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CASO HENRY BOREL & CASO GISELE - PART. RICARDO VENTURA

03 de abril de 20261h53min
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Participantes neste episódio2
J

Junior Masters

HostJornalista
R

Ricardo Ventura

ConvidadoEspecialista em linguagem silenciosa
Assuntos5
  • Caso Henry Borelanálise de depoimentos · reviravolta na investigação · importância da mídia
  • Liberdade de Expressãoautocensura · direitos e deveres
  • Caso Gisele Alvesanálise do tenente coronel · reação da mídia
  • Crimes e Ocultaçãotranstornos e crimes · maioridade penal · punição para crimes
  • Transplante de cabeloimpacto psicológico · percepção social
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Não dá para acreditar que o seu sonho é ser aprovado em concurso público de carreiras policiais e você não se matriculou no Instituto Oliver, que é a maior escola preparatória de carreiras policiais do Brasil. São mais de 150 mil alunos, diversos alunos aprovados na Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Bombeiro Militar, Guarda Municipal, de qualquer estado e de qualquer município.

Não dá pra acreditar que você precisa concluir os estudos, terminar o ensino fundamental e ou médio completo, e você não fez sua matricula no Instituto Oliver, no curso EJA supletivo, aonde você termina os estudos EAD em apenas seis meses. Não dá pra acreditar que você tá precisando de um curso superior em apenas três meses, reconhecido pelo MEC, curso superior sequencial de gestão em segurança pública e privada, ou em teologia.

para tomar posse no seu concurso, que só existe superior completo. Não fala na lei de desenvolvimento de carreira, diploma ou graduação de nível superior. Só fala superior, isso só fala superior. O superior sequencial de três meses, que basta você ter nível completo para você poder fazer, você consegue tomar posse com ele.

Então não dá pra acreditar que você tá dando bobeira. Vem pro Instituto Oliver. Aqui você consegue fazer tecnólogo de recurso humano de gestão pública em um ano, se você for formado no curso perseguencial. Consegue fazer pós-graduação. Você consegue fazer faculdade também de educação física, EAD. Então, se você quer mudar de vida, é Instituto Oliver. Aqui não tem conversa fiada pra boi dormir e nem mamãe me chora. Aulas objetivas, diretas, sem conversa fiada pra boi dormir. Professores altamente qualificados. Todos os professores são policiais.

Então, para de perder tempo. Quer ser aprovado de primeira no seu concurso público? Vem pro Instituto Oliver. Quer concluir os estudos? Vem pro Instituto Oliver. Quer fazer curso superior? Venha pro Instituto Oliver. Um forte abraço. Eu sou o professor Matheus Oliver. E aqui, meu brother, a sua aprovação é garantida. Tamo junto!

Fala galera, estamos começando mais um episódio aqui do Redcast, sejam todos muito bem-vindos. Eu sou o Junior Masters e hoje nós vamos para mais um episódio cheio de conhecimento e informação e dessa vez nós vamos ver o que é verdade e o que é mentira sobre as coisas que rolam na internet porque nós estamos com ele, o cara que é especialista em linguagem silenciosa, palestrante, escritor e também youtuber, né? É isso aí. Meu amigo Ricardo Ventura.

Tudo certinho? Mais uma vez aqui, obrigado. Dá pra gente bater a mão pelo menos assim, ó.

Boa. A mesa tá grande porque é o seguinte, quando o cara começa a ganhar muito dinheiro aí você fala assim vocês perceberão quando eu começar a ganhar dinheiro. Sinais aparecerão. A mesa aumenta. Mais câmeras, mais microfone, mais cabelo na cabeça. É, tem esse detalhe também. Eu não precisei ainda do cabelo.

Você sabe que já me ofereceram... Acho que a cada seis meses aparece alguém, cara. Que me atesta, acho que deve refletir, né? Então chama atenção. Os caras ficam te oferecendo. Porra, mas eu não quero, bicho. Tipo assim, eu não acho... Eu não tenho problema nenhum. Eu acho que isso é uma pegadinha. Por que isso? Cara, quantas vezes você já viu o cara fazer o transplante? Não vou nem citar nomes, né? Mas assim, quantas vezes você já viu o cara fazer o transplante?

Daqui dez meses o cara tem que fazer de novo. Um ano o cara tem que fazer de novo.

Entendi, é tipo assim, uma vez que você fez, você tá lascado. É, tipo assim, você vai precisar fazer, tipo, aqui no fundo. Entendi, entendi. Aí daqui a pouco, pô, você cortou todo o cabelo. Aí você tem que fazer na frente também. Aí depois fazer na frente, tipo assim, pô, mas tá falhando aqui, não sei o quê. É, porque tem um lance de repor, né? Aí o cara tá na internet, tem cinco anos, e todo ano o cara faz o transplante, velho.

Todo ano o cara tem que fazer um transplante, tem que botar cabelo. Será que é que nem droga? Primeiro é de graça, depois tem que pagar? Ah, então, eu acho que é tipo isso. Tipo assim, mano. Olha, eu vou te fazer... Sabe quem fez o transplante? O Miguel. Qual o Miguel? O Miguel, que fazia o podcast comigo aqui. Ah, é porque... Gastou uma grana fazendo o transplante dele. Até hoje o cara parece que tá do mesmo jeito, continua careca.

Mas será que é por conta, sei lá, da genética da pessoa? Alguns dão melhor, outros não dão. Se for pela genética, melhor ficar careca de vez, então, sem gastar o dinheiro. Também, né?

Porque, cara, eu não... Eu gosto da minha fisionomia com a testa, com as entradas, que na verdade nem é entrada, eu nasci com não tendo cabelo. Não é que eu estou perdendo o cabelo. O formato dos fios aqui são dessa forma. Eu me vejo assim, eu me reconheço assim. Então eu não sei se mudasse eu ia olhar no espelho e... Opa!

Não, tem mais cabelo, realmente, pô, dá um visual diferenciado. Os caras que fazem e dão certo, beleza. Então assim, você pega o Cariani. Pô, o Cariani fez um transplante lá e aí, mano, ele colocou o cabelo dele. Você pega, tem fotos dele em podcasts do antes e depois, você vê uma diferença absurda. Saquei. Só que tem gente que faz, faz, faz e o cara continua fazendo e é a mesma coisa. Ou porque aquele negócio, o cara tá ficando o careca.

Ou o cara tem que fazer todo ano, entendeu? Tem que fazer todo ano, o cabelo não para de cair. Ou, tipo assim, como você falou, a história da genética.

É, nem com o transplante nem com o transplante o negócio vai. Pode ser, é capaz, né? Isso, cara. Eu acho que quando o cara começa a grana sobra, os sinais aparecem. E graças a Deus, né? Graças a Deus. Trabalhando, isso não importa. É como você falou, quem é que trabalha na quinta-feira pré-feriado? Difícil, hein?

Eu acho que, inclusive, a maioria dos podcasts pega uma janela de férias um pouco mais longa que a gente. Entendi. Pega uma janela de férias ali mais longa e tal. Então, mais uma esticada. Porque sabe que, depois disso também, cara, é trabalho, trabalho, trabalho, trabalho. Grava, grava, grava, grava. Sem parar.

Parar. É, mas aí é... Tudo tem um preço, né? Tem gente que não quer pagar o preço. Quem paga o preço tem resultado, né? Concordo. Então aí, gente, vamos começar. Vamos. Tá todo mundo ouvindo bem aí? O áudio tá ok?

Estamos aqui com o Ricardo Ventura e, cara, você tem feito várias análises no seu canal de muitas tragédias, principalmente no Brasil que tem acontecido no nosso país, que é uma coisa meio triste, mas assim, é importante você sempre analisar o que eu vi no seu canal em primeira mão foi a época do depoimento do tenente coronel do caso Gisele, né?

Cara, esse caso Teve uma reviravolta muito grande, né? Qual a parte Qual a parte da Importância da mídia, da internet De repercutir esse caso assim pra ter uma reviravolta Tão grande, porque hoje ele já foi preso E há duas semanas atrás o cara nem investigado era Exato E pelo que eu lembro A... Fatos aconteceram acho que em fevereiro, né?

E a coisa só veio à tona depois que o advogado e a família começou a fazer, a reverberar isso na mídia, né? Começou a procurar reportagem e tudo mais. Porque senão a coisa poderia ter terminado ali mesmo.

Tipo, ah não, foi um suicídio e ponto final. E aí quando você começa a vazar as imagens dele no corredor, ali foi a primeira imagem que eu analisei foi ele no corredor. Aí depois teve ele com o delegado e depois teve ele na audiência de custódia. Na audiência de custódia, praticamente não tem muito o que tirar dali. Foi mais algo meio que, sabe, protocolo processual.

Ali não teve nenhuma novidade, não teve nada. Mas na hora que ele está no corredor, não é um andar de alguém que está estressado, não é um andar de alguém que está preocupado, não é um andar... E outra, independente de quem teria sido. Então vamos supor que realmente ela tivesse se matado. Não era para ele estar andando daquele jeito. Não era para ele estar respirando daquele jeito.

Aí as pessoas podem perguntar, mas cada um é cada um. Sim, cada um é cada um. Mas tem algumas reações que são meio que universais. Você tem intensidades diferentes, você tem como você vai absorver aquilo. Tudo bem, tem particularidades. Tem particularidades. Mas tem coisas que são...

Inconscientes ou você não controla, são incontroláveis. Então uma sudorese, um batimento cardíaco que vai ficar alterado, o andar mais nervoso, o descontrole de tipo, você perde ali muita racionalidade.

E quando ele vai contar, até quando ele senta ali para contar para o polícia, é cheio de detalhes, uma construção que o que me incomodou não foi nem a quantidade de detalhes, foi a frieza de contar os detalhes.

era como ele estivesse falando de uma receita de bolo. Exatamente era essa tonalidade, que era tipo assim, olha, você pega agora duas xícaras de farinha, você pega depois mais seis ovos, separa as claras, porque você vai bater as gemas, junta com fermento quaker. Tipo, não tinha reação nenhuma, era tudo muito flat, muito congelado, muito falso.

Mas quando ele vai falar da parte do assassinato em si, ele já não fala com tanta...

destreza, com tanta singularidade, por exemplo, da árvore. Ele chega e fala assim, não, a árvore era uma árvore mais ou menos de um metro e meio com laçarotes vermelhos, que ela comprou na 25, porque ela mesma foi lá comprar. Sabe, uns detalhes e detalhes e detalhes que você fala, pô, pra que tudo isso aí? E o mais engraçado é quando ele vai falar dela no chão ou como é que pode ter sido, não, é um passant. Aí eu abri a porta e vi que ela se matou.

Porra, mas assim, não poderia ter sido outra coisa? A história de que ele estava no banho, e aí ela se matou. Mas espera aí, ele se matou e não saiu correndo? Como assim, ele não ouviu o barulho? E o mais engraçado é, ele saiu correndo para fora, ele abre a porta do banheiro e automaticamente ele já deduz. Não, ela se matou. Tipo, como assim?

Ela não poderia estar, por exemplo, limpando a arma? Ela não poderia estar transformando a arma de um lugar para outro? Ela não poderia... E essas hipóteses, eu estou dizendo assim, hipóteses para você, por mais que você seja descartada, na hora, você não vai pensar, pô, minha mulher deu um tiro na cabeça. Ou mesmo que seja a ex, né? Vamos supor que eles estavam vivendo a separação. Mas, cara, você vai pensar mil coisas. Foi um assalto? O que foi? Ela reagiu? Alguém entrou aqui?

como é que foi isso? Ela estava armada e alguém deu um tiro nela? Porque ela podia estar se protegendo e tomou um tiro e caiu. Não, ele tinha plena certeza que ela tinha se matado. E outra, ó, eu não mexi no corpo, ó, eu não cheguei a menos de dois metros.

Olha, eu deixei a porta aberta pra todo mundo ver a cena do crime. Sabe? Umas preocupações, uns detalhes, assim... E muito genérico. E não dos detalhes... Porra, ele tinha mais detalhe. Olha que loucura. Ele tinha mais detalhe da árvore de Natal do que do próprio corpo da mulher, cara. É.

A verdade é que ali, quando ele sai, por exemplo, e ele fala que ah, ela se matou e eu não cheguei perto do corpo, mostra, por exemplo, que ele não tentou reanimar, que ele não tentou ver se ela estava viva, se precisava realmente de... De socorros. Exatamente. A ligação que ele faz é uma ligação minutos depois, e é uma ligação onde ele está com o tom da voz exatamente como você falou assim, pô, eu estou ligando para o Copom aqui para falar que teve uma vítima, um fatal de um...

e tal, mandem aqui uma viatura, seu tenente coronel. Ela é uma soldada, não sei o que. E tem essa também, porque além dele ter previsto tudo em segundos, ele ter deduzido tudo em segundos,

porra, o desespero bate, até numa situação que você faz coisas erradas, e você vê a pessoa, qual que é a sensação? É de você se jogar em cima dela, tentar tampar, tentar fazer a compressão, ver se realmente está sendo fatal ou não, porque de novo, não poderia ter sido um raspão?

Não dá para saber a dois metros de longe. E outra, eu não vou ter a curiosidade para saber o que foi? Eu não vou ter a curiosidade para saber se realmente foi de raspão ou foi fatal? Não, é tipo, está muito na cara. Só que eu falei isso desde a primeira, quando eu vi ele no Cabrini.

Quando eu vi no Cabrini, depois eu fiz a análise do Cabrini, fiz a análise da primeira audiência ali, uma audiência, sei lá, de pegar as informações, não sei como é que chama essa audiência, quando é com o delegado da Política Civil, se não colocar ele, de fato, na cena do crime, como um autor segurando a arma, conseguindo colocar ele...

no corpo dela ali, é indúbio pro réu, cara. Ele pegar um advogado bom, onde ele consiga, porque esse lance de, ah, ele é frio, isso não é materialidade. E o relacionamento abusivo?

Também, você sabe... Então, é assim. As mensagens que ele mandava pra ela, cara. Cara, vamos lá. As mensagens são escrotas. Agora a gente vai mexer num vespeiro. E o binário, sabe o que é o binário? O binário é assim, ou ele aceita tudo ou ele renega tudo. Ou ele... Não, mas tudo que ele fez tá errado. Tudo que ele fez tá errado. Só que tem coisas ali que, de novo, não... Não, mas tudo que ele fez tá errado.

Pode ser que o advogado de defesa consiga trazer elementos para dizer, há dúvidas. De repente você não tem a certeza que ela se matou, mas você pode não ter a certeza de colocar a arma na mão dele e ir apertando o gatilho. Se você não colocar a arma na mão desse cara apertando o gatilho, pode acontecer em dúvida para o réu, cara. Na dúvida você libera o réu.

Quando você vê as mensagens, de novo, são escrotas? São escrotas. Só que isso não põe ele na... Ah, mas ele com o revólver na cabeça. Pois é, um desequilibrado, mas ele na cabeça dele. Ele não falou assim, eu vou te matar e tal.

Aí, de novo, quem está vendo essa parte da nossa conversa, ah, mas o Ventura está defendendo, ah, porque ele está passando pano, ah, porque, de novo, porque o cara fala assim, ele só entende assim, ele está falando bem ou mal, bem ou mal da policial. Não, eu estou debruçado em cima dos fatos. Então, se você não conseguir abstrair e começar a pensar, opa, espera aí, será que existe alguma possibilidade? Não que ele seja inocente. Eu não consigo ver isso.

Mas a questão aqui já é outra. A questão é, a gente vai conseguir colocar ele com a arma na mão? Porque o que o advogado de defesa vai fazer? Cadê a pólvora? Ah, mas ele tomou banho. Por que deixaram tomar banho? Mas tem a materialidade da pólvora na mão dele? Você entende? E a posição?

Ele tem, entre aspas, um álibi. Não, eu estava tomando banho, não sei porquê, passou na cabeça dela. Foi a mesma coisa, cara. Lógico, só que ao contrário, e não quiseram acreditar nele, do Bilinski, cara. Ninguém queria acreditar que o cara tomou seis tiros. Só que no caso do Bilinski era muito simples. Bala não faz curva, cara. Como é que ele conseguiu dar tiro, seis tiros nele mesmo e ainda um na bunda? Cara,ussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussussuss

não tinha como. Ele, outra, vou dar um tiro para perder dedo da mão direita.

sabe? Tira o que pegou, não sei se raspou quase perto do pulmão. Então eram umas coisas assim, você fala, pô, cara, por mais que é uma situação incrédula, a menina que não tem passagem, não tem nada, de repente acorda comendo sucrilhos dela e quando ele vai tomar banho, ele sai. Você vê que é até parecido? É no banho. Espera sair do banho.

Saca? Só que ali, e detalhe, a maioria da população ficava, ah não, ah não, aí tem coisa. Ele matou ela e depois se simulou, aí que tomou os tiros. Porra, seis?

Saca? Tipo, ainda foi se arrastando. Tem até as imagens, eu não sei por que ele não deixou isso público ainda. Não sei se pode ou não. Mas tem ele se arrastando. Entrando no elevador. Mas isso daí vazou na época. Tanto que vazou. Falecendo. Tanto que a coisa virou rápido. Ele conseguiu virar rápido.

O negócio espera ele sair do hospital. Aí sim ele começar a falar e tudo mais. Mas você vê que até hoje a galera, pra ofender ele, fala esse aí é aquele delegado que matou a namorada? Sim, falei com ele hoje.

E o pessoal fica nessa daí. E é um cara que realmente foi injustiçado, porque o caso dele é muito bizarro. Bizarro. A pessoa com ciúmes absurdo, não aceitou o término do relacionamento, ele naquela época tinha levado a mim, morava em outro estado pra morar na casa dele, mas ele já tinha terminado e ela pegou, o pessoal funcionava no celular dele, ah, você tá com outra, né? Quem que é a vagabunda? Aquela história de...

Aquela história... Mas quando eu falei isso na época, ele mesmo, tipo, deu uma negada, tipo... Cara, você tem uma ideia? Naquela época, a minha análise foi um dos únicos que falou assim, eu não consigo ver...

ele cometendo isso daí, pelo contrário, eu tô vendo ele como vítima, ah, é o homem que é vítima, ah, menina que é, cara, eu fui linchado, e é engraçado que tinha, ele só viu um corte do meu vídeo, e aí ele falou, esse palhaço, esse não sei o que, não pode, eu falei, pô, pessoal, rapaz, você não viu o podcast dele, você não viu o análise dele, não, e ele falava, ah, porque esse cara, por quê? Ele ficou puto da vida, porque ele deu uma de, uma binariz também, e eu falei assim, cara,

Ele foi vítima, mas a menina não acordou comendo sucrilhos e de repente deu um tuim e foi matar ele. Você pode ter certeza, tomava os remédios da Já Preta e tudo mais, mas você pode ter certeza que teve um gatilho. Do mesmo jeito que até hoje eu falo.

tem que ter tido um gatilho para ele fazer o que fez o Tenente Coronel. Então, provavelmente, pode ter tido uma discussão entre ele e ela, pode ter tido, pegou ele já de xaveco lá e amorzinho com outra menina, e ela tipo, porra, deixei minha casa, deixei isso, vim morar, agora volto, meu sonho acabou, eu ia ser a mulher do delegado, agora não sou mais. Então, cara, tem que ter uma catarse, tem que ter um momento de...

Sabe, que você fala, você sai de si e fala, agora é tudo ou nada. Não tem como, de forma psíquica, você analisar e falar assim, não, está tudo bem, estou comendo sucrilhos com o sol da manhã, batendo na minha cara, daqui a pouco, ah não, acho que eu vou matar alguém. Você tem que estar com um estresse muito grande. Cara, para matar alguém ou para se matar, você tem que estar com um estresse muito grande ou uma depressão muito grande.

Sabe aquela coisa, a vida não vale mais a pena, não tem mais sentido e tudo mais. A mesma coisa esse cara.

Se você vai matar alguém... Sua esposa tá aqui, não? Tá. É uma das... Você vai matar... Como é que você chama? A Jéssica. A Jéssica não vai gostar desse papo. Você vai matar a Jéssica. Sacou? Você vai matar aqui dentro do estúdio? Dentro do estúdio? Tem sentido você matar ela aqui? Não. A Jéssica quer te matar. Vai matar dentro de casa? Tem sentido pra falar de assim... Ah, foi suicídio.

Não tem sentido, cara. Não tem sentido para um cara que tem conhecimento, tanto da polícia quanto da malandragem. 35 anos de infarda nas costas. O cara não é besta, não é bobo. Atuava na rua. Não dá para se simular um assalto?

Você entendeu? Então esse lance de que foi premeditado, eu acho que é aí que o advogado da Gisele vai pecar. Não, foi premeditado. Cara, como é que você vai premeditar algo?

de manhã, onde você depois teve que tomar banho pra pagar a pólvora, uma história tudo mal contada, numa situação, que premeditação é essa? O que eu acho? Alguma coisa aconteceu ali,

ou uma discussão, ou ele descobriu alguma coisa, ou ele viu que... E não é só, ah, ela estava indo embora, ele ia perdê-la. Cara, isso não é motivo para um cara fazer o que faz.

de forma premeditada. Você está entendendo? Qual que é a catarse? Qual que é a catarse? O que aconteceu ali? Só o fato de ir embora, ele já sabia. O negócio já estava... Tanto é que já tinham ligado no dia anterior, já estava meio que combinado. A menina já nem estava lá, já estava com o pai biológico dela.

E aí ele pega, e aí foi interessante, Júnior, porque na análise eu falei assim, cara, isso me parece uma perda de controle, pega com uma mão, atira com a outra. Aí a perícia depois acabou comprovando isso. Ele deu uma esganadura com uma mão e com a outra ele... E por trás. Eu falei, isso aqui está me cheirando a...

Pegar a pessoa por trás. Pegar na trairagem. Pegar no desespero. Sabe? Virar as costas. Ou ver ela conversando. Alguma coisa. É isso mesmo. Tô voltando pro outro. Ah, então você não vai voltar. Aí, puf. Saca? Eu não consigo ver premeditado, não. Eu consigo ver o cara perdendo o controle ali. Casa mais se você for pro lado psíquico do negócio. Total. Total. E aí, aquele negócio. E agora? O que eu faço?

Por isso que ele demora 30 minutos ali para chamar a polícia, o socorro e tudo mais, porque ele precisa acertar tudo ali. Foi igual o Nardone, né? Perder a cabeça. O primeiro pensamento que vem é, ah, vamos falar que pulou da janela, pronto. E aí inventa aquela história toda.

mas que teve que ter tido também um descontrole. Qual foi o descontrole no caso do Dandone? O tal da chave. Muito provavelmente já falou assim, cala a boca, pulva. Ah, vou falar para minha mãe. E aí um erro foi cometendo o outro. Pega a toalhinha do menino e tal, e sufoca aí. Para com isso, para de chorar. E quando percebe, não percebeu. Fez uma esganadura ali.

Aí a menina tá lá e aí pronto. E agora, o que que eu faço? Aí ligou pra um, ligou pra outro, ligou pra um monte de gente pra depois ligar pra polícia. Eu falava, olha, tiraram minha filha pela janela. No caso deles, estamos falando também sobre a aposentadoria, né? Recebeu uma aposentadoria compulsória.

Agora? Agora. Tem a matéria aí. Mas agora você fala depois da... Depois da prisão. Depois da prisão? Ele é preso, parece que é um regimento interno da polícia. Pra desligar, é aquela coisa da punição pra cima, né? Em vez de ter punição pra baixo. E aí ele se aposenta. Tipo o juiz. Se o juiz pega um juiz roubando, se ela aposenta ele, vai ir pra casa. Exatamente. Aí tenente coronel é réu por matar esposa, PM aposentado, consalado integral. Que é o pior de tudo.

É isso aí. Caraca, olha, o último salário bruto do Geraldo Leite Rosa, 28 mil reais. O homem foi preso preventivamente após investigações da morte da PMGZL. E aí, tipo, nem nesse caso o cara perde... Tem certas castas que são protegidas no Brasil. É igual de juiz, se o juiz é pego roubando, os caras metem uma aposentadoria compulsória e pronto. O cara vai receber salário integral. Salário integral. É complicado isso.

É aquele negócio, né? A punição pra cima, né? Em vez de ser uma punição pra baixo, é uma punição pra cima. E não vai ser o último, e não vai ser também o primeiro. Essa galera, cara, sabe o que eu já percebi, Júnior? Pra você tirar a vida de alguém, você...

por mais que você fale assim, ah, não, tem a parcela ali de educação, a pessoa aprendeu a não respeitar o próximo, não respeitar as mulheres e tudo mais, mas tirar a vida de alguém, a pessoa precisa, ela tem algum tipo de transtorno, sabe? E tem uma parcela grande.

Tem, tem transtorno. Então ele vê o outro diferente de como a gente vê. A gente pensa em várias consequências, a gente pensa em vários dobramentos. Esses caras não, cara. Homens e mulheres é realmente como se estivesse pisando numa barata. É a mesma situação. Ah, pisei, fazer o quê? Vida que segue.

estava me atrapalhando aqui. Então, essa parcela, se ela já não está no crime, e aí aquela situação que eu falo de portas abertas, portas fechadas, são as oportunidades.

Às vezes você tem uma oportunidade maior, se você, de repente, é uma pessoa periférica, que vai se envolver com o crime, e aí você tem muito mais chances de resolver aquela pulsão de não ter aquele amor, aquele altruísmo, aquela compaixão pelo outro, entendeu? Agora, se o cara não cai nessas...

Às vezes ele vai buscar essas posições. Política, juiz, policial, que tem o controle da vida e da morte. Tem uma pesquisa que linka até o QI da pessoa. Por exemplo, uma pessoa que tem inclinação para o crime com QI baixo, normalmente é crime violento. Pessoas com QI alto, crime financeiro. É isso aí. Isso é fato. E o que é interessante... Não que apenas a instrução seja... Não, não, não, não.

Mas é oportunidade. Mas até mesmo a ideia de que se você fizer um crime financeiro, você ganha muito mais, o risco é muito menor, porque dificilmente você vai ficar preso muito tempo se você for pego, e o benefício é gigantesco. É gigantesco. Se acerta o esquema...

Você muda completamente de vida, entendeu? E isso tem a ver muitas vezes também com o nível de preferência temporal. Você vai planejar, você tem uma estratégia e tudo mais, você vai ganhar muito mais e vai ganhar no longo prazo. No curto prazo, o cara entra para o crime violento, que é o roubo, o assalto. Ele vai pegar o relógio, ele vai pegar o carro.

vai pegar a moto, é a lucratividade rápida. É isso. É isso mesmo. E de novo, portas abertas e portas fechadas. Às vezes o cara, quando ele vai para um lugar onde ele já tem essa pulsão, mas ele está num lugar, num ambiente saudável, seguro, onde ele consegue até receber uma instrução contrária daquilo que é a própria pulsão dele, aí ele não consegue de fato botar as mãos na...

e realizar de fato, ele realiza aquela pulsão de novo, dando uma canetada e prejudicando várias pessoas, várias famílias, o lance de você cortar a pessoa. Aí o pessoal fala assim, ah, então todo cirurgião é assim? Não, mas eles buscam muitas vezes para ter esse prazer de cortar, para ter esse prazer de falar, cara, essa pessoa está nas minhas mãos. O próprio policial de, ah, eu vou combater o crime, ah, eu tenho o direito de repente mais próximo de executar uma pessoa.

Então é engraçado. Igual, como eu falei, acho que foi no... Falei com o Petri. Eu cheguei e falei assim, é igual quando a gente está falando de pedó. Não vou falar toda a palavra para não estragar o algoritmo aí. Mas o pedó, ele muitas vezes busca profissões as quais ele tem contato constante com criança e adolescente. Claro. Então ele vai procurar educação física, natação, escolinha de futebol, ou...

o palhaço, o cara que é animador de festa. Então toda essa galerinha aí, eles buscam, por quê? Porque é quase que como se tivesse uma névoa, uma cobertura, aquela coisa de tipo, foi ou não foi? Tocou ou não tocou? Eu não sei quem estava falando, ele falou que foi... Ah, o Menzinho, sabe o...

o Fausto ele tava relatando outro dia que ele foi fazer uma uma seleção e o cara começou a palpar todo mundo ali, ele falou, é, não quero ter a palpada, não sei o que, aquela coisa e nunca mais ele foi escolhido, nunca mais ele passou nas nas peneiras e tinha muito, cara, tinha muito disso daí, até em arte marcial também, cara sim, tinha muito, e o e a coisa não era tão bem, bem bem

explícita talvez. Ou todo mundo sabia, mas não tinha rede social. Essa que é a verdade. Mas é aquela coisa, tipo, tem relatos disso da época dos times de base, por exemplo, desde a época do Pelé. Já tinha. Ou você sai com os caras, ou você não sobe na pirâmide ali.

Então, de novo, esses caras vão buscar onde? Vão buscar esses lugares onde ele consegue realizar as pulsões dele e de uma maneira que muitas vezes, se a criança reclamar, ah não, era o tio da natação, ah, era o cara que era o gentil organizador ali, era o cara da recriação, ah não, era o professor de educação física. Imagina, ele confundiu eu ajudar numa posição ali de alguma coisa com uma passada de mão, saca?

O negócio é ficar atento, essa é a verdade. Eles dão sinais, eles dão sinais. Eles não conseguem esconder o prazer de estar fazendo a coisa. É aí que você... Você viu, acho que foi esses dias, você viralizou num supermercado que o cara deu uma encuxada na mulher e ainda não só encochou como ele pegou na cintura da mulher. Eu não vi não.

Agora, está viralizado. Você vê que já ouvi uns dois, três portais aí. Eles não aguentam, cara. Eles não aguentam. Às vezes, pô, mas tem câmera. Mas o cara não aguenta. Ele não aguenta.

Então é nessas horas que você precisa ficar atento. Meu Deus do céu. É. Você é na fila do supermercado? Não, é. Tipo, a senhora lá, uma jovem senhora lá, ela estava escolhendo, acho que uns legumes lá. Meu, é rir para não chorar, porque se você imaginar que podia ser tua esposa, tua mulher, tua mãe, seja lá quem for ali, você fala, pô, tua irmã, filha da mãe, cara.

E aí acho que ela reclamou, foram nas câmeras, viram e a galera chamou a polícia e prenderam ele lá. E o cara não aguenta. Ele não aguenta.

Ah, eu já vi em metrô, já vi em elevador, eu já vi umas situações assim que você percebe que o cara, ele se coloca numa posição, e é engraçado que ele se coloca numa posição dúbia. Você fica, é ou é? Foi ou não foi? Aconteceu ou não aconteceu? É que hoje tem câmera pra tudo quanto é lado, mas sem a câmera, você fica naquela dúvida. Você fica, porra, eu vi ou não vi? Era ou não era? Sacou?

Mas eu acho que as câmeras são boas pra isso. Até. E tinha que aumentar a punição pra esse tipo de crimes, né? Que é outro papo que a pessoa fica assim, ah, o feminicídio, ah, a misoginia, ah, porque é contra um travesti, então tem que ser maior, ah, porque, cara, o mais importante é você ter trancadura.

para o agressor, ponto. Não importa se a vítima é mulher, se é homem, se é criança, se é velho, se é atípico, se é pobre, se é rico, se é trans, enquanto ficar, ah não, vai ser negro, então vai ser assim, ah não, vai ser trans, vai ter essa aqui, agora a mulher vai ter isso aqui. Você está entendendo que você começa a dividir a sociedade em classes e subclasses?

Então essa cor de pele vale mais, essa aqui vale menos, esse gênero vale mais, esse aqui vale menos. Que porra é essa? E é aí que começam os conflitos internos. Porque você começa a olhar e falar, pô, mas peraí, então porque é dessa cor ou daquela cor ou porque é dessa sexualidade ou daquele, o cara tem mais ou menos direitos? Porra, não é aquele lance todas as vidas importam? Então como é que você está fazendo diferença de punição Então, vamos lá.

Por conta da vítima. Todas as vítimas importam. Todas as vítimas importam. Quando você vai pra esse lado aí, com certeza você vai cometer injustiça. Essa que é a verdade. Você vai cometer injustiça. Então eu não consigo ver, eu não consigo pensar em você dividir a galera por classes e dar punições diferentes. Tinha que ter linha dura. Cara, olha que loucura. Tinha um... Tinha não, tem, né? Um cruzamento lá em Dubai.

E ele ficava assim, porra, sei lá, acho que 10 metros do hotel onde eu tava. Aí eu olhei assim, tava assim, ó, passou no farol vermelho 30 mil de rãs. Dava 45 o pau. 45 mil reais se você passasse no farol vermelho. Aí eu perguntei pro cara, basicamente era naquele cruzamento. Os outros cruzamentos não tinham, mas aquele ali era 30 mil de rãs de multa.

Era um cruzamento...

perigoso, porque ali passava trem de superfície, aí cruzava pra cá, cruzava pra lá e tal, tal, tal. Aí eu falei assim, por que que esse tem essa multa? Eu perguntei pro taxista lá, acho que era inclusive lá é Karim que chama, o Uber lá chama Karim. Aí o cara falou assim, não, porque aqui tinha muito acidente, a pessoa não respeitava. Aí já meteu essa multa pra... porque, cara, se você passar no farol vermelho, os caras vão te pegar.

Não é se vão te pegar, vão te prender e você vai dever 45 mil reais. E o que é mais legal, enquanto você não pagar a sua dívida, você continua preso. Então você tem o prazo de você cumprir a sua penalidade, seja ela qual for. Só que você automaticamente já tem uma dívida com o Estado. Então se eu lesei você, além do tempo... E...

tranca, eu vou ter que dar um jeito de te pagar. Ah, eu não tenho como te pagar. Fica perpétuo. O cara fica lá. E a dívida cresce, porque você, a cada dia que você tá preso, você deve uma diária da prisão pro...

pro Sheik. O que que o Sheik faz de vez em quando? Ele dá uma anistia. Ele pega ali os caras que de repente não são tão, sei lá, de onda ali, sei lá. E aí o cara perdoa. De vez em quando ele dá uma liberada. É, só que é assim, e os caras vão pra pra... é deportado. Aí nunca mais pode entrar lá. Aí você fala, tem alguém passando no farol vermelho? Não tem, cara. Ninguém, ninguém. É um estresse, é um trânsito, é uma loucura e não tem ninguém passando.

Outra, você não vê nada, você não vê pichação, você não vê lixo, você não vê absolutamente nada fora do lugar. Eu achei uma carteira lá, olha que doideira, eu, eu, achei uma carteira e você via que ela tinha grana e tinha cartões e tudo mais. Eu, Adriana, olhei assim a carteira e falei cara, não botei nem a mão. Cheguei pro cara e falei assim, ó, tem uma carteira aqui, viu? Aí o segurança veio, olhou, aí pegou a carteira, levou lá pra dentro, aí o cara falou, acho que é de uma japa lá, não sei o que.

E aí achou a mulher lá. Mas eu falei, se eu pego esse negócio aí, os caras falam, ah, você pegou a carteira. Eu falei, até explicar, você está em outro país, você não fala árabe, como é que faz?

Eu só apontei pra carteira, tá aqui ó, tem uma carteira aqui ó. Aí o pessoal veio e pegou. Cara, uma coisa que me surpreendeu, eu vi cara, num shopping, que é o maior shopping do mundo, um puta fluxo de gente, na praça da alimentação, que é aquela muvuca, é uma muvuca praça da alimentação em qualquer parte do mundo lá, mais ainda, o cara guardando mesa com celular. Já tá no celularzinho dele, o iPhone 17, pum, põe ali, ó,

Do mesmo jeito que a gente marca lá, sei lá, com relógio, com um óculos, sei lá, alguma coisa que não tem valor, o cara cata lá o celular dele e põe lá, para ninguém sentar porque ele já está chegando ali. E vai alguém roubar o cara? Não rouba, cara. Não rouba. Por quê? Porque a tranca é dura.

porque o negócio é de verdade. Então aqui esse papo de agora vamos aumentar a pena para quem matar a mulher, para quem matar o transexual, cara, não adianta nada.

O que tinha que funcionar era a trancadura para qualquer tipo de vítima. Eu não quero saber a vítima. Eu quero saber qual que é o crime. O crime é esse. Amigão, esse cara tem que ficar preso por tanto tempo. Tem visita íntima, tem saídinha, tem jumbo, tem que botar comida de fora, não. Tem que comer o que está lá dentro. É assim.

Tanto é que esse negócio de tem que diminuir a maioridade penal, eu não acho que tem que diminuir a maioridade penal. Lógico, isso vai acontecer no Brasil, nunca vai acontecer. Mas o que eu acho que tem que ser é o crime, cara. Se aquela pessoa tem quanto? 16? 14? 12?

ela conseguiu cometer um crime, se ela teve compreensão física, se ela teve uma quantidade de raciocínio e planejamento para cometer aquilo, ela tem a capacidade de cumprir a pena dela. Mas isso daí eu acho que é só mudando o governo mesmo. Muito, né? Mudando muito. A gente tem nessa eleição a oportunidade de ter uma renovação forte no Senado.

na Câmara, que é cordial, é até mais importante do que o presidente. É uma duplinha, é aquela coisa, precisa do presidente? Precisa, mas você não precisa só do presidente. O presidente vai simplesmente receber, se ele receber com uma certa proporção. Coisas boas ele vai homologar rapidinho. É muita gente pedindo isso aqui pra eu tirar de fora. É isso aí. Pra eu colocar ali que eu mesmo não quero passar pra frente. Então acho que é isso, cara.

Brasil mesmo pra entrar nesse caminho que você tá falando de endurecer as penas, ter uma trancadura pra crimes, as pessoas tem que responder e responder 100% da pena, entendeu? E tudo mais. É igual o presídio, cara. Qual foi o último presídio que construíram?

Por que ninguém inaugura presídio? O pessoal está nessa que a gente tem carceramento em massa. Se não souber fazer a coisa. Eu acho que hoje, esse lance que a galera não ia querer, só amigo e amigo de bandido que não ia querer. O que eu acho engraçado é que vem assim, aquela máxima. Ah, é melhor construir escola do que presídio. Não.

Você tem que escolher construir escola pra alunos. Você tem que construir presídio pra bandido. Você tem que construir um hospital pra doente. Ou seja, uma coisa não exclui a outra. Quer dizer, você vai construir escola pra botar o que lá? O Fernandinho Beira Mala dentro? Você vai construir... Pra aprender esse cara? Você vai construir escola pra aprender... Ai, mas se ele estivesse em educação, então... Então, peraí, nós estamos falando de educação ou estamos falando de criminoso?

Ah, mas uma coisa é sequência da outra. Não, não é. Não é. Eu acho que a pauta de segurança pública vai ser importante pra... Demais. Pra eleição desse ano. O que você acha que vai vir? Porque eu acho que a esquerda dificilmente vai ter um...

um discurso de precisamos construir mais presídios, temos que endurecer as penas, vamos reduzir a maioridade penal. Cara, o pessoal tá com uma conjunção muito boa. Você tem escândalo em cima de escândalo. Você tem... Muita gente fala assim, ah, mas eles anularam lá do INSS. Nem precisa. A população já sabe. Sabe quando eu me assustei, cara? Quando eu fui fazer a barba, e aí os caras estavam falando, a princípio,

eles estavam reclamando que o presidente do São Paulo estava contratando a família dele, a filha dele, para umas coisas. Aí eu falei assim, porra, será que esse cara vai ficar falando de futebol, né, cara? Tipo, Brasil explodindo, NSS, Vorcaro, e o cara falando que o presidente... Só que daqui a pouco o cara começou, esse aqui começou a falar do...

Ah, o presidente do São Paulo, outro falou assim, e o seu presidente que o cartão corporativo tá devendo 1.4 bi já? E aí os caras começaram a discutir, cara, num nível de detalhe que eu nunca tinha visto na vida. Então, esse papo do Alexandre de Moraes, junto com a mulher dele, junto com os 120 milhões, junto com o viajou de aviãozinho pra lá e pra cá, não importa se vai ter uma condenação. O povo já sabe, já tá desmoralizado.

Isso que importa. Se vai ter tranca, se vai ter julgamento, esse é detalhe. Porque pior do que uma condenação é você perder poder, cara. É você saber que o povo sabe do que você fez.

Sabe aquele lance que eu sei que você fez no verão passado? Isso daí você não volta mais. Não tem tipo a cumprir a pena e já voltei. Você já é visto com um tag que você não tira mais.

Simples assim. Então, ah, mas o cara vai ser destituído, não vai receber impeachment, não vai. Isso é o de menos. Tem que ir atrás, tem que batalhar, tem que fazer. Mas é muito mais importante a consciência popular e do povo mais representante mesmo. Sabe essa coisa do... Cara, como eu te falei, é o barbeiro falando. É o meu pedreiro. Ele não escreve direito. Ele não lê direito.

Tanto é que a gente se comunica no WhatsApp, mas por áudio. Ele sabe tudo que está acontecendo no Brasil. Se bobear, ele não tem o primário, bichão.

Ele sabe o que está acontecendo no Senado. Ele sabe o que está acontecendo. O pintor, sabe o pintor? O pintor, a gente chama de pastor, o pintor. Cara, ele sabe o que está acontecendo no Senado. Ele sabe o que está acontecendo no Congresso. Ele sabe do Alexandre Moraes. Ele sabe do Toffoli. Ele sabe do Lula. Ele sabe do filho do Lula. Ele sabe do Felca?

O Felco eu não sei se ele sabe. Da lei Felco ele sabe? Eu não sei se da Felco, eu não sei. Mas da parte política, da parte dos desvios, da parte de Janja, de Lula, de Gastança, do cartão... Essa galera já sabe, cara. Já sabe. E isso é assustador para eles. Por isso que eles querem a todo custo regularizar, ou melhor, regulamentar barra censurar a rede social.

Eles usam semânticas boas. É igual essa lei da misoginia. O que vai acontecer com essa lei da misoginia? De novo, lembra do binário? Então é assim, alguém é contra você proteger a mulher? Ninguém é contra, cara. Não tem uma pessoa com um senso bom que você é contra as mulheres. Só que daí, qualquer coisa que você faz... Não, mas peraí, eu acho que essa... Não, não, não, não... Não, não, não...

Porque ou você é a favor das mulheres, ou qualquer coisa que você falar, eu tenho que anular. O cara só pensa em um e zero. Se você falar, não, mas espera aí, essa lei... Não, então você é contra as mulheres, você entendeu? Ele não consegue pensar no caminho do meio, ele não consegue imaginar qualquer coisa além...

Do 1 e o 0. Ou você é a favor ou é contra. Felca, lei do Felca. Favor é contra, favor é contra, favor é contra. Se você criticar o Felca, não, porque você é o fascista, não sei o que lá, porque você não tá sabendo de nada e tudo mais. Agora, quando você lê a lei, e se a mulher sentir humilhada, com medo, constrangida, já virou misoginia? Como é que faz um negócio desse?

Como é que você vai ter uma materialidade? Lembra que eu tava falando do outro? Como é que você vai ter uma materialidade real? O que eu posso e o que eu não posso? O que é feito e o que não é feito? Não, é só você não humilhar a mulher. Como é que eu vou fazer? E como é que você prova que você nunca humilhou uma mulher?

E como é que ela vai dizer que não foi humilhada? Se é algo íntimo e de foro emocional ainda. E é claro que o negócio é imprescritível, é qualquer mulher, não precisa ser relacionamento afetivo, é todo tipo de relação. E o pior de tudo nessa questão toda é que, novamente, só vai para um lado.

E o lado que o juiz quiser. É o lado que o juiz quiser. Se o juiz for de... E a gente sabe que agora parece que os magistrados têm escolhas políticas, então como é que vai fazer? Aí bate lá em cima, deixa eu ver quem que é. Ah, não, aqui foi misoginia. E esse aqui? Ah, não, esse aqui foi... Eu nem sei o que foi. Foi alguma coisa?

como o Nicolas jogou na cara da Janja. Você falou alguma coisa quando o seu ministro assediou as mulheres lá do gabinete?

Você foi falar que o cara era um assediador, um misógino? Ela não falou nada. Você falou alguma coisa do filho do Lula? A mulher apareceu com a cara toda estourada? Você falou alguma coisa? Não, não falou nada. É loucura, né? Como é que faz? O misógino é um cara aleatório, que a gente não sabe o que é, que pode ser o cara que deixou a mulher triste, pode ser o cara que construiu a mulher, pode ser o cara que fez uma piada.

Pode ser qualquer coisa. Mas o cara que vai lá e realmente agride uma mulher, bate a mulher, dá uma chute na cabeça da mulher, esse cara... O que ele passa? O que ele passa a ser? Você não pode colocar os dois... Você não pode comparar uma coisa com a outra. Mas esse sempre foi o grande problema. É colocar tudo no mesmo balaio. É igual o lance do... Ah, eu fui...

foi tentativa de estu ou eu me senti estu por que? não, porque o cara passou a mão no meu cabelo e eu não queria, eu disse não e ele continuou e me puxou pelo braço aí você fala, mas minha filha, calma se você jogar isso aqui na mesma condição de um cara que utiliza-se da compreensão física ou de uma arma pra te pegar, te ferir e fazer uma penetração e tudo mais ao nível de um cara porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu porque a gente estabeleceu

que pode ter te tocado, pode ter feito o que você não queria, que está errado, que está errado, mas colocar os dois no mesmo balaio, sabe quem vai ficar feliz da vida? Esse aqui. É como você falou, esse que chuta a cabeça da mulher, que espanca, quebra a cabeça dela com paralelopipo, vai ficar feliz da vida. Ele vai ser misógino do mesmo jeito que o outro que falou assim, nossa, você está com TPM, cala sua boca. Você entendeu?

Então esse que tá no extremo é que vai ficar feliz, que vai falar assim, porra, então eu sou aquele cara ali que... E o negócio tá fora de controle. Por exemplo, você já fez análise do exposito do Felca?

Na época eu fiz, inclusive. Acho que eu fui o único, inclusive, que fez. Esse é outro. É, porque agora apareceu umas três, se não me engano. Eu fiz um que a menina... Da live, né? Que ele tava na Twitch e começou Cala sua boca, vagabunda, não sei o que. Faz que eu tô te mandando. Tua puta e tal. Agora apareceu uma outra.

Apareceu uma outra aí no Twitter. Tem já alguns dias que ela postou. E agora ela postou de novo ontem e continua lá no Twitter rodando isso. Começou a aparecer em um monte de lugar, né? Ela falava que o cara era tóxico, manipulador, ficava usando...

Do fato dela ser uma pessoa mais vulnerável Morava junto com ele E aí ele tinha Ele tinha certos comportamentos Altamente abusivos Ele tava viciado em pornô E isso daí era uma coisa que atrapalhava muito A vida dos dois e tal Enfim, calma

Colocou lá uma série de questões muito polêmicas e ela fica falando, é bizarro pensar que esse cara que fez tanto mal para o meu psicológico, hoje tem um quadro de saúde mental. Por isso que é o gatilho. E é engraçado que você acha que uma mulher dessa, tendo uma situação dessa, não vai gerar o famoso gatilho de tipo, como assim? Como assim meu algoz?

tá sendo coroado como alguém que se preocupa com a saúde mental, sanidade mental. Agora, essa mulher vai ser acolhida pelas mulheres? Não tá sendo. A palavra dela vai valer? A declaração dela vai valer? Não, não vai valer. Cadê o... Vê se você acha aí no Twitter.

E por que não vai valer? Porque ela não está do lado da patotinha. Então o que vale é a patotinha. O que a patotinha quer é lei. E outra, e de forma subjetiva. Essa mulher não tem valor. Essa mulher não tem valor perante as outras mulheres, cara.

A sanidade mental dessa mulher de nada vale. Por quê? Porque ela tá no outro zero e um. Eu sou a favor do Felca. Então qualquer coisa que tiver desse lado tem que ser anulado ou não vale nada. O Binário, ele pensa assim. Então ele tem que comprar sempre tudo como um grande pacote. Não é isso daí não. Esse daí ele tá... Aí. Tem... Ex-namorado do Felca aqui.

Aqui, ó. 1 do 4 de 2026. Essa é a... E agora? Dia da mentira. 1 do 4. E aí, como é que o Felco vai se defender? Como é que ele prova que ele não foi um cara abusivo, manipulador? Não tem como se defender, mas pra ele não vai dar nada. De dois anos de relacionamento que ele teve com ela, até durante a pandemia. Ó, é assim, ó. Tem os dois lados da moeda aí. Vamos lá. Se você pega o pau que bate em Chico, bate em Francisco.

você teria que dar credibilidade pra essa menina, sim ou não? Agora, se você for pela lógica, é como você falou, como é que o Felca vai se defender numa situação dessa nessa lei nova? Ele não consegue se defender. Então, mesmo se essa menina estiver inventando, como é que ele se defende? Exato.

Se ela tá dizendo que se sentiu humilhada, outrajada. Ah, faz acusações pesadíssimas. Então, como é que faz? Desce aí o texto aí, ó. Você tá entendendo que são leis que é só pra... que vai complicar a coisa toda? Não, e isso aqui é uma coisa que a gente tem que analisar, porque assim, isso é uma coisa muito... É como você acabar com a reputação de um homem. Como que você destrói um homem e o transforma em um monstro?

Falando que ele é tóxico, abusivo, acabou com a sua vida. O seu relacionamento íntimo com ele mostrou que ele é uma coisa totalmente diferente do que ele aparenta na internet. Pronto, acabou. É isso aí. É o que toda mulher que tentou acabar com a vida de um ex ou com a vida de alguém com quem ele teve relacionamento e acabou sendo rejeitada e tudo mais.

Pintou, entendeu? Ah, e muitas vezes é verdade, muitas vezes é mentira também. A gente viu vários casos de ser mentira. Porque, de novo, a lei não pode ser subjetiva, a lei não pode ser criada no calor de emoção. Porque a lei, ela não é pra tampar uma dor momentânea. A lei, ela tem que ser atemporal. Por isso que também esse lance de...

heróis forjados à velocidade da luz, é um perigo. Por quê? Porque não tem o tempo de maturação pra saber de fato quem que é aquela pessoa. Quem de fato é essa pessoa que eu tô colocando numa posição de destaque. Entendeu? Ele dá um boom por conta daquele vídeo do Ítalo, o cara já foi optado pra falar, não, agora você é o cara do Ítalo.

que vai apresentar o programa sobre sanidade mental. Porque o que a gente quer de você? Audiência. É só isso que a gente quer. Tem condições de você fazer? Pouco importa.

Você é referência? Você tem aí uma situação que não vai justamente contrapor sobre aquilo que você está defendendo? Não, isso é o que importa. O que importa é o seguinte, vou puxar a sua audiência para a gente aparecer.

É isso, basicamente é isso, entendeu? Eu era apenas uma menina de 18 anos lidando com um homem esperto. Minhas crises eram provocadas por exaustão emocional. Contou o Ro Silva, que relatou ainda sofrer crise de show e medo. Essa parte aqui, ó. Na última vez que tive uma crise, onde eu chorava e sentia muito medo, ele junto dos seus pais disse que iria me levar pra tomar açaí e me colocou na rua. Não houve um término, falaram que era temporário.

Enquanto isso, ele continuava me manipulando para ir vê-lo. Assim, botou ela pra fora de casa.

E aí terminamos, mas ao mesmo tempo que terminou, ele ficava indo fazer ela ir na casa dele pra ter sexo e tal. Então, cara, e aí a gente vê os dois lados. Se for verdade, é o que a galera começou a brincar, né? Que eram três, né? Como é que era? A gente tem uma mulher não biológica na câmera da mulher?

no grupo ali, a gente tem um cara que tem, que considera um cara que não é equilibrado mental, ele sempre fala que tem depressão, que tem isso, tem aquilo, tem um monte de coisa para falar sobre sanidade mental dos outros, ou cobrar sanidade mental dos outros, e tinha mais um aí, não sei qual que era, que estavam brincando, eu falo assim, em menos de não sei quantos dias a gente teve a três, três ou quatro elementos que estão aqui, eu falo assim,

É justamente ao contrário, né? Daquilo que tá sendo apresentado. Não, da comissão da mulher eu lembro. Desse cara aqui eu lembro, agora o outro eu tô tentando lembrar também. Era um 3 ou 4. Acho que eu vi no Twitter. Tem, tem esse meme aí. Fala assim, ó. Só no Brasil, não sei o que. Ah, a franginha na testa, né? Da seleção. É. A feminista que... A feminista que foi desenhar a camisa do... Foi fazer a camisa de futebol da seleção.

Masculina. É. Então, tipo... Vai brasa. Vai brasa. Vai brasa, hein? Entendi muito de futebol.

Mas é engraçado, a primeira vez que eu vi, não tinha ainda a polêmica. Eu só vi ela falando. E eu me assustei. E acho que como todo mundo se assustou, né?

Do nada a mulher me solta um... Não, porque todo mundo fala, né? Vai Brasa, vai Brasa. Eu falei, meu, aonde que essa mina assiste Jogo do Brás? Será que é onde? Em Nova Iorque, né? É na Inglaterra que ela assiste. Pior que em nenhum lugar do mundo, né, cara? Os caras... Exatamente. Reduzem isso aí.

Cara, sabe assim, o que eu fico feliz, sabe o que é, ô Junior? Que eu tenho muita campo fértil pra trabalhar, né? Porque ainda mais agora... Por enquanto. Por enquanto. A gente não sabe quanto tempo a gente vai estar no YouTube, não. Ah, é, também, né? Uma coisa que eu ia te perguntar.

Você esteve envolvido na produção daquele documentário lá da Brasil Paralelo, sobre a Amarela Penha? Eu participei, eu participei desse documentário aí, falando das análises que eu fiz do Marco Heredias.

Então eu falei que, cara, muita coisa ele contava ali e tinha uma congruência ali absurda. Documentário. Depois, quando a gente foi lendo, tanto é que um dos que falam lá é o Otacílio, o doutor Otacílio. Foi um dos que eu indiquei lá atrás para vocês, lembra? Quando estava você e o... Como é que chamava o que apresentava com você? O Miguel. Lembra que eu apresentei o Otacílio?

pra vocês. Lembro. Ele foi lá na... Que bairro que era lá? Era Moca? É, ali era na Moca ainda. Na Moca. O Otacírio foi lá. Você não lembra dele? Explicando que ele leu todo o processo e tal. E cara, você leu o processo, você vê um monte de furo, você vê um monte de coisa esquisita ali. O próprio revólver.

E tem laudo da Taurus, cara, dizendo, esse revólver foi produzido após a data do crime e o revólver tá lá do início ao fim. A arma, que era uma arma de pressão que foi pega na casa dele, sumiu. A arma foi pega uma, depois aparece o outro. Cara, é um monte. Ela mesmo falou, né, que ele tinha se ferido com uma faquinha. Pô, tem laudo da... E outra, ele tem a cicatriz que dá bala entrando e dá bala saindo, cara.

Então são umas coisas assim que você fala, e aí? Como é que faz? E tá com mandato de segurança e tá... Tá suspenso, né? Tá suspenso, com mandato de segurança. Foi retirado do ar e o Brasil Paladal tá sendo processado em meio milhão de reais. Olha que loucura, entendeu? E aí você fala, por que que não rebate com uma...

sei lá, que nem essa menina fez aí, né? Aqui, ó. Um ponto a ponto aí, falando, olha, o Ian e essa menina, eu não sei como é que chama, pega aqui, sabe o Ian? O Ian, eles fizeram um contraponto do que eles acharam, do que era, o que não era. E eu acho que tá tudo certo, tá tudo válido.

Agora, que tem um monte de coisa... E aí, sabe o que acontece? Sabe uma outra coisa... Uma coisa... Que é complicado, cara. Que é o seguinte. A lei ficou meio que personificada com a história da Dona Maria da Penha. E, cara, são coisas completamente diferentes.

Você tem uma lei, que é 11.340, que salvou muitas mulheres, muitas mulheres foram salvas contra essa lei. Outras tantas utilizaram essa lei em mentiras, em barganha, em... Vou te acusar porque dessa forma acelera. A Ana Hickman falou em rede nacional.

a gente vai entrar com Maria da Penha contra o Alexandre. Sabe por quê? Porque é mais salary, é rápido. Aí a própria juiz do caso falou, pô, mas peraí. Mas quer dizer que você está dizendo que vai entrar acionando a Maria da Penha no seu caso contra o Alexandre para acelerar o processo, mas ele não foi violento com você?

Não teve um histórico de violência. E aí quando você pega a história da Dona Maria da Penha, é uma coisa... Você tá entendendo que é como se as pessoas se pernossificassem. Uma coisa só, se você criticar a lei, você tá criticando ela. Se você criticar o processo, você tá criticando ela e a lei. Cara, peraí. Tem três coisas aqui diferentes. Tem o processo, E aí

Tem ela e tem eu, por exemplo, eu nunca falei dela, no sentido de. Eu falo aquilo que ela deixou público de, ele nunca me bateu. E a maioria das pessoas acreditava que ela estava na cadeira de roda, porque ele tinha metido porrada nela até ela ficar daquele jeito.

Depois, a faquinha. Ah não, acho que ele falou pro Gugu. Ah não, ele meteu uma faquinha aqui pra... Sendo que não existe essa história. Agora, aí você critica essas declarações. Aí parece que você tá criticando todas as mulheres, você tá criticando a lei, você tá criticando o processo. São coisas completamente diferentes. Dá pra você criticar o processo? Até porque o processo muitas vezes independe...

Da própria vítima, que no caso eram os dois, porque quando acontece o assalto, olha que interessante, porque quando acontece o assalto, você tinha duas vítimas ali. Sim. Você tinha o Heredias e tinha ela. Aí magicamente aconteceu que ela vira vítima e ele não.

E o assalto? E o assalto? Que depois falaram que, não, o assalto foi forjado. Como é que foi forjado se a perícia está dizendo, cara, tem o escalar, tem a pérgola que foi arrombada, tem o macaco do carro. Alguém falou, bom, mas e esse macaco? E não sei o quê. Porra, os caras, a própria perícia falou que foi o macaco que estava dentro do carro e foi usado para arrombar.

que tem vários artigos que estavam dentro já do carro, sempre depois levaram de volta. Mas eu já recebi um pessoal que fala muito aqui sobre esse documentário ter usado um laudo falso. Então, o que acontece? Por que ele foi tirado do ar? Porque parece que eles estão dizendo que esse laudo é falso. Só que o documentário, pelo que eu entendi, quem trouxe essa dúvida, inclusive foi um promotor.

Olha isso, um promotor de justiça levantou essa dúvida porque existia um laudo que foi apresentado na época e esse laudo depois muda durante o processo. Então o Heredia sempre reclamou disso. E o Heredia, cara, ele é contador de formação. O cara tem tudo, cara. Ele tem nota.

ele tem orçamento, ele tem todos os lados originais, tudo, passagem de avião que ele comprou, que ele ia visitar ela a cada 15 dias no Saracubtcheque, em Brasília, gastou uma puta grana pra tentar fazer ela voltar a andar, pra fazer a reforma da casa, pra adequar a cadeira de roda, foi atrás de uma cadeira de roda, bacana.

um monte de coisa que você vê que se a pessoa estava afim de executar uma outra coisa por que aquilo foi feito daquela maneira? muita gente fala do cachorro não, mas o cachorro o pessoal fala que o cachorro estava solto por que o cachorro não atacou? sabe o que acontece, bicho? as pessoas não tem saco bem bem

Primeiro, de assistir podcasts gigantes onde se fala um monte de coisa. Ou nem leram, nem assistiram lá o Brasil Paralelo. Depois, não leem o inquérito. As próprias meninas que trabalhavam na casa falaram assim, os patrões viviam bem, até ela descobrir a carta.

Tá lá. Carta da amante. Da amante. Palavras das meninas que trabalhavam lá na casa. O lance do cachorro, o cachorro ele ficava no fundo da casa.

Como era uma casa lá no Ceará muito quente, a cozinha, ela não tinha uma porta de madeira, tipo, fechando. Era uma porta de grade, onde você conseguia ver, de lá pra cá, de lá pra cá, e a cachorra parece que estava... Ele falou, fica quieta, vai pra casinha, não sei o quê. E os caras... Então, há um surto. E outra, sabe o que o Marcos Elidia, ele sempre pediu a vida inteira? Ele não pediu pra anular o processo dele. Ele não pediu pra ser...

inocentado, ele não pediu, ele só pediu me ouçam ouçam a minha história ele escreveu e reescreveu vários livros contando a história dele trazendo só isso que ele queria me ouçam, deixa eu contar e trazer os documentos mas nunca deixaram tanto é que você vê, quando ele conta o poder vem pra cá lá, ele só quer contar a história dele E aí

Será que, vamos supor que, apesar que ele foi julgado como um autor, ele não tem direito de se defender? Ele não tem direito de contar a história do jeito que ele viu como testemunho ocular? Mas o Brasil Paralelo consegue reverter isso na justiça? Eu não sei. Para poder ter acesso a... Ou já era, foi decidido? Não, eu acho que está em mandato de segurança. Quando é mandato de segurança é porque não foi decidido nada ainda. Porque, cara, já pensou ser condenado a meio milhão de reais para fazer uma investigação?

Porque assim, querendo ou não, a lei tá posta, não vai mudar em nada. E outra, a Brasil Paralelo, se não me engano, entrou em contato com ela pra ela contar a versão dela e ela rebater aquilo que foi falado. Não quis. E vamos supor, é esse ponto, porque é engraçado que muita gente diz e agora? Tá desmascarado. Aquilo tudo, como se toda a história fosse baseada ou ela se equilibrasse por conta desse laudo. Vamos supor que esse laudo, porque o laudo existe.

O laudo médico existe. O que estão dizendo é que ele acrescentou mais coisas. Eles estão dizendo que tirou. Você está entendendo? Então por que não confronta? Pega então o original. Eles não dão?

Dá o acesso, confronta a caligrafia dos dois com o Benito. Estamos em tempo sombrio, meu querido. Você tá entendendo? Porque assim, já que tem os dois, confronta os dois. Confronta. Vê qual que foi o primeiro, qual que foi o segundo. Então, aí o que a galera fala? Ah, não, então tudo foi baseado nesse laudo. Então tira ele. Tira só isso aqui. Tira só isso aqui que você tá falando do laudo. Todo o resto. Tem, se para em pé, não para.

Mas, de novo, o que eu acho engraçado é assim, ele só queria ser ouvido, ele só queria contar a história dele. E aí você tem essa situação que não é somente...

A dona Maria da Penha. Tem a dona Maria da Penha, tem o processo e tem a lei. Ela não é a lei, a lei não é ela e o processo também não é a lei e o processo não é ela. O processo é dos dois. Sim ou não? Sim. O processo também é da heredia. Então a heredia não pode falar do processo ao qual ele é colocado como autor, por exemplo. O processo não é dela. Ela não é dona do processo. O processo é dos dois. Então é só ter um pouco de bom senso.

Isso é ataque? Isso é uma misoginia? Isso é ódio? Talvez um ou outro, sei lá, pode ter feito. Agora, você fazer perguntas, fazer perguntas, ter dúvidas, ter uma resposta sobre algumas coisas, isso é ódio? Isso é ódio? Quer dizer, você não pode falar de um assunto se você falar de um assunto. Eu não sei, é isso que vai acontecer daqui pra frente?

Se a gente falar de algum tipo de assunto, esse assunto, ele é tabu, ele não pode ser falado, ele não pode ser questionado, porque até então questionar é uma coisa, acusar é outra. Saca? Não sei, eu acho que é uma situação assim. Se o Brasil continuar aplaudindo e aceitando uma situação dessa, todo mundo vai comentar, sabe o que é só e somente só? BBB.

novela, jogo de futebol. É o que sobra. Que era o que era antes, né? É. O que a gente comentava? Era futebol, samba, fala qual é a escola de samba que ia ganhar, qual que ia perder, quem ia subir, quem ia ser o Brasileirão, Paulistão e não sei o que, os regionais.

Copa do Brasil, é isso que o pessoal... Ah, agora vai ter Copa, agora não sei... É isso que as pessoas querem discutir, somente isso. Vai sobrar isso pra se conversar, pra ter dúvidas? É, não sei. Querem voltar a 1970? Então, se é isso que o povo quer, ser tratado como ignorante, como imbecil, como tapado, que não consegue nem ter opinião...

Porque as pessoas já estão confundindo isso, né? Você ter opinião é crime. Não, opinião não é crime. Crime é se você cometer algo que já está dentro do Código Penal. Mas eu acho que nós estamos num tempo sombrio mesmo, assim, de a censura hoje ser mais, inclusive, pesada. No sentido de que você tem que se autocensurar o tempo inteiro. Você tem que estar sempre se autocensurando. Porque você não sabe exatamente o que você pode fazer e o que você não pode. O que você pode falar e o que você não pode.

Na realidade a gente sabe o que a gente pode e o que a gente não pode. É que a gente está num regime de exceção. Onde, de novo, o que vale é o subjetivo. O que vale é o que eu acho sobre isso. Se eu achar que é isso, eu vou meter um processo. E o pior de tudo que você encontra, aderência em algumas instâncias, até mais, por quê? Porque vale a pena. Vale a pena eliminar algumas pessoas. Antes você mandava para os Gullucks, agora você manda para... E aí

Pra fora da... Você mete multas milionárias, tira o poder de falar da pessoa, pronto, acabou. Tem aquele negócio dos caminhoneiros multados em bilhões de reais, velho. É, então, bilhões, né? Bilhões, cara. Caminhoneiro. É uma situação impagável, né? E aí você fica... Qualquer manifestação que você faz, você tá sendo contra o quê? É subjetivo.

E mesmo se fosse... O PCO não fala que eles querem tomar o poder pelos operários? O Ian mesmo não fala que o único jeito de resolver o Brasil é com arma na mão? Ele já falou coisas desse tipo. Várias vezes. Então, e aí?

Saca, então, assim, uns podem, outros não, uns podem falar, outros não. O Janones mesmo falou que vai meter o sarrafo, vai meter isso, vai fazer o que for fazer, vai acusar, vai... Mas, como é que faz? É, eu não sei, é tipo assim. E de novo, eu só faço perguntas, cara, só faço perguntas. Enquanto a gente puder ainda fazer perguntas...

Tá bom. Mas é como você falou, vamos supor que você, num debate, um dos lados... Você faz muito debate aqui. E se um dos lados se sentir que foi humilhado, ridicularizado, exposto? Acabou pra todo mundo. Acabou pra todo mundo.

Como é que faz o negócio dele? Vai continuar fazendo debate? Vai botar mulher pra debater? Acho difícil, hein? Porque se você botar uma mulher pra debater e ela achar que não tá sendo bom aquele podcast ou os cortes que aconteceram... Aí chorando. É... Como é que faz?

Eu acho que, acima de tudo, mesmo pelo fato de ser uma opinião, se a pessoa achar que você fez alguma ofensa e tudo mais, a pessoa baralha de processo. Não precisa banir você da rede social por causa disso, não. Ah, é. Pois é. É uma... E é engraçado que, de novo, é tudo 880, é 1 e 0, 1 e 0, 1 e 0. Igual aconteceu agora no Solange Couto. Cara, eu até... Eu tava no Léo Dias ontem lá no programa dele. Eu falei assim, Léo, Eu tava no Léo.

Você que está cobrindo os famosos há três décadas. Alguma vez você ouviu alguma coisa da Solange Couto? Não. Alguma pisada de fora? Alguma presepada? Não.

Quer dizer então que o mundo agora quer cancelar ela. Objetivo, a maior preocupação da galera hoje é cancelar a Solange de Couto, porque realmente ela falou umas besteiras. Mas uma senhora de 70 anos, que de repente falou lá aquelas besteiras dela, que ela já pediu desculpa, que ela falou, cara, não me reconhecia ali. O que ela falou? Ela falou brigando com a... E outra, foi uma reação, é que nem eu falo. Existe uma pessoa que ela vai fazer por...

porque ela começa a coisa, ou seja, por uma... Que verbo que eu vou usar aqui? Tipo assim, motivação, ou seja, ela motivou ou foi reação? Ela fez a...

Ela exponenciou ou foi uma reação? E a Ana Paula declaradamente diz, eu estou aqui para encher o saco dos coleguinhas, estou aqui para tirar as pessoas do sério. E ela e a Milena ficaram, a tia Milena ficaram enchendo o saco, enchendo o saco todo mundo. Até que uma hora ela começou a...

surtar, surtar, surtar, que não aguenta, que tal, não sei o que, e realmente falou umas besteiras. Falou tipo assim, ah, eu nasci de amor, você nasceu de... Você foi feita com raiva, uma raiva violenta. Depois, ah, você é assim porque...

você não foi mãe, você fosse mãe, ou você é tão ruim que você não consegue ser mãe. Eu vi esse vídeo passando assim no Twitter. Cara, é óbvio que essas coisas são ruins. Mas é que nem eu falo, ela foi provedora dessas coisas ou ela foi reativa a essas coisas? Ela promoveu isso ou ela entrou em reação a isso? Aquilo tinha um CEP, tinha um endereço?

Era uma resposta de alguém que estava atacando ou ela pensa assim, ela filosofou sobre isso? Ela acredita nisso? Saca? Tem uma diferença absurda, abismal entre você promover algo e você ser provocado até que você acaba querendo atingir a pessoa. E ela conseguiu isso com quase todo mundo. O próprio Babu foi assim.

Ela encheu, encheu, encheu o saco do Babu, até que o Babu chegou uma hora e falou, eu falo do jeito que eu quiser, sua patricinha, branquela, não sei o quê, mimada, bababá. Ou seja, ele passou do limite, é claro que passou, mas foi espontâneo? Ele começou a falar isso ou foi reativo? E aí agora o mundo parece que a grande preocupação é, temos que cancelar Solange e Couto. Temos que cancelar Solange e Couto, temos que cancelar.

Uma mulher que a vida inteira foi a dona jura, né? E agora não, é a dona injúria. Quer dizer, no final da vida dela as pessoas querem que ela morra sofrendo, seja jogada na lava para se retirar de passado o meteorote, para ela sofrer mais ainda. É de uma desproporção, é de uma tordidez, sabe? É de uma maldade. Que você fala assim, cara, que maldade é essa?

Sabe, por que que essa... Esse não perdão, né? Sendo que ela já sai da casa... Lá dentro da casa mesmo, ela falou, porra, eu acho que eu exagerei, me tirou do sério, eu não sou uma pessoa assim, mas eu acabei, né, trazendo à tona. Eu fiz uma análise hoje, que vai sair amanhã, se não me engano, falando sobre todas essas coisas.

E é isso que a gente vê. A gente vê uma situação... Mas a internet não perdoa ninguém. Ninguém, ninguém, ninguém. Ninguém, ninguém. Não esquece nada também. Também. Quando é pra resgatar, aparece coisa até do poeiro. Do arco da velha. Por isso que é muito difícil a pessoa ficar muito tempo exposta na internet. É. Sempre tem... Tem alguma coisa rolando. É... Eu ia te perguntar, você chegou a analisar a camiseta da seleção? Já que você falou lá da menina da franjinha. Cara, de verdade, cara. Eu não... Eu não...

Sabe o que acontece? Parece aquelas de... É... É rechou, não é? Aquela que faz assim, abre assim. Qual que é a pronúncia? Sabe aquele negócio que você faz assim, abre pra ver se... É... Se vê um demônio, se vê gente transando. Que não, isso aqui pra mim... Põe lá, tinha uma ali que tava bem legal. Aqui, por exemplo. Cara, pra mim isso aqui é o Pikachu. Não lembra o Pikachu?

Olha lá, aqui é um gambá amassado. Sabe os gambá quando é atropelado? Aquele Elip Lebo. Lembra aquele Elip Lebo que fica pulando atrás da gatinha? Quando ele é atropelado, não parece um gambá atropelado? Aqui o rabo do gambá, as patinhas aqui, a cabeça estourada. Pra mim é um rabo, é um gambá amassado e ali é o Pikachu, cara. É. Então você vê o que você quiser ver numa imagem dessa. Você vê o que você quiser ver.

É igual aquela como eu falei lá, de abrir e para ver se você ainda está psicótico ou não, né? É que daí as pessoas querem surfar em cima de tudo, né? Isso aí para mim é um trabalho de... Sabe o que parece isso aí? Ta e dai, cara. Para mim, muito provavelmente, a origem disso daí, a brincadeira foi de ta e dai.

Sabe tie-dye? Você... Põe aí pro pessoal ver o que é tie-dye. Efeito de tie-dye. Numa camiseta. Pensa assim, ó. Camiseta tie-dye. Taí, taí mesmo. Taí. Taí. Depois dai. Ó, tá vendo ali, ó? Tá vendo isso aí, ó? Tá vendo? Você joga um monte de tinta, amassa, torce, aí quando você abre, sai uma figura. Entendeu?

Ali eu acho que brincaram com o tie-dye. Cataram o pano, dobraram o que saiu. Falou, beleza. Você vê que ele inclusive é simétrico? Se você fizer assim, você abre o que tá ali. Ali foi uma brincadeira de tie-dye, cara. Nada mais do que isso. É, não tem... A Dirce disse que tem um demônio ali. Tem um demônio ali, não. Não tem? Não tem. Pois é. Eu vi o Pikachu. Então, que negócio, né? Depende do que você tem na tua cabeça, é o que você tá vendo ali, né, cara?

Minha cabeça acho que é mais infantil. Eu vi o Pikachu e dois da desenho animado. O outro era o Leopold. Põe lá. Põe lá o Leopold atropelado. De repente vai aparecer ele. Aqui, ó. Camisa do diabo. Aqui, ó. Mas, ó. Aquele desenho ali, você faz o desenho que você quiser, cara. Em cima daquilo ali, você faz o desenho que você quiser.

Que doideira, né? Olha. Fez um pentagrama ali, ó. É, fez o outro, fez até o pentagrama. Cara, você pode fazer o que você quiser aí. O que você acha? Você acha que tem um demônio ou não? É. Ele já viu uma tartaruga. Já que parece também, né? Pra mim é... É uma brincadeira isso aí e ficou. Olha o outro. Olha esse aí, então. Tem que ter muita criatividade, né? Pra...

Pra fazer o negócio em cima aí, ó. Ó. Olha isso. Mas essa daí? Pô, mas essa daí também já... Vai brasa. Já meteram uma carranca chinesa aí, né? Tem todo... Tem um chifre e tudo. É, não. É.

Pra mim isso aí é um... É o Pikachu na frente e um gambá atropelado atrás. É o Lipe Lebo atropelado atrás. Só isso. Mas não vou comprar nenhuma das duas, né? Não? Não. Cara, o pá caramba. Tá fora da... 700? Tá 800 pau? Ah, não quero não. 800 conto, cara. Não quero não. Ó, 25 de março é 30 reais. 30 não. É 30, 30. É 30, 30, 30.

É 30 real. 30 real. E os mano te pega pela mão. É camisa, é camisa, é camisa? Vem cá, vem cá, vem cá. Já leva, é. Tem, ó, pra combinar, combinar. Vem cá, vem cá, vem cá. É isso mesmo. Ó, esse relógio aqui, ó. Raspa a chave de fenda no relógio. Coloca a sua opinião também sobre o cenário político.

O que você acha? Eu acho que a gente está na melhor conjunção, cara. Sério? Eu juro que eu não esperaria coisa melhor para um ano de eleição. Mesmo? Porra, cara. Porque, vou te falar, acho que talvez há um ano atrás eu estava extremamente desanimado. Extremamente desanimado. Eu não via a luz no final do turno de jeito nenhum.

Hoje eu vejo, de novo, eu tenho... Mas o meu deadline é essa eleição, entendeu? Tipo, se realmente o Brasil definir que está tudo bem os bandidos, que está tudo bem gastos exorbitantes, que está tudo bem taxa em cima de taxa, mais de três novas impostos ou reajustes de impostos a cada vinte e poucos dias, são mais de trinta...

toda essa roubalheira em estatal, INSS, compra de pessoas, compra de supostamente aí de ministros e tudo mais, e as pessoas acharem que isso é bom e é salutar, aí, cara, eu acho que eu de fato mesmo, eu falo, cara, é isso que o povo gosta, é isso que o povo quer, eu vou dar uma de bolinha e falar, meu...

Eu, de fato, não precisaria nem estar me preocupando o que vai acontecer e o que não vai acontecer. Eu sempre ganhei dinheiro em qualquer situação. Eu nunca esperei mercado ou... Com a Dilma eu ganhei dinheiro, com o Lula eu ganhei dinheiro, com o Bolsonaro eu ganhei dinheiro.

com o Fernando Henrique eu ganhei dinheiro, com o Sarney eu ganhei dinheiro, com o outro maluco lá, que pegou dinheiro de todo mundo lá, o Collor, eu ganhei dinheiro, então eu não precisei de nada do governo ou fiquei esperando o mercado para ganhar. Agora...

pra muita gente, vai ser muito difícil. E se continuar nessa toada, é que nem eu falo, se os caras ainda ficam, ah, Lula 26, Lula 26 é realmente, você tá dizendo, ok, o Compactu com toda essa palhaçada que tá acontecendo, com toda essa roubadeira, com todo esse descaso, com, sabe, se empurrar pela barriga e...

a torta direito, então paciência. Se a pessoa que precisa, a pessoa que precisa do SUS, precisa do hospital público, precisa da escola pública, precisa da segurança pública, ele precisa da coisa toda pública, e aí não tá nem aí, que todo esse dinheiro tá indo embora, em vez de ir pra ele, tá indo pros amigos, tá indo pra fora, tá indo em gastos. Um cartão, cara, um cartão. Ter 1.4 bilhão de gastos num cartão. Um cartão.

Cara, e a pessoa achar que está tudo bem, que aquele dinheiro dela, porque aquele dinheiro é dela, aquele 1.4 bilhão é dela. Em vez de estar abrindo mais hospitais, mais escolas, equipando mais a polícia, fazendo uma ronda extensiva, tendo mais metrô, tendo mais ônibus, tendo mais facilidades, tendo mais investimento para ter mais emprego. Se tem mais emprego, vai ser melhor para você. Se a pessoa acha que não quer e está tudo bem, quem sou eu para falar que... E...

que ela não merece a coisa ficar mais ruim. Então, paciência. Agora, por que é a melhor conjunção? Inflação, juros altos, políticos desacreditados, corrupção uma em cima da outra.

Bem numa época da eleição. Então, o povo tá com a faca e o queijo na mão pra trocar uma grande parte daqueles que mandam nelas, naqueles que roubam, naqueles que desviam. Ué, é agora. É tudo ou nada. Essa é a maior chance que o povo tem pra começar, pelo menos, a dificultar os bandidos. Porque os bandidos estão rindo à toa. É uma chance do povo dificultar os bandidos.

Simples assim. O Léo já te convenceu a votar no Renan Santos? Não vou votar no Renan Santos. Mas, tipo, acho que o Léo não me conseguiria me convencer a... Eu gosto do Léo pra caramba. Eu acho que o Léo vai fazer um ótimo trabalho. De novo, só acho que o Missão tem que existir.

Eu falei isso para o Tim, quando eu conversei com ele, na época não existia missão, falei, cara, vocês têm que abrir um partido, vocês têm que ir para cima, vocês têm que defender aquilo que vocês acreditam, com unhas e dentes.

mas eu acho que a forma que eles atuam, eu não aprovo, eu não acho legal, mas eu acho que eles têm que existir, simples assim. E eu acho que vale a pena essa pluralidade e tudo mais, mas eu já votei neles, mas não voto mais, eu acho eles muito narcisos, sabe? Tudo é feio se não for espelho.

Só eles são os bons, só eles são os perfeitos. Não existe um caminho de conversar, tem que atacar todo mundo.

todas as pessoas não prestam, o Brasil só vai mudar quando eles chegarem lá em cima. Aí eu não acho legal isso, eu não acho um discurso bom, mas de novo, eu prefiro eles do que o PCO, eu prefiro eles do que o PT, eu prefiro eles do que muitos partidos aí, mas não votaria neles. E eu acho que eles têm que existir. Mais do que muitos outros partidos, inclusive. Muito mais.

Deu pra entender. Não é uma coisa absurda não de se falar. A maioria das pessoas inclusive tem, hoje elas tem uma posição até mais mais incisiva, assim, ah, porque um dia ele falou tal coisa de mim, ele falou tal coisa de tal pessoa. Quer mais do que eu? O Arthur Duval quis me cancelar fortemente, cara. Foi? Foi. Ele quis acabar com a minha vida. O Arthur? O Arthur quis acabar com a minha vida. Entendeu? Foi quase isso aqui, ó. Mas como assim, cara?

porque o cara fez uma baita de uma edição, fez uma puta palhaçada, não vou contar isso mais uma vez, mas eu cheguei pra conversar com ele na Paulista, aqui na Paulista, e aí aquela velha história, você não sabia se era, é o que tá acontecendo com o Ben Mendes.

Eu falei a mesma coisa pro Ben, mandei um recado pra ele pela análise que eu fiz. Falei, Ben, o problema nessa última treta que ele teve, eu falei assim, ó, você é, você não sabe se a gente tá falando com o consumidor, com o candidato a governador ou o youtuber Ben Mendes. Você era o consumidor, o youtuber ou o candidato? Enquanto você fica navegando nessas três pessoas, quem vai se ferrar é você.

O Arthur foi a mesma coisa. Tem o Arthur Duval, tinha o deputado e tinha o porra louca Mamãe Falei. Com quem que eu tava falando? Eu achei que eu tava falando com o deputado. Mas na realidade ele tava no skin do porra louca do Mamãe Falei. E aí aconteceu um monte de coisa, que ele fez uma puta edição e tal. Jogou como se tivesse feito o maluquinho do negócio.

E aí eu falei, cara, o problema é esse. O problema é que você não sabe com quem você está falando. E foi o que aconteceu. O que derrubou o Arthur Duval? Quem foi para a Ucrânia? Foi o Arthur Duval? Pachaveca as loiras? Foi o deputado? Ou foi o youtuber? Juntou os três? Lascou, cara. Você entendeu? Ou você é uma coisa ou você é outra. Principalmente na política. E na política você só pode ser uma coisa só.

É sempre o político. Exatamente. Sempre o deputado. Se você tentar ser qualquer outra coisa além do político, você tá lascado. Você vai morrer de calça arreada. Só que mesmo assim... Cara, o Léo quase que fez um... um encontro, né? Tipo, Ventura e... ele foi quase que um psicopompo da relação ali. E...

E eu falei para o Arthur, falei, cara... Mas faz tempo então isso daí? Faz muito. Ele já não é político faz muitos anos. Faz muito tempo. Logo em seguida ele perdeu por conta disso. Eu ainda falei, cara, ele vai ter um problema por causa disso aí. Oito meses depois ele perde o mandato. E aí aconteceu, até a galera foi lá no vídeo e falou assim, estou vindo no futuro para falar que realmente o Ventura tinha razão. Ele falou que ia acontecer, aconteceu.

Por quê? Porque você não sabia com quem você falava, com quem você está falando, quem que é a pessoa. Eu vou me defender como? Eu vou me defender como o taradão, como deputado ou como maluquinho youtuber? Quem era quem aqui? Eu vou me defender como? Sacou? E aí perdeu o mandado por conta disso, cara. Deveria ter perdido se você... Deveria ter perdido? Não, né? Não, não. Não.

Mas o Brasil tem esse negócio. Mas vai ser igual o Ben Mendes. Será que não vão rolar isso daí até pra chegar e falar agora você tá só com processo, não sei o que. E aí um juiz aí chega e fala, ah, você bateu na mulher. Ele bateu na mulher. Só que foi uma reação. Aí você defendeu, né? Então, mas e aí? A gente sabe. Mas agora não é subjetivo? De repente o cara fala assim, ah, mas você só tinha que apanhar. Por que que você foi e encostou na cara da mulher? É.

Você entendeu como é que é? Você entendeu? Você entendeu o que eu quero dizer? Que quando você quer ser uma coisa, seriamente aquela coisa, você não pode ser as outras coisas. Eu lembro que o... O meu avô, cara, ele me ensinou isso assim, muito rapidamente, quando eu tinha, sei lá, acho que uns 10 anos de idade. Eu disse, voltava da escola apertando campainha das casas.

Aí uma vez um cara percebeu quem que era lá e conseguiu me identificar. Ele falou, pô, é o filho do Ventura. Porque o meu pai tinha uma loja, que na realidade já tinha vindo desde o meu avô, que chamava Casa Ventura. E naquela época, acho que era ainda Casa Ventura. Então o letreiro era assim, Casa Ventura.

Depois virou Ventura Calçados e tal. Aí, eu tava lá com meu avô, meu avô só ficava lá só passando o tempo, meu pai que já tocava a loja. Aí falou assim, seu João, seguinte, pô, esse aqui quem que é? É meu neto. Então, ele passa lá todo dia e toca a campanha da minha casa. E às vezes eu tô ocupado, tô fazendo coisas e tal, e eu tenho que ir lá ver e quando eu vejo, só perdi meu tempo.

É, gostaria que o senhor tomasse uma providência aí e tal. E eu, com o na mão, né? Com o na bronca, com o tabela. Isso daí, pra quem é da nova geração, cara, todo mundo fazia de tocar a campainha, mas, tipo assim, você também levar uma comida de rabo na frente do seu pai, cara, por qualquer motivo, seja na escola, na rua, por causa de brincadeira, porque a mãe da criança tal não gostou do que você fez, falou com o seu pai, acabou com você, velho.

É, entrava no chinelo rapidinho. Aí, falando com o meu avô e eu lá, travado, né?

Caraca, o que meu avô vai falar? Meu avô só falou o seguinte, pode deixar que ele não vai mais fazer isso. Nem olhou para mim. Tem a segunda parte. Pegou e falou, pode deixar, ele não vai mais fazer isso. Eu garanto. Aí o cara, obrigado, tal, não sei o que, saiu. Aí ele me pegou pela mão, foi até fora da loja, falou, o que está escrito aí? Falei assim, Casa Aventura. Não, aqui, o que está escrito aqui?

Ventura. Eu sou Ventura. Você é Ventura. Seu pai é Ventura. Quando você está na rua, não é só você. Você carrega o nome da tua família. Pronto, acabou ali. A partir daquele dia, eu percebi que eu tinha uma responsabilidade. Não era só eu. Eu representava com 10 anos de idade. As minhas atitudes podiam prejudicar o negócio da família.

Sacou? Ele falou, você não é só você.

Você carrega o nome da... Perfeito. E aí eu, pof, entendeu? Então, às vezes, as pessoas se confundem nisso aí. Elas acham que elas podem ser... Ah, aqui eu sou isso, aqui eu sou aquilo, aqui eu sou... Por isso que eu sempre acho que eu fui muito... Aprontei pra cacete, brinquei pra caramba. Muito, cara, você não tem ideia. É tipo assim... A minha vida foi muito, muito, muito porra louca. Mas eu sempre soube do limite de...

eu não posso bagunçar, eu não posso me expor, eu não posso entrar numa presepada ali naquela região, pelo menos. Hoje seria a internet inteira, mas quando eu entrei... Cara, eu estou na internet há 20 anos, cara. Minha conta no YouTube esse ano faz 20 anos. 20 anos. É muito tempo, cara. É muito tempo. Na internet desde 96. Eu estou na internet há 30 anos, cara.

Desde a época do Mandic. Então imagina, eu tô na internet há 30 anos. Eu tô no YouTube há 20 anos. Basicamente, ali a primeira primeira rede social. E antes disso eu ia usar o quê? Sei lá, ICQ? MSN? Orkut. Orkut ficou assim na mesma época, né? Porque o Orkut foi um pouco antes, né? 2004. Acho que sim. É, Orkut estava 2004, 2003, 2004, por ali. Não é isso? É.

Quando eu fui para a internet, eu já... Porra, eu já... Cara, em 2006 eu já estava com a loja há 16 anos. Eu já era empresário há 16 anos, cara. Então eu já tinha uma concepção de tipo assim... Eu não sou eu aqui. Eu tenho um CPF por trás e um CNPJ também.

Então eu sei até onde eu podia ir. Então esse lance de tipo, realmente, você... A minha internet, o cara pode fuçar os últimos 20 anos, não vai encontrar nada, nada. Nada, nada, nada. Mas eu acho que eu já tinha essa preocupação lá de trás, por quê? Porque, entre aspas, eu era uma pessoa pública, dentro daquela situação de bairro. Você entendeu? As pessoas me conheciam, conheciam minha família, eu fazia parte da associação comercial.

No colégio, eu que fazia parte ali de monitor de sala, sabe, cara, de Grêmio, de votação de Grêmio, a interface entre os alunos e a direção. Então, eu acho que foi que o Steve Jobs fala, os pontinhos ligando-se para trás, né? As coisas que foram fazendo sentido. Então, acho que isso fez bastante sentido para mim.

Você tem que ter uma responsabilidade de imagem, cara. Aproveitando essa questão toda, que você está há tantos anos na internet e tal, a sua primeira análise foi quando? Foi em 2016. Vai fazer 10 anos agora. Nesse canal agora. É, nesse canal.

Dentro desse canal, ele foi mudando de nome, né? O canal existe realmente desde 2006. Mas aí eram outras coisas, eram só umas brincadeiras. Depois entrou, em 2008 já entrou um assunto sério, que era, chamava Eu Posso TV. Aí eu fazia, era como um...

Era como se fosse isso aqui, só que era meia hora. Então era um canal de entrevistas, eu entrevistava as pessoas e tal. Aí depois ficou sendo mais eu falando sobre algum tipo de assunto. E aí foi crescendo ali, crescendo assim, mudando, né? Mudando o formato. Mas não crescia nada. Eu tinha, sei lá, acho que eu tinha 1.500 seguidores, sei lá, alguma coisa assim. Meus vídeos dava 300 visualizações.

Eu ficava feliz da vida quando batia mil. Na época aí, você é dinossauro da internet. E aí, quando eu fiz análise... Da Patrícia Lelis, é quando bateu 100 mil visualizações. Eu falei, opa, tem coisa aí. Patrícia Lelis. Em uma semana, bateu 100 mil visualizações. Eu fiquei sabendo de um negócio que ela processou alguém e ganhou. Caramba! Eu não tô sabendo disso aí, não. Eu acho bem difícil. Acho que foi a primeira vez que ela falou a verdade, então. Putz, eu acho que é bem...

Pois a gente precisa pesquisar isso aí, mas eu acho que é bem difícil. Você analisou a treta do Alan dos Santos e da Ana Campagnolo? Alan dos Santos com Campagnolo. Vamos fazer uma análise ao vivo? Ah, eu vi o... Ela fica super sem graça, né? Que ele falou, oi Ana, você tá filmando?

É isso mesmo. Eu não falo com você porque não fico dando... Não vou dar entrevistas pra pessoas como você e tudo mais. É um negócio que ela... É que teve um antecedente ali que eu não sei o que rolou. Também não. Eu não sei qual que é o antecedente. Eu perdi no meio da... Eu sei que ali ele quis pegar ela no pulo ali, no contrapé. Tipo, ô, você tá aqui. Aí ela, ôi. Aí quando ela viu que ela tava filmando, ela não quis continuar o papo. Né?

Mas ali dá pra perceber que é raiva. Mesmo assim. Não sei o que é que mostrar aí. Uma mágoa. Eu acho que foi muito sem jeito. Pega aí o vídeo. Não, sem jeito. É esse aí mesmo. É esse aí. Tem som? Mas você dá entrevista pra CNN? Ela ficou com medo. Comente o volume aí, gente. Volta aí com o volume aí pro pessoal ver, pô. O outro tá sem graça.

Oi Ana, tudo bom? Oi Alan, tudo bem? Tudo bom? Tô filmando, claro. Transparência total. Tudo bom? Eu ia ser simpática, mas aí vi que você tava só querendo aproveitar o dia. Não, tô querendo aproveitar. Quero te fazer algumas perguntas. Eu sou jornalista e tô querendo te fazer uma pergunta. Pra desviar o olhar, né? Eu não tenho interesse em falar contigo. Ela tá com medo. Você é uma pessoa entragável. Por quê? Tá com raiva.

indigesta que você trata o vídeo complementar você me complementar aí só porque aí só porque eu tava gravando para mostrar

fazer uma pergunta pra você. É não, ela é meio que... Eu tô falando com ela, agora o assessor tá querendo se intermitter, diga. Não, ele não é só um assessor. Ok. Ele não é só um assessor, a gente não trata as pessoas como vocês tratam. Mas por que que eu como jornalista, porque eu como jornalista eu não posso te entrevistar? Pronto, ela vai pegar o assunto satélite, tá vendo? Por que eu como jornalista eu não posso te entrevistar?

Ela não quer falar? Não quer falar. Não, sim. Mas por que eu como jornalista? Porque eu tenho o direito de... Mas você não dá entrevista pras fake news? Você não dá entrevista pra CNN, por exemplo?

Ele tá querendo encher o saco dela Viu que ela... Tá com medo, tava extremamente incomodada Tá vendo a vozinha embargada? Ó Ó lá Eu acho que até esse lance do beijo Foi meio dramaturgia ali Sabe aquela coisa de Ah não, peraí

Ah, entendi. Já não ia rolar mesmo. Já, já não ia rolar. Foi só pra dar um... Ah, putz, nossa. Você me pegou, hein? Sabe aquela... Mas eu acho que os dois aí... Cara, treta deles, cara. Tipo...

Não vou meter a colher, não. Mas se você for fazer uma... É difícil ver os amigos brigando. É, cara. Não é? Não é? É difícil. Então, tipo, eles são adultos, eles que se entendem. Mas você vê, o cara quis provocar uma situação meio que constrangedora, porque acho que eles deveriam ter alguma situação anterior ali que eles não...

não estavam se bicando, e ela fica completamente passada, porque vê que o cara tá filmando, e agora o que eu vou ter que fazer? Agora eu vou ter que falar, porque ele vai publicar isso aí, e aí ela teve que ser firme ali com ele, foi firme, conseguiu passar o recado, por mais que ela estivesse nervosa, com a voz embargada, ela conseguiu passar o recado. E aí ele ficou insistindo, e aí também é aquele negócio, é troca de chumbo não dói, né?

Um tentando uma coisa do lado, o outro falando do outro, o outro falando você é isso, é entragável, é nojento, blá blá blá blá blá. É estreta, estreta! É triste, né? É. É como você falou, né? Quando os amigos brigam, a gente fica chateado. Pois é, cara. Eu sei que a situação não tá fácil.

Rola uma treta dentro do grupo ali, né? Desses deputados, do político e tal, da galera do PL. Envolve o Nicolas, muitas vezes, e aí...

como se estivessem criando uma espécie de ala da direita muito forte. E essa ala da direita muito forte é a galera que é forte sem o Bolsonaro, sem o sobrenome da família, principalmente. E aí acusam de traidores, acusam de ingratos. Eu não sei até onde isso é verdade, não. Eles querem realmente se desvindicar.

eles não são leais se vão ajudar na campanha, se não vão ajudar na campanha mas é triste porque assim, se quer ter alguma chance de ganhar a eleição em 2026, não pode ter esse tipo de visão não, cara eu não tenho medo disso aí não sabia? Quanto a isso que isso vai rachar direito ou vai perder força não cara, porque se você pegar PT, aí o PDT o PCO, PSOL cara o PCO, PSOL

Eles sempre tiveram as suas divergências, tiveram as suas contradições e tudo mais. Espertamente o que eles fazem é o seguinte, cada um tem a sua bandeira principal. Você está entendendo? Cada um tem a sua bandeira principal. Só que quando precisa se unir para criar, sabe? É igual aquelas... É...

quando o exército romano ia ser atacado, eles catavam os escudos e todo mundo... e criava algo maior. Eu acho que é isso que a direita não sabe fazer. Eu acho que tem que ter, sim, os dissidentes, sei lá, a nova direita, a direita limpinha, a direita radical, a direita raiz. Está tudo bem, cara. Está tudo bem.

Agora, eles ficam, de repente, aí, não se juntando na hora que precisam. Eu acho que eles não estarem juntos a todo momento é natural. Não, às vezes, até se suportarem. É natural, cara. É natural você... Ó, muitas duplas sertanejas, muitas daquelas antigas, os caras não se suportavam.

Milionários é rico, os caras ficaram anos sem se falar. Você acredita nisso? Anos sem se falar. Não falaram. Os caras não se falavam. Cada um tinha seu assessor.

E aí, mandava recado ali pro produtor, tal, não sei o quê. Ó, tem show tal dia, tal, tal, tal. E aí quando ele subiu, e aí, meu amigo milionário, e aí, Zé Rico, opa, e aí, vamos lá, meu amigo, esse modão, e não sei o quê. E aí, e tal, e pronto, ia fazer o show. Tá entendendo? Eles não precisam se amar.

Eles não precisam nem se respeitar no sentido de... Cara, eu não me simpatizo com o plano, mas eu compartilho com os valores da direita, isso, aquilo. Os caras querem achar que a direita tem que ser um bloco unido, único, que todo mundo se ama. E não é assim, eu não consigo ver assim. Eu consigo ver o seguinte, precisamos nos unir aqui.

E é isso, por exemplo, que eu acho que falta no Missão. Quando todo mundo tem que estar junto, que tipo, eu não sou aquilo ali, e eu me enxergo mais parecido com isso, e aí que eu não concordo quando eles falam, não, PT e a direita são iguais, essa direita aí são iguais, aí você fala, ah, não, bicho, não dá para ser 0 e 1, 0 e 1, tem as tonalidades cinza, você pode... E aí

ter as suas diferenças, você pode criticar e tal, e tudo mais, mas numa época de eleição, aí não. Aí você não pode ficar baixando a calça do amiguinho. Sabe aquela coisa? Eu posso abaixar a calça do meu colega enquanto a gente tá jogando entre nós. Agora, a gente vai jogar contra outra escola, eu não vou abaixar a calça do meu amiguinho. Isso mesmo.

Sacou? Aí não pode. Você já deve ter... Isso não acontecia em escola, cara? Você podia zoar as salas, mas se tinha um colégio de fora, você jamais zoava o cara da sua... Você ia zoar o outro. Aquele ali, jamais. E aquele mesmo que você puxava a calça pra baixo, você tava saindo na mão por ele. Por quê? Porque daí é algo maior. Eu acho que só falta isso. Achar que tem que ser um bloco único, besteira. Besteira, muito besteira. Concordo. Vamos de... Tem live pics?

Não tem live pics? Tem superchat? O pessoal foi embora, já foi viajar. Eu tô quase indo já também. Tá quase indo, né? Então vamos nessa. Deixa eu ver. Vou pegar aqui alguma pergunta. Vou pra Caraguatatuba.

Vai fazer o que lá? O que eu vou fazer em Caraguatatu? Luta boxe. Não, tem várias coisas pra fazer de legal, assim, né? De excepcional. Alugou uma lancha, como é que é? Ah, não, eu não aluguei uma lancha. Não, vai pra lancha, churrascão, em alto mar. Os meus... É, não vou rolar uma... O meu negócio é só moto. Vou de moto, vou de motoca, isso eu vou.

de motoca. Putz, falar nisso, você me falou uma coisa agora que eu preciso ligar uma das motos lá que já faz uns 10 dias que eu não ligo ela. Ligar, senão vai dar problema. A Harley? A Harley. Se eu não ligar ela, lascou. Não pega nunca mais. Deixar ela ligada lá. Eu vou com a outra, eu vou com a Honda, então... Mas curti, curti a praia.

Fazer que nem o Negão. Você viu o Negão? Pegar uns caiaques. O negócio dele é jet ski agora. Agora é jet. Agora ele tentou no jet e agora é só jet agora. Exatamente. E surfar. E surfar. E andar de skate. Então é isso. O pessoal só está discordando de você dizendo que tem um demônio na camisa da seleção. Mas é. Eu acho que não. Para mim é o Pikachu. Mas eu acho que a... O pessoal aqui é muito da teoria da conspiração. Sim, sim.

E é legal, né? É legal, às vezes eu fico ouvindo umas... É bom ser antissistema, querer... Não ser manipulado pelo globalismo. Eu acho assim, eu gosto de ouvir, mas cara, não vai acontecer porra nenhuma. Sabe aquelas... Tem uns aí que são especialistas nas teorias. Eu gosto de ouvir, mas nada vai acontecer disso. Nada.

É igual os ET, cara. Eu gosto de ouvir as histórias dos ET, mas tem ET? Tem porra nenhuma. Tem não? Não, cara. Se ver, você já tinha aparecido, já era a coisa mais tranquila. Mas aí é outros papos. Pra outro podcast. Pessoal, deixa o like, se inscreva. Ah, e deixa eu chamar o pessoal. No Redcast. Deixa eu chamar o pessoal. Lembrei, ainda bem. Onde é que eu tô? Aqui, ó.

Pessoal, olha que legal. Semana chega de mentira para você trabalhar junto comigo, para você aprender junto comigo a identificar não só as mentiras dos outros, mas as mentiras internas que atrapalham a gente. Então, do dia 13 ao 17 de abril, porque o que acontece, ô Juliano?

Hoje, eu identifiquei, hoje que eu falo assim, de uns anos para cá tem me incomodado demais que as pessoas, elas estão vivendo mentiras internas e essas mentiras muitas vezes são inconscientes. Então você acaba acreditando que você não passa daquele patamar financeiro.

que o seu relacionamento vai ser sempre ruim porque você tem o dedo podre. Ou que o relacionamento vai esfriar, que é natural esfriar e vai ser assim mesmo. Que vida de casada é daquele jeito. Que você não vai conseguir. Eu trabalho demais e não consigo ver dinheiro. Ou eu não vejo as pessoas me valorizando no meu trabalho. Ou eu já sou uma pessoa excelente, mas não consigo ter visibilidade. Então, qual que é a mentira interna que você está vivendo? Muitas vezes as pessoas...

Elas querem ter a visibilidade, elas são bom no que elas fazem, são ótimos advogados, ótimos engenheiros, ótimos médicos, mas aí o cara critica o Toguro. Sabe aquela coisa de pô, esse cara não é nada, ou aquele ali faz dancinha pra...

consegui vender lá o implante de cabelo, ou aquele ali era dentista, agora está aplicando botox. Imagina, eu vou continuar fazendo aqui só a minha... Então, eles dão essas mentiras, eles ficam em cima dessas mentiras e não sabem por quê. Tem dificuldade no financeiro, tem dificuldade nos relacionamentos. Então, essa semana a gente vai identificar essas mentiras internas que são muito piores do que você ficar vendo a mentira dos outros.

transformar isso numa verdade que liberta, ou seja, para eu saber o que eu tenho que fazer para eu começar a dar os próximos passos, para eu ter mais grana, mais liberdade, relacionamentos mais saudáveis, então as pessoas têm que se inscrever. ChegaDementira.com.br ChegaDementira.com.br Vai ser uma semana inteira de conteúdo inédito que eu nunca passei na internet, nunca passei de forma gratuita do jeito que eu vou estar passando, você pode assistir de qualquer parte do mundo, de qualquer parte,

desse Brasil e do mundo online, basta você ter uma conexão para você me assistir e você vai, de fato, mudar completamente e muitas mentiras internas você vai destruir e eu garanto que em menos de 30 dias você vai começar a ver o resultado já. Em menos de 30 dias você já vai começar a ver que aquilo que você estava vivendo podia estar baseado em grandes, grandes mentiras. Chega de mentira.com.br

Show de bola, só acessar lá no Instagram. Não, chegadementiras.com.br E acessar o website. Aí vai direto, se cadastra, e aí depois é com a gente. Aí a gente não vai deixar você esquecer dos dias e das datas. Então se cadastrem aí, galera. Aproveitem pra acessar o chegadementiras.com.br e fazer também a sua inscrição aí. Pra todo mundo aí ficar esperto, entendeu? É isso aí. Então, galera, muito obrigado. Pedir pra todo mundo aí, você vai ser direcionado pro nosso próximo evento, que a gente trabalha até tarde.

E agora a gente vai ter um acompanhamento diretamente dos Estados Unidos. Nós vamos receber informações em primeira mão sobre a missão Artemis, né? Que legal. E a tripulação está agora rumo à Lua, né? Dez dias de viagem, o lançamento que foi ontem. E a gente vai saber todas as informações, astronautas, todas as dúvidas que você puder mandar, inclusive serão respondidas, tá bom? Diretamente dos Estados Unidos. Felipe Jaime e Sérgio Sacani. Show, hein? Até daqui a pouco, galera.

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