Episódios de RedCast

DEBATE: DIREITA vs ESQUERDA - PART. ADRILLES & MARCO ANTÔNIO vs ANDRESSA & JORGE - REDCAST

15 de abril de 20262h7min
0:00 / 2:07:43

DEBATE: DIREITA vs ESQUERDA - PART. ADRILLES & MARCO ANTÔNIO vs ANDRESSA & JORGE - REDCASTDois times se enfrentam num debate político intenso e sem filtros! Direita e esquerda cara a cara, com argumentos, provocações e muito conteúdo. Quem vai convencer você? Assista e tire suas próprias conclusões!#debate #direitavsesquerda #políticaSIGA nosso INSTAGRAM ➡ https://www.instagram.com/redcastoficial/=====================================================▶ HASHTAG TREINAMENTOShttps://eventoshashtag.herokuapp.com/redirect/parceria-redcast-001▶ TRIADhttps://triadfi.co/?ref=REDCAST▶ 👮🏻‍♂️ INSTITUTO ÓLIVER CARREIRAS POLICIAIS 👮🏻‍♂️👨🏻‍💻 Site Oficial 👉🏻 https://institutooliver.com.br/ 👩🏻‍🎓 Curso EJA em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/S28462720M 👨🏻‍🏫 Curso Superior Sequencial em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/Y11127534P 📞 34-993004408📶 @instituto__oliver_oficial▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO REDCAST• @redcastoficial ▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO HOST• Junior Masters: @ojuniormasters.AS OPINIÕES, CONSIDERAÇÕES E COMENTÁRIOS EMITIDOS PELOS CONVIDADOS DO PROGRAMA, SERÃO ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE RESPONSABILIDADE DE QUEM OS EMITIR.O REDCAST NÃO SE RESPONSABILIZA PELAS MESMAS.=====================================================Spotify: https://open.spotify.com/show/2qGNLUOtkA55qknCHicdoTYouTube Music: https://music.youtube.com/channel/UCeL1a4rpEA8UG9IQIewPccgAmazon Music: https://music.amazon.com.br/podcasts/5a492610-0c19-4087-9fde-a24f90421a10/redcastApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/redcast/id1784860273=====================================================SOBRE O REDCASTO RedCast é o seu podcast para conversas diretas e honestas. Aqui, trazemos personalidades de diversas áreas para debater temas relevantes, sem censura e sem amarras. Se você busca conteúdo autêntico e discussões que fogem do óbvio, seu lugar é aqui.INSCREVA-SE NO CANAL, DEIXE SEU LIKE E ATIVE AS NOTIFICAÇÕES PARA NÃO PERDER NADA!=====================================================Qual é a principal diferença entre a direita e a esquerda no Brasil?O que Adrilles Jorge defende no campo político?Quais são as ideias centrais de Marco Antônio neste debate?O que Andressa representa no espectro político brasileiro?Qual é a posição de Jorge no debate entre direita e esquerda?Como o debate político brasileiro evoluiu nos últimos anos?Quais são os principais argumentos da direita brasileira atualmente?Quais são os principais argumentos da esquerda brasileira atualmente?É possível haver consenso entre direita e esquerda no Brasil?Como os valores conservadores influenciam a política brasileira?De que forma as pautas progressistas impactam a sociedade brasileira?O que significa ser de direita no contexto político atual?O que significa ser de esquerda no contexto político atual?Como debates políticos influenciam a opinião pública?Quais temas costumam dividir mais a direita e a esquerda no Brasil?Como a economia é vista de forma diferente pela direita e pela esquerda?Qual é o papel da mídia nos debates políticos brasileiros?Como a religião influencia o posicionamento político no Brasil?De que forma a educação é tratada diferentemente pelos dois lados políticos?Quais políticas sociais são defendidas pela esquerda brasileira?Quais políticas econômicas são defendidas pela direita brasileira?Como o debate ideológico afeta as eleições no Brasil?Quais são os maiores mitos sobre a direita brasileira?Quais são os maiores mitos sobre a esquerda brasileira?Como jovens brasileiros se posicionam entre direita e esquerda?De que forma as redes sociais amplificam os debates políticos no Brasil?Qual é a importância de debates políticos abertos para a democracia?Como a polarização política afeta o cotidiano dos brasileiros?

Participantes neste episódio5
J

Junior Masters

HostJornalista
A

Adriles Jorge

ConvidadoVereador
A

Andressa Veiga

ConvidadoCoordenadora
J

Jorge

ConvidadoTécnico do IDR Paraná
M

Marco Antônio

ConvidadoComentarista
Assuntos3
  • Debate entre Direita e EsquerdaDireita e Esquerda no Brasil · Adriles Jorge · Marco Antônio · Andressa Veiga · Jorge · Ciro Gomes · STF · Bolsa Família · Judiciário · Reforma do Judiciário · Direitos Humanos · Liberdade de Expressão · Polarização Política · Assistencialismo · Empreendedorismo
  • Judiciário e PolíticaDitadura do Judiciário · Impeachment de Ministros · Liberdade de Expressão
  • Economia e AssistencialismoBolsa Família · Desenvolvimento Econômico · Impostos e Burocracia
Transcrição341 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Não dá pra acreditar que o seu sonho é ser aprovado em concurso público de carreiras policiais e você não se matriculou no Instituto Oliver, que é a maior escola preparatória de carreiras policiais do Brasil. São mais de 150 mil alunos, diversos alunos aprovados na Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Bombeiro Militar, Guarda Municipal, de qualquer estado e de qualquer município.

Não dá pra acreditar que você precisa concluir os estudos, terminar o ensino fundamental e ou médio completo, e você não fez sua matrícula no Instituto Oliver no curso EJA supletivo, aonde você termina os estudos EAD em apenas seis meses. Não dá pra acreditar que você tá precisando de um curso superior em apenas três meses, reconhecido pelo MEC, curso superior sequencial de gestão em segurança pública e privada, ou em teologia, pra tomar posse no seu concurso, que só exige superior completo. Não fala na lei de provamento de carreira.

diploma ou graduação de nível superior. Só fala superior, isso só fala superior. O superior sequencial de três meses, que basta você ter nível médio completo para você poder fazer, você consegue tomar posse com ele. Então não dá para acreditar que você está dando bobeira. Vem para o Instituto Oliver. Aqui você consegue fazer tecnólogo de recurso humano de gestão pública em um ano, se você for formado no curso de terceiro sequencial.

Consegue fazer pós-graduação. Você consegue fazer faculdade também de educação física, EAD.

Então, se você quer mudar de vida, é Instituto Oliver. Aqui não tem conversa fiada pra boi dormir e nem mamãe me chora. Aulas objetivas, diretas, sem conversa fiada pra boi dormir. Professores altamente qualificados, todos os professores são policiais. Então, para de perder tempo. Quer ser aprovado de primeira no seu concurso público? Vem pro Instituto Oliver. Quer concluir os estudos? Vem pro Instituto Oliver. Quer fazer curso superior?

Venha pro Instituto Oliver. Um forte abraço. Eu sou o professor Matheus Oliver. E aqui, meu brother, a sua aprovação é garantida. Tamo junto!

Fala galera, muito boa noite, estamos começando mais um episódio aqui do Redcast, sejam todos muito bem-vindos. Eu sou o Junior Masters e hoje, segunda-feira, é dia de começarmos a nossa agenda. E segunda-feira de debates, debates políticos hoje. Nós vamos falar aqui sobre como consertar o Brasil, o que fazer para resolver os problemas da nossa...

nação do nosso país, pra você que acompanha o cenário político brasileiro, estamos passando por várias mudanças, cenários caóticos, não sabemos o que vai acontecer no nosso país, as eleições estão chegando, e aí nós vamos ter uma renovação da classe política, nós vamos ter uma manutenção do status quo, o que nós precisamos fazer para realmente consertarmos o nosso país. E pra isso nós vamos ter aqui, no caso, uma mesa cheia de debatedores, já vou começar aqui dando as boas-vindas pra eles que estão pela primeira vez no nosso podcast. Estamos aqui com o Jorge.

Seja muito bem-vindo aqui ao nosso programa. Valeu, gente. Obrigado pelo convite. Hoje eu vim de vermelho em homenagem ao Redcast aí. Trabalhista escarlate aqui, né? Muito bom. Eu estou muito feliz de estar aqui. O universo da política é meio novo para mim. Eu venho da área técnica.

E aí, enfim, né? Eu percebo que a política não tá patinando muito, não tá andando pra frente o país. Eu falei, cara, tá na hora da gente fazer alguma coisa. Tô aqui. E também estamos com ela aqui, né? Sorridente, participando também pela primeira vez. Seja muito bem-vinda, Andressa.

Obrigada, Júnior. Primeiramente, agradecer pelo convite. É uma honra ter a oportunidade de estar aqui. A gente que assiste, acompanha o mundo da política. É uma grande conquista, uma grande realização de um sonho. Também quero cumprimentar a audiência, cumprimentar a equipe que está trabalhando.

Cumprimentar o Adriles, o vereador Adriles, o Marco Antônio. Agradecer a eles por terem se disposto a vir aqui, conversar, debater conosco. Quero de verdade agradecer. Vocês podem me apresentar. Como já estou ouvindo pela primeira vez, eu me chamo Andressa Veiga. Sou coordenadora da Juventude Nacionalista Brasileira. Militante pelo Projeto Nacional de Desenvolvimento de Estiro Gomes. Desde 2019. Já estou com uma certa estrada na política.

E, mais uma vez, agradecer a oportunidade de a gente debater com seriedade projetos para o nosso país.

Muito bom. Deixa eu só pedir aqui pro nosso camarada, que já me falaram aqui no chat, fala mais perto do microfone. Puxa a cadeira pra perto. Aí, fica pertinho assim. E fica melhor. Bom, e já vamos passar então aqui pros nossos demais batedores. Ele que é vereador pela cidade de São Paulo. Também conhecido por suas publicações como poeta e ex-Big Brother. Estamos aqui com a Adriles Jorge. Ex-Big Brother. Boa.

agradecer, eu que sou exatamente quase um calouro aqui no programa do Júnior, meu querido amigo Marco Antônio com quem eu divido bancada e programa, somos dois garotos de programa, agradecer a delicadeza do Jorge, do Andressa de estarem aqui e eventualmente vamos lá, vamos debater algum tipo de solução, mas primeiro vamos identificar quais são os problemas, talvez a gente tenha uma divergência nesse sentido.

Perfeito, também quero agradecer, Júnior, obrigado pelo convite, é uma alegria estar ao lado do Adriles, apesar da minha cadeira estar praticamente no chão, eu quero que as pessoas entendam. Eu sou mais alto que ele, ninguém sabe, mas hoje vocês estão percebendo que eu sou mais alto que o Maracona. Parece que ele é o meu irmão mais velho aqui, mas na verdade ele é o mais velho de idade, mais experiente, Adriles Jorge, vereador de São Paulo.

Eu tenho dois anos a mais. E agradecer Andressa também, Jorge, acho fundamental, eu falo muito disso, Júnior, sem brincadeira, tá? Agradecer a audiência também pelo apoio e pela...

presença aqui, mas são perguntas que, de fato, a direita tem que fazer essas perguntas. A esquerda já detém os meios de comunicação, a esquerda já detém as universidades, a mentalidade e a cultura no Brasil hoje, hegemonicamente, é de esquerda se você considerar, principalmente a galera que está no meio acadêmico, universitário e de...

E na política também, né? O cirismo é, e desculpa começar já com uma provocação, mas a Cirolândia já é uma franja do PT. É uma franja experimentalista, é uma franja que vai mudando de acordo com o momento, mas nada mais é do que um coronel do Nordeste que tem o seu feudo lá e que se perpetua lá. Você não consegue fazer política no estado do Ceará sem o Ciro Gomes ter 30% dos votos e intervir.

Todo mundo que é eleito passa pela família do Ciro Gomes. E é uma das coisas que incomodam, né? Apesar do Ciro, às vezes, ter um discurso que eu acho brutalmente honesto, franco, inteligente, às vezes, ele mistura números, ele não foca na solução prioritária. Tive a oportunidade de encontrar o próprio Ciro num jantar.

E acho que a gente... Você estava lá e ele concorda com as premissas fundamentais do que o Brasil precisa para se desatrelar do atraso e da insanidade persecutória que a gente está vivendo hoje. E ele falou, tem que prender mais da metade daquele STF. Ele concorda com a gente no privado.

Eu não posso falar por ele, tá? Então fica aí pra audiência também perceber como que o Ciro age e como que ele se comporta. Ele falou que ele não gosta de usar o mesmo tom que eu uso, mas o tom que eu uso é o tom de uma bolha pra vocês, pode ser só uma bolha, nada além disso, mas de pessoas que foram realmente

brutalizadas pelo regime. Pessoas que foram encarceradas. Pessoas que sentem medo de falar. E vocês não têm empatia por pessoas que têm medo de falar. Não porque vocês são do mal ou porque vocês discordam de mim. Mas porque vocês não sentem medo de falar. Vocês não sabem o que é estar nessa posição.

de querer fazer uma crítica aberta na rede social e sofrer, não uma derrubada de rede social, é polícia federal na sua porta. Então eu acho que a minha provocação para vocês começa com a prioridade. Reforma estrutural do poder judiciário para impedir abuso de poder. Muito bem. E declaração de nulidade de todos os abusos que foram cometidos e perpetrados desde o inquérito das fake news.

de todos os temas que passaram pelo Supremo Tribunal Federal relacionados à liberdade de expressão, tudo isso tem que ser anulado. E o papel do Supremo tem que ser repensado. E os ministros que lá estão, que contribuíram para essa farsa grotesca que foram os julgamentos do 8 de janeiro, devem ser presos.

todos que participaram da farsa grotesca. O próprio Luiz Fux, recentemente agora, no voto anteontem, falou sobre como ele se... Ele não falou a palavra arrependimento, mas ele falou que ele não pode carregar essa desumanidade adiante. E ele está revisando e revendo todos os votos que ele deu. E eu acho que pra avançar em continuação a gente precisa...

Disso, a gente precisa prender bandido que está no STF e além do Supremo, tá? Isso daí vai para uma PGR, isso daí vai para uma Polícia Federal, vai para uma AGU, permeia a máquina pública e a administração pública também, mas principalmente o sistema de justiça e também a indenização de todo mundo, né? Eu acho que não tem em 2027 ser uma comissão da verdade no Congresso Nacional para apurar tudo desde o começo do inquérito das fake news.

Tudo precisa ser devidamente apurado e os agentes criminosos devidamente responsabilizados.

Já começou, né? Já jogou a bomba pra mim? Tá bom. Cara, eu acho que o que você tá propondo vai provocar um efeito em cadeia que vai ter que reestruturar o país inteiro, né? Porque você vai puxar de um lado lá, eles vão puxar do outro. Vocês sabem como é que é, né? E não é simplesmente assim, vou fazer lá e acabou, né? Essa promessa aí. É basicamente construir um Brasil novo.

Basicamente. Sim, sim, sim. Retomar um princípio minimamente republicano a reconstrução de uma democracia que foi perdida graças ou desgraças à instalação de uma ditadura do judiciário. Aí essa premissa que eu acho fundamental. A gente tá aqui pra falar da reconstrução de um Brasil novo, né? Ok. Eu acho que vocês estão de acordo que existe uma ditadura do judiciário hoje? Eu tô de acordo que a gente precisa construir um novo modelo de democracia.

Isso eu concordo. Mas é uma abstração. Eu acho que a democracia tem falhas, tem falhas inclusive nas grandes lideranças mundiais como os Estados Unidos. O que existe hoje taxativamente, de maneira objetiva, a gente estava falando aqui antes de começar o debate, de polarização. Mas não existe polarização. O que existe hoje é perseguição.

Existe desde 2019, em que foi instalado lá o famigerado inquérito do fim do mundo, pessoas que estão sendo perseguidas por opiniões, por ideologia, pontualmente. Ah, golpistas, não há nenhum tipo de resquício de prova de que houve uma tentativa de golpe. Há pessoas que estão sendo caladas, presas, exiladas, desmonetizadas, que têm as suas carreiras e vidas destruídas.

A gente estava entrevistando hoje, a gente estava falando hoje sobre a Débora, que é uma menina que foi lá no 8 de janeiro, pichou uma estátua, um ato de vandalismo banal, e foi condenada a 14 anos de cadeia e foi torturada. Quase 14 e 9. Torturada na cadeia, né? Como era, senhoras com bíblias na mão, jornalistas, cidadãos, o Cléristo que morreu, pessoas...

morreram na cadeia por causa dessa ditadura judiciária. Então não é que a gente está propondo exatamente uma insurreição civil, a gente está propondo voltar o Brasil a um estágio em que minimamente, você está falando de uma reestruturação do conceito de democracia, se possa dizer que esse é um país que tenha liberdade.

O que hoje não tem. E essa ditadura do judiciário culminou na ação de juízes que recebem dinheiro, inclusive de banqueiros corruptos, contando com impunidade. Ou seja, hoje você tem líderes de facções criminosas, traficantes, marginais sendo colocados para fora da cadeia com habeas corpus, com toda sorte de legalidade.

E pessoas como a Débora e como tantos outros são colocados em julgamento no STF como se fossem golpistas e terroristas periculosíssimos. Estão tendo suas vidas rigorosamente destruídas. Então a minha pergunta, eu endosso a do Marco Antônio, é essa. Vocês...

apoiam uma reforma ampla do judiciário? Vocês apoiam, por exemplo, impeachment de ministro que se colocou como tirano, como Alexandre de Moraes, como Dias Toffoli, como Dilmar Mendes? Vocês apoiam uma reforma ampla do judiciário para que esse país comece a ensejar a falar algo que possa ser uma democracia de fato?

Posso começar? Pode falar, pode falar. Não, aqui foram muitas coisas faladas. Eu dei uma anotada que vocês falaram bastante coisa. Primeira coisa, a questão do Ciro nas universidades. Olha, Marco Antônio, eu gostaria que fosse verdade, porque se vocês soubessem que eu sofri de perseguição, de PT, de PSOL...

Olha, queria que fosse verdade essa franja cirista, viu? Vou dizer pra você, eu queria que fosse, pelo menos, não sei aqui, né, aqui na capital, mas pelo menos lá no litoral, eu era assim, tinha outros, mas era assim, minoria, não quis dizer de esquerda, né? Falando sobre essa questão aí do judiciário, né, que tem algumas críticas ao circo.

Eu não sei se você tem acompanhado as últimas entrevistas, os últimos posicionamentos dele, que ele tem feito algumas críticas ao judiciário. Ele tem feito... Não sei se talvez com a mesma intensidade que vocês, porque ele é candidato a governador, mas ele tem, sim. Então eu acho que, em parte, a gente concorda com o diagnóstico que há uma insegurança jurídica. Eu não vou negar isso aqui para vocês.

Isso realmente está acontecendo. E eu até como profissional de direita, eu tenho que tomar cuidado, Marco Antônio, com o que eu falo aqui. Porque eu não sei se... Eu atuo ainda na advocacia. Eu não sei se você atua. Então assim, eu entendo. Você está falando das questões. Ah, eu tenho censura, eu tenho medo de falar. Não é só uma coisa da direita. A gente está vivendo uma insegurança não só no poder judiciário, mas em todos os poderes, na verdade.

principalmente no seu da executiva, porque pelo menos nós rejeitamos o lorismo. Não, mas deixa só ela fazer o ponto, senão tem uma coisa interessante que ela falou que eu tô também guardando pra... Ah, não sei esse aqui, eu achei que você ia falar.

Ah, outra coisa também, tanto a juventude trabalhista, né, que o Jorge está representando, quanto eu, que estou representando a juventude nacionalista brasileira, nós temos como, apoiamos como pré-candidato a presidente Aldo Rebelo, que tem feito inúmeras críticas aí ao STF, ao Judiciário. Então eu acho que no quesito do diagnóstico, nós estamos de acordo. Eu acho que talvez a solução para esse problema...

Eu posso até entrar agora que você falou do Aldo, que eu tenho um carinho especial pelo Aldo. Ah, eu sei. Eu vi. Beijo, Aldo, beijo. Eu vi ao vivo. É, ele... Estava assistindo? Ah, é verdade. Tava, tá. A gente assistiu. Eu tava assistindo só porque o Aldo estava lá. Só porque ele estava lá. É que o Aldo tem uma crítica sistemática, mas o método dele de reagir a essa crítica é a gente... Exato, eu acho que é isso. A gente concorda com o diagnóstico, mas talvez com o...

Mas esse é o ponto, mas é exatamente esse o ponto que... Vamos usar uma expressão, né? Ciências jurídicas, que hoje de ciências não tem mais nada, né? Tem tudo menos ciência e juridiquês também não serve mais pra nada. É o que você falou. Reino da absoluta insegurança. Mas o que você acha de um médico? Cada médico, não é?

Aí o Caiado chega lá na sala, o Caiado chega lá no corpo, tem o paciente do Caiado, o Caiado vê um paciente com câncer. E daí você pergunta pro Caiado o que o Caiado acha do paciente com câncer.

Aí ele vira e fala, eu vou tirar o câncer desse paciente. Com respeito. O respeito de um médico que entra numa clínica e com respeito da... E ele não enfrenta o câncer. Aí dá uma aspirina. Então quer dizer, não adianta nada o diagnóstico sem a ação. E daí entra uma questão até comunicacional.

A gente não tá falando a mesma coisa. E o seu, e o eufemismo que você utiliza, e eu entendo, é que tem a ver com a cosmovisão de vocês. Vocês não fazem o uso de palavras eufemísticas, vocês não abrandam pro Supremo, porque vocês estão passando pano pra juiz bandido, ministro bandido. Vocês abrandam porque...

A dor não é tão aguda pra vocês como é pra gente. Porque a gente tá encarando o mesmo fato. E o fato é, o cara, a relação do Vorcaro tá chegando, galera. A realidade se impõe. A bigorna da realidade, pra usar uma expressão que o Emílio Surita adora, ela chega e ela se impõe.

E agora eu vejo um monte de gente apologética, ministro do Supremo Tribunal Federal, que fica lambendo os caras pra cima e pra baixo, tanto na Gilmar Lândia quanto no Gilmar Palusa, nas festas do Lid e do João Dória. Tudo isso aí está sendo descortinado. E por que é a maior crise? Por que eu não consigo relativizar isso que você falou, Andressa? Porque nunca que o órgão de cúpula do Poder Judiciário

É a coluna vertebral de uma nação. O Estado de Direito, se ele vale alguma coisa, é porque tem uma Suprema Corte que garante a estabilidade de uma Constituição e de um sistema de interpretação de leis e atos normativos. Aí quando você descobre que o intérprete é profundamente corrupto e um sociopata delinquente criminoso, e não é só um, são vários,

Então, aí eu queria pelo menos ver se vocês concordam comigo na questão da gravidade da crise, né? A gente tem que priorizar. Legislativo e executivo sempre tiveram crises. Mas como essa, eu falo pra vocês como professor de direito constitucional. Sem precedentes, pessoal. Isso que tá sendo produzido agora é terra arrasada. Quando eu falo em anular tudo que passou pelo Supremo, eu não tô brincando, não. É pra gerar, sim, a dúvida do empresário sobre o futuro do país.

O cara fez parte de uma quadrilha, faz parte de uma quadrilha que tem sicário, galera. Isso não é brincadeira, não. Vocês sabem da história do sicário? Vocês viram que ele se... não pode falar, né? Se autoexecutou na cadeia. E daí você viu que a certidão de falecimento dele tem um mês. Ela é retroativa? Um mês?

E não tem a causa da morte também, né? Não tem a causa da morte também, eu acho. Não tem a causa da morte também. Então, quer dizer, pra gente passar esse país a limpo, eu preciso quebrar o sigilo bancário de todos os ministros do Supremo, pra começar. O que o Marco tá falando, e eu vou completar rapidamente o que ele disse, é o seguinte.

Pessoas como Aldo Rebelo e como Ciro Gomes, de alguma forma, ainda que, vamos supor, de maneira ingênua, contribuíram para esse estado de coisas. Uma vez que vocês, da esquerda, da esquerda como um todo, né? Mas vocês também não contribuem. Da centro-esquerda, pois é, vamos entrar nesse debate então. A polarização não... Não, a polarização... A polarização não quer dizer que a gente... 14 anos disso aí, né? A gente não pode ser responsabilizado por ter construído uma ditadura que ia perseguir nós mesmos.

Se você faz uma crítica incisiva, sistemática, vão ser bastante objetivos aqui ao STF, a gente tem que responsabilizar então o Zé Dirceu, os próprios Ciro Gomes, que fizeram críticas acerbíssimas no passado ao método eleitoral, à urna eletrônica, tudo isso que foi colocado como tentativa de golpe ou contestação da democracia ou namoro com o princípio de ditadura em relação a Bolsonaro.

Foi colocado por gente do PDT, foi colocado pelo próprio Aldo Rebelo, foi colocado por inúmeras pessoas que fizeram críticas acerbas. O Zé Dirceu, que é inclusive pré-candidato a deputado federal, disse de maneira clara, o STF sequer é um poder constituído, nem deve ser visto como tal, e nada lhe aconteceu. E exatamente por ter uma contestação acerba ao STF, Bolsonaro está sendo torturado na cadeia, pessoas estão morrendo na cadeia, pessoas são exiladas, pessoas estão sem contas bancárias.

Na medida em que Ciro Gomes e Aldo Rebelo adotaram e ainda adotam uma posição tíbia e fraca em relação à possibilidade de impeachment de ministros, em relação à aplicação da própria lei Magnitsky, que foi retirada, inclusive, pelo Donald Trump, que foi essa a razão da disputa dele com o Marco Antônio.

você parece que eventualmente tem uma complacência e gentileza. E aí essa metáfora que o Marco Antônio fala, eu faço. Você dá uma aspirina para um paciente que está com câncer. E isso não é só o sírio, não é só o do rebelo. A gente falou lá com o ministro Ives Gandra. Isso é o Brasil, né?

Eu quero conversar. O professor Eviseu falou, eu queria conversar. Eu perguntei a ele de maneira direta, eu falei, então a solução seria o impeachment, seria uma reforma do judiciário, seria um impedimento de ministros abusadores. Não, são meus amigos e a gente tem que ir para a porta de canais de imprensa, sendo que esses canais de imprensa também contribuíram.

À medida que jogavam pedra o tempo inteiro na direita conservadora, que seja bolsonarista como sendo golpista, fascista, nazista, racista, você criou um contraponto do judiciário, você brigou com espantalho a ponto de prejudicar e dinamitar não só o próprio Bolsonaro, mas pessoas inocentes como a Débora do Batom e milhares de outras pessoas. A não ser que eles queiram conversar mesmo, mas vamos fazer o... Vamos lá. Vamos lá. Eu acho que isso também é uma consequência, né?

Quer falar? Não, eu achei que tava... Tinha pausado. Eu acho que isso é uma consequência que vem já de um tempo já, né? Você falou uma coisa interessante. Da... Da gente não enxerga vocês como... Como compatriotas.

Posso dizer assim? Não, não, eu não falei isso de vocês. Não, não, mas eu tô só falando o que você falou em geral à esquerda. Não, pelo contrário, eu acredito na capacidade de todo ser humano de se transformar e de... Então, vamos lá, é isso que eu tô falando. Nessa polarização que ocorreu, nos últimos 14 anos aí, 15 anos, entendeu? As pessoas pararam de se enxergar como compatriotas, entendeu? O cara tá indo lá preso, tá indo lá lutar por político.

Sabe? E não brigar por político. Só uma coisa pra vocês aqui. Eu tenho um tio que adora vocês. Todo mundo tem um tio bolsonarista, né? Eu tenho também. Sabe? Que bom! E aí é o seguinte, cara. Só que esse meu tio, ele deu o meu nome, ele sugeriu o meu nome antes de eu nascer. Ele trocou minhas fraldas. Ele influenciou a minha escolha de carreira na vida.

Você acha que eu vou brigar com o meu tio por causa de vocês? Mas nem fudendo, entendeu? Você não, você é um cara gentil, mas as pessoas estão brigando. Então as pessoas estão brigando, o país está enlouquecendo. As pessoas estão enlouquecendo por causa de político, velho. Vocês estão entendendo isso? Um jogo político, que é um jogo vil. Que se fosse... Imagina que os papéis estivessem invertidos. Imagina que a esquerda tentou dar um golpe de república popular no Brasil.

E aí ela foi parar na cadeia, porque o judiciário faria a mesma coisa com eles. Faria a mesma coisa. O judiciário não quer saber disso aí. Tá cagando pra questões populares, não sei o que. Mas eu acho que a gente já tá na janela de overton de vocês. Esse é o ponto. Mas vocês não acham que estaria exatamente a mesma coisa? E a esquerda estaria reclamando exatamente da mesma coisa?

Entendeu, gente? A gente não sai do lugar, velho. É só isso. Porra, pro Brasil é só isso, cara. A gente não sai do lugar, entendeu? Vocês estão entendendo? Eu estou entendendo, mas não estou concordando com a sua... Peraí, deixa eu falar também. Você já falou, deixa eu falar agora. É bem rápido.

Deixa ele concluir. É isso, eu acho que a gente... É triste que isso aconteça, é triste que em primeiro lugar, essas pessoas estavam indo lá pra fazer seja lá o que for. Pra correr atrás de uma corrente política, seja lá o que for. Porque no fim do dia, gente, isso não paga boleto.

E é isso que importa pro cidadão. Não paga boleto. Não põe luz no poste. Não põe luz no poste. E não põe água no cano. Mas tem o direito de contestar um governo. Tem o direito de contestar uma decisão judicial. Tem o direito de protestar. Não, mas você não vai ter o básico se estiver na cadeia. Se você estiver na cadeia, você não vai ter o básico. Tem compatriota nosso, Adrins? Vamos lá. Tem compatriota nosso, Adrins? Cagando no chão.

Num buraco no chão. Com o cenâmico básico medieval no Brasil. É um problema tábico.

Vocês estão entendendo que nem o básico essa estrutura política entrega. A gente faz, aí vocês querem discutir coisas assim, as discussões, as discussões, as epifanias do Twitter, tá ligado? Não, não, não. Gente, porra! Agora é interessante esse ponto que ele trouxe. Eu preciso... Agora eu preciso entrar só pra... Pro cidadão, Adriles. Pro cidadão. Peraí, mas você já terminou ou não?

É isso que eu queria dizer, entendeu? Se a gente quer... Vamos conversar Brasil novo? Passar limpo essa porra? Então, beleza. Vamos passar limpo. Primeiro passo. Primeiro passo. Vou parar de enxergar vocês como... Não, não, não. Não, não, não. Primeiro passo não é esse, não. Eu preciso saber quem você é.

Eu quero saber de onde você veio. Eu quero saber de onde você veio. Eu não quero... Esse negócio, essa limpeza estética, vocabulário, eu acho horrível, porque a gente tá na janela de overton de vocês. A gente tá no campo da esquerda. O Brasil tem uma constituição socialista, tem um sistema socialista, de justiça socialista, com vitalicidade, com estabilidade, com todo tipo de privilégio do poder judiciário, que você nem imagina quanto privilégio tem. Se tem uma coisa que contribui...

Pro que vocês falam, né? Que a desigualdade é algo ruim, que eu não acho que é. Mas a desigualdade projetada e artificial, ela é sempre ruim. E ela acontece pelas mãos do governo. Tanto pra oligarca bilionário como esse Supremo deu, quanto pra você ter o cara da primeira instância querendo falar como a Cláudia Leite tem que cantar. Então se você acha que isso não é prioritário, aí de novo. Aí que entra a nossa discordância, o abismo entre nós.

Você tá querendo trazer alguma coisa menos turbulenta pra mesa, mas a coisa tá turbulenta e caótica sim. Enquanto o Moraes estiver lá como ministro, vocês não vão me ver falando de outra coisa que não seja prioritariamente tirar o bandido do meio, do epicentro de Brasília, galera. O que eu faço? Se você tem algum apreço por liberdade de expressão... Você entra na possibilidade da luta contra uma ditadura judiciária. Jorge, o que...

Como que a gente vai virar isso aí? Presta atenção, Jorge. Explica de passo a passo. Primeiro é só discordar um pouquinho do seu pressuposto. Eu concordo plenamente quando você disse que o problema real do brasileiro é água encanada, é comida na mesa, é condições mais dignas de sobrevivência. O básico.

do ponto de vista econômico. Eu acho, inclusive, que tem uma boa parcela de culpa da esquerda, exatamente, que achata, a gente pode até estabelecer esse debate depois, achata o médio, o microempreendedorismo, transforma todo mundo numa espécie de pobreza subassistida pelo Estado e depois cobra os votos dessa mesma pessoa que ela impediu a ascensão social. Isso é um ponto.

Isso é um ponto econômico que a gente pode debater depois. Mas, por exemplo, a esquerda reclamou, e reclamou de uma maneira verdadeira, tá? Durante 20 anos de uma ditadura, de uma, entre aspas, direita, tecnocrata, militarista. Eu não nego que houve uma ditadura.

Se você tem miséria, fome, exclusão social, pobreza, nem que seja pobreza assistida, mas você não tem liberdade, você não tem o mínimo de liberdade para contestar esse sistema que persegue, que oprime, para além das condições de subsistência, percebe a possibilidade...

de contestar esse governo, de contestar esse Estado autocrata, de contestar a lisura de uma eleição, por exemplo, então você não tem o mais mínimo acesso à possibilidade de esperança de retomar um país real, uma democracia real, uma república real. Quando você tem uma república tomada por juízes, carrascos travestidos de juízes, de tiranos, que impedem toda a possibilidade de criticar, você tem que lutar contra essa ditadura primeiro, para depois discutir política pública.

Porque, em última instância, você não pode nem contestar a política pública desse governo federal, que foi colocado por essa ditadura do judiciário, que é um governo de esquerda, que vocês, entre aspas, aqui representam, e você não tem possibilidade de contestar, porque senão você vai preso. Como a Débora do Batom, como o Constantino, como o Paulo Figueiredo, como pessoas que são exiladas, como pessoas que estão mofando na cadeia, senhoras de idade com bíbeis e Felipe Martins está sendo torturado, porque as pessoas estão esquecendo, ou seja, pessoas estão morrendo na cadeia.

Então, eu concordo com você que o problema real do brasileiro, e às vezes o brasileiro nem sabe do que está acontecendo, o sujeito que não tem nem água encanada nem sabe disso, mas é papel nosso, de consciência política que a gente tem na atuação ou na vida pública, de estabelecer. Existe uma ditadura e se você não combate essa ditadura, você não vai poder nem sequer.

debater a fundo as possibilidades de melhoria de subsistência da população que você falou que é excluída. Mas você quer revolução, então? Não, eu quero os meios legais de retomar uma democracia real. Eu quero impeachment de ministro abusador. Eu quero prisão de ministro que tem colunho com banqueiro corrupto. E se eu digo isso, e eu estou dizendo isso, eu corro o risco de ser censurado. Se eu digo que Alexandre Moraes é um ditador, que recebeu dinheiro de um banqueiro corrupto, eu corro o risco.

de entrar no inquérito, como eu já estou em dois. Sabe por que eu estou no inquérito? Porque eu disse, durante o pleito eleitoral de 2022, que havia censura no país. Sabe o que aconteceu comigo? Eu fui censurado no dia seguinte. Eu fiquei seis meses com o meu Twitter removido. Então, assim, você luta, a gente luta, a gente está aqui num debate complacente, cordial, gentil, civilizado, mas vocês não correm o risco que a gente corre.

para contestar esse justiário. Então a gente está querendo exatamente, tem uma aparente esquerda madura que vocês representam, estabelecer, porque essa não é uma causa ideológica, Jorge. Não é. Essa é uma causa humana. Humana. Tem pessoas morrendo na cadeia simplesmente por contestarem o senhor Alexandre de Moraes. Tem um sujeito que teve a vida arruinada porque...

Colocou um dedo em riste pra Alexandre de Moraes na Itália e a Rede Globo, os meios de comunicação, os meios universitários fazem aplauso a que esse sujeito tivesse uma vida arruinada, foi linchado pela televisão, teve mandado de busca e apreensão dele. Ou seja, é ditadura, a gente tem que ter os meios legais pra combater isso. Agora sim, entendemos, vou deixar você falar, porque tem a ver com a tua área, né? Ela também é do direito.

Beleza, vocês não querem fazer uma revolução, uma revolta popular, pra resolver isso. A gente quer voltar à normalidade. Vocês querem um processo legal. É isso aí. Beleza. Qual seria o processo pra fazer isso, então? Passo a passo. É...

Não? Senão eu vou me perder aqui no meu raciocínio que eu preciso fazer uma pergunta pra eles. Fala o que você quer falar. É, eu vejo que vocês estão reclamando muito aqui, tipo, ah, as pessoas não estão se manifestando, não estão acordando pra gravidade do problema. É uma pergunta, tá? Genuína pra vocês. Vocês acham que muitas dessas pessoas que não estão se manifestando, talvez não sejam por medo, pelo grau que a situação tá?

É uma pergunta genuína que eu faço pra vocês. Mais ou menos, peraí, peraí. Tem várias coisas aí.

Eu fiz pós-NGV em Direito Administrativo, tive aula com Oscar Vilhena Vieira. No mestrado, meu orientador foi o Vidal Serrano Nunes Jr. E no doutorado, o André Ramos Tavares.

O Vidal é reitor da PUC hoje. Antro, do grupo Prerrogativas e do PT. Eu sei porque eu convivi com o Marco Aurélio de Carvalho, o Zé Eduardo Cardoso, dava aula lá, assistia aula dele, fiz reunião com ele, participava de palestra que eu organizava para eles, inclusive, e de debates que eu fazia lá na PUC. Toda essa galera não é só complacente. Essa galera apoia o regime e apoiou o regime.

É isso que vocês, talvez, vocês não queiram confiar na gente, porque a gente, aspas, é de uma, sei lá, a gente entra em algum estereótipo que vocês já rechaçam de cara e talvez não queiram entender melhor como isso funciona. Uma pergunta genuína mesmo. Não, a pergunta genuína mesmo. Eu sei, é, mas é...

O Oscar Vilhena Vieira falava toda hora sobre supremocracia. Quem vigia o último intérprete da Constituição. Sempre foi um tema de debates enigmáticos, porque não tinha jurisprudência e entendimento consolidado do STF. Lá atrás, eu sou de 2006, me formei em 2010 na graduação, a jurisprudência concretista do Supremo em ADI começou em 2009.

Nelson Jobim já, acho que tava saindo ou tinha saído e assim, ele era o último cara que chegou a falar em autocontenção do Poder Judiciário lá na época do Supremo, tá? Em 2006, 2007 Antes disso

Tudo isso pra falar pra vocês que essa classe jurídica me impressiona. O silêncio de pessoas que deveriam estar não aos berros, mas falando pro Brasil inteiro o absurdo que é isso que a gente tá presenciando. Não, o Alexandre de Moraes tava ontem no Largo São Francisco, ontem, esse final de semana, sei lá, sendo aplaudido. A gente comentou isso no programa hoje de manhã. Teve menina que foi tirar foto com ele.

Cadê os pais dessa menina? Você vê que na homenagem dele lá em Londres, você tinha um broche que você tinha que usar para participar da suruba?

Isso foi na homenagem do Alexandre de Moraes. Tem um broche. Tem um broche especial da festa do Vorkaro. É, tá no Metrópolis. Não, tá em todos os lugares. Mas é o homem que cooptava gente do poder. Na homenagem pro Alexandre de Moraes em Londres. No evento da homenagem, teve depois do coquetel uma festa que tinha a galera do Broche subindo pros quartos com garotas de programa que vinham importadas da rua, sei lá. Então, assim... É... É...

Onde é que estão esses? Cadê o Oscar Vilhena Vieira? Cadê o Carlos Ari Sandfeld? Cadê o Vidal Serrano, que é reitor da PUC agora? Cadê o André Ramos Tavares? Ah, o André Ramos Tavares caçou o Bolsonaro, meu orientador do doutorado. Ele estava no TSE, caçou o Bolsonaro, foi indicado pelo próprio Bolsonaro, lá no final de 2022. Então você percebe que, e sempre foi um cara de esquerda.

entendeu? E o cara sempre justificou o ativismo judicial. Quer dizer, gente, você não pode inventar um crime, você não pode ficar criando conceitos que não existem. Neoconstitucionalismo não existe. O que existe, meu Deus do céu? Quais são as duas formas de você interpretar e aplicar a lei? Você interpreta literalmente, você tem uma interpretação sistemática e tem que meio que acabar por aí. Não, esses caras inventam qualquer coisa pra ir além do que tá escrito no texto normativo. Então...

É muito triste o silêncio de determinados setores. Magistratura também está muito quieto. Aí você fala, como é que a gente vai discutir reforma se está todo mundo em silêncio, vendo um espetáculo grotesco, tirânico e corrupto acontecendo ao mesmo tempo? Vocês já devem ter ouvido falar de um teórico famoso chamado Antônio Gramsci. Ele dizia exatamente o que está acontecendo hoje no Brasil. A teoria dele é aplicada hoje. A esquerda, e isso não é uma crítica, é uma constatação de uma realidade. Ela domina todos os princípios.

do jurídico, das universidades, do Instituto de Educação e, sobretudo, da grande mídia. Eu sei porque eu fui, eu sou jornalista, me formei na PUC e li toda a literatura marxista. O que eu estou querendo chegar nesse ponto? Você perguntou especificamente por que a população não reage. Em grande medida, a população não reage porque ela não sabe.

O que tá acontecendo? Não, eu não perguntei. Se a população chega e olha pra Rede Globo de televisão há um ano, hoje não, hoje ainda mudou bastante cenário. O que eu tô querendo ouvir, na verdade, é a solução que vocês propostam. Calma, calma. Vocês estão jogando aqui a... Eu estou dizendo a premissa do porquê que a gente tá aqui. Se você ver a Rede Globo... Qual que é a solução que vocês propostam? Calma, se você assistir a Rede Globo ano passado, você ia dizer que o Bolsonaro era golpista.

que tentou dar um golpe de Estado violento, armado, que aquelas pessoas do 8 de janeiro eram todas terroristas e que merecem ter uma cadeia de 20 anos. Ou seja, não há esse esboço de reação que o Marco Antônio está dizendo que não há, não é só no jurídico. O cara que não tem água encanada, o cara que não tem acesso aos bens materiais, o cara que não tem um salário digno, ele não vai saber o que está acontecendo.

Assim como durante a ditadura militar também não sabia. O fato de ser uma ditadura tecnocrática. Existe uma ditadura cultural. Ela complica mais o acesso. Existe uma ditadura cultural que precede. É um não eleito. Existe uma ditadura cultural que precede essa ditadura. Você perguntou o que a gente pode fazer. O rocheio. O que a gente pode fazer, eu já falei.

Se houver um consenso, deixa eu falar, Barco Antônio, se houver um consenso que a gente precisa fazer, impeachment de ministro abusador, para criar um freio de arrumação, para dizer, Alexandre de Moraes foi um criminoso, o senhor Dias Toff, que recebeu dinheiro de banqueiro corrupto, que iniciou o inquérito do fim do mundo, em que não podia jornalista falar mal das mulheres, criticar, aliás, as mulheres que faziam lobby de corruptos, condenados e julgados pelo STF, não podia. Começou aí.

Se você cria impeachment dessas figuras, você cria um freio de arrumação pra posteriormente fazer uma reforma do Estado. Mas pra isso você precisa de um consenso. E aí eu faço uma autocrítica de lideranças políticas, inclusive a direita, que coloquem pessoas na rua. Aí eu não tô falando só de vocês da esquerda. A direita brasileira também é tíbia. A direita brasileira também é covarde. Aí é nesse sentido que eu tô propondo.

Vou dar seis propostas rápidas, tá? Acabar com a TV Justiça de vez, acabar com o controle concentrado de constitucionalidade, acabar com o HC no Supremo Tribunal Federal, tem que limpar tudo isso do HC, a gente criou um Supremo, do STF, a gente criou um STF hipertrofiado. Então, ele tem dois sistemas de acesso, o sistema de recurso e o sistema de controle direto.

Tem que acabar isso daí, isso é ridículo, isso é patético. A TV Justiça, eu tava vendo o Gilmar Mendes proferir um voto fazendo um negócio shakesperiano ali, com pausas enigmáticas, mas isso tem um apelo visceral à vaidade do cara. E transforma e politiza todo esse ambiente. Desatrelar também, acabar com o STJ, não precisa de Superior Tribunal de Justiça, acabar com o CNJ também.

Esses órgãos... O primeiro é punição. O primeiro é punição. É tirar juízo. Mas agora, a reforma tem que ter, tem que ser uma reforma grande. E depois ir na coluna vertebral do judiciário e acabar de uma vez com todas com a vitalicidade, que é um absurdo, e com estabilidade também, que é outro absurdo nesse país. Mas o Aldo Rebendo discorda. Com certeza. Por isso eu queria saber qual a opinião de vocês. Tem que articular, vocês tem que articular. Eu não... Eu...

Eu confesso que eu não sou a pessoa mais convicada pra falar de processo legal. Vocês querem fazer um negócio pelo processo legal. Não é a minha área disso tudo. Não, mas impeachment você sabe o que é. Não, impeachment eu sei. Você iria na rua conosco falando assim, fora Alexandre de Moraes. Eu não venho aqui fingir que eu sou um genio da lâmpada que sabe tudo. Não, tudo bem, mas impeachment, por exemplo, você pode falar se você é a favor ou não.

Não, beleza, se você tem todo um processo legal que quer, é justo o negócio. É legal. É justo.

É justo? Não, eu tô te perguntando, a gente tá falando o que tá acontecendo. Se for justo, ok. Lógico que é justo. Pô, se o cara é criminoso mesmo, tem que impedir má. Mas por que isso é justo? Mas por que essa resposta? Não é porque vocês tão falando que eu vou concordar com vocês. Você acha certo o juiz que recebe 130 milhões de reais pra fazer lobby de um banqueiro corrupto que ele deveria julgar?

Adilis, eu não acho certo o monte de coisa no Brasil, velho. Ué, mas se esperar. Eu não acho certo o salário do vereador, eu não acho certo. Vai lá, zero tempo de novo ali pra mim, por favor. Eu também quero mudar tudo também, eu quero mudar tudo também. Zero tempo. Não, vai. Vai lá, acho errado, pô. Acho errado, vamos lá. Vai lá, não, não, passa aí, bola pra ele. 5 minutos. Deixa, deixa...

Não, vocês fazem uma militância e tudo mais ao impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Legítimo, ok? É o direito de vocês, tudo bem. Só que assim, vocês sabem melhor que eu que nós temos um presidente péssimo, certo? Então assim, vai, impeachment o ministro X.

Aí vai entrar outro no lugar Indicado pra h fulano Então assim, perguntando uma boa mesmo Sem... Vai adiantar ficar impeachment? É que quem faz essa pergunta Ela pode fazer a pergunta Tem mais perguntas? Não, não, eu tô perguntando de forma genuína O que vocês acham?

do que... A gente quer saber a solução de vocês. Eles estão perguntando. Ele tem que entender que eu não tô bravo com eles. Eu tô bravo com a questão. Ele toma a vivância, ele fica alterado. Mas assim... É uma oportunidade de vocês trazer a solução. A gente pode até concordar com uma coisa. Depois a gente fala as nossas. Deixa eu responder o desativado. Você acabou de falar um tempo. Deixa eu falar um pouco. Vamos lá.

Não é pra atacar nada, mas assim... A gente não é da... A gente não é muito da bolha de vocês, então talvez não tenha essa percepção. Não, mas não é bolha. É um genérico. Não, mas é foda pra bolha de vocês. A gente tem o... Eu fico perdido também, eu nem sei qual foi a pergunta que ela fez agora.

Não, é que eu falei que vocês fazem uma militância muito forte em favor de impeachment os ministros do SPF. Ele põe outro. É isso. Só que aí a gente vai ter um presidente... Não, a gente vai ter tipo um... A gente tem um presidente péssimo e aí vai indicar um cara que não é tão bom também. Mas você parou pra meditar um pouco sobre a questão?

O que vocês pensam? Então, vamos lá. Tá errado. Vamos falar. Eu não discordo que você que tá errado, não, mas eu quero entender a solução. Eu sei. Mas olha... Exatamente. Exatamente. Tá errado, beleza. Jorge, Jorge, me acompanha, Jorge. Eu preciso contar pra você os últimos quatro anos de história do nosso país, Jorge. Andressa, vem comigo. Tem quatro anos de história pra gente desvendar juntos.

Pacheco blindava o Moraes antes do Pacheco ao Columbre, depois do Pacheco ao Columbre. Quem está blindando o Moraes no Senado Federal ao Columbre. Qual é o problema do Senado Federal? Ele quer reformar, ele tem honestidade no coração dele, ele quer reformar. Só que se eu trouxer a resposta correta para ele, será que o partido e a pressão externa e o alter ego dele vai permitir que ele enxergue a verdade? Não sei.

A verdade é, precisa ter uma reforma do regimento interno do Senado Federal para ter, pelo menos via coro, um mínimo de assinaturas de senadores, o início de um processo de impeachment de ministro do Supremo. Por quê? Porque isso atende ao anseio de freios e contrapesos de um sistema republicano minimamente razoável. É que nem você ter uma aeronave e não ter sistema de segurança numa aeronave. Vai todo mundo morrer porque não tem sistema de segurança?

É o que está acontecendo agora. Os botões de segurança não existem para a gente apertar.

Tem um presidente cooptado, uma crise que se aprofunda. Graças a Deus, a corrupção apareceu. Porque se fosse só abuso de poder, a gente já tá o tempo todo gritando. Vocês iam achar a gente completamente histéricos. Mas a Malu Gaspar não ia aparecer no jogo. Pra ser a nossa zagueirona. E não é o Ericão que é o nosso zagueirão, não. O Ericão alimenta a turma do regime da máquina, o Dudão também.

Mas o ponto é exatamente esse. O ponto é exatamente esse. Ah, dá pra gente discutir? Dá. Precisa de discussão interna na direita pra propor isso? Também. E de uma esquerda intelectualmente honesta? Também. O Ciro Gomes, quando eu tive a oportunidade de conversar com ele, ele sabe que precisa fazer um monte de reforma do Supremo Tribunal Federal.

Ele está a par disso. Ele entende isso. Só que na ordem de prioridades do discurso e da ação política dele, ele joga isso lá para baixo. Aí que entra o problema da complacência. Dependendo de quanto você jogar para baixo, deixa de ser só medinho. Passa a se tornar covardia complacente. Uma tática. Covardia cúmplice.

Andrés. Você gostaria que ele se manifestasse mais abertamente? Eu não sou fiscal de X, tá? E nem de discurso público. Eu quero que seja um processo de conscientização fidedigno. Eu quero que a pessoa enxergue o mal pelo que o mal é e denuncie o mal na frente dele. O que é ser fiscal de discurso de homem público, sim.

Eu vou te responder objetivamente. Você falou, o que adianta tirar um se o Lula vai lá e vai colocar outro tão ruim ou pior quanto? Se você tira pelo impeachment o senhor Alexandre Moraes, você cria um freio de arrumação, você cria um constrangimento aos demais ministros. Ele foi empichado pelo quê? Ele foi empichado porque está recebendo grana. Qualquer criança de 10 anos entende isso, não precisa ser jurídico. Você está pegando grana de um banqueiro corrupto.

que está sendo financiado por juiz que deveria julgá-lo, esse corrupto, esse criminoso. Você está tirando um juiz corrupto e ditador que está condenando senhoras com bíblias e batons na mão há quase 20 anos de cadeia. Você está tirando um juiz que está tirando dinheiro de adolescente, arrimo de família... E se o próximo fizer isso também? Pois é, mas você cria um impacto.

O impacto jurídico, o impacto midiático, no momento em que até a Rede Globo, a Rede Globo que ajudou a edificar essa ditadura judiciária, para expurgar o bolsonarismo da face do Brasil, até a Rede Globo está falando que esses ministros são corruptos. Esses ministros estão recebendo dinheiro de banqueiro corrupto. Aí sim você cria exatamente o impacto midiático e o impacto na sociedade que vai perceber por que o Alexandre de Moraes foi empichado.

porque recebeu dinheiro de corrupto, porque está condenando senhoras com bíblias e batons na mão, porque está exilando pessoas, está deixando morrer pessoas inocentes na cadeia. Você percebe? Aí você dá aso a quê? Aqui um Senado, aqui um Congresso Nacional que tem que se comportar de maneira tíbia e tímida, para não dizer covarde e omissa, para estabelecer uma ação para atender aos anseios populares. Você percebe? É claro que tem uma tática política para afetar a sociedade, só que afetar a sociedade é uma verdade.

Ah, e outra coisa, o freio, o fato de não ter acontecido e de estar... Gente, parem pra pensar um pouquinho em termos médicos, tá? Quando você tá constipado, você precisa colocar um depositório de glicerina? É isso daí mesmo, Júnior?

O Júnior me falou que quando você está constipado, você tem que colocar um supositório de glicerina pra evacuar. E o que acontece? Estamos constipados com um bolo fecal do STF muito grande. E virou um cocôzão duro. E não está saindo. Andressa, te juro, não estou falando de sacanagem, não. Não está saindo. E todo esse esforço pra tirar o cocô, você está no dia após o cocô ser tirado.

Talvez a gente tenha que fazer uma cirurgia no paciente pra tirar o cocô. Assim, e é uma cirurgia que ninguém nunca fez antes no Brasil. O cocô avolumou de tal forma, Andressa, que vai ter que abrir a barriga do cara, a gente não sabe o que vai acontecer com esse paciente. Por isso que a gente não pode subestimar, principalmente movimentos históricos inéditos. Isso daí, pra quem estuda sociologia e antropologia... E aí

Isso daí é até ingênuo. Esse papo é porque o Mbelli faz esse discurso. Ah, se tirou, colocou outro. Mas eles fazem de maneira premeditada. Eu não sou a Mbellar, não. Eu sei, eu sei. Você é serista. Um beijo dos amigos Mbellar. Eu já tenho vários. Eles falam como se fosse uma equação matemática, sabe? Tirar um põe outro. Gente, o que a gente está mais vendo aqui é o desgaste de vários símbolos nacionais. É o sistema, né?

O poder judiciário era um símbolo nacional que deveria ser preservado pela boa conduta, pela boa fama e pela... Era até ser isento, né? Ou vocês querem pular de assunto também? É tipo o que o Marco tá falando, é tipo ser isento, né? A gente sempre teve aquela... Por exemplo, tem uns professores que são juízes. Eu sempre via eles assim. Eu sabia a posição política deles, mas sempre muito discreto. Então eu, particularmente, eu tinha... É...

Quando formei um tempinho já. Mas assim, eu tinha essa visão do judiciário, né? Serena, né? O cara já entrava na carreira sabendo, né? Ele ia só com aquele foco de judiciário, sem que se manifestar politicamente. Você também é... Você também, né? Estudou de jeito. Eu tinha essa impressão. Hoje eu sinto que tá mudando realmente bastante. Posso falar mais alguma coisa? Pode falar. Você tem três minutos. É que a gente fica sem o tempo aqui. Isso que eu ia falar justamente disso. Vocês podem puxar outro assunto.

Eu tô gostando do debate, achei bem interessante, gostei mesmo, tô achando bem bacana. Eu entendo o desejo genuíno de vocês, você tá falando da cirurgia, etc. Eu entendi, é genuíno e vocês trazem razões genuínas pra isso. Só que vamos falar da vida prática, vida real. Vocês sabem que o STF tem 125 anos.

Só um ministro foi afastado, se eu não me engano, que eu acho que é o Barata Ribeiro. Então, assim, é uma coisa muito difícil de acontecer. Aí o Superman, que ele me autoriza a chamar de Superman, posso chamar de Superman? Ele falou uma coisa aqui, né, do regimento do Senado, que é uma possível solução jurídica.

porque realmente, pra sair um impeachment ali do Senado, é um babado grande, é um trabalho imenso, então até por isso, né? Então, assim, por agora, talvez seja muito difícil o impeachment. E vocês pensam assim, tem alguma solução um pouco mais possível, mais rápida? Porque, como você falou, o povo tá sofrendo e tal, mas o impeachment em si, eu acho que... Tens!

Então, não sei nem se vai acontecer ou se acontecer vai ser algo muito difícil. E o povo tá sofrendo pra agora, gente. Então, o que vocês propõem de uma solução, assim, não tipo talvez você vá solucionar 100%, mas algo mais... Dá pra fazer. É, o que dá pra fazer agora, nesse momento. Exatamente. Eu queria só emendar o comentário, porque pra gente conseguir... Vocês já deixaram claro que vocês não querem fazer revolução no país.

Querem meter paulada na cabeça dos caras. Até porque quem deu golpe são eles. Não, beleza.

Aí vocês querem um processo legítimo, legitimado pelo apoio popular, por todos os setores políticos, tanto da esquerda quanto da direita. Eu entendi que é isso que vocês querem, certo? Um apelo ao republicanismo, que todos nós nos enxergamos como compatriotas, somos parte do mesmo Brasil, e nós queremos manter a integridade da nossa república, a soberania da nossa república, certo?

Eu vou fazer uma crítica aqui à direita, tá bom? É foda exigir isso agora, esse espírito republicano, se nos últimos 15 anos o que se cultivou nesse país foi tudo menos um espírito republicano. Concorda comigo ou não?

Mas de quem que você tá falando? De todos os lados. Ambos os lados. Da polarização em si. Mas eu acho que você tá fazendo uma generalização muito vasta. Ah, mas aí vocês não querem ouvir, né? Não. Pô. Real mesmo. Não é foda? Não, não. Você não acha que é foda? Olha o X lá, velho. Você não acha que é foda as opiniões da galera? A gente se desumaniza demais, velho. A gente não se enxerga como gente mais, cara. Deixa eu te falar uma coisa, Jorge. Tá foda isso aí, velho. Nos últimos 15 anos, quem teve no poder?

A gente teve um interregno, aliás, nos últimos 20 anos a gente teve um intervalo de Jair Bolsonaro durante um mandato. Uma sessão da direita na internet, na parada, teve um tempo. Vamos ser honestos, vai. Vamos ser honestos também. Não foi só a esquerda. Jorge, presta atenção. Foi só a esquerda, não. Jorge, presta atenção. Nos últimos 20 anos eu concordo que a gente tem uma polarização...

É foda, não é foda. Mas a esquerda esteve no poder durante a maior parte desses últimos 20 anos, 23 anos, desde a eleição do Lula em 2002. O que aconteceu com a esquerda? Nada. Vocês têm liberdade de falar, de agir como vocês bem entendem.

A primeira vez que uma direita tomou posse do poder, o que aconteceu? Pessoas começaram a ser perseguidas, caladas, silenciadas e presas. E por quê? Falaram, como assim? No governo do Bolsonaro, por que vocês não se viraram? Porque durante esses 20 anos de governo da esquerda, a esquerda aparelhou todas as instituições. O STF é o que é hoje porque 90% do STF teve indicações de Dilma Rousseff e Lula.

O STF dá, exatamente, diretrizes pseudo-progressistas, liberação de droga, liberação de aborto ou perseguição a conservadores, porque é, em grande maioria, um STF formado pelo Lula. Assim como o Ministério Público, nesses últimos 20 anos...

Foram aparelhados. Cara, o Ministério Público falou que eu era nazista porque eu levantei um braço no programa de 30 minutos em que eu falei contra o nazismo. O Ministério Público está querendo colocar a Cláudia Leite fazendo pagar 10 milhões de reais porque ela trocou o nome de um orixá lá do Candomblé por Jesus, numa música, acusando ela de racismo. O Ministério Público quer prender uma líder feminista porque ela disse que a Hilton não era homem.

Ou seja, essa ditadura cultural que a gente está vivendo agora... Ela está na Europa, exilada.

fruto de 20 anos também de instituições aparelhadas do Estado por um governo de esquerda. A polarização existe, a gente pode até fazer autocrítica aqui, mas a gente nunca mandou prender ninguém. Como que a gente vai reconstruir ou construir, já que nunca existiu, segundo o seu argumento, como que a gente vai reconstruir ou construir?

O espírito republicano no país. Posso começar pela punição dos envolvidos que ultrapassaram os inimigos. Mas antes de tudo... Vamos pegar o lastro, a questão, pela ótima que você trouxe. A gente é capaz de começar a se respeitar mais no debate público. Mas tem que libertar as pessoas que são presas políticas. É um processo. Mas é um processo viciado. Eu acho que ele está querendo trazer um outro ponto para a discussão, que é o seguinte. Todo mundo contribuiu para esse clima de guerra.

que você tá colocando como polarização. Sim, o país vai fracitar. Vai fracitar. Mas foi só o lado que foi massacrado. Certo. É só o lado que tá sendo massacrado. É o lado que perdeu, né? Tem um lado que tem que perder na história. Mas o lado tá perdendo tem 20 anos. É foda, é foda. A história é uma merda. Exatamente, a história é uma merda, cara. Então a gente tá operando pro lado humanitário. O lado que perde se fode. Agora, a gente não é forte responsabilizado por se rebelar contra quem tá massacrando a gente. Entendeu?

ele tá fazendo materialismo histórico com você e você tá caindo, fácil pra caralho essa visão indiferente das forças resultantes de um colapso hegemônico não, não é indiferente, eu quero que eu quero que a gente se humanize vamos se humanizar? mas tem um lado que tá sendo massacrado e o outro que tá massacrando a questão é essa beleza, então vamos debater isso então é isso que eu tô falando

Agora é só briga, pô. É só briga, pô. É só briga, pô. É briga. Eu brigo o dia inteiro. Posso falar? É porque ele tá falando comigo, então você fala. Não, ele tá falando com a gente. Vai lá, vai lá. Tá falando? Eu me tá falando, pô. Não, é. O Adriles, ele corta o raciocínio no meio. Eu tô desenvolvendo o raciocínio, o cara corta o meio. Tá vendo? Você tinha que ter trazido um papel, Supermílio. É. Anotado. É, é, é. Vamos lá. Cara.

O Adriles está falando aqui de identitarismo cultural, neomarxismo. Se tem forças que atuaram e atuam ainda nos ambientes culturais, são os neomarxistas, os identitários, as tribos identitárias. Hoje, quem promove o maior esgarçamento do tecido social e a galera enxerga a polarização como sendo o que deve ser combatido, quando na verdade a polarização é o processo das pessoas despertarem por meio de rede social. Muitas se alienam também.

Muitas se alienam também. Mas aí que tá. Você tinha os grupos que dominavam a alienação das pessoas. A Globo era a entidade que mais alienava pessoas. A hora que vem a rede social, quebra. Então tem influenciador que também aliena a pessoa. Tem guru que aliena a pessoa. Só que tem tudo. É um mercado amplo e eles não conseguem controlar. E daí, com essa massa de influenciadores... Mas quem que é dono da rede social? A dona social tem dono também, né? Tem essa também, né?

Mas vamos deixar o seu espírito de controle de lado um pouquinho? Mas tem, não é livre a rede social. É uma propriedade privada. Quem é censurado em rede social é gente de direito. Mas a sua pergunta... Às vezes não, hein? Se eu postar uma foto de biquíni, eles censuram. Se eu postar uma foto de biquíni, eles podem censurar. Depende da rede. Censura ideológica é pra direita. Cara, não dá, não dá. E outra coisa, a prova disso, isso daí não é só discurso meu. Já virou lei. Violência política de gênero.

Porque é isso. Eu não sou feminista radical pra seguir os verbetes, verbatum de feminista radical. E isso foi colocado na lei. Feminicídio foi colocado na lei. Ninguém sabe explicar o que é. Eu sei explicar o que é feminicídio. Violência específica contra a mulher.

É um caso... Não, é um caso assim. Violência específica contra a mulher. Eu confesso que eu odeio esse nome, tá? Feminicídio, porque não explica muito bem. Mas por que você acha que esse nome foi construído? Não, calma aí. Você acha que ele vem da onde? Não, tudo bem. Ele tá querendo dizer que é uma linguagem acadêmica de uma bolha. Não, não, não. Não, isso é um neologismo que junta homicídio com genocídio e coloca a mulher no meio.

É genocídio direcionado de mulheres. É a mulher morrendo pela condição de ser mulher. O que eu entendo é o seguinte. O violência específica contra a mulher, nesse caso, eu espero que a gente não mude o assunto pra isso. Vamos mudar. A gente não fala de segurança pública, é bom a gente mudar. Tem crimes que, se fosse um homem no lugar ali, o crime não aconteceria. Basicamente é isso.

É uma lei que atende especificamente isso. É uma coisa interessante. Você não conseguiu explicar? Você não me explicou nenhum conceito, você não me explicou etimologia, você não me explicou nada. Você só falou uma coisa tipo... É isso, é isso. Tem crimes que... É um tipo penal? É um tipo penal? Se tem crimes... Mas eu tô te perguntando. Eu não sou do direito. Ah tá. Você que é do direito é um tipo penal? Mas é uma questão sociológica.

É que... Ela é uma qualificada do homicídio. Eu não sou do direito penal, tá gente? Então eu posso falar uma coisa errada. Como é que você conceitua o feminicídio, Andrés? Fala pra Neide.

Ai, ai. Pegou. Puta, eu ganhei a boa pra ele. Não, eu te digo, eu te respondo. O feminicídio é como se fosse... Não, não, mas espera aí, deixa eu te falar um pouquinho. Mas não fala. Calma aí, calma aí. Calma aí. Deixa eu terminar o meu raciocínio. É, o Jorge tava falando. Eu acho que é o seguinte, é importante, a gente mora num país que é muito violento, essa questão. Por que a gente já muda de tema? Tem a questão do...

Essa questão que eu te falei, né, do feminicídio, essa legislação que atende especificamente isso, crimes que acontecem com a mulher, que se fosse um homem na situação não aconteceria. E é uma coisa importante a gente falar aqui, né, nós homens somos criados assim, numa relação de destruição mútua assegurada. Então tem coisa, antes de haver uma relação de respeito, tem uma relação que a gente não faz determinadas coisas porque a gente sabe que a consequência vem.

Entendeu? Quando a mulher tá no centro da situação, esse tipo de relação mútua, de destruição mútua assegurada não ocorre. Porque nós somos criados pra suportar a violência e distribuir violência aos homens. Aí é uma criação nossa. Entendeu? Se tá errado, isso é uma outra história. Os homens usam essa violência contra a mulher de maneira covarde. Não, não. Tem covarde na sociedade. Tem covarde. A gente não é. Não tô falando que você é.

Mas tá falando que sistematicamente há homens covardes. Tem homens covardes. Tem homens covardes e que se fosse uma mulher no lugar, ela não sofreria violência. Entendeu? Então se a gente tem, no meio desse zoológico que a gente chama de sociedade, se a gente tem alguma lei que traz alguma civilidade nesse sentido, que combate alguma coisa nesse sentido, eu vejo como um ganho. Que tipo de lei? É perfeito? É perfeito? Calma, mas aí eu tô te perguntando objetivamente.

Não tô te interrompendo. Objetivamente, que tipo de lei pra dirimir esses feminicídios, como se diz?

É foda que... Como assim que tipo de lei? Se o cara... Não, eu te respondo. Se a mulher vai lá... Se a mulher tá no... Por exemplo, vou dar um exemplo, então, prático. Se a mulher tá lá no ponto de ônibus e o cara vai lá importunar ela. Sim. Certo? E tem que ser punido, não é? Tem que ser punido. Tem que ser processado. Então deixa eu te explicar o que é o conceito, a meu ver, né, do ponto de vista sociológico, feminicídio. O feminicídio é um conceito seguinte. É o homem que mata uma mulher por ela ser mulher.

É um crime baseado, isso segundo as teses progressistas, no machismo estrutural que impõe uma vontade soberana, opressora do patriarcado sobre a mulher. Quando ela foge desse escopo, desse patriarcado, ela pode inclusive ser violentada, estuprada, assediada, abusada ou mesmo morta.

É isso que eu feminicipe. O que eu discordo do conceito, claramente, é o seguinte, é claro que existem homens machistas, mas não existe um machismo estrutural a ponto de transformar, por óbvio, todo homem em um potencial assassino de mulheres. O homem é mais forte que a mulher. Mas, por exemplo, há números que dizem que há mais mulheres que matam homens do que o contrário.

Percebe? Por crise de ciúme, por histeria. Existem assassinos, homens e mulheres. Claro que o homem é mais forte, tem que ter lei para coibir essa força maior de um homem quando ela é usada para violência ou para o mal. Mas dizer que existe machismo, patriarcado, opressor, atávico, que faz com que mulheres sejam mortas, é exatamente fazer... Aí eu entro no ponto. E quer fazer essa lei da misoginia, por exemplo.

Essa lei da misoginia quer criminalizar em potência você, eu, Marco Antônio, o Júnior, como sendo assassinos em potencial. O Júnior aqui, que é um dos precursores do movimento Red Pill no Brasil,

eventualmente, pois é, não foge as suas origens não. O que é o movimento Red Pill? É um sintoma de reação a um feminismo exagerado. E cria uma perseguição a todos os homens, como se todos os homens fossem opressores, abusadores, assediadores. Aí os homens ficam com medo de chegar perto das mulheres, com medo, inclusive, de empregar mulheres, se afastam de mulheres e criam um certo, até exagerado, ressentimento em relação às mulheres.

E aí eu entro na temática da segurança pública. Você perguntou o que faz com um homem realmente abusador, realmente assediador, realmente estuprador ou assassino. Você bota na cadeia. E o que a esquerda que vocês, entre aspas, estão representando faz?

fazem leis cada vez mais lenientes e complacentes com criminosos. Saidinhas, audiências de custódia, progressões de pena, indulto de Natal, toda sorte de possibilidade desses assassinos, desses estupradores, ficarem longe da cadeia e cometerem mais abusos e serem incentivados pela própria liberdade a cometerem mais abusos contra as mulheres.

E a gente faz os ex sozinhos? E o que a esquerda faz? Quem é culpado sou eu, o Marco Antônio, o Júnior, a ex-Joé Pio, que eventualmente faz um discurso misógino contra mulheres. Sabe o que é discurso misógino contra mulheres? Eles falam, o rapaz, o influenciador, falam assim, mulheres que ficam andando de maneira muito vulgar não vão ter homens de valor. É isso que eles falam. Entendeu? Então a questão...

da segurança pública, a gente já entabou esse assunto aqui, eu vou só terminar. A questão da segurança pública é falta de leis mais duras e incisivas contra criminosos, ponto. Se existem criminosos e há contra mulheres, eles são exceção. Eles não são a ponta de um iceberg, de um machismo estrutural que domina toda a mentalidade e a psique do brasileiro homem. Essa é a questão. Entendi, entendi. Só, só...

Só um ponto, só sobre o machismo estrutural. Eu acho que quando falam de machismo estrutural, apesar do termo, eu acho que, assim, vou dar um exemplo com uma mulher, com uma mulher que na mesma situação particular que me acontece. Por exemplo, quando eu vou em debate, tipo, 30 contra 1, assim, por exemplo, 20 contra 1. Especialidade. Os meus primeiros... É, aproveitando já que eu tô aqui, os primeiros que eu fui, eu acho que os dois primeiros tinham só homens.

Tomes. Assim, eu não sei se... Talvez tem algum motivo neurobiológico, assim. É um ambiente mais intimidador, querendo ou não. Talvez há motivos neurocientíficos pra isso, enfim. Eu até falei isso num debate que eu fui mal interpretada. Mas não é que todo mundo assassina, você concorda? Posso te contar o que aconteceu depois? Não é que todo mundo assassina.

Mas assim, até um debate que eu falei, até uma oportunidade de explicar. Quando eu tô num lugar que tem pessoas semelhantes a mim, no caso, sei lá, mulheres, por exemplo. Você se sente mais confortável, sabe? É naturalmente. Aqui, por exemplo, tem uma moça aqui.

É naturalmente mais confortável. Então, assim, o machismo estrutural, acho que pra dar um exemplo que vocês estão falando, nossa, o que é machismo? Eu acho que vai muito nesse sentido também. É um ponto, tá, gente? Só pra contribuir com o debate. E vocês estão falando também do excesso de leis pra defender mulheres. É o adido.

Não, pra defender a mulher. Tá. Ah, tá. Tô falando de misoginia. Não, eu vou falar disso agora. Não o excesso de leis. Não, eu vou falar. Porque a gente vê... Não tô falando que é o caso de vocês. Mas a gente vê uma direita lacradora. Não é o caso de vocês, que eu tô vendo que vocês são pessoas de boa fé aqui. Que fica muito nesse, né? A questão de, principalmente, eu não gosto de entrar nesses assuntos, né? Eu acho... Não gosto muito de identitarismo.

Ah, é essa treta. Ah, é mulher trans, mulher cis, não sei o que. Ah, é mulher biológica. Ah, você não é mulher biológica.

E aí sempre é o argumento, nossa, a mulher biológica é mais frágil biologicamente com a mulher trans. Não tô falando que vocês falaram isso, tá gente, pelo amor de Deus. Aí se... Não, agora, agora. Tá achando normal. Isso é uma verdade. Agora, não, agora, você não tá falando. Vamos lá. Então, se a mulher realmente, na visão das pessoas, é biologicamente mais frágil, por que não ter mais leis protegendo ela?

Você quer que eu fale? A questão que se coloca é a seguinte. Já existe. Deixa eu só dar um... Vai lá, vai lá. Um contraponto aqui. Também. Assim, eu vi muito dessa conversa sobre a lei da misoginia, a galera surtando sobre isso e tal. E eu, cara, isso me preocupa menos.

como homem, me preocupa menos do que o medo social que a gente tem, por exemplo, de deixar as mulheres que fazem parte da nossa vida, né? Mãe, esposa, filha, sei lá, né? Cunhada.

Deixar essas mulheres, por exemplo, ir numa rua sozinha e tal, o potencial dela sofrer a violência me dá mais medo do que isso aí, do que qualquer lênice.

E a gente continua vivendo nisso, nesse medo. Mas isso que você está falando parece até uma questão que a gente traz direto no programa. E eu trago na minha vida. Violência simbólica e violência de verdade são coisas diferentes. Da mesma forma que eu não preciso ficar toda hora me desculpando por ser homem, eu não quero ter que ficar falando que uma mulher é biológica, porque não tem mulher artificial. Ou eu vou chamar de mulher artificial.

O oposto de biológico é artificial. É o que é. Mas eu não vou chamar de trans. Porque não transicionou de nenhum lugar para outro lugar. Eu não disse que foi você que falou isso. Não, não, eu sei. Eu estou indo além no debate dessa questão. Da terminologia. Transicionar algo... Você estava bravo para o artista clássico. Não, não. Ele toma vivância. Não, também. Calma, eu não estou tão bravo assim. Mas é porque eu acho esse tema importante.

Transicionar algo envolve você mudar a natureza de algo, de uma coisa pra outra, certo? É o casulo e a borboleta, certo? A larva, o casulo, a borboleta. Isso é uma... Isso é a transição de um processo que se completa. Aí o Adriles vai ter as teses trabequeiras dele aqui, que eu não vou entrar no meio. É que eu sou mais complexo. Mas aí tudo bem.

O ponto que eu acho, quando a gente está olhando para a natureza das coisas, e é isso que a gente não pode perder de vista, é buscar a verdade sempre. Nosso compromisso é com a verdade. E eu vejo que existem vários mecanismos legais e institucionais para você interditar o debate. Interditar o debate não é interditar o headcast só. É você impedir as pessoas de pensarem.

Sabe quando a gente fala de liberdade de pensamento e todo mundo vira e fala, mas ninguém consegue controlar o que você pensa? Consegue. Se você começa a repetir padrões argumentativos... Tem técnicas de manipulação. Exato. Técnicas de neurodegenergia. E de todos os lados. Por isso que você tem que ter uma leitura realmente crítica da realidade. O que tem nas universidades, eles colocam lá análise crítica da realidade é tudo tese de esquerda.

Não tem um conservador na PUC-SP oferecendo livros, insights, debates, palestras, simpósios e grupo. Não tem grupo de conservadores. E eu estou falando isso para você na esteira de uma questão até de reconhecimento de um ambiente que, na verdade, institucionalmente é misândrico.

A política brasileira hoje é misandricada. Ódio contra homem. A hegemonia hoje é do ódio contra o que eles chamam de homem. E ninguém nunca se insere nesse homem que eles estão colocando. O homem como o promotor dos atos mais odiosos e vis contra as mulheres. Aí tem essa necessidade de transformar a feminicídia numa hipérbole estatística.

pra gerar choque, de você pegar agora esse influenciador que é o Breno do Café com Meu Pai. É Café com o teu pai? É por aí. Café com o teu pai. Com o pai, é.

Mas assim... Desculpa interromper vocês, senão acho que... Pode interromper. Rapidinho. Mas assim, eu não sei a opinião de vocês, é particular. Eu vejo muitas pessoas de direita reclamando do excesso de leis de proteção à mulher. Qual a visão de vocês sobre isso? Mas é que não protege, é isso que eu tô falando. Você tem que ter... Não, é isso que eu quero saber de vocês. Andressa, você tem que ter... Não acho que existe excesso. Existem, primeiro, leis mal feitas.

Isso em todas as áreas. Tudo bem, mas aí em relação a feminicídio, em relação a ser contra homens, existe um grau de feminismo. Eu não tenho nada contra o feminismo até os anos 60, tá? Realmente mulher não tinha direito a nada. Depois que ela conquistou tudo, aí o único bandeira do feminismo parece que é demonizar homens. Eu não estou dizendo com isso, como o Jorge bem disse e como você também bem disse, mulheres não sejam violentadas, estupradas, agredidas. Existem homens maus.

Por óbvio que existem mulheres massas. O que eu discordo é que existe o machismo estrutural, socialmente integrado a todos os homens, que deva se punir todos os homens. Te dou um exemplo para não ficar só na abstração. A lei Maria da Penha. Ela é fundamental em certa medida para a protetiva da mulher em primeira instância? É. Mas ela tem coisas absurdas do tipo assim, violência simbólica. O que é violência simbólica? O Marco Antônio, que tomou 40 doses de vim vance, hoje está falando mais alto.

Não é nervoso, é o problema hormonal que o coitadinho tem. Mas se você quiser criminalizar o tom de voz do Marco Antônio, você pode. Eu tô fazendo um exemplo caricato, mas é caricato assim. Qualquer mulher que se sinta ou interrompida, ou criticada, ou agredida verbalmente por um homem, pode arrebentar com a vida de um homem. O que eu tô querendo dizer é o seguinte.

As leis de proteção à mulher, elas existem em alguma medida e tem outras que são de uma distorção total da realidade. Agora, lei tem que ser cumprida. Se houvesse, exatamente, criminosos que ficassem na cadeia, estupradores na cadeia, pedófilos...

na cadeia, assassinos de mulher na cadeia em tempo integral, não cumprindo, sei lá um sexto da pena, ou saindo no Natal ou tendo indulto, ou tendo audiência de custódia, o cara que arrebenta a cara de uma mulher e sai no dia seguinte, aí sim você teria um fator inibitório, talvez da violência contra as mulheres agora, do jeito que tá sendo posto

Você tem uma lei de misoginia que vai criminalizar. Isso não é o que eu estou dizendo, tá? Tem reportagem na Globo, na Band. Não, se você interromper uma mulher, é misoginia. Coitado, eu estaria na cadeia há muito tempo. Se você falar mais alto com a mulher, vai pra cadeia. Se você criticar a condição física, biológica da mulher como inferior à do homem, ou coisa do tipo assim, você vai pra cadeia. Ou seja, isso não protege vocês.

Isso criminaliza potencialmente todos os homens. É esse o terreno das leis distorcidas.

E pior, não resolve em nada o problema da violência e até causa mais e gera mais ressentimento entre homens e mulheres. Eu não acho o problema, tipo... Tem uma lei que ajuda muito a mulher. Você poder carregar uma Glock a hora que você quiser. Open carry. Cara, isso aí, gente. Calma.

Eu não vejo problema ter a legislação. Eu acho que é o que vocês falaram. Isso em várias áreas. Tem muitas legislações que realmente são mal escritas, né? Porque a gente acaba elegendo pessoas no legislativo que não são capacitadas. Então, é... Olha só de internet.

O problema não é tipo a lei, existe, mas às vezes o que vocês falaram, tem uma definição exata até pra ajudar o julgador a fazer. Eu não vou ficar aqui. Ah, o Superman falou mais alto comigo. Não é esse tipo de pessoa. Mas você percebe que essa imprecisão ela não é por burrice. É pra cálculo ideológico. Se você cria lei da misoginia... Você não concorda que os legisladores estão peças? Preste atenção. Lei da misoginia é o quê?

Ódio sistemático às mulheres. Não só a esquerda que votou. O Flávio Bolsonaro e outros senadores direitos votaram.

que não entendem exatamente a sutileza perversa de uma esquerda que entroniza dentro da lei uma lei que vai criminalizar todos os homens e não vai proteger nenhuma mulher. É ideologia, não é burrice. Mas você acha que todos os legisladores são exímios? É tudo burro mesmo, a maioria. Por isso que eu e eles somos candidatos a pré...

Não fala nada. Não, não pode. Pra que falar? Isso também não importa. A gente... Você não concorda, Marco Antônio, que os legisladores, que eu ouviu a deles aqui, não são lá grandes... Alguns são burros, ou são ideologias. Especialistas em redação jurídica. Tem muito falhaço. Mas a gente... Nós que estamos aqui na nossa vida política, a gente fica muito na nossa cabeça. Ideologia, ideologia. Mas tecnicamente não tem... Tecnicamente não tem ali uma incapacidade.

Tem a burrice, tem o oportunismo político populista para agradar todas as mulheres e tem ideologia, tem isso tudo. Mas também não é isso, a existência da lei, mas seria interessante até... O problema ainda é proliferação de leis de baixa densidade, não só normativa, mas leis que servem para manter a máquina operante, justificar a máquina.

Depois que você faz, depois que você cria uma delegacia da mulher, você precisa movimentar, você precisa trazer alguma coisa. Começam a criar pautas e subpautas, grupos e subgrupos. Esses grupos e subgrupos pressionam a galera em Brasília. E a galera que mais pressiona é a galera do funcionalismo público, os servidores públicos, que têm conexões e dinheiro para fazer viagem para Brasília, coisa que o povão normal não tem. Então esses caras são muito bem representados lá, o funcionalismo público.

estatista, essa ideia de trazer tudo para dentro do Estado, toda discussão que deveria acontecer numa casa de família e respeitar alguns valores tradicionais, é uma discussão que a gente acaba tendo na cozinha do Congresso Nacional, incorporando conceitos legislativos que são completamente subjetivos de propósito para perseguir, porque é assim que a União Soviética fez e é assim que a União Pós-Sovietica é editada no Brasil.

É um Estado centralizador, é um Estado unitário, é um Estado que mais parece com França do que com uma federação como os Estados Unidos. Competência de legislador estadual tem? Não tem. E eles debatem os temas reais da nossa nação, de fato, todos os dias e todas as horas de maneira prioritária? Não. São Paulo, este Estado aqui, é subrepresentado. Eu falo isso toda hora. Tem 70 deputados federais, tinha que ter 123, se fizer uma regra de 3 com a população brasileira.

Por que o nível é tão baixo e por que é tão estatizante e esquerdista? Porque o controle do Senado Federal é feito pelos nortistas e nordestinos e na Câmara Baixa você tem superrepresentação de Estado que nunca poderia ter oito deputados federais que nem Roraima, Acre. Então, esses Estados, nada contra, mas é um deputado federal, dois deputados federais, você coloca um mínimo de oito e você coloca um teto de setenta, todo jogo brasileiro já está diferente.

Porque não é só ter medo de falar e as pessoas não falarem com medo de retaliação. Existe também uma proporção total de representação. Esse sistema proporcional é falido, eu defendo o voto distrital, e eu acho que tinha que ter distrito composto de maneira... Aí sim você pode fazer um mapão do Brasil e dividir o Brasil inteiro em distritos.

para ficar uma adequação proporcional ao projeto de país para a gente começar a repensar isso daí. Isso vai melhorar. Vai ter distrito que é mais importante que o outro? Maior ou menor territorialmente. O número seria aproximado. Você pode fazer de várias formas. Mas esse sistema proporcional traz exatamente essa galera que...

O sistema proporcional é desproporcional. Ele cria uma distorção. É muito simples para o telespectador perceber. Um senador do Piauí vale 40 vezes mais que um senador de São Paulo. Então você cria, não estou sendo xenofóbico, pelo amor de Deus, você cria uma hegemonia de um tipo de política coronelista que, infelizmente, por causa das condições de má educação, má formação...

que domina o coronelismo do norte e do nordeste, que domina o Congresso Nacional, que fazem leis oportunistas, que fazem leis segregacionistas contra homens. Aí junta a ideologia que eu estou falando de alguns setores da esquerda, sobretudo setores da esquerda que estão comandando esse país há 20 anos, o judiciário, complacente, esse tipo de coisa, com o oportunismo.

daquilo que se chama de centrão. O centrão é composto de 80% de políticos do norte e do nordeste. Aquele do pagou, levou. Eles não estão interessados que a lei da misoginia vá arrebentar com a vida de vários homens que simplesmente por contestarem uma mulher vão para a cadeia. Eles querem dizer isso, vai ganhar voto de mulher? Vai. Eles não estão interessados em qualquer lei que seja aprovada no Congresso. Eles estão interessados...

na medida da emenda parlamentar que vai exatamente pra sua região ou pro seu próprio bolso, né? Eles votam em qualquer coisa. E aí a esquerda... E o discurso mais fácil de ser vendido, da esquerda ou da direita? Exato, e a esquerda... Assuma a responsabilidade pelos seus atos ou... A misericórdia, da contracência... Peça pro papai Estado resolver o teu problema e a tua vida. E aí a esquerda, ela domina pela ideologia e pelo centrão fisiológico que ela coopta através de dinheiro e poder. É isso que acontece. Vamos... Vamos lá, vamos lá. O que você quer?

Outra coisa, a Voto Distrito é bom também pra acabar com Jandira Feghali, Samia Bonfim, essa galera aí da periferia da galáxia identitária também. É, vamos mudar. Isso, dá pra falar sobre assistencialismo, economia, né? Mas ela já falou. Você vai deixar ela falar sozinha? Não, eu acho que vocês vão concordar um pouquinho. Não, então, pode falar.

especificamente sobre essa questão da lei da misoginia, eu acredito que ela seja uma resposta a esse dito movimento redpill, né? Eu não... Não é crítico. Não é pra zoar. Eu acredito que seja... Ah, vocês são também, né?

Não, violência simbólica. Isso daí eu vou te falar. Parabéns pra esquerda que inventou esse negócio de violência simbólica. Isso é repetido a exaustão nas universidades, tá? Violência simbólica é a coisa mais canalha que existe. Eu não sabia que isso existia há muito tempo, sabia? É só você ver como repetem isso no discurso. Aí eu não ando pro cirandeiro.

Continua aí, fala sobre a Red P. Então, eu acredito que seja, talvez, essa lei da misoginia especificamente, uma resposta a esse crescimento do movimento Red P. Não sei, talvez seja. Esse movimento Red P, o salvo engano, ele tem origem ali nos Estados Unidos, ali no Red...

Esses fóruns aí, esses chats. Aí a minha crítica, principalmente como nacionalista, é sempre os Estados Unidos pautando o que a gente tem que fazer. Então assim, eu acho que até vocês concordam um pouco nisso. Aí a gente começa esse nós contra eles, né, o tempo todo.

Então é sempre o Estados Unidos, sempre nesse divisionismo Só pode ser preto ou branco Então assim, isso é uma crítica Que nós, não sei vocês, que nós nacionalistas Temos, mas assim, não vou negar Também, eu não No jornal local lá da cidade Lá da Baixada, todo dia, gente Eu vejo mulher sendo Assassinada Independente de ideologia, sete esquerda Eu vejo

Talvez, eventualmente, tenha relação com esse movimento, mas qual que é a minha crítica? Estados Unidos metendo bedelha aqui, enquanto a gente podia estar discutindo as coisas que a gente estava falando no começo. Saúde, educação, segurança. Aí a gente está preocupado com...

aborto, ah, não sei o quê, ah, que feminismo, então, sabe, eu não sei a opinião de vocês, mas assim, me irrita muito essa... Eu sou o lado do Ciro Gomes dela, o lado do Ciro Gomes, que não gosta do identitarismo. Fico muito honrada com essa comparação. Eu não sei a posição de vocês, mas eu venho aqui fazer uma crítica política a isso, sabe? É toda hora dos Estados Unidos querendo meter essa... Deixa eu te falar uma coisa, você tem razão, quem importou essa política identitária...

é o Brasil em relação aos Estados Unidos. Quem importou essa pauta identitária de preto contra branco, mulher contra homem, gay contra hétero?

É a esquerda. É a esquerda marxista. É a esquerda que a gente não faz parte. Presta atenção, vou te falar uma coisa muito simples. Exatamente. Que bom, então a gente vai falar isso não pra vocês, mas pra toda a esquerda marxista. Vocês importam coisa pra caralho também dos Estados Unidos. Não, mas presta atenção. Vocês são fanboys dos Estados Unidos. O capitalismo, vou te falar uma coisa, vocês vão ficar muito tristes. Não vem com essa não.

Vocês vão ficar muito tristes agora. Vocês são fanboys dos Estados Unidos. Vocês vão ficar muito tristes agora. Vocês vão ficar muito tristes. O capitalismo, gente, venceu.

O capitalismo venceu. Só nos últimos cinco. Pois é, mas então vocês têm que vir para a direita. Eu sou tocana. Então vem para a direita. Eu sou social democrata. Pois é, vamos lá. Eu não quero converter o capitalismo, eu convivo com ele. Vamos lá, a direita venceu. O capitalismo, que é a direita, venceu. Nos últimos 50 anos... Mas você não coloca a esquerda, domina tudo? Calma.

Domina dos pontos de vista ideológico, mas é isso que eu vou chegar no ponto do identitarismo. Tem 50 anos que 2 bilhões de pessoas saíam da linha de miséria e da pobreza graças ao capitalismo. O trabalhador médio, aquilo que o Marx chamava de proletariado, não tá nem aí mais pra essa luta ideológica. Aí quando os esquerdistas, isso é escola de Frankfurt, é história, não tô dizendo nada, percebem que o capitalismo venceu e falam, então vamos pra ser área cultural.

É toda a classe de oprimido histórico. Ninguém tá negando que negros foram oprimidos, ou gays foram oprimidos, ou até mulheres foram oprimidas. Só que eles usam essa agenda pra fazer um esgarçamento social e criar uma tecidura no tecido social do ponto de vista do capitalismo. Nos Estados Unidos até tem um racismo mais estrutural do que o Brasil. Isso eu concordo. O Alabama lá quem é muito branco, tem muito branco e tem muito preto.

Aqui no Brasil todo mundo tem a cor minha, do Júnior. Todo mundo, só ele que é brancão aqui. E eu? Arianon, você é nórdica.

Então, assim, essa divisão, essa cisão, ela é importada, mas ela é importada pela esquerda social, marxista, cultural brasileira. Identitária. E faz isso. Até o Lula tá falando de identitarismo. O Lula nunca foi identitário. Sempre foi um marxistazinho raiz. Por isso que a gente apanha da esquerda. Entendeu? E aí, mas só pra não ficar...

sem resposta, eu acho o contrário do que você disse em relação ao Red Pill, nosso querido amigo aqui nos precursores. E, eventualmente, o Red Pill é que é uma reação de animosidade ao feminismo. Se o feminismo diz que todo homem é tosco, é medíocre, é tacanho, é opressor, é estuprador...

acontece? Os homens se assustam. Eu sou criminoso, antes de nascer, o macho adulto branco já nasce totalmente condenado, coitadinho aqui, vai pra cadeia antes de beijar pela primeira vez a boca. Então a questão que se coloca é essa. O feminismo histérico produz reações masculinistas que não necessariamente querem matar a mulher. Mas quem veio antes, a Red Bill ou a lei da misoginia?

O que veio antes é um feminismo histérico e depois veio o movimento Red Pill, que o Red Pill é o quê? Falar, ó, evite mulheres vulcárias. Mas o nós contra eles tem um problema. Evite mulheres que ficam tirando foto pelada na internet. Você se coloca de uma maneira viril e não complacente. Isso não quer dizer que o Red Pill queira matar a mulher. Posso pegar um ponto interessante? Então é uma reação ao feminismo, é o contrário.

Baseado exatamente nisso que você falou, é que a galera transformou, criou Então, vamos lá.

feminicídio, criou violência política de gênero que entrou na legislação eleitoral ao longo desse... E assim, a direita não votou contra, ou a galera aspas, deu uma direita que não eu não me identifico com essa direita, se a gente tá falando em identitarismo aqui. Eu não me identifico com essa direita. Mas a direita fez isso sabe pra quê?

pra não pegar mal. Sabe esse negócio que você tá falando? Quem começou a... Aí como a pessoa não tinha uma compreensão cultural do fenômeno no seu, na sua interesa, na sua completude, a pessoa é facilmente empurrada pra esse negócio. Não, vai pegar mal com as feministas, então vão... É, com as mulheres. As mulheres do Brasil inteiro, é. Porque daí a galera acha que as feministas falam em nome das mulheres.

Então olha o que acontece lá no Congresso. Eu te falo isso com o coração na mão. Tem gente da direita que cede sem vocês pedirem, sem a galera da esquerda pedir, pra não ficar mal. Porque acha que fica mal com a mulher. É o domínio ideológico. Que mulher eu não sei que mulher. Porque eles se baseiam no estereótipo que eles construíram da mulher feminista.

E eles não querem desagradar a mulher feminista. Então, as mulheres brasileiras não são feministas. Se tem uma coisa que a galera odeia, é mulher histérica, gritando e fazendo acusação caluniosa, que nem a Soraya Tronique, que acusou Alfredo Gaspar de estupro de vulnerável para criar uma cortina de fumaça no final de uma CPMI que o Supremo ajudou a enterrar. Então, assim, tem gente que tem medo de ficar mal.

com esse tipo de mulher, que está disposta a fazer denunciação caluniosa de um deputado federal que era o relator da CPMI do INSS. É isso que não pode ter. Então por isso que a gente tem que ser, com relação a alguns princípios, a gente tem que ser firme. Se eu estou falando que vai ajudar mais as mulheres a um revogaço de feminicídio, etc., é porque eu te falo de coração, essa histeria misândrica precisa acabar.

A gente não vai conseguir continuar uma sociedade em vários aspectos, tá? Não tô falando só de judiciário. Esse pele aí é o pele do fim do mundo, um negócio desse. Isso daí ia tornar o Estado policial presente na vida de todo cidadão brasileiro. O Brasil nunca mais vai convidar uma mulher pra cá. Todo mundo ia passar por alguma audiência, com algum juiz em algum lugar, alguma vez na vida, por conta dessa lei.

Qualquer contestação. Mais uma vez. Só uma curiosidade que vocês vão achar interessante. Uma curiosidade. Tive uma colega minha que achou ruim que eu tava seguindo o Júnior. Se eu seguir, eu não posso ele, ué. Não, não vou deixar de seguir o Júnior. Tem esse movimento agora. Deixe de seguir alguém. Nossa, você tá seguindo ele, mas eu tô conversando com ele. Ele me convidou pro podcast. Sabe? Eu acho que esse negócio de patrulha não é legal, não.

Isso não é legal, não. Mas é o que tem mais, ué. Eu não gosto. Eu não gosto de ninguém, deixa eu dar o saco.

Assim, gente, eu acho que vocês fazem... Vocês trouxeram aqui as questões que estão incomodando vocês e tudo. Mas é você de direita na Austrália. Depois você pode... Direita na Austrália.

Não, porque... Mas enfim, eu acho que ainda assim, o problema principal não é esse, cara. Qual é o problema principal? Traga pra gente que a gente resolve. Põe o 6 por 1 na mesa. Põe o 6 por 1 na mesa que a gente joga um 5 por 2 e chega no meio termo de 0 a 0. Joga aí que a gente vai. É justamente voltar naquela questão. O país não consegue entregar nem o básico.

Entendeu? A classe política, vocês que estão no debate político, fazem parte também, diretamente, da classe política, certo? Estão nesses contatos aí. Eu tô entrando, ele já é veterano. Certo. Vocês não conseguem treinar nem o básico.

Ih, agora eu fui acusado. A gente é acusado, exatamente. Entendeu? Os resultados não batem com esse discurso que vocês fazem, de combater o bem contra o mal e nós estamos aqui. Pra mim isso aí, cara, entendeu? Eu olho os resultados e aí. Tá, mas qual é a pergunta? Como é que você quer que a gente combate?

Cara, eu quero que a gente comece a pensar como que a gente constrói um país decente pelo material. Pelo material? Vamos lá. Vamos lá. É, qual projeto? Deixa eu falar. Cadê o projeto, pai? A gente tem o PND, o projeto Nacional de Desenvolvimento. Qual projeto? Tem toda essa cortina de fumaça, essa discussão. Vamos lá. É uma discussão muito boa. Eu vou te falar que é uma coisa. Lei da misoginia e não sei o quê. Vamos lá. Vamos lá. E o básico? E o básico?

O básico é economia, o básico é trabalho, o básico é ascensão social e intelectual através de educação e trabalho, não é? A questão que se coloca é, quando você cria um Estado inchado, gigantesco, que impede, que tolhe o trabalhador, o empreendedor, aliás, de ascender economicamente, o que gera renda num trabalho, num país?

É o empreendedor, não é o Estado. O Estado simplesmente recolhe impostos da população, sobretudo do empreendedor que paga duas a três vezes o salário, o valor do trabalho de um empregado ao Estado.

No Brasil, nos últimos 20 anos, a gente é comandado por governos de esquerda, que eventualmente arrebentam com a vida do empreendedor, criam uma massa de imposto de quase 50% da renda, e aí o que acontece? Você achata o nível de emprego, você achata o mercado de trabalho, você precariza o mercado de trabalho.

E aí a equação perversa, que eu sempre digo, inclusive, no programa do Marco Antônio. Você cria uma rede de assistência social, que eu não condeno também, tá? Até o Mises, o Milton Friedman, falava da possibilidade de injetar dinheiro na economia através do Estado. Mas você cria um quarto da população brasileira dependente de Bolsa Família. São 18 milhões de famílias e 50 milhões de pessoas.

E aí o que acontece? Essa massa que ficou sem emprego, sem possibilidade de trabalho, porque esse mesmo Estado gigantesco arrebenta com médio e micro, pegando o imposto escorchante deles, não sabe que quem limitou a possibilidade de ascensão, trabalho, foi o mesmo Estado que lhe dá um bolsa família, um bolsa salsichão, um bolsa esmola, e que ele fica eternamente grato, esse trabalhador que não teve a possibilidade de ascensão social maior.

a esse governo que lhe dá uma esmola e acaba votando nesse governo. Eu estou dizendo da equação perversa que faz com que o subdesenvolvimento do Brasil seja atávico, constante, crônico. Há soluções, como se resolve o Brasil. Na minha modesta opinião, é desburocratizar, aumentar a liberdade econômica.

desonerar o médio e micro empreendedor, e aí você tem mil oportunidades de fazer isso, mas nunca consegue se fazer o que o Milley tá fazendo aqui do lado a Argentina tava numa crise monstruosa, e o cara cortou o Estado, cortou impostos cortou gastos públicos cortou, de todas as formas uma máquina inchada e a Argentina tá

entre aspas, voltando a emergir do esgoto em que estava. No Brasil, a gente teve um voo de galinha com o Bolsonaro, com o Paulo Guedes, mas você teve uma pandemia que achatou toda a possibilidade concreta de trabalho. Aí não dá, né, meu filho? Se você cria um Estado inchado, se arrebenta com o médio e micropreendedor, se arrebenta com o emprego e depois você tem que dar o bolso ao salsichão para as pessoas se virarem e continuarem eternamente gratas àquele algócio do inchado e desinxado que eventualmente evitou a sua possibilidade de ascensão econômica.

Você pode falar do projeto do Ciro. Estava procurando aqui. Pode? Tá, beleza. Estava procurando aqui. Cara, é o seguinte. Eu acho o seguinte. Que a gente tem um problema no Brasil que vocês não abordam, deixam de fora, que são os monopólios. Tá? Monopólio. Monopólio privado. Né?

Então, não adianta a gente atacar... Mas tem relação com o governo. Óbvio, mas é óbvio, pô. Pois é, que isso é essa. O capitalista lá que tá com o monopólio na mão, ele faz o monopólio como? Quem que monta o Estado? Quem que monta o monopólio com o Estado? Quem que monta? Os dos dos populistas, velho. Exatamente. Certo? Por que que ele monta?

Porque ele quer benesses do Estado. Porque ele quer ganhar mais dinheiro, né? Quer ganhar mais dinheiro, exatamente. Quer ganhar mais dinheiro. E aí, qual que é a solução de vocês pra isso? Qual que é a ferramenta de vocês pra enfrentar isso? Eu acho interessante porque a juventude trabalhista tem como prioridade combater cartéis. A gente tem um cartel no judiciário que foi formado lá. Não, não. O Gilmar Mendes ou o Alexandre de Moura. Não vota pro judiciário, pelo amor de Deus.

Estou ouvindo há 3 horas Mas você está falando De cartel e empresário bilionário Sim, sim Quando chega no monopolista Que é o cara que tem mais poder no Brasil

certo? Monopólio privado? Aí vocês desviam o assunto. Eu não tô desviando, não. Não, não, não. Peraí, peraí, peraí. Peraí que ele tá me provocando. Como é que vocês vão enfrentar isso aí? Não, vamos lá. Primeiro, o monopólio... O monopólio dá mais dinheiro do que competição em livre mercado. Não tem dúvida, ele arrebenta com a competição. Como é que vocês lidam com isso? Qual a ferramenta que vocês têm? Querendo mais competição, meu filho, é isso. É insportável isso, mas tudo bem.

Bichão, competição, se tem uma coisa que você não nasceu é num país que tem livre concorrência não existe liberdade de concorrência no Brasil isso é papo pra inglês ver isso é coisa de débil mental o Brasil é o país do capitalismo de laços do Sérgio Lazzarini, é o país da corrupção introjetada no judiciário quando eu dou exemplo do judiciário, você não pode descartar como se fosse mera eloquência retórica da minha parte, só um segundo o dono monopólio não quer saber de competição como é que você enfrenta ele?

Ele tem poder pra enfrentar, pra destruir qualquer competição. Como é que você enfrenta esse cara? Ô Jorge, é Jorge, né? Jorge, quando você tem costa quente com o juiz, você não precisa mais nem se blindar no executivo, bebê. O empresário monopolista, o sonho erótico do empresário monopolista é ser um vorcaro da vida, ou amigo do vorcaro. Depois de fechar um contrato de 80 milhões, você faz o que você quiser no Supremo. O Supremo é loteado e lotei o Brasil.

O Supremo entra em decisão de prefeitura de Balneário Camboriú, do governo do estado do Rio. Você acha que isso não favorece empresário bilionário? A Gilmar Lândia, deixa eu te falar. Sabe quem vai pro Gilmar Palusa todo ano? Os oligopolistas e os monopolistas. Sabe quem tem um discurso muito azeitado com o Supremo Tribunal Federal e com o Alexandre de Moraes? Quem era a boca dele na Globo News? Daniela Lima, jornalista, vários jornalistas.

E como você vai enfrentar esses caras? Vários jornalistas. Como você vai enfrentar esses caras?

Parece que você não quer enfrentá-los. Não, eu quero saber como. Você vai só mexer no Estado. Até agora você fingiu que a gente estava falando de coisas diferentes. Agora você está concordando comigo. Capitão, poder à parte. Capitão, poder que cumpre o poder. Você fingiu que a gente estava falando de coisas diferentes. E aí, como é que você faz? Mas a gente estava falando do mesmo assunto. O ímpeto monopolista é o mesmo ímpeto controlador de juiz que não tem freio.

É o controle pelo controle. E você tem que ter mecanismo. No mercado é liberdade de concorrência. É uma coisa que não tem no Brasil. Sabe por quê? Porque a máquina burocrática estatal, o PROCON... Sabia que o PROCON sobrevive das multas que ele aplica? Você sabia que o PROCON sobrevive das multas que ele aplica? Competição é difícil ter no mundo hoje. O cara não quer aprender. No mundo é difícil ter competição. O PROCON sobrevive das multas que ele aplica, Jorge.

Temos alguns exemplos de monopólio no mundo. Jorge, me explica por que o PROCON... O cara não quer debater.

Por exemplo, é o monopólio. Ô Jorge, você tá falando de outras coisas. Não, eu tô falando de um fenômeno que é mundial, cara. É mundial. É a ascensão. Entendeu? E o monopólio, ele de fato, ele acaba com a sociedade. Acaba com as nossas chances, entendeu? Aí, ao mesmo tempo que a gente tem o problema do monopólio, a gente ainda tem...

É um liberalismo, certo? Que vai lá e impede investimentos do Estado. Não, é o contrário. O liberalismo impede investimentos do Estado? Impede investimentos do Estado para conseguir... Não é o liberalismo, que impede investimentos do Estado para a gente fazer crescimento em outras áreas. Conseguir estimular, dar crédito para as pessoas estimular. Mas quem vai estimular? Não é o empreendedor que vai estimular ou o Estado que vai estimular? Como? Que empreendedor que vai estimular?

Deixa eu te falar, você tá confundindo com as coisas. Presta atenção, Jorge, presta atenção. Vamos lá. Eu vou te dar uma resposta precisa. Não, peraí, peraí. Você fala como se você fosse um consumidor entrando numa loja, me dê respostas. Aí eu vou oferecendo vários insights de reflexão. Você ignora todos. Tratora. Finge que a gente tá tendo uma conversa, mas não tá respondendo o que eu perguntei pra você. É que vocês falaram a maior parte do debate. Mas a hora que eu te pergunto, você me ignora.

Então me explica É que você quer voltar pra uma questão do judiciário Eu não tenho essa solução Não esquece o judiciário, eu tô falando O PROCON fiscaliza o que?

Jorge, aqui estamos falando. Posso terminar minha pergunta pra ele ou não? O PROCON fiscaliza o quê? Fiscaliza o... Fiscaliza serviços ruins que o consumidor vai lá e denuncia. Isso. Não pode? O consumidor não tem o direito de denunciar? Isso. Você ouviu numa sala de aula. O consumidor... Não, eu já fiz denúncia. Você acha normal o PROCON viver do dinheiro das multas que ele aplica? Gente, olha, pega a call center aí. Quem já não fez uma denúncia no PROCON porque é de call center? Isso. Que problema com... Isso.

Com o monopólio, por exemplo, de telecom. E você acha normal viver das multas que ele aplica? A entidade vive das multas que aplica. Você acha isso normal? Propõe outra coisa. Vive do quê, então?

Propõe outra coisa. Vocês só sabem reclamar, porra. Eu não. Esse que é o problema. Vocês reclamam, aí vocês pedem voto reclamando. E não tem solução de nada mesmo. Mas peraí, gente. Já que eu tô reclamando o Procon, peguei aqui. Qual que é a solução, então? Eu te ouço a calentar a solução. Não, o cara não entendeu. O que ele não quer nem construir uma resposta. Ele quer que eu dê resposta. Mas o que você tá criticando o Procon, gente? Peguei o bom de ou não.

Onde o fiscal da Receita receber promoção porque multou um monte de gente, meu Deus do céu? Vocês estão do lado do Estado? O Jorge está reclamando da questão dos monopólios. Eu estou dizendo que a questão do monopólio não é um problema do capitalismo em si. Se você tem uma empresa que é muito grande, que é muito forte, que vende mais, provavelmente ela vai dominar o mercado. Vai dar monopólio.

A Coca-Cola é isso. O Twitter é isso. O Instagram é isso. São ofertas e demandas. Se a demanda tem uma oferta muito boa que atende a demanda de uma sociedade, de um país, de uma cidade do mundo, aquela empresa vai se destacar entre as demais. O problema que você está deixando de considerar... E vai supor a concorrência. Calma, é quando o monopólio, o oligopólio...

é atrelado ao Estado. Não é o caso. Todos são. Não é o caso do Instagram, não é o caso do Twitter. Você pode ter atrelamento... Os caras jantam com o Trump, cara. Presta atenção. Mas é lógico que vai jantar. Como não, cara? É lógico que o Trump vai falar com os bolos empresários. Presta atenção. Não tem como você pegar a mão não. Pode ser sem o Estado. Sem a ajuda do Estado. Bora, deixa eu falar. No Brasil, a gente tem um problema que é o seguinte.

Os oligopólios feitos aqui, por exemplo, por empreiteiras como a OAS, como a Odebrecht, elas serviram para a construção do próprio Estado inchado e para a eleição desse próprio Estado. A Odebrecht, a OAS...

Eram propinodutos. Elas tiveram facilitações legais da ordem do Estado para arrebentar com a competitividade, para arrebentar com os adversários e para construir um elo com o governo para se colocar no elo hidropelado. Isso é o anticapitalismo.

Não é uma competição natural. Quando você tem um Estado inchado, que se apropria dos meios de produção, até um molde meio quase socialista, e suborna esses oligopólios, essas empresas, para se transformar, inclusive, em propinodutos, aí você tem o anticapitalismo. Aí você achata o médio e o microempreendedor.

Aí você trabalha, você transforma, meu caro, todo mundo em pobretão. Todo mundo em pobretão que vai ficar sem emprego e o médio e o microempreendedor não vai ter nem a satisfação e o interesse de continuar. O Estado arrebenta com ele e ele vai virar exatamente um candidato a funcionário público ou então vai trabalhar num subemprego e vai receber o bolsa salsichão mais uma vez e ficar dependente do Estado e eternamente grato ao Estado que eventualmente o tirou de passar f...

fome, mas na verdade quem colocou ele na situação de miséria foi o Estado que faz um colunio com os oligopólios que servem de achaque do povo brasileiro através do próprio Estado. Eu falei de 50% de impostos progressivos que estão achatando o brasileiro.

Esses 50%, sabe para onde eles vão? O BNDES distribui para esses oligopórios, entendeu? Então é um colunho do Estado. O capitalismo tem nada a ver com isso. Ele se separa intrinsecamente. O liberalismo tem nada a ver com isso. O liberalismo deixa que as pessoas produzam e compitam e, eventualmente, possam se transformar numa Coca-Cola ou num Twitter. É isso. Só uma questão sobre o... Rapidinho. Sobre o Bolsa Família.

Não, essa é pra ser curta mesmo, né? Não é minha área na economia, vou falar quando eu não entendo. Sobre essa questão que você tá falando, graças a Deus você voltou nessa questão do Bolsa Família, né? E deixar claro que nós também, trabalhistas, seristas, nós também temos críticas intensas a esse tipo de programa. Tá, não quero que se extinga, tá? Antes que você... Inclusive, né, que são programas que foram criados inclusive por liberais.

Só pra deixar claro E o professor Roberto Mangabeira Unger Que muito nos guia Guia Ciro Ele fala inclusive no livro Dever da Esperança Ele fala dessa questão do pobrismo Que é você ficar dando essa esmola Então só pra esclarecer pra audiência Que nós Enfim, nós não temos Essa afinidade toda com Bolsa Família Ainda mais porque esse é um programa

de origem liberal, e o próprio professor Mangabeira Unger, ele faz essas críticas, né, de formas acadêmicas e tudo mais, e inclusive vejo, é, se você for ver o projeto nacional de desenvolvimento, tem uma alternativa ao Bolsa Família, que é, deixa eu ver aqui o nome, o projeto é grande. Pode, não sei se pode ficar em silêncio. Ai, cara.

Eu sou ruim de nome. Ah, o programa de renda mínima. Inclusive, tá lá no site Ciro PND do Brasil. Tá bem detalhado. Só tô querendo falar pra audiência, tá, pessoal? Não é nem pra eles. É só pra vocês conhecerem também o programa e também colocar aqui a nossa opinião, né? Não é porque a gente é de esquerda que vamos dar bolsa, isso, bolsa salsichão, bolsa... Não é bem assim, né? Então, só pra esclarecer, confiram aí o programa de renda mínima e do projeto.

O que ele aplica? O que ele diria? Não é do suplicismo, não? É, tem influência do suplicismo. Como eu te falei, eu não posso falar muito. Eu quero mais... Ainda vem do Cidadão o programa dele. Melhor é melhor o programa de emprego máximo. É o livro dele. Mas a gente é trabalhista, a gente ama emprego. Pois é, eu gostaria de ter um empreendedorismo mais... Mas a gente não é socialista. Eu não sei. A gente não é... Eu defendo. Não vou falar no grau zero. A Drillis. A Drillis. Eu não estou falando...

Jorge, eu não estou falando isso. Eu não estou falando isso. Eu não sou contra o Bolsa Família. É que os dois são Jorge. Eu não sou contra assistencialismo. Eu estou querendo dizer o seguinte, você tem que ter um mecanismo que melhore o empreendedorismo e facilite o médio livre. Como acontece na Argentina. Não estou dizendo para extinguir todas as boas. Até porque as pessoas morrem de fome. Deixa ela terminar.

Não, só pra deixar clara deles. Eu não sou comunista, não sou socialista. Eu faço trabalho pra defender a menina que quer ter o seu espaço pra fazer o cílio. E o menino que quer fazer a sua hamburgueria no quintal de casa. Então, eles são trabalhadores também. Eu defendo o microempreendedor. Eu, inclusive, sou social-democrata. Eu não gosto de biocracia. Ele pode conviver muito com a assistência social. Sim, só pra...

Eu sei que vocês são inteligentes pra diferenciar, mas às vezes a audiência não é. Então é por isso que eu tô fazendo questão de explicar pra dar pra câmera. É bom pra audiência te conhecer também e saber de onde você vem e tal. Sim, sim. Existe problema de carga tributária no Brasil, que é gigante. O aparato burocrático, a hora que eu falo da mentalidade do Procon de alto...

sobrevivência, estar atrelada com metas de multas que foram lavradas, serem pagas efetivamente pelas empresas que foram objeto da fiscalização, você tem um conflito de interesse óbvio e ululante aí, Jorge. E o problema é que essas metas, essas métricas, elas acontecem do fisco, dentro do fisco também. Então existe um aparato burocrático que fala para você o seguinte, Jorge, você tem uma empresa?

Você tem que declarar quanto você ganha. Você errou o cálculo sobre quanto você acha que você ganha, porque a legislação tributária no Brasil é caótica, confusa. O Alfredo Augusto Becker chama de manicômio jurídico tributário brasileiro. E isso daí ele falou já há mais de 40 anos atrás. E é mais atual do que nunca. E eu te pergunto, você fala que você vai pagar X para o governo, o governo discorda de quanto você falou que você tem que pagar.

Você tem que pagar X vezes 2, porque tem multa de mora, juros de mora e juros da multa de mora.

Esse Estado está contra você. Esse Estado está contra o empreendedor médio. Esse Estado está a favor do oligarca que anda com o ministro da Suprema Corte e vai doer você ouvir isso de novo. Porque ministro da Suprema Corte julga o caso que bate às vezes no CAD, no Conselho Administrativo de Defesa Econômica, mas que chega onde, meu amigo? Mas por que vai doer pra mim?

Você acha que eu defendo esses caras? Não, porque eu... Nem sei, nem conheço os caras. O extrato de ata da nossa conversa hoje é sobre priorizar as nossas reformas e tirar os elementos maus da nação do meio do caminho. E todas as estradas e caminhos, meu querido Jorge, nos levam... Ao judiciário. Beleza. Beleza, beleza. Então ficou estabelecido que para vocês isso é a prioridade para conseguir... Vai.

Pelo jeito, a gente não conseguiu te convencer, mas se Deus quiser um dia a gente consegue. Eu acho que a gente pode fazer... A gente pode... Assim, eu acho que a gente precisa de um projeto mais amplo. Uma concessão. Me dá uma concessão, Jorge. Não, beleza. Seja uma juventude trabalhista pelo impeachment do Moraes. Vamos fazer a reforma que vocês querem fazer. Se eu te der esse boné, se eu uso o boné do Fora Moraes? Não, não vou usar isso aí. Ah, eu te dou um novo. Jorge.

Existem dois problemas, a meu ver, existem dois problemas estruturados. Um é o objetivo. Existe uma ditadura judicial. Não, beleza. Isso a gente já estabeleceu. Não, não, não. Calma. Não é só esse. Não é só esse. Mas você não quer usar o boné. Você não quer tirar o ditadura. A gente tem que fazer... Jorge. É que isso é o que afeta vocês, entendeu? Isso é o que afeta vocês, cara.

Não, afeta o Brasil inteiro. Então, afeta o Brasil inteiro. Tem outras prioridades também. O que eu tô querendo dizer? É preciso de um projeto mais amplo. Calma, Jorge. E tudo que a gente faz aqui é fazer a discussão. Eu, por enquanto, tô começando só, cara. Eu não ganho salário de vereador, de não sei o quê. Entendeu? Eu tenho obrigação de... Hein, Jorge? Quantos anos você tem? 33. 33. Nossa, sério? Não parece? Eu comecei agora também.

Parece que tem 23... Deixa eu te falar agora. Tem dois problemas estruturantes no Brasil. Por que o objetivo, claro, agora, o problema de agora...

É a ditadura judiciária, não é que ele só promove perseguição. Quem está legislando, quem está executando leis é o judiciário. Então, qualquer reforma estruturante para um Brasil melhor, passa pelo judiciário. Se você não limitar os poderes arbitrários do judiciário, você não vai ter. Perfeito. Peraí, segundo. Outro problema. Você tem uma mentalidade, eu tenho que falar no critério ideológico, de esquerda, que quer um Estado inchado e assistencialista.

Eu não tenho nada contra assistência social. Como você bem disse, quem falou é o espírito.

Foi o próprio Milton Friedman. Tem que dar assistência para a população. Você injetar dinheiro na população é, em grande medida, melhor que as pessoas compram mais. Essa injeção de dinheiro da população foi feita, por exemplo, na época da pandemia. Isso melhorou. O Bolsonaro entregou a economia no azul, com superávit fiscal.

Entendeu? Isso foi pro ralo com o governo Lula, que voltou a exorbitar os gastos do Estado. O problema principal do Brasil são gastos exorbitantes, são gastos exorbitantes numa máquina do Estado inchado, é o imposto alto e progressivo. Isso, quem falava não sou eu, tá? É Lenin. Ter o imposto progressivo, você vai acabar criando um Estado socialista. Aí você arrebenta com o mercado mesmo.

Se o médio e micro empresário gasta 50% do seu lucro em imposto, e gasta três vezes o preço do salário para o Estado, ele vai quebrar em algum momento. E vai sobrar o quê? Só grandes empresas. E essas grandes empresas, que é atrelado a isso que eu estou falando, esse segundo programa estruturante,

Elas são, no Brasil, no caso específico, atreladas de maneira corrupta, corrupta, indecentemente corrupta, ao governo federal, petista. E aí eu nomeio que empresas são essas. OAS, que dá até, como é que chama? Sítio pro Lula, dá apartamento. Foi o que condenou o Lula.

Dá facilitações a políticos, a senadores, a deputados, suborna partidos inteiros em troca de benesses do Estado. E em troca do Estado continuar sufocando o médio e microempreendedorismo. Enquanto não houver o fim desse ciclo perverso de...

coluio entre o Estado e oligopólio, você nunca vai poder falar em efetivo capitalismo ou liberalismo no Brasil. E enquanto não houver o fim dessa ditadura judiciária que apoia, endossa e colocou o Lula lá, também não vai haver a possibilidade de uma reascensão social da população mais sofrida no Brasil. É isso. Certo, Ríos. Quem mais? A gente quer...

Considerações finais? Ele gosta muito de falar. Não. Eu tô esperando quem? É que ela ia falar alguma coisa? Não, não. Não? Não.

Bem, eu acho assim, a gente vai discordar em várias questões e teses econômicas. Vocês provavelmente vão ter uma origem, uma pegada desenvolvimentista. É, desenvolvimentista. É, completamente desenvolvimentista. E geralmente, eu tenho um amigo, que é amigão do Mangabeira Unger, o Felipe Monteiro, que está no Metrópolis, inclusive. Eu gosto demais dele. A gente se diverte muito. Verdade. Boa pessoa.

Ele é uma ótima pessoa. Equivocado, mas é boa pessoa. Equivocadíssimo. Mas a gente... É engraçado, né? Porque nas conversas com ele, ele sempre falou pra mim, exatamente mais ou menos, transmitindo a postura de vocês aqui com relação ao que a gente fala. Então, assim... Ah, o cara derrubou o X por 38 dias e estabeleceu multa de 50 mil reais pra quem usar via VPN.

Prendeu e matou o Clériston. Quatro vezes denúncia da PGR falando sobre a condição de saúde do Clériston. Tanto faz. O julgamento todo do Bolsonaro no TSF é uma farsa que levou a sua cassação. Tanto faz. A prisão do Bolsonaro é mais uma farsa cheia de aberrações junto. Tanto faz. Então a gente começou a trivializar julgamento de exceção.

Vários julgamentos de exceção. Ah, tem devido processo legal. Eu não entendo nada de devido processo legal, mas eu sei que quem tem o ônus de provar é quem acusa.

Mas aí as pessoas foram presas sem devido processo legal. De um fórum, de um ambiente, de um foro que não é delas. Que é o STF. Gente simples. Que nem o cara que você falou que é a manicure ou o cara do salão de beleza. Tem mendigo também. Tem o cara da pipoca, vendedor de sorvete, como disse o Bolsonaro. O princípio da judicialização da pena também foi mitigado também. Porque essas pessoas...

meus clientes, gente. Vou ser sincero. E daí não é ideológico. Teve audiências de custódia também que não teve pessoas que tiveram, se não me engano. É isso que eu falo. É um empilhamento de bizarrices. Enquanto isso, o Gilmar Paulusa bombando na Europa, os bilionários indo se reunir na Europa com Gilmar Mendes e suas correntes dentro das terras. Além de ter que valer pro meu amiguinho, tem que valer pro inimiguinho também. Lá no Mato Grosso, você sabia que tem um município da Gilmar Lândia que eles querem inaugurar? Sabia disso ou não?

Tá no projeto ali do pessoal lá no Mato Grosso, na Assembleia Legislativa do Mato Grosso, tem um município novo que quer ser parido, vai se chamar Jumarlândia, não é sacanagem. Pode ver. Não tô mentindo.

Então, a hora que você olha para tudo isso, você estudou direito, você falou, opa, peraí, o sistema está errado, tem que desregulamentar um monte de coisa, tem que ter liberdade econômica de fato e livre concorrência, mas eu entendo a premência desses debates e desses assuntos, mas enquanto tiver gente injustiçada no país, gravemente por uma Suprema Corte que claramente construiu a farsa do golpe para poder justificar o inquérito que a precedeu de 2019 e que a real razão de uma...

reorganização do nosso cisteio de freios e contrapesos. A longo prazo, é uma constituinte que vai ter que resolver isso. A curto prazo a gente não tem a cultura pra fazer uma constituinte. A nossa cultura é uma cultura que tá completamente dentro do Estado e que não tem jurista denunciando morais. Agora o pessoal tá começando a acordar. O que é muito triste isso. Porque a aberração, ela tá evidenciada faz tempo.

Então, eu realmente acho que se você não colocar energia em repensar o poder judiciário pelo Supremo Tribunal Federal, isso vai mexer com algumas teses de vocês que incomodam muito a minha pessoa. Vitalicidade é uma delas.

Eu odeio vitalicidade, é uma coisa patética. O cara que está no cargo, seja qual cargo que ele esteja, se tiver indício de alguma coisa que está acontecendo de errado e ele não pedir renúncia, ele tem que ser afastado para apurar se houve ilícito ou não.

Esse negócio da vitalicidade criou uma aura de superproteção e de blindagem do judiciário e divorciou o judiciário da população. Tanto que a gente está vendo agora. Tem uma nova fase, tem a da terra arrasada e tem a dos protoditadores que vêm junto com o Moraes. Mas eles não foram demitidos do serviço público. Só que a gente sabe que todos eles estão no serviço público brasileiro e a gente precisa demití-los e repensar o modelo de nação que a gente quer a partir do Supremo Tribunal Federal.

Legal. Passa aí pra eles agora aí. Podem fazer as considerações finais. Jorge, Andressa. Eu acho que assim... Eles que já vai na ordem? O povo aqui no chat tá perguntando até agora e não entendeu. Qual que é esse projeto nacional que vocês defendem? Qual que é o projeto? Fala aí qual que é o projeto nacional. Olha, é o... E aí

Pra você ver ele completo, eu landei até o site, inclusive, olhem lá. Aqui do PND do Brasil, que ele, inclusive, um beijo pro Michel, que opera o site. Tem bem detalhado a página, tem a página também no Instagram, que você consegue ver também de forma bem simplificada. É que eu não tô com o livro físico aqui, porque eu só tenho o digital, que eu poderia mostrar pra vocês. Porque lá, é, tem, é, lá tem, é, o que que...

O que vai fazer com o dinheiro? De onde vai sair? É o único, né? O Ciro, quando foi candidato, foi o único que você sabia. Então, o que ele ia fazer com o dinheiro? O que, quando e como? É literalmente um cronograma, gente, do que vai ser feito. Então, eu sugiro que vocês leiam. Mas o que vai ser feito? É muita coisa. Dá pra falar nas considerações finais, né? Mas eu sugiro que vocês leiam. Ele vai pagar a dívida da galera do Serasa!

Agora vai! Ele vai pagar o Serasa de todo mundo com desenvolvimentismo. Ah, se ele quiser pagar o meu,

Tá torando lá. Eu projeto Adrides presidente. E o meu é conceito. Dois minutos eu vou resumir. O negócio é o seguinte. Ele nem falou o meu, pô. Ele nem falou o meu. Não fala o seu, Adrides. Você falou demais, pô. Fala de falar. O que é isso, Adrides? Chega. Gente, pesquisa no Google. Não, socialista não, pelo amor de Deus. Social democrático. Vai pra casa. Eu sou da nacionalista. Eu nem vou.

Eu esperava esse debate fosse mais produtivo. Será honestamente com vocês. Eu te dei soluções, Jorge. Eu botei fé em vocês. Mas assim, eu vejo que a questão é mais pessoal pra vocês. Do que interessa pro campo político de vocês. Do que de fato ver qual é o interesse nacional no momento. O país passa por um processo de desindustrialização brutal.

Os nossos empregos qualificados, cada vez mais destruídos. A nossa economia cada vez mais precarizada, feita por nossos empregos cada vez mais por aplicativo e empregos menos qualificados. E assim, o projeto passa... Tem indústria gerando emprego.

Exato. O principal, o básico que precisa ser entregue, porque se não tem soberania nacional, nós somos um país que não fala em futuro, não fala em projeto, não tem um amanhã, uma visão para amanhã. É tudo, são essas questões momentâneas e as trecas e o bem versus o mal. E as pessoas desempregadas não me agirá.

Pois é. Aí ainda por cima tem a visão neoliberal que tudo que é gasto, tudo que o Estado vai injetar na economia é gasto. É como se o Estado pegasse dinheiro, botasse no helicóptero e tacasse no oceano. Ou seja, não existe investimento, não existe o conceito de investimento. O dinheiro que é injetado na economia não produz nada. Se recupera um setor industrial, o setor industrial não produz riqueza.

O povo que tá... Mesmo que uma política assistencialista, vocês podem ter as suas críticas, etc. Não, eu não quero saber disso aí. Mesmo assim, mesmo uma política assistencialista, esse cara gasta o dinheiro aonde, gente? Meu Deus do céu. Onde que ele gasta esse dinheiro? Ele guarda debaixo do colchão? Ele gasta nos negócios, nos pequenos negócios, nos negócios de bairro, certo?

que são destruídos aí pelos grandes monopólios e etc, constantemente, e os liberais não têm ferramentário para lidar com o monopólio, porque eles não podem mexer na propriedade privada dos outros. E quem já detém o monopólio, detém muito poder de capital. Você pode fazer a arte, você pode tirar, você pode matar todo mundo do Estado, se você quiser. Ele vai lá e monta outro Estado. E você não vai fazer nada. Sabe por que você não vai fazer nada? Ele é mais poderoso que você. Já concentrou essa riqueza.

Capital é poder. Então vocês não têm solução. Você já leu a história do Barão de Mauá? Eu não tenho solução. Eu ouvi vocês falarem o debate inteiro. Calma. Agora você tá mostrando os dentinhos. Agora, no finalzinho. No final que ele mostra os dentinhos. Eu tô tentando ver se eu saí em alguma coisa. Ainda bem que a sua palavra será minha. Não saiba. E aí a questão é essa. O problema todo é esse.

A questão que se coloca, quando você diz de logopólio... Não tem solução e não tem futuro pro país. Sabe por quê? Porque falta visão. Vocês não têm visão. Vocês estão os últimos 14 anos no país, em política, fazendo sabe o quê? Reclama com o Ciro lá. Eu tô falando de vocês. É da juventude dele? Não, não sou dele. É? É de quem, então?

Nós somos apartidários. Não existe essa apartidária. Mas enfim, isso não veio ao caso. O que veio ao caso é o seguinte. Os últimos 14 anos é só essa treta. É só treta e é só essa discussão. Não tem solução. Não tem projeto. Não tem visão de futuro. Falam de empreendedorismo, mas é um empreendedorismo que não vai pra lugar nenhum. De empreendedor não tem nada. De empreendedor não tem nada.

Sabe? Que indústria nova o Brasil vai implementar Pra mudar a economia brasileira? Pra gente ser um player global Que tem domínio de mercado global Que indústria nova? Cadê o empreendedorismo?

Cadê os investimentos a longo prazo? Os projetos a longo prazo? Investimento na universidade, pesquisa, pra depois o setor privado vir e fazer aplicabilidade. Porque ainda tem essa. Vocês são absolutistas do setor privado, né? Vocês acham que o capitalista é burro? Que ele vai botar o capital dele no negócio que não vai dar dinheiro, ou se vai dar dinheiro daqui a 30 anos. Ele não é estúpido. Ele prefere mil vezes que o Estado assuma esse risco inicial, faça esses investimentos.

E depois ele entra quando o negócio estiver mais favorável para ele. Só que vocês vão lá e votam ativamente, politicamente, na militância política de vocês. Vocês ativamente querem destruir a capacidade de investimento do Estado justamente para esses setores que são essenciais para a construção dessa economia desenvolvida e industrializada. Não existe superpotência que não tenha passado por um processo de industrialização.

Então que Brasil é esse de futuro que vocês defendem? No fim das contas? É o Brasil dos templários, do bem contra o mal? Isso não produz nada, gente. Isso não produz coisas concretas pra sociedade brasileira. É aqueles problemas básicos que eu tava falando no começo. Tem gente cagando buraco no chão. Pelo amor de Deus.

Antes do 8 de janeiro. E vocês estão discutindo isso, cara? Estão discutindo juiz. Gente, é um sistema que sempre esteve ali. É agora que vocês estão se incomodando com ele? Por quê? Porque do eu bater uma água na bunda de vocês? É por isso que agora vocês estão se preocupando com isso? Isso sempre esteve ali. Certo? Então se a gente não tem como a gente falar de como consertar o Brasil sem construir

um novo Brasil, né? E começa pela estrutura mais básica, pela estrutura econômica, certo? Não adianta falar, ah, o fulano lá, não gosto dele, é feio, bobo chato. Ou pegar modelos estrangeiros, por exemplo, pega o modelo chinês, e deu muito certo e tal. Aí a gente vai tentar pegar esses exemplos, tudo que vocês falam, mas a China é ditadura. Aí vocês começam a moralizar o debate, sempre isso, velho.

Você quer viver numa ditadura? Não, não quero viver numa ditadura. Só que independente. A gente tem que apontar numa ditadura. Só que independente. Só que independente. Aí que tá. Independente do que for. Sabe qual que é o fato? Sabe o que é foda? É ditadura. Mas os caras entregam mais resultado que vocês. E aí? Não, peraí, peraí. Pronto, nega, nega agora. Agora nega. Vocês não tem nada. Não tem nada. Não tem nada. Não tem nada. Entendeu?

Jorge, vamos lá. Ditadura. Mas vocês não tem o que fazer, né? O resultado... Vocês não entregam o resultado pior. Presta atenção. E vocês querem reclamar do regime dos outros. O que entrega... Mas enfim. O que uma ditadura entrega é morte, é tortura, é cadeia, é fim de liberdade. E vocês não entregam desenvolvimento, né? Deixa eu falar. Nem nada, cara. Deixa eu falar. Comida barata pro povo. Deixa eu falar. Comida barata... Comida cara pro povo não entrega a morte?

Não entrega a morte? Posso falar? Falta de segurança não entrega a morte? Não quero, ué.

Hein? Tirar investimento do Estado pra setores vitais, que nem saúde, por exemplo, não mata o povo? Já terminou? Mata o povo, porra. Essa relativização barata que você tá fazendo é o que arrebenta com o princípio da própria humanidade. Se você diz que a ditadura entrega algo para o povo, ela entrega, sobretudo, tortura...

Eu dei minhas considerações finais, ditadura nos 10 agora, né? Vamos finalizar, por favor. Exatamente, mas você só deixa eu falar, por favor. Já deixei. Ditadura entrega tortura, morte, prisão, fim de liberdade. Ditadura não entrega nada de bom. Se você entrega... Mas os caras produzem mais que vocês, né? Ah, ô Júnior... Não produz mais que vocês, né? Não, não dá, cara. Produz mais que vocês. Você vai deixar eu falar ou não?

Ditadura, entrega, morte, tortura, barbárie e opressão. Não adianta nada se você der um trabalho específico pra um homem e você tira ele a essência da sua... O Brasil é ditadura também, velho. Agora essa palavra não se livra mais nada pra você. Você precisa deixar eu falar.

Ditadura, não adianta vocês falar. Não, não, não, Jorge, por favor. Tudo é ditadura pra vocês. Não dá, cara, não dá. Por favor, velho. Ditadura, eu vou começar de novo, toda vez que você me interromper. Ditadura entrega morte, tortura, opressão, massacre. Você relativizar a China, você relativizar a China como um modelo concreto, o resultado da China é catastrófico pra população. Não importa, não importa o resultado. Importa, cara!

A ditadura mata pessoas! A ditadura tortura pessoas! Entendeu? O STF tem matado pessoas! Você sabe o nome de um sujeito chamado Clériston? Ele morreu na cadeia graças a essa indiferença! Solerte e indecente que você tá tendo! A ditadura da China entrega! Entrega a morte!

O STF tem entregado tortura, morte, exílio, banimento de pessoas. Aí você mostrou sua verdadeira face. Aí você mostrou sua verdadeira face. Um país condenado a subdesenvolvimento também. Você está contemplando uma ditadura como modelo do Brasil. Agora deixa eu falar. Agora deixa eu falar. Eu te dei várias, várias alternativas concretas. De desburocratizar, de desestatizar, de estabelecer um Estado que deixe o empreendedor sobreviver. A sua contenção econômica.

sobreviver. O monopólio não tem problema quando ele gera emprego, rapaz. Quando ele gera trabalho. A Coca-Cola e o Twitter e o Instagram entregam emprego e trabalho pro mundo inteiro. E a liberdade das pessoas que terem mais opções, mais alternativas. Elas geram liberdade. Não tem, não tem. Quando não são obstaculizadas pelo próprio Estado, elas geram liberdade de poder de ação de um ser humano, de uma pessoa que pode falar por si mesma e não precisa falar através como se fosse um ventríloco de Estado. Ou seja,

Ou você defende monopólio ou você defende liberdade, cara. Quando você, eventualmente, defende a ditadura, monopólio, oligopólios que fazem jus a um coluio com o Estado, como acontece no Brasil, devem ser combatidos. Mas o livre empreendedorismo pode levar, inclusive, a um monopólio que vai gerar. Vai gerar produtividade, vai gerar renda, vai gerar emprego, vai gerar trabalho, vai gerar mercado. O capitalismo venceu, rapaz!

O problema é que o monopólio destrói todas as novas chances. 2 bilhões de pessoas na pobreza. Destrói novas oportunidades de concorrência. Os Estados Unidos é um país que tem médio, micro e macro. Médio, micro e macro empreendedorismo que transformou o país na maior potência econômica do mundo. A Argentina, que nas últimas décadas estava sob o domínio da esquerda, saiu da pobreza, saiu da miséria, graças a uma política, essa que você está zombando, de redução do Estado, de redução de imposto. E aí

de imposição de uma política de mercado neoliberal que seja, que está gerando renda, trabalho e comida para o povo. E o Brasil não copia porque quer ficar eternamente nessa espiral de um governo de esquerda que arrebenta com o empreendedor, arrebenta com o empresariado e depois dá um bolsa social em troca de um voto daquele que eventualmente ele destruiu sua potencial de ascensão econômica e quer exatamente o seu cangaço eternamente vinculado a ele.

É isso, gente. Eu queria o debate assim inteiro. Debate aqui. Mas a gente falou, ele quis discordar nas alegações finais de tudo. E ainda falou que a gente não conversou sobre nada. Então a gente precisa de um round 2 aqui.

É isso aí. Mas tudo bem. Fica, eu agradeço. Fica a lição de casa. Ele tem que ler o curso de direito constitucional inteiro do Alexandre de Moraes. Eu falei que a ditadura da China entrega. É a mesma coisa que a Alexandre de Moraes está entregando. É uma provocação, vocês ficarem calmos. Uma provocação, vocês ficarem calmos. Não, defender a ditadura com esse grau de indiferença é... Não estou defendendo. Agradeço aqui pela participação o Jorge.

Tá bom? Andressa também. Agradeço aí pelo tempo, pela disponibilidade, por estarem vindo aqui, dividir o conhecimento de vocês. Tá bom? Sejam sempre bem-vindos aqui. Obrigado. Agradeço também a Adril e Jorge.

Marco Antônio também, já estão aqui familiarizados com o público, sempre participando do canal. E agradeço a nossa audiência que chegou até o final, a você que gostou, a você que votou na nossa enquete, a você que deixou o seu like, a você que se inscreveu também. Meu, muito obrigado, tá bom? Faça parte aí do RedCast, nós estamos só começando a agenda dessa semana, tá bom? Estamos chegando aí no 1 milhão, falta pouquinho pra chegar em 1 milhão de inscritos, só você aproveitar quem ainda não tá inscrito, se inscrever também e fazer parte da nossa comunidade. Tá certo?

Então é isso, gente. Já ficando por aqui. Edcast está de volta amanhã. E é isso aí, gente. Valeu.

Anunciantes1

Instituto Oliver

Cursos preparatórios
external