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VAMP NEWS: ARBOLEDA FOGE DO BRASIL, DINIZ ANUNCIADO NO CORINTHIANS E MAIS

10 de abril de 20262h9min
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VAMP NEWS: ARBOLEDA FOGE DO BRASIL, DINIZ ANUNCIADO NO CORINTHIANS E MAISAcompanhe os destaques mais quentes do futebol brasileiro: Robert Arboleda deixa o Brasil em meio a polêmicas, Fernando Diniz é o novo treinador do Corinthians e os bastidores seguem a todo vapor. Fique por dentro de tudo que movimenta o mundo da bola!#arboleda #corinthians #saopauloSIGA nosso INSTAGRAM ➡ https://www.instagram.com/redcastoficial/=====================================================▶ ENVIE SUA MENSAGEM AO VIVO: https://app.donaty.com.br/redcast?▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO REDCAST• @redcastoficial ▶ INSTAGRAM DO HOST• Junior Masters: @ojuniormasters.AS OPINIÕES, CONSIDERAÇÕES E COMENTÁRIOS EMITIDOS PELOS CONVIDADOS DO PROGRAMA, SERÃO ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE RESPONSABILIDADE DE QUEM OS EMITIR.O REDCAST NÃO SE RESPONSABILIZA PELAS MESMAS.=====================================================Spotify: https://open.spotify.com/show/2qGNLUOtkA55qknCHicdoTYouTube Music: https://music.youtube.com/channel/UCeL1a4rpEA8UG9IQIewPccgAmazon Music: https://music.amazon.com.br/podcasts/5a492610-0c19-4087-9fde-a24f90421a10/redcastApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/redcast/id1784860273=====================================================SOBRE O REDCASTO RedCast é o seu podcast para conversas diretas e honestas. Aqui, trazemos personalidades de diversas áreas para debater temas relevantes, sem censura e sem amarras. Se você busca conteúdo autêntico e discussões que fogem do óbvio, seu lugar é aqui.INSCREVA-SE NO CANAL, DEIXE SEU LIKE E ATIVE AS NOTIFICAÇÕES PARA NÃO PERDER NADA!=====================================================Por que Robert Arboleda deixou o Brasil às pressas?Qual é a situação atual de Robert Arboleda no São Paulo?O São Paulo pretende punir Robert Arboleda?Quais bastidores explicam a saída de Arboleda do país?Quem pode substituir Robert Arboleda na defesa do São Paulo?Quais polêmicas envolvem o caso de Arboleda?Como foi o anúncio de Fernando Diniz no Corinthians?Quais são os primeiros desafios de Fernando Diniz no Corinthians?Qual deve ser o estilo de jogo de Diniz no Corinthians?A torcida do Corinthians aprovou a chegada do treinador?Quais jogadores podem ganhar espaço com Fernando Diniz?O Corinthians deve ir ao mercado após a chegada de Diniz?Quais mudanças imediatas podem acontecer no time com o novo técnico?Quais outros bastidores movimentam o futebol brasileiro no momento?Quais polêmicas recentes estão dominando o noticiário esportivo?Quais jogadores estão em evidência fora de campo?O que esperar dos próximos capítulos dessas histórias?

Participantes neste episódio4
B

Bruno Prado

Comentaristajornalista
E

Enzo Murgolo

Comentarista
F

Flávio Prado

Comentaristacomentarista
V

Vampeta

Comentaristaex-jogador
Assuntos5
  • Fernando Diniz no CorinthiansExpectativas da torcida · Desafios de Diniz · Estilo de jogo de Diniz
  • Saída de Robert ArboledaPolêmicas envolvendo Arboleda · Situação financeira de Arboleda · Reação do São Paulo
  • Expectativas para a LibertadoresEstreia na Libertadores · Importância da competição
  • Crise do CorinthiansNove jogos sem vencer · Pressão da torcida · Mudanças necessárias no elenco
  • Fernando DinizHistórico de Diniz · Expectativas de desempenho
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Fala rapaziada do Red News, mais uma edição aqui no Redcast, nosso programa de esportes, claro, Vamp News e claro, com o Vampeta aqui do meu lado, pensa campeão. Aí, Ezo, várias histórias, e cai treinador e chega treinador novo. Que loucura, cara. É um monte de coisa aí, né? É isso. Aqui à minha frente também, Bruno Prado, uma honra estar aqui de novo com você. Como é que você tá?

Tudo bem, tudo bem, tranquilo, bom estar aqui com você, Vamp, é realmente, cair treinador aqui é um por rodada, né? Vamos ver se no fim de semana vai ter outro, né? 10 em 10. A gente já trabalha junto há quantos anos? Vai fazer o quê? 13, 14 anos? Vai fazer 12 anos. 12 anos, é que eu cheguei um pouco antes. Fiquei um ano... Eu acho que nesse tempo aí que eu tô trabalhando com bola, não com a... Com comunicação.

Acho que nunca teve 10 rodadas pra cair 9 treinadores. 9 cai 9, né? É, agora 10 e 10. 10 e 10 com a saída do Torival. Eu também acho que nunca teve. Não me lembro. Não me lembro, assim. O cara manda aquela árvore de Natal e vai caindo, você lembra? Muito menos. Um por rodada eu não lembro. Uma loucura.

E assim, mas vocês primeiro vão abordar já a crise no Corinthians, porque já é crise, né? Foram nove jogos sem vencer. Depois agora a substituição do técnico Dorival, que vinha de uma boa temporada passada. Ainda começa muito bem o ano com um título muito celebrado da Supercopa do Brasil.

E aqui tem todo o carinho do torcedor corinthiano na chegada dos jogadores na saída, na verdade, do CT, doutor Joaquim Grava. A gente separou esse vídeo do Charles, mas são vários e vários vídeos que circularam na internet. A Aniel, o Charles, o Vitinho. Pois é, Gustavo Henrique também. Caio César. Caio César até dá uma risadinha, né?

Dá o play aí pra gente

É culpa mesmo, é culpa mesmo. É culpa de vocês. É culpa. É culpa. É vocês mesmo. Acabou as ideias com vocês também, Malu. Certo, mano? Tem que jogar bola, rapaz. Joga bola, Malu. Tá fudido o papo morando. Joga bola, Malu. Joga bola, Malu. Joga bola, rapaz.

Se perder domingo, acabou a vida social. Domingo, Corinthians e Palmeiras. Assim, Vamp, você tem sua opinião bem clara sobre isso, né? É, eu vi umas agressões verbais, né? Ali são pais de famílias que estão indo trabalhar. De repente, você pode cobrar parte técnica, tudo tático. Se você chegar no Ranieri e no Charly dizer que eles não correm, não tentam dar o máximo, você pode cobrar a qualidade técnica deles.

Mas dizer que não tem vontade, eu tô falando nos dois assim que eu vi, foi o Charles, o Rani Ellen e o Gustavo Henrique, que pra mim é o melhor jogador do Corinthians há uns seis meses aí, vem mantendo a regularidade. Então até pra se cobrar tem que saber. Sei que a torcida vai, comparece, é uma torcida apaixonante que não deixa de estar lá. Ali em torno de quase 40 milhões. Mas a situação do Corinthians...

É uma coisa muito grave. Eu queria ver isso, sabe o que, Bruno? Com os diretores que botaram o Corinthians pra ficar levando 3 bilhões. Que eu nunca vi. Impressionante. É, agora pros jogadores, beleza. Tem que melhorar de campo? Tem, é 9 jogos, é 9 jogos. E aí, como é que faz a Gaviões, a torcida normal, as organizada? E aí, quem foi o responsável pra deixar o Corinthians com a dívida de 3 bilhões?

E eu nunca vi essa cobrança toda. Impressionante. Quando eu vi a cobrança do presidente e alguns integrantes das organizadas, eu fico assim, para cobrar o Ranieri, você pode cobrar o Ranieri. Isso, o pai da Comissão Terra, a melhor vontade do Ranieri não falta. Do próprio Charles. Ele é um jogador que marca, está ali e tal. É um cara que vai botar alguém na cara do gol. Vai te entregar 10 gols por ano.

Não. Porra, o Gustavo Henrique, porra. Tendo intimado o Gustavo Henrique, você já tá louco. Tão louco. E eu venho em outros companheiros, né? Não são nossos trabalhos. Eu não... Durante ao longo desse tempo todo, até na minha época a gente foi cobrado também. Pela sociedade organizada por todo mundo. Mas e aí? O que levou o clube a 3 bilhões de dívidas? 3 bilhões. Como é que é?

E aí, a própria torcida que se reuniu, entrou fazer lá aquela, fez aquele mutirão pra arrecadar, até conseguiu um bom dinheiro, mas não é culpa deles, que eles sempre estão no estádio, torcendo, levando receita. Mas e aí, aquela receita que eles conseguiram, eles não perguntam quem foi que fez essa dívida toda?

Ah, essa cobrança, essa invasão? É, e isso aí eu acho que é... E os caras permanecem lá. Sim, todo mundo. É uma coisa muito agressiva, né, isso aí, né? É ameaça, intimidação. Aí fala, ah, não vai ter vida social. Aí já aconteceu no Corinthians e outros clubes de ir atrás de cara em restaurante, em balada, até em porta de casa de jogador.

Isso é muito perigoso. Nascendo com cachorro na rua. Sim, cara, isso é loucura, isso é perigoso. E o clube tinha, não só o Corinthians todos, mas não vai fazer, né? Tinha que ser mais firme e de estar ao lado dos seus atletas. Ou de proteger, se eventualmente também proteger juridicamente de estar junto.

Mas não, porque muitas vezes o dirigente também tem medo, ou o dirigente, muitos têm relações com torcedores organizados, aí eu não estou dizendo esse tem, esse não tem, mas existe isso no futebol. O cara, eles estavam saindo do CT, eles estavam saindo do trabalho. Você é ameaçado dessa maneira?

Porque isso é uma ameaça. É uma ameaça. Então, os clubes deveriam abraçar mais os jogadores e proteger e estar junto. Mas nunca, não vai acontecer. Eu queria ver um daqueles atletas, um ranhado principalmente, que me parece um cara muito centrado, bem dedicado. Deixa eu falar agora pra vocês, eu sou um pai de família, eu venho todo dia treinar. Eu me entrego totalmente, 100% de campo, não ando em farra nada. Vocês acham isso justo? Um pai de família?

E isso fica assim por um milímetro de dar uma confusão. Se o cara falar isso é capaz de virar uma confusão. E se um jogador uma hora reagir? E se um jogador resolver andar com segurança? Eu já vi jogador lá, quando eu jogava, eu já vi o João Carlos, zagueiro, lembra dele? Pegou uma barra de ferro? Sim. Uma reunião dentro, não, é. Eu não tava nesse dia que eu tava na seleção brasileira. Tava convocado pra jogar as eliminatórias. Teve uma reunião do Agaviões.

Dentro da sala de musculação, falando do João Carlos. O João Carlos falou, sabe de onde eu estou de saco cheio? Aqui eu sei que eu não vou jogar mais. Pegou uma barra de ferro e ele era de 3 metros. 22% de gordura no corpo. Mas eu também vou quebrar com um monte aqui agora. Com gente saindo para tudo quanto é lado. É, e isso pode acontecer. Uma hora o jogador pode reagir. Vai saber se um jogador uma hora resolve. Eu vou andar armado.

Pode acontecer um negócio desse. Eu já conheci vários jogadores na minha época que andavam armados. Então, e se um desses resolve andar armado, aí é cercado e saca uma arma. E aí, o que pode dar? Isso está muito próximo de dar uma confusão grande. É uma coisa séria. Vai para o estádio, não quer ir manifestar um vaiá. O time está jogando bem, que nem vaiu e tal assim, mas...

no dia seguinte ali, pode ter certeza esses vídeos são em tudo que é legal, ali tem jogadores que é pai de família os filhos estudam na escola sabem que é filho do Ranieri, sabem que é filho do Bruno Henrique, os moleques falam, você viu o que aconteceu com seu pai ontem? é vergonha eu concordei e assim, esportivamente a gente está falando da reação da torcida mas eles destacam esse confronto contra o Palmeiras é uma crise claro, esportiva e crise fora do campo também

Vocês acham que, a depender do resultado contra o Palmeiras, isso já vai condicionar todo o elenco pro restante de uma temporada, de um início de temporada que já é conturbado? Vai ser muito condicionado o resultado desse jogo? É que o jogo é na Argentina, né? A gente sabe que a gente vai ter bastante lá. E aí... Pela Libertadores. Pela Libertadores agora, quinta-feira. Quando a casa lá tiver...

perdendo, empatando, jogando mal. Já estou vendo os cânticos aqui. É domingo. Como é que eles falam? É domingo. Joga quarta-feira, mas vamos meter uma música. Vamos meter uma música. Domingo é Palmeiras, não sei o que. Domingo é guerra. É, e assim, acho que a grande preocupação do torcedor é exatamente porque o time já não vem rendendo.

E a partir de todo esse protesto, tem até a troca do treinador. E aí, a gente separou esse vídeo aqui do Neto, um pouquinho preocupado com a escolha do novo comandante Alvinegro. Dá o play aí. Deixa eu falar uma coisa pra vocês. Vou aqui. Antes de todo mundo, né? Vou fazer um agradecimento. Nossa Senhora Aparecida. A senhora abençoe eu. Porque eu tô aqui, ó. Eu tô aqui, ó.

Porque com medo de cair. Para a segunda divisão. Que a senhora abençoe. Jesus. Mostra aqui Jesus. Jesus aqui. Mostra Jesus. Está aqui. Jesus. Jesus ajuda nós. Pelo amor de Deus. Ressuscita para nós. Nossa senhora. Abençoe nós na basílica. Olha só os números dele. Olha só. Dá uma olhada só. De joelho eu peço ao senhor. Eu peço.

Eu imploro! Eu imploro! Vai estar legal, mas vai passando tempo, vai perdendo gás. Deixa eu falar. Ó, reza, hein?

Faz oração, é cruzilhado, é charuto, pipoca, vai pra cima e manjar, é não sei o que, é católico, é evangélico. Tudo curitiano tem tudo que é religião. É vocês que jogam a pipoca pra cima, que pegam o porco e vai não sei o que, pega o bode, fura o bode, paga o bode pra sair ali, bebe a água, bebe o sangue. Deus nos ajude. Vai pra cima e não sei o que, porque nós vamos sofrer.

Joga aí pra gente, Saulo. Mas aí ele tá falando do Dini, não? Do Dini tá desesperado com o Diniz. Mas isso foi hoje, não. Hoje? Ontem. Ah, porque hoje... Ele botou os números aí do Diniz nos últimos anos. Isso. Porque hoje o discurso foi diferente já.

Olha esse frame aí. No Fluminense, 58%, pouco mais de 58% de aproveitamento. Na seleção, 39% de aproveitamento. No Cruzeiro, 35% e no Vasco, 44%. Bem modesto o histórico de aproveitamento do Fernando Diniz na carreira desde 2022. E aí eu queria a opinião de vocês. Aí, claro, os títulos, né? O Campeonato Carioca de 23, a Libertadores também de 23 e a Recopa de 2024.

é pra se desesperar o torcedor corintiano com esses trabalhos últimos do Diniz agora no Corinthians? É pra desesperar? Quando você vai chegar em uma grande equipe como o Corinthians, sabendo a situação, os caras não é só o Diniz, quem fosse aí ia chegar e mostrar os números do último do cara que chegou, se fosse que chegasse assim o Voivoda, os caras iam pegar também os números, os números de trabalho então não é só o Diniz, esse número todo mundo tá mostrando, até aí o pior é que ele tá mostrando só isso aí E aí

Eu tava vendo hoje, no programa de hoje, que nos campeonatos brasileiros, o Diniz tem mais derrotas do que a vitória. Uma derrota a mais do que a vitória. Tipo assim, 98 derrotas e 97 vitórias. Dá um, dá um... Dá um... Uma derrota a mais. E aí agora o tiro, vai ser uma coisa ou o Diniz vai e embala, ou ou...

vai fechando as portas pelos trabalhos, né? Porque os números ali não mente. O Fluminense tem conquista e tal, mas no Cruzeiros, se a seleção for uma coisa rápida, e Vasco, os números não são bons. Agora tem dois porém. Você pode mudar tudo a chave, que é o Corinthians, a gente pode fazer isso. Ou não mudar a chave e dizer que foi mais um trabalho mais ruim.

O Diniz chega com uma rejeição Como aí tem um ponto Até falei isso Hoje no programa na Jovem Pan Tem um ponto aí que é muito do Futebol brasileiro também A gente vê o Roger também chegando no São Paulo Com uma grande rejeição, pra falar os mais recentes Mas pega qualquer um aí Você vai achar, a grande maioria dos treinadores Chegam nos clubes muito rejeitados O cara também

E aí eu acho que é uma coisa também nossa, de estar... Hoje é tudo muito ansioso e acho que cada vez mais num formato de comunicação que cada um vê a sua bolha, cada um acompanha o seu time.

e não vê muito o outro, e a gente tem hoje um influenciador do time, se o cara quiser 24 horas acompanhar só o time dele, ele acompanha. Acho que às vezes o cara vendo só o time dele, ele não vê o todo. Aí ele acha que o time dele, e hoje todo mundo tem jogador caro, hoje os números aqui no Brasil de valores são enormes, é o cara, acho que como a gente tem um monte de jogador caro, a gente tem que ser campeão. Pô, se esse cara ganha tanto, 2 milhões, 3 milhões, a gente tem que ser campeão de um monte de coisa.

E não é bem assim, né? Nos últimos anos, quem briga por título com regularidade são dois clubes aqui, Palmeiras e Flamengo. O resto, às vezes, arruma uma Copa, como o Corinthians arrumou, como o São Paulo arrumou, uma Copa do Brasil, com o mesmo técnico, o Dorival Júnior, como o Diniz conseguiu uma com o Fluminense, uma Libertadores. Aí o Botafogo teve um ano muito bom.

Aí o negócio já desandou. Então, os números do Diniz no Cruzeiro, de fato, muito ruins. No Vasco, cara, 44% no Vasco. Acho que se pegar o histórico de técnico do Vasco recente, todo mundo vai ter mais ou menos isso aí. No Vasco, tem coisa que é do técnico e tem coisa que também é do clube, ou dos dois juntos ali.

O Vasco é um time que tem brigado mais embaixo do que em cima há muito tempo. Acho que a gente é acostumado a querer salvador da pátria para os times. Sim. O Vasco, o Renato começou bem. Agora ele perdeu um jogo. Daqui a pouco ele vai ter uma queda. E não é o Renato, é o Vasco. Sabendo do Corinthians, que eu já vivi lá dentro. Por exemplo, se não é a Copa do Brasil, não começa com o Divaldo a temporada. Com certeza. Fala isso direto. Até a parada da Copa.

Vai parar pra Copa do Mundo. Se o de Nino tiver resultado, ele não fica. Sim. Até a parada da Copa dá conta de jogos. No Brasileirão tem mais oito, tem seis de Libertadores, dois escolhidos. Vai estar dezesseis jogos. Dezesseis jogos. Se não tiver bem, a parada pra Copa, eles escolhem o outro. Isso é batata. É assim. E nem ele não. Mas alguns também. Sim. Quase todos os clubes. Aí não, não vou falar do Abel, nem do...

Que chegou no Cruzeiro, que chegou no Flamengo. É o Roger no São Paulo. É o Roger no São Paulo com o Dorival dando sopa. Sim, se não chegar bem na Copa, é muito possível que tire. E bote o próprio Dorival, porque ganhou no São Paulo recente. Cuca. Cuca não se devia. Ele mesmo pedia. Se o Santos não embalar. Tem alguns personagens que a gente já sabe. É bem possível. O Rogério Ceni no Bahia não, esse fica. Esse ali é direção banca.

Tem uma coisa no futebol brasileiro, pegar técnicos brasileiros, tem só uns seis ou sete que estão rodando nos times grandes. Considerava o que chamam de doze grandes. E alguns rodam em times específicos. Os seis, sete que são aceitos para ter o mínimo de tempo. E o mínimo de tempo vai três meses para trabalhar. Tem uns que chegam, tipo o Roger, ele chega e não tem nenhum jogo para trabalhar. Ele já chega xingado.

Aí falam, ah, não renova treinador. Quando chega um cara novo, o Roger nem é tão novo, mas o Carpine, por exemplo, chegou no São Paulo, durou 18 jogos. O Silvinho no Corinthians, nem foi mal, ficou em quinto no Brasileiro, também chutaram. Então nem se dá tempo. Os que rodam aí. O Diniz, que eu acho que ele ganhou esse status depois do título do Fluminense, ou até, ele trabalha no São Paulo, terminou mal, mas acho que aquele trabalho deu a ele um status que ele não tinha. O comecinho foi muito bom, né? É. O Dorival, o Cuca, o Renato, humano,

O Rogério, que agora está há um tempão no Bahia, mas acho que é um cara que se sair do Bahia vai ter espaço em algum time grande. E é isso, cara. E aí tem uns que eu coloco... E o Renato, só dois lugares, né? Isso, tem isso específico. O Renato trabalha no Rio e no Grêmio. O Cuca, se eu pegar nos últimos anos... No Rio e no Grêmio e a Sul-Americana, a pera não existe. Ele não foi pro jogo de novo. Ele já não foi, ele não quer nem saber da Sul-Americana.

Impressionante. Eu não acho que ele está tão errado, mas enfim. Não, ele já bota... Esse é o bom, Vivo. Esse é malandro. Da coletiva já que ele...

perdeu pro... pro Botafogo. pro Botafogo, ele fala, não, é brasileiro, meu foco é brasileiro, não é sul-americano, então ele mandou o auxiliar aí. E outros discutem que ele tava também no Grêmio, ele fazia a mesma coisa. Eu só vou... Eu quero o auxiliar. Eu vou fazer uma pergunta pra vocês, mas antes, deixa eu pedir o like pro pessoal já... Vamos dar like aí, agora eu tô ligado que like é bom, que as pessoas veem aí, vai, vai. É isso, aumenta a nossa audiência. Pô, meu irmão, bota muito a fazer assim, ó.

Isso aí, aumenta a nossa relevância, dizer para mais pessoas e mais e mais. Tem o pessoal aqui no chat perguntando, nossa, que programa alegre, né, Saulo? Programa legal, é diário, é diário, todo dia da semana, segunda a sexta-feira, às 2h15 da tarde, a gente está aqui ao vivo para falar de futebol no Redcast. A pergunta que eu ia fazer, seguindo esse assunto, é de Diniz, você comentou que tem alguns treinadores que já meio que chegam demitidos, né, ou que são demitidos muito rápido.

Acho que é o caso, porque assim, a impressão que eu tenho pela rejeição da torcida, que foi grande,

É que o Diniz, ele chega muito, assim, um trabalho que para ser longevo vai ter que fazer alguma coisa de imediato, talvez até ganhar do Palmeiras. É isso, ele vai ter que dar resultado rápido. O Diniz tem uma coisa, e no São Paulo, eu até por ser São Paulino, tenho muito amigo São Paulino. Convivo com muito torcedor do São Paulo. Entre os São Paulinos é um negócio muito dividido, assim.

Tem torcedor que adora ele, tem torcedor que odeia ele, assim, e não tem meio termo, assim. Mas o Diniz vive isso na sua carreira. É, sim. É um inferno. Então o Diniz, ele pode, até no Corinthians, fazer alguns jogos muito bons e aí começar a criar uma parte da torcida que vai adorar ele. E se perder também... Isso, o Diniz normalmente não é um cara totalmente rejeitado. Se ele começar mal, ele não vai durar muito, o que o Vamp falou.

Mas se ele ganhar alguns jogos, em alguns jogos, provavelmente o time dele vai jogar muito bem.

E aí ele começa a criar. O Diniz tem isso muito de dividir. Tem cara que ama e tem cara que odeia. O que ele não pode deixar é chegar como chegou no Vasco. Ganhou. O torcedor do Vasco é outra torcida apaixonante. É a quinta do país. Tranquilo. O time perdeu no dia seguinte. Ganhou quarta. Domingo perdia. Ei, Diniz, vai tomar caju. Perdeu na quarta. Não pode ficar assim. Você não trabalha em paz. Coisa que vai estar acontecendo mais ou menos com o Roger. Sim.

com o Roger. Vai estar sempre quarta e domingo, vivendo a vitória ou a derrota, e no teu trabalho em paz. Roger, quando ganha, dá um alívio, mas se perder o próximo... O próximo já volta tudo à tona de novo. Já sabe que se pegar uma sequência de derrota... O Dindy não pode deixar acontecer isso no Corinthians com ele. Tá.

Como estava acontecendo no Vasco. Se ele conseguir uma sequência boa no início, ele vai ter os caras, ele vai começar a ter pelo menos os caras que vão defender ele. Porque o Diniz é muito intenso, o jogo dele é um jogo que se encaixa, é um jogo legal de ver, bonito de ver, mas também se não encaixa, é uma tragédia. Então é muito isso. É muito... Torcida do Fluminense. Com certeza tem muito torcedor do Fluminense que adora ele.

Acho que no Fluminense, provavelmente, a maioria gosta, por causa do título da Libertadores. Mas com certeza tem torcedor do Fluminense que odeia ele também.

Ele causa muito isso, de divisão. É porque quando ele sai do Fluminense, o Fluminense está na zona de rebateamento do Romano, né? Sim, o Romano veio e conseguiu salvar. Eu queria passar para a próxima pauta. Falamos de Corinthians, falamos de Diniz, de Dorival. E agora a pauta, eu vou pedir... A gente só vai dar esse contexto primeiro e depois a gente passa esse vídeo. Mas vamos lá. Arboleda e São Paulo. Antes...

Um outro aviso. Eu pedi o like, mas eu esqueci de falar da Donate. Donate nossa patrocinadora. Faça o seu Donate. E faça sua pergunta aqui para a mesa. Qualquer valor. Acho que até está os 20 reais. Mas só qualquer valor a gente lê a sua pergunta. Vamos lá. O contexto é esse aqui. Arboleda se queimou com o elenco do São Paulo após sumiço. Os jogadores não aceitaram a atitude de zagueiro que não cumpriu ritos e códigos de conduta do vestiário.

A diretoria também está muito incomodada, principalmente o Rafinha. Internamente, o entendimento é de que o equatoriano fez molecagem com o São Paulo após quase 10 anos de clube e a tendência de que ele nunca mais vista a camisa da equipe Arboleda, que deixou o país, trocou aparentemente o número de telefone, sumiu, desapareceu do mapa, não pretende voltar tão cedo e talvez nunca mais volte para o São Paulo.

E aí repercutimos isso ontem com Flávio Prado, o nosso corte viralizou aqui no YouTube, porque ele traz até, assim, antes do mainstream, por assim dizer, essa informação de bastidor muito importante sobre a situação do Arboleda, eu queria repercutir aqui com vocês também. Pode dar play, Sal. Tá, a...

São Paulo nenhum. Ele tem a atenção que eu tenho, é que ele não está me lusprezando São Paulo nenhum. Ele teve necessidade de deixar o Brasil. A informação, de novo, eu não... É uma fonte muito confiável, mas se houver algum desmentido, eu aceitarei numa boa. Não é uma acusação que eu estou fazendo a Orboleda, simplesmente a informação que eu tenho é que ele tem uma vida muito desregrada fora de campo.

E que com isso, apesar dele ganhar aproximadamente um milhão de reais por mês, ele não tenha as finanças sob controle. E que o São Paulo estaria, no período do Júlio Casares, segurando a bronca dele há algum tempo. Assim, aparecia alguma dívida muito importante, São Paulo segurava, adiantava o dinheiro e tal. Segurou muito a barra dele. Com a saída do Júlio Casares, a nova direção se nega a continuar fazendo esse tipo de coisa, porque parece que é uma coisa recorrente. Ele é completamente...

Seria completamente desequilibrado em termos de finanças. Então deve para muita gente, essa coisa toda. A ponto de correr risco, né? Porque, né? Nem todo mundo... Ah, legal, vou entrar no cartório. Então, às vezes, as coisas, dependendo de para quem você deve, você começa a correr riscos. E até por uma questão de evitar riscos maiores, ele se mandou do Brasil.

Então não é que ele priorizou, o São Paulo não priorizou. Ele priorizou continuar vivo. É meio que aquela coisa de, olha, eu vou sair daqui porque aqui tá... Que situação envolvendo a Arboleda, hein, Vapeto? É o que se disse. Eu também escutei a mesma coisa aí, chegou pra mim. De amigos, fontes. Mesma coisa que o Flávio tá falando aqui. Agora a gente não sabe se a fundo é verdade ou não. Mas o que te dá parecer? Que quando o cara não tá aqui, que é verdade.

Porque eu poderia estar aqui treinando, dizendo não quero mais jogar aqui, e resolver minha vida e ir embora. Você pode estar treinando, afastado. Você conversa, negocia. Negocia, tem atividade, e agora tomar uma decisão dessa, de um sumiço total, eu me dou muito bem com a Arboleda, gosto muito dele, me trata super bem, mas essa atitude, quando está vendo aí, todos os rumores que estão aí saindo, ninguém quer chegar aqui a ponto e dizer, ó, é isso mesmo.

bancar. Mas o Zuzuzum, por parte de todas, eu conversei com a galera do caramba, todo mundo tá sabendo o que é, mas ninguém quer gravar.

Não vou falar outra coisa, botar a mão na mesa. Botar a mão na mesa. Vou botar a mão. A galera tá ligada o que é. Eu tô botando a mão na mesa. Entendi. É que o outro tá cá embaixo. Mas assim... É... O atleta estaria aqui. Ele é nem separado. Esperando... Ele tem contrato. Aqui não vou jogar mais mesmo.

Eu ficava no banco e tava assim, tchau. Não comprei ainda. Ah, porque fechou a janela também, né? É. Aí fechou a janela. Eu ia falar assim, não comprei os sete jogos e... E aí depois da agremiação, não. E agora até aumentou. Aumentou pra doze jogos. É doze. Porque começou em janeiro o campeonato. É doze. Então, quer dizer, tá muito estranho esse sumiço mesmo aí. E quando se fala de dívidas pessoais tudo... Não é o primeiro caso. Já teve o outro lá que já vazou pra todo mundo, né?

da outra vez. Sim, da agiota. A agiota, refazer o contrato, São Paulo pagar, então, não é nada de estranho o que a gente está falando aqui, agora, o que é de estranho aqui é a gravidade de ter que sumir para não acontecer algo pior. E ainda tem essa outra informação aqui da ESPN, o solo vai jogar na tela para a gente. O tribunal vasculhou a conta bancária do Arboleda, a advogada Caroline Brandão, que representou o Arboleda em diversos processos e agora tenta receber uma dívida de cercar, olha isso.

de cerca de 800 mil reais, afirmou à justiça que o jogador vinha dando indícios de esvaziamento patrimonial. O tribunal, inclusive, encontrou apenas 12 mil reais e 500 em suas contas bancárias. Em fevereiro, a justiça vasculhou os ativos financeiros de Arboleda em busca de dinheiro para pagar o débito com a advogada e encontrou apenas 12 mil. Então, é um jogador que recebe... É a advogada que é dele. É a advogada que apresentou ele em vários processos, ele adquiriu uma dívida com ela, não pagou...

Aí tem angú, tem angú. Tem caroço, né? Aí tem merda, é da merda. Eu tô achando que outro advogado é até ele mesmo. Aí fodeu, velho. Aí não tem como defender essa porra. Você é um advogado do lado da parte contrária? É doidinho, seu amigo, né? Porra, boleta. Tô achando que você que levou o moleque mesmo pra parada. Achei que era o moleque.

Na foto do Palmeiras? Não, é aquele... É o pai. O Kendrick Paz. O Kendrick Paz. O Kendrick Paz, que ele para de ser convocado depois que eles vão... Os dois saem pra noite lá nos Estados Unidos, né? Aí ele fica de fora de tudo, né? O Arboleda foi o único que não voltou, né? O Kendrick Paz voltou, o Plata voltou a ser convocado. Só o Arboleda não voltou mais pra seleção do Equador. Ele devia ser reincidente pra caralho. Deve perder a Copa do Mundo o Arboleda. Já, já. Nunca mais foi.

A boleta do São Paulo é flagrada em boate ironiza. Federação do Equador se pronuncia isso de 2024. Depois disso não voltou mais pra seleção. Quem tava com ele aí? Kendri Paz, de 16 anos, e o Gonçalo. Os dois... O Prata jogou de titular. O Prata jogou agora os dois amistosos de titular.

Os dois voltaram para a seleção, Arboleda não. Muitos falam, o Félix Torre joga na seleção, Arboleda não. Mas é por causa desse negócio aí, não voltou mais. E eles jogavam juntos, né? Jogaram muitas vezes juntos. E agora o Equador tem dois, tem o Pátio. Pátio, que é um dos mais jogadores do mundo. Tem o Capier também, do Arsena. Tem bons defensores ali.

Mas assim, voltando para o foco seu São Paulo e não Arboleda, muita gente entendeu como um grande desrespeito do Arboleda com o São Paulo, com a instituição e com a possibilidade que ele tinha de ser um ídolo de São Paulo, assim, praticamente incontestável. Já pelo tempo de clube, claro, ainda faltavam algumas conquistas. É um período de vacas magras do São Paulo. Eu acho que a batata está assando demais para ele, para ele ter feito isso, sabe por quê?

Ele era um dos poucos jogadores que a independente respeitava, deixava ele fumar o charuto.

Saí, ele ia pra Independente. Ele é o jogador mais antigo do elenco. E organizada sempre atuou ele bem, pô. Eu sei porque eu tenho vários amigos que, até da própria Independente mesmo, a Boleta frequentava a Independente tranquilo, podia ir pra noite.

Ninguém cobrava a boleda. Pode ver, ninguém nunca chegou. Os jogadores do Corinthians ali, a Niela não vai pra lugar nenhum. O Chaves, o cara abordou a boleda. Pista e tudo, e ninguém nunca abordou. Era o cara que ia na escola de samba. Seguentava a escola de samba. O seu mais velho também. E teria se mandado o perilagal São Paulo dessa forma.

É que a batata deve estar assando mesmo. O Igor Vinícius, do Santos, para algum parente amigo do Arboleda de São Paulo, quando a chegada do Santos ao Equador, ele perguntou cadê o Arboleda. Muito amigo eles. Já saí com os dois, eu, o Igor Vinícius e o Arboleda. O Igor... Está em casa.

O Igor Vinicius é um dos melhores amigos do Arboleda, sabia? Caramba, eu não sabia. E pelo jeito nem ele tá conseguindo falar com o Arboleda. Pois é. Jogaram juntos bastante tempo no São Paulo. Não, é amigo, já sai pra jantar com os dois.

Tá, praticamente incomunicável. Esse aí é o Futebol. Ah, antigo. Chegou uma pergunta aqui pra vocês, do Fabrício Ferreira. Ele pergunta quais times da Série A que estão mais ansiosos para a parada da Copa do Mundo e quais times poderão ser prejudicados por estar jogando bem.

Então, times que querem que a Copa do Mundo chegue logo para parar um pouquinho, respirar e organizar a casa. E times que podem ser desmontados ou se atrapalharem com essa parada. Antes de vocês responderem, só um minutinho, lembrar, ele fez aqui pelo Superchat. Eu quero que você faça pelo Donate, nossa patrocinadora, tá? Aqui no canto da tela o QR Code, nossa patrocinadora, o programa depende dos patrocínios. E claro, o Donate é a nossa grande patrocinadora. Agora que estamos com o meu ao vivo também, vou pedir o seu like.

responder. Eu acho que o Corinthians, aí chegou o Diniz, tem a forma como o Diniz gosta de jogar, precisa de treino e tempo, né? Porque lá embaixo é o seguinte, você tem o Remo e o Mirasol que tá no rebaixamento, mas eles são a três pontos, o Mirasol tá aí, tem um jogo a menos, né? Tem seis pontos, o Remo tem sete, tá no jogo, o Corinthians tem dez. O primeiro time, né, fora das andas de rebaixamento é o Corinthians. Eu acredito, pra escolher um, eu acredito o Corinthians.

É, os que estão mal, né? O Corinthians Cruzeiro também, né? Que tá na zona, chegou treinador novo, né? Pra eles... Estou oscilando muito também. É, pra eles seria bom dar uma parada, o treinador que chegou agora, tanto no Cruzeiro quanto no Corinthians, tem metade do campeonato, já trocou de técnico, né? O Cuca deve estar querendo isso, mas... É, pra trabalhar um pouquinho, né? Pra conhecer os atletas, e é ruim pra quem tá lá na frente, né?

Não é necessariamente ruim, mas com certeza. Palmeiras tá bem, né? Parar, dá uma quebrada. É isso que eu falo. Por exemplo, eu vi o Renato Gaúcho nessa data FIFA. A data FIFA eu vi o São Paulo com todos os times dando quatro dias de folga. Aí eu vi agora perder o Renato Gaúcho e eu não tenho tempo pra treinar. Mas os quatro dias de folga o Vasco não mandou dez, quinze jogadores. O Flamengo sim, mas o Vasco estava todo o elenco. Por que deu aquela folga e eu chegando?

Se as férias é quando termina o campeonato. Sim. Eu tô chegando, eu tô chegando, eu não ia dar quatro dias de folga e outros times também. Pegaram, a rodada acho que foi no sábado. Sábado foi, e aí deram folga sábado e domingo. Alguns jogaram no sábado e domingo e voltou só na quarta. Vários, vários, vários times.

Santo Gabriel foi até pra Portugal mas o Palmeiras cede muitos jogadores pra seleções o Flamengo também então até esses aí eu até entendo mas time que cede só um jogador pra seleção tem time que cede dois porque você dá uma folga pra 34 atletas onde você precisa treinar e precisa desses 3, 4 dias que fala que não tem eu falei isso aqui no programa o Flamengo no Flamengo foi uns 8 você não vai ter o prontel todo tudo bem?

Tá melhor, tá ganhando o título. Palmeiras tem uma galera, tanto que o Abel é... Se é um jogador que faz aquilo, pega e vai, já foi... Já preparou pra tomar a porra do cartão e vai... Cursou o cartão, né? É. Mas aí eu vi o Renato, não, a gente não tem tempo de fazer... Pô, mas outro dia sumiu, outro dia, deu quatro dias de folga. E no Vasco tinha quem que foi pra seleção? Só o lateral? Que é da seleção do Guaia? Só o Puma. Só o Puma. Com o Andrés Gomes também?

É, Dragão e Puma. Sobrou 36 lá pra dar treino. Aí eu dei 4 dias de folga. Chegando. Tô chegando. Sim. Quem está chegando tem que... Já que tem jogo em cima de jogo, né? Tem que aproveitar o tempo. E se a CBF botasse os jogos?

Não ia ter que ficar treinando? Essas coisas eu não entendo. Beleza, a gente falou dos times que seriam produtivos, seria melhor... Pra mim o Corinthians. Agora, um time que está morrendo de medo da Copa do Mundo, da pausa pra Copa do Mundo, que pode ser desmontado, pode ter os jogadores sendo vendidos. O time é pra vender alguém aí. Nem só de ser vendido, mas de perder a estrutura, enfim. Talvez o Palmeiras possa aparecer alguma coisa pro Fraco Lopes.

O Flávio deve virar a Copa, né? Dependendo do que... Eu tô falando do Palmeiras, eu tô vendo o Giponta mesmo, né? Acho que não chega mais ali pra ninguém ali proposta agora, não. O mercado lá vai ficar... Ah, tá acabando. Bota oito jogos pra acabar os campeonatos lá, acabar tem inglês, maior, francês, alguns campeonatos europeus.

Se tiver alguma coisa após a Copa do Mundo, talvez o Fraco Lopes deve ser não dado pelo critério do Palmeiras e convocado direto pra seleção da Argentina. Não vejo alguém vindo aqui pra tirar o Vitor Roque. Eu tô falando de Palmeiras. Vamos falar de quem? São Paulo? Ninguém? Quem? Corinthians? Roberto?

Uma sondagem, um outro. O Depay não renovar. Não vou dizer. O Bidon, né? O Palmeiras sem perder o Flaco Lopes monta boa parte da estrutura do time. O Alan também tem proposta, né? É quem no Flamengo? É que o Flamengo tem outro. Perdeu um, tem outro. Mas quem no Flamengo agora? Não vejo o Flamengo vendendo. O que interessa é o mercado europeu. Não tem muito não no Flamengo. É jogador mais novo. Cruzeiro. Será que alguém vai querer retomar o jogo com o Jorge?

Não vejo não. Meio campo lá do Cruzeiro, Matheus Pereira. Não vejo, não vejo. Talvez mais o... O Inter, se tiver, ele vende qualquer um. O Atlético Mineiro, se tiver, reza pra vender. Cruzeiro ainda mais não vai ser segura.

Botafogo não tem ninguém, tá aí com a dívida de 3 bilhões quem vai sair do Botafogo? O argentino lá do Vio, né? Se forçar isso aí, é bem barato. Talvez o Danilo numa cura-copa, isso vai chamar atenção. Não tem muito não, viu? Acho que o que pode mais afetar é a falta, perder o ritmo, né? O Palmeiras tá embalado e tá regular. Santos, também não tem ninguém. Também não tem, não, isso sim. O goleiro do Brasil. Eu acho que um time que pode se beneficiar é o próprio Flamengo, né?

Pra ajeitar a casa, é um time muito bom que ainda assim não conseguiu encaixar. Mas na parada de Copa do Mundo, os clubes ainda vão continuar treinando. É isso que eu falo assim, ó. Eu não sei se vão dar fé, mas se continuar treinando, porque os clubes ficam treinando. Flamengo e Palmeiras vai ser o mais prejudicado. Porque eles que cedem mais jogadores pra seleção. Você tem um Corinthians.

E o Depay ali vai. Se for o Depay e o Hugo, né, que tava normalmente indo, vão ficar aí pro tempo todo pra treinar. Copa do Mundo todo. Fazer pré-temporada. O São Paulo, tem quem?

Só bobadilha. Só bobadilha. O único do São Paulo que vai jogar a Copa é bobadilha. Então, fica o que? O prateu todo pra fazer uma pré-temporada durante a Copa. E a maioria deles, eu acho que quem cede mesmo mais é Flamengo e Palmeiras. Cada um deve ter uns oito jogadores na Copa, né? Palmeiras... E quando você leva oito, é o seu principal jogador. Então você vai ficar treinando com...

Palmeiras tem três no Paraguai, tem dois no Uruguai, na Argentina vai ter um. Até o Giai aparece aí, foi convocado na última, mas por enquanto é o Flaco. Por aí o Arias também vai estar. Por aí, uns 7, 8 de cada um. O Flamengo também. O Flamengo terá alguns no Brasil também. O Danilo Alexandre, talvez, talvez Paquetá. Léo Pereira, talvez. É, Léo Pereira, é verdade. Esteve na última, tem boa chance também. Esses aí, durante a Copa, não vão conseguir aproveitar muita coisa.

O Inter tem dois, né? Três. Rocher, Borré e o Carboneiro. Carboneiro, talvez. Chegaram duas perguntas aqui para a mesa. Primeiro, uma é só uma observação, né? Mas pode rodar aí, Sal. Pode ser a primeira. Jonathan Sessley dou cinco reais. Fala mitos. Primeiramente, gostaria de parabenizar o programa. Enfim, um programa de futebol que fale de futebol e não de política. Continuem assim.

Obrigado, Jonathan. Valeu, Jonathan. Quando a política também é bom, a fumacinha, mas não é pra aqui, né? É isso. Deixa isso pro pilhado. Que beleza. Deixa pro pilhado. Freelancer Sincero, dou 5 reais. Vamp, você acha que o time do Corinthians conspirou pra queda do técnico? Olha bem, é... Olha que eu acompanho tudo, assim, né? Mas no domingo mesmo...

Eu não fiz o jogo do Corinthians, eu participei do programa da Pan, o Jovem Pan Esporte, né? Jovem Pan Esporte. E depois eu peguei um voo e fui pro Rio de Janeiro. Cheguei no Rio às 10 horas, que eu tinha gravações aí de comerciais pra Copa do Mundo. E passei a segunda toda gravando. Então eu não vi os gols da rodada, não vi os jogos de domingo, porque eu tava no estúdio com o Zico gravando.

E aí eu ficava lendo, né? Tô lendo as coisas e eu vi muito gente falando que parece que quando a gente tinha jogadores entraram apático, não jogaram nada e falaram que isso representou a queda do Dorival, tanto que o...

Uma das invasões ali, algum torcedor fala pra um deles, você viu o que vocês fizeram no domingo, né? Fizeram o Copa Mola, já mandou o Dorival embora. Eu comentei esse jogo lá. O Bruno fez até no meu lugar. Foi. No primeiro tempo, o Corinthians deu zero chutes no gol do Inter, na estatística mesmo. Zero. Não acertou nenhum chute no gol do Internacional no primeiro tempo. O segundo foi um pouquinho melhor, mas assim, foi uma atuação horrorosa do Corinthians.

Ele jogou mal o Corinthians e o Inter também. O Inter até ganhou dois jogos seguidos. Quatro, né? Agora nos últimos quatro ele ganhou três e empatou um. Aí deu uma subida, mas eu não vi, eu não posso nem falar que houve Copo Móveis. Mas foi um jogo para 0x0. Foi um gol totalmente, uma jogada. O Bernabé acertou um chute bonito. Eu acho que é a sequência de nove jogos mesmo, jogando mal. Muito mal. O Fluminense você estava trabalhando no jogo. Foi horroroso, foi o penúltimo jogo.

Os gols, viu? O gol lá do Chute, por exemplo. Se fosse falar de Copa Móli, era mais fácil falar do Maracanã, que quando o Fluminense destampa no contra-ataque, eu fazendo o jogo, digo, cadê os caras do Corinthians? E trouxe cinco caras do Fluminense, e digo, cadê os caras do Corinthians? Então seria mais defesa civil. É, chegou aqui, ó. Vai chover de novo. Lavei meu carro hoje, cara. Toda vez que eu lavo o carro, chega essa porra.

Não, mas isso aqui é importante. Tá certo. É importante, né? Pra alertar a galera. Chuva forte, granizo. Ela viu o carro lá, vai 80, não deu 80. Dei 20 de caixinha por cada. Eu tenho que olhar a metrologia. Eu não olhei.

Mas enfim, eu acho que talvez o jogo do Fluminense foi mais apático do que o do Inter no assistido. E aconteceram alguns jogos bem ruins, né? Coritiba, casa, derrota pro Coritiba. O jogo do Chapecoense-Corinense foi ruim também, aquele jogo, um 0x0 ruim também. O Coritense também tem jogado muito mal, isso tem dúvida. Ele teve aquele pênalti, né? Não marcado pra Chapecoense, que poderia ter sido até uma derrota do Corinthians.

Antes disso, eu vou... Aqui a gente tá com mil pessoas ao vivo. Dá um like aí, eu sei que ele tá pedindo like. Like, galera, like! Nem metade das pessoas... Like, assim, ó, assim, ó. Pelo amor de Deus, ajuda a gente. Aí no Rivaiz, se você dá uma passada, faz assim, ó. Ajuda a gente, pelo amor de Deus, né? Queimou você aí, pô. Queima logo aqui, vai, fala aí. Não, não vamos mudar a moral não pro Rivaiz, não. Fala o nome dele, não, que os caras podem mudar a palavra. Fala não, fala não. Fica com nós e faz assim, ó.

Só que agora a gente tem uma pauta Não é essa aí não, o nosso cruzeirinho está tentando Puxar uma pauta de cruzeiro aqui, não é essa não É uma pauta Inédita Você vai falar aquele negócio do cruzeiro não depois? Caralho, agora que eu dei uma passadinha e cheguei De vez em quando eu fico aqui olhando assim Mas eu quero falar de uma pauta inédita Aqui nesse programa vampeta Que é Neymar Júnior Vamos lá Viralizou Viralizou

Se tornou pública a questão entre Neymar e Santos, a dívida de mais de 90 milhões de reais do Santos com o Neymar, e o CT Meninos da Vila como garantia de pagamento, e aí já tá na tela, matéria do Diário do Peixe, o pagamento é parcelado, mas o contrato prevê execução antecipada, ou seja, o pagamento...

Total e imediato, caso o presidente... Calma, vampiro. Caso o presidente Marcelo Teixeira não seja reeleito ou o Santos se torne safi. Meu Deus. Eu quero a opinião de vocês sobre essa situação. Tá vendo, Aboleda? Não é só sua advogada, não, que tá te comprando. Aboleda, isso aqui é pior do que você, Aboleda. Isso é pior do que você, Aboleda. Você deve 800 mil pra advogada, ela tá te caçando. Só achou 12 mil e quinhentos ali.

Aqui, se não pagar, o CT é do Neymar. É, o CT é da base. Isso é muito... E o presidente é o seguinte. Quando faz isso, ó. Tem que votar no presidente, senão a gente perde o CT. Olha só, mano. Tem que votar no presidente, se eu sou sócio-conselheiro. Porque se eu não votar e não pagar, o CT vai pro Neymar. Já amarrou tudo junto. É um esquema do caralho, velho. Puta que pariu. Os caras são muito ligeiros. Eu fico comendo mosca.

Isso aí me parece um cenário que é parecido um pouco com o que acontecia no Atlético Mineiro. Com os investidores, que agora são donos.

O Neymar hoje, o pai dele, o Neymar ele é a imagem, ele é o jogador famoso, mas os negócios são do pai. O pai que negocia os contratos, que negocia tudo. E o pai dele também ajudou a reformar CT, botou dinheiro lá.

Eu acho que isso tem uma tendência muito grande de acontecer. Eu acho que isso tem uma tendência grande. Estão esperando o que? Estão enrolando? Uma amarração dessa aí já é pra você tomar o CT. Está sendo desenhado uma situação que o Santos não vai conseguir se manter. Mas é uma asfixia, né? Ou você vem ou você não vem. É um negócio impagável o Santos. Imagina, de jeito nenhum consegue. Eu te contrato, eu faço a dívida.

O patrimônio é do clube. Eu estou presidente. O patrimônio é do clube. Esse é o Santos Futebol Clube. No fim do ano ele pode sair. Aí eu contratei o Neymar. Se eu não pagar, o Neymar toma o meu CT. Pra não tomar, você tem que votar em mim, que eu que criei a dívida. E se ele for reeleito, tem um prazo longo ali pra pagar. Então a moleira, meu filho, suma mesmo que o seu é fácil, é moleza. É quase um prêmio. É 800, é um prêmio, pô.

O cara contrai uma dívida e assim, a condição é, essa dívida vai ser postergada se você for reeleito. É uma maravilha, né? Seria legal assim, que ele é muito rico, falou assim, aí os 90 milhões, se não pagar, toma uma faculdade minha. O presidente Santos é um homem rico. Fica com a faculdade minha, pronto. Tem TV, tem faculdade. Fica com minha TV. Fica com o patrimônio da família. O patrimônio é do Santos, cara.

vira quase uma dívida pessoal. Mas acho que caminha muito pra isso. Parece um cenário que se ter do Atlético é parecido. Tem uma hora que o Atlético ficou tão dependente dos investidores que os caras viraram donos do clube. E pode acontecer isso. O Santos ficar tão dependente da família Neymar, porque ele é um parceiro comercial do Santos hoje. Ele não é um funcionário do Santos.

Ele é um parceiro do Santos. Comercial. Já teve coletiva. Presidente do Santos, do lado dele o pai do Neymar. Não é uma relação atleta-clube. Atleta-funcionário do clube. É porque o Neymar é uma marca. Sim, é uma marca gigantesca. Agora dono da marca Pelé também.

E ajudou, como eu falei, o pai dele ajudou na reforma de CT no Santos. Tem um projeto que é do pai dele lá na Praia Grande também, de fazer um centro ali que vai ter coisa de treinamento, acho que tem hotel também, restaurante, enfim. Ele queria também, ele falou da possibilidade do Santos, até o Marcelo Teixeira estava junto, falou, é bom que o Santos pode ter dois CTs.

Então há uma relação muito próxima, muito comercial mesmo. Não só um atleta que tem um salário alto, não é isso. O Memphis até é diferente no Corinthians. Também você pode dizer, é um contrato absurdo. O Corinthians não tem como pagar. Mas ainda assim, por mais que tudo...

pelo tamanho do jogador do contrato, ele é um jogador e o Corinthians é o clube. O Neymar é diferente o negócio. Ele é quase que um sócio, parceiro do Santos. Então acho que caminha muito, assim, do Santos virar SAF em algum momento, não sei dizer quando, mas a família Neymar tendo uma boa possibilidade de virar dona da SAF ou intermediar a venda da SAF para alguém. Isso não será nenhuma surpresa. Virar SAF mantém uma porcentagem?

Enfim, tem um outro link aí também, Saulo, sobre essa situação do Neymar. Inclusive, acho que o Vamp estava presente nesse momento. A opinião do Galvão Bueno sobre essa situação do Neymar. O mundo era outro, o mundo mudou, não pode falar isso. E evoluiu uma pessoa. Inclusive, não, peraí, calma aí, eu vou chegar nisso aí, eu vou levantar essa bola agora.

Essa foi a primeira polêmica do Neymar. A segunda polêmica do Neymar, que inclusive gerou uma briga na Jovem Pan. Uma briga não, né? Um conforto na Jovem Pan. É onde vocês trabalham também. O Neymar chamou o árbitro e falou que o árbitro sávio acordou de Chico.

E aí o Galvão Buen dessa opinião, eu vou até pedir para o Saulo antes, a gente vai dando conta, eu vou pedir para o Saulo ir achando esse vídeo do Neymar falando isso, mas teve toda uma questão, teve toda uma discussão sobre se foi uma frase preconceituosa, machista, enfim, não sei.

O que vocês acharam de mal tom? Acharam uma frase que não se pode falar? Queria as impressões de vocês sobre essa declaração do Neymar. Mais uma que toma as manchetes vindas do Neymar. Aí vocês podem até interpretar por que ela toma as manchetes. O que vocês acharam dessa declaração do Neymar? Eu acho o seguinte. Eu falei ontem também. Eu estava nesse programa. Eu trabalho lá também. Onde é que eu não trabalho para pegar o dinheiro para os filhos? Tem que buscar.

É tudo aí, é pra buscar a moeda. Não tenho CT pra tomar de ninguém, já me pagaram tudo. Fica o seguinte, o que leva o Neymar a dar uma entrevista dessa? É isso que ninguém tá perguntando, é isso que eu questionei a galera toda ontem, até no programa. O que leva o Neymar a chegar aí? Sabe o que leva o Neymar a chegar aí? O Neymar tá jogando contra o Remo, tomou a chegada.

O atleta do Remo toma o cartão, o Neymar com dois cartões, sabe que se tomar o terceiro não vai enfrentar o Flamengo no Maracanã no domingo. E pra mim o Neymar procurou aquela confusão toda pra tomar a porra do cartão. E ele toma o cartão, fica puto. Você acha que tomou de propósito? Mas aquilo leva você a tomar o cartão, porra. É isso que eu tô falando.

Entendeu, Bruno? Tomei minha chegada, minha beliscada. O juiz foi lá, deu cartão pro cara. Ele deu a falta, cartão pro jogador Remo, ele não deu, ele deu a falta. Deu a falta, tá bom. É o hábito que vai dizer se dá a falta o cartão ou não. Eu não vou mais entrar porque eu tô pendurado. Se eu não tô pendurado, eu poderia fazer aquele ao E, vou tomar o segundo e jogo. Mas eu pendurado pra pegar o Flamengo, eu não vou fazer aquilo tudo. Aí quando ele toma que fica de fora, o irrita.

Bastante pra chegar a essa frase aí que ele falou de Chico, não sei o quê. Mas eu, como assim, ex-atleta que trabalhando como comentarista hoje, trabalhando com a galera toda, comunicação, eu fiquei mais puto porque o Neymar, o Moçico, ele sabe que tem dois cartões.

Se tem um, tudo bem, tranquilo. Ali o jogador de 34 anos, maduro, com a opinião pública no Brasil, tá metade quer que eu vá, metade não quer, todo mundo falando, eu tô dando entrevista, tá todo mundo já comentando que eu fui na King League, peguei a porta do helicóptero, tem outro que já falou que eu não fui pra pra lá, pra Mirassol, aí tem outros que ficam falando que é... controle de carga, não sei o que, papapá, pô, revista isso tudo, precisa andar de campo. Eu iria enfrentar o Flamengo no domingo.

Aí ficou de fora, ficou irritado. Olha, aí já deu isso aí que apagou a parada da confusão de campo. Sim. Apagou. Porque a parada é a no campo, que leva a isso.

Eu fui mais em cima da parada do campo. Vamos escutar a declaração do Neymar? E aí eu vou fazer essa pergunta, uma outra pergunta pra vocês com base nisso aí. Tu sabe, porque... Pô, sofreu uma entrada de costas, tipo, desleal, sabe? Sem necessidade, final do jogo. E, porra, não foi a primeira. Não foi a terceira, a quarta. Só fui reclamar com ele, falar, porra, tá ficando louco. Já tô meio amarelo. E... enfim. Sabe, assim, né? Acho que acordou... Acordou meio...

É, de... Como se... Acordou de Chico. E veio assim pro jogo hoje. Não podia nem falar com ele que ele te ignorava, virava as costas. Enfim, é o tipo de árbitro que... Basicamente isso. A dúvida que eu tenho, eu não vou nem ficar assim. Sei que o Bruno queira fazer algum comentário sobre a declaração, mas aí eu vou passar a bola pra vocês, incluindo uma outra questão. Você mencionou bem, você falou do Flamengo, que ele perde um jogo importante. Só que é...

Na minha visão, pelo menos é a segunda grande chance que ele acaba perdendo de se mostrar. Não que o Neymar tenha que se provar, mas de ganhar opinião pública, de pressionar ainda mais o Antielotti. De ver ele jogar o que ele faz de melhor. Eu vejo dessa forma. Ninguém vai me dizer, porque o Neymar não foi do Maracanã, que eu vou deixar de achar que ele foi um grande jogador na carreira dele. Mas é um momento.

O que é bom pra ele estar jogando, o que ele mais gosta de fazer. E tudo que ele virou no mundo foi através da bola. Ter um momento bom pra ele estar jogando contra o Flamengo. É um jogo grande. É isso que eu questiono. Esse jogo é bom pra mim. Esse jogo é bom pra... Não que a opinião pública vai achar que eu não joguei nada na minha carreira. É um jogo bom pra um momento bom de Copa do Mundo. É. E eu acho até que o Antelote tem muito isso assim na cabeça. Porque eu acho que o Antelote já decidiu o que vai fazer.

Eu até acho que ele não vai convocar. Mas se ele vai convocar, acho que ele também já decidiu. Acho que ele já tem na cabeça dele. Por exemplo, assim, eu achava, todos nós aqui achávamos que o Hendrick estava fora. A Hendrick que entra sofre um pênalti e não passa. O que foi que a opinião pública veio falar? O Hendrick tem que ir. O Hendrick tem que ir. Se o Hendrick não pega na bola, ele foi o oitavo jogador a entrar no jogo. O oitavo.

É isso que eu tô falando. Oitavo, o Henrique é jogador, arremetou no Palmeiras, jogador Real Madrid, tá no Real Madrid, tá no Real Madrid. Aqueles minutos finais fez com que a galera toda, até os torcedores, não, ele que tem que ir pra Copa. E eu acho que ele irá pra Copa. Mas até então, ninguém. Vamos supor que o Antielote já tenha lá.

Mas o que aconteceu, mesmo que o Tchelotti já tenha definido que vai ou não vai, mas tá todo mundo pedindo pro ele que ir por causa daquele bendito oito minutos. Geraria coisas positivas. É isso que eu tô falando, não é mal jogar no Manacanã. Se faz um bom jogo, um bom jogo. O mau jogo...

Já seria todo... Ia ser criticado, então... Um bom jogo, todo mundo velho, o cara é craque mesmo. Esse cara tem que ir. Teria um reforço a mais, é isso que eu tô falando. Com certeza. E o Neymar, uma coisa que acho que ele atrapalha muito, ele no campo, no geral, nos últimos tempos, que ele parece que tá muito ansioso, nervoso.

E atrapalha ele no jeito de jogar e nos cartões. Porque ele... Já falou disso, né? O Vamp tava conversando aqui antes do programa com ele. Ele vem buscar bola lá atrás. Ele é um cara que... Hoje, onde ele faz diferença? Mais na frente porque ele tem muito talento nesse jogo mesmo. Ele meteu uma bola linda. Já é a terceira ou quarta vez que ele vai pra falar da arbitragem. Sim. E se não, primeiro não. Não é. Até o ideal pra ele seria não dê entrevista, fica quieto. Não sei se alguém tem esse controle sobre ele. Talvez o pai.

fica quieto, não dê entrevista, não fala nada, joga, tranquilo, e até no jogo, onde ele pode ajudar é lá mais perto do gol, como ele deu assistência lá pro Tassiano no jogo do Remo, se ele ficar correndo o campo todo na condição que ele tem hoje, ele não vai conseguir fazer nada, ele vai buscar bola lá atrás, até pode sair um passe de qualidade pra iniciar a jogada, mas não vai sair muito disso.

Só que ele não tem essa paciência, né? De ficar quietinho, ó. A bola vai chegar em mim uma ou duas vezes. Tudo bem, não participo. Vou ficar esperando. Se chegar uma, eu tenho que fazer. Se chegar duas, beleza. Mas se não chegar, ok também. Vou ficar aqui.

Vou esperar. Mas ele não tem essa paciência. Ele começa a ficar irritado. Aí ele vai buscar o jogo. Aí ele entra em... Aí quando ele vai buscar o jogo ele apanha mais. Aí ele toma a entrada. Ele não consegue ficar quieto. Ele vai pra cima do cara. Mas ele tá muito... Ele tá ansioso. Ele tá tenso. Ele... Ele...

Até o jogo, teve um jogo com o Flamengo do ano passado no Maracanã, que ele saiu reclamando dos companheiros também. Ele, acho que mentalmente ele tá bem pilhado. Ele não tá conseguindo ter calma, esperar, ter tranquilidade. Ele parece que tá muito pilhado, assim, mentalmente. Ansioso. É, ansioso, muito ansioso.

E aí eu separei essa declaração agora sim do Galvão, que eu acho até inclusive que o Vamp tava nesse momento, falando sobre essa... O Galvão já teve uma relação bem mais próxima com o Neymar do que hoje em dia. Vamos dar play.

O mundo era outro, o mundo mudou, não pode falar isso. E evoluiu. Uma pessoa, uma pessoa do nível dele, que está sendo sempre julgada, não pode falar isso. E Galvão, ele tenta evitar. Ele começa a rir aquele riso nervoso dele. Ele está tentando evitar, ele não acha a palavra, fala e já sabe. Então para ele dar entrevista. Não fala. É isso. Ele não tem que falar na casa dele. Quer ver uma coisa? Ele não tem que falar na casa dele que a vida de jogador de futebol no Brasil é uma desgraça.

Gente, tá claro que uma família garantida por não ser quantas gerações, mereceu todo o dinheiro que ganhou. Como é que é uma desgraça? O mundo era outro, o mundo mudou, não pode falar. A declaração do Neymar, do Tô de Chico.

Eu deixei esse assunto para depois, para a gente primeiro discutir a situação esportiva do Neymar. E agora eu vou falar especificamente da declaração. Começar pelo Bruno. Você achou a proporção que tomou a declaração dele foi cabida mesmo? Você concorda com a opinião do Galvão?

Acho que a proporção foi muito exagerada, assim, dos dois lados, mas é aquela coisa, né? A gente tá num momento, eu ia falar de comunicação, que eu trabalho com comunicação, assim que cada um quer falar pra sua bolha, pras pessoas que seguem e pensam igual. Aí você pega dois lados.

que tem muito a ver com o lado com política, com tudo aí um lado, qualquer coisa que falar de uma maneira como o Neymar falou você vai atacar fortemente aí o outro lado vai defender fortemente e vai atacar o outro, acho que ganha uma repercussão muito por isso, né por briguinha de rede social de disputa de rede social aí o cara que é mais de direita ele vai defender o Neymar assim com unhas e dentes e vai falar

esses lacradores, não sei o que. Na verdade, ele está falando para a bolha dele. Ele não está defendendo nada, ele está falando para a bolha dele. E do outro lado também, o cara mais de esquerda, mas isso não pode, a misoginia e não sei o que. Ele está falando para a bolha dele também.

Eu não vejo em nenhum dos lados o interesse de realmente defender uma ideia. Eu vejo interesse em falar para a sua bolha. O meu seguidor gosta que eu fale isso. Tenho essa oportunidade, eu vou falar isso. E do outro lado a mesma coisa. O meu seguidor gosta que eu fale disso aqui. Então eu vou aproveitar esse assunto e vou nisso. E o Neymar, como é um cara muito conhecido, muito famoso, que gera amor e ódio... Vira um alvo. Vira um alvo dos dois lados. Um vai defender e não vai defender porque gosta...

Vai defender porque a galera que segue ele acha bom. E o outro lado vai atacar também. Não exatamente o... O pessoal que me segue quer que eu fale isso aqui. Vou aproveitar e vou bater nele. Até porque a maioria que me segue não gosta dele. É isso, cara. É muito mais um momento da comunicação.

e qualquer coisa vira uma briga besta até pouco tempo teve briga por causa de marca de chinelo teve briga por causa... qualquer bobagem vira motivo pra brigar e no caso aí foi no futebol foi uma declaração do Neymar

É a nossa última pauta do dia para liberar vocês. O pessoal está perguntando como funciona o Donate. Donate, você escaneia esse QR Code que está aqui no canto da tela, ou se não, você abre a nossa descrição da live. O primeiro link é o Donate. E aí você acessa e faz a sua doação.

Beleza? A nossa última pauta é essa, Vamp. O volante Wallace enviou uma mensagem criticando o goleiro Matheus Cunha em um grupo do Cruzeiro e foi afastado do Cruzeiro. Ele jogou, salvo engano, 7 minutos somente com a camisa do Cruzeiro e custou 42 milhões de reais pra jogar 7 minutos. É, esse ano ele jogou 7. É o Wallace, cadê do Grêmio? Ele vai. Ele mesmo.

Bom jogador, o que houve com esse rapaz? Eu acho que ele mandou mensagem no grupo errado de WhatsApp. Acho que foi isso que aconteceu, basicamente. É o seguinte, o Wallace, de fato, tem esse vídeo circulando aí, né? Mas assim, os torcedores com a internet na mão causam inúmeras possibilidades também. Mas de fato... Inteligência artificial bombando aí, né? Exatamente. O recurso é quase infinito e perigosamente infinito esse recurso, né, Barreto?

Mas tem que saber aproveitar. Mas enfim, a gente não tem a confirmação de que esse vídeo seria o conteúdo da mensagem enviada pelo Alassie no grupo dos jogadores, mas o que temos de fato é, ele enviou uma mensagem no grupo de jogadores do Cruzeiro, criticando um colega.

Pelo que a gente pôde apurar, essa crítica seria, sim, destinada ao Matheus Cunha, o goleiro do Cruzeiro que está substituindo o Cássio, que está lesionado. E nesse vídeo é retratado como se fosse um jacaré, né? Isso. Jacaré lento, de braço curto e tal. Bracinho de jacaré. Bracinho de jacaré. Uma ofensa como um goleiro. Olha que procura, cara.

Exatamente, seria essa a ideia do vídeo mesmo, mas como a gente falou, a gente não tem a confirmação de que essa foi a mensagem, mas de fato houve a crítica a um companheiro de clube, pelo que a gente podia apurar, é sim, ao Matheus Cunha, e o Cruzeiro não tolerou essa situação.

A mensagem ficou no grupo por alguns minutos até que o Wallace apagasse essa mensagem, mas não deu tempo. As pessoas chegaram a ver, outros jogadores chegaram a ver essa mensagem. Isso foi levado para a direção que decidiu pelo afastamento imediato do Wallace. A delegação estava em São Paulo ainda. Isso aconteceu antes do embarque, antes da viagem. O real, né, cara?

Isso. Braço de jacaré, a gente fala isso na Várzea também, né? Braço de jacaré, mas é rede social demais. E ele é bom volante, jogou muito no Grêmio, Baiano, não sei porque ele deu essa caída tanto no Cruzeiro, mas até que ele tinha que sair do Cruzeiro pra outro time pra poder jogar, cara.

Ele chegou a ficar afastado no início do ano, porque ele estava mal. Aí ele voltou. E agora, por isso, né? Provavelmente ele recebeu a brincadeirinha, a piadinha no WhatsApp, aí foi encaminhar, encaminhou no grupo dos jogadores sem querer. Provavelmente foi isso que aconteceu. Acho que ele não mandou lá de sacanagem. Acho que ele queria mandar pra alguém e mandou no grupo errado. Foi isso. Assim, é um jogador que poderia ser importante pro Cruzeiro durante a disputa todo um ano. E, cara...

Assim, você pensar, descartar um jogador impossivelmente importante por conta de uma brincadeirinha dessa, uma coisa que poderia ser contornada é bem complicado. Acho que provavelmente já era um jogador que eles não queriam muito. Se é o Caio Jorge que manda sem querer, acho que não ia dar nada.

Muito obrigado. Valeu. Tamo junto. Tamo junto, Vamp. Tamo junto, pronto. Até quinta-feira. Gostaria de agradecer aos nossos grandes integrantes dessa vez aqui, Vamp e Bruno, e dizer pra você que tá nos acompanhando que a gente segue ao vivo. A gente vai deixar rolar a coletiva de apresentação do Fernando Diniz, novo técnico.

do Corinthians. Então, fica ligeiro, fica... Não saia do vídeo, não saia da nossa live. Fique aí pra acompanhar a coletiva do Fernando Diniz. Valeu, aí sim. É o Pirulito, né, velho? Tira o fone, tá?

Boa tarde a todos. Satisfação de estar aqui novamente com vocês. Hoje, para apresentar o nosso chefe, o professor Fernando Diniz, para que dê continuidade ao trabalho que nós temos. Iniciamos lá no ano passado e vamos dar continuidade até o final desse ano.

Quero, Diniz, desejar para você muita sorte, trabalho. Eu sei que isso aí você não deixa de realizar, você sempre trabalha muito forte. E a gente quer desejar a você que a gente consiga as realizações, tá bom? Boa sorte, então. Seja bem-vindo. Oi, boa tarde a todos e todas. Sala está cheia, né? Coisa boa, um prestígio, professor. Isso é muito bom.

Eu quero iniciar a fala primeiro ainda agradecendo ao Dorival e a comissão técnica dele. Agradecer ao Dorival, ao Celso, ao Lucas, ao João Marcos, ao Guilherme e ao Pedro Sotero. Pessoas espetaculares que deram de tudo, fizeram esforço, têm legado no clube. E que a gente fica com carinho, com gratidão e o respeito a eles e desejando sempre o melhor. Então faço questão de deixar esse registro. Vamos iniciar um novo trabalho.

às vezes as pessoas perguntam por que o Diniz, né? Por que o Diniz? Primeiro eu entendo que a gente precisava de respostas rápidas. O Corinthians precisa voltar a ganhar rapidamente. E para isso um profissional que é nascido na Zona Leste, mora na Zona Leste, mora no Tatuapé, conhece o Corinthians, conhece a casa, entende rapidamente o que o clube foi, foi atleta do clube, vivenciou.

Um profissional que tem um perfil que eu entendo, nós entendemos, junto com o presidente do departamento de futebol, que se adequa ao que temos no nosso elenco. Um elenco que gosta da bola, um elenco que gosta de posse de bola, um elenco que tem qualidade técnica para desenvolver o jogo que o Diniz costuma fazer, com ideias diferentes, inovadoras. Então isso é importante.

e que a gente precisa rapidamente voltar a vencer. E também a disponibilidade de estar logo aqui, houve um acerto rápido, fizemos o primeiro contato após conversar com o Dorival por um procedimento ético e correto como tem que ser, o Diniz sabe disso, a primeira mensagem foi mandada 23h47, mais ou menos isso, né, Diniz?

e depois iniciamos a conversa na madrugada, e a disponibilidade dele está aqui, em Civil Corinthians, já vindo a treino, e o nosso desejo e trabalho é para que quinta-feira ele esteja à beira do gramado, já lá na Argentina, comandando a equipe na beira do gramado, mas já está comandando aqui nos treinamentos. Então, são alguns dos motivos dessa escolha.

Que a gente está com muita fé que é o caminho correto para a gente voltar a vencer. E para finalizar essa fala, estou até me estendendo mais um pouco do que o habitual nesse tipo de apresentação, mas dizer que existe uma fala interna hoje aqui no CT que o que a gente venceu já passou.

A gente não tem mais o que aqui dentro falar de título, de conquista, isso já é passado. A gente tem que ganhar daqui para frente, tem que construir uma nova história, tem que quebrar esse ciclo que não está bom nos últimos jogos e voltar a dar alegria ao nosso torcedor. Torcedor voltar a sorrir, o corintiano voltar a sorrir e essa é a fala interna. O que passou virou quadro na parede, está no memorial do clube, bonito, todo mundo deve visitar o memorial.

mas agora a gente tem que construir uma nova história e ir atrás de novas conquistas. Esse é o sentimento, essa é a fala, e mais uma vez agradecer também ao Diniz por ter aceito o desafio, pela oportunidade de trabalharmos juntos, junto com a comissão técnica que vem Wagner Bertelli.

Léo Porto, que eu já tive a oportunidade de trabalhar, o Luiz Fernando Barros e também o Lucas Vergne. São os profissionais que estarão nesse momento inicialmente junto com o Diniz e toda a comissão técnica permanente do Corinthians que tem aqui de profissionais competentes e qualificados. Então é isso, sem maiores delongas, agradeço a todos. Vou passar para a entrega da camisa agora, a gente faz as fotos.

Parte de trás, por favor. Obrigado, presidente. Obrigado, Marcelo. Dentro de instantes a gente inicia a coletiva.

Posso beber de sal? Obrigado. Alô? Tá ligado? Fernando. Tá ligado? Tá. Tá, né?

Boa tarde, Vladimir, bem aqui da ESPN. Queria que você começasse falando primeiro, Fernando, a respeito das suas lembranças como jogador aqui do Corinthians, quase 30 anos atrás. Eu vi que ontem você mostrou uma camisa, inclusive. Essa camisa é você que guardou. E o que te motiva a ver como andar o Corinthians agora, depois de 29 anos tendo passado como jogador? Vladimir, prazer em te encontrar aqui. Boa tarde a todos. Primeiro, a minha alegria que é pra mim estar aqui hoje.

Eu vou, acho que o meu pronunciamento vai cair bem para ser uma primeira resposta em relação à sua pergunta. Eu sou um cara... Eu nasci em Minas Gerais na idade, mas vim com nove meses para a Zona Leste de São Paulo. Então aqui é quase 52 anos, que é o que eu tenho de vida. Sempre na periferia, no primeiro momento na periferia da Zona Leste. E depois que eu casei, faz 26 anos que eu moro no bairro onde está o Curitiba, no Tatuapé.

Acredito que esses 17 anos da minha carreira de treinador foi uma preparação para eu chegar num clube desse tamanho, me sentir feliz e confesso a vocês, muito motivado e muito à vontade. Sei do desafio que é treinar o Corinthians.

Já estive perto de vir para o Corinthians umas quatro ou cinco vezes e hoje agradeço a Deus por não ter acontecido antes e para me pegar nesse momento, que eu acho que é o momento que eu estou mais bem preparado para enfrentar esse grande desafio. Então, é uma alegria muito grande. Eu joguei aqui há quase 30 anos atrás, foi uma grande honra, uma alegria. Participei de um time, formação de um time extremamente vencedor. Em 97 foi campeão paulista e em 98... ...

Eu ainda comecei naquele elenco que depois foi campeão brasileiro, depois bicampeão. Eu saí depois para outros clubes e finalizou aquela época do Corinthians com o título mundial em 2000. Então, para mim é uma grande alegria. Tem pessoas da minha época de jogador aqui, como o Edísio, o Rupero.

E também tem um outro jogador que eu trabalhei e gente do staff, que é da minha inteira confiança, do Corinthians aqui, para somar aqueles que eu agreguei com o meu time e a gente fazer um time estendido muito forte. Então é uma alegria muito grande poder estar aqui com vocês.

Diniz, aqui atrás, à tua esquerda, Bianca Molina, canal Golt. Diniz, queria falar contigo sobre alguns aspectos táticos. Acho que muitas vezes, quando o teu nome é citado, é sempre nessa seara que a gente entra rapidamente, não só pela questão da saída de bola. Tem quem analise o teu trabalho de forma que tu tens um pouco de dificuldade de te adaptar a esquemas ou a peças, aliás, características que algumas peças possam te dar.

Mas tem três trabalhos teus que vão na contramão disso. O Fluminense, quando tu jogava com dois pontas, dois jogadores mais abertos, e o Cano como um cara mais de área, um centroavante. O São Paulo, que tu jogava com o Luciano e com o Brenner, nenhum dos dois mais com essa característica exatamente de referência. Então era um ataque bastante móvel. Na temporada passada, com o Ryan, em boa parte da temporada, tu usou ele mais como essa.

figura de 9. Eu queria entender, dentro dessas nuances dos teus últimos trabalhos, como que tu pensa nesse ataque do Corinthians, especialmente falando, tendo Memphis e Yuri Alberto à disposição. Se tu pensas em readaptar ou replicar o losango, de repente, com o garro ali de camisa 10, ou adotar o sistema anti-4-4-2 do técnico Dorival Júnior, de repente, usando jogadores pelos lados com mais velocidade, não exatamente o André e o Bidon fazendo...

as pontas, digamos assim, desse time. Enfim, se já deu tempo de tu pensar, qual vai ser o teu início nesse Corinthians em aspectos táticos? Obrigada. Parabéns pela pergunta. Dá pra ser meu auxiliar, se você quiser. Eu, no fundo, eu sempre vou me adaptando aos elencos. O São Paulo mesmo que você citou, tiveram três São Paulos, que as pessoas não lembram. O primeiro São Paulo tinha um ponta muito agudo, que era o Anthony.

e foi o primeiro São Paulo, depois teve um outro time que o Pato, a gente conseguiu recuperar ele num bom momento, e o Pato era o centroavante, aí jogava Vitor Bueno e Anthony, e depois no São Paulo, que quase foi campeão, a gente era um time que jogava sem pontas.

sem laterais que tinham muita profundidade e sem atacantes que também davam muita profundidade e foi o time que quase ganhou a Copa do Brasil. Então só no São Paulo foi um momento camaleônico de muitas mudanças.

O Vasco também é um time diferente e o Fluminense muito diferente também. O Arias era um jogador, por exemplo, só jogava do lado esquerdo, aí aprendeu a jogar do lado direito. Num primeiro momento, em 2022, era o Luiz Henrique no começo e o Arias do outro lado e depois o Luiz Henrique saiu e entrou o Matheus Martins. Quando veio o Marcelo, o Felipe Melo em 23, era um outro Fluminense também. Então a gente vai se adaptando. Aqui, a minha ideia é sempre procurar e...

fazer o possível para colocar os melhores jogadores em campo, que não se resume na tática. O importante é você ter jogadores com confiança, com coragem, e que vão se encaixando, e eles que vão dizendo como é que eu vou ter que montar e adaptar o time nas fases do jogo, tanto para jogar quanto para marcar.

Boa tarde, boa tarde, Diniz. Aqui, Yuri Medeiros, da Itatiaia. Ficando ainda um pouco no campo, uma coisa que a gente percebe muito no Corinthians é a ausência de jogadores de velocidade. É um time que tem muito meia, muito meia atacante, volante, mas pouco ponta.

Eu queria saber se essa característica do elenco favorece justamente esse perfil do seu jogo, de ser mais associativo, de mais aproximação, de acumular jogadores pelo lado do campo e de ter controle da posse, que os seus trabalhos são muito marcados por isso. Eu queria saber se essa característica do elenco te ajuda nesse sentido de ter um jogo de mais aproximação e de menos verticalidade. Obrigado.

Eu acho que ajuda nesse sentido, mas a gente não pode abrir mão de ter ponta. Se a gente puder ter ponta é melhor ainda. Porque o ponta, como vocês citaram o Rayan ou o Arias, por exemplo, são jogadores que têm característica de individualidade quando precisa e são jogadores que sabem jogar de maneira associativa. Então é muito bom contar com jogadores que tenham bom desempenho no contra um e consigam jogar por dentro. Mas como eu falei, o São Paulo não tinha esses jogadores.

Não tinham laterais que davam muita profundidade e não tinham pontas, esse último São Paulo. E o importante, mais do que ter o jogador da posição, é ter jogadores que estejam vivendo um bom momento e aí conseguem encaixá-los para que as coisas consigam ter uma boa fluência.

Diniz, aqui no fundo, boa tarde, Iago Rudado, GE.globo. Ontem, quando o Corinthians confirmou a sua contratação, eu fui reassistir o documentário todo dia 4 de novembro da conquista do Fluminense da Copa Libertadores. Me chamou uma atenção, e é por isso que eu estou fazendo essa pergunta,

até o título do documentário é todo dia 4 de novembro, porque durante aquela campanha você ia reafirmando isso para os jogadores a ponto deles próprios acreditarem que todos os dias eram 4 de novembro. Eu queria que você falasse sobre essa sua metodologia de trabalho, de passar a confiança para os jogadores, disso ser um mantra, né? Eita!

É chuva. Alerta na defesa. Que susto. É a chuva que vem pra molhar uma beça. Exato. Não dá pra alagar muito aí pra não pôr as pessoas.

Bem-vinda Voltando à pergunta, né Até o fato de você ser formado em psicologia Eu queria que você falasse um pouquinho Sobre essa metodologia de trabalho Não sei se foi um caso específico ali naquela campanha do Fluminense Acho que é o melhor trabalho da sua carreira Pelo menos em termos de título, né

E se no Fluminense ele todo dia era 4 de novembro, qual que é a mensagem que você quer trazer para esse elenco do Corinthians, que também está num momento delicado, como aquele Fluminense teve? Obrigado. Eu acho que todo dia é dia de disputar título, sabe? Isso é uma coisa que faz parte de mim, faz parte verdadeiramente daquilo que eu penso sobre futebol, daquilo que eu penso sobre a vida.

A gente não ganha o título no dia da final. A gente ganha o título hoje, amanhã, depois de amanhã. Isso é uma coisa que eu procuro fazer, não só no Fluminense, mas em todos os times que eu trabalhei. E isso começou hoje aqui. Acho que um time da grandeza do Corinthians tem que pensar em título todo dia, que a gente acorda pensar em ganhar.

É um privilégio para a gente estar aqui no Corinthians, para todo mundo que está aqui. É um clube gigantesco. Uma torcida que dispensa todos os comentários. É a torcida por excelência. Isso está na boca de todas as pessoas. A gente que vem jogar contra, até vir jogar contra aqui é bom.

que é sempre um show da torcida. E a gente tem que fazer, trabalhar para ser um time que corresponda ao tamanho da torcida e principalmente à maneira como a torcida do Corinthians reage em todos os momentos quando o Corinthians está jogando. Esse é o maior desafio nosso. A torcida do Corinthians joga ganhando título toda vez que vai no estádio. E a gente tem que aprender com a torcida a ser parecido com ela.

Diniz, tudo bem? Nina Gagliotti do SBT. Tudo bem. Juntando um pouco de tudo que você falou, metodologia e também considerando como tudo é muito rápido no futebol, queria saber como você planeja fazer isso no Corinthians, porque assim, o calendário nunca ajuda. A gente sabe que todo mundo fala sobre isso.

Também pensar em mudar, já são outros 500. O Corinthians tem um jogo, a estreia na Libertadores, clássico contra o Palmeiras. Depois, outro jogo importante da Libertadores. Como implementar essa metodologia, essa característica de jogo tão sua, em tão pouco tempo, para jogadores novos e com jogos tão difíceis? Eu já falo isso há algum tempo. A principal característica...

dos times que eu dirijo, é ter muita vontade de ser um time solidário e ter coragem. Acho que isso que não pode faltar. O resto, a gente vai aos poucos, na parte tática, que as pessoas acham que a parte tática tem uma prevalência para mim, e nunca vai ter.

Não existe domínio tático que consiga superar a falta de ânimo, a falta de vontade e a falta de coragem. Então acho que os jogadores, a gente precisa entender que esse é um clube que pulsa essas coisas, pulsa raça, pulsa fome, pulsa desejo, pulsa coragem. Isso é uma coisa que a gente tem que ter desde o começo. Eu acho que isso que é o mais importante. Esse é um time que há dois meses atrás estava ganhando.

com a Supercopa do Brasil, e em dois meses tudo mudou. Então ninguém desaprendeu a jogar. Tem muito potencial no time que a gente precisa resgatar rapidamente. Tidines, boa tarde, Guilherme Pradela, da Rádio CBN. Boa tarde, Guilherme, prazer. Você é de casa? Mudei.

eu acho que a sua contratação, Diniz, em qualquer time que aconteça, ela gera muita repercussão e a sensação que passa pra gente que acompanha é que a lupa pra analisar o teu trabalho ela é sempre muito grande tanto pra vitória quanto pra derrota queria te ouvir sobre isso, como que você encara sobre isso, se você concorda ou não com esse tipo de análise agora que você tá chegando no Corinthians eu acredito que sim mas depois depois

pela repercussão, pelas perguntas e...

Mas eu que convivo comigo mesmo, para mim é sempre uma coisa simples. Eu procuro fazer aquilo que eu considero o melhor para os jogadores e para o torcedor. Que seja um time, como falei, solidário, corajoso, que tenha sempre fome de vencer. E a parte tática vai sendo desenvolvida, não tem parada para a parte tática. A parte tática do gol de futebol, ninguém sabe o suficiente. Sempre tem coisas para a gente aprender, que eu acho que ao longo da minha carreira eu vou evoluindo sempre.

Eu trabalho muito, assisto muito vídeo, eu trabalho muitas horas no campo, eu gosto de trabalhar nos bastidores com os jogadores. E a lupa, por quê? Eu não sei explicar o porquê, eu sei que acontece, eu não sei explicar muito o porquê. Talvez pelas pessoas acharem alguma coisa diferente, é porque você está jogando, é que é por cima do jogador, ou por quantas vezes do meu comportamento na beira do campo, ou por conta da minha formação.

Mas isso não é uma coisa que me incomoda, isso é uma coisa que eu estou lidando cada vez melhor.

O meu objetivo, essencialmente, não muda. É procurar capturar a atenção do jogador, fazer o melhor para o jogador. Sempre vocês sabem disso que está no meu discurso a todo momento, que eu fui o cara que joguei futebol para aprender a ser técnico. Então eu tenho uma conexão facilitada com o jogador. Os jogadores percebem que eu estou no futebol para ajudá-los a se desenvolverem, para ter uma vida no futebol e para ter conexão com o torcedor.

Então é isso. E agora não sabe nem explicar por que tem tanta repercussão. É uma coisa que acontece e a gente vai lidando cada vez melhor com isso.

Diniz, aqui no seu lado direito, tudo bem? Vitor Boni, da Jovem Pan. Você adota como metodologia de trabalho também, você acabou de citar, conhecer a história do jogador, ajudar o jogador a se desenvolver também como pessoa, ter uma relação também muito próxima com os seus jogadores. E agora você recebe um elenco que é muito diverso, jogadores jovens, jogadores experientes, jogadores de diferentes países, fora da América do Sul, holandês, inglês, marroquino.

Queria saber sua expectativa também nesse sentido, no ponto do trato com os jogadores. O que você espera para esse elenco tão diverso como é o do Corinthians? Eu acredito que eu tenho que ter disponibilidade e vontade de ajudar todo mundo. Já comecei hoje, é isso, me aproximar dos jogadores. Facilitar para que todo mundo entenda, fazer o possível, porque a linguagem é algo essencial.

E acho que essa diversidade ajuda o Corinthians. A gente tem jogadores aqui de diferentes nacionalidades, diferentes perfis técnicos, físicos, jogador da base, jogador com a superestrela igual o Memphis, jogadores com nível de seleção, jogadores que estão se projetando de maneira cada vez mais positiva, como o caso do Bidon, do André e outros que estão vindo da base.

Você está disponível e tem vontade de ajudar todo mundo. Obviamente, se você consegue ajudar todo mundo, acho que até dá para ajudar todo mundo de alguma forma, de maneiras diferentes. Um a gente vai conseguir avançar mais, outros não, o que é normal, mas a vontade de ajudar é um desejo igual para todos.

Diniz, boa tarde. Pedro Ramiro, aqui da Record. Você falou da super estrela Memphis, né? E é inegável que quando você cita o nome do Memphis, o torcedor tem vários comportamentos, principalmente até de exaltação com relação ao holandês. Só que talvez você tenha pouco tempo para utilizar o Memphis e vai depender muito se ele vai renovar o contrato ou não, né? Porque ele tem um contrato encerrando agora no meio do ano.

Do teu ponto de vista, qual a importância do Memphis para esse elenco, a importância do Corinthians para o Memphis e como você pretende utilizar também nesse curto período por enquanto? Eu espero de fato que ele fique. Eu acho que o Memphis vir para o Brasil é um presente para o João Brasileiro, que é um jogador de uma superestrela mundial. É um jogador...

E desde quando ele chegou no Corinthians em 1924, ele foi muito importante. A gente sabe que naquele momento quando ele chegou, o que aconteceu já em 1924.

Os momentos decisivos das conquistas recentes do Corinthians, ele sempre teve muito presente, muito atuante. E a gente quando vai jogar contra, você sabe que é um cara que pode decidir o jogo a qualquer momento, que tem um brilho especial. Não é casualidade, o jogador que se reconhece como um grande jogador, gosta de estar no Corinthians, gosta de estar no Brasil, e gosta de ser decisivo e tem carisma para isso. É diferente.

Então, assim, é muito difícil a gente ter um jogador desse quilate jogando aqui no Brasil. Então, eu espero muito que ele fique e quero muito construir uma história junto com ele. Espero que ele fique aqui por bastante tempo e consiga cada vez mais erguetaças pelo Corinthians.

Diniz, tudo bem? Boa tarde. Priscila Senhorães da TNT Esportes. Você falou muito de torcida e falou muito também de relação com jogadores no campo, fora dele, nos bastidores. E nesse momento acho que a gente pode fazer uma análise que essas duas vertentes vivem uma relação não tão saudável de certa maneira. A gente vê os jogadores sendo cobrados diariamente, já são dois dias aqui na porta do CT, discursos um pouco...

muito insatisfeitos, na verdade, enfim. Queria que você falasse como você pretende trabalhar os seus atletas, para eles não se desmotivarem nesse momento, e o que é que você acha também de um costume do Corinthians de receber torcedores organizados no CT, seja dentro ou seja só aqui na porta, enfim, se você puder falar um pouquinho dessas duas coisas.

Eu acho que é super normal um time que tem o tamanho da torcida do Corinthians e a força que tem o torcedor organizado. É aquele torcedor que vai lá no estádio e que às vezes ganha o jogo com a sua presença. A gente sabe que o Corinthians muitas vezes ganha os jogos por conta dessa torcida que não para. Eu acho que os jogadores têm que cada vez mais aprender a jogar no Corinthians. E todo mundo, eu, aprender a ser técnico do Corinthians cada vez mais.

Porque isso é trabalhar no Corinthians e é saber lidar com isso. Eu acho que os jogadores aqui, a minha presença aqui, é para ajudar os jogadores a saberem lidar bem com isso. E isso, de alguma forma, a gente tirar o que é positivo e transformar isso em jogo dentro do campo. E trazer vitória. Porque o que acalma isso é ganhar o jogo. É o que a gente tem que tentar fazer o mais rápido possível. Porque aí acalma todo mundo. A gente tem que fazer o nosso melhor para fazer o torcedor sorrir o quanto antes.

Diniz, aqui. Tiago Salazar, TV Gazeta, bom revê-lo. Tchau. Fernando, a gente sabe que você não se amedronta com nenhuma crítica, mas a gente percebeu, pelo termômetro basicamente das redes sociais, uma rejeição um pouco acima do tom, pelas enquetes, pelos comentários e tudo mais, com a sua contratação.

Eu queria te ouvir sobre isso. Isso muda de alguma maneira o seu trabalho? Como que você entende que é possível reverter essa rejeição em apoio? Enfim, de que maneira isso, se é que interfere no teu trabalho, como que você age diante disso?

Não, não é uma questão de interferência, é uma questão que eu me sinto muito bem acolhido, estou extremamente motivado, feliz de estar aqui. Eu vejo também muita gente empolgada, torcedor de rua, torcedor do Marquinhos, moro na Zona Leste, você sabe o tanto de corintianos que tem aqui. Então esse torcedor, ele importa muito, o torcedor do estádio. Eu, sinceramente, se a gente fizer uma enquete aqui da minha personalidade, da minha história...

Quase todo mundo do mundo do futebol achou que um dia isso ia acontecer, que eu tenha uma combinação com o Líndice. Eu, sinceramente, também acho. Acho que eu tenho uma cara que combina com isso aqui, pela minha maneira inquieta, pela inovação, pela coragem de fazer as coisas. Então, a gente acha que tem tudo para dar certo. E o torcedor só quer ver o time ganhar. Se você lembrar, o Tite era muito rejeitado aqui. Lembra do jogo do Tolima?

Como é que estava isso aqui? Então, a torcida está na dela e a gente tem que estar na nossa.

Às vezes criando polêmica, às vezes não. Mas assim é sempre para um lado positivo. A gente levar as coisas do jeito que tem que ser levado. Aqui é a gente trabalhar internamente, fazer o melhor e ganhar jogo o quanto antes. E se possível, o quanto antes também, voltar a levantar a taça, que é o que o corintiano quer e o que é o que precisa acontecer num time desse tamanho. Diniz aqui, sua esquerda, Fábio Lázaro, dual. Aqui. Aqui. Baixou. Eu estou um pouco chamativo, Diniz.

Tô chegando mal, né? Fala verdade. Diz isso, velho. Diz pra eu chegar o Diego.

Diniz, a gente sabe que uma decisão como essa, ela tem uma soma de fatores, né? Você já explicou alguns, a sua identificação, por exemplo, que você acabou de dar essa resposta, uma delas. Mas desde 2021 tem um cara que está aqui e quer trabalhar com você, que é o PAS. No Fortaleza ele te procurou, não rolou, depois ele fez um trabalho com o Ivoto, e agora teve a oportunidade da MET, essa relação profissional entre vocês.

Entre todas as coisas que fez você topar esse projeto, até porque algumas informações que a gente tem de pessoas próximas que você falou durante esse período, é que você queria um tempinho para descansar depois que saiu do Vasco. Qual o tamanho da influência do Paz na sua tomada de decisão de não ter esse período sabático, não ter esse período de descanso e aceitar esse trabalho no Corinthians?

Eu acho que o Valão do Paes, primeiramente, são públicas as minhas declarações, enquanto a gente não trabalhou junto. Tem uma identificação de trabalho, acho que o trabalho dele no Fortaleza, trabalho muito pouco exaltado, porque é muito mais difícil levar o Fortaleza a duas libertadoras, nesse período que ele teve lá recente, do que o Flamengo ou o Palmeiras, nesse período recente também, ser campeão brasileiro.

Então, é um trabalho muito diferente, que projetou muita gente, fez um time com a logística que era para o Fortaleza, para o próprio Ceará. Conseguiu as coisas que ele conseguiu junto com tudo que ele fez, pela manutenção dos treinadores. Então, foi um trabalho de um profissionalismo, na minha opinião, exemplar. A gente teve um namoro que durou cinco anos, para a gente se encontrar aqui no Corinthians. Acho que foi no momento certo para o Marcelo e no momento certo para mim.

Eu quero aproveitar e falar da presença, que eu não conhecia o presidente Osmar. Para mim, o primeiro impacto foi muito positivo. Uma pessoa que o futebol precisa muito mais gente, com esse espírito, que não tenha necessidade nenhuma, que não seja a única, no caso dele, de ajudar o Corinthians.

institucionalmente, para ficar estável, para que, na sequência, as pessoas que venham, eu consiga pegar um clube mais bem pavimentado. Então, a impressão que eu tive do presidente, eu falei isso para o Marcelo, falei isso para o presidente, ela foi a melhor possível. Então, isso me faz ainda ter mais ânimo para estar aqui. Então, se estar com o Marcelo, estar com o presidente e com o grupo de jogadores, que eu sei que tem aqui o Corinthians, a gente tem tudo para fazer um trabalho coletivo que deve ao Corinthians a sonhar com coisas grandes.

Diniz, agora sim, a sua esquerda. Lucas Belotti, da Rádio Bandilha, Zé FM. Boa tarde. Queria te ouvir sobre os jovens. Hoje a gente teve um vídeo divulgado pelo clube, que mostra você conversando pessoalmente em dado momento com o André e com o Breno Bidon, que são dois jogadores que vinham a um time titular. E a gente sabe que você já teve Gabriel Sari e Rayan, que recentemente te elogiaram, inclusive na seleção, como um cara que preparou eles para o futebol profissional.

Queria te ouvir sobre o André e sobre o Breno Bidon, somam esses dois talentos valiosos do Corinthians, e também sobre os outros garotos que não vinham tendo tanta oportunidade, Kaique, Guinegão, Dieguinho, João Pedro Tioca, são jogadores que também não ganharam minutos. Como é que você pretende lidar e o que você espera desses garotos que são muitos integrados ao elenco profissional hoje? Obrigado.

Para mim é um trabalho que eu realizo durante toda a minha carreira, essa aproximação com os jovens. Eu acho que o André e o Bidon hoje já são realidades do clube. Mas que o garoto sempre precisa da gente estar perto e para ainda extrair o melhor deles. Nesse momento é um momento que eles estão passando, teve um momento de grande alfeoria, com dois títulos muito próximos um do outro, e agora é um momento de maior cobrança.

e que eles vão nesse momento os jogadores vão se formando como grandes jogadores eu acho que o Tantobidon como o André tem uma estrada brilhante pela frente, eu espero contribuir para que isso aconteça e os outros também, eu tenho um olhar

muito atento para os jogadores de categoria de base. Isso nunca é uma promessa, porque às vezes você quer lançar, mas não é momento de lançar, ou você não vê a possibilidade de lançar. Mas todos eles vão estar, vão ser olhados por mim. Eu tenho boas referências. Joguei o Kaique, inclusive, jogou lá, o Vasco, e jogou muito bem. Vasco e Corinthians, campeonato brasileiro do ano passado.

E tem outros jogadores um pouco mais jovens, também que já estão integrados no elenco, então eu vou estar sempre atento e se for o momento, certamente eu vou ter lançado com bastante convicção. Diniz, boa tarde aqui, no canto, Raul Moura da CNN. Diniz, a gente sabe que o Corinthians vive um momento político muito complicado e afeta dentro de campo. Como você pretende fazer isso para blindar o elenco dessa situação política, ainda mais em ano de eleição?

Eu acho que a gente tem que focar naquilo que a gente controla. A gente não tem controle sobre esse ambiente externo político. Eu acredito que tem alguns jogadores bem experientes já. É um time que, embora esteja passando um momento de dificuldade momentânea, principalmente no Campeonato Brasileiro, é um time que mostrou do ano passado para cá, tem três conquistas. Então tem jogadores que sabem o que é vencer, e você sabe que vitória no futebol é uma coisa que tem sabor, vai tendo cada vez mais memória.

Então, acho que a gente tem que focar nisso que a gente tem de positivo e naquilo que a gente tem o mínimo de controle, que é a capacidade de treinar, de preparar o time e fazer de tudo para buscar as vitórias.

Diniz, aqui à sua esquerda, da Natália da Casa TV, boa tarde, tudo bem? Eu queria escutar de você sobre a estratégia para esses dois próximos jogos importantes e também um pouco em cima da hora, você chega hoje, já na quinta tem uma estreia da Libertadores, o Corinthians volta a fase de grupo depois de três anos.

No domingo também é um clássico contra o Palmeiras e o Corinthians também precisando dar essa resposta. Os nove jogos também sem vitória, que obviamente não faz parte do teu trabalho, mas que também faz parte de uma sequência do Corinthians. E também, como já falaram, pressões da torcida diretamente ao elenco.

Coisa que a gente não via há um certo tempo. Então, qual é a sua estratégia? Pensando se você vai mudar o time, se você vai pegar um pouco do trabalho anterior e também junto com toda essa pressão que está envolvendo o time agora. Obrigada. Eu acho que a gente tem que aproveitar bons trabalhos, que foram bons trabalhos aqui, tanto do Ramon Dias e depois com o Dorival.

teve a ascensão de jogadores, teve conquistas de campeonato, então a gente sempre tem que procurar aproveitar. E obviamente que aos poucos, taticamente, ir colocando as coisas que são possíveis, mas assim, no primeiro momento, eu tive o primeiro contato com os jogadores, estou procurando informação com todo mundo do clube, tem muita gente qualificada aqui, gente que eu conheço já de ter trabalhado em outros clubes.

Escolhi as melhores estratégias do plano tático e também de jogadores. Estou ouvindo bastante gente. A minha estratégia inicial é ouvir e perceber o que dá para analisar nesses treinos e para poder montar segundo aquilo que eu acreditar.

e botar o melhor time com a melhor estratégia para ter chance de vencer os jogos. É isso. Não tem coisas exageradas a fazer e nenhum lance mágico. É trabalho, observação, questionamento, pergunta e procurar acertar.

Diniz, aqui Matheus Quintino, Rádio Crack Neto. Meu questionamento é o seguinte, os seus times, da mesma forma como eles produzem muito no setor ofensivo, lá atrás também eles cedem muitas oportunidades praticamente na mesma proporção. Número recente no seu último trabalho no Vasco, nos 33 jogos do Campeonato Brasileiro, o Vasco marcou 50 gols e sofreu 53.

Como nesse curto prazo você pretende conseguir, pelo menos, equilibrar melhor esse número de gols sofridos? Porque nos últimos jogos também, o Corinthians, nos últimos oito partidos, sofreu dez gols, sem equalizar melhor esse sistema defensivo. Obrigado. É uma coisa que a gente vai trabalhar, a gente tem que evoluir em relação a isso. O número é inquestionável, é exagerado. O ofensivo é muito bom, a gente tem que procurar manter, mas tem que procurar...

Melhorar o número de chances cedidas. Nesse começo de ano no Vasco, final do ano passado, começo desse ano, esse número da sessão de chances para os adversários, ele diminuiu muito. Embora saia um, podia às vezes tomar gol, mas assim, às vezes você criava bastante, cedia pouca chance e tomava gol. Isso é uma coisa que foge um pouco do controle, mas o que a gente tem o controle é ceder pouca chance ao adversário, que é uma coisa que eu vou procurar fazer aqui e dar esse equilíbrio defensivo para o time.

Diniz, tudo bem? Tudo bem. Edson Rofino, Rede Nova Brasil FM. Quero saber qual vai ser a versão Fernando Diniz comandando o Corinthians pela primeira vez e se você vê qualidade no elenco para exercer o estilo de jogo que você pretende.

Eu espero que seja a minha melhor versão de tudo que eu acumulei. Repito para vocês, só como treinador são 17 anos que eu percorri para chegar aqui. Então eu me sinto preparado e feliz para acarar esse desafio. E eu acredito muito no elenco do Corinthians. Acho que a gente tem jogadores, como já citei...

de qualidades diferentes, idades diferentes, e que todos eles podem ter um salto qualitativo aqui nesse período que a gente vai trabalhar juntos.

Boa tarde, Diniz. José Eduardo, da Agência Ultimão. Bom, algumas pessoas veem uma questão constante no Corinthians, que é bidon e garro. Se eles podem jogar juntos, outras pessoas acham que não, eles devem atuar em momentos diferentes na partida. Pelo que você já conhece do Corinthians, sei que está chegando agora, mas como você enxerga essa possibilidade? Acredita que eles podem atuar juntos? Acho que podem atuar juntos. Não quer dizer que eles vão atuar juntos.

tem que saber como que se adapta, como que se adaptam jogando juntos. Em alguns momentos eles jogaram juntos lá mais para trás. E da maneira que eu vou propor, não é uma afirmação, mas é uma possibilidade. Se eles conseguirem jogar juntos, eu acho que tem um ganho técnico importante do time do Corinthians.

Diniz aqui no fundo, tudo bem? Felipe Cury da TV Globo. O Marcelo Passa estava contando que te mandou uma mensagem tarde da noite, quase meia-noite. Você consegue detalhar um pouquinho pra gente como é que foi esse contato? O que ele mandou ali na mensagem? Está acordado? Na verdade eu tinha colocado uma coisa de maneira inexorável que eu não ia trabalhar até a Páscoa pelo menos. E ele mandou uma mensagem, era 11h45, mas eu não vi, eu estava assistindo um filme com a minha esposa e eu vi, a hora que terminou o filme era 11h30.

Eu mandei uma resposta, desculpa, só veio agora a tua mensagem. Obviamente, como estava acontecendo, ele estava acordado, que a nossa conversa começou a partir das 15h para as 2h da manhã, e conversamos acho que uns 40 minutos. E o desfecho foi positivo e foi muito rápido, porque tinha um interesse muito grande das duas partes. Eu vim para o Corinthians, tamanho do clube, da grandeza, e a possibilidade da gente trabalhar junto.

Diniz, aqui atrás, no fundo, aqui, tudo bem? Seja bem-vindo ao Corinthians, como você mesmo intitulou, seja bem-vindo ao Banda de Loucos. Diniz, todo mundo sabe do jeito meio explosivo ali na beira de campo que o senhor acaba tendo algumas vezes. E eu queria saber de você, se você já teve essa conversa com o elenco do que acontece ali na beira de campo, fica no campo, como que foi esse primeiro contato? Muito boa a tua pergunta.

Aqueles momentos que eu tenho, às vezes as pessoas que vocês não me conhecem, porque no fundo no futebol, quem está assistindo não conhece ninguém, porque a imagem que talvez você tenha de mim é o Diniz da entrevista, e o Diniz que está na beira do campo no dia do jogo. E eu garanto a você que eu sou muito mais que isso, porque eu não me resumo ao cara que está na beira do campo.

Eu tenho uma relação construída com os jogadores de vínculos cada vez mais profundos. E aquele diriz da beira do campo não é um diriz que eu... Eu tenho a alegria de ser daquele jeito, porque aquele é um diriz que consegue ajudar mais os jogadores.

É assim que eu consegui ajudar esses que alguém citou, do Sara, do Rayan, do Bruno Guimarães, recentemente do Gabriel Magalhães, que é um corintiano fanático na seleção. Então, obviamente, que em algum momento você passa do Tom, que você tem que saber se corrigir. Isso é uma coisa que eu procuro fazer.

Mas aquilo tem um fundamento positivo, que é de ajudar o jogador, é de ir no encontro do jogador para ele conseguir fazer o seu melhor. E quase sempre quando eu estou cobrando, ali é alguma coisa por falta de vontade, por ter deixado o time na mão. Então tem uma causa justa naquilo. E isso é uma coisa que eu tenho internamente com os jogadores, cada vez um acordo.

mais elaborado com mais profundidade porque a minha vida é uma vida de doação pro jogador eu gosto de mudar a vida dos jogadores pro meio do futebol e que esse impacto na vida deles se transforme em um jogo cada vez mais bonito eficiente e que tenha conexão com a torcida então aquilo é uma coisa que faz parte do negócio e é uma coisa que muito mais ajuda que atrapalha, as vezes pra quem tá de fora não entende, eu sinceramente não teria o que ganhar com aquilo mas o mesmo

Porque eu tenho uma grande exposição. Mas no fundo aquilo tem uma coisa que os benefícios daquilo na minha carreira inteira só mostram, para quem quer ver, que aquilo é muito positivo. Então a pessoa acha que, de repente, ele estourou com o jogador. E aí você vai perguntar para os jogadores que eu mais estourei, porque quando eu consigo cobrar mais, geralmente são os jogadores que conseguem evoluir mais. Um dos jogadores mais cobrados no Vasco foi o Rayan.

E aí quando foram perguntar para ele, pô, mas te cobrou? Ele falou, não, ele é um pai para mim, ele pode ser um pai para mim. Então ali tem um vínculo de doação muito grande, que aquilo é benefício do jogador. Então para quem quer de fato explorar isso de uma maneira um pouco, com mais profundidade, com mais verdade, é só ir atrás dos jogadores, fazer uma enquete, fazer uma pesquisa, dos jogadores que trabalham comigo, o que eles acham de mim?

Se eu sou um cara explosivo, que aquilo prejudica os jogadores, ou o meu jeito auxilia para que eles consigam avançar nas suas carreiras e poderem dar uma condição cada vez melhor para as suas famílias e para a torcida a qual eles representam naquele momento. Isso não é falar que aquilo toda hora está certo. Os exageros a gente tem que, no meu caso, tem que ir aprendendo cada vez mais e ter controle quando é possível. Mas aquilo tem um fundamento...

que ele é muito positivo para a vida dos jogadores, se pode ter certeza disso.

Diniz, aqui à sua esquerda, em Quivigliote, Central do Timão. Diniz, você já citou esse nome brevemente nessa coetiva, que foi o do Rodrigo Garro. Desde o início de 2025 para cá, ele vem enfrentando uma série de altos e baixos dentro do Corinthians. Questões de lesão no joelho, questões de alguns problemas também dentro de campo, de não conseguir desempenhar tecnicamente. E você, recentemente agora, trabalhou com camisa 10.

no Vasco, Felipe Coutinho, e com mais sucesso você teve um trabalho com o Paulo Henrique Ganso, com características semelhantes um pouco ao do Rodrigo Garro. Então eu queria saber como você pretende trabalhar para recuperar esse futebol do Rodrigo Garro, tendo em vista o que você já fez com esses outros dois atletas nos seus trabalhos recentes. Obrigado. Muito bom a tua pergunta. Eu acho que o Garro é um jogador extremamente talentoso. Teve momentos de brilhantismo aqui no Corinthians.

Eu quero ajudá-lo a recuperar esse equilíbrio, essa estima que ele tem por si mesmo e voltar a brilhar com a camisa do Corinthians. Eu vou fazer o máximo que eu puder para poder ajudá-lo. Eu acho que no treinamento de hoje ele treinou e foi um dos destaques do treino, estava muito solto. Eu quero me aproximar e ajudar aquilo que foi possível. Tenho o maior prazer em ajudá-lo e se eu conseguir vai ser um motivo de muita alegria para mim.

Aqui, professor. Boa tarde. Lucas Boufer, Fiel Imprensa. Professor, os dois laterais titulares do Corinthians são jogadores do elenco com os números em maior destaque na temporada. São líderes em ação de bola, têm excelentes números na criação de chances e ajudam muito na parte defensiva também. Mateusinho sendo líder em ações defensivas na temporada. Como você enxerga o papel dos laterais no seu esquema de jogo? Você prefere usá-los como armas defensivas ou mais recuados na criação de jogadas? Acho que vai depender. E depois, eu acho que não.

Eles vão ser utilizados de todas as formas possíveis, conforme os jogos pedirem. Eu acho que são dois destaques do Corinthians. Eu falei isso para os dois hoje. São dois jogadores que é muito difícil, que eles se reafirmaram como jogadores aqui no Corinthians. Que é uma camisa muito pesada, é difícil jogar no Corinthians, não é para qualquer um. E tanto o Bidu quanto o Mateuzinho, não foi fácil para eles, pelo momento que eles estão vivendo.

São jogadores hoje que têm identificação com o clube, jogadores que já venceram. E são jogadores que, por que não, podem postular chances na seleção. Porque são posições que têm carência na seleção brasileira. E eu vejo os dois jogadores com potencial para isso.

Diniz, boa tarde. A sua esquerda aqui, Alexandre Gimenez, Portal Meu Timão. Boa sorte, bem-vindo. Obrigado. Ô Diniz, ainda insistindo nessa pergunta da colega sobre as cobranças um pouquinho mais ríspidas ali na lateral do campo, é uma característica marcante sua personalidade, a franqueza, o olho no olho, a cobrança sem rodeio. Eu queria saber se em algum momento algum jogador ou algum dirigente tentou te podar.

para pegar mais leve, para não extravasar tanto no trato com os atletas, se isso em algum momento já te prejudicou, ou se você vê como um diferencial, como uma característica marcante do seu trabalho e da sua relação com os jogadores. Obrigado. Eu acho que eu expliquei os dois aspectos, mas o aspecto positivo prevalece sobre o negativo, e o negativo eu tenho que ir me policiando e me corrigindo, porque tem momentos que a exposição não é boa.

E eu tenho que, quando eu percebo isso, tenho que evitar. Mas eu sou um cara muito espontâneo e é uma coisa que eu acho que, para as pessoas, é difícil ter um cara que tem a espontaneidade que eu tenho no campo. Eu me permito ser daquilo que eu tenho vontade de ser na hora que eu estou no campo, para poder ajudar, sempre na intenção de ajudar.

Mas com o tempo você vai se corrigindo e melhorando, que é o que eu tento fazer. Por exemplo, eu era um treinador muito criticado porque eu era muito expulso. Faz dois anos, praticamente, que eu não sou expulso. Talvez seja um dos poucos que milita na SLA que não tem expulsão em dois anos. Mas isso é pouco noticiado. Porque eu sabia que as expulsões por conta desse meu jeito não é uma coisa positiva.

sair e deixar o time vulnerável e ficar sendo expulso. Quer dizer que eu nunca mais vou ser expulso? Não, mas é uma coisa que eu procurei melhorar. E nessa questão da exposição, em determinados momentos, eu também tenho que me policiar e melhorar. Porque às vezes não tem, escapa e não foi bom. E eu não tenho nenhum problema de errar, eu acho que é você ir corrigindo e melhorando. Mas como eu te disse, isso faz parte da minha personalidade e na maioria das vezes ela muito mais ajuda do que atrapalha.

Aqui, Diniz. Boa tarde, Daniel Soares. Seja bem-vindo. Muitos falam que se você trabalhasse em Palmeiras, Flamengo, por conta dos elencos, não teria chance de dar errado por conta dos elencos muito qualificados. Esse elenco do Corinthians é o melhor que você recebe na sua carreira? E mais uma, o seu aproveitamento no Fluminense foi acima de 70% como mandante. Você pretende como utilizar a Neuquímica Arena para ser uma fortaleza do Corinthians? Obrigado.

Eu vou começar pela segunda. Eu acho que jogar aqui a Neuquímica é ruim para todo adversário que vem aqui. Eu acho que a gente tem que, cada vez mais, fazer prevalecer o mando aqui, porque a gente tem a força do nosso estádio e a força maior ainda da nossa torcida.

Em relação ao elenco, eu não gosto de ficar comparando elencos, mas eu posso falar que eu estou muito contente com o elenco. Eu acho que tem jogadores que todo mundo pode melhorar o nível do que está acontecendo nesses últimos momentos. E eu acho que a gente vai conseguir, estou muito confiante, que a gente vai conseguir subir o nível de todo mundo, tanto individualmente quanto coletivamente.

Diniz aqui, bem-vindo e boa sorte. Gustavo Fortes, identidade corinthiana. Eu queria saber sobre o goleiro. O Corinthians tem um goleiro de seleção brasileira, um ótimo goleiro, mas que as maiores falhas dele foi jogando com os pés. E você trabalha muito o goleiro com os pés. Se você pode ter um tratamento especial para não prejudicar o time e também o atleta. E se você pretende também usar o Alex Santana, que estava treinando separado. Obrigado.

Em relação ao Alex, é uma coisa que eu vou ver com calma, porque bem de chegar eu fiquei sabendo há poucos momentos que o Alex estava aí tendo separado. Isso é uma coisa que eu quero ver com calma o que está acontecendo, é me interar primeiro para te falar. Como jogador é um jogador que eu gosto, eu conheço o Alex faz bastante tempo. Em relação ao Hugo, eu...

Eu trabalhei já, eu trabalhei com o Fábio no Fluminense, que não jogava absolutamente nada com os pés e tinha mais de 40 anos. E evoluiu muito com o pé.

E o Hugo é um jogador que eu acho que ele, na minha opinião, tem um pé melhor do que as pessoas acham. Jogar o goleiro, jogar com os pés é mais opção que a gente precisa dar para o jogo ficar fácil, porque o jogo tem que ficar fácil para o goleiro. O goleiro não é o garro, não é o Memphis, ele é o goleiro. Então eu acho que as opções, a gente tem que treinar para dar boas opções e deixar o goleiro confiante para tomar a melhor decisão.

E diferente do que as pessoas acham, muitas vezes os times que eu dirijo são os times que marcham do bolo para frente. Teve muitos momentos nesse último trabalho do Vasco que a gente jogou com muito mais ligação direta do que tentando fazer um jogo mais elaborado na saída. Mas eu acho que vai melhorar a condição dele com os pés, que eu repito, eu acho melhor do que as pessoas acham.

e ele vai saber tomar as melhores decisões junto com o time, para a gente saber o momento de jogar mais curto e o momento de alongar mais. Boa tarde, Diniz, tudo bem? Aqui.

Laura Tessi do Toca na Mãe, no seu vídeo de apresentação você fala que chegou mais um louco literalmente para o Bando de Loucos e a gente percebe isso em campo, mas a gente também consegue ver um sangue no olho seu em defender o elenco que você está ali representando.

E aí eu queria que você comentasse como que você acha que essa sua loucura, de um jeito bom, pode auxiliar o Corinthians nesse momento e voltar a passar essa confiança, principalmente para a torcida que cobra bons resultados imediatos. Eu espero que a gente consiga ganhar o quanto antes e criar essa conexão, essa sinergia com o torcedor, porque aí a tendência do time subir no brasileiro e avançar nas fases das Copas é muito grande.

Essa sintonia a gente precisa encontrar. Ganhar e principalmente ajustar de novo essa sintonia do time. Essa conexão cada vez mais estreita e mais ajustada com o torcedor. Diniz, Diniz aqui. Boa tarde, seja bem-vindo. Vanderlei aqui, aqui, aqui. Tudo bem? Vanderlei, equipe de esporte fã. Diniz, a primeira coisa que eu tenho que colocar para você é que o teu...

Ali na beira do campo, pra mim, não é novidade nenhuma. Você não pode chegar ali e dar uma rosa pro cara, ou dar um beijinho no gosto do cara. Eu acho que quem joga futebol sabe que isso é perfectamente normal. O que eu tenho a ver com você é se existe um plano B, as suas críticas que você recebe, as maiores, é que você só tem uma maneira de jogar. Não concordo muito com isso, mas é o que a gente ouve nas redes sociais. E uma outra coisa que eu queria, aproveitando aí a minha oportunidade, é que eu tenho a ver com você.

Como é que você pretende mudar o Corinthians? Que em 10 jogos fez 5 gols, jogou na Arena domingo, deu um chute ao gol. A gente tem a impressão, quando você está comentando o jogo do Corinthians, que parece um jogo beneficente. Que a bola demora para sair eternidade lá de trás. E se você pretende usar o Ranieri como zagueiro realmente. Porque a nossa dupla de zaga, apesar das qualidades, é lenta. E nós não temos um Ralf pegador. Se você pretende usar o Ranieri...

de zagueiro-zagueiro, realmente, que ele faz terceiro zagueiro, mas zagueiro-zagueiro e uma outra coisa, aí não me interprete mal. Os jogadores já vão sentir o seu dedo no próximo jogo? Não, não vão sentir o dedo. Mas eu...

Em relação à forma de jogar, eu acho que não. Acho que a gente... Todos os meus trabalhos... É mais fácil achar que tem uma forma de jogar que tem algumas coisas particulares que o time. Quando tem possibilidade de jogar, o time joga. Mas como eu disse, tem momentos em todos os times que eu passei que a gente jogou mais com bola longa do que jogo curto. Se vocês lembrarem da semifinal Vasco e Corinthians aqui na Arena, a gente fez um jogo até esperando mais o Corinthians do que saindo jogando. Então...

É uma questão de ter boa vontade de olhar. Em relação ao Ranieri, como eu disse em algumas perguntas, é uma possibilidade, não que isso vá acontecer, mas pode ser que aconteça em algum momento. E se for melhor para o Corinthians, obviamente. E quanto à parte ofensiva, tudo não é uma questão de parte tática. Esse time era o time que há dois meses atrás estava sendo celebrado pela conquista em cima do Flamengo.

E era um time que tinha mais fluência. Então, quando acontece alguma coisa, como tem acontecido agora nos últimos nove jogos, que já aconteceu comigo também, são muitos fatores para a gente achar a solução. Mas eu espero, na prática, ajudar os jogadores a ter mais fluência, a finalizar mais, marcar mais gols, tomar menos gols e conseguir vencer. É o que a gente vai tentar fazer o quanto antes.

Diniz aqui, Murilo Gomes, décimo 14, Flu Esporte Clube. A gente vê que nas últimas temporadas o Corinthians tem oscilado bastante no Campeonato Brasileiro e se dado bem nas Copas. A Copa do Brasil principalmente, chegou a ser campeão, chegou em finais. Você vê o time do Corinthians preparado para disputar todas as competições, você vai priorizar alguma Copa, priorizar os pontos corridos, e se você vê que esse elenco está pronto para o que você precisa, para o que você vai implementar. Obrigado.

e não é questão de estar pronto é uma questão de trabalhar e aprontando acho que nem o time tá pronto acho que eu tô chegando agora e seria até leviano para o time tá pronto ao contrário a gente tem que trabalhar e melhorando o time tem a confiança voltar a vencer o quanto antes quanto às disputas um time os campeonatos estão no início a liberadores nem começou na Copa do Brasil o campeonato do Brasil tem 10 rodadas

Eu acho que a gente tem que priorizar o próximo jogo nesse primeiro momento. Obviamente o campeonato brasileiro é um campeonato que você não pode deixar desgarrar, que depois fica difícil para chegar na frente. Mas acho que a gente tem que priorizar aquilo que tem para frente, de maneira imediata. Acho que o próximo jogo agora que a gente tem que focar, que começa uma Libertadores, que é o sonho de todo time que joga essa competição na América do Sul, procurar fazer o nosso melhor e assim sucessivamente.

Diniz, aqui é a sua esquerda, Helen Lima, da Casa ETV e das minhas páginas. Bem-vinda ao Corinthians, ao Bando de Loucos. Inclusive, gostei muito da apresentação, já chamou a torcida para você e falou que a loucura vai começar. Mas pegando um pouco o gancho da última pergunta...

A torcida fala muito que o Corinthians escolhe jogos, disso por conta das performances em pontos corridos e da outra performance em jogos como clássico, em jogos como Copa. O que falar para a torcida nesse momento, tendo em vista que a gente já tem a estreia da Libertadores e um dos maiores clássicos do Brasil, que é contra o Palmeiras, inclusive citando que a torcida falou para o elenco aqui, quando cobrou, eles falaram, olha, sim.

Se não ganhar, domingo a coisa fica feia. Então, assim, nessa tensão, o que falar para a torcida agora e o que a gente já pode ver de diferente nesse clássico de domingo?

Eu acho que a gente não tem que escolher o jogo, os jogadores sabem disso. O Campeonato Brasileiro, principalmente, é um campeonato que, afinal, parece que não está aqui, mas todo jogo é final. É o campeão, que vai para a Libertadores, que vão para a Sul-Americana e está pelo baixamento. Está tudo acontecendo no próximo jogo. Esse, literalmente, é final todo jogo. E, às vezes, a gente acha que você vai recuperar e não é assim que funciona.

A gente tem que jogar com as partidas que merecem ser jogadas. E como os treinamentos devem ser treinados. A minha briga com o jogador de futebol é essa, que eu vivo o futebol de uma maneira intensa, no limite máximo, o treino e o jogo. Não precisa ter jogo, o treino é essa a nossa vida. E eu acho que é isso que a gente precisa o quanto antes, tomar consciência e encarar cada treinamento, cada jogo, como se fosse uma grande final.

O time tem potencial pelas conquistas recentes. Então a gente tem como fazer, o time tem como melhorar. E eu espero que a gente consiga melhorar rápido, todo mundo junto.

Diniz, aqui. Tati, da Band, tudo bem? Você falou agora há pouco sobre Libertadores, que é o sonho, geralmente, dos clubes. Você viveu isso há pouco tempo no Fluminense, o sentimento da glória eterna. O torcedor corintiano viveu isso uma vez. Você vai estrear numa Libertadores. Eu queria que você falasse um pouco do quanto essa competição é importante para você. O que você tem de lembrança boa disso, tirando, claro, o título, como você vê essa competição.

porque é uma forma também ali de mata-mata, que sai ali dos pontos corridos, é uma oportunidade, o Corinthians acabou de ganhar um título de Copa do Brasil, que também é mata-mata, se você prefere esse tipo de competição e que você fale um pouco sobre essa importância dessa competição para você na sua vida. Obrigada. É muito importante, eu acho que o título da Libertadores é a minha maior conquista como treinador.

Um time, naquele momento do Fluminense, quando foi começar, muito improvável, porque tem uma história, naquele time em 2022, quando eu cheguei no Fluminense, estava em zona de abaixamento. Aí terminou em terceiro, no Brasileiro, de pontos corridos, garantiu a vaga. E a gente fez uma campanha, assim, muito importante, não teve nenhuma disputa de pênalti. A gente foi uma... Ganhamos bem do Boca na final, ganhamos de cinco do River.

para um time que ninguém acreditava que seria campeão da Libertadores. Eu acho que é um sonho extremamente possível para o Corinthians, para o Corinthians, para esse elenco. A gente tem que sonhar e ir atrás disso. Todo mundo quer e a gente também quer. O que vai acontecer a gente só vai saber quando for o dia da final. Mas eu acho que a gente tem que acreditar e viver esse sonho todos os dias. Muito trabalho, muita luta. É uma competição extremamente difícil de ser conquistada.

Mas eu acho que é uma coisa que a gente tem que ter um desejo forte, verdadeiro, e ir atrás disso. Você fez uma outra pergunta, né? Esqueci. Não, eu não tenho escolha, eu não prefiro. Para mim, para o próximo jogo, para mim, é final sempre. E a minha preocupação sempre é dar consciência para o jogador que é assim que deve ser. Que a gente tem que se entregar ao máximo para que a gente consiga vencer o próximo jogo.

Boa tarde, Diniz. Harry, da RW Sports 360. Diniz, o Corinthians vem de uma sequência complicada de nove jogos sem vitórias que está mexendo um pouco com o emocional da torcida. Um pouco, acho que bastante. Como que você enxerga essa sequência de jogos que você vai assumir agora de imediato? Um jogo muito importante da Libertadores e um jogo que por si só no domingo...

é um clássico que costuma potencializar a reação da torcida. Como você enxerga o que você falaria para a torcida, sua mensagem fora da tática, fora das quatro linhas, o que você pediria para a torcida em relação a esse jogo e em que nível você enxerga esse clássico contra o Palmeiras como uma pedra nesse início da sua trajetória aqui no Corinthians, que é um resultado que a gente sabe que pode mexer tanto positivamente quanto negativamente com toda a torcida.

Eu sei claramente qual a importância que tem o clássico por isso e Palmeiras. Os jogadores também sabem. Agora a gente tem primeiro a estreia na Libertadores. Fazer esse jogo e depois pensar no Palmeiras. Então é se entregar ao máximo para estrear bem em Libertadores e depois dar tudo para fazer um grande jogo aqui no domingo contra o Palmeiras.

Leonardo, do Casal Corindão Podcast. Diniz, eu queria saber se você acompanhou um pouco a saída do Dorival, inclusive a cobrança da torcida hoje e ontem aqui no CT, foi em relação que parece que os jogadores entregaram para os jogos, como a amiga que já falou. Como que foi essa conversa sua com o elenco? Se você acompanhou os últimos jogos do Corinthians, os últimos oito jogos em que a gente não vence.

E como que você pode mudar isso para o Corinthians, já que o elenco está demonstrando isso para o torcedor, que eles estão sem vontade, que estão acomodados com os últimos títulos do Corinthians. Como que você vê isso? Eu acho que os jogadores têm bastante, pelo que eu conversei, os jogadores estão muito conscientes que precisa mudar. E que a insatisfação do torcedor é extremamente legítima.

E a gente vai trabalhar no limite máximo para mudar. O elenco tem potencial. Aqui já foi falado dessa questão de escolher jogo. Acho que não tem porquê. Nunca teve porquê escolher jogo. O time do tamanho do Corinthians não importa como está o momento atual. O torcedor vai querer ver o time sempre lutando, brigando e vencendo.

Então, a gente está aqui, basicamente, a gente está aqui por conta do torcedor. Então, a gente precisa entregar tudo que a gente puder para que a torcida saia satisfeita do estádio e quem está assistindo pela televisão, daquilo que está vendo. E os jogadores têm essa consciência que a gente precisa mudar esse ritmo que as coisas estão acontecendo nesses últimos nove jogos. Última pergunta.

Diniz, boa tarde. Daniel Kepler, meu timão. Queria que você falasse um pouquinho, para finalizar, sobre as escolhas dos nomes que você traz junto com você para a comissão técnica. São quatro profissionais ao todo e foi uma conversa muito rápida, pelo visto, com todos esses profissionais. Queria entender um pouquinho dos seus critérios, do que você pensou para cada nome, como que cada um deles vai contribuir com o seu trabalho aqui no Corinthians. Obrigado.

O Wagner é um, para quem não sabe, ele é um acri aqui do Corinthians. Vai indo aqui da Penha e trabalhou aqui de 1985 a 1996. Foi campeão junto com o Eduardo Mourinho naquela Copa do Brasil. Então tem uma história grande aqui do Corinthians. Está voltando literalmente para casa.

e está comigo desde o início da minha carreira. O Léo Porto é um auxiliar que já trabalhou com o Lourival, inclusive, e que eu já pensei algumas vezes em trazer ele para trabalhar comigo. Ele ficou aí cinco anos no Fortaleza e está vindo para a gente fazer o nosso primeiro trabalho juntos, que é uma pessoa que eu tenho muita conexão.

O Lucas é um rapaz lá do Vasco, hoje é a segunda vez que eu trabalhei com ele, acho que é um talento muito grande na parte da análise, de captar as minhas ideias, de sugerir, de discutir o modelo de jogo, de ter uma análise muito primorosa dos adversários. E o Luiz Fernando é um fisiologista que tem uma formação diferente, talvez é o único médico fisiologista que tem no futebol brasileiro.

É um médico formado em cardiologia, formado em fisiologia, acho que para acelerar os processos de treino, de recuperação, e se somar ao pessoal aqui do Corinthians, que também tem um staff extremamente competente, para a gente conseguir aumentar, que é uma coisa que eu sempre faço, aumentar a carga, o volume de treino e intensidade, e a gente manter os jogadores com saúde, e ter uma conversa mais fluida para que as coisas consigam entrar no eixo o quanto antes. Esse foi o critério.

Obrigado, professor Fernando Diniz. Bem-vindo ao Corinthians. Boa tarde a todos. Gente, obrigado aí.

E aí