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MUITO FORTE: Esse Testemunho vai te IMPACTAR | Daiana Silva

09 de julho de 20261h15min
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EPISÓDIO COMPLETO: https://youtu.be/4UEFyzfX6NI

Neste episódio emocionante do Crente Podcast, recebemos a convidada Daiana Silva para contar um testemunho impactante de libertação e transformação espiritual. Após passar por uma infância marcada por marcas emocionais, ela buscou refúgio no ambiente das festas e da curtição, mas o vazio na alma só aumentava. Tudo tomou um rumo perigoso quando, no ambiente de trabalho, teve contato com livros de doutrinas ocultas. A partir daí, sua vida se transformou em um cenário de intensas batalhas espirituais, opressões na madrugada e experiências sobrenaturais que tiraram a sua paz. DaIana chegou ao limite das suas forças, enfrentando uma tristeza profunda e um relacionamento desgastante que parecia não ter saída.Mas o agir de Deus é surpreendente! Através de uma profecia certeira, uma visão inesquecível na madrugada e um encontro genuíno com o Criador, ela foi resgatada do abismo. Prepare-se para uma história que vai edificar a sua fé e provar que, onde o Senhor coloca um ponto final, ninguém pode colocar uma vírgula. Assista até o fim e seja edificado!

Participantes neste episódio2
S

Speaker A

Host
D

Daiana Silva

Convidado
Assuntos7
  • Propósito e Chamado DivinoVisão de Cristo crucificado · Profecia de restauração familiar · Batismo nas águas · Conversão genuína
  • Diálogo ReligiosoGrupo de oração · Ministério de Louvor · Oração de São Miguel Arcanjo · Igreja Católica · Assembleia de Deus · Congregação Cristã no Brasil
  • Construção de novas famíliasCasamento · Filha Sara · Libertação do filho autista
  • Mediunidade e EspiritismoLivros espíritas · Paralisia do sono · Experiências sobrenaturais · Casa espírita Irmãos da Luz
  • Dilemas de RelacionamentoRelacionamento abusivo · Gravidez inesperada · Filho com autismo · Separação
  • Infância e padrões familiaresHistória da mãe · História do pai · Violência doméstica · Abuso de álcool
  • Adolescentes apreendidos e foragido· SociedadeFestas e curtição · Mundo da balada e rave · Amizades no mundo noturno
Transcrição53 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

A paz do Senhor, povo de Deus! Começando mais um Testemunho no Crente Podcast. Nossa convidada de hoje é a Daiana Silva, cidade Jundiaí, São Paulo. Nascida em um lar destruído por conflitos, ela tentou fugir da dor da infância nas festas e na curtição, mas o vazio só crescia. Tudo mudou no trabalho ao ter contato com livros espíritas A busca por respostas virou um pesadelo de experiências intensas e ataques sobrenaturais. Prepare-se para um testemunho impactante de libertação que vai edificar a sua vida. Glória a Deus! Já quero chamar ela aqui. A paz do Senhor, Diana Silva.

DSDaiana Silva

Isso, Diana Silva, seja muito bem-vinda.

?Voz A

Também seu esposo que está aqui, parceiro, faz parte do seu testemunho também.

DSDaiana Silva

É isso.

?Voz A

Mas antes eu convido você que não é inscrito ainda no canal do Crente Podcast, se inscreve, compartilha e ative o sininho. E convido você que tem um testemunho lindo para contar, para falar o que Deus fez na sua vida. Vai estar o contato aqui, entra nesse contato, manda o seu testemunho para você estar aqui. Amém, glória a Deus!

DSDaiana Silva

Daiana, tudo começou desde pequena, desde, na verdade, assim, desde antes de eu nascer, né? Pode contar. A minha mãe, né, vou falar da minha mãe, né, do meu pai, para até para entender melhor, né, minha história. Então, a minha mãe, ela nasceu numa família muito grande, ela nasceu numa família de 10 irmãos. Então ela era das mulheres a mais velha, né? Eram 5 mulheres, ela era a mais velha. E a minha avó faleceu muito cedo também.

Então minha mãe, antes dos 10 anos, já tinha perdido a mãe dela. E aí meu avô com muitos filhos, né? 10 filhos pra criar, agricultor. E eles nasceram lá no interior do Ceará, né? Muito difícil. Então quando ele perdeu minha avó, os próprios irmãos dele, os parentes, viam o sofrimento dele criar aquelas crianças, né? Então, o que que eles pensaram? Vamos pegar alguns para criar, para ajudar ele, porque eram muitos filhos, né? Então minha mãe foi criada numa casa ou outra de tios e tia.

Então assim, aquela carência da mãe, aquela ausência da mãe. E aí quando ela chegou ali na fase da adolescência, ela foi morar com uma tia e ela ficou morando com essa tia aí até os 24 anos dela. E essa tia que ajudava ela em estudo, trabalho, então Só que o mais interessante, essa tia que ela foi morar, ela era casada com ex-padre. Ele era padre e deixou a batina porque se apaixonou por essa tia da minha mãe. Então eles eram muito católicos.

E acontece, acontece. Então assim, minha mãe era católica desde sempre, desde pequenininha, e ficou morando com essa tia até a fase adulta dela, né? E aí ela trabalhava numa creche e numa dessas férias que ela teve, ela foi para São Paulo, porque até então alguns irmãos mais velhos já tinham ido para São Paulo tentar a vida e tal. E foi nessa viagem que ela acabou conhecendo meu pai. E meu pai, por sua vez também, meu pai nasceu também numa família totalmente desestruturada.

E que a minha mãe no interior do Ceará, meu pai no Nordeste da Bahia. E aí meu pai, ao contrário da minha mãe, nasceu numa família que minha avó teve 12 gestações, mas só 2 nasceram, que foi meu pai e meu tio. Porque além da minha avó morar na roça, trabalhava na roça, né, que é a mãe do seu, que é a mãe do meu pai, minha avó, né, mãe do meu pai, e eles eram da roça, da lavoura, então trabalhava naquele sol quente, inchada. Então minha avó teve muito aborto.

Mas fora os abortos, o meu avô era um homem muito agressivo. Então a minha avó sofria demais com ele, ele batia muito nela. E o meu pai cresceu vendo tudo isso. Então meu pai era meio que revoltado, sabe? E aí o que acontece? Quando meu pai tinha uns 7 anos de idade, meu avô e minha avó vieram também tentar a vida aqui em São Paulo e foi para a cidade de Jundiaí, que é a cidade que eu nasci, né? E a minha mãe, nessas férias que ela foi, ela foi para uma tia que morava em Jundiaí.

E aí meu pai, nessa época, já era também adolescente, naquela fase lá dos 20 e poucos anos, ele trabalhava como cobrador de ônibus. E minha mãe, passeando de ônibus com a tia nas férias, se apaixonou pelo meu pai dentro do ônibus. Meu pai cobrador, ela passageira. E eu falo que Deus até nisso, Jamília, porque As tias da minha mãe, que ela veio passar as férias, conhecia os parentes do meu pai. Olha que mundo pequeno. Então, quando minha mãe se apaixonou por ele dentro do ônibus, ela estava com a cunhada dela, né, que é casada com o irmão da minha mãe e que já conhecia a família do meu pai.

E aí, naquelas conversas, naqueles— marcaram encontro lá entre eles, se conheceram, se apaixonaram. Só que meu pai namorava Meu pai tinha uma namorada e se apaixonou pela minha mãe. E aí, o que que ele fez? Ele falou, não, não posso perder ela, né? Sabia os dias que minha mãe ia ficar na cidade, nas férias. E conversando com minha mãe, minha mãe também se apaixonou por ele. Eles começaram a namorar por carta. Minha mãe voltou para a cidade delas, namorando por carta.

Noivaram por carta. Nossa! E aí, meu pai foi até o Ceará casar com a minha mãe. E aí ele casou com a minha mãe lá, né? Aí eles tentaram até a vida lá, só que tava muito difícil, não conseguia emprego. E aí eles decidiram voltar pra Jundiaí pra tentar a vida, né? Então eles voltaram pra Jundiaí, começou, meu pai arrumou emprego, começou a trabalhar. Só que desde sempre meu pai teve uma paixão pela cidade, pela terra natal de onde ele nasceu, né?

E aí ele, nesse período, né? E minha mãe já tinha voltado grávida. Do meu irmão, que é o meu irmão mais velho, né? Então, quando ela voltou, ela já tava grávida, teve meu irmão. Aí depois engravidou da minha irmã, né? E aí, nessa fase de que ela engravidou da minha irmã, meu pai já tava com pensamento em voltar pra Bahia, porque tava muito difícil, né, a situação lá. E aí, quando eu era pequenininha, aí depois minha mãe engravidou de mim.

Depois que você vê minha irmã e tal, eles ainda ficaram. Mas meu pai sempre com essa paixão de voltar pra Bahia pra tentar a vida na Bahia, né. E aí, quando eu era pequenininha, bebê, eles foram ainda pra Bahia de novo. Voltaram pra lá. Só que sem condições nenhuma. Então, meu pai quebrou muito a cara nessas idas e vindas dele. E aí, ele veio. Nessa vez que ele veio, ele veio realmente pra ficar e não voltar mais, né. E aí, o que acontece?

Meu pai era aquela criança revoltada. Então, na fase, ele não era um marido que agredia minha mãe, mas ele era uma pessoa bem revoltada com a história de vida dele. Então ele encontrava refúgio na bebida. Meu pai, ele não era alcoólatra, mas quando ele bebia, ele ficava outra pessoa. Então ele chegava, ele quebrava tudo dentro de casa. Então assim, a gente era muito pequena, a gente presenciava tudo isso, a gente tinha medo. Dele, né?

E outra coisa que eu até acabei esquecendo de falar, quando os meus avós vieram pra cá e meu pai tinha essa revolta do meu avô, ele nunca se deu bem com o pai, porque ele via que o pai maltratava a mãe. Então o que que ele falou? Um dia que eu casar, eu vou tirar a minha mãe de perto do meu pai. Então quando ele casou com a minha mãe, ele trouxe minha avó pra morar com a gente. E aí minha avó ficou praticamente ajudando a minha mãe a criar, né, a gente, né?

Então quando a minha mãe trabalhava, a gente ficava com a minha avó. Então minha avó que ajudava na criação, meu pai também trabalhava muito, então os dois ficavam o dia inteiro fora. Então praticamente a gente foi criado pela nossa avó. E aí, como eu disse, ele tinha essa, essa coisa de beber. Quando ele bebia, ele se transformava e ele quebrava tudo dentro de casa. Então foi vários episódios assim. Ele não lembrava, no dia seguinte ele não lembrava, não lembrava de nada, mas a gente ficava com aquilo na cabeça.

E querendo ou não, isso foi criando na gente um trauma, porque quando o nosso pai demorava para chegar, a gente já ficava apreensiva, porque a gente fala, ele passou no bar, aí ele vai chegar, ele vai quebrar tudo. Então a gente ficava com aquilo, sabe? E aí nas férias teve uma época quando eu tava já com 6 anos de idade, a gente morava num lugar e tinha uns vizinhos que morava no apartamento de cima Que eles eram muito amigos do meu pai, era um casal evangélico, né, muito amigo do meu pai e da minha mãe.

E eles eram assim muito evangélicos ao ponto de não ter TV em casa, né. E aí o que acontece, meu pai era apaixonado pelo Palmeiras, pelo time. E esse vizinho nosso de cima, ele era da igreja, não tinha televisão em casa, mas ele era palmeirense. Então quando tinha jogo do Palmeiras Ele ia pra minha casa e levava um filho dele, né? Que era muito amigo do meu irmão. Meu irmão tinha 12 anos, eu tinha 6 anos de idade. E ele levava.

E esse filho desse meu vizinho me adorava. Acho que o sonho dele era ter uma irmã, na verdade. Não tinha, eram dois irmãos. Então ele me via, ele ficava correndo atrás de mim, beijava no rosto. Eu fugia dele, passava a mão, não queria saber dele de jeito nenhum, né? E o pai dele falava, você fica fugindo do meu filho, um dia você vai casar com ele. Mas enfim, nessa fase, o meu pai tinha esse vício, não vício, mas quando ele beberia se transformava.

E eu lembro numa ocasião que eu falo que Deus teve misericórdia da nossa família assim o tempo todo, porque ele foi no churrasco da família uma vez e ele começou a beber, beber, beber, beber. E minha mãe, já sabendo, né, que do jeito que ele falou, aí eu vou sair daqui desse churrasco, eu vou para minha casa, vou levar meus filhos embora. E aí ela voltou para casa e meu pai ficou. Só que a família conta que naquele dia meu pai, ele tava, ele bebeu tanto, Jamile, tanto que ele começou a conversar sozinho.

Hoje eu entendo que não era sozinho que ele tava conversando, ele tava conversando com alguma coisa. E nisso ele falou, você quer meu sangue? Então você vai ter meu sangue. Aí ele pegou uma faca e cortou os braços dele assim, e sangrava. E o pessoal na festa: o que que aconteceu com ele? Tá transtornado. Meu pai sumiu da festa, ninguém sabia para onde que ele foi, ninguém achou meu pai. Só que o mais interessante, no dia seguinte meu pai apareceu em casa com os braços enfaixados, com uma camiseta branca escrita atrás da camiseta: Só Jesus salva.

Meu pai não sabe como ele chegou em casa, meu pai não sabe quem fez o curativo dele. Então assim, foi muitos episódios assim, né? E aí certa vez meu pai, nessas férias que ele tinha, ele sempre voltava para Bahia, e teve uma vez ele não voltou mais. Ele foi para Bahia, foi para Bahia nas férias para, né, e não voltou mais. Decidiu tocar o barco sozinho. E minha mãe ficou comigo e com os meus irmãos. Então foi uma fase que a gente teve que se mudar da onde a gente tava morando, porque a gente, né, enfim, não podia pagar aluguel e tal.

Então a gente viveu se mudando por conta de minha mãe sozinha. Minha avó não trabalhava, porque a minha avó ficava cuidando da gente. Só que às vezes dava doida no meu pai, meu pai voltava e minha mãe aceitava. Porque os filhos eram pequenos, eu tinha um amor pelo meu pai muito grande mesmo, ele não sendo um dos melhores pais, né? Então sentia aquela falta do meu pai e meu irmão também, né? E meu pai ficou nessa de ir e voltar, acho que umas 3 vezes de minha mãe aceitar.

Só que teve uma vez que minha mãe pôs um basta, né? Que foi na época que eu já tava adolescente. Meus irmãos também estavam trabalhando, tava tocando a vida. E minha mãe falou, não, agora os meus filhos estão criados, eu não vou aceitar mais. A gente já, né, já tá tocando a nossa vida e não tem como ficar nessa. Porque meu pai acabava traindo minha mãe, né, nessas idas e vindas. E minha mãe sabia de tudo. Então ele resolveu dar um basta.

E nessa fase minha da adolescência, eu também comecei a trabalhar muito cedo. Né, eu com 14 anos eu já tava trabalhando no meu primeiro emprego, eu trabalhava num parque de diversão. Depois desse parque de diversão, comecei a trabalhar numa loja. E aí nessa loja eu fiz muitas amizades, né. E uma dessas amizades, essa minha amiga, ela namorava com DJ de música eletrônica, né. E foi aí que eu falo aqui a parte que eu entrei no mundo de vez, porque através dessa amizade eu comecei a conhecer lugares que eu não conhecia, eu não frequentava, não tinha o hábito.

O máximo que que eu fazia era num churrasco de final de semana na casa de algum amigo, mas no mundo de rave, de pub party, de PVT, foi nessa fase. Então essa minha amiga, ela tinha um namorado que era DJ de música eletrônica de uma rádio conhecida de Jundiaí, mas uma rádio até famosa de Jundiaí. Ele era residente de final de semana de uma balada numa outra cidade. Então quando chegava sexta-feira, a gente já se programava, vamos para balada, tal, tudo, a gente ia.

E numa dessas idas, que virou frequente, e aí querendo ou não eu comecei a beber, né? Comecei a ter o gosto de bebida, né? E aí numa dessas eu conheci uma pessoa e essa pessoa também era DJ de música eletrônica. E aí foi, como eu falo, foi ladeira abaixo. Porque além dele ser DJ, ele organizava festa. Ele dava aula de produção musical. Então o mundo da balada ficou muito presente na minha vida, né? O meu final de semana começava na quarta-feira.

Então tinha balada de quarta, tinha balada de quinta, tinha balada de sexta, sábado, domingo. E quando a semana toda, eu nunca, graças a Deus, eu falo que Deus, ele tinha um propósito na minha vida muito grande, que ele não, nunca eu tive essa vontade de droga ou de, porque na balada E no mundo da rave é muita coisa, Jamile. LSD, é muita droga assim doce, bala. Então, tipo, graças a Deus, Deus me libertou nessa parte completa de não ter nem vontade, né, de querer usar, ou enfim.

Mas as pessoas que andavam comigo, sim, né. Então era um ambiente muito, né, difícil assim de ver, sujo. E assim, eu não senti, eu sentia prazer momentâneo, porque quando eu chegava em casa eu sentia um um vazio assim que eu não sabia explicar, né? Era um vazio muito grande. E eu lembro que nessa fase que eu tava nesse mundo de balada, de festa, e conhecendo bastante gente, aquela roda de amigos, todo final de semana junto, eu comecei a trabalhar numa loja.

Porque como eu trabalhava numa loja, no outlet, era uma loja que não era nascida na minha cidade, era uma cidade vizinha. E a dona da loja tinha uma outra loja que era da minha cidade e estava precisando precisando de uma vendedora para loja da minha cidade. Então ela fez uma proposta para mim, ela falou assim: Daiana, como você mora já em Jundiaí e você vem trabalhar todo dia em Itupé, aquela coisa toda, você não gostaria de ser transferida?

Porque a gente tá com uma vaga em aberto lá e você se enquadra no padrão, você estuda de manhã e lá é uma vaga para você trabalhar à tarde, perto da sua casa. Então para mim foi maravilhoso, né?

?Voz A

Oportunidade.

DSDaiana Silva

Falei: com certeza! E aí quando eu fui para trabalhar nessa loja, assim, né, a dona espírita, a dona era espírita kardecista, a vendedora da parte da manhã era do candomblé. Então tava sujo, sujo, nossa, sujo. Então assim, eu já tava no mundo, aí eu falei, ai, então assim, minha vida era uma bagunça. E aí era um shopping meio que de elite, sabe, aquele shopping que é mais uma galeria do que um shopping, sabe, que vai aquelas madames e tal.

Era esse tipo do shopping que eu trabalhava. Então não tinha muito movimento. E como eu estudava de manhã e trabalhava à tarde, então ficava com muito sono. Aí o que que é, qual foi a ideia da minha chefe, né? Falou assim, aí vou levar uns livros lá para ela, porque para ela ficar acordada, né? Para coitada ficar passando maior parte do tempo, não tem movimento. E aí um belo dia trabalhando, ela me chega com uma caixa de livros espíritas.

E eu comecei a ler Zívia Gasparetto, comecei a ler Espiritismo Segundo Allan Kardec, O Livro dos Espíritos de Amílie. Meu Deus, e as portas, né? E aí, e balada. E pensa, né, balada. Enfim, um abismo vai levando a outro abismo. E aí eu comecei a ter uns ataques espirituais, só que até então não sabia que era ataque espirituais, né? Porque não tinha nem conhecimento de nada, não era da que eu já tava, né? E é que eu comecei a ter paralisia do sono direto, sabe?

Aquela paralisia quando você acorda, seu cérebro não manda mensagem. E eu comecei a ter isso direto, Jamile, direto. Não tinha paz, eu tinha medo de dormir porque eu sabia que se eu dormisse eu não— eu ia ter esses negócios, eu não conseguia acordar, não conseguia me mover, eu não sabia o que que era. E nessa época, como eu tava namorando DJ, esse DJ, esse meu namorado da época, ele, o pai dele era falecido já fazia muitos anos.

Anos. E teve uma experiência que eu gosto até de falar, porque é uma coisa que mexeu muito comigo, eu não esqueço. Eu tive um sonho, eu tava lendo os livros, Iberê Gasparetto, Espiritismo Segundo Allan Kardec, parecia que eu era espírita, porque eu já conhecia tudo. Só não praticava, só não praticava, só não ia. Apesar de ter recebido um convite, eu recebia vários convites, eu nunca ia. E aí, um belo dia, eu Tive um sonho que era mais real do que um sonho, e eu tava no meio de uma roda de gente que tava tudo de branco, e eu vi um senhor sentado olhando para mim como se ele quisesse se comunicar comigo.

Isso no sonho. E olhando, falei, gente, quem é esse senhor? Nunca nem vi, né? E o jeito que ele sentava e tal. Eu acordei, Jamília, do sonho assim apavorada. Porque eu tinha certeza que não era um sonho, foi como se eu tivesse tido aquela experiência. E aí eu fui contar para esse meu namorado desse sonho, ele começou a chorar, Jamília. Ele falou assim, você sonhou com meu pai. Meu pai era exatamente assim, ele sentava exatamente desse jeito.

Foi aí onde eu falei, não, não vou ler mais esses livros, esse negócio tá mexendo comigo, eu tô tendo esses ataques e não sei o que que é. E na época o meu irmão mais velho morava ainda comigo, né? Então a gente compartilhava muita coisa. E eu lembro que eu falei para ele, né, eu falei, nossa, eu comecei a ler uns livros, tu tem uns negócios muito estranhos. Acorda, eu não consigo abrir meu olho. E teve uma vez também, meu irmão, na hora do almoço, ele trabalhava numa empresa perto de casa, e às vezes ele subia na hora do almoço, eu dormindo.

Eu lembro que ele subiu no quarto, ele falou comigo, eu vi ele, mas, Jamile, eu tava fora do meu corpo. Eu vi só meu corpo deitado na cama, e eu comecei a clamar a Deus e eu consegui voltar. Mas assim, era frequente essas coisas que acontecia comigo. Então decidi falar, é os livros. Aí eu falei, vou parar. E era bem na época que eu tava lendo O Espiritismo Segundo Allan Kardec. Eu estava no meio desse livro, eu já estava lendo esse livro, tava no meio, e eu decidi parar de ler.

Então aquelas caixas de livro eu deixei no final da loja, falei, esses livros eu não leio mais. Na mesma semana que eu decidi parar de ler o livro, eu voltando do trabalho Eu voltava de ônibus e o terminal de ônibus era bem perto de casa, era duas ruas abaixo da minha casa. E eu descendo, eu vi um negócio quadrado na esquina, branco. Falei, gente, o que é aquilo? Na hora que eu fui abaixar para pegar o livro Espiritismo Segundo Allan Kardec.

Aí o que que a bonita fez? Pegou o livro. Você pegou? Peguei o livro, levei para minha casa, falei para o meu irmão, menino, olha o que eu achei, Diego, o livro que eu parei de ler, isso. Aí ele daí era: queima isso, queima isso agora. E eu lembro que a gente queimou esse livro. Sim. E parece que tudo me levava para o Espiritismo. Era incrível, porque não demorou muito, na rua da minha casa abriu uma casa espírita Irmãos da Luz.

E eu lembro que uma festa, minha irmã também namorava na época, e a gente foi num churrasco na casa desse namorado, e ele tinha uma tia que Espírita. E ela nunca tinha me visto. Ela chegou para minha irmã e falou, aquela ali é sua irmã? Minha irmã, é. Ela falou, ela tem algo sobrenatural, ela tem uma mediunidade. Será que ela não quer se aprofundar nisso? Porque ela tem dom, viu? Ela tem dom. Você vê como que é o inimigo, sempre tentando me levar para o Espiritismo, e eu não, não.

Enfim, né, nunca entrei, nunca tive vontade de ir, mas tudo me chamava. Para ir. E aí, nessa época, como eu falei que a loja lá era uma loja assim de elite, não tinha muito movimento, essa loja começou a passar por situações financeiras e teve que fechar as portas, né? Então acabei ficando desempregada e namorando com esse moço, né? E eu lembro que tinha chegado na cidade uma empresa de eletrônico muito conhecida que fazia iPhone e tal, E aí eu já queria trabalhar em empresa, não queria mais trabalhar de loja, porque eu queria crescer na vida, sabia que loja não ia dar futuro e tal.

E eu lembro que teve uma oração, olha, Deus me fez lembrar até isso agora falando com você, que quando essa loja chegou em Jundiaí, todo mundo queria trabalhar nessa loja porque era algo novo, ganhava bem, era eletrônico. E eu lembro que uma oração eu falei especificamente para Deus que eu queria entrar naquela empresa, e eu falei o nome da empresa. E não demorou muito, a mulher de um primo meu começou a trabalhar lá. E aí ela foi em casa e falou assim, tá, e por que que você não entra lá?

Falei, ai, será? Falei, entra, faz o seu currículo que eu levo. Já me liga, uma semana tava trabalhando lá na empresa. Em uma semana eu comecei a trabalhar nessa empresa. E eu falo que foi através dessa empresa que eu fiz umas amizades que mudou o rumo da minha vida, né? Porque eu lembro de uma Uma amizade que eu fiz, que era Aline até, essa minha amiga. E ela, um dia a gente conversando, ela falou, nossa, né, você é uma pessoa tão bacana de conversar e tal, você não combina com esses ambientes que você vai.

Porque eu sempre contava, né, onde eu ia, os lugares que eu ia. E ela falava, mas eu nunca vi você falando que você vai para igreja, você não vai em igreja nenhuma. E aí eu veio, aí tipo tomei aquele choque de realidade, né? Falei, nossa, realmente para Deus eu não tenho tempo, né? E ela falou assim, por que que você não vai na minha igreja? Ai, menina, lá tem um grupo de oração tão maravilhoso, vai um dia. Então ela sempre me convidava e eu sempre inventava uma desculpa, sempre inventava uma desculpa.

Mas teve um dia que eu já não tava mais querendo namorar com meu namorado, eu queria terminar e não sabia como. E um dia eu desabafando com essa minha amiga que eu não tava querendo mais, que tava dando certo, Ela falou, vai para igreja, pede para Deus, pede para Deus, né? Deus vai te ajudar a terminar e tal tudo. E aí ela me chamou para ir no grupo de oração dela. E naquele dia eu falei, eu vou. Inclusive aquele meu namorado que me levou no grupo de oração foi.

Eu falei para ele, olha, hoje eu vou para igreja. Aí ele já meio, igreja? Mas você nem vai para igreja. Falei, mas hoje eu vou, hoje eu vou. Minha amiga me chamou, ela falou que é muito bom e eu quero ir. Falei, ah, tá bom, te levo, depois eu te busco. E ele me levou, e no primeiro dia já tive assim uma experiência assim, Deus tocou de uma forma que eu nunca tinha sentido, sabe? E eu gostei muito de ir, foi um dia que eu fiquei muito feliz, Deus falou profundamente comigo, e eu senti vontade de continuar indo.

E aí ele ia me levando, só que ele nunca entrava, nunca entrava, ele não entrava. Ele falou, não, eu te deixo lá. Mas eu não entro. E aí eu comecei a ir, ele me levava sempre. Só que assim, ele nunca me proibiu, nunca falou não, isso não é. Mas ele começou a perceber que eu já não tava mais a fim de ir para balada. Então ele já percebeu que eu já tava meio assim diferente, por conta da igreja também, né? E aí ele começou a perceber, e eu parecia que eu fui tendo mais força de terminar com ele.

Aí um belo dia Eu tive essa coragem, eu terminei. E foi muito difícil para mim porque a minha família gostava muito dele, a família dele gostava muito de mim. Então só Deus mesmo para me fazer ter coragem. Eu tive, eu pedi, eu lembro que eu tinha pedido para Deus, falei assim: Senhor, me dê as palavras certas porque eu não quero magoar, eu não quero que ele saia, né, mas eu não quero mais isso para minha vida. Então foi uma decisão e Deus ouviu essa decisão.

E aí eu consegui terminar com ele E foi na paz, graças a Deus. Ele foi, ele sempre foi uma pessoa muito, aceitou, entendeu que eu estava, graças a Deus. É difícil, difícil. E aí eu comecei, falei, agora, porque era ele que me levava para igreja, e agora não vou mais. A igreja em outra cidade, eu falei, ai, agora não, acabou, né? Era uma cidade vizinha, não era na minha cidade. Só que como eu já estava frequentando um tempo essa igreja, sentiram falta, me falaram, daí não tá vindo mais.

E na época tinha o Facebook, né, que hoje eu não tenho Facebook mais, só tenho Instagram, mas ficava muito no Facebook, né. Então algumas pessoas da igreja veio perguntar para mim, nossa, mas o que aconteceu? Não te vi mais, tal. E eu coloquei também que estava solteira no Facebook, aquela coisa toda. Então o pessoal imagina, fala, ela Tá bem, né? Então o pessoal do grupo mesmo foi me procurar. Por que que você não tá vindo? Eu falei, é que eu não moro na cidade de vocês, não tem como eu vir.

Ah não, mas tem um irmão lá que mora perto da sua casa, que ele passa te pegar e tal. Esse irmão era casado, né? Então ele passa te pegar com a esposa dele. Você é o Edson, até hoje lembro o nome do irmão. Ele passa na sua casa, você vai, ele te deixa, porque é perto essa casa, caminho para casa dele. Aí eu falei, ah, então tá bom. E eu continuei indo. Só que nisso que eu tava indo, Deus tava, sabe, me usando de uma forma que nem eu entendia.

As pessoas chegavam para mim e falavam, ai, você é do grupo? Ora por mim. Eu nem era do grupo de oração, mas o pessoal via em mim, sei lá. E aí o coordenador do grupo, um belo dia, no final do grupo de oração, ele me chamou. Ele me chamou porque o pessoal do grupo que trabalhava tinha uma camiseta do grupo. E ele chegou com a camiseta e falou assim, olha, eu senti da parte de Deus que você faz parte agora do grupo de oração, você quer participar?

Aí eu aceitei, né? Falei, com certeza aceitei. Tipo, sempre fui, eu sempre me, quando me propõe a fazer alguma coisa, eu me entrego de corpo e alma. Isso para tudo, né? Então eu senti que foi um chamado de Deus ali, né, no primeiro momento, e eu aceitei. E eu fiquei no grupo. E aí tinha o que que acontecia? Esse grupo, durante a semana, ele rezava terça na casa das pessoas, fazia oração. Então não era um grupo que era só dentro da igreja, você tinha que trabalhar, né?

Então você ia, às vezes algum irmão tava precisando de oração na casa, então esse grupo ia, né? E tal. E aí eu comecei a caminhar com o pessoal lá da igreja, do grupo.

?Voz A

Grupo.

DSDaiana Silva

E nessa época, um moço que era do Ministério de Louvor tava meio que gostando de mim, né? E ele fazia muito tempo que ele tava no grupo, que ele era do Ministério fazia muito tempo. E aí, um belo dia, ele mandou uma mensagem para mim, né, perguntando como eu tava, que eu tinha terminado. E aí, resumindo, a gente pegou uma amizade muito grande. Ele tinha também terminado o relacionamento dele. E aí ele falou assim, ah, o pessoal do ministério é muita gente boa, tem ensaio toda semana, vai você fazer amizade e tal.

Tudo, eu comecei aí, fui chamada para cantar no ministério de louvor. Ai, nossa, ai, você é muito afinada e tal. Comecei também a cantar no ministério de louvor. Então era da intercessão, de oração, e agora estava no ministério de louvor. Então estava cantando em retiro, espiritual que tinha. Eu tava cantando, tinha mil avemarias. Ai, Jamila, participava de mil avemarias! Eu passava a madrugada inteira nas mil avemarias. E aí, o que aconteceu?

E aí ele me pediu em namoro. Ai, meu Deus! Aí agora eu tô feita, né? Tô na igreja, tô firme, parei de ir para balada, sabe? Tipo, deu uma virada de chave na minha vida. E aí eu comecei a abandonar, né, essa minha vida de balada e comecei a trocar pela vida de igreja. Então chegou uma parte na minha vida que minha mãe falava que eu era beata, porque eu só ficava na igreja, não ficava mais em casa.

?Voz A

Você tava cheia de compromisso.

DSDaiana Silva

Nossa, tudo! E cumpria com todos. E aí tinha Cerco de Jericó, eu era da oração, era da salinha. Então quando eu fui ver, eu já tava muito envolvida, né, no catolicismo, né. Mas uma vez ou outra ainda saía, bebia, né? Mas não era aquela como tava no mundo, como tava no mundo. No mundo era demais, era quarta, quinta, sexta, sábado, domingo, tava na balada. Deu uma boa diminuída, mas eu não deixava de ir. E aí assim, nada contra a Igreja Católica, até porque eu tenho familiares, mas é a minha experiência, né?

A minha experiência. Então assim, eu eu às vezes fazia as coisas erradas, mas estava lá cumprindo meus deveres dentro da Igreja Católica, né? E eu lembro até que é interessante falar, teve uma época que era época de Quaresma. E aí eu lembro que o meu coordenador falou assim, gente, a gente vai começar uma campanha de oração aí de 21 dias, a gente vai fazer o Rosário de São Miguel Arcanjo. Nem sabia que existia isso. E aí nesses 21 dias vai acontecer muita coisa para vocês desanimar, mas gente, não desanime.

Porque, né, é isso mesmo, São Miguel Arcanjo é combate, batalha espiritual. E eu me propus a entrar nessa oração aí de 21 dias de São Miguel Arcanjo. Então, como eu trabalhava na empresa que eu acordava 3 horas da manhã, que eu tinha que entrar 5, né, porque eu trabalhava no primeiro turno, então eu tava assim, né, naquela fase, nossa, tem que acordar cedo ainda, orar e trabalhar, tava muito cansada, mas eu aceitei, né? Falei, me propus, vou fazer oração de 21 dias.

Então a gente acordava 3 horas da manhã. Então como foi minha rotina nesse período de 21 dias? Eu acordo, faço minha oração e vou trabalhar. E aí eu lembro que teve uma, eu já tava no meio da oração de São Miguel Arcanjo, e assim várias pessoas do grupo tava relatando coisas sobrenaturais que acontecia. Eu falei, nossa, gente, vai acabar acontecendo comigo, tá? Mas até agora nada. Mas nesse dia eu acordei 3 horas da manhã e eu tinha certeza que eu não tava sozinha.

Eu senti uma pressão muito grande, como se alguém tivesse em cima do telhado. Eu sentia uma presença muito real. E até hoje a minha irmã lembra, minha avó lembra, porque, né, eu morava com ela.

?Voz A

Claro, 3 horas da manhã, 3 horas da manhã Tava todo mundo dormindo.

DSDaiana Silva

E eu lembro que eu acordei, eu senti aquela pressão, eu orei, né, normal, Ave Maria, cheia de graça, orei. E aí eu coloquei minha roupa, né. E quando eu tava descendo lá na casa que eu morava, os quartos ficava em cima e a parte ficava embaixo, sala, cozinha ficava embaixo. E eu lembro que nesse dia eu acordei, orei, senti aquela pressão, desci a escada e o negócio desceu se tivesse me acompanhando em cima. Eu desci as escadas e senti um negócio descendo.

Eu fui para o banheiro, senti a presença me acompanhando em cima. Fui para cozinha, abri a geladeira, peguei meu leite, senti aquele negócio. Jamile, quando sentei na mesa para tomar, né, meu leite lá, o negócio começou como se tivesse pulando em cima da minha casa toda. Pulava muita gente pulando, como se tivesse muita gente pulando. Sabe quando você pega sabe aquela bolinha de gude? Você joga a bolinha de gude e fica aquela— foi a casa inteira, todo mundo acordou, todo mundo acordou.

Minha mãe acordou: o que tá acontecendo? Minha irmã: o que tá acontecendo? Todo mundo, minha avó. E aí eu comecei, eu falei: não, agora eu vou orar. Aí eu comecei a repreender e orando, orando, no final da oração eu falei: que caia por terra. Aí senti aquela paz, aquela paz assim que— e minha mãe: o que que o que aconteceu aqui, meu irmão? O que aconteceu aqui? Aí eu lembrei o que o coordenador tinha falado, que quem fosse fazer essa oração de São Miguel Arcanjo ia acontecer alguma coisa estranha.

E foi a primeira coisa estranha que aconteceu. Só que antes de acabar esses 21 dias, aí teve uma outra, outro acontecimento também nesse horário das 3 horas da manhã. Eu acordei, fiz minha oração, coloquei meu uniforme, tá desce. Daqui a pouco, tomando café, eu senti um, né, eu vi, Jamile, por Deus que tá no céu, umas garras entrando por debaixo da porta da cozinha e fazendo assim, ó. E eu olhando aquilo, eu falei, meu Deus do céu!

Na hora eu falei, vou chamar minha mãe. Corri para o quarto, falei, mãe, acorda, vem ver, vem ver. Minha mãe acordou, a gente desceu na cozinha e ela viu as garras, ela viu E aí ela falou assim, eu vou abrir, eu vou ter que abrir. Aí eu falei, mãe, mas quem vai ter que abrir? Falei, mãe, vamos ter que abrir, né? Porque aí eu falei, não, Deus é mais. E a gente, Deus é mais, e orando, e minha mãe tirando os ferrolhos da porta. E aí ela foi abrindo devagarzinho, devagarzinho.

Quando ela abriu, Jamília, não tinha nada, claro, não tinha nada. Falei, gente, que diabo, né? Próprio. E assim, fora, e assim, Jamile, eu tava namorando já esse moço, né, do Ministério de Louvor, e eu descobri que ele não era nada daquilo que— então assim, era muita coisa errada. E tipo, às vezes ele em casa, eu não sentia também bem com a Pri, parecia que tinha. Então assim, era muita coisa errada assim. Eu falei, gente, tá acontecendo, eu tô na igreja, mas tá acontecendo essas coisas, eu não entendia.

Né, o porquê. Só que acontece, ele tinha pretensão de casar comigo e ele falava, um dia a gente vai casar e tal. Só que ele na época, ele era do Exército. E depois eu até fiquei sabendo através daquele emprego que eu tava, de pessoas que conhecia, porque tinha mulheres que trabalhava comigo que os filhos serviam o Exército e conhecia ele, falava super Mal dele. Gente, será? Não é possível, mas ele é uma pessoa tão boa. E aí, na igreja.

E aí eu fui descobrindo várias mentiras e eu fui sofrendo demais, demais. E eu comecei a sofrer, eu comecei, sabe, ficar muito mal nesse relacionamento, porque na frente dos outros ele era uma coisa e depois eu fui descobrindo muita mentira. E eu lembro uma fase que eu fiquei tão mal nesse relacionamento que eu falo que praticamente entrei numa depressão profunda porque eu não conseguia terminar. Eu gostava muito dele, mas ele era uma pessoa muito mentirosa, aquela pessoa que conta mentira e acredita na própria mentira.

Ele era assim. E aí eu lembro que eu tava assim no fundo do poço. A minha irmã via que eu tava sofrendo por conta que eu não conseguia terminar e gostava muito dele. E aí eu lembro que eu fui na igreja uma vez, no grupo de oração, e lá nesse grupo que eu trabalhava Tinha semana que a pessoa que fazia oração recebia oração. Então uma semana você fazia oração nas pessoas, outra semana. E nessa semana, inclusive, que até esqueci de falar que aconteceu esse episódio das bolinhas de gude.

No outro, no outro dia tava lá no grupo de oração, era uma quarta-feira. E aí eu fui lá e eu tava na parte de intercessão. E eu lembro que nesse dia eu tava orando, né, tava em pé orando pelo pessoal que tava lá no grupo. Eu senti que Deus queria que orasse por um homem que tava lá na frente. E eu falei, ai, Senhor, olha como que é. E era uma igreja enorme. Eu falava, ai, Senhor, eu não vou lá na frente não. Coloca alguém para mim orar aqui perto, vai lá na frente, eu me estranho.

Eu falei, ai, não vou, não vou. E Deus me incomodou tanto que eu fui. E a gente tinha um óleo ungido, né, que a gente molhava o dedinho, fazia sinalzinho, colocava a colocar a mão na cabeça e orar. E eu lembro, Jamile, que eu ungi minha mão, meu dedo, e fui até o homem. E aí ele tava sentado assim, eu fui por trás, fiz, coloquei a mão nisso, ele puxou, ele puxou minha mão com tudo. No que ele puxou minha mão com tudo, ele olhou para cima.

No que eu olhei para ele, não é, era uma coisa angelical. Não era ele, era um olhar diferente. E ele começou a falar em linguagem que eu não tava entendendo nada do que ele tava falando, mas eu tava recebendo. E nisso eu comecei a sentir um tremor dentro de mim muito grande. E ele falava, eu comecei a chorar, chorar, chorar, chorar. Só que depois que ele falou naquela linguagem que eu não tava entendendo, ele traduziu o que ele falou para mim.

E ele falou assim: irmã, eu não te conheço, eu nunca te vi na vida. Mas hoje, quando eu entrei na igreja, eu falei assim: Senhor, mande alguém para orar por mim, eu tô precisando que o Senhor mande alguém para orar por mim, eu tô precisando de oração. E nisso eu escutei Deus falando aqui: eis aqui minha filha, e você chegou. E Deus manda te dizer, irmã, que tudo que você tá passando na sua casa, coisas sobrenaturais que você não tá entendendo, é Deus, que Deus ele tá com você o tempo todo, Deus tá te preparando.

Né? Mas não desanima, né? Você tem ainda muita coisa para ver da parte de Deus. Não desanima, isso é o inimigo querendo te amedrontar. Mas Deus tá muito feliz com você porque você tá trazendo muita gente para os caminhos de Deus. E eu sempre tive isso de evangelizar, de falar de Deus no trabalho. Era, eu sempre falava, tinha esse amor, não entendia muito bem, mas eu sempre falava do amor de Deus. E aí, enfim, né? Aí eu passei esse período, né, das coisas estranhas acontecerem, entrando nessa depressão por conta do relacionamento.

E aí eu tive a certeza que ele não era para mim. E eu falei assim, Senhor, numa oração, falei, Senhor, se realmente não é para ele ser a pessoa para estar do meu lado, começa a me mostrar tudo que tá em oculto, escondido. Jamile, foi uma mentira atrás da outra que eu fui descobrindo, que eu fui descobrindo, fui descobrindo. Até que eu decidi terminar com ele. Eu falei que eu não queria mais, né? Só que acontece, ele era mais tempo da igreja que eu, ele estava mais envolvido na igreja que eu.

E aí o que que ele começou a fazer? Minha caveira, professor da igreja, como se eu fosse a louca maluca e ele o santo. Aí eu falei, não, realmente não é para mim mesmo. Só que aí eu percebia que as pessoas me olhavam com olho certo, sabe? Ai, o Robson é uma pessoa maravilhosa, ela desse jeito. Aí aquilo começou a me incomodar, e aí eu parei de ir para igreja. Foi onde eu me afastei totalmente da igreja, né? E eu falei, não, não vou frequentar mais lá.

Começar a frequentar aqui uma igreja perto de casa, mas lá eu não vou mais. E aí eu comecei a frequentar uma outra igreja, que era que a minha mãe já ia, né, de domingo lá. E aí eu comecei a, mas assim, não trabalhava, só ia na missa às vezes à noite, mas saí do Ministério de Louvor, já saí, abandonei tudo. E aí voltei para o mundo, né, voltei para o mundo, as amizades voltaram daquela época, só que não para balada mais, tava com uma outra cabeça.

Acho que também por esses momentos que eu tive da Igreja Católica, né. E aí que acontece, eu conheci uma outra pessoa depois de muito tempo, e um namoro totalmente abusivo, namoro assim que não me agregava em nada, a gente brigava muito. Só que eu fiquei 3 anos com essa pessoa, e quando eu decidi terminar com essa pessoa, descobri que tava grávida, descobri que tava grávida. Aí eu falei, aí agora eu vou ter que tentar, né, porque agora tô grávida.

Então fui muito muito difícil para mim essa fase da minha vida de descobrir que tava grávida e não era casada. E sabe, foi um momento assim que eu mais senti o cuidado de Deus, porque a minha mãe não aceita, tipo, foi uma bomba para minha mãe, né? Minha mãe, que mãe que quer, né? Minha irmã já tinha uma filha também, e meu irmão era casado, minha irmã também era casada, e eu queria ter feito tudo certinho, né? Mas engravidei, e aí eu me senti muito, já não tinha meu pai perto porque meu pai morava longe.

Então eu falo que foi na gravidez do meu filho que Deus já começou a despertar o interesse, sabe? E aí foi a fase que eu mais busquei a Deus, que eu mais, sabe, me aprofundei na palavra de Deus. E aí que acontece, quando eu descobri que tava grávida, a gente falou, ah, vamos tentar, porque agora Né, tô grávida, preciso de um pai, preciso criar. E aí a gente começou a morar junto. Só que quando o meu filho chama Gustavo, quando Gustavo nasceu, tipo, foi piorando as brigas.

E nesse período a gente percebeu que tinha alguma coisa diferente no nosso filho também. A gente começou a comparar, né, o nosso filho com outras crianças. A gente percebeu que o desenvolvimento dele não era muito E aí depois veio o diagnóstico de autismo também do meu filho. Então para mim também foi outro baque muito desanimador. Já não frequentava igreja nenhuma, então eu tava assim me sentindo, sabe? Foi muito difícil essa época.

E aí a gente mesmo assim decidimos separar porque não tava dando mais. Só que antes disso eu comecei a perceber que ele tava diferente, eu já percebi que ele tava meio que conhecendo outra pessoa, sabe que a gente é distante, aquela coisa toda. Eu nunca tive a confirmação, mas eu sabia que ele não era para mim. Mulher tem esse negócio de sentir, né? Ver a diferença, né? Exatamente. E aí eu percebi, eu falei, ai, ele não assumia, né?

Não falava nada. Falava, você tá diferente comigo, não tô normal. E aí nisso Eu tinha, já estava em outro emprego nesse processo. Eu tinha conseguido trabalhar numa empresa que eu era compradora, então estava super bem nessa empresa. E aí eu tive, meu filho estava nessa empresa ainda. E aí me transferiram também dessa empresa para uma outra empresa e eu fui, aceitei a proposta. E eu lembro que um dia antes de eu começar nesse emprego novo Ele pegou as coisas todas e saiu de casa.

E aquilo para mim assim foi muito, porque eu orava e eu falava assim, Senhor, restaura.

?Voz A

Você queria, né?

DSDaiana Silva

Eu ainda queria aquela família. Sim, porque pelo meu filho eu queria. Então eu pedia restauração, orava e falava, Senhor, restaura o meu casamento, a gente vai fazer as coisas certas, restaura o amor e tal. E eu sempre pedia. Né? E aí um dia antes de eu começar nessa empresa, ele foi em casa, pegou todas as coisas e saiu. E eu tava arrasada, né? Tava arrasada. E aí no outro dia tinha que começar na loja. Ai, Jesus, vou começar na loja com aquela dor.

Se repetisse com seu pai, foi, menina, foi. E aí eu peguei e falei assim, como que eu vou trabalhar desse jeito? Vou voltar a chorar? Com o choro que tava lá. Meu chefe, um dia antes, já tinha dado notebook pra mim, já tinha falado o que tinha que fazer e tal. E no outro dia acordei com aquele choro entalado, aquela coisa. Mas fui trabalhar, né? Meu primeiro dia, não conhecia ninguém na loja, conhecia nada. Aquela vontade de chorar, eu só pensava no meu filho, no meu casamento, tudo.

E fui trabalhar. E eu lembro que eu cheguei lá, coloquei aquele sorriso no rosto fingido, né? Cumprimentei todo mundo. Só que eu não sabia que a gerente era pastora. E aí eu lá no trabalho, Jamília, do nada essa mulher veio e falou assim, Daiana, levanta. Aí eu levantei, ela falou, posso te dar um abraço? Ai, Jamília, por que que ela falou isso? Era o que eu precisava. Na hora que ela me abraçou, menina, eu desabei e eu chorava, chorava.

E ela, pode chorar. Tirar, pode tirar, fica à vontade. E foi um alívio. Ela falou assim, fica em paz, eu não sei o que você tá passando, mas Deus tá no controle de tudo, né? Fica em paz. Ela me levou até a loja que eu ia trabalhar, até a sala que eu ia ficar, me mostrou, né, os equipamentos, tudo. E naquele dia, no final do expediente do turno, ela foi até minha sala e falou assim, Daiana, eu vim aqui porque Deus quer falar com falar com você.

E eu, na minha ingenuidade, falei: pode falar. Ela falou: mas ele não quer falar aqui, ele quer falar na casa dele. E aí eu comecei a chorar porque eu não tava indo em igreja nenhuma. E ela falou assim: mas fica despreocupada, que se você quiser saber o que Deus tem para falar para você, eu te levo. Eu vou no domingo na sua casa, eu congrego no lugar e eu te levo lá. E naquela semana eu fiquei a semana inteira esperando chegar o final de semana, porque Eu queria saber o que Deus tinha para falar para mim, né?

E aí chegou no domingo, eu tinha passado o endereço da minha casa para ela, ela foi até minha casa, ela, o marido, que também era pastor, e a filhinha dela. E eles me levaram na igreja, numa Assembleia de Deus. E naquele dia não era nem o pastor da casa, era um outro pastor, mas, Jamile, falou minha vida inteira, falou minha vida inteira. E eu lembro que teve uma parte Que ele falou assim: tem uma mulher que entrou aqui hoje que Deus tá me mostrando que você tá pedindo a restauração, né?

Só que para onde Deus põe ponto final não existe vírgula. Deus não vai dar nada reparado para você, Deus vai te dar novo. E todas aquelas orações que você faz no seu quarto pedindo restauração, que você queria um homem de Deus, que o seu sonho era entrar na igreja com seus filhos, Deus vai realizar esse desejo no seu coração, fica em paz. Aí eu lembro que teve uma hora no meio lá da oração, começou a cantar aquela música da Aish lá, O Milagre Sou Eu, e ele me chamou e eu fui.

Ele cantou aquela, aquele louvor olhando para mim, e no final ele falou assim, vai começar por você, você é um milagre. A restauração da tua família, restauração da tua casa vai começar com você. E aí eu tomei aquilo para mim, né? Tomei aquilo para mim, falei essa palavra para mim. E aí no final do culto, pastor fez o apelo, eu já tava lá na frente toda quebrantada e chorando, te aceito, Jesus, aceito, aquela coisa toda. E aí naquela mesma semana, uma ombreira, eu fui no culto, uma ombreira chegou para mim, foi orar em mim, falou assim, irmã, Eu não vejo você aqui.

É, até parece loucura que eu tô te dizendo, mas Deus manda te dizer que você vai florir onde eu te plantar, onde ele te plantar. Pode ser aqui, pode ser lá, mas você vai florir onde Deus te plantar. E eu não entendi nada, né? Tudo bem. E aí foi passando os dias, aí chegou uma mensagem no meu Facebook de um rapaz falando assim, oi, oi, tudo bom com você? Quanto tempo! E eu, nossa! E eu ignorava a mensagem. Aí no outro dia, de novo, boa tarde, tudo bem?

Eu vou falar, nossa, de novo, cara chato, né? Aí tirava. Aí quando foi na terceira vez, ele mandou assim, é, pelo visto você não lembra de mim. Aí falei, não lembro. Aí falei, então se ele falou que eu não lembro, senão que eu conheço, né? Aí eu entrei lá, falei, gente, quem que é esse moço, pelo amor de Deus? Aí eu fui rolando assim, eu falei, nossa, eu não acredito nisso! Lembra que eu falei no começo que tinha um menino que corria atrás de você?

?Voz A

Era ele, Jamile!

DSDaiana Silva

Era ele! Eu falei, eu não acredito que, gente, que é ele! Eu falei, Thiago! Aí eu vi as fotos da mãe, do pai dele, me deu um filme na cabeça. E no meu coração eu falei assim, resposta de Deus. Falei, gente, o que que é isso, né? Beleza, comecei a conversar com ele. Eu falei, oi, tudo bem com você e tal? E aí naquela semana a gente começou a conversar. Como que você tá? E fui falando, o que que você faz da vida? Nossa, quanto tempo!

Aí ele falou da vida dele, eu falei da minha vida. E aí um dia ele me chamou para ir no cinema. Aí eu falei, nossa, quanto tempo! Nossa, ele deve estar muito mudado. Ai, Jesus do céu, e tal. Mas querendo ou não, eu já tava com um sentimentinho crescendo dentro de mim. Eu senti uma paz conversando com ele, né. E aí ele me chamou pra ir no cinema, eu aceitei. E aí depois a gente começou a se encontrar. E aí quando eu fui ver, eu já tava gostando dele, ele gostando de mim.

E tipo, ai, pra falar pra minha família, né, que eu tava conversando com ele. Aí eu falei para minha mãe, mãe, você lembra do Thiago, do filho da irmã Rose, irmão Sérgio, que morava lá e tudo? Sei, tô conversando com ele. Nossa, sério? Sério. Eu contei para minha mãe tudo, falei, contei para o meu irmão. Meu irmão, ai, que legal, tal, que eles eram muito amigos, né? E aí foi passando o tempo, aí ele falou para mim, ele falou, ai, você é de alguma igreja?

Eu falei, ai, eu sou da Assembleia, eu tava indo na Assembleia, né? Falei, sou da assembleia. Ele, ai. Falei, e você? Aí ele, eu permaneço na congregação até hoje, né? Que eu lembrava que na época a gente era pequeno, eles eram da congregação. E aí eu falei, ai, que legal, né? E tal. Aí quando a gente já tava já começando a namorar, ele falou para mim, ó, se um dia, se Deus permitir que a gente case, eu não posso casar com você porque você é da assembleia, você teria que ser da congregação.

Aí falei, ah, então a gente não casa, né? Porque não vou sair desse. Então vamos ver até onde vai, mas eu não vou sair desse de jeito nenhum. Aí ele falou, não, tudo bem, Deus vai criar caminho. Se tiver que ser, Deus vai criar caminho. Só que também nunca me chamou para ir na convenção conhecer nada, nunca. Aí um belo dia ele falou assim para mim, ó, vou começar a orar para Deus para ver se você é escolhida. E eu falei, aí também vou começar a orar para Deus para ver saber se você é escolhido.

Então ele orava na casinha dele, orava na minha, meu cultinho de domingo tá horário, o culto dele tá horário, e assim cada um ia para igreja, mas naquele propósito de orar para saber se, né, se era aquilo realmente. Aí eu lembro que uma vez ele até me contou, né, eu sempre tinha o hábito de orar antes de dormir, sempre, sempre desde pequena tinha esse hábito de orar antes de dormir. E aí eu, nesse pedido de ir para Deus confirmar se era ele, né, tal, eu orando e tal, e ele orando na casa dele, e eu orei antes de dormir, deitei para dormir, fechei meu olho.

Aí me deu assim, foi uma coisa que me deu no meu coração de mandar uma mensagem para ele perguntando como que era o casamento da congregação, tipo uma coisa assim, sabe? Aí eu falei, ai, Thiago, tudo bom? É a Daiane aqui, né? E eu ia dormir, mas sei lá, me deu uma vontade de saber como que é o casamento da congregação. E esse cara começou a chorar e chorava, e ele mandava um monte de carinha chorando. Falei, nossa, o que que eu fiz demais?

Só perguntei, né, como que era o casamento. Só que ele, na oração dele, ele tinha falado, Senhor, se ela for escolhida do Senhor para mim, que ela entre em assunto de casamento. E aí eu entrei no assunto. Então ele teve a confirmação que era eu, mas eu até então não tive, né, porque ainda tava orando e tal. E aí eu comecei a namorar com ele e eu peguei amizade com essa pastora que me levou na igreja, que estava indo na igreja dela, e a mãe dela também era uma pastora missionária da igreja.

E aí um belo dia, quando eu saí do serviço, essa pastora foi me buscar para levar embora e ela falou assim, Ela falou, aí se ela era filha dela, que você tá conhecendo uma pessoa, né, da congregação. Então, irmã, sai dessa. Nossa, pessoal da congregação assim é difícil. Começou a fazer tipo minha cabeça, e eu já tava gostando dele, eu tava bem já, né, sim, apaixonada por ele, conversava todo dia. E só que ela era minha pastora.

E ela começou a falar assim, falar mal, né? Falar mal. E ela fala assim, e o inimigo, ele vem com mais bonito para nos encantar. Para— e eu falei, ai, meu Deus! E aquilo, né, fiquei com aquilo na cabeça, querendo ou não, né? Será? E outra, se você entrar na congregação, você não vai ter voz, você vai ser uma voz calada. Mulher não tem vez na congregação. Falei, gente, agora E eu sempre fui assim do louvor, né? Por mais que eu não cantava, sempre fui muito ativa, né?

Ativa. E aí eu falei, ai, Jesus, e agora, né? E agora? Mas entreguei nas mãos de Deus. Eu fui para casa, orei e falei, Senhor, se for da tua vontade, me faça saber que é da tua vontade, né? Já tô pedindo para o Senhor, me faça saber que é. Aí ele me convidou para ir no— eu falei para ele, na verdade, ai, eu tô com vontade de congregar na tua igreja para ver como que é, porque eu tive essa vontade. Aí ele falou, então tá bom, vou te levar numa igreja.

Só que essa igreja lá em São Paulo, né, na capital. Falei, tá bom. Aí chegou no dia, a gente chegou na igreja, igreja fechada, Jamila. Falei, você me tirou de Jundiaí para vir aqui, para igreja tá fechada. Aí eu falei, não.

?Voz A

E nesse dia ele convidou o irmão dele também e a mulher do irmão dele.

DSDaiana Silva

Eu falei, ai, meu Deus. Aí ele falou, não, mas a gente vem, vai em outra. Mas a igreja que ele foi para me levar tava fechada. Aí a gente foi para uma outra igreja, só que era Caminhos de Deus também. Porque nessa igreja que a gente foi, olha como que Deus usa as pessoas para falar, né? Foi um irmão aquele dia do Moçambique, acho que era Moçambique, haitiano, não, acho que era de Moçambique. Um irmão foi contar a história dele lá, que ele era da Assembleia de Deus, que ele tinha se apaixonado por uma irmã da congregação, e o que o pastor da assembleia tinha falado super mal da congregação.

Jamile, tudo, tudo parecia a sua história. Falei, nossa, mas quem contou minha história foi uma samaritana? Tudo o que tinha acontecido comigo. E ali já foi meio que um despertar. Falei, nossa, Deus tá falando comigo aqui. Aí beleza, voltei para casa, né, com aquilo pensando e orando para Deus, que eu queria uma confirmação. Mas assim, eu sempre fui muito assim, Senhor, mas me mostra uma coisa que eu entenda, seja bem específico mesmo, porque eu sou difícil de acreditar.

Então seja bem claro comigo para entender. Naquele dia eu orei para Deus e falei assim com ele. E engraçado que naquela semana eu morava com a minha mãe, né, já tava morando com a minha mãe. O meu filho era pequenininho, ele tinha 2 aninhos. Então eu colocava a caminha dele do lado da minha para durante a noite, né, eu acordar, ver ele como ele tá, dar uma mamadeira e tal. E eu lembro que eu tava de madrugada, eu acordei para dar mamadeira para ele Dei a mamadeira para ele.

Quando eu ia voltar para dormir, que eu fui fechando meus olhos, eu comecei a ver um clarão. Eu falei, gente, que isso? Na parede do meu quarto. E eu comecei a coçar meu olho, falei, não, não é possível. E eu comecei a ver umas imagens se formando. Eu vi Cristo crucificado, Jamila, perfeitamente, com a coroa de espinho, uma pombinha branca batendo as asinhas, pairando. E eu falei, meu Deus, o que que é isso? Aí eu sentei na cama, sentei na cama e comecei só a ver.

Parecia aqueles filmes antigos amarelinho que vai se formando assim, era desse jeito. Eu vi Cristo crucificado, o sangue dele. E nisso, nessa visão, meu filho entrava, meu filho pequenininho se ajoelhava na cruz E eu só chorava, Jamília. Eu vi aquilo, eu só chorava, só chorava. E eu vinha por do lado dele e me ajoelhava e olhava para cruz, eu e ele, na visão. Nisso ele levantou, meu filhinho, e foi para o lado. E nisso a visão fez uma janela da época de Cristo, que era só um quadrado, não tinha nada, e tinha um cálice dourado naquela janela.

Um cálice assim que era reluzente, sabe, brilhava muito. E ele se ajoelhava na frente do cálice e eu levantava e ia do lado dele, me ajoelhava. Nisso que eu me ajoelhei do lado dele, o cálice caiu na nossa cabeça. No que o cálice caiu, eu vi sangue derramando na nossa cabeça. Aí veio uma mão por detrás e colocou uma coroa de espinho na minha cabeça e desceu um véu e uma coroa de espinho na cabeça do meu filho. Eu falei, gente, fui começar a chorar, chorar, chorar, chorar.

Nisso a visão mudou, eu tava sentada no banco da igreja com véu na cabeça, o meu filho na idade de uns 15 anos me deu um beijinho na bochecha e foi tocar um instrumento dourado atrás. Parecia um saxo, alguma coisa, um trompete, perfeitamente. E eu no banco da igreja, chegava o meu atual marido e me dava uma menina. E eu comecei a chorar, falei, Senhor, eu não acredito, eu vou ter outro filho! Uma menina gordinha, coisa mais linda.

Eu pegava. E nisso a imagem foi se desfazendo. E eu falei, não, Senhor, pelo amor de Deus, eu quero ver mais, eu quero ver mais. A imagem foi se desfazendo, se desfazendo, e eu em pranto, Jamile, de madrugada em pranto, olhando aquilo.

?Voz A

Foi uma visão, né, que Deus deu sem a resposta.

DSDaiana Silva

Foi. E aí eu lembro que depois que se desfez a visão, eu fui orar, eu me ajoelhava, mas Jamile, eu acho que eu nunca— foi um choro de alma, foi um choro que eu nunca tinha tido, um choro daquele. Foi como se Deus tivesse ali presente me abraçando Foi uma coisa assim sobrenatural. E aí eu tive essa visão no outro dia, eu corri para contar para quem? Para o meu namorado, né, que hoje é meu marido. Eu falei, Thiago, essa noite aconteceu isso, isso, Thiago.

E muito emocionada, porque foi até hoje, às vezes eu conto, eu choro, porque eu lembro. E é uma coisa que marcou muito, né, porque foi algo sobrenatural, eu vi uma visão, eu nunca tinha tido assim uma visão assim. Eu tive essa visão. E aí eu contei para ele do que tinha acontecido. E aí ele falou assim, ai, Daiana, o que que eu posso te falar? Eu acho que Deus tá te chamando. Mas aí ele falou assim, olha, amanhã vai ter um batismo da congregação, vai para conhecer, vai, quem sabe um dia, vai para conhecer.

Só que ele cortava cabelo no meu irmão que era da igreja. E naquele, um dia antes, ele tinha ido nesse irmão cortar o cabelo, e o irmão falou que Deus ia me chamar nas águas do santo batismo. Só que ele não falou para mim, né? E aí, beleza, chegou no dia do batismo, e eu, Jamile, eu tinha um cabelo sarau de bico, um preconceito tremendo com a congregação. É que lá a gente tem os cabelos, as mulheres, as mulheres têm cabelos longos, mas assim, eu falei, gente, eu não vou, eu não vou sair da assembleia.

Eu tava convicta que não ia sair da assembleia, mas eu falei, eu vou, né, no batismo para ver depois. Aquela visão mexeu muito comigo, eu falei, eu vou e tal. Aí já me lido o primeiro hino até o final também, Deus falando comigo. E eu lembro que quando eu fui tocar um hino que eu senti alguma coisa diferente, e eu falei, será que Deus tá falando comigo? Fiquei naquela dúvida. E nesse dia que ele me levou, ele me levou com a mãe dele, ele convidou a minha sogra para ir no batismo, e o filho dele, né, que ele tinha um filho do primeiro casamento, né.

E aí, chegando lá, tudo era para mim. E o ancião que tava lá na frente falava assim: olha, tem alguém aqui que Deus tá me mostrando que ele já tá chamando essa pessoa tempo, essa pessoa não percebeu ainda. Falei, nossa, será que é comigo? Será que é comigo que tá falando? Aquela dúvida, né? Aí tocava um hino, um hino tipo tudo a ver comigo. Falei, ai meu Deus, será que Deus tá falando? Eu fui ter certeza que era comigo quando o ancião falou assim, olha filha, ainda há lugar na mesa, Deus tá te esperando.

Mas para você ter certeza que é com você que ele tá falando Deus manda te dizer assim: pega a visão que eu te dei. Aí eu lembrei da visão, Jamile. Na hora assim eu olhei para minha sogra, tava sentada do meu lado, eu falei: eu vou descer nas águas. Aí minha sogra encheu o olho de lá, falou: você tem certeza? Eu falei: tenho. E nisso meu coração começou a pegar fogo. Ela falou assim: seu coração tá pegando fogo? Falei: tá. Falei: então vai, então vai, obedece a Deus.

Aí eu levantei do banco e fui, Jamile, fui. Cheguei lá, as irmãs me abraçaram, né? Falou assim, olha, você vai tirar tudo, vai tirar seus brincos, vai tirar sua roupa, vai colocar essa vestimenta e você vai descer ali. O irmão vai te chamar, você vai descer. E aí eu coloquei. Quando eu desci, quando eu voltei, eu já tava orando em línguas. Eu já tava falando em linguagem. Aí minha sogra me abraçou, que ela que me inspirou ali.

Aí foi eu e ela tomada pelo Espírito Santo, tomada. E desde esse dia eu nunca mais abandonei, né? E comecei. Só que Deus fez um trabalhar tão lindo na minha vida que foi a conversão, foi algo natural, Jamília, porque eu na mesma semana Eu tive uma vontade de jogar minhas roupas fora. Eu usava muita calça jeans, calça rasgada, umas vestes que tipo, é, eu já parecia que o Espírito Santo me incomodou de uma forma. E eu comecei a, sabe, separar tudo do meu guarda-roupa.

Foi uma coisa bem genuína mesmo, minha conversão. E aí Deus preparou, né, o nosso casamento. Depois de 23 anos, né, a gente se reencontrou e começamos a namorar, noivamos, casamos em menos de um ano, né. E aí ele que não podia ter filho, porque ele não podia ter filho, eu, ele foi pai na primeira vez quando ele foi casado porque teve que fazer um tratamento, né. Então ele conseguiu ser pai devido a esse tratamento. Mas todo ano ele fazia espermograma e não podia ter filhos.

Mas Deus é tão maravilhoso que concedeu a filha para ele que ele tanto queria. Eu fiquei grávida depois que a gente casou, não demorou muito tempo, fiquei grávida. E a gente descobriu, eu tinha certeza que era menina por causa da visão.

?Voz A

É, você lembrava, né?

DSDaiana Silva

Certeza que era menina por conta da visão. Aí fizemos o chá revelação, menina. Né? E eu lembro quando eu tava grávida e eu nem sabia ainda se era menino ou menina, a gente foi na casa de uma tia dele e a tia dele tava muito emocionada aquele dia. E ela falou assim, e a gente já tinha decidido que se fosse menina ia cesárea, né? Mas a gente não tinha nome para menino, mas se fosse menino ia cesárea, né? E aí a gente foi lá na casa dessa tia dele e a gente não sabia ainda se era menino ou menina.

E a tia dele pegou aí e falou, você já tem nome para as crianças? Se for menino, você faz. Se for menino, não tem. Mas se for menina, a gente, Sara. Ela começou a chorar. Aí a gente, por quê? Ai, porque Deus falou aqui Sara, ela tá grávida da Sara. E aí realmente foi a Sara e nasceu a cara dele e é o xodó dele. E graças a Deus, meu filho também que é autista, nível 2 de suporte. Deus vem libertando ele cada dia mais, sabe? Uma criança que tinha sensibilidade auditiva, tinha sensibilidade tátil, hoje ele canta hino da igreja, ele fica nos cultos.

Então Deus foi maravilhoso na nossa vida, teve uma misericórdia assim da nossa alma, e hoje a gente serve a Deus.

?Voz A

E graças a Deus que Deus sempre ali com você, sempre mostrando.

DSDaiana Silva

Nossa, sempre um cuidado.

?Voz A

Você já sentiu ele te chamando?

DSDaiana Silva

Sim, Jamile, sempre. Mesmo não era onde ele queria, não era o propósito, mas mesmo assim ele foi com você, foi te conduzindo, foi te mostrando, e você obedecendo, e obedecendo, sempre obedecendo. Sempre escutando, sempre escutando a voz de Deus, que eu acho que é o mais importante, né?

?Voz A

Isso que é lindo e maravilhoso, é obedecer a voz de Deus.

DSDaiana Silva

E hoje, graças a Deus, também através da minha conversão, a minha irmã se converteu, minha irmã é batizada, minha sobrinha é batizada. Glória a Deus! Não sei que ainda tem, né, muito que Deus trabalhar na minha família, mas para a gente já é uma vitória muito grande, né? Para Graças a Deus, e amigas também, né? Que, olha que coisa, até um tempo atrás a minha amiga falou, ai, eu desci nas águas do Santo Batismo na minha igreja.

E assim, porque eu sempre tive isso de mim, que a gente tem que levar o evangelho. Então eu sempre, mesmo não sendo convertida, eu já obedecia a Deus sem saber, porque em qualquer oportunidade eu falava de Deus, eu contava das nas minhas histórias, eu falava assim, Deus, a gente não é nada. Todas as vezes que eu precisei de ajuda foi para Deus que eu recorria, né? E hoje em dia a gente vê o mundo do jeito que tá.

?Voz A

Você viu que era, né? Você fazia ali, mas você sabia que não era, você não se sentia bem.

DSDaiana Silva

Não me sentia, já me, não me sentia, era um vazio assim que só quem já passou por isso para entender. É um vazio existencial. Porque assim, a minha mãe sempre foi uma pessoa carinhosa, né? Mas o vazio não era de pai e mãe, mas era de Deus. E tem vazios que só Deus para preencher. Não é balada, não é amigo, não é pai, não é mãe, é Deus.

?Voz A

E como é bom quando você obedece, quando você não tem, ele dá ali uma família maravilhosa. É verdade, que é presente de Deus, é bênção.

DSDaiana Silva

É o projeto, é, e é o que Deus quer para a gente. Exatamente. Eu falo que Deus é maravilhoso. E assim, a família também do meu marido, uma família também abençoada, né, que aceitou. É porque deve ter sido difícil para eles também, né, porque o filho deles, né, a vida inteira ali. E aí eu apareci com aquele meu cabelo curto, mas você vê que Deus trabalhou até na família dele de me aceitar, né? E graças a Deus, eu sou muito grata também pela família deles, pela minha família também, que sempre aceitou.

E hoje a gente serve a Deus aí de puro e sincero coração, feliz, casados. Amei, eu creio.

?Voz A

Deus faz muito mais, sempre tá trabalhando ao nosso favor. A gente tem que estar sempre a obediência, servir a Deus e fazer A vontade. Isso, a vontade, o melhor para ele.

DSDaiana Silva

Amém, glória a Deus!

?Voz A

Chegando no finalzinho desse testemunho lindo. Glória a Deus, glória a Deus! Amém! A gente vai entrar na palavra e depois a oração, tá, irmã?

DSDaiana Silva

Amém!

?Voz A

Aí você pode falar o versículo que vai.

DSDaiana Silva

Aí vamos ver aqui que Deus vai continuar falando aqui. Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, diz o Senhor. Planos de fazê-lo prosperar e não te causar dano. Planos de dar a vocês esperança em um futuro. Jeremias 29:11. Nossa, é o que a gente falou agora! Confirmação de tudo!

?Voz A

Confirmação! Que lindo!

DSDaiana Silva

Glória a Deus! Deus é maravilhoso!

?Voz A

Os que tem para a gente, os projetos, é verdade, do ventre da nossa mãe, ele já sabe, é verdade, ele já sabe, tem, né? Só basta a gente querer.

DSDaiana Silva

Como não amar esse Deus, Amílie, né, que faz do improvável, né?

?Voz A

Ele é nosso Pai, né? Você pode fazer oração?

DSDaiana Silva

Posso, claro. Deixa nessa mão aqui. Senhor Deus, Senhor Deus, diante da tua presença, Pai, estamos nesse momento, Senhor, primeiramente para te agradecer pela oportunidade, Pai. Viemos te pedir, Senhor, que esse testemunho, Jesus, chegue às pessoas sedentas do teu amor, sedentas da tua palavra, que assim como o Senhor fez comigo, o Senhor possa fazer com aqueles que creem, com aqueles que querem te conhecer, Senhor. Entre nos lugares que a gente não pode entrar, alcance as almas que a gente não pode alcançar, Senhor, e tragam, trago essas almas para ti, Pai, porque o Senhor é a verdade, o Senhor é o caminho, a verdade e a vida, Jesus, e ninguém vai ao Pai a não ser por ti.

Então se faça presente na vida daqueles que creem, daqueles que te buscam, Senhor. Vai ao alcance daqueles que precisam de ti, precisam do teu amor, Jesus, graças a gente dá por tudo, Senhor, porque o Senhor é digno de toda honra e de toda glória, e que nada, nada acontece se não for permissão tua, Senhor. Então que o Senhor plante no coração de cada um que tá vendo esse podcast essa sementinha, Senhor, do evangelho, Senhor, essa sementinha do teu amor, Pai, e que eles possam te conhecer profundamente, Jesus, e que a vida deles possam ser transformado, Senhor.

É o que cremos e por isso confiamos a ti, que tudo, tudo prospera, Senhor, para aqueles que creem a Deus e que buscam a Deus. Graças te damos por tudo, Senhor. Deus seja louvado. Amém, Jesus. Amém, amém, amém, amém.

?Voz A

Que Deus continue abençoando sua família de geração em geração.

DSDaiana Silva

Aleluia, glória a Deus!

?Voz A

E aquele que eu falei do seu pai, né, que deixou a sua mãe, começou a se repetir na sua sua vida foi quebrada, quebrou. Glória a Deus por isso, né? Que Deus continue abençoando a sua família, muita saúde, muita alegria. E deixa fazer Deus fazer, né?

DSDaiana Silva

Ele é muito mais. Aleluia! Glória a Deus!

?Voz A

Deus abençoe.

DSDaiana Silva

Amém!

?Voz A

Bom, que Deus abençoe grandemente a sua vida e eu te espero até o próximo testemunho, em nome de Jesus. Deus