A verdade sobre o Reiki, Thetahealing e Regressão | Deyse Schmitz
EPISÓDIO COMPLETO: https://youtu.be/3mbINYLkjcs
Neste episódio, recebemos Deyse Schmitz para um relato profundo e revelador sobre sua caminhada. Ela compartilha como, por muito tempo, buscou respostas em práticas que pareciam inofensivas, mas que escondiam influências que afetavam sua paz, seu lar e suas relações. Daisy detalha o processo de transformação que a levou a compreender o caminho da verdadeira restauração, longe de ilusões e métodos superficiais. É um relato sobre discernimento, a importância de buscar fontes seguras de auxílio e a superação de ciclos que pareciam impossíveis de quebrar. Descubra como ela encontrou forças para recomeçar e proteger sua casa.
Deyse Schmitz
- Luta EspiritualAtaques demoníacos e manifestações · Medo e paralisia do sono · A importância do jejum e oração · Confissão de pecados e perdão a si mesmo · Autoridade em Cristo e revestimento espiritual · Discernimento de espíritos · Quebra de maldições e macumbaria
- Ocultismo e MisticismoDescrença em Deus e busca na natureza · Influência de ambientes de rock e festivais · Uso de drogas e vícios no relacionamento · Legalidade espiritual e bastardia · Depressão, ansiedade e pensamentos suicidas · Busca por terapias quânticas (HQI) · Reiki, Constelação Familiar e Theta Healing · Regressão e Espiritismo Kardecista
- Divorcio e RelacionamentosRelacionamento conturbado e vícios · Traição e descoberta · Depressão pós-parto e pensamentos suicidas · Divórcio e separação · Reconciliação e busca por Deus · Cura de dor nas costas e libertação · Perdão e processo de cura
- Advertências contra a negligência espiritualFalsa sensação de poder e autossuficiência · Idolatria a criadores de técnicas · Espírito de Kundalini e serpente · Ilusão de controle e autocurar · Falta de conhecimento bíblico nas igrejas · Técnicas de poder da mente e Nova Era · Espírito da Pitonisa e engano
- Genealogia e Historia FamiliarProblemas emocionais e vícios na família · Vícios de jogos e bebida do pai · Repetição de padrões geracionais
- Libertação e curaTrabalho com mulheres e base bíblica · Jornada de Jejum de Ester · Devocional e acompanhamento pastoral · Oração e consagração · Diferença entre jejum e dieta
Ok, a paz do Senhor, povo de Deus! Seja muito bem-vindo, mais um testemunho no Crente Podcast. Nossa convidada de hoje é a Deise Schmitz, Cidade Navegante, Santa Catarina. Glória a Deus! E ela veio contar o seu testemunho, que Deus fez na vida dela. Mas antes, você que não é inscrito no canal, se inscreve no canal do Crente Podcast, ative o sininho e compartilhe. Você quer contar o seu testemunho? Vai estar aqui o contato, entra nesse contato, deixar seu testemunho para você estar aqui falando o que Deus fez na sua vida. Amém! Já quero chamar aqui a Deise. A paz do Senhor, Deise!
É um prazer estar aqui hoje.
Amém!
Glória a Deus!
É motivo de alegria, né, que hoje você veio contar o que Deus fez na sua vida.
É sempre um prazer, né, a gente poder contar as maravilhas, né, as transformações que ele faz na nossa vida, né?
Isso mesmo. Bom, e tudo começa desde pequena, né?
Isso, isso.
Pode contar. Glória a Deus!
As nossas histórias sempre começam, né, ou no ventre, né, ou até mesmo de geração, né, gerações passadas, né. E na realidade a minha começa em geração passada, se a gente for mais a fundo, né. Questão de família assim com muitos problemas emocionais, com vícios. Meu pai e minha mãe sempre foram pessoas assim que trabalharam, né, deram carinho. Mas tem uma vivência, né, um passado assim que acaba trazendo, refletindo, né, alguns traumas, algumas coisas que influenciam depois nas nossas vidas, né.
E depois a gente passa para os nossos filhos, né. Isso é automático, já é comprovado, né. E o meu pai tinha muito problema com bebida, com vícios de jogos. Né, então acabava faltando dinheiro e a minha mãe se matava em trabalhar, né, daquele jeito, né, para poder dar conta. Mas o meu pai sempre trabalhou também. Só que acaba hoje a gente entendendo como funciona isso espiritualmente, né, que legalidades acabam trazendo para as nossas vidas, né, para eles como casal, como, né, como provedor, e a escassez pelas legalidades espirituais, né.
Então acabava sempre tendo uma vida mais escassa, né? Não conseguia adquirir bens, né? Sempre com dívidas, sempre trabalhando muito para conseguir suprir o pouco, né? Principalmente para os filhos, assim. Essa era a maior responsabilidade que hoje eu entendo que eles tinham, né? E conforme eu fui crescendo, eu fui repetindo, fui repetindo os padrões. Na adolescência, principalmente ali na parte de 14, 15 anos, né, indo para uma convivência com pessoas que faziam uso de álcool, né, muita festa, né, muita balada, e muitas vezes até escondido dos pais a gente ia, né.
Então, e tudo isso depois, conforme eu fui buscando na minha linhagem, era coisas que minhas tias, minha mãe, meu pai repetiram. Então eu acabei repetindo também falta de conhecimento. E o tempo foi passando, teve uma parte da minha adolescência que eu cheguei ao ponto de não acreditar em Deus. Eu acreditava na força da natureza, né? Não era uma ateia, mas acreditava que o divino, a natureza, abraçar a árvore, todas aquelas, né?
Consagração do cacau, aquelas coisas que a gente escuta e por falta de conhecimento a gente acaba aceitando e vivendo junto, né? E um pouco mais pra frente, ali na juventude, participava muito de show de rock, né, de festival de rock. Então era um ambiente onde era muito pesado, muito pesado. Ali eu já namorava com o meu esposo, né, na época. A gente começou a namorar muito cedo. Estamos 24 anos juntos já, um bom tempo. E nesses 24 anos a gente teve altos e baixos, né, justamente por não estar na presença do Senhor, né.
Sim, ele não era evangélico, nem eu e nem ele. A mãe dele sim, a mãe dele já é evangélica já mais de 30 anos, mas ela na época ela não conseguiu levar os filhos assim. Leva enquanto é pequenininho, né, depois pega a juventude ali, aí ele decide o Exatamente. Então nessa época em que a gente namorava, não tínhamos essa convivência em igreja, né? Nem conhecimento da palavra. E com o tempo, frequentando esses ambientes, daí a gente teve acesso, né?
Muita bebida, né? E ele acabou se envolvendo com a parte de uso de drogas mesmo, né? Drogas mais pesadas. E acabamos nos juntando, na época nem casamos, né? Então olha a quantidade de brechas que existia na nossa vida, né? E fomos morar junto, logo depois eu engravidei da minha primeira filha. Então aí entra também a legalidade da bastardia, né? É uma bastardia que depois eu fui entender que eu já tinha herdado da parte da minha mãe, porque quando a minha mãe engravidou de mim, eu sou a irmã, eu sou a filha mais velha, né, de 3.
Nós somos em 3, eu sou a mais velha. Quando ela engravidou, ela era muito nova e ela só namorava com o meu pai. E não era assim uma relação que era muito aceita pelas famílias. E acabou de ela escondendo essa gravidez, né? Usava calça alta, né, para apertar a barriga, blusa mais larga, até o ponto que ela não conseguiu mais esconder, teve que contar para mãe dela. E daí eles arrumaram o casamento para eles, né? Teve que casar.
Então eu já fui gerada dentro de uma história de bastardia. E quando eu me juntei com meu esposo, logo depois eu engravidei. Só que para mim, como a gente morava junto, tava tudo certo, mas não existia a parte legal, porque o plano espiritual ele também depende das leis da terra, né? Isso são coisas que a gente vai aprendendo conforme vai se aprofundando na palavra do Senhor. E eu não havia casado nem igreja, nem cartório, nada.
Só peguei as minhas roupas e fui, né, fui morar junto. E daí depois acabei engravidando, tivemos a nossa primeira filha, passou um tempo, tive o meu segundo filho. Hoje nós temos dois filhos, a menina tem 16 e o menino vai fazer 11 no mês que vem. E ambos foram gerados sem matrimônio, né? Então, e eu acredito que quando a minha mãe casou, ela não fez essa quebra porque não tinha esse conhecimento. Ela casou depois, né, antes do meu nascimento, mas quando eu fui gerada, né, ainda não era casada.
Então tem muitas legalidades, né, de vícios, bastardia, né, questão de jogos, atrai muito espírito de loucura, né, depressão, ansiedade, né. Então hoje assim, com o passar do tempo, conforme eu vou estudando hoje as escrituras, eu vou entendendo por que que a minha vida tomou aquele rumo, né. E as pessoas, elas demoram para buscar na palavra, porque o que nós buscamos? Nós buscamos uma solução rápida.
Né?
E acabamos indo para o engano. E com o tempo, meu casamento ficou muito conturbado por essas questões, né? Assim como meu pai tinha problema com jogos em bar, né, canastra, jogos, sinuca, eu casei com uma pessoa que era igual. Ele também tinha o vício de bar, né, junto com a bebida, e ainda fazia o uso de droga. Meu pai não fazia uso de droga, mas ele fazia. E a gente foi levando um casamento muito parecido. Nós dois trabalhávamos, nós dois tínhamos uma renda muito boa, mas nunca tinha dinheiro para nada e não conseguia adquirir nada, né?
O devorador, migrador, cortador, destruidor fazia festa dentro de casa desse jeito pelas legalidades. Exatamente, exatamente. E tem milhares de pessoas que vivem assim, não entende, né?
Entendi, né?
E o que aconteceu com o tempo, ele sempre ia prometendo, ah, eu vou parar, eu vou parar, e foi indo, foi indo, foi indo. Acabei descobrindo no meio disso tudo também uma traição. Daí para mim foi a gota d'água, né? Só que no meio disso tudo, na minha ignorância, eu era uma mulher que eu achava que era o homem da casa, era eu que resolvia, era eu que fazia, era eu que mandava, era Né, acabava anulando.
A cabeça ali era você, então.
Era, não tinha, acabava anulando o papel dele de sacerdote, né.
Isso.
Mas a minha mãe já tinha sido assim com o meu pai e a mãe dele já tinha sido assim com o pai dele também. Então casou literalmente, né, juntou ali, a panela encontrou a tampa, né, ideal. Era força de repetição de padrão. E daí foi passando o tempo É, ele nessa promessa de vou parar, vou parar, e acabava não parando. E descobri a traição, daí começou a vir uma depressão porque nós tínhamos um menino pequeno. Foi as duas gestações, eu tive pré-eclâmpsia com desligamento de placenta, muito desligamento de placenta, de tomar hormônio, tudo para segurar.
Então aquela rejeição que eu sofri lá no ventre da minha mãe Eu passei para os meus filhos na gestação sem entender tudo isso. Depois o Espírito Santo ministrou no meu coração, né? Eu tive que fazer muito processo de cura e libertação para isso. Passou-se mais um tempo, ele acabou se afundando ainda mais nas drogas por questão financeira, porque a gente chegou num patamar, eu com um filho pequeno, daí naquele processo de depressão, volta de depressão, E já não rendia tanto, né, nem como mulher, nem como dona de casa, nem como profissional, nada.
E foi gerando um ciclo de desânimo, de frustração no casamento, e tudo isso levou ao divórcio, né. E nesse processo de depressão eu tive um pensamento suicida muito forte, muito forte. Eu tava tomando remédios, né, pós-gestação, depressão pós-parto. Acabei indo num psicólogo, na realidade ela me encaminhou para uma outra médica, não era psiquiatra, mas era uma outra Integral Médica, e ela indicou que eu tomasse antidepressivos.
E eu fiquei tomando durante um tempo, só que eu coloquei na minha cabeça que eu não ia ficar tomando aquilo. Eu não queria, porque parecia assim que os dias passavam e eu nem, nem entendi o que tava acontecendo. E aconteceu de a gente acabar se separando. Eu ainda tava tomando antidepressivos e eu fiquei sozinha dentro de casa. Ele foi internado, né, por questão de vícios, né, e foi uma casa de recuperação evangélica lá que começou tudo esse processo dele de buscar o caminho do Senhor.
E eu fiquei dentro de casa, eu lembro que vinha uma voz e falava assim para mim, por que tu não arruma uma corda? Eu sentada na área de trás, daí tem uns caibros assim da telha da área, né? Daí vinha uma voz, por que tu não arruma uma corda? Tu já tem o espaço perfeito. Para que que tu fica nessa vida? Por que que tu vai? Para mim até um pouco difícil ainda lembrar disso. Por que que tu vai ficar sofrendo nessa situação? Tu não tem mais motivo para ficar viva porque o teu casamento acabou, né?
E ficava assim vindo várias situações, vários pensamentos. E daí eu levantei e falei assim: não, eu tenho dois filhos para criar, eu não posso, não posso. E peguei e saí, fui para rua. Daí eu entrei no carro para ir para casa da minha mãe. Naquele dia eu não tava com as crianças e tava na escolinha, né? Daí eu entrei no carro e daí veio o mesmo pensamento: pega o carro e vai para BR. Foi muito forte, meu, foi uma luta, uma luta, uma luta.
Enquanto querendo tomar o seu corpo ali somente, né?
Exatamente.
É que ele faz, né? O diabo faz. É, e daí ele pega a sua fraqueza, né? Tá fraca ali psicológico também, de dor também, né?
Ele se aproveita, só precisa de uma oportunidade. E daí ficou essa briga de pensamentos e eu acabei saindo do carro, voltei para dentro de casa e me ajoelhei no sofá assim. Não tinha ainda vivência com Deus, né? Eu falei assim: Senhor, eu não aguento mais, eu não aguento, eu não aguento mais essa vida. Me ajuda. E daí passou ajuda onde eu fui buscar? No ocultismo.
Misericórdia!
Exatamente. Daí eu fui fazer, uma amiga falou assim, olha, tem uma terapeuta muito boa que me ajuda com terapia quântica, é HQI, Homeostase Quântica Informacional era o nome. E eu fui. Eu fui, foi bom, né? Porque é bom, é assim que o inimigo trabalha. Ele não traz coisa ruim, né? Ele traz um banquete maravilhoso, é, ele traz um banquete assim lindo, só que por baixo tá tudo podre. A gente não vê, né? A gente começa a comer pela aparência.
E fui fazendo as terapias, achei o máximo porque amenizou a minha dor, né? E aquela terapia fez eu conseguir me distanciar ainda mais da situação do meu casamento. E eu acreditei assim fielmente que eu não precisava dele. Eu pensava nele, não sentia dor, não sentia raiva, não sentia nada, mágoa, nada, nada, nada. Eu falei, nossa, esse negócio funciona! Ele acaba com todos os sintomas, com todas as emoções. A gente fica morta na realidade, você não percebe, né?
E achei legal e fui estudar, fui estudar, fiz um curso com a mesma terapeuta que me tratava, incentivei um monte de gente, porque esse é o perigo, né, que a gente é formiguinha, né. E acabei estudando, me aprofundei, né, fiz a formação e comecei a atender como terapeuta quântica. Começou assim. Daí foi passando o tempo, eu disse, não, preciso de uma formação mais, né, mais formal. Daí fui, fiz a psicoterapia, né, fiz a formação.
E daí ali começa a vir muita informação, né. As pessoas, ah, tu faz reiki? Não, não faço. O que que é o reiki? Ah, é o reiki, a ciência assada. Você vai lá pesquisar o que que é o reiki, acha legal, fiz a formação de reiki, né. Daí fui lá Fiz constelação familiar, daí não muito contente, né?
Coisas vai aumentando, vai ligando ao outro.
É porque daí uma pessoa que foi na aula do rei, que ela já fez a outra terapia e ela achou legal, daí ela te apresenta, e assim você vai indo, né? O inimigo, ele é muito organizado no plano espiritual, ele é muito, e ele tem muita paciência de agir. Isso foram anos, não foram dias.
Ele arquiteta, né?
E a gente tá ali disponível, tá fraco, tá sensível, horrível, com dor, que ele só precisa um momento de dor nosso para agir, né? A gente fica vulnerável. E fiz Theta Healing, né, com viagem astral, com programação mental que atravessa os 7 céus.
É, olha, você fez tudo isso?
Tudo.
E como que foi assim para você?
Na época eu achava tudo lindo e maravilhoso, achava o máximo, porque traz uma sensação boa.
Traz aquela sensação de poder, trazia para você.
Eu posso tudo, porque todas as terapias acabam levando esse foco, poder da mente. E esse é o perigo, né? Porque daí você— aqui até separei uma passagem de 2 Coríntios onde Paulo dizia assim: pois se vem alguém que prega outro Jesus diferente daquele que nós pregamos, Ou se vocês aceitam um espírito diferente daquele que já receberam, ou um evangelho diferente do que já aceitaram, vocês toleram isso muito bem, porque suponho em nada ter sido inferior a esses superapóstolos.
Então as pessoas, elas acabam se engrandecendo, até mesmo quem criou a técnica, ou quem vai estudar a técnica e acaba idolatrando aquela pessoa, né? Eu vou lá, vou estudar a técnica do rei, que acabo idolatrando quem criou. Assim, o Teta Healing, assim, pô, ele é o cara, ele é o cara. E ali vem, entra espírito de idolatria, mais uma legalidade na minha vida. E a gente vai acumulando, a gente vai acumulando a vida inteira, né? E daí, no meio disso tudo, regressão.
Fiz 3 vezes regressão, e os espíritos de engano te mostram. Você vai lá, volta na sua infância, volta na vida após a morte. Daí, não muito contente, fui estudar Espiritismo Kardecista, né? Então nunca participei da mesa mediúnica, mas assisti.
Ah, você assistia?
Assistia, porque como a gente era estudante, a gente ficava assistindo como funcionava. Não muito contente, fui lá fazer a cirurgia espiritual, que vai um médico em tal horário, agendado em casa. E assim foi indo, e foram muitos envolvimentos, muitos. No começo, um mar de rosas, né? Porque tu começa a ver tudo novo, vem essa falsa impressão de que tu pode te controlar, tu pode te autocurar, tu pode aplicar Reiki em você, aplica Reiki no outro, e assim vai indo.
Isso é tudo ilusão, uma ilusão terrível que me tirou daquele processo de depressão, aparentemente, e me afundou num processo de depressão que depois eu não conseguia mais sair. Daí, com o divórcio, a gente se distanciou, acabamos não voltando porque as terapias fizeram com que eu me cegasse, né? Então ele trabalhava, exatamente, que era muito melhor sem ele porque eu trabalhei a vida inteira, né? Aquilo que junta um engano espiritual com o que hoje o sistema prega para gente, né?
Então a mulher pode ser autossustentável, ela não precisa do homem para sobreviver, não precisa de um casamento, né? Totalmente errado, né?
Não empata a mulher, ela não tem isso, né? Você pode trabalhar, com certeza a mulher pode.
A gente trabalha, né?
Faz parte, faz parte ajudar, né, em casa, o marido, o marido trabalhar, mas nunca pensar que tá acima dele. Né, que não precisa dele, que não precisa dele.
Exatamente.
Você pode sozinha, você consegue.
Exatamente.
Não é assim, a Bíblia não ensina isso, né?
Exatamente. E no meio disso tudo a gente trabalhava o quê? A expansão da consciência, viagem astral, poder da mente, né? Desligamento do espírito do corpo através de meditação. Tudo, tudo isso e mais um pouco. Mais um pouco. Tudo, porque como eu sempre gostei muito de gosto de estudar desde muito pequena, né, sempre destaquei na escola por gostar de estudar. Eu achei que aquilo ali era maravilhoso, que funcionava. Então mergulhei de cabeça, né, fiz vários cursos, tinha muitos certificados, muitos, muitos.
E nisso tudo, principalmente no processo de Reiki, a gente fez nosso treinamento, nosso curso de Reiki foi dentro do ambiente onde também Tinha aulas de yoga. A professora de yoga era mestre reiki, ela fez as iniciações. E dentro dessas iniciações são 4 símbolos. E esses 4 símbolos abrem portais para te trabalhar com a energia, né, que é o prana. Então cada nível tu vai trabalhando a nível de cura de corpo, cura de, né, de mente e depois de alma.
E o nível 4, daí tu pode fazer iniciação com outras pessoas. Então eu fiz os 4 níveis. Então eu trabalhei com todos os portais dentro do ambiente de yoga. E com isso eu trouxe para minha vida um espírito muito forte, que é o espírito de Kundalini. Só que naquele momento, para mim, a gente fala, e assim, é tudo muito sutil quando eles ensinam, né? Ah, no reiki tu vai imaginar o teu chakra. No Teta Healing é muito parecida, né, a técnica de visualização.
Tu vê energia circulando o teu corpo, do chakra da cabeça até a pelve, né, passando por todos os chakras. Só que, e eles chegam a falar, imagine como uma serpente. Só que tu tá tão cega, tu tá tão envolvida e tu acha tudo tão lindo que tu não entende que aquilo ali faz mal. Não entende que aquela serpente, né, é um dominador. Sim, porque o Kundalini é uma dominadora. Então daí tu fica imaginando assim, né, não faz mal nenhum, né, eu tô fazendo em mim, as pessoas gostam, energia, energia prana, energia vital.
Esses são os termos utilizados. E foi passando o tempo Depois, né, com tudo isso, daí intensificaram, né, a questão da depressão. Meu casamento já tava... A gente já tinha feito o divórcio. Nós éramos amasiados, mas como tinha filhos, na hora de separar, a gente teve que fazer divórcio legalmente. Então tinha um documento de divórcio na nossa vida, né? E acabou que se afundou, assim, a gente acabou se afundando literalmente, né?
E depois de 1 ano e 10 meses, ele já tinha saído do centro de recuperação, né? Já tinha voltado à vida dele normal. Ele ficou bem pouco tempo até— ele ficou 30 dias, eu acho, numa clínica para se livrar dos vícios que ele tinha. Só que era uma clínica, uma casa de passagem, né? Hoje a igreja onde nós congregamos é dentro desse sítio onde era clínica. Né, durante muito tempo a gente ajudou a parte ali do Desafio Jovem Monte Sião.
E depois de um tempo reabriu a igreja, que na pandemia tinha fechado ali. Então depois de um tempo a gente começou a criar vínculo com os pastores, né, se tornaram nossos amigos, porque eles foram peça fundamental para a gente reatar. E hoje é a igreja que nós congregamos lá, né, é tudo no mesmo ambiente assim. E daí, voltando ali no caso, ele ficou 30 dias e acabou saindo e tocou a vida dele. Eu fui tocar a minha, né? E na separação, meu Deus, daí desandou de vez, né?
Porque tudo que eu não tinha feito a vida inteira, que a gente começou a namorar muito cedo, eu tinha 14 anos, né? A gente quis fazer tudo naquele período ali, né? Então acaba trazendo mais legalidade ainda para Se envolvendo com outras pessoas e tudo mais.
Porque você, depois da separação, você teve outros relacionamentos, tanto eu quanto ele.
Isso, exatamente. Homem tem mais, né?
Natural, né?
É da natureza.
A mulher é mais sentimental.
Exatamente.
Tô falando que homem não é, né? Mas a mulher, ela se apega muito rápido.
É verdade. E nesse processo, ele acabou depois de um tempo indo para igreja. Nós ficamos 1 ano e 10 meses, né? Separados. E eu fui trabalhar, eu saí da área de RH e fui trabalhar com logística, assim, uma coisa nada a ver, né? Eu já tinha trabalhado muitos anos atrás, mas eu precisava de dinheiro, tava separado, precisava de dinheiro, né? Mas essas coisas que você fez tudo, você não dava, não tava, não era, não era rentável para eu me sustentar, porque como eu fiquei com a casa e com o carro, tinha custos.
Né, tinha que pagar as coisas. Então só com a terapia eu não dava conta. Então eu fui para logística e fazia terapia depois do horário para ter duas rendas. Até a logística me consumiu o meu horário, eu tive que trabalhar dia e noite. Eu acabei assumindo como supervisora de armazém, e para quem trabalha em logística sabe a loucura que é. E daí ali mesmo assim o meu psicológico desandou, eu fiquei muito no automático. Muito no automático assim.
Tinha noites que eu nem dormia direito, via pouco os meus filhos. Mesmo na separação assim, ele é— eu sempre falei, se ele sempre fosse um bom marido como ele é um bom pai, eu nunca teria largado. E ele ficava muito com as crianças, dava apoio, né? Sempre deu apoio, buscava na escola. É um bom pai, um paizão. E depois disso tudo assim, eu comecei a me afundar ainda mais na depressão, mesmo eu fazendo terapia nas pessoas. Então às vezes eu tinha que engolir o choro e ir para clínica para atender.
Então ali eu comecei a ver assim, não, mas tem algo de errado, pode, não pode ser assim, não pode. Como que eu vou tratar as pessoas psicologicamente se eu tô destruída emocionalmente? Não tem como, não faz sentido. E comecei a questionar muito Deus, falei, Senhor, eu preciso de ajuda. E eu comecei a tipo, realmente pensar em Deus. E comecei a ler a Bíblia. Tinha uma Bíblia, uma Bíblia de casais que a minha sogra tinha dado bem do começo lá do casamento.
A gente tem ela até hoje, usamos ela até hoje. E aí eu comecei a ler aquela Bíblia. Daí fui, falava muito sobre casamento, muito sobre casamento, mas ainda assim o meu coração tava endurecido. Mas eu pedia para Deus trabalhar no meu coração para eu, para me tirar da depressão e trazer um, sei lá, um serviço melhor. Pensava muito no financeiro, né?
É pela responsabilidade.
Exatamente. Depois da separação, ele ajudava, né, como pai assim, a parte das crianças. Só que eu não dava conta financeiramente também, mesmo trabalhando e ganhando bem. Mas por quê? Das legalidades e história que já tinha na minha geração. E depois de um tempo eu comecei a ficar mais dentro de casa porque daí veio pandemia, tudo, né? Daí trabalhei mais home office, as crianças ficaram mais em casa. E aconteceu que tava meio que passando a pandemia e ele trabalhando, nossa casa e a oficina dele, ele trabalha com refrigeração, é dentro.
Então durante todo o processo de separação, quando eu fiquei na casa, ele trabalhava dentro do cercado, eu passava por ele todo dia. Todo dia dava oi, bom dia, tchau. Quando precisava de alguma coisa, falava. Mas para mim é como se fosse conhecido, eu não sentia nada, nada, nada. Por isso assim, hoje eu atendo muitas mulheres e elas falam assim, ou, né, ah, eu não, ele quer voltar, mas eu não sinto nada. E eu vejo a minha história ali.
Ou, ah, eu quero voltar, mas ele tá com outra e ele não quer. Não tem mais jeito. Eu só falo assim pra Deus, nada é impossível. Nada é impossível pra Deus. Deus, ele age de maneiras extraordinárias. E um dia, depois de bastante tempo separado, 1 ano e 10 meses, eu abri a janela e ele tava mexendo numa geladeira assim na oficina, que era aberto, né? E ele levantou assim. Quando ele levantou e me olhou, parecia aqueles galãs de novela.
Chegou a reluzir assim. Eu fechei a janela, fechei a cortina, deixei a janela aberta, fechei a cortina e falei: opa, o que que aconteceu aqui? Daí fui para cozinha, fiquei lavando a louça. E daí o Espírito Santo, depois que eu fui entender que era o Espírito Santo, né, mas uma voz falava assim: oferece um café. Daí falava: não, não vou oferecer um café. Oferece um café. Mas olha, persistiu, tá, ao ponto de eu responder em voz alta: eu não vou oferecer um café.
E daí falou: não, eu quero que tu oferece um café para ele, vai lá oferecer um café. Daí eu falei: tá bom, tá bom. Daí fiz um cafezinho Abri a janela de novo, a cortina. Queres um café? Meu, o sorriso dele foi lá na orelha.
A oportunidade, né?
Daí ele pegou o café, ofereci o café, ele aceitou e a gente começou a conversar ali. E foi tudo muito rápido assim. Ele falou, vamos tomar um sorvete à noite? Eu disse, vamos, vamos tomar um sorvete. E a gente foi pra praia, tomamos um sorvete só nós dois, caminhamos, voltamos pra casa, não aconteceu nada, nenhum beijinho, nada. Sim. Só conversa. E foi passando os dias e a gente acabou se aproximando, né? E fomos passear tudo na praia, fomos fazer um passeio em família.
E ali a gente acabou voltando, reatando mesmo. E nisso tudo ele tava com uma pessoa, eu não tinha ninguém, mas ele tava com uma pessoa até o dia do café. Quando ele viu que eu dei margem, ele já deixou na mesma noite. Só que eu não sabia, ele já falou, resolveu tudo já. Não sabia que ele tava com outra pessoa. Daí depois ele falou, olha, né, eu tava começando um relacionamento, mas já finalizei, vamos fazer as coisas certo, né?
Daí eu falei, amém. E daí depois eu descobri que ele tinha se batizado fazia 15 dias e que ele tava em oração com o pastor pra gente poder reatar. Eu não sabia disso. Então aquela voz era o Espírito Santo em resposta da oração que ele e o pastor estavam tendo, né?
Então, sobre, vou só voltar um pouquinho. Você falou que ele teve traição, né? Que ele te traiu e tudo ali. Você já tinha perdoado ele da traição?
Quando a gente, lá pelo meio assim da nossa separação, a gente conversou uma vez mais ou menos sobre o assunto. E daí eu fui levar nas terapias essa situação. Então eu perdoei nas terapias, né, com técnicas. O meu estágio quântica informacional, que tu monta as frases e repete até teu cérebro entender que aquilo ali tem validade, né, o poder da mente. Então, mas depois, quando nós reatamos, porque é isso que a terapia faz, ela tampa a situação, sabe, ela abafa a situação, então ela ameniza realmente.
A emoção, a tristeza, a dor. Só que não é uma cura, não é uma cura. Quanto menos espera, aquilo vem à tona de novo. Por isso que as pessoas fazem terapia ou vão no psicólogo por anos tratando o mesmo problema. Não é problema diferente, não é que cura, né? Só ameniza. Isso ameniza, é uma falsa cura, porque se não for Deus ali É a mesma coisa que eu ter uma inflamação que me causa dor e eu ficar tomando dipirona. Vai tirar a dor, mas não vai tirar inflamação.
Então, se tu não for na fonte fazer o mapeamento, ver onde é que é a raiz do problema, né? Por que que eu passei por um processo de traição e divórcio? Os meus pais se divorciaram no meio daquele conflito todo. O meu pai com problema de vício, bebida, traiu minha mãe e separaram. E como foi meu casamento? Um processo de bebida e vício, traição, e a gente separou. Tudo é repetição de padrão, tudo. Então a gente precisa ir muito mais além, né, nos nossos antepassados, mapear e levar na cruz. Só um processo de cura e libertação.
Então ali já começaram a reconciliar?
Sim, daí voltamos. Daí ele já tava batizado, eu comecei a frequentar a igreja com ele. Daí teve esse processo de começar a dar muita dor nas costas, muito, muito dor nas costas. Foi eu ir para igreja, começou a atacar minha coluna. E eu achava que é porque eu trabalhava, daí eu tinha voltado a trabalhar com RH em casa, né, home office, fazer vagas de contratação em casa. E Eu achei que era por causa da postura, né, de ficar em cadeira simples e tal, trabalhando o dia todo.
Daí chegou uma época que foi meu aniversário, perguntaram o que eu queria, falei, ah, dá dinheiro, eu preciso comprar uma cadeira bem boa para eu trabalhar porque eu não tô mais aguentando minhas costas. Mas antes de chegar esse dia eu comprar cadeira, eu fui num culto na igreja onde nós estávamos frequentando perto de casa, que era o pastor que tava orando junto com ele, né. Não é a que a gente frequenta hoje, é outra. E aconteceu de a pastora falar assim, quem tá com alguma dor, alguma enfermidade, vem aqui na frente orar.
E eu tava com muita dor, muita dor, muita dor. Eu levantei e fui, fui bem pelo cantinho, eu nunca esqueço, bem pelo cantinho assim, saindo no cantinho da parede. Fui, cheguei lá na frente, ela desceu e botou a mão na minha coluna. Quando ela botou a mão na minha coluna, eu apaguei. Eu apaguei, não lembro de nada. Não vou dizer que eu ouvi, que eu vi, não vi nada. Não sei nem o que ela falou quando ela orou. E quando eu acordei, eu tava deitada no chão e as pessoas tudo em volta assim, preocupada, né?
Porque eu tinha caído no chão e ninguém esperava. E, né, como eu comentei contigo, eu quiquei a cabeça no chão. As irmãs que estavam lá, e vão ver esse podcast Elas vão lembrar desse dia, a pastora também. E eu levantei toda dormente, sem dor nas costas assim, e uma felicidade, uma alegria dentro de mim, que é um preenchimento que eu não sentia muito tempo, muito tempo. E fui para casa, né, recebi a cura, né, tomei posse da cura e fui para casa.
E depois de muito tempo, né, eu comecei a ter muitos sonhos. Muitos sonhos expulsando demônios, meu, muitos, muitos, muitos. Eu tive um sonho, um dos últimos sonhos que eu tive, era como se fosse uma igreja assim pequenininha de madeira, e eu tava num quartinho e foi se confinando, as paredes foram fechando, se confinando, e tinha um homem e uma mulher, e o homem é como se fosse um sacerdote, a mulher tava como se fosse um casal assim.
E eu peguei e cheguei perto, falei assim, mas vocês vão orar? Daí o olho dele ficou todo preto, todo enegrecido. E eu peguei, botei a mão na cabeça dele e comecei a expulsar, sai em nome de Jesus, sai em nome de Jesus, sai em nome de Jesus! E ele caiu. E daí eu olhei para ela, ela se transformou num demônio assim, parecia um cachorro, um lobo, e me atacou. No que ela me atacou, ela mordeu minha mão ao ponto de eu sentir dor quando eu tava acordando.
E eu falava: sai em nome de Jesus! E não saía, não saía. E eu: sai em nome de Jesus, sai em nome de Jesus! Expulsava, expulsava, e não saía, não saía. Eu peguei, tinha uma cadeira de madeira, eu peguei a cadeira e quebrei nas costas. Eu saí correndo no sonho. Daí apareceu uma senhorinha muito agradável e ela pegou uma mala, me deu a mala e falou assim, ó: corre, corre, porque esse daí não se expulsa, ele é o próprio. Corre e te prepara.
E eu saí correndo e fiquei com aquilo. Daí eu acordei assustada. Eu, corre e te prepara, corre e te prepara. E eu sonhando muito, muito, quase toda noite. O meu marido achou que eu tava enlouquecendo, tanto ele falou assim, tu só fala disso agora. E passou um tempo, começou a aparecer para mim questões de cura e libertação. Eu li a Bíblia e foi indo, daí foi lá em Atos Atos 16 falava sobre o espírito da pitonisa, enganação, adivinhação.
Eu disse, meu Deus, eu passei por todos esses caminhos, né? Leitura de carta, horóscopo, tudo, tudo, tudo. E daí eu fui orando, fiz um jejum e falei, Senhor, o que que tu queres de mim? Daí eu parei, parei. Senhor, me dá direção, me unge com o Espírito Santo, com os dons, com os frutos, e me mostra o que realmente você quer. E depois disso ele me deu uma palavra que é tipo que eu não podia servir dois caminhos. Se eu quisesse trabalhar com terapia ou com mulheres, porque eu sempre tive muita vontade de trabalhar com mulheres, eu não podia usar as técnicas que eu usava, né?
Como tá em Mateus 6, ninguém serve a dois senhores, né? E daí eu comecei a me aprofundar na Bíblia, fui Bíblia, Bíblia. Ano passado eu passei um ano quase todo lendo Bíblia. Estudando assim, estudando a gente em obra e eu lendo. Daí o meu marido um dia falou na igreja assim, enquanto eu trabalho para pagar a obra, ela estuda mesmo. Eu falei, amém, viu, tá vindo bastante trabalho para você. Mas foi um ano de edificação, muito jejum, muita oração e muito estudo. E daí eu comecei a fazer teologia também, né? Daí eu fui bem para área.
Bíblica.
Eu disse, eu vou trabalhar com cura e libertação, é na Bíblia. Eu não vou deixar mais o engano entrar, porque a gente é falho, nós somos fracos, né? Para deixar o engano entrar, basta uma oportunidade. Porque o que eu digo assim, as pessoas falam, ah, mas eu não aceitei, eu não quis isso. Mas o inimigo Satanás, ele não quer a tua autorização, ele quer uma oportunidade. Sim, ele precisa de uma oportunidade. No entanto que a gente Pode ter maldições geracionais.
Não foram, não fomos nós que autorizamos, mas alguém deu oportunidade para ele se instalar. Mesma coisa espíritos familiares. E depois dessa sequência de sonhos, Deus me revelou que era essa área que eu tinha que trabalhar, e eu fui estudar, fui estudar, estudo a parte de demonologia para entender, né, toda a hierarquia dos demônios. E também a parte de ocultismo, todos os envolvimentos, onde tá o engano, através das terapias, justamente para eu não repetir, ou para quando eu vou fazer algum estudo eu evitar de ter contato com essas coisas, né?
Porque hoje a gente vê muito pastor usando, é, né, muito pastor usando técnicas do poder da mente, Nova Era, constelação. Isso mesmo, tem muita coisa. Eu vi recentemente uma pessoa, né, que vai na igreja, tudo, fazendo uma regressão. Ah, volta na infância, meditação guiada. Não entende, não tem entendimento das legalidades que traz. São muitos espíritos.
Isso é falta de ensinamento também, de, né, Também querer aprender, tá na Bíblia, né? Falta de também de ler a Bíblia. Você fala uma coisa, mas tem que saber o que que você tá fazendo ali, né? Senão você tá abrindo uma legalidade para o inimigo atuar, né? E principalmente na vida daquela pessoa que você tá fazendo, né? Nem aquela pessoa entende, não sabe nem o que é, como você fazia, né?
Meu Deus, a gente é cego, nós somos cegos, cegos, surdos e mudos, né? A gente não tem, a gente é conduzido igual um fantoche.
Isso.
E defeito e briga. E assim a gente vê também outras pessoas que hoje praticam, né, sim, diversos atos de feitiçaria sem entender que é feitiçaria, sem entender que é ocultismo. Infelizmente, benzimento, né, altares. Eu tinha uma mesinha em casa onde tinha Buda, Incenso, Shiva, vários. Era um altar, era um altar. E eu fui me livrar desse altar depois que eu tava meses na igreja, porque eu demorei para entender. Mas daí, o que que eu percebo hoje?
As próprias igrejas não falam sobre isso. Sim, não falam. Prega-se muito sobre prosperidade, emoção, e não tem ensinamento bíblico. Ele, o pastor, ele sabe, alguns, né? Porque como Como eu disse, tu procurar principalmente na internet, hoje tem muitos pastores que, né, que fazem gabinete utilizando técnicas de hipnose, de regressão, e tá explícito isso, né? E as pessoas acham que tá tudo normal, né? Porque com essa situação, né, eu quero deixar, quero frisar aqui na realidade, com essa situação de as pessoas irem para igreja e não serem corretamente instruídas, no modo geral, né, tô falando no modo global, né, com esse, com essa questão do avivamento hoje que é plantado, um avivamento próspero, né.
As pessoas, elas acabam com o aumento da internet tendo muito acesso ao engano, muito acesso, e o inimigo ele se atualiza. Vai passando os anos, ele vai se atualizando, né? No entanto que ele influenciou muitos estudiosos a criarem as técnicas. Então é tudo influência. A gente tem ali a questão de terapeutas que foram influenciados espiritualmente, né? E as pessoas acabam entendendo que quando vai para igreja não vai ter mais problema, não vai ter mais sofrimento, não vai ter mais dor.
Sendo que o próprio processo de cura e libertação é doloroso. E ninguém quer passar dor, todo mundo quer ir para igreja e sentir só sensação boa. Então muitas vezes permanecem no engano porque lá promete isso, né? E as igrejas ficam com medo de trabalhar com cura e libertação porque sabe que eles vão acabar fugindo da igreja, medo de perder os membros. Exatamente. Aí a gente tem ali a passagem de Mateus 4: Jesus foi levado pelo Espírito até o deserto para ser tentado.
Então o Espírito de Deus conduziu ele até o deserto para que ele fosse tentado pelo diabo. Então teve permissão, né? E Satanás era conhecedor da Escritura e ele usou a Escritura para confrontar Jesus, e Jesus respondeu com a Escritura certa, né, de forma correta. É uma coisa que eu aprendi É, quando eu tava no Espiritismo, eles usavam a Bíblia para nos ensinar. Só que eles não usavam a Bíblia, eles usavam o livro kardecista com alguns versículos isolados.
Então pegavam versículos lá que dizia que é a favor da ideia deles, né? Nascer de novo, nascer da água e do Espírito. Então vai ter reencarnação, vai ter novo nascimento. Né? Se Jesus era o João Batista que tinha vindo de novo, eles usavam assim alguns versículos isolados para reafirmar a ideia deles de que realmente existia, né, a questão de vida pós-morte. E tendo esses acessos, a gente acaba pagando o preço, né? Não tem outra situação, é só pagando o preço.
Porque um dia a conta chega, com certeza. E o que a gente tem que aprender? Identificar, né, para quem tá nessa situação hoje, mapear, procurar uma autoridade pastoral, né? Sim, tem que estar debaixo de uma autoridade pastoral, senão tu acaba piorando a situação, né? Para poder mapear, identificar, orar, entregar na cruz, passar pelo processo de cura e libertação. Cancelar, rejeitar, anular em Cristo, não com o poder da mente.
Porque tem técnicas quânticas que tu fala: eu cancelo, eu anulo. Existe uma frasezinha que eu usava muito: minha consciência escolhe. Como se o poder tivesse. Dores que eu senti quando fui rejeitada acabaram. Como se a minha mente tivesse esse poder, mas na realidade tá só ressignificando.
Né?
E eu tive uma experiência nesse processo de cura e libertação onde durante uma oração Deus disse, olha, eu ia pregar na igreja, que eu já faço pregações, né? E ele falou assim, hoje tu vai falar do teu testemunho. Ou eu relutei. Hoje eu consigo contar com mais naturalidade. Mas eu falei, mas os membros da igreja não sabem do meu passado, como que eu vou chegar lá e, né, despejar? Tem muita coisa que nem meus pastores sabem. E eu fiquei a semana inteira, eu procurei na Bíblia várias passagens, estudei.
E quando eu ia montar, o Espírito Santo falava, não, tu não vai falar sobre isso, tu não vai falar sobre isso, vai falar o teu testemunho. Daí foi onde ele ministrou no meu coração Atos 16, o espírito da pitonisa. Porque o principal espírito maligno que eu identifiquei na minha vida foi pitonisa, foi a serpente. Isso foi a própria serpente. E assim como Eva foi enganada, eu também fui enganada com a serpente a vida inteira, a vida inteira, até conseguir identificar.
E ele ministrou isso no meu coração. Eu montei, foi a primeira vez que eu montei administração com base no testemunho. E no dia que eu fui para igreja, eu tava saindo de casa, o Espírito Santo falou para mim: volta, pega todo o material que tu tem dentro de casa ligado a isso. Porque eu não tinha me desfeito ainda. Tudo que tu tem, todos os livros, todos os certificados, tudo. E eu fui lá rapidinho, peguei uma bolsa bem grande, peguei um tanto de papel assim, ó, de tudo que eu tinha de livros, de apostila, certificado, tudo, tudo, tudo.
Coloquei dentro da sacola e saí. Daí meu esposo falou assim, que isso? Eu falei, tem que levar, tem que levar para o culto hoje. Mas daí no caminho ele falou, tu vai subir o monte, porque como é um sítio, né, tem um monte atrás da igreja, e tu vai queimar antes do culto. Ainda bem que dá tempo. Daí cheguei lá, chamei minha pastora, falei para ela, ó, o Espírito Santo mandou eu tacar fogo nisso. Ela abriu o olho, ela, então vamos.
Daí subimos um monte, fomos tacar fogo, passamos trabalho para queimar aquela papelada. Não queria queimar de jeito nenhum. Tivemos que orar, orar, orar em cima daquilo. E o que me chamou atenção é que no meio de tanto material, quando queimava, aparecia um símbolo do reiki, queimava, aparecia outro símbolo do reiki. Eram 4 símbolos, né? E aparecendo Chokurei, aparecendo os símbolos ali certinho, né? Nem gosto mais de pronunciar tanto isso.
E daí ali o Espírito Santo foi ministrando meu coração durante aquele processo. Ele falou assim: hoje começa o teu processo de libertação. A partir do momento que tu contar o teu testemunho, tu vai estar confessando teus pecados em público, que confessai uns aos outros. Com a queima desse material junto com a tua pastora tu tá entrando no processo de cura e libertação. Então o nosso, a minha oração principalmente era: cancelo, renuncio, rejeito, né?
E fui fazendo, falando todos os espíritos que o próprio Espírito Santo ia ministrando no meu pensamento. Belial, Kundalini, Pitonisa, né? E ele foi falando vários, Lilith, Né, questão de regressão ali. A gente trabalha muito Lilith, dá muito acesso em cubos e sucumbos, né? E muitas das técnicas eu fiz em busca de dinheiro. Então entra Mamon, né, espírito de Jezebel, manipulação, muita. Ele foi falando todos e eu fui orando e fui quebrando ali, fui cancelando, renunciando, rejeitando.
Entregando tudo na cruz. E aquele dia ali eu senti que realmente começou o processo de cura e libertação. E daí eu fui para o culto, preguei, todo mundo ficou assustado, né? O pastor e a pastora ficaram assim olhando: por onde tu andou, menina? Por onde tu andou? E assim foi. E Deus ali, ele foi trabalhando muito no meu coração, muito. E eu tenho orado muito para que cada vez mais ele ative os dons e os frutos do Espírito, né, para que a gente trabalhe na palavra.
Tem uma experiência da igreja que eu tive que ali ele começou a me mostrar que eu tava começando a ter autoridade para identificar, ter discernimento de espírito. Nós recebemos uma visitante, ela começou a frequentar a igreja e A princípio assim, quando ela chegava perto de mim, eu senti uma coisa estranha, mas como ela trabalhava no ambiente de hospital, eu achei que era pelo ambiente, né? Depois ela falou que tinha problema de depressão e tudo, e foi passando.
E eu pensei assim, ó, deve ter algum espírito de morte com essa menina, né? Não sei. Cheguei em casa, conversei com meu esposo, comentei com ele, mas ele é bem quieto, assim, só mais escuta e observa, sabe? Não interage muito. E foi passando o tempo e eu fui observando. E daí um dia a gente subiu o monte para orar, e quando chegou lá em cima a gente foi orar e ungir umas lembrancinhas que nós íamos dar no chá de mulheres, que era óleo ungido, né?
E quando chegou lá em cima ela começou a falar em línguas, só que tava escuro, era morro à noite, a gente só com a lanterninha do telefone, né? E ela começou a falar em línguas e falar em línguas e falar em línguas. E o Espírito Santo falou para mim assim: isso não é língua dos anjos, isso é pomba gira. Na hora eu fui tão incrédula que eu ainda não tava entendendo a comunicação do Espírito Santo comigo, que eu falei assim: Senhor, me perdoa pelos meus pensamentos, eu não quero julgar ninguém.
Eu respondi dessa forma. E só que me deu uma sensação assim como se a gente tivesse sendo manipulados. Eu falei, fui para casa pensando naquilo, e o Espírito Santo foi ministrando assim, ó, muitas vezes tem o espírito do engano, né, o espírito maligno ou Satanás, ele usa pessoas que estão disponíveis, que têm legalidades e brechas para entrar nas igrejas, trazer confusão, contenda, discórdia, né, sensualidade. Traição, fofoca, tudo, né?
Daí eu falei assim, então vou observar para ver. E eu fui percebendo assim que tinha tudo isso, tinha tudo isso.
Da igreja?
Não, na nossa igreja, porque a nossa igreja, eu não quero falar assim, né, não vou elogiar, mas a nossa igreja não é uma igreja—
Você não viu isso? Não tem isso?
Não, é uma igreja que a gente se entende. Quando começa um conflito, a gente já resolve, já se entende. É muito bom assim, porque nós somos seres humanos, né? Para conviver é difícil, é natural, né? Mas nós não tínhamos isso e começou uma coisa estranha. E eu comecei a orar para Deus revelar se era para retirar ou para transformar aquela pessoa, né, para que ela fosse curada e permanecesse, se fosse da vontade do Senhor. E aconteceu que um dia ela pediu uma oportunidade para louvar e foi concedida a oportunidade.
E quando ela entrou na igreja, ela tava com um salto vermelho desse tamanho, uma saia apertada, uma blusa justinha, E é um ambiente, a nossa igreja é um ambiente onde tem os adictos que estão lá, né, em processo de recuperação, sem acesso a mulheres por dias. Daí ali o Espírito Santo falou para mim, falou assim, ó, ela tá aqui justamente para tentar eles, para tirar eles da bênção, eles da paz. E eu vi assim a própria pomba gira entrando na igreja, andando, rebolando assim.
Eu disse, misericórdia, sangue de Jesus tem poder! Eu intensifiquei minhas orações Aconteceu de a pastora ter um sonho que acabou sendo revelado também depois, e ela acabou um dia mandando mensagem dizendo, pedindo desculpa que não ia mais na igreja, que ia voltar para Umbanda. Então daí ali eu comecei a entender que eu não podia mais questionar quando o Espírito Santo falasse comigo, que muitas vezes a gente acaba, né, pedindo a unção e acaba deixando a unção de lado, né, por não acreditar.
Né, que a gente é capaz. E aquele momento assim eu comecei a me aprofundar mais, fui buscar mais, fui estudar mais, orar mais, jejuar, jejuar muito, muito, muito, muito, porque através do jejum a gente se transforma. Sem jejum e sem oração não tem unção, não tem. A gente vê vários, né, profetas, né? Daniel. Eu tô agora fazendo a jornada com as mulheres 30 dias de jornada de jejum de Ester, né, com grupo de mulheres. E o nosso propósito é justamente mortificar a carne, fortalecer o espírito e apresentar algo que seria impossível aos olhos humanos, né, para Deus agir.
Que foi dessa forma que ele fez, né. Eu não vou nem falar pelas vitórias que ele me deu quando meu esposo foi entregar a vida dele para Jesus e orar. Deus já respondeu, né? E assim a gente vai trabalhando dia após dia. E nesse processo de retorno do nosso casamento, é um retorno que levou 3 anos para a gente consolidar. É, agora a gente já vai para 8 anos juntos de novo, né? Mas os 3 primeiros anos foram muito difíceis, muito difíceis.
Ele não queria casar, pensava em ir embora todo dia porque foram 1 ano e 10 meses de história separado, que ficava ali, o inimigo ficava tocando no nosso pensamento, né? Ó, mas tu vai perdoar isso? Vai perdoar aquilo?
Tem aquele aí, aquele, né, aquele que eu falei, né, que você perdoou ele quando ele traiu você, mas quando você tava fazendo as terapias, que foi uma coisa que ele só foi um, foi artificial, né? Foi ali, não foi uma cura, não foi uma cura. Então você viu na hora que você já voltou com perdoou ele, reconciliou com ele. Você já viu que ali você não perdoou ele.
Exatamente, coração mesmo. Exatamente. Daí tive que ir em Cristo, tive que ir em Cristo, ao ponto de falar: Senhor, me ajuda a perdoar, me ajuda, me ajuda, eu não posso viver assim. E eu não separo mais. Eu coloquei na minha cabeça que eu não separo mais. Uma vez ele falou que ele ia embora, eu falei assim: ó, tu pode até sair, mas vivo tu não sai, vai ser arrebatado. Óbvio que tu ia falar: eu bato, tu vai Não, eu falei com o Senhor que vivo, não saía mais agora, só se for arrebatado. E ele teve temor, ele teve temor, não foi, né?
Isso já fala, tá repreendido em nome de Jesus.
Não, não, eu tinha me convertido já, mas enfim. Mas para ele querer ir embora, questão de a gente ter tido outras histórias, né? Enquanto, porque para o homem é muito mais difícil. Trabalhar o ego, muito mais difícil, né? E assim, às vezes, eu tô supondo, né, às vezes ir em lugares onde as pessoas também comentavam, né? Ah, mas ela não tava com fulano? Ah, mas ele não? Porque eu escutava isso. Se ele não tava com fulano, vocês voltaram?
Como assim? Porque as pessoas são muito racionais, e aonde acaba deixando os casamentos, a família, né? Se destruir. Porque na realidade o que a gente teve que entender é que não estávamos em Cristo e fizemos tudo errado. E agora a gente tem que fazer o caminho de volta, e o caminho de volta é doloroso.
Sim, com certeza.
É deserto atravessar o Egito.
Foi quantos anos? 2 anos para poder se reconciliar?
3 anos. 3 anos. 3 anos assim, ó, de muita oração, muita persistência e muito acompanhamento pastoral.
Isso, com certeza.
A gente frequentava uma igreja que era quadrangular na época, foi onde fomos batizados. E ali os pastores, Pastora Sandra e Pastor Galdemir, um beijo, eles foram os primeiros assim que nos apoiaram, né? Oração, gabinete, acompanhamento. Eu ligava para elas às vezes chorando, falava, eu não vou conseguir, eu não aguento mais, ele diz todo dia que vai embora. Ela dizia Engole o choro. Ela é mais durona. Engole o choro, ele não vai embora, ele não vai embora.
Ela era firme, ele não vai embora. E eu acreditava nela e esperava, ele não ia embora. E daí foram passando os anos, depois a gente, né, deu uma fortalecida no casamento, mas ainda tinha brecha pela falta do matrimônio. Então, se você não é casado ainda, pelo amor de Deus, vá legalizar isso na terra para que seja ligado no céu. Isso é muito importante, muito importante. E eu tinha esse conhecimento casamento, e foi uma luta, uma luta espiritual para esse casamento acontecer.
Sim, sim.
E depois aconteceu de a gente, né, nos aproximarmos cada vez mais do centro de recuperação onde tinha, onde tem ainda, né, o Pastor Josué e Pastora Fábia, que é o Monte Sião em Penha. É uma cidade um pouco mais distante, né? Nós moramos em Navegantes e a nossa igreja lá perto do Beto Carreiro, no parque lá. Então é longe e nós vamos, nosso coração tá lá. E Deus tocou no coração para a gente frequentar lá porque eles tinham o desejo de reabrir a igreja.
Então a nossa primeira reunião foi de mulheres, né? Foi eu, a pastora e a irmã Rosana. Nós montamos, iniciamos o nosso círculo de oração com 3 mulheres. Hoje eu acho que tem umas 18, né? Isso já fazem 3 anos. E lá a gente teve uma cobertura pastoral que nos firmou, nos firmou na palavra. Então aconteceram vários episódios de a gente quase separar de novo, porque o processo é doloroso do retorno e as pessoas não conseguem passar sozinhas. Se eu tivesse sozinha, eu não teria passado.
Então eu sou muito grata a Deus por ter colocado suporte, Deus, e o suporte, né, que Deus coloca ali.
Exatamente, porque eu estava aberta a lutar, só que eu não tinha forças sozinha. Então Deus, ele foi misericordioso, ele colocou as pessoas certas nos momentos corretos para poder ajudar, né? E por muitas vezes também eu pensava em desistir, eles oravam. A gente fez campanha de acordar de madrugada, passando, não, a gente vai orar 7 dias, tem uma maldição. E depois foi revelado que tinha um processo de macumbaria. Né, porque nos envolvemos com outras pessoas.
Então teve uma relação que ele teve, tinha um processo de feitiçaria, e eu já tinha tido um sonho desse processo. Eu sonhei que essa pessoa passava na frente da minha casa, ela tinha uma serpente dourada, sempre a serpente me perseguindo, dourada na mão, ela passava assim como se fosse um, sei lá, uma realeza assim segurando aquilo, né. Um cedro, né? Daí quando ela passa, eu olho, a serpente vira toda negra e ganha vida, e ela joga para dentro da minha casa.
Eu tava na área e eu agarrei. Quando eu agarrei, a serpente pica minha mão e eu acordo. Ali eu tive a sensação assim, será que fez alguma coisa? Será que não fez? Porque ela já tinha andado nesse caminho de Umbanda também, né? E depois eu fui num culto e uma pastora revelou E depois a minha própria pastora veio, teve a revelação, e a gente fez a oração ali das madrugadas, né, para quebra dessa maldição. Depois teve também um processo de jejum, subiu o monte, orei, né.
O Espírito Santo me deu direcionamento para separar algumas coisas que ele tinha ganhado dessa pessoa. Eu levei, a gente fez, né, a quebra de maldição. Então foram correntes, anéis de corrente que foram desatando, né, porque o processo de cura e libertação ele não é instantâneo. É um processo, é um processo, é um processo. E a gente passar esse processo, a gente tem que ter coragem, persistência e obediência a Deus. Porque muitas vezes assim, o que me ajudou foi direcionamento do Senhor, ou através de sonho, ou através de oração, ou ele usando outras pessoas para me direcionar e eu obedecer essas pessoas.
Porque hoje também o que a gente vê muito é que as pessoas não querem se submeter a pastores, só sabem criticar, reclamar da igreja, não querem ser. Muitas vezes eu levei puxão de orelha e escutei quietinha e pensei, não, se tá falando é porque, né, a gente tem que se submeter às nossas lideranças. Se a gente não submete a nossa liderança, a gente já começa a quebrar o princípio da obediência. Isso tá na Bíblia, obediência. Isso foi pela desobediência que o pecado entrou no Éden.
Então a gente tem que obedecer, obedecer o tempo todo. E daí ali a gente fez, né, a primeira quebra de maldição, no caso de uma revelação de obra de macumbaria que tinha sido feita, né. Na revelação, uma das pastoras que me revelou, ela disse que via a pessoa. Ah, eu vejo uma mulher, né, deu as características da mulher, eu já associei quem era, né. Daí tem dois anjos negros ao redor dela, Ela tá fazendo um trabalho para prejudicar o teu casamento.
Teu casamento não vai para frente. E eu nem conhecia, era uma igreja que eu tava visitando. E ela falou, ela entregou, falou: teu casamento hoje não vai para frente, teu marido fala em ir embora todo dia por causa disso daí que foi feito. Daí ela deu tantos detalhes que eu vi que realmente era, né? E enfim, são diversas experiências assim que Deus vai dando, né? Tem uma experiência que eu tive de uma paralisia do sono, foi muito forte.
Esse foi bem recente, estava orando, intercedendo por uma pessoa com problema de vício, e eu tive a revelação que na minha região— isso é forte, pensei mil vezes em falar isso— na minha região tem uma esquina que antigamente era um bar. Com o passar dos anos, e é um bar que o meu marido frequentava, frequentava. Com o passar dos anos abriu outro bar no lado, depois outro bar no outro lado da rua. Daí tem uma região ali que tem um campo, daí onde é a concessão do campo abriu outro bar, daí abriu outra conveniência, e assim foi se expandindo aquela região.
A gente vai passar com o carro ali, é um trabalho, a gente diz que é um inferninho. E essa pessoa, ela mora ali perto, né? E ela acabou, ela tava anos sem usar droga e acabou caindo de novo na droga. E durante as orações eu tive a revelação de que existe uma potestade, um principado na realidade, que é Belzebu, que cuida dessa área, questão de vício, promiscuidade, lascívia, né? Tem questão ali também de dinheiro, porque tem agiotagem, tem tudo.
E há muitos anos atrás, esse campo, ele foi colocado esterco na grama e deu muito inseto naquela região, muito, muito, e nunca mais saiu. Aquela região tem muita mosca. Isso já faz anos que foi colocado ali. Então, se fosse um adubo comum, já teria passado a fase dos insetos. Então, durante toda essa revelação eu entendi que foi feita uma consagração daquela, daquele lugar. É uma consagração. Então ali a gente tem um império, ali tem um principado que cuida daquela região.
E eu cheguei a me questionar, falei assim, será que é tudo isso, né? Será? Daí intercedendo, intercedendo, orando, orando, chegou no último dia da oração, que era uma campanha com jejum de 24 horas e oração, Eu dormindo, daí eu acordei, fui no banheiro e deitei de novo, né? Daí fica a luz do banheiro, fica um pouco acesa assim, fica, dá para ver o quarto, né? Fica escuro assim, mas meia luz. E eu deitada na cama, peguei no sono, só que eu acordei de novo.
E quando eu acordei, eu estava em paralisia. Eu via o meu quarto, eu via o meu esposo, via tudo, tudo, e não conseguia me mexer. E daí eu entendi que eu tava dormindo, o corpo dormindo e o espírito acordado. Daí eu fui para me levantar e não consegui. Daí começou a vir uma fumaça assim, como se fosse moscas, sabe, com barulho em cima do corpo. E daí eu pensei assim, é alguma entidade que tá por aqui. Quando eu olhei para o lado, ele tava assim, ele tava manipulando aquela sombra assim em cima de mim, né.
E eu olhei, daí eu fui para falar: sai em nome de Jesus, né? Fui tentar expulsar e fui tentar expulsar, e a voz não saía, a voz não saía. Daí eu peguei assim, tentei puxar o meu marido, ele puxou, ele veio, ficou me olhando, e eu queria ajuda. Eu falo, tentava falar: me ajuda, me ajuda! E a voz não saía, uma agonia, uma agonia. E eu olhei para aquilo de novo, e aquela pressão assim, uma pressão em cima do corpo, uma pressão horrível, como se tivesse me amarrando.
Daí eu fechei bem o olho e pensei assim, Deus, me ajuda, envia os teus anjos e carruagens de fogo. Daí aquilo sumiu. Daí eu acordei de verdade falando, né, sai, em nome de Jesus! Foi automático. E ali, quando eu olhei para ele a última vez, a sensação que eu tive é, olha onde tu tá mexendo. E eu entendi que era o próprio Beuzebu que estava me visitando para dar um recado. E ali eu intensifiquei minhas orações.
Sim, sim.
Porque quando a gente assume a responsabilidade de trabalhar com cura e libertação, nós somos seres humanos, somos falhos. Então eu busquei, busquei, eu disse, eu tô com alguma brecha, tô com alguma brecha.
É uma atacante pesada, né?
É, porque nada impede de a gente sofrer o ataque. Sim. Só que não pode ser muito comum, não pode acontecer a retaliação. Senão tu não vai dar conta de interceder por outras pessoas. Eu pensei, eu tô com alguma brecha, eu tô com alguma brecha. E daí passou uns dias, começou a setear, porque todo mundo tem um pecadinho de estimação, né, que a gente entrega na cruz, mas acaba o inimigo— a gente não se perdoa. Como a gente não se perdoa?
Porque é muito fácil a gente perdoar os outros, tá? A gente acha que é difícil, não é não. O difícil é a gente perdoar nós mesmos. É muito mais difícil. E eu comecei a buscar e eu vi que tinha um pecado que eu já tinha, para mim já tava resolvido, é muito, muito antigo, muito antigo mesmo. Eu pensei assim, meu Deus, tem tantos outros tão piores, né, que eu não penso. Por que que é esse que tá me incomodando? E levei na oração e o Espírito Santo falou, tu vai ter que confessar porque ele tá usando, ele tá usando esse pecado porque tu não se perdoa.
Deus te perdoa, mas tu não se perdoa, tu vai ter que confessar. E eu fiquei, levei, levei, deu umas semanas e comecei a pensar naquilo todo dia, todo dia, todo dia, aquilo martelava no meu pensamento e já tava me fazendo mal. Eu chamei minha pastora, falei, eu preciso confessar um pecado antigo. Falei para ela, ela orou, né, cancelamos. No outro dia eu queria pensar e não lembrava, tu acredita? Não conseguia, assim, parecia que tinha um bloqueio.
Eu digo que Deus me revestiu com capacete da salvação ali, da cura, porque Não pode. Eu queria até hoje assim, olha, melhor coisa que tem é quando tem entendimento de quando confessar o teu pecado. Porque tem pecados que tu confessa para Deus que as pessoas falam assim, ah, não precisa confessar para os outros. Não precisa, mas às vezes precisa. Esse foi um caso, eu tive vários, né? Porque a gente peca o tempo todo, tempo todo.
Enquanto a gente tiver na terra, a gente tá pecando. Se a gente É, se for santo não vai precisar ficar aqui, não precisa mais ficar aqui se é santo. Então quando é uma coisa que fica ali te seteando na tua mente, procura tua liderança, né? Procura alguém com autoridade, né, que não vá sair fazendo fofoca. Não é desabafar, é confessar. É diferente, né? Mas isso é importante e foi uma das melhores coisas que eu fiz, porque o inimigo, ele nos visita, ele fica esperando a oportunidade.
Fica, né?
Aquilo que eu falei no começo, ele não precisa de uma autorização. Isso mesmo, ele não precisa que eu dê autorização, aval, ó, pode mexer nessa área. Não, ele precisa de uma fofoca, de uma passada no feed, né? Principalmente na área da sexualidade hoje, é um Instagram, meu Deus, o que tem de mulher e de homem ali expondo o corpo. Então ele precisa, os olhos é a janela, né, da alma. É ali que entra o pecado. Tu não precisa falar, tu não precisa desejar, basta olhar, basta olhar e parar, né?
Deu aquela observada, né? Nossa, que bonito! Alguma intenção assim. A gente tem que ter cuidado o tempo todo, né?
Tempo todo, tempo todo, para sua vida.
Sim.
E aí é o perigo.
E quando a gente começa a caminhar com Deus, aí intensifica os ataques, que as pessoas acham que não, né?
Começou a ir para igreja, viu maravilhas, tá ali constante na oração, na palavra, no Você se fortalece e você fica mais sensível ao mundo espiritual, mais ligado, e você já, já sabe, já sente já o perigo, né? O que você vê, o que você fala, o Espírito Santo ele já, ele já avisa para você, você já sente porque você já tá ali fortalecido na palavra. Em Deus, no jejum ali, na oração, entendeu? No conhecimento da palavra. É isso. Mas quando você não tá, você fica mais, você, como você fala, né?
Você só de assistir, parar e ver ali, e sim, já é uma brecha, noção nenhuma, já é uma brecha, né?
O crente morno O inimigo não tá preocupado com crente morno, né? Que o crente morno, ele vai na igreja, né? Vai lá, ora, às vezes até toma Santa Ceia, mas daí chega na sexta-feira, vai no barzinho, vai escutar um pagode, vai jogar uma bolinha, dá um golinho na cerveja, né? Vai para academia, tira aquela foto sensualizando. É o crente morno, ele não tá preocupada. Ele não vai— que tem gente que fala assim: meu Deus, quando era do mundo eu não recebia retaliação, não tinha nada disso, não tinha ataque.
Agora que eu tô orando, jejuando, tá acontecendo isso. Mas é como Jesus, quando que ele foi tentado? Quando o Espírito levou ele para o deserto para ele orar e jejuar, para se preparar para o ministério. A preparação do ministério, ela é onde a gente é mais mais seteado, né, mais tentado, né. Antes de eu assumir o Ministério de Cura e Libertação, no Carnaval agora desse ano, eu já estava estudando, né, já tava, já tava começando, né, não tinha feito nenhum atendimento ainda, mas já tava dentro dos estudos assim bem aprofundado.
Nós batizamos o meu sogro e a minha filha de 16 anos no mesmo dia. Na época ela ainda tinha 15. E nós fomos numa ministração da Tânia Teresa em Brusque na sexta-feira. Era sexta e sábado, e domingo era o batismo deles. Na sexta-feira, quando nós chegamos lá, mal chegou, o meu marido foi batizado no Espírito Santo, mas ele não falou nada, ele ficou quietinho, né? Porque aquele ambiente tava uma unção, aquele, a ministração, e era cura da alma.
A ministração dela era cura da alma. Foi maravilhoso. E nós ficamos lá, e quando chegamos em casa na sexta à noite, fomos dormir. No domingo era o batismo. Então assim, a minha família tá começando a seguir o Senhor, eu tô assumindo o ministério, né, me abri para o ministério. O que aconteceu? O diabo foi pessoalmente nos visitar. Eu nunca tive manifestação posterior dentro da minha casa. Nunca tive manifestação de visualizar demônios assim, né, antes disso tudo.
Então eu era uma crente morna, então eu não precisava, ele não precisava vir pessoalmente me incomodar. Eu por mim só já fazia as coisas erradas, já impedia minha salvação. E ela, ela tava dormindo na cama dela, daí tem a janela assim na cabeceira da cama, e a cortina dela, persiana, tava meio aberta, metade da janela. Eu não vi nada, eu não escutei nada, só vi depois que aconteceu. Mas nós temos um muro bem alto e a casa ali não tem passagem, é um muro bem alto e já é a casa, né, tudo junto assim, um corredor bem estreitinho, cheio de material de construção, que a gente terminou a construção agora, o que sobrou a gente botou tudo naquele corredor.
E ela tava dormindo e ela disse que escutou um barulho assim como se tivesse algo caindo na calçada ali bem do lado da janela dela. Falou que abriu o olho e sentiu que tinha alguém olhando ela. Ela disse que pensou assim: eu olho ou não olho? Olho ou não olho? Ela disse que quando olhou, viu que correu e riu. Ela falou que uma risada bem sarcástica assim, bem tenebrosa. Daí ela começou: mãe, mãe! Começou a berrar. E o meu esposo já tinha escutado o barulho da batida no chão.
Ele falou que é como se alguém tivesse pulado bem alto e caído no chão. E ele pegou e correu para sala. E daí os cachorros estavam desesperados latindo lá para o canto, assim, desesperado. Ele disse que viu um vulto e sumiu. Daí eu fui lá olhar, eu falei, gente, se alguém tivesse corrido aqui nesse corredor, teria feito uma bagunça, porque tem ferro, tem madeira, tem tinta, tem telha, tem Tenta andar nem para comer, né? Não tinha como.
Tem planta, tinha tudo, tudo que era bem finalzinho de obra. Ele estava terminando o piso, então tava tudo ali no cantinho para depois botar as coisas no lugar. Eu falei, impossível! Eu fui lá com a lanterna assim, olhei tudo perfeitamente no lugar. Eu falei, não, gente, eu tenho certeza que isso não era uma pessoa, não era. Deu memória. Ah não, vai dizer o quê, que é o demônio? Eu disse sim. Olha tudo que tá acontecendo na nossa, na nossa vida.
Teu pai, que a tua mãe orou 30 anos para ele se batizar e ele não se batizou, vai batizar agora domingo, né? A tua filha vai se batizar. Tu foi convidado para entrar na piscina para batizar os dois com o pastor. Eu falei assim, o inimigo tá furioso com a gente, furioso. E passou isso e ficou, ficou e continuou o resto da semana. Eles se batizaram, aconteceu o batismo. E durante a semana começou ela falar assim, mãe, a TV ligou sozinha.
Mãe, a porta do armário abriu e fechou. Eu comecei, e daí começou a me dar medo, começou a me dar medo assim. Eu não conseguia dormir no escuro, né, tinha que ter várias luzes acesas. E eu fiquei assim bem com bastante temor, sabe, assim um medo, um medo, um medo dentro de casa. Eu comecei a orar mais de dia, tava orando de madrugada toda madrugada, não não queria levantar com medo.
Apelar mais que eu.
Daí eu, um dia eu tava orando, eu falei assim: não, Senhor, como é que eu vou trabalhar com cura e libertação com esse medo todo? Não, me reveste. Jejum, fui para o jejum de novo, mas levantava de madrugada com muito medo, ia lá para sala sozinha e orava 3 horas da manhã, 2 horas da manhã, 3 horas da manhã, que era o horário que normalmente eu já tava acordando. E foi indo e foi indo até o dia que eu não senti mais medo. Sim, não senti mais medo.
E eu falei assim, não, agora sim, agora o Senhor me preparou, agora eu não tenho mais medo.
Que ele quer colocar medo.
Daí não, daí veio o último teste. Eu tava de madrugada orando na sala e eu tenho uma gatinha dentro de casa e ela começou a correr desesperada. Eu falei, opa, tem alguma coisa aqui. Daí eu fui no quarto da menina, não tinha nada. Quando eu abri a porta do quarto do menino, ele dormindo de bruço, e a perna dele lá em cima, assim como se tivesse alguém segurando a perna dele, né? O cobertor assim, eu nem entendi direito. Eu fui lá, tirei o cobertor, pezinho dele, ele de costas.
No outro dia eu pedi para ele fazer aquela posição e ele não conseguia sustentar a perna dele, ele de bruço assim e uma perna bem para cima. Daí eu fui lá, botei a mãozinha no pé dele, fui repreendendo, fui expulsando. E falei com o Senhor, eu falei assim: Senhor, eu tô revestida da tua armadura, Senhor, eu não tenho mais medo. E esse demônio não tem autoridade dentro da minha casa. A minha família é salva pelo poder que há no nome de Jesus e ele não tem legalidade dentro da minha casa, né?
E fui, fui orando, intercedendo, e nunca mais teve. Aquele foi o último dia que teve um fenômeno dentro da minha casa, mas foi um teste pesado, foi difícil. Foi, foi sim, era bem no Carnaval. O inferno tá na terra, mais ou menos isso. E depois eu fiz, para me fortalecer, daí eu fazia muito jejum. E eu tenho facilidade de fazer o jejum, mas eu não fico sem café. É, o cafezinho é tudo de bom. Né? Quem ama café sabe. E daí ficava dia junto tomando 2 cafés de manhã, 3, 4 à tarde, né, até a noite. Eu falei, não, eu vou ficar 40 dias, a quaresma.
Deixar o medo tomar, né, a gente, de fazer a gente parar. Não pode, porque é isso que ele quer, é exatamente parar você, colocar medo, né? Mas não, você tem Deus, tá revestida ali, né?
Faz a oração ali, E Deus, ele toma a frente, toma, ele não tem poder, ele nem precisaria, né?
O que tem é Deus, e Deus dá autoridade para a gente prender todo mal, se tiver com as ferramentas corretas, né?
Porque eu achava antes que eu tinha que, a autoridade na minha mente fazia tudo errado, né? E ele vai revestindo assim.
Chegando no finalzinho, né?
Isso, exatamente, no final. E hoje, né, com essa autoridade que ele vem forjando, ele vem trabalhando, né, muita consagração. Eu comentei, ele, fiquei 40 dias sem café, foi a melhor coisa que eu fiz ali. Eu senti realmente uma ativação espiritual muito mais forte, porque foi uma luta esses 40 dias sem café. Os 15 primeiros dias enxaqueca e o corpo assim, ele pedia muito, né? Seu corpo tá cafeinado, né? Eu tomo muito café e hoje, depois do jejum, eu maneiro.
É uma xícara de manhã, máximo duas à tarde. Mas eu chegava a tomar 10 xícaras de café por dia. Então eu tive que fazer um detox, com certeza, porque quando a pessoa é muito acelerada, né, ela acaba colocando ali o foco dela em uma coisa que tá meio oculta, né? Eu botava no café, fazia café e tomava, tomava, acabava a garrafa de café, fazia outro café e tomava, tomava, e assim ia, né? Daí, com toda essa questão, eu tenho me preparado para voltar a trabalhar com mulheres, que é o que o Senhor colocou no meu coração muitos anos atrás, só que eu não sabia identificar, né, de que forma fazer. E hoje eu faço com base na Bíblia, né?
Agora você trabalha com mulheres, né?
Isso, cura e libertação com a palavra, claro, né?
A verdadeira palavra.
Isso, de Deus. Dei abertura no Ministério Mulheres Sábias em Cristo, com devocional, acompanhamento. Dei abertura agora no meu primeiro seminário, Jornada de Jejum de Ester. Começou dia 1º agora, vai durante esses 30 dias. Né, com material em PDF, acompanhamento. Esse propósito do jejum de Ester é um propósito que Deus colocou no meu coração para eu dar essa abertura, né. Então eu ofertei esse seminário na vida de algumas pessoas, né, e vieram as pessoas que realmente precisavam.
Tem mulheres ali de Navegantes, Itajaí, Penha, até Floripa, né, no nosso grupo. E tá sendo muito bom assim, com o encontro, vídeo É por videochamada, testemunho, né, compartilhamento. Até é uma forma de ensinar elas como fazer o jejum, como preparar o corpo para fazer o jejum. Não é chegar fazendo um jejum para desistir, né? E também de que forma, com oração, com devocional, com consagração, voltado para Deus. Senão vira dieta, né?
Jejum sem propósito, sem oração, é dieta, né? Tem bastante gente falando que tá fazendo jejum, mas é dieta. Né?
E, né, já chegando no final, vai ter a palavra. A irmã, você atende pelo Instagram?
Pelo Instagram, tem o canal do YouTube e o Facebook, e no WhatsApp, né? Mas nos canais é Deise Schmitz Kohler, no YouTube também, no YouTube e Instagram, né? Tem também a parte de palestras, seminários, conferência. Congresso também, pregação.
Então é só te convidar para fazer, você vai.
Exatamente, agenda aberta.
Aí lá, é, as pessoas podem entrar lá no Instagram e já tem o seu contato lá.
Exatamente, tem um link na bio com o testemunho, com o canal do YouTube e com o acesso ali do contato do WhatsApp.
Glória a Deus! Vamos para depois a oração. Amém! Maravilhoso ensinamento também, né?
Glória a Deus!
Irmã, pode abrir.
Glória a Deus, Senhor! Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. 1 João, capítulo 1, versículo 9. Exatamente isso que a gente falou, né? A palavra de Deus, ela só se confirma, né, o tempo todo.
Palavra maravilhosa, né?
E confirma o que confirma, principalmente o confessar pecados, né? Quando as pessoas acham que não precisa confessar, mas ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e purificar de toda injustiça. É muito forte essa palavra. Ela por si só já ensina, né, de que forma a gente fazer e a consequência do que vai acontecer.
Pode fazer oração. Amém.
Amém. Pai, em nome de Jesus, Senhor, te louvamos e te agradecemos pela oportunidade, Pai, de estarmos aqui compartilhando todas as maravilhas que tu faz na nossa vida. São gratas, Senhor, pela tua presença, pelo teu cuidado, pelo teu amor e por todo o ensinamento, Senhor. Pai, nos ajuda, Senhor, a sair cada vez mais do engano, cada vez mais do caminho errado, das falsas profecias. Abre, Senhor, os nossos olhos espirituais, os nossos ouvidos espirituais, para que possamos entender de que formas temos que identificar as nossas, os nossos traumas, as nossas fraquezas, os nossos pecados, e levá-los na cruz de forma correta.
Pai, abençoa, Senhor, cada vez mais o Crente Podcast, e abençoa a vida de cada um que vem assistir. Em nome de Jesus, amém.
Amém. Que Deus abençoe grandemente. Foi um prazer imenso, viu?
Glória a Deus.
Nesse propósito, né, é o que Deus te chamou, né, e ele vai te usar cada vez mais. Amém. Sua família, que Deus abençoe grandemente a sua família, o seu casamento.
Glória a Deus, muito obrigada. Amém.
Deus abençoe e que Deus abençoe você aí. Muito obrigada, viu, e espero você até o próximo testemunho, em nome de Jesus. Amém. Que Deus Story.