Episódios de Bagaça Studios

Bagaça Cast #97: Falando mal antes de testar (e me arrependendo depois)

02 de maio de 20262h13min
0:00 / 2:13:22

QUER MANDAR SUA MSG OU TORNAR-SE UM BAGAÇERO VIP: https://livepix.gg/bstudios
Uma boa resenha entre amigos onde falaremos sobre cultura pop e o que mais vier a cabeça!
Todo episódio sempre tentamos trazer informação e diversão com um toque de humor e irreverência.
Se você quer se entreter não perca tempo e venha conferir.
Apresentação:
Hakkunna
Leo Miratos
Plinio Brauer
Charles Wemerson
Convidado:
Deco Batossai
O Bagaça Cast é o podcast que você precisa ouvir.
Redes sociais:
Instagram: @bagacastudios
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Mais informações:
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Assuntos10
  • Preconceito com videogames e jogos onlineJogos de luta · Jogos de tiro (FPS) · Jogos de corrida · Jogos de simulação (Eurotruck) · Jogos de RPG · Jogos de futebol (FIFA) · Preconceito com Playstation 4
  • Preconceitos com comidasCebola · Giló · Machixe · Caranguejo · Fígado · Rim · Quiabo · Acarajé · Maniçoba · Uísque · Café · Achocolatado
  • Preconceito com termos e linguagemUso da palavra 'moreno' · Origem da palavra 'denegrir' · Termos racistas e sua evolução
  • Preconceito com o futebol americanoEsporte inclusivo e democrático · História do futebol americano no Brasil · Equipamentos e condições de jogo
  • Preconceito com mulheres dirigindoPrudência feminina no trânsito · Habilidade masculina em mecânica · Acidentes de trânsito e gênero
  • Nomes e escrita de nomesOrigem dos sobrenomes religiosos · Significado de 'de Jesus' · Sobrenomes de escravizados · Sobrenomes judaicos · Apelidos
  • Preconceito com o trabalhoTrabalho como necessidade · Roubo como alternativa · Trabalho e cadeia
  • Preconceito com o idioma inglêsRaiva da língua inglesa · Influência do capitalismo · Imigração para países de língua inglesa
  • Preconceito com horóscopoCrença em horóscopo · Cavaleiros de Ouro (Cavaleiros do Zodíaco)
  • Campeonato Brasileiro de FutebolFeira FC · Fluminense de Feira
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Alguma coisa que eu não consigo ver agora

Fala pessoal, sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Bagasacast. Eu sou o Daniel Hakuna e pra você que está nos acompanhando aqui no YouTube, você já está vendo que nós estamos com um convidado aqui hoje. Um convidado que é amigo nosso de longa data, né? O nosso amiguinho que eu conheci ele com o nome de Deco Batossai. Seja bem-vindo, meu querido. Eu vou lhe apresentar assim, foda-se o André, eu não quero nem saber, vai ser Deco Batossai. Seja bem-vindo, meu querido Deco. Prazer ter o senhor aqui hoje com a gente.

Valeu, valeu, boa tarde, galera. Eu sou o André, só que o pessoal, o Daniel falou, o Hakuna falou Deco, Deco Batossai, também conhecido como André, Decão, Andrezão, e os Caralha Quatro. Cara, eu fiquei com medo de tu vir com o apelido do futebol americano, porque poucas pessoas sabem desse apelido aqui.

O seu apelido não é pra falar, não é? Não é pra falar, não ligo, não. É porque as pessoas sabem. E eu tava no banho pensando, eu vou chamar ele de Daniel, de Hakuna, ou de Pernambuco? Fiquei com medo daí, viu? Tava pensando no Daniel durante o banho, né? O banho foi? É, eu fiquei com medo agora. Porra, é essa? Aí eu fiquei, porra, chama de perna longa ou não chamo, velho? Pode chamar, pô, não tem problema. O costume já do futebol americano. É. O que me esposa? Ah, é perna? Eu falo, é, pô, é perna.

Vamos lá. Seja bem-vindo também, meu querido amigo Léo Miratos. Amigo só não, né? A gente é família, né? Léo Miratos. O homem que sempre chega em cima da hora. Ele nunca chega dez minutos antes. Ele só chega na risca da faca. Seja bem-vindo, meu querido. Até a TV se manifestou aqui agora. Pera aí, deixa eu desligar. Porra, na hora da apresentação dele, ele vai desligar a televisão.

Entrou no stand-by aqui, a porra. Salve, salve, galera. Aqui estamos mais um dia sobre o olhar sanguinário do Vigia. Aí o Daniel fala assim, mais que amigo, família. Meu irmão, ser família não é benefício nenhum. Às vezes, um bom amigo vale mais que um bocado de parentes.

Ele é mais que amigo, ele é friends. É, friends. A gente pode assistir para os finalmentos aqui? Deixa eu te fazer uma pergunta, cara. Faça, amigo. Uma foto lá que o senhor postou lá no churrasco, não foi no aniversário de quem ali? De Júnior. Júnior, teu irmão? Não, Júnior, meu primo. Tá. Olha, aquele rapaz que está o último da foto, eu acho que é o cagado, é? É.

Bicho, eu te faço uma pergunta indiscreta aqui, bicho. Você tem certeza que cagadão não é filho do teu pai? Uxi, qual foi, velho? Não é não. A gente nem se parece, Daniel. Para com maluquice. Não, esse aqui é a parada, velho. Ele não parece em nada com vocês, mas vocês não parecem nada com o pai de vocês. E o cara é a cara desse de um adulto, velho. Véi, cagadão não tem nada a ver com meu pai. E assim, eu... Então me errado. Calma, vamos lá.

Tanto eu quanto o meu irmão, a gente não se acha parecido com o meu pai. Talvez. Não, não parece. Talvez dos oito filhos, nós dois somos os que menos parecem. E minha irmã mais nova também se parecem. Acho que foi acabando o cartucho, tá ligado? Aí os três últimos são os que menos se parecem. Mas você consegue ver traços do meu pai. Inclusive do meu irmão, que ele é mais novo que eu um pouco.

principalmente agora, meu irmão tá ficando mais velho, ele tá ficando um pouco mais parecido com meu pai. Mas você vê traços. Mas eu tenho duas irmãs, velho, é meu pai. É a Xerox, assim, ó. E minha irmã ainda usa cabelo rastado. Eu tô com pena delas, velho. Eu tô com pena delas. E o filho de Rita, velho, é muito parecido com meu pai, né? O neto dele. É muito parecido com meu pai, velho. É bizarro, velho. Mas eu diria pro Cagado fazer o exame de DNA que eu tô achando que essa genética aí bateu ali, viu, velho? Porque puta que pariu. O cara é cara de choralho.

o que tá dizendo, Dori? Ah, meu irmão, tio Adalto pinga-fogo. O cara já começa o programa, querendo trazer casos de família. Isso, pô, na família dos outros. Máfia, por gente aí, que o pau tá quebrando. Cara, mas assim, independente de sangue, ali eu considero um irmão meu mesmo, de verdade. Uma amizade boa é sim, pô.

É que nem eu e o Deco aqui, a gente se chama de irmão e a gente não se vê sempre, a gente nem se fala sempre também, mas sempre quando eu vou pro Brasil, sempre quando eu vou pra Bahia, eu sempre vou lá visitar esse arrombado. Apesar de que ele não vem aqui me visitar, porque diz que é longe. Só um pouquinho, né, Deco? Vai atravessar a pista, chegou lá, porra. Não quer andar, aí é foda. Deco é de Salvador, é? É, pô, mora aqui na Boca do Rio.

Ah, então você tá acostumado com longas distâncias, porra, cada retorno longe dá porra.

conta, aí você tem razão, velho. Deixa eu partir pros recadinhos aqui. Pessoal, pra vocês que estão nos acompanhando agora, nós lembrando que estamos ao vivo na Twitch, no YouTube e em breve no seu agregador de podcast favorito. E como vocês já estão sabendo, nós vendemos nossa alma ao demônio chamado Apple, né? Então estamos lá também na Apple Music. Se você quiser ouvir a gente lá, se você for rico...

quiser dar uma horazinha pra gente lá na Apple, segue a gente lá na Apple, dá também joinha, 5 estrela lá no Spotify, não esquece de seguir a gente lá, que tem muita gente que ouve a gente, mas não segue a gente.

Aí quebra moral, né, pô? Mas tem que dar estrelinha lá pra fortalecer a gente. Lembrando também que nós temos o nosso perfil no Instagram, estamos postando sempre artes novas lá, postando novidades, inclusive a última foi sobre o jogo Forza 6, que tá pra ser lançado agora em maio. Então segue lá, fica por dentro das novidades, estamos sempre postando

notícias, geek, nerd, né, do mundo da cultura pop, de cinema, tudo. Então segue a gente lá no Instagram. E, Léo, tem recadinho aí, Léo? Tem sim, a gente vai agora pro nosso suco de bagaça, né, que é o momento que a gente lê as perguntas e comentários aí de vocês. Se você quiser ter sua pergunta, lida aqui pela gente, se você tiver algum comentário, tiver alguma crítica construtiva ou destrutiva, pode me mandar, a gente vai ler tudo.

Então, entra em contato no direct do nosso Instagram. Se você for um bagaceiro VIP, né? Você tem acesso lá ao grupo secreto do WhatsApp. Você pode mandar diretamente pelo WhatsApp. Ou por qualquer agregador de podcast que você esteja nos ouvindo, né? Ou pelo próprio YouTube. Manda aí o comentário. A gente vai fazer a triagem e trazer pra cá. E antes da gente ir pro suco de bagaça, deixa eu já dar uma horazinha aqui pra Dona Otília, que é nosso ouvinte número um, né? Todo podcast, toda gravação ao vivo, ela está aqui pra nos prestigiar.

Então, boa tarde, Notília. Seja bem-vindo aí. Manda pergunta para o nosso convidado ou para a gente mesmo, que a gente vai falar hoje sobre preconceitos e não é sobre ser racista, né? É conceitos pré-estabelecidos sobre determinada coisa. Hoje eu estou me gaguejando, tá? Ouça aqui hoje, velho. Parece que eu estou com... É porque eu estou emocionado. Relaxa. Deve ser. Parece que eu estou tendo um AVC aqui hoje.

de vídeo no meio da semana pra vocês se acostumando nunca mais me viu com sua beleza né filho nunca mais me viu porra o Deco me lembra eu tô entornado porra muita gente dizem que eu lembro daquele cara do fazer uma sopa pra nós eu passei uma vida aquele meme que o cara tá com uma panela de pressão no fogão acho que ele ia é

dá uma zapiada, aí eu pego ele no flagrante, vamos fazer uma sopa, vamos fazer uma sopa aqui, vamos fazer uma sopa. Eu nunca vi esse não, esse eu não conheço. Peraí que eu vou pegar aqui, vou mandar. Não posso passar aqui não, pô. E tem aquele maluco também do filme lá com a Sandra Bullock, que ele é jogador de futebol americano, a referência.

É, também, também. Esqueci o nome. Bob Sarp, pô, ali é lutador de MMA, e aí ele foi pro... Ele foi pro cinema. Bob Sarp, pô. Não, pô, ele tá falando do filme de... Do Fatos Reais, pô. É, que é baseado em fatos. Michael Orr, ex-jogador do... É, que ele foi parar no... Infelizmente foi parar lá no Miami Dolphins.

Mas enfim, vamos lá. Americano? Não, ele não sabe nada. Não sei nem de futebol nacional, que é direito americano. Vamos para o soco de bagaça aqui. Deixa eu colocar a primeira pergunta aqui para o senhor estar nos transmitindo aqui pelo seu vasto conhecimento.

Tá pequeno, Léo? Não, dá pra ler. Porque tu é cego? Não, Léo é cego, pô. Minha visão é perfeita, na verdade. Vamos lá. A primeira aqui é do Adalto Júnior. Ele colocou... Fiquei sem acreditar na história do cara que mobilizou dois pitbulls. O maluco é brabo. Velho, na hora que o... Eu também não sei se eu acredito nisso, não. O Júnior lá falou...

Cara, o cara imobilizar um pitbull já é dólar. O cara imobilizar dois pitbulls. É, foi bravo. E ainda amarrou os dois pitbulls. Falei, véi, como é que esse cara fez isso, véi? Cara, eu acho que os pitbulls estavam querendo brincar, pô. Porque se tivesse afim de matar ele, os dois tinham matado ele, véi. Um ia agarrar na canela, o outro ia agarrar no pescoço. É, pô.

Como é que ele dá dois mata-leão? Tipo, ele só tem dois braços, né? Se ele seja chiva, ele só tem dois braços. E como é que ele vai dar dois mata-leão e amarrar os pitbulls ao mesmo tempo? Amarrar o cachorro? Como é que pode? É. Só se ele der uma chefe de perna no um e o outro ele der um mata-leão, né? Aí a gente facilou também, porque a gente tinha que ter ido atrás da notícia, né? Pra ver o que foi que realmente aconteceu. Exatamente. Eu fiquei intrigado, não vou mentir. Eu também. Mas vamos pra próxima.

Mas o moleque é brabo. Parabéns aí pelo cara aí. Acho que ele é lutador de jiu-jitsu, não foi isso? É, jiu-jitsu. Mas mesmo assim, eu acho que jiu-jitsu pra duas pessoas eu acho difícil. Pra duas pessoas. Dois pitbull, porra. É, dois pitbull, que não é nem... Anônimo. Caramelo, né?

Se fosse um caramelo. Já era difícil, dois caramelos, imagina dois pitbulls. Vamos lá. Anônimo, ele colocou aqui. Concordo totalmente com o Daniel. Aí já não presta. Já tá errado. Já não é uma boa pessoa. Já errou, é. Ele colocou aqui. Concordar com tudo que o lado A ou B falam é burrice. Acredito que ambos os lados têm pontos positivos e negativos. Não tem um político de estimação.

Acho que ele falou aí do último episódio, né? Que a gente tava falando, que o Daniel comentou sobre criticar erros tanto da direita quanto da esquerda. E eu concordo super, velho. Por mais que você defenda um lado, você não pode fechar os seus olhos pros erros do lado que você defende. Do seu lado, é. Exatamente. É bom esta merda. Mas aí é o extremismo, né? O extremismo fode tudo. Mas vamos embora.

Mas o outro anônimo aqui, ele colocou... É o E? O E episódio bom? Acho que é aqui episódio bom, né? Ah, cortou, né? Que episódio bom, viu? O óculos. Não, é porque aqui só tem o E, na verdade. Não faltou o quê? Acho que foi na hora de copiar e colar, pô. Que episódio bom, viu? Parabéns, galera. Fiz uma viagem no tempo.

Valeu, eu também, eu gostei bastante do último episódio, foi muito bacana. Eu também, foi muito bom, a gente falou sobre tudo sobre radialismo, cultura pop, foi um episódio bem bacana, eu acho que, cara, porra, ficou legal, porque a gente lembrou muita coisa mesmo da época da nossa infância ali, lembrando das rádios AM, FM, as vinhetas que a gente ouvia também naquela época.

Eu acho que ficou bem bacana. Então, vamos ver se a gente consegue fazer uma parte 2 aí. Se o Júnior tiver tempo para voltar, a gente faz uma parte 2. Mas acho que ficou bacana, cara. Acho que dá para fazer uma parte 2 tranquilo aí. Não dá não, Léo? Dá sim. Tranquilamente. O Thiago já mandou aqui boa tarde também. O Thiago do Vamos Poupar. Eu não sei porque ele usa esse nickname. Porque ele não poupa nem paciência, imagina dinheiro. O cara não investe em dor.

investido? Investido de quem? Na bolsa da Taiwan? Na bolsa da esposa dele. É, só se for. Mas vamos lá. Pessoal, hoje aqui a gente vai trocar uma ideia sobre preconceitos, né? Nossas opiniões baseadas em nem ter comido ou experienciado, né? Aquela...

situação antes de julgar. Isso eu não estou falando de preconceito contra minorias. Quer dizer, a gente pode qualificar cebola, por exemplo, como uma minoria. Acho que não, né? Cebola seria a maioria, né? Cebola tem abundância. Cebola é top. Cebola é tudo. Agora, o Daniel falou em cebola. Cebola é tudo também. Quando eu era guri...

Cebola, comida com cebola, coentro. Chega, deu fome agora, porra. Quando eu era guri, eu tinha muito preconceito de cebola. Eu acho que é mal de criança. Ah, isso eu não gosto, isso eu não como, e você nem experimentou. Hoje em dia, se você fizer aquela vinagrete ali só com tomate e cebola, que é cru, eu como tranquilamente, num churrasco. Mas quando eu era guri, eu detestava cebola, velho. Se eu mastigasse, eu visse aquele creque.

Mas até hoje, pimentão não me desce, não gosto de pimentão. Mas cebola compra com a mesma. Olha seu WhatsApp, seu miserável.

Cara, eu não sei como é que o cara come cebola crua, velho. Cebola crua, porra, puta que pariu. Já queima a garganta, velho. Queima o quê, pô? Deu de frescura. Quando você vier, quando você vier. Não, pai, não, não, não, não. Não inventa não, não inventa não. Pelo amor de Deus, não inventa não. Eu vou fazer uma compota de cebola. Não, pô, não inventa não. Nem vai sair da sua casa, pô. Não invente não. Tu é doido. E o Daniel...

Meu irmão, eu tenho uma raiva de cebola. Tu é doido, impressionante. O Daniel sempre teve esse problema com cebola, velho.

Eu sei, porra, dele vai virar um negócio que ele desconhece, porra. Irmão, uma vez eu fui comer um porra do pastel, eu perguntei, essa porra tem cebola? O cara falou, não, não tem não, o tempero é batido. Porra, quando eu mordia, o primeiro pedaço que eu dei no pastel... É muito azar, hein, tu? Eu só vi o croque, eu falei, esse croque não é do pastel. O pastel não tá crocante assim. O pastel é três dias, não vai tá crocante assim. Né?

Mas sempre tem uns pedacinhos de cebola Porra, velho Mas é desse tamanhinho, velho É milímetro de cebola Um pedacinho que Cebola, vocês estão focando muito na cebola Bora entrar com temas polêmicos Bora falar de giló e machixe aqui nessa Eu pensei que você ia falar Cara, é panada Uma vez Giló pra mim é comida de passarinho É isso aí

fazer entender como é que... Vamos ser sinceros. Como é que o índio chegou e falou assim rapaz, eu acho que essa planta aqui azeda desse jeito... Dá bom. Misturei alguma coisa pra ver se funciona. Dá pra pessoa, velho. Sim, esse cara faz... Como é o nome? Licopo? O giló? Não faz, não. Faz, pô. Giló, faz. Não, não. Aí tu tá inventando, Léo. Faz, pô.

O licor de filó, vamos ter que pesquisar isso aí, que eu nunca vi, não. Agora, o que eu estava conversando com o meu esposo foi o seguinte, como é que uma pessoa olhou o bicho andando lá, o caranguejo, e falou, acho que essa porra foi... O bicho feio da miséria.

Cara, mas se você olhar, toda comida é feia. A maioria é feia. É bem assim. A maioria é feia. Tem umas que é feia. Mas assim, o caranguejo, velho, eu tenho muito... Não é nem mais preconceito, porque eu já consumi caranguejo. Mas eu tenho preconceito com quem paga pra comer caranguejo. Porque eu acho que é muito caro e tem pouca carne naquela merda, velho.

Mas caranguejo é pela... É pela tradição. É a tradição de tu. É rola, Daniel. Vai tu ficar chupando. Primeiro, eu gosto de carne. Eu não gosto de chupar osso. Você não gosta de chupar nada, Léo? Não, eu chupo só carne mijada.

Peraí. Foi mal. Me exaltei, perdão. Calma aí. Eu não gosto de comida com osso, velho. Tá ligado? O meu negócio, por exemplo, frango. A minha parte preferida é o peito. Eu gosto de carne. Ou peito que não pega gosto. Costela de bovina, suína. Eu como porque é gostoso, de fato. Mas só vai ter aquela... O osso ali já fica estressado. Eu não gosto de roer osso. Aí pega o carangueiro que é praticamente osso, né? Que não é osso, é um exoesqueleto.

não tem carne naquilo ali, pô. A parte que mais tem carne é que eu não como de jeito nenhum, que é aquela parte da cabeça lá que tá as bostas do bicho, eu não como aquilo ali de jeito nenhum. Não é bosta nada. O aré, velho, parece, é nojento, meu irmão. Ô, Léo, deixa eu te falar, o giló tem compota, tem doce, tem... O que mais?

Tem suco, mas não tem licor, não, filho. O licor você inventou aí, o licor você tirou do... Ah, né, genipapo, poxa, genipapo. Porra, genipapo é gostoso, pô. Aí outra fruta que parece a porra de um ovo de véio. Ovo de véio. E é bom. O genipapo é bom, velho. Não é? Mas não parece um ovo de um véio murcho? Igualzinho, pô. Não, né, velho? E aí você tira suas conclusões, né, velho? Eu não ando vendo ovo de véio, não. Bora!

Ai, meu Deus. Você tem o preconceito de você não comer a parada, você nem sabe, velho. Mas isso é muito comum. Eu não comia nem machismo e nem geló. Hoje eu já como, velho. Tu come hoje essas porra?

Machixe de ló, eu te dou bagado. Não, assim, eu não vou acordar, eu vou falar, hoje eu estou com vontade de comer um machixe. Aí não. Mas no cozido, aí você come tudo, né? Ah, feio, Maria, jogo no pirão, pai. Pega um pedaço de carne, molho lambão, joga em cima, vá. Peraí, peraí, peraí. Que porra é molho lambão, velho? Molho lambão. Molho lambão da pimenta, não? No seu caso, o seu vinagrete é sem cebola, né? Aham.

E com pimenta. Você faz um molho de pimenta, aí pega uma saladinha de tomate, cebola, um coentro, joga e mistura. Chama de molho lambão. Cara, eu tenho assim, pra mim tem certas comidas, assim, por exemplo, a vinagreche, né?

Vinagrete pra mim, a vinagrete que eu falo é vinagrete Tomate Cebola e vinagre Tomate, tomate Pra mim é vinagrete Cara, pra mim, assim, se você falar pra mim Porra, vou fazer um tomate cortadinho aqui, botar um vinagre Um sal e a gente vai comer aqui no almoço Cara, eu não como, não quero Tá ligado? Mas se falar assim, porra, vai no acarajé Aí eu vou Entendeu? É como se fosse assim Então você não come salado no almoço

Basicamente. Como alface. E azeitona. É o verdadeiro cagado. Só come folha. Você sabia que o cagado ele não é herbívoro? O cagado é onívoro? É onívoro. É a gente que mata os bichos porque a gente acha que ele come folha. Mas dá quiabo pro cagado. Que desgraça.

É outra coisa que eu não gosto. A dona Tila tá dizendo aqui também é que eu odeio a cebola. Não sei eu não, tá vendo aí? Quiabo pra mim só no caro-ruíves e mais nada mesmo. Eu não gosto de quiabo. Não gosto de quiabada. Eu tô no escritório. Eu tô no pé de quiabo, velho. Aqui em casa. Aquela baba daquele quiabo que me embrula o estômago. Quiabo na carne cozida, pô. Não cozida, não. Não cozida, sem cebola, né? Meu problema do quiabo é aquela baba. Se for em alguma coisa que não mostra a baba, tá de boa.

Ele não sabe cozinhar não, esse miserável. Você comer, meu negócio é comer. Pois é. Véi, mas pode tirar a baba do quiabo e bota limão, pô. Sacou? Ou não bota quiabo. Quando você come o acarajé, não tem, pô. Às vezes tem. Ou no quê? Ou não bota o quiabo. Porra, aí não tem. Aí você não faz um vatapá, por exemplo. Você não faz um caro-libres. Não, mas eu prefiro o vatapá do que o caro-libres.

Vamos falar a palavra certa, pô. Senão o pessoal que não é da Bahia não vai saber o que ele vai falar. Não tem nada a ver, meu irmão. É porque baiano é doente, velho. Baiano é foda, cara. Baiano inventa outro idioma, velho. Só pra não ficar caindo em pegadinha, pô. É uma doença o nome disso. Eu falei preconceito, Daniel, de comidas. Aquele vídeo que tu me mandou do dialeto do cara lá, do baiano, falando, né? É, ali é mais novo, ali é mais novo.

As intensidades, não sei o quê. Aí eu fui pros comentários. Porque ele dá o exemplo da muqueca capixaba.

E da muqueca baiana. Ele falou, não, muqueca capixaba, legal. Muqueca baiana de fuder. Aí eu fui pros comentários, os capixaba tudo puto. Isso aí que vocês comem devia ser estrogonofe de peixe, não sei o quê, porque a verdadeira é a capixaba. Que banho de fresco. Aí o cara falou assim, se tem que botar um segundo nome, é porque não é a original. A nossa é muqueca. A de você é muqueca capixaba.

Acabou. Morreu a gente. É tipo pra dizer que a deles é que patenteou, tá ligado? Você tem o segundo nome no nome, no nome, né? Vira dono, né? É que nem o pessoal que tem o nome aí de Oliveira, né? Dos Anjos. Sabe o significado desses nomes? É que era de alguém. É, então. É isso aí. Que viagem. Como é seu nome, Deco?

O sobrenome? Tô lascado. Só faltava ser dos Anjos. Ah, Daniel é dos Anjos. Eu sou dos Anjos. De Souza. De Souza. O Déco pertencia à família Souza. Alguém da família do Déco. Se chegar alguém aí da família Souza e falar assim, você vai ter que voltar a trabalhar pra mim, ferrou. E quando a pessoa chama Santos dos Santos? Aí ela... Como?

Ele é dele mesmo. E você sabia que de Jesus significa que a pessoa foi largada pelo pai? Sabia não. É sério, mentira, velho. Eu sei que a maioria dos sobrenomes religiosos eram de escravizados. O dia é de possessivo, né? O dia é possessivo. Ele pertence a alguém. Possessivo, pô.

Porra, Léo, pelo amor de Deus. Não, mas fica parecendo... Gramática básica, porra. Fica parecendo um espírito se apossou do cara. Aí é obsessor, Léo. Parece que é um marido possessivo. Vamos confundir a estourada. Aí é obsessivo, Léo. Não é diferente. Léo, o português Léo é muito limitado, cara. Não, possessivo também. Quando você fala, ah, fulano é muito possessivo. Ele quer ser o dono da pessoa. Aí é loucura do povo. O povo que inventa a mão. O que ele achou foi tudo. O cara não gostou.

É, inventou muito isso. E Daniel tá querendo falar sobre o de Jesus até agora e não consegue falar. Fale de Jesus, meu filho. Então, pô, assim, o cara quando é abandonado pelo pai, antigamente, né? Aí ele não tinha o de fulano, entendeu? Tipo, de Souza, de Oliveira, aí fazia o quê? Botava de Jesus, porque ele pertence a Jesus, uma criança abandonada no mundo, tá ligado? Não tem pai nem mãe. Aí ficava de Jesus, aí Jesus toma conta.

tá ligado? É assim que funciona por isso que existe o de Jesus o de Jesus não é o nome de família tipo, crianças abandonadas pelos pais viravam de Jesus eu sei que os sobrenomes evangélicos, não, religiosos eram dados pra eles escravizados porque eles não tinham sobrenomes aí botavam dos santos Jesus Espírito Santo, Amor Divino e por aí vai

E tem também os judeus que usam os oliveira, né? Oliveira em referência ao ramo de oliveira, né? O ramo de oliveira e tal. Então tem muito isso. Tem muita cultura nos nomes em português, pô. Muita mesmo. É loucura isso. O Brasil é uma mistura da porra. É, o Brasil é uma mistura da porra. Agora, velho, voltando ao assunto aqui de comida que a gente tinha preconceito que hoje a gente acaba comendo, eu tinha muito isso com fígado, velho.

Fígado é bom, fígado é acebolado, viu, Daniel? Tem que ser acebolado. Cara, o problema pra mim é o que eu tava conversando ontem. O problema pra mim não é a cebola tá na comida, pô. O problema é eu comer a desgraça da cebola, pô. É. Aí o bicho acebolado tá raspando a cebola de cima, assim. Tira a cebola de cima, é. Tira a cebola de cima.

Mas o sabor tá lá, tá ligado? Eu sei que tem cebola, mas foda-se, eu não tô comendo. Agora, quer ver uma comida que eu tinha um baita preconceito. Ela não é bonita, mas a bicha é gostosa pra caralho. É maniçoba, velho.

Você olha esse monte de mato aqui. A maniçol parece a pôr de uma diarreia, cara. Para com isso. Então, por isso que eu falei, não é bonita. Não é bonita. Não, não é bonita. Você olha assim e fala, a cara é feia. Mas a bicha é gostosa. Puta merda. Mas tudo que eu falei, toda comida boa tem a cara feia. Não, uma lasanha linda. Uma raia mijona. Uma raia mijona não tem a cara feia. Não tem? Mas preparadinha é bonita.

mais bonita e aí a gente falando, como é que o cara chegou nesse ideal deixa eu contar a história do fígado deixa eu contar a história do fígado uma certa vez eu tava na casa de uma tia minha e aí ela falou bem assim hoje o almoço vai ser fígado

E porra, fígado Eu gritei logo, fígado eu não como Ela falou, na minha casa você come Se você não come você fica com fome Foi assim Aí eu sentei na mesa Isso que era educação Era assim, aí eu sentei na mesa Aí meu tio gritou logo, vai comer não Eu falei assim, eu não como fígado não Ele disse, você já comeu? Eu falei, não Aí minha tia é de pé do meu lado Tá vendo?

Olha a trairagem. E minha tia sentada em pé do meu lado. E ele conversava comigo. Minha tia falou assim, como é, rapaz? Você não vai comer meu fígado? Eu falei, não. Ela pôs, você vai comer? Ela pegou o fígado com a mão, velho. Enfiou na minha cara. Agora você... Abre a boca! Abre a boca! Eu abri a boca e comi o fígado. A boca da boca. Você não vai ser boa também, rapaz. Não, então. Aí eu comi a porra do fígado. Gostei, velho. E hoje, meu irmão... Meu irmão, o fígado é bom demais. Pô, você é louco, velho.

O meu problema com o fígado é aquelas partes dos vasos, né? Não sei se é das artérias, que é dura. As veias, né? Que o povo chama de nervo, né? Não é nervo porra nenhuma. É, mas é feio aquilo. Aí aquilo ali eu acho uma merda. Mas a parte maciça é ótima. Você precisa batatona no vaso? Como é? É, os vasos que tem no fígado. Você precisa batatona no vaso é nervo.

Mas não é nervo, né? A gente que chama de nervo, mas não é nervo. Na Bahia, na Bahia, a gente chama tanta coisa de nome errado. E outra coisa que na mesma linha do fígado, que o meu preconceito é com o odor dele, mas que também pra mim é delicioso, é o rim. Porra, eu acho o rim delicioso, velho. Porra, mas rim é foda. Ele tem aquele fedorzinho, aquele rançozinho de mijo, mas ele é gostoso demais, velho. O leite antes de começar a temperar, meu irmão, já foi. O bicho é entendido, né? Das gastronomia.

Olha o tamanho do menino, olha o tamanho da criancinha, tu acha que... Se você ser bom em comer, não quer dizer que você é bom em fazer. Mas aí, na moral, você será você. Tu acha que Carlinhos sabe cozinhar alguma coisa? Não. Então pronto, refutei você. Não, isso é verdade. Carlinhos é maior que ele. Com certeza, Carlinhos é uma lua, pô.

Tem órbita própria. É, meu filho, Carlinhos. Meu filho, eu não gosto... Não, deixa quieto. Véi, eu não comia fígado, não. Eu casei e não comia fígado. Aí a gente mora lá no apartamento, na fornalha de Abidnego, que o Daniel conheceu. Porra, até o nome da rua que tu morava é ruim, cara. Abidnego. E o Sadraque Mezac?

O Cornalha Abidnego era o nome do apartamento, porque pense num lugar quente da porra. Porra, eu tava falando disso antes de ter gravação aqui, velho. Puta que pariu. O Léo, velho, o lugar que o Deco morava, velho, parecia que tinha um sol próprio, bicho. E o sol lá era mais perto da terra, tá ligado, velho? Meu irmão, quando eu parei o carro, velho, na frente do apartamento, eu falei, Deco, velho, não vou entrar, não vou descer do carro não, viado.

É doido, velho. Eu não acondicionado, velho. Quando eu desliguei o carro, velho. Olha, eu acabei de desligar o carro. O carro virou assalda, velho. Bum! Falei, meu irmão, não tem como não, velho. Não tem como não. Foi que foda, velho. Mas aí a gente pegava a roupa. Terminava de lavar a roupa. A gente não estendia no varal, não, pô. A gente botava na janela, assim. 20 minutos depois, tava seca. Porra, também? O Deco antes de...

Demorou, então, viu? O Deco antes de ir morar lá era branco, meu irmão. É, porra.

O Edredon ficava seco em 20, 30 minutos. Meu irmão é um inferno aqui. Léo, lá era foda. E era piatã, viu, Léo? Piatã, velho. Perto da orla ali. Imagina. Léo de Salvador, né? Não, só de feira.

atrás da tacareja da Orla de Pietã. Aí que a linha fez assim, você não come fígado? Ela falou, não, peraí, beleza. Aí eu tava com o cheiro gostoso. O cheiro é bom. Porra, puta merda. Mas não é fígado não, porque só de sentir o fígado eu já enguiava, já passava mal. Aí ela botou o almoço e fez, porra, fígado? Ela coma. Aquele jeito carinhoso que você conheceu. É normal, é normal. Um abraço pra minha cunhada aí.

Ela tava na cidade fazendo compras. Porra, aí você falando, tá lá na cidade fica parecendo que mora na roça, porra. É a cidade que a gente fala, né? O centro da cidade, porra. Foi pra cidade. Porra, isso é coisa de gente velha, porra. Lá pra Piedade, ó. Ah, ela foi pra Cidade Baixa, foi? Não, Cidade Alta mesmo. Ah, Cidade Alta, lá pra Piedade, lá pro Pelorio, aquele lado lá?

É, é por isso que a gente fala, tá na cidade, na cidade. Quando vai pro centro da cidade, a gente mora pro lado de cá mesmo, bocado do rio, aí de boa. Aí eu comi, eu falei, o que você fez pra tirar o gosto? O gosto forte, ela, não se preocupe não. Aí ela foi fazendo outra vez, eu fiquei, ele aí, toca? Eu vi ela colocando o leite, eu falei, ah, o segredo é isso. Leite? No fígado? Leite líquido. Antes de você temperar, você deixa ele uns 10 minutos no leite líquido.

O fígado no leite líquido, uns 10 minutinhos, depois você tira a pipela, você quer e pronto. E o gosto do leite não passa pro fígado. Mas eu nunca tinha problema com gosto do fígado, não. Era tão forte que eu vomitava, passava mal. Aí ela falou assim pra mim, mas você come rim, que é mais forte e não passa mal. O cheiro do rim é forte mesmo.

Outra coisa é outra coisa. No cimento eu não rolei. Eu não posso... O que você vê da Notílio está dizendo aqui, fígado é muito gostoso, bem passado, sem cebola e tem muitas vitaminas. Fígado é ótimo para criar anemia. É o que ela falou mais cedo que ela detesta cebola. Rapaz, uma velha que não gosta de cebola é estranho. Ela falou que fígado é bom para criar anemia. É porque é rico em ferro. É rico em ferro. É verdade, não? É rico em ferro.

O Léo que é personal trainer, né? Fígado, feijão, beterraba, é muito rico em fígado. E ferro.

Deixa eu dar um recadinho aqui rapidão. Hoje também é aniversário da esposa do Tiago, a Liana. Então, feliz aniversário, Liana. Parabéns. E Deus te dê muita, muita, muita, mas muita mesmo. Eu não sei quanto é muito para falar isso, mas é muita paciência para aturar esse boca aberta do teu marido. Porque puta que me pariu. Ô, moleque chato.

Deus te abençoe, minha querida, porque tu é uma santa, tu merece uma estátua na Igreja da Piedade. Puta que me pariu. Parabéns, dona Liana. Dona Liana, puta merda. Vai, vai. Segue aí, vai. Pelo amor de Deus. Agora eu fiquei até estressado em ter que falar do Thiago aqui. Porque, bicho, ô moleque chato. Mas vamos, vamos embora. Agora sim, em questão de alimentos que vocês falaram, pô, enguiava, me embrulha. A única coisa...

que me trava mesmo é... Alho, velho. O gosto do alho, se estiver forte, porra, embrulha meu estômago, velho. Uma vez eu... Uma comida que eu gosto muito, aqueles macarrão ao vivo, que vai um bocado de colimento e tal, e eu sempre botava sem alho. Peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí. Me explica aí, o que porra é macarrão ao vivo? Porra, Daniel, parece que não é baiana não, velho.

Cara, eu não sei o que é isso. Não, não. Tu nunca foi pra ele no La Pasta. Vocês estão inventando um nome, velho. Não, não. Vocês estão inventando um nome. Que você chega lá, você escolhe a massa, né? O talhalim, pene, parafuso. Aí o cara vai botando lá alho, cebola, bacon, não sei o quê. Aí faz aquele macarrãozão.

Porra, Daniel, quando eu trabalhava no Riachuelo, já existia isso aí. Isso foi em 2010. Aonde, mano? Aonde que tem esse massa ao vivo aí, velho? Eu não sei o que é isso. Macarrão ao vivo. É aquele macarrão que o cara faz na hora. Massa, macarrão, é tudo a mesma merda? Tinha o La Pasta lá no João Márcio, porque era conhecidão, o mais gostoso da cidade.

Nunca foi. Aí uma vez, eu caí na besteira de falar assim, não, pode fazer completo. O cara foi e picou alho, aí eu fui comendo. No finalzinho, eu comecei a sentir o gosto do alho. Porra, a barriga começou a embrulhar. Eu falei, porra, vou perder meu macarrão, velho. Comi na raiva, porque eu sou apaixonado por aquele macarrão. Mas o gosto do alho começou a embrulhar meu estômago.

Aí não tem macarrão ao vivo não, é, velho? Ah, porra, não sei. Que loucura, macarrão ao vivo é loucura. Isso é a infissão de gente, rapaz. Eu não vim pra cá, né? Isso tá precisando vir, velho. Ah, em breve, quem sabe eu vou aí. Mas, porra, macarrão ao vivo é agora. A gente vai ter que fazer um checklist aí, porque macarrão ao vivo é muito bom, velho. O quê, velho? Um checklist? Um checklist. Ô, eu fiquei com medo desse sec aí. Eu falei, mas que é sexo que ele tá querendo dizer e não falou, né?

E aí você pode escolher o molho, pô. Tem molho branco, molho vermelho e molho rosê, né? Que é os dois. Tu lembra que a gente foi no rodízio uma vez, rodízio de massas, que tinha ali na orla? Tu lembra, Leo, que a gente foi? Na Hutz? Na pizzaria? Não. Foi na Hutz. Rodízio de massas, não. Não, eu só fui com você no rodízio de pizza. Tu não foi não no rodízio de massa, não? Não, de massa, não. Porra, tinha um macarrão chamado macarrão molho alabiata.

Puta que pariu, bom demais, viu, velho? Aqui em feira tem a pastarela que ela tem rodízio e a rodízio de massas e pizza.

Pra você que come muito, é top, velho. Eu não como mais tanto assim, não, pô. Hoje em dia eu não como mais, não. Você foi pra rodízio aqui em Salvador ou foi feio lá? Eu fui em Salvador, uma pizzaria que tinha na Orla, que tinha um carro de Fórmula 1 na frente, lembra? Lembra, não? Ali na Orla, ali perto... É perto da boca do rio, ela. Quer dizer, era na boca do rio, na realidade. É Brunão, é Brunão. Que tinha sal e brasa ali, tinha umas pizzarias, tinha umas churrascaria ali. É bem... É umas coisas... Não bora da sala de rio, pô.

É, então. Eu fui ali. Tem uma rosinha de massas e pizzas ali, perto da... Montanari? Montanari, isso aí. Rapaz, eu moro a 200 metros da Montanari, pô. Pronto. Coisa boa. Eu fui ali. Você não tava lembrando de onde eu moro? Eu moro a 200 metros. Porque a Montanari é de Canhas. Eu tava situado, pô. Você tá achando que eu não sei onde você mora? De repente bate na sua porta e você não sabe. Daqui a pouco eu tô aí do lado da sua casa e você não sabe. Eita, porra.

Deixa eu trazer uma parada aqui pra vocês que eu comecei a praticar recentemente e que, sinceramente, eu tinha muito preconceito que é o diabo do jiu-jitsu, tá? Tá agarrando o homem agora. É isso, eu tinha muito preconceito contra o jiu-jitsu.

Por que, velho? Se você só observar e ficar assistindo o vídeo, você vai ver que parece que é tudo muito agarrado, né? A gente fica ali passando o ovo na cara do outro, deitando em cima do outro, montando no cara. Porra, mas, velho, porra, quando eu fui fazer a primeira aula experimental, velho.

cara, não tem nada daquilo ali, velho, sabe? Tem aquilo, mas... É isso que eu falo, tem! Mas você não consegue levar pro lado erótico da parada, sabe, velho? Você não consegue ter preconceito ali na hora, velho. Mas eu tinha uma ideia muito... Eu tinha um preconceito, uma ideia estabelecida de que era meio... Porra, esse negócio aqui é meio... Porra, não sei que se eu quero o cara me abraçando, eu não gosto muito de abraço. Eu já sou desumado com abraço.

E aí o cara lá fica me abraçando Tentando me estrangular Eu vou ficar com raiva, vou dar um monte de murro no cara Porque a gente parte logo pra agressividade E aí é foda Mas, velho Não tem nada disso, cara Porra, eu tô gostando pra porra Mas o pessoal fala muito O judô, o jiu-jitsu É tipo A galera do cross, quem começa a fazer Fica pregando, porra, é muito bom, fácil E geralmente a galera gosta bastante Tá bem, é bem, é bem Tá bem Tá bem

Sem falar que lhe dá aquele senso de disciplina, né, velho? Que é muito bom pra jogar. O jiu-jitsu é só isso, pô. O jiu-jitsu é só disciplina. Se você tiver disciplina, você vai longe. Agora, se você for um banda voou, aí você vai se ferrar lá. Porque você começa a ser punido, tá ligado? E tem toda uma parada de hierarquia, tem... É coisa bem próxima da vida. É isso, né, pô? Toda arte marcial tem... A capoeira não tem muito, não, mas... Quando eu era do taekwondo, meu irmão, eu apanhava que só o caralho.

E a primeira aula, eu cheguei em casa falando, eu não vou voltar lá mais não, eu fui pra lá pra ser humilhado. O cara fica todo quebrado também, ninguém dá nada, fica todo quebrado. Não, a dor no corpo é de boa, o problema é humilhação. O cara não sabe nada, já tem uma galera maluco. Pois é, e eu ainda fui treinar com o mestre, eu fui treinar com o mestre, não era nem mestre na realidade, ele é faixa marrom, se dá preta. Eu fui treinar com ele, aí eu respirava, eu tomava uma charra de braço.

Porra, eu ia movimentar o cabelo, o vento batia no cabelo, um estrangulamento, eu falei, porra. O cara todo no... Deixa eu pelo menos tentar fingir que estou fazendo alguma coisa aqui, tá ligado? O cara já na memória muscular já, rapaz. Você aprendeu a bater de várias formas diferentes, né? Porra, aprendi a bater com a cabeça no chão, porra. Até com a cabeça no chão aprendi a bater, velho. Eu falei, meu irmão...

Cara, eu... Olha, é impressionante. Velho, antes eu pensava em fazer um movimento e o cara já tava pensando duas vezes o movimento que eu tava pensando, pô.

Entendeu? Porra, né, porra? Porra, aí eu falei, velho, eu gostei. Aí eu falei, agora eu gostei. Eu fui humilhado, agora eu gostei. Porque eu gosto assim, quando o cara bate na cara, assim. Eu gosto, é bom. O cara, pra ser marrom, ele já tem alguns anos aí. Imagina o tanto de memória muscular. O tanto de memória muscular que esse cara já tem no esporte, porra. Então, muitos movimentos dele é intuitivo pra caramba. Ele nem pensa. É, porra. Não pensa mais, não. Ele só vai.

E pegando um cara, pô, que não é nem faixa tem, eu não sei que faixa, né, digamos. É simbólica. É, a minha faixa é simbólica, pô. Então a faixa branca é branca. É só pra segurar o queimô, se não abre. A minha faixa é branca, branca, pô. Ela é tão branca que ela nem lava, pô. Tão vênish que ela tá, tá ligado? Tão branca.

Mas, velho, é só humilhação, velho. E eu falei, puta merda, velho. Não tem como, não, velho. É loucura demais, velho. Mas você vai gostar, pô. Você vai gostar. Quando você começa a apoiar mesmo assim, a velha mesmo, você gosta mais ainda, pô. Não, foi o que eu falei, pô. Começa a colocar o ombro. Ah, não faz isso, não, pô. Rompia o esteirão. Rompia o esteirão. Fiote, eu vou trazer o ensinamento do Grace aqui, do velho Grace. Ele fala o seguinte. Esses malucos que têm orelha estourada é porque não sabem o que está fazendo.

E também os caras não drenam, velho. Ele é o mestre, tá ligado? Não, porra, ele fala, velho, eu tenho 50 anos de luta, olha a minha orelha aqui, nunca drenei, nunca fiz nada, a orelha dele é normal, porra. Aí sabe o que ele fala? Porque eu sei o que eu tô fazendo, porra. Porra. Só isso, porra. Botou no toma do minotauri, minotauri. É. Não, mas ali é porrada, filha. Esses caras aí é porrada que tomam na cabeça, filha. Ali não tem como não, velho.

Velho, os caras... Essa é uma parada aí que eu não consigo entender, velho. Como é que o cara entra no apodo do ringue, velho? Eu não tenho raiva de tu.

Mas eu quero dar um murro na tua cara, velho. Sabe? Mas eu não tenho raiva de tu, velho. Eu só vou mesmo, porra. Sei lá, velho. Se a gente for... Qualquer conceito aí com o MMA, velho. O MMA é bom, porra. Mano, mas aquilo ali é a retratação dos antigos Coliseu, tá ligado? É um cara que não tem nada a ver, não tem nada contra o outro e vai pra lá pra desgraçar o cara, velho. Mas é isso, porra.

É isso. A guerra também. A guerra também. Vamos puxar já que você puxou isso aí, Fernanda. Porra, guerra. Um cara que não conhece o outro, não sabe nada da vida do outro. Não tem nada contra o outro. Não sabe de nada um ao outro, mas tá lá. Um querendo matar o outro porque um filha da puta lá, um sacana lá, mandou ele lá fazer isso, porra.

Vai lá e você vai lá e mate lá fulaninho de não sei das quantas. Tipo, os caras que não tem nada a ver. Pô, se você tem uma briga, meu irmão, resolva você e o cara. Por isso que eu sou a favor, velho. Qualquer desavença. Eu sou a favor de qualquer desavença ser resolvida com 10 minutinhos de pau, de murro. Entre os presidentes. Não, qualquer pessoa, pô. Tipo, eu não gostei do que você falou comigo. Olha, Léo, vamos resolver ali 10 minutos de porrada ali. Sem perder a amizade.

Porra, porra, melhor coisa do mundo, velho. Estravasa ali a raiva. Todo mundo é amigo de novo. Eu não sei se meus colegas de trabalho estão assistindo, que eu falei com eles, né? Mas eu tenho uma brincadeira desde que eu entrei nesse trabalho, que era o seguinte. Chega o final do ano, a gente vai, a gente desce pro trabalho, né? Eu vou pra São Paulo, no caso, porque eu sou home office. Eu vou pra São Paulo e aí meu colega, cada um vai pra lá pro polo. Aí eu falei, velho, vamos alugar um barracão.

Fecha o barracão. Providencia churrasco e cerveja pro final. Mas antes disso, 30 minutos de porrada, sem perder a amizade, pra desestressar tudo que a gente passou no ano e depois acabou, meu irmão. Churrasco e cerveja. Sou muito a favor. Sou muito a favor disso aí.

Aí eu ficava na resenha, na gastação, tipo, porra, vamos fazer um... Vamos alugar, tá? Aí meu ex-coordenador fala, você é doido, você é doido. Eu falei, eu vou apoiar, porque eu sou grande e solento. Mas o primeiro que recebeu um pau meu, meu irmão, também... Foi o que ela disse. Mas, véi, é sério, é sério. O problema é só acertar o primeiro.

É, e falando em trabalho, porém, o que que eu falei? Você tava até conversando com o Daniel, falei, porra, o que é que eu falo, não sei o que e tal? Fiquei assim, né? O cara fica meio... Aí eu lembrei, meu trabalho hoje, hoje, eu tinha um puta de um preconceito.

Não é assim, coisas que eu... Hoje eu falo, porra, por que eu não conheci essa parada antes? Tipo, minha colega, um amigo meu, ele fazia assim, velho, vem cá, vem estudar isso aqui. Porra, não, vou estudar isso aí não, orar. Eu quero ficar mexendo aqui em servidor. Eu não tô nem aí com essas porra de dados, não. Tem porra de BI, de relatóriozinho e não sei o quê. Que porra de tabela, rapaz. Tabela pra mim é Excel. E olha lá. Aí hoje...

Hoje, eu conversando com ela, né? Uma galera assim, falou, porra, por que que eu tinha esse conceito errado? Aí eu falei, porra, isso é um preconceito que eu tinha com relação à área de dados. Eu achava que não servia pra porra nenhuma e que não sei o quê. Aí eu falei, olha o que eu tô trabalhando hoje nessa porra, velho. É foda. Tipo, a gente tem que...

deixar, não se deixar levar por esses conceitos, tá ligado? É viagem. Muita coisa, giló, que eu não comia, machixe, fígado, rino, rino, eu sempre dei um bagaço mesmo, eu não tô nem aí. Desculpa, vou até ligar aqui pra minha história, pedi pra ela trazer, já que ela tá na rua. Aí é, você viu?

Sério, pô. Sério. Inclusive, o Davidson tá falando aqui que o governo lançou uma proposta de engravidar todas as moradoras. Não, Davidson, peraí, pô. O bicho é doente, eu tenho preconceito com o Davis. Esse bicho é maluco, velho. Eu tenho que pensar duas vezes, eu quero ler o comentário dele. Deixa eu falar esse primeiro comentário.

Aí ele falou o seguinte, que qualquer problema se resolve com 1.38. Aí é foda. O cara é todo na violência mesmo. Todo estragado. Aí já é pra definir, pô. É, o juiz é todo estragado. Aí ele ligou pro juiz, isso aí, meu pô.

O companheiro de dar e ver. Que bicho doido. O Davidson falou aqui que a única coisa que ele não come... É o chat, é o chat. O chat é fora. O Davidson, ele falou aqui que a única coisa que eu não como é giló e casada. Realmente, casada pode lhe dar um problema grande. Não evite, evite. Casada, velho. A casada aqui é o 38 mesmo, viu? Aí é o problema. A menos que o marido que convide. O cara é o 38, Davidson.

Cara, o Deu, você é aloprado demais, tu é doido, toda semana ele vem aqui só pra perturbar, aí faz a gente perder o rumo da live, eu já não sei mais o que a gente tava falando, mas enfim, vamos embora. Cara, então, velho, muitas coisas que a gente tinha, né, quando a gente era criança, criança mesmo sempre tem a mania de falar, ah, eu não gosto disso, ah, eu não gosto daquilo, mas nunca comeu, nunca experimentou, né, bicho, e fica falando, ah, eu não gosto, eu não bebo, eu não sou disso, uma parada que eu não bebia, que eu tinha muito preconceito, era o uísque, velho.

Mas depois que você começa a beber... É aí que eu tô falando agora. Depois que você passa a beber... Não, já bebi. Não é preconceito. Depois que você passa a beber uns uísque de qualidade, não é red label não, que tem nem que red label é qualidade, viu? É uísque de qualidade e você fala assim, rapaz, uísque é bom.

Deixa o meu café, que é também. Café também é bom. Eu ia falar do café. Minha sobrinha, ela vinha pra cá muito mais, né? Antigamente, no final de semana. Aí minha esposa já deixava o Nescau dela aqui, né? Nescau de verdade ou Nescau batizado? Chocolatado. Aí eu tomava café e ela tomava a chocolatadozinha dela. Hoje ela tem o quê? Doze anos. Vai fazer três em agosto.

Aí eu tomando café lá fazia, meu tio André, deixa eu provar, falei, menina, eu não gosto. Hoje, aprendeu, agora, tá pior do que aqueles Mib, aqueles... As formiguinhas do Mib, as baratas do Mib. De café, café, café. Falei, eu criei um monstro nessa porra. Por um momento eu pensei que o Deco tava dando uísque pra menina, eu viajei aqui. Eu também. Ainda não, a gente vai fazer 18 aí, ainda não.

O Deco, pelo que eu lembro, o Deco não bebe. Rapaz, é muito raro eu beber. Tem que ser uma ocasião muito top. Tipo assim, Super Bowl, um jogo fuderoso da Copa do Mundo. O que não tem há muitos anos. A gente não sabe. Tem muito tempo sem beber. É tipo, se era o Super Bowl. A última vez que eu bebi foi 9 de fevereiro. O Super Bowl agora.

O Deco falou aí do achocolatado. Aí eu lembrei de uma coisa que eu tenho preconceito. Adultos que bebem achocolatado. Eu tenho preconceito. Mas aí você tá partindo realmente pra coisa do preconceito mesmo. Eu tenho preconceito com isso aí. Porque assim, uma coisa é você de vez em quando beber uma chocolate de boa. Mas, por exemplo, tem adultos que não bebem café.

Já tá errado. Já tá vivendo o modo easy aí. Um adulto que não bebe café. Aí o cara toma meu achocolatado. Ah, te fudei pra um adulto que fica a base de achocolatado, porra. Ah, eu vou beber leite. Ah, beber leite. Isso é só leite de cabra. Achocolatado meio foda. Você imagina assim, né, velho?

Leite de cabra tá certo, Léo. Então, bebe tu. Leite de cabra, lá ele. Não, leite de cabra, tudo bem. Leite de bode que é o problema, porra. Leite de cabra, quando a gente vai lá vai o cabra lá. Ah, o leite do cabra. Ah, então você usou o artigo errado. Não, a intenção é essa, é confundir o inimigo. O Davis não tá perguntando o que vocês têm contra giló. É ruim, Davis? Ele mesmo disse que não come giló esse miserável. Não, viada. Porra, Léo, não entendeu não. Quer que eu explique, Léo? Vou explicar. Pera aí.

Leia a primeira frase dele com relação a Giló. A única coisa que não como é Giló e casado. Ah, tá. Aí ele tá continuando. Qual o problema de vocês com Giló? Casado pra qualquer um pode. Eu não quero problema na minha vida, não. Eu também não. Daqui a pouco quero escutar de novo depois dessa gravação aí. Ó a merda. Mas vamos ser sinceros. Não leve pro lado obscuro da parada que eu vou falar aqui.

Mas você, Deco, eu também, nós temos relações com mulheres casadas. Certo? Casada com... Estou errado? Não estou. Aí você é foto. O Léo, o Léo, se ele falar assim, eu estou tendo um relacionamento com uma mulher casada, aí a gente desconfia. Léo é solteiro? Léo é vagabundo. Eita porra. Que nem diz o povo antigo, que nada com a voz do Brasil.

Aí o Davidson falou aqui, ó. Quem nunca bebeu a pinga do pai... Porra, seu pai era um desgraçado, velho. O cara desmaiado. Não, provavelmente é escondido. Agora sim, vou dizer pra você. Não, leia o que ele falou, porra. Quem nunca bebeu a pinga do pai desmaiado de coma alcoólico. Ó pra aí, velho. Ah, tá. Eu tinha entendido beber até desmaiar. Seu pai tá mal, porra. Meus pésames aí. Eu não bebi porque meu pai não... Eu não sei quem é. Nunca permitiu isso.

Ele nunca teve essa oportunidade. Agora sim, teve uma época que meu pai, ele tinha uma garrafa de 51 em cima da geladeira. Aí todo dia, antes do almoço, ele tomava a dozinha, o limão. 51 em cachaça, essa época. Aí, e é o que aquilo ali?

Meu irmão, é qualquer coisa com álcool ali. É aguardente. O nome já diz, aguardente. Aí eu peguei, ficou aquele restinho no copo, eu peguei o limão, espremei dentro e bebi. Meu amigo, nunca mais que conta com 51. Parece que eu tinha engolido uma bola de fogo, você tá maluco?

Como é que bebe isso, velho? Pelo amor de Deus. Isso eu devia ter uns 12, 13 anos. O Deco tava falando do emprego dele, que ele não queria trabalhar com BI e tal. Cara, a vida, o que eu sempre falo, a vida é uma puta. E ela tá aqui pra te maltratar. Bicho, eu tinha raiva de inglês. Não era pouquinho, não. Era muita raiva de inglês. A língua é inglesa ou ingleses? O morador da Inglaterra. Os dois.

Agora ele está querendo dizer que entende de português. Não, a minha pergunta faz sentido, não faz? Não necessariamente, mas tudo bem. Mas vamos lá, depois eu explico. Vamos lá. Aí, eu tinha muita raiva do inglês, né?

Tanto que eu nem ouvia música em inglês, pô. De tanta raiva que eu tinha. Nem música eu ouvia. De tanta raiva que eu tinha da porra da língua. Que eu achava que eu tava na época de ser socialista, né? Eu não queria dar margem pra filha da puta capitalista, né? Aquela história toda que a gente ouve aí na minoria. E aí, porra, eu tinha tanta raiva. Todo ano era de lei eu ia pra recuperação de inglês. Todo ano eu ia pra recuperação de inglês.

Aí o que foi que a vida fez? Me trouxe pra porra de um país que só fala inglês. Fala francês também. Não, sim, mas um pedacinho fala francês lá no cu do mundo, lá no Quebec. O resto, velho. E aí eu tô aqui. Vai fazer... Faz 11 anos que eu tô aqui. Na porra de um país que fala inglês. E eu tô puto. Eu vivo com raiva. Confesso que eu pensei que você ia dizer que se tornou professor de inglês aí, velho.

Não, eu tenho que... Praticamente eu falo mais inglês do que o professor de inglês, pô. Entendeu? Porque eu falo inglês oito horas por dia, pô. Ah, mais até. Mais até que oito. Manjei. Como é? Falei. Não ouvi. Manjei. Entendi. Manjei. Manjei. Manjei, manjei. Manjei é das antigas. Isso aí eu aprendi com um amigo meu de... Sergipe. Não vou falar cidade, não. De Sergipe. Aí ele fala o que? Manjei.

Aí ele, manjei. Manjei é coisa de quem manja rola. Eita, porra. E é? Não vou manjar mais. Manjei foi demais, pô. Manjei foi demais. Tá doido. Que girafia da porra. Manjei. Você nunca deu uma manjada, não? Eu não. Tá lá ele, dã. É doido. Eu dá até o de cara, que nem diz a história. Dá até o de cara.

Agora quer ver uma parada que ultimamente eu estava com um certo preconceito e eu acabei assistindo e gostei bastante. Porque o primeiro filme do Mario, ele não foi tão bom, né? Pelo menos pra mim, eu não gostei tanto. Mario. Você pegou atrás do armário. Você é nintendista, você sabe do que eu tô falando, né? Eu sei, caralho. Então, eu sei porque você sabe. Eu só tô apontuando.

E aí, velho, eu tava com um certo preconceito de ver o segundo filme, né? O Galaxy Movie. Aí ontem eu parei assim e falei assim, porra, minha guria tá aqui, tá enchendo o saco, eu vou assistir um filme com ela. Contei o filme Mario World Galaxy, né? Porra, o filme é bom, velho. Melhor que o primeiro, cara. E o primeiro já foi legal, né? É, não foi. O primeiro eu não gostei, não. Eu gostei do segundo. Já tá disponível? Já, já. Na Milícia TV já tá lá disponível.

Milícia TV? Eu tenho até a Milícia TV. Eu vou ativar a minha Milícia TV aqui pra ver. Porra, é bacaninha. O filme é bom, velho. Eu gostei pra pô. Tá bem animado. Tá bem... Eu assisti ele em inglês, né? Inglês com legenda em português. E a dublagem... Não é dublagem quem fala. Dublagem, pô.

Não, porque ele já sai em inglês, na realidade. Sim, mas alguém dublou, pô. É uma animação, caralho. Então, tá. A dublagem tá bem boa, assim, que é com aquele cara que faz o Guardião da Galáxia. É o Peter Crill. Chris Pratch. Se eu sei o Peter Crill, eu sei, né? Chris Pratch. É, então. Ele que fez aí. Porra, tá bom, velho. Eu gostei. Pô, você ficou... Pra que eu sei de assistir.

Você ficou sabendo, né? O primeiro, que eles dublam com Blas, os brasileiros dublam com Blas na versão americana, né? Aí o cara do brasileiro foi e colocou a dublagem com sotaque italiano. E aí os caras não aprovaram. Só que a galera gostou pra caramba, pô. E aí depois começaram a elogiar a dublagem dele.

O Mario é italiano Ele é japonês, mas é italiano A origem dele é realmente italiano É, mas foi feito no Japão Então ele é um italiano Um japonês, é E ficou muito bom Ficou muito bom Você sabe o que ele fala ali Quando ele fala em italiano? It's me, Mario Ele fala it's me Só eu, Mario Nada disso

Não. Quer ver? Peraí. Ó, o Charles019 falou aqui, Chris Pratch, você que fala inglês aí... Eu falei isso, pô. Chris. Chris. Ele também deixou outro recado aí, ó.

tem que ir lá pra cima, o Davidson falou assim que tá dando corte pra gente pra gente ficar famoso tem os cortes de maluco é capaz do Youtube derrubar a gente desse jeito quando criança tem que

Quando criança tem que se tomar cuidado com as influências. Já tive amigos oferecendo maconha, mas como sou sensato, nunca aceitei. Não pode misturar isso com crack. Eu tô dizendo que o cara fala, velho. Ai, meu Deus. Começaram a polêmica aí? Falar de preconceito. Eu tenho preconceito com crack. Se vocês gostam, se eu for quicado é porque eu sei que vocês gostam.

odeio Naruto derruba ele na live não vou derrubar não porque eu também não gosto então tá tudo certo o Charles mandou aqui salve pessoal, Denise pediu pra agradecer a todos pelo desejo de melhoras que mandaram para ela um excelente live para todos deixando o like e ele continua Chris Pratt que faz a voz do Mario

Eu estava falando isso aqui agora também. Mas melhoras. Melhoras aí para a dona Denise que teve que uma emergência hospitalar. Acho que já deve estar em casa. Mas melhoras aí para a dona Denise. Cara, então... Porque é complicado esse negócio de a gente ter preconceitos. Eu tinha preconceito contra o futebol americano também, não vou mentir. Apesar de ter muita vontade de praticar.

Mas ao mesmo tempo que eu tinha vontade de praticar, eu tinha um certo preconceito que eu achava que todo mundo era muito maior que eu e todo mundo era querendo me matar. Eu tenho preconceito com o Magrelo que faz futebol americano. Cara, futebol americano é o esporte mais inclusivo que existe no mundo. O mais democrático que tem, você não tem noção, velho. Porque você... Eu pequeno desse jeito conheci perna, esquelético na época. Na época era...

Porque agora ligou no corpo, pô. Agora, Flavinha, né? Minha cunhada começou a tratar, tal, não sei o quê. Pegou na planta, pô, esse cara. Com certeza. Eu era capa de borboleta, pô. Pegou na planta, pô. Mas quando era a favor do vento... Começou a botar soro na veia. É, pô. Quando acabado era a favor do vento, os caras jogavam a bola, ele corria um pouco, abria os braços e ia, pô. O vento fazia o resto, pô. Isso quando eu tava a favor do vento. Contra o vento, ele se quebrava.

Não corri, pô. Não saia do lugar, pô. Eu lembro que na época, Daniel, ele começou a fazer musculação. Ele falou, pô, velho, porque se eu ganhar 2, 3 quilos aqui, já vai me ajudar muito no futebol americano. E eu pensando, só isso? Ele quer não ganhar 2, 3, eu quero não perder 2, 3, ó. Mais 3, arroba, né?

Mas a vida pune, né, filho? É o que eu falo, a vida pune. Eu queria ganhar 2kg naquela época, aí eu fui pro Brasil, na última vez que fui pro Brasil, meu irmão, eu virei um barrão, velho. Meu irmão, pensa no cara que tava maníaco, velho, de comida. Maníaco, você prestar pra comer, velho. Meu irmão, não sai de casa, velho. É só, Léo, vamos no mercado, Léo, vamos ali, vamos no centro de abastecimento. Todo dia, almoçar fora, eu falei, meu irmão, não ganha em dólar, não, filho de puta. Meu velho, eu voltei 8kg mais gordo, filho. Em 15 dias, pô.

Ah, porra. Pense aí. Tem o tempão, né? Não, tem três anos, eu acho. Três anos. Já emagreci quase tudo de novo. É, porra. Já tá na hora de vir pra reabastecer aí, porra.

Porque só nesse meio tempo aí que eu fui pro Brasil e voltei, eu já fui pra academia, né? Já fiz musculação. Depois da musculação, agora eu tô fazendo jiu-jitsu. Cara, não tem como se manter com o peso que eu tava fazendo tanta atividade física não, tá ligado? É muito difícil. Inclusive... Como é?

Você vem pular de carne, se preocupe não, porque o que tem de churrascaria aqui é... Não, mas é prejuízo, pô. Não, a próxima vez que o Daniel vem, a gente tem que ir no... Ó, dois rodízios que a gente tem que ir. O de hambúrguer e o de... O de acarajé. Rodízio de acarajé é o quê, pô? E o rodízio de carne, pô. Não, nós vamos. Mas eu vi... É foda, velho. Quando parece que o cão fica lá tentando, tá ligado? Eu vi a pôr de um acarajé de um quilo.

Aí eu fico perguntando pra todo mundo, é aí? É aí em Salvador? É em Feira? Eu fico mandando mensagem pra todo mundo, velho. Porque eu fico doido, velho. Pela cara dele, ele não tem cara de ser baiano, não. A cara já é feio, velho. É na liberdade, tem uma liberdade, mas começa a sair só 11 horas da noite. Começa a sair 11 da noite? É, puxi. Porra, aí é... A cara de 11 da noite é foda, velho.

E tem outro que é na Liberdade. O que é, Daniel? Você não conhece a Kombi 4 Rodas, não? Nunca ouviu falar da Kombi 4 Rodas, não? Eu acho que toda Kombi tem 4 Rodas, né? É, Kombi 4 Rodas é um restaurante que fica em Amaralina. Os caras começam às 3 da noite e vão até 5 da manhã. Os caras só servem coisa leve. Rabada, feijoada, mocotó. Mocofado.

o mais leve dos caras é quiabada. Eu pensei que tu ia falar, o mais leve dos caras peça 300 quilos. Eu pensei que tu ia falar isso. O mais leve da comida dos caras é quiabada, porra. Você fala assim, porra, vou comer uma coisa leve aqui. É quiabada. Três horas da manhã? É, porra, a comida e quatro horas. Tá louco, velho.

Tem condições não. Combe quatro rodas, porra. Tem condições não. Fora de que a gente tá sem sair. E os caras, foco na galera que tá saindo. Porque é a Maralina, né? A galera que tá saindo dos reggae. Das raves. Reggae de festa é, porra. Pô, Deco, mas esse é a carajé de 11 horas. É de um quilo? É de um quilo. É peste. Sim, agora virou meio que uma febre. Acho que aqui tem dois, três lugares.

É, eu vi que tem vários lugares, inclusive tem até em Sergipe, em Aracaju tem também. Eu não tenho estômago pra isso não, velho, não vou mentir. Um quilo não, Daniel, um quilo era só a massa, velho. Quando o gol terminou foi pra quase 4 quilos e pouco, 4,5, 3,5. 1,7 quilos, pô. Não, olha de novo. Só de vatapar que o cara botou naquela... Aí os caras no comentário falam, na hora do camarão, miserê da porca, o cara botou um pouquinho assim.

Ah, desgrama. É uma mensagem do caralho. Camarão ainda tá caro assim, velho? Camarão caro? Cara, não, bicho. Eu só compro 10 reais mesmo. É que nem a gasolina, bota 10 aí. Pô, mas 10 reais de camarão, vem quantos camarão? 5 camarão? Sim, né, velho? Vê um punhado, né? Vê um punhado. Tá, boa.

assim que compras parada é minha esposa né então não é só não sabe não é a vai mesmo quero mas não por não quero saber como ela e ela resolve mas depende muito da temporada tipo assim você vai na semana santa o camarão meu irmão você tem que pedir a benção tá ligado bem seu camarão mas é tipo agora mesmo tá de boa agora

Hoje estamos em maio, né? Começando maio. O senhor Amendoim que tá chegando aí, entendeu? Senhor de engenho. Senhor feudal aí, Amendoim. Rapaz, tá chegando a época boa do ano. Que vem agora mais um é São João, né? São Jones. São Jones. Senhor Amendoim e o Conde Milho. Vocês já viram alguém falar que não gosta de São João, velho?

Eu gosto muito da temporada de São João. Eu não vou pra forró, não danço nada. Mas eu aproveito muito, porque eu gosto das comidas. Então eu gosto de São João, do período junino. Eu gosto. Essa partinha que o Leo falou também é a parte da comida. A melhor época do ano. Você ajuda, me ajuda a te ajudar. Eu não tenho mais feriado, porra, de São João.

Ah, porque é São Paulo, tem uma empresa de São Paulo. É tudo regido pelo calendário de São Paulo. Ai, lasco. Todos os feriados daqui da Bahia, todos os feriados de Salvador, só tem feriado nacional e de São Paulo. Sacou? Tanto que 9 de junho, inclusive você falou do Forros da Seja, esqueceu de falar do Assassin's Creed e Black Flag que vai sair. É porque eu não jogo Assassin's Creed. Mas eu jogo, então falo. Desculpe, desculpe, não vai bater não, pô.

É, vai bater, porra. Vai sair de 9 de julho, que é feriado em São Paulo. Mas Assassin's Creed vai sair antes do Fusa? É o remasterizado, né? É, porra. Joguei o normal, gostei, não. É o 4, no caso, o Black Flag, vai sair na quinta-feira, 9 de julho. Aí, já sabe, não é feriado. Tu vai comprar?

O que, velho? Vou assinar o Ubisoft Plus, 60 contas, vou ver se eu consigo fazer hora pra poder folgar no dia 10 e maratonar 9, 10, 11, 12. E pedir a Deus que eu consiga. Agora eu passo a pergunta pro Léo. O Léo vai jogar também, Léo? Vou não, velho. Não tem videogame, não. Cara, mas é isso que eu ia perguntar. Léo, tu era um cara tão ligado no videogame, velho. O que foi que deu errado assim, pra tu parar de jogar, bicho?

Não vem com essa história de vida adulta, não, viu? Não vem com essa história, não é que você é viadagem. Não, isso não. Não sei. Porque assim, eu gostava bastante de jogar, mas eu basicamente parei no Play 2, velho. Porra, Play 2, no meu Play 2, tu quer dizer? Uhum. Porra. Meu irmão, depois disso aí já tem tanto videogame, velho. Daquela vez que tu mandou o 360, o videogame ficou lá em casa basicamente um ano, eu nunca joguei, velho.

Porque eu só queria jogar o Batman. Eu nunca comprei o jogo. Eu nunca joguei. Aí é foda. Aí é foda. E no método Jack Sparrow? Qual é o método Jack Sparrow? Ele não joga nada, pô. Ele não tem nada, não. O método Jack Sparrow, meu filho. O método... O método... O método Malícia. Ou Milícia, pô. Milícia. O método Milícia. Meu irmão me deu um Play 4. É o método Milícia. Dá pra ouvir, não.

É porque hoje, particularmente, se você tentar jogar online com um videogame desse, você já está banido, né? Não tem como. Eu não jogo online. Eu só jogo online.

Eu não jogo online. Aí você pode até dizer que é preconceito. Velho, eu trabalho de segunda a sexta. É o estresse do caralho. Aí eu vou ligar o videogame pra jogar, pra relaxar. Aí vem um asiático ou um curi de cinco anos. Começa a me matar. Começa a me matar. Começa a fazer gol em cima de mim no FIFA. Eu vou virar o satanás. Vou deslogar de raiva.

Não, porra. Você joga lá de não. Jogo não. Mas é que tá, vamos lá. Junta eu, tu e uns dois amigos pra jogar PUBG, por exemplo. Exemplo, tá? Um exemplo. Como curto jogo de Itaí. Não, é um exemplo. Tudo bem, vai. Um exemplo lá. Um exemplo. Porra, se juntar uma galera assim, uns amigos que eu conheço, que a gente vai só pra loprar mesmo. Tá ligado? Velho, o podcast aqui surgiu disso.

A minha ideia de fazer o podcast surgiu das nossas lives dos jogos online. Por quê? A gente tinha uma galera... Meu irmão, a gente falava... Se a gente falar metade do que a gente falava na live, a gente tava todo preso hoje. Sério mesmo. Tava todo mundo preso. Por quê, meu irmão? Véi, era só atrocidades, velho. Só atrocidades. Meu irmão, tinha nego que aparecia... Eu até vi um Reels essa semana, que o cara falava assim, velho...

Tem gente pedindo pra jogar com a gente. Cara, não venha jogar com a gente. Eu não vou deixar você jogar com a gente. Porque você não vai aguentar. A gente vai zoar. Você não vai aguentar. Você vai embora. Vai sair falando mal da gente. Então, meu irmão. Eu não aceito que ninguém venha jogar com a gente. Porque você não entende o que a gente tá fazendo aqui. A gente tá aqui pra se divertir e falar atrocidade. Se você não aguenta, não venha.

Aí o cara falou. Meu irmão, meu grupo é fechado. E aí eu, seis amigos. E acabou, pô.

Entendeu? E é assim que a gente joga. Hoje, meu grupo é basicamente isso, quatro, cinco pessoas. Ah, meu irmão, quando a gente quer aloprar, a gente junta no Xbox, ali no Game Pass e joga Fortnite, por exemplo.

Meu irmão, o insulto mais leve que tem é filho da puta, o cu já arrombado e tua mãe é quenga. Mas por aí vai, pô. É o mais leve. Isso aí é de boa, isso aí é leve. Entendeu? É leve. É daí pra cima. É daí pra cima. O burro é vírgula. Né? Chamar o coleguinha de burro é vírgula.

Isso aí não me preocupa, não. Não, mas é sério. Tipo, agora, isso que você falou é de boa. Você junta seus amigos ali pra jogar. Mas, véi, logo quando saiu o UFC no Nintendo, aí o 25 eu fiz, porra, vou comprar. Eu tenho um joguinho de futiba. Chegar algum amigo, jogar contra, não sei o quê. É de jirico da porra. O futebol nunca vai prestar pra jogar nem com amigo.

Aí vai eu, né? Estou sem fazer nada. Deixa eu testar aqui esse modo online aqui do FIFA. Vou falar aí, é isso esse cara não. Vou testar aqui o FIFA 25 para jogar contra. Eu não sei, meu irmão. Vai aí. A posse de bola do cara foi 90% a 10%. Ele ficou com 90% de posse de bola. Foi 5 a 0. E eu ali com raiva. Aí quando você pensa em destruir o controle, você fala Pô, mas foi que eu paguei esse caralho. Não vou destruir não, pô. Ó, kit rage.

Eu nunca mais tinha ouvido essa expressão, pra que te reja, ó. Se você sair, não sei o que, não sei o que, vai tomar no cu, rapaz. Eu vou sair dessa porra mesmo, pra não passar mal aqui. Aí fui fazer o quê? Abri o Super Mario Wonder. Fiquei ali, ó. De porra, relaxando. Se for pra jogar online, se for pra jogar online, eu só jogo com os amigos, assim. Agora, quando eu tô afim de jogar, que não tem ninguém disponível, aí o jogo entrou no squad aleatório, pra jogar um jogo de tiro, por exemplo.

Mas eu entro multado, não ouço ninguém, eu mudo todo mundo também, porque, velho, é ouço. Meu preconceito, eu não jogo, não gosto, eu não suporto FPS. É, eu jogo FPS o quarto tempo todo. Não suporto, não, não suporto mesmo. Ah, não suporto. Primeiro, eu não sei de que lado meu tiro, eu já fico agoniado. Pô, a fonte de ouvido existe pra isso, né, pô?

Porra, eu jogo na TV, pô. Eu boto aqui, o PC fica conectado na TV. Então, tipo assim, eu tô aqui, é igual aquela parada de SMZ. Acaba lá, acaba lá, acaba lá. Pô, nunca mais eu vi um vídeo desse bicho, velho. É, ele sumiu. Sumiu assim, sumiu. A gente parou de receber, né, os viewers dele. Eu tô aqui. Aí, dizem que quando a parada do sangue tá do lado direito, é porque você tá recebendo um tiro do cara do lado direito. Aí, quando tá vindo pro lado direito, a porra do sangue vai... É, eu tô aqui.

Aí me arrisquei Comprei Esquadrão Suicida Porque é terceira pessoa O jogo não flopou Graças a Deus o jogo não flopou Esquadrão Suicida Não flopou né Todo mundo tá jogando

jogadores aí. O servidor cai de tanto jogador que tem nele. Pois é. Ele que já saiu até, fizeram até uma mega promoção aí de seis e pouco. O pessoal não quis comprar. Disseram que se fosse de graça, dando troco. E dando videogame junto, ninguém queria.

Quem queria é conseguir jogar terceira pessoa. Terceira pessoa. Mas FPS é preconceito. É os caralho que fui. Na época que eu jogava, ainda no Play 1, que tinha lá medalha de honra, Se for Fighter. Eu nunca gostei de primeira pessoa. No Se for Fighter você podia mudar. Você deixava em primeira pessoa ou em terceira pessoa. Eu gostava de ver o personagem.

terceira pessoa. E tudo bem, pô. Eu jogo terceira pessoa também. E a FPS eu jogo terceira pessoa, pô. Agora assim, ó. Não sei se é da época de vocês, se vocês jogaram. O único jogo em primeira pessoa que eu jogo, que eu sou apaixonado é Battlefield Vietnã. Não é Battlefield 1942. Eu pensei que ele ia falar a Quaker.

Eu pensei que ele ia falar Batastóide, sei lá. Tinha um outro que era da mesma época do Quark, que era um galego que parecia o... Doom? Não, era Doom? Como Doom? Duke Nuke. Duke Nuke, é. Duke Nuke. Porque tinha mochila jato. É.

O Dê está perguntando qual é o link das lives. Não tem link não. Essas lives aí não dá para botar no ar não. É como você falou. O Ministério Público derruba a gente e a gente está todo preso.

Ainda bem que eu não participo dessa zoa. Deixa o podcast aqui de pé por enquanto, mas deixa as lives ocultas lá, é só pra gente, na hora da zoeira lá, tem um grupo aqui no WhatsApp que a gente se fala e por aí vai, mas tu é doido, é loucura isso aí. Que bom, Léo? Vai jogar? Que nada, eu comprei esse notebook só por causa dessa...

desse podcast, por falar nisso, eu tava assistindo a live anterior, o vagabundo do Neno fica dizendo que minha internet é de padaria e que meu notebook vai explodir. Eu acho que ele esqueceu, que eu já troquei de notebook e que a minha internet é melhor que a dele. Que é a dele que me via travando.

O Veja explodiu. O Veja autossuicidou-se a si mesmo. Eu tinha que comprar outro, eu terminei de pagar um dia desse. Tá aqui aquela merda. Nem liga mais, porra. Porra, mas troca o HD, porra. Aí eu ouvi essa crítica do Neno.

É de lascar, eu falei pra esse vagabundo, velho. Não, mas é impressionante a quantidade de vezes que a gente tá gravando aqui, que a gente tá fazendo a live, o tu ou o Neno sai, velho. Cai. Por causa da internet. É impressionante. Não, mas a minha, na anterior, eu saí porque você tava travando, você pediu pra eu sair. Mas, no geral, minha internet não dá problema, não, pô. É, mano.

A do Nen não dá mais. É porque antigamente... A do Nen mora no cabaré, né? Ainda tem a questão do barulho. Não sei se você lembra, mas eu tinha aumentado a velocidade aqui, mas não estava passando, porque o adaptador que eu comprei, ele não permitia que passasse a velocidade toda. Por isso que minha internet sempre ficava limitada. É tanto que hoje eu uso no Wi-Fi, velho. É, no Wi-Fi. E está bem melhor do que na época que eu usava a cabeada. Porque o adaptador não deixava passar a velocidade toda.

O Davidson tá pedindo discórdia do bagaça. Davidson, velho. O bagaça em si não tem discórdia. O discórdia é da gente mesmo. Os amigos nossos aqui que a gente faz o discórdia, a gente se junta. Mas a gente joga tudo no Xbox.

Outro dia eu fui jogar porra no joguinho que eu tinha um processo de preconceito, que era o tal do diabo do Eurotruck. Não sei se você já ouviu falar. Caralho! É um simulador de entrega. É isso aí. Aí, meu irmão, tá eu jogando lá de boa. Aí o arrombado do Edu, que é um arrombado, o elogio que eu tô fazendo nele é chamar ele de arrombado, tá?

Meu irmão, tá eu lá dirigindo a porta do meu caminhão, minha escaninha lá, 120 por hora na rodovia, usando o meu modão lá, né? Porra, o desgraçado vem do nada, velho. A 200 lá, que desgraça foi que ele veio, velho. Bicho, ele me deu uma fechada. Porra, meu irmão, do nada eu só vi o mundo virar de cabeça pra baixo, velho. Meu caminhão capotou, perdi, deu PT na carga, PT no caminhão. Velho, eu xinguei pouco esse cara. Puta merda, foi pouco xingamento que eu dei nesse arrombado.

tinha o volante, pô, é que é linha que joga, eu não jogo não, eu sou uma bosta pra jogo de carro, jogo bato que só porra, mas só quem dirige bem aqui é que é linha, tanto que ela é habilitada né, na família. Nem pensar que tu trabalhava na lan house, né véi, é isso, véi mas tipo assim, eu fui fui

Mudando os gostos. Eu jogava o... Call of Duty. Aí eu fiquei, porra, mas eu gostava tanto. Jogava Call of Duty. Jogava CS, Fightful Day. E não sei o que. Hoje, FPS não rola. O jogo de corrida... O Deco tá que nem eu. Eu, depois que saí da área de TI, eu peguei um ranço da área de TI. Que eu não quero voltar nunca mais pra essa porra. O Deco é habilitado, não?

Não dirige não. Não, ele tem atestado, pô. Aí, ó, um preconceito que eu tenho, mulher dirigindo, eu tenho preconceito. Não, cara, fala isso mal. Eu tenho, pô. Toda vez que eu vejo alguma merda no trânsito, eu olho pra ver se é mulher. Tu grita logo, né? É uma mulher. Com certeza. Eu penso logo. Nem vi quem tá dirigindo. 90% das vezes eu acerto.

Porque tem mais mulher que homem no mundo, né, pô? É fácil de acertar também. Mas tem mais homens dirigindo do que mulher. Essa sua conta não fecha. Com certeza. Não, será? Não, eu não sei. No Ceará e na Bahia também.

Eu digo a você, minha mulher dirige bem Não, tem, pô, tem Eu trabalhava no afital de olhos Aí eu, dia de sábado eu tinha que ir Da plantão, sete da manhã, pô Me fudia mesmo, já não baixava Saí de lá tarde da noite Aí eu tinha que ir sete da manhã Aí eu, porra, às vezes o Uber Não chegava Aí Que foi? Deu ruim aqui, deu merda, pega o carro Que ela tem o carro da marcenária que ela tem Pega o carro aí e me leva Tá bom

Aí ela mais, eu falei, pega o carro e me leva. Oxi! E ela aí, velho. Indo de boa, ela dizia que o medo dela não era ir. Porque eu ia com ela, ela voltar. Mas tu nunca quis aprender a dirigir, não? Eu tive vontade.

Porra, é estranho. Eu, particularmente, eu não sou, por exemplo, o irmão do Daniel é apaixonado por dirigir. Eu não gosto, eu dirijo, mas não gosto. Aí, às vezes, minha mãe fala, ah, Léo, me leva em tal lugar. Pô, minha mãe, eu vou pagar Uber pra senhora. Aí ela, parece que tu carrega o carro na sua casa. Eu não gosto de dirigir, não, mas... Não, mas, Léo, tu sempre foi preguiçoso. Vamos bater a real aqui, tu sempre foi preguiçoso.

Eu vou tirar a habilitação. Eu quero, né? Tô pensando em tirar a habilitação. Na verdade, tudo é o pensamento. Estou pensando em tirar a habilitação. Porque se eu for botar um CPF no mundo, ela não vai dirigir na hora de parir, dirigir e chegar lá, que não vai saber as condições, né? A Uber tá aí, né? Tem 300 mil Uber no mercado. Lá em 2026, né? Mas eu tenho que pensar também nessa porra, velho.

O rapaz é precavido. Sabe qual é o lance? Eu tava falando que o Léo é preguiçoso, eu vou pontuar aqui. Cara, é porque é assim. O Léo é tão do tipo do cara assim que se ele deitar no sofá pra ele levantar, meu irmão, tem que ser um bom motivo. Sabe? Então, o Léo pra ele levantar tem que ter um bom motivo.

Mas não é isso que eu tô falando, pô. E detalhe, quando eu levanto, eu já faço um cálculo de onde eu vou, o que é que eu vou pegar, e você não precisa fazer mais nada. Tipo assim, vou pegar isso aqui em tal lugar, vou na geladeira, vou pegar isso aqui, vou pegar isso aqui. Quando eu voltar pro sofá, não precisa levantar de novo, irmão. O cara vive no modo economia de energia. É, é, pô. Mas não precisa não, pô, tu tem muita energia estocada. Para com isso.

Ele tá se preparando Pra apocalipse pro zumbi Por exemplo, eu tô no trabalho Aí se minha mãe me liga Ou manda mensagem e fala Léo, quando tu vim, passa em tal lugar Beleza, mas aí eu chegar em casa E ela

Ah, vai ali. Ô, minha mãe, vou mais não. Ô, porque não me avisou. Se eu estiver na rua, eu faço. É, o cara acabou de chegar do trabalho, pô. O cara sair de novo. Se eu estiver na rua, me pensa. Mas se eu chegar em casa, não me pensa não que eu não volto. Não volto, não. Saí de novo. Depois que eu tiro a roupa, tomo banho, eu não saio mais não. Aí eu só quero ficar em casa. Eu já fui por falha minha. Pô, pediu e eu esqueci. Já aconteceu muito.

Eu que chegar na porta de casa, eu lembro. Aí eu já saía no veneno. Caralho. Nem descia do carro. Que caralho. Porque foi falha minha.

Mas aí, pô, cheguei em casa. Ô, vai, então. Não faço, não. Pelo amor de Deus. O cara o dia todo fora de casa. O Davidson disse que não precisa tirar carteira pra andar, não, pô. Não. Precisar, precisar, não precisa. Aí ele disse que o avô dele tem 80 anos, não tem carta, não. Tem carta mais com 80 anos, né? Meu pai, 76, não tem também. Nunca teve, né? Teu pai é vida louca demais. Tu é doido.

Vamos lá, um preconceito que a gente tem aqui que a gente não fala é quanto ao trabalho, né? Ninguém gosta de trabalhar, mas todo mundo trabalha, né, velho? Ou, né?

Porque tá na Bíblia, né? Que a gente tem que comer pelo suor do nosso rosto. O suor do pão não. O suor do nosso rosto comerá-do-pão. É. Pô, eu pensei que o que tem que ver na Bíblia Nova aí. Eu até fiquei com medo agora. Pô, agora eu fiquei com medo. Que porra é a Bíblia do Apocalipse? Pra gente não ficar aí dependendo de assistência do governo social. Cara, eu acho que todo mundo trabalha porque existe cadeia, velho. Porque senão ninguém trabalhava. Pô, ia estar todo mundo roubando.

É, pô, porque, velho, imagine, você tá lá em casa de boa, você não tem o que comer, você fala, pô, vou roubar, né? Vou pegar ali no vizinho. Pô, mas dá trabalho roubar também, porra. Pô, você vai morrer de fome deitado esperando morrer? Então, caralho, então não é melhor você ter seu trabalho? Ah, isso é de ter trabalho.

ter o trabalho, ter que ir pro trabalho e ter o trabalho de roubar no vizinho correndo o risco de... Porque os caras que roubam, eles estão atrás de facilidade. Então eles querem roubar coisa que vai trazer dinheiro em quantidade, não é pra comer. Mas nem sempre. Vai ter o trabalho de vender aquilo que você roubou, porra.

Mas nem sempre, viu, velho? Porque tem uns caras que roubam cada... Outro dia eu vi um reel de a mulher andando com a bicicleta com aquela cadeirinha de criança na frente, sabe como é que bota aquela cadeirinha no quadro? Véi, dois malucos de moto, velho. A sandália dele devia ser mais cara que a bicicleta, pô. Os caras foram... Os caras foram lá e... Não, mas peraí, é uma bicicleta feia, pô. Aí o cara foi, nem machatinha a bicicleta, pô.

Aí o cara foi lá e roubou a bicicleta da mulher, velho. É muito desesperação. Ô, Daniel, uma certa vez, lá no bairro que nossas chias moram,

A menina foi comprar o pão. O cara abordou ela. Pediu o celular. Roubou o pão. Aí ela falou, não tenho celular não, que eu não trouxe não, que eu só vim comprar o pão. Ela passa o dinheiro. Não tenho, eu só peguei. Então me deu, pô. O cara roubou o pão da menina. É só maldade isso aí, pô. Aí eu fui, velho. Aí é maldade, pô.

É só pra fazer o mal Aí na hora que o cara vem de caminhão E passa por cima O povo acha ruim Eu fico indignado E quando vem pra defender Essa galera eu já fico puto Já fiquei estressado Preconceito que eu tenho, quem defende é bandido Vamos se fuder tudo Mas também tu quer passar com caminhão

até a escapatória mesmo, porque o caminhão à frente é protegido, não vai amassar o carro do cara se for um carro pequeno vai danificar o carro do rapaz é foda mas, velho, sei lá essas paradas de preconceito é complicada, porque a gente tem micro preconceitos a realidade é essa faz parte da nossa formação estabelecendo conceitos que não fazem sentido, por exemplo

Tipo qual, Léo? Explica aí pra gente. Meu preconceito com mulher dirigindo. Ele gosta de fazer isso. É porque não é um preconceito. É um preconceito até o momento que não se prova, mas já foi provado.

Agora eu não entendi, é um preconceito que não se prova, mas já foi provado. Como é isso? Não é um preconceito, porque preconceito é quando você ainda está no preconceito. Está estabelecendo um conceito. Não existe um conceito. Só que já existe, então já não é mais um preconceito. Aí é engraçado que as mulheres falam bem assim. É o argumento para elas se defenderem. Mas existe muito mais acidentes envolvendo homem do que mulher.

Eu concordo. Um ponto que eu defendo é, mulheres tendem a ser mais prudentes no trânsito.

Mas a questão aqui... Não, pra mim não é prudência não. Não, elas tendem a ser mais atenciosas. Uma faixa de 60, você andando a 40 na esquerda, isso não é prudência. Sim, aí elas são mais prudentes. E o que eu falo é que os homens dirigem melhor, porque homens são mais...

apto com coisas manuais, coisas mecânicas. Isso é da biologia, gente. Aí fala bem assim, mas tem mais acidentes com homens do que mulheres. Concordo, porque existem muito mais homens dirigindo do que mulher. Então a probabilidade é maior. Cara, a gente vive o tempo todo no modo vida louca. A realidade é essa. Mano, eu acho que o Daniel não viu hoje. Ah, inclusive, Daniel, eu tô puto com você, que eu fui lá buscar o cara de sua camisa, não tá, tava fechada a loja.

Atravessar a cidade. Eu mandei a foto pra você no Instagram, velho. Mano, eu fui ver hoje. Hoje não é feriado? Hoje é feriado? Não, o feriado foi ontem. Você mandou falando que ia fechar no feriado. Eu fui lá. É porque acabou as camisas. Tem noção? Aí, atravessei a cidade pra pegar a miséria dessa camisa. Aí, então, eu subi na Avenida Getúlio Varga, que é a principal da cidade, né?

E, porra, a faixa da esquerda amarrada, velho. Eu falei, carai, que faixa da esquerda travada é essa? E a do meio... Aí eu olhei pra frente, o carro com o alerta ligado. Aí eu falei, porra, às vezes a galera esquece de ligar o alerta, né? Parou pra alguém passar. Aí nada, eu falei, não. Aí eu me deu aquele estalo, eu falei, não é possível. Aí eu joguei pra central, assim. Um cortejo fúnebre na esquerda, na principal avenida da cidade, velho. Aí eu, porra, bicho, na esquerda.

A galera andando na 40, 30, na principal avenida da cidade. Eu falei, e o errado é o carro funerário, que é ele que puxa a galera. Ele tinha que estar no centro ou na direita, pô. E ele na esquerda ali, eu falei, não acredito no negócio desse não. E eu lá um tempão atrás da porra dos carros. Eu tava sem pressa, só tava indo buscar a camisa desse arrombado. Foi lá no sentido. É o quê? Cara, o pior que... Como é? Foi o homem dirigindo, não foi?

acredito que sim, acredito que sim mas era fomeio, não deu pra ver não a gente sempre coloca a culpa quando a gente não vê quem tá dirigindo você fala, ou é mulher ou é véi, a gente sempre fala assim porra, véi dirigindo também é verdade sabe um negócio que eu fico puto, véi ou a gente tá sendo sexista ou é tarista, não tem como ou capacitista ou uma coisa que eu fico puto porra, deve ter no telefone e aí daqui a pouco tem uma merda

acontece. Eu trabalho numa academia que é o primeiro andar, pô. Às vezes eu tô na janela e eu vejo a galera passando com o celular na mão assim, ó. Só fazendo merda dentro do carro. É uma coisa que eu fico puto. Tu foi lá dentro. Eu fico puto no trânsito. O radar é de 60. A galera passa a 30, velho.

40, mano. É medo, filho. Mano, passa 55. A máfia do... Porque já tem uma margem. Às vezes o radar tá errado, pô. Às vezes o radar tá errado, tá pra baixo. Ô, Daniel, não, vamos lá. É 60, você pode passar até 63. Os caras passam 40, velho. A gente tá falando de Brasil, pô. A gente tá falando de Brasil. Mas aí muita gente vai tomar multa e vão ver que tem algum erro, pô. Ah, meu irmão, mas até descobri... É 60, eu passo a 60 ou a 55. Eu não passo mais que isso, não.

Os caras dão uma reduzida absurda, assim, metade da velocidade. E é o cara que freia em cima do radar e que dá raiva. Sim, você ia perguntar o quê, Daniel? Fale. Sim, tu foi lá na loja, não tinha nenhuma camisa na loja? Não, tinha três na vitrine, a verde lá, só a da vitrine, no manequim, mas tava fechada a loja. E aí o cara... Porque acabou as camisas. O cara perguntou à menina assim, ela, não, não abriu hoje não, porque acabou os estoques.

Só segunda-feira. Pra quem não sabe do que a gente tá falando, é que Feira de Santana agora tem um novo time de futebol chamado Feira FC. E eu sempre achei que o nome do time de Feira tinha que ser Feira FC, tá ligado? Não é que nem a Fluminense de Feira, foda-se. Caguei. O de Salvador não tem nenhum Salvador FC? Não, tem Bahia, pô. Então, a Bahia vai além de Salvador, né?

Sim, porra. A Bahia é o estado, né, porra? Então. Tem Bahia, tem vice. Tem vice, história. Tem vice vai tomar teu rabo, Deco. Pelo amor de Deus. Tu é cria... Véi, o cara é cria de canabrava, tá querendo tirar a onda, velho. É foda. Quem é cria de canabrava, rapaz? Tu boca do rio. Eu sou do Cabula 6. Eu sou cria do Cabula 6. Porra, pior ainda. Tu é bamô ali, né? É bamô ali que manda aquela porra, né? Sou cria do Cabula 6, porra. Você tá boa? Cabula 6 é a bamô que tá lá, né?

Eu acho que é, eu não me envolvo com torcida organizada. Assiste o jogo do meu Bahia, assiste o jogo do vice, quando dá, e acabou. Agora aqui em Feira, tinha o Ference, né? Não sei se existe mais que não. O Ference, é. Então quer dizer que agora tem o... Eu sei, porra. Por isso que eu falei que é o vice. Oxi.

Agora tem Feira FC, porra. Eu achei massa, velho. Eu sempre acho pai. Duas camisas bonitas, velho. Aí você chega, Bahia de Feira. Ah, vai se ferrar, cara. Bota Feira, porra. É um nome tão óbvio, porra. Eu tenho um fazendo time em Feira. Por que não bota Feira, velho? Sabe? Porra, Feira é um nome bom demais pra você botar num time. Feira FC, olha. Porra, bom demais, velho. Quando eu vi, eu falei... Vou torcer. Com mais ideia.

Finalmente alguém teve essa ideia, né? Pois é, eu falei, vou torcer? Não. Vou prestigiar? Vou, tá ligado? Porque leva o nome da cidade, pô. Mas não vou torcer, porque eu gosto do Fluminense, né? Porque é mais antigo, é da minha época. Mas, cara...

Vou dar moral pro time que carrega o nome da cidade, tá ligado? Inclusive, eu ia comprar a camisa do Bahia só porque o nome é Bahia. Eu não ligo pra time. Aí tu tá indo demais. Aí tu tá indo pra outro caminho, velho. Não, é porque é da Bahia. Não, aí se for assim... E por que você ganhou do Vitória, então? Não, mas não. O meu é outra torcida. Mas ele comprar a camisa do Bahia por causa da Bahia, aí é outra parada, velho.

Entendeu? Aí não casa. Eu gosto da Jacuipense, mas como eu não sou de lá de reação, não vou poder comprar a camisa da Jacuipense. Pode, pra apoiar. É o que eu tô falando. Você tá apoiando a cidade, não tá? Então, pô. Mas o Bahia não apoia. O que é que o Bahia tá apoiando na cidade, pelo amor de Deus? Você tem dois times no estado, dois times forte no estado. Forte.

Dois times fortes. Ô, velho, eu não vou entrar em questão de futebol aqui não. O Bahia só saiu da miséria porque virou City, velho. Porque se não fosse isso, tá fudido igual Vitória, cara. Para com isso, pô. Então você admite que seu time tá fudido. Tá, nunca disse que não tava. Nunca disse que não tava, pô. Não tem como dizer que o Vitória tá bem, não, pô. Tô alinhado com esses caras. É um nome muito contraditório do nome do time, né, velho?

Então... Porra, mas não é questão de ser contraditória. Não, profecia, né? É, vai que é, vai que cola, vai saber.

Mas enfim. O Léo nem gosta de futebol, porra. E tá querendo comprar a camisa do Bahia. O quê? O nome é Bahia. Só isso. Comprar a camisa do Feira FC e acabou, porra. Você já me dá uma. Quando eu for, eu vou buscar as duas. Vou, vou. Vou te dar uma. Já chegou queimei meu petróleo pra ir lá pro outro lado da cidade atrás dessa miséria, dessa camisa à toa. De petróleo você entende, né, preto? Claro, retoco a conta do dia, né, pai? Então pronto. Então pronto.

Então pronto. Mas enfim. E eu depois vou ver se eu pego uma caminha do Fluminense de Feira também. Mas porra, a do Fluminense de Feira é cheia de propaganda, velho. Parece um outdoor. É meio foda. Mas tá bonita também. Não, não. Esqueça, esqueça. Esqueça, esqueça. Esqueça a vermelha e azul, cara. Esqueça a vermelha e azul. Porra. Eu já não quero pegar a caminha do Fluminense porque tem o nome Fluminense, pô. É doido. Tem o nome do tímido. Não quer.

É, por causa do Flamengo, né, pô? Eu não gosto do Fluminense por causa do Flamengo. Enfim, vamos embora. Eu gosto de cores vermelho e preta. Isso, porque a cor favorita dele é verde. Vermelho, aqui também o time da cidade é o quê? Vermelho e preto. Mas ficou?

Porque eu classifiquei, passei já do Oilers, e já estou no segundo round. Mesmo tomando um pau do Flames, que eu não sei como foi que aquilo aconteceu, mas foi. Pare com isso, pare com isso. O que importa é que eu já estou no segundo round, ele vai pegar o Vegas. Aí vai tomar um pau. Aí vai tomar um pau. O Vegas do Street Fighter.

É, pega. Inclusive, o preconceito que tá falando com relação a esse filme aí, velho. Eu não tenho preconceito nenhum. Não tô sabendo nada. Eu tô achando que vai ser galhafado. Só a gente vai ser galhafado. De resto...

É isso, a galera falando justamente dos atores, do visual dos atores, que não tava legal, não sei o quê. Aí como eu gosto muito de Street, eu falei, eu não vou nem ler. Cara, mas aí que tá, o visual eu tô gostando, velho. Os atores são... Eles se parecem, a caracterização tá legal. O Ken é um playboy, como deveria ser no antigo filme. Aquele antigo filme, velho. Não salva praticamente nada.

Eu acho que o Vega do antigo filme era legalzinho. A caracterização. O Raul Júlia, né? Não, o Raul Júlia é o Bizon. Que também não tinha uma boa caracterização de Bizon. Ele também era franzinho. Bizon é um brutamonte, velho. O cara é uma muralha. Eu acho que é a roupa, a ombreira que faz aquilo ali. Não, pô, ele é fortão, pô.

Ele é na pegada do Zangief, mais ou menos ali. É, pô. Tem os braçados. O braçado também é ombreira. É braceira e tal. Tu não lembra no jogo Street vs X-Men? Que o Bison tinha aqueles ataques de chute. O bicho tinha as pernas, né, pô? É, pô. Ele é forte. Você tá no Game Pass. Para com isso. Sai do Game Pass e... Basta aí um retro gamer, pô. Pra quê? Pra jogar no Streetzinho.

Eu gosto de Street, pô. Quando você vier pra Bahia, vamos ali na Lapa jogar um Street Fighter. Meu irmão, olha onde ele quer ir. Vai foda, que eu vou na Lapa jogar Street Fighter. Deus é mais. O Blanca do antigo filme mesmo. Porra, a caracterização feia, a bizarra da peste, aquele Blanca. Nem deve existir mais, pô. Aqueles Arcadinho ali, feio ali. E a galera, tô, feio na...

Na Lapa. No centro das cards ali, era bom demais, pô. Deus é mais que eu vou na Lapa jogar Street Fighter. Tô louco. Ah, para com isso, para com isso, pô. Ah, não dá não, pô. Não dá não. Meu tempo de guri já passou. Agora eu jogo videogame em casa. Mas por ser que tá no Game Pass, não? Cara, eu acho que não. Eu acho que por ser Capcom, ela tá só no Playstation, só.

É foda. É porque tem essa guerra aí, né, filho? Mas eu acho inútil. Eu gostava muito desses jogos aí. Capcom versus... Capcom o quê? Verso Marvel, Capcom versus Street. Marvel versus Capcom. Puta que pariu. Que jogo, velho. Gostava muito. É bom jogo.

Que jogo, que jogo. Aí tinha Capcom vs SNK, que era do The King. Isso. Esse eu não joguei não, eu nunca gostei do The King, então... Nunca foi minha praia também, mas eu joguei algumas vezes. Porra, quando eu vejo os caras lá, os caras sempre falam sobre The King, os caras falam, ah, o golpe do chefão lá, o Gal. O Gal, não, o Gal. Gal, Gal, o Gal.

Porra, dois pra trás, dois pra frente, pra cima, pra baixo, meia lua, dinheiro na bolsa de valores. Porra, meu irmão, é uma burocracia pra soltar uma porra de uma magia. Vai te lenhado, velho. Na época, o Street é só meia lua e X, meia lua e triângulo, meia lua e quadrado. É muito butão. É muito butão. Sabe o que eu lembrei agora? Na época do Nintendo, aí tinha um cara lá. Sempre tem um viciado, né? Que sabe tudo. Aí o porra, como é tal magia? Ele diz, não, tu dá um Dragon Punch e B é o quê? Porra, é Dragon Punch, velho.

Só que o Dragon Point é tipo frente e a meia lua, né? Ou trás e meia lua. Porra. E na verdade, na verdade, se a gente for analisar, é frente, trás, baixo, frente. É o que a gente faz na meia lua, só que você fazer na meia lua é mais fácil. É mais rápido, na realidade.

A velha técnica, pegar a camisa, botar no polegar pra deslizar. Eu vivia cheio de calo no dedo. Eu lembro que na relocadora tinha a locadora que não podia botar a camisa porque o cara achava que a bolinha do algodão entrava no controle e ali prejudicava o controle, danificava.

Já fiz muita bolha no dedo Por causa dessas coisas Quem nunca comprou o controle do Feraguai Pra jogar Fifa Street Com duas rodadas o controle quebrava Não sabe o que é controle ruim Não passei por isso Com controle pirata? Não Minha vida gamer Esses caras são fracos demais

Eu não tive Play 2 Quando eu saí do Super Nintendo Aí joguei Play 1 em locadora Quando eu não apanhava de minha mãe Aí passou um tempão Aí comprei meu X-Bot 360 E aí fiquei ali Pau, pau, pau 2024 que eu comprei Um sonhante pra mim E aí eu já vou entrar nesse assunto de preconceito Eu odiava

odiar a palavra muito forte, mas eu tinha preconceito da pôr com o Playstation 4. Eu tenho até hoje. Hoje, se vacilar, dorme na cama comigo, pô. Bom, eu espero que a Kelly esteja ouvindo isso. Eu falo, velho, ela tá jogando também, pô, botou essa escrita. É, mas uma coisa é você jogar com ela, outra coisa é você botar o Playstation na sua cama, né, pô. Outra coisa é ela me expulsar pro seu pai. Antes o Playstation. Pô, galera, peraí, velho. Pô.

Não, mas sério, tipo assim, eu não vi a graça de Play 4, nada, rapaz. Eu já fico com o meu Nintendo Switch, com o meu Xbox, tô aqui de boa, tranquilo aqui também, jogando no PC. Aí o meu irmão mandou, aí tô aprendendo, né? Eu disse, porra, não é que tem joguinhos... A única coisa que o meu irmão me dá é dívida, velho. Porra. Estresse. Pois é, o Júnior vai vir gravar com a gente também aqui, acho que essa próxima semana, eu acho, né? Sei lá, tô nem sabendo. É bom.

É, próxima semana. Próxima semana eu não gravo não, tu sabe, né? Aí o problema é ser dele mesmo. Poxa, gente. Já veio, velho. Já volta. É. E tu não veio por quê mesmo? Vai trabalhar? Vai trabalhar, porra. Aí eu tenho um rabo de pessoa que finge que vai trabalhar pra não vir gravar, cara. Daniel, eu tô gravando hoje com dor de cabeça, velho. Eu tô com dor de cabeça desde cedo e tô aqui gravando.

Ah, cara, eu não posso nem falar nada. Eu vim gravar todo dia, todo sábado que eu tô aqui, dando um doente. Cadê o Plínio, velho? Pra falar nisso. Eu achei que ele ia gravar. Porra, Léo, você realmente não tá acompanhando o grupo da diretoria, né, Filho? Véio, eu não vi o Plínio falando nada, não, velho. Ele falou, falou sim. Duas semanas aí, semana que vem ele também não vem. Semana que vem? Então são três semanas, né? Porque ele não veio semana passada. Mas aí, semana passada é outra história.

Eu vou ali pegar um café. Quem sabe esse assunto aqui que vocês têm a preconceito? Quem não gosta de café? É. Meu ex-chefe, meu ex-coordenador. Porra, ele falou meu ex-conselho. Ele é bi, eu não sabia. Ele não gosta.

Não gosta mesmo de café e água com gás. Pô, gosta um dos dois. Água com gás é viadagem. Não, água com gás é bom, pô. Água com gás é maricada. Nada disso. Pra quando você tá meio enjoado, água com gás é bom, velho. Pelo menos comigo funciona. Qual a diferença da água com gás pra um Sprite? Não tem químicos. Com açúcar, as palavras elas têm, é água e gás. É água e gás. É o mesmo gás, velho. É o mesmo gás. Qual é o intuito de beber água com gás?

Dá um arrocão. É a mesma coisa que você vai fazer com refrigerante. Água com gás e limão é bom. É Sprite. Não, Sprite não é limão. É sabor limão. Sabor limão. Eu tenho raiva desse negócio de sabor. Inclusive, para pessoas que querem parar de beber refrigerante, por algum motivo, beber água com gás e limão é uma boa estratégia. Pronto, dica não anotada aqui do Léo.

Beleza, vamos seguir o papo. Não anotada. Porra, o que mais? Café, beleza. Eu tô até com medo de tirar peste da câmera aqui. Não precisa mexer na câmera não, pô. Mexer na câmera não. Eu tô preconceito com homem que acredita em Horóscar.

Eu já tenho preconceito com o Horóscopo. No geral, o Deco meio que se acusou ali agora. Eu não acredito com o Horóscopo, não. No geral, eu já tenho preconceito com o Horóscopo. Agora, o cara que acredita em Horóscopo, aí fodeu. Aí é pior ainda. Você não vai ser um cavaleiro de ouro? Não, aí peraí. Não vá longe assim, não. Não vá longe assim, não. É pra isso que serve, pra saber qual é o seu cavaleiro de ouro. Mais nada.

É. Infelizmente, o meu é Máscara da Morte, aquele desgraçado. Eu não gosto muito do meu Cavaleiro de Ouro, não. Eu gostei do novo Cavaleiro de Ouro. Qual é o teu? Ele tem um nome muito... Afrodite. Não, ele... Como é que eu posso dizer? É um nome que aqui na Bahia a gente não pode falar. Oxê. Não. Não. Vai lembrando aí, eu sou de Setembro. Chura?

Não, setembro é Capricórnio Capricórnio não, é Libra, Doku Ah, Doku O teu é Deco, o dele é Doku, pô Tá tudo em casa Deco, tu não lembra do que? O teu nome é Deco, porra Meu apelido é Deco O protagonista do My Hero Academy

Aí vamos lá, tu tá numa mesa de bar, por exemplo, aí tu te chamou de Dequives. Não é possível. Não, mas Deco é de boa, o problema é Decu. Se fosse Decu... Decu não rola. É Deco. É o cara de Decão. Decoves que... Meu pau na tua mão, meu pau na tua mão. Não tem como, filho. Não tem como, filho. Teu nome não tem como, cara, tem uma filhada. Deco, que dá o caneco.

Eu me inventei com a sequência de Laíris. Deco, comi teu caneco. Porra, não tem como, porra. Ou, lá, ele lá, tá vindo mais uma sequência de Laíris, Andrezão também, no trabalho pessoal. É a minha, a tua mão. Aí, ó, desgraça. Porra, tu inventou um apelido que agora é pra Baiana. Não, porra, eu não inventei não, velho. Sempre foi meu apelido.

Porra, agora me explica. O papo sempre foi Deco. Deco. Mas aí tem as variantes. As meninas, antes de começar a namorar, a gente tem uma relação de Dequinho, Dequinho. Não, pra mim chamou de Inho, chamou de Inho é falsidade pra mim. Então todo mundo trata teu irmão com falsidade.

Não, não, mas... É, eu não sei. Mas enfim, vamos lá. Eu tenho uma teoria muito simples. A revendedora de loja, quando você passa na frente, ela, ô Binho, vem aqui, coisinho. Pra mim tudo é falsidade. Isso é coisa de baiano. Moreno o Léo gosta. Não, odeio. A pessoa chama ele de moreno. Mas te arrombar, porra, eu sou negão. Léo negão também não. Moreno é água suja. É o quê? Moreno pode falar mais não, viu? Por quê?

Eu participei de uma palestra no trabalho, já puxando só rapidinho pro lado do racismo e tal. Não pode não, sacana. É uma das expressões que eram usadas antigamente. É moreno, criado mudo. Não, não, não, não. Não vem com essa não. Não vem com essa não.

Tem que ter a cheque. Tem que ter a cheque é meus ovos, meu irmão. O meu problema com o Moreno. Essa história do criado mudo que era um negro e ficava segurando do lado da cama do senhor de uma pura lorota, porra. Isso é lorota, rapaz. A questão do Moreno. Não existe isso em nenhum. Olha o Bolsonaro. É culpa deles aí, viu? Não existe nenhum estudo histórico que prove isso aí, porra.

O meu problema com moreno é que, por exemplo, as pessoas sentem desconforto em lhe chamar de negro. Falaram, não, porque fulano é negro. Aí falam, não, fulano é moreno. Como se isso fosse uma maneira de atenuar. Olha, você falar que eu sou negro não é uma crítica. É uma realidade. Antigamente ainda tinha um moreno escuro e um moreno claro.

velho, eu nunca isso acaba ficando na memória da gente uma vez eu peguei, minha ex-sogra pegou e falou assim ah não, porque tu é moreninho eu falei, moreninho, eu sou preto oxe, Léo, não fala isso não tu é moreninho é como se eu estivesse falando algo ruim de mim me desmerece vai pegando

Mas pegando essa frase do Deco aí, de criar do mundo, não sei o quê, é que nem falaram, não pode mais usar o termo denegrir, que denegrir vem do negro. Também não pode. Não tem nada a ver denegrir com o negro. Essa palestra que você foi aí, pode esquecer ela todinha. É de esquerda total isso aí, Viad. Você foi na palestra do PSOL aí. Agora, essa palestra tomou mais força, quem já assistiu aqui, né? Opa, aí, ó, naquela cena aqui. Lázaro Ramos.

Wagner Moura fala com o Lázaro Ramos que ele fala, você é negro. Sim. Você tá assistindo, né? Já. Sim. Primeiro que vale a pena assistir, já. Vale, pô. Mas do caralho. Eu não gostei, não. Segunda é uma merda. Segunda é uma porra. Foda. Vou até marcar eles aqui, que eu não conheço, mas eu vou marcar eles. Fala, por favor, não faça um terceiro.

Se forem fazer melhor essa porra desse filme. Mas... Só marco o Wagner Moura, pelo amor de Deus. Marcar ele é live, cai. Por que, rapaz? Porra, porque ele é um socialista que mora nos Estados Unidos, porra. É tipo, socialismo pra vocês e capitalismo pra mim, porra.

Entendeu? Você sabe onde todo mundo mora, velho. Eu não fico sabendo lugar. É o maior momento. É o maior momento de ser onde eu moro. Pois é. Mas vai lá. Continua a tua história aí, vai. Não, pô. Aí aquela cena do filme que ele fala você é negro, você é negro, dos carrinhos. Aí Lázaro Ramos 5, olha a porra, negro, né? Eu sou negro, sim, não sei o quê, não sei o quê. Falei, porra. Aí começou mais a flora essa parada de tirar o moreno e usar o negro.

Eu já reclamava bem antes disso.

Ó, trazendo aqui informação do português, do dicionário, denegrir-se, que significa tornar escuro com aspecto obscuro, sem brilho. Obscurecer é igual a sujeira denegria os móveis. Não tem nada a ver com negro, nem com cor, nem com... não pode falar que é preto, denegrir raça. É a mesma coisa de você falar assim, ah, não pode usar o nome alvejar, o alvejante, porque...

Não tem ligação com a etnia. A igreja significa que você está com a tonalidade ali e tal, mas não com a etnia. Não pode. Aí vem um cab e inventa, quer mudar os Elos, os Eilos, os LX, LX, vem inventar que não pode falar porque está trazendo coisa negra. Não tem nada a ver, cara. Ele está inventando um pataquado.

É loucura isso. Mas, enfim. É só loucura. O Brasil virou um... Meu Deus do céu, não sei o que falar do Brasil. É, o último que saiu apaga a luz. A verdade é isso. É. Porque, bicho... A gente até conversou aqui com o... O Igor, né? Sobre como é que está a imigração para a Austrália. Cara, ele falou que a Austrália tem muito brasileiro na Austrália. E me surpreendeu bastante isso, porque para aqui, para o Canadá,

Pelo que ele falou, parece ter muito mais brasileiro lá do que aqui. E olha que o Canadá é um país mais próximo do Brasil. É impressionante a quantidade brasileira dele. Tocar pagode para brasileiro na Austrália me surpreendeu bastante. Se você botar a banda de pagode aqui, você morre de fome. Entendeu? Sim. E aparentemente... Tocar um em cada esquina, caralho.

Não, mas a impressão que passa é que o Canadá tem mais brasileiros que a Austrália, por exemplo. Porque quando você fala em imigrar, ninguém fala de ir para a Austrália. O pessoal sempre fala, o mais longe que o pessoal fala é Irlanda. Entendeu? Aí hoje, a gente conversando aqui com o Igor, a gente percebeu que tem muito brasileiro na Austrália. Entendeu? Muitos estudantes que vão para lá fazer intercâmbio. Ou seja, tem muita gente lá que a gente nem sabia, porque tinha um número tão grande de brasileiros morando na Austrália.

O único que eu senti foi pra Irlanda. A Irlanda virou o novo ponte de imigração. Todo mundo quer ir pra lá. Aí o Davidson falou aqui. Agora até perguntava se a mulher tá de chico ou é crime. Ainda não, mas tá em trâmite. Daqui a pouco vira mesmo. É porque é a lei anti-misoginia, não é isso? Tem essa lei agora pra ser aprovada.

Virou uma piada. Mas, então, aí se você quiser ver lá o podcast lá sobre a nossa... sobre a Austrália...

Foi o número 95, não? 94, eu acho. 94. É, porque esse é o 97. 96 foi com o Júnior. 95... 94 ou 95? Um dos dois. Não, o 95 foi sobre Artemis II, foi o último. É, então foi 94. Acho que é 94 mesmo. E o 93...

Não, foi em 93. Desafios de morar na Austrália. Foi em 93. Com o nosso convidado Igor Alencar, que é amigo nosso na Adela. Portugal, velho. Que engraçado, o nome do cara é Igor. Aí o apelido do cara é Portugal. Por causa de quem? Não, meu amigo, eu já conheci como Portugal. Eu já conheci como Portugal também. Antigamente a gente não perguntava o nome das pessoas não, pô. O pessoal falava... Será que ele é burro? Aí o preconceito...

Ninguém pensei dessa forma. Ele vai gravar com a gente esse mês e eu perguntar a ele se é por que o apelido dele é Portugal. Mas é estranho. Não, o sobrenome dele não é Portugal. Não. Não é que não. Depois de descobrir que o nome de Tarsio Leite era Tarsio Leite, depois de dois anos, porra, que você chamava ele de presidente. Ah, eu sempre soube o nome dele. Presida, presidente... Daniel não, né?

Depois de dois, três anos descobriu que o mundo dele era Daniel, mas antes era só perna longa. Tanque? Rafael? E a gente ficava perguntando qual é o seu nome, por que você se chama Tanque? A gente ia comer açaí, a gente juntava a galera toda e era só apelido, pô. Feijão. Tinha feijão, pô. Eu lembro de feijão, tu acredita, velho? Não, não lembra, não. Lembro, pô. Não do rosto dele, mas eu lembro que uma vez eu fui contigo pra um treino.

E aí eu tava lá e tal, aí ele chegou, pô. Ele é preto, ele não é preto? Porra, Léo, com o nome desse branco não pode ser, né? Não, ele podia ser feijão carioquinha.

Aí é o quê? É eu? É parda? É, eu lembro. Inclusive, não quer mais, viu, Pernal? É isso que eu falo. A gente fica sabendo das coisas pelo Instagram, né, pô? Eu sempre falo isso. Instagram quebra a comunicação, saber as novidades, tá ligado? Porque todo mundo posta tudo o que acontece na vida no Instagram. Aí você vai lá no Instagram, você tá lá zapeando.

Ah, fulano foi pai, boa. Ah, fulano foi... Só Daniel que não posta nada. Eu não posto nada, cara. Extremamente low profile. É, o cara tem um podcast.

O podcast é low profile. Olha que desgraça. Eu já falei bastante aqui sobre a minha infância. Inclusive, o 92 não foi isso não. Não foi o 92, não. O 94, eu acho. Foi o que a gente falou sobre nossas raízes. Eu falei de onde eu vim e falei tudo aqui, pô. O 94 não foi o da Artemis, pô.

Esse comentário do Deus, deixa vocês lerem aí, porque não é pra mim não, viu, velho? Desgraçado. Essa é piada, velho. A gente já conhece a piada. Deixa eu ver aqui qual o número do episódio. Eu falo pra vocês aqui. Outro integrante do time lá que eu lembro... Foi 94, foi 94. Eu só lembro de dois. Feijão...

E tinha um cara que era cabeludo, ele tinha um cabelo liso, comprido, mas eu não lembro o nome dele também. Ah, então não ajudou a gente, tinha tanta... Tinha vários cabelos compridos lá, compridos tipo quase no ombro aqui. Porra, não lembro. Mas tem a região do açaí, com certeza. É, eu não lembro quem é não, velho, esse aí não. Ó, feijão, pretão, frango... Pretão. Pretão é policial, velho.

Deixa quieto. Vitão. Vitão. Mas Vitão, porra, é Vitor, né? Beleza. Mas Vitão também é polícia, né? Vitão não é polícia? Vitão acho que é polícia também. Mas qual é o nome do Vitão? Felipe Plácido. Plácido? É. Tá, merda. Qual é o nome de frango? Bruno de alguma coisa lá. Não, mas sabe o que é de cá, compadista? Do Aécio, velho.

O Aécio, ele chegava pra você do nada, velho. E aí, seu Franco Farofa? Do nada, velho. Do nada. E aí, seu bolo de fubá? Era assim, velho. Bolo de cuscuz? É, velho. Do nada, ele chegava sentado do seu lado assim. E aí, perna, seu bolo de fubá? Do nada, velho.

Aí a galera fica lá olhando, que bicho alopeio da porra, velho. Se você retrucar, se você reclamasse, meu irmão, é igual apelido. Se você reclamou, já era, pegava. Maluco, velho. E eles inventavam os apelidos assim, Léo, tipo... E aí, sua lasanha de carne moída? Sim, velho. Ah, é isso aí, isso aí. Chama essa, porra. É complicado chamar os caras, os caras ficam com vergonha, porra.

Pô, se a S tiver vergonha, meu irmão, acabou o mundo, velho. Ele é professor, né? Até onde eu sei. Então, mas a S tá aqui, filha. Sobe aqui, seu irmão. É porque os caras falam vergonha. Professor, uma vez que eu tava lá em Salvador, tu tinha um colega que também era Daniel, que ele dava aula, né? Daniel, que a gente conhece, não. Ele não era professor em escola, mas ele dava aula, tipo, reforço escolar.

Não, ele trabalhava com informática. Ele ajudava velhos. Ele dava aula. Aula, entre aspas, né? Fazia uns cursos lá. Os velhos chamavam ele e ele ajudava os velhos a usar o computador. Eu sabia que ele roubava os velhos. Mas tudo bem. Revelações. Mas tudo bem. Mas, velho, fala, Adé.

Não, porque o Daniel, que a gente conhece naquela época, ele já tá no advogado, já tá no Tribunal de Justiça, concursado, pô. É, o Daniel Grandão. Ele era maior que eu ainda, aquela porra. A defesa, o Daniel da defesa. É. Mas foi uma época, velho, a época do futebol americano, foi uma época boa da porra ali, velho. A gente fez muita amizade ali, velho. Muita amizade boa. Até hoje eu falo, Tutaque, com você.

Com os meninos do Soteropolitans também. Nunca lembro mais ninguém. É o Soteropolitans, eu não cheguei aí tanto assim. Foi pouco lá. Aécio, eu não troco ideia com a Aécio, mas sigo ele lá no Insta, vejo as postagens. Aécio, Aécio, Tássio, os irmãos lá, como era o nome dos irmãos que tinha? O Tássio, pô. Não, os dois irmãos, pô.

Igor Macedo e Tassi Macedo. Ah, Lenny e Ben. Cadê Léo pra falar? Por que Lenny? Lenny de Lenny Kravitz. E Ben de Ben 10. Pô, mano. É foda. É foda. Tinha o Pablo. Lembra? Tinha o Pablo também. Pablo, acho que hoje ele é advogado também. Pablo do Cabula, pô. É. Se bem que a maioria dos caras era do Cabula, né? Naquela época, eu acho. Era do Cabula.

Aí saía do cabula pra jogar lá na puta que pariu, velho. Uma droga aqui, praticamente. É. Do cabula pra orla ali é chão, filho. Né? Mas era foda, porque a gente... O futebol hoje americano tá em alta lá no Brasil, mas, velho, a gente que remou no início, jogando na areia da praia, se queimando na areia da praia, no sol de duas horas da tarde.

Era foda. Essa hora da 16h10 a gente tava começando um ataque e defesa. Ninguém sabe o que é capinar um terreno que a gente nem sabia se ia ter futuro, né, bicho? Porque a gente fazia mesmo porque a gente gostava daquela merda ali, velho. Porque era foda. Era foda. Aí depois me mudei para a Caju, fui jogar no Bravos, Sergipe Bravos. Nos Massos? Não, não chega tanto não.

Inclusive no dia, no meu primeiro TD, foi contra o... O Politas? Não, foi contra o... Como o nome dele é? O Alcentes. Salvador Alcentes. Foi contra o Salvador Alcentes. Eu não comemorei, respeito e tal. Sempre tive respeito, né, pelo time. Mas velho, foi foda. Foi foda ali. E a gente ganhou na realidade. Eu tava jogando Bravos e a gente ganhou o jogo com o TD meu.

E contra o Politans, eu tava jogando de QB, né? Quarterback. E aí eu lancei a bola pra um TD do Jean. Um TD, acho que de 50 jardos, alguma coisa assim. Por aí, por aí. E aí foi a época de ouro ali do Sérgio Bravos. Aí jogando o Ralf Pede. É. Ele tava tentando... A gente não tinha condições de comprar os equipamentos em todo mundo.

Até porque vocês também eram um time novo, né? Não tinha como querer uma organização tão grande. Se arrumou, foi pra ser rir, foi jogar, apanhou e voltou todo mundo feliz da vida ainda. Você ainda tem as camisas, Débora? Eu tenho a camisa... Não, eu tenho a camisa do Kings. Não conhecia esse, não. Depois, quando juntou... Quando juntou Politans e Red Fakes, e fez o Kings. Aí eu tenho a camisa.

Só tem a camisa do Kings Depois o Kings juntou com o Vitória E aí virou Cavalaria Primeiro ficou Vitória um tempão E depois virou Cavalaria Tá Cavalaria até hoje Quais camisas tu tem hoje? Eu só tenho a que você me deu Fica lá guardada Não, pô, eu tô falando da época de jogador Qual é a camisa que tu tem? Só tem a do Tá Tá

Só tem a do Kings. Então não guardou nenhuma, cara? Não fiz a do Alcentes.

Não tinha condições não, pô. Era pobrinho. Não, a DualSense eu também não tenho, não. Na época até era muito restrito, de um número limitado. Eu falava pra mim, na casa de manhã, acho que eu tenho a do Bravos que você me deu. Tá bem que a pobreza ficou só no passado, né não, Deco? Hoje você tá abastado, graças a Deus. Aí o Deco hoje, ele fala, se foi pobre, não lembro mais. Eu não lembro mais. Cara, eu tenho de todos os times, sabe? Eu tenho do Vitória, do Bravos, tenho do... É do... Soteropólitas, eu tenho.

Eu acho que eu só não tenho Dos times que eu joguei, que um amigo meu jogou Eu acho que eu só não tenho do Wallsense Eu não tenho do Wallsense A do Soterapólitos ainda tem uma arte Eu tenho uma arte Aquela branca A que a gente jogou contra Aquela branca que tem a tartaruga Que um dia ainda vou refazer Essa camisa, tá ligado? Eu tenho ela ainda Fala, Léo, o que você quer falar? Eu vou perguntar por que o apelido do cara era Ben 10 E aí

Ele parecia um bocado de alienígena? A gente chegou assim, irmão. Lenny, Ben 10. Lenny, o pessoal, acho que ele parecia com Lenny Craigs, né? Sim. Dizia. Ben 10, ele parecia um alienígena. Ah, eu já não sei. Tem que perguntar ele lá. Lenny é Tércio e Ben é Tárcio. Tércio e Tárcio. São irmãos? São irmãos.

Parece aquele cara do Castelo Ratibum. Como é o nome daqueles irmãos gêmeos? Castelo Ratibum tinha gêmeos? Tinha os cientistas? Sim, é porra. Você foi no fundo do baú agora. O nome era Telômbio e Telóbio. Um negócio desse. É isso mesmo. Isso mesmo não fala dessa. As memórias desbloqueando do nada.

É tíbio e perônio. Tíbio e perônio, não tem nada assim. É alusão a tíbia. E peperônio. Não, pô, perônio. Duas partes do corpo, pô. Era pra ser tíbia e fíbula, que é um do ladinho do outro. É. Deveria ser, mas não é, né? Pessoal, vamos então aproveitar que a gente já tá aqui no momento falando aqui sobre Castelo Rottibum. Vamos então pras indicações, né?

que a gente já tá aqui quase estourando o tempo, o papo tá bem bacana, a gente tá falando sobre vários assuntos aqui, relembrando as pérolas do passado, que não é muito bom.

Mas vamos lá. Esse é o momento aqui que a gente dá as nossas indicações aqui pra você que nos acompanha. E segue a gente lá no Instagram. A gente vai estar indicando aqui seriado, novela, filme, podcast, jornal. O que vier na cabeça a gente vai indicar aqui. E aí, se você quiser depois saber o que nós indicamos, segue a gente lá no nosso Instagram. Vai estar tudo lá.

com todas as marcações, e aí você chega lá e assiste o que a gente indicar aqui. O Léo quer começar, Léo? Deixa o Léo se preparar ali. Vou fazer duas indicações em homenagem ao convidado. Uma é Um Sonho Possível, que é o filme de futebol americano com a Sandra Bullock.

E o outro é Desafiando os Gigantes, que também é de futebol americano, né? Já que o Daniel e o Deco se conheceram através disso. Mas, assim, ele é feito por um estúdio evangélico, mas ele não trata basicamente sobre religião, e sim sobre força de vontade e equipe. O filme é muito bom, velho. Tem uma mensagem muito legal. E recomendo todo mundo assistir. Do crente ao ateu. Tem uma mensagem bem positiva no filme. É, o filme é muito bom, pô.

Aquela mensagem de superação. É muito massa. O Deco já tem indicação no gatilho aí, Deco? Filme. Filme, série. Novela. Livro. Friday Night Lights. É o meu... Tanto o filme quanto a série. A série ou o filme? Eu sou apaixonado tanto pelo filme quanto pela série. Eu comecei a assistir até antes de vir para o podcast Impuros.

É o filme do B. Jordan? Não, pô, é em Puros, brasileiro. É Vandro do Vendê. Ah, não, é do Vandro do Vendê. É Vandro do Vendê. O Vandro do Vendê é ruim de invadir, pô. É, tá certo, tá certo. É, mas... Não, pô, peraí, pô, vai dar a educação. Duas só, pô, escolha o que tu quer.

que eu passei, porra. Porra, escolha. Quer o podcast pra tu, eu passo pra teu nome, porra. Manda o link aí, caralho. Manda o link, porra. Duas indicações, porra. Escolha aí. A indicação é duas de filme, será do caralho que falta? Não, duas. Você escolhe duas coisas. Só duas? Manda aí, porra. Ah, duas coisas. É. Tira o Impuros. Fica o Friday Night Lights e eu vou falar de um jogo que eu sou viciado, muito bom, chamado Hellcorp.

É um jogo que se passa na Guerra de Canudos, tem pra PC. É sério? Vai estar... É sério. Véi! Muito bom! Vou dar uma olhada, vou dar uma olhada. Com o meu nome? Hell Clock. Hell H-L-L? De inferno, isso. Relógio do inferno. Vai sair pra... Primeiro de jogo vai sair pra... Clock ou Glock? Glock. Glock, Glock. Hell L. Eu não sei como é relógio em inglês, não. Clock.

O final de clock é com K ou com Q? C e K? É um jogo que se trata da Guerra de Canudos, é brasileiro esse jogo. Vai sair pra... Já tem pra PC? Já não presto. Vai sair pra... Tem pra concerto com coisas brasileiras.

RPG, roguelike, dos caralho O jogo é bom Eu tinha um preconceito Eu fazia assim, porra, esse jogo quando sair Deve ser uma merda Aí comecei a jogar, comecei a jogar, comecei a jogar O Hell Clock Vai ser uma expansão agora Dia 1º de junho E vai sair a versão pra Xbox E pra Playstation 5 Porra, eu tô vendo ele aqui na Steam Tá bom, o joguinho é boquadinho

Hell Clock e o filme barracelhado Friday Night Lights. Pode jogar Hell Clock aí, sem medo. Vou colocar aqui no carrinho aqui e depois eu dou uma verificada. Eu gostei da animação, ele parece... Parece bacana o jogo, eu gostei. É bom, é bom. Vai pra eu ficar duas, três horas da manhã jogando.

Tem que ser bom pro jogo. Então vamos lá. Eu vou pra minha indicação aqui, que vai ser uma série que eu voltei a assistir agora, uma série até antiga, que é Two Broke Girls. Acho que em português são duas garotas em apuro. Cara, bem legal, bem engraçada. É a da lanchonete?

É bem galhofa. É sério pra você desligar a cabeça e só rir, tá ligado? Esquece história, esquece qualquer coisa. Só assiste desligando o cérebro. E eu vou indicar também o filme que eu assisti agora, que é o Mario Galaxy, o filme. Eu não entendo porque se é um filme, sai com o nome ou filme, né? Todo mundo sabe o que é um filme. Mas enfim, fica aí que é o Mario 2, né? E aí minha indicação vai ser esses dois, o filme e uma série.

O Davidson tá perguntando aqui, cadê o Aquila em Vegas, parte 1, cara, eu não sei que filmei esse não, mas enfim. Léo, tem mais algum comentário, alguma coisa pra gente ir embora? Não, quero eu ir almoçar.

Então tá A minha ainda não chegou da rua Tá no centro ainda Tá na cidade Tá na cidade Então é isso, agradecer ao Deco Obrigadão, cara Finalmente você veio participar aqui do podcast Tentei convidar tantas vezes você aqui

e você sempre de migué. Muito obrigado pela participação, obrigado mesmo por ter vindo. Foi um papo bem bacana. Espero que você volte para a gente falar mais sobre N assuntos. Na realidade, a gente falou sobre várias coisas, mas eu acho que cabe uma outra participação para a gente falar sobre mais as neiras aqui. Obrigado, cara. Obrigado mesmo por ter vindo. Obrigado pela participação. Só agradecer pela oportunidade.

E se for pra falar besteira, é só me chamar que eu tô aí. Besteira é o que a gente faz aqui, pô. É. Todo mundo, engraçado, todo mundo fica com medo de vir aqui. Aí quando vem, aí fica... Depois que eu for, que você vai falando, vai trocando ideia, vai rezeando, tal, não sei o que... Você até esquece que é um podcast, você acha que é só uma ligação em vídeo que a gente tá batendo papo.

É, isso aí mesmo. Não, eu vou falar o quê? Meu irmão, ninguém tá pedindo pra tu ser um professor de pedagogia ou um filantrópico, não. Meu irmão, vem falar, seja aqui, vem falar quem você é, pô, fala besteira aqui, a gente fica lendo o Davidson aqui toda semana, pô. Em princípio, ele tinha o preconceito, e aí virou o preconceito.

O cara acha que pra vir pra cá tem que ter PHD, tem que ser formado em Harvard. Não, velho. Com o ensino médio mesmo, sem ler, sem escrever. O Daniel tem formação em ciências atuariais. A gente não sabe nem o que é isso. E tu tá falando no microfone por quê, o arrombado? Foi mal. Fala agora o que tu falou de novo. Eu tô falando. O Daniel tem formação em ciências atuariais. A gente não sabe nem o que é isso.

Ô, Leandro, vou te ensinar a parar. Teu microfone tem um braço. Ó, deixa eu te mostrar o que é que ele faz, ó. Ó. Tá vendo? Eu tô ligado. Fica olhando, ó. Aí, quando tu vai pra longe, ô arrombado, leva o microfone contigo, desgraça.

Ô, Daniel, já tá encerrando, bora? Fresco. É isso. Fica aqui o nosso agradecimento ao convidado, pra você que mandou mensagem aqui no chat, pra você que tá nos ouvindo no Spotify ou em qualquer agregador de podcast. Fica aqui o nosso agradecimento. Eu acho que a gente volta na semana que vem, né? Na semana que vem a gente já tá contando com dois desfalques aí. E eu não sei se vai ter, né, com esses desfalques aí. Eu não sei como é que vai ser. Dois desfalques fica dois, né?

É, então. Mas aí falta assunto. Mas vamos ver. Eu acho que vai ter. Então, se não tiver, mas acompanha a gente nas redes sociais que você vai saber se vai ter podcast ou não. A gente volta na semana que vem. Fica aqui o nosso grande abraço a você. Até a próxima semana. E... Tchau, galera. Fochabraço.

E aí

Bagaça Cast #97: Falando mal antes de testar (e me arrependendo depois) | Castnews Index — Castnews Index