O erro que cometemos ao amar (e como parar)
- Expectativas e realidades em relacionamentos· SociedadeIdealização do potencial alheio · Síndrome 'I can fix him' · Jornada do herói em relacionamentos
- Relacionamentos Toxicos· SociedadeIlusão de um futuro melhor · Conforto na zona de abuso · Empatia como ferramenta de manipulação
- Dizer não e autoconhecimentoDefinição de prioridades pessoais · Empatia como valor inegociável · Cuidado com o bem-estar alheio · Não buscar a pessoa perfeita
- Avaliação geral do realityNecessidades supridas no agora · Respeito e tratamento imediato · Responsabilidade individual
- Historias InfantisInfluência de histórias de superação · A Bela e a Fera · Cinderela · Traumas e desenvolvimento infantil
A vida é uma experiência fascinante e que pode ensinar muito quando você se permite aprender com as experiências, mesmo que elas tenham sido dolorosas. Hoje, nesse episódio, eu quero compartilhar com vocês dois pontos de reflexões que eu tive sobre relacionamentos íntimos e experiências amorosas. O primeiro dele é: não podemos se envolver com a expectativa do que o outro pode ser E 2, não espere nada. Oi, eu me chamo Briana Nasck e esse é o nosso podcast Brisa da Bri.
Um espaço onde eu te trago pra gente poder brisar juntos sobre um assunto que tem sido relevante na minha vida ou que eu acho que é importante conversar. Esse é meu cantinho na internet, eu nem divulgo esse canal. Então, se você chegou aqui é porque o algoritmo acha que esse pode ser um conteúdo relevante pra você. E eu espero que você goste. Eu não vou ficar enchendo de elementos aqui para fazer você fixado, mas eu espero que a gente consiga se conectar através da minha experiência e da minha voz.
Eu perguntei numa live que eu tava fazendo, porque eu tenho um canal de games também onde eu jogo todos os dias com vocês, que outros temas eu poderia trazer no canal, e mencionaram que gostaria que eu falasse sobre o amor. E eu, enquanto uma pessoa trans não-binária, tenho algumas experiências em relação a esse tema. Hoje eu não quero necessariamente discutir sobre um relacionamento ou de forma geral sobre o amor, mas sobre dois pontos que eu aprendi com as experiências no qual eu vivi.
E o primeiro dele que eu trago para vocês é: não podemos se envolver com a expectativa do que o outro pode vir a se tornar. E eu trago essa experiência porque quando a gente se apaixona, a paixão ilude. A paixão, ela cria uma sobreposição do que é a realidade, porque a paixão te faz acreditar num futuro. A paixão te faz acreditar numa realidade paralela que você pode construir com aquele indivíduo, com aquelas pessoas. E você começa a vivenciar muitas vezes o futuro e não tanto o que tá acontecendo agora.
Então você se apaixona de uma forma aonde você acredita no potencial daquela pessoa se tornar a melhor versão de si mesma, e você tá do lado dela no processo dessa transformação. Sabe aquele termo que muitas vezes a gente discute assim, que é tipo I can fix him, que é basicamente assim, eu consigo consertar ele? Aquela pessoa que às vezes não te trata exatamente como você sabe que deveria ser, aquela pessoa que não tem o carinho que você gostaria de estar recebendo, aquela pessoa que não respeita tanto assim os seus gostos.
Aquela pessoa que parece que não se dedica tanto assim para o seu bem-estar da mesma forma que você tá disposto a oferecer para ela, ou ela te trata de uma forma punitiva sempre que você faz algo que ela não gosta, fica calado, ignora, te tratando naquele espaço que sabe que tá te machucando. E você fica o tempo todo imaginando: não, mas se eu me permanecer firme aqui, eu vou conseguir superar isso com essa pessoa. E juntos a gente vai se tornar um canal, um casal tão forte.
Nós vamos superar esse desafio. E nossa, vamos ter uma história de superação, de luta juntos. E eu tenho a impressão que foi injetado dentro das nossas mentes a necessidade da jornada do herói. E eu trago isso pelas experiências que a gente é exposto no nosso próprio desenvolvimento. Eu, gente, eu não tenho nenhuma formação aqui, mas eu tenho minha própria mente e eu uso o meu livre-arbítrio de poder refletir comigo sobre a realidade na qual vivemos.
Então, está embasado em ciência, se é alguma coisa, eu não sei. Eu compartilhando um pedaço do meu universo interno com você. Então valoriza e respeita também, tá? E você sempre pode deixar nos comentários o seu próprio universo. Mas eu tenho uma percepção interna de que nos tornamos uma interpretação do universo que nos é apresentado no nosso desenvolvimento. Eu diria principalmente na primeira infância que eu falo que é do 1 aos 5, e eu vejo dos 5 aos 10.
Eu vejo isso como duas partes da infância de extrema, assim, importantíssimo para quem você vai se tornar, quais traumas você vai carregar. Porque eu vejo dos 10 aos 20 um processo de externalização da sua interpretação pessoal dos fatores, das referências que foi te dada nesses primeiros 10 anos de vida. Então eu vejo que nós somos expostos a histórias de jornada de herói e de superação quando a gente fala sobre relacionamento, principalmente se você se identifica ou é uma figura feminina.
O nosso espaço da feminilidade tá muito atrelado à superação do desafio ao estar se envolvendo com aquela criatura que nos amedronta ou que nos machuca. Na minha cabeça veio A Bela e a Fera, sabe? A Bela superar o desafio do medo de se envolver com aquela criatura pra ela poder se tornar o grande príncipe encantado que muda a sua vida. Eu lembro daquela princesa que deixa o sapatinho de cristal dela, que era maltratada pela família, era maltratada pela madrasta, era maltratada pelas outras mulheres, até que ela é finalmente escolhida pelo príncipe porque o pezinho dela encaixa no sapatinho de cristal de quando ela foi abençoada pela fada.
Para poder ir na festa e quem sabe ser escolhida, entende? Eu trago essas referências como forma de ilustrar o que nos é exposto desde o nosso desenvolvimento, entende? Então nós somos expostos a construções que reforçam essa ideia. Você precisa de ser escolhida, você precisa de se sentir especial e você precisa de superar, aguentar a dor para finalmente vivenciar a felicidade. E eu sinto que essa referência foi internalizada dentro do meu, da minha vida e do meu desenvolvimento, porque eu me lembro quando criança e adolescente, eu já vivenci um quadro de depressão desde a minha primeira infância, gente.
Muito. A depressão é uma doença que essa tristeza existencial, essa angústia existencial, ela permeou e se tornou minha companheira desde que eu percebi que conseguia pensar. E eu falo isso para vocês, gente, com 4 anos de idade, quando eu percebi que que existia algo diferente em mim. Então, desde que eu comecei a ter a consciência de quem eu era, a dor começou a ser a minha fiel companheira, e eu interpretar o mundo a partir destas lentes.
Então eu cresci com essa percepção de que eu precisava de superar a dor para finalmente, em algum momento, vivenciar a felicidade. E essa percepção me fez encarar um relacionamento que obviamente não está dando certo como um desafio a ser superado, porque eu conseguia enxergar para além dos desafios e problemas atuais, eu consegui enxergar o potencial do que pode vir a ser. Eu enxergava o potencial do que poderíamos vir a ser juntos, porque tinha alguma parte que eu achava que valia muito a pena, seja a amizade que tínhamos, seja os papos que a gente conseguia desenvolver em relação a negócios, a trabalho, a parceria que tínhamos em alguma área que era muito boa.
Mas em todas as outras existia um espaço de angústia muito grande. E quando eu enxergava esses espaços de angústia, eu ficava tentando refletir comigo mesmo: não, eu vou conseguir ajudar essa pessoa a enxergá-la da mesma forma que eu a enxergo. Eu vou ajudar ela a se tornar aquilo que eu criei na minha mente. Olha o caminho que a gente vai. Como se eu enxergar a pessoa pelo que ela está me mostrando fosse quase como uma ofensa, fosse um erro eu enxergar a pessoa pelo que ela é.
E eu por muitos anos pratiquei essa questão de enxergar pelo que pode vir a ser, enxergar do que poderíamos vir a ser juntos. E isso me fez colocar em situações de profundo sofrimento, em situações de profunda humilhação, porque eu acreditava que essa realidade paralela que eu criei na minha mente pudesse se consolidar nessa em que eu estou vivendo aqui, mas não nesse momento exato, num futuro próspero que poderia vir a chegar.
E, gente, É uma armadilha, é uma armadilha que criaram para que a gente aceitasse menos do que a gente sabe que deveria receber, menos do que a gente está a oferecer, menos do que estamos dispostos a viver com. Eu não sei quem Ou como, ou que conjunção de poderes criou essa estrutura que nos faz aceitar menos do que a gente sabe que deve receber? Sobre essa conformidade no tá ruim assim, Mas será que eu quero mudar? Ah, realmente as coisas não estão da melhor forma, mas vai assim mesmo.
Eu reflito isso da minha própria história, mas eu reflito também muitas vezes pelos homens que apareceram na minha vida. E aqui eu trago um recorte muito pessoal da minha vida enquanto uma pessoa transfeminina, enquanto uma pessoa trans na nossa sociedade, porque me vem na cabeça o reflexo dos homens que têm filhos, têm trabalho, têm esposa em casa, mas eles clamam pelo corpo, desejo e intimidade de uma pessoa trans, seja para explorar os seus desejos sexuais, mas também para se sentirem envolvidos, sentirem carinho, serem abraçados, serem envolvidos dentro das suas fragilidades, entende?
Eu acho isso muito interessante. De que muitas pessoas, de formas diferentes, foram convencidas que elas devem viver uma vida que seja muitas vezes pela expectativa dos outros e não de si mesmas. Elas vivem uma vida que é do que a religião, do que a sociedade, do que a família tem como perspectiva da forma que eles devem ser. Da mesma forma que a gente projeta para relacionamentos o que a pessoa poderia vir a se tornar, muitas pessoas tentam viver uma vida que se encaixa na expectativa do que elas deveriam ser.
E por que vivemos nessa constante busca de saciar essa uma expectativa de algo além do que poderíamos ser. A quem estamos tentando agradar? Ou melhor, a quem estamos tentando enganar? Porque quando eu tô num relacionamento e eu me envolvo com aquela pessoa ignorando todos os problemas, todas as coisas que me fazem triste, todas as coisas que me machucam, imaginando um futuro aonde isso talvez não faça essa parte da realidade, a gente se enganando, a gente tá enganando a nossa felicidade, a gente tá enganando, sabe, se iludindo da realidade na qual a gente tá vivendo.
É por isso que eu tenho uma profunda empatia com pessoas que muitas vezes vivenciam relacionamentos tóxicos e se encontram presas dentro daquele relacionamento, porque Você é envolvido muitas vezes num mar de possibilidades, porque a pessoa, em raríssimos casos, que é tóxica, que é agressiva, que te machuca, ela não é assim 24 horas por dia. Ela tem os seus momentos que te permite deslumbrar uma realidade aonde a dor seja cessada, aonde a dor não existe mais.
E aí você fica: meu Deus, essa pessoa me machucou e tá me machucando tanto, mas tem momentos aonde ela me mostra tudo que ela pode ser. E você permanece naquela relação vivenciando esse futuro que parece nunca chegar. E que muitas vezes não vai chegar, porque a pessoa tá confortável naquela estrutura, porque a pessoa tá confortável naquela estrutura que abusa da sua paciência, abusa da sua empatia, abusa da sua compreensão do outro.
Então eu trago que precisamos se ater à realidade, olhar para as coisas como elas são e não como elas podem vir a ser. Porque a realidade é que só vivemos o momento de agora. Nós vivemos este instante, nós vivemos este momento. Você precisa de ter as suas necessidades supridas É agora. Você precisa de ser tratado como deseja agora. Você precisa de ser respeitado como quer agora. Não é amanhã, não é no futuro, é agora. E se agora as coisas não estão boas, não é você, não é da sua responsabilidade imaginar um futuro aonde isso mude.
Eu tenho uma sensação quase maternal, entende? Porque eu acho que relacionamentos têm muito isso do, de mãe e filho, de eu vou permanecer com essa criança em todos os momentos porque eu sei quem ela realmente é, eu sei o que ela pode ser, foi apenas um erro, ela vai superar, eu vou estar por lá, entende? É por isso que a gente vê muitas vezes quando crimes acontecem, principalmente, né, cometidos por homens, as suas mães muitas vezes vão à sua defesa porque elas enxergam ainda talvez a inocência daquela criança, ou enxergam aquilo como um deslize que no futuro vai se melhorar.
E por que nós temos que carregar essa visão paternal, maternal em um relacionamento? Não me parece ser o certo, não me parece ser o melhor caminho. E nos colocarmos nessa posição é colocarmos em um relacionamento que não respeita os nossos desejos e os nossos limites em prol a um futuro que a gente não sabe se vai compensar todas as dores e bagagem que você tá adquirindo durante essa jornada. A pessoa tá colocando pedra na sua mochila, pedra na sua mochila, pedra na sua mochila.
Suas costas estão na carne viva, mas você continua caminhando do lado dela porque você acha que lá na frente ela vai tirar essas pedras, ela vai passar pomadinha nas suas feridas. Mas qual é a garantia que isso vai existir? Nenhuma, nenhuma. E por todos os relacionamentos que eu já vivi, eu percebo que não vai tirar. Outras pessoas irão aparecer para colocar. Vai ser sua responsabilidade pegar essas pedras, entender porque elas foram colocadas lá tirá-las e não permitir que mais ninguém coloque elas de novo na sua mochilinha da vida, entende?
Que por mais que você tira, vai ficar os grãozinhos, vai ficar a marca, as cicatrizes da mochila batendo nas suas costas vão continuar lá. E você vai ter que aprender a valorizar as suas costas, o seu esforço, para que ninguém mais se encaixe nisso. E dói, viu, gente? Reconhecer e aprender isso dói. Você vai passar por pessoas que vão te machucar, sim. Mas é sobre você também não acreditar numa visão apocalíptica de que o mundo é apenas essa dor.
Aprender com o desafio te permite nadar melhor por esse mar da vida. Sabe, te permite reconhecer melhor a atitude das pessoas. Porque assim, gente, quando você sintoniza a sua mente para poder prestar atenção nos comportamentos, nas atitudes e etc., a sua mente dá um estalo assim quando você percebe que, opa, Esse não é um comportamento no qual eu gostaria de estar convivendo na minha vida. Que nem, por exemplo, uma coisa mais sutil.
Dando exemplo aqui para vocês, uma vez eu tava conhecendo uma pessoa e eu reparei que todo final de semana essa pessoa bebia. Todo final de semana essa pessoa bebia. E isso para mim é um incômodo. É incômodo como uma pessoa que já teve problemas com bebidas alcoólicas em momentos difíceis da vida dela, mas também é um incômodo quando eu percebo que esse é um comportamento autodestrutivo que a pessoa nem tem consciência que ela tá tomando, entende?
De estar bebendo constantemente, de forma no qual ela sente a necessidade de estar bebendo para completar o final de semana dela. E eu entendo que cada um utiliza a ferramenta que quer para tornar a realidade mais palpável. Alguns bebem, outros fumam, outros têm tantas atividades aí de vício. Mas esse é um vício que me incomoda muito, que não me deixa confortável, principalmente quando a pessoa se sente plenamente confortável com isso.
Eu não tenho interesse de me envolver com uma pessoa assim, mas bebida alcoólica pega um espaço aonde me deixa desconfortável. Mas para eu chegar nesse entendimento, eu tive que me entender. O que que me deixa confortável? O que que não me deixa confortável? Qual é o tipo de parceiro que eu gostaria de estar me envolvendo ou não? Sem estar pegando a coisa. E para mim, essa pessoa que eu tava conhecendo, a chave de definitivamente não quero mais conhecer esse indivíduo foi que eu acredito até que ele acabou me passando COVID.
Eu tive COVID, fiquei muito mal, e ele ficou comigo, sabe, tipo assim, um final de semana inteiro comigo com COVID, antes de eu ter a confirmação do COVID. E a gente tinha marcado para ir num evento juntos. E eles— e eu falei, eu não vou nesse evento porque estou com COVID, né? Eu não vou me expor e nem expor outras pessoas ao vírus. Ele foi tranquilamente, ele foi como se não tivesse nenhum problema. E ali para mim foi uma questão muito grande de empatia.
Entende? Ele não teve empatia com as outras pessoas, ele não teve muita empatia comigo também. Faltou essa sensibilidade. E é uma questão que, tipo assim, eu não vou exigir que você deixe de ir no show porque eu fiquei doente ou porque você tá doente. É uma questão de qual é a prioridade que você carrega consigo. É o bem-estar das pessoas que você considera importante? É o bem-estar do outro, o quanto você tá disposto a ferir o outro pelo seu bem-estar pessoal.
Isso para mim delimitou: essa não é uma pessoa que eu tenho interesse de estar me envolvendo, essa não é uma pessoa que eu quero estar próxima. Por mais que tivesse outros pontos positivos dela que eram interessantes, para mim cessa ali, porque eu não me envolvo com versões futuras, aonde essa pessoa possa mudar o conceito de empatia dela, de preocupação com o próximo ou comigo. O conceito de empatia, conceito de cuidado, tem que estar já, entende?
Por isso que você precisa de conhecer a si mesmo para poder definir o que é importante, o que é prioridade para você. É empatia? É o respeito, é o carinho, é a preocupação, é o cavalheirismo. O que que é relevante pra você, sabe? Que não é negociável pra você estar lidando no futuro. Porque não é uma questão de buscar a pessoa perfeita. Não existe perfeição. Mas é buscar uma pessoa no qual representa aquilo que você considera importante.
Entende? E é importante para mim alguém que se preocupe com o meu bem-estar. É importante para mim alguém que tenha empatia com o bem-estar do outro, que não vai fazer algo consciente para prejudicar outras pessoas. Você me entende o ponto que eu tô querendo trazer aqui e de por que é importante a gente não pensar, não se envolver com a empatia ou com aversão do que a pessoa pode vir a se tornar. Eu poderia ter pensado: não, mas eu acho que eu consigo ajudar ele a perceber que beber sempre não é bom, beber sempre vai trazer prejudicações muito grandes ao organismo dele no futuro.
Eu posso tentar mostrar que ele deveria se preocupar um pouquinho mais com o meu bem-estar, tentar me ajudar um pouco mais, não prejudicar as outras pessoas, né, seja no negócio ou não. Imagina, gente, ele saiu daqui e foi ter uma reunião lá pra beber no final de semana com os avós, com os tios e tudo mais, sendo que ele tinha plena consciência que ele tinha acabado de passar um final de semana com uma pessoa que tinha o COVID confirmado.
Tem um certo ponto aí da gente conversar sobre essa questão de empatia e humanidade. E é algo que pra mim é inegociável. É algo que eu não estou disposta a aturar alguém que não tem empatia comigo ou com outro porque essa pessoa pode ser um bom relacionamento, eu posso estar me envolvendo com ela. Então, gente, hoje o episódio já tá quase 30 minutos, né? Eu não vou me estender pra próxima parte. Talvez eu faça um outro vídeo só falando sobre o...
Do não esperar algo do outro? Comenta aqui para mim nesses comentários se você achou interessante minha reflexão, se fez sentido para você ou não, e se você quer que eu traga esse O Que Eu Aprendi com Amor Parte 2, conversando sobre não esperarmos do outro, que eu acho que é uma coisa muito relevante também do relacionamento, que é você não esperar mas comunicar. E eu acho que isso é muito legal, que dá um papo bem gostoso também.
Então vou deixar esse espaço aqui para vocês, tá bom? Lembra que no primeiro link da descrição você pode apoiar a nossa, nosso canal, qualquer valor a partir de R$1. Isso me ajuda muito a poder continuar trazendo os vídeos e reflexões para vocês. E eu espero que vocês estejam gostando desses vídeos do Brisa da Bri, é o nosso espacinho especial aqui e que tem sido muito divertido de gravar.
Serasa