RAMON MURILO E HÉLIO FERREIRA- PD CAST #EP54
Consórcio pode ser mais do que muita gente imagina - e é exatamente isso que você vai descobrir no próximo episódio do PdCast. Em um bate-papo direto com os especialistas Ramon Murilo e Hélio Ferreira, da @uhull.investimentos , vamos entender como o consórcio pode ser usado de forma estratégica para construção de patrimônio, planejamento financeiro e geração de oportunidades. Um conteúdo enriquecedor, didático e cheio de insights para quem quer entender, na prática, como transformar essa ferramenta em aliada no crescimento do seu capital.#PDcast #corretora #consorcios #investimentos #santacruzdoriopardo #bauru #ourinhos Host: / diegosingolani Direção: / bruno_de_marchi Estúdio: / demarchiproducoes Ouça também nas plataformas de streaming: https://creators.spotify.com/pod/show...Studio: / demarchiproducoes Instagram: / pagd.jornal Facebook: / pagd.jornal Tiktok: / pagd.jornal Confira mais notícias em: https://paginad.com.brMerchandising:Performa - / performa.pet Solito Alimentos - https://www.solito.com.brMoovit Academia - / moovitacademia Imobiliária Status - / imobstatus Arrabal Consultoria - / arrabal_consultoria São Sebastião Super Mercado - / saosebastiaosupermercado S.D.I - / sdi.radiologia Pastel do Josias: / pasteldojosias Magnos Alves Cabeleireiro: / universidadedocabelomagnoalves Correto Seguros: https://www.instagram.com/corretoseguros/uhull investimentos: https://www.instagram.com/uhull.investimentos/
- Investimento e Formação de CapitalConsórcio para construção de patrimônio · Planejamento financeiro com consórcio · Geração de oportunidades com consórcio · Consórcio para aquisição de bens (casa, carro, moto) · Método API (Aquisição, Poupança, Investimento) · Venda da carta de crédito contemplada · Consórcio como alternativa de crédito · Segurança do investimento em consórcio · Consórcio como previdência privada · Consórcio para compra de maquinário agrícola · Consórcio para compra de terrenos e construção · Consórcio para pessoas com dificuldade de poupar · Substituição de dívida (interveniente quitante)
- Meia parcela e lance embutidoImpacto da meia parcela no mercado de consórcios · Pagamento reduzido até a contemplação · Estratégias de lance embutido para contemplação · Fidelidade 6 e redução de concorrência
- Investimentos ImobiliáriosConsórcio para aquisição de imóveis de veraneio · Investimento em imóveis para short stay (Airbnb) · Imóvel locado pagando a própria parcela · Alavancagem patrimonial com imóveis
- Grupo Correto e Uhul InvestimentosHistórico e atuação do Grupo Correto · Missão da Uhul Investimentos · Parceria entre Uhul e HS Consórcios
- Renda FixaDiferenças entre consórcio e renda fixa tradicional · Alavancagem financeira e patrimonial no consórcio · Acelerador de objetivos financeiros
- Servicos JuridicosExpansão de empresas com consórcio · Consórcio para fomento industrial · Blindagem de patrimônio com consórcio e holding
- Cultura de Trânsito no BrasilConsórcio como ferramenta cultural no Brasil · Ausência de juros e presença de taxa de administração · Imediatismo e o preço dos juros
- Atendimento e diferenciais da UhulAtendimento personalizado e pós-venda · Comissões retidas na adesão e contemplação · Taxa de administração sobre meio crédito
Estamos ao vivo, diretor? Tem certeza, Demarque? Após mais de uma semana, você tem certeza que está tudo certo? Estamos ao vivo, diretor? Então, muito obrigado a você que está conosco ao vivo nesse momento. Agora, 19 horas mais 21 minutos, está no ar mais um episódio do nosso PDCast, o podcast do Jornal Página D.
Eu sou o Diego Singolani, estamos transmitindo direto dos estúdios de Demarque Produções em Santa Cruz, o Rio Pado, este podcast que é dirigido por ele, o craque das imagens, Bruno Demarque. Orientações iniciais, você pode acompanhar ao vivo esse episódio no YouTube.
é só digitar Jornal Página D, se inscreva no canal, porque aí vai liberar o chat para você participar durante a conversa, mandar a sua mensagem. Ou também estamos ao vivo no Facebook. Aí o chat está liberado desde o primeiro segundo. Fique à vontade para interagir conosco, compartilhe o link, participe de mais uma roda de conversa conosco aqui no PDCast, episódio número 54, beleza? Além de agradecer a sua presença, sempre é bom.
agradecermos as marcas, as empresas que acreditam e estão conosco nesse projeto desde o começo. Aliás, tem novidade na área. A partir de hoje, Corretos Seguros conosco aqui no PDCast. Investimentos em consórcio, aliás, o assunto de hoje para quem já viu o anúncio, vai ser justamente esse. Sempre conosco também, Universidade do Cabelo, do nosso grande amigo Magno Alves. Vem aí, novo livro, vem aí, novos cursos, siga Universidade do Cabelo nas redes sociais. Conosco, Pastel Josias.
em Santa Cruz, na Conselheiro Dantas, na esquina da Igreja São Benedito, e também as massas do José você encontra nos melhores mercados de toda a região. Conosco, Performa Natural, Alimento Super Prêmio para Cães e Gatos, Arrabal, Acessoria e Consultoria Empresarial, Multi Academia com três unidades aqui em Santa Cruz do Rio Pado, Imobiliária Status do nosso amigo João Rafael, o Paul McCartney santacruzense, acesse o site da Imobiliária Status aqui na descrição.
Supermercado São Sebastião com duas lojas, a Matriz e a lindíssima nova loja Jardim. E o SDI, que é o Serviço Diagnóstico por Imagem da Santa Casa, do nosso grande amigo Dr. Bruno, é medicina de ponta, de primeiro mundo aqui em Santa Cruz, agora com ressonância magnética. Lembrando que ao longo do episódio todas essas marcas vão aparecer aqui na tela. Tem QR Code para você acessar as redes sociais dos nossos parceiros. Tem o link das redes sociais de cada um deles também aqui na nossa transmissão.
Então, é aquela moral. Siga também os parceiros, os patrocinadores aqui do nosso PDCast. Feitas as devidas apresentações, agradecimentos. Vamos ao nosso tópico de hoje, assunto de hoje e aos nossos queridos convidados. O nosso assunto de hoje é investimento, mais precisamente consórcio. Acho que todo mundo já ouviu falar, né? Consórcio para comprar uma casa, comprar um carro, comprar uma moto. Mas olha, a ideia que a gente tinha de consórcio há 5, 10, 15 anos atrás é completamente diferente do que se tornou hoje.
Com boas estratégias, o consórcio pode ser uma ferramenta para você construir e ampliar o seu patrimônio. E quem vai explicar tudo isso para a gente são os especialistas e convidados de hoje. Nós temos o prazer de conversar a partir de agora com o Ramon Murilo, que é o gerente comercial da Uhul Investimentos, e com o Hélio Ferreira, que é o diretor do Grupo Correto. Boa noite, queridos. Sejam bem-vindos aqui ao nosso... Quer dar a mão para mim ou não? Você está com...
Deixou no vácuo, já está tímido? Já começamos assim, importante que é tudo ao vivo. Elinho, obrigado pela presença, Murilão, tranquilo, e aí? Obrigado, Diego. É isso. Eu queria que antes da gente falar especificamente do consórcio, eu queria que vocês se apresentassem, falassem um pouco do grupo correto, que já está há anos consolidado aqui em Santa Cruz.
em diferentes frentes, né, Hélio? E também da Uhul Investimentos, que é esse braço voltado para divulgar boas informações a respeito do investimento consórcio, orientar as pessoas nesse processo e garantir, como eu falei, hoje é bate-papo sobre riqueza, prosperidade, no melhor sentido da palavra. Fique à vontade, começando com o Ramon ou com o Hélio, fique à vontade.
Obrigado, Diego, obrigado pelo espaço. Agradeço muito pela oportunidade. Grupo Correto é um grupo de empresas santacruzenses. Existe já desde 2002 com a primeira empresa que é a Correto Seguros, a qual eu estou à frente como diretor da Correto Seguros. Além da Correto Seguros, existem as outras empresas, que é a Constrofácil, que está o Daniel Goulart e o Heraldo Nobile.
Correto Tintas, correto Distribuidora, né? Então, um conglomerado de empresas na lida, buscando cada vez mais espaço e amadurecendo cada vez mais no território santacruzense. Muito bem, Rabum Murilo.
Se apresente, por gentileza, para quem ainda não o conhece, já fala um pouco da Uhul Investimentos em Consórcios. Vamos falar pertinho aqui. Tá, vamos lá. Diego, agradeço pelo espaço, mais uma vez, pela oportunidade. E, cara, a Uhul veio justamente ali para...
auxiliar na diversificação dos investimentos dos nossos clientes, para construção de patrimônio, para crescimento de capital. Então a Urru é uma empresa do Grupo Correto que veio justamente para auxiliar nessa diversificação dos investimentos. Ela trouxe a disrupção do mercado de consórcio hoje para dentro de Santa Cruz e toda a região.
Legal, vamos entrar no assunto principal de hoje, aos nossos convidados especialistas. Assim como eu falei na abertura, talvez para algumas pessoas, até mesmo para o grande público, se associa muito o consórcio a um modelo para você adquirir um bem.
Puro e simplesmente isso. Eu quero comprar uma moto, vou pagar juros menor do que um financiamento, vou no consórcio, um carro, uma casa. E vocês me explicavam antes da gente começar o papo que hoje é uma outra coisa. E é um senão de possibilidades que o consórcio pode oferecer para quem entende e para quem é bem direcionado e assessorado. Explica para a gente hoje no que consiste o modelo de consórcio e o produto que vocês trabalham lá. Bom, hoje a gente trabalha com o produto HS.
A HS Consórcio hoje é a maior administrador de consórcio independente do Brasil. Tirando o canal banco, não é somente de administrador de consórcio, hoje a HS é líder de mercado. E o que trouxe a HS hoje ser líder de mercado, Diagão, foi justamente a disrupção que ela fez no ano de 2006. Ela fez a primeira disrupção do mercado de consórcio com a introdução da meia parcela. Basicamente, ela moldou o produto dela de acordo com o perfil de investidor.
O investidor sempre vai olhar dois pontos. Primeiro ponto, ele tirar pouco dinheiro do bolso. Então a gente deu a opção para ele, basicamente dele pagar metade da parcela até a contemplação. Então basicamente até ele pegar esse capital e colocar ele para trabalhar, seja numa aplicação ou numa imobilização através de um imóvel.
Basicamente até esse cenário ele vai estar aportando 50% do valor da parcela. E o segundo ponto que o investidor sempre vai olhar é a questão dele não precisar colocar recurso, que é aquele antigo lance livre. Então a gente tem alguns mecanismos que auxiliam nesse processo de aceleração.
da contemplação aí e nessa diversificação e ao longo da conversa eu quero que a gente, vocês no caso expliquem ponto a ponto dessas estratégias, como é que funciona a gente vai destrinchar um pouco essa sua fala inicial, mas eu quero perguntar pro Elio justamente sobre essa mudança no conceito do consórcio, a gente também falava um pouco sobre isso né Elio, antes de começar o papo ao vivo aqui né fala um pouquinho do que mudou da concepção que as pessoas tinham pra como funciona hoje um consórcio na verdade
Você deu a introdução, você citou carro, casa e moto. Há mais ou menos uns 20 anos, quando iniciou a meia parcela, a administradora cobrando meia parcela, ela trouxe o público investidor.
público que tem como objetivo alavancar. Isso fez com que o casa, carro e moto ficasse para trás, dando espaço para o método que a gente chama de método API. O que é o método API? Aquisição, poupança e investimento. Então, com a meia parcela, você começa a guardar dinheiro, ou para o dinheiro de uma forma diferente, tendo como oportunidade alavancar em pouquíssimo tempo.
Vamos lá. Antigamente você só fazia um carro com esses três objetivos. Perfeito. Beleza? Hoje eu te dou a oportunidade, né? Com o nosso produto. De você fazer as três coisas. Comprar um carro, comprar uma moto, comprar um imóvel. Comprar um consórcio também. Certo. Mas além disso, de você alavancar financeiramente...
Fazendo uma alavancagem financeira. Contemplou a sua carta de crédito. Você não quer comprar seu carro, sua casa, sua moto? Eu te dou a opção de você vender esta carta de crédito. Entendi. Entendi. Então você coloca o dinheiro no bolso, obtendo um lucro na operação.
Ah, eu não quero vender a minha carta de crédito. Eu te dou a opção de você deixar este crédito aplicado. Hoje, uma carta de crédito aplicada, ela vai estar rendendo mais ou menos 92% da taxa Selic. Exatamente isso. Selic hoje teve uma queda, hoje fechou em 14%.
Então, isso faz com que, mesmo o seu crédito contemplado, você deixando ele aplicado, praticamente a rentabilidade paga o valor da sua parcela após a contemplação. Entendi. Entendeu? Então, além de dar para fazer tudo o que as pessoas...
compravam o consórcio antigamente, dá para você fazer muito mais. Então, a galera que é o investidor, o público que é mais focado no investimento, eles começaram a olhar de um outro ângulo. Por quê? É muito melhor você deixar o seu dinheiro em caixa para boas oportunidades de negócio e trabalhar com o dinheiro...
Duma administradora. Entendi. Então, aquele negócio, dinheiro é poder. Apareceu um imóvel de leilão, você tem a oportunidade ali de comprar este imóvel, contemplou a sua carta, você levantar dinheiro em cima de um imóvel seu já quitado. Então, isso fez com que tudo isso, com a meia parcela lá em 2006, abriu o mercado de uma maneira estrondosa.
acho que vale a pena explicar com mais detalhes justamente o que é a meia parcela e justamente por que ela teve esse impacto para mudar um pouco o conceito do que é o consórcio. Vocês podem explicar para a gente? Vamos lá. A meia parcela, Diagão, ela inicialmente...
ela nasceu para a gente conseguir conciliar, para quem paga aluguel, conseguir conciliar a parcela do consórcio com o aluguel. Ela veio justamente, inicialmente, nessa linha, de conseguir, para que os nossos consumidores da época conseguissem conciliar o valor da parcela do consórcio. E por consequência, torna até mais acessível. Exato, de trazer uma acessibilidade para esse pessoal, para começar uma programação da aquisição da casa própria.
Então, inicialmente, a ideia da minha parcela veio justamente para isso. Só que, basicamente, como essa oportunidade abriu um oceano de opções. Porque, basicamente, se você está pagando metade da parcela, até a contemplação...
Basicamente, a tua descapitalização se torna de uma forma menos agressiva. Então, isso para o investidor acabou se tornando uma diversificação. Eu vou pedir um exemplo prático, por exemplo. Eu vou fazer um consórcio de um milhão de reais e a parcela inteira seria na faixa de 5 mil. Não sei se é isso, estou dando um exemplo por cima.
Como funcionaria a meia parcela nesse caso? Como é que seria o pagamento ao longo de todo esse consórcio? Exato. A parcela integral de um consórcio hoje de 1 milhão, você pagaria em torno de R$ 5.580. É por aí mesmo, então. Exato. R$ 5.580 o valor da parcela integral. Porém, até esse cliente ter acesso a esse 1 milhão, até ele ser contemplado, basicamente a gente vai trabalhar com esse aporte reduzido em 50%. Então ele vai pagar R$ 2.790 até a contemplação.
Por aquela carta de um milhão, ok? Exatamente, por aquela carta de um milhão. Suponhamos que em 20 meses ele atingiu esse objetivo dessa contemplação. Ele investiu em torno de 54 mil reais. Basicamente, a gente abre um leque de opções para ele trabalhar com esse crédito. De ele vender essa carta, obter um lucro sobre essa operação.
e basicamente, ou ele deixar esse crédito aplicado rendendo juros, porque ele pagou 54, e os juros que você vai passar a receber desses 92% da taxa Selic é sobre o milhão. Certo. Entende? Então, basicamente, a gente consegue trabalhar nessa opção também como uma previdência mirando longo prazo. Basicamente, para a gente ir trabalhando juros sobre juros sobre esse capital. Vou fazer sempre o papel do leigo, até porque, de fato, eu sou leigo nessa história.
Pelo que eu entendi, é o seguinte, se a pessoa vai colocando ali 200, 300, 500, mil reais por mês,
você vai tendo um rendimento, a depender do tipo de produto, em cima desse valor que todo mês cai na conta desse investidor. Se ela opta por uma carta de crédito em um consórcio, o valor total que ela vai, após 10, 15, 20 anos, ter, caso ela não seja sorteada antes, todo mês já há um rendimento em cima desse montante total da carta. Exato. É isso, Helio. Entendi corretamente.
Então, neste exemplo que ele deu de uma contemplação em dois anos de um crédito de um milhão, entenda que ele estava pagando lá R$2.700 e pouquinho por mês. Em dois anos, deu um total lá de R$54.000, certo?
Se ele estivesse guardando numa renda fixa, ele teria exatamente um pouquinho mais dos 54 mil reais. Em dois anos ele alavancou um milhão na contemplação do consórcio. Se ele optar por deixar esse crédito aplicado, vai render hoje um pouquinho menos de 1,10%, mas não em cima dos 54.
que ele pagou em cima do 1 milhão. Você entende que daí acontece a autoquitação, a rentabilidade do crédito dele do 1 milhão paga a parcela dela. Porque a parcela dele vai ser mais ou menos na casa de 6 mil reais pós-contemplação. Está rendendo mais de 11 mil reais a aplicação dele.
Entendeu? Então é mais ou menos este o nosso trabalho. Você citou um exemplo de uma carta de crédito de um milhão, mas o nosso produto é muito versátil. Legal. Então, vamos lá, eu consigo estar pegando desde o público a...
até o público dele. Essa era a minha próxima pergunta. Para quem é um consórcio? Para quem tem pouco, muito dinheiro ou existe produto para cada um desse público? O consórcio é para todos. A primeira coisa quando alguém nos chama gostaria de conhecer o consórcio. A primeira pergunta que nós fazemos é qual o seu objetivo?
Eu preciso entender o seu objetivo para a gente traçar a estratégia adequada para você. Então, não tem como eu trabalhar com ele de uma maneira muito generalizada, entendeu? O que serve para o Diego pode não servir para o Bruno. Legal.
que não serve para o João, pode não servir para o José. Aí entra o trabalho da URU, por exemplo. Daí entra o trabalho da URU de identificar o perfil do cliente, qual é o objetivo dele no longo prazo. É importante falar que este produto é um produto a longo prazo. Então você vai plantar uma sementinha aqui para colher daqui 12, 24, 48.
Então, o que eu sempre falo para as pessoas? Quanto antes começar no consórcio...
mais rápido você alavanca. Mais jovem você alavanca. Você consegue construir o seu patrimônio de uma forma muito mais ampla. Então, eu falo, o cliente precisa contemplar uma carta de crédito para ele começar a construir o patrimônio dele. Daí nós temos algumas estratégias em relação ao que fazer com esta carta. Claro.
A gente pode falar sobre isso, inclusive. A gente pode falar a respeito disso. Mas, primeiro, a gente entende o perfil do cliente, o que ele deseja. Voltando, respondendo a sua pergunta em relação às pessoas. Nós temos cartas de crédito com parcelas de R$341 por mês. R$341 por mês, você alavanca R$100 mil. Entendi. Entendeu? Então, às vezes, para um processo de reforma, para uma alavancagem de capital. Então, a gente consegue pegar todos os públicos.
Ótimo. E a gente percebe que tem mudado um pouco a cultura do brasileiro em relação a investimentos, o que é bom. A gente tinha aí um país que basicamente colocava todo o seu dinheiro na poupança. A gente é sabido até pelo grande público que não é o melhor dos investimentos, longe disso. Nessa linha, eu acho que seria legal vocês que são especialistas traçarem alguns paralelos.
O que difere, por exemplo, um consórcio, os prós, as peculiaridades de um consórcio, comparando com os outros investimentos de renda fixa tradicional? Vocês podem explicar um pouco para a gente, fazer uma diferenciação? Vamos lá. Na renda fixa, basicamente, você vai ter que trabalhar com o teu capital. Então, basicamente, como o Elin mencionou no início.
Você está fazendo os aportes mensais ali e tendo os juros e os recebimentos dos seus dividendos mês a mês. Então, basicamente, você vai construindo aos poucos. No consórcio, quando a gente fala em alavancagem financeira e patrimonial, é justamente nesse ponto. Porque se a gente colocar basicamente um cenário de 20 meses, como a gente mencionou, num crédito ali, vamos falar de 200 mil, que a parcela é 615.
Em 20 meses a gente investiu 12 mil reais. Numa eventual contemplação em 20 meses, a gente tem a rentabilidade sobre 200 mil. Então, basicamente, a gente tem uma alavancagem de 20 vezes sobre o valor do capital aportado. Certo. Entende? Então, basicamente, quando a gente faz essas comparações com o consórcio, é exatamente nesse ponto.
eu acho que assim, as pessoas elas tem que realmente ter uma diversificação mas basicamente o consórcio ele vem como um acelerador pra esses objetivos você imagina só, você demorar 20, 15 anos pra você atingir um objetivo que basicamente no consórcio você consegue antecipar
essa rentabilidade aí no caso. Hoje as pessoas que chegam, por exemplo, para ter mais informações junto ao time da Uhul, quais são os principais sonhos, objetivos? Você disse que é muito individual, vocês vão traçar esse perfil e orientar cada um da melhor forma. Mas até para a gente entender, hoje qual tem sido o público? Traga alguns exemplos para a gente aí, Helio.
É, isso daí, cara, quando a gente começa a operação, eu atendi um casal que o objetivo deles era comprar um imóvel na praia. Então, durante o ciclo, pós a conclusão do contrato deles, qual que é o meu objetivo? É comprar um imóvel na praia. Passou o tempo, eu acredito que a cota deles contemplou mais ou menos com 28 meses, um pouquinho menos que 30 meses.
A necessidade deles, no momento da contemplação, virou outra. A prioridade deles não era mais o imóvel na praia. Então, ô Hélio, o que tanto que dá para eu fazer com este crédito? Eu estou precisando do recurso. Ele tinha o imóvel dele, eu consigo pegar este crédito em cima do meu imóvel, da minha casa, que já está quitada?
Nós usamos o imóvel dele já quitado para disponibilizar o recurso dele em conta. Esse casal pegou o dinheiro e injetou no negócio deles. Legal. Entendeu? Então, assim, de uma programação que eles fizeram lá atrás, eles colheram um fruto completamente diferente do objetivo deles ali. Por quê? Porque a realidade deles naquele momento era exatamente outra.
Então tudo vai depender do perfil. Nós já tivemos clientes com o objetivo de comprar, apenas comprar um imóvel de veraneio, já foi comprado um imóvel de veraneio, com o cliente apenas com o objetivo de investir mesmo.
ter o ágil, ter o lucro na venda da carta. Então, graças a Deus, estão contemplando os vários clientes nossos. A empresa está com três anos, então estão começando a surgir as contemplações. Então, às vezes o objetivo da pessoa lá atrás, na hora da contemplação, muda completamente. Interessante. Vocês falaram agora há pouco sobre estratégias.
Então eu quero que a gente entre nesse métier. Claro que a orientação personalizada vocês terão lá com o time da Uhru. Mas para a galera que nos acompanha nos cortes, ao vivo aqui também, a gente imagina alguém fazendo um consórcio, pensando lá na ideia mais arcaica da coisa.
para comprar a casa, o carro ou a moto. Nesse modelo, ela vai esperar ser sorteada, contemplada, ou se ela tiver mais pressa e bala na agulha, ela dá um lance. Nesse novo modelo, que não serve apenas para adquirir esse tipo de bens que a gente falou, quais são estratégias interessantes, que talvez não estejam aí na órbita do público comum, que podem utilizar o consórcio como uma ferramenta importante? Traçem algumas estratégias para a gente.
Nesse caso, Diego, como você mencionou, a questão do lance livre, hoje a gente prefere não trabalhar com o capital desse cliente. Por quê? Basicamente, a gente tem algumas outras ferramentas que vão auxiliar de uma forma muito mais efetiva do que propriamente a descapitalização desse cliente. Que ele tirar esse dinheiro... Dá um lance para pegar a carga. Exato, que ele tirar esse dinheiro, ele perder essa rentabilidade. Então, basicamente, hoje, se a gente for falar em esperar o sorteio, cara, isso vai ficar...
longo período, vai ficar refém da sorte. Então, a gente tem algumas ferramentas dentro do nosso produto que vêm para auxiliar os nossos clientes. A gente consegue eliminar até 92% do grupo somente com os pagamentos de parcelas em dia. Porque, basicamente, hoje, no consórcio, a gente vai ter o sorteio, que todo mês vai ocorrer pela Loteria Federal.
após o sorteio, o segundo fator de contemplação que a gente teria nesse nosso modelo, seria o lance imputido, que é onde o cliente não vai precisar descapitalizar, vai ser deduzido do valor do crédito dele. Então, basicamente, como você não vai se descapitalizar, você não vai tirar dinheiro do bolso.
basicamente quem concorreu no sorteio vai concorrer também no lance embutido. Então a gente vai ter uma queda ali de em torno de 5%, vai cair para 90% de média de participação. Já vai tendo uma seletiva aí. Exato, já vai selecionando. Vai afunilando a coisa. Vai afunilando. Começa a ficar interessante, Diego, a partir do sexto mês. Por quê? Após seis parcelas pagas em dia, pontuais, basicamente você vai concorrer somente com esse grupo.
A de implante seis meses, né? Pagos ali seis meses em dia. Então, basicamente, esse número de 90% que estava ali concorrendo no lance embutido, hoje ele vai cair, né? No Fidelidade 6, ali para em torno de 40%. Entendi. Então, a gente já tem um corte muito significativo.
Então, para quem às vezes tem receio achando que demora demais, no fim das contas, a sua disputa, na verdade, vai ser com uma parcela pequena dentro do grupo. É isso, no fim. É basicamente isso. Então, basicamente, após o Fidelidade 6, se você manter mais a regularidade por mais seis meses, esse número vai cair para 15.
Após mais 6, pagou 18 parcelas em dia, está concorrendo apenas com 8,5% do grupo. Certo. Entende? Então, basicamente, a gente vai aumentando as chances desse cliente, dele buscar a contemplação, sem que ele use o recurso dele. Porque hoje, vamos lá, para um crédito hoje de 500 mil, basicamente, você vai precisar tirar ali, no mínimo, 250 mil reais do bolso. 50%. Entendi, claro.
Se você for entrar no modelo de lance livre, cara, abaixo de 50% não existe contemplação. Perfeito. Então, basicamente, de 45% para cima, no mínimo, precisa descapitalizar. No mínimo, é um negócio pensando a médio prazo. Exato. Pelo menos. A gente pensando a médio prazo.
Então, basicamente, se a gente, ao invés de ofertar esse lance livre com esses 250 mil, a gente deixar ele aplicado num fundo de investimento que esse cliente optar por deixar aplicado, ele vai render no mínimo 2,5. A parcela de um consórcio de 500 mil é 1.400 reais. Entendi. Entendi. Então, basicamente, a rentabilidade desses 250 mil paga uma cota de meio milhão para esse cliente.
E basicamente a diferença continua corrigindo esse capital. Por quê? Se demorar 3, 4, 5 anos para ele obter essa conta de inflação, ele tem a liquidez desse capital e esse capital está corrigido dentro da inflação. Sim. Entende? Então esses 250 mil, ele não perdeu para a inflação.
A inflação não comeu esse capital dele. Então, basicamente, a gente trabalha com algumas estratégias exatamente para esses pontos. Eu fui dar uma lida a respeito, vi alguns vídeos no YouTube também, e quando se fala em consórcio, muitos exemplos que são dados, vocês já falaram por cima, eu quero me aprofundar um pouco mais. É o lance da alavancagem pensando muito em imóvel. É o lance de um investimento que acaba pagando a própria cota.
Então você tem um valor que você consegue dar entrada, que seja num imóvel, o rendimento de um aluguel você já consegue, inclusive, pagar e reinvestir, talvez numa outra cota. Eu acho que essa é uma característica muito interessante. Vocês podem falar um pouco mais sobre isso nesse investimento em imóveis, por exemplo? Claro, vamos lá. Muitas pessoas...
quando tem um crédito lá de 400 mil reais na mão, não sabe o que fazer com esse crédito. É isso, né? Muita gente, muita gente, muita gente. É aí que entra o nosso trabalho, tá?
Eu, particularmente, gosto muito de imóvel para short stay. O que é short stay? Locação por temporada. Airbnb, House E. Os estúdios hoje. Exatamente. Estúdio. Então, vamos lá, 400 mil reais. Se você for investir 400 mil reais em uma cidade convencional no interior, vai te dar um retorno de aluguel normal, liberando 0,5%.
Quando você direciona para um imóvel estratégico, o valor vai mais ou menos de 1,1% ao mês. Entendi. Em por temporada. Perfeito. Então, por exemplo, você vai comprar um estúdio, que é o nome chique para Kitnet em São Paulo, apartamento pequeno ali de 24 metros quadrados. Se você deixar este estúdio locado no Airbnb por 20 noites,
ele vai te dar um retorno mais ou menos de R$4.500 por mês. É simples, só entrar no Airbnb lá, como simulador de aluguel, ele vai dar mais ou menos isso de rentabilidade por mês. Então entenda que você direcionando o seu recurso, a tua carta de crédito contemplada, em um imóvel estratégico, você vai conseguir obter uma receita muito melhor do que você investir em alguma outra...
Cidade. Daí por isso que a gente sempre fala, você precisa ter uma carta de crédito para você alavancar. Você começa o seu patrimônio. Exato. Por quê? Uma carta de crédito contemplada de R$ 400 mil, você pós a contemplação, o imóvel locado vai se pagar e vai sobrar dinheiro para você repetir a operação.
Eu quero até fechar esse exemplo. Uma carta de R$400 mil. A parcela deve girar em torno de quanto, Elio? Para a gente ter uma noção. Meia parcela mais ou menos na casa de R$1.600. Entendi. R$1.200. R$1.200. Olha aí, um exemplo bem prático. E aí você pode fazer essa operação com R$400 mil. Exato. Um imóvel estratégico. E o próprio rendimento do imóvel paga e sobra da sua conta. Sim. Entende? Então daí inicia-se o processo de autoquitação do imóvel.
O imóvel locado, quem vai pagar a parcela, não vai ser você, vai ser o seu inquilino. Sim. Entendeu? Então, uma carta de crédito contemplado, o inquilino vai pagar o seu consórcio, vai sobrar dinheiro para você repetir a operação. Então, um imóvel vira dois. Dois imóveis vão virar quatro imóveis e você vai repetindo a operação. Isso é alavancagem patrimonial.
E aí você vê que muita gente consegue construir esse patrimônio com imóveis, etc. Através de estratégia como essa. Sim, exato. Porque é o que vai te dar segurança no longo prazo. Para você chegar lá numa idade da vida com 50, 60 anos, você poder estar morando na praia. O imóvel vai estar pago, valorizou nesse tempo todo. O imóvel vai estar pago, ele vai ter valorizado e você vai ter uma renda pingando todo mês. Por quê? Porque você se planejou para a construção do seu patrimônio.
Muito bom. Outra opção que vocês citaram como interessante, que a pessoa que entra num consórcio pode ganhar dinheiro em cima, é com a venda da carta. Explica como é que funciona isso. Bom, vamos lá, Diego. A venda da carta, cara, nada mais é do que basicamente uma segunda linha de crédito, é uma alternativa. É um crédito alternativo hoje no mercado. Por quê? Vamos lá, a gente sabe que financiamento está na estratosfera. Isso ali que batendo 14%, por mais que teve um corte hoje.
na taxa Selic, mas basicamente, a carta contemplada vai ser uma alternativa de crédito no mercado. Então, basicamente, o que acontece? Hoje, contemplou um crédito de um cliente nosso. O consórcio é tão barato que hoje compensa muito mais ele revender essa cota, vender para a gente e a gente ir lá no mercado, revender essa cota para o consumidor final, que ainda vai ser mais em conta do que um financiamento para quem precisa do crédito imediato.
Entende? Ganha o cliente, basicamente que fez a carta do início, o investidor. Ganha o corretor que vai fazer a intermediação e vender essa cota no mercado. E vende o cliente final que entra aí no financiamento. Só para você ver a dinâmica, o quão o consórcio é valioso para esse ponto. Ele é um produto tão barato que mesmo todo mundo ganhando dinheiro na operação, ainda vai sair mais em conta do financiamento.
eu percebo que o mercado dos consórcios está muito aquecido. Então, por isso também é muito legal ter vocês aqui para falar com propriedade sobre o assunto. A gente também cumpre um papel aqui de divulgar informações e utilidade pública. E quando a gente fala em investimento, seja consórcio ou não, acho que uma palavra que sempre vem à mente das pessoas é o seguinte, é segurança.
Então, sobretudo, a gente vive um momento no noticiário brasileiro, é banco master para cá, os investimentos têm ou não lastro, eles são ou não garantidos por algum tipo de fundo ligado ao governo. Vamos falar um pouco sobre isso? A segurança que o investimento consórcio proporciona para quem quer colocar ali a sua energia, o seu investimento. Fala um pouco sobre isso para a gente.
Bom, vamos lá, Diego. O consórcio hoje é regido e protegido pela Lei 11.795 de 2008. Essa lei é a lei de proteção aos consórcios. O Banco Central é o órgão regulador do consórcio. Então, basicamente, o que o consórcio é? Ele é um grupo de pessoas.
várias pessoas unidas para um bem comum ali, que é cada um adquirir esse crédito no final. Então, o que essa lei garante hoje dentro da operação? Basicamente, o Banco Central faz uma auditoria todo mês dentro de todas as administradoras, para ver se o saldo que foi arrecadado do grupo, se foi liberado para os consorciados.
Antes do início do grupo, as administradoras são obrigadas a deixar o valor do teto de contemplação em garantia. Um exemplo, vai formar um grupo de um milhão, basicamente no teto desse grupo vai arrecadar 10 milhões de reais. Antes do início desse grupo, a administradora é obrigada a deixar 10 milhões como garantia para o Banco Central. Por quê? Numa eventual...
não repasse desses valores numa quebra de administradora, o Banco Central faz a liquidação da administradora, repassa essa carteira de clientes para uma nova administradora, para seguir o jogo no mês seguinte, e dali em diante, o que foi deixado em garantia cobre esse saldo aí. Então, basicamente, hoje se a gente for analisar o cenário como um todo, é um dos investimentos mais seguros que tem no mercado hoje.
É muito interessante, porque o consórcio faz, inclusive, imagino que existe esse modelo em outros países também, mas ele faz muito parte da cultura do brasileiro, porque todo mundo já participou, às vezes, de um grupo de consórcio, eu não sei se o termo é informal, mas tem a família que faz um consórcio para aquela viagem da praia no fim do ano, ou tem alguém do trabalho que costuma fazer aquela...
administrar de maneira informal o consórcio. Então, ao mesmo tempo que as pessoas talvez não saibam a dimensão que tomou a possibilidade que um consórcio oferece hoje, que é o caso, que o trabalho que a Uru faz, mas todos têm essa noção meio que cultural de fazer um consórcio. Então, sabem que é seguro, é um grupo de pessoas e, no fim, um acaba ajudando o outro. A lógica é...
É essa também, né? Só falta justamente talvez para alguns entender que, olha, dentro de um sistema profissional, de uma empresa que presta essa consultoria, as possibilidades são infinitas para isso. Mas o consórcio está na cultura do brasileiro. Eu estou enganado, Elio. Cara, o consórcio só existe no Brasil. Eu chutei. Então é só no Brasil mesmo. É só no Brasil que existe o sistema de consórcio.
E ele é tão interessante, porque muitas pessoas falam, mas eu não quero pagar juros, mas eu não quero pagar juros. No consórcio não existe juros. Existe a taxa de administração, que é o lucro da administradora. Mas se você for analisar a taxa de administração com uma taxa de juros em um financiamento, ela é completamente irrisória. Ela é muito, muito, muito, muito baixa. Então é uma operação com encargo.
baixíssimo. Por isso que ele é tão bem visto assim. O que as pessoas falam muito ah, mas o consórcio demora. Mas ele demora comparando com o que? Perfeito. A gente tem que analisar isso. O imediatismo, ele tem o preço. E esse preço, ele se chama juros. Se a pessoa está disposta a pagar os juros...
É uma opção pessoal dela. Mas quem tem dó de dinheiro se organiza financeiramente, faz um consórcio com o objetivo do longo prazo, ele está alavancando para estar conquistando o patrimônio dele.
Nesse mercado aquecido dos consórcios, é importante falar também dos diferenciais que a empresa de vocês, a URU, investimentos em consórcio, oferece. Fala um pouco para a gente. Bom, Diego... Em relação ao mercado, as demais empresas. Vamos lá, cara. Hoje, se a gente for analisar, fazer uma comparação com... A HS foi a pioneira na questão da implementação da minha parcela. Outras empresas tentaram copiar o formato antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo antigo ant
de arrecadação do grupo como a HS faz. Porém, hoje a gente tem três pilares dentro da HS, que é a empresa, o cliente e o corretor. Então, o negócio tem que ser bom para ambas as partes. Tem que ser bom para o meu cliente final, tem que ser bom para a administradora e tem que ser bom para a gente que é corretor que está na linha final.
Então, basicamente, cara, hoje a HS só cobra taxa de administração frente ao meio crédito. Um exemplo, se você entrou num grupo lá de 500 mil reais, nesse exemplo, mas você está pagando meia parcela, a tua taxa de administração que o administrador vai retirar todo mês é somente frente ao meio crédito.
Entende? Já nas outras administradoras, o que vai acontecer? Elas vão tirar sobre o crédito integral. E isso, o que vai acontecer com o caixa do grupo? Vai diminuir o caixa do grupo. Certo. Entende? Então, basicamente, a única administradora hoje, no Brasil, que trabalha nesse formato, hoje é a HS Consorcio.
que é a empresa que a gente tem a representação. A U representa a HS. HS, consórcio. Então, a gente tem esses três pilares que para a gente é inegociável. Para a companhia é inegociável. Recentemente, agora em janeiro, a gente estava no Rio Grande do Sul, que é uma empresa gaúcha.
e lá, todos os anos, nas nossas convenções, nas nossas reuniões de rota, é sempre exposto isso, que é sempre a empresa vai olhar os três pilares, o negócio tem que ser bom para ambas as partes. Muito bem, algumas pessoas perguntaram sobre a questão do rendimento, taxa Selic, índice de correção, no caso do consórcio, quais são os índices que operam e se aplicam ao investimento?
Bom, hoje, Diagão, o índice de correção é o INCC, o Índice Nacional de Custo da Construção. Por quê? Basicamente, se você fez um consórcio hoje e demorou três anos para você contemplar, basicamente existe um período de inflação esses três anos. Então, a correção hoje vem muito mais para ajudar...
esse cliente não perder poder de compra justamente para isso. Para que esses 300 mil que você adquiriu hoje, daqui 3, 4, 5 anos, ele tenha o mesmo poder de compra. Se você adquirir um crédito hoje de 300 mil reais que constrói 120 metros quadrados, daqui 3 anos ele tem que construir os mesmos 120 metros quadrados. Legal.
Então esse índice de correção vem muito mais para ajudar. As pessoas falam, ah, Ramon, mas basicamente vai corrigir a minha parcela depois de contemplado? Vai corrigir, porém o aluguel que você está recebendo do teu imóvel, ele vai ser corrigido também. Então basicamente o próprio investimento se paga em cima desse sentido, até nas correções após a contemplação.
Então, basicamente, o consórcio é uma ferramenta incrível e que muita gente tem um preconceito por não entender como funcionam os mecanismos. Boa. Eu quero agora traçar alguns exemplos até para que as pessoas se identifiquem, aqueles que nos acompanham, e possam ter de maneira muito clara o porquê que, no caso delas, o consórcio pode, de fato, ser uma opção interessante para investimento.
O primeiro exemplo seria o seguinte, um jovem casal, você falou sobre isso, né, Helio? Casou agora e eles estão, por enquanto, ainda talvez ali numa casa de aluguel, mas o objetivo deles é ter a própria casa, mas não tem o capital imediato. Para esse cenário, ou um casal, ou um solteiro, enfim, alguém jovem que quer ter a primeira casa própria, como é que o consórcio se encaixaria numa estratégia legal para essa pessoa, mesmo que seja para médio ou longo prazo?
Cara, a gente teria que analisar a renda familiar do casal. Dentro da renda familiar e dentro do valor que eles tiverem disponíveis para a operação, seria ótimo. Por quê? Vamos supor que é um casal que ele tenha disponível ali aproximadamente 600 reais por mês. 600 reais por mês, ele consegue programar financeiramente um crédito de 200 mil reais. Então, se é um casal que já...
já estava se programando, já tem o terreninho ali, só está precisando do crédito para a execução da obra, seria um crédito relativamente bom para quem está começando. Tudo depende do objetivo do casal e da situação financeira dele. Então hoje, um crédito de R$200 mil?
o consorciado vai pagar 615 reais por mês. Entendi. Entrando dentro das estratégias dos grupos fidelidades que o Ramon falou há um tempo atrás, com 18 meses você vai estar participando com menos de 10% da massa total do grupo. A chance aumenta muito.
Exato. Então tudo é questão, eu falo, para quem quer atingir um objetivo no longo prazo, tem que fazer alguns sacrifícios. Claro. Então às vezes, ah, mas vai ficar muito apertado no meu orçamento pagando o meu aluguel. Mas é um sacrifício que você vai estar fazendo para o seu imóvel próprio. Quando você paga um aluguel, você está ajudando o dono do imóvel a aumentar o patrimônio dele.
Não o seu. Legal. Então, são estratégias que as pessoas têm que começar a pensar na construção do patrimônio próprio. O ajuste do orçamento pessoal da família em relação ao crédito é questão de negociação. Uma coisa que me ocorreu a partir de um comentário do Ramon é se o consórcio pode ser, de fato, uma previdência privada. A pessoa também é jovem. Não, eu vou investir no consórcio para daqui a...
sei lá quantos anos, eu sei que eu vou ter aquele que seja 100 mil, 200 mil, 500 mil, que vai estar rendendo desde o início os juros, o índice em cima da carta, e em determinado momento eu vou ter acesso a isso. É também um caminho para ter isso? Como um dinheiro, depois eu vou ver o que eu vou fazer com isso, mas eu tenho garantido lá no fim essa grana.
É um caminho também, Ramon? É um caminho, Diego. Hoje, se a gente for comparar essa questão da previdência, depois de contemplado, no final do período, se a gente for dar o exemplo de um crédito de 100 mil, o prazo de 180 meses, no final desse período, desses 180 meses, esse cliente resgata todo o crédito corrigido com esses juros, líquido de imposto de renda. Esse 1,10% que nós mencionamos,
ele já vem líquido de imposto de renda. Entendi. Entendi. Porque, basicamente, se a gente ver alguns fundos de previdência que pagam ali 1,20%, 1,30%, só que, basicamente, na hora que você for resgatar, você vai ter que pagar o imposto de renda. No consórcio, no final do plano, na hora que você for resgatar, ele já vai sair líquido para você de imposto de renda no caso. Tudo bem. Deixa eu mandar um alô aqui para os nossos amigos lá do... Como é que chama? O glorioso Boteco do Diegão, está certo, Demarque?
Rodrigo e o meu xará Diego, obrigado pela audiência, estamos juntos aqui no YouTube. Santa Cruz é um município muito forte no agro também. E aí eu penso em um investimento como esse para compra de maquinário, terreno. Esse público também tem procurado vocês? Fala um pouquinho para a galera do agro aí, Hélio.
Dá para estar planejando troca de colheitadeira, troca de pulverizador, maquinário agrícola, compra, aumento de gleba de fazenda, dá para fazer levantamento de capital em cima da própria terra. Assim, dá para trabalhar de uma forma muito, muito, muito legal, analisando ali o objetivo do cliente e o que ele tem disponível para a gente estar trabalhando.
Pode falar. Um gancho, já que você entrou nesse assunto da área rural, o consórcio auxilia muito na questão da blindagem de patrimônio.
na questão da holding. Basicamente, você consegue adquirir e multiplicar patrimônio através da holding com o consórcio. Explica mais detalhadamente como é que funciona. Vamos lá. Você faz um consórcio, basicamente, as suas terras estão na sua pessoa física, certo? Você faz um consórcio na holding. Você comprou, você contemplou essa cota, a holding compra essas terras da pessoa jurídica.
Entende? Então, basicamente, a gente consegue levantar o capital, levantar o capital da diferença, e mais, basicamente, a blindagem do patrimônio desse cliente. Interessante. É consórcio para a pessoa física, mas também para a pessoa jurídica. É interessante também? Em que situações? Fala para a gente. Na mesma situação, em relação a alavancar patrimônio.
independente da pessoa física de começar o patrimônio dela ali aumentar o patrimônio dela para a pessoa jurídica é fantástico também em relação à expansão da empresa, colocar um capital para estar fomentando a indústria aumentando o processo de expansão então tanto para a pessoa física quanto para a pessoa jurídica faz sentido de uma forma estrondosa quando a gente analisa um do
um dos nossos cenários, quando a gente fala de alavancagem financeira para os nossos consorciados, um dos públicos finais de consumo da carta é muita pessoa jurídica. Entendi. Porque ele está precisando de um crédito para injetar na empresa dele, para fazer uma expansão, ele foi ver uma linha de crédito no banco, a taxa de juros está lá em cima. É onde ele prefere comprar uma carta de crédito já contemplada, né?
para ele estar colocando dentro da empresa dele. Então a operação compensa ele comprar a carta de crédito já contemplada do que ele fazer um financiamento no banco. Vou ser falar também, Ramon. E um ponto bastante importante que a gente sempre fala nos nossos atendimentos. O quanto o teu CNPJ está deixando de patrimônio para o teu CPF?
A gente vê as pessoas trabalhando, empresário trabalhando ali, dia a dia, mas o quanto o teu suor, o quanto basicamente o teu esforço está deixando para você, não só empresário, para você trabalhador também, o quanto esse teu esforço está deixando de patrimônio para você lá na frente.
É basicamente isso. Eu convido realmente as pessoas a refletir um pouco em relação a esse ponto. O quanto o teu trabalho, o quanto o teu suor está deixando para você lá na frente de patrimônio. É isso. É sobre prosperidade e fazer valer todo o esforço, a dedicação, mas você ter um resultado na ponta. Você de fato conseguir colher os frutos dessa dedicação toda aí. Acho que é excelente. Queria que vocês falassem agora...
Na prática, quem está nos ouvindo aqui, quem vai assistir depois as gravações também e está interessado, quer saber um pouco mais. Como é que funciona o atendimento lá na Uru? Vocês vão até o cliente, os clientes vão até vocês. Simule aí um atendimento padrão lá da Uru Investimentos em Consórcio. Como é que funciona, Ramon?
Cara, hoje eu praticamente sou 100% rua, né? Sim. Eu falo que assim, se você quer esconder de mim, você vai no escritório. Certo. Ao não ser depois das 18. Mas basicamente a gente vai até o cliente, a gente faz todo esse atendimento, a gente dá todo o suporte. Basicamente, hoje a HS,
para quem está ouvindo entender como que funciona. A companhia tem uma solidez tão expressiva. E o que ela faz? Justamente porque a gente vê muito as pessoas vendendo o produto e virando as costas e esquecendo do cliente. As nossas comissões, só para você entender como que funciona, as nossas comissões são retidas 50% na hora da adesão.
e 50% na hora da contemplação desse cliente. Tem que ter o pós-venda aí. Exato. Então a gente faz todo o pós-venda. Os vencimentos de assembleia são todo dia 10. Dia 9 já chegam os boletos enviados automáticos para os clientes. Dia 10 a gente encaminha novamente uma mensagem para lembrar o cliente, para que ele não perca a data de vencimento. Então a gente dá todo esse suporte. Um, porque cliente contemplado vai indicar mais clientes.
E segundo, basicamente, também, por essa questão financeira. Então, assim, quando a gente fala dos três pilares, é exatamente isso. Eu não quero só vender uma carta de crédito e virar as costas para o meu cliente e deixar ele haver navios. Não. Então, a HS, que é a companhia nossa, que a gente tem a representação, que é o Representa.
ela trabalha dessa forma. Então, basicamente, a gente tem todo esse trabalho de pós-venda, todo esse acompanhamento. Então, basicamente, do início ao fim do plano, a gente vai estar sempre aqui de portas abertas. E geograficamente, vocês representam clientes do Brasil inteiro, é isso?
Temos clientes no Rio de Janeiro O pessoal da Bahia, inclusive Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo, Goiás Cara, todo o campo Graças a Deus não tem limite geográfico Aliás, um grande abraço É o quarto do cliente Indica bastante cliente pra gente Muito bom
Eu queria também abrir esse espaço. Como eu não sou especialista, a gente vai meio que perguntando aquela dúvida do senso comum. O professor da faculdade falava assim, o jornalista tem que fazer o papel do Homer Simpson. Por mais que a pergunta seja simples, você tem que entender que a sua pergunta simples vai esclarecer a dúvida de todo mundo. Mas talvez alguma outra informação, algum recado que vocês acham importante que a gente não falou a respeito disso antes de encaminhar para o fim da entrevista. Fica à vontade aí, Ramon.
Algum tópico, alguma coisa que a gente não comentou aqui? Sabe o que eu acho interessante falar? Um público muito...
Legal, nos procura falando o seguinte, eu tenho financiamento da minha casa, estou pagando financiamento da minha casa e queria fazer um consórcio. Uma das manobras que a gente faz que é muito interessante é a substituição de dívida. Explica para a gente. Eles chamam interveniente quitante. Então a pessoa foi lá e entrou num financiamento imobiliário, o prazo de financiamento imobiliário costuma ser de 360 a 420 meses, com juros de um financiamento, que não é um juros barato.
o que nós fazemos? a gente verifica o saldo devedor do financiamento do imóvel o meu saldo devedor é 200 mil reais no exemplo, a gente faz uma carta de crédito de um valor aproximado aos 200 mil reais do saldo devedor com que objetivo?
contemplou o consórcio, o consórcio vai lá, quita o saldo devedor do financiamento e ele fica pagando apenas o consórcio, porque o consórcio não tem juros. Perfeito. O consórcio tem só a taxa de administração. Vale muito a pena fazer essa troca de dívida. Exato. Então, o que acontece? O cliente vai sair de um financiamento com prazo de 360.
a 420 meses, para um parcelamento de 180 a 220, vai cair pela metade, sem falar na imensidão de juros, que ele vai deixar de pagar. Então, é uma manobra fantástica, fantástica, fantástica, que muita gente pergunta, dá para fazer? Como é que funciona? Então, dá para fazer, funciona muito bem, é só questão de planejamento.
Quer falar, Ramon? Um outro comparativo que a gente faz, o pessoal que às vezes acaba, tem essa cultura, vou comprar um lote para eu guardar dinheiro. Cara, com o mesmo valor de aporte que você vai comprar um lote, com a gente você compra o lote e a construção. Porque hoje R$ 900 de parcela é um crédito, equivalente a um crédito de R$ 300 mil.
Entende? Que basicamente, depois de contemplado, você compra o lote à vista, porque o consórcio, basicamente, é poder de compra, é poder de compra à vista. Você tem poder de barganha e, basicamente, os 200 mil da diferença, você acaba construindo o teu imóvel ali. Tem um tipo de investidor também, é curioso, me ocorreu agora. Tem aquela pessoa que tem dificuldade em poupar.
Então a pessoa... Eu preciso guardar dinheiro de alguma forma. Então eu vou entrar nisso, naquilo. Por que não um consórcio? É uma boa para esse público também. Ou ela investe em alguma coisa, ou o dinheiro entra e some. Tem isso também. Dentro das siglas que eu falei para você do API, aquisição, poupança e investimento, esse público entra na poupança. Entendi. É até engraçado quando a gente vai bater um papo com esse perfil de cliente, porque eles falam assim, cara, eu preciso me proteger. Deu mesmo.
É isso aí, exatamente. Então assim, eu preciso de um boleto. É a galera do boleto. Se eu tenho um boleto, eu pago. Eu estou pagando ali, eu estou guardando dinheiro de uma forma forçada. E assim, é legal porque quando a pessoa menos espera, ela alavanca de uma maneira muito legal. Esta semana passada, nós tivemos uma cliente contemplada. Ela pagou quanto, Ramon? 17 parcelas. Ela pagou 17 parcelas. Ela investiu aproximadamente 6 mil reais. Sim, sim.
5.900. 5.900, né? Ela investiu 5.900. O crédito contemplado dela era um crédito aproximadamente de 78 mil reais. Olha que legal. É o cliente que eu amo. É o cliente que eu amo, porque não estava esperando a contemplação. Investiu pouco capital. Nós fizemos uma oferta de compra da carta de crédito dela na hora por 15.800.
15.600 reais. Entendi. Ela optou por vender a carta de crédito. Entendi. Nesse caso, só para entender, ela vende a carta de crédito, é isso? Então ela pagou até aquele momento quanto? Nesse exemplo, ela pagou 5.800 reais aproximadamente. E ela vende por 15 mil? Vendeu por 15 mil. Mas ela não tem que continuar pagando? Não, daí ela vendeu, ela saiu da dívida. Então ela ganhou em cima desse... Ela alavancou financeiramente aproximadamente 10 mil reais.
Hoje a gente garante a compra das cotas com ágio de 20%. A URU garante 100% das contas da cota com 20%. E ela era esse perfil da turma do boleto. Tem que ter um boleto para pagar ali. Exato. Era da turma do boleto. Entendi. Era da turma do boleto. Uma forma diferente de poupar. Não interessa isso aí. Depois nós vamos trocar ideia. Eu sou da turma que você tem que ter um boleto para pagar, senão o dinheiro escorre entre os dedos. Pela chacoalhada de cabeça aqui, eu acho que tem dois.
O Bruno é mais comedido ainda. Eu tenho que me cuidar um pouco mais. É muito legal isso, hein, cara? Que bacana. É fantástico. Então é um produto muito bom. Por quê? E um bom exemplo de valor. Desculpa te cortar também, né? A carta dela é de R$78.000. O dela era um crédito de R$100.000. Era um crédito de R$100.000. Ela pagava R$341.000 por mês. Daí corrigiu, né? Se você não cuidar, desaparece esse R$300.000 no mês. Aí não vem ver, né?
Diego, 300 reais por mês, muita gente gasta com porcaria. É isso. Tem gente que gasta isso com cigarro. Sim. Tem gente que gosta de tomar uma cerveja, vai lá... Sentado num boteco. Num happy hour. Então, tem gente que precisa de boleto para construir patrimônio. Era o caso deste cliente que, felizmente, alavancou financeiramente, saiu feliz da operação e tem certeza que vai repetir a operação em breve.
Muito bom. Agora, mais algum caso como esse? Algum outro exemplo? Algum investimento que vocês queiram compartilhar? Cara, a gente teve um caso de um cliente. Cara, esse assim, pra você ver o quanto basicamente essa alavancagem da venda ela é interessante. O cliente era uma cota dessa de 100 mil também. O cliente pagou duas parcelas. Ele investiu 684 reais. Pagou duas parcelinhas. Contemplou. Ele vendeu a cota dele por 20 mil.
Não importa se você pagou uma, duas ou dez, a gente paga os 20% do crédito. Esse cliente foi engraçado porque ele ficou tão feliz que ele levou um litro de uísque para mim. Vocês merecem, né?
Claro, eu imagino que é exceção o cara ser sorteado na segunda. Não deve ser tão comum. Eu falo assim, o consórcio só contempla para quem faz. Não adianta você esperar contemplação se você não tem uma cota de consórcio ativa. Ele foi muito sortudo. O dele foi mera sorte. Sem questionar. Porque o dessa cliente que contemplou na semana passada...
O dela contemplou usando as estratégias das fidelidades. O dela estava no fidelidade de 12. Porém, ela contemplou já no 6. Entende? Ela fazia mais de um ano. Veio pagando o consórcio dela certinho, bonitinho. Na hora que contemplou, basicamente contemplou pelo fidelidade de 6. Não esperou nem chegar no 12.
Porque ela já estava uns 12 meses pagando em dia as parcelas. São exemplos na prática que mostram as várias formas que um consórcio pode servir para alavancar o patrimônio para a pessoa. E nesses casos aí, ela mais que dobra o investimento em pouco tempo. Serve como exemplo do método. Exatamente.
senhores, para a gente, da minha parte de encaminhar para o final, muitas informações interessantes, relevantes mas eu quero que vocês falem diretamente para o público, fala ouvinte vendo rádio, ouvinte porque o consórcio é um bom investimento, uma pergunta bem genérica talvez eu pudesse ter feito no começo, vou deixar para o final agora, para quem acompanhou toda a entrevista, já tem subsídio suficiente para montar a sua ideia sobre isso aqui que a gente está falando antigo
Mas para a gente reforçar, o porquê, na visão de vocês, o consórcio hoje é uma baita opção de investimento, em especial na Uhul. Começando com o Ramon aí. Cara, hoje o consórcio, ele se torna uma opção de investimento justamente para te ajudar a acelerar esse processo. Porque você sozinho vai demorar quanto tempo para você chegar lá. Com o consórcio, ele é uma ferramenta de você acelerar esse período de uma forma estratégica e inteligente.
então basicamente a gente está nesse planejamento justamente por conta disso, de auxiliar quem está ouvindo os nossos clientes a atingir esse objetivo de uma forma estratégica e inteligente nesse caso. Hélio, definindo um consórcio para você e por que ele é uma baita opção de investimento hoje?
Cara, se tem algo que todo mundo precisa a curto, médio e longo prazo, que todo mundo vai precisar é de dinheiro. Sem dúvida. Então, é uma hipocrisia muito grande a pessoa falar ah, não, eu não preciso disso. Ela pode não se planejar desta maneira. Então, quando ele fala que é um acelerador de caminho, é um atalho, é exatamente nesta situação. Nós precisamos hoje e vamos precisar amanhã de dinheiro.
Se você tem a opção de você acelerar isso, descapitalizando pouco por mês, por que não o consórcio? Fica a reflexão, por que não? Às vezes algumas pessoas têm traumas por ter adquirido um consórcio com um profissional que não foi tão transparente. Isso é importante também. Se tem uma coisa que a gente zela é por transparência. Nosso escritório fica na Avenida Tiradentes, número 799, e não vamos sair de lá.
Vocês estão colocando o rosto aqui, todo mundo conhece. Entendeu? Se eu depender de uma garantia de contemplação pra você, se você perguntar pra mim, Elinho, você garante a contemplação pra mim em 12 meses, eu fecho o negócio com você. Diego, cara, vamos tomar cerveja, vamos bater um papo e deixa o negócio pra lá, porque não depende de mim.
A gente pode traçar a estratégia. Dá para vender terreno na lua para o cara. Exato, a gente vai traçar a estratégia, a gente vai te dar o norte, mas não depende de mim. Se eu garantisse a contemplação, eu não venderia consórcio, eu só compraria. Aí é o negócio da China, né? Você entende? Só que eu invisto em consórcio e eu estou construindo o meu patrimônio desta forma. Graças a Deus, Deus só está abençoando e está dando certo.
Que bom. Amém. Para todos nós, né? É isso. E um ponto que o Elinho acabou tocando é a questão de existem dentro do mercado de consórcio, infelizmente como todo mercado existem os bons e os maus profissionais. Claro. E no consórcio não é diferente. Uma dica para quem está assistindo. Cara, se vem com promessa fácil, que em 12 meses eu garanto. Cara, esquece.
Não vai. Porque basicamente, o que acontece? Esses 12 meses é o período que a comissão desse vendedor não vai se tornar mais. Entende? Então, basicamente, no mercado de consórcio, existe muito disso ainda. De vendedores ali que brincam com o sonho das pessoas.
É isso, não é qualquer coisa. Não é qualquer coisa. São pessoas com sonhos que muitas vezes buscam você. Exato, e que esse é o caminho. Esse é o caminho para você atingir de uma forma mais inteligente o sonho das pessoas. Infelizmente, como todo mercado, existem... Eu acho que não pode nem chamar de profissional uma pessoa que trabalha de uma forma dessa.
Muito bom, cara. Adorei o papo. Um segmento que eu conheci há pouco. Me inteirei um pouco mais para poder conversar com vocês e vou passar a recomendar. Não apenas porque a partir de agora a URU estará bastante presente aqui. Vocês vão ver bastante a URU Investimentos, a Correto Seguros aqui em todas as plataformas do Página D. Site, TikTok, Instagram, Facebook. Mas eu gosto, inclusive, e a gente falava um pouco sobre isso antes de começar a entrevista.
A gente busca parceiros que de alguma forma também se alinhem com a proposta do nosso veículo de comunicação, que é levar a boa informação com responsabilidade, com transparência. O Página D aqui, e não só o PDCast, todo mundo está aqui. Meu rosto está aqui todo dia, eu estou aparecendo. Não é página pirata. Tudo que é publicado tem a minha assinatura ali. Os acertos e erros têm a quem recorrer caso aconteça. Então, a gente busca parceiros que entendam também.
que esse tipo de valor é inegociável. Seriedade, transparência. Então, para a gente também é uma honra contar com vocês a partir de hoje aqui no nosso PDCast, no Página D de forma geral. Vamos produzir muito conteúdo legal com vocês aí, porque são informações que podem mudar a vida das pessoas.
Não é exagero, o que vocês estão mostrando aqui é, inclusive num país que tem a realidade como a nossa, uma ferramenta como essa pode ser justamente o diferencial, a distância entre a pessoa, às vezes trabalhar a vida inteira e não alcançar o objetivo e realmente concretizar aquilo que era o que ela esperava ou sozinha ou com o casal, com a família. Então, para mim foi bem interessante até aqui.
Espero que a gente tenha outras boas conversas e produza conteúdos legais a respeito desse e de outros temas. Se quiserem dar mais algum recado, fiquem à vontade. Se quiserem falar como é que as pessoas podem ligar para você, endereço, fica à vontade para dar o recado final, Ramon.
Jegão, agradeço pelo espaço aberto aqui para a gente. E para quem quer conhecer um pouco mais, quer conhecer detalhadamente sobre todos os pontos da nossa operação, o nosso escritório fica ali na Avenida Tiradentes, número 799. Pode estar me procurando lá. A gente pode estar marcando um bate-papo, explicando detalhadamente todos os pontos e as objeções que possam estar surgindo.
Em um próximo episódio a gente vai relembrar histórias do Budega. O Ramon deixa off. Uma boa. Olha, satisfação conhecê-lo pessoalmente. Já conhecia o seu trabalho, as suas empresas. E as referências que antecederam sempre foram as melhores. Só se confirmou aqui, trocando uma ideia pessoalmente com você. Fica à vontade para as suas considerações.
Obrigado, Diego. Agradeço novamente pelo bate-papo. Foi muito bom conhecê-lo pessoalmente. Sabe onde fica o escritório? Avenida Tiradentes, 799. O café é grátis. Mas não garanto, às vezes, você sai de lá com uma cota de consórcio. Nós vamos conversar em off.
agradeço muito o espaço, agradeço muito a atenção de vocês, foram fantásticos, muito obrigado mesmo. Obrigado, é isso. Então nós conversamos com o Ramon Murilo, que ele é o gerente comercial da Uru Investimentos, e com o Hélio Ferreira, que é o diretor do Grupo Correto. Essa potência em toda a nossa região. Obrigado, viu, senhores? Sucesso, vamos falar bastante aí nos próximos meses, combinado?
Obrigado, Diego. Quero agradecer a todas e todos vocês que nos acompanharam nesse episódio 54. Lembrando, vai ficar salvo na íntegra essa entrevista aqui no nosso YouTube. Tem inclusive uma lista para você assistir todos os episódios anteriores. No Facebook também fica salvo, só que a plataforma está de rosca, mudou a regra. Depois de um mês ela apaga as lives. Então, para você garantir e assistir na íntegra, vai estar sempre salvo no YouTube.
A partir de amanhã, esse episódio também vai estar salvo para você ouvir no Spotify, na Amazon Music, Apple Podcast, em todas as plataformas de áudio, para você ouvir novamente, ou se perdeu algum trecho, vá também nas plataformas de áudio. Os cortes, os melhores momentos dessa entrevista, você vai acompanhar nos próximos dias em todas as plataformas do nosso PáginaD. No TikTok, estamos batendo 17 mil seguidores no TikTok. Está bombando, Bruno.
no nosso Instagram, também no nosso Facebook, batemos 21 mil pessoas também nos seguindo no Facebook. Os cortes dessa entrevista acompanhem nos próximos dias em todas as mídias sociais do Página D. Agradecendo as marcas e os patrocinadores, a partir de agora, Correto Seguros conosco, a Uhru Investimentos em Consórcio também conosco, um abraço para o nosso amigo Magno Alves, da Universidade do Cabelo, Pastel do Josias, conosco, Performa Natural, Alimento Superprêmio para Cães e Gatos.
Arrabal, assessoria e consultoria empresarial, Mufti Academia com três unidades em Santa Cruz, um abraço para o João Rafael novamente, o da Imobiliária Status, Supermercado São Sebastião e o SDI, o Serviço de Diagnóstico por Imagem da Santa Casa, todos os links, os perfis das redes sociais das empresas que estão conosco, você acompanha aqui também na descrição dessa live e os QR Codes que você teve ao longo desta transmissão.
agradecendo a ele, Bruno DeMarc, a fera das imagens, o craque, transmitimos este programa direto dos estúdios de DeMarc Produções em Santa Cruz. Algum recado, diretor? Mensagem de amor para a sua patroa? Quer fazer uma média? Nada? Vai cantar música do Lão Santana hoje para a gente? Hoje não? Então ele era cover do Lão Santana antes de entrar na fotografia. Tenho vídeos, vamos entregar ele qualquer dia. Obrigado a todos e todas vocês, uma excelente noite e até semana que vem. Tchau, tchau.
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