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PÓS-DEBATE: SACANI vs CRIACIONISTAS - PART. EDUARDO LUTZER & EBERLIN - REDCAST

16 de abril de 20262h53min
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PÓS-DEBATE: SACANI vs CRIACIONISTAS - PART. EDUARDO LUTZER & EBERLIN - REDCAST.Ciência, controvérsias e confronto de ideias envolvendo o debate de Sérgio Sacani e os comentários de Eduardo Lutzer e Eberlin, em uma conversa que promete gerar discussão. Prepare-se para questionar, refletir e formar sua própria opinião sobre temas polêmicos.#sacani #criacionismo #debate.SIGA nosso INSTAGRAM ➡   / redcastoficial  =====================================================▶ ENVIE SUA MENSAGEM AO VIVO: https://app.donaty.com.br/redcast?▶ HASHTAG TREINAMENTOShttps://eventoshashtag.herokuapp.com/...▶ TRIADhttps://triadfi.co/?ref=REDCAST▶ 👮🏻‍♂️ INSTITUTO ÓLIVER CARREIRAS POLICIAIS 👮🏻‍♂️👨🏻‍💻 Site Oficial 👉🏻 https://institutooliver.com.br/ 👩🏻‍🎓 Curso EJA em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/S28462720M 👨🏻‍🏫 Curso Superior Sequencial em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/Y11127534P 📞 34-993004408📶 @instituto__oliver_oficial▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO REDCAST• @redcastoficial ▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO HOST• Junior Masters: @ojuniormasters.AS OPINIÕES, CONSIDERAÇÕES E COMENTÁRIOS EMITIDOS PELOS CONVIDADOS DO PROGRAMA, SERÃO ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE RESPONSABILIDADE DE QUEM OS EMITIR.O REDCAST NÃO SE RESPONSABILIZA PELAS MESMAS.=====================================================Spotify: https://open.spotify.com/show/2qGNLUO...YouTube Music:    / @redcastoficial  Amazon Music: https://music.amazon.com.br/podcasts/...Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast...=====================================================SOBRE O REDCASTO RedCast é o seu podcast para conversas diretas e honestas. Aqui, trazemos personalidades de diversas áreas para debater temas relevantes, sem censura e sem amarras. Se você busca conteúdo autêntico e discussões que fogem do óbvio, seu lugar é aqui.INSCREVA-SE NO CANAL, DEIXE SEU LIKE E ATIVE AS NOTIFICAÇÕES PARA NÃO PERDER NADA!=====================================================Quem é Sacani e qual sua área de atuação?O que significa negacionismo científico?Quem é Eduardo Lutzer e qual sua formação?Qual a trajetória acadêmica de Marcos Eberlin?Quais os principais argumentos negacionistas discutidos no debate?Como Sacani rebate as críticas ao método científico?Qual a diferença entre ceticismo saudável e negacionismo?Por que debates entre ciência e negacionismo são importantes?Quais evidências científicas foram apresentadas por Sacani?O que é design inteligente e como se relaciona com o debate?Eberlin defende quais posições sobre a origem da vida?Como a comunidade científica enxerga o negacionismo?Quais os riscos do negacionismo para a sociedade?Existem pontos de concordância entre os debatedores?Como identificar argumentos falaciosos em debates científicos?Qual o papel da divulgação científica no combate ao negacionismo?Lutzer apresenta quais críticas à ciência tradicional?O que é consenso científico e por que é relevante?Como funciona o método científico explicado por Sacani?Quais temas polêmicos foram abordados no encontro?Por que alguns cientistas rejeitam teorias amplamente aceitas?Qual a importância do debate público sobre ciência?Como distinguir opinião de fato científico?Quais as credenciais acadêmicas de cada participante?O debate aborda questões sobre evolução biológica?Como a filosofia da ciência entra na discussão?Quais fontes confiáveis foram citadas durante o debate?Existe espaço para diálogo entre visões tão distintas?Como o público pode desenvolver pensamento crítico sobre ciência?Onde assistir na íntegra este debate histórico?

Participantes neste episódio4
F

Felipe Sestaro

HostJornalista
J

Junior Masters

Co-hostJornalista
E

Eduardo Lutzer

ConvidadoTeólogo
M

Marcos Eberlin

ConvidadoCientista
Assuntos5
  • Debate sobre CriacionismoEduardo Lutzer · Marcos Eberlin · Sérgio Sacani · Origem da vida · Teoria da evolução · Dilúvio bíblico · Geologia e Terra Jovem
  • Repercussão do DebateReações ao debate · Cortes e comentários
  • Evidências científicasCarbono-14 · Formação de petróleo · Estruturas geológicas
  • Estudo da BíbliaGênesis · Teologia cristã
  • Design InteligenteTeoria do Design Inteligente · Criacionismo
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Não dá para acreditar que o seu sonho é ser aprovado em concurso público de carreiras policiais e você não se matriculou no Instituto Oliver, que é a maior escola preparatória de carreiras policiais do Brasil. São mais de 150 mil alunos, diversos alunos aprovados na Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Bombeiro Militar, Guarda Municipal, de qualquer estado e de qualquer município. Não dá para acreditar que você precisa concluir os estudos.

terminar o ensino fundamental e ou médico completo, e você não fez sua matrícula no Instituto Oliver, no curso EJA supletivo, aonde você termina os estudos EAD em apenas seis meses. Não dá pra acreditar que você tá precisando de um curso superior em apenas três meses, reconhecido pelo MEC, curso superior sequencial de gestão em segurança pública e privada, ou em teologia, pra tomar posse no seu concurso, que só exige superior completo. Não fala na lei de provimento de carga e carreira.

Diploma ou graduação de nível superior? Só fala superior, isso só fala superior. O superior sequencial de três meses, que basta você ter nível médio completo para você poder fazer, você consegue tomar posse com ele. Então não dá para acreditar que você está dando bobeira. Vem para o Instituto Oliver. Aqui você consegue fazer tecnólogo de recurso humano de gestão pública em um ano, se você for formado no curso de terceiro sequencial. Consegue fazer pós-graduação. Você consegue fazer faculdade também de educação física, EAD.

Então, se você quer mudar de vida, é Instituto Oliver. Aqui não tem conversa feada pra boi dormir e nem mamãe me chora. Aulas objetivas, diretas, sem conversa feada pra boi dormir. Professores altamente qualificados, todos professores são policiais. Então, para de perder tempo. Quer ser aprovado de primeira no seu concurso público? Vem pro Instituto Oliver. Quer concluir os estudos? Vem pro Instituto Oliver. Quer fazer curso superior? Venha pro Instituto Oliver. Um forte abraço. Eu sou o professor Matheus Oliver. E aqui, meu brother, a sua aprovação é garantida. Tamo junto!

Boa noite, galera! Estamos começando mais um episódio aqui do Redcast. Sejam todos muito bem-vindos. Eu sou o Junior Masters e dessa vez nós estamos aqui para um bate-papo, né? Dessa vez um bate-papo pra gente aprender mais e ter mais profundidade quando o assunto é a origem da vida, a origem do universo. Se você, por acaso, esteve fora da internet e não viu...

Saiba que você ainda pode lá ver, que já está chegando a um milhão de views, o debate com o Sérgio Sacani versus 32 cristãos. E por que esse debate viralizou bastante e está gerando muito conteúdo? Bom, porque teve muita gente fazendo react, principalmente, teve muita gente fazendo corte, muita gente que comentou sobre o episódio. E é por isso que a gente está aqui para falar de toda a repercussão, né? E trazer mais informações para o público. Estamos aqui com o Marcos Ebelin, mais uma vez aqui no canal.

É um privilégio imenso estar aqui com você mais uma vez, Júnior, com toda a sua audiência. E mais uma vez falando como tudo começou na Júnior. É a grande questão da humanidade. Queremos saber onde estamos, para onde vamos, de onde viemos. E o debate foi sobre exatamente quem somos no final.

E gerou essa repercussão toda porque é a questão maior que nós discutimos. Pode ser que existam ETs, né, Júnior? Pode ser que tenha outros assuntos mais interessantes. Se o homem foi na lua, não foi na lua. A gente estava discutindo aqui se tem clone de político, não é, Júnior? Mas o que é importante mesmo, né? Será que somos parentes de chimpanzés, amebas evoluídas? Será que...

alguém nos fez a sua imagem e semelhança, se somos filhos do Altíssimo, quando deu um abraço no Sakani, falei, Sakani, você é filho do Altíssimo? Essa é a grande questão, e por isso que gera tanto interesse, a gente está aqui de novo, agradeço o convite, honrado mais uma vez estar aqui, Júnior. E também estamos aqui com um dos participantes, né? Sim. Esteve lá, participou pouco.

Não foi tão marcante A apresentação dele quanto a sua Mas também estava lá E tem muito a agregar com a gente Estamos aqui com o Lúcio Seja bem-vindo também Obrigado, é um prazer estar aqui Eu não sou muito conhecido na internet Estou fazendo a minha Pós aqui com o professor Marcos E eu sou um dos poucos estudantes De química prebiótica Do Brasil, é um campo Não muito E eu sou um campo

famoso por aqui, fora do Brasil ele é um pouco mais famoso.

E Química Prebiótica é o estudo sobre a origem da vida mesmo, a origem química é de acordo com a teoria da evolução. Seria a base da evolução, não é a teoria da evolução em si, mas seria as raízes, a base da evolução. E eu estive participando ali no debate com o Sakani, minha participação foi de dois minutos, eu tentei entrar no assunto de origem da vida, infelizmente não deu muito certo, Sakani não quis falar sobre isso, ficou focado ali na rocha, mas foi isso.

Bom, uma coisa que o pessoal quer que você explique, o Erwin. Sim. A história é essa de Burulu Formô, de chomps e fumarola, chomps e vulcão. O pessoal não entendeu. Esse do chomps eu sei. Que é carbono, hidrogênio, oxigênio, enxofre e fósforo. E fósforo. Sim. E nitrogênio. E nitrogênio. No caso do chomps e fumarola. O que é o fumarola?

Ó, Júnior, o que acontece, até tive a oportunidade de questionar o Sacani naquele momento que a gente teve ele mais agitado, né? Ele fez uma declaração uma vez, dizendo que, olha só... Não, não, várias, né? Várias, em alguns lugares. Mas ele falou assim, olha, a origem da vida é muito simples. Você precisa de energia, água...

os elementos, e se você aquecer esses elementos num vulcão ali, a vida surge.

E quem entende mesmo da origem da vida, o Eduardo faz doutorado com o melhor orientador do Brasil, viu, Junior? Só por acaso sou eu. Sabe que aquilo é totalmente desprovido de qualquer racionalidade química. A energia destrói a vida. Carbono, hidrogênio, oxigênio, fósforo, enxofre, nitrogênio não servem para absolutamente nada.

Se você tiver esses elementos, você não vai formar vida nenhuma, você vai matar a vida com eles. Se você pegar o que vem do vulcão e colocar num lugar que tem a vida, a vida vai ser queimada, triturada, oxidada. A vida é coisa de profissional, você precisa de uma quantidade imensa de moléculas. As moléculas precisam estar viradas para o lado certo, não é que nem o Domingos veio aqui e falou assim, tem que estar viradinha tudo para um lado, é a homoqueralidade.

às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às às

E no final, ele chegou para dois rapazes que estavam na mesa e ele falou assim, inclusive, você vai lá com prospecção de petróleo no fundo do mar, tem lá uma fumarola, aquele pequeno vulcão no fundo do mar, e está soltando os elementos daquele mini vulcão, está meio quentinho.

E seres primordiais, rudimentares, pequenos camarõezinhos, ainda se formam. Os crios. Aí não poderia ser um exemplo mais desastroso, porque criou é um dos maiores genomas.

Do mundo animal, 48 bilhões de pares de base. Lembra do tetraedro do Domingos? Você teria que jogar aquele tetraedro e achar uma sequência de 48 bilhões de letrinhas para formar o Crio. É um ser extremamente complexo, tem de 25 a 30 mil genes e jamais se formaria em fumarola.

Então eu estava ansiosíssimo para chegar para o Sacanho e falar, Sacanho, vamos discutir essa história aí? Será que Crio realmente se forma em fumarola? E chompes e vulcão? Mas ele não quis saber não, ele ficou nas rochas.

E aí falou assim, você me chamou de mentiroso? Você falou pra eu bater no Jaime? Mas então, o chomps e fumarola, basicamente é essa história aí dos componentes químicos com vulcão. Chomps em vulcão, que ele diz que vida é coisa simples. É colocar elementos dentro de um potinho e aquecer com água. Absurdo, gente. Quem trabalha com origem da vida...

Sabe que é extremamente mais complexo. Por isso que eu acho assim, Junior. Junior, se você vai falar de uma área, você tem que saber da área.

Mas quem que inventou essa história do Chomps e Vulcão? Ele? Não, não inventou isso. Claro que sim. Alguém deve ter proposto isso já, né? Tem, tem o pessoal na literatura que fala assim, esses são os elementos básicos da vida, Chomps. Mas você conhece alguém, alguém na evolução química que disse que, fala aí, Eduardo, que só Chomps aquecidinho já vai formar vida?

Existe isso. Nas hipóteses da origem da vida, só pegando um gancho aí nessa questão do crio em zona de fumarola, né? As hipóteses sobre a origem da vida, na verdade, elas se dividem em um milhão de coisas diferentes, mas em relação ao primeiro ser vivo tem a hipótese autotrófica e heterotrófica, que seria se ele consegue produzir a própria energia ou não. Mas, de qualquer forma, o primeiro ser vivo deveria ser uma...

uma bactéria, cianobactéria, ou arqueia, enfim, de qualquer... Alguma coisa extremamente simples, muito simples, ou talvez um precursor disso tudo. Então, absolutamente nenhuma chance, nenhuma hipótese vai falar de algum ser vivo mais complexo como um crio.

que seria já um crustáceo, né, surgindo pronto. Isso aí não tem nenhuma base para pensar nisso. Agora, em relação a como se organiza a química para até chegar nesses primeiros seres vivos, não tem ninguém que diz que se você aquecer o chompos vai chegar nisso. Isso aí é uma simplificação que fizeram para ambiente, assim... E aí

não acadêmico, coisa de YouTube mesmo, para evitar um monte de explicação, porque o que tem é que os aminoácidos essenciais, os nucleotídeos, eles são formados por esses elementos.

E dele ser informado por esses elementos até que esses elementos consigam fazer alguma coisa, é um processo extremamente longo, extremamente trabalhoso, que a gente pode somar toda a tecnologia do mundo, toda a inteligência do mundo, toda a intenção humana do mundo a gente ainda não consegue fazer. Então...

Dizer que se você simplesmente aquecer esses elementos no vulcão, de alguma maneira, vai gerar vida, isso aí não tem nenhum respaldo acadêmico para isso. Júnior, a analogia que eu fiz aqui quando a gente estava discutindo aquele meteoro lá, asteroide, que encontraram as bases nitrogenadas com o Heime. É como você falar assim, olha, para eu construir uma estação espacial, eu preciso de ferro.

Preciso de plástico, preciso de borracha, preciso de mais... Os materiais básicos ali, madeira para algumas peças e um pouco de isopor.

Claro que eu preciso. Se eu tiver madeira, isopor, borracha e esses elementos, vai aparecer uma estação espacial? Não. São condições necessárias, mas são extremamente longe das condições suficientes. Esses elementos são os elementos básicos da vida, mas eles precisam estar arrumados em aminoácidos, que são estruturas extremamente complexas. 20 aminoácidos.

É muito mais complexo do que os átomos. Você precisa ligar esses elementos, não é assim, foi ligando. São ligações específicas que ocorrem com ribossomos, maquinarias da vida que grudam isso daí.

Então por isso que a gente quer questionar, a gente quer confrontar, porque não pode passar essa informação. Eu acho que os nossos jovens... Essa desinformação, né? É a desinformação. A gente tem que falar o que é real. Tudo bem, se você tem uma ideia naturalista sobre a origem da vida, não tem nenhum problema. Mas não pode falar que bota chompes em vulcão, dá uma aquecidinha que vai formar. Crio em volta de fumarola, essa...

E não foi uma vez, o Sacani falou umas três vezes, tem dois, três vídeos diferentes em que ele fala do... Não, tem vários, vários. Crius em fumarola. Aí eu não tive outras, eu falei, e o Criu em fumarola, Sacani? Alguém tem que confrontar, não pode, não pode, Sacani, não pode ficar falando essas coisas, porque as pessoas vão acreditar que a vida ainda está... Isso é geração espontânea, o Júnior.

Isso é teoria medieval que já foi refutada por pasteira. Não tem sapo. É a mesma coisa que eu falar para você assim, Júnior, deixando uns trapinhos ali, com o resto de comida, vai aparecer rato. Sapo se forma no lodo dos pântanos.

Isso é teoria medieval de geração espontânea. A gente sabe muito mais hoje. Hoje, a origem dessa ideia toda de que elementos químicos poderiam gerar vida, ela se dá com o próprio Darwin. Darwin, na verdade, quando ele escreveu a origem das espécies em 1859...

Ele falou que todas as espécies teriam um ancestral em comum, só que esse ancestral em comum, como ele não sabia explicar de onde esse ancestral em comum teria vindo, ele disse que esse ancestral em comum foi soprado por Deus. Então Darwin disse que foi Deus quem fez o primeiro ser vivo e ele evoluiu para todos os outros, de acordo com a história que ele tinha contado ali no livrinho dele. O problema é que os próprios discípulos de Darwin, como Hakel,

que era o maior porta-voz de Darwin na Alemanha, por exemplo, o Huxley, que era o chamado Bulldog de Darwin, eles não se contentaram com isso, porque eles não gostavam da ideia de ter Deus em nenhuma parte da equação. Então eles começaram a pressionar Darwin, dizendo, eles escrevem isso literalmente, que a teoria da evolução nunca estaria completa, a menos que se fosse proposto, encontrado, a origem deste primeiro ser vivo.

Então, no caso, é daí que veio a procura da origem da vida. Darwin viu essa afronta que os seus próprios pares, seus colegas estavam fazendo, e ele começou a ficar muito preocupado. Darwin era extremamente...

como é que chama, depressivo, ele tinha um monte de problemas psicológicos ali, e ele começou a ficar muito preocupado com isso, até que ele escreveu numa carta certa vez, que não seria impossível você pensar, que se tivesse uma poça super nutritiva, ele chama de warm little pound, isso é, uma pocinha quente.

uma poça super nutritiva e tivesse energia suficiente ali naquela poça, que daí que vem, inclusive o Sacani fala isso aí, que vem raios e energiza a poça, e daí consegue formar algumas...

pequenos organelas ali e a vida poderia surgir desse ponto. Só que é importante notar que Darwin, naquela época, ele acreditava, e ele fala isso, literalmente, outro médico na época dele fala isso aí também, que era seguidor dele, de que a célula, ela era extremamente simples.

ele acreditava que a célula era basicamente ele fala assim, uma substância gelatinosa, feita de albumina, ele faz uma explicação assim extremamente simples, como se fosse uma gelatina mesmo, é isso que ele explica que era a célula e era o que ele acreditava que fosse, então assim, você pegando do ponto de vista dele, que achava que a célula era nada era só um negócio oco lá, e ele ainda fala sem organelas, sem funções que estão lá, não sei como é que eles acreditavam que ela agia, mas de qualquer forma que ela agia, mas de qualquer forma

Então, desse ponto de vista, pode ser que até seja justificável você pensar, você acreditar que uma poça nutritiva poderia cair um raio lá e formar alguma coisa parecida. Porque eles nem sabiam o que era uma célula. Só que a compreensão que nós temos da célula hoje, nem se compara com a compreensão que eles tinham naquela época. Hoje, se você fosse dizer que a célula era uma gelatina, comparar com a percepção que eles tinham da célula como uma gelatina,

hoje a célula teria uma estrutura organizacional semelhante a uma galáxia inteira. Hoje nós entendemos muito mais a célula e tem muita coisa da célula que nós sequer conseguimos cogitar como que funciona. Hoje nós temos, é uma complexidade enorme, saiu inclusive um artigo recentemente falando das ações celulares no genoma e comparando isso a um computador quântico.

E já tinha saído um falando inclusive que foi Deus que tinha feito o computador quântico, agora saiu outro esses dias falando exatamente a mesma coisa, só que dessa vez eles não falam da parte de Deus. Porque dizem que a complexidade é muito grande, nós não sabemos como funciona. Se nós entregarmos para os cientistas mais capacitados do mundo uma célula inteira...

Todas as organelas da célula prontas. Tudo certinho. Coloca num tubo de ensaio ali. Monta a célula. Pode usar a inteligência que você quiser. As enzimas que você quiser. Até aparelhos de outras células prontas. Pode usar o que você quiser. Não vai montar. Por quê? Porque simplesmente se tudo já estivesse lá de início, ainda assim nós não sabemos como montar. O interatoma é a interação entre todas as proteínas de uma célula. O interatoma, só o interatoma da célula, ele é... Não vai montar.

ordens de magnitude mais complexos do que qualquer coisa, qualquer programa de computador, ou todos eles somados que a gente possa imaginar. Se nos dermos só as proteínas pra montar, tudo o resto já vem montado. Nós não poderíamos, não conseguiríamos montar. Porque a complexidade é muito grande. Isso se já tivesse tudo pronto nas condições ideais que você quiser. Agora, imagina uma poça completamente descontrolada, cai um raio lá, vai montar o quê? Vai montar o quê? Vai vaporizar a poça lá. Outra, raios é milhões de volts.

O que eles fazem, o que a hipótese de Stanley Miller propôs em relação a raio, seria um raio extremamente controlado, ele não chegou nem perto de milhão de volts. Porque ele diz assim, é um localzinho bem específico, perto de onde o raio cai, não é o raio, enfim. Então são ambientes extremamente controlados para formar nada ainda. Júnior, você pensa naquela fumarola?

O que vive ao redor das fumarolas, de fato? Extremófilos. São organismos, né, Eduardo? Extremamente bem capacitados para resistir àquele ambiente. Aquele ambiente é ácido venenoso, extremamente hostil. Água quente hidrolisa. Todos os compostos, enxofre, H2S, extremamente tóxico, ácido. Agora, alguns organismos extremamente capacitados para resistir àquelas condições sobrevivem ali. Música

muito sofisticados, capacitados e extremamente aptos a lidar com aquela situação extremamente hostil para a vida. Aquilo lá é uma sopa descaldante e venenosa. Qualquer organismo que tentasse começar a desenvolver a sua capacidade seria destruído ali dentro. Nunca surgiria daquele ambiente. Então por isso que a gente não pode passar para os nossos jovens a ideia de que o naturalismo venceu.

E é fácil de você sintetizar a vida, porque o Sacani aparece nas lives falando para os meninos a vida surgiu assim, foi assim, assim, ele explica, tem um programa que está uma hora falando.

E a argumentação é em cima do chomps em vulcão, crio em fumarola, ligou os aminoácidos. Gente, não pode. Burululu. A gente brinca, né? O que a gente pode fazer? A gente fala, burulululu formou. O burulululu formou, eu acho que foi o Pirula. É, mas ele falou também. Ele estava lá. Ele estava junto. É um programa Novillella junto com o biólogo. E o cara falou assim, olha, é assim.

Você pega lá os aminoácidos, vai ligando, vai formando, forma uma proteína. Júnior, para formar uma proteína, você precisa de enzimas para ligar. As ligações precisam ser específicas. Me explica uma coisa que é uma dúvida minha, que é muito comum. Quando é que a evolução começou a ser um problema?

Para o cristão. Quando, exatamente? Quando que a evolução começou a ser um problema? Não é questão que a evolução seja um problema para o cristão. Tem muitos cristãos que acreditam na evolução. Por exemplo, o problema é que a evolução é um problema para a ciência. Nós rejeitamos a evolução. Entendi.

Não é porque o cristianismo não permite que você acredite na evolução. Tem muitos cristãos que dizem que Deus criou o primeiro ser vivo e fez evoluir o resto. Ou simplesmente deixou, isso se chama de deísmo. Então o problema da evolução é a ciência, não é a religião.

Tem muitos ateus agnósticos, e tem vários aqui, inclusive nos grupos que eu estou aí, que não acreditam na evolução. Então não é questão do cristianismo, é questão da ciência. A evolução é incompatível com a ciência. Deixa eu dar um exemplo bem legal. Um dia nós estávamos aqui na Universidade Presbiteriana Mackenzie, eu e o Michael Birri. Michael Birri é o maior nome do design inteligente no mundo.

E todo mundo tem a impressão que o Michael B. é revolucionista ateísta. Ele acha que Deus guiou a evolução. Um absurdo, né? O próprio Pirula, uma vez, mandou uma menina lá uma mensagem pra ele. Falei assim, Pirulinha, meu amor. Meu querido. Foi isso que ela falou. Olha, não sei porque que o Marcos e o pessoal aí do Dizendo Inteligente fica tanto confrontando você. Eu sou cristã e sou evolucionista. O Pirula falou assim, peraí, menina. Ó, não vem não.

evolução é um processo não guiado. Não vem colocar Deus para guiar a evolução. O Pirula deu uma aula para a menina. Não tem essa história de que Deus poderia ter guiado a evolução. A evolução é um processo não guiado. Totalmente desastrado. Totalmente...

Fazendo coisas sem querer fazer. Mas tem gente que põe Deus na evolução e achava que o Michael Bie era um evolucionista ateísta. Ficava de boa. Ô, Júnior, se a evolução fosse um processo quimicamente, fisicamente, biologicamente viável, eu teria que ser evolucionista. E teria que pôr Deus pra guiar, tá?

Aí Deus, eu estaria aqui falando para você, olha como é tão bonita a evolução, Deus guiou todos esses processos aí. Mas o Michael Birri chegaram para ele e disseram, você é evolucionista ateísta? O Michael Birri deu uma pergunta, respondeu o que você perguntou agora. Ele falou assim, olha, Deus poderia ter feito do jeito que ele quisesse. Ele é Deus. Deus poderia ter feito ao longo de milhões e milhões de anos. Ele poderia ter feito uma meba evoluir, não poderia?

Agora, ele falou assim, eu, na realidade, não sei exatamente como Deus fez, mas uma certeza eu tenho. Ele não usou evolução.

Aí os caras perguntam, por quê? Porque a evolução não faz nenhum sentido do ponto de vista bioquímico e biológico. É exatamente o nosso ponto no design inteligente meu e do Eduardo. Não é que a gente tem problemas com a evolução teológica. A gente tem problemas científicos. Não bate a probabilidade de uma única proteína se formar por processos aleatórios e esgota os recursos probabilísticos do universo, como o tetraédo do Domingos. Você pode jogar uma eternidade, você não forma nem...

um genomazinha pequenininho, e os genomas são imensos. Então a gente tem problemas com a evolução, cientificamente, matematicamente, com a lei das probabilidades, com a necessidade da vida já ter partida pronta, a complexidade irredutível, a informação arbitrária, que você está aprendendo nos nossos congressos, né, Júnior? Estou sim, estou sim.

Quando a gente vê todas essas evidências científicas, a gente vai falar, pô, não dá pra pensar no burululu, não dá pra pensar no chompes em vulcão. Criou em fumarola. Quer ver uma coisa interessante? Eu, na minha adolescência, um dos livros que eu li que mais mexeu comigo, que me convenceu de que a evolução...

era extremamente problemática e que fez eu começar a estudar e fui para a origem da vida e fez eu me tornar cristão depois, chama Climb Mount Improbable, do Richard Dawkins. Richard Dawkins é chamado de o maior ateu do mundo.

Ele é, na verdade, neo-ateu. Ele é extremamente... Ele é de Oxford? Oxford. Oxford. Ele é extremamente militante. Ele escreve um monte de coisa. Ele escreveu The Blind Watchman, né? Como é que é? Em português? Elogioeiro Cego. Elogioeiro Cego. Enfim, ele tenta convencer de tudo que é jeito. Só que esse livro, ele...

Começa a falar de probabilidade. Ele tenta dar um espetáculo de química. Ele não entende polílfas de química. Mas ele tenta dar uns espetáculos de química lá. E eu, como adolescente, eu li esse livro e falei. Isso aqui é tão absurdo que eu acho menos implausível você acreditar que um ser mágico gigantesco. Que era a ideia que eu tinha na época. Eu teria criado tudo. E foi aí que eu comecei a despertar. Depois disso eu li alguns outros... .

Livros do Carl Sagan, por exemplo. Eu não me interessei muito, mas eu já vinha me interessando mais em química mesmo. O Dawkins mesmo, o que fez a carreira dele foi o Gênio Egoísta, né? E a gente tá falando... Ali é 72. Então ali, naquele momento, o Dawkins teve ali o seu ápice e tal. Depois foi justamente os outros livros dele, também aquele...

God Resolution, né? O Deus um Delírio e tal, e aí teve a nova fase dele, essa fase mais palestrante, menos professor, menos pesquisador, né? Ele escreveu uns softwares, né? Que simulavam a evolução. Colocavam lá algumas letras aleatórias e começavam a construir frases, né?

Depois foram olhar os algoritmos, os algoritmos eram programados para dar o resultado que ele fez. Não era evolução aleatória, era design inteligente. Exatamente, um software de design inteligente. O software do Dawkins, a gente foi abrir depois, olhar os algoritmos, ele já sabia o resultado final e ele ia filtrando os resultados, escolhendo os resultados que levariam ao...

produto final. A evolução não sabe qual é o produto final. É como ele falou assim que macacos digitando é... Colocar todos os macacos do universo digitando em máquinas de escrever rapidamente escreveriam Shakespeare, se você tivesse a seleção natural pra fazer a correção. Mas pra que a seleção natural, Júnior, pudesse estar lá corrigindo os macacos, a seleção natural teria que saber como que se escreve a obra de Shakespeare, mas ela não sabe.

E é exatamente essa estratégia que o Dawkins usou nos seus softwares. A vida, um deles chamava isso. A vida. E a gente foi buscar... O que o design inteligente faz? Por que a gente está no pé de todo mundo olhando? Porque a gente tem a nossa obrigação. Não é só defender o design inteligente.

A gente como cientista, toda vez que tem teorias na mesa, todo bom cientista vai defender a sua, mas vai escrutinar a outra. A gente foi lá no software do Dog e falou assim, peraí, será que a gente está errado? Será que dá para realmente em poucas gerações formar? O cara estava usando um algoritmo viciado.

Será que naquela sopa dá para formar algum tipo de vida? Não dá, as reações são proibidas. Os aminoácidos reagem entre si. Eu tenho um artigo que a gente vai publicar agora, o Eduardo está junto. A gente pegou alguns aminoácidos lá e deixou reagindo aleatoriamente sem a maquininha para ligar. Eles ligam errado. E um artigo que saiu, sabe aonde, Júnior? Na Nature. A gente está rebatendo o artigo que saiu na Nature.

mostrando como que o artigo foi totalmente enviesado, pegou aminoácidos que não reagem lateralmente e falou, olha, conseguimos provar como a proteína se forma. No artigo original eles fizeram um processo chamado BOC, que é quando você tampa as ligações laterais para obrigar que ele faça uma ligação em um lugar só.

tampando as reações laterais, eles conseguiram fazer uma cadeia polimérica maior. O problema é que quando você não faz isso, e a natureza não faz isso, quando você não faz isso, e tem um detalhe, se a natureza fizer qualquer processo análogo, como por exemplo a adição de aminas livres.

Isso não tampa só as ligações laterais, tampam as principais também. Então, ou você tampa tudo ou você não tampa nada. Naturalmente é assim que funciona. O que eles fizeram foi um design inteligente para tampar as ligações apenas as laterais e fizeram a polimerização. A polimerização é quando você vai unir os aminoácidos para formar cadeias maiores. Fizeram a polimerização apenas nas...

nas ligações principais. Aí ele conseguiu alguma coisa, só que é um projeto guiado, né? É um projeto de design inteligente, não de evolução. Esse que eu tava falando mais especificamente, nem boca eles usaram, Eduardo. Eles pegaram glicina. Gente, o pessoal que tá em casa aí, glicina é assim. Tem 20 aminoácidos na vida. O único que não dá problema...

em relação às reações laterais, é a própria glicina. O que eles escolheram? Glicina. Polimerizaram glicina na presença de ácido bórico. Da onde veio esse catalisador, ninguém sabe. Falaram que o mundo prebiótico era risco em ácido bórico. E conseguiram uma sequência maravilhosa. Júnior, você olha assim e fala, cara, que sequência maravilhosa.

Aí nós fomos olhar na parte experimental, porque a parte experimental que realmente revela, como aqueles dados lá do meteoro, que o cara reciclou lá várias e várias vezes em HCL, o Eduardo fez uma live falando, cara, isso é artefato. A gente foi olhar na parte experimental, o espectro que ele mostrou é uma fração separada num cromatógrafo. Gente, ele foi lá e separou num cromatógrafo um equipamento... .

sofisticado que tem no laboratório e mostrou o espectro da fração. Agora eu quero que você me explique, Júnior. No mundo prebiótico, onde não existe vida, a vida está tentando se formar lá na fumarola. Tem um cromatógrafo gasoso para separar a fração totalmente enviesado. E é interessante que com o uso de ácido bórico você vai causar uma reação de aminoésteres, não amino...

Outra, é uma estratégia inclusive que a vida usa. Ele sabendo que a vida usa uma esterificação, estou falando um químico bem complicado para todo mundo, ele foi lá e esterificou. Então ele usou um conhecimento que a vida já usa para influenciar todos os experimentos, Júnior, todos os experimentos, a gente pega todos os papers. A Ana Maria Garzon, ela fez um trabalho, ela... .

deu uma palestra no nosso congresso, você vai, né? Você vai ver lá o pessoal. Tudo é nesse nível. Os nossos congressos são nesse nível. Não é assim uma coisa que eu vi lá na internet, que você pega e dá uma aquecidinha e forma. A gente pegou todos os artigos de química prebiótica. A Ana Maria falou assim, dos últimos dois, três anos, ela pegou todos. Foi todos, avaliar em todas as partes experimentais. Todas as partes experimentais tem problemas seríssimos, que os referidos não estão vendo. Então, .

Pelo que você está falando, tem tanta coisa, tem tanta evidência. E por que é tão difícil derrubar essa questão da fé na evolução? Fala aí, Eduardo. Depois eu falo atrás de você. O problema é o seguinte. Foi estabelecido por lei de que a ciência tem que ser obrigatoriamente naturalista.

Então, assim, metodologicamente falando, beleza, isso pode fazer algum sentido, uma vez que você precisa ver qual o processo que aconteceu. O problema é que isso realmente, do ponto de vista geral, isso não faz sentido, porque as coisas que acontecem, elas não acontecem só por natureza. Elas podem ter desvios inteligentes, digamos assim, manipulação. Como por exemplo...

é fazer uma aspirina. Não é um processo tão complicado. A natureza tem todos os ingredientes necessários para criar uma aspirina. Só que em supostos 13,8 bilhões de anos que o nosso universo tem. Quantas aspirinas será que o universo já fez?

eu posso te garantir que nenhuma foi feita. Por quê? Porque por mais que seja um processo extremamente simples de ser feito, e qualquer químico não precisa nem ser muito inteligente, consegue fazer em laboratório, é um processo que a nível de natureza é complexo demais para eles chegarem. Então quando...

Os cientistas, e ciência não é uma entidade, tá? Cientistas, eles têm os seus pressupostos e eles colocam esses pressupostos, inclusive nos experimentos dele, quando você vai ler um artigo, e esse é um grande problema do ambiente de YouTube.

A maior parte das pessoas não sabem ler artigo. Existe diferença no artigo entre metodologia, dados e opinião do autor. Então a maior parte das pessoas que não sabem interpretar os dados, eles simplesmente vão pegar a opinião do autor e achar que a opinião do autor é ciência. Não é, a ciência são os dados.

A opinião do autor é ele tentando justificar os seus dados com os seus pressupostos. Então quando você vai fazer ciência, você tem que pegar dados, não opiniões. Então a partir do momento que você estabeleceu por lei, por decreto, de que no design allowed... A dada por lei...

Estatal mesmo. Não, não é lei estatal, mas é lei acadêmica, digamos assim. De que no design allowed, isso é, nenhum design é possível, se quer ser experimentado, você tem um problema metodológico horrível. Porque o papel da ciência é a investigação. Mas se tem uma rota que você não pode investigar, acabou a ciência. Começou a entrar em religião agora. Então a ciência, infelizmente, virou uma religião.

A ciência não. A ciência, sim. A ciência é neutra, mas os cientistas não. Então, a academia, ela virou uma religião. E existe perseguição religiosa dentro da academia brutal. E isso é de bastante tempo, não é de agora. Então, qualquer coisa, você para escrever um artigo, você tem que tomar muito cuidado para o que os outros vão pensar se você não está querendo inferir design. Porque se você infere design, acabou.

Você simplesmente não tem como ser aceito um artigo desse na academia. Ô, Júnior, esse livro, você não leu ainda, então?

O que você me perguntou, né? É o do João Paulo, Reis Braga, um livro sensacional do João. Ele explica exatamente o que aconteceu com a academia. A academia nasceu com a percepção de que um ser inteligente tinha feito todas as coisas. Porque é óbvio demais, Júnior. Os pais da ciência, 90% deles, de ganhadores de prêmios Nobel, por exemplo, todos entendiam que foi por design inteligente.

A imensa maioria da academia, até 1859, quando Darwin escreve seu livro, era do design inteligente, era do nosso time. Os cientistas nasceram com a percepção do design inteligente, que o designer seria Deus. Se fizeram a melhor ciência possível, os pais da ciência, Bolle, Pascal, Newton...

Newton, Faraday, Schrodinger, o pai da química, Boyle, ele comprava bíblias e distribuía bíblia. É um dos primeiros gideões internacionais. É um dos maiores gênios da história da humanidade, Isaac Newton, ele escreveu muito mais de teologia do que de ciências naturais. Sim, pode ver. Até hoje, os grandes cientistas.

E todo mundo entendia pela ciência que Deus tinha feito todas as coisas, pelos dados científicos. O Pasteur disse um pouco de ciência, te afasta de Deus muito, te aproxima dele. O J.J. Tonson da minha área disse assim, ó, dado após dado, espectro após espectro, a verdade que é enfatizada a cada avanço da ciência é que grandes são as obras do Senhor. Saiu publicado na Nature.

As maiores universidades do mundo, Oxford, Harvard, eles consideravam, inclusive, o prédio dos estudos de teologia, era chamado de a mãe de todas as ciências. Aí o João conta no livro que em 1859, eu também falo no meu livro, Fomos Planejados, que havia naquele momento uma briga entre a igreja e a ciência. Não foi uma briga entre dados, foi entre a ciência e a igreja.

E os cientistas estavam doidos para se livrar da influência da igreja na ciência. Esse foi o problema. O positivismo estava muito forte, o iluminismo. Eles falaram assim, vamos ter que tirar a igreja daqui. Darwin vem com uma ideia que parece da racionalidade ao ateísmo. Você vai ler o livro do Darwin e não tem um único dado científico. Parece livro de criança, né?

Ele fala assim, olha, observando, observei, observei, eu acho que modificações ao longo de um certo período sofisticaram a vida. Darwin não sabia de onde a vida tinha surgido, como o Eduardo falou aqui, uma poça warm little pound, uma pocinha quente.

Ele não sabia que tipo de modificações teriam sido aquelas e ele não sabia quanto tempo era necessário. Por que que envelhecemos tudo? Por que que agora a gente vê tudo na geologia de bilhões e bilhões de anos quando a biologia é claríssima a favor de uma Terra jovem? Por que que a gente pegou o universo que era jovem até Darwin? O universo era jovem, a Terra era jovem, todos os geólogos entendiam que a Terra era jovem até Darwin. E começamos a envelhecer, envelhecer, envelhecer com as fotos do James Webb e eles queriam...

transformar a Terra em 26 bilhões de anos. Nessa o Sacani foi contra. Você acertou nessa, Sacani? Ó, 26 bilhões. Por quê? Porque eles querem... Só 4 está bom, né? 4,5. Não, não, não. O universo 13,8. 14, 14. 13,8 bilhões. Acertei? 14 bilhões. Aí, por que eles quiseram dar cada vez mais tempo? Para que o tempo, com o tempo...

pudesse fazer os milagres que Darwin propôs. Ele não tinha um único dado, mas caiu na graça da academia. Huxley, o bulldog de Darwin, faz o Clube X. Lá na Inglaterra, a academia, Royal Academy, tomava conta de tudo, começa a mudar todos os currículos no mundo.

Toda a academia passa a ser ateia, naturalista, darwinista, e a gente começa a anunciar para o mundo que foi matéria, energia, espaço e tempo, que Deus não vai colocar sequer mais o pezinho na porta. E estamos com essa história há 200 anos. E a Academia Brasileira de Ciência lança livro, Evolução é Fato, a gente treina os nossos alunos desde pequenininho na evolução, os currículos são todos determinados pelo Ministério de Educação dos países, você tem que ensinar a evolução.

Agora, imagina quando chegam os hereges do design inteligente, os negacionistas, e falam, cara, não, a ciência é toda contrária. A revolta do outro lado é normal. Quando a evolução, a geração espontânea lá do ratinho caiu, você acha que o Pasteur teve um tempo bom? Que nada, o Pasteur ia nos debates.

E o parceiro ia nos podcasts? É assim, 30 cientistas contra o parceiro negacionista, porque ele negava essa geração espontânea. Mas nada melhor que em ciência do que um dado após o outro. A gente está atolado, afogado, abarrotado de evidências hoje.

E a academia está lentamente se reconvertendo ao design inteligente. Design inteligente não é novidade. Era o que a ciência sempre defendia. A gente está voltando às origens. E o pessoal está perguntando bastante sobre o seguinte. E a geologia? Ah, vamos falar da geologia? Vamos falar da geologia. Finalmente? A história da geologia. Beleza? Criacionismo. Também é geologia, né?

Olha, Júnior, o que acontece com a geologia? Claro que sim.

Mas o criacionismo, o professor Adalto Lourenço, uma vez nesse livro, como tudo começou, eu não vou dar para você esse livro, porque virou uma raridade, que agora o professor Adalto Lourenço foi transferido com promoção. Porque o cristão não morre, você sabe, né? O Júnior, a gente é transferido e promovido. E desde que o professor Adalto foi promovido, está difícil de encontrar esse livro. Acho que na...

E eu acho, deixa eu ver, tá bonitinho. Ó, é seu, de presente, Junho. Vai ler? Esse sim, claro. Bora, então tá, é seu, ó. Como tudo começou. Ah, a Fiel tá vendendo, eu vou comprar outro pra mim. O que acontece nesse livro? O professor Adalto Lourenço fala assim, o criacionismo é multidisciplinar. Pra você defender o criacionismo, ou combater o criacionismo,

Você tem que estudar como eu estudei. Professor Adalto Lourenço, eu pus uma série de palestras dele no meu canal no YouTube, o Júnior. Ele fala de geologia, ele fala de paleontologia, ele fala de mineralogia, ele fala de climatologia, ele fala de biologia, bioquímica, física, cosmologia, astrofísica.

É uma defesa multidisciplinar e que se você vai ou defender ou combater o criacionismo, você tem que estar preparado a discutir nessas áreas. Eu estou há 20 anos defendendo o design inteligente e estudo todas essas áreas. Estudo o professor Adalto Lourenço, Origens, o livro do Célio. Você já leu o livro do Célio? Você ganhou, né? Isso eu ganhei. Ó, 1.200 páginas, 2.000 referências. Já li inteiro, viu, Célio?

E cada vez eu aprecio mais esse livro maravilhoso. Então, a geologia... E o professor Adolto Lourenes? Então, o livro dele muita gente queria comprar. Fala onde o pessoal compra. Como é que eu compro o livro do Céu? Lá no Instagram dele?

É no Instagram do Célio, isso. Célio João Pires, então. É Célio João Pires ou Dilúvio, você vai achar. Beleza. Livro sensacional, são mais de 2.500 referências. Vamos começar pelo Dilúvio, então, já que o assunto é geologia. Deixa eu falar das áreas, terminar, que eu não terminei ainda, né? Acho que não.

São 32 áreas básicas, o professor Adalto Lorenz falou, e eu falo de todas, ele falou. Então você tem que... Agora, a geologia faz parte, claro que sim. Mas hoje ela perdeu relevância, Júnior. Perdeu relevância por quê? Porque a gente tem tanta evidência na química, na biologia, na bioquímica, você vê que o nosso grupo lá, quem que é geólogo? Tem algum? Na Or, mas já está aposentado.

Tem o Thiago Saldani. Tem nos Estados Unidos, Junior. Depois eu vou... Tem uns slides aí, você vai deixar eu passar alguns. Tem lá nos Estados Unidos o John Baumgardner no Institute for Creation Research. Eu tô com a camiseta deles aqui. É o dinossaurozinho, ó. Feito no sexto dia.

Tem o Tim Clary. Primeira mão, posso anunciar? Pode. Nosso Congresso Brasileiro de Design Inteligente, 2 a 4 de julho, você vai estar lá, você vai estar entrevistando. Nós vamos ter o Richard Hausmussen. Olha aí. Acaba de confirmar. Anúncio oficial. O Richard chegou para mim e falou assim, Professor...

Eu creio em Deus, mas eu entendo que a evolução ocorreu. Eu falei, Richard, é você que nós queremos. A gente não quer passar o produto pronto lá. A gente quer o ponto e o contraponto. A gente quer ouvir a sua opinião. A gente quer pôr você frente a frente com o biólogo do design inteligente. Você vai pôr a sua opinião, ele vai pôr a dele. Nós vamos discutir e o pessoal em casa decide. É assim que se faz um congresso.

O Richard vai estar lá, vai estar a Ana Beatriz Barbosa, vai estar o Domingos do Santos Neto. Ele está passando um perrenho danado lá, gente. A gente está tentando ajudar o Domingos para uma briga com o vizinho lá. Não sei se você já está sabendo. É triste, né, a situação. É, com a briga lá, a gente está ajudando. Mandei um... tem um pessoal lá que está ajudando. Mas o Domingo vem. E a grande novidade, primeiríssima mão aqui, no Redcast.

O Tim Clary é simplesmente o que, dentro do modelo das placas tectônicas catastróficas, da separação rápida, que bate exatamente com o nosso dilúvio bíblico e a terra de 6 mil anos,

Foi o que explicou porque a Terra não vai esquentar se o afastamento foi rápido. Dentro de uma simulação feita pelo John Baumgardner. E eu falei para ele assim, professor, nós temos poucos geólogos no Brasil. Teve uma treta aí de geologia. Então ele falou assim, eu vou, professor.

Então o Tim Clary é um dos maiores geólogos do mundo que defende a Terra Jovem, o dilúvio bíblico, estará conosco. E aí de primeira mão quero fazer um convite para o Sakhanian. Um convite para um bate-papo. Você poderia mediar, Júnior? Um bate-papo de boa. Dois geólogos.

Dois geólogos. E, ó, o Tim Clary, eu trouxe um slide aqui. Ele é mestrado, doutorado, pós-doutorado. Ele tem formação e trabalha com simulações, com esse programa Terra, chama Terra o programa do John... É...

Baumgardner, do Institute for Creation Research, que eu tô com essa camiseta deles aqui, publica artigos, tem artigos publicados. Eu acho legal, porque justamente como você falou, de repente não tem no Brasil geólogos no design inteligente. Pior que tem, a gente tem.

Mas a gente não tinha lá naquele dia. Tem o Naur, tem uns dois, três. Tem o Tiago Saldani. Mas assim, o Júnior, por que a gente foi num debate? Porque a gente falou assim, lógico que vai ter uma questão de geologia. Mas a gente esperava questões de criacionismo, várias áreas. E se a gente soubesse um pouco antes, como a gente pegou todas as questões agora, tá fazendo um monte de react, o...

Eduardo fez um maravilhoso sobre aquelas 800 camadas, que não são 800, não tem vida, o Sacani não conseguiu elaborar nem sequer corretamente a questão. A gente está destruindo os argumentos. Um pouco de estudo, por quê? Porque nós do design inteligente, a gente tem, é forçado a ser multidisciplinar. Ô Júnior, eu sento na mesa com todo mundo.

Eu sento com biólogo, eu sento com bioquímico, cosmólogo, eu sento com todas e eu tenho que estar preparado. Mas, então, explica pra gente o seguinte. A questão do dilúvio. Você também luta.

Vamos lá. Quando se fala do dilúvio, meu, por exemplo, a gente tá falando do Everest, que foi um dos pontos lá do debate do Sacani. Sim. Então, o dilúvio foi global e cobriu toda a toda a extensão da Terra. E ao mesmo tempo que cobriu, inclusive, ele tá falando de uma realidade pré-diluviana, aonde o Everest não existia.

Tem como explicar isso? Você quer falar um pouco, Eduardo? Enquanto o... É que eu precisaria de slides também. O Kogos coloca o meu slide. O Kogos 2.0. Cadê? Essas aqui são os meus slides. Passa para o segundo.

Posso falar um pouquinho dos slides enquanto a gente passa, Júnior? Mas é isso aqui? Não, tá vendo isso aqui? Você fez uma simulação. O que a gente tinha lá? Gente de diferentes áreas do criacionismo.

Tinha biólogo, tinha médico, tinha o Tiago de Mello, farmacêutico, um dos melhores farmacêuticos do Brasil. Ele queria falar sobre as drogas, a natureza. Tinha gente das mais diferentes áreas. Então a gente ficou meio chateado e decepcionado, porque a gente não pôde defender o criacionismo das suas diferentes áreas, como a gente queria fazer.

É só uma posição aqui. A geologia não é o problema. Ela é, inclusive, um dos pontos fortes do Criacionismo também. O problema é que nós não sabíamos o que a gente ia debater até chegar no momento do debate. O que tinha sido combinado, nós recebemos, começamos a conversar dessa questão de debate no dia 27 de janeiro. Nós já estávamos sabendo desse debate. Sacane também. É isso aí?

Esse é o seu, né? Deixa o meu lá. Mas põe o dele aí e vai mostrando aí qual que é a imagem que você coloca. Não, então... Não, põe lá no Everest, então. O que significa que teve um mês até o debate. Não, não, esse é o outro. No entanto... Isso. Fala aí, Eduardo. Então, no entanto, o combinado era que nós recebêssemos... Eu vou falar... Conversa aí que eu já vou achar o slide aqui. Isso. Mostra pra ele qual que é o slide.

Tá, então, o combinado... Não, teve um mês. Teve um mês e o combinado é que nós recebêssemos as perguntas com um pouco de antecedência, pelo menos. Pelo menos alguns dias de antecedência. O Lucas Banzoli, por exemplo, ele fez um debate no mesmo dia que a gente. E ele foi convidado, parece que foi na segunda-feira.

E na quarta-feira ele já entregou as perguntas para o debate que iria acontecer no sábado, para que os seus debatedores soubessem do que seria tratado. Nós ficamos sabendo na hora ali que ia ter o debate. Então, o que aconteceu é que nós entramos a queimar roupa num assunto que nós não sabíamos o que iríamos debater. E eu, na época, eu até vou confessar aqui e pedir...

perdão inclusive pra equipe aqui, nós pensamos que tinha sido desorganização de vocês. Que vocês não tinham, estavam retendo as perguntas por algum motivo. Só que dois dias depois, o Sakani fez uma live com o pessoal dele lá, dizendo que ele não fez isso de sacanagem. E ele usou essa palavra, sacanagem. Ele fez de propósito, porque eu não queria que nós ficássemos sabendo do tema. Pra justamente chegar no momento, e nós... E aí

Tá, a gente vai falar do quê? Aí só ele sabia e ele ainda falou nessa mesma live, não, eu estudei, eu me preparei. Ele escreveu um texto lá, na verdade com inteligência artificial, mas era o texto dele lá. E ele mostrando referência e tudo, porque ele estudou, levou preparação lá, apesar de ter dito aqui depois que não fez, né? Só que lá na live ele fez e mostrou o texto.

E nós chegamos sem saber o que queríamos debater. Então o problema não é a geologia. O problema foi... Mas o debate, por regra, a pessoa que está no centro tem uma vantagem muito grande.

É, ela tem a vantagem. Porque ela pode escolher as afirmações, entendeu? Ela tem que ter essa vantagem. Então, escolher as afirmações já é a vantagem. O problema é que os outros chegarem sem saber quais são elas, aí já é questão de... E não era o tema, né? Ele começa o debate falando assim, estamos aqui para discutir geologia. Ele mesmo fala...

A gente não foi pra discutir geologia. Vamos conversar um pouco sobre geologia. O debate era criacionismo, Júnior. Você chamou o criacionismo. Depois você mudou pra cristão, né? Eu sei. Porque ficou meio estranho mesmo. Então a gente não foi debater geologia. Se a gente tivesse, fala assim, sacane quanto a 30 geólogos, a gente não iria. Eu não iria, eu não sou geólogo. Agora ele falou assim, a geologia. Ó, deixa eu falar sobre o Monte Everest. Vamos falar do Everest, hein? É, ó.

abaixa um pouco mais é que eu preparei uns 500 mil slides vim pronto aqui pra discutir mais um pouquinho, mais um pouquinho é, chega aí, para aí o que acontece, Júnior? os montes que nós temos hoje na Terra eles estão soerguendo

com a movimentação das placas tectônicas. Então todo mundo que defende o dilúvio defende o modelo em que a gente tinha uma pangeia, como a própria ciência reconhece, a própria Bíblia diz, ajunte-se as águas num só lugar, apareça um elemento seco, e que essa pangeia não tinha montes muito altos porque as placas não se movimentavam.

É um único continente. E se tinha monte, o monte não era muito alto. Agora, com a separação dos continentes na tectônica de placa catastrófica, que é o modelo que a gente defende, tem simulação, tem um simulador de altíssima eficiência, que é o Terra, simulador em computadores. Mas qual que é a evidência do dilúvio?

Deixa eu falar do Everest. Chegar até o Everest. A separação ergueu o monte. Ergueu o monte. Agora, vamos... Imagina que esse monte, então, está sendo erguido há milhões e milhões de anos. Certo? A nossa teoria é que foi um afastamento rápido. 6 mil anos.

O que vai acontecer, Júnior? Dá uma olhada nesse slide. Essa aqui é uma taxa de só erguimento, que é o termo em geologia, dos montes. Se você desconta a erosão que está ocorrendo...

E considera o quanto que a raste dessas placas está fazendo esses montes ainda hoje erguerem. Você tem as taxas aqui, 4,5 milímetros por ano para esse monte Nanga Parbate, o Monte Everest 1,8, o Aconcagua 3,0, o Ararat 1,5 e tudo mais.

O que vai acontecer com esse soerguimento? Se ele estivesse acontecendo ao longo de milhões e milhões de anos, como o Sacani pegou aqueles 2, 3 centímetros e regrediu por milhões e milhões de anos para dar aquela separação entre os dois continentes,

O que aconteceria? Esses montes já teriam subido 500 km na Terra. Aí o pessoal fala assim, não, sabe o que é? Tem um limite de 10 mil km. Chega em 10 mil km, eles não crescem mais. Então todos os montes já deveriam ter 10 mil km.

Mas por que eles não têm? Ah, porque a erosão está comendo esses montes. Está comendo. Ah, vamos considerar então que a erosão está comendo? O que vai acontecer? Próximo slide. Dá uma olhadinha no próximo slide. Por favor. Ó. É para cima, não é para baixo. Desculpa. Sobe, sobe. É. Sim. Vai subindo um pouco mais.

Isso. Ah, Júnior, para aí. Agora sim. Júnior, milhões e milhões de anos. O monte está subindo. A erosão está comendo, certo?

O que acontece embaixo desses montes? A gente tem um registro fóssil com todas as camadas de rochas sedimentares. Se esse processo estivesse ocorrendo ao longo de milhões e milhões de anos, a Terra não deveria ter as suas camadas sedimentares com registro fóssil. A existência do registro fóssil é uma grande evidência do dilúvio bíblico e dessa separação rápida entre os continentes.

Porque nós temos toda essa camada de fósseis, e se a erosão e o soregimento estivessem ocorrendo por milhões e milhões de anos, ela já teria sido lavada por pelo menos 120 vezes. Essa é a taxa de velocidade, digamos assim. Eles sobem 3 milímetros por ano. A erosão come 2 por ano. Sobra 1 milímetro. Se esse 1 milímetro estivesse ocorrendo por milhões e milhões de anos, todos os mundos já teriam batido em 10 quilômetros.

Tem monte baixo, tem monte alto. Se tivesse ocorrendo ao longo de milhões e milhões de anos e tivesse batido e um erodiu mais do que outro, o que aconteceria? Toda a parte de sedimentos, rochas sedimentares e o registro fóssil já teria sido lavado mais de 100 vezes. O registro fóssil simplesmente não existiria. Oi, cadê meu slide? Sumiu aí.

É que ele já está abrindo o próximo. Não, mas tem uma... A bomba atômica ainda não veio. O registro fóssil é uma grande evidência do dilúvio bíblico. Pior, você vai olhar essas camadas, é tudo plano, paralela. Plano, paralela. Não houve erosão entre elas.

A ordem de deposição desses elementos é exatamente igual à ordem de deposição que você deveria prever numa inundação global. Tem um vídeo que eu acabei de colocar no meu Instagram, entra no chat GPT e fala assim, qual é a ordem de deposição dos organismos nesse registro fóssil se tivesse uma grande inundação, capturando em lama e formando o registro fóssil?

Animais marinhos, peixes, anfíbios, répteis, mamíferos e aves. É exatamente a mesma ordem. Esse plano paralelismo é uma evidência clara que uma foi depositada sobre a outra. Não teve...

milhões e milhões e milhões de anos. Se os milhões e milhões e milhões de anos estivessem ocorrendo, esse erguimento e erosão já teria varrido 120 vezes a geologia toda a favor do dilúvio. Agora o pior, eu acho que vai aparecer um... Ah, quer mostrar esse? Ó, passa o vídeo, vai. Esse é bem legal. Dá uma olhada, Júnior. Acabamos de pôr na internet. Dá play, dá play. É, isso.

Comenta TV. O pessoal está escutando? Pronto. Mais um fact.

nenhuma evidência na Terra de um dilúvio global. Será que não? Estamos afogados em evidências. Até a sequência dos tipos de animais no registro fóssil bate exatamente com a sequência esperada por um grande dilúvio global. Uma inundação com água, lama...

que depositou animais marinhos, peixes, anfíbios, répteis, mamíferos, aves. Olha só! E o pior, se a erosão e o soerguimento dos montes está ocorrendo por milhões e milhões de anos, esse registro fóssil simplesmente não deveria existir na Terra. Já teria sido lavado por mais de 120 vezes.

E o pior, temos restos de animais marinhos, fósseis de animais marinhos, no topo dos grandes montes da Terra, como no Everest.

Evidências e mais evidências de um grande dilúvio global registradas na geologia da Terra. Na geologia universitária. Não naquela geologia mitológica que foi apresentada no debate. Então vem comigo, assista esse vídeo sensacional. Então deixa tocar, deixa tocar.

Você já percebeu isso? Ou nunca te contaram? A ordem dos fósseis nas camadas da Terra é exatamente a mesma que você esperaria de uma catástrofe global.

Mas não acredita em mim. Teste. Abra agora o chat GPT, o Gemini, qualquer inteligência artificial. E pergunte, se houvesse uma inundação global catastrófica, como peixes, anfíbios, répteis, mamíferos e aves seriam organizados? A resposta virá da seguinte maneira. No fundo, peixes. Depois, anfíbios. Depois, répteis. Depois, mamíferos.

E por último, aves. Agora faça outra pergunta. Qual a ordem dos fósseis nas camadas geológicas? E observe a resposta com calma. É exatamente a mesma sequência. Coincidência ou evidência?

Porque até ferramentas treinadas dentro de um modelo que defende milhões de anos acabam descrevendo um padrão que aponta para algo rápido, violento e global. Talvez o problema não seja a falta de evidência. Talvez seja a forma como fomos ensinados a interpretá-las. O dilúvio não precisa forçar a explicação. Ele simplesmente encaixa perfeitamente.

Olha aí, pessoal, segue agora o vídeo sensacional. Sacane no debate. Júnior, e o pior é quando você vai acima do topo do Everest, tem restos de animais marinhos.

Toda a camada está lá, das mais antigas até as mais novas. E no topo do Everest, se você acha que... Você devia ter falado isso no debate aí, dos animais marinhos. Como é que eu poderia, Júnior? Como é que eu poderia? Você deixou muito para o final, pô. Não, quando eu sentei lá, o que aconteceu? Eu botei a Bíblia lá, não botei? Não botei a Bíblia aqui? Falei assim, tá aqui a Bíblia.

Botei a Bíblia lá. Aí ele falou, hoje eu vou sair com mais uma Bíblia. O que você trouxe a Bíblia? Eu falei assim, sacane, eu trouxe a Bíblia porque você falou que a gente, no debate lá de 10 horas e 45 minutos, a gente só abriu a Bíblia. Ele falou que eu só abri a Bíblia e que ele não tinha como me refutar porque eu tinha aberto a Bíblia o tempo todo. E que o design inteligente só abre a Bíblia. A gente, 100% dos nossos argumentos eram argumentos bíblicos. E eu falei, poxa, trouxe aqui para não abrir.

pra ficar quietinho. Aí eu falei, é, você me chamou de mentiroso. Eu não lembrava na hora, Júnior, juro. É a minha palavra que eu não lembrava. Eu falei, aonde que eu te chamei de... Foi um react, sabe qual foi o react que nós fizemos? Exatamente contra o que ele tinha falado. Rapaz, se eu tivesse lembrado na hora, na hora eu falei assim, sacane, foi exatamente esse react que eu te chamei de mentiroso, porque você mentiu mesmo.

A gente não abre a Bíblia. E você falou que a gente abriu 10 horas e 45 minutos a Bíblia. O design inteligente é 100% baseado na Bíblia. A gente não tem um versículo bíblico no design inteligente. Olha só. Mas se você passar aquele vídeo que ele mandou aqui para você incluir no debate, não foi? Não foi ele que mandou? Rola um pouquinho mais o vídeo.

Eu imediatamente percebo e falo, ô, Sacani, me perdoe, foi meio aqui, é, intempestuoso aqui, eu não deveria ter falado que você era, assim, fofinho, mentiroso? Me desculpa, Sacani, me desculpa. Como lá no debate, eu cheguei para ele e falei assim, Sacani, me desculpa, cara. Eu não sabia ainda que eu tinha chamado ele de mentiroso, mas o que eu te ofendi, você me desculpa? Ele falou, Marcos, claro, desculpa.

Pô, ele me desculpou, mas no outro dia ele te mandou o vídeo. E tinha o... Por que que ele não mandou o passado? E tinha o seu vídeo também que você postou agora, né? A história do pau pra maluco.

Ele falou assim, eu nunca te chamei de maluco. Claro, ele me chamou assim, não dá pau pra maluco. Cara, a gente é maluco no design inteligente? Claro que não. E ele falou que não, que ele não tinha chamado. A gente pôs lá agora o vídeo, ele chamou. Mas assim, fala a verdade, no final das contas foi bom, né? Foi bom demais, por que assim? Foram três anos. Foi bom demais, por que? Três anos até acontecer esse negócio. Porque o que o Sacan tinha contra amigo, ele falou, não falou? Contra amigo? Contra...

Min. Nossa, tô até errando aqui o verbo. O verbo não. Contra mim, ele falou. O que eu tinha contra ele, eu também falei e eu pedi perdão, sacane? Olha, eu pedi perdão pra você naquele vídeo que eu chamei você de mentiroso. Você mentiu mesmo, mas eu pedi perdão, tá? Porque a mentira foi tremenda.

E pedir lá no debate. Eu espero que você então peça perdão para mim pelas mentiras que você falou também. E que você mostre. Porque sabe o que aconteceu, Júnior? Nós fomos lá no nosso site para ver se aquela live que eu falei de mentiroso estava lá ainda. Porque eu queria ver o pedacinho que eu pedia desculpa. A gente apagou.

Então, Júnior, você está com o vídeo aí? Quando o Sacan de sentar aqui, Sacan de pede para o Júnior passar aquele período lá, aquele pedaço que eu pedi desculpa para você, inclusive na própria live. Na própria live. Na própria live eu pedi desculpa. Assim, eraivos, mas não pequei. O pessoal, os cristãos estão falando assim, está vendo, o Marcos chamou ele de mentiroso. Realmente, cara, a Bíblia fala, eraivos, mas não pequeis.

Eu não tenho sangue de barata, Júnior. O cara falou que eu fiquei abrindo a Bíblia. 10 horas e 45. Eu fiquei lá 10 horas e 45 fazendo o maior esforço para debater consciência com ele. É, mas eu acho que você já morreu. Morreu, morreu. Então pede desculpa, viu, Sacani? Eu já pedi desculpa para você. A gente se abraçou. Eu chamei ele e falei assim, ó, Sacani, você é o filho do autismo. Eu também não ia lembrar.

o que eu falei três anos atrás. Você cortou essa parte do filho do altíssimo, eu fiquei meio chateado, mas tá lá, eu vou falando assim, ó, filho do altíssimo, você... Não, eu não cortei não. É, falaram que você não pôs, mas tudo bem. Não, é que você falou, no caso, você falou longe do microfone. Ah, não dava pra ouvir. Tava todo mundo junto, ao final saiu a oração, certo? Sim. E no começo, na parte que você ficou falando com ele, você abraçou, você deu beijo, mas tava longe do microfone.

Mas não foi super legal? Eu acho que seria muito mais legal. Tem um milhão de visualizações. Deveria ter dez milhões. Se a gente tivesse discutido todas as áreas do criacionismo. Aí ia ser super legal, dez milhões. Porque às vezes ficou meio chato, porque a gente só ficou falando da rocha, da cascamadinha e tudo mais. Não seria muito mais legal se a gente falasse assim, ô Sacani, naquela sopa lá, dava para fazer? As reações realmente acontecem? O Deus criador é o...

Se Deus é mau, se Ele é bom, se Ele é mau, isso não é nem sequer um atributo necessário para Deus. Deus precisa ser omnipotente, onisciente, todo poderoso, imaterial. Deus podia ser um... Para falar a verdade, esse não é um assunto de criacionismo.

É, ele poderia ser um cápula, né? Ele poderia ser muito mal. Ele não é. Agora, ele é bondoso até o limite da sua justiça. Aí o pessoal tava tentando explicar pra ele lá, mas o tempo é meio curto. O problema é que tinha 30 pessoas e todas tinham que falar. Então, o tempo era curto. E nessa pergunta em especial, todo mundo queria falar?

E daí um falava dois minutos e saía. Aí o outro vinha e falava... E era simplesmente impossível você seguir uma lógica, construir um raciocínio em dois minutos. Então, na verdade, nós nos auto-sabotamos nessa pergunta aí, pra ser bem sério. Essa é a pergunta que eu fiquei mais chateado da gente não ter respondido pra falar a verdade. Tinha uns quatro, cinco teólogos e todos os teólogos que não falaram com ele. Vamos falar do vulcão. Pompeia.

Vamos falar do problema do mal? Problema do mal. Deixa eu só terminar essa coisa do fósseis, só para concluir, Júnior. Deixa bem claro. A existência de fósseis na Terra é a grande evidência geológica de uma Terra jovem e de um dilúvio bíblico. Só o dilúvio bíblico explica essa série de deposição desses animais, animais marinhos de fundo, peixes.

Répteis, anfíbios, anfíbios, répteis, mamíferos, aves. As camadas plano-paralelas que se propagam por praticamente vários continentes. 75% dos continentes estão cobertos por essas rochas sedimentares. 95% dos animais são marinhos.

E o que vai acontecer? Se esse soerguimento e erosão tivessem ocorrendo ao longo de milhões e milhões de anos, já estaria lavado, esse registro fósseo simplesmente não existiria. Mas você vai lá no topo do Everest e tem restos de animais marinhos. Significa que esse soerguimento foi super rápido.

Os animais marinhos ainda estão lá no topo do Everest, porque era um fundo de um mar, e a erosão simplesmente não comeu. A ciência do aqui agora prova que o dilúvio aconteceu. Ah, eu vou regredir por milhões e milhões e milhões de anos para trás, vou supor que a taxa não mudou, supor que a taxa não mudou, a chance de ter mudado é muito maior dela não ter mudado ao longo de milhões e milhões de anos.

Tudo indica o dilúvio bíblico. Você vai nos bares. Eu vou falar pra ele, mas e o registro fóssil em cima do Everest? O resto de animais marinhos. Animais marinhos, então. Porque o animal marinho chegou lá através de cômodos, não teve dilúvio. Tenta explicar como... Animal marinho é universal, né? Tem em qualquer lugar do mundo.

Todos os altos montes têm animais marinhos. Vou perguntar para ele, como é que chegou lá se não teve dilúvio? Como que o soeirguimento e a erosão não comeu o registro fóssil? Por que que todas as camadas ainda estão aí? Foi o que eu falei, tinha que ter falado isso daí lá no debate. Esse é o maior momento. Não teve tempo, né? Olha, eu nem sabia que a gente ia falar das camadinhas. Fala das 800 camadinhas, não são 800. Fala um pouquinho da... Como que é essa história das camadas? É que vai fazer as perguntas por ordem? Essa seria três, né?

Ah, não, fala agora. Já passamos do dilúvio, aí fala desse e a gente volta para o vulcão de Pompeia. Eu queria falar um negócio do dilúvio aqui, rapidinho. Sim, pode falar. Em relação à evidência de... É porque a pergunta dele, na verdade, foi meio errada, né? Ele disse assim, não existe prova de um dilúvio global. O problema é que em ciências naturais nós não usamos provas, né? Prova é coisa da lógica, da matemática.

Então a pergunta foi formulada errada, mas de qualquer forma as ciências naturais avaliam evidências. Agora, evidências de um dilúvio, elas existem. São as mesmas evidências que o evolucionismo vai pegar e vai olhar com outros óculos e vai dizer, ah, não, isso aqui é evidência de evolução de alguma forma. O problema é que a evidência é avaliada de acordo com os pressupostos. Tem um ponto que eu acho bastante interessante. Coloca o slide 19 aí, por favor.

Esse aqui vai ser bem rápido, é só pra... Do outro pederga. Do outro, do outro. Só pra você... Você conhece o Grand Canyon? Sim. Então, 19 aí. Beleza, esse aí é o Grand Canyon. Uma fotinha ilustrativa aí, beleza. Se você olhar aí, você vê que ele tem essa grande perfuração, esse grande desfiladeiro, e as camadinhas ali, tudo planos paralelos, bonitinhas. Aí a questão é, como que um negócio desse poderia se formar?

Aí o geólogo vai dizer que foi milhões de anos, um rio foi correndo e foi levando e foi cavando isso aí por milhões e milhões de anos. O problema é que a formação de leito de rio não funciona exatamente assim. Em estudos hidrográficos eles mostram um padrão completamente diferente. Teve dois episódios para não entrar em uma questão muito técnica, porque, se eu sou sincero, eu sou químico e eu não gosto de geologia. Até mesmo... .

percepção da geologia que o Sheldon Cooper tem. Mas não vou... Entrando aqui mais na questão menos técnica. Tiveram dois episódios que explicaram bastante coisa. São episódios relativamente recentes. São aqui da década de 80. E um que aconteceu faz poucos anos. Volta dois slides.

Eu vou até pedir desculpa porque essa semana foi muito corrida, eu não tive tempo de preparar isso daqui. Então eu pedi para o Notebook LM fazer a apresentação. É esse mesmo. Ficou bonitinho, os que são bonitos é porque o Notebook LM fez. Os outros mais brutos fui eu que fiz. Teve dois episódios que dão uma alusão muito grande do que poderia ter formado o Grand Canyon. O primeiro foi a erupção no Monte Santa Helena.

A aeroporto do Monte Santa Helena tinha muita neve, tinha lagos ali perto, foi um negócio catastrófico, desastroso e isso fez correr muita água ali do Monte Santa Helena por causa da evaporação, do derretimento das geleiras e tudo mais. Fez correr um volume enorme de água. Essa água que saiu correndo tudo para o mesmo canto, no local mais concentrado de água, ela criou um mini-cânion.

de entre 30 e 43 metros de profundidade. Se você for olhar a foto desse minicane, mostra o próximo slide. Esse daí, isso aí foi na década de 60, se eu não estou enganado. Tem alguém aqui, né? Tem uma pessoa aí só para mostrar o tamanho. Isso aí foi formado, adivinha em quanto tempo da erupção desse vulcão? Foram poucas horas. 24 horas.

Em 24 horas formou essa cratera aí que se estendeu por... Deixa eu ver quantos metros que se estendeu isso aqui. Se estendeu por alguns quilômetros, eu não sei exatamente quanto foi. Mas isso foi formado em apenas 24 horas.

decorrente dessa inundação que aconteceu aí para formar essa vala aí no meio, pode voltar ao slide anterior, é interessante que, lembra quando o Sacani falou de deposição de 800 camadas, etc. Em uma única erupção vulcânica, que os geólogos diziam que deveria formar uma camada por erupção, aí depois outra camada. Mas uma camada de quê? De derrame magmático.

em uma... Desculpe, isso é a camada de deposição sedimentar. Em uma única...

avalanche aí de água, não é avalanche? Como é que fala? Nesse único dilúvio aí que teve por causa desse dessa erupção, formaram 180 estratos em questão de poucos meses. 180 estratos sedimentares em questão de poucos meses. Algo muito parecido aconteceu em 2017, há pouco tempo atrás, só que numa extensão muito menor, numa represa de Orville.

E teve um problema no controle lá e a represa vazou. Não foi nem que ela foi destruída e caiu toda a água, mas começou a vazar bastante água. Não todo o conteúdo da represa, mas bastante. Mas foi o suficiente para carregar 1,3 milhões de metros cúbicos de detritos. Formou um cânion de profundidade de até 40 metros.

varreu concreto, varreu pedra dura, depois teve um desvio, formou outro cânion adjacente também. Tudo isso aconteceu em 18 dias de vazamento, com um volume muito menor do que o do vulcão ali. Formaram dois cânions a partir do vazamento da represa em 18 dias. Ali, como não teve erupção, não teve vulcão, não teve essa deposição de estratos. Então você acredita também no dilúvio global e... .

E isso proporcionou toda essa questão dos derramamentos que o Sacani atribui milhões de anos. Sim, quando você olha para o Grand Canyon, por exemplo, pode passar a próxima foto. Essa aí é a foto do que foi formado em um dia, que é praticamente análogo, só que um análogo pequeno, em miniatura, do, pode passar o próximo, do Grand Canyon normal.

Tem vários lugares no mundo. O Fuglankane é o mais famoso. Isso significa que uma teoria no mínimo plausível, para não dizer que é a mais plausível de todas, mas no mínimo plausível, é que isso pode ter se formado com um fluxo de água catastrófico, gigantesco.

é muito mais plausível e que sai exatamente da mesma forma da foto que nós vimos anteriormente, com as camadas tudo bonitinho. E é interessante que já tem estudos que são da década de... começaram em 80, depois já tem outros, pode passar a próxima. Esse estudo aí, por exemplo, eles analisaram 186 inundações.

ao redor do mundo, focando mais em grandes inundações. Eles descobriram que enchentes pequenas, geralmente eles fazem uma deposição de camada sedimentar, porque são enchentes pequenos. Mas conforme as enchentes vão crescendo, algumas enchentes foram catalogadas formando até 40.

camadas em uma única enchente. 40 camadas sedimentares em uma única enchente. Quando a gente olha para o Grand Canyon, aquilo é tudo camada sedimentar, plano paralelo, não tem erosão entre elas, não tem... Se tivesse milhões de anos entre uma e outra, você teria um monte de problemas de relevo ali causados por erosão. Isso não existe. Isso é precisamente o que acontece, pode voltar lá.

O que esse estudo observou, um monte de camadas depositadas por uma única inundação. Então assim, a questão de... isso prova que teve um dilúvio?

De novo, ciências naturais não trabalham com provas. Essa pergunta foi uma pergunta mal feita. Só que isso é uma grande evidência que é no mínimo plausível pensar que isso possa ter acontecido. Agora, se o cientista diz assim, ah não, não pode porque um dilúvio natural não poderia acontecer. Quer dizer, ele está fechando a porta para uma investigação e se ele está fechando a porta isso já não é ciência.

Mas, Val, deixa eu só dar um dado muito importante sobre o Green Canyon, que não só dá uma evidência, mas praticamente fecha a questão. A gente não tem prova, mas é uma evidência extremamente forte, Júnior. Tem um estudo criacionista, tem até um diagrama nos meus slides, mas não vou pedir para colocar para a gente ganhar tempo. Foram na base do Green Canyon, pegaram uma rocha basáltica, que era a rocha básica ali. Pensa bem, é o primórdio da Terra.

Fizeram uma datação com rádio exótico. Deu 1,1 bilhão de anos. Foram no topo do Grand Canyon, pegaram um derrame basáltico e fizeram a datação. Deu 1,3 bilhões de anos. Ou seja, há algum problema muito sério com os métodos de datação. E essa sequência não é uma sequência de milhões e milhões de anos. Porque a rocha de cima deu mais velha do que a rocha de baixo. Essa é uma evidência muito clara que essas... Fizeram uma católica e crisiscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisciscisc

Porque um evolucionista vai chegar, um naturalista, um geólogo naturalista vai chegar e fala assim, essas camadas foram se depositando ao longo de milhões e milhões e milhões de anos. As rochas mais velhas estão embaixo e as rochas mais novas estão em cima. Os criacionistas, lá do Institute of Creation Research, Answers in Genesis, que até eu citei para o Sacani, Sacani tem grandes geólogos no mundo, que são do dilúvio, são bíblicos. Tem que marcar uma visita para ele lá. Claro.

Na época que ele te be...

Na Copa. Ele passa por lá. Fala pra ele que eu vou estar lá. É, não posso anunciar ainda, mas vou estar lá, viu, Júnior? Fala que eu o receberei no ICR. Em julho? O Júnior vai estar por lá? A partir de julho. E o que vai acontecer? Ô, Júnior, isso aqui é milhões e milhões e milhões de anos. Você vai aqui e pega uma rocha em cima, que deveria ser mais velha, é mais nova. E a que era mais...

É velha, é mais jovem. Não faz sentido. Significa que isso foi formado praticamente no mesmo período. Uma sobre a outra. Plano paralelo, não houve erosão. Estão bonitinhas. Lisas, né? Eu falo lisas, o pessoal, o que é esse negócio de lisa? Não estão enrugadas. A erosão causaria rugas nessas camadas. Tudo mostra que é jovem. Agora, se fosse um grande fluxo de água de uma vez só...

por tempo não muito prolongado, ficaria exatamente nesse padrão, que foi o padrão que aconteceu ali no Monte Santa Helena. Tem, olha, tem aquelas árvores polistatigráficos, né? Polistrata. Oi? Polistrata. Polistrata, que percorre todas as camadas, mostrando que essa deposição foi muito rápida.

Várias camadas e uma árvore não ia ficar ali sendo fossilizada por milhões de anos, esperando as camadas cobrir ela, né? Ou ela fossiliza de uma vez ou não fossiliza. São todas essas evidências que Célio é com extrema competência. Célio é um craque. Estudou praticamente por décadas na sua vida. Não sei quantos anos o Célio levou para produzir esse livro. Ah, não sei.

Tá tudo marcadinho aqui. Bom, como eu falei, eu não entendo nada de geologia. Sim. Vou deixar essa pro Sakani, entendeu? Pra ele poder falar sobre essa questão do dilúvio. É, eles tão fazendo um react ao vivo, viu, Júnior? Quem? O pessoal do react entra lá e checa tudo. O Sakani pediu pro pessoal dele, não sei em que canal, mas pediu pro pessoal dele ficar fazendo react ao vivo enquanto a gente tá fazendo. Vamos falar então do Vulcão e também da... Qual que era o próximo tema?

Próximo tema. A do Paraná Entendeka, né? Fala sobre as camadas, as 800, que é a terceira questão. Põe o slide 45, então. Essa é bem importante. Então, essa pra mim foi a questão. A terceira afirmação foi sobre as 800 camadas. De basalto. Isso. Basalto.

Ele escolheu um sistema extremamente específico. Ele fala que isso é uma evidência de que a Terra não é jovem. Não pode ter 6 mil anos. Exatamente. É o último. Tem como colocar em apresentação? É que tem que clicar no slide lá. Beleza. Volta, volta.

Não, não. Deixa tudo fechado aí. Então, eu fiz um vídeo essa semana mostrando a afirmação do Sacani, que ele falou lá que a bacia do Paraná e Tendeca, ele teria 3.500 metros de espessura. Eu deixei bem detalhado no vídeo, aqui eu vou fazer só um resumo. Se você tiver curiosidade, vai lá no meu canal, o professor Eureiber também postou o mesmo vídeo no canal dele.

Ele afirmou lá que são 3.500 metros de espessura de derrames basálticos, mais de 800 camadas individuais, e entre essas camadas você tem evidência de vida vegetal. Ele falou florestas crescendo ali no meio, aí passou centenas de milhares de anos, ou até milhões de anos, aí veio outra camada por cima e encobre aquilo. Aí aquelas florestas viram palhossolos.

ele chama ali no meio, né? Foi essa a afirmação que ele fez. E eu achei que essa foi a afirmação mais forte que ele fez em todo o debate. Por quê? Porque, apesar de que 6 mil anos não é sinônimo de criacionismo, tem criacionistas que não acreditam em 6 mil anos, ele focou o debate todo nessa questão ali, né? Mas, supondo que o debate fosse sobre os 6 mil anos, teria sido uma boa pergunta.

É uma boa questão. Por quê? Porque de acordo com a ideia que ele apresentou, você tem uma camada, uma deposição stratigráfica ali de basalto, aí passa muito tempo, cresce vida, cresce uma floresta, vem outra camada, encobre aquela, passa muito tempo, cresce vida e assim sucessivamente 800 vezes. Se você for muito rápido, colocar no fast forward, né, e pensar que essas florestas poderiam ter crescido, vamos lá, em 10 anos, se for muito rápido já deu 8 mil. Então já passou dos 6 mil anos.

Então é uma argumentação realmente muito forte. E aí entra um outro problema. Nós estávamos lá no debate e não podíamos. Inclusive, alguém fez a pergunta no início se a gente podia usar celular para confirmar as respostas. Porque a gente chegou sem saber as perguntas, pelo menos as respostas a gente queria confirmar se ele estava falando verdade. Aí também não deixaram a gente usar. Então a gente estava completamente cego ali.

Quando ele falou isso aí, eu pensei, poxa, esse argumento é realmente muito bom. Eu vou... Eu preciso pesquisar isso aí, porque se for verdade... É game over, né? É game over. Sim, era um game over contra a gente, gente. É, eu já tive fase de não acreditar também, né? Então, pra mim, qual seria o problema de voltar atrás? Eu fico com a evidência.

E eu fui pesquisar esse negócio. E a questão é que as evidências são abundantemente contrárias a absolutamente tudo que ele falou. As três afirmações que ele fala nessa pergunta de 3.500 metros, de 800 derrames basálticos individuais e de solo em vida entre os derrames, as três são falsas. E elas são muito falsas. Eu encontrei vários artigos...

por exemplo, e não são poucos, falando que a parte mais alta de toda o Pelipe, que seria a bacia do Paraná e Tendeca, a parte mais alta dela, pode passar um aí. No vídeo eu mostro o título dos artigos, eu abro o artigo, leio o artigo, aqui eu peguei só um print do artigo, mas a parte mais alta teria 1.700 metros.

Ele falou 3.500. A parte mais alta, de acordo com os dados, seriam de 1.700 metros. Existem outras partes sedimentares, mas o que ele falou ali foi precisamente de derrames basálticos. Ele falou de erupções que causaram 3.500 metros de altura. Mas não, a parte mais alta...

de derrames basálticos, dá 1.700 metros. Lembrando que ele teve um mês para estudar. Então as informações, entende-se que deveriam ser precisas. Nós não tivemos nada de tempo ali. A segunda afirmação que ele faz é que seriam 800 derrames basálticos individuais, um atrás do outro.

correto? E isso também é impreciso. Primeiro que não tem uma conta exata de quantos são, porque em cada lugar você tem uma espessura diferente, então você tem vários trabalhos falando de várias unidades diferentes, mas tem um trabalho, pode passar mais um.

Tem um trabalho que ele se preocupa em fazer uma quantificação e uma categorização dos extratos, inclusive um trabalho brasileiro, que ele soma ali 16 litofáceas, 16 camadas agrupadas em três associações.

Só que ele disse que isso não é o máximo. Tem locais que tem camadas mais finas. A espessura média das camadas são 50 metros. Se você pega 1.700 metros dividido pela espessura média, você teria ali 34 camadas. Mas tem alguns autores que chegam a mencionar, apesar que eles não quantificam, eles mencionam que pode ter até um pouco mais de 100 camadas. Então eu coloquei ali uma média de 150 camadas para ser bonzinho.

mas com certeza está muito longe das 800 que ele falou que tem o estudo da Petrobras ele falou que tem o estudo mas não falou que estudo que é em nenhum momento ele disse que ele fez o estudo ele que foi lá e mediu me fala uma coisa, qual que é a evidência da geologia pra Terra Jovem? não, calma, deixa eu terminar aqui é como eu falei

É porque senão quebra o raciocínio, né? Aí a gente termina aqui e já entra para as próximas questões. Senão isso aqui vai ficar em aberto, aí depois não volta. É só para terminar a argumentação dele aqui. Então são bem menos. Se ele fez esse estudo, aí então ele vai ter que compartilhar esse estudo. Lá ele falou que foi um estudo da Petrobras. Ele não tinha dito que tinha sido ele...

E fez, daí a gente vê o que fica nesse estudo. Outra coisa interessante é que ele falou que entre essas camadas tinham presença de vida e solo. Só que os artigos falam precisamente contra isso. Pode passar mais um. No vídeo eu mostro vários artigos. Aqui o print ficou meio ruim. Mas se você ler ali depois de Janis Erol 2011, você fala lá que uma das características principais é a ausência de paleossolos.

do Felipe, que é o Paraná Entendêca, que é justamente o fato de o que você tem ali no meio são deposições minúsculas de arenito. Arenito é basicamente areia, porque ele está em cima de um deserto.

O que você tem ali é arenito. Você não tem... Existem alguns fósseis. Eu até apresento um artigo que apresenta microfósseis marinhos. Mas como nós falamos aqui, microfósseis, eles são universais. Eles existem em absolutamente todos os lugares.

da Terra. E é isso que você encontra ali no meio. Você não tem evidência de raízes, você não tem evidência de nada disso. E mesmo quando acontece em casos isolados, isso também não tem nenhum problema para a questão do de um dilúvio universal, pelo fato de que nós acreditamos mesmo que tudo isso aí

foi levado por tsunamis consecutivos que poderiam levar lama com um monte de coisa ali no meio. O problema é se tivesse, como ele falou, entre as camadas desenvolvimento de florestas, com raízes e solo, e isso definitivamente não tem. E os artigos trazem outras evidências adicionais, no vídeo eu mostro vários, aqui eu estou mostrando só um artigo para cada questão, é que, por exemplo, algumas coisas que existem de fato entre as camadas são esses peperitos.

úmidos, esses peperitos eles só se formam pode passar mais um menos um, você passou demais eles só se formam em presença super saturada de água quer dizer, para ter os peperitos onde foi encontrado alguns desses fósseis marinhos

Você precisa necessariamente de um ambiente super saturado de água. Sem esse ambiente, os perperitos simplesmente não se formariam. E eles ainda falam ali, que é esse segundo print ali, que a lava precisaria ter se movimentado entre os sedimentos.

sem muita resistência. Caso contrário, isso simplesmente não aconteceria. E já é um elo ali para o que você perguntou, mas não é o ponto central. Esse último ponto é que entre algumas camadas foi encontrado feo de espato inalterado. Pode passar mais um. Feo de espato é uma...

é um cristal que se deteriora rapidamente em presença de intempéries naturais. Se ele tivesse ficado lá por milhões de anos esperando a próxima camada vir por cima, ele já estaria oxidado, ele já teria acontecido um monte de coisa ali com ele. Mas eles estavam completamente inalterados. Eles ainda falam que é improvável que essas coisas pudessem estar ali. E depois eles tentam dar uma explicação para esse tipo de coisa. Todos esses artigos, eles são...

evolucionistas, eles partem do pressuposto de que a Terra tem milhões de anos e tentam explicar essas coisas a partir desses pressupostos. Mas o objetivo aqui é mostrar que justamente eles, mesmo os próprios evolucionistas, eles counteram essa argumentação. Caramba, como eu te falei? O Sacani. O Sacani vai dizer que você é cherry picking, cara, já conheço ele.

Ele pode dizer à vontade, só que no meu vídeo... Não deu tempo de você fazer o debate, entendeu? Pegar as afirmações e ler tudo isso, e vai dizer que você é cherry pick. Isso daí são seis artigos. Seis artigos e você lê isso aí em uma sentada. Os artigos científicos não têm 400 páginas, não são livros. Artigos científicos grandes são entre 10 e 12 páginas. Mas e a evidência da geologia para a Terra J? Por exemplo...

olhando ali, ele dá um monte de evidências pra... Na verdade, ele fez as questões ali pra afirmar que a Terra... que essas questões...

deixam claro de que a Terra não pode ter. O que nós mostramos aqui é que essas questões não deixam claro que a Terra não pode ter. Como eu falei, as ciências naturais não trabalham com provas, certo? Só que nós trabalhamos com detecção de evidências. E essas evidências, como por exemplo do próprio Granqueno que eu falei, é uma evidência grandíssima de que aquilo lá tudo se formou muito rápido de uma vez só, com um volume de água imenso. Isso prova, isso não prova.

Assim como se você parte de qualquer artigo científico ali, se tivesse um monte de coisa, isso prova. Não prova, porque nós estamos trabalhando com ciências históricas. E ciências históricas, você não vai trabalhar com provas. Você vai trabalhar com evidência e vai reconstruir a partir de modelos. E os modelos precisam de inputs e pressupostos para serem construídos. Não é assim que a ciência funciona. Júnior, o Sacani chegou assim e falou assim, veja bem. Hoje, os continentes se separam por dois centímetros por ano. Dois a três.

Nós temos lá 3 mil quilômetros de separação, não lembro exatamente o número. Seu regredo, isso dá 160 milhões de anos. Olha só, a Terra não pode ser jovem. O Júnior, eu cheguei para ele e falei assim, você ficou lá medindo? Você tem certeza que esses dois centímetros não variaram? O modelo das placas tectônicas.

com catastrofismo, assume que foi muito mais rápido e desacelerou. É muito mais lógico, inclusive. Se você atira uma pedra que está deslizando sobre uma superfície com atrito, é óbvio que o movimento inicial, muito provavelmente, teve mais energia. A energia está sendo dissipada e perdida.

Ah, não pode ter sido muito rápido porque o calor ferveria a terra. Poxa, a gente tem as simulações. Tim Clary está chegando aqui, pode discutir com o Sakani. E mostra que esse calor, na realidade, se dissiparia pelo manto.

A própria simulação, ele gosta de simulação, ele mostra simulações. Olha, numa simulação provou que a Lua foi formada por um impacto da Theia. As nossas simulações também mostram que esse afastamento de dois centímetros é uma extrapolação que nenhum cientista deveria fazer. Não é porque está separando com dois agora que eu posso jogar isso para milhões de anos para trás. A gente tem modelos que mostram que são rápidos.

Ah, essas 800 camadas têm vida entre elas. A vida levaria um certo tempo. Não tem vida, Júnior. E 800 camadas de sobreposição, como o Eduardo mostrou aqui, se formariam rapidamente. Então, os argumentos que ele usou contra a Terra Jovem não são argumentos contra a Terra Jovem, muito pelo contrário.

O próprio registro fóssil, como falei para você, ele não pode estar na Terra se a Terra for velha. Já teria sido lavado por 120... Pelos números que nós vemos hoje. Então, vou pegar o sorrigimento, a erosão, lavou 120 vezes. É um grande argumento da geologia para uma Terra jovem?

A crosta terrestre elimina, por decaimento da sua composição de urânio, hélio para a atmosfera. O urânio decai para hélio? Ele falou que não, né?

Num debate, riu de mim, junto com o rapaz lá, falou assim, urânio não decai para hélio? Sacana, ele ficou quieto, né? Claro que decai para hélio, porque o hélio vem desse decaimento das rochas e escapa para a atmosfera. A crosta terrestre produz hélio. O hélio praticamente não escapa. Tem vários e vários artigos mostrando.

E o acúmulo de hélio é muito maior do que a quantidade mínima que escapa. Nós, criacionistas, fomos medir a taxa de escape de hélio para a atmosfera, o quanto tem de hélio na atmosfera, quanto que deu, Júnior? Alguns milhares de anos. A quantidade de hélio na atmosfera é de 0,04% do hélio que deveria ter ao longo de milhões e milhões de anos.

Então, assim, se isso estivesse acontecendo ao longo de milhões e milhões de anos, é uma mera especulação. Mas quando você vai na ciência do aqui e agora, vai na atmosfera e mede o hélio, o hélio não está lá. A gente sabe o quanto que escapa, a gente sabe o quanto que acumula, tem 0,04%. Tem os artigos todos que eu vou mostrar nas minhas lives, que eu vou fazer. 0,04%.

O zircão, que é um mineral, e aí é rocha mesmo, é geologia pura, quando ele cristalizou, segundo a geologia, ele incorporou urânio. O urânio decaiu para chumbo e produziu oito átomos de hélio por decaimento de urânio. Tá bom, pessoal aí, né? E o que acontece com esse hélio?

Ele deveria ter difundido da rocha ao longo de milhões e milhões de anos. A gente foi lá, criacionistas, o pessoal do Answers in Genesis, o pessoal do Institute for Creation Research, geólogos criacionistas, que a gente vai lá e mede, pegamos o zircão, umas amostras de zircão, e o que acontece? O hélio está todo lá.

Ele não escapou do zircão. Uma prova evidente e contundente que aquele zircão se cristalizou há poucos anos. Milhares, não milhões. Então quer evidências de que a Terra é jovem? Tem hélio em zircão e tem pouco. Aonde deveria ter, não tem.

aonde não deveria ter o hélio instalado, no zircão. É uma prova evidente. Não existe prova, certo? Uma evidência muito forte de que a Terra é jovem. Gritante. Só para você entender, o hélio é um gás nobre. Ele não vai se ligar com outra coisa. Então, ele não vai ficar preso porque ele fez uma ligação química e está lá. Ele vai fazer de tudo para escapar.

Então ele é liso, digamos assim É muito fácil dele escapar Pequenininho ele escapa pelas... É, por qualquer fresta ele vai escapar Pra ele ficar lá por milhões e milhões de anos Ele já teria tido muitas e muitas oportunidades Pela própria estatística de escapar de lá Júnior, tem todas as camadas sedimentares

Você vai pelo mundo, tem dobras absurdas dessas camadas sedimentares. Eu coloquei aqui nos slides, vou pedir porque você pode achar. Procura as dobras das camadas sedimentares. Dobras assim absurdas, imensas. O pessoal vai achar aí, não sei qual é o seu. Procura umas rochas dobradas.

A camada inteira dobrada, Junior. Junior, se isso foi ao longo de mil... Isso aqui é o animal marinho no topo do Everest. Pus até ali no... Eu gosto de... Vou chamar o Sacanioheim. A geologia prova com fotos tipo a do James Webb. A Terra Jovem e o Dilúvio. Fósseis de animais marinhos no Everest. Outro game over.

Aí nós vamos ver essas dobras, Júnior. Todas as camadas sedimentares que deveriam se formar ao longo de milhões e milhões de anos e que deveria ser rocha bruta, estão extremamente dobradas. Aí o Sacani lá no debate, no outro lado...

O Flo, ele disse o seguinte, não, são microfissuras que dobraram essa rocha. Ô Júnior, é muita fé, tá? Fé em microfissura de rochas. Quer ir lá fora comigo dobrar rocha com microfissura? Não dá para dobrar, Júnior. É uma prova evidente de que quando aquelas camadas, umas sobre as outras, se formaram, a movimentação rápida das placas tectônicas...

Fez pressão lateral e elas dobraram porque ainda estavam úmidas. Lama sobre lama. Depois que solidificou, você não dobra mais. Então tem evidências que a Terra Jovem na geologia, claro que tem. Tem várias e várias e várias. Aí eles dizem assim, não, mas se você aquecer a rocha, se fundir ela de novo, ela dobra. O problema é que se você funde novamente as rochas sedimentares, você consegue identificar isso.

75% dos continentes estão cobertos por rochas sedimentares que a erosão já devia ter lavado. 95% dos animais são marinhos. Júnior, o que animal marinho está fazendo em cima de continente que não seja através de um dilúvio global que cobriu a terra e depositou esses animais marinhos lá?

Rochas plano paralelas, dobradas, várias e várias evidências da própria geologia que mostram claramente que a Terra é jovem. Você vai no diamante, diamante, Júnior, que deveria ter sido formado no início, que a Terra ainda era um magma líquido, cristalizou, o diamante formou. O que os criacionistas fizeram? A gente gosta de dados, não é fé. Cortamos todos os diamantes, pedacinhos, e mandamos dar tapa para carbono 14.

Carbono-14 tem um tempo de meia-vida de 5.730 anos. A quantidade de carbono-14 é muito baixa. Então ele não detecta mais depois de 20, 25 mil anos. Você tem um átomo de carbono-14 para cada um trilhão de átomos. Quantidade muito baixa.

Então a detectabilidade do carbono 14 não pode passar de 20 a 25 mil anos. Então nada na Terra que fosse velho deveria ter carbono 14 detectável. No diamante tem carbono 14. No carvão da Terra, que é um absurdo também, como é que tem tanto carvão nessa Terra soterrada. Só o dilúvio bíblico explica. O C.L.A.U. deu um show lá e falou assim, o carvão é uma prova de que foi um soterramento rápido. Tem carbono 14. Petróleo tem carbono 14.

Então, se o argumento principal a favor da terra velha é a exploração econômica de petróleo, como o Sacani colocou no final do debate, esse argumento é totalmente a favor do criacionismo de terra jovem. Tem carbono 14 em petróleo, Júnior. Tem um artigo na Nature datando o petróleo de 5 mil anos.

E você vai no laboratório, você pega a matéria orgânica, pressão, água e temperatura e faz petróleo. Aí o Assacani falou, mas pequena escala. Isso é uma simulação em pequena escala, claro. Então o petróleo na Terra é uma evidência de que houve um soterramento muito rápido de matéria orgânica, muito rápido, pressão e temperatura e água formou o petróleo. Como é que eu sei que o petróleo é jovem? Tem carbono 14 no petróleo.

Olha só. E carbono 14 não deveria ser detectável depois de 20, 25 mil anos. Só no petróleo, tem no diamante, carvão. Tudo que tem na Terra, que tem carbono, tem carbono 14. E isso é minha área, espectrometria de massas, é detectado com espectrômetros de massas.

O Sacani outro dia falou assim, não, o pessoal confunde, porque o tempo de meia-vida é 5.730, por isso que eles acham que a Terra tem 6 mil anos. Gente, totalmente equivocado essa sua análise. Ele inventou um argumento para bater no argumento que ninguém faz. Não é isso, é a detectabilidade que não passa de 20 em 25 mil. O professor Adalto Lourenço, lá no debate de 10 horas e 45 minutos, falou 25 mil anos. Eu falei, ô, professor Adalto, o senhor está muito bonzinho, porque na realidade é 10 mil.

10, 15 mil anos você não pega mais carbono. Tudo que tem carbono 14 na Terra, o Júnior, tudo que tem carbono tem carbono 14. Júnior, acredita no seu amigo aqui. 20 anos estudando essa questão multidisciplinariamente, não só na geologia, em todas as áreas. Eu não tenho nenhum problema com terra jovem ou terra velha. Se a terra é velha, eu vou falar que Deus criou há muito tempo.

Qual é o problema? Tem algum problema? Deus poderia ter criado há muito tempo? Você acha que eu ia ficar batendo em terra jovem contra as evidências só porque eu acho que Deus deveria ter feito há pouco tempo e não poderia ter feito há muito tempo atrás? Agora, por que eu bato na terra jovem? Porque a gente está atolado, Júnior. A terra é jovem, univers... Aí o James Webb vem dar uma foto.

com galáxias elípticas, e galáxias elípticas é game over. Como eu falei, Sérgio, game over. Ele falou, você não sabe o que é galáxia. Argumento ad homine. Ele não quis debater comigo. Então, ele falou que ele também não sabe o que é galáxia, mas o canal dele é só para falar disso. Mas ele falou, não, eu não sei, eu sou ignorante. Mas tudo bem. Mas assim, há fotos do James Webb.

o Junior, e as fotos do Hubble mostraram um universo extremamente pronto, totalmente estruturado, igualzinho o universo que nós temos hoje. O universo é jovem. Se o universo é jovem, a Terra é jovem, a vida é jovem, aquelas camadas não se formaram ao longo de milhões e milhões de anos, a separação dos continentes foi rápida, o calor se dissipou para o manto, como o Baumgartner sempre calculou.

As camadas são plano paralelas porque elas foram formadas rápidas. As dobras porque elas ainda eram frescas. E tem carbono 14 porque é jovem mesmo. Tudo... Como aquele filminho falou assim, o dilúvio não precisa forçar a evidência. Ele aparece na evidência. Posso falar de petróleo um pouquinho? Pode. Pode que aí a gente vai para as perguntas. Tá, beleza. Vou continuar. Coloca o slide 13, por favor.

Só pra finalizar o ponto aqui. 13, isso aí. Pode pôr a tela. Pode voltar, pode voltar. É que eu não sabia do que a gente ia falar, então colocou um monte de coisa aí, mas pode voltar, volta. Aí, petróleo, passou. Não, é 2 a menos.

Menos um. Esse. Não. Esse. Esse? É pra cima. Pra cima. Não. Você tá descendo. Tá... Você já tá indo... 16, sei lá.

Esse daí é o 16. Esse? É esse, beleza. Então é só para mostrar que formação de petróleo nós já conseguimos fazer desde a década de 80. Isso aí é um artigo de 1985, onde eles falam, ó, geração de petróleo, simulação por seis anos.

com formação de hidrocarbonetos, enfim, usando torbanita, enfim. O que eles fizeram? Eles pegaram vários barris de aço inox, colocaram os sedimentos, colocaram matéria orgânica lá e aqueceram, deixaram sob pressão por vários anos, por várias semanas e eles iam a todo tempo fazendo algumas medições.

Eles descobriram que com 4 anos a 300 graus, 35% do conteúdo ali já tinha virado petróleo. Com 5 anos a 350 graus, o processo já fez até craqueação, gerou gás natural, antracito, enfim. Então, aí eles chegam à conclusão, pode passar um slide?

eles chegam à conclusão, nesse mesmo trabalho, menos um.

nesse mesmo trabalho que foi um trabalho seminal dessa área, de que a temperatura e a pressão são muito mais importantes do que o tempo. E eles ainda colocam assim, de que o acúmulo lento durante esse período de tempo geológico poderia possibilitar a perda de petróleo. Mas a alta temperatura e a pressão, eles são muito mais importantes para esse aspecto. E depois disso, de lá para cá, isso é da década de 80, já avançou muito, pode passar mais um.

Hoje em dia, eles fazem petróleo, saiu até na Forbes, em 30 minutos eles conseguem fazer petróleo dentro de laboratório, com uma eficiência de 85% a 90%. Como diz aí no finalzinho do artigo, você pode ver a...

Veio ali no print. 95 a... 85 a 90% de eficiência. E é interessante que na própria Nature, eles encontraram depois... Isso aí é sintético. Eles fazem no laboratório. Só que agora eles encontraram petróleo sendo formado ao vivo na Terra. Pode passar mais ou menos. Isso é antigo também. Olha só. A Nature mostrando petróleo sendo formado ali em fontes.

hidrotermais e petróleo com idade geológica de carbono 14 de 5 mil anos. Olha que coisa interessante. 5 mil anos. Carbono 14 é uma grande evidência. Tudo que tem carbono 14 é jovem. O carbono 14 é uma pedra no sapato da evolução, né? Em todos os aspectos. E o hélio na atmosfera sobre as rochas. Ô Júnior, posso mostrar um slide? Bem legal. 25 dos meus slides. É que ele já tá querendo ir pras perguntas.

Não, mas espera aí, só deixa eu fazer uma chamada, aquela chamada. O meu slide 25. Sobe aí, ó. Esse aí já voltou pro do... Matou o menino ali com tanto slide, viu? Esses professores e o Júnior. Só quer mostrar um monte de slide, né? Não, eu tenho também 75. 22, 23, por aí. É, desce um pouco agora, vai descendo. Esse, mais um.

Esse, ó. Júnior, esse aqui é o Tim Clary. Está vindo para o Brasil. Vai estar com a gente no sétimo congresso brasileiro do design inteligente. Falei com ele hoje. Falei, Tim, tem aqui o Sérgio Sacani, um geólogo brasileiro. A gente teve um debate com ele. A gente ama de paixão. Quer vê-lo...

convencido de que a Terra é jovem, que há um Deus, que ele é filho do Altíssimo. E a gente queria que você batesse um papo com ele durante o nosso congresso ou mesmo no Redcast. Você traz eles aqui também, né? Se for o caso, né? Sim, sim. E aí, ó, ele falou, claro, professor, estarei aí com vocês. Ele vai dar uma palestra no nosso congresso, Congresso Brasileiro do Design Inteligente.

E olha só, ele é PhD em Geologia pela Western Michigan University. Ele é mestrado em Geologia pela Universidade de Wyoming. Doutor, mestrado, Geologia e Hidrogeologia. Experiência, trabalhou na indústria de exploração de petróleo Chevron.

por alguns anos, pesquisa de sedimentação do dilúvio, professor e chefe de geossciências do Delta College por 17 anos. Hoje ele é pesquisador do ICR, Institute for Creation Research, vai estar aqui no nosso congresso.

E, Sakani, então você já está convidado, pode bater um papo com ele, ele vai mostrar as evidências do dilúvio, vai mostrar por que essa separação poderia ser rápida, como que o calor se dissiparia pela Terra com as simulações computacionais do Baumgartner e quer bater um papo com você. Então, estou convidando o Sakani para esse papo. O Júnior já se ofereceu para ser o host. E também, Sakani, para você assistir a palestra dele. E o próximo slide? Olha que sensacional, Júnior.

Olha aí, gente. Esse é o sétimo congresso brasileiro do design inteligente. O Richard está no centro, olha aí, com a cobra e tudo, bacana, né? Ó, bacana. Daniel Lopes. Só o design inteligente junta essa gente bem legal, né, Júnior? Olha só. Daniel Lopes. Ana Beatriz Barbosa, uma psiquiatra magnífica. Já tive um debate com ela. Ela não é do design inteligente, mas ela...

se propôs a estar com a gente. O Richard não é do design inteligente, ele vai defender a posição evolucionista, inclusive junto com o biólogo, a gente vai ter um biólogo do design inteligente e o Richard, evolucionista, os dois criem em Deus, a gente vai tentar ver como é que eles conciliam Deus com a evolução e com o design inteligente. Muito bom! Não é legal? Muito bom! Maravilha! Eu fico feliz de ver!

Não é debate, vai ser um bate-papo. Um bate-papo. O Domingos do Santos Neto vai fazer um experimento. O Domingos falou que vai fazer o experimento mais numeroso da vida dele. Moedas. Ele vai trazer umas 500 mil moedas, vai jogar lá todo mundo para ver o que vai dar.

E uma seleção não só desses, viu, gente, mas uma seleção de multidisciplinar. Vai ter gente de farmácia, o Tiago de Mello vai estar lá, Daniel Trindade, que é químico, vai estar o Marcos Davi, que é biólogo, vai o Kelson Mota, que é fisico-químico da Universidade do Amazonas, falando sobre a fisico-química da...

da vida, se será que a vida veio de meteoro para a Terra, o meteoro das lacunas, é uma coleção imensa de grandes cientistas, eu também estou lá, está vendo? E gente que quer discutir multidisciplinariamente, o criacionismo como o criacionismo deve ser discutido, então convidando todo mundo, vai ser um congresso sensacional, o Júnior vai estar lá fazendo podcast com todo mundo, né Júnior? Agradeço demais. E é isso aí gente, o design inteligente não tem nenhum compromisso com a Terra jovem.

Mas a terra é jovem, Júnior. As evidências são todas. O que eu posso fazer? Vou estar lá, vou estar batendo papo com todo mundo, entrevistando a galera. A gente já faz aí a cobertura de eventos. Eu vou fazer também cobertura de eventos na área do mercado financeiro esse ano. Vou fazer novamente cobertura do evento do Sacani. Vou fazer cobertura de eventos esportivos. Então, vai ser um prazer estar lá presente. Mais uma parceria aí do RedCast com o pessoal do TDI.

Mas só um slide? Pode? Pode. Mais dois, dois pra baixo. É que, meu, tem pergunta pra caramba. Não, mas aí... Nós vamos bater o recorde de 10 horas. Aí a gente vai fazer igual o dia do Jaime lá. 10 horas e... Ó, Júnior, Júnior, essa aqui, pra mim, é a melhor. Tá bom. Professor Célio Pires tem uma teoria. E muitos criacionistas defendem...

E geólogos não criacionistas também. E na realidade, a movimentação das placas é mínima. Afundou o fundo dos oceanos e subiu os continentes durante o dilúvio. É uma teoria que alguns criacionistas defendem. Eu prefiro a teoria das placas tectônicas catastróficas. Já falei com o professor Célio. Mas tudo bem. A gente tem três modelos no criacionismo, na realidade. Tinha um mais antigo que achava que a Terra tinha contraído, expandido. Tudo bem.

Agora, o que acontece, Júnior? Dá uma olhada, Júnior. Júnior, olha aí para mim. Você não está olhando. Dá uma olhada. Olha. Viu agora? Pronto. Né, Jéssica? Ó, Jéssica, dá uma olhada aqui. Até a Jéssica, que não entende nada de geologia, completamente ignorante de geologia, né, Jéssica? Olha aí. Os continentes ainda se encaixam. E os encaixes são praticamente perfeitos, Júnior. Todos os continentes, se você aproxima hoje, eles se encaixam.

Tem encaixes, inclusive, nas bordas. Júnior, se essa separação fosse longa, gradual e sucessiva, como o Sacan tentou nos convencer, 2 centímetros de hoje sempre aconteceu por 2 centímetros, o que aconteceria? Não, mas isso daqui eu já tinha visto faz tempo. Sim, mas é uma evidência clara de que a separação foi rápida e foi recente. Você pode discutir o que você quiser.

Pode fazer qualquer tipo de simulação. Mas esse é o dado do aqui e agora. É a ciência do que a gente está vendo, Júnior. A gente está vendo que os continentes encaixam perfeitamente, Júnior. Se essa separação fosse lenta, gradual e sucessiva, ao longo de milhões e milhões de anos, há uma dinâmica nos litorais que muda a forma dos continentes. A gente está sabendo disso. E esse encaixe não aconteceria mais. A gente nem já perceberia mais que esse encaixe estava assim tão bom.

Essa é uma evidência contundente de que essa separação foi muito recente. Como eles estão separados bastante, foi muito mais rápida antes e agora. Está muito mais lenta. Não tem como fugir. Contra fotos não há argumentos. Olha que foto, gente. Os continentes estão... No debate lá com o Sacani, o Pirulo, o Raim, estava todo mundo discutindo. O professor Adalto Lourenço. Eu falei, gente, para, para, para, para. Tudo mera especulação. Olha para a foto.

Você acha que foto vai se render a especulações? Não, foi milhões de anos por causa disso, porque aqueceu a terra, não sei o que. O encaixe é perfeito, Júnior. O encaixe perfeito. Não, mas todo mundo acredita que é desse jeito mesmo. Só discorda na questão do que vem depois, né? Ô, Júnior, você não pode assumir que essa separação aconteceu ao longo de milhões e milhões de anos. Por quê? Porque a gente sabe que é uma dinâmica que está movimentando e alterando a forma dos continentes.

Se isso estivesse acontecendo por milhões e milhões de anos, essa dinâmica teria que ter agido. E não agiu. Os continentes se encaixam bonitinho ainda. Você traz como um quebra-cabeça, junta direitinho. É prova definitiva? Não, porque eu não fiquei lá filmando. Eu não fiquei medindo. Porque o Sacanho falou, você ficou medindo os dois centímetros? Claro que não fiquei. Nem ele. Mas as evidências que a gente tem hoje são todas favoráveis a essa separação rápida no início.

E o encaixe mostra claramente. Esse aqui, pra mim, é outro Game Over. Com milhões de anos, o formato da encosta teria mudado, né? Por causa de erosão. Depois você deixa eu falar da Arca também, que eu trouxe, tá bom? Quer falar? Fala o Jau, gente. Tem um parque nos Estados Unidos. Se deixar ele vai falar até amanhã. É, eu falo pro caramba, meu. O Jaime ficou até bravo comigo, eu falava muito. Mas eu gosto de falar, né? Fazer o quê? Porque eu tenho muitas evidências. Esse aqui é o Arca Encounter nos Estados Unidos, Junior. Você precisa visitar.

Tem uma réplica em tamanho real da Arca de Noé. Maravilhoso o parque. Ark Encounter. Do lado tem o Museu da Criação. Fui lá, chorei, tirei foto, um monte de coisa.

O que acontece com a arca? Ah, isso é uma mitologia. Júnior, 300 por 50 por 30 côvados. Essa dimensão, já fizeram simulações, leva a melhor flutuabilidade, a melhor resistência, o melhor conforto de um barco feito para transportar cargo. Todos os cargueiros do mundo, na Segunda Guerra Mundial, por exemplo,

copiaram as mesmas dimensões da arca de Noé 300 por 50 por 30 côvados. O Célio fala no livro. Como é que pode ser um mito? Como é que o cara acertou? Côvados é o... Côvado, essa distância que é 47 a 58 centímetros. Se você pega 58 centímetros, dá 50 mil metros cúbicos. Aqui dentro caberia...

Eu fiz outro dia uma conta, 40 mil ovelhas. E você precisava entrar dentro da arca de 6 mil a 7 mil animais. Que é o cálculo que a gente faz. Um terço só da arca estaria ocupado. A melhor flutuabilidade, a melhor resistência e a melhor conforto possível num barco de madeira. Cara, quem duvida, por exemplo, da arca...

de ser possível, primeiramente, de ser construída depois de abrigar os animais, faz todo sentido. O pessoal fala assim, pô, como é que caberia o T-Rex dentro da arca? Nascia de ovo, Júnior. T-Rex nascia de ovo. Claro. Ou as espécies, não precisava entrar todas. É a família, um representante de cada uma das famílias. O professor Adalto Lourenço, no livro que eu te dei, você vai ver as contas.

calculou 3.600 animais. O Ark Encounter calcula 6.300, alguma coisa assim. Caberia tranquilamente dentro da arca. E você vê que tem uma consistência, uma coerência do relato bíblico. Bate com a geologia, bate com a zoologia, com a genômica, com as famílias da Terra. Bate... Por que a longevidade caiu, Júnior? A gente vivia 900 anos. Agora a gente vive 90, você já está...

Por quê? Porque houve um gargalo genético, a mesma família, Noé e seus filhos. Os primos casaram com primo, com primo, com primo, geração de primo, com primo, com primo. A longevidade na Terra caiu exponencialmente, Júnior. Chegamos a viver 40, 50 anos no máximo. Agora a ciência reverteu, mas está caindo de novo.

Vale fazer um adendo aí com a questão das famílias, porque, em geral, as pessoas que nunca leram Darwin acreditam que adaptação de animal é prova de evolução. Então eles dizem, ó, um cachorro e o lobo é o mesmo animal, então isso significa que você está vendo a evolução acontecer ao vivo ali. Só muda algumas características ali de seleção e tudo mais.

Só que não, o próprio Atanasius Kirchner, por exemplo, ele foi um criacionista 200 anos antes de Darwin nascer. E ele já dizia que na Arca havia entrado um representante de cada tipo. Por exemplo, ele dá alguns nomes no livro dele, esse livro tem na internet, você pode baixar. Eu não lembro o nome do livro, mas tem alguma coisa de Arca de Noé, eu sei que tem Arca de Noé.

no título do livro. Ele fala, por exemplo, de que animais, desde o poderoso bisão até o... Esqueci o nome de um animal que é um boizinho bem pequeno que tem... Jersey. Jersey, que é um boizinho que tem lá nos Estados Unidos. Todos eles vieram de um ancestral...

bovino em comum. Assim como cães e lobos, ele cita vários exemplos assim. Aí o pessoal que geralmente não leu Darwin acham que, ah, então vocês acreditam em evolução mais rápido do que os próprios evolucionistas. Mas não, adaptação nunca foi evolução. Adaptação sempre foi um conhecimento da humanidade. Os gregos já faziam seleção artificial de cães pra corrida, de cavalos. Os egípcios faziam de gatos.

a pecuária ela já tinha, desde a Mesopotâmia já tinha seleção artificial Atanasius Kirchner usa 200 anos antes de Darwin para dizer que isso era uma prova uma evidência do dilúvio bíblico de que daria para colocar os animais lá e Darwin quando ele escreve o livro ele não inventa adaptação todo mundo já conhecia adaptação ele olha a adaptação que já acontecia e ele diz assim, olha, se em tão pouco tempo e ele diz assim, olha, se em tão pouco tempo

Um criador de ovelha, ele consegue, ele escreve isso no livro dele, ele consegue selecionar a ovelha para produzir mais lã, para produzir mais leite, etc. Aí ele faz uma extrapolação. E isso é evolução. Ele diz, então, em milhões de anos a natureza teria capacidade de fazer essa ovelha mudar tanto até que se tornasse algo...

que nós não reconheceríamos mais como ovelha. E ele dá alguns exemplos. Você quer ver o que é um absurdo? Num dos exemplos que ele dá, por exemplo, ele diz o seguinte. Fulano de tal, não sei quem, ele fala o nome lá, observou por horas um urso, não sei se era preto ou pardo, mas ele observou um urso nadando num lago de boca aberta, tentando pegar insetos que estavam lá por falta de comida na região.

Aí ele disse assim, se nós acreditarmos que a produção de insetos na água era constante e que esse urso não tivesse concorrentes melhores adaptados que ele para pegar esses insetos, não seria assombroso se ele, com o passar de milhões de gerações, se tornasse uma criatura tão monstruosa como uma baleia.

Olha o absurdo. Está escrito na origem das espécies. O pessoal ficou com vergonha dessa afirmação e eles tiram nas edições novas. Mas Darwin escreveu isso. E está documentado lá. Isso é evolução. Então um cachorro ter seleção artificial, virar um lobo ou vice-versa, isso aqui é diversificação. Os criacionistas já usam isso como argumento centenas de anos antes de Darwin nascer. O que Darwin pegou foi a diversificação que já era conhecida e disse que se isso continuasse indefinidamente...

produziria a evolução que seria uma nova forma de vida e não seria mais reconhecida como aquela forma de vida original. Isso é mitologia. Isso nós não temos nenhum caso documentado disso. Agora, de adaptação, isso aí acontece o tempo todo. Podemos? Bora as perguntas, né, Jânio? Bora mais com as perguntas do Donate aí, por favor, Francisco. Você que ainda não mandou seu Donate, a hora é agora em mandar o seu texto, o seu áudio aqui pra gente. Aproveita e conheça a plataforma Donate. Faça seu cadastro.

Bora lá, vamos para os donates aí. Pode mandar o primeiro logo. Aspirina dou 20 reais? Os senhores me citaram dizendo que o universo não me criaria espontaneamente. Mas não citaram a salicina, que foi criada espontaneamente na natureza e era usada como analgésico natural por centenas de anos. Aspirina que perguntou, gente. Quem que perguntou? Aspirina, ué.

Responde aí, Eduardo. Evolução química. As moléculas da natureza foram formadas espontaneamente?

produtos farmacêuticos eles são baseados em extratos naturais, de plantas de outras coisas assim, as plantas elas acontecem na natureza agora a manipulação disso, você já viu algum extrato natural virar, sei lá, um comprimido virar uma cápsula virar qualquer coisa parecida com isso concentrar do jeito que se faz artificialmente em laboratório .

Não, extratos da natureza, tem plantas que tem, se é só você comer, os antigos eles curavam praticamente tudo, só comendo planta. Agora isso é muito diferente de geração espontânea, a geração espontânea é algo completamente, você precisa de ordens de magnitude, de complexação, de purificação, nada na química prebiótica acontece sem purificação.

por exemplo, sem ativação porque não tem energia, você precisa dar energia artificial pra isso acontecer eles simplesmente não conseguem fazer em laboratório por mágica isso aí é acreditar em mágica, então extratos de plantas, coisas naturais natureza, isso simplesmente é óbvio, existe agora é

remédios do jeito complexos, ativados, concentrados, isso aí simplesmente não existe. Isso é mitologia. E queria convidar também a aspirina a dar uma olhada para ver o caminho metabólico que essas plantas usam para sintetizar essas moléculas.

Rotas extremamente sofisticadas, diversificadas, usando catalisadores, enzimas. Enzimas são estruturas poliméricas, moleculares, com sítios ativos para ativar reações que sem elas não ocorreriam.

Moléculas que têm centros quirais, carbonos assimétricos, como se eu preferir aquela história virada para a direita e para a esquerda. E são enantiomericamente puras, que processos naturais jamais formariam, formaria a mão direita e a mão esquerda. Só são possíveis porque a vida já está lá. Mas mesmo que seja... Existem remédios minerais também.

que são sais, são coisas parecidas que a natureza produz, mas não são remédios manipulados como a gente vê por aí. Eles são simplesmente produtos minerais que estão por aí, a gente usa e faz bem porque o nosso corpo é feito dessas coisas. Então eles tiram os minerais dali e espalham para onde tem que espalhar. Mas isso só acontece porque a vida já está lá.

Mas os fármacos que você encontra na natureza normalmente são estruturas extremamente complexas formadas em processos metabólicos nas plantas, extremamente complexos. A vida é coisa de profissional. Não foi gerado lá por processos não guiados, absolutamente não. Não há a menor possibilidade.

Tem outra substância que poderia servir de exemplo, que você falou falando da aspirina, mas tem como a gente... Muitos falam sobre certos remédios naturais, né? Sim, posso dar um exemplo? Taxol. Taxol foi uma molécula que por um certo tempo foi usada como a cura do câncer.

Começaram a descascar tudo quanto é árvore atrás do taxol. Quero que você dê uma olhadinha na estrutura do taxol. Foram anos e anos e anos de pesquisa em laboratório só para desvendar a estrutura do taxol.

Vários e vários centros assimétricos virados só para um lado. A molécula é extremamente complexa. O metabolismo de síntese do taxol é absurdo. Por isso que eu falo, toda vez que você for numa farmácia, Júnior, todo mundo que está nos ouvindo, tem gente que chega na farmácia e fala assim, eu não preciso de Deus.

Deus nem colocou o pezinho aqui na porta. Graças dou a ciência, ciência, ciência. Olha só, farmacêuticos, químicos, sintetizaram várias drogas e estão aqui na farmácia muito pelo contrário. Você tem que chegar na farmácia e falar que o Senhor graças te dou pelas moléculas que o Senhor criou na natureza. Um terço dos produtos a gente fala que é produto natural. Sabe o que foi? A gente foi lá da criação de Deus, extraiu, botou numa frasquinha e vendeu e não estou pagando royalties.

Outro, um terço, é inspirado em produto natural. A gente fez alguma mudancinha, porque somos imagens e semelhanças desse grande Deus. Filhos do Altíssimo, viu, Sacani? Filhos do Altíssimo, como eu disse para você. E a gente foi lá e mexeu um pouco. O outro terço, eles chamam de sintético, Júnior. Sintético, pegou uma estrutura aqui que Deus criou, mexeu com outra lá, mexeu com... Então, transformou tanto que você já está chamando de sintético. Mas você não construiu de chompes em vulcão.

Você não pegou chomps, e daquele chomps você pegou estruturas da natureza, Júnior. Então toda vez que a gente for olhar na farmácia, são moléculas complexas, extremamente sofisticado o método de produção, os caminhos metabólicos. Por exemplo, as quatro bases nitrogenadas que foram encontradas naquele asteroide,

Vai na vida. A vida não pega de asteroide. Ela sintetiza. Veja os caminhos que são utilizados para sintetizar aquelas bases na vida. Extremamente sofisticados. Vida é coisa de profissional. Então a gente vai na farmácia, agradece a Deus pelas moléculas que ele criou. Colocou na sua criação as árvores. Tem um versículo na Bíblia, Júnior, que diz assim, As folhas para remédio.

Os frutos para alimento. Com as frutas, pensa bem. Você vai lá, tem lá uma maçã. Você tem o abacate. Você tem a casca protetora. Você tem o abacate e a semente dentro. O cara fala, nossa, a semente é muito grande. Já viu? Muito grande, cara.

O cara come o abacate, é uma fruta maravilhosa. Se alimenta e fica reclamando que Deus fez a semente muito grande. Não, Deus fez do tamanho que Ele quis fazer. Foi maravilhoso. E as folhas para remédio. A gente encontrou praticamente todos os remédios nas plantas. Os índios, até há pouco tempo, se curavam com...

Com os fitoterápicos. Fitoterápico, inclusive, às vezes tem gente que acha que é melhor. Por quê? Porque é polidrogas. Ataca de várias frentes. Quando você pega uma droga só, você corre um perigo. Aquele organismo pode adquirir resistência. Mas quando você usa um fitoterápico...

Por exemplo, está atacando por vários lados, produtos naturais. Olha só, então não tem essa possibilidade de que você achou, ah, achei uma coisa lá, puxa vida, não foi Deus, foi o acaso. Puxa, não, a gente tem que agradecer a ele, porque ele fez produtos extremamente sofisticados. E o que nós temos feito como cientistas? Utilizados. A polilaminina, por exemplo, né?

É Deus que fez, né? Se ele tem forma de cruz ou não tem forma de cruz, se isso remete para Deus ou não... Não, mas ele que fez. A gente está usando agora. Homens feitos à imagem e semelhança de um grande Deus trabalham com a criação de Deus e minimizam os males da queda. É isso que a gente faz. Todo fitoterápico só está aí porque a vida já está aí antes, né? Eles não surgiram do nada. A vida que criou eles.

E a vida, quem criou foi o designer que a gente entende que é o Deus bíblico. Você também, né, Eduardo? São dois bíblicos aqui. Muito bom. Ó, o Marcelo Rocha, vamos pro próximo. Eu sou cristão e evolucionista. Não vejo conflito entre fé e ciência. Se a criação demorou seis dias, seis mil anos ou seis bilhões de anos, isso não altera em nada a divindade do Criador. Ah, bora. Então agora eu posso falar? Você destrói o seu Deus, o seu Deus vira um Deus.

absolutamente indigno de ser louvado. Um Deus totalmente incompetente que tem que usar a morte para sofisticar a vida. É um Deus que não é digno de ser louvado. Aí sim você destrói Deus. Você descaracteriza todos os seus atributos porque ele é um Deus de tentativo e erro, lento, gradual e sucessivo, que vai aprendendo com seus erros a sofisticar a vida. Isso não é Deus.

Ele faz e não gosta, faz e não gosta, faz e não gosta. A evolução mostra que é um Deus totalmente desfigurado. O Deus do evolucionismo teísta é um Deus desastrado, um Deus incompetente e um Deus cruel, porque tem que matar as coisas mal feitas.

Agora, quando você coloca Deus para guiar a evolução, Júnior, você destrói a evolução. O Piulo disse, não vem com Deus aqui não. Ô Pirula, nessa eu fiz uma live, eu falei, Pirula, nessa eu concordo 100% com você. Não dá para casar Deus com a evolução, porque se você casa Deus com a evolução, você destrói a evolução. A evolução é um processo não guiado, despropositado, acéfalo. Ela faz sem querer fazer. Quando você põe alguém para guiar a evolução, não é evolução mais. Então, se você põe Deus para guiar a evolução, você destrói Deus.

Isso é destrói a evolução. É o pior compromisso. É péssima ciência com péssima filosofia com péssima teologia. O seu Deus, não sei o rapaz que colocou aqui, é um Deus indigno de ser louvado. Eu jamais adoraria o Deus da evolução. Cruel, desastrado, lento, sucessivo. Faz sentido.

E a própria Bíblia, que é a palavra de Deus, diz que no princípio criou Deus os céus e a terra. Jesus, quando questionado sobre a criação, ele falou, não tem deslido no casamento. Você conhece a Bíblia, né, Ju? Não tem deslido que desde o princípio eu os fiz homem e mulher? O Criador, Júnior, o próprio Deus... Não tem deslido que você conhece.

João 1.1 diz, no princípio era o verbo, o verbo estava com Deus e o verbo era Deus. Todas as coisas foram feitas por ele e sem ele nada do que foi feito se fez. João estava falando de Jesus Cristo. Jesus Cristo, quando questionado, disse, cara, você não tem lido em Gênesis que desde o princípio eu te fiz homem e mulher? Homem e mulher desde o princípio. Então não tem evolução.

Como é que você vai falar pra Jesus então que ele mentiu? Você vai crer num Deus que próprio Cristo já descreveu que ele não é assim. Ele fez desde o princípio o homem e a mulher. Mas como você lida com os... Porque assim, eu já vi que tem duas posições que são também muito opostas. Júnior, bora. Tanto, por exemplo, cristãos e pastores que falam sobre o Big Bang.

Conto também os que são do lado da evolução. Júnior, eu respeito mais o Sacani do que alguém que chega lá, aperta a mão dele e fala, nessa nós estamos juntos.

Um pastor cristão chegou lá, apertou a mão dele. Eu respeito mais o Sacani, porque eu acho a posição do Sacani totalmente coerente com o naturalismo dele. Eu combato o Sacani, mas eu falo que o Sacani é coerente. É naturalismo. Agora, um cristão que tem a palavra de Deus como sua referência, que crê num Deus todo poderoso, um Deus que fala e acontece, achar que Deus, ao longo de milhões e milhões de anos, foi formando por um processo natural, universo,

Não, totalmente incoerente. Um cristão que quando fala com a Bíblia diz assim, porque ele falou e tudo se fez, ele ordenou e tudo foi criado. Não tem deslido que desde o princípio eu os fiz homem e mulher. Pela palavra do Senhor todas as coisas foram formadas. A Bíblia está dizendo para ele exatamente como Deus fez, fazer compromissos com teorias de homens falidas. Então é alguém que está tentando casar os dois lados.

Então é um pelego da fé. É assim que eu... Pelego da fé. Quando você senta num debate, tem o lado naturalista e o lado teísta. Pô, tudo bem. Agora fica o cara ali jogando dos dois lados. Mas o Júnior não pode. Mas o lado evolucionista também tem evolucionista.

Tem evolucionista ateísta, criacionista evolucionário. Sabe quem... Outro dia eu estava num debate e o cara falou assim, professor, se o senhor fosse um evolucionista ateísta, você seria muito mais bem aceito. Se você fosse um big banguista, você seria muito mais bem aceito. Entendi. Pô, Júnior, eu não quero ser bem aceito, Júnior. Eu quero defender a verdade. Não tem como. São dois extremos, posições totalmente antagônicas. E quem fica tentando casar os dois, casa um grande desserviço. A fé e... E...

Por quê? Quando você começa a casar os dois, Júnior, você fala assim, olha, a Bíblia, Gênesis é alegoria, é poesia, é mitologia. E aí, se Gênesis é mitologia, até onde a mitologia da Bíblia vai, Júnior? Ninguém sabe. Aí o pastor chega e fala assim, gente, podemos atualizar a Bíblia, contextualizar a Bíblia. Não tem pastor fazendo isso? Não tem padre fazendo isso? Pastores de padre? Aí você destrói a nossa fé, os princípios da fé cristã. É isso aí.

Júnior, você faz um compromisso com as trevas. Você faz um compromisso com as trevas. Por isso que há tonta confusão na igreja hoje. Porque a igreja achou que o evolucionismo tinha vencido, o big bangismo tinha vencido. Teve gente que fez meio compromisso, se tornou big bangista. Outros se tornaram evolucionistas ateístas e virou uma confusão.

Agora, a gente não. A gente, com boa ciência, o design inteligente, Júnior, com boa ciência, está fazendo o quê? Levando os cristãos de volta à boa palavra de Deus, Júnior. Essa é a grande vantagem. Isso aqui é verdade absoluta de Gênesis 1.1, Apocalipse 22.21. E ela descreve como a Terra foi feita, como a vida foi feita, pronta. E a gente está atolado, afogado de evidências. Você também pensa assim, Lutzer?

antes na questão do Big Bang, por exemplo? Eu não acredito que teve um Big Bang, porque tem realmente bastante fé para isso. Só que eu não sou tão incisivo quanto o Marcos nessa questão. Eu acho que é um campo em aberto. Eu estudo em relação a isso, só que também não é muito a minha praia. Tem cristãos que vão acreditar nisso.

A Bíblia em si, eu não vejo ela se posicionando claramente nem de um lado nem do outro. Diz que Deus criou tudo, mas não diz exatamente quando. Então a minha posição diverge um pouco do professor Marcos em relação a isso. Mas assim, nós concordamos nos pontos fundamentais.

E é que assim, essa não é uma questão de design inteligente propriamente dito. Essa já é uma questão mais pessoal. Então eu pessoalmente, eu acredito que, não acredito num Big Bang, mas acredito que o universo seja um pouco mais velho que a Terra.

no mínimo. Mas, de novo, isso não é uma questão... Isso aqui já é uma discussão a nível de... Eu estou convertendo ele aos poucos. Era só para saber. Eu não sou tão excessivo em relação a isso. Ô Júnior, nós estávamos lá sentados com o Sacani.

Eu, totalmente terra jovem. Ou o Lutzer, universo velho. Eu acho que ele está errado, mas só acho. Agora, isso compromete o criacionismo em lugar nenhum. O próprio Sacani disse que, cara, se a terra é jovem, terra é velha, você acha que é o quê? Terra é jovem? Então, por que a gente foi discutir terra jovem? Foi muito estranho.

Esse não é um assunto de criacionismo. Então o ponto do criacionismo é Deus... Aliás, não é nem questão de Deus. Tem criacionista que nem acredita no Deus bíblico, por exemplo. Mas que houve uma criação intencional que fez todas as coisas. Então esse é o ponto. A origem da vida seria o tema mais relevante possível para o criacionismo. Mas assim, para não fugir da questão do rapaz ali, só para eu colocar um ponto.

E realmente existem cristãos que acreditam na teoria da evolução. Agora sim, já que é cristão, aí a gente entra na questão mais da teologia.

Para esse ponto, nós podemos argumentar cientificamente, mas já que estamos falando de cristão, podemos falar um pouco mais teologicamente. Existem alguns problemas em relação a acreditar que a evolução aconteceu antes de tudo. Em primeiro lugar...

A Bíblia trata a criação muito literalmente. A numeração de dias ali, do jeito que ele fala, primeiro dia, segundo dia, esse ordinal ali, você não vê isso em textos simbólicos. Tem um monte de questões ali que eu não vou me delongar nesse assunto, só que a despeito de tudo isso, não, só vale o Novo Testamento. Beleza, se você chegar no Novo Testamento, a genealogia de Lucas, por exemplo, vai até Adão.

E diz que Adão foi o primeiro homem, filho de Deus, criado à imagem de Deus. Se ele vai até Adão, você conta a quantidade de gerações ali, que eu não lembro de cabeça quantas são as gerações, mas você não consegue encaixar, não importa o quanto tempo você dê de vida para essas pessoas, você não consegue encaixar milhões de anos ali. Você vai encaixar alguns milhares, na melhor das hipóteses, entre Jesus e até Adão. Aí você diz, não, mas ali ele se pegou de uma analogia também. Tá, beleza, aí você vai para Romanos.

Em Romanos diz que a natureza geme por causa do pecado de Adão. Significa que a natureza entrou em decomposição, do jeito que nós conhecemos o nosso mundo, entrou em decomposição por causa do pecado de Adão.

aí ele diz assim, não, mas isso pode ser linguagem simbólica, beleza, só que daí Romanos capítulo 5 também diz que a morte entrou no mundo por causa do pecado de Adão, então se você começa a dizer, não, é tudo simbólico, você vai ter que simbolizar um monte de coisa na Bíblia, aí vai entrar naquela questão, o que eu posso simbolizar e o que eu posso não simbolizar, o que é literal e o que não é, porque se eu for simbolizar tudo, então já começa a ficar difícil acreditar em qualquer coisa, porque quem vai mandar no que é correto e que não é, sou eu.

Entende? É eu que vou dizer o que é e o que não é. Então, existem esses pontos problemáticos. Tem gente que consegue resolvê-los estabelecendo por alguma... Por exemplo, o catolicismo, em geral, eles afirmam que os 11 primeiros capítulos da Bíblia são simbólicos. E beleza, eles se harmonizam com isso.

Vamos ver aí se a gente já dá sequência para o próximo. Pode pôr. Pode pôr. Vamos ler aqui. O próximo é para mim. O Márcio falou assim, Junior, está correto. Checagem de fatos para teorias históricas. Então vamos lá.

Tem que ter checagem de fatos, todo debate tem. O do Richard teve, a gente já tinha colocado em outros também. A gente gravou vários naquele dia, todos estão tendo checagem de fatos. Então assim, mas o que é checagem de fatos, por exemplo? Pode ser uma precisão de data, precisão de número, porcentagem e tudo mais. Mas a gente coloca normalmente que se aquele argumento, ele é muitas vezes...

uma coisa que é um consenso, o que a maioria das pessoas dizem, ou se é tal corrente de pensamento, a gente joga a informação que, muitas vezes, a própria audiência pede, entendeu? Então, a audiência pede checagem. A audiência pede que a gente faça, coloque um...

um texto, coloque uma questão, não apenas pra corrigir, às vezes pra falar que tá certo também. Esse argumento tá certo, isso daqui é verdade. Mas é isso, gente. E, normalmente, não dá problema, tá? Se você não gostou de alguma coisa da checagem, eu já não sei, tá? O próximo aqui é do meu amigo chileno, chileno Gomes. Tá aqui no canal. E ele tá bem bravo com o Evelyn. Mais uma pessoa brava com você, Evelyn, aí.

O que ele tá falando? Vamos lá. Esse Abelie é um covarde. Fugiu de debater comigo. Pergunta se ele já leu a Bíblia inteira pelo menos uma vez. Nunca deu. Beleza, chileno. Primeiro, covarde é a única coisa que eu não sou na vida, Júnior. Vou em tudo quanto é debate.

Isso é verdade, você não foge não. Eu fugi de algum debate alguma vez. Toda vez que eu propus alguma coisa para ele, ele topou. Eu sou um maluco beleza na realidade. Minha esposa diz, você é doido, você vai debater com gente que... Por exemplo, eu não sou geólogo, eu topo debater geologia. Manda o tema para mim uma semana antes que eu debato qualquer assunto em geologia.

Agora, eu não sou teólogo, Júnior. Por que eu vou discutir teologia quando eu não sou teólogo? Outro dia lá com o... Como é que ele chama? Esqueci até o nome dele. Daqui a pouco eu lembro. Ele falou assim, vamos discutir Bíblia? Não, eu discuto ciência. Vamos discutir ciência? Vamos. Chegou na mesa e começou a puxar assuntos bíblicos. Eu falei, cara, não vim discutir Bíblia aqui.

E assim, Júnior, eu li a Bíblia. É engraçado, né? Será que ele ficou me monitorando a vida inteira? Nunca li a Bíblia uma única vez? Ô, Júnior, eu cresci na igreja. Nasci, eu sou terceira geração de batistas. Eu ia todo domingo na escola bíblica dominical. Meu pai, minha mãe sempre fala assim, você vai ler agora Gênesis, você vai ler... Eu li o Velho Testamento, li aquela parte de cronologia e genealogia, que é super chata, fui lendo, lendo, já li...

Eu fico imaginando, olha a desonestidade do comentário, ele nunca leu a Bíblia, tenho certeza, como é que ele pode ter certeza? Ele viveu do meu lado? Claro que eu li, gente. Outra coisa, ele quer discutir teologia? Chama teólogo, chama Augusto Nicodemos, o Carlos Vailati, chama o...

O Agil Magalhães. Se ele quiser, eu posso fazer o... Agora, vai chamar o Marcos? Eu não sou teólogo. Tem uma galera que é... É a mesma coisa. Chama um monte de criacionista de várias áreas para discutir rochas do Paraná com geologia. E quando senta na mesa, fala assim, só pode ser geólogo. Isso é desonestidade, Júnior. É a desonestidade dele. Quer discutir geologia? Chama o César Cavalcante, como ele chamou.

Levou um pau do César Cavalcani. Desculpa aí, né? Você levou. Eu estava lá, estava vendo, estava assistindo. Então eu não sou teólogo. Por que eu vou fugir? Agora, eu poderia até bater um papo. Claro, sobre teologia. Eu adoro falar sobre teologia. Sobre a palavra de Deus, a Bíblia, a minha fé e tudo mais. Agora, eu não posso sentar com pessoas quando as pessoas são desequilibradas. Não tem o mínimo de compostura. O Sacani, eu falo um monte dele. O Sacani é um cara educado.

Ele ficou meio bravo comigo lá, mas ele manteve a compostura, não manteve? O Jaime... Não teve nada de... Nada. O Jaime... Não, ninguém levantou lá e saiu na pancada. O Jaime sentou comigo sem dúvida. O João Paulo Reis Braga, quando eu falei lá dos tapas, eu acho que ele aqui na mesa, quando colocou lá aquela pedaço de madeira,

Eu acho que o Jaime tinha, o João Paulo Reis Braga, tinha todo o direito de levantar e dar uns tapas no outro lado. Pô, isso não faz. Mas o que ele fez? Ele mantém a calma. Foi sensacional, João. Você foi homem, você foi sobre, foi... Agora...

depois daquele debate, o rapaz que está falando que eu sou covarde, numa live, se eu estivesse lá, eu pegaria uma arma e dava uns tiros no cara. Como é que eu vou sentar com um cara assim, Júnior? Como é que eu vou sentar com um cara assim? Um cara que apela com... Não tem jeito. A gente tem que ter o mínimo de respeito com a pessoa que você está debatendo. Foi parar na justiça. Foi parar na justiça. Como que deu essa questão aí com o João Paulo? Não sei. Aí eu já não sei.

Eu só sei que há um mínimo de respeito e consideração. Agora eu vou fazer uma defesa. Sim. Pelo que eu conheço do chileno. Eu não tive muitas vezes com ele, obviamente. Mas todo mundo que conversou com ele se deu bem também. É sim, agora sabe o que ele fez. É um cara educado. Eu falei alguma coisa dele? O Paulo Bogos já fez com o Chile. Eu falei alguma coisa dele? Alguma vez na minha vida? Não. Eu falei alguma coisa do chileno? Não. O que ele fez? Nunca vi. Me chamou de covarde.

E que eu não leio a palavra de Deus. Ó, veja como é que o cara começa. É, aí é ruim que já começa a... Começa me chamando de covarde. Eu sou covarde. Eu nunca li a palavra de Deus, chileno. Já li várias e várias vezes. Estudo a palavra de Deus. Cito versículos de cor salteado, cara.

Como é que eu não li? Não estava na minha vida do meu lado para saber. E é o seguinte, eu não sou teólogo. O que eu vou fazer? Quer discutir ciência comigo? Eu topo. Quer discutir ciência comigo? Eu topo. Bota alguém do lado, viu? Faz uma revista antes de entrar. Bota uns três quartos guarda-costas que eu debato com você.

Agora vamos depater ciência, porque eu sou cientista. Pra que o cara me chama? Sabe por que ele me chama? Porque ele não quer encarar o Carlos Vailatti, o Augusto Nicodemos, o Amaury. Se você quiser, eu chamo o Carlos, porque o Vailatti é muito bom. O Vailatti é o cara. E ele vem aqui fácil com você, o Chileano. O Vailatti encara o Granconato e dá uma disputa fantástica. Não sei se você assistiu Granconato com o Vailatti.

Cara, eu entendi o que eles estavam falando, eu estava só, assim, admiradíssimo com o conhecimento teológico que eles têm, que eu não tenho, eu não sou teólogo, eu me especializei na ciência, na multidisciplinaridade do design inteligente. Chamar o Marcos para bater na teologia...

é ter medo dos teólogos e querer bater em mim com teologia, eu claro que eu vou eu acho que eu bato nele, inclusive acho que eu sei mais teologia que você viu, o chileno, mas eu não vou sentar com você não culpa aí, não é por falta de coragem é por falta de qualificação do adversário por isso tretas, tretas tretas aqui qual que é o próximo aí, produção? Temos mais?

Que seja relevante aí, vai. Relevante. Olha só. Manda aí. Manda o aspirina. Aspirina dou 20 reais? Aspirina teimosa. Ignorou a explição do surgimento da salicina na natureza, que é um analgésico natural, e disse que a natureza tinha que criar um comprimido. Não faz sentido, mas ok.

Então, ok. Você conhece a estrutura da salicina? Antibióticos, gente. Antibióticos são normalmente estruturas extremamente complexas que não surgiram por acaso. Metabolismo extremamente complexo. Deve ter... Eu não sei, eu não conheço a estrutura da salicina, tá? Também não. Também não, porque são milhões e milhões e milhões de diferentes moléculas. Mas muito provavelmente é uma estrutura que mostra sinais claros, assinaturas claras de um grande Deus que a fez.

E que não há nenhuma possibilidade de processos naturais ter criado. A pessoa pagou 20 reais só pra eu falar, ok? Não, tudo bem. Cada um... É... Cada um na sua. Bom, então é isso aí, Aspirina. Valeu. Manda. Manda. Opa, maravilha. É, tem... Eu sabia que a gente tem que separar normalmente... Bota aí o Chileão, vamos lá ver o que ele falou. Então vamos lá. Primeiramente o...

Olha só. Celton falou o seguinte. Eberlin, após o debate, mudou sua opinião ou seu ódio pelo Sakani? Nunca tive ódio pelo Sakani. Muito pelo contrário. O que eu fiz no debate? Eu confrontei o Sakani com as inverdades que eu acho que ele fala. Com as mentiras que às vezes ele prega. Ele... Ele...

Realmente falta com a verdade, mas isso é um debate. Agora, eu separo o Sacani, que eu combato na ciência, um Sacani que eu amo em Cristo. Pô, depois que a gente teve aquela treta, eu puxei o Sacani, dei um abraço nele, dei um beijo, ósculo santo, Júnior. Eu já falei, pra mim, a gente tem que fazer depois um episódio, e aí não vamos falar do debate, vamos falar só de coisas que vocês concordam. Eu puxei ele assim, falei, Sacani, você é filho do altíssimo. Vamos conversa de bar.

Fica diferente do que tem na internet. Acabou o debate, eu olhei para o Sakani, Sakani, podemos orar por você? Ele olhou para mim com toda a sinceridade do mundo, ele falou, claro. A gente percebe que o Sakani precisa de oração, ele tem problemas na vida como todos nós temos. Naquela hora ele aceitou, a gente foi lá, oramos por ele, intercedemos pela vida dele.

E o ódio é esse, gente. Eu oro toda manhã por ele. Eu tenho uma lista. Eu fiz um rap lá. Falei assim, você, ateu descrente que estava na minha frente, saiba que por ti eu rogo, imploro a Deus que um dia você esteja andando comigo em ruas de... Sacane, é o que eu penso. Às vezes a gente é um pouco incisivo demais, porque eu sou russo, alemão, né? Às vezes eu perco um pouco a...

Meu sangue ferve, minha ira sobe, mas eu tento não pecar. Amo o sacane de paixão. A gente ora por ele, não tem nada de ódio. Eu acho que você devia fazer um aí só pra eles conversarem sobre família, a infância, sabe? Assim, eu sei que você vive disso, mas eu particularmente não vejo nenhum fruto em debate. Eu falei, eu prefiro fazer um episódio depois só pra falar de coisas que os dois concordam.

A gente acha que depois desse debate ficou até mais ligado, né? Depois que você tem um debate assim com alguém, e por mais que a gente vá reclamar das coisas que aconteceram, ele foi desleal aqui e tudo mais, essa é a parte que a gente combate. Agora, a parte do Sacani homem, pai, feito a imagem e semelhança de um grande Deus, o mesmo Deus que me criou, criou o Sacani. O mesmo Deus que morreu por mim na cruz, morreu pelo Sacani, Júnior.

Ele derramou sangue por mim e derramou pelo Sacani. Ele me ama, mas ele ama o Sacani. É a ovelha perdida. O Sacani é a ovelha perdida, gente. Deus falou assim, olha, deixei as 99 no aprisco e estou atrás da ovelha perdida. Deus está atrás de você, Sacani. Colocou lá 32.

criacionista, para orar por você, para interceder por você, para mostrar que você está longe de Deus pela ciência e que pela ciência você pode chegar a Ele. Olha como Deus te ama, sacane. Deus colocou o Marcos Eberlin, tá bom? Parou suas atividades, eu tenho meus alunos, tenho minhas pesquisas e tudo mais. 32. Veio o Paulo de Tarso. O Paulo de Tarso.

Ele tem uma empresa de telecomunicações no Nordeste. Ele toca a empresa. São milhares de funcionários. Ele veio aqui para falar o quê? Sacane. Você ora para quem, cara? Não foi? Foi. Você reza para quem quando você entra no avião? Quando você entra no avião, você diz que você reza. Você reza para quem?

Pra quê? Pô, sentei na mesa... Esse deve assistir muito o Sacani. Sacani, eu tô aqui pra tocar teu coração. A gente tava pra abençoar o Sacani. Ninguém foi lá pra odiar o Sacani, muito pelo contrário. Eu acho que você percebeu isso. Exatamente, por isso que eu falei, as pessoas não entendem isso. Não entenderam isso daí. Ó, o Marcelo ainda falou isso de novo, né? Discutir se Deus criou tudo em seis mil ou seis bilhões de anos é como discutir os segundos de um relógio diante daquele que inventou o próprio tempo.

O Deus do Ebelin é pequeno, porque o meu Deus criou tudo, até o tempo. Sim, o Deus criou um tempo, mas é aquele lado da evolução. Sim, o Júnior. Mas ele disse, como e quando? Ele disse, como e quando? Ele disse, pois em seis dias criou o Deus dos céus, a terra e o mar e tudo que neles há. Ele pôs na Bíblia uma clonologia e uma genealogia. Em seis dias eu fiz. Como em seis dias eu fiz todas as coisas, vocês devem trabalhar seis dias também.

E Jesus, quando perguntado, disse assim, desde o princípio eu os fiz homem e mulher. Então, todo relato bíblico leva seis mil anos. Então, quando eu defendo o que Deus fez em seis mil anos, eu defendo o relato que Ele deixou. Ele deixou.

E o que isso diminui? Não, até aumenta. O Deus que fez pronto é muito maior que o Deus do devagarinho. Não é? Ele chamou a existência, ele disse, haja e ouve. É aquele Deus que criou 600 sextilhões de estrelas e chama-as todas pelo seu nome. Mede o seu universo de 90 bilhões de anos-luz com a palma das suas mãos.

É um Deus todo poderoso que falou, haja e ouve. E eu defendo o relato que ele deixou de como e quando ele fez. Só isso. E as evidências científicas, o Júnior, não tem nenhum problema de que Deus tivesse feito a...

bilhões de anos atrás. E lentamente, você achava que Deus ia ser meio estranho, né? Um Deus todo poderoso. Você quer fazer alguma coisa, você fica faz um pouquinho, depois de 500 anos você vem e faz... Você vai lá e faz, né? Deus é que nem o cara do Bamerindos, eu digo, né, Júnior? Gente que faz. Vai lá e faz. É, eu acho que Deus seria um pouco, Deus meio estranho, mas eu teria que louvá-lo do mesmo jeito.

Meio estranho, mas Deus não. O Deus todo poderoso, o Deus mais digno de ser louvado, é o Deus que chegou para Lázaro Júnior e falou assim, Lázaro, sai para fora. O que aconteceu com Lázaro Júnior? Saiu rapidinho, correndinho. É isso mesmo. Não é? Um Deus que disse, haja vinho e houve vinho imediatamente no casamento. Senão o casamento estaria arruinado, não?

Um Deus que anda sobre as águas, a mulher que vertia sangue, encostou nele e imediatamente estava curada. Imediatamente. É um Deus... Esse é o Deus que é digno de ser louvado. Bom. Ó, o chileno mandou aqui de novo, falou o seguinte, que não foi ele que chamou para um debate. Foi uma... Foi uma rádio evangélica. Que...

Marcou o debate e você desmarcou um dia antes. E aí ele disse que você já falou dele também. Ah, que desonestidade, gente do céu. Que desonestidade, gente do céu. Então, se não foi ele, se foi a rádio que chamou, quando eu soube que era ele, ele falou, cara, não sou teólogo, não vou, não quero discutir teologia com ele e não quero discutir com essa pessoa.

Agora, quem é que falou que eu desisti? Foi o chileno que falou. Ele que levantou a calúnia e a defamação, me chamando de covarde, que eu fugi do debate. Quem tentou marcar foi a moça da rádio? Claro que foi. Mas quem me chamou de covarde e falou que eu não fui foi ele. O que é isso? Está querendo botar agora a culpa na moça da rádio? Assume a culpa aí, chileno. Foi você, vai. Pronto.

Pô, é o seguinte. Eu chamei o Sacani de mentiroso. Não lembrava, mas chamei. Pedi perdão, Sacani, me desculpa, nem lembrava. Na live estava lá o meu perdão. E perdi no final do debate. Se há alguma coisa, Sacani, que ainda não te pedi perdão por alguma coisa que talvez tenha esquecido na internet que eu falei de você, que você não gostou, me perdoe, Sacani. Não foi a minha intenção.

Eu peço perdão pelos meus erros, cara. Peça perdão também, ô chileno. Tem mais um outro aqui. O cara tá falando o seguinte. O que você acha do Pondé? Já falou do Pondé também. Pondé. Pondé é o maior filósofo brasileiro. Adoro o Pondé. Eu acho que o Pondé é um cristão, assim, ainda não... Que não saiu do armário. Pondé.

Manja bastante, né? Cara, ele é fantástico. Eu tive um debate com o Pondé. Dois debates. Um, eu fui na Casa do Saber com o Pondé. O primeiro. E eu expus a tese do design inteligente. Ele expôs lá. E no final a gente começou a debater. Ele defendia o macaco e eu defendia a criação por Deus. No meio do debate, eu quase que comecei a defender o macaco. Então o Pondé começou a defender Deus.

Passou um tempo, a Folha entrevistou o Pondé, e o Pondé perguntou para o Pondé, Pondé, você é ateu? Ele falou assim, eu era. Hoje eu creio em Deus. Está na reportagem da Folha. Eu recebi um monte de e-mail, seu Marco, você converteu o Pondé. Eu não converti o Pondé, é o espírito que converte, que convence. Não são os argumentos do Marco que vão convencer o Sacani, é o espírito Sacani que vai tocar no teu coração, não sou eu. A gente realmente é instrumento, mas quem convence é o espírito.

E tivemos um outro no Congresso Brasileiro do Design Inteligente. O Pondé foi lá e falou, e se Deus existir? Tive um bate-papo maravilhoso. Tem milhares, milhões, milhões não chegou, mas centenas de milhares de visualizações. E eu acho que no fundo, no fundo, no fundo, o Pondé crê em Deus. Agora, se ele for admitir que ele crê em Deus, ele vai ser cancelado.

Ele vai ser um negacionista. Ó, você viu o que fizeram com o Domingos? É, cara, que estão tentando cancelar o moleque. Agora, o moleque tá se liguixando. Eu falei, Domingos, como é que tá? Você falou, professor, já sabia que isso ia acontecer. E eu confio no meu Deus, que o meu Deus vai me manter firme e forte. Até o vizinho começou a brigar com ele. Você sabe que o inimigo vai pra cima, né? É isso mesmo.

No mundo tereis aflições, eu falei para o Domingo, mas tende bom ânimo. Ó, a Bíblia diz assim, ó, bem-aventurados sois vós, quando mentires, fizerem mal contra ti. Porque você tem um galardão no céu, viu, Domingos? Você tem um galardão no céu, você foi íntegro, você confessou. O que o Domingos fez? Meus experimentos mostram que é um Deus. Cara, cancelaram e para tu quanto é lado, não foi?

Cara, não pode fazer isso. Então já pensou se o Pondé fala que ele crê em Deus? Os filósofos vão cancelar o Pondé. Mas no fundinho, no fundinho, no fundinho. Eu cheguei para o Pondé, o Júnior fala assim, Pondé, o que você faria se Deus falasse com você? Eu fiz essa pergunta para o Pondé, né Pondé? Você lembra? Ele falou assim, Marcos, me sentiria extremamente honrado.

alguém que não crê em Deus se sentiria extremamente honrado se Deus falasse com ele, o Pondé o Pondé crê em Deus um grande filósofo, eu vejo os filósofos brasileiros falando quando o Pondé fala, ele fecha fecha a questão, não fecha se eu te falar uma coisa, um dia eu te explico, mas o Redcast só existe por causa do Pondé ah, o Pondé é maravilhoso, eu gosto mais dele, só é meu paixão, paixão e aí

É um cara super mega informado. Eu estou de um filósofo brasileiro, que eu não vou dizer o nome, falou assim, olha, a turma do design inteligente é toda desqualificada porque eles acham que Deus guia a evolução. Júnior, um dos maiores filósofos brasileiros disse que o design inteligente acha que Deus guia a evolução. Cara, totalmente desconfigurada essa definição. A gente é contra a evolução e nem sequer assume que foi Deus, tá?

Eu aqui e o Eduardo assumimos que foi Deus, porque dentro do design inteligente, uma das correntes é que o design seria Deus. Defende essa posição. Tem gente que acha que foram os ETs, inclusive. Pronto, próximo. Manda aí. É isso mesmo. Donates, galera. Obrigado aí pelos Donates. Obrigado à plataforma Donate. Sempre mandando os melhores áudios aqui no nosso programa.

Ateu dispor doou 20 reais. Chamei o Edson Toshio para um ateu. X30 Cristãos, quero ver o arregaço ao vivo. Não, já fizemos um ateu. Agora a gente precisa achar um cristão contra os ateus. É diferente. E eu já chamei, mas o Iago Martins está... Ai, uma confusão. O Iago? É, eu queria que fosse ele.

A Iago, sensacional. Outro. Grande teólogo. Teve com a gente lá, fizemos um debate muito legal no nosso congresso com o Iago. Queria que fosse ele. Já estávamos falando de outro aqui, que podia participar também, mas enfim. Já tentamos também, mas é complicado. Esses debates são complicados, gente. Não é assim tão simples, não. Normalmente você fica lá convencendo a pessoa um mês, dois meses, até a pessoa aceitar.

Mas o próximo a gente vai fazer agora o contrário. É sempre o contrário, entendeu? Agora é o cristão. A gente fez o dos veganos contra os carnívoros. Depois a gente fez um biólogo contra os veganos. Agora a gente vai fazer o cristão contra os ateus. Entendeu?

Mas aí tem que ser um cara dessa linha mais apologética. A gente fez o dos católicos contra os evangélicos, depois a gente fez o do Lucas Banzoli contra os católicos. Como é que foi o do Lucas? Estou super ansioso. Então, vai sair sábado. Põe aí no vídeo. Vamos ver o trailer do debate?

Aproveitar que a galera tá aqui. Foi legal pra caramba. O Lucas tava com a gente também. Por quê? Porque a defesa do design inteligente, do criacionismo, passa também por filosofia e teologia. É multidisciplinar chegando a filosofia e teologia. Põe aí no vídeo.

Já está programado, todo mundo já pode definir o lembrete. Enfim, define o lembrete lá que estreia sábado, tá? Sábado às 19 horas. O Banzoli é um craque, né? É uma dádiva de Deus o Banzoli. Já tem o trailer disponível, vai. Da galera. Eu estou falando da continência. Sim, mas ele vivia com a sua esposa, até o martírio dela. É o que o texto disse. Não, mas ele vivia com a sua... Não, não. Como é que você vai saber que ele tinha ou não? São Jerônimo, que é um...

O Jerônimo viu o Pedro lá com a mulher dele pra saber que não fazia nada com ela?

Outro ponto que o nosso colega aqui não acredita. Se você deixar eu responder, eu falo. Inclusive, é importante ressaltar. Mas é importante ressaltar, porque a colega ali se converteu, não foi? Ele não acredita que exista um inferno. É bom, porque isso não é uma crença que os protestantes, em regra, ordinariamente acreditam. Mais uma mentira que você está contando aqui. Ele não acredita que o inferno é eterno. Você já contou três mentiras e não me deixa responder. Eternamente, como diz, por exemplo, no Apocalipse 2010. Você contou três mentiras usando três minutos do seu tempo e toda vez que você tenta falar...

Mas quando ele foi Papa, ele renunciou o uso do matrimônio. Ele renunciou o matrimônio? Você já leu Clemente de Alexandria? Você já leu Clemente de Alexandria? Pois é, pois é. Vou citar aqui. Olha só, Clemente de Alexandria fala só. As assistentes, tá? Falar? As assistentes poderiam ser expôs, mas ele não tinha relação com ela. Não, não, não, não. Eu não falei isso. É esse o respeito que os apologistas católicos têm. Eles vêm para o debate, não deixam o presidente falar grito.

Então, fico olhando pra câmera o tempo todo, como eu tô falando, não tem nem coragem de olhar pra mim. E ainda por cima, quando eu tento refutar alguma coisa, fica histérico e interrompo o tempo inteiro. É esse o exemplo que usa a polícia. Esse daqui, pelo menos, tá dando aqui.

É, esses debates são bons por isso. Defina o lembrete aí. Só treta. Não, mas nessas tretas que a gente descobre quem realmente está dos dois lados. Ah, mas o debate religioso é um dos mais elogiados do canal. Todos que a gente fez, assim, o pessoal elogia, porque normalmente vai o pessoal com bastante nível, entendeu?

E é bem legal, não é? Você viu o Ariel contra o Banzoli? Não foi 10? Foi bacana demais. Cada um pondo soa o ponto e o ponto a ponto, uma discussão extrema. Ressoou pela internet, eu assisti, todo mundo assistiu. Foi bom demais. Pega aí o Donate, manda aí pra gente. Tem que faltar um ainda. Breno dou 20 reais. Tchau.

Quero um episódio do Eberlin com o Inteligentista falando sobre o dilúvio e Terra Jovem. Maravilhoso. Chama o Iago Martins pra um pastor reformado versus padres? Ele disse que iria na hora. Valeu. Não, a gente já entrou em contato com o Iago Martins. A gente ia fazer esse daí mesmo. Só que primeiro que eu ia, eu tava com dificuldade de arrumar 25 padres, né? Ele falou que não tem que ser só católicos. Aí eu falei, pô, e aí? Mas aí, quando ele fosse vir, a gente ia fazer esse e o dos ateus. Ia gravar os dois juntos.

Mas aí agora ele tá viajando, o pessoal da agenda dele falou que ele tá fazendo um doutorado, né? E aí uma hora ele tá na Coreia, uma hora ele tá nos Estados Unidos, fica pouco tempo. Pouco tempo aí disponível pra esses debates. Na verdade, nem sei quando foi a última vez que ele veio em São Paulo. Talvez foi só no dia do design lá, do TDI. Então já faz quase um ano. Mas é isso. Mas o Iago Martins, quando ele estiver por aqui, estará sempre às portas abertas.

Fechado, gente? Acabou? Gente, obrigado. Obrigado, Lutzer. Obrigado, Eberlin, mais uma vez.

A gente que agradece. Gostaram? Sensacional. É isso, gente. Então a gente trouxe aqui hoje mais explicações, mais informações, referências pra vocês que quiseram tanto, falaram tanto da repercussão do debate aí que a gente estreou no sábado. E é isso. Júnior, pode falar. Só um, antes que você termine, tem um canal no YouTube que se chama Genesis Apologetics. Vários e vários...

Vídeos sobre o dilúvio. Maravilhoso. Várias e várias evidências. Está em inglês, mas você pode colocar a legenda. E está dublando agora. Tem um garoto que está... Que é aquele videozinho que eu passei agora. Eu não lembro o canal, mas... Genesis Apologetic. Gente, sensacional. Um monte de vídeos sobre o dilúvio. E evidências e mais evidências. Você quer aprender? Não deixe de ler o livro do Célio. 1.200 páginas.

Sensacional esse livro. E vários e vários outros vídeos. Aquele vídeo que passou aqui, é um canal novo que eu já nem lembro mais o nome, mas está pondo vários e vários vídeos curtos do Dilúvio. E a discussão foi renovada sobre o Dilúvio. Não foi a partir desse debate? Porque o debate é o primeiro round.

e que bons debates abrem várias novas avenidas de debates. É o que esse debate causou. Ficou aquele gostinho de quero mais, mas o gostinho de quero mais está se renovando aí nos reacts e todas as repercussões que esse debate terá. Obrigado, viu, Júnior, por promovê-lo.

Eu que agradeço a participação de todo mundo, a audiência da galera. Queria falar pra vocês que vocês vão ser direcionados para o episódio do Lucas Manzoli contra 25 Católicos. Então você vai poder acessar lá de novo, assistir o trailer se precisar, definir o lembrete. Pra você acompanhar essa estreia, 19 horas, a gente aguarda vocês aí no sábado. Obrigado, gente. Redcast está de volta aí amanhã. E é isso aí. Valeu.