é maneiro. O pai dele também é um cara sério. E... É um cara gente boa, brabo. Um cara abraço. Um cara policial civil.
Vamos ver, né, cara? Ele é da direita, é um cara que... E da esquerda? E da esquerda, quem é lá? Eduardo Paes, né? Eduardo Paes. Acho que é o Eduardo Paes, não tem outro. É, o Eduardo Paes. Puta que pariu. É o Eduardo Paes, cara. Caralho, a pessoa votar no Eduardo Paes, mano, eu vou falar pra você, cara. Tem que se fuder mesmo o ritmo. Cara, o que eu tô falando, cara, que é de doer. Sabe o que é de doer?
É a mesma coisa que aqui em São Paulo você votar no Boulos. Porra! Mas o cara, ele vai, mano. Você tem noção... Não, não, não. O Boulos é pior. Você tem noção que o... O Boulos é pior do que o Eduardo Paes. Ah, então no mesmo pacote. Não, cara, mas o Boulos tem mais história. O Boulos é de fuder. O Boulos é de fuder, mano. Se tu votar no Boulos, tu não sabe nada. O cacete. É muitos anos pra ser o Boulos.
Eu ia falar que o Eduardo Paes tem voto pra caramba. Você não viu ele lotando um Copacabana com o show da Lady Gaga? Não, não, não. Com o show da Madonna? Então, cara. Você acha que esse pessoal vai votar em quem? Não, não, mas enquanto você vê o estado fodido, o estado fodido, é aquele negócio, né? Dá pão e circo pro povo, né, cara? É. Mas aí é outra pegada. Nego vai pra ver. Nego vai pra ver. É de doer mesmo, entendeu?
Lady Gaga tá cagando pra nós Porra, cara Não, e veio a Madonna Botou quase 5 mil pessoas lá, irmão E a Madonna Uma véia recalcada, mano Não, e você não sabe, o show dela Bicho, uma promiscuidade violenta É maneiro pra caralho Todo mundo adorou Eu tava lá fazendo policiamento Encheu pra porra Eu me fugi nessa Desculpa pra você, cara
Aí, cara. Bora. Próximo. Tem um superchat aqui, o pessoal tá falando que essa é a live pro Castrão passar pano pra PM Yasmin. É aquele negócio. Eu não tô passando pano. Enquanto você não me mostrar um vídeo de que ela não foi agredida...
e que a mulher não partiu pra cima dela, eu vou continuar acreditando nela. Se você me mostrar, eu dou uma mão palmatória. Não é a primeira, não seria a segunda e nem a terceira vez em que eu cometo um agafe e eu vou lá e me retrato. Mas enquanto não tiver nada comprovando de que ela fez o disparo porque foi agredida, então, em dúbio, pró-reo. Beleza?
E pode ficar chateado comigo, pode... Cara, eu vou sair daqui, vou pra casa, vou cagar e vou dormir. Do mesmo jeito.
Já era. É aquele negócio. Se eu sou aquele cara, eu tenho a minha opinião, como batata tenha dele, né? E a gente não fica naquela de ter opinião baseada na opinião pública. Eu tenho opinião baseada na minha experiência, na minha convivência, na minha consciência. E eu sou, cara, eu penso assim. Se você pensa diferente de mim, isso se chama democracia.
Pensa de frente de mim de boa. Gente, a gente já ficou quase uma hora falando desse assunto aí no começo da live. Só você voltar no início da live que a gente tem toda essa discussão. Já mostramos o vídeo, já pegamos de outro ponto de vista. Tem lá a opinião de todo mundo, as argumentações e tudo mais. A gente já falou desse assunto logo no início da live.
Não foi pouco tempo, não. Então a gente tratou o assunto com a devida seriedade. Não é não, Batata? Foi, foi. Realmente, eu acho que, por mais que a gente tenha... Eu acho que cada um se posicionou da maneira mais coerente possível. Eu acho que foi muito legal. Chegamos a um consenso. E outra, satisfez todo mundo. Claro, claro. O pessoal que pensa diferente de mim...
votou no Batata e quem pensa igual a mim, votou em mim. Entendeu? E já era. Todo mundo que tava aqui na live, uns criticaram, me criticaram, outros criticaram o Batata, né? E vida que segue, velho. É isso aí, funciona assim. Quem seria do azul se todo mundo gostasse só do amarelo?
Não é verdade? Então a gente tem que ter essa discordância. Tem que ter isso. É normal. Eu continuo com a minha mesma opinião. Eu continuo porque eu não sou o piolho que vai pela cabeça dos outros. O Batata continua com a mesma opinião dele. Isso daí é a pessoa ser autêntica.
Não é aquela pessoa que muda Muda de ideia conforme a A pressão, não Eu sofro pressão desde quando eu dei minha opinião Mas eu continuo minha opinião Eu sou turrão, velho Eu sou véio chato, mano E se você acredita Me segue, beleza, acredita em mim, beleza Se não, beleza também Vida que segue O respeito continua Exatamente Teve mais alguma coisa aí, gente?
Não?
Então é o seguinte, vocês vão ser redirecionados pro nosso debate de amanhã. Defina um lembrete, tá? Pra você assistir aí. Sargento do Atata, pede pro pessoal assistir amanhã, 19h30. Claro, com certeza, galera. Por favor, dá uma moral lá, dá uma olhadinha. Faz parte, fizemos um trabalho maravilhoso. Porra, eu acho que vocês vão gostar. Foi extremamente divertido e traz uma realidade, tá, gente? Por mais que a gente fosse divertido e tudo mais, eu acho que a gente precisa olhar isso com seriedade. выз выз
Porque é uma geração que está nascendo e ela é importante, porque ela é o nosso futuro, é o futuro do país. E precisamos direcionar isso, tá, gente? Ó, dá uma olhadinha lá, por favor. Vocês vão ter certeza que nós estamos fudidos.
com essa geração. Ali vocês vão ter certeza absoluta que nós estamos fodidos. Porque essa geração nós perdemos. Vamos investir na próxima. Quem tem um filho pequeno, invista no seu filho, cuide do seu filho, eduque seu filho, ensine seu filho a ter caráter, a ter moral, a respeitar as pessoas, respeitar a pátria. Entendeu? Ensine isso pro seu filho. Porque essa geração Z aí, infelizmente, nós perdemos. É isso aí.
Bom, isso aí, gente. Se vocês vão ser redirecionados, então, defina um lembrete que amanhã estreia às 19 horas aqui o debate do Sargento Batata versus 25, direção Z. Tamo junto. Obrigado, gente, pela participação. Obrigado você, meu irmão. Muito obrigado. Obrigado a todos. Irmãozão. É nóis, meu irmão. Segunda-feira.
Pode falar aí, segunda-feira, né? Pode Castro. Pode. Segunda-feira, pode Castro. Vou entrevistar Victor Ruiz às 20 horas e vou entrevistar o Bambam às 11 horas, mas o Bambam provavelmente vai ser gravado. Eu informo para vocês depois. Depois a gente vai passar, beleza? Show. Isso aí. Valeu, galera. Acompanhe o nosso trailer aí. Forte abraço. Valeu.