Emocione-se com a gente nesse FORTE Testemunho ! | Camila Rocha
EPISÓDIO COMPLETO: https://youtu.be/QkOwruX3R1Y
Neste episódio emocionante, recebemos Camila Rocha para compartilhar sua jornada de superação e transformação pessoal. Ela abre seu coração sobre momentos difíceis, a luta interna entre aparências e a realidade, e como superou obstáculos que pareciam intransponíveis. Descubra como um momento de descoberta mudou sua visão de mundo e a conduziu a uma nova fase de vida, marcada pela superação de hábitos antigos e pela renovação de votos e propósitos. Um relato que fala sobre persistência, escolhas e o caminho para encontrar paz interior.
Jamile
Camila Rocha
- Adolescência e a Busca por AutonomiaRebelião contra regras religiosas · Experimentação com álcool e cigarro · Influência da música e cultura rock · Relacionamentos não cristãos e fornicação · Trabalho como doméstica e sentimento de inferioridade
- Transformação familiar pela féRevelação sobre a Arca de Noé · Batismo e renovação espiritual · Superação de vícios (bebida, cigarro, lascívia) · Restauração do casamento e quebra de maldição · Novo nascimento e propósito de Deus
- Espiritualidade e FamíliaCasamento com homem baladeiro e com histórico espiritualista · Desejo de ser mãe e dificuldades de engravidar · Profecia sobre mioma e gravidez · Renovação de votos em centro de Umbanda · Luta contra vícios e busca por Deus
- Jornada de fé e renúnciaRenúncia a ambientes e hábitos pecaminosos · O poder da oração e do jejum · O corpo como templo do Espírito Santo · A busca constante por Deus e a santificação
- Infância e formação de PessoaNascimento em lar cristão, mas disfuncional · Violência doméstica e brigas dos pais · Sentimento de rejeição paterna e materna · Dificuldades financeiras e restrições religiosas
A paz do Senhor, povo de Deus! Sejam muito bem-vindos, começando mais o Crente Podcast. Amém! Glória a Deus! A nossa convidada de hoje é a Camila Rocha, cidade Votorantim. De um lar disfuncional para o vício em drogas e um pacto onde alianças de casamento foram mergulhadas na cachaça dentro de um terreiro. Ela achou que era o fim, mas uma revelação misteriosa sobre a Arca de Noé mudou tudo. Como essa história terminou? Fica até o fim, descubra. E já quero chamar a Camila aqui. A paz do Senhor, a paz! Bem-vinda!
Obrigada, obrigada, é um prazer aqui. Eu agradeço a Deus por essa mesa, por esse tempo onde eu assisti muito, por muito tempo, o Crente Podcast.
E hoje o Senhor preparou de eu estar aqui e aprendeu, e ainda aprende muitas coisas.
Dia a dia. É verdade.
Bom, mas antes de estar contando o seu testemunho, eu quero chamar você que não é inscrito ainda no canal do Crente Podcast, se inscreve, compartilha. E você que tem um testemunho para falar, para contar o que Deus fez, né, na sua vida, aqui vai estar o contato. Entra nesse contato e manda seu testemunho. Eu vou estar aqui te esperando. Amém! Glória a Deus! Então vamos com o testemunho de hoje e tudo começa contando um pouco ali desde pequena, né, dos seus pais também. Então vamos começar, vamos lá.
Eu nasci num lar cristão, né, os meus pais casaram, porém quando minha mãe ficou grávida e tudo mais, teve uma criança muito pequena onde os médicos falou que não ia vingar, né, naquela época ela não ia vingar. Falaram, olha, leva para morrer para casa. O que que eu tinha na verdade era muita dor na barriga, nada parava assim no meu estômago, vomitava, sabe, diarreia e vômito. Mas antigamente, na minha avó, os meus avós, ah, ela tem simioto, nem sabia o que era.
Mas, e meus pais me levaram numa igreja, Flavolini na época, e aconteceu assim algo maravilhoso. Um irmão que orou, ele falou, doença de macaco, vai tudo para o mato. Porque esse simioto é como se fosse uma doença de macaco que os antigos falavam. A criança fica peludinha, com dor de barriga, um monte de coisa. É verdade, depois procura lá. E aí, né, graças a Deus, como diz a minha avó, eu vinguei, né? Nasci, né, num lar abençoado, porque meu pai e minha mãe já serviam a Deus, mas porém é disfuncional, né?
Porque desde pequena muitas brigas, discussões, Muita, seus pais, os meus pais, isso, né? Todo casal tem, né? Mas com eles assim, algumas coisas assim conosco, né, eles não sabiam, meu pai principalmente não sabia muito bater, né? Era base na época do chinelada, da vassourada, enfim, essa parte assim que incomodou bastante, porque dentro da igreja era uma coisa, lá fora Né, lá em casa então era diferente, aonde é muito estúpido, grosso, com a minha mãe e tudo mais.
Mas enfim, passamos por alguns momentos difíceis. Minha mãe teve 7 filhos, 7 filhos. Eu sou a mais velha, sou a primeira, né, a que mais sofreu. Os mais velhos são que mais sofrem. Eu sou a primeira de 7 filhos. E desde pequena sempre fui muito magrinha. Naquela época era base de leite condensado, Biotônico, Fontoura e ovo da pata. Né, faziam aquela vitamina lá. Eu falo que eu tô com fome até hoje porque isso era para abrir apetite.
Até hoje tá fazendo efeito. Onde que eu vou falar, meu Deus, quero comer, cadê? Mas é isso. E aí as pessoas também não pensam para falar as coisas, né, Jamila? Então assim, desde pequena sempre fui muito— eu falo que o inimigo sempre teve sede da minha vida, porque eu acredito que esses pensamentos de achar que é rejeitada, de Meu pai sempre quis um menino, né? Então assim, primeiro teve eu, depois a minha irmã, aí depois que teve o menino.
Então assim, ele queria um menino de tudo quanto é jeito. Então a gente se sente, como que fala, rejeitada. Porque tipo, ai, eu não sou o menino que meu pai quis, né?
Ele prefere um menino.
Então assim, a minha mãe sempre foi muito apegada mais com a minha irmã. Sempre tem toda casa isso, né? Aquelas que têm mais apegado, e a gente sente essa rejeição, né?
Que ama mais, né? É ali, né? Tem mais intimidade.
Isso. E eu sempre fui o rabicho do meu pai, né? Sempre fiz as coisas de como se fosse de menino e lavar caldo com meu pai, fazer as coisas. Aí foi crescendo, né, na infância mesmo. Quando eu fiquei mocinha, não sabia nem quem era, porque minha mãe e meu pai também não conversavam nada, né? Daí eu falei, meu Deus, tô grávida, tô grávida do meu pai, porque passei a toalha dele. A gente já começa a pensar um monte de coisa porque não conhece, né?
Como era um lar muito religioso e nós não tínhamos televisão. Nós tínhamos o televisinho, a gente assistia no televisinho o tempo todo, tava sondando ali o que acontecia e assistia. Às vezes ficava horas no vizinho, mas a hora que o vizinho queria mandar a gente embora, já começava a desligar a televisão, aí a gente já chispava. Então foi assim, meus pais, nós éramos assembleianos, né, desde pequeno. E essa parte assim, sabe, de muita estupidez, grosseria, a gente acaba sentindo quando criança e fica pensando, ah, para ser crente desse jeito, porque a gente já dá um ladinho para o inimigo, né? Tipo, a gente fica esperando, na verdade, as brechas, né?
Então foi, eu sempre, né, você vê um pai assim maravilhoso em casa, é outra pessoa que não agrada, desagradável, né?
Tipo, na igreja todos os irmãos, né, gostava muito, né, muito bom, mas em casa sempre assim estúpido, né, grosso. Sempre pega ali, não sei o quê. Às vezes do jeito de falar também. E a gente cresce meio revoltado, né? Porque, ah, se for desse jeito ser crente, eu não quero ser crente não. Então assim, nessa parte da infância, eu me lembro uma vez que eu acho importante falar isso, é como Deus trabalha com o nosso, a nossa fidelidade, né?
Naquela época, acho que eu tinha um real, sei lá, eu não lembro exatamente se era um cruzeiro, mas eu sei que minha mãe e meu pai fala, minha mãe falou assim, viu, dá na igreja. E eu fiquei muito brava porque eu queria comer cachorrão. Eu falava, não, não quero dar na igreja não, quero comer cachorrão, mãe, eu quero comer cachorrão. Não, é para você dar de oferta. E eu fiquei muito brava e revoltada. Eu dei o dinheiro na igreja e fiquei brava.
Mas aquele dia Deus fez algo maravilhoso, porque ele não quer o nosso dinheiro, ele quer somente a nossa obediência. E ele sabia que eu queria comer cachorrão. Então eu olhei no chão, perto do tipo esgoto assim, que tava voltando embora, porque a gente ia na igreja a pé, né? Olhei lá, 2 cruzeiros. Eu falei, ai, eu vou comer cachorrão! E realmente fui lá e comi o cachorrão, fiquei toda feliz. Então assim, mesmo nascendo num lar disfuncional, onde tinha briga, onde tinha às vezes violência na parte de bater, né?
Mas o Senhor sempre esteve comigo, na minha mente. Eu sempre falava com Deus. Pensa numa pessoa péssima em redação, era eu. Então eu colocava Deus na redação, tudo quanto é lado, só para mim tirar nota boa, mas não adiantava não. E na escola também, desde pequena, aprendi muito a mentir. Então, Jamile do céu, pensa numa pessoa mentirosa. Eu já fui na Disneylândia de carro. Acredite, de carro, porque teve as férias. Aí voltamos lá.
Aonde você foi, Camila, nas suas férias? Eu fui na Disney. Não podia parar por aí? Não, fui na Disney. A hora que eu falei de carro, meu Deus, foi piada para escola inteira. Então assim, a gente sofre bullying na escola, acho que todo mundo já sofreu, mas comigo eu—
é uma coisa séria, né?
Coisa séria.
Fala que a criança é criança, é mentirinha, mas quando cresce ela vai falar. Não, não é.
Então mentia. Aí vou fazer trabalho, vai fazer trabalho da escola. Ai, não, na minha casa tem empregados, não vai dar para ela em casa, porque aí tem os pedreiros que estão trabalhando. Pedreiro era meu próprio pai construindo a casa, e eu falava que eram os pedreiros. Daí, né, nós ficamos— eu mentia muito na escola, sofria muito bullying na escola porque é de saia na escola, e me apelidavam até de quentinha na escola, porque saião e boca suja, porque falava palavrão.
Pense numa menina que falava palavrão na escola, na escola, mentira, palavrão. Né? Então assim, não gostava que ninguém tirasse sarro. E na escola também tinha até música com meu nome, você acredita? Porque eu simplesmente não tinha condição de comprar um shampoo, um condicionador. Então o cabelo ficava uma bênção, né? Então falavam uma musiquinha, lembro como se fosse hoje. Como isso faz um alerta aqui, como faz mal para nós.
A gente ecoa isso e acredita nessa mentira, né? A música era: sebo com rosa, o que que dá? Sebosa! Eu lembro dessa música. Nossa, era Essa situação era essa situação que eu vivenciei na minha, na minha mocidade para adolescência e tudo mais. E aquele saião que quando eu saía da minha casa era um saião, mas quando eu virava a esquina enrolava tudo para ficar curta, porque eu falava, eu não vou ficar igual velha não, eu quero ficar com uma saia curta.
Então assim, o inimigo ele sempre trabalhou na minha mente, né? Tipo, ai, saia até longa, velha. Porque eu acho que a mulher pode se vestir assim com modéstia, mas não precisa também tá com uma coisa justa, né? Mas enfim, então assim, muita, muito sofrimento nessa área assim. Na adolescência, na adolescência, o que aconteceu? Me colocaram para trabalhar de doméstica. Pensa numa pessoa que detestava trabalhar de doméstica, porque já tinha rejeição do meu lado, já tinha aquela inferioridade, complexo de inferioridade.
Essa palavra, Jamile. Então assim, até hoje tem na minha carteira lá. Eu trabalhei de doméstica, mas eu detestava trabalhar de doméstica, porque para mim era uma uma humilhação, sabe? Ainda mais eu trabalhava no lugar, numa casa assim maravilhosa. Eles, meus patrões, era como se fosse meus pais, né? Eu era tipo 17, na mocidade. Então assim, eles me tratavam muito bem. E só que, que filha que quer trabalhar de doméstica? A gente sempre acha que é inferioridade.
O banheiro da outra pessoa, o banheiro da empregada é lá fora. Aí a gente se sente inferior, né, com isso. Mas eles eram muito boníssimos comigo. Eu amava aquelas as crianças e brincar com as crianças. Era uma outra criança junto ali, brincava e fazia muito, sempre tava brincando com eles. Na adolescência a gente aprende o quê? Ao rock, né? Porque daí você tá querendo extravasar aquela, aquela voz ali, tipo, ai, nada disso adianta.
Então comecei a ouvir uns rock pesado. Tinha uma calça, pensa, nunca foi maconheira, mas na minha calça tinha Che Guevara, Tinha Hall 6, tinha um monte de coisa, tinha planta de maconha. Eu falo, meu Deus amado! Parece que eu queria uma pra chamar atenção, sabe? Tipo assim, olha, eu tô sendo vista aqui. Eu falo, meu Deus amado! Mas o Senhor sempre me guardou. Fui conhecer o rock daí, alguns lugares de rock também. E Deus sempre me guardou.
Uma vez entrei no banheiro, tinha uma mulher se picando. Eu fiquei tão apavorada com aquilo. Ela falou, quer um pico?
Eu, não!
Meu Deus do céu! E eu, tipo, falei, meu Deus! E saí. Aí também evitei, sabe? Falei não. Mas ouvindo sempre músicas, né? As músicas antigamente de funk, não? Aquela dança da motinha e tudo mais, aquelas antigas, né? Que a gente sabe, se acha, né? A sainha que era uma bênção. Aí quer chamar atenção, né? E daí, tipo, usando sempre roupa muito justa. Eu me lembro que quando eu furei minha orelha pela primeira vez, eu tinha acho que 17 anos, eu passava em cada carro pra olhar e eu ficava Ai, furei!
Que maravilha, furei a orelha! Porque eu tinha o desejo dessas coisas, porque não era explicado: olha, não pode fazer isso. Então assim, eu fui criada, Jamile, que se eu olhasse para você hoje, você tá com uma calça, eu falava: você vai para o debaixo. Ah, você pinta o cabelo? Você vai para o debaixo. Então era a própria juiz. E eu sonhava com a volta de Cristo, e eu ficando: meu Deus do céu! Quando eu sonhava que tipo que Deus ia recolher, porque na volta de Jesus hoje não se fala mais nisso.
Mas como ela falava antes, tipo, a volta de Cristo, eu falava, meu Deus, eu vou ficar! Eu sonhava com isso. Mas com essas coisas não acontecia muito na casa da gente, né? A gente vivia uma religiosidade, não pode isso, não pode aquilo. Mas de repente, né, você se vira assim. Teve uma época que os meus pais já não frequentavam muito a igreja. Daí eu percebi assim que meu pai às vezes tomava um golinho, alguma bebida aqui, outra bebida ali.
E eu trabalhava também, nós tínhamos uma mercearia, eu trabalhava com eles lá. Ajudava, na verdade, né? A gente fala trabalhar, mas ajudar o pai ali. E a gente sabe, né? Um gole chama um gole, um glória chama outro glória. Então assim, ali eu experimentei, sabe, algumas bebidinhas, um golinho, ah, pega nada, sabe? Às vezes tinha um rapaz que falava assim, viu, você acende o cigarro para mim lá, fia? Eu acendia lá no fogão, acendi o cigarro.
Daí, para você acender um cigarro, tem que dar um trago. Então assim, como eu acho assim, para pegar isso, as coisas acontecem na vida da gente, tudo tem uma brecha. Né? E o inimigo sabe aonde ele vai entrar, né? Então assim, aí você começa, né, experimentando aqui um golinho, experimentando ali, né? E na minha adolescência, né, comecei a tipo extravasar mesmo. Daí já coloquei um brinquinho, já fiz um, já fiz dois, já coloquei um piercing.
Eu falei, nossa, porque daí a gente quer fazer tudo, porque tudo é, tudo não pode, tudo é pecado, tudo vai por debaixo.
E aquilo começou a chamar sua atenção, você queria experimentar?
Meu Deus, eu quero fazer esse negócio aí. E daí a gente começa a experimentar, né? Eu comecei a fumar logo que eu comecei a trabalhar de doméstica, já comecei a fumar. E eu mentia para minha mãe. Minha mãe vinha massa de cigarro, eu falava, ai, da minha amiga, né? Tipo, quem é esse cigarro? Ai, da minha amiga, é de alguém. Sempre falava de alguém, mas nunca assumia, né, que era minha. Mas eu fumava, né, escondido. E daí começa uma situação, você começa a fumar.
Mas sempre, tipo, eu sempre fui na igreja com os meus pais. Mas aquela crente meio Raimunda, que pé na igreja, um pé no mundo, fazer as coisas.
E é porque tem que ir.
Isso, por obrigação. Se não for, leva uma surra. Então a gente acaba fazendo essas coisas, né. E o inimigo, ele tem sede das nossas almas, né, Jamile. Meu Deus do céu, o quanto ele investiu! Então ele sabia que eu sofria rejeição por parte de pai, porque o pai queria um menino. Sabia que eu sofria rejeição porque a minha mãe sempre gostou mais da minha irmã. Na minha cabeça, tá? Deixar bem claro isso, porque às vezes a gente acha, tipo, ai, nossa, tá se fazendo de vítima.
Não é. O filho sente isso, né? Por mais que os pais amem todos, sempre tem aquele um que ele dá mais carinho, que é aquele mais carinhoso também. Então a gente sempre fica pensando essas coisas, e o inimigo investe na nossa cabeça, né? Eu me lembro que eu rejeitei muito o meu corpo na adolescência também, quando começou a sair, sabe? Os seios assim, eu batia porque eu não queria, eu tinha vergonha e eu não sabia o que que era, né?
Hoje eu entendo assim que era aquelas vozes malignas, tipo, lá lançado lá atrás. Aí eu quero que seja menino, se não for menino joga no lixo. Sabe essas brincadeiras de homem? Homem sempre quer ter um menino, a maioria dos homens fala, ai, não quero menino. Mas no inconsciente acaba brincando isso, tipo, ai, se não for eu vou jogar. Essas brincadeiras, eu acho que a criança sente, sabe? E o inimigo também aproveita logo na infância, já começa os dardos inflamáveis do maligno.
Então aconteceu isso, comecei a fumar, aí comecei a beber, né? Bebia, pense numa menina, porque a gente começa a achar que é para você ser aceita em balada, em alguma coisa, você tem que estar no meio da turma. Então fumava, bebia, ia na balada, né? Só que assim, o Senhor sempre me guardou. Até na balada assim, sabe? Tem uma situação que uma vez eu tava lá e eu, nossa, meu Deus, o que que eu tô fazendo aqui, Pai? Meu Deus amado!
Sabe quando você— uma coisa que eu esqueci de mencionar também, Jamília, eu sempre vi coisas ruins. Eu falo, Deus amado, que não podia ser coisa boa? Então me lembro uma vez na infância assim de estar indo numa igreja com os meus pais e o irmão falou, olha, eu vou entrar na pessoa que tá me dando o lado, uma coisa assim. E eu olhei para pessoa e eu falei, é aquela lá, meu Deus, me ajuda! E eu sabia que que o inimigo ia fazer aquela festa ali naquele lugar.
E exatamente aconteceu isso. Daí vem aquela expulsão, né, expulsando o demônio. Aí ele falou que ia entrar no primeiro corpo que desse brecha. Meu Deus, pensa! Eu ficava assim, mãe, mãe, eu tô normal? Mãe, mãe, eu tô normal? Tô bem? Com medo do inimigo entrar em mim. Eu falava, meu Deus, não me deixa entrar em mim, meu Deus do céu! E eu ficava com medo. Então na balada, voltando, eu sempre, eu tava lá na balada, daqui a pouco eu enxerguei assim como se fosse um monte de bicho E aquele dia eu não tinha bebido, né?
E Deus já tava começando a me libertar dessas, desses lugares, né? Já sentindo algo ruim assim. E daí eu peguei e falei, meu Deus, o que que eu tô fazendo aqui, Pai? Meu Deus amado, esse lugar não é para mim. Então aquele dia tinha uma escada desse, dessa balada, Tribeca o nome, e a escada tipo assim, ela desce aqui, ela é vidro, ela é só vidro. Então se alguém tipo passasse por aqui ia cair lá embaixo, era no segundo andar. E aquele dia eu tropecei e fui para tipo para rolar, era para ser um acidente.
Eu senti que foi um livramento porque eu vi o segurança, ele me catou pela calça e ele falou assim: eu só tô fazendo isso porque você não bebeu. E eu achei estranho aquilo, eu falei: meu Deus amado, que esse homem vai falar isso para mim? Tipo, e eu sentia livramento de Deus, sabe? E vários livramentos em bebida, Cigarro, né? E aí eu numa balada, né? E o relacionamento, né? Relacionamento começa aquele namoro não cristão, né? Aquela necessidade de ter alguém, de estar com alguém.
Então assim, uma pessoa muito carente. Eu saía de um namoro, já entrava no outro. Era uma situação assim, era de aceitação, de querer estar com alguém, querer ser amada, sabe? E só que daí eu falei, ai, Chega, agora não quero mais namorar, agora eu quero curtir. E vai na balada e fuma e bebe, aquela vida só Jesus na calça. Cigarro assim no final de semana era quase 2 maços por dia, porque o dedão ficava tudo amarelado aqui de tanto cigarro.
E daí foi quando eu conheci o meu marido na balada, dançando lá de de máscara. E eu olhei e falei, nossa, meu Deus do céu, será que eu vou? E ele chamou eu para dançar e eu falei, ai, não vou não. Só que assim, mesmo na bagunça, Jamília, eu sempre tava indo para igreja.
Você ia ainda?
Eu ia. Eu tipo assim, era, eu ia na igreja porque minha alma tinha sede, sede, sede. Então eu ia na igreja, depois voltava, era aquela situação. Eu não conseguia ficar muito tempo sem ir na igreja, sem ouvir a palavra, sem ouvir Deus falar comigo. E Aí o que aconteceu? Conheci ele, já começamos a ficar, né? E só que assim, aquele relacionamento, né, fornicação. E daí, nossa, até uma coisa engraçada, porque eu comecei a ficar incomodado com essa situação, né?
E daí foi quando eu comecei a congregar numa igreja, que a irmã era assim, e ela fez oração para mim. Ela falou, aí volta mais vezes, né? Porque ela viu que eu tava carregada de demônio, né? Porque uma pessoa com bebida, com cigarro, com fornicação Só podia estar totalmente perturbada. E ela falou para minha amiga: ai, traga ela mais vezes aqui na igreja. Então eu comecei a voltar para os caminhos do Senhor mais firme. E quando eu conheci ele, né, sim, aquela vida bagunçada.
E quando eu cheguei na casa dele, me achei. Na minha casa não podia beber, não podia fumar, não podia ouvir uma música alta. Lá podia fazer tudo. Falei: nossa, que maravilha! Cheguei lá bebendo, fumando, dançando. Eu falei: nossa, que maravilha! E bem recebida, e o pessoal tudo, né, legal, gente fina. Só que uma coisa que me chamou atenção, porque o inimigo ele sabe aonde ele vai pegar a gente, né? Porque ele sabe, ele sabe. Porque assim, na casa dos meus pais não tinha bebida, não tinha cigarro, mas também não tinha amor, não tinha abraço de pai, não tinha eu te amo.
E lá, além de tudo isso, ainda tinha mãe e pai se abraçando, se beijando, falando que ama. E eu falei, oxe, Na minha casa não tem nada disso, quero isso para mim, né? E comecei, né? E relacionamento e tudo mais, aquele relacionamento conturbado, porque eu sabia que ele tinha eu e mais umas, porque ele é uma pessoa baladeira de plantão. Isso tava o Facebook dele. E daí, né? Só que daí eu sempre tive temor a Deus, sempre buscando a Deus, mesmo fazendo as coisas erradas, eu sempre tinha muita sede, sabe, Jamile, de ouvir a palavra, chorar.
Vixe, chegava na igreja, chorava. Meu Deus, era uma lavando a minha alma assim, porque eu tinha muita sede do céu, sabe? E daí a gente começou a namorar, ele começou a me apresentar como namorada e tudo mais. Só que eu comecei a ficar incomodada. Eu falei, nossa, meu Deus! Foi 5 anos de namoro, falei, meu Deus, 5 anos! E eu comecei a ficar incomodada. Falei, meu Deus, não quero ficar na fornicação até quando? E eu comecei a ficar incomodada.
E aí ele me vem e fala assim, viu, tem um livrinho para te dar, Casais debaixo da Graça. Pense, Casais debaixo da Graça, aonde que seria da graça sendo que era fornicação? Mas só que ele também baladeiro, bebia, fumava. E só que eu sempre via nele uma pessoa que nunca queria ficar naquela situação e queria mudança, né? E eu sempre pedia para Deus, ai Deus, se for para ser, que o Senhor mostre para mim. Aí eu fui congregar nessa igreja com a irmã da Cia.
Ela falou, olha, eu tinha terminado, porque eu sempre assim, terminei com os relacionamentos é uma vez só. Palhaçada essa de vai e volta, não tem isso não. Para mim é uma vez só. E o relacionamento meu com ele foi um ida e volta que só Jesus na causa. Ele terminava, eu terminava, era aquela situação. E eu falei, nossa, e nós tínhamos terminado. Aí fui Fui na igreja e a irmã falou, então Deus manda te dizer que ainda essa semana uma pessoa que você namorou, você vai casar com essa pessoa.
E eu pensando, bom, o Cris não é, porque ele jamais vai pensar em casamento, né? Pensei na minha mente e realmente foi ele que voltamos e começamos a namorar firme. Só que aquilo me incomodava, né, Jamila? Porque eu sabia que eu estava no pecado. Aí ele falou assim, aí vamos juntar. Falei, juntar? Não junto. Ou a gente casa, ou a gente casa, porque eu não quero juntar não. Porque ele já tinha, né, amigado já, né. Então para ele era mais fácil, tipo, amigar.
Eu falei não, eu falei não, não, eu quero casar, não quero ser amigada não. E daí, só que assim, esse namoro eu não levava ele na casa dos meus pais não, porque eu sabia que chegasse lá, quando que vai casar? E daí uma vez ele foi lá e meu pai falou, e aí, Quando que vai casar? Falei, agora ferrou mesmo, agora que não casa. Porque daí ele falou assim, porque a pressão, tipo, viu? E aí, daí, só que assim, Deus foi tão bom, porque eu buscava a palavra mesmo na bagunça.
Eu ia lá e eu perguntava assim para Deus, Deus, é para mim casar? Deus? E Deus me respondia. Eu sentia forte isso, sabe? E Deus me libertou. Comecei a parar de beber, Deus me libertou da bebida. Então eu falei, ai, louvado seja Deus! Porque eu, misericórdia, pensa numa atribulada bêbada, meu Deus amado, era o próprio capiroto. Misericórdia, porque ficava mole. Ai, só vexame, uma necessidade de mostrar o corpo, sabe? Sai a roupa curta, justa, terrível.
E uma vez, final de ano, eu fiz um Sabe essas cartinhas que a gente faz? O que que a gente quer melhorar? Eu falei, ai, eu quero aprender a nadar, quero aprender a nadar porque eu vou nesses clubes aí nadar e parece uma poia que fica no cantinho lá, parece um kiko, não saio para nada, morrendo de medo. Aí eu falei, não, não, vou fazer o seguinte, vou aprender a nadar porque daí quando eu for nessas piscinas eu não tenho medo mais, eu vou nadar.
Só que, Jamília, eu fumava, né? Então pensa, uma pessoa que começou a nadar, eu saía sem fôlego e saía lá fora e já acendi o cigarro. Aí aquele dia eu falei: não, que negócio é esse? Minha mãe não fuma, meu pai não fuma, por que que eu fumo? A partir de hoje, olhei para o céu e declarei: a partir de hoje, em nome de Jesus, eu não fumo. Já, amiga do céu, aquela noite aquele espírito que fazia eu fumar, ele foi me atormentar, ele foi na minha cama.
Só que eu não tinha força de repreender. Como que eu ia ter força de repreender? Tava na fornicação, no cigarro, tanto as coisas que a gente fica nesse mundo. E eu paralisei, eu fiquei travada, travada, travada assim. Eu senti aquele espírito opressor chegando perto de mim e eu sabia, né, que tinha que clamar o sangue do Cordeiro. Mas quem disse que o sangue vinha? Porque a boca travou e eu tipo querendo falar sangue de Jesus e não saía.
E foi chegando perto aquele demônio com olho tudo branco assim. Quando ele chegou bem perto de mim, eu falei, meu, esse demônio vai me matar! Aí eu falei, mãe, pai! Meu pai e minha mãe falaram, esse demônio pegou ela lá. Aí eles oraram pela minha minha vida. E a partir daquele dia, Jamília, nunca mais eu fumei. Para não dizer que nunca mais, porque eu falo que um glória chama um glória e um gole chama um gole. Aquela vez Deus me libertou.
Fiquei ali por um tempo olhando o cigarro. Ai, tá aqui! Eu tinha que ver o cigarro. Nossa! Aí eu vi, falei: nossa, eu tô liberta mesmo, não tô com vontade de fumar. Ah, já sei, vou dar esses dois maços para os outros. Deus falou no meu coração: não, é bom para você, não é bom para ninguém. Jogue fora. Aí joguei, falei: nossa, mas vou jogar quase 5 conto fora. Na época era 2 e pouquinho, agora hoje caríssimo, né? Mas enfim, Deus falou assim: não, não é bom para você, jogue fora.
E joguei fora. E a partir daquele dia, né, eu não fumei mais. Só que infelizmente a desobediência, né, tava com meu futuro marido na praia bebendo, falei: eu vou tomar um vinhozinho, acho que não pega nada aqui, acho que Deus não tá me vendo, acho que é um cigarrinho só, pega nada. Fui acender, meu Deus, aquela ânsia, quase vomitei. E realmente Deus me libertou, mas Mas o inimigo, ele não, ele não desiste da gente, né? Ele sabe.
Deus preparou o nosso casamento, né? Eu fui buscar a palavra, falei: Pai, e aí? E o Senhor preparou o nosso casamento. Só que assim, nenhum dos dois era batizado. Eu servia a Deus do meu jeito, né? Ele era, ele começou a ir na igreja, ele começava a ir comigo também porque ele gostava também. Daí ele, a gente ia na igreja junto. Quando há sentia aquele, aquela dor, a gente buscava. Daí Deus preparou nosso casamento, foi uma bênção assim maravilhosa.
Convidamos um pastor que era igreja que a mãe dele frequenta, foi uma bênção. E daí começou a nossa história, né? Só que eu também não sabia, Jamile, que ele— eu sabia que a irmã, a família assim já tinha me falado que quando ele era menor ele frequentava espiritismo, né, Umbanda, essas coisas. Só que eu falei Acho que não é nada demais não. Só que quando a gente casou, tudo, eu passei, né, passei um aperto, né, porque assim, eu casei e nós não frequentava muito a igreja.
Eu frequentava até, mas era um pé, igual eu falei para você, um pé na igreja, um pé no mundo. Então, né, às vezes acompanhava ele em alguns lugares e ficava naquela situação. Sempre tive o desejo de ser mãe, namorei por 5 anos, nunca me cuidei e não engravidava. Depois veio o casamento, eu falei, ó, bom, agora não cuido mesmo, né? Porque eu queria ser mãe, até falava, sonhava com menino. E depois de 2 anos tentando, pense numa pessoa que queria um filho, era eu.
Multiplique, era eu. Eu olhava a mulher grávida, ficava até com raiva, falava, nossa, que filha da mãe! Olha, ela falou que toma remédio, faz um monte de coisa e tá grávida, e eu não faço nada e não tô grávida. Fui fazer exame, tudo é o tempo certo, é o tempo de Deus. Fui fazer exame, não tem nada. E aí Eu acho que mando em Deus, né? Falei assim, ah, já sei. Meu peito saía até leite, Jamile, tanto que eu queria. Todo mês eu deixava de fazer as minhas coisas para não prejudicar o bebê.
Eu falava, ai não, vai que eu tô grávida, ai não posso, não posso fazer luzes, ai não posso fazer nada. Era uma sede assim de ser mãe. Aí depois eu falei, ai, quer saber, acho que eu não vou poder ser mãe não, acho que eu vou ser uma mãe ruim, não é possível. Agora quem não quer sou eu também. Acho que manda em Deus. Ah não, agora não quero, sou eu, porque esqueça de filho, agora quero emagrecer. Acho que todo mundo fica falando que quer emagrecer, não emagrece.
Daí eu comecei a fazer caminhada. Aí essa irmã era assim, que é uma bênção, aliás, irmã, louva a Deus pela sua vida, viu, irmã? Assim, ela simplesmente tava na casa dos meus pais em oração, porque na casa dos meus pais sempre teve oração, né? Oração, intercessão, e Né, aquela situação aí, viu? Tira o diabo do corpo dessa menina aí, que ela deve estar com, porque tá fazendo muita coisa errada. E aí, irmã orando, ela falou assim: irmã, Deus manda uma coisa, mostra, Deus me mostra uma coisa, tá?
O seu ventre, do lado direito tem um mioma, do lado esquerdo tem um menino. Deixa vir o menino, porque eu resolvi tomar remédio para emagrecer. Só que daí, a hora que ela falou isso, entrou um temorzinho no meu coração. Eu falei: nossa, mas vai que seja verdade, né? Falei: mas é tanta profecia, porque casou, todo mundo já vai falar: e o filho? Ah, normal, né? Casou, sempre, né? Quando que vai? Ai, quando que vai ter filho? Nossa, me lembro que numa época todo mundo engravidando menos eu.
Falei: mas que desgrama é essa? Só que é o tempo certo do Senhor, né? Deus precisava preparar meu coração e foi isso. E eu falei assim: meu Deus, essa mulher falou mais uma vez. Ai, será? Daí eu parei de tomar os remédios, né? E Deus foi tão maravilhoso que eu parei de tomar o remédio que eu tava tomando para emagrecer. Sempre tomei remédio para emagrecer. Pensa numa menina neurótica com o corpo, né? Isso. E daí eu falei, não, eu vou tomar remédio.
Eu parei. Isso foi em dezembro. Em janeiro eu falei, nossa, meu Deus do céu, acho que eu tô com cólica, não vem logo. Meu Deus do céu. Ai, não sei não, viu? Já vou tomar um chazinho quente porque eu já sei que eu já vou menstruar. Ai, não sei o quê. Vai ser. E nada. Falei, ixi, já sei, vou namorar. E nada. Aí falei, meu Deus, quando foi? Falei, pai amado, será que eu tô grávida? Mas não é possível. Fui no postinho de saúde, chegou lá, tava, não tava trabalhando nessa época.
Parabéns, mamãe! Deu, mãe? É. E já tomou injeção, tudo. Cheguei, contei para o meu marido, ele ficou muito feliz. Aí eu falei, nossa, meu Deus, né? Será que é verdade mesmo? Só que assim, Deus tinha tinha tão feito uma limpeza na minha mente, porque assim, eu não acreditava, eu já tinha desistido, eu tinha desistido de eu falar, mas eu só vou acreditar quando crescer a barriga. Aí quando crescer a barriga, deu. Só vou acreditar quando ouvir o coração, eu só vou, sabe assim, foi um trabalhar de Deus, né?
E eu tava desempregada naquela época, eu pensei, nossa, bem agora, né, sem convênio, sem as coisas. Mas Deus até nisso, Deus ele sempre teve do meu lado e de todos, né? Sempre cuida. E da gestação, e Deus preparou uma amiga minha, Adriana, e ela falou assim: quanto tempo você tá já? Falei: eu tô com 38 semanas. Ela falou assim: aí vai lá na doutora lá, que aí eu peço para ela fazer cesárea. Porque eu tava, pensa, uma menina cagando de medo de ser normal.
Imagina o tamanhão da menina e com medo. Eu falei: misericórdia, não é para mim isso aí não. E eu tinha medo, só que eu falava com Deus: ai, Deus, prepara, por favor, Pai, tu tem como eu fazer? Ai, não quero normal. Ai, meu Deus, por favor, tô com medo. Aí eu olhava Cesárea. Deu, ah, também não quero cesárea não.
Ai, meu Deus, nenhum dos dois, não quero nenhum. Aí foi, o negócio vai ter que sair, vai ter que sair.
Aí foi que eu fui congregar, né? Deus mandou a palavra assim, olha, ainda essa semana você vai entrar no hospital como se fosse particular. Falei, Deus amado, é comigo essa palavra? Eu falei, meu Deus, como isso? E realmente o Senhor preparou Deus preparou o nascimento do Pedro como se fosse particular. Eu entrei no hospital, ah, Camila, tudo bem? Vamos lá. E fiquei como se fosse— Deus preparou o parto do Pedro como se fosse particular, porque Deus enviou um anjo, que é essa Adriana, para fazer isso.
Então assim, Deus não tem palavras. Eu sempre fui apaixonada por Deus, mas mesmo fazendo, né, as coisas erradas do meu jeito, querendo fazer as coisas do meu jeito, e eu sempre falei com ele, sempre pedi para ele me ajudar, Aí veio o Pedro, né, voltando atrás também. E eu sempre falava também, eu não vou casar com um homem que tem filho não, viu? Imagina, chaveirinho, capaz. Porque a gente fala, da boca para cima cai na testa, gospel para cima cai na testa.
Porque Deus fala, ah é, filha, quem você pensa que é? E meu esposo tinha uma filha, eu me apaixonei por ela. Luara, um beijo. Ela, nossa, eu conheci ela com 9 anos, a gente se relacionou tudo. Teve uma época que, misericórdia, eu e ela parecia que ia sair no Mas, e Deus falando no meu coração, porque assim, uma menina doce, né, como adolescente a gente tinha às vezes nossa diferença, mas ela também não via a hora de ter um irmãozinho.
E Deus preparou, e Deus foi forjando o meu coração, né, que teve uma época que ela foi morar com a gente, a nossa casa era pequena, eu ficava assim, nossa, meu Deus amado, por que que não vai morar na casa da avó dela, que é maior? Meu Deus, e vai aqui. Aí o Senhor falou no meu coração, se eu te mandar um filho, não vai caber aqui? Aí eu, claro, vai sim, pai. Então assim, o Senhor sempre foi me moldando, né, e mudando. Porque a gente tem mania de querer mudar as pessoas, mudar os outros, quando na verdade quem tem que mudar somos nós, né?
Essa mania de achar o erro do outro e achar que é o próprio juiz, sendo que Deus precisava mudar em mim essa situação. E aí eu falei para ela, aí você vai ter um irmãozinho. Ficou muito feliz. Aí veio o nascimento do Pedro, foi uma bênção na nossa vida. Pedro, te amo, meu maravilhoso. Então assim, e Deus foi bradando no meu coração, o Senhor me chamou, batizei. Só que, Jamile, o inimigo, ele não, ele não brinca, né? Então assim, depois do batismo, por isso que eu falo assim, um adendo aqui, né?
A bebida, a bebida, ela, ela é um mal terrível. Tem até na palavra sobre a parte de Ló. Né, as suas próprias filhas embebedaram o pai, tiveram relação com o pai. Então é uma situação terrível, porque quando a pessoa está embriagada, ela é tomada por espírito do diabo.
Olha, terrível!
Tem outra situação, né, a parte de Jacó. Jacó casou com Raquel, mas o seu sogro Labão deu a Lia, e ele tava tão bêbado que ele nem sabia com quem ele dormiu. Então assim, às vezes as pessoas falam, ah, Mas um gole não tem problema. Um gole chama um gole e um glória chama um glória. Então foi assim que aconteceu na minha vida. Depois do batismo, eu me lembro como se fosse hoje, eu estava numa festa junina com o pessoal e: ai, toma um bluzinho, um tal de blue.
Aí toma um golinho, não pega nada, é docinho. Falei: ah, é mesmo? Não tô fazendo nada de errado mesmo, né? Um golinho. E comecei a tomar, só que assim assim, essas coisas vão tomando a gente, né, Jamila?
Aí é um vício, querendo ou não, se torna um vício, né?
Daí a gente fazer o quê? Meu marido catava duas garrafas de Blue, matava nós duas lá em casa. E tomava, e nossa, não estão fazendo nada de mal, né? E as coisas vão acontecendo. Daí foi que eu descobri, né, que ele usava entorpecente. Descobri também que às vezes ele ia frequentar a Umbanda, né? E só que assim, em vez de eu falar, ai, que medo, eu falei, nossa, como será que é isso, né? A curiosidade matou o gato. Então eu fiquei curiosa.
É um adendo que às vezes as pessoas falam, ai, nossa, foi escolhas. A escolha da gente, ninguém coloca um copo na sua boca e fala para você tomar, são escolhas, né? Uma decisão. E eu que quis, eu falei, ai não, eu quero experimentar. Experimentei a droga com ele também.
Né?
E um glória foi chamando glória, um abismo outro abismo, né? Assim como tá na palavra. Então é, aí comecei a— e só que assim, eu não tô fazendo mal para ninguém, tá só eu e ele aqui em casa, né? Só que assim, as coisas vão— e o mundo espiritual, ladeira abaixo, né?
Vão simplesmente, vão caindo, porque é portas que se abrem para o inimigo ele entrar e atuar ali, né?
É igual se a gente fechar aqui a porta do estúdio agora, não vai entrar um elefante, Não vai entrar um cavalo, mas vai entrar uma barata, mas vai entrar uma formiga. Entra pelas brechas, tá vendo aquela brechinha da porta? As brechas da nossa vida. Entra devagarzinho uma sujeirinha, quando vê já comeu a gente inteiro. Foi isso que aconteceu, né? E aí eu conheci também o Espiritismo, fui com ele a primeira vez.
Mas como que você chegou aí nesse lugar?
Ele chegou e falei para ele assim, viu, eu quero ir com você.
Aí ele ia, então ele já ia.
E aí ele ia, só que assim, ele nunca me ofereceu para ir, nunca falou para mim ir, porque ele sabia, né, que eu vim de um lar cristão. Só que a curiosidade, né, eu quero ir, viu? Da próxima vez que você for, deixa eu ir com você. E eu fui. Aí eu simplesmente, simplesmente, o que que eu fiz? Fiquei, fui com a Bíblia na bolsa e fiquei: ai, Pai Nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome, com medo. Cheguei lá e realmente achei assim o pessoal muito receptivo, né?
Ele mostrou: ah, esse é o pai de santo, essa é a mãe de santo, pessoal muito legal, família. Falei: ai, que legal, né? Ai, não tem nada a ver mesmo não. E fiquei ali, fiquei ali, né? Só que com a Bíblia ali em minha bolsa. E foi de direita que fala, né? Que tem toques, né, de direita e esquerda. E eu fui nesse de direita. E realmente, a hora que terminou, eu falei, nossa, achei nada demais não, um evento legal. O pessoal entra aqui, né, e faz, e coloca as roupas, depois sai.
Falei, nossa, não achei nada de mal. Aí voltei. Na segunda vez que eu voltei, Deus é tão lindo que mandou um anjinho lá, uma menininha E tinha um lado na parte de cima que as crianças ficavam lá, só que eu não queria ficar lá em cima com as crianças, eu queria ficar lá embaixo para saber o que tava acontecendo, que aquele dia era de esquerda, que fala. Aí eu peguei e falei, nossa, vou ficar lá embaixo para saber o que tá acontecendo, né?
A curiosidade. Aí já não tava mais falando a palavra, já não tava mais com medo, porque eu falei, ah, pega nada, nada a ver. E eu fui. A criança foi lá de novo, um anjo que Deus mandou falar. E Deus, o Senhor manda anjo Chegou até em lugares terríveis para tentar tirar a gente daquela situação. Ela falou, você não é daqui, sai daqui, você não é daqui. Eu falei, menina chata, meu filho lá em cima lá quieto e essa menina fica em cima de mim.
Falei, menina chata, ai, pelo amor. Aí eu falei, vamos lá em cima lá então com você, porque eu amo criança, então eu sempre tô brincando, chamando atenção, fazendo uma gracinha. Aí fui lá com a menina, daqui a pouco voltei. Falei, ai, quer saber, menina chata, vou ficar aqui. Jamília do céu, aquele dia Pensa na menina que tomou todas, fui eu. Tinha um rapaz lá que servia, eu ficava só assim, ó, manda mais uma, manda uma pata de cavalo. Eu assim, ó, vem aí, toma mais uma.
Meu Deus, desse jeito.
Quando vi, eu tava tão assim, nem tocar, sei, fui lá e comecei a bater tambor. De repente fui lá falar com o boiadeiro, tinha um rapaz lá que ele tava fazendo consulta com o boiadeiro. Aí eu toda assim, falei, viu, se Deus quiser, ele manda em você. Beba tá falando de Deus. Era eu, eu falo, ai, Deus é tão lindo no que ele usa da gente. Aí eu falo assim, meu Pai. E eu ali, ó, viu, estava na pior forma e Deus tá ali. Eu olhei, eu falei, se Deus quiser, oxe, Deus manda em você, porque Deus é onipotente, onisciente, onipresente.
Lá falando, viu, lá na Umbanda, e Deus é onipotente, onisciente, onipresente. Gente, porque eles chamam, eles pensavam, você tá fazendo o quê aqui então? Então aí aquele dia a malandra e o boiadeiro, se eu não me engano, pegaram, fizeram uma renovação de votos. Nós fazíamos 10 anos de casamento, fizeram uma renovação lá na Umbanda, na Umbanda, isso. E colocaram a nossa cachaça lá, mergulhou, tiraram a nossa aliança aí de casamento.
Eu dei a minha aliança e falei, viu, vamos mergulhar aí. Paga nada. Ai, esse homem nunca te traiu. Ai, não sei o quê. Eu falei, sei, acredito. E aí fiquei naquela situação lá. A partir daquele dia, Jamília, nossa vida assim ficou terrível, porque daí a gente foi se afundando, né, afundando mais em bebida, ainda essa situação. E aí até que nós fomos, é isso mesmo, nós fomos Renovar os nossos votos na chácara. Convidamos o pessoal lá, sabe, da Umbanda, e vai, vamos lá.
E eu na bebida, né, e na bagunça. E foi daí que Deus sabia onde que ele ia mexer comigo. Ele sabia, ele falou assim, eu sei onde que eu vou mexer com ela, né. Aconteceu uma situação, porque onde tem mulher, bebida, droga, a tendência é só bagunça, né. Aconteceu uma situação lá que eu fiquei muito, muito chateada. Deus sabia onde que ele ia tocar, aonde ele ia mexer na minha identidade, aonde aquilo, na rejeição, na identidade, no abandono, no complexo de inferioridade, tudo aquilo que eu já sentia, Deus sabia tipo onde que ele ia mexer.
E foi que aconteceu uma situação lá e eu fiquei sabendo, e aquilo para mim terrível. Eu falei, não, já sei, vou me separar, não dá mais certo. Porque assim, nós fizemos um voto na na bagunça. Então o inimigo, ele tava com sede da destruição do nosso casamento. E daí eu falei, não, acho que, acho que não é mais para mim esse casamento, vamos terminar mesmo. E aí eu pedi para Deus, eu falei, Deus, eu sou tão errada, tô tão bagunçada aqui, tudo na bagunça, me dá um sonho, Pai, me dá um sonho se eu devo ou não ficar com esse relacionamento, me ajuda.
Mas aqui daí, devido a essa situação, você ficou A gente casou em 2011. E daí eu falei assim, Deus, me dá um sonho. Deus me deu uma revelação, sabe, onde tinha uma pessoa que pediu o meu vestido emprestado. E eu falei assim, ah, pode pegar. E porque o Senhor sempre mostrou as coisas para mim, é que a gente não enxerga, né? A gente quer, ai, acho que não é nada não. Então eu simplesmente, ela pegou esse vestido e começou a andar com o vestido e falou, ai, que bonito!
Aí eu entendi que era para me perdoar meu esposo. Só que daí eu cheguei para um pastor que tem lá perto da minha casa, né, Catedral dos Milagres. E eu falei, irmão, tô toda na bagunça, irmão do céu, tô indo na macumba, irmão, tá usando droga, tô bebendo, tô fazendo tudo que o diabo gosta. Falei, mas a partir de hoje, irmão, não quero mais isso não. E ele e a esposa dele oraram por mim. E daí foi onde Deus foi me resgatando novamente aquilo que era para eu ser, né, uma serva de Deus.
Porque meu nome, Jamile, meu nome significa mensageira de Deus. Mesmo com todas essas bagunças que eu falei para você, eu sempre falei de Deus. Aonde eu estive nos trabalhos que eu trabalhei, sempre falei do Senhor, sempre falei como ele é maravilhoso. Mas o relacionamento com Deus é toda hora, todo momento. Não é de joelho 24 horas, mas é lavando uma louça, é limpando uma casa. Então sempre tô falando com ele. E o irmão ajudou em oração, e realmente Deus foi, foi maravilhoso, começou a bradar.
E eu cheguei nele e falei, ó, você tinha uma esposa que ajudava com você na bagunça, com tudo isso, isso. Agora você perdeu. Eu não tô mais isso aí não. Agora, tipo assim, você vai ter que tomar uma decisão. Só que ao mesmo tempo, daquele jeito, sabe, com medo, com receio, porque o inimigo sabia onde que ia me deixar assim, sabe, para baixo como mulher. A gente, quando recebe uma situação assim, a gente se sente muito a menos, né?
E aí foi onde Deus começou a bradar o coração dele, porque ele chegava das coisas dele, não tinha graça mais, porque ele tinha uma companheira que fazia as coisas com ele. E não tinha mais. Veio a pandemia, as portas foram se fechando, e Deus simplesmente maravilhoso, como sempre, começou. Começamos a congregar, buscar mais o Senhor. Ele tava junto comigo e Deus deu uma revelação para ele. Deus deu uma revelação com a Arca de Noé.
Ai, como Deus é lindo! Obrigada, Deus! E ele sonhou que a arca tava aberta. Foi assim, ó: venha, arca tá aberta, venha que eu te chamo. Tempo. Ele falou, nossa, sonhei com a Arca de Noé. Falei, ai, que bom, né? E passou um tempo, nós fomos num ajuntamento de oração e o irmão, Deus usou do irmão e falou, a arca tá aberta, irmão, eu vejo a Arca de Noé, a arca tá aberta, venha que a arca tá aberta. E eu falei, nossa, né, que confirmação, né?
Deus tá falando com ele. Época de pandemia, a igreja fechada, nós íamos congregar e nós subimos isso, nós descendo para ir congregar, um casal viu: nem adianta, nem a grande, que a igreja tá fechada. Só que nós falamos: não, não, a gente vai sim. Ficamos na frente, ficamos lá na frente esperando. E quando nós estávamos esperando assim lá na frente, aqueles irmãos tudo começaram a se movimentar, tipo assim: viu, tem uma alma lá fora querendo batizar e vocês estão aí.
E aí começou aquele movimento: ai, vem, vem aqui então. Chamaram a gente para dentro e daí foi foi, o Senhor trabalhou na nossa vida. Porque aquele dia eu não lia a Bíblia coisa nenhuma, né? Então nem sabia onde tava a Arca de Noé. A irmã, eu pensei, nossa, Deus, bem que podia ser a Arca de Noé, né? E realmente Deus mandou a palavra sobre a Arca de Noé e eu nem olhei para ele. E eu falei para o meu filho assim, filho, olha, Deus tá mandando uma palavra boa aqui, que Deus vai fazer algo aqui maravilhoso, não sei o quê.
É. E foi isso, Jamile. Nós ficamos lá na comunhão, e meu filho, porque lá senta separado, sabe, as mulheres dos irmãos. E eu pedindo para Deus, falei, Pai, tá com o Senhor, é o Senhor que faz a obra, né? Então aí foi lindo, foi maravilhoso, porque quando menos esperava, nós vimos ele passar, sabe, tomado pelo Espírito Santo assim. Quando ele chegou lá, até os irmãos, nossa, o Máscara aqui, meu, se batizando! Caraca, Deus chamou o Máscara!
E aquele cheiro de defunto, ele sentiu o cheiro de fundo era o velho homem morrendo. E eu falei para o meu filho, eu falei: tá vendo aquele homem? Seu papai. Aquele vai ser um— aquele é o velho papai. Deus vai dar um novo papai para nós. E realmente o Senhor tem bradado na nossa vida. A partir disso, meu esposo tinha um desejo muito grande de trabalhar assim na TV. O Senhor preparou essa parte para ele e tem feito muitas maravilhas.
Eu me aproximei mais do Pai, né, com oração. Como diz aquelas modinha antiga: joelho no chão, jejum e oração para vencer a tribulação. Então assim, o Senhor me limpou do vício, o Senhor me limpou da bebida, o Senhor me limpou da lascívia. Porque tem muita irmã aí lascívia, né? Eu era aquelas irmãs que colocava uma saia de couro, vai vendo, Jamile, uma de couro marrom e uma blusinha de oncinha, parecendo a própria onça na igreja, vai na balada.
Só que eu não via isso como tipo, ai, tô desagradando a Deus. Eu não sentia isso de verdade. Meu Senhor conhece meu coração. Meu marido falava, eu falava, imagina isso Isso aí é recalque, tá falando isso só porque não quer que os homens fiquem olhando para mim. Olha isso! E porque usou, o outro pode olhar, né? Os outros pode olhar o corpo das pessoas. E a gente pensa, né, porque a gente não pensa no Espírito Santo, a gente pensa que tá falando para magoar a gente, para falar as coisas.
Mas Deus é lindo, Deus é maravilhoso. Uma vez tava congregando também, instinto materno, né? Eu tava lá parecendo uma onça na igreja. Falei, ai, Jesus. E uma criancinha quase caindo lá no púlpito, que que eu fiz? Fui lá e peguei a criança. Não que eu mostrei minhas partes, nada, mas era uma roupa justa.
Tem como, né? Mostra de qualquer jeito.
Então acaba mostrando, né? E aquele dia, aquele dia o Espírito Santo me deixou nua na igreja. Eu senti assim, falei: meu Deus do céu, tenha misericórdia! Eu senti vergonha. Eu falei: meu Deus, tenha misericórdia! Que que é isso? Então Então o Senhor foi me limpando, né? E assim como ele limpa nós todos os dias, né? A lascívia, bebida, tantas coisas. A pornografia, né? Também a pornografia. Porque assim, uma criança que passa— eu passei a minha infância me masturbando e eu falava assim, nossa, mas que negócio é esse?
Depois do casamento, a mesma coisa. E então assim, é olhar as coisas, porque os olhos, a janela do coração. Então Deus me libertou disso também. Falei não. E é uma busca constante, né? Porque quando a gente busca, Jamile, o Senhor vai trabalhando nosso coraçãozinho. É igual uma faxina, né? A gente limpa essa casa aqui só aqui no meio, mas quando a gente pega, arrasta os móveis e puxa, tem umas coisinhas ali que a gente acha que não tem problema, tem nada a ver, né?
E só que o Senhor vai mostrando e vai nos limpando. E o Senhor me limpou e eu estou aqui para contar esse testemunho, porque depois de 5 anos, o Senhor fez algo maravilhoso, né? Porque o inimigo lançou uma situação terrível para que a gente terminasse o nosso casamento, que foi mergulhado a nossa aliança na justiça. Mas depois de 5 anos, nós fazemos 5 anos de casado, e foi quebrado. Então vou falar agora. Olha que bênção! Deus, ele não deixa nada em oculto, mesmo que as pessoas não saibam, ele viu e ele sabe.
Sabe, né? Então assim, 5 anos depois, 15 anos de casamento, eu em casa falei: nossa, Pai, bem que o Senhor podia preparar algo para nós, né? Um docinho, alguma coisa. Não que nós não tínhamos condição, mas sei lá, eu queria algo preparado. E daí nós pensamos num irmão que ele vende doce assim, né? Ligamos até para ele, ele falou assim: viu, fica tranquilo, fica tranquilo, Deus já preparou. Tem um jeito engraçado. Aí nós fomos congregar e ele chegou lá, ele falou: esses doces Deus preparou para você, 100 doces finos.
Eu falei: nossa, aí na hora eu pensei, falei: nossa, Pai, né, que bênção! O senhor ouviu o meu pedido, porque eu pedi, pedi para que o senhor desse algo para nós, 15 anos de casamento. O senhor ouviu? Eu falei, nossa, obrigada, Deus! E aí foi tão maravilhoso que ele falou assim, viu? E o bolo vocês vão ver domingo aqui. Venha domingo aqui pegar o bolo que Deus preparou, o bolo para vocês também. Aí eu falei, nossa, irmão, 15 anos de casamento, você acredita?
Ele falou assim, é, Deus já preparou tudo para vocês. E eu fiquei feliz, falei, nossa, que pensam! Daí nós fomos congregar no domingo, a minha irmã foi com a gente, Gente, aí Deus preparou uma festa. Depois do culto, o irmão veio lá, colocou o bolo, pegou duas taças. Olha, olha o mistério, Jamila! Pegou duas taças, pegou o refrigerante, falou: dá a aliança de vocês aqui. Aí eu e meu marido, um olhando para o outro, falou: meu Deus, só que mistério é esse?
E ele falou assim: fazer uma cerimônia para vocês aqui. Fez a cerimônia, pegou refrigerante, tiramos foto e fizemos assim. E aquele dia Deus quebrou a maldição. Deus pegou e falou: não, não vai ficar oculto. E tinha testemunha, minha irmã foi junto, minha irmã não tava entendendo nada. E nós falamos para o irmão, falei: olha, irmão, é, há 5 anos atrás nós estávamos num centro de macumba e estavam renovando votos lá, só que o Senhor precisou levar nós no fundo do poço para que hoje Deus quebrasse essa maldição.
E foi isso que aconteceu. Ele não sabia de nada, deu o próprio Deus conduzindo, né? O próprio Deus Deus fez isso, e daí foi feita essa renovação. E nós estamos aí, Jamile, porque todos os dias nós temos que limpar, nós temos algo para melhorar, né? E o Senhor tem me limpado em batalhas. Sim, sim. E faz acho que um ano e meio, 2 anos que eu li a Bíblia pela primeira vez, e é uma luta ler a Bíblia, né? Porque a gente não entende.
Meu Deus amado, parece que olha lá, fala, meu Deus, ele vai. Daí Deus vai agradando o nosso coração e vai cuidando, tratando, abundando. E é isso, mas aonde abundou o pecado, super abundou a graça. E nós estamos aí caminhando rumo a céu celestial, né? Porque a nossa pátria não é aqui, a nossa pátria é no céu. E eu tenho certeza que tudo que Deus faz, ele é perfeito. E eu estou aqui para contar e para agradecer. Esse é o meu testemunho.
Eu tenho certeza que vai tocar vidas. Eu tenho certeza que pessoas que passaram por vários problemas no relacionamento, mas que confiaram em Deus, eu tenho certeza que Deus vai tomar um caminho. Não desista, persista, a vitória vem. E eu estou aqui para contar esse meu testemunho. Tem muitas coisas que Deus fez na nossa vida e vai fazer, porque ele é Deus, ele é maravilhoso. Eu sei que tem muito mais do Senhor para ele fazer na nossa vida.
É isso, né? Mas antes de você encerrar, eu queria perguntar, né, sobre os vícios que você tinha. Foi difícil de sair, de se libertar? Foi difícil?
Vício, geralmente a bebida e o cigarro eu acho que foi mais fácil, né? Porque o cigarro eu falei com Deus e eu fiquei sabendo que era o próprio inimigo, né?
Porque eu pergunto assim, que tem gente que ainda tá na igreja mas não consegue largar o cigarro ou não consegue largar a bebida, né? Pede tanto a Deus, tá ali na igreja, mas não consegue. Isso que eu queria saber, como que foi esse processo?
O processo é você, a renúncia. Não adianta, você quer ser liberto da bebida, mas se você anda num bar com seus amigos bebendo, porque tá escrito lá em Salmo 1: bem-aventurado o varão que não anda no conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Porque a gente sabe, irmã, nós somos mais próximos daquelas 5 pessoas. Se nós andar com maconheiro, nós não vamos ser maconheiro, mas a gente vai aprender bolar um Obrigada, porque a Bíblia já diz, né, você não precisa mais.
A gente, a gente começa a andar com as pessoas e o Senhor fala: quer ser limpo? Limpe-se mais. O nosso vestido tá limpo? A gente tem que limpar todos os dias. Então assim, roda dos escarnecedores. Quando eu parei de fumar, eu não ficava em roda de pessoas que fumavam, né? Eu ficava, mantinha distância. Então o próprio Deus já ia tirando desses ambientes, porque não é ambiente mais para nós. Né? Deus vai limpando a bebida. A bebida é tão fácil identificar, qualquer lugar que a gente tá sempre: ah, mas toma um golinho. Ah, não tem, né?
Restaurante, essas coisas sempre tem.
Assim como a gente sabe também que até servo de Deus, né, que se diz servo, toma um golinho e falar: não, mas Jesus transformou água em vinho. Ai, não pode se embriagar. Tá na palavra, tá na palavra lá o que aconteceu, quem se embriagou, né? Né? O próprio, o próprio Jacó casou com uma mulher, achou que era outra, né? O Labão colocou lá a Lia, ele se deitou com a Lia, não sabia, achou que era a própria Raquel.
Então assim, na Bíblia tá falando, a gente tá falando das pessoas que até embebe sim seu vinho aí em casa, né, na igreja e tal. Mas assim, né, sabe da verdade, da verdade. Né? E também tem limite, né? Você vai beber, beber, depois tá fumando, tá? Não vai levando o outro, é um abismo. Porque a gente tem que ter muito cuidado do que você faz, né? Do que você tá aí bebendo, sem limite, né?
É verdade. E não adianta, é um glória chama um glória, um gole chama um gole. Então se a pessoa falar, hoje eu tô no vinhozinho, amanhã ela já tá numa roda tá tomando uma outra coisa. Mas isso, ai, mas eu já tô tomando um uísque aqui com os meus amigos, não tem problema. Ai, Deus, Deus conhece meu coração. Deus não quer nosso coração, ele não é cardiologista, ele quer nós por inteiro, ele quer nosso corpo, alma e espírito. Mas até, então, até a gente enxergar tudo isso, a gente passa por vários processos aonde ele vai nos limpando e nos moldando, né, para a gente se tornar um cidadão do céu e rumo a ser um celestial. Mas tem muita coisa ainda, né?
E sobre a roupa também que você falou, ou foi Espírito Santo que foi te conduzindo ali, né? Não foi pessoas, né, te falando, ah, não é assim, é errado. Claro que vai ter, o pastor tem que aconselhar, tá pregando, falando como que um irmão deve se vestir, né? Uma mulher deve se vestir, é verdade, né? Mostrar o seu corpo, tudo isso que você vai, né? Tem pessoas que se sente melhor mostrando o corpo, né? Mas mulher Não existe isso.
A gente tem que ver que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo. A gente tá ali para mostrar, né, a serva que você é, o servo que você é, né? É verdade. Então foi o Espírito Santo já te conduzindo, te moldando.
Eu costumo falar assim, Jamili, as princesas aqui da terra, né, Princesa Kate, as princesas lá, como elas se vestem? Se elas são princesas da terra e se vestem assim, imagine nós que somos o céu. Como tem que andar, imagine como representava o céu. Eu falo: Pai, me perdoa, Pai. Mas é um dia após o outro, é oração, é jejum, é intercessão. Não é fácil, porque as coisas de Deus, ela é mistério, não é de um dia para o outro, né? As pessoas não conseguem, não ficam viciadas numa coisa de um dia para o outro.
Vai aos pouquinhos, igual que eu falei para você, a formiguinha devagarzinho. Ah, não tem problema, não tem importância. É o que mais acontece hoje, né? Não tem problema, não tem importância. Quando vê, a pessoa já foi corrompida com as próprias coisas aí dessa terra.
Bom, é isso, né? Chegou no finalzinho do testemunho. Glória a Deus! Deus seja louvado! Amém! Vamos na palavra do Senhor e depois a oração, tá, irmã? Pode tirar a lei e falar o versículo. Deixa Deus continuar falando.
O Senhor é bom, um refúgio em tempos de angústia. Ele protege os que nele confiam. Olha, confirmação! Sempre me protegeu. Tá lá em Naum 1:7. E sempre nos protege, né? Sempre tá conosco, nos guardando, nos livrando. Mesmo quando o mundo fala tanta coisa, Deus ele fala: não, filha, continua.
Você viu que você tava tava no mundo lá fora fazendo o que não devia, mas Deus tava ali te guardando porque sabia que você tinha um propósito, né? Com certeza. E você quis, né? E você, basta a gente querer, né?
A decisão, a escolha de falar: não, eu não quero mais essa vida.
Isso, você renunciou tudo lá fora para servir um Deus.
Deus, que faz infinitamente mais daquilo que pensamos ou imaginamos.
Glória a Deus! Pode fazer oração?
Vamos, vamos, em nome do Senhor Jesus. Querido Deus e amado Pai, nós te louvamos, Pai, por esse momento de mesa, Pai, onde a tua filha, Senhor, falou antes, logo no começo do testemunho, Pai, que seria o sonho, Pai querido amado, se um dia estar aqui nessa mesa, Pai, no Crente Podcast, para contar o que o Senhor fez na minha vida, Pai. Pai, não pode ficar por aqui, Pai. Eu creio, Pai, que quem escutar, quem ouvir esse testemunho, Pai, Pai querido amado, vai ser liberto, Pai, em nome de Jesus.
Senhor, o Senhor vai trazer, Pai querido, testemunho, Senhor, porque através um testemunho chama outro testemunho. Eu glorifico a Deus pela vida da Irmã Jamile, pela vida do Irmão Rafael, por todos que aqui estão, pelo meu esposo que tá me acompanhando, Pai querido amado, por todos que aqui estão, pelas nossas familiares, Em tudo nós te louvamos e bendizemos, em nome de Jesus.
Glória a Deus! Eita, eu já quero agradecer, que Deus abençoe grandemente. Nervosa no começo, aí depois, né, depois vai soltando. Santo vai ali tomando, falando, né, e fica maravilhoso. A gente sente a presença de Deus, é verdade, né? E é uma transmissão. Que Deus abençoe grandemente a sua família, seu esposo, viu? Foi um prazer te receber, seu testemunho maravilhoso. Amém! Não quer parar mais, né, irmã?
E tem coisa, né, irmã? Porque afinal de contas, 44 anos, meu Deus, muita coisa! Eu acredito que o Senhor quis exatamente falar aquilo que era para ser falado, né?
Glória a Deus! E importante é exaltar o nome dele acima de tudo, né? Glória a Deus por isso! Que Deus abençoe! Amém! Eita, terminando mais um testemunho! Glória a Deus por isso! Deus te abençoe grandemente, a sua família, sua casa, e eu te espero até o próximo testemunho, em nome de Jesus. Amém!
Deus abençoe!