Episódios de RedCast

TUDO SOBRE A MISSÃO ARTEMIS II - PART. SACANI & FELIPE HIME - REDCAST

03 de abril de 20261h42min
0:00 / 1:42:27

TUDO SOBRE A MISSÃO ARTEMIS II - PART. SACANI & FELIPE HIME - REDCAST.#sacani #artemisii #lua .SIGA nosso INSTAGRAM ➡ https://www.instagram.com/redcastoficial/=====================================================▶ ENVIE SUA MENSAGEM AO VIVO: https://app.donaty.com.br/redcast?▶ HASHTAG TREINAMENTOShttps://eventoshashtag.herokuapp.com/redirect/parceria-redcast-001▶ TRIADhttps://triadfi.co/?ref=REDCAST▶ 👮🏻‍♂️ INSTITUTO ÓLIVER CARREIRAS POLICIAIS 👮🏻‍♂️👨🏻‍💻 Site Oficial 👉🏻 https://institutooliver.com.br/ 👩🏻‍🎓 Curso EJA em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/S28462720M 👨🏻‍🏫 Curso Superior Sequencial em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/Y11127534P 📞 34-993004408📶 @instituto__oliver_oficial▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO REDCAST• @redcastoficial ▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO HOST• Junior Masters: @ojuniormasters.AS OPINIÕES, CONSIDERAÇÕES E COMENTÁRIOS EMITIDOS PELOS CONVIDADOS DO PROGRAMA, SERÃO ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE RESPONSABILIDADE DE QUEM OS EMITIR.O REDCAST NÃO SE RESPONSABILIZA PELAS MESMAS.=====================================================Spotify: https://open.spotify.com/show/2qGNLUOtkA55qknCHicdoTYouTube Music: https://music.youtube.com/channel/UCeL1a4rpEA8UG9IQIewPccgAmazon Music: https://music.amazon.com.br/podcasts/5a492610-0c19-4087-9fde-a24f90421a10/redcastApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/redcast/id1784860273=====================================================SOBRE O REDCASTO RedCast é o seu podcast para conversas diretas e honestas. Aqui, trazemos personalidades de diversas áreas para debater temas relevantes, sem censura e sem amarras. Se você busca conteúdo autêntico e discussões que fogem do óbvio, seu lugar é aqui.INSCREVA-SE NO CANAL, DEIXE SEU LIKE E ATIVE AS NOTIFICAÇÕES PARA NÃO PERDER NADA!=====================================================

Participantes neste episódio3
J

Junior Masters

HostJornalista
F

Felipe Hime

ConvidadoJornalista
T

Therio Sacani

ConvidadoJornalista
Assuntos3
  • Missão ArtemisLançamento da Artemis II · Experiência dos astronautas · Estrutura da transmissão · Geopolítica da exploração lunar · Desafios técnicos da missão
  • impacto da missão na ciênciaReação do público ao lançamento · Desinformação sobre a exploração espacial · Cultura e educação sobre ciência
  • Tecnologia espacialDesenvolvimento de foguetes · Uso de IA na exploração · Desafios da reentrada na atmosfera
Transcrição265 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Não dá pra acreditar que o seu sonho é ser aprovado em concurso público de carreiras policiais e você não se matriculou no Instituto Oliver, que é a maior escola preparatória de carreiras policiais do Brasil. São mais de 150 mil alunos, diversos alunos aprovados na Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Bombeiro Militar, Guarda Municipal, de qualquer estado e de qualquer município. Não dá pra acreditar que você precisa concluir os estudos.

terminar o ensino fundamental e ou médio completo, e você não fez sua matrícula no Instituto Oliver no curso EJA supletivo, aonde você termina os estudos EAD em apenas seis meses. Não dá pra acreditar que você tá precisando de um curso superior em apenas três meses, reconhecido pelo MEC, curso superior sequencial de gestão em segurança pública e privada, ou em teologia, pra tomar posse no seu concurso, que só exige superior completo. Não fala na lei de provamento de carga e carreira.

Diploma ou graduação de nível superior? Só fala superior. E se só fala superior, o superior sequencial de três meses, que basta você ter nível médio completo para você poder fazer, você consegue tomar posse com ele. Então não dá para acreditar que você está dando bobeira. Vem para o Instituto Oliver. Aqui você consegue fazer tecnólogo de recurso humano de gestão pública em um ano, se você for formado no curso de curso sequencial.

Consegue fazer pós-graduação. Você consegue fazer faculdade também de educação física, PAB.

Então, se você quer mudar de vida, é Instituto Oliver. Aqui não tem conversa feada pra boi dormir e nem mamãe me chora. Aulas objetivas, diretas, sem conversa feada pra boi dormir. Professores altamente qualificados, todos os professores são policiais. Então, para de perder tempo. Quer ser aprovado de primeira no seu concurso público? Vem pro Instituto Oliver. Quer concluir os estudos? Vem pro Instituto Oliver. Quer fazer curso superior?

Venha pro Instituto Oliver. Um forte abraço. Eu sou o professor Matheus Oliver. E aqui, meu brother, a sua aprovação é garantida. Tamo junto!

Deixa eu te perguntar uma coisa. Você quer realmente dominar as ferramentas e tecnologias que transformam qualquer profissional em referência dentro da empresa? Se a resposta for sim, presta atenção no que eu vou te contar agora. A Hashtag Treinamentos é uma das maiores escolas de tecnologia e produtividade da América Latina. Lá você aprende do absoluto zero até o avançado tudo o que o mercado de trabalho exige hoje, independente da sua área ou formação.

A gente ensina exatamente as ferramentas que fazem diferença na prática. Inteligência Artificial, Excel, Power BI, Python, Agente de A, ferramentas no code, análise de dados, entre outros. São cursos completos, atualizados e feitos para quem quer crescer rápido na carreira. E aí vem a parte boa. Em parceria com o pessoal do RedCash, a gente conseguiu R$ 500 de desconto na assinatura da Comunidade Impressionadora, que é tipo uma Netflix do mercado de trabalho.

Você paga uma assinatura e tem acesso a mais de 30 cursos completos para acelerar a sua carreira em um único lugar.

Para entender melhor e garantir esse desconto, é só acessar o link exclusivo da audiência do Redcast que está aqui na descrição do vídeo ou no QR Code. Isso é um aviso importante, esse desconto fica disponível por poucos dias. Então, se você quiser aproveitar, corre lá e garante sua vaga antes que volte ao preço normal.

Boa noite, galera! Estamos de volta! Começamos de novo aqui no RedCast. Programação extra, tá? Hoje nós vamos ter aqui um programa especial, porque diretamente dos Estados Unidos, nós vamos saber. Foi mentira de 1º de abril? É de verdade? É CGI?

Ou finalmente estamos voltando para a Lua. Pois é. E dessa vez a gente está aqui com o time de peso. Estamos aqui com eles que estão cobrindo tudo em loco. Trazendo todas as informações diretamente dos Estados Unidos. Fizeram a maior transmissão em língua portuguesa deste evento histórico. Tudo que você precisa saber sobre a missão Artemis II.

Estamos aqui com eles, Felipe Jaime, Henrique e Therio Sacani. Sejam bem-vindos aqui mais uma vez ao RedCash. E aí, Júnior, beleza? Como estão as coisas? Fala aí, Júnior, fala aí, chat. Boa noite a todos. Estamos juntos para mais um episódio legal. E aí, galera, tudo bom com vocês? Estamos de volta, estamos exaustos, mas estamos aqui porque... Estamos aqui.

Ah, a gente é louco mesmo, não tem outra explicação não. Vamos falar da Artemis 2 aí pra galera, Jô. Isso aí. Isso aí. Cara, vamos falar primeiramente sobre a estrutura que vocês montaram pra fazer... Quantas horas de live?

8 horas, cara. 8 horas de live? Não, 8 horas só a live oficial. A gente teve uma live de mais, sei lá, 6 horas antes e uma de 3 horas depois. É, nós fomos fazendo live na ida pra lá, depois de madrugada abrimos uma live também pra mostrar pro pessoal um pouco e depois a live oficial começou ao meio-dia.

E aí foi até a hora que a Artemis, ou a Orion, no caso, separou, abriu os painéis e tudo mais, cara. Foi muito. A estrutura foi uma estrutura... Cara, é que foi legal, né? O Filipão, no canal dele, ficou mostrando os bastidores.

Porque às vezes a pessoa vê a transmissão e não faz ideia, né? De como se prepara. De como se prepara, até escolher o lugar, chegar no lugar, tudo isso. Então a gente foi transmitindo dentro do carro, já para mostrar para a galera como a gente chegava no lugar, qual a dificuldade do lugar, entendeu? A gente foi, no dia anterior, saindo de casa umas 11 horas da noite, entendeu?

chegamos lá meia-noite para poder guardar o lugar e pegamos um dos melhores lugares. A gente foi o primeiro a chegar e o último a sair. Exatamente. Assim, ser o primeiro a chegar era uma opção, era sair mais cedo. Ser o último a sair não tinha opção, porque a gente tinha que esperar todo mundo que chegou depois sair primeiro. Exatamente.

Então, assim, vale demais, cara. Vale demais. Ficamos ali num lugar muito bom, de frente pro foguete, entendeu? E vimos ele todo ali, toda a trajetória dele, até onde dava pra enxergar e registrar. A gente conseguiu registrar sem ninguém na nossa frente, sem nenhum...

Nada, né? Nenhum obstáculo, nenhum mato, nenhum fio, nenhum pedaço de ponte, nada. A gente estava com medo no começo de não conseguir enxergar porque estava muita nuvem no céu. Só que, cara, foi chegando perto do lançamento, chegando perto do céu, foi abrindo assim, parece que chegou alguém lá e arrancou as nuvens bem no corredor que o foguete ia subir. Tomamos chuva, tomamos sol. Tomou chuva e sol.

Ao mesmo tempo, aí chuva, desmonta tudo, sai correndo, volta, monta tudo de novo. Então, assim, cara... Isso sem parar a live. Sem parar a live. Cansa pra caramba, mas vale a pena demais, cara. O resultado aí é maravilhoso. A infraestrutura, uma Starlink, um carro, duas mesas, três caixas de pizza... Cadeiras, computador, câmera... Com as cadeias de praia ali. A estrutura nossa é boa.

A gente estava com uma P1000, uma Nikon P1000, que é uma câmera sensacional. Estava com uma Sony com uma lente de 600mm da Sigma. Nossa, que beleza. A gente estava com mesa de corte, a gente estava com quatro computadores.

né a gente tava com um telescópio ainda porque a gente tem mais de telescópio isso aí ninguém tem isso é sensacional Marcelo tem ele a gente tem telescópio até do Brinão do Breno mas um salve para ele aí e o telescópio mostrou foguete muito bem então assim a estrutura mas tá boa cara vamos falar vamos falar sobre isso o pessoal tá reclamando que o som do pessoal tá meio baixo então aumenta o ganho aqui peraí isso aumenta aí para para aumentar a qualidade do som

O meu som tá ótimo, mas o deles tá um pouco baixo ainda. Vê se melhorou. Isso, agora tá melhor. Boa. Galera, é o seguinte, eu vou pedir pra todo mundo deixar o like aí, ó, que a gente tá fazendo essa transmissão, essa extra, né, transmissão aqui do Redcast hoje. O que vocês vão fazer? Vocês vão deixar o like, tá bom? Pra gente ficar em evidência aqui, o YouTube avisar pra todo mundo que a gente tá ao vivo, diretamente dos Estados Unidos com a galera aí.

Vamos começar com as perguntas. Com as perguntas. Bom, quanto tempo dura a viagem? Isso é um dado interessante. Dez dias. A viagem toda, né? Vai durar dez dias.

Já estou, dura 10 dias. Por quê? Porque tem vários testes que vão sendo realizados. Agora mesmo, eles acabaram, antes da gente entrar aqui na live, eles acabaram de fazer o que a gente chama de inserção translunar, que é pegar realmente o caminho para a Lua. A rota para a Lua. Porque o que acontece? Eles foram lançados, eles ficaram orbitando a Terra.

nessas órbitas que eles fizeram ao redor da Terra, eles fizeram uma série de testes até receber a permissão para fazer a inserção transonar. Por quê? Vai que acontece algum problema muito sério, detectar algo muito sério, volta dali mesmo, nem vai. Entendeu? Então, depois, para a galera agora, do RedCast, aqui, ó...

Depois de mais de 50 anos, finalmente o ser humano está de novo a caminho da Lua, pessoal. Isso é um fato histórico demais, entendeu? O ser humano, nesses últimos 50 anos, ele ficou preso em 300 quilômetros de altura, que é a órbita baixa da Terra. E agora nós estamos indo com seres humanos para perto da Lua, isso é demais.

Dessa vez pra ficar. Dessa vez pra ficar, exatamente. Esse é o grande diferencial da missão, né? Que aí o pessoal pergunta, sempre, né, a galera da conspiração, fala, ah, mas ficaram tanto tempo sem ir, por quê? Primeiro que não tinha motivo econômico, e era muito caro pra ir.

E segundo, que não tinha mais a questão geopolítica para si, que era a questão da Guerra Fria. Então, você não tem motivo econômico, você não tem motivo político, você não tem o porquê fazer. Agora, a gente tem os dois motivos. Os Estados Unidos tem os dois motivos para ir, que é a briga contra a China, para ver quem coloniza a Lua primeiro.

E o motivo econômico, que são as terras raras, que aí o senhor já sabe falar muito melhor, é o hélio-3, que é a combustível da fusão nuclear, que é a melhor maneira que a humanidade tem hoje de gerar energia, que ainda está no seu desenvolvimento, mas quando for comercialmente viável, vai ser a salvação energética da humanidade. E tem a questão também da água, que lá a gente pode pegar essa água, transformá-la em combustível de foguete, ou seja, só separar o hidrogênio do oxigênio.

E aí a gente consegue usar a Lua de ponte para lançar missões para Marte, por exemplo. Agora a gente vai falar aqui, tem bastante coisa para falar a respeito da conferência que o administrador da NASA, Jared Isaac, deu algumas semanas atrás, que é o Ignition, que foi basicamente uma guinada ali no programa espacial americano, que ele está botando as coisas no eixo, e uma das coisas que ele quer fazer é já mandar o primeiro ser humano para as superfícies de Marte.

E mandar também coisas para gerar energia em Marte, como reator nuclear e por aí vai. Entendi. Muita coisa que essa conferência do Weiss Ackman anunciou foi surpreendente, porque a gente estava vendo meio que a galera indo pelas coxas, tipo, vamos fazendo aqui, aí cancela a missão aqui porque faltou orçamento, aí não, agora ele botou as coisas, a gente falou, vamos cortar custo aqui, vamos fazer isso aqui e vai investir aqui.

Mas os astronautas, eles ficam até quando no espaço? Até, eles ficam mais nove dias. Mais nove dias. Aí eles voltam. Dez dias vai durar missão. Então eles não vão ficar na estação espacial. Eles vão voltar. Não, eles nem entram na estação espacial. Ah, então... A estação espacial, para o pessoal ter uma ideia, né? A estação espacial vai ficar uns 300, 400 quilômetros de altura.

Eles vão na Lua, eles vão passar mais de 6 mil quilômetros acima da superfície da Lua, vão ser os seres humanos que vão mais longe até hoje na história, e de lá eles vão voltar direto para a Terra. Eles não vão. Esses caras aí não tem nada a ver com a estação espacial. Para a galera ter um número em mente, a média calculada é 430 mil quilômetros de distância da Terra. Quase mil milhões. É o mais longe que a humanidade foi até agora.

E geopolítica é muito importante estar falando, porque na Lua, ali no caso, não tem muito bem definido internacionalmente de quem é cada coisa. Então está sendo a corrida de quem coloca mais hardware, quem ocupa mais espaço. Então você pega a CAST na China, que tem aquele programa lunar deles, que colocaram Xangue 2, Xangue 3, Xangue 4, 5, 6, aí tem Lander, satélite de relay.

drone, tem tudo, cara, um monte de coisa que os caras tão levando pra lá, porque quanto mais hardware, quanto mais peças você colocar ali, mais território você ocupa e monta a base, e é isso que vai acontecer, cara, isso que vai acontecer nos próximos 20 anos aí vai ser colonização da lua. Isso é um debate muito legal que a gente pode ter até com o Ian Groszner, né, que é um dos maiores especialistas de jogo espacial do mundo, ele é brasileiro, um brother nosso, já fez live aí com a gente lá em Brasília, e cara...

A grande questão do direito espacial é...

Quem vai ter permissão pra fazer o que na Lua? Porque nas próximas décadas, o cara vai estar brigando por terreno na Lua. Então, não sei se vai estar vendendo, porque tem gente hoje que já faz o golpe aí. Vendo terreno na Lua. Vamos por parte aqui. O pessoal está querendo saber sobre a repercussão do lançamento. Parece, Sacani, que a live no seu canal foi a maior live de transmissão de um canal que não seja o canal oficial da NASA.

O canal oficial da NASA acho que chegou a meio milhão, quase 600 mil, mas o seu foi ali, o canal que não sendo o canal oficial, o que chegou mais longe, no alcance. Passamos na Space Flight, então? Passamos toda essa galera? 47 mil pessoas ao vivo, cara, no pico ali. Foi demais, cara, foi demais, entendeu? Uma coisa que eu não deixo de... eu não esqueço, cara, isso não sai da minha mente.

a galera gritando, USA, USA, USA. Caraca. Foi uma live muito patriota aqui, cara. Foi uma live muito grande mesmo, cara. Então, foi muito legal. O pessoal fica, né, naquela expectativa e, tipo, na última hora, assim, cara, vai chegando a gente e não para. Não para de chegar, entendeu? Então, é muito bom, muito legal mesmo.

Aí, quando anda aí o trabalho que a gente tá fazendo, né, cara, que é muito... Não é fácil, não é fácil, galera. Tá aqui não é fácil, a gente tá longe da família, longe de todo mundo, é caro pra caramba estar aqui, eu repito isso sempre, entendeu? Nós fomos num dia anterior pra achar o lugar, pra pegar o melhor lugar possível. A gente ficou 24 horas na rua. Ficou 24 horas na rua. O Sergião dormiu no carro. A gente não come direito, não faz nada, não tem.

não tem banheiro direito, não tem nada, cara, mas é isso aí, vale a pena demais, entendeu? Vale a pena demais. A gente teve que dormir em turnos, né, tipo, como pegava na caminhonete ali, deitava o banco e dormia de dois em dois ali. É, pra ficar tomando conta dos equipamentos ali e tal.

Eu achei que ia fazer live quando vocês estavam dormindo. Exato. Mas vale a pena demais, cara. E o legal também, Júnior, a quantidade de brasileiros que começou a juntar, porque eu ia falando onde a gente estava e o pessoal ia vindo, ia chegando.

A gente estava embaixo de uma ponte famosa que tem aqui para assistir o lançamento de foguetes. Tinha brasileiro que estava em cima da ponte que desceu para ficar com a gente ali. Então nós montamos uma comunidade ali junto com a gente. Foi muito legal também. O Charles apareceu lá. O Charlão estava lá, cara. O Charlão estava lá. O Charlão é sensacional.

o Charlam estava lá com a gente. Caraca, ele foi lá porque o negócio deve ter sido um marco realmente histórico. Quem não é da bolha, assim, ou não acompanha o conteúdo, pode ter visto alguma coisa ou outra, mas pra quem realmente gosta do assunto e sabe da importância, foi um acontecimento histórico nível Copa do Mundo, né, Sarjão?

Cara, é a nossa Copa do Mundo. É a nossa final de Copa, na verdade. Entendeu? Eu tô brincando. É a nossa final de Copa. Porque é isso, cara. É mais de 50 anos sem o ser humano sair aqui dessa prisão. O pessoal que estuda e que analisa isso, chama, fala isso mesmo. Que o ser humano ficou preso na órbita baixa. A gente nunca mais saiu daqui. A gente ficou aqui e nunca mais foi para o espaço profundo. O pior de tudo é que foi por opção, né? Por opção. Exatamente.

E agora estão indo, então assim, pra nós é final de Copa. Isso aí é final de Copa, não tem jeito, cara. Sérgio, conta pra galera, porque o pessoal no chat quer saber do banheiro, da nave que quebrou, consertaram, quebrou. Primeira coisa é o seguinte, eu mandei pra Gabi aí uma foto do banheiro. Ela mandou pra Jéssica, pede pra Jéssica colocar aí. Vamos colocar, vamos colocar. Ô Júnior, aproveitar, eu mandei pra você. A foto do banheiro. A foto do banheiro?

Um milhão de perguntas. O que a gente quer saber? Do banheiro. Como que os astronautas vão ao banheiro? A primeira coisa é a seguinte, né? Então, só explicar aqui antes, dar um contexto pra galera. Essa cápsula chamada Orion, vamos chamar Orion, tá, pessoal? O nome da cápsula. Ela já voou duas vezes na história. Em 2014, a bordo de um foguete chamado Delta IV Heavy, pra testar ela. E em 2022, na Artemis 1.

As duas vezes ela voou sem pessoas dentro, não tinha ninguém dentro. Então, obviamente que não precisava de banheiro. Concorda comigo? Não tem ninguém dentro, não precisa de banheiro. Não precisa de banheiro. Então ela voou sem banheiro. Essa é a primeira vez que essa cápsula está indo com banheiro dentro. O banheiro, a Jéssica colocou aí? Vamos colocar. Coloca aí a imagem na tela aí.

para o pessoal entender, esse aí, que é o que ela colocar, esse é o banheiro da... onde os astronautas aí fazem suas necessidades, tá? A hora que ela colocar aí, o pessoal vai entender o que a gente está falando. O pessoal está fissurado no banheiro. Cara, porque e assim, né, vamos até explicar. Então, a Orion é isso, tá? Essa cápsula desse foguete, primeira vez que ela voa com pessoas dentro.

Problema em banheiro não é inédito. Teve uma missão chamada Missão Inspiration 4, onde o Jared foi, esse cara que é administrador da NASA, que é a cápsula Dragon da SpaceX. A missão durou acho que quatro, cinco dias orbitando a Terra. Teve problema no banheiro também. E o banheiro é como se o encarnamento do banheiro na sua casa tivesse estourado.

Então, você já imagina o que aconteceu. Pedaços... De três eatlas voando. Voando dentro da nave. E a gente está falando, né? Justamente isso. Fica flutuando. Você não tem como lidar com aquilo. Vamos ver isso daí agora. E tem um caso muito interessante. Esse é o banheiro, ó. Estão vendo o banheiro aí, galera? Esse é o banheiro aí da...

Na hora. É isso aí. O pessoal não tá vendo não, Francisco. Aquela peça ali, você tem que colocar, é sucção, tá, galera? Você bota no ligum, você encaixa no ligum e é sucção. Inclusive, o problema que deu no banheiro foi nessa parte da sucção. Foi na parte da sucção. Aparentemente. Não puxou direito. Pior que é sério, cara. Sério, ele não tem problema. Alguém entupiu o banheiro. Não, mas ó, peraí, falando sério.

São dois sistemas separados, o 3i Atlas e o Golden Shower, tá? Aparentemente o sistema do 3i Atlas estava funcionando legal. O que deu problema foi no Golden Shower. Aí eles reinicializaram o sistema, aí não tinha resolvido 100%, aí tentaram de novo e depois de madrugada eles resolveram 100% do problema aí. Cara, eu fico imaginando aquela tela azul danada.

Ele viu estar com um pedaço de saco de plástico Catando cocô, voando Dentro da análise Mas é isso aí, isso aí então é o banheiro da hora Uma imagem feita do banheiro da hora É a primeira vez que está tendo esse banheiro Volta lá pra eles lá Explica uma coisa agora Ô Serjão Você, o Henrique Fez um vídeo inclusive falando também Qual que é o impacto do lançamento do foguete?

Porque tem um impacto térmico, né? Também do impacto da velocidade. Vocês sentiram de onde vocês estavam lá? Fica quente. Fica quente pra caramba. Cara, isso aí é uma coisa muito legal. Porque como nós estamos numa época aqui que ainda não está muito quente, ou não estava na hora, não estava muito calor... Já está uns 20, 22 graus na hora. Quando está uma temperatura assim amena, esses grandes foguetes...

eles geram muito calor. E quando a temperatura não está muito alta, você sente o calor do foguete. Entendeu? Você sente. Primeira coisa. São várias sensações. Tem uma coisa muito legal no lançamento de foguete, que é o seguinte.

Quando o foguete lança, para o pessoal entender, você não ouve barulho nenhum. Não tem barulho. Por quê? Porque a imagem, a luz, anda mais rápido que o som. Então você vai ouvir o barulho quando o foguete está no alto só. Isso é muito interessante. E lembra que a gente está a 17 quilômetros dele. Exatamente. O que não acontece, por exemplo, aqui quando a gente está transmitindo, porque as coisas estão sincronizadas. Mas ao vivo não tem como sincronizar. Então, o que não tem como sincronizar.

Isso é uma coisa. Segunda coisa, o calor. Uma terceira coisa, para esse foguete específico ou qualquer foguete que é muito grande, você sente o chão meio tremer. Entendeu? A ordem das coisas que acontece é o seguinte, a hora que ele liga o motor, você sente o chão dar uma tremidinha. E aí você ouve um ruído, mas esse ruído não é que está vindo do lançamento. É o ruído que vai da vibração ali do chão todo, da região.

Como se fosse um mini terremoto. É um mini terremoto. É literalmente um mini terremoto. Você sente o show vibrando assim. Dá uma ruim. E fica quente pra caramba. É. Aí a segunda coisa que chega é o som, né, realmente. E aí a terceira coisa que chega é o calor, que é bem depois. Porque aí ele vem com o ar da região e ele demora um pouquinho mais. Mas aí, cara, ele veio de uma vez assim. Se você tava quentinho, friozinho, você começa a esquentar, esquentar, esquentar.

Na hora, eu achei que, tipo assim, eu falei, cara, eu tô com alguma coisa, eu tô doente, eu tô... O que que tá acontecendo? Que esquentou pra caramba. E os caras lá pescando. É. É que pra eles é uma terça-feira, uma quarta-feira normal, né? É engraçado, mano. Então é assim, né? Eu falo pra todo mundo que tem algumas coisas que você tem que ver ao vivo na sua vida, que não tem como explicar, Júlio. Lançamento de foguete, eclipse total do sol,

e a aurora, que o Filipão aqui é craque em V. Então esses três fenômenos são fenômenos que nem a melhor câmera do mundo, nem a melhor imagem do mundo, retrata para você o que é o resto. Porque...

Por exemplo, um eclipse da Lua. Se eu te der uma foto do eclipse, você assistiu um eclipse total da Lua, é a mesma coisa. Porque não tem mudança no ambiente, não tem nada disso. Agora, lançamento de foguete, eclipse do Sol, Aurora, existem mudanças no ambiente que nenhuma imagem consegue reproduzir. Isso é que é muito interessante, cara.

Então, estar ao vivo nesses fenômenos ou nesses eventos, é igual a moça. A gente já foi em campo de futebol assistir jogo, né? É a mesma coisa. Assistir um jogo de futebol ao vivo no estádio é uma experiência totalmente diferente. Você está na sua casa e na televisão, entendeu? Só sabe disso quem está lá. Por causa do ambiente todo. As pessoas ali, todo mundo cantando. Aquela energia ali, né? A mesma coisa.

estava atrás da gente um monte de brasileiro, que já é muito legal, um monte de americano, igual disse o Felipe, na hora que foi lançar, eles gritando o patriotismo dos caras USA, USA, e aí a gente berrando. A gente parecendo um... Mas eles estavam gritando o nome do país, cara. Isso é uma coisa muito louca, sabe? Coisa que você não imagina, porque quando você vê no YouTube, quando você vê na transmissão da NASA e tal...

Cara, não está vendo nada disso. Está vendo foguete ali, vai embora e tal. Então, é todo esse... O ambiente mesmo, cara. O ambiente de contamina. Isso é que é muito legal. E o ambiente familiar.

eram vários carros gigantes assim, a galera pegando tenda pai, mãe, filho, filha vem os avós, aí jogando dominó, aí jogando baralho eu vi porque eu fiquei com vocês que estavam sentados eu fiquei fazendo a live, andando, vendo as pessoas aí a galera jogando aqueles mini golfezinhos fazendo churrasco e sempre assim, família, sabe? vem todo mundo, cachorro, tudo tinha uma mulher lá na nossa frente com um cachorro ali, cachorro quase caindo no mar ali no barranco e aí

Então, assim, essa coisa do ambiente, Júnior, ela é muito interessante. E aí, tem que perguntar para os dois aqui. Eu já vi alguns lançamentos, já vi do Starship e tal, mas os dois aqui, foi a primeira vez que eles viram um lançamento de foguete na vida deles.

Então, aí, ó, bem seu testemunho aí. Cara, assim, hoje a gente foi na NASA, lá no Kennedy Space Center, e já é diferente a parada, cara, de você chegar perto de um foguete. Tipo assim, você viu a foto do foguete, mesmo que seja um vídeo ali perto, não é uma coisa, cara, você olha assim, você começa a ficar tonto de olhar pra cima, de tão alto que é o negócio, é bizarro.

E aí, cara, na hora que você tá assistindo o lançamento, de novo, a tela não consegue transmitir a sensação que é. Primeiro, coisa que eu me surpreendi muito, quando você tá assistindo o lançamento ali na tela, parece que o foguete ele vai de uma vez assim, cara, vum, ele sobe e acabou. Não é. Quando a gente tá assistindo, ele vai devagarzinho, parece que ele nem vai conseguir subir. E...

Isso que é no SLS é um de combustível sólido, né? Que ele tende a ser muito mais rápido nessa subida. E mesmo assim, é muito diferente. E aí, claro, né? O que a gente falou da vibração, do barulho, do calor, das pessoas de volta. Isso tudo é muito diferente de assistir uma live, né? E você, Filipão? Fala aí. Para mim, é meio clichê, mas eu juro que é verdade.

até falei que foi a segunda coisa mais foda que eu presenciei, a primeira foi o nascimento da minha filha, mas a segunda mais foda foi o lançamento do foguete, mas não é só pelo lançamento.

Eu não tenho filho, então pra mim foi pra estar imprimido. É isso aí mesmo, é isso aí mesmo, cara. Mas não é pelo lançamento do foguete, cara. É pela resenha. Porra, é pela resenha, cara. É o foguete da NASA ali, indo pra lua, mas porra, com o Henrique aqui, com o Serjão, com o Marcelão, com o Jorge ali em cima, com a galera aqui de porra, vambora, compra uma pizza, volta, carrega o carro, ele... Compra a mosquinha da NASA, compra a mosquinha do Serjão.

Aí vamos lá no restaurante, sabe, cara, são os amigos, as pessoas com quem você está junto, importa muito mais do que o evento. Isso importa muito, né?

importa pra caramba. Isso aí faz toda a diferença, né? Uma coisa que quando você tá assistindo só assim, não tem. E é isso, né? A mesma coisa. Então, é o que eu falei, né? Quando a gente vai em estádio de futebol, é a mesma sensação, né? Às vezes o jogo ali depois você assiste, obviamente, mas tem toda uma outra parte que o pessoal não experimenta, né? Então fica a dica aqui, ó.

Se você tiver oportunidade um dia, assista. Um lançamento de foguete, um eclipse total de sol.

E uma hora, galera. E eu acho que sentir um terremoto deve ser um negócio legal também. Ah, é? Eu vou sentir um terremoto legal também. Vamos perguntar... Um vulcãozinho também. Um vulcãozinho. Um vulcão de leve deve ser também maneiro. Mas esses três aí, é certeza, cara. Furacão, tornado. Dá uma de storm chaser, né? A gente tá no meio do tornado lá. Os americanos vão falar, pô, vocês estão de sacanagem já.

Por que você acha, cara, que existe os tornado chasers aqui nos Estados Unidos? Os caçadores de tornado? Não é, cara, não é porque é um negócio tamar, maluco. Tem os rocket chasers também. Tem os fogueteiros. A gente chama de fogueteiro. Aqui nos Estados Unidos tem os fogueteiros. Tem a galera que atravessa os Estados Unidos inteiro pra gerar lançamento de foguete, entendeu? Isso aí é normal. Tem os... Não, eu conversei com o cara lá, que ele falou que veio do Texas.

Então, tem os eclipse chasers, a galera que caça eclipse pelo planeta. Então, assim, você pensa, pô, o cara tá fazendo isso, é porque tem alguma coisa a mais nisso aí. Não é um negócio que é só aquele fenômeno pelo fenômeno, ou o evento pelo evento, entendeu? E tem mesmo, cara, e tem mesmo, entendeu? É muito interessante isso. Deixa, ô, Serjão, deixa eu fazer uma pergunta pra vocês rapidinho. Uma pergunta técnica, qual a altura do foguete? 98 metros. 98 metros é o que?

O pessoal entender é o seguinte, hoje existem três grandes foguetes no mundo, tá? O Starship é o maior deles, 122, 123, ali, metros de altura, e dois foguetes que têm 98 metros de altura. Um é esse que lançou agora, que é a Damaso, o SLS, e o outro é um foguete chamado New Blend.

que é de outra empresa, de outro bilionário, que é a Blue Origin. Então esses são os três maiores foguetes do mundo, que perdem em altura ou em tamanho para o Saturno 5, que levou o ser humano para a Lua lá na década de 60, 70. A gente viu hoje um original. Um original, que tinha ali na casa dos 110 metros de altura. Porém, na potência, o Starship ganha, né? Na potência, o Starship ganha. O Starship é o seguinte...

Até agora, ele voou com a potência de 7.590 toneladas de empuxo, porque ele tinha o Raptor 2 como motor, os 33 Raptor 2. Agora...

provavelmente no final do mês, vai lançar a versão nova com o Raptor 3. E aí ele vai para 9 mil e cacetada toneladas de empuxo. É muita coisa. O SLS e o New Glenn, eu vou ter que dar uma colinha aqui porque eu não lembro, em tonelada força, eu lembro que o SLS é 8.8 milhões de libras de força. Aí tem que fazer a conversão aqui.

é isso, então são os três maiores foguetes do mundo na atualidade mas o que é realmente foguete e o que é combustível tudo é combustível cara na média 90% do foguete a gente precisa de vamos colocar 100 metros certo, pra arredondar 90% é combustível e 10% é só foguete

10% não é o foguete, né? 10% é a parte útil dele, que é, no caso desse, que é onde vão os astronautas. E nesses 10% a gente está falando de comprimento, de massa. Tipo assim, e esses 10% também está incluso o peso dos tanques do combustível. Exatamente. Então, na verdade, esse é o grande problema. Porque o pessoal fala assim, por que é tão caro ir para a Lua?

Para ir para a Lua, como a Lua está muito longe, você precisa de um grande impulso, certo? De alguém te impulsionando com muita força. Força a gente traduz em combustível. Então, quanto mais combustível você colocar no foguete, para mais longe ele vai impulsionar a carga, que no caso são os três astronautas. E combustível é caro para caramba. É muito caro. Não é pouco, não. É muito.

E o combustível de foguete é tanto combustível que a gente não mede em litros nem nada, a gente mede em toneladas, tá? Eu consumo também em toneladas. Toneladas por segundo. Quanto que eu cuide. Então assim, cara, é algo, é um negócio absurdo, meu. É um negócio absurdo, tá? Tudo isso pra quê? Pra que a gente saia da gravidade da Terra.

E no caso dessa sonda aí, da Orion e tudo mais, a gente precisa sair da gravidade, a gente precisa chegar ali às 40 mil km por hora, que é a velocidade de escape da Terra. Senão a gente não consegue, senão a gente fica preso na órbita da Terra.

Quando pega 40 mil km por hora, a gente consegue se livrar da órbita da Terra e em direção à Lua. E para isso acontecer, precisa de muita força e muito combustível, o que deixa foguetes desse tamanho extremamente caros. E tem uma coisa que é o seguinte, é válido lembrar também, nesse caso, tamanho não é documento.

O Starship é maior, mas ele não consegue fazer isso que a Orion fez, que o SLS fez, de um lançamento ali, você meter direto uma trajetória de inserção lunar. O Starship vai precisar, quando ele for fazer isso, fazer reabastecimentos em órbita baixa da Terra. Ou seja, lança um foguete, que é a nave.

ele vai ficar em órbita da Terra. Aí lança outro, que é uma nave tanque, eles vão acoplar ali, fazer um papai e mamãe, e vão transferir combustível. E aí, essa nave vai pra Lua. O SLS, ele consegue ir direto. Em contrapartida, o Starship, ele vai ser muito bom pra carga em órbita baixa da Terra, que ele vai conseguir levar suas 150 a 250 toneladas de carga por lançamento pra órbita baixa da Terra.

O SLS... É que tem uma parada que eu não quero entrar muito, porque é muito técnico, mas que é o delta V, que aí o Heim, que é mais da física, sabe explicar os cálculos, mas em resumo é o seguinte, a energia que um foguete tem na hora de você colocar ali a carga em órbita, um foguete que tem um delta V maior consegue levar direto para a Lua do que um que tem um delta V menor. Vou simplificar, tentar simplificar.

O Starship, ele separa o primeiro do segundo estágio a uns 70 km, mais ou menos, de altitude. Certo. O SLS, ele vai separar já com mais de cento e tantos quilômetros. Ele já está no espaço. Ele tem um rendimento, vamos colocar assim, entre aspas, muito maior. Vamos para o seguinte. O Jaime, aproveitando que o pessoal estava falando que você cobriu muito dos bastidores, né?

E aí, você que conhece muito da galera aí, como é que vai ser agora pro pessoal que não acredita que dá pra sair da terra, que tem um domo, que não tem como chegar na lua? São seus amigos da terra, Júlio. São seus amigos, Sérgio. Cara, assim, a galera vai continuar não acreditando. Não adianta, velho. Não adianta. Ó, o pessoal tá perguntando aqui, ó, cadê a cápsula? Cadê a cápsula, Sérgio?

Como assim, cara? A cápsula tem imagem... A NASA está fazendo uma transmissão 24x7, entendeu? Ela já mostrou imagens de dentro da cápsula com os astronautas, eles jogando um iPhone de um lado para o outro. Legal pra caramba. Mostrou imagens de fora, mostrou imagens da Terra de longe, entendeu? Aí o pessoal fala assim, de vez em quando aparece uma tela azul.

Aí, ó, é o tal do croma aqui da NASA, não sei o quê. Não tem nada disso, cara. E o pior é o contraste. A gente hoje lá no Kennedy Space Center, vendo as criancinhas das escolas ali, estudando, aprendendo. Mano, o contraste é insano. Aí no Brasil, a galera falando isso, é 33% da população brasileira. Eu não acredito que teve uma pesquisa agora. O G1 tinha me convidado até pra eu falar sobre isso, mas eu tava aqui e não conseguia, entendeu?

33% da população brasileira não acredita que o ser humano pisou na Lua. Caraca, mas é muito, hein? Eu tô vendo muitos aqui no chat, inclusive. Aí a gente foi hoje no Kennedy Space Center, hoje, nós fomos aqui no Kennedy Space Center, cara, lotado, lotado, lotado, mas lotado a ponto da gente pegar engarrafamento pra chegar.

estacionamos no finalzinho do estacionamento do Canin Space Center. Eu fiz até um cardio. Fizemos cardio pra caramba, andamos pra caramba. E lá dentro, cara, lotado. E lotado do quê? Família, pra caramba. Criança e um monte de escola, um monte de coisa e tal. Então, cara, assim, não tem como, cara. O Brasil vai continuar aprisionado nesse programa, na ignorância, cara.

porque é um problema cultural nosso, isso é um problema cultural do Brasil. Você vê a criança aqui, ela desde pequenininha vendo, tem lá os foguetes, estão todos ali, tem um jardim chamado Rocket Garden, tem o primeiro foguete que voou, tem a história.

A galera aqui que está falando, eles não querem saber de história, mas tem a história do foguete. O velho Evambral, o cara trouxe, ele veio na operação Paperclip da Alemanha para os Estados Unidos, ele trouxe o projeto do V2, ele voou o V2, ele voou versões modificadas do V2, que é o Júpiter, o Júpiter C, o Juno. Ninguém fala disso, porque ninguém vai atrás, cara.

mas aqui você vê a história, então é muito legal isso. E assim, agora quem, a pessoa quer acreditar que nunca pisou, vai continuar acreditando, cara. Não tem.

Não é eu, não é o Raim, não é o Henrique, não é a NASA, não é ninguém, cara. Entendeu? Se a gente trouxer o cara aqui pra ele ver o lançamento ao vivo, ele sentia a vibração, o calor, isso aqui também é esquisito. Os astronautas não estão no Big Brother. Exatamente. Eles não estão no Big Brother, eles têm direito à privacidade também. Tem vários momentos que eles não querem ficar ao vivo. Às vezes nem pode por questão de segurança nacional, né? Porque tem muita coisa que eles estão fazendo lá dentro.

E eles têm esse direito. Eles vão ligar pra família, ligar pros filhos e tal, não sei o quê. Ou então vai lá dar uma barrigada, limpar cocô que tá indo. Aí vocês querem que tudo esteja ao vivo 24 horas. Não, mas o Jaime, pode ser só o CGI e o Chroma Key da NASA, cara. Pode ser. E os atores, né? Os atores. Eu quero saber quando é que a gente vai ver as imagens, Sarjão?

A imagem assim, ó, pá, da transmissão com o... Aqui, ó. É que eu entrei aqui agora e, por incrível que pareça, tá na tela azul. Aí o pessoal vai... Ah, isso aqui é uma tela azul. Comunicação não é 24 horas, a quantidade de satélites disponíveis, que são aqueles TD...

TLDR, eles não tem cobertura 100%. Não é igual a Starship que usa Starlink, que tem tipo 10 mil satélites em órbita, que eles conseguem se comunicar. Não, mas mesmo assim a da Starlink é da altitude da Starlink pra baixo. Eles estão indo na direção da Lua, então não daria nem pra usar a Starlink. Não é algo tão simples, galera. Isso é engenharia de telecomunicações.

eles estão montando constelações para colocar satélites em volta da Lua, justamente para melhorar essa comunicação quando começar a questão das bases, etc. Raim, fala um pouquinho para a galera do momento do apagão, quando eles passarem por trás da Lua. Exato, esse é um ótimo exemplo. A linha divisada com a Terra, a Lua está sempre a mesma face virada para a Terra, que é o travamento.

por maré que a gente chama, a gente está sempre olhando do mesmo lado da Lua. No momento em que a nave passar por trás, ela vai estar bloqueada na linha de via. A onda eletromagnética que chega ali carregando a informação para fazer a comunicação, ela bate na Lua e fica ali, ela não vai...

perfurar a lua e atravessar até chegar aqui. Porque a lua é um objeto sólido, não é um holograma, não é uma pintura, não é nada disso. Exatamente. Você tem um blackout ali de um certo período, acho que eles vão ficar cerca de 10 horas, se eu não me engano. Vão ficar um período ali que é sem comunicação. E aí, como é que você vai saber que deu certo? Quando voltar o sinal. Porque é sem comunicação e sem telemetria também. A única coisa que você pode fazer é prever e aí

o futuro, usando a matemática, prever onde é que eles vão aparecer. A gente vai ver imagens nítidas da Lua e fazendo toda a trajetória. Segunda-feira. Eu mandei para a Jéssica o link da NASA. Pede para ela abrir para você.

tá E aí coloca aí para colocar agora vai tá vai tá azul pessoal legal azul a não sei o que gado me tirou

Ó, manda o que eu passei pra Jéssica também, que é a nossa filmagem da colagem. Não, nas lives lá de bastidores, eu fazendo com o celular, era direto. Esse foguete é CGI. Eu às vezes acho que é sacanagem. É possível, velho. Eu mandei pra Gabi. Esse foguete é CGI. Aí eu falo, porra, galera, vocês estão de sacanagem. Eu tô filmando na minha frente o bagulho. Aí eu aparecendo e falo, ó, eu tô aqui. Eu não sou CGI, eu tô aqui. Olha o foguete aqui na ponta do meu dedo. É, pega o celular, colocava na frente do binóculo. E aí, galera, tchau.

Eu estou muito curioso para saber qual vai ser o argumento da vez.

A da tela azul já está listada, com certeza. Eles vão falar que a tela azul é o chroma key da NASA e nada disso existe, nada disso. A explicação deles é que o foguete é lançado, que acontece tudo isso, mas na verdade eles caem lá e pegam as bermudas. Pega um barquinho e vai lá, vai procurar o foguete lá. Mas se você abrir o vídeo que eu mandei, eu mandei pra Gabi e ela passar pra Jéssica. Aí essa é a cobertura 24x7.

E aí, se ela for ali mais ou menos em 2 horas e 40 minutos, aí vem imagens da cápsula, da Terra e tudo mais. A ideia é que agora eles estão num pedaço da trajetória, como a gente falou, que é a viagem. Realmente é a viagem entre a Terra e a Lua.

E segunda-feira devemos ter eles chegando na Lua para poder fazer, mostrar para a gente eles vão passar mais ou menos 6 mil quilômetros acima da superfície da Lua. Nós vamos ter imagens muito legais porque eles vão passar em cima de lugares que nós nunca passamos antes. Manda o link para mim aí o Sergião, que a Gabi está off. Parece que ela não viu ainda a mensagem. Manda para mim aí. Deixa eu mandar aqui.

Deixa eu me andei aí. Abre aí. 2 horas e 40, né? É, põe nas 2 horas e 40, porque vai ter vários momentos aí em que aparece imagem tanto da Terra como da Lua, como da... Entendeu? Eles fotografaram. Não, não, mas da Terra, da cápsula e tal. Daqui a pouco começa a aparecer da Lua também. E vai ter momentos, vai ter essa tela azul aí que não é nada, galera. Não é chroma key, não é o tecido pano da NASA. Não é o Stanley Kruber, que ele já morreu.

É verdade, ó. Só vou falar... Vamos ressuscitar até o Estelar em Kubrick. Agora tá na tela azul. Agora tem o Nolan, né, cara? Agora tem o Nolan, que faz um filme de espaço maneiro. Nolan é foda. Olha, agora é ao vivo, tá sim. Aí, ó. Olha lá, acroma aqui da NASA. Gado, gado.

Vem aqui, pega pelo final ali. 2 horas e 40. Isso, volta. Pode soltar ali, já viu. Pode soltar em qualquer lugar. Isso aí era a imagem que estava passando na hora. Entendeu? Então, mostra aí a imagem.

12 mil pessoas assistindo ao vivo lá na NASA agora. Esse sinal aí, Júnior, que vem dessa imagem aí, eles chegam na Terra pela DSN, Deep Space Network, que são antenas espalhadas ao redor da Terra.

E tem um site da DSN que a galera pode entrar e o pessoal pode ficar monitorando. Tem gente que faz isso, cara, por brincadeira, por hobby. Fica ali verificando quais são as frequências que você está recebendo do espaço e ali já está codificado qual é a sonda, se é a Void, se é, por exemplo, essa da Artemis 2, se é o Perseverance, o robozinho, tudo por ondas RF que vão chegando ali nessas antenas.

Então quando tá a tela azul assim, você pode entrar lá no DCI, você vai ver que o sinal tá cortado, você não tá recebendo o sinal. Então é algum ponto cego que não tá recebendo. Não sei não se essa imagem me convenceu, hein, véi. Ô, Raimi, não sei não, hein. Bota de novo ali, calma aí. Vai passando, tem vários momentos, tem momentos que tipo assim... Dá um play aí, calma aí, dá um play aí. Fica meio ruim enxergar. Ah, assim tá rolando? Porra. O pessoal tá falando que isso aqui é o CGI, véi.

Nossa, mas CGI mal feito, hein? Então, o cara ia fazer um CGI, ia fazer um borrão desse. Não, né? Aí pega ali, anda mais um pouquinho pra frente ali, ou pra trás, que vai aparecer. Ah, agora melhorou, porra, agora melhorou, hein? Então, por quê? Por que melhorou? Porque naquele momento ali o sol, não tem como tirar o sol, né? Então, tá filmando o sol. Quando o sol sai, você começa a ver o painel solar da cápsula, a Orion e tudo. Isso aí é câmera que tá do lado de fora.

Tem câmera dentro também. Se você procurar, tem momentos que mostram os astronautas lá dentro, fazendo as operações e tudo mais. Então, assim, não tem. Agora, a galera acreditar, infelizmente, a gente não pode abrir a cabeça de ninguém e enfiar isso lá dentro. Tem que deixar a pessoa acreditar no que ela quer. E, como eu falei aqui, saiu uma pesquisa que mostra que 33% da população brasileira é triste isso.

Isso retrata muito o que é o Brasil, né? Infelizmente, retrata o que é o nosso país. 33% da população brasileira não acredita que o ser humano pisou na Lua. Então é isso. É isso.

metade tá aqui no chat faz uma enquete aí no chat eu quero ver eu acho que mais é metade eu tô vendo muito mais comentários falando que não foi do que foi não, aí agora vai vir a pergunta de um milhão de dólares o pessoal tá aqui, mano e aí, será que agora a gente vai ter a prova cabal sobre a terra plana? segue globo ou segue plana? essa é a pergunta é

Já mostrou aí que se você voltar, tem várias imagens que eles já fizeram da Terra mostrando ela redondinha. Então tem discussão também. Isso aí não tem discussão. Então assim, é que uma... Aí o pessoal fala assim, eles vão passar em cima de onde a Apolo pousou? Para quê, cara? Eles não têm dúvida disso, entendeu? Essa missão toda não está sendo feita para provar nem desprovar nada. Essa missão tem uma coisa muito mais.

muito mais importante por trás dela do que ficar provando que o ser humano pisou na luz, porque isso aí é uma questão resolvida. Nós pisamos não foi uma vez só não, foram várias, entendeu? Dois astronautas. Dois astronautas, seis vezes, entendeu? Então...

Isso conecta com uma pergunta que eu notei que várias pessoas no chat fizeram aqui. Ah, eles foram só para dar uma volta. Mas, galera, no programa Apollo também atropelhou isso. Mais de uma vez, inclusive. Mais de uma vez. Isso faz parte dos testes. Essa é a trajetória mais simples. Para você testar os sistemas e aí quando você voltar, você tem esses dados, avaliar, corrigir o tempo, corrigir, atualizar a software.

verificar talvez novos requisitos do que tem que fazer de rádio ali pra deixar tudo bonitinho, que aí sim você vai e pousa. Faz parte do processo, entendeu? Você tem essas... Escreve a Apolo 8, que deu uma volta. Aí você imagina na época da Apolo 8 um monte de gente lá falando, nossa, só deu uma volta e não pousou. Não, tem a Apolo 10, cara. Os caras chegaram a 30 quilômetros da Lua. Era só o cara fazer assim, ó, pum, que ele pousava. E ele não. Continuou.

fazendo o que a missão indicava fazer. É que a galera acha que também tem essa, né? A galera acha que pousar na Lua é simples, né? Que é igual, sei lá, você dirigir um helicóptero. Não é, galera. E o pessoal acha também que o cara acordou um dia do nada e falou assim, vamos pra Lua? Vamos! Pô, pô, pô! Não é. Foram anos e anos, foram testes. Gente, morreu.

a gente morreu nessa parada. A gente visitou o memorial lá hoje. A gente visitou o memorial dos astronautas, e é muito legal porque você vê, aí você fala assim, né, pô, no Brasil morreu gente também, mas o Brasil teve a opção de não prosseguir.

E hoje aqui, a gente estava no memorial dos astronautas, e quando acontece um acidente terrível com a Apolo 1, que morre, que carboniza três astronautas dentro da cápsula, tem o discurso do Kennedy depois disso, que é muito interessante. Ele fala assim, isso é triste.

Isso é terrível, mas nós não vamos descansar enquanto a gente não cumprir nosso objetivo. E em memória desses caras que morreram, nós vamos continuar e vamos cumprir. Exato. Então, olha a diferença da visão da parada. Entendeu? Essa é a diferença. Você quer um exemplo bom disso? Hoje, graças a essa decisão de continuar, todo mundo sabe os feitos e quem são os três que morreram.

Eu duvido qualquer um aí do chat falar o nome dos 21, ou de 5 pessoas que morreram no acidente de Alcântara, de cabeça. Não sabe, cara, não sei que seja parente das pessoas, mas a decisão do Brasil de não continuar foi um desrespeito enorme com as vítimas e com as famílias das vítimas que morreram no acidente de 2003.

O problema é que isso impede o Brasil de muita coisa. A gente nunca vai ter um grande cientista, a gente nunca vai ter uma grande agência aeroespacial, a gente nunca vai ter... Nunca vai ter um desenvolvimento tecnológico, não vai ter. Exatamente. É aquilo que eu falo, cara. Quando você tem Natal na sua casa com criança, você põe a criança na mesinha ali do lado e dá um macarrão para ela, para ela não te encher o saco.

O Brasil nunca vai sentar na mesa dos adultos, cara. Nunca vai sentar na mesa dos adultos, entendeu? Porque 33% da nossa população acredita que o ser humano não pisou na lua. Isso é triste demais, cara. Para o país como um todo. Vamos ver se agora muda, depois de... Nós vamos continuar sentando na mesinha de criança ali, ó. Dá o prato de macarrão ali pro Brasil, ó. Que ele fica feliz com aquilo, que ele fica quieto. Dá uma Copa do Mundo aí. Entendeu?

Muita gente aqui no chat Fala assim Ah, o Wener Van Brawl era nazista Claro que ele era nazista Não só ele era nazista Como ele era um dos caras mais importantes Do regime nazista E todo o desenvolvimento do V2 Que é o foguetão lá Alemão Foi sim feito com escravo Com pessoas que ele escravizava mesmo Pra quem não sabe da história Você tem que ir lá e ler a história um pouco Quando acaba a segunda guerra Eu tenho que ir lá e ler a história Eu tenho que ir lá e ler a história Eu tenho que ir lá e ler a história Eu tenho que ir lá e ler a história Eu tenho que ir lá e ler a história Eu tenho que ir lá e ler a história Eu tenho que ir lá e ler a história Eu tenho que ir lá e ler a história Eu tenho que ir lá e ler a história Eu tenho que ir lá e ler a história

os Estados Unidos faz a operação paperclip, vai na Alemanha, pega, chega pro cara e fala assim, meu amigo, você tem duas opções, ou você vai morrer, ou você vem com a gente, o que você prefere? O cara, eu vou com vocês. Leva os principais cientistas pros Estados Unidos, a União Soviética fez uma operação também, que eu sempre esqueço o nome dela, é um nome complicado, e chegou lá nos alemães e falou a mesma coisa, você tem duas opções, morrer ou vir com a gente. Entendeu?

E essas operações foram feitas. E esses caras, eles eram muito desenvolvidos. Lá no debate do 30 contra 1, eu falei, cara, você gosta ou não gosta, odeio, eu odeio guerra, acho que é um negócio terrível e tal, mas não tem como, cara. Aí você vai falar, ah, mas olha lá, olha lá. Sim, cara, os caras desenvolveram armamentos muito poderosos, desenvolveram foguete, cara.

eles desenvolveram foguete. Eu vou fazer o que com isso? Eu vou fazer essa história, cara. Não tem como mudar isso, entendeu? E foi trazido aqui para os Estados Unidos e aqui ele fez o que ele fez. E os caras alemães, nazistas, que foram invados para a União Soviética, também desenvolveram um programa espacial muito desenvolvido, que nós vamos fazer um programa com o Nicoléres para contar um pouco desse programa.

Então assim, não tem essa, cara. Ah, o cara era... Sim, cara, o cara era. Vai fazer o quê agora? Você quer mudar a história? Não tem como mudar, meu amigo. Tá? Sinto muito. Tem gente que tenta. Duas coisas que eu vi aqui no chat, era a primeira pessoa falando que aquele papel alumínio que fica rolando nas ondas, cara, aquilo ali é uma manta térmica. Exatamente. Não é papel alumínio. Então vamos lá. Você critica o papel alumínio?

Torça para você nunca sofrer um acidente na sua vida. Porque hoje, até no Brasil, se você sofrer um acidente de moto, cair de moto, ralar o joelho, a primeira coisa que o SAMU chega e faz é te enrolar no papel alumínio daquele. Por quê? Para te isolar termicamente. Exato.

Aquilo ali é um isolante térmico muito bom. Aí você vai chegar pro cara de Samuí e vai falar o quê? Não, não me enrola com esse papel alumínio, não. Você tá ferrado, cara. Uma segunda coisa interessante também é a seguinte. Antes era fácil em 1969, agora é muito difícil. Cara, pensa bem. Pensa bem. A NASA é fundada pelo Dwight Eisenhower em 1958.

O programa Apolo começa na década de 60. Um discurso do Kennedy, digamos assim, oficialmente. O Apolo 11, que pousa na Lua, é 69. Então foram nove anos depois. A Artemis é dezembro de 2017. Estamos em 2026. Está no prazo. Não tem nada mais difícil ou mais fácil. Só que lembra que o orçamento nosso é infinitamente menor do que era na Erato, mas está no mesmo tempo.

O que tem de tão estranho nisso? Naquela época levou 10 anos mais ou menos o projeto. E agora está levando 10 anos. E são objetivos diferentes também. Naquela época o objetivo era simplesmente chegar lá, pousar e ganhar. Era o gol da final da Copa. E não precisava ter segurança, né? E zero segurança. Os astronautas eram caras fora de série. Eles eram de um outro nível. Um nível de competição entre eles, cara. Era um negócio que você não consegue medir.

O Alan Shepard foi o primeiro americano a fazer um voo suborbital aí pro espaço. Cara, ele tinha uma rixa com os outros astronautas assim, terrível, cara. Terrível, entendeu? É o espírito competitivo desses caras aí. Era muito grande. Esses caras eram uma outra... Eu brinco, cara. Que os caras daquela década lá, daquela época, eles eram uma outra raça de ser humano. Não é essa que é a nossa, não. Era uma outra, tá?

porque eles não estavam nem aí, a chance desses caras morrerem era de quase 100%, eles não estavam nem aí para isso. O Buzz Aldrin, eu já vi palestra dele, ele falando, cara, o documento para eu acionar era 95% de chance de eu morrer.

e ele assinava, entendeu? E ele falou que se fosse hoje, ele assinaria de novo. Então, assim, é uma outra cabeça, é uma outra coisa. Hoje não é isso. Hoje o objetivo não é esse. Hoje o objetivo é de uma exploração contínua, é da presença contínua do ser humano, é de explorar a Lua comercialmente, não é mais essa coisa de chegar, ganhar e voltar, entendeu? É ficar lá. A Lua é muito importante para a economia brasileira, para a economia mundial.

para a geopolítica mundial, ela é muito importante hoje. Então é uma outra coisa, um outro momento, tá? Isso o pessoal tem que entender também. Olha, outra coisa interessante, que não tinha tecnologia na época. Ah, não! Porque não existia tecnologia suficiente que os computadores eram de 4K. Mano, hoje, cara, isso é muito triste, velho. Não querendo desprezer, as criancinhas, velho, de, sei lá, 12 anos de idade.

fazendo exercícios em assembly no computador ali, cara, de treinamento, que era o computador da Apollo, de 4K. E tá ali, os botõezinhos, aqui tem os registradores pra alocar memória, pra você colocar essas configurações. As criancinhas de 12 anos, programando em assembly ali, claro, de maneira mais facilitada, né, que é de forma pedagógica, aprendendo a tecnologia de 69, cara.

As pessoas que falam isso, que não existia tecnologia, não conhecem tecnologia, não sabem o que é tecnologia. Eu falo hoje, cara, nas minhas palestras, eu dou uma palestra sobre inteligência artificial e eu mostro a história, né? O termo inteligência artificial, que você aí está usando o chat GPT para comentar aqui, foi criado em 1956, meu amigo. São 13 anos antes do ser humano ir para a Lua. Só isso, mais nada. Em 1965...

Quatro anos antes do ser humano ir para a Lua, existia um computador que você conversava com ele, era o Elisa. Então, a pessoa que comenta isso, ela não tem a menor ideia do desenvolvimento tecnológico que a humanidade passou nas últimas décadas.

inclusive, a gente gravou hoje lá no... dentro da NASA, no Mercury Redstone, eles deixaram uma capa de acrílico no foguete, que a gente consegue ver todo o componente eletrônico lá, que era um relezão gigantesco. Eu vou mandar aí pra você, Junior, você tenta colocar aí, ficou legal pra caramba isso. Tudo de bola. As obras, tudo manual. Tudo manual. Até tinha mais tarde, transistores sendo utilizados.

Mas boa parte você tinha em válvulas ainda, cara. É tudo analógico, né, Manoel? O que mais me impressiona é eu ver criancinhas de 12 anos, sabe, estudando aquilo ali, e aí no Brasil um monte de marmanjo velho querendo achar que sabe mais. E celebrando a ignorância, em vez de abrir um ano e estudar. O pessoal da produção está só pedindo para vocês juntarem mais aí, porque começou a cortar. Está cortando muito o Jaime e o Sérgio, que estão nas pontas. O áudio está bom e tudo mais?

Então, mais. Isso, pra poder ficar melhor. Aí, ó, cinturão de Van Rale, mais uma coisa pra gente desmistificar. Você lembra do debate que eu fiz no teu canal? Que a gente, eu tinha preparado uma série de argumentos pra debater com o cara. A gente ficou duas horas e meia só falando do cinturão de Van Rale porque ele não conseguia entender o conceito de um toroide.

Não, não é nem isso, é muito mais simples, cara. Assim, porque ali a gente estava indo mais tecnicamente para discutir. Mas é muito simples. Para quem assistiu agora, é mais fácil até de eu explicar isso, Sérgio, também. E você também, mas é simples. Para quem assistiu aí a série nova lá, que apareceu na Netflix brasileira lá do Sérgio.

explica depois o que é esse negócio eu nunca tinha ouvido falar desse Césio acidente, você depende uma exposição à radiação uma exposição à radiação depende de duas variáveis, são duas quantidades a carga e o tempo de exposição quanto tempo você fica exposto então você tem ali o cinturão de Van Halen, qual é a carga primeira pergunta que você faz para essas pessoas que ficam negando ainda do homem qual era a carga que o astronauta experienciou e quanto tempo ficou e como você diz a carga que você faz para essas pessoas que você faz para essas pessoas como você diz como você diz como você diz a carga que você faz e como você diz como você diz como você diz como você diz como você diz como você diz como você diz como você diz como você diz como você diz

Porque quando você calcula e vê direitinho, quando você lê o livro de história, quando você lê a história como ela aconteceu, os caras passam ali em uma hora e acabou, mano. Só que a galera colocou na cabeça, na internet, começou esse... essa essa desinformação, cara, de como se fosse uma... como se fosse um Chernobyl, sabe? Que você tá ali de frente pro negócio ali e você olha e...

olha para cima e, nossa, minha cara está queimada, e você começa a ter bolhas e aí morre e se desintegra. Essa é a visão que as pessoas parecem que tem, é essa galera negacionista do que é o Sintrón de Van Halen. E não é. Não é. Você está no espaço, o formato, que é toroidal, que é como se fosse uma rostinha, é uma parte dele, a outra parte é mais torcida, depende de como está o campo magnético.

interplanetário em relação ao Sol, se tem flare, se não tem, se ele está esticado, torcido, tem a anomalia do campo magnético da Terra que influencia, inclusive a gente tem isso no Sul, na nossa parte aqui do Brasil, o INPE lá, o Instituto Nacional de Pesquisa Espacial, os caras tem uma sala gigantesca, parecido com as salas danadas, 15 mil telas que ficam monitorando essas coisas. Então, cara, assim, a gente até tem essas coisas no Brasil para ver, só que ninguém vai lá pesquisar, ninguém vai lá ver essas coisas.

O pessoal gosta de catarrete aí, falando merda. E muita, né? Bom, explica o caso dessa série da Netflix, do caso Sérgio. Eu lembro disso perfeitamente, né? Ela conta um dos casos mais terríveis que aconteceu com o Brasil, em 1987, né? Os catadores lá de lixo, de... não de lixo, né? Mas eram os catadores de entulho, né?

Em Goiânia, entraram num prédio que era do Instituto Goiano de Radioterapia, viram um negócio gigantesco de chumbo, falaram, opa, ganhamos na loteria, vamos ficar milionários com isso aqui, que é muito chumbo, a gente vai vender isso, vai ficar muito dinheiro, vamos vender um ferro velho. Só que o negócio de chumbo era muito pesado, entendeu? E os caras falaram o seguinte, vamos abrir ele, entendeu? Desmontar e levar em partes.

Desmontar para levar em partes, que a gente vai conseguir. E aí começaram a martelar. E aí começou, cara.

Aquele equipamento que eles estavam mexendo era um equipamento de radioterapia.

que é o quê? Quando a pessoa tem câncer, você faz o tratamento de quimioterapia e de radioterapia. O que a radioterapia faz? Ela joga radiação para matar a célula cancerígena, beleza? É isso. No caso daquele equipamento, o que gerava radiação era um pó do elemento químico césio-137, que é o isótopo radioativo do césio. E aí, quando eles começaram a quebrar aquilo, começou a vazar aquele elemento.

Que é altamente radioativo. Que é altamente radioativo. E é um modelo antigo do equipamento. Tem uns modelos mais modernos que não é em pó. É um negócio sólido. É uma pastilha. E aquele lá ainda era pó. E o pó era parecido com um açúcar. Um sal, assim. De dia. O problema é que quando ficava de noite, aquilo lá brilhava por conta da radiação.

Ele brilhava numa tonalidade meio azul, esverdeada, assim. E aquilo lá começou a chamar muita atenção daquele povo, sabe? Do pessoal lá de Boeira. Falei, caramba, que coisa mais linda e tal. E aí é que começou todo o problema, cara.

O cara do dono do ferro velho que comprou aquilo lá, levou aquele negócio pra casa, passou no pescoço da mulher, passou no... Ele começou a dar um pouquinho pra várias outras pessoas. As pessoas começaram a levar de ônibus, pra um canto de Goiânia, pra outro, pra não sei o que e tal. Aí colocava num altar na casa. Aí teve uma mulher que jogou fora no tanque. Gente, que tragédia.

Uma tragédia. A Lady, que é a menininha, que é a história mais triste que tem no Brasil, é da menininha, cara. Porque ela estava comendo, o pai colocou em cima da mesa, ela passou a mão e ela foi comer a comida com a mão cheia do C37, cara. Ela morreu e a morte dessa menina é terrível pelo seguinte. Quando ela foi ser enterrada,

Para o pessoal ter um contexto, né? O acidente de Chernobyl aconteceu um ano antes, 1986. Ao menos de um ano antes até. Então estava aquele negócio, né? Pô, Chernobyl vai matar o mundo inteiro, radiação, não sei o quê. Só que aí, pessoal, pânico. Aí é aquela parada. A informação completa não chega em todo mundo. Então muita gente, por não saber da história toda, sabia só um pedacinho, acreditava naquilo e entrava em pânico total.

Que o Jaime falou ali da galera que não acredita no ídolo do nome da Lua. Só sabe um cadinho da história.

exatamente e aí o que acontece essa menina quando ela foi ser enterrada eu lembro disso aí perfeitamente nem é da série, mas eu não tenho visto quando ela foi ser enterrada o pessoal começou a jogar coisa tipo cruz coisa nela, porque ela estava sendo enterrada como se fosse a criança que ia matar todo mundo entendeu?

Aí ela foi enterrada num caixão, a mãe não pôde ver, num caixão de chumbo, com concreto e tal, não sei o quê, e andando no cemitério em Goiânia, assim, a galera jogando as coisas, xingando a menininha, cara. A menininha não tinha culpa de nada, cara, absurdo. Isso é um dos maiores absurdos que tem. Tem um problema político na parada? Tem também. Sempre tem. Goiânia, pra quem não sabe, cedia o MotoGP. MotoGP.

E não é de agora, não. Desde aquela época. E sabe quando foi o acidente com o César? No período da MotoGP. O prefeito de Goiânia jogou a galera num estádio de futebol longe, isolado, lá no meio do nada. Por quê? Porque ele estava com medo dessa história espalhar rapidamente e ninguém ir para Goiânia para acompanhar a MotoGP. Olha que cara irresponsável pra caramba, cara. Entendeu? Então ele falava assim, ninguém fala como você diz.

que está tendo aqui um acidente radioativo, porque nós vamos perder a MotoGP, porque ninguém vai vir para a cidade e tal, e a cidade, obviamente, ela depende disso por causa do turismo, tal, não sei o que. Então, assim, uma série de coisas que estão acontecendo, obviamente, né, cara, aquelas pessoas que pegaram aquele equipamento, elas não tinham nem noção do que que era.

pessoas super humildes, né? Pessoas que não tinham estudo, não sabiam nem o que elas estavam mexendo, e elas como... E aí entra aí o negócio que pode discutir aqui no resto da vida também, será que isso tivesse acontecido num bairro de milionário em Goiânia, lá nos fazendeiros de Goiás, lá? Será que tinha acontecido do mesmo jeito?

Porque as pessoas foram isoladas, elas foram separadas da família. A menininha, a Leide, ela foi separada da mãe, cara. A mãe é triste pra caramba. Ela foi lá pro Hospital Naval do Rio de Janeiro, né? É, por quê? Porque o Hospital de Goiânia, os caras não sabiam nem o que fazer. Aí o Hospital Naval do Rio, ele tinha uma ala ali pra tratar essa galera. Depois trouxe até especialista da Rússia, o pessoal que tinha tratado o Chernobyl. Veio pro Brasil.

Trabalhou lá em Chernobyl, veio pro Brasil pra ajudar a tratar. Então, cara, assim, é um acidente terrível. É considerado o pior acidente radioativo dentro de uma zona urbana no mundo. Mas como que causou tanto desastre um equipamento que estava descartado?

Porque ele estava... O pó estava dentro dessa coisa de chumbo, cara. Ele não estava descartando, ele estava abandonado. O Césio 137 ele... Olha só, presta atenção. Existe luz e matéria. Está vendo aqui o copo? O copo é matéria. Aqui a luz do celular, eu coloco ela aqui no copo, ela passa ela passa o vidro do copo e atravessa.

Só que quando você está trabalhando com elementos químicos, tem alguns elementos químicos que são transparentes ou opacos para certos tipos de luz, digamos assim. E aí o Césio 137, especialmente, tem as partículas betas e em certas cadeias de decaimento que vai acontecendo, pode ter também a...

a radiação gama. Esses tipos de radioatividade acontecendo, elas passam, elas são transparentes, por exemplo, para vidro, madeira ou algo nesse sentido, mas ele atravessa a pele, mas às vezes a pele é transparente e ele entra e vai lá no DNA. Então interage com os elementos químicos que está lá constituindo o seu DNA e o que destrói. Ele destrói a célula, a pessoa, por dentro. A pessoa morre por dentro. É terrível.

Então aquele negócio que tá brilhando ali na tua mão, ele tá emitindo partículas que tá entrando no seu peito aqui assim, e entrando lá no teu DNA, cara. No caso do César, ele queima também, viu? Porque a galera começou a aparecer em muita queimadura, teve um cara que é muito triste a história também. É, a parte da radiação gama. É, o cara perde o braço, cara, porque o braço do cara, eu lembro da época, entendeu? Isso aí, o braço do cara ficou terrível por causa da radiação toda. E a radiação é isso, cara, um pouquinho dela.

só que exposto pra essa galera toda aí e aí é aquela coisa, é a quantidade e a exposição ninguém sobreviveu morreu pouca gente até, viu cara?

diretamente ali, morreram só, né? Claro que não tem gente pra caramba, mas morreram 16 pessoas, tá? É, que eram os pessoal da família mais próximo, porque assim, lembra que esse Césio, ele ficou exposto ali na mão das famílias, na casa das famílias, por uns 10 a 12 dias, antes de alguém perceber, né, o que tinha acontecido.

Então, é o que o Jaime falou, foram 10 dias da galera que morava na casa levando radiação o tempo todo. Aí pegava na mão, brincava, e quando você ingere é pior porque ele destrói de dentro pra fora e não de fora pra dentro. Tem uma coisa que a gente chama de meia vida, que é a quantidade de material que você tem ali.

o quanto que ela vai reduzir pela metade após um certo período de tempo. O desse Césio 137, se não me engano, a galera pode pesquisar no Google aí, é só colocar aí, Césio 137, meia vida, acho que é 30 anos. Pensa que se você colocar um pouquinho de areia em cima da tua mesa, da sala, durante 30 anos aquilo ali vai ficar matando todo mundo que passar perto.

O negócio foi esse, cara. Aí, por exemplo... Na verdade, mais que 30 anos. Vai diminuir a quantidade. Ele reduz... Tipo assim, você tem 100 gramas. Daqui 30 anos, você vai voltar, ele vai ter 50. Aí mais 30, você vai ter 25. Ele vai decaindo. Mas continua emitindo, entendeu? É.

as primeiras pessoas foram para o hospital em Goiânia e os caras de Goiânia nunca tinham visto isso na vida, falaram que a pessoa estava com intoxicação alimentar, mandaram a pessoa de volta para casa, porque os sintomas são muito parecidos, é diarreia, vômito, tonteira, essas coisas, sabe? Então, volta para casa, você está passando essa coisa, aí a pessoa, hum, é verdade, cara, acho que eu comi um negócio ontem, deve ter sido isso, e não era nada disso, cara.

E aí foi lindo. E a sorte, cara, é que quando o cidadão lá ia jogar esse negócio no rio, porque ele ia jogar o negócio no rio, ia causar um desastre, assim, que ia ser um negócio absurdo. O físico chegou antes e mandou o cara parar, porque ia ser jogado no rio o equipamento, entendeu?

E aí um dos físicos lá chegou na hora e falou, cara, não faz isso de jeito nenhum, você está com o negócio radioativo aí, aí começou todo o mapeamento e tal, um trabalho muito interessante do físico lá, que salvou, o cara é um herói mesmo, de boa parte da população de Goiânia. Caraca, terrível, hein?

Terrível. Essa é a série mais assistida da Netflix, né? Documentário em algumas partes. Vou até tirar um tempo pra assistir. Assiste, Júnior, que vale muito a pena. A série tá muito boa, ela conta muito bem a história, tá? A história, assim, do jeito que aconteceu. Ela mudou o nome ali das pessoas, obviamente, mas depois você procura também, que tem um livro muito legal dos físicos que participou.

do de toda a história de 737 e assim vale a pena conhecer né história e faz parte da história do Brasil esse negócio aí começou a espalhar de uma forma muito grande ele teve risco de chegar em São Paulo

que ia também atingir uma grande população. Caraca, ia sair de Goiânia e ia chegar em São Paulo? É, porque eu contei o seguinte, o dono do ferro velho, ele vendia essa tralha, ferro velho, tipo, pro Brasil inteiro. Puta merda. Aí tinha um caminhão que tava indo pra São Paulo. Olha a chance, cara, desse negócio, espalhava o Brasil todo, cara.

Tipo assim, o caminhão, ele tava indo pra São Paulo, aí a galera, os físicos lá, o pessoal tava contendo o negócio, percebeu, ligou pro ferrovério de São Paulo e falou, olha que esse cara chegar, pelo amor de Deus, manda esse cara de volta, não sei, eu não lembro o que fizeram, mas conseguiram impedir também nos 45 segundos no tempo. Montaram barricada, a divisa entre Minas e Goiás, assim, o pessoal de Goiânia sofreu muito com isso, porque eles ficaram estigmatizado, né?

não encosta, não vai em Goiânia, entendeu? Montaram barricada ali na fronteira, ali em Araguari, na fronteira entre Goiás e Minas Gerais, não passava ninguém do estado de Goiânia. O cara passava a fazer medição de radiação e tal. E tem toda a história do...

Descarte disso aí também, porque toda a carga radioativa, eles entraram, depois que descobriram tudo, mapearam tudo, eles entravam na casa das pessoas, cara, e assim, era tudo pro lixo, entendeu? Roupa, prato, colher, copo, tudo, a casa era depenada inteira, colocada num galãozão, enchia de concreto, chumbo, aquilo ali, e esses tambores aí foram enterrados na, se não me engano, foi na Serra do Cachimbo.

porque foi todo um estudo que foi feito para descobrir qual ia ser o melhor lugar para descartar isso, para não ter contaminação, não podia ser perto de lençol freático, não podia ser perto de rio e tal, e assim foi, então teve toda uma discussão sobre o descarte desse lixo radioativo também depois. Então, assim, é um negócio terrível e mais terrível ainda pelas pessoas que morreram, e muitas pessoas depois tiveram sequela por conta da exposição ao Césio, sabe?

O pessoal tá falando aqui, cara, Urano, Decaipa Helio, a coisa é tão bom que mudaram de assunto. Eu tô deixando o Sérgio não contar e eu tô abismado. Eu não sabia quando foi, é uma coisa antiga, gente. Quando foi mesmo? 87. Nem era nascido.

Chernobyl foi em 86, tem uma série muito legal sobre Chernobyl. Chernobyl da HBO é maravilhosa. Uma série excelente, Chernobyl foi um negócio desastroso. E 1987 foi o Sérgio. Uma coisa meio não tem nada a ver com a outra.

Uma coisa era uma usina, teve uma explosão. A gente não ficou sabendo de nada, porque era a antiga União Soviética. A gente só foi conhecer a verdadeira história de Chernobyl quando a União Soviética acabou e teve toda a divisão. Uma série de documentos daquela época foram liberados, inclusive os documentos de Chernobyl. Aí que nós íamos ter a noção do que tinha acontecido.

Até então o pessoal achava que tinha sido um negócio muito mais tranquilo do que realmente foi, mais controlado, e não, cara, lá foi um desespero total. Lá foi, mas são coisas muito diferentes, mas para quem não conhece nada, você falava radiação, é como se você falasse do demônio, entendeu? Então assim, foi um negócio, cara, um capítulo aí da história do Brasil. Emergência radiativa no nome da série.

Tá ligado aquela história quando sua tia-avó falava que as cartas de Yu-Gi-Oh! eram o demônio? Era essa parada, só que imagina que era o demônio o capeta, porque tudo que é ruim a galera que não sabe fala que é demônio, quanto pior, melhor o demônio, então isso era o rei do inferno ali na parada.

na de ação, né? Tanto que a menininha, depois você procura a história do enterro da... Mostra um pouquinho na série só, mas depois procura saber melhor da história do enterro dessa menina. É uma história triste pra caramba, cara. Porque a menina foi enterrada como se fosse a grande fonte, entendeu? Ia matar todo mundo. Mas aí, Sérgio, vê se você concorda comigo. Ali a gente tá falando de pessoas humildes. Claro. Que não tem a escolarização completa, ensino superior, essas coisas. E aí...

A gente vê aquilo ali acontecer, né? Pô, vou pegar aqui um pedaço de ferro que eu vou vender aqui para ganhar dinheiro no ferro velho. Pô, é perfeitamente compreensível. O que não dá para entender é as pessoas agora, digamos classe média e classe média alta, que têm acesso à informação, que têm acesso a línguas, conhecimento, muitas das vezes falam outras línguas.

E escolhe ser negacionista, velho. Voltando ao cinturão de Varne, entendeu? E escolhe ser negacionista. É só comprar a porcaria de um livro de física ou um livro de história, não precisa ser de física, e ler sobre como funciona o cinturão de Varne. É a exposição e a quantidade de tempo que você fica. É isso mesmo. Mas assistam aí, galera. É muito, realmente, é muito boa, muito bem contada a história. Muito interessante.

muitos detalhes, muitas camadas também, que tem isso, tem o lance também de quem é a culpa, porque os caras abandonaram o prédio. Eu ia falar isso agora. E abandonar o prédio é uma coisa, abandonar os equipamentos dentro do prédio é uma outra coisa.

Então isso aí depois virou uma briga jurídica gigantesca também, sabe? De quem era a culpa daquilo ali ter acontecido? Será que era do Instituto de Radioterapia? Ou era de quem comprou o prédio? Quem é o culpado nessa história? Quem comprou ou é quem abandonou? E aí, nossa, tanto que esse negócio ficou tão mal resolvido, as famílias acabaram não recebendo a grana que elas teriam que receber. Meu Deus!

porque o tratamento, elas têm que ficar fazendo tratamento tipo o resto da vida. E aí tem um outro capítulo que é muito triste nessa história também, que é o seguinte, esse aí acho que a série não retrata. O dono do ferro velho...

ele pegou aquele negócio e ele foi o cara que saiu espalhando aquilo. Porque ele passou na mulher dele, ele passou numa pessoa. A menina era a sobrinha dele. A menina era a sobrinha. Eles moravam tudo mais ou menos numa vila. Sabe uma vila de casas? Eles moravam mais ou menos assim em outros bairros, obviamente. Mas ele foi passando. Esse cara, ele morreu. Só que ele não morreu por causa do Sérgio, cara. Isso aqui é terrível. Sabe do que ele morreu?

de cirrose, cara. Porque ele entrou numa depressão profunda, virou alcoólatra, porque ele se sentia culpado por ter matado tanta gente assim, cara, sabe?

O pai da menininha também. Depois ele morreu, depois de muitos anos, também, de depressão e coisa e tal, porque ele ficou se sentindo culpado o resto da vida por ter jogado o sede em cima da mesa e a menininha ter comido. Então, assim, tem uma história por trás dessa coisa, ou depois disso, que é muito terrível do que aconteceu com essas pessoas, sabe? E as caras meio que abandonadas. Isso também é muito...

de se discutir por que que abandonaram essas pessoas que não podiam, entendeu? É isso aí, gente. Temos, então, informações completas aí dessa história do caso do César. Eu não sabia, eu não tinha essa noção. Muito boa série. Cara, porra, muito triste. Vou assistir essa série. A mãe, falaram aqui, é verdade. Não, a mãe da menina, cara. É uma história muito triste, porque é o seguinte.

Pegaram essa galera e jogaram num estádio de futebol isolado lá de Goiânia. Goiânia tem o Serra Dourada. Serra Dourada. Isso, mas tem o estádio Olímpico lá, que é um negócio que fica lá no meio do ar. Jogaram essa galera lá. Por quê? Porque não podia espalhar a notícia. A menininha, aí lá fazia uma triagem, entendeu? Chegava com o contador Geiger, que é o que mede o nível de radiação. Na hora que passava, na menininha, porque a menininha ficou mido, cara.

Então imagina o nível de radiação. O contador chegava no limite. O contador explodia. E quando passava na mãe, a mãe não tinha quase nada, cara. Porque a mãe, ela ficou muito... Ela quase não teve contato com o César. O que tiveram que fazer? Separar a mãe da menina, cara.

E essa mãe, cara, eu acho que ela nem é depressão, ela tem uma coisa muito pior, ela fica maluca da cabeça, porque ela nunca mais viu a filha dela, a filha dela é morta, entendeu? Então, assim, são histórias que estão envolvidas dentro da história do Césio 137.

que são muito, muito terríveis mesmo. E essa, a mãe também, apesar de, tipo assim, ser sido uma das primeiras a ter sido liberada na triagem, por estar limpa, etc., ela sofreu muito, porque nesse momento a notícia já tinha espalhado pela cidade de Goiânia, né,

e ainda tava aquele meio pânico generalizado, que ninguém entendia direito, cara, a mãe da menina saiu, ela não podia voltar pra casa dela, porque a casa dela tava completamente contaminada, de césio, de radiação, e ela pediu pra ir pra casa dos parentes, e ninguém aceitava que ela fosse, porque todo mundo tava com medo dela, que ela fosse matar eles, de radiação, etc. E aí, a mulher não tinha pra onde ir, ela ficou perdidona.

Não sei como foi depois, né? De muito tempo, mas na hora ali, cara, ninguém aceitava ela na casa. Eu vou assistir, eu vou assistir essa série aí. Vale a pena demais, Júnior. De verdade, cara. Vale muito a pena, cara. Muito bem feita a série. Conta a história direitinho. Ó, vou fazer um... Voltando, fala da cápsula aqui, ó. Estão dizendo que o astronauta está ao vivo.

Os astronautas estão neste momento... Aqui, ó. Pega aqui, Júnior. É outro link. A NASA, cara, ela tá com várias... Como que fala? Várias câmeras ao vivo, tá? Várias lives diferentes. Essa segunda aqui que eu tô te mandando aqui, ó. Mostra aí, ó. O pessoal falou, cadê os astronautas? Coloca aí que tem um negócio muito legal, cara. Ô negacionista, prepara a fronha do travesseiro pra você morder agora.

Sabe que há tanta tecnologia no mundo hoje, temos que acreditar piamente. Não, você não precisa acreditar em nada. Você não tem que acreditar em nada, cara. Você pode pegar seu celular agora, que você comentou isso aqui, jogar no lixo, pegar o computador que você escreveu essa merda aí e destruir. Calma, Sérgio. Você não precisa, cara. Você não precisa de acreditar em nada. Você usa sem acreditar mesmo, cara. É.

Vamos lá, cadê os astronautas? Olha aí, olha aí. Você jogou pistola do nada. Cadê os astronautas? Vamos ver, vamos ver. Olha aí, olha.

E é muito legal que elas vão ver um negocinho flutuando na frente. Olha aí, olha aí. Esse bichinho aí, ó. Esse é o indicador de gravidade zero. Cadê a gravidade aí, o terraplanista, negacionista? Explica aí. Deixa eu falar que tá na piscina. Aí, ó. Esse bichinho flutuando, ele tem um nome, ele chama Rise. A NASA fez uma competição internacional. Ah, DJI, né? O que?

A câmera DJI ali na mão dela? Eu acho que é a DJI, sim. Parece, né? Não, é o microfone. Microfone. Pra gente tá pequenininho aqui. Ele chama Rise, tá? Ele foi um concurso que foi feito.

E que um carinho, um menininho de 12 anos, ganhou o concurso fazendo esse bonequinho aí, ó. Tem um cara ali que tá querendo dormir, pelo jeito, né? Onde ele se viu? Tá ali, ó. O astronauta tá ali, ó. Qual que é o tamanho? Qual que é o tamanho dessa cápsula? 9 metros cúbicos que eles têm de volume habitável. Caraca, tá parecendo aqueles apartamentos de São Paulo.

mais ou menos um pouco maior né é um pouco maior cápsula a gente mede essas cápsulas assim a gente mede em volume habitável tá Júlio que é o espaço interno que tem para você viver né digamos

Mas tá aí, ó, tá vendo? Os astronautas estão ao vivo aí, ó, no streaming ao vivo da NASA, os astronautas ali, sem pano azul, sem chroma key, sem cristofenola, e muito menos estando em público. É, tem a questão da gravidade zero que você falou?

Esses astronautas, Sérgio, qual que foi a seletiva aí pra fazer o... Esses astronautas, primeiro, são as astronautas muito experientes. A mulher que tá ali, a Cristina Koch, é a mulher que mais passou tempo no espaço até hoje. O Vitor Grover, que é o negão que tá ali, ele é o cara que foi na crua... Põe de novo ali, põe mais ali, pra gente ver. Essa ideia é muito bom, cara. Então essas são as imagens.

Me dê em base. Ao vivo, ao vivo, hein? Ao vivo. Esse que está falando agora, o nome dele é Vitor Glover. Ele é um cara super experiente também. Ele voou na Crew One, que é a primeira missão comercial da SpaceX, do Evandro Astronauta. Esse cara voou há alguns anos. ... ... ... ... ... ...

A mulher que tá aí, que tá aqui pra cima aí, por causa da gravidade, da falta de gravidade, a Cristina Koch, ela é a mulher que passou mais tempo no espaço, mais de 300 dias somando todas as missões que ela fez. Todos os outros ali, que é o Jeremy Hansen, que é do Canadá, e o Ray Geiseman, que é o... Peraí, cortou. Volta aí, Serjão.

comandante da missão também, cara, já passei. Oi, oi, oi. Voltou, voltou. Isso. Comenta aí de novo. Ih, caiu. Sergão, volta aí. Voltou, voltou. Não, cortou. Voltou? Cortou. Agora voltou, voltou. Pega lá de novo a imagem lá, para o Sergão comentar. Bora lá.

Esse que está falando aí é o Vitor Glover, é um cara muito experiente, ele voou na primeira missão comercial da SpaceX. A mulher ali do lado dele, que é a Christina Koch, vai falar agora, é a mulher que mais tempo passou no espaço, mais de 300 dias. Ali do lado está o comandante da missão, o Ray Geiseman, e o canadense, o Jeremy Hansen.

que são dois caras também assim, que já passaram muito tempo no espaço, já fizeram várias expedições para a Estação Espacial Internacional. Então, é assim, são astronautas extremamente experientes, os caras que estão aí. Não é qualquer um, por que que não pode ser? Porque os caras vão manobrar a cápsula, vão fazer teste, tem que ser o cara que manja da parada. Eu acho que eles estão dando tchauzinho aí, vamos ver se eles estão encerrando a entrevista deles.

E eles estão, mandou o coraçãozinho. Ih, coraçãozinho. Fez curar a mão, fez curar a mão. O coração do Elon Musk. É, é. Então são caras assim, cara, que precisam ter essa experiência, tá?

Tem uma parada legal que é o seguinte, é um negócio que é muito difícil até de você processar, você entender isso. É porque você não consegue imaginar, porque aqui na Terra a gente não tem essa coisa da gravidade zero. Mas é o seguinte, você pode olhar e achar, pô, os astronautas estão três em pé e tem um que está deitado ali.

só que não, assim, pra eles qualquer posição que eles ficarem eles estão na mesma posição se a menina virar de ponta cabeça em relação aos dois, pra ela ela vai estar exatamente do mesmo jeito é uma coisa difícil a gente imaginar porque a gente sempre tenta pegar um ponto de referência mas no espaço esse ponto não existe não existe em cima, embaixo, direita, esquerda

exatamente, por isso que os caras quando são lançados nos astronautas eles tendem a ficar meio tonto, meio desnorteado aí, porque o seu labirinto o líquido aqui, o líquido dentro do orelha ele fica do ouvido, ele fica flutuando você fica doidão, entendeu? tanto que na estação espacial tem uma marcação pra dizer pros caras o que seria o tal do em cima entendeu?

o que seria o teto da estação espacial, eles colocam uma marcação, porque em cima, embaixo, perde totalmente a referência. Não para esses caras aí que são experientes pra caramba, mas para um astronauta novato, não é um negócio fácil, não.

É isso aí, gente. Imagens ao vivo. O pessoal tá falando aí as imagens do lado de fora. Mas do lado de fora tá tudo escuro, né? É, faz o seguinte, ó. Se você pegar o canal dessa live... Aí quando a gente mostra do lado de fora, o cara quer ver o astronauta. Aí quando mostra o astronauta, quer ver o lado de fora. Vocês nunca tão... Cara, eu já falei, cara. Eu quero saber a opinião do Super Xandão sobre esse assunto.

Não precisa acreditar na tecnologia, cara. Você cata o seu celular agora, cara, e dá um tiro nele, porque ele não serve pra nada, cara, entendeu? Seu computador, então, pra que você usa o computador, cara? Pra que usar a tecnologia, né? Pra quê? Você vai fazer o seguinte, ó, entra no canal que vocês pegaram essa live e vai no Ao Vivo, tem várias lives, cada live é uma câmera diferente que a Nasa tá deixando.

É isso. Tem várias, tem várias câmeras, tá? Que a galera quer ver ao mesmo tempo, do lado de fora e do lado de dentro. O astronauta cagando, o outro dormindo e a nave chegando na Lua. Ah, cara, vai ter uma mão de Deus. Quando a gente tiver as imagens da nave chegando na Lua, vai ser um negócio emocionante, hein, Serjão?

sobrevoar a Lua, esses quatro astronautas aí, eles vão para o ponto mais distante no espaço que qualquer ser humano já foi. Eles vão passar mais de 6 mil quilômetros acima da superfície da Lua. Perfeito. Sergião, vamos falar da hashtag treinamentos?

Bora, vamos falar da Hashtag que está aqui comigo. Aliás, uma série de patrocinadores. Está aqui a Pichal, está aqui também. E a Hashtag Treinamentos, que está sempre aqui também com a gente, no Redcast, comigo no Space Today. Salve, pessoal da Hashtag. Estamos juntos demais. É nóis.

O pessoal da hashtag treinamentos... Isso. Eu pedi pra eles, como a gente tava tendo essa questão da missão Artemis, eu falei pra eles que a gente tem um cupom especial com 500 reais de desconto e eles inauguraram o cupom NASA. Então agora é o cupom NASA, gente.

agradecer a NASA da melhor forma. O Pão NASA, 500 reais de desconto em qualquer curso da Hashtag Treinamentos. E hoje está bombando o curso deles, principalmente de agentes de IA, que é pra você saber programar com a...

As melhores IAs que tem, todas elas recebem a questão do agente para você poder substituir tarefas repetitivas. Então você pode automatizar processos, você pode ter mensagens, resumo, várias coisas elas podem fazer para você. É um presente.

A IA hoje não é só ficar fazendo perguntas se o Palmeiras tem mundial ou não, igual eu faço para a IA, entendeu? Não é isso. Hoje tem um negócio muito poderoso, são os agentes, eles realmente podem trabalhar para você de forma coordenada, conectada, com várias tarefas que você precisa fazer no seu dia a dia, e para fazer isso você precisa aprender e entender o que são os agentes. Então vai lá.

na hashtag, que eles vão te ensinar direitinho, muita gente que eu conheço, muitos seguidores meus já fizeram o curso na hashtag, que é excelente, tá? É isso aí, galera. Acessem o link aí da hashtag treinamentos e acesse o cupom NASA, lembrando, o cupom NASA dá 500 reais de desconto pra você aí em qualquer curso da hashtag treinamentos, tá bom? Maior escola de treinamento e tecnologia da América Latina.

Ô, Sérgio, vamos falar agora pra encerrar? Como que volta da Lua? Então, a gente não vai pousar, obviamente, mas o homem vai passar orbitando. E como é que faz o trajeto de volta?

Cara, a volta deles vai ser o que a gente chama de uma trajetória de retorno livre, que é basicamente descer na banguela. Descer na banguela. Mas é, cara. Eles vão lá longe da Lua, a 6 mil quilômetros, passar 6 mil quilômetros de distância da Lua, e depois a nave vem com tudo, entendeu? Voltando.

Porque a Lua vai dar o que a gente chama de uma estilingada na nave. Eles vão passar na Lua de um certo jeito, que a Lua vai pegar, com a própria gravidade dela, mandar eles de volta para a Terra, e aí eles vão vir com tudo, sem fazer muita manobra, sem fazer muito nada, e vão vir com tudo para poder entrar na atmosfera da Terra de novo. Então, basicamente, é isso.

E aí tem uma parada legal que é o seguinte, no final da missão, a última etapa é a reentrada na atmosfera. E aí acontece uma coisa que é o seguinte.

A rentada da atmosfera é que você tem que ter um ângulo perfeito quando você começa. Por quê? Porque se você tiver um ângulo maior do que o ideal, a cápsula começa a rentrar na atmosfera, só que ela não freia o suficiente para continuar a queda. Aí ela escapa da atmosfera e vai embora. Ela pega essa assistência que a gente falou na Lua, que ela contorna e vai embora. Se a gente errar o ângulo, ela contorna a Terra e ela vai embora da Terra.

E o segundo, se o ângulo for menor, ela reentra muito rápido, muito depressa, e isso força demais o escudo térmico, e isso pode resultar na desintegração completa da cápsula durante a reentrada. E aí é até válido falar do escudo térmico dela, que é o seguinte, a Orion, na Artemis 1, ela teve um problema muito sério com o escudo térmico dela, que eles...

Ele teve um desgaste muito maior do que o previsto. Aí os parafusos, são três parafusos que prendem o escudo térmico na cápsula em si. São feitos pela Agência Espacial Europeia. Eles derreteram durante a reentrada da Artemis I.

e o plasma da reentrada ficou por baixo, por dentro do escudo térmico, direto na cápsula, isso colocou a missão num seríssimo risco, mas nada aconteceu, ela chegou bem, tudo bem, não tinha gente, mas mesmo assim ela chegou bem e tal, só que isso não estava previsto nas simulações que eles fizeram, e aí depois dá-lhe simulações que eles tentaram fazer, e a pior parte é que eles não conseguiram simular o problema que eles tiveram na reentrada,

em solo, né? O que eles tiveram que fazer? Bom, já que eu não consigo simular o problema para trabalhar numa solução concreta, baseada em dados, eu deixo a reentrada com um ângulo um pouquinho maior, porque ela não força tanto essa reentrada. E aí foi isso que eles mudaram a trajetória da reentrada para forçar menos os... ... ... ... ... ... Cortou.

Deu uma travada boa, hein? Tchau, descida. Boa, voltou. É isso aí. Gente, que horas que é aí? Travou de novo. Ixi, travou de novo. Mas tá bom. Vê se eles voltam aí só pra gente dar uma... Na verdade, eu ia dar uma picadinha na atmosfera.

Tem risco de dar ruim em alguma coisa? De alguma coisa sair do controle? Na volta? Vou mostrar a imagem, porque a gente está te ouvindo. Ah, bom. Perguntei, tem risco de dar ruim agora na volta? De alguma coisa sair do controle?

Só se tiver explosões, alguma coisa muito grave, assim, sabe? Porque ela já foi lançada pra ficar nessa trajetória de retorno livre que você meio que não precisa fazer nada, entendeu? É deixa na banguela. É deixa na banguela. Agora deixa a gravidade fazer o seu trabalho. Agora, claro, pode acontecer, pode. Sei lá, tem um vazamento e aí ele fica sem oxigênio. Pode o estudo acabar, pode o paraquedas. Depois tem várias coisas. Tem o paraquedas. É, o paraquedas.

Então, assim, obviamente que nada disso vai acontecer, vai dar certo, mas risco, tem? Tem risco, sim. Mas isso é medido, isso é calculado, isso é simulado, tudo. Muito bom. Bom, vamos nessa daí. Que horas que é aí pra vocês? 11 da noite. 11? É um pouquinho mais tarde só, meia-noite.

É, é uma manhã a mais. E vamos nessa. Passamos hoje mais o quê? Cinco horas, seis horas de live? Sete, acho que deu, não deu. Nós estamos fazendo IRL aqui, então hoje quem acompanhou com a gente a gente visitou a NASA. Todo dia vai ter IRL. Amanhã a gente deve ir lá de novo na NASA. Amanhã queremos voltar lá pra visitar o que faltou. Na madrugada de sexta pra sábado vamos transmitir um lançamento de um outro foguete muito legal aqui.

Depois nós vamos fazer nossa viagem pelo Texas. Então tem muita coisa maneira para acontecer, cara. Está só começando. Muito bom. Você me acompanha lá no Space Today e no meu é Felipe Raim, só que eu faço bastidores. Então eu fico filmando o Sergão. Acaba sendo legal porque eu fico filmando, Sergão. O Sergão está filmando a estrada. Eu estou filmando, Sergão. É isso aí.

E aí acaba pegando algumas coisas que não aparecem nas outras lives. Exato. O meu você pode escolher dois perfis. Tem o arroba ariom.science e tem o arroba henrique__a.vdod, que é o meu pessoal, que aí eu posto umas coisas mais de opinião mesmo. Hoje eu fiquei puto pra cacete lá na NASA, cara. Mas aí se você quiser ver o porquê, vai ver o vídeo. Sérgio, eu acho engraçado. Eu acho engraçado, né, seu filho da mãe? Eu acho, claro.

Ah, cara, você ir na NASA aqui, igual o Felipe falou várias vezes aí, né? Ver um monte de criancinha, família e tudo. Te dá uma revolta, cara. Te dá uma revolta. Te dá uma revolta. Você fica meio... Sentido ali. Sabe aquela invejinha que bate?

Fica revoltado. É um negócio cheio, cara. Entendeu? Um conje de chamamento pra você entrar, fila pra tudo. Muita gente, cara. Nós ficamos uma hora e meia pra pegar um ônibus lá dentro, pra ir visitar os outros prédios, entendeu? Aí você fala, caramba, que coisa legal isso aqui, cara. E a Starbase?

Está bem semana que vem. Aguenta aí. Tem mais 2.200 quilômetros que a gente tem que dirigir até chegar lá. É, vamos cumprir tudo. A gente vai revezando. Hoje eu dirigi, o Sérgio foi atrás lá. Isso aí. Vamos chegar, vai dar tudo certo. Vai dar tudo certo.

É isso aí. Galera. Hoje o Serjão deu Game Over e falou, Raime, dirige aí. É. É isso mesmo. Amanhã o Raime vai dar Game Over, vai ter que ser eu. Aí, ó. Ó, galera, muito obrigado, Henrique, Raime, Serjão. A gente conversa aí sobre as atualizações, marcar alguma coisa já na semana que vem, pra vocês falarem tudo sobre a experiência e, principalmente aí, né, marcar presença nesse retorno aí, que eu tenho certeza que vai ser bem emocionante.

Com certeza. Vai sim. Um abraço, Júnior. Tamo junto aí, cara. Muito obrigado. Valeu aí pra vocês. Pra vocês que estão assistindo a gente, vocês vão ser redirecionados pro nosso próximo debate. Nós vamos ter um debate que estreia sábado, 19 horas, e vai ser um debate de Lucas Banzoli, um evangélico versus 25 católicos. E você já pode assistir, pode definir o seu lembre. Se tá redirecionado, tá tudo certo?

Clica aí, assiste o nosso trailer e a gente se vê aí sabadão, galera. Valeu!

Anunciantes2

Hashtag Treinamentos

Cursos de tecnologia e produtividade
external

Instituto Oliver

Cursos preparatórios para carreiras policiais
external