ELA ERA MÃE DE SANTO E SE CONVERTEU AO VER ANJOS | Valdenice Rodrigues
EPISÓDIO COMPLETO: https://youtu.be/2wMAJnwVJm4
Neste episódio, recebemos a diaconisa Valdenice Rodrigues, que compartilha uma trajetória de superação diante de desafios extremos. Valdenice relata momentos de profunda dor em sua história pessoal, incluindo perdas precoces e situações de grande tensão familiar que testaram sua fé.Durante a conversa, ela detalha como buscou forças em momentos de crise, a importância da resiliência, do perdão e da oração como ferramentas de transformação em cenários de conflitos intensos. Um relato sobre como a busca pela espiritualidade pode ser um suporte fundamental na superação de traumas e na preservação da harmonia familiar.
Valdenice Rodrigues
- Intoxicação e envenenamentoFilho envolvido com centro de magia negra · Envenenamento e destruição do fígado · Intervenção divina e cura milagrosa
- Conflito com pai de santo· SociedadeMulher que fez o ataque se converte · Testemunho de libertação · Perdão e reconciliação
- Oração e Avivamento dos JovensJovens perecendo por falta de clamor · Ataques espirituais aos jovens · Necessidade de oração e vigilância
- Viver o presente e a importância do perdãoLibertação do perdão para a alma · Perdão aos inimigos · Perdão como chave para a vitória
- Luta EspiritualCasamento e conversão ao cristianismo · Bruxaria e ataque mental · Revelação divina e batismo com fogo
- Infância e fobia de depressão familiarPerda da mãe aos 8 anos · Família numerosa · Depressão e ideação suicida
- Oração como ferramentaPerseverança na oração · Intimidade com Deus através da oração · Oração como busca pelo Reino de Deus
A paz do Senhor, povo de Deus! Seja muito bem-vindo ao Crente Podcast. Começando mais um testemunho hoje, e a nossa convidada é a diaconisa Valdenice Rodrigues, que ela veio de Minas Gerais. Glória a Deus! Marcada pela perda da mãe desde pequena, abusos emocionais, superou a depressão e o suicídio. Já casada e convertida, enfrentou uma bruxaria pesada feita por uma pessoa da família para enlouquecê-la. Mais tarde, o seu filho foi envenenado por— envenenado no ocultismo e perdeu 70% do fígado, sobrevivendo milagrosamente após ela obedecer a uma revelação para afastá-lo de casa.
A própria mãe de santo responsável converteu-se ao ver a mulher protegida por anjos. Glória a Deus! E muito mais, não é só isso. Testemunho maravilhoso que vai edificar a sua vida. Já quero chamar ela aqui, já com Nisa Valdenice.
A paz do Senhor Jesus Cristo, né? Valdenice, né?
Glória a Deus, glória a Deus!
Pernambucana, sou pernambucana, né, direto do Pernambuco. Hoje eu atuo na cidade de Minas Gerais, né, que é Extrema, né, pertinho. Né, bem divisa aqui, né? Vim fazer a obra, vem missão, né? Hoje sou diaconisa, pela misericórdia de Deus, e trabalho sempre com mulheres à frente de ciclo de oração, né? Após as minhas experiências, hoje trabalho com libertação, né? Deus também pediu para mim estudar, porque tem que ter a parte do Senhor, estudo, é estudar.
Me formei em terapeuta né, sou cristã terapeuta para poder atender mais as pessoas, porque é o seu chamado, é o meu chamado, né? Porque na área da libertação nós temos os 4 pilares, né, que é o arrependimento, o perdão, a confissão e a restituição. Aí, como terapeuta, a gente trata das raízes da alma, né, que é O abandono, a rejeição, a humilhação, a traição e a injustiça, né? Por isso que o estudo também é bom para que a gente possa ajudar, porque hoje as igrejas estão precisando muito desenvolver e crescer na área de libertação.
Glória a Deus! Amém! Glória a Deus! Irmã, e hoje você vai contar o seu testemunho e vai começar a contar desde pequena, né, que foi que tudo começou, o seu testemunho, não é isso? É, Deus. Então vamos começar.
Amém, amém. Então, na minha infância, eu era uma família feliz, né. Então, meu pai, nós era uma família de 12 irmãos na época. Pai. A gente não era um evangélico na época, né? Então assim, a gente era, tinha acesso à Igreja Católica, mas não era tão praticante, né? E após um parto, né, da minha mãe, houve uma consequência, a minha mãe foi a óbito. Então na época eu tinha 8 anos e ficamos em 12, é, em 12 irmãos sem a nossa mãe.
E foi algo assim que marcou a nossa infância porque A nossa mãe teve um filho, né, como a gente vai ter um filho, aquela alegria, volta como uma criança. Mas aí a nossa história mudou. E meu pai sempre foi um pai protetor, trabalhador, né, que cuidou sempre da gente. Mas aí não tem como substituir a parte materna. Ele casou novamente com a minha madrasta e teve outra continuação, vieram mais 6 irmãos. Resumindo, nós somos 18 irmãos e todos unidos para a glória de Deus.
Somos umas bênçãos no nome do Senhor. Que lindo, né? Que lindo isso. Então, na perda da minha mãe, eu falo da minha parte, mas que todos os meus irmãos também tiveram experiência, ver aquele vazio na alma, aquela dor que só sabe quem perde uma mãe. E aquele vazio foi me acompanhando. E ali eu achava que quando eu me casasse, aquele vazio ia passar, né? Então foi tudo muito precoce. Aos meus 15 anos eu conheci um namorado, a qual era uma pessoa que fazia gosto do meu pai, pediu em casamento, tive aquela preparação para casamento, mas nesse momento ele me traiu.
E me deixou por uma outra pessoa. Então assim, aquela dor na alma que eu sentia, ela passou a ser roubada. Só que Deus, quando tem projeto na vida da gente, ele já envia os seus anjos. E ao término desse namoro, eu tava na casa da minha avó, né, que era avó paterna, que não servia ao Senhor na época, mas era aquela avó conselheira, aquela avó mãe. E também junto com a minha avó eu tenho uma tia chamada Verônica, que é uma pessoa que me acompanhou e me acompanha até hoje na minha vida espiritual.
Então na época eu passei esse processo, né, desse rompimento desse noivado, superei essa traição na casa da minha avó, ouvindo conselhos da minha avó e da minha tia, né? Porque ali entrou a depressão, bateu a vontade de morrer. Né, porque eu achava que eu nunca ia ser feliz.
Nem chegou a casar?
Nem cheguei a casar, nem cheguei, foi interrompido.
Sim.
E ali foi a primeira vez que eu ouvi a voz do diabo. Eu não tinha intimidade com Deus, né? Ali eu cheguei a ouvir a voz do diabo mandando eu cometer suicídio. E nesse momento a minha avó chegou perto de mim, né? E ela perguntou: o que que você tem? O que que você está chorando? E eu contei para minha avó e ela falou assim, você vai ser feliz, né? E para minha avó Cecília, que já dorme no Senhor, ela foi um anjo na minha vida. E aí eu fiquei na casa da minha avó mais ou menos um mês, né, acompanhada da minha tia, que foi um anjo na minha vida também.
Passando um mês mais ou menos, eu conheci um rapaz que hoje ele é o meu esposo, né, José Liberato. Então assim, ele me viu, né? Ele me viu primeiro e quando ele me viu, ele se apaixonou por mim. Foi automaticamente, ele viu e já começou a me cercar. Eu não conhecia, mas ele estudava com a minha tia na sala de aula. Então assim, ele começou a mandar recados para mim e a gente virou amigos, né? E fomos conversando e ali nasceu uma história linda de amor, né?
Então assim, a minha vida passou a ter sentidos. A gente começou a namorar, só que pelo vazio da alma que ainda sentia, foi tudo acontecendo precoce. Eu não esperei a casar. Eu estudava, necessita de ir para escola, eu acabei ficando na casa do meu namorado, que hoje é o meu esposo. Então assim, não demorou. Aí veio o filho, o primeiro filho, aí depois veio o segundo filho, terceiro filho. E a gente era feliz, né? E a gente tinha sonho de uma menina.
E o meu esposo, ele começou a falar de Jesus para mim. Ele era afastado do evangelho, né? Então assim, eu fui evangelizada pelo meu esposo, sempre falando de Jesus, trazendo os hinos de Chile Cavalhais naquela época. E eu ficava ouvindo, e ali algo em mim foi despertando, Jamília. E aí a gente tinha tocando, tocando, foi entrando do jeitinho dele, ele foi me evangelizando. E então a gente tinha desejo de ter uma menina, né? Então assim, o Senhor revelou para o meu esposo a visão de uma menina, e essa menina veio para a gente.
Então assim, a família ali estava completa, né? 3 filhos lindos, maravilhosos. Meus filhos são saudáveis, são bênçãos, presente de Deus, eu falo para eles. E veio a menina E quando a menina veio, eu recebi a visita de um pastor na minha casa e recebi a visita de um amigo do meu esposo. Ele faz parte também do meu testemunho, meu irmão Jefferson.
Posso citar ele aqui, que ele tava servindo, deu a—
não, ainda não tava. Então eles foram na minha casa e ali eu aceitei Jesus, gente, na minha casa com esse pastor na época e o irmão Jefferson. Era onde eu morava. E dali, Jamile, após a minha conversão, eu falei: pronto, agora vou ser feliz completamente, porque o vazio que eu sentia agora ele foi preenchido pela presença de Jesus. Então assim, a minha vida agora tava completa, né? Eu disse assim: pronto, agora a gente vai caminhar e vamos ser feliz, né, completamente.
Porque o que estava faltando era Jesus, né? Aquele vazio, o marido não preencheu, filho não preencheu, a filha não preencheu, né? Quem preencheu foi presença do Espírito Santo, que não é diferente nas vidas atuais hoje, né? É o vazio na alma de muitos, foi preenchido pela presença do Espírito Santo. E ali a gente não era casados, né? Voltando, lembra que a gente não era casado. Então o pastor chegou logo na gente e falou assim, ó, precisa casar, que vocês estão em pecado, para que vocês vivam uma vida, né, sem pecado, e que vocês venham descer às águas.
E que tudo a partir de agora vai ser diferente. E a gente ali aceitou, né, se casamos, né. Ali o pastor fez uma oração. Só que detalhes, Jamile, né, hoje com a experiência que eu tenho, né, voltando naquela época, é quando a gente está morando junto, a gente tá em fornicação, né. Então assim, quando a gente casa Para a gente tá tudo perfeito, mas no mundo espiritual há um portal aberto que se esse portal não for fechado através de uma oração de uma autoridade, né, o inimigo ele vai ter acesso a esse portal.
Então assim, eu me casei, eu fechei, né, o pecado, acabou o pecado, mas aí o portal continua aberto e foi por esse portal aonde eu sofri um ataque muito grande espiritualmente. Teve um problema na família, né, uma pessoa da família que tem acesso à minha casa, né. E ela— eu vou falar agora aqui das maldades humanas, é porque eu sempre falo quando eu dou palestra, eu prego, eu não sou uma mulher religiosa, eu não sou mulher preconceituosa, mas existem as maldades humanas.
É a qual a gente às vezes, por confiar, por não acreditar que existem pessoas com coração ruim, porque é da natureza mesmo de ser ruim, é capaz de chegar a fazer coisas ocultas para nos destruir.
Isso, se der lugar, se não fechar as brechas, né? Isso aí que o inimigo ele entra mesmo.
Então assim, essa pessoa tem acesso à minha casa, houve um problema familiar qual Essa pessoa queria que eu ficasse do lado dela para omitir aquela mentira dela. Só que eu sabia que não tinha como, que eu falei assim, é verdade, vai aparecer, então não vou ficar do teu lado. Então essa pessoa, na época, ela deu parte de mim, mesmo sendo inocente. No comecinho da minha conversão, após, né, o meu casamento, e ela teve acesso ali na minha casa.
E aí ela saiu da minha casa, há 2 dias eu senti um impacto muito grande na minha mente. Quem já passou sabe do que eu estou falando. Era algo que eu nunca tinha sentido. Eu não tinha forças nem para ficar em pé, e era uma agonia muito grande na minha mente, ao ponto de eu saber que não era normal, era um impacto muito grande espiritual. Esse dia eu não tive força de ir para igreja, né? Eu liguei para o meu pai. O meu pai já era convertido na época.
Liguei para o meu pai e pedi oração ao meu pai. E para o meu irmão. Ele é intercessor desde hoje, meu irmão Erinaldo. Meu pai é presbítero Miguel, é uma bênção de Deus. Aí eu pedi ajuda para eles, contei o que estava sentindo. Eles falaram que ia para minha casa no outro dia. Isso era domingo. Só que no domingo à noite eu estava me sentindo tão mal, mas tão mal, Jamile, que eu chorando eu ouvi a voz do Espírito Santo: vá na casa da irmã.
As irmãs do Coque lá do Pernambuco, vá na casa da irmã. E eu fui. Então naquele momento tudo que eu queria era um abraço, era alguém dizer assim: não, eu tô contigo, você vai vencer, você vai passar. E ali quando eu bati na porta daquela irmã, primeira coisa que ela fez foi sair falando em mistério, me abraçando. Aí naquele abraço ali Deus falou comigo e usava a boca dela e falava assim: És dona de um ministério. O ataque veio para te destruir, enlouquecer você, mas eu, o Senhor, estou no controle da situação e vou te dar vitória, e não vou deixar nada em oculto.
E ali aquela irmã chamou outra irmã, fez uma oração por mim, né? E ali Deus falou poderosamente comigo, né? Como o problema era na família, às vezes assim, por a gente ser uma família muito unida, né, aquilo tava doendo demais e eu não tinha como me justificar. É, aí Deus falou comigo que a distância era para mim, mas não era para ele, que ao tempo certo ele ia fazer justiça, esclarecer tudo. E o tempo passou, isso esclareceu, me deu essa vitória, né?
E aí eu voltando para minha casa, eu já voltei contente para minha casa, aquela dor tinha aliviado. E Deus falou para mim descer, orar no vale da humilhação, para Deus revelar o que tinha sido feito. Né, então assim, tudo que eu sei hoje, o que eu, as experiências que eu tenho até hoje foram através da oração, da humilhação e do posicionamento. E ali, voltando para minha casa, eu fui me humilhar nos pés do Senhor, né, chorar para Deus mostrar o que tinha sido feito.
E Deus, ele mostrou clarinho. Foi a primeira experiência com Deus de revelação. Ali Deus me mostrava, né, eu posso Até contar detalhes, ele mostrava ali um sapo, né, com os cabelos da minha cabeça dentro. E o Senhor falava assim: por amor a ti, eu estou destruindo, né, mas continua louvando para que todos os impactos que vêm sobre a sua mente é paz. E ali eu consegui dormir naquela noite. No outro dia de manhã, o meu pai veio fazer a visita, né.
E ali o meu pai fez oração por mim. O meu irmão também, a minha madrasta estava comigo, né, todos já servindo ao Senhor. E ali Deus tomava o meu irmão em profecia para mim, porque eu falava assim: Deus, a dor é muito grande. Porque era um peso, era algo que eu não sabia explicar. E Deus usava meu irmão e dizia assim: daqui a 3 dias eu tiro essa dor, eu tiro esse peso, essa cruz que você tá sentindo. Deus falando da boca dele em profecia, né?
Era segunda-feira, né? Aí passou a terça-feira, eu fui, né, na justiça como fui intimada. Quando cheguei lá, Deus usou ali aquele homem Não era advogado, era bem o comissário que tava ali. Ele falou assim, olha, eu não sei o que tá acontecendo, mas você é uma serva de Deus, você é uma cidadã, você não deve nada. Rasgou esse papel, vai para casa, né? Você não deve nada aqui. Porque não tinha como provar aquela mentira que era coisa do adversário, né?
E eu voltando para minha casa, isso na terça, a minha madrasta ficou comigo porque eu estava bem debilitada, eu tinha as crianças. E eu sei, Jamila, que quando foi na quarta-feira, antes de amanhecer a quarta-feira, né, aí eu vi que eu já tinha gerado uma intimidade com Deus, né, já estava ouvindo a voz do Senhor, né. Porque as pessoas acham que estão nos fazendo mal, mas muitas das vezes Deus permite para que as pessoas nos empurrem mais para perto de Deus, de acordo com o chamado.
E ali, amanhecendo a quarta-feira, eu fui orar E eu falei: Deus, o Senhor falou que hoje ia tirar a dor, né? E ali, quando Deus falou comigo, disse assim: eu sou fiel. Eu falei: eu cumpro. E ali, eu orando no meu quarto, o Senhor mandava eu olhar para o céu. Era como se eu não via o céu, né? Ali eu visse formar um círculo no céu. O Senhor mandava eu abrir as minhas duas mãos. E ali, quando eu abri as minhas duas mãos, a visão é como se fosse hoje, desceu dois raios de fogo.
E ali eu fui batizada com fogo. Né, eu fui marcada a partir daquele dia e eu ouvi a voz do Espírito Santo, né: estou te preparando para uma grande obra, né? E a partir de hoje a tua vida não será mais a mesma. E ali, quando amanheceu a quarta-feira, eu era uma nova mulher, uma mulher cheia do Espírito Santo, uma mulher com entendimento, discernimento. Deus abriu minha visão espiritual. Aquela dor já não existia mais, né? Porque quando vem o batismo com o Espírito Santo, é revestimento de poder. E eu fui de fogo, né? Fui de fogo e ficou a experiência.
Poderoso! E quando tem um chamado, né, irmão, não tem quem impeça, né? Só se a pessoa não querer mesmo, mas não tem quem impeça. Inimigo, inimigo Inimigo nenhum pode impedir o trabalhar de Deus.
Não, não. Quando Deus ele nos separa para uma grande obra, só quem pode impedir é você, se você parar. Se você se posicionar e permanecer fiel, ele continua sendo fiel com você. Ontem mesmo, pedindo oração, meu pai, falando que estava aqui, ele falou: Deus é fiel para cumprir com as promessas na sua vida. Ele falou que aonde você não fosse, a sua voz ia Né, então hoje eu estou aqui diante, né, do podcast, né, aqui falando do meu testemunho.
Sei que a minha voz vai chegar em lugares que eu nunca vou chegar, é uma promessa de Deus. Mas para isso eu me submeti a cada processo, né, em obediência, em oração e posicionamento, né. O que Deus quer de nós é posicionamento. E ali o Senhor me dando vitória é Como eu lhe falei, após o meu batismo, até o meu esposo começou a me estranhar, né? Porque eu já não era mais aquela mesma mulher, eu era uma mulher cheia do poder de Deus.
E ele começou a estranhar, ele falou assim, você tá louca? Eu falei assim, louca do poder de Deus! Eu pregava, para quem chegasse na minha casa eu já tava pregando, né? E ali a gente começou posicionado buscando ao Senhor, eu e meu esposo na época. Ele foi consagrado a diácono, né? E a gente ali tava firme. Em seguida, ele foi batizado com o Espírito Santo também. Aí a gente desceu às águas, né? E ali a gente fazia a obra de Deus pela cidade, né?
Com fervor, com temor, né? Na época era Assembleia de Deus, o Ministério W. Lima. E ali o Senhor já tava me chamando para uma obra de libertação, a qual dentro das assembleias é uma obra que não é muito vista. A gente é muito confundido, mal interpretado. Só quem é da libertação, que tá em níveis espirituais, é quem vai entender. Porque quem tem chamado de libertação, ele é lapidado e preparado nos bastidores, ninguém vê, né? E no caso, eu tenho sido através, né, das lutas.
Eu cheguei a esse chamado, né? E ali a gente é firme fazendo a obra com meus filhos. É uma madrugada Eu tive um encontro espiritual, só que agora foi diferente, foi com o próprio diabo, com o próprio diabo, porque eu já conseguia discernir o que é espiritual, é o bem e o mal. É uma madrugada, eu estava orando e chegou ali aquela presença maligna perto de mim, veio em forma de um morcego enorme, né? E quando ele chegou perto de mim, ele falou, né, coisas que ele mesmo falou para Jesus.
Por isso que eu não tenho nenhuma dúvida que era o diabo, né, que ele falou assim, era uma presença horrível, cheirava podre, era aquele impacto que parecia que o ambiente virou uma geladeira. E ele se apresentou, ele falou assim, eu mandei todos os meus para te destruir, para te parar, mas já que tu não parou, eu mesmo vim. Aí falou assim, tu sabe com quem tá falando? E eu respondi, com o chefe deles. Ele falou isso, é o mundo real, o mundo não, o mundo espiritual, ele é real, não podemos brincar, né?
Porque ele tá aí, né? O papel dele é matar, roubar e destruir, né? E aí ele falou assim, ó, já que nenhum te parou, então eu venho aqui para negociar contigo. E eu fiquei só ouvindo. Ele falou assim: eu te dou tudo que tu quiseres neste mundo, que tiver nesse mundo que você falar eu quero, eu te dou para tu deixar o homem lá de cima. Sempre é muito forte, Jamila. E eu era ainda uma nova convertida, tava começando, mas eu já tinha tido um encontro com Deus, né?
E eu falei para ele: você é um mentiroso. Você não tem nada para dar para ninguém. Saia da minha casa e da minha vida no nome de Jesus. Você não vai deixar. Eu falei: não deixo, meu Jesus, não deixo, meu Deus, por nada desse mundo, porque tudo aqui é passageiro, né? E o reino que eu busco é o eterno, né? E ali ele deu uma gargalhada muito forte e falou: já que eu não consigo te pegar, eu vou pegar o teu filho. E a minha resposta naquele momento foi: o meu Deus que me deu vitória também vai me dar vitória com o meu filho.
E o ataque de Amília vem em cima do meu primogênito. Na época ele tinha 13 anos, ele já tinha 13 anos, ele tinha um grupo já de adultos. Então assim, no interior os jovens eles faz amizade fácil, bebe, fuma, porque é É do lugar, né, já oferece. E ali meu filho tinha as amizades, não via maldade em ninguém, começou a fazer as amizades. E na minha rua tinha um centro de magia negra, eu passava em frente todos os dias para ir para igreja.
E ali era obra maligna, né, meu filho sofreu esse ataque e ele foi pego por esse centro de magia negra, né, que é onde a gente fala das maldades humanas, não tem Nada contra as religiões, né? Cada um siga seu caminho, porque a palavra de Deus diz assim que todos os caminhos eles levarão a Deus, só que só Jesus é quem leva a Deus como filho, né? Os outros caminhos leva a Deus sim, só que daí naquele grande dia, quando vier o julgamento, todos vão se prostrar diante de Deus e ali vão ser julgados segundo as suas obras.
E a gente que vai pelo caminho que é Jesus, a gente já vai como filho, né? Vamos estar livre dessa, desse julgamento, né? Então assim, meu filho, primeira coisa, sair da igreja, se perdeu, né? Se perdeu ali no mundo espiritual. E houve muitas lutas, muitos confrontos, muitas lutas espirituais. Eu já nem reconhecia mais meu filho. Foi muita luta, a cidade toda fica sabendo daquilo. E eu sei que nesse meu todo, Deus só falava assim: tô te preparando para uma grande obra.
Era só confiar no Senhor. Estou te preparando para uma grande obra. A gente ia para igreja, continuei firme, não parei, não desisti de orar pelo meu filho. Só que chegou aí um momento que veio uma luta tão grande, Jamile, sobre o meu lar, que as portas financeiras fechou tremendamente. Deus permitiu, né? O meu filho não me ouvia porque não ouve. Quando o nosso filho vai para o lado do ocultismo, que eles são ali, participa de coisas ocultas, eles ficam cegos espiritualmente.
Então eles não enxergam pai, não enxerga mãe, né? E nós sabemos que a nossa luta também é contra carne, contra sangue, né? Contra as hostes potestades da região celestial. Então temos que lutar ali com oração, com jejum somente, não tem outra arma. E passando uns 3 meses, a gente passou a passar necessidade mesmo. Eu sou cabeleireira, sempre trabalhei com público. Meu esposo é pedreiro, sempre trabalhou com público. Então nós éramos 6 pessoas, né? 4 crianças, 4 crianças, isso.
E aí meu esposo, a gente passou a ser sustentado pelo meu sogro, mas não era o suficiente. Né? Sim, sim. E ali na igreja, na época, a igreja era muito fervorosa, né? Muito fervorosa. E Deus, ele começou a falar comigo, né? Falar comigo os ataques que tava vindo. É porque se tratava de um centro de magia negra. Os impactos vinham, eu sentia, né? E eu comecei a fazer jejum, jejum direto. E chegou um momento que Deus falou que eu não ia suportar mais.
De tanto jejuar, né, que o corpo, a carne não suporta, né. O espírito ficava forte, mas assim, o meu corpo já estava padecendo. Eu digo, então jejuo para Deus me dar vitória. Aí nesse, é, pera, que ele pediu meu filho para Deus tirar ele daquela situação, né. Só que daí meu filho fica morto espiritualmente, não tem noção, né, porque ele fica cego, ele cega porque ele foi vítima, né. É, então eu passei a ouvir a voz do Senhor, né?
Aí o Senhor me deu a revelação, né, de um ataque que ele sofreu. Eles tentaram de tudo, né? Depois eu vou, mais na frente eu vou contar, né, que a própria confessou que eles tentaram de tudo para me matar, tentaram de tudo para matar o meu esposo, mas não conseguiram, que era para ficar com o meu filho. O alvo deles era ficar com o meu filho. Meu filho tinha 13 anos, então assim, ele não tinha uma criança, uma criança não tem aquela sabedoria.
Não tinha, né, aquele entendimento.
Não tinha como eu deixar ele ali para fazer a cabeça dele.
Bem, era fácil.
É o que quando os filhos crescem, eles têm o poder da escolha deles. Mas ele era um adolescente, era o meu primogênito. Então assim, o filho tá com todas as armas que eu tinha. É, e na igreja, na época, as pessoas não ajudam a gente quando tá numa batalha dessa, Jamília. Não é porque não quer, é porque não tem a experiência. Então assim, na igreja houve poucas ajudas, né? Não houve aquelas, não, vamos fazer uma campanha em prol da irmã, vamos fazer uma campanha no lado da irmã, não, né?
Como eu lhe falei, essa minha tia Verônica era que ficava sempre ali me ajudando, me auxiliando, né, e me orientando. Ela tinha experiência no mundo espiritual. Meu irmão Erinaldo também, meu pai, na época eles foram os meus intercessores e de muita ajuda. Aí Deus falou para mim que ia me dar vitória. Como eu não sabia? Aí, como eles tentaram de todas as formas, né, me matar e matar minha esposa e não conseguiram, então o ataque veio no meu filho, né?
Como eu lhe falei, nessa época é normal os adolescentes beberem no interior. Então assim, eles colocaram, né, um veneno no copo de bebida do meu filho. Meu filho ficou 3 dias doentíssimo numa cama. Eu levava ele no hospital, trazia, levava, trazia. E eu não sabia o que tava acontecendo. O médico falava era uma virose. Quando foi para amanhecer o quarto dia, aí Deus me mostrou. Eu já tenho uma intimidade com Deus. Deus mostrou que meu filho tava envenenado. Aí na época eu fui, chamei meu pastor local.
Mas era um tipo de veneno que não era, era para matar pouco a pouco, então, né? Fatal, né?
A pouco a pouco, né? Tava alojado no fígado dele, que era para ele morrer de doença causa desconhecida. Olha, então só pelo meio, né, do Espírito Santo que ele veio e revelou, né? Aí eu fui, chamei o meu presbítero, na época meu presbítero, a esposa dele, eles foram na minha casa, a gente orou, e quando ele orou, meu filho vomitou. Aí ele vomitou, deu para ver onde que ele vomitou, era um tóxico que tava no fígado dele, ele vomitou com bastante pedacinho de fígado, que na época eu olhei, estranhei, eu falei para esse amendoim, mas tem 3 dias que ele não come.
Né, mas aí eu voltei com ele no hospital, ele tava muito pálido, ele não ficava nem em pé. Falei para o médico a situação, era o mesmo médico que tinha atendido ele no dia anterior, e ele pediu uns exames do meu filho, né. E ali, quando saiu o resultado dos exames, no outro dia que eu fui no médico, levei meu filho, o médico quando viu meu filho ali na frente dele, ele não quis acreditar que ele estava vivo. Né? Aí eu falei, mas o que aconteceu, doutor?
Ele falou assim, é porque seu filho aqui, né, há 2 dias atrás do exame, ele já estava com 70% do fígado destruído. Então 2 dias a mais, o fígado dele já tinha, já era para estar todo destruído. Ele está entubado já e ele ia morrer de uma hepatite, né, aguda, que ninguém ia saber. Ele falou, mas o que aconteceu que ele tá aqui na minha frente? Aí eu falei para ele, né, que eu era serva de Deus e que meu filho tinha sofrido um ataque de envenenamento, e que pelo meio da revelação do Espírito Santo, o Senhor me mostrou.
A gente orou e 2 dias antes ele tinha vomitado aquele tóxico. Aquele médico ficou muito espantado porque ele presenciou um milagre, mas ele falou que tinha 2 filhos evangélicos e ele disse que já tinha ouvido falar de milagre. E ele falou para meu filho: quem fez isso contigo? Aí meu filho falou, foram meus amigos. Ele falou, eles não são teus amigos, eles são teus inimigos, porque fizeram para te matar, né? E ali ele passou um remédio.
Como ficou o fígado, ele se repõe rápido, né? Se regenera rápido. Passou e ele, né, recuperou rápido.
Era novo, os amigos lá do ocultismo, do centro de magia negra.
Os amigos que ele achava que era amigos, né? Para eles era amigo, era todo mundo conhecido.
Assim, era para eles que era amigo, né? Que não era amigos, fizeram isso, era, era o quê? Era inveja, inveja.
Eles queriam pegar ele, queria ficar com eles lá, né? Então, como a minha oração não deixou ele ficar com eles lá, como eles tentaram me matar por obras de magia negra, não conseguiu, então tentaram matar ele. Que era uma forma de fazer eu sofrer, porque afetar, é de me afetar, porque o ataque foi feito para destruir o meu lar, né? Então, como eu rompi, ao ataque veio ali, oração, gente, juntudo ali. Ao ataque vem em cima do filho, né?
Do filho que tava descoberto por ele mesmo, tá ali diante de Deus, servindo a Deus, né? Só não tava, né? Ele queria estar ali. É uma religião, mas praticamente serva ao diabo, né?
Isso. Ele não era praticante, ela era amigo, mas amizades era isso, porque tava todo influenciado ali, que ele não vê normal, né? Eles acham que é normal, né? Então quando aconteceu isso, Jamila, a cidade toda ficou sabendo. Cidade pequena, né? A notícia vaza. Então toda a cidade sabe dessa história. E aí Deus tomou um vaso para mim na igreja e falou assim: eu vou te dar vitória. Então o Senhor falou assim: veja como eu vou pelejar a partir de hoje pelo teu posicionamento.
A vitória é sua, né? Então eu fiquei atenta à voz de Deus. E ali Deus usou, né, uma pessoa que frequentava, né, o mesmo ambiente. Era uma mulher, mãe de família. E por ela ver todas aquelas situações, ela me conhecia desde também da adolescência, ela tomou tomou a minha dor por ela ter filhos. Ela tomou a minha dor, né? Mas já era Deus trabalhando já, né? E ela me procurou, né? E ela falou para mim, ela mesma, essa primeira falou para mim tudo que já tinha sido feito ali dentro para me destruir, o que tinha sido feito para destruir o meu esposo, que o ataque era para destruir o meu lar, né?
Ela disse: e o que foi feito para destruir o teu filho? Só que aí ela falou assim: como eu sou mãe Eu agora tomei a dor. Só que um porém, ela se apaixonou pelo meu filho. Deus faz assim. Ela se apaixonou pelo meu filho. Até brinquei com ela, ela falou assim, se você me cobrir de oração, se você cobrir a minha casa de oração— ela disse, porque eu não acreditava que existisse crente fiel ao ponto de sobreviver os ataques que tu sobreviveu.
Então tu é crente fiel, é a glória para Deus, né? Não pode falar, só Deus sabe o preço que eu pagava, né?
Seu filho já tava maior de idade?
Já 14 anos. Ela tinha a minha idade, a idade de ser a mãe dele.
Ah, tá.
É a idade de ser a mãe dele, mas Deus permitiu. Ela foi uma Rabin para me resgatar naquele momento, porque não tinha explicação.
Mas você apaixonou pelo seu filho?
Se apaixonou por ele, mas foi uma permissão de Deus, porque Deus falou assim: vou eu né, te dá vitória. Aí se eu falar assim, vou eu trabalhar, agora veja como é que eu vou trabalhar. Então eu tenho que estar atenta, né? E quando ela veio me contar isso, aí eu estava justamente na casa da minha tia, aquela eu falei que sempre faço parte do meu testemunho. E ela contando, a minha tia ficou assim, o que tá acontecendo? Eu falei, tia, Deus falou comigo ontem nesse ciclo de oração que a peleja não era mais minha.
Então a peleja é dela apenas. Agora ela me pediu para eu cobrir ela em oração. E eu falei para ela, ela falou, você vai deixar? Eu falei assim, deixo, deixo.
Eu falei, deixa.
Acabou se envolvendo porque era tudo amigos ali, era coisa, coisas de Deus, que foi uma coisa muito rápida.
Mas foi, mas tem aquelas pessoas, 14 anos, mas já tem um jeito de fazer.
Era um homem físico de homem, né?
A mente assim, realmente de homem, de criancinha.
Isso aí Deus permitiu. E eu sei que a partir dali ela falou assim, então o negócio fechado, você só vai orar por mim. E eu mostro para você que essa vitória é sua. Então assim, ela sabia de tudo que acontecia ali dentro, tudo. Ela sabia do ataque contra a vida dele, ela sabia dos ataques, né, contra a minha vida. Então assim, ela passou tudo isso para meu filho. Hoje essa pessoa não vive mais, né, há 2 anos ela faleceu, lamentável, mas ela faz parte do meu testemunho. Ela sempre deixou aberto.
Do seu filho?
É, não, não ficou. Foi coisa de 3 meses só. Não.
Aí vamos então, vamos para o pátio, pode continuar, né? Está cortando aqui. Pera aí. Aí vamos, ela, você deixou, né?
Deixei.
Os dois se juntaram. Aí você continua.
Isso, ele se juntou, deixei, né? Então assim, como ela sabia de tudo que acontecia ali dentro, ela era da igreja? Não, ela frequentava lá o ocultismo.
Agora entendi.
Entendeu?
Agora, né?
Ela frequentava Então ela sabia de tudo que tinha ali dentro, né? Por ela ser uma pessoa muito conhecida e a gente tem conhecimento com ela, então assim, ela passou tudo para ele detalhado, né? Quando ela passou tudo para ele detalhado, né, aí foi que a ficha dele caiu. Ele entendeu, né, o que tava acontecendo, né?
Nesse, coisas maus que ele estava.
Quando isso aconteceu, né, aqui voltando, que através da revelação que Deus me deu do veneno para proteger ele, e eu tirei ele, coloquei ele na casa da minha sogra por uns dias, que ficava perto dessa mulher, já foi o trabalhar de Deus. E ao tirar ele de casa, os ataques diminuíram, porque tem os ataques, Jamile, que nós mesmos dá legalidade, a brecha, né? Isso, né? E tem ataques que ele é uma interferência, alguém mandou. Então assim, como ele frequentava, que ele vinha para minha casa, os ataques vinham junto.
Então, para eu vencer, ao obedecer a voz de Deus, foi uma fase bem difícil. Isso marcou a vida dele, né? Marcou muito. Ele não entendeu, mas eu conversei com ele quase à beira da morte. Então assim, eu falei, você vai ter que sair de casa uns dias, né? Porque não se tratava mais só dele, se tratava da minha família, de todos, né? Que a gente tava ali passando necessidade mesmo. Vê algo que trancou, não quero citar o nome porque eu quero falar aqui de Jesus, mas eu sabia com que eu estava lidando.
E ali eu tirando ele de casa, os ataques não vinham mais porque vinham por ele, né? Ele ficou na casa da minha sogra durante 3 meses. Ele ficou aí, foi o período que ele ficou com essa mulher, durante 3 meses.
A partir daí, aí Deus deu vitória, que foi daí que ela começou a abrir a mente dele, né, das coisas maus que aquelas pessoas estavam fazendo contra ele, porque ela já tava ali, então ela já sabia de tudo. Então, de vez de puxar ele para o ocultismo, ela afastou ele, abriu a mente. Então já foi o trabalhar de Deus aí.
Eu sou muito grata a Deus pela vida dela, cobrir ela em oração. Sofreu muito ataque também, mas assim, como Deus permitiu ela intervir ali naquele meio, então assim, não aconteceu nada de mal com ela na época, nem com os filhos, nem com a mãe, que foi o pedido dela, né? E ali 3 meses Deus deu vitória. Aí foi quando meu filho foi para minha casa Depois aí ele se levantou, a vida que segue. Ele já era uma pessoa bem decidida, foi para capital, foi trabalhar lá e seguiu a vida dele lá.
Hoje ele é casado, segue a vida dele normalmente, né? E voltando aqui, aí na época depois disso, né, o Senhor ele tinha feito uma promessa para meu esposo que a gente ia para outra cidade, e era uma porta de emprego que Deus estava abrindo. Deus tá me trazendo esse testemunho aqui, realmente que ele é muito lindo, né? E aí a gente tava feliz, né, porque a gente ia para outra cidade, né? E na minha cabeça eu ia me livrar de tudo aquilo, né?
Aí aquela porta fechou, ficou um silêncio total, Deus não falava mais, não recebia convite. Quando foi um dia, aí o Senhor usava o meu local, ele era muito usado por Deus. Ele era muito usado por Deus, meu pastor. E ele pregando, ele falando assim: Deus está mudando a história, aquela porta eu estou fechando lá, vou eu abrir a porta aqui. E na minha cidade, e na minha mente eu falei assim: Deus nesse deserto? Aí o Senhor falou: é nesse deserto que eu vou te abençoar, e através do seu posicionamento e da sua obediência Eu vou abrir uma fonte, ela vai jorrar de uma forma que a tua família vai beber água, teus vizinhos, os teus parentes, os teus amigos, e até quem tu não conhece.
Na época, eu já meio até ri, e Deus usou a boca do meu presbítero corrigindo: tá feito, Sara, que duvidou da promessa, então verás o que eu vou fazer por esses dias. E não demorou, né, pela minha obediência de tirar o meu filho para deixar de trabalhar, né, aqueles ataques ali acabou. Aí Deus fez com que aquela porta de emprego que seria em outra cidade vizinha viesse para minha cidade. Era a ferrovia de trem que estava parada há muitos anos e eu morava em frente.
Aí Deus fez com que ela viesse e voltasse a funcionar de frente à minha porta. E quando eu acordei um dia pela manhã, sim, tava aquela movimentação, né, em frente à minha casa. Eu falei, mas o que tá acontecendo? Tava interditado há tanto tempo. Chegou um amigo do meu esposo e falou, cadê a tua esposa? Eu falei, tá lá dentro. Então há 3 meses ele tava desempregado, 3 meses o meu salão tava parado, né. Ele falou assim, ó, a porta de emprego que ele ia para fora, a empresa veio para aqui.
Todo mundo tá dando nome, então chama ele para vir dar o nome. E eu chamei meu esposo, ele falou, mas como assim? Eu falei, lembra da promessa? É, Deus fez a promessa e ele é fiel. E ali, Jamila, aquela porta de emprego se abriu e foram empregados muitos homens naquela época, meus vizinhos, de meus parentes, amigos do meu esposo, mesmo as pessoas que eu não conhecia, que era os chefes, né, os gerentes. E ali permaneceu por muito tempo.
Aí Deus falou: pela tua fidelidade vou eu mudar tua história, nunca mais faltará o pão na tua mesa, né? E aí o Senhor abriu a porta do salão também. Aí nesse período aí eu fui empossada como dirigente de ciclo de oração, é pelo meu pastor Vessosa e a pastora Noaima, que hoje eles estão em Portugal. Eles foram os canais de bênção na minha vida, me ajudaram muito, e o próprio Deus revelou para eles que eu estava pronta e preparada para ser a dirigente do círculo de oração, a primeira naquela igreja que foi aberta na cidade.
E ali eu fui empossada. Não foi fácil, né? Era tudo novo para mim, mas eu dei continuidade fazendo a obra do Senhor. E Deus tinha feito promessa para mim que ia fechar aquele centro de magia negra. Ele falou, vou fechar, eu vou te dar vitória. E eu sempre orava para que Deus salvasse eles, porque a única forma de eu ter vitória era Deus convertendo eles. Deus salva que tem de salvar, né? Quem tem de sair, sai, mas me dê vitória, né?
E quem se converteu na minha igreja? A mãe de santo. Posso usar esse nome? Porque era o nome que ela era na época, né? Ela era mãe de santo. Eu não conhecia aquela jovem, né? E ela entrou por aquelas portas e era horrível a forma como o diabo usava o corpo dela para se manifestar na igreja, Jamile. Então assim, era algo que a igreja não tem costume de ver, as assembleias elas não trabalham, né, com libertação, né. E eu e meu esposo era quem fazia obra nela.
Então ali eu fui descobrindo que eu tinha uma unção de libertação, né, que tinha sido dada por Deus para aquele momento, né. O nosso dirigente na época, ele não tinha tanta experiência na área, nem a esposa. Todo mundo se apavorava, mas eu não tinha medo. Né, o que tava nela, porque é uma mãe de santo, você sabe que ela sobe a muitos níveis espirituais, né, impactos. A gente fazia a obra nela, então a gente passou um momento de cultos difícil com ela, porque todos os cultos manifestava e ela queria ser liberta. Processo, um processo. Eu acompanhei esse processo dela.
E era só você e sua esposa fazendo esse processo com ela?
Os obreiros ajudavam, as mulheres do ciclo de oração ajudava, mas se eu e meu esposo não tivesse na igreja, a coisa era séria, né? Então assim, chegou um momento de entrar uma outra pessoa no processo de libertação que ficou mais tensa a situação. E chegou um momento que eu falei, Deus, hoje tô cansada, né? O Senhor falou assim, vou te dar uma nova ferramenta, né? Que Deus, ele é lindo, quando ele quer fazer, ele faz. Ele não mudou, ele é o mesmo, né?
E um dia ali ela tava assim de uma forma feito cobra no chão, e o meu esposo tirou palito dele e jogou nela. Quando jogou nela, ela deu um grito e falou que chegou esse ferro em mim. Aí todo mundo viu ali que era um palito. Mas aí o Senhor falou para mim, Espírito Santo, né, é uma nova ferramenta que eu te dei para poder a minha igreja permanecer de pé. Então, a partir daquele momento, eu acompanhei o processo de libertação dela, né, e detalhes, né.
Eu ia para igreja com meu esposo, eu era dirigente de oração na época, ele era diácono, mas a gente auxiliava só o presbítero local. Então, para a gente cultuar elas ficavam do meu lado, eu com o paletó do meu esposo, porque no paletó do meu esposo tinha fogo, e ali o mal não pegava elas. É algo surreal, algo sobrenatural, era algo lindo, lindo, né? E uma vez ela mesmo conversando comigo, né, a mãe de santo naquela época, ela contou todos os detalhes, né, do que tinha acontecido.
E detalhes, ela não sabia que eu era mãe, do menino, do meu filho. Ela não sabia. Aí ela conversando, né, contando ali como é que foi o preparo, porque ela era jovem, e me veio a curiosidade: como que você entrou nessa área? O que te levou? Foi, ela queria a volta de um ex-noivo e se aprofundou. Aí ela me perguntou: e por que você também tem tanta experiência nessa área? Aí eu falei: eu nunca frequentei, eu nunca fui, eu fui vítima.
Eu fui vítima por muito tempo por conta de ataques, né, que veio para destruir o meu lar. E porque pegaram um filho meu, que queria ficar com meu filho lá. Aí quando eu falei isso, na hora ela se assustou. Aí ela mesmo perguntou, né, você é mãe de fulano? E citou o nome, né. Aí eu falei sim. Aí ela baixou a cabeça. Nesse momento ela me pediu perdão, né. E ela falou assim, era eu. Quem fazia todos os trabalhos para lhe destruir.
Então assim, eu ouvi da própria boca dela. Então ela falou assim, você só está viva porque realmente você é fiel ao seu chamado. Ela disse, aí confessou, confirmou o que a outra mulher falou, né? Ela disse, tentamos matar tua esposa também para te desestruturar. Quando não conseguimos, nós tentamos matar o teu filho. Aí ela disse, mas nada te atinge.
E aquela pessoa da sua família que tentou fazer bruxaria, né, com você, foi nesse lugar que ela foi?
Eu não sei se foi o mesmo lugar, mas eu tenho a dúvida se foi o mesmo lugar, se veio de lá, porque foi feito já com essa mulher que falou para você que foi feito. Até hoje eu tenho essa dúvida. Eu tenho essa dúvida se foi feito lá ou não, né? Porque esse centro fechou, ele não existe mais, que Deus era fiel. Então assim, todos os tipos de bruxarias, ela disse, quem existe na face da terra. Ela disse, a gente fez para te matar, pegamos reforço em Maceió, pegamos reforço na Bahia.
Na Bahia, que é mais forte, que é o mais forte. É mais forte na Bahia. Ela falou assim: porque a gente não te queria viva, porque você se junta com as pessoas aqui, você ora e desmancha as obras adversárias, que já era chamado de libertação, que nem eu tinha noção, né? E ela confessou tudo, Jamile, para mim, na frente de obreiros, na frente do meu esposo. Todos viram, né, a confissão da boca dela. E naquele momento ela me fez uma pergunta: se eu iria continuar cuidando dela.
Aí eu falei que sim, porque ela era a resposta das minhas orações. Eu acompanhei aquela jovem no processo de libertação, ela chegou a descer às águas, né. Resumindo a história dela, hoje ela me chama de mãe na fé, né. E ali depois disso, a minha vida naquela cidade, né, foi crescendo espiritualmente.
Isso que é perdão, né? Perdão, perdão e perdoar. Perdoar uma pessoa que fez tanto mal, né, que queria tirar sua vida por obras malignas, né? E você chegar e perdoar e ainda ajudar essa pessoa na área de libertação, processo. Isso que é perdão.
Perdão, Jamila. E abordando esse assunto hoje, é na área de libertação É onde eu encontro mais pessoas aprisionadas, infelizes, que não consegue liberar perdão, ou outros que não consegue se perdoar pelo que fez. Aí elas estão aprisionadas, isso, não consegue romper, fica preso, fica doente. A falta de perdão deixa as pessoas doentes, amarguradas. Isso também são pessoas feridas, é, fere facilmente, né?
Deixa o coração doente, e fisicamente também fica doente, fisicamente, espiritualmente.
Fica, é uma pessoa doente, as pessoas que não libera perdão. Então assim, dentro de mim, para glória de Deus, não existe essa área de não perdoar, porque uma pessoa que ela é espiritual, ela sabe que a nossa luta não é contra carne, contra sangue, é contra as forças da maldade, que é o que eu tô falando aqui, né? As pessoas deixam se usar, né? O mal sempre existiu. Mas se a gente não liberar perdão, a gente não rompe. Então eu perdoei todas as pessoas que me fizeram mal, eu perdoei esses noivos, eu perdoei a pessoa, né, que era da família, que foi quem primeiro, né, fez esse pacto para deixar o meu lar.
Eu perdoei essa mulher, eu perdoei todos. Tem uns que eu até falo, eu tenho contato, outros eu não tenho, mas enfim, eu perdoei todos aqueles também. Na igreja eu tive muita dificuldade também para romper, né, porque nem todos entendiam aquele momento. Momentos assim, as pessoas que me ajudaram diretamente, outros também que acabaram me atingindo, que era para sair mesmo da igreja também. Tudo contribuiu para o meu crescimento espiritual.
Segredo foi permanecer firme, né? Eu estou aqui contando as maravilhas do Senhor.
É perdoar, porque a gente sabe que a gente não pode, né, perder o que é mais precioso, a nossa salvação.
Isso é justamente, Jamile, porque Jesus disse que se nós não perdoarmos, Deus não nos perdoa. Então, se eu não perdoo ao meu irmão e tô dentro de uma igreja pregando, falando tudo, tudo que você fez para Deus é perdido. É perdido porque Deus não me perdoa, né? Porque se eu não sou capaz de amar o meu próprio irmão que eu vivo, que eu convivo, mesmo inimigo, isso, né? A gente tem que perdoar, perdoar os inimigos, orar pelos pelos nossos amigos é a coisa mais fácil, né?
E orar pelos inimigos que nos perseguem. Mas a palavra de Deus diz orar pelos que nos perseguem, né? Porque é a única forma da gente romper. Tipo, a minha oração era para que Deus salvasse ela, né? E a oração, ela fluiu, ela fez efeito.
Porque a gente perdoa nossos inimigos porque eles estão ali. O inimigo, ele tá usando isso, tá usando. A mesma coisa, ele— a gente pode abrir a brecha, ele nos usar a gente também.
Sim.
Entendeu? A gente tá a isso, né? O inimigo pode entrar nas nossas vidas, a gente der brecha e fazer o que ele quiser. A mesma coisa é com o próximo. Então a gente tem que perdoar, orar por eles. Mesmo inimigo, nós temos que orar por eles, né? Perdoar e tá ali sempre levantando as nossas mãos, né? E orando, porque o inimigo ele veio para isso: matar, roubar e destruir.
E a nossa missão é orar. Né? Às vezes eu até abordo esse assunto, que hoje em dia as pessoas perdem muitas guerras porque elas não perseveram na oração. Porque o próprio Jesus disse assim: vigiais e orais sem cessar. Primeiro vigiar, orar, e sem cessar, né? Então, se eu tô vigiando, se eu estou orando, se eu estou perseverando e sem cessar Eu não tenho como perder batalha, com certeza não tem, né? Porque se Jesus, ele sendo metade Deus, é quando ele vai aqui na terra, ele era Deus metade, ele precisou orar.
E por que que nós não oramos hoje? As igrejas, elas estão ficando rasas na oração, infelizmente. Antigamente havia muita oração.
Diminuiu, tem mais intimidade com Deus?
Não, se faltou a oração, falta comunicação, que a oração é intimidade, né? A oração é falar com Deus, é como eu estou aqui com você, nós estamos conversando. Então, oração é isso, diálogo com Deus, seu Pai, que é um Pai, né? E as pessoas estão perdendo essa intimidade. Hoje o povo não quer mais orar de joelhos. Eu sou da época que orava 2 horas de joelhos. Sei que da oração do Pernambuco é assim.
Vizinha tá na igreja.
Quanto mais oração, mais poder.
Agora as coisas mudaram, é dificilmente você ter um culto ali na tardezinha.
Hoje é raro, né? Hoje todo mundo vai vir na prece.
Depende da igreja, difícil. Todo mundo é na prece, vai ver com prece.
Hoje em dia o povo não tem mais tempo, mas É aqueles que são de oração, que persevera. Porque eu sempre, até hoje, eu persevero na minha casa em oração. Tô ali, né, como eu falei, no extremo Minas Gerais tem círculo de oração, mas é diferente lá do Pernambuco.
Então assim, você falou, vai vir na pressa, mas também você não sabe o dia da manhã, da manhã você não sabe. Você tá na pressa, correndo, correndo, correndo, esquece de fazer para Deus, né, quer fazer só as coisas ali da sua casa, fora, seu trabalho, né? Mas primeiramente a gente tem que buscar a Deus, espiritual, espiritual. Depois as coisas, né, ali sua família, as coisas vai ser acrescentada.
Mas geralmente o reino do céu, buscar o reino do céu, a minha justiça, né? As outras coisas serão acrescentadas, né?
Isso aí você não sabe o dia de amanhã, não sabe.
Se vem uma luta dessa, se tu não tem uma reserva, saca, fica na luta, não passa, né?
Não, até perece, né?
Perece. E tem muitas pessoas que ficaram para trás, tem muitas pessoas que não romperam por falta de oração, por falta de posicionamento, né? Então assim, hoje eu tô ali fazendo a obra no Extrema, né? Hoje eu faço parte do Ministério da Madureira. Assembleia de Deus, permaneço na Assembleia. Glória a Deus, né? Até Deus permitir, até Deus dar um direcionamento, eu permaneço, né? E vim debaixo de um direcionamento de Deus, tô ali fazendo a obra.
Glória a Deus, né? Então assim, hoje meus pastores atuais são de oração. Glória a Deus! Pastor Erlanderson, né? A missionária Kalene, eles são de oração, né? Então assim, eu falo para eles, eu não conheço outro caminho para chegar perto de Deus, a não ser a oração, né? Esse é o caminho, porque desde o momento da minha conversão é oração, né? Então assim, no meio dos nossos 18 irmãos, né, voltando aqui, 15 servem ao Senhor, né?
Então vai vir a promessa na vida do meu pai, e Deus promete, ele cumpre. E aí, através do meu chamado, do meu testemunho, aí eu me tornei o quê? A mentora deles. Tá tudo precisando, aí me chama, e assim vamos ajudando.
Com certeza. E hoje, como que você tá? Sua família, voltando para a gente, conclui.
Pronto, voltando ali, fazendo a obra do Senhor no Pernambuco. O Senhor começou a fazer promessa: vou te tirar daqui para uma terra estranha, e lá tu irá dar continuidade fazendo a minha obra, né? Eu esperei por esse tempo, chegou o tempo. Aqui resumindo, final de 2019 Né? Deus permitiu com que tudo que era confortável, que ele me fez próspera naquela cidade através da obediência. Deus, ele me abençoou em tudo, né? Aí o Senhor, olha, ele mesmo criou uma situação para que ficasse tudo desconfortável, que se tiver confortável a gente não sai.
E eu comecei a orar ao Senhor, falei: Deus, o que tá acontecendo? Então não chegava cliente, emprego para o meu esposo também começou a faltar. E mais, eu já muita intimidade com Deus. Aí o Senhor falou, tá chegando o tempo de eu te tirar daqui. Aí fui pedir confirmação a Deus, confirmação. E eu já tinha vindo passear em Extrema. Aí o Senhor confirmou que era lá. Então, final de 2019, eu vim para Minas Gerais, ali na cidade de Extrema, aonde o Senhor já tinha preparado tudo para mim.
E virando o ano, iniciou a pandemia. Daí eu já estava cá, meus filhos todos empregados, e eu também já estava empregada, porque Deus, ele quando manda, ele já prepara a ponte, né? Ali um casal, dono de um salão, me acolheram na igreja, né, que eles também fazem parte da minha vida, sempre, o Willis e Catiane. Trabalhei com eles ali 4 anos, né, e tive um outro processo extremo, né, que para Deus me levar em um nível espiritual maior porque lá é bem mais forte espiritualmente, batalha em cima de batalha.
Mas eu vim com toda a minha família, meus filhos, minhas noras, tá toda a minha família lá. Estamos todos estabilizados, Deus está cuidando de mim ali. Continuo fazendo a obra do Senhor, nunca parei, nunca desanimei. É, cada processo é uma lapidação, cada processo é um nível a mais que a gente O segredo é não desistir, não olhar para trás, para direita nem para esquerda, né? Olhar para Jesus. Ele é o caminho. Se ele disse que ele é o caminho, quem tá nele não tem como errar, né?
E hoje, Aline Extrema, eu tô em novos processos e eu creio que depois eu vou voltar e vou contar a vitória, porque são processos também dolorosos, processos também de batalhas espirituais com níveis mais elevados, né? Mas em todas o Senhor tem me dado vitória e tá me dando, tá cuidando de mim, né? E uma coisa, Jamila, que eu queria abordar aqui, né? Até falei com você antes de terminar, é sobre os jovens, né? Se você falar um pouquinho sobre isso, sobre os jovens, importante nesses processos que eu tô passando ali no Extremas.
Eu tenho perguntado ao Senhor o que que ele quer de mim naquele lugar. E as batalhas são muito grandes, dá até vontade de ir embora mesmo, mas o Senhor falou que não, que ele estava me preparando para um novo tempo. E como eu já tenho intimidade com Deus, ele falou: olha para os jovens, porque os meus jovens estão perecendo por falta de clamor, é por falta de ajuda. Então assim, como é experiências em batalhas espirituais, jovem não tem força de Então, se não for nós dando as mãos e clamando pela vida dos jovens, nós vamos perder muito mais.
Lá onde eu moro tem um índice de suicídio muito grande, é muito jovens que tira sua própria vida por vazios na alma. E não é só lá, né, mundial, né. Então assim, eu peço aqui para quem tiver me ouvindo que começa a despertar, orar pelos jovens, porque a oração ela tem que ser específica naquela área. Então qual é a oração pelos jovens? Para que Jesus visite a mente, para que Jesus visite a alma, que ele quebre esse cativeiro, quebra essas correntes, né?
Porque são muitas pessoas presas nessa raiz, eles não rompem. As obras de libertação que eu faço, as mais difíceis são nos jovens, né? Porque eles acessam portais, eles fazem aliança lá fora, principalmente os que saem da igreja, eles não conseguem mais voltar. E detalhe, eles não confessam, né? E tudo aquilo que não é confessado não tem como Jesus trabalhar. Eles não têm força para confessar isso. Então assim, é uma luta. Quando eu pego uma experiência com jovem, é preciso abrir campanha para Deus ali mostrando, né? Deus vim trazendo.
É difícil trabalhar na mente, na mente jovem, muito, né?
Porque são muitas coisas ocultas, né? Então assim, todas as sextas-feiras, meia-noite, a gente já está trabalhando lá no Extrema. A gente tá divulgando, nós estamos clamando pelos jovens.
Eles têm muitos, hoje em dia tem muito acesso, tem muitas coisas. Antigamente não tinha, né? Então internet, né, tá aí, meu Deus, tá aberto para tudo.
O ocultismo cada vez ganha mais porque caminho fácil.
Então eles acessam isso, não precisa nem ir lá no terreiro, só através da internet eles têm Isso, porque é caminho fácil.
Eles querem uma resposta, eles vão ali, já tem uma resposta para o momento, para o passado.
Os pais ali que tá, coloca a mão ali protegendo, conversando, auxiliando nas coisas, mesmo que os pais não seja crente, mas uns pais que sabe, né, das coisas certa, né. Tem pais aí que tá nem aí, deixar o filho deixar à vontade, ter acesso a tudo, e acaba fazendo. Você vê lá na TV, jovem tirando a própria vida através de internet, aprendendo coisas de maldade, ensinando para eles. É uma coisa normal, mas não é, irmã.
E os pais não estão vendo, não estão vendo.
Então o jovem, eles têm acesso a isso, é mais fácil deles entrar no abismo.
Nós temos uma promessa de um avivamento no Brasil. E se esse avivamento não vir pelos jovens, vai vir por nós? Às vezes eu até falo assim, eu falei, eu já tô ficando cansada, né? Daqui a 10 anos, daqui a 20 anos, como vai estar nossos jovens? Então assim, é hora das igrejas despertar nessa área com os jovens, porque o maior ataque é nos jovens, né? Então que a gente possamos agora passar a clamar, porque clamar, o clamor é diferente de oração.
Quando o povo de Deus tava lá em Israel sofrendo debaixo de opressão, que eles se reuniram, eles decidiram aclamar a Deus, e foi quando Deus mandou o libertador, né? Que a oração era específica: Deus nos ajude, nos socorre. Ele mandou. Então, se as igrejas se reunirem, começar a despertar e começar a clamar pelos jovens, fazer trabalho de libertação, de avivamento, vigília, os jovens vão começar a voltar para as igrejas, né? E Deus colocou no meu coração: todas as sextas-feiras, meia-noite, está clamando pelos jovens.
Né? Então assim, quem tiver ouvindo, né, esse programa, junte-se a nós. E eu creio que esse avivamento vai vir pelos jovens, que há muitos jovens de família com depressão, com ansiedade, nem percebe, e sendo, ah, mas o meu filho tá na igreja, eu levo meus filhos, ele sabe da palavra, eu prego para eles.
Mas você não sabe o que tá acontecendo.
Oculto, que eles têm dificuldade de confessar, como eu falei aqui, tem dificuldade. Então assim, é um alerta para os pais. Eu sempre falo quando eu acompanho um processo de libertação que as mãos falam, os olhos também falam, os pezinhos também falam, eles dão gesto que seus filhos não estão bem, né? Então assim, que a vigilância seja dobrada, porque é muito jovem cometendo suicídio. E a dor é uma dor na alma, que é a falta a falta de Deus, a falta do Espírito Santo, né?
E eu creio que através aqui desse apelo que Deus permitiu, eu vim aqui tem uns 15 dias que o Senhor já colocou isso no meu coração, né? Deus, ele vai começar a despertar as igrejas que estão dormindo a respeito dos jovens. Em nome de Jesus.
Esse é o finalzinho, né, irmã? E hoje você tá bem?
Tô bem, Jamila.
Deus tá usando cada vez mais assim, para ajudar as pessoas, né? Sim, abençoando a sua família. Glória a Deus por isso! E você venceu essa batalha. Eu sei que não acaba enquanto a gente viver nessa terra, batalhas virão, sim, mas com Deus a gente vence.
Sim.
E o fardo, eu sei que a gente começa a carregar aquele fardo, mas Deus, ele é um Deus que ele deixa o leve, leve.
Como é, não deixa a gente sozinho, né? Que você tava falando aí, já tinha vindo na minha mente. Jesus diz: vinde a mim todos que está cansado, sobrecarregados, e eu vos aliviarei o meu fardo, né? Então, sem Deus não rompe. Com ele a gente rompe, vem as experiências, e a gente vai ao nível que Deus quer levar. É só a gente perseverar.
Agora a gente vai com a palavra e depois a oração.
Amém, amém, irmã!
A irmã tira ali, fala o versículo que tá nele, depois vem a oração de Jesus. Glória a Deus, Deus seja louvado!
Sim, tá lá em Mateus 6:31-32. Portanto, não se preocupem dizendo o que vamos comer, o que vamos beber, o que vamos vestir, pois os pagãos e os que correm atrás dessas coisas— mas é que corre atrás dessas coisas, né? Mas o Pai Celestial sabe que vocês precisam delas. É o que a gente tava falando, né, sobre buscar o reino de Deus.
Quando nós buscamos ao reino de Deus, a gente não pode, não precisa se preocupar, não, com as coisas que, como fala, investir em comer, né. Eu tava falando para você, né, que as pessoas faz tanto trabalho, corre atrás das coisas e tal, esquece, esquece Deus de maravilha.
Esquece de buscar o espiritual, né? Porque da nossa vida tem que estar alinhado espiritual com emocional e também o material. Mas se não é buscar o espiritual, ele cuida do emocional e ele cuida do material, como é a palavra, né? Ele sabe do que a gente precisa, porque a gente tá correndo, se preocupando, né? Como ele falou aqui, os pagães que faz isso. Nós somos filhos. Qual é o pai que não se preocupa com os filhos, né? Essa palavra para nossa meditação, né?
Que Deus, ele é fiel, Para todos que estão assistindo.
Isso, para todos. Isso mesmo, Jamila, que para não se preocupar com o dia de amanhã, né, saber que há um Pai que tudo vê, né. Há um Pai que se ele não abrir a porta, ninguém abre. Deus, ele sabe das necessidades de cada um, né. Eles, e se ele supre, ele é provisão. Mas assim, ele está falando, né, através da palavra, buscar em primeiro lugar o reino, né. Quando se busca o reino, as demais coisas ele acrescenta em nossas vidas.
Diáconisa, você pode orar?
Amém, amém, Jamile.
Glória a Deus.
Eu oro sim. Quero já agradecer aqui, né, por esse podcast, a qual vocês abriram a porta, né, para mim estar aqui falando do meu testemunho, das minhas experiências, né. Creio que muitas vidas vão ser alcançadas. Quem tá passando por um momento, né, vai saber que nada é impossível para o nosso Deus, desde que esteja seja posicionado, né? E que as pessoas não guardem mágoa no coração, que as pessoas liberem perdão, porque o perdão ele é a chave, é que vira situação, né?
O perdão, a gente quando perdoa, a gente não perdoa nem tanto para deixar outro livre. O perdão ele vem primeiro por a gente. Quando eu perdoo, a bênção já vem por mim, eu libero a bênção do irmão. É que as pessoas guardem essa palavra no coração E vamos assim orar encerrando. Amém. Soberano, eterno Deus, Pai de amor e de misericórdia, nesse momento quero te agradecer, Senhor, por essa oportunidade que o Senhor me concedeu de estar aqui, Senhor, através do podcast, Senhor, com a missionária Jamile, falando, Senhor, do teu amor, da tua misericórdia, falando, Senhor, do meu testemunho, meu Deus, das graças, Senhor, alcançadas através, Senhor, da tua misericórdia.
Deus, quero te agradecer aqui pela vida da minha irmã Selma, que me acompanhou, ele estará comigo. Te agradecer, Senhor, pela vida, meu Pai, do Rafael, do servo do Senhor que estará aqui também. Meu Deus, que o Senhor possa, Senhor, cada vez mais continuar abençoando, meu Deus, esse trabalho, que ele venha crescer, que pessoas, Deus, venha ser alcançada, meu Deus, fronteiras venha ser atravessada através, Senhor, desse podcast.
Que o Senhor venha libertar vidas, que o Senhor venha salvar vidas, meu Deus. Nesse momento, Pai, quero te apresentar, Senhor, também essa cidade a pela primeira vez, eu entrei nela. Vai visitando, Senhor, os teus servos que aqui habitam. Vai salvando, vai libertando, meu Deus, vai dando livramento. Ah, Senhor, agora também quero te pedir, Senhor, me conduza para o meu lar, Senhor, debaixo da tua direção e da tua proteção, Pai, nos guardando e nos livrando, Senhor, de todo mal. Amém, amém.
Deus seja louvado.
Amém.
Deus abençoe, Valdenice.
Isso, glória a Deus.
Obrigada pela sua presença, viu?
Que agradeço.
Da sua irmã também, que Deus abençoe a vida dela, né?
Foi um prazer também.
Ela te acompanhou, acompanhou de outra cidade, outra cidade diferente da sua, para vir te acompanhar, né?
Quando Deus começou a fazer promessa, ele ia te levar em muitos lugares. Eu falei assim, eu com quem eu vou? Ao Senhor falou, estou preparando a sua irmã, parei com você, está aí. Esse ano já é a quarta missão que a gente faz juntas.
Que Deus é maravilhoso, que Deus abençoe, viu, a vida de vocês, a família. Deus abençoe muito a saúde, amém, Jaque. E que Deus continue trabalhando na sua vida, que você seja, né, que você venha levar a palavra do Senhor. Amém, né? Continuar levando a palavra do Senhor, né? A gente, a gente tá aqui para servir a Deus, né? Fazer a, né, a obra dele, é que ele colocou nas nossas mãos. Que você continue sendo um instrumento na mão do Senhor. Amém. Para ajudar muitas pessoas que precisam.
Amém.
Glória a Deus! Encerrando Gloria a Deus! Testemunho! Glória a Deus! Hoje foi maravilhoso, né? E eu te espero até o próximo. Amém! Que Deus abençoe grandemente a sua vida.
Amém, amém!