Segredos Emocionantes por Trás do Dia das Mães #91
Neste episódio especial em homenagem ao Dia das Mães, recebemos Ana Victoria Tawil, escrevente e mãe inspiradora, para uma conversa emocionante sobre maternidade e carreira no mundo notarial. Ana compartilha sua trajetória, desde o início no cartório até se tornar uma referência na área, além de discutir os desafios de equilibrar a vida profissional e pessoal. Com momentos de emoção e humor, este episódio celebra as mães que enfrentam a dupla jornada com coragem e dedicação.
Assuntos deste episódio
- Maternidade e carreira
- Desafios no cartório
- Equilíbrio entre vida pessoal e profissional
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Especial Dia das Mães
Capítulos
00:00:00 Introdução e homenagem às mães
00:05:29 Ana Victoria Tawil se apresenta
00:10:23 Primeiras experiências no cartório
00:15:38 Desafios e aprendizados iniciais
00:20:16 Conciliando maternidade e carreira
00:25:25 Importância do preparo emocional
00:30:48 Reflexões sobre liderança no cartório
00:35:48 O papel das associações de classe
00:41:02 Gestão e administração no cartório
00:45:48 A importância da empatia
00:51:00 Conselhos para futuros escreventes
00:55:43 A influência da família na carreira
01:01:19 Perguntas dos filhos de Ana
01:05:54 Notariá entrevista Ana
01:11:09 Reflexões finais e agradecimentos
01:15:58 Mensagem para o Dia das Mães
01:21:09 Considerações finais
01:26:25 Encerramento e agradecimentos
01:31:32 Despedida e mensagem final
01:36:13 Fim do episódio
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- Conciliação carreira e maternidadeApresentação de Ana Victoria Tawil · Primeiras experiências no cartório · Desafios e aprendizados iniciais · Conciliação de maternidade e carreira · Importância do preparo emocional · Reflexões sobre liderança no cartório · Gestão e administração no cartório · A importância da empatia · Conselhos para futuros escreventes · A influência da família na carreira · Perguntas dos filhos de Ana · Notariá entrevista Ana · Reflexões finais e agradecimentos · Mensagem para o Dia das Mães
- O Papel do Escrevente e a Gestão do CartórioDiferença entre ser mãe e ter filho · A importância do preparo emocional na profissão · A necessidade de liderança e treinamento no cartório · A crítica à falta de preparo de alguns profissionais · A comparação do cartório com uma empresa · A importância da empatia e do bom atendimento · A atuação das associações de classe · A fiscalização pela corregedoria · A responsabilidade do tabelião · O conceito de cartório autogerenciável
- Paternidade e MaternidadeVisão dos filhos sobre a mãe Ana Victoria · A importância do amor e do apoio materno · A busca por ser um bom filho
- Clareza de propósito e objetivo de vidaA reflexão sobre o propósito de vida · A importância de ajudar o próximo · A busca por orientação divina
Em comemoração ao Dia das Mães, o episódio de hoje está emocionante. Nossa convidada é Ana Victoria Tauil. Escrevente, mãe, mulher inspiradora e host do Casal Notarial. Pega a pipoca e prepara o coração. No Casal Notarial, vamos desmistificar Pra quem sabe tudo e pra quem quer começar Esse podcast é pra você se liberar
caçal notarial vamos desmistificar pra quem sabe tudo e pra quem quer começar esse podcast é pra vocês
Olá, sejam muito bem-vindos a mais um episódio do podcast Casal Notarial. Eu sou o Cristiano. E a Senna Vitória. E esse podcast, como vocês já sabem, tem a missão de desmistificar o cartório. O que é desmistificar o cartório? É fazer um programa também em homenagem a você, mamãe, dona de casa, cheia de filho em casa.
E trabalha na rua, trabalha em casa, trabalha com os filhos. Criança chorando, cachorro latindo. E corre pra cá, corre pra lá, bota a roupa pra lavar. E vai pra casa e volta. E a criança demanda da mãe. Então, hoje, esse programa é especial pra você, mamãe, que até nosso Senhor Jesus precisou de uma mãe. Que dirá a nós? E esse podcast é pra quem?
Esse podcast é para quem sabe de cartório, para quem não sabe nada de cartório e para quem acha que sabe alguma coisa de cartório. Tá bom. E o que você está fazendo sentada aí? Pode fazer de novo. E o que você está fazendo sentada aí? Eu estou substituindo uma pessoa aí. É uma pessoa quem? Minha mãe.
E nossa entrevistada de hoje, então, nada mais é... Eu também vou querer isso aí no meu Dia dos Pais, sabia? Eu sabia. Porque eu não vou convidar ninguém para vir aqui no Dia dos Pais. Porque eu também vou querer... Ser entrevistada. Isso. Você vai falar mais do que você já falou. Vai ser mais caro, então. É. Então, uma salva de palmas para Ana Vitória, entrevistada do dia, mamãe.
que quer começar perguntando? Quem tá mais nervoso? Eu no primeiro episódio ou eles? Vai ser no primeiro episódio. Ih, tão tirando onda demais. Tá que a onda tá indo bem, né?
É mais fácil me botar pra lutar na final do Mundial do que fazer isso aqui. Gostei. Então fica aí, ó. Fica aí devendo, então, a final do Mundial. Bom, e pra você que chegou até aqui, se inscreve no nosso canal, ativa o nosso sininho, manda aquela satinha pra alguém ver. Porque quando você manda aquela satinha, o YouTube integra... É assim que fala. Entrega mais.
Como é que fala a sequência? Se inscreve no canal. Ativa o sininho. Ativa o sininho. E deixa o like e dá as estrelinhas. É muita coisa. Eu sempre esqueço essa parte. Mas, hoje, estamos aqui para fazer um episódio para você. Mamãe do cartório. Mamãe que não é do cartório. Mamãe corretora. Mamãe juíza. Mamãe advogada.
É um episódio mais que especial e uma homenagem aqui à mãe de vocês. E eu queria que vocês... Quem vai começar a fazer a primeira pergunta? É incrível.
Olha só, não precisa olhar aqui. Você pode fazer a pergunta que você quiser. Eu já perdi aqui a minha pauta. Mas vamos fazer o seguinte. Vamos deixar a nossa convidada se apresentar, né? É verdade. Porque senão fica muito... Então eu queria você, convidada, que você se apresentasse. Pô, mas eu não vou ganhar um presentinho hoje, não. Então, assim, um presente que a gente dá, você já tem. Esse é o presente. Esse é o presente. Esse é o presente. Um presente é o episódio. Exatamente. Ah, tá.
Represente o episódio. Podia falar assim, é uma honra, obrigada de ter você aqui, você ter essa disponibilidade. A gente está com você todo dia, mãe. É.
Então, é uma... Um episódio, assim, é para valorizar a mãe. É uma honra ter você todo dia. É... Que bonitinho. Então, por favor, nossa convidada, se apresente, fale um pouco da sua história, seu relacionamento com o cartório. Por que você escolheu o cartório? Porque, às vezes, as pessoas também nem sabem, né?
Quem está chegando hoje aqui no nosso canal, quem chegou há pouco tempo e nunca viu a nossa história, hoje, no caso, a história é dela, nós somos aqui os âncoras desse episódio, então, por favor, fique à vontade, o microfone é todo seu. Hoje ele vai falar mais do que o normal, mas, pelo menos hoje, ele vai ser obrigado a deixar eu falar, sem me interromper, inclusive.
Bom, meu nome é Ana Vitória, sou bacharel em Direito, quase uma faixa preta do Taekwondo e casada com o Cristiano Machado há mais de 25 anos. A gente não vai fazer isso, não. E mãe...
que é... Pode chorar, né? Pode. Eu já sei que hoje vai ter choradeira. E mãe do Henrique e da Helena. Não tinha o grande sonho de ser mãe até o dia que eu quis ser mãe. Então, foi uma...
Eu também não queria nem casar. Então, assim, foi uma coisa que foi construída ao longo dos anos e da vida. E eu não escolhi o cartório, né? O cartório me escolheu. Eu, quando passei, nunca pensei em fazer outra coisa, sem ser direito. Já contei essa história, mas vou contar de novo, então. Mas fui trabalhar no cartório porque eu precisava...
de dinheiro para pagar minha faculdade. E estágio não daria aquela condição e o salário do cartório dava. Tudo bem que era o salário inteiro, sobrava R$ 13,00, mas a gente segue firme e forte. E aí lá... Sobrava R$ 12,00. Sobrava R$ 12,00. É. Bom, brincadeiras à parte, sobrava pouquíssimo. E...
Foi assim que comecei no cartório, me formei, me especializei em registro público, quando ainda não se falava em direito notarial e registral. E, ao longo daí, depois de formada, conheci meu digníssimo marido. Inclusive...
Há uma semana, né? Dia 2 de maio, fez 31 anos de cartório. Ontem, mãe. Não, mas é porque vai lançar semana que vem, né? O tempo passa de forma diferente. Aquele é garoto. Tá aprendendo, né? É. 31 anos de cartório. Tem que treinar muito sparring aí. É, 31 anos de cartório. Então, assim... Continua. Não, e aí... Me casei.
E, depois de uma maturidade, em algum determinado momento, eu resolvi que queria ter um filho. Mas a gente esperou bastante para ter uma maturidade profissional e financeira também. Sim. Então, depois do relacionamento, a gente aguardou quase... Não, quase não, né? Aguardamos nove anos.
para poder ter o nosso primeiro filho. E logo em seguida, eu sempre quis ter dois filhos, e aí logo em seguida já nos preparamos para ter...
o segundo, que até pouco antes de nascer seria o segundo, e faltando um mês para nascer. A gente não, porque eu sempre falei que era uma menina. Todo mundo falava, não, mas é porque você quer muito uma menina. Eu falava, não é, gente, eu tenho certeza que é uma menina. Aí, quando a médica falou, a primeira vez, o primeiro médico falou assim, não, é um menino. Aí ele ligou para todo mundo para contar que era um menino. Aí eu falei assim, não fala, porque não é menino. Não, você é maluca.
Houve erro médico, houve erro médico. Você não sei o quê. Não é menino. Ligou para todo mundo. Aí, faltando pouco mais de um mês para nascer, aí a médica chegou no início da aula e falou assim, vocês querem saber o sexo?
Aí ele, não, já sei. Aí ela, mas é uma menina. Ele quase desmaiou. Poxa, então assim, vamos lá, né? Começar, a Helena quer fazer uma pergunta. Ela quer fazer a primeira pergunta. Ela quer fazer a primeira pergunta, eu tô empolgada, vai lá. Quero saber, qual, tipo, quando você entrou no cartório, foi a primeira coisa que você atuou e o que te pegou de surpresa logo no início?
Eu entrei no cartório, a primeira coisa que eu fui fazer, que é um grande erro que existe hoje, né? Que eu acho que é algo que eu brigo muito. As pessoas entram no cartório e já vão para uma determinada função. E eu entrei no cartório, eu era auxiliar do balcão. Eu nem atendi o balcão. E aí, fiquei ali aprendendo. A gente tem um amigo de longa data, né? Que me conhece desde essa época.
Brincava que eu escrevia até o recibo errado. Então, fiquei ali um bom tempo até começar a atender o Balcão e fui crescendo. Mas a primeira coisa, a primeira surpresa que eu tive, eu já estava com mais tempo. Aí eu comecei...
a atender procuração, assistia, depois comecei a preparar. E aí até que chegou um dia que a minha superior falou assim, olha, a próxima procuração quer entrar no cartório, você que vai atender. Aí era um casal, pô, comecei a atender, não sei o quê, aí o marido...
deu uma porrada na mesa, começou a brigar com a mulher, uma confusão. Eu, novinha, novinha, 18 anos, transparente, não sabia o que eu fazia. Hoje não, né? Hoje eu bato na mesa de volta e... Cala a boca! Espera aí que não é assim, não. Aqui não vai fazer bagunça, não. Mas, na época, foi a primeira coisa que me pegou de surpresa. Henrique, quer fazer uma pergunta?
Bom, já que você falou sobre o seu início, qual foi o seu primeiro comportamento, assim, quando você entrou no cartório? Que te ajudou, que o pessoal ouvia e falava. Esse é seu diferencial. Nossa! Você falou bonito. Assim, eu sempre gostei de estudar.
Igual vocês. Vocês têm a quem puxar. Sim. Eu amo estudar. Eu também. Mas eu acho que era isso. Porque eu queria... Tudo eu queria aprender. E acho que isso é um grande diferencial até hoje. Porque, como eu passei por todas as...
as funções do cartório. Então, eu sei como o cartório funciona em todos os setores, desde o financeiro, recolhimento, atendimento, conferência. Então, acho que o meu diferencial foi isso. Eu sempre quis saber mais. E aí, quando era uma área que eu não dominava, porque a grande questão é que hoje... Eu...
O conhecimento jurídico, é claro, que eu estava iniciando a faculdade, estava iniciando os estudos, então, eu estava ali adquirindo. Mas tinham coisas que não eram nem perto da minha realidade, tipo um financeiro, fazer cálculo e tal. E aí, eu sempre quis aprender sobre tudo. E, com o passar do tempo... É... Acho que...
a gente já trabalhando junto e tudo mais, essa coisa de entender, administrar problema e situação é um grande diferencial também. Deixa eu fazer uma pergunta que acho que eu nunca nem te perguntei isso. Eita! Qual foi ou quem foi sua grande referência no mundo notarial? Se é que há 30 anos atrás dava para ter uma referência.
É... Não... Eu não tenho, assim... Não me lembro exatamente de uma referência no mundo notarial. Porque, há 30 anos atrás, não se falava de direito notarial e registral. As minhas grandes referências, assim... Eu tive três pessoas, assim, que, quando era criança, me inspiraram a fazer direito. E...
eu nunca tive dúvida do que eu queria fazer, qual faculdade eu faria. Então, por isso que eu acho, e até quando a gente conversa sobre porque tem que escolher qual faculdade você vai fazer, Henrique, agora, já no segundo ano, às vezes fica na dúvida. Cara, é muito difícil você adolescente, você tem que escolher qual vai ser a profissão da sua vida. Eu queria ser, eu vi Topegão, eu queria ser piloto de avião.
Não, e o adolescente tem isso. Cada coisa que vê, cada coisa que fala, quer ser. É, eu fui ver o rock, eu queria ser lutador de boxe. Entendeu? Mas quem foi? É muito difícil. Mas eu sempre soube que eu queria fazer direito. Isso eu não tinha dúvida. E aí, assim, quando eu já fui formada, eu...
A referência que eu tive de professor no mundo notarial foi que, na época, era juiz, era o Celso Pérez, com quem eu fui estudar e aprendi muito. Ali, o meu conhecimento, tanto jurídico quanto...
com pessoas, com a função também, porque estudava com alguns que já eram titulares, estudava com outros que iam fazer concurso. Então, o Celso Pérez, na época, foi uma grande referência do mundo notarial para mim. E, depois disso, o tempo foi passando, você tem, ainda assim pouco se falava, porque você tinha muita referência no direito civil.
Registro público. Mas não tinha essa... Ninguém nem queria. Bom, primeiro não tinha concurso, né? O concurso primeiro foi de 94. 88. 88 da Constituição. É, aqui no Rio, salvo engano, foi 98, 99.
98 ou 99. Eu achei que era de 94. Assim, naquela época, realmente, Cartório passava de pai para filho. E, naquela época, Cartório era uma coisa muito... Se é mal visto hoje...
Se bem que, assim, até falar que naquela época era mal visto, porque a gente não tinha tanta divulgação e informação. A gente tinha muito boca a boca. Ah, o cartório do seu fulano, ah, você comprou o cartório, ah, você vendeu o cartório. Hoje, depois de concurso...
hoje tabeliães, hoje todas as associações de classes, de cartórios, estão na internet divulgando trabalho. Então, meio que popularizou. Depois do advento do casal material, inclusive, isso ficou muito popularizado. Mas hoje, quem seria uma referência para você hoje? Ah, eu tenho alguns... Alguns... Inspiradores. É.
Pessoas que lhe inspiram. Mas, assim, você tem que falar assim, olha, eu vou falar... É, porque se eu falar de um... Aí vai um ligar, pô, brigada. Não vai falar do outro. Mas, assim, a gente tem grandes, grandes professores e mestres hoje na internet. Alguns tive a oportunidade de me tornar amiga, principalmente...
depois do casal notarial. Mas, assim, acho que um dos primeiros titulares, que sempre, nessa época aí, que não tinha internet e que sempre foi meu amigo de tabelião numa cidade aqui do Rio. Então, assim, prefiro não falar ninguém, porque, senão, um vai ficar chateado com o outro. É, mas fala a cidade, Teresópolis, pronto.
Mas é uma questão de amizade já de muito tempo, de referência, de incentivo. Me incentivou, tirava dúvida. Quando não tinha essa troca, não existia o WhatsApp, não existia internet, não existia rede social, não existia nada. Então, mas hoje é muito fácil, assim, você adquirir conhecimento.
inclusive na área ou em qualquer área, qualquer coisa que você quiser saber hoje, quiser aprender e estudar, você tem um acesso fácil à informação. Pois é. O cartório até 88 é que não era de pai para filha, porque, na verdade...
O tabelião tinha o funcionário, o primeiro substituto lá, que era normalmente o filho. Então, quando ele se aposentava, falecia ou saía por algum motivo, passava para o mais antigo, que normalmente era o filho. Então, por isso ficou esse estigma de que é de pai para filho. Senão, vocês herdariam o cartório. Pois é. Não? Não quer não? Não.
O que você crescer? Médica. Médica. Mas em altura? Tem que estudar mais. É, eu sei. Tem que estudar mais. Bom... Mas aqui não é motivo para mim. Não, a gente tem uma amiga que é titular em São Paulo, que a filha dela fala, a única coisa que eu não quero ser é tabelião, porque eu não aguento mais ouvir falar de certidão.
E vamos lá. Qual pergunta você quer fazer? Você pode fazer uma pergunta na sua cabeça também, mas tudo bem. Eu posso perguntar, não? Não, deixa ela fazer uma pergunta. Você que é entrevistada. Eu quero que você conte um erro que você cometeu lá no início, que depois você falou, não, agora eu não cometo mais esse erro. Ah, aprendi.
Então, vou contar aqui. Era o recibo. Eu sou da época que recibo era escrito. E aí eu escrevi. Olha só, quando você nasceu. Época dos dinossauros.
Olha, a gente combinou que não ia ter zoação aqui. Desculpa, desculpa. Tinha homem que morava na caveira. Ela ia apalhada na pedra. Ela ia pedir ajuda para eles. Não fica atrapalhando o episódio, que eu não vou ficar editando, mas vamos lá. Deixa ela responder a pergunta. Eu escrevia no recibo, em vez de escrever autenticação. Escrevia autentificação.
É tipo eu, então. Mas só esse. Ah, então a Helena teve a quem puxar. Não é pra discutir. Verdade. Isso aqui não é DR de família, isso é episódio, gente. Tá bom, mas foi só esse erro aí? Ou era muito grave pra época?
O erro de português sempre é grave. Mas qual era a diferença ali? De poder escrever aquilo e ter escrito aquilo? É porque, na verdade, eu não sabia. Eu entrei no cartório e, quando eu falo que eu entrei sem saber nada, eu não sabia nada. Eu não sabia nem que autenticação chamava autenticação. Eu achava que chamava autentificação. Então, como que você foi aprendendo as coisas e ficando melhor nessa área?
Eu sempre fui muito dedicada, né? E sempre fui muito...
querendo aprender mais. Tipo assim, eu tinha que fazer X no dia. Eu terminava meu X duas horas da tarde. Eu não ia ficar até às seis sem fazer nada, porque eu cumpri horário. Então, aí eu ia em outra pessoa que estava fazendo algo e falava assim, o que é que você está fazendo? Era chata para caramba. Mas era a minha forma de aprender. Não tinha internet para eu ficar pesquisando.
Eu ia e falava assim, pô, o que você está fazendo? Como é que eu posso te ajudar? Aí a pessoa me dava... Normalmente, quando você vai ensinar um negócio, você dá para a pessoa aquilo que mais te enche o saco para fazer, que é o trabalho mais mecânico. Então, eu conseguia aprender tudo o que ninguém queria fazer. Então, eu conseguia... Agora, eu já estou craque nisso. Pode me ajudar mais um pouquinho, pode me ajudar mais um pouquinho. E outra coisa que eu fazia também era...
Gojava de estudar, então chegava e falava assim, pô, o que eu posso ler para me ajudar, para eu poder aprender mais sobre alguma coisa? É porque as pessoas querem começar a aprender, e isso vale para tudo, né? Lá pelo mais difícil, lá pelo como é que resolve o caso. Não, o que você precisa aprender primeiro é o básico.
Por que é o básico bem feito? Pensa na escola. Por que a pessoa vai para a alfabetização? Ah, aprendeu a ler. Aí, na primeira série, segunda série, aí aprende a somar. Depois, no outro ano, aprende a dividir, multiplicar. Por que aprende a tabuada? Então, para quando você chega no segundo grau, você tem aquele conhecimento de base. Porque você não vai fazer uma equação se você não souber a tabuada.
Você não vai escrever uma redação para um vestibular se você não souber conjugar verbo. Então, é a mesma coisa. E isso vai servir para tudo que você vai fazer. Você não vai começar já a resolver a equação. Você tem que saber tabuado, você tem que saber os princípios básicos, você tem que saber conjugar um verbo para escrever uma redação. Então, hoje, as pessoas não querem passar por esse processo. E eu acho que essa é a grande diferença. Então, quando você vai... Você...
Eu, por exemplo, entrei. Primeiro, eu aprendi o que era uma autenticação. Depois, eu aprendi o que era uma abertura de firma. Aí, depois, o reconhecimento. Depois, uma procuração. Depois, uma escritura. Aí, você vai escalando. E aí, você lembra que, na época, para fazer uma escritura, você tinha que ter a cópia autenticada da identidade. Só que, se eu não soubesse o que era uma autenticação, como é que eu ia saber fazer o que precisava para fazer uma escritura?
Então, o processo tem que passar. E quem não passa o processo, chega lá na frente e se torna um profissional vazio, ou uma pessoa vazia. Assim, hoje a gente recebe muito mensagem direct de pessoas...
pedindo conselho, querendo mandar currículo, com dúvida se segue a carreira X ou a carreira Y. O cartório ainda... A gente vai fazer dois anos agora, em julho. A gente está dois anos aí desmistificando o que é cartório. Mas qual conselho se daria para quem quer entrar? São duas perguntas na profissão.
Ah, eu quero ser escrevente. Vamos focar no escrevente? Porque para ser tabelião, é baixo o cara fazer o concurso. E a outra pergunta é, o que você diria para quem realmente está na dúvida? Daí vamos focar lá no concurso.
Uma vez a gente recebe muito. Magistratura, tabelionato, oficial, enfim. Porque, para a magistratura, a pessoa tem ali a carreira dela, com o salário fixo, mais os auxílios, aquele monte de coisa. E um cartório não tem nada disso. Você trabalha, produz e ganha. Então...
quais seriam os seus conselhos? Tanto para a pergunta 1, tanto para a pergunta 2. E, em cima disso, depois a gente vai fazer mais umas perguntinhas capriciosas. Bom, eu já discordo de você, que eu adoro fazer isso, porque eu acho que o concurso para tabelião não é só estudar e passar.
Hoje é muito mal informado, porque você precisa saber muito mais do que direito para ser um tabelião. Mas até então, quando o cara vai escolher, ele está ali, ele não sabe. É. E, na profissão em geral, a primeira coisa para você ser um escrevente, ou até mesmo um tabelião, primeiro, você tem que gostar de gente.
Segundo, você tem que estar disposto a passar por situações, por meses instáveis. Você tem que estar preparado para a instabilidade. Porque quem quer estabilidade não vem para cá.
Não tem. Você não tem rotina, você não tem estabilidade financeira, porque tudo depende de você. E o depende de você não é essa selva voraz que estão botando aí na cabeça que cartório virou empresa, virou negócio, que você tem que ter lead, tem que ter captação de clientes. Não. Isso aí não tem nada a ver com cartório. Mas isso é nota que você está falando.
E aí gera essa desunião que tem hoje. Sim. Primeira coisa, você tem que gostar de gente. E quando a gente fala que você tem que saber administrar as pessoas que estão com você e o que está com você...
É porque, assim, não adianta você gastar um... Você tem que saber onde você vai gastar o seu dinheiro, desde um aluguel, desde o material de limpeza, até com quem vai ser seu substituto, com quem você vai investir de conhecimento e treinamento dos seus funcionários, para quem você está contratando. Então, você tem que saber lidar com todas as situações.
que é diferente da magistratura. Mas, que eu acho que ninguém avalia quando quer fazer também um concurso para a magistratura, é você está pronto para decidir sobre a vida de alguém? Você tem essa maturidade? Tem um monte de juiz aí que morou com a mãe a vida inteira, né? Pois é, o cara, assim, não sabe... Não sabe nem lavar a roupa. Sabe, não arruma nem a própria cama. Então é...
Você tem que saber se você quer realmente decidir sobre a vida de alguém. Porque é isso, você vai fazer. Agora, é... Escrevente. Quem quer entrar na profissão de escrevente? Todo mundo pergunta. Nossa, eu queria muito trabalhar no cartório. Ah, eu amo cartório. O cartório é um negócio que... É o meu desejo voraz. É aquela coisa assim, nossa, demais. O cartório é aquela coisa...
Não é bem assim. De fora, pode parecer que você conhece alguém que é bem-sucedido na profissão, que trabalhou para caramba e não vê os bastidores. Qual o seu conselho para quem quer ser um inscrevente? Que é uma profissão muito boa. É uma profissão que você ajuda as pessoas. Exatamente. Você tem muito problema.
É, primeira coisa, tem que saber administrar problema. Porque se você se envolver emocionalmente nos problemas, você não vai nem se ajudar, nem ajudar o outro. Então, você tem que saber onde vai ter uma distância. Agora, você tem que estar preparado que você vai lidar com o problema o dia inteiro. Não adianta, ah, o meu trabalho é muito problema. É.
Então, vai escolher outra profissão. O socorrista na ambulância. Pô, eu só vejo... Não gosta de ver sangue. É, toma, filho. Você está na profissão errada, sabe? Aí não adianta botar a culpa no destino. Você tem que saber o que você quer fazer. Se você quiser, estiver pronto para ter... Primeiro de tudo, eu acho que em qualquer profissão, você tem que...
ter empatia. E aí, a gente aqui costuma falar da empatia extrajudicial, que é exatamente isso. A pessoa que trabalha num registro civil, ela está ali com o pai que foi registrar um filho que acabou de nascer, como ele também está ali para registrar um óbito. Então, ele tem que saber a diferença desse misto de emoções, tem que saber lidar, tem que se preparar. E as pessoas se preparam muitoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradorado
com a teoria que vão lidar. Mas quem tem preparo emocional? Será que se preocupam com esse preparo emocional? Recentemente saiu o provimento do CNJ dos cartórios em relação aos atos praticados desenvolvendo mulheres. 222, exatamente. A gente...
colocou uma enquete lá no nosso grupo de WhatsApp, já fica aí a dica também, se você não participa, corre lá e participa, porque tem muito conteúdo legal. E, assim, o que mais foi falado é que o provimento é ótimo, mas existe preparo para quem está dentro do cartório? Lidar com isso? Pois é, assim, tem algum curso?
Ninguém fez curso de coação à mulher ou ao idoso, ao homem, à criança, enfim. Isso nem na faculdade de Direito você tem essa cadeira. Mas eu acho que... E tem um ponto aí. Se você for uma pessoa emocionalmente frágil, o negócio piora. Porque aí você pode começar a enxergar coisas onde não tem.
Então, como a Ana está falando, você tem que ter muito cuidado para poder julgar esse caso. Inclusive, depois a gente pode falar um pouco mais. Mas é o seguinte, tem muito escrevente ruim hoje trabalhando? Boa lêmica, hein? Não. Eu ia perguntar isso.
Não, pode falar. Você quer perguntar? Não, era isso. Você acha que, hoje em dia, tem formado, entrado no cartório qualquer um que, às vezes, não sabe tanto de nada, de descrevente. Estou perguntando.
A gente tem que falar a verdade, não é apontar o dedo para ninguém. Porque tem uma briga muito grande aqui dentro, do meio notarial e registral, que é o escrevente versus o examinador, o examinador versus o escrevente, a batalha final. Os dois têm razão e os dois não têm razão. Mas voltando à pergunta da Helena, tem muito profissional ruim hoje? Não, tem que ser sincero. Não é apontar o dedo para ninguém. Tem. Tá.
Tem e muito. O despreparo... E, assim, eu estou falando que sou a melhor do mundo, mas eu estudo todos os dias. Eu tento me preparar emocionalmente todos os dias. Porque, assim, é igual... Ser escrevente é quase igual ser mãe. Mas, assim, todo dia... Você não pode achar que tudo que você leu no livro, você vai chegar ali e o seu dia vai ser assim.
Não, cada hora vai vir uma situação diferente, com uma emoção diferente, com uma personalidade diferente. E você tem que ir se adaptando. É claro que o conhecimento que você adquire, ele te ajuda nesses momentos. Mas não quer dizer que você vai estar extremamente preparado. O que eu acho hoje é que as pessoas querem...
ter o reconhecimento financeiro, mas não querem se preparar para tal. O processo ninguém quer passar. Traduzindo, a pessoa quer ganhar dinheiro de qualquer forma, não importa o que ela faça. Isso. E aí eu vou fazer um comparativo com ser mãe. Porque, assim, tem muita gente hoje que tem filho para postar na internet. Mas a pessoa queria ser mãe ou queria ter um filho?
Porque ter filho, qualquer um pode ter. É igual a polêmica lá de casa, que é ter um cachorrinho. Essa é uma briga constante que a gente tem. Porque, assim, como é que eu vou... Vou falar da forma mais clara possível. Eu tenho filhos, mas eu queria ser mãe. Então, quando...
Eu passo, vou para um congresso, vou dar uma palestra, passo uma noite acordada para pegar um voo, para chegar correndo, para ver uma apresentação sua. Eu estou fazendo por mim, não é por você. É porque eu queria estar ali, eu quis ser mãe, eu quis passar por isso. Ah, você fica feliz? Ótimo. Você vai guardar isso? Maravilhoso. Mas é muito mais por mim do que por você. As pessoas querem ser.
alguma coisa, mas elas querem ser pelo outro, por uma questão financeira. Elas não querem ser por elas. Então, eu acho que é igual ter um pet, um cachorro, por exemplo. Eu.
Não tenho. Por quê? Se eu não vou ter tempo de cuidar, de brincar, de fazer, de limpar, de dar banhinho, de dar cheirinho, de botar para dormir, eu não vou ter um cachorro. E as pessoas acham isso assim, ah, é uma atrocidade o que você está falando. Gente, eu acho muito mais justo você não ter do que você ter e não cuidar. E o escrevente?
Então, é igual o escrevente. Se você quer ser escrevente, você tem que querer ser pelo que você é, não só pelo financeiro, porque chega uma hora que o financeiro não corresponde. Nenhum dinheiro do mundo vai suprir aquilo que você não quer ser. Então, esse tempo, esse desgaste, esse busca pelo conhecimento, busca pela preocupação com o outro,
Nenhum salário, seu salário nunca vai ser bom o suficiente para o que você não quer ser. Então, quando você quer, tudo que vem agregado a isso é o em volta, é o acréscimo, porque você está fazendo por você, não é pelo outro. Entendo. Então, assim, para ser escrevente, não é assim...
não tinha nada para fazer na vida, vou ser escrevente. Porque, hoje em dia, é o que parece. Por exemplo, eu acabei entrando na profissão, porque ela já trabalhava no cartório, fui ali, fui preparando, fui gostando, fui aprendendo. É um trabalho difícil, é um trabalho rentável. É, como toda e qualquer profissão que você se dedique a ela.
Mas, para muita gente, a pessoa acabou ganhando um título de escrevente e até de substituto sem ter a menor condição para o tal. É verdade, principalmente neste estado que nós trabalhamos.
Fala assim, pô, você está aí indo contra a classe? Não, estou indo a favor da classe. A favor, porque assim, gente, Cartório já é um lugar que é marginalizado. Cartório já é um lugar perseguido e cancelado por si só.
Se a gente vive ali com a faca no pescoço, é toda hora um provimento novo, que muda tudo de uma hora para outra, tudo bem, se é para melhorar, ok, vamos em frente. Então, não pode ser uma profissão que seja desqualificada. Quer ser escrevente? Se prepare. E o cartório é tão democrático, eu sempre falo isso,
E é a única profissão dentro do direito que você pode fazer concurso para tal sem ser bacharel da área. Agora, isso não quer dizer que você não precisa saber, não precisa estudar. E deixa eu só fazer mais uma pergunta. Você acha que as associações de classe contribuem pouco para isso? Sim, com certeza. Parece que...
As associações, as classes, né? A classe já é por si só. A associação de classe, em vez de tentar minimizar isso, parece que ela fomenta mais que seja um contra o outro. A briga de ego é tão grande que está todo mundo preocupado com o seu umbigo. Todo mundo não, porque tem uma grande parte aí que tem um pensamento muito diferente. E a gente...
Ver que são as pessoas que não têm essa vaidade tão aflorada e que vêm nos procurar, vêm se associar a nós. Associar, que eu digo que a gente não tem associação, mas vêm nos apoiar. Compartilhar, apoiar. É. E aí você vê que é um pessoal que...
É esvaziado desse ego tão inflamado, porque, assim, a gente vê que quanto mais você se esvazia de ego, intolerância, vaidade, mais você consegue fazer.
um trabalho bem feito, você se preocupa mais com o próximo. E acho que essa é a nossa função. Acho que essa preocupação em ajudar o próximo é essencial para a profissão.
É verdade. Eu já me lembro, eu me lembro até, assim, ninguém é obrigado a vir falar com a gente. É claro que Deus permite os que vão vir e os que não vão vir. Isso a gente já entendeu. Mas já passou, gente mal educada pelo nosso caminho, lembra até uma pessoa de outro estado, não desse.
Poxa, você dá uma entrevista pra gente? A mulher olhou, desdenhou, virou a cara e foi embora. Quando eu tiver um tempinho, eu falo. Quando eu tiver um tempinho, eu falo. Então, minha senhora, um abraço pra senhora.
Voltando para a história de que se tem escrevente ruim ou não, você acha que falta, às vezes, uma cobrança dentro do cartório? Assim, pô, faz isso, faz isso. O nome do quadro vai ser Pedradas da Helena. Você acha que falta uma cobrança em cima de gente do balcão, escrevente, de toda a área dentro do cartório? Exatamente. Falta liderança. O papel...
do tabelião hoje, tabelião, registrador, oficial... O dono do cartório. Vulgo o dono do cartório, na linguagem popular, é exatamente você ter uma liderança. Porque, se você não cobra, a pessoa não vai fazer. Fica solto.
né? Então, porque o cobrar é só a consequência. Antes de você cobrar, você tem que ensinar. Você tem que treinar. Você tem que repetir. E pra isso você tem que saber. E pra isso você tem que saber. Muito bem colocado.
E aí... Tem uma piadinha interna aqui. Então, porque senão vira falar de regra vazia. Você quer cobrar algo que você não faz. Você ensina pelo... Você inspira pelo que você faz, não pelo que você fala. Porque falar... Até papagaio fala.
Então, acho que existe falta de rotina, treinamento, e essa cobrança só pode vir depois disso tudo. Mas acho que o que mais falta é uma liderança.
Pois é. Você, tabelião oficial aí, você que não educa o seu time, que não cobra, que não ensina, que não dá condições para que essa pessoa evolua e cresça, você vai ser cobrado. Porque a gente não tem um patrão, né? Nós temos uma corrigidoria que ela cobra e ela pune.
E, se estiver errado, tem que ser punido. Ela também tem que dar condições, que os oficiais trabalhem. Não é bagunça.
mas ela está ali para fazer isso. Por isso que ela chama corrigidoria. Como a polícia também tem sua corrigidoria, os juízes também passam por suas correições. Gente, isso é hierarquia. É hierarquia, com certeza. Porque quando a gente sai no final de semana, que não tem ali ninguém fiscalizando, ninguém corrigindo, ninguém...
vira bagunça? Vira bagunça. E a gente... Vira bagunça. Então, é a mesma situação, não é... Você tem que estar, você tem que ter uma norma, você tem que ter uma coerência, você tem que ter uma cobrança, você tem que ter uma fiscalização. E isso é assim em todas.
As áreas. Em todas as profissões. Só que na área do direito, isso ainda é muito maior. Por isso, o direito foi criado. Você imagina se no mundo não existisse essa cadeira. Direito, né? O que é o meu direito? O que é o seu direito?
Então, assim, e dentro do cartório, e fica você aí falando de blockchain, desse monte de coisa, quem garante a segurança jurídica nesse país é a cartório. E tem muita gente que manda e escreve que não entende nada de cartório.
Henrique, tem alguma pedrada aí? Não, vou... Ele te convidou ela para um podcast, mas está mais puxado que a sabatina do Vecis. Não, é para descontrair agora. Eu quero saber como você fez para conciliar a vida de mãe, escrevente e taekwondista. Taekwondista? Então... É... Conciliar... Assim...
Quando eu decidi ser mãe, eu fiz uma preparação psicológica profissional. Que quando eu engravidei, quando você nasceu, foi tudo por água abaixo. Não foi nada do que eu tinha planejado. Coitado de mim. Não, mas assim, eu acho que deu certo. Você acha que você foi bem criado? Fui. Está sendo?
Estou. Também se falar que não, vou dar um cacete em você aqui. Não, mas assim, não existe fórmula. Esse pessoal que fica aí. Ah, porque você é mãe, você tem que fazer isso, você tem que trabalhar mais, você tem que trabalhar menos. Cara, cada um sabe de si. Já começa daí. Para mim, fazia sentido trabalhar...
mas em determinados momentos e ter tempo livre com vocês em determinados momentos. Então, quando eu estava livre com vocês, eu estava livre. Eu brincava, era bebê, ah, bebê chora. Gente, bebê chora. Aí a gente vai voltar lá para a conversa anterior. Se não quiser ter um bebê que chore, não tenha filho. Não tenha filhos.
E não tem problema nenhum. Agora, você tem que querer ser. Então, assim, em alguns momentos, a vida fica desequilibrada. Ah, você precisa dar mais atenção para a sua vida profissional. Fica um pouquinho ali deficiente como mãe? Fica. Mas, em algum momento, você vai...
conciliar ali e vai voltar. Ah, eu estou num treinamento aí, se Deus quiser, final, como para sair, para chegar ao meu objetivo, que era ser faixa preta, que é ser faixa preta. Então, eu passei, estou passando por situações hormonais.
que para mim é mais difícil do que para a Helena, que tem 14 anos e vai sair faixa preta. Então, são desequilíbrios que você passa em determinados momentos da vida que você vai dar atenção mais para uma coisa do que para outra. Agora, conciliar.
ser escrevente, mãe, taekwondista, esposa, dona de casa, filha, porque ainda tem essas questões. Então, em algum momento, um vai estar deficitário.
E tem que ter consciência que, ok, não posso deixar ir ladeira abaixo. Acendeu o sinal de alerta? Pô, peraí que eu tenho que equilibrar. Ah, vou dar uma atenção aqui porque eu preciso resolver um problema como filha. Então, ali e outro momento vai estar...
deficitário, mas a questão é você sempre tentar equilibrar tudo, nunca vai estar totalmente equilibrado, mas você manter ali a balança o mais próximo possível, que a gangorra vai ficar indo e voltando.
Vamos lá, Eliana, mais uma pedrada aí. Não, vai ser agora. É? Vai. Não, assim, só para a gente fechar lá o assunto de escrevente, associações de classe, ego, vaidade. O que você me... Me fugiu a pergunta, mas era só para concluir. Hoje...
Essa era a pergunta que eu ia fazer. Ele traçou um panorama aqui do que seria o escrevente ideal. Ele está falando de escrevente porque, assim, é o cara que acaba lavrando o ato, os atos mais complexos, diferente do pessoal que trabalha no balcão, da administração, que todos têm sua responsabilidade. É um time, uma engrenagem, como o nosso colega falou na reunião. Mas hoje, para o cara ser um bom escrevente, o que ele precisa?
além de estudar e estar envolvido diretamente com o cartório e com o que está acontecendo. Porque, assim, as pessoas acham também que precisa fazer uma faculdade de Direito. Se tiver, ótimo. Mas, se não tiver, aquele cara tem aquela vivência de tantos anos, enfim. Qual é a persona do escrevente ideal?
Bom, primeiro, existem leis básicas, princípios básicos que tem que saber. Aliás, não só o escrevente, quem entra no cartório. Porque se você não tem esse princípio básico em mente, aí a gente volta lá para a questão da tabuada e da conjugação de verbo. Você não vai conseguir evoluir. Segundo, você tem que estar preparado.
Juridicamente, mas muito mais do que juridicamente, que eu acho que é inclusive o grande problema hoje até de quem vai fazer concurso, porque o concurso não avalia o seu preparo emocional, emocional de gestão, quando eu digo, não é gestão igual é no varejo, numa loja, não. É gestão da vida, porque acho que o mais importante...
As pessoas falam assim, como fazer gestão de tal coisa? Você tem que fazer gestão da tua vida. Porque, se não, voltando lá para a sua pergunta, Henrique, se você não tem uma gestão da vida, você não concilia profissional com pessoal, com maternal, com qualquer coisa que seja. Então, hoje, eu acho que falta preparo para o escrevente.
É o preparo de base. O cara não pode começar como escrevente. Ele tem que começar como um auxiliar. Porque o que você falou, todo mundo dentro do cartório é importante. Desde a tia da limpeza, da tia do café, até o titular. Porque se ele entrar para atender um testamento numa sala suja...
ele vai estar prestando um bom serviço? Ele está exercendo uma boa função social? Não está. Ele só está dando conhecimento jurídico. Então, o que é empatia? Empatia não é só você se colocar no lugar do outro e, ai, meu Deus, a pessoa está sofrendo. Não é isso. É você se preocupar em como você está se apresentando para o próximo. Por quê? Quando você se apresenta bem, quando você...
se mostra com uma postura, você está falando para ele, não verbalmente, que você se importa. Quando você traz um café, você está mostrando para ele que você se importa com o que está passando.
E, às vezes, até fazendo o comparativo de mãe, às vezes, ah, mãe, quando fala assim, ah, meu filho, quer um café? Vou botar seu café. Não é que você está mimando um filho, mas você está demonstrando que você se importa. Assim como o filho quando fala assim para a mãe, mãe, eu vou levar um café da manhã na cama para você. Você está falando, mãe, eu me importo com você. Entendeu? Fica a dica aí.
Mas eu acho que é isso. Eu acho que falta a preparação. Ela não é só com o conhecimento, que tem que ser. O estudo tem que ser diário. A troca de informação tem que ser diária. E o estudo... Às vezes, eu sou muito boa em... Vamos supor, nós quatro somos um time de escreventes de um cartório. Às vezes, eu sou muito boa em receber...
os provimentos novos, analisar. Só que o Henrique é muito bom em pegar e fazer um mapa mental daquele provimento. A Helena é muito boa em transmitir como aquele provimento a gente pode ter uma abordagem com a pessoa, com o cliente. E você é muito bom em falar com as pessoas. Então, não necessariamente todo escrevente tem que ter os mesmos talentos.
Você pode ter uma equipe de escreventes que se completam. E um é bom em treinar, o outro é super ágil na internet. E internet, que eu digo ali... Às vezes, um é muito bom em lavrar a escritura no e-notariado e o outro é muito bom em atender a escritura presencialmente. Então, para que você vai fazer o cara que é bom atender a escritura presencialmente a fazer 10 e-notariados? É claro que... Outra coisa também que eu acho importante.
É todo mundo saber fazer tudo. Sim. Porque, senão, só uma pessoa faz aquilo, aquela pessoa fica doente, tem dor de barriga, tem filho que toma reclamação na escola. Não olhei para você, não.
Mas, assim, eu acho que falta uma prática de muitos poucos itens que precisam ser mais validados. E não é simplesmente o cara conhecer... Às vezes, o cara é bom ali de chegar ao cliente, ele atender, ele desenvolver aquele atendimento, mas ele não tem conhecimento jurídico para lavrar.
E aí, por que você tem que ser um contra o outro e não unir todo mundo? E outra coisa que eu falo muito sobre ego e sobre titulares...
Em notas, principalmente, sim, é, as pessoas não param para pensar que o cara que está sendo mal atendido lá no bairro tal, ele não está sendo atendido pelo cartório, mal atendido pelo cartório X. Ele está sendo mal atendido pelo cartório. Então, isso vai desgastando.
esvaziando a nossa classe, a nossa profissão e dando oportunidade para quem está de fora se unir para derrubar.
Isso ninguém para para pensar. E a outra coisa, se eu estou aqui e não consigo atender o cara que está lá no outro bairro ou um amigo que é de outro município, por que o cartório faz a mesma função? Cara, mas o outro vai atender, vai conseguir suprir aquela necessidade dele. Então, por que não? Pô, fulano, faz aí por mim. E aí o fulano também tem que estar pronto e aberto para essa troca.
Vamos lá!
Eu até acabo entrando em mais uma polêmica. Mas o tabelião, ele pode... Tipo assim, o tabelião é tabelião de um cartório. Ele não pode ser tabelião de... Ah, eu sou desse e desse. Não pode. Então, na verdade, ele pode ser tabelião de um cartório e responsável pelo expediente ou interino. Tem várias nomenclaturas de outro. É sob nomeação da corrigidoria. Mas ele não é o tabelião. Ok. Ele tem um cargo temporário. É. Sim.
Ah, tá bom. Era isso? Mas por quê? Mas pode continuar. Pode continuar. Não, é porque, assim, vamos supor que tem um tabelião que ele trabalha em um cartório tal, só que ele fica mais em outro cartório. Tipo, atuando mais no outro e deixando aquele que é o cartório dele de lado. E acaba dando uma atenção maior pro...
para o outro cartório que ele ajuda, dá um apoio, enfim. Ó, criança não mente. Tem fumaça, tem fogo. Se tem provimento, teve história. Mas de onde você tirou, de onde você veio essa sua percepção?
Não, é... Uma dúvida, assim, que... Eu sempre acabo perguntando pra mamãe, às vezes até em casa. Ah, tabelião pode fazer tais coisas? Eu vou perguntando pra ela essas coisas. Então? Tabelião. E aí? É.
É difícil essa pergunta, hein? É, porque assim... Porque ele pode sim estar negligenciando mais algo que não é... que é onde ele não deveria. Se ele assumiu uma responsabilidade em outro lugar, ele teria que ter ideia de como gerenciar...
tudo, a gente vai voltar lá, a questão da gestão da vida. Ele assumiu mais responsabilidade do que ele consegue. Então, assim, ele tem que rever aonde o braço dele chega. Outra pergunta. Cartório pode ser empresa? Não, cartório não é empresa.
Você tem que saber administrar um cartório. E quando falo em gestão, não é de algo temporário ou de absorção. Gestão é o que eu estou te falando. Gestão, você tem que saber gerir a sua vida, não só o seu cartório. Por quê? Na sua vida, você tem que gerir a sua casa, a sua família. Como que é isso? Você vai...
O que que entra, o que que sai, como é que tá de atenção.
porque senão você também vai comparar um casamento, uma família com uma empresa. Se você pensar por esse lado, que tudo tem que estar funcionando, então cada um tem as suas atribuições e as suas obrigações, existe um líder, existe alguém que é o chefe, o fiscalizador, existe uma hierarquia de fiscalização, isso não deixa de ser uma empresa, você parte por esse princípio.
O próprio cartório não deixa de ser uma empresa. Agora, tem que se ter muito cuidado com o que estão fazendo por aí.
Cartório não é empresa, é uma delegação de serviço público. Então, é uma essência de serviço público. Só que você tem que saber gerir e administrar, porque você está administrando dinheiro, a maior parte que não é seu, e você está administrando pessoas. Então, se você não souber...
fazer um cálculo da receita versus despesa e saúde emocional e mental de quem está ali envolvido, é igual uma família, é igual um casamento, vai falir. Eu penso da seguinte forma, cartório não tem que ser empresa.
Ponto. Mas pode usar toda a expertise de uma empresa. Por que cartório não pode ser empresa? Cartório não pode ser listado em bolsa, cartório não pode fazer IPO, cartório não pode ter time de venda gigantesco. Essa é uma coisa que eu não entendo em cartório.
Tem um CRM. CRM é aquela coisa do relacionamento cliente e tal. Não sei. Eu vejo cartório muito ainda como uma coisa de bairro. Aquela coisa do boca a boca. Pô, eu fui no cartório ali e tal. Eu fui bem atendido. Tudo bem. Hoje, cartório usa o Instagram. Aquela coisa institucional. Que tem que ser institucional. Que fique muito bem claro. Que não pode fazer. Venha fazer escritura comigo no meu cartório. Não.
Aí, né, querido? É ruim. Não, é proibido, né? É proibido, é. Na verdade, é proibido. Mas eu acho que o cartório pode usar todo o expertise da empresa.
Tipo, gestão de pessoas, gestão de setores separados, para cada setor com o seu gerente, seu chefe, e reuniões de equipe. Porque aí sim, você consegue trazer a expertise toda de uma empresa, de como é feito, cursos.
botar essas pessoas não só para fazer cursos de cartório, mas curso de inteligência emocional, curso de gestão, pega o seu administrador, manda fazer um curso de contabilidade, enfim, tem muita coisa. Mas seu cartório não é uma empresa. Seu cartório, como eu disse, não pode ser listado em bolsa, não pode ter franquia. Seu cartório não pode fazer IPO, enfim. Porque as pessoas acabam confundindo. Se você tem esse desejo...
cara, monte uma empresa, faça uma empresa, mas dentro do cartório não deve ser feito isso, a não ser todas essas questões que as empresas fazem para poder crescer, aí sim. Ter um psicólogo, eu acho isso super válido e muito legal. Eu queria antecipar um pouquinho. Calma aí, eu tenho mais uma. Ah, tenho mais uma pedrada. Pedrada do Henrique agora.
Você falou que você conhece e já passou por todos os setores do cartório, né? Aí eu queria te perguntar, quando o tabelhão se ausenta assim, ele fica omisso, como o pessoal que está lá dentro se sente? Eita, filha. Caraca, essas crianças... Quem trouxe essas crianças aí? Meu Deus do céu. Essas crianças nasceram no berço do cartório. Então,
É a questão da liderança, né? Pensa assim, quando eu vou viajar e vocês ficam sozinhos em casa, como é que vocês ficam? Livres. Livres fazendo o que quiserem. Ai, food canta o dia inteiro. Vê televisão até tarde, celular. Celular, não é? Não fica sem regra? Não fica livre?
É mais ou menos assim. As pessoas acabam, num primeiro momento, têm essa sensação de liberdade, mas imagina assim, eu fiquei um fim de semana fora. Pô, no primeiro... Um fim de semana? Caraca! iFood, celular, jogo, 24 horas de jogo, não sei o quê. Isso é legal. Vocês vão adorar. Pizza, hambúrguer, não sei o quê.
Passada uma semana, se eu fico uma semana fora, vocês já iam estar assim. E aí? A gente vai comer um burguê de novo? Fica sem rumo. Exatamente. É isso aí. Aí vocês ficam o quê? Pô, tomara que minha mãe volte logo. Pra botar limite, pra dar direção.
Criança é assim, vocês não vão lembrar, mas uma vez que eu falei, que eu briguei com vocês, eu falei assim, chega, eu estou cansada de dar ordem, porque eu sou a chata da casa. Pode comer o que quiser, pode fazer o que quiser, pode comer Doritos. Mãe, aí você chegou para mim, você era pequenininha, e falou assim, mãe, mas como é que eu vou jantar um Doritos? Falei, mas não é o que você quer? Vai lá, fica à vontade, pode comer o que quer.
Você ficou desesperado. É isso. Quando você não tem alguém ali que existe uma hierarquia e você está ali, por mais que você reclame, é onde você se sente seguro. Quando você não tem, os primeiros dias são legais, depois vai dando aquela... Daqui a pouco está cada um puxando a corda para um lado e é salvo-se quem puder.
E, assim, o tabelião tem férias, oficial, o dono do cartório, ele tem férias como todos os outros funcionários e tem que gozar das férias. Agora, não são férias de seis meses, três meses, aí, assim... Não, férias é um mês. E outra coisa, você, para ter férias, vou fazer a mesma coisa com o comparativo da rotina de uma casa. A gente fala muito de...
Cartório autogerenciável. É. Onde todo mundo sabe qual é a função que tem que exercer, independente de quem está ali. Então, assim, vocês sabem que vocês têm que comer legume, fruta, arroz e feijão. Feijão. Feijão. Não sei o quê.
Cada um sabe que, quando levanta, tem que arrumar sua cama, que não pode deixar a toalha jogada. Então, o que é? O cartório autogerenciável é como uma casa autogerenciável. Eu não vou estar, mas vocês vão acordar. Se for de segunda a sexta, sabe que tem que ir para a escola, tem que estar lá às sete, que começa a aula. Tem que sair de casa às cinco para às sete, porque mora perto. Aí...
A pessoa que vai nos ajudar vai chegar, vai fazer o almoço para vocês. Vocês vão chegar da escola, sabem que tem que comer comida. Tal hora vai para o taekwondo, tem a pessoa que leva. É uma gestão. A gente fez uma gestão da nossa casa. Tudo lá está no lugar, não pode deixar nada espalhado e tal.
E é autogerenciável porque cada um sabe a sua obrigação. Se você não fizer, se você não acordar para ir para a aula, a Helena sabe que vocês têm que acordar. Então, ela vai lá, vai te fiscalizar, você vai chegar, vai chamar a atenção que ela não está comendo feijão e por aí vai. É ser autogerenciável. Então, quando não tem liderança, a coisa vira...
Bagunça. Agora, não quer dizer que o líder não possa se ausentar. Pode, desde que exista uma estrutura e a coisa seja autogerenciável. É. Eu queria botar... Deixa ele falar. Eu queria só...
pontuar sobre isso, porque não dá para o cartório, por mais que seja uma delegação do serviço público, naquele momento que o tabelião assume o cartório, ele é o grande responsável daquilo ali, como se fosse um barco.
Se o capitão, querido, não está lá no barco, claro que o capitão pode se ausentar, vai dormir. Imagina uma travessia daqui para a Europa num transatlântico. Imagina, o capitão não vai ficar acordado. Não sei quantos dias dão de viagem, uns 15 dias de viagem.
porque ele precisa das suas necessidades, precisa descansar, precisa dormir, mas naquele momento tem pessoas capacitadas para assumir o lugar dele. É a mesma coisa, o piloto e o copiloto. Chega um momento que o copiloto atinge um número determinado de horas de voo e ele se...
Tem o diploma, aí sim, vai ser o piloto. E aí tem o outro copiloto. Então, o que não dá é para um navio estar sem o comandante ou sem o subcomandante. Imagina um avião, só com essa aeromoça lá dentro. Então, é muito complicado. E isso, claro, que toda gestão, quando o líder se ausenta...
as pessoas sentem falta do líder. Se você viu que não dá para um negócio, pede para sair. Não tem problema. Dá um lugar para outro. No caso do cartório, esse cartório vai voltar lá para a listagem, vai ter concurso, alguém vai assumir. A gente conhece vários oficiais, sabeliãs. Cadê a pessoa? Está no cartório. Cadê o cara? Está no cartório. Está no cartório. Está no cartório.
Eu acho que tem que ser assim, porque não existe rotina dentro desse ambiente. Não tem rotina. A rotina que tem é a hora que abre a porta, a hora que fecha a porta. Esquece. Passou disso, não tem nenhuma rotina. E muito justo, por exemplo, se você...
assumiu uma determinada atribuição e viu que aquela atribuição não combina com você, tem um exemplo de uma pessoa maravilhosa. Viu, fez o concurso, foi para outra atribuição. Essa não combina comigo. E perfeito. É muito mais honesto fazer isso, inclusive.
Fala. A gente tava falando aqui de quem tem que ir lá cobrar o pessoal, os escreventes e tal. Só que agora pra cobrar o tabelião. É a corrigidoria que tem que ir? Isso. Só que aí, vamos supor que... Pá, não tá muito... A corrigidoria não tá indo tanto pra cima, assim.
É difícil. É, porque a corrigidoria... Porque a corrigidoria ainda é cobrada, as corrigidorias estaduais ainda são cobradas pela corrigidoria nacional. Então, vamos supor que o tabelião está lá, está no cartório, mas não está. Está, mas não está. Está, mas não está. A corrigidoria vai falar, você tem que ir lá cobrar o seu pessoal. É, todo ano existe um procedimento chamado correição.
É, mas assim, ela cobra, a corrigidoria cobra legalidade, prazo, coisas institucionais que o código prevê. Ela não cobra...
o emocional dos funcionários, por exemplo. Ela não tem esse tipo de fiscalização. Ah, o tabelião está agindo bem com os funcionários, ele está administrando bem o cartório. Ela não entra nesse mérito. O que ela entra é... Estão fazendo os atos legalmente, como a lei determina?
Estão fazendo os recolhimentos, repasses para as instituições? Ok, dentro do prazo. Estão praticando os atos corretamente? Essa é a fiscalização que é feita. É isso aí. Agora, vou fazer só mais um comparativo. Quando eu falo que não quer ter filho...
Não tem. É igual o tabelião. Tem tabelião que vai, estuda pra caramba, passa a ser aprovado no concurso. Ele está se preparando para assumir um cargo de responsabilidade. Correto? Isso. Então...
Ele sabe que quando ele tomar posse daquele cargo, ele vai ter que tomar decisões de responsabilidade. Com certeza. Aí o cara passa num concurso, ah, não, essa decisão eu não vou tomar não, porque é muita responsabilidade para mim.
É igual quem quer ser mãe. Pô, quer ser mãe. Sabe que ser mãe é criar, educar, é ter trabalho, é estar em cima. Aí depois que é mãe, a criança está chorando. O adolescente quer sair à noite. A outra, você chega em casa, quer pular no sofá.
Você sabe que ser mãe é isso. Aí depois que é mãe, não quer ter essa responsabilidade. É, é igual o registrador de imóvel. Uso o capião, eu não registro. Por quê? Porque eu não registro, mas não tenho essa resposta lá no Código de Normas. Está escrito lá que pode ser lavrado o ato dentro da sua regra, da sua conformidade. E se ele estiver ok, por que não registrar? Mas tem gente...
que não registra, e ele vai contra até o Código de Normas. Aí a pessoa fica com raiva do cartório, não sabe por quê. Eu queria agora chamar a nossa outra integrante, que é a notária. Johnny, se você puder colocar a notária para a gente aí. Ai, que medo.
Olá, Ana Victoria. Tudo bem com você? Eu me chamo notariá. Eita! Peraí! Você é a convidada de hoje? Que loucura! Bom, enfim, manda quem pode, obedece quem é Iá, né? Pode botar a pergunta. Como é ser mãe pra você?
Agora é o momento do chororô. Ai, gente, eu vou chorar, assim, vou borrar minha maquiagem. Mas é o dia das mães. Mas eu vou chorar, tá tudo bem. Assim, quando eu quis ser mãe, eu quis muito.
Tenho a oportunidade de ser mãe dos melhores filhos do mundo. Sou muito grata de ser mãe de vocês. Não sou... Acho que eu nem nunca quis ser a melhor mãe do mundo, mas sempre quis ser a mãe mais possível do mundo.
E, sim, eu tento, por mais que eu queira que vocês fiquem ali para sempre, eu sempre fico agarrado em vocês, para sempre eu tento criar e educar para que vocês façam diferença no mundo, esse mundo que já está tão difícil. E eu acho que...
Tudo que eu tento educar, treinar vocês e preparar vocês é uma forma, na verdade, de tentar minimizar, ter, colocar vocês no meio desse mundo tão louco, que às vezes fica tão difícil de se viver. Mas...
Se também, quem a gente não fizer por onde, o mundo se acaba. Então, o mundo precisa de pessoas boas. E eu espero ter contribuído e estar treinando bem vocês para que, quando chegue a hora de vocês tomarem decisões...
vocês consigam tomar as melhores do mundo. Eu sempre tive uma preocupação de preparar para vocês para o momento em que eu não esteja mais.
A minha vontade é de botar vocês debaixo da asa e vocês não saírem e estar protegendo vocês o tempo inteiro. Mas peço a Deus sempre que, aonde eu não posso estar, que Ele esteja com vocês, que Ele ilumine vocês, que Ele dê sabedoria, principalmente saúde e sabedoria, para que vocês possam seguir o caminho da melhor forma.
que vocês possam fazer para contribuir e ajudar o mundo. E eu gosto muito da definição de um psicólogo, né? Filho de mãe chata é diferente. Então, assim, eu tento ser o mais chata possível, porque vocês vão ser os mais diferentes possíveis. Beleza. A próxima, Adione.
Qual é a fase mais difícil na criação dos filhos? A fase de bebezinho, quando eles dependem 100% da gente? Ou a adolescência, quando eles continuam dependendo 100%? Só que agora, com liberdade, opinião própria e Wi-Fi? Ótima essa. É, então, eu costumo falar que são trabalhos diferentes, né? Porque quando é bebezinho, é um trabalho físico.
não tanto emocional. Agora, filha e adolescente é um trabalho emocional constante. E é muito fácil para chegar e impor. Eu tento, pelo menos tento, mostrar para vocês o porquê não, ou quando tem alguma negativa, o porquê.
Agora, é muita opinião que você tem que lidar, né? É muito pezinho batendo, respostinha. Mas eu acho que com isso tudo também eu aprendo bastante, né? Porque eu, como mãe, tenho que me reeducar todos os dias também. Porque são personalidades diferentes e que você tem que aprender a respeitar, né?
Que fizeram eu que fosse só a minha vontade. A última, Johnny, por favor. Que conselho você daria para as mamães de todos os cartórios do Brasil que enfrentam essa dupla jornada, assim como você? Como equilibrar tudo isso sem se perder no caminho? Como equilibrar tudo sem se perder não existe. É a primeira coisa que você tem que ter.
estar consciente. Em algum momento, você vai se perder. Em algum momento, vai desequilibrar. Mas, é realinhar o prumo e voltar a tentar equilibrar. Existe uma gangorra aí. E é isso. Você quer ser profissional? Você quer ser mãe? Ninguém tem um lado só. Todo mundo tem vários lados. Equilibrarradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradorado
É o que a gente tenta fazer todos os dias, mas que vai conseguir já é outra história. Bom, a gente também tem o quadro aqui, você é o host. Como a mamãe hoje está sendo aqui a sabatinada, então ela vai perguntar para vocês. E para você também.
Não, para mim não. Hoje é para vocês, porque assim, como está tudo meio que junto e misturado hoje, eu acho legal ela, agora como convidada, perguntar para vocês, porque vocês são host aqui também. Uma pergunta para cada um. Não, vou fazer uma pergunta que vale até para os três, se quiser. Vamos lá. Bom, começando por eles, é...
Como é ser mãe? Eu já respondi várias vezes. Como é ser mãe de vocês? É a minha luta diária, é a minha pergunta diária. Eu sei o que significa para mim. Mas e para vocês? Como é serem meus filhos? Porque eu até brinco muito, porque eu falo, não sei se vocês têm sorte ou azar de serem meus filhos.
Mas, assim, como é essa visão? Tem um vídeo polêmico da Helena, pequenininha, me imitando, e eu fico assim, ai, meu Deus, minha filha me via assim, brava desse jeito. Mas é a visão que se tem. Então, para vocês, como é serem meus filhos?
Quer começar? Pode falar. Fala você aí. Não, não é. Tá bom. Bom, você sempre foi uma mãe assim, que desde quando eu era pequenininha, eu via também como uma pessoa que fosse rígida e que sempre mantesse a gente na linha.
Mas, ao mesmo tempo, você sempre está rindo com a gente, está sempre fazendo palhaçadinha também, por mais que você fale, você não faça, você faz sim. E é isso, quando você... Eu lembro dessa época quando você falou vai lá e faz o que vocês quiserem da vida de você.
Eu lembro de chorar pra você, que eu falava, não mãe, por favor, não faz isso, porque a gente não vai ser a mesma coisa, eu vou ficar chateada. E aí você foi lá, conversou comigo e tal. E você é uma mãe que sempre está disposta a conversar. Isso é uma coisa muito importante, porque tem mãe que larga pra lá. Ah, não quero falar com você não, tchau.
Aí você sempre dá, ó, tô terminando aqui o trabalho, já vou lá pra gente conversar, pra eu poder jogar com você. É isso, a questão de você sempre dar o seu máximo pra estar em todos os momentos da nossa vida, é uma das coisas mais importantes, assim. É isso.
Pra mim, ser seu filho é perceber que a qualquer momento você quer o nosso bem. Falando da minha parte, né? Eu tô ficando mais velho e aí você fala que...
Na hora a gente pode não entender o que você está falando, mas é para proteger a gente. E aí eu vejo e olho para o que você falava e falo, é, minha mãe estava certa. E às vezes fica até difícil de retribuir esse amor, porque é incomparável. Momento do choro.
E aí a gente sempre busca melhorar todo dia, tentando retribuir 1% do amor que você dá pra gente. Eu falo que se eu for 1% do que vocês são comigo pro meu filho, ele vai ser o melhor filho do mundo. Nossa. Estão de parabéns, hein? Bom, eu...
O que eu vou dizer? Eu sou o homem mais feliz do mundo, eu sempre quis ter uma família, para mim é a coisa mais importante ter a Ana como minha esposa, vocês como filhos. A gente sempre tenta dar o melhor, às vezes a gente erra.
É normal, a gente vai errar muito ainda, vocês vão errar, a vida é assim, mas é isso que o Henrique falou. Eu tento ser melhor 1% a cada dia, não dá para melhorar tudo, a gente não dá para mudar outra pessoa sem a gente mudar primeiro, é impossível isso acontecer, é impossível. Nós não somos os donos da razão, cada um tem um perfil diferente, e tem uns que são mais estressados, tem uns que gostam das coisas mais arrumadas, tem outros que são mais...
Largadinhos, tem outros que são mais animados, mais sérios, mas cada um, Deus não fez ninguém igual, nem gêmeos, univitelinos são iguais, são diferentes. Então, para mim, eu tenho o maior tesouro do mundo, que é ter minha família aqui.
E eu só tenho a agradecer a Deus. E eu sei que a gente até tem meia hora, mas a intenção era fazer um programa de uma hora e meia, para que isso for um teste para a nova temporada, que está vindo por aí. Vai ficar muito legal, tem muita coisa nova chegando. Esse aqui é o episódio de número 91, faltam nove episódios para acabar. Oito!
oito episódios, porque o episódio 100 já vai ser o episódio da terceira temporada do Casal Notarial. Com novidade. Com muitas novidades.
Não vou estar grávida. Não, pelo amor de Deus. Mas quem sabe com cachorrinho? Não, um cachorrinho. Quem sabe com cachorrinho? Estão pedindo em rede nacional um cachorrinho. Um cachorrinho. Tem umas estabelecidades por aí que apoiam esse movimento. Apoiam, vai ter que mandar a ração lá para casa e o plano de saúde do cachorro.
E alguém também para eu ter mais tempo, para poder cuidar. E o cachorro também vai ser... Vai poder andar de helicóptero, igual de um aí que tem o cachorro também. É, cachorro que tem o plano de saúde do cachorro, está incluso helicóptero. Pô, nem no meu está. O meu deveria ser só ambulâncias. Bom, caminhando aqui para a nossa pergunta final, então, que é uma pergunta que é uma pergunta
que você sabe qual é, mas... E essa pergunta, todo mundo fica aqui, sempre o seu negócio atrapalhando o problema. É sempre o remédio. É impressionante. Então, vamos à pergunta profunda, que é até difícil de entender, de tão profunda que é. Mas vamos lá. Eu tenho umas dificuldades. Qual a pergunta que nunca lhe fizeram, que você gostaria que lhe fizesse?
Realmente todo mundo para quando faz essa pergunta. E é uma pergunta muito difícil. Você, como uma host de podcast, que está sempre perguntando, qual é a pergunta que nunca te fizeram? Então, é...
Acho que é meio que por aí, nesse sentido. Ser mãe, ser escrevente, ser host. A internet é algo que consome seu tempo, sua energia. Então, às vezes, as pessoas não perguntam se...
simplesmente você faz aquilo, você está aqui porque você quer, qual o verdadeiro motivo de você estar fazendo isso tudo? E eu só peço a Deus todos os dias que me mostre o caminho, me mostre o porquê de eu estar em cada lugar.
qual o meu propósito. Porque o meu propósito pode ser de ser mãe do Henrique e da Helena, porque eles é que vão se tornar grandes pessoas, então precisavam dessa orientação. Pode ser de ser sua esposa, porque você precisava de um direcionamento, uma ordem. Uma ajuda. Pode ser de ser escrevente, porqueradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradoradorado
É algo que eu consigo ver, que eu sempre ajudei as pessoas, tentei sempre ajudar. E ser host de um podcast, ele deve ter algo muito especial preparado para isso, porque eu nunca pensei nisso. Então, sim...
O que ninguém nunca me perguntou e o que eu me pergunto todos os dias é qual é o meu propósito. Eu acho que talvez eu esteja sendo direcionada para ele. Porque eu peço isso a Deus que me direcione e ilumine para qual o meu próximo passo. Bom, suas redes sociais. Arroba Casal Material em todas as plataformas.
Continua. YouTube, TikTok, Instagram, Spotify, Apple Podcast e Amazon Music. Bom, e a nossa é bem simples, ela já falou, é arroba casal notarial. As fofuras têm rede social?
Mas tem umas histórias aí de um perfil privado que é só para falar com os amigos. Sabe como é que você descobre isso? Vou dar uma dica aqui, super importante para as mães. Se você quiser saber se o seu filho adolescente tem mais de um perfil na internet, no Instagram, você vai lá, pega o Instagram dele e clica assim, vai aparecer a listinha de todos os perfis.
É porque eles são obrigados a me contar o deles, mas eu descobri essa dica, que tem como descobrir sem ter... Sem precisar obrigar seus filhos. Tem nada, aprendeu a usar a internet. Ah, porque... Nossa! Tem muito perfil de psicólogo, terapeutas, de adolescentes, que dão umas dicas boas, assim. Bom, quem quiser seguir o perfil das Pedradas da Helena, qual é o seu arroba?
Helena Underline da Will Underline. Helena Underline da Will Underline. E o seu? Eu não uso muito Instagram, não. Ah, tá bom. Sou low profile. Low profile. Então tá certo. E também temos aqui o nosso site, que tem essas blusas bonitas, lindas e maravilhosas. Você tinha que ter vendo a blusa também. Não, Tito.
Não tem nem uma blusa, né? O dia das crianças está chegando, mas vocês não são mais crianças. E como não tem o dia do adolescente, então agora é só presente de aniversário e Natal. Bom, o nosso site é muito simples também, é www.casaonotarial.com.br. Lá tem blusas, livros, mentorias, e-books. Nossa história do podcast. O site está sendo atualizado para ficar mais bonito, para ficar com a minha cara mais bonita.
É tipo assim, se eu não cruzar e não correr para meter o gol, ninguém vai fazer esse gol por mim. Então eu estou aí na arquibancada torcendo por mim, gritando por mim, correndo por mim. E... É isso, gente. E eu quero deixar agora brincadeiras à parte, um recado para você que é mãe, para você que, de repente, nesse domingo não tem uma mãe para abraçar, ou você tem uma mãe e você pode ser um filho...
Como é que fala? Órfão de pai vivo ou de mãe viva. Dê um abraço aí na sua avó, que cuidou de você, no seu tio, na sua tia, no seu pai. Tem muito pai que é pai, tem muita mãe que é mãe, que é pai, mãe, mãe com pai. Não importa. É sério, é sério.
E a figura da mãe, como eu disse no início do programa, ela é muito importante, eu gosto de repetir isso sempre. O nosso Senhor, Jesus Cristo, até Ele, precisou de uma mãe para orientá-lo, para educá-lo, para ajudá-lo e para também mostrar o caminho dele, o caminho que ele já tinha.
então assim, dê um abraço na sua mãe, dê um abraço no seu pai, no seu avô, no seu tio enfim mamães, sejam mães de verdade, não só no título de mãe, mas sejam mãe mesmo aquela mãe, seja mãe chata seja mãe alegre, seja mãe protetora seja mãe ranziza
mas seja mãe. Não é isso? Eu acho que nessa terra que a gente vive, o amor que se aproxima mais próximo do amor de Deus é o amor de mãe. Então, um beijo para você, todas as mamães, e um feliz dia das mães. Um beijo do casal notarial e até a próxima entrevista. Tchau.
Nocação notarial, vamos desmistificar Pra quem sabe tudo e pra quem quer começar Esse podcast é pra você
Caça ao notarial Vamos desmistificar Pra quem sabe tudo E pra quem quer começar Esse podcast é pra vocês