Se tem uma coisa que a repetição de um certo tipo de narrativa ensina as mulheres é que o autoabandono nunca chega com esse nome. Chega como virtude. Como prova de que você é capaz de amar além da superfície, de sustentar o que é difícil de amar, de enxergar quem ele é por dentro.
Nesse episódio, Jéssica Puga fala sobre narrativa e a Jornada da Heroína, o que ela é, o que ela não é, e por que o submundo que Perséfone atravessa faz uma pergunta que Odisseu nunca precisou responder.
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