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Bom dia 247_ Lula chega ao Dia do Trabalhador com desemprego mínimo _1_5_26_

01 de maio de 20263h31min
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Bom dia 247_ Lula chega ao Dia do Trabalhador com desemprego mínimo _1_5_26_ by TV 247
Assuntos6
  • Dia do TrabalhadorOrigem histórica do 1º de maio · Greve de Chicago em 1886 · Criação da CLT por Getúlio Vargas · Luta por direitos trabalhistas · Precariedade do trabalho · Mobilização na Argentina contra Milei · Desmonte dos sindicatos no Brasil · Conquistas do governo Lula · Redução da jornada de trabalho · Programa Desenrola Brasil
  • Democracia Brasileira - Desconfiança InstitucionalRejeição de Jorge Messias ao STF · Derrubada do veto à dosimetria · Aliança entre Centrão e extrema-direita · Interesses por trás da rejeição e derrubada do veto · Papel do Congresso Nacional · Relação entre Executivo e Judiciário · Impacto eleitoral das derrotas do governo · Necessidade de mobilização popular e ruas · Crítica à mídia e ao sistema financeiro · Ações de extrema-direita e o perigo para a democracia
  • Guerra no Oriente MédioCessar-fogo tenso entre Irã e EUA/Israel · Relatório do Centcom sobre planos de ataque · Possibilidade de retomada da guerra · Impacto no preço do petróleo · Projeto iraniano de expulsar influência dos EUA · Dilema dos EUA em obter acordo melhor que o de 2015 · Controle iraniano sobre estreito de Ormuz
  • Relações Israel-EUASequestro de ativistas da Flotilha Global Sumud · Interceptação em águas internacionais perto da Grécia · Detenção de 175 ativistas de 40 nacionalidades · Liberação da maioria dos detidos · Violação das leis internacionais por Israel · Ataque típico de pirataria internacional
  • Bloqueio EUA-CubaResistência criativa dos trabalhadores cubanos · Métodos criativos para gerar energia alternativa · Mobilização e aprimoramento da consciência socialista · Grande manifestação do 1º de maio em Cuba · Protesto contra as medidas dos Estados Unidos
  • Indicação Jorge Messias ao STFMotivações por trás da rejeição · Alianças políticas e interesses em jogo · Papel de Alexandre de Moraes e outros ministros · Impacto na relação entre Executivo e Judiciário · Oposição ao fortalecimento de André Mendonça
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Bom dia, bom dia a toda a comunidade 247, sexta-feira, 1º de maio, 6 horas 30 minutos. Viva o dia do trabalhador, da trabalhadora, viva o trabalho, enfim, viva o emprego e viva o governo Lula, que está gerando recordes de empregos no Brasil. Bom dia, Zé, bom dia, Legiane, vamos em frente aqui. Pessoal, madruga cedo no feriado. Bom dia, Zé. Bom dia, Léo, bom dia, Legiane, bom dia, nossa comunidade. Viva o 1º de maio, viva a luta dos trabalhadores.

É isso. Bom dia, Legiane. Você está bem? Tudo bem, meu caro Léo. Bom dia, Zé. Nós trabalhando aqui em função do Dia do Trabalho. Viva a luta internacional dos trabalhadores. Vou começar, então, já com a efeméride única do dia, artigo do Zé Reinaldo Carvalho. O Dia Internacional da Luta dos Trabalhadores contra a Exploração Capitalista. Diga aí, Zé. Fala para a gente sobre o Dia do Trabalho. Bom, isso é um dia para evocar exatamente o espírito classista.

o espírito de luta contra a opressão e contra a exploração capitalista. E, naturalmente, com a evolução do sistema capitalista, contra o imperialismo também, porque o imperialismo é uma expressão, digamos, máxima do sistema capitalista. É uma data histórica, nós temos aí uma outra matéria publicada pela redação na nossa sessão de história.

A data do 1º de maio é uma alusão a uma greve importante que foi feita pelos trabalhadores estadunidenses em Chicago no dia 1º de maio de 1886 e que foi duramente reprimida, houve mortes, houve ferimentos.

E um ano depois da greve, cinco operários, que são considerados os cinco heróis de Chicago, foram mortos. Quatro foram enforcados e um morreu antes do enforcamento na prisão. Portanto, foi um ato... Opa! Não eram os oito de Chicago, Zé? Só uma dúvida. Eram oito de Chicago, mas não foram todos mortos. Ah, entendi. Não foram todos mortos.

Muito bem. Então, em função exatamente do heroísmo dos trabalhadores, da dimensão que a greve tomou, em 1889, a Internacional Socialista, que na época congregava todos os partidos operários dos principais países capitalistas, no seu congresso em Paris, resolve então instituir a data do 1º de maio como Dia Internacional da Luta dos Trabalhadores.

inicialmente era uma luta voltada para as 8 horas, para conquistar a jornada de trabalho de 8 horas. Luta que está se dando até hoje no Brasil, com essa questão da escala 6 por 1, porque nós não temos ainda jornada de 8 horas, pena, em termos de semana.

Mas, claro, que com o tempo, essa luta por oito horas se transformou, porque houve a conquista, obviamente, em vários países, ela se transformou na luta pelas reivindicações dos trabalhadores, de uma maneira geral, e na medida em que se desenvolveu o movimento revolucionário socialista no mundo,

passou a ser um símbolo também dessa luta, como eu coloco em termos mais ideológicos, a luta geral contra a exploração capitalista. E isso se intensificou com a conquista do socialismo, com as revoluções socialistas que ocorreram e foram vitoriosas ao longo do século XX, principalmente a Revolução Russa.

De modo que a luta, o primeiro de maio, se converteu nisto. É o símbolo da luta dos trabalhadores por suas causas mais gerais, pela concretização de suas aspirações por um mundo justo, que nós atribuímos que será o mundo socialista.

É isso aí, Zé. Obrigado aqui também ao Magno Cortez. Bom dia, Messias na Justiça. Toda a nossa empatia, solidariedade ao Jorge Messias. Legiane, além do Dia do Trabalho, e também associado ao Dia do Trabalho, eu queria colocar essa matéria aqui da nossa sessão História. Entenda como se deu a criação da CLT por Getúlio Vargas e a consolidação dos direitos trabalhistas no Brasil. E aí nisso eu te passo para falar sobre a nossa efeméride única de hoje, Legiane.

Então, Léo, só queria prestar homenagem aqui aos quatro mártires que foram à forca nesse quinto que o Zé mencionou. Ele se suicidou na prisão para evitar que o Estado tivesse o gostinho de matá-lo.

Os quatro mártires, Alberto Parsons, Augusto Spies, Adolfo Spers e George Engels. São esses quatro. Você veja que em 1886, Chicago, três anos depois que Marx havia falecido. Então, qual foi a ideologia que levou esses trabalhadores a fazerem essa luta? Exatamente a ideologia.

desse grande fundador do pensamento revolucionário moderno que é o Calmo. E Getúlio edita a Consolidação das Leis do Trabalho em 1º de maio de 1943. O Brasil já estava passando por uma nova fase desses 15 anos de governo dele.

que já iria entrar na luta contra o eixo nazifascista, iria formar nesse ano a Força Expedicionária, iria lutar contra o fascismo na Itália. E Getúlio, então, iria passar por esse processo. Ele se reformula várias vezes nesses 15 anos e dita a CLT que alguns...

ditos intelectuais, dizem que é uma cópia da Carta de Lavoro, que deve ter 15 artigos, essa carta fascista italiana, e a nossa CLT tem mais de 900 artigos, e é uma cópia, é um livro desse tamanho, e diz que é uma cópia da Carta de Lavoro. Ele consolida todos os pequenos decretos e leis que já vinham existindo,

consolida isso tudo, é um decreto, não é uma lei, na época o parlamento estava fechado, e ele consolida isso numa grande legislação que concede...

grandes direitos aos trabalhadores jamais vistos antes na história do Brasil. E não só isso, ele também tem um capítulo lá, que acho que se não estou errado é o capítulo 5, eu li a CLT inteirinho, ele é o capítulo sobre direito e organização dos sindicatos.

É claro que ele atrela um pouco isso ao Estado, porque o direito de criar o sindicato é vinculado à autorização estatal, mas é uma, digamos assim, concede à organização, ainda que tutelada pelo Estado, os trabalhadores tiveram...

digamos assim, a sua genialidade de saber atuar mesmo dentro dos marcos do Estado, fizeram muitas coisas, muitas greves, houve a conquista do chamado direito coletivo do trabalho, dissídio coletivo, então você passa a ter...

Diferente dos Estados Unidos, lá tem a sindicalização, mas o acordo coletivo só vale para quem é sócio do sindicato. Aqui no Brasil, não. Aqui toda a categoria é beneficiada pelo acordo dos sindicatos, sócios e não sócios. Então, é muito interessante o direito sindical brasileiro. É isso que é o Getúlio Vargas.

É isso aí. Vou mandar um abraço aqui para a Thelma Guelpa, dizendo que um trabalhador unido jamais será vencido. Bom dia a todos. Zé, a gente também publica aqui em História essa matéria. Entenda por que o proletariado passou a ser chamado de precariado. O Legende citou Marx, e eu acho que isso é consequência da flexibilização total dos direitos trabalhistas, quer dizer, muita insegurança no trabalho. Te peço para falar um pouquinho sobre isso também.

Opa, espera aí que está fechado, está fechado agora, abrindo, estava vazando o áudio aí, por favor. Tá bom. Bom, é isso, isso é um resultado da deterioração das relações trabalhistas, fruto de uma crise estrutural, sistêmica, do capitalismo, que vem mudando totalmente as relações do chamado mundo do trabalho com...

os proprietários, os empresários capitalistas, principalmente nesta época em que a financiarização toma conta da economia, o parasitismo se acentua na orientação econômica e isto, no caso de países como o Brasil e outros países do Sul Global, o aprofundamento dos laços de dependência, beleza?

dos nossos países, do sul global, aos centros financeiros internacionais. A incapacidade do capitalismo de, ao adotar os mecanismos de produtividade, de revolução tecnológica e científica, não criar as condições para realocar a mão de obra, para desenvolver o nível de...

de desempenho dos trabalhadores para que eles possam exercer outras funções. Então, tudo isso tem levado ao surgimento desse grande exército de desvalidos que são os chamados integrantes do precariado. Isso, naturalmente, vai dar, e já está dando, numa crise social de grandes proporções.

e naturalmente que vai implicar também uma modificação nas formas de organização, de luta e de promoção da unidade dos trabalhadores.

Bom, vou começar então com uma notícia ligada ao dia do trabalho, Lejane, que é a mobilização na Argentina. Trabalhadores vão às ruas contra o arrocho de Milley. O Milley, as pessoas sabem, ele quer acabar com todos os direitos trabalhistas. E a Márcia Benat, lembra que aqui o Temer acabou com o imposto sindical, enfraquecendo os sindicatos. Como é que você vê a luta dos trabalhadores na Argentina, Lejane?

Só um esclarecimento, meu amigo, colega, Rui Braga, da USP, fomos juntos diretor dos sindicatos sociólogos, que essa teoria do precariado é do Gui Stand, um sociólogo britânico, é de 2011 a teoria do precariado, mas ele adaptou no Brasil, junto com Giovanni Alves, que é também meu amigo, colega sociólogo da Unesp, ele adaptou ao precariado...

O proletariado precarizado, o Rui Braga adapta no Brasil.

Bom, o Milley vai enfrentar agora a fúria sindical da Central Geral dos Trabalhadores Argentinos, a CGT. É muito poderosa, não é mais única, tem a CTA, Central dos Trabalhadores Argentinos, são duas, mas a CGT continua sendo a maior e mais poderosa.

E aí vamos torcer para que a força do sindicalismo argentino, o peronista, o justicialismo, tenha força suficiente para conseguir fazer valer seus direitos, mas que estão precarizados com essa...

proposta aí que foi aprovada já no Congresso, então eles agora ficaram ainda mais precarizados. Já vinham perdendo direitos aos poucos, agora essa última proposta vai ser uma padical, então vai ficar poucos direitos finais. A jornada

semanal de trabalho, que era 40 horas, pode até dobrar. Você pode até chegar a fazer 80 horas dentro da lei, sem infringir nenhuma lei, você poderá trabalhar até o dobro do que eram 40 horas normais de trabalho.

Então, vamos ver aí como vai reagir o sindicalismo. É duro você fazer greve, fazer movimento sindical em momentos de recessão, porque o patrão, quando você está precarizado, quando você está...

com salários muito arrochados, é muito fácil você ter a substituição do seu posto de trabalho. Então você fica receoso em aderir à greve. Isso é muito comum em momentos de crise. É difícil fazer movimento sindical. E aí, como lembrou a Márcia Benatti, o Temer foi o que ajudou a pôr uma palical aqui no movimento sindical.

que ele tirou o único... O Brasil tem 57 tipos de impostos diferentes. É claro que ninguém paga todos os 57 tipos. E só tem um tipo de imposto que sustentava a estrutura sindical brasileira, que é aquele dia que você paga uma vez por ano, uma vez por ano, você dá um dia de trabalho para o seu sindicato. Ele tirou exatamente isso.

A CUT sempre defendia o fim do imposto sindical. Aí a gente brincou na época, ela deveria fazer, erguer uma estátua para o Michel Temer, porque ele acabou com aquilo. E, olha, foi assim, até nos sindicatos cultistas, praticamente todos eles quase que fecharam as portas no Brasil.

Então, o movimento sindical no Brasil praticamente parou de lá para cá, mesmo os mais ditos combativos, ele quase não se sustenta sem esse recurso. Infelizmente...

A Aurelina está dizendo, o desmonte dos sindicatos no Brasil começou no governo FHC com a proposta de demissão voluntária. Mas, Zé, a gente vive uma situação bem mais confortável no mercado de trabalho no Brasil, desemprego de 6,1%, menor em muitos anos. O governo Lula 3 criou 7,2 milhões de empregos e o foco na redução da jornada. Então, Zé, o que você diria da situação brasileira no comparativo mundial?

Bom, em relação a esses aspectos conjunturais, não tenho dúvida de que o governo Lula tem promovido um certo alívio para as condições de trabalho, para as condições de vida em geral da população, e isso naturalmente atinge principalmente a massa trabalhadora. Ele destacou ontem, no discurso que fez, o pronunciamento em rede de TV e rádio, ele destacou algumas dessas conquistas.

que são resultado de uma orientação peculiar que ele tem dado à política econômica brasileira, apesar dos malefícios que essa política ainda tem em termos da chamada orientação macroeconômica, mas de se destacar realmente o problema do nível de emprego,

a recuperação de determinados direitos, a tentativa de tomar medidas contrárias a uma orientação geral do capitalismo financeiro, de marginalizar os trabalhadores, o empenho que o Lula está fazendo pela aprovação das medidas que acabam com essa jornada exaustiva de trabalho, essa chamada escala 6x1.

Então, há de fato situações mais favoráveis, digamos, para o custo que os trabalhadores consolidem os seus direitos. A questão geral da luta dos trabalhadores, as suas aspirações mais profundas, é que ainda precisam de uma acumulação de forças maior e de um prolongamento da sua luta por justiça social plena, progresso social pleno no Brasil e no mundo.

É isso aí. Vamos passar então para as notícias. Legiane, começando pela guerra no Irã, quais são as novidades do dia de hoje? Aliás, a guerra Estados Unidos-Israel contra o Irã. Bom, as novidades é o cessar-fogo extremamente tenso, e, Léo, que nós chegamos a comentar várias vezes, digamos, a impossibilidade...

em probabilidade, não seria provável que a guerra voltaria. E ontem nós comentamos que vazou um relatório do Centcom que eles estão planejando ataques curtos, rápidos e cirúrgicos para forçar o Irã ou a rendição ou a voltar à mesa de negociações ajoelhados. Isso é uma novidade.

E todos os comentários de ontem para hoje que eu vi de analistas, e o maior deles é o professor Morandi, lá da Universidade de Teherã, estão dando conta que, passado esse feriado, que nos Estados Unidos não é feriado, é um dos poucos países do mundo que não comemora o 1º de maio.

Então, lá hoje, todo mundo trabalha normalmente nos Estados Unidos. Imagina, o berço do capitalismo vai comemorar o dia do trabalho? Não, não é possível, né? Então, passando hoje, provavelmente amanhã, sábado, o Irã voltará a ser bombardeado. Então, por incrível que pareça...

E aí, para não caracterizar o início da nova guerra, que ele teria que pedir autorização do Congresso, então seriam pequenos ataques rápidos e fulminantes. É incrível isso, né? Ele não quer ceder na diplomacia.

para não dar o argumento que o Irã venceu na mesa diplomática, nas negociações. Porque ele sabe que qualquer negociação que acontecer, o Irã sairá vitorioso. Esse acordo que será, digamos, exarado a partir das conversações,

ele precisa que este acordo seja melhor que o de 2015 do Obama, porque fatalmente será comparado. Ele fez uma guerra obrigada por Israel e ele terá que dizer para o público interno dele que arranquei um acordo melhor que aquele de 2015 que denunciei. Saí fora daquele acordo porque ele era ruim. Ele precisa de alguma coisa melhor. Essa que é a grande questão, o dilema que ele está.

Então ele entrou numa grande furada mesmo. Todo mundo está dizendo isso, uma guerra que provavelmente ele não vai arrancar seguramente nada melhor. Então veja a grande furada que ele está nesse momento.

O Irã está meio que, digamos, a cavaleiro, porque ele continua cobrando pedágio, a revelia dos acordos não tem como, ele domina ali a entrada, porque ele minou aquela... Só ele sabe onde as minas estão e só ele sabe onde a estreita passagem segura. Então os navios dos países amigos continuam passando e continuam pagando o pedágio.

Ele fez acordo com o Oman, o Oman é, de alguma forma, um país neutro ali na região, um modelo até para ser seguido por todo mundo. Então, a situação ali é de uma calma tensa e esperando aí a qualquer... O Irã vai responder duramente e vai destruir a infraestrutura de refino dos países árabes, se a sua estrutura...

for atingida na mesma proporção. Essa é a situação, aguardemos para esse final de semana, vocês vão ter muito comentário aí, num bom dia de sábado e domingo, para a guerra, vai ter um início, mas muito pontual. É isso aí.

Perdão, Olavo Lins dizendo, bom dia, Léo, Zé, Legiane, comunidade, viva a luta dos trabalhadores. Aqui é a Deise Azevedo. Assim como tentaram culpar a Dilma pelas canalistas do Eduardo Cunha, tem muita gente culpando o Lula pela canalista do Alcolumbre. Pois é, isso é um escândalo total. O gangster é o Alcolumbre e que se aliou a outras figuras também sórdidas. Zé Reinaldo, complementando o Legiane, o Trump admitindo a possibilidade de retomar a guerra contra o Irã.

Opa, espera aí, deixa eu liberar. Pronto, pode falar. Como diria o conselheiro Acácio, guerra é guerra. Então, eu acho que hoje, diferentemente do cenário que vinha se descortinando há dias, hoje nós estamos lidando com essa probabilidade. Há vários planos.

que estão em exame, planos já apresentados pelo Pentágono, que estão sobre a mesa do presidente dos Estados Unidos. A coisa que mais se cogita é que ele vai fazer um bombardeio, também pontual, mas é um bombardeio pontual, maciço, sobre determinadas infraestruturas iranianas.

E é óbvio que o Irã vai responder com as capacidades que tiver, que, segundo consta, são ainda importantes, são ainda capazes de atingir alvos importantes de Israel, dos aliados dos Estados Unidos, das suas bases militares, de voltar a incendiar ali determinadas situações no Golfo.

Então, nós estamos vivendo dentro da trégua que foi estabelecida, estamos vivendo um momento de elevadíssima tensão, em que se realmente o bombardeio, um novo bombardeio, um novo tiroteio de mísseis se afigurar, nós vamos ter uma retomada da guerra. Não temos uma...

uma capacidade de prever por quantos dias, qual será a intensidade, qual será o ritmo dos ataques estadunidenses, nem o nível da resistência iraniana. Mas isso muda o quadro. É por isso que diariamente a gente tem publicado matérias assim. Veja o que está acontecendo no caso de hoje, no 73º dia da guerra, porque a guerra só acaba

quando um tratado de paz é assinado. Enquanto for um cessafogo, o cessafogo é uma trégua temporária, como diz o próprio Lão, é uma trégua, não é uma paralisia da guerra. De maneira que é um cenário muito preocupante.

porque isso pode se estender, faz um bombardeio agora, um novo cessa-fogo, e depois um novo bombardeio, e isso significa que o quadro de instabilidade, de tensão e de ameaças à paz regional e mundial pode prosseguir por grandes períodos de tempo, com as repercussões que são previsíveis na economia. Uma das notícias que nós publicamos hoje...

dá conta de que o petróleo chegou a bater em 127. Bate lá em cima, depois cai um pouco, mas cada dia o percentual de aumento acumulado do preço do petróleo em relação ao período anterior à guerra é muito maior.

É, exatamente. Por isso mesmo que o Banco Central disse que foi cauteloso na reunião do Comitê de Política Monetária. Ricardo, tudo está dizendo. Estados Unidos precisam manter aquecida a indústria bélica, quase metade do seu PIB. É uma sinuca de bico. Exatamente. Quem fala muito sobre isso é o Paulo Gala, Legenda. Ele fala que a verdadeira política industrial dos Estados Unidos é a guerra. É a guerra que vai mobilizando sempre, sempre o Pentágono.

Mas eu vou botar uma notícia aqui do Irã, Legiane, o líder supremo dizendo que o Golfo Pérsico terá um futuro brilhante sem os Estados Unidos. Esse é o projeto iraniano, quer dizer, na verdade, extirpar a influência estadunidense da região. Diga, Legiane. Eu não tenho dúvida, viu, Léo. Apesar dessa guerra, a vitória do Irã...

não vai entrar para a história como uma vitória militar retubante, clara, uma derrota fragorosa dos Estados Unidos. Uma vitória por pontos, como eu tenho dito, mas essa vitória vai, do ponto de vista militar, os Estados Unidos...

há uma grande probabilidade de eles saírem totalmente das suas bases do Iraque e da Síria. Mas e as outras 12 bases nos outros países árabes? Elas serão desmontadas? É uma incógnita. Algumas delas foram seriamente danificadas e provavelmente não serão reconstruídas.

As famílias, como diz o Marandi, essas ditaduras familiares, elas estão num dilema muito grande. Elas permitiram a construção dessas bases sobre o pretexto que os Estados Unidos as protegeriam. E isso não aconteceu. De que adiantou todo esse poderio bélico se o Irã praticamente as destruiu?

Sem que nenhuma reação pudesse ter sido esboçada, os sistemas antimíssil dessas bases não funcionaram, elas foram ou destruídas ou danificadas. Será que elas serão reconstruídas ao custo de bilhões de dólares ou serão desmontadas?

As famílias seguirão fazendo a opção de ficar ao lado dos Estados Unidos ou pensarão em construir um novo Oriente Médio sem a presença dos Estados Unidos. O que é seguro nessa mensagem que o líder espiritual fala, no Golfo Pérsico...

nós poderemos mesmo não ter a presença dos Estados Unidos. Acontece que na Península Arábica é outra situação. Então, o Golfo Pérsico nós teremos praticamente, será nula a presença dos Estados Unidos. Isso eu acho que está certa a afirmação que faz o novo líder.

É isso aí. Bom, Zé, é importante a gente noticiar o sequestro dos ativistas da Flotilha Global Sumud do dia de ontem pelo Exército de Israel. Não sei que informações você pode nos trazer dos brasileiros que estão lá.

Não temos comunicação. Hoje foi uma preocupação minha, procurei em alguns grupos de WhatsApp que amigos comuns dos companheiros que estão na flatilha frequentam esses grupos e não consegui obter informações.

Há uma matéria genérica na Al Jazeera, dando conta de que essa apreensão dos barcos, essa intervenção militar janeirense, tem despertado grandes protestos internacionais. Muitas organizações políticas de massas, organizações não-guvernamentais.

tem se manifestado, mas não há novidade específica sobre como estão os companheiros todos, membros da flatilha, que nível de repressão foi feito. Havia uma perspectiva de manifestação na Grécia, porque as águas territoriais em que eles foram apreendidos são águas territoriais próximas do território grego.

Há alguns movimentos de solidariedade com a Palestina que estão organizando eventos para este final de semana, para protestar, mas nós não temos uma informação proveniente diretamente dos organizadores da Flotilha.

É isso aqui, Eronei Leite valorizando aqui o nosso esforço nesse primeiro de maio, a gente agradece muito, né? Legiane, então passo para você falar sobre a flotilha também, depois o Zé tem notícias sobre Cuba e a gente encerra aqui essa parte internacional. Diga lá, Legiane. As prisões foram feitas, Léo, eu tenho aqui de forma bastante precisa, né?

A marinha israelense interceptou as flotilhas em águas internacionais perto da ilha de Creta, na Grécia.

Isso fica mil quilômetros de Gaza. Eles detiveram 175 ativistas de 40 nacionalidades diferentes. Aí tem alguns brasileiros de 22 embarcações. Houve algum tipo de violência, usaram armas lasers, etc.

Mas a notícia que está na primeira página do jornal Times, o Haaretz, não noticiou isso. Eles liberaram 175, apenas dois deles foram retidos e estão sendo levados para Israel. Eu não estou aqui com o nome desses dois, nem com as suas nacionalidades. Mas Israel, então, não está...

detendo a maioria esmagadora, 98% das pessoas foram liberadas na própria ilha de Creta, na Grécia. Portanto, é uma violação das leis internacionais, na qual Israel, eu ontem falei que eles eram signatários, não são nem eles, nem os Estados Unidos. Essa lei dos mares, que eu também fui verificar,

Não é qualquer país membro da ONU que automaticamente é signatário. Não, é por acordo, é igual o TPI, não é todo membro da ONU que é do TPI. Todo membro da ONU é da Corte Internacional de Justiça. São duas coisas distintas. Então, a lei dos mares...

é só por adesão. Israel não é membro. Então, ele pode ser um pirata internacional. Ele vai lá, faz o que quer em alto mar e não está sujeita a essa lei dos mares das Nações Unidas, que é por adesão. Então, ele fez esse ataque típico de pirataria internacional, não vai ser sujeito a nenhuma lei, mas ele liberou...

Agora, dos 58 barcos, menos 22, então você vê que tem 36 que ainda continuam navegando. Mas Israel vai interceptar todos eles antes de chegar na faixa de Gaza.

É isso aí. Deixa eu agradecer aqui o comentário da Miriam, dizendo por qual motivo Moraes ajudaria a derrotar Messias? Para aumentar a possibilidade de Flávio, se Deus nos livre, ganhar e indicar mais o ministro da STF, é um acordão. É um acordão para enterrar o caso Master. Então, todas as pessoas que têm algum tipo de envolvimento com isso...

atuaram para impedir o Jorge Messias no Supremo Tribunal Federal. Rádio Proletário está aqui doando uma assinatura. E Zé, só para a gente fechar rapidinho aqui, está o Dias Canel destacando a resistência criativa dos trabalhadores cubanos diante do bloqueio estadunidense. Diga lá, Zé.

O presidente Dias Canel tem trabalhado com esse conceito, ele dizendo que não há apenas uma forma de obter recursos energéticos, não há apenas uma forma de combater esse cerco naval que os Estados Unidos impuseram adicionalmente outras medidas cruéis do bloqueio. Então, ele chama atenção para isso, há uma resistência criativa a métodos criativos para se conseguir gerar energia de maneira...

alternativa. Ao mesmo tempo, é uma forma de mobilizar os trabalhadores, incentivar o aprimoramento de sua consciência socialista, de sua consciência patriótica e mantê-los organizados e mobilizados.

para uma luta que é sempre de longo fôlego para Cuba. A propósito, daqui a pouco deve começar, porque lá começa muito cedo, a grande manifestação que reúne milhões de pessoas em várias cidades do país, principalmente em Havana, cerca de um milhão de pessoas em Havana, vão às ruas se manifestar no grande desfile do 1º de maio, que ao mesmo tempo que é um desfile em apoio ao governo revolucionário e socialista, é um desfile em protesto.

contra as medidas dos Estados Unidos e, ao mesmo tempo, é um congraçamento internacionalista porque comparecem muitas delegações de movimentos sindicais populares de diversos países do mundo a essa grande manifestação. É isso aí, gente. Então, obrigado a vocês, bom feriado, boa viagem à China, Legiane, e vamos que vamos. Obrigado. Um abraço. Às 10 horas, daqui a pouco, eu estarei aqui no programa Semana no Mundo. Vou falar mais sobre o 1º de maio e outros temas da conjuntura internacional.

É isso, gente. Obrigado, abração. Valeu, tchau. Tchau, tchau. Então, vamos aqui agora embarcando Mário Vitor, Alex, Daiane, dando sequência ao nosso bom dia. Bom dia, gente. Bom dia, Mário. Como é que você está? Bom dia, Daiane. Bom dia, Alex. Tudo bem, Mário? Tudo bem, Léo. Bom dia. Bom dia, Daiane. Bom dia, Alex. E bom dia a todos que nos acompanham nesse Dia do Trabalhador. É isso aí. Bom dia, Daiane. Tudo em paz?

Bom dia, Léo, bom dia, Mário, Alex, a todos os nossos internautas. Tudo bem? Bom dia, Alex, tudo bem com você? Bom dia, Léo, Daiane, Mário Vitor. Bom dia a todos. Então, vamos lá. Eu queria começar, gente, rodando o pronunciamento do presidente Lula no dia do trabalhador. Vamos aqui ouvi-lo. Vamos aqui botar em tela cheia. Cadê o som? Ah, o som agora... Luiz Inácio Lula da Silva.

Minhas amigas e meus amigos, amanhã, 1º de maio, é o dia do trabalhador e da trabalhadora. Eu quero falar com você, que trabalha duro durante 5, 6, até 7 dias na semana e vê o fruto do seu esforço ir embora para pagar as dívidas da sua família. Nós encontramos no Brasil os brasileiros endividados.

A dívida das famílias cresceu por anos e agora está se focando em uma parte da sociedade brasileira. Por isso, vamos lançar na próxima segunda-feira o novo Desenrola Brasil, um conjunto de medidas para ajudar a resolver a vida financeira das famílias endividadas. As trabalhadoras e os trabalhadores poderão negociar dívida do cartão de crédito, do cheque especial, do rotativo, do crédito pessoal e até do Fies.

Os brasileiros endividados terão juros mais baixos de no máximo 1,99% e desconto de 30% até 90% no valor da dívida. Assim, você vai ter uma parcela bem menor e mais tempo para pagar sua dívida. E cada pessoa poderá sacar até 20% do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet.

Por isso, quem aderir ao novo Desenrola Brasil ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de aposta online. Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar a rendida de jogo dos maridos.

Não foi nosso governo que deixou as Betes entrarem no Brasil, mas é o nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando. Minhas amigas e meus amigos, o 1º de maio é uma data que homenageia a luta de mulheres e homens do mundo inteiro por melhores condições de trabalho.

E que este ano, aqui no Brasil, tem um significado especial. Porque nós demos neste mês de abril um passo histórico para o nosso país. Encaminhei ao Congresso Nacional um projeto de lei para reduzir a jornada de trabalho, que passará a ser de no máximo 40 horas semanais. Com dois dias livres por semana, sem redução de salário.

Não faz sentido que em pleno século XXI, com toda a evolução tecnológica, milhões de brasileiros e brasileiras têm que trabalhar seis dias por semana para descansar apenas um dia. Para as mulheres, a situação é muito mais difícil. Elas chegam cansadas do trabalho e, na maioria das vezes, ainda precisam cuidar da casa e dos filhos.

O fim da escala 6x1 vai garantir mais tempo com a família, mais tempo para acompanhar o crescimento dos filhos, estudar, cuidar da saúde, ir à igreja, viver a lei do trabalho. Mais tempo para descansar, porque eu sei o quanto o trabalhador brasileiro está cansado. Eu sei muito bem que todos os direitos dos trabalhadores foram conquistados com muita luta.

A elite brasileira sempre foi contra a melhoria para o trabalhador. O salário mínimo, a férias remuneradas, o décimo e terceiro salário, a turma do andar de cima, disse que cada uma dessas conquistas ia quebrar o Brasil. E o Brasil nunca quebrou por dar direito aos trabalhadores. Sempre ficou mais forte. Porque toda vez que a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira com mais força e todo mundo acaba ganhando.

É isso que vai acontecer com o fim da escala 6x1 no Brasil. Minhas amigas e meus amigos, países do mundo inteiro estão sentindo os efeitos da guerra do Oriente Médio. O petróleo ficou mais caro e isso vem pressionando os preços dos combustíveis em todo o planeta. Quando os combustíveis sobem, o custo do transporte cresce, o preço dos alimentos aumenta e o custo de vida fica mais caro para o povo.

mas o nosso governo agiu rapidamente. Com muito esforço, tiramos os impostos dos combustíveis, tomamos uma série de medidas urgentes para conter o aumento dos preços, garantir o abastecimento e aliviar o peso da guerra sobre as famílias brasileiras.

Graças a essas ações, o Brasil tem sido um dos países menos afetados pela crise global. Em um mundo cada vez mais instável, com guerras e incertezas se espalhando, é fundamental que o governo do Brasil esteja do lado do povo.

Nossa nação precisa ser protegida. Nossa soberania e nossas riquezas têm que ser defendidas. O Brasil é grande demais para baixar a cabeça. O Brasil não aceita ser quintal de ninguém. Minhas amigas e meus amigos, este primeiro de maio é também o momento de olhar o que construímos juntos. Temos a menor inflação acumulada em quatro anos da história do Brasil. A menor taxa de desemprego.

E o rendimento médio dos trabalhadores é o maior da história do Brasil. Retomamos a valorização do salário mínimo. Zeramos o imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil e diminuímos para quem ganha até R$ 7.350. Antetipamos o 13º salário dos aposentados em todos os anos do nosso governo.

Aprovamos a ampliação da licença paternidade, para que os homens tenham mais tempo para cuidar dos filhos recém-nascidos. Além disso, veramos a conta de luz para famílias que consomem até 80 kW e concedemos desconto para quem consomem até 120 kW por mês. Lançamos o gás do povo, que triplicou o número de beneficiários do gás de cozinha. Mas tudo isso ainda é pouco diante das necessidades das famílias brasileiras.

Minhas amigas e meus amigos, os obstáculos que temos pela frente são enormes. Cada vez que damos um passo adiante para melhorar a vida do povo brasileiro, o sistema joga contra. O andar de cima, os bilionários, a elite que só pensa em manter privilégios às custas do povo. Se dependente do sistema, nem a escravidão teria sido abolida no Brasil. Mas todo dia eu renovo minha fé em Deus e no povo brasileiro.

Na força de quem levanta cedo, enfrenta dificuldade, cultiva esperança e nunca desita dos seus sonhos. Você que tem carteira assinada, que é MEI, que trabalha por aplicativo, que faz bico, que vende pela internet. Você que cuida, que ensina, que pega ônibus cheio. Você que planta, colhe, cozinha e constrói.

Você que é uma pessoa honesta e batalhadora, você que vive do próprio trabalho, seja ele qual for, tenho uma certeza neste 1º de maio, o governo do Brasil está adicionado. Um grande abraço e viva o dia do trabalhador e da trabalhadora. É isso aí. Bom pronunciamento, cheio de mensagens, desenrola. A questão também da escala 6x1 e o Lula contra o sistema. Diga lá, Mário, vamos começar então com você.

Sim, um grande pronunciamento, excelente. Uma boa resposta que impede que o Lula se comunique mais e se estabeleça um canal direto com a população como uma forma de...

de superar alguns obstáculos nessa área. Então, acho que fez um bom resumo daquilo que o governo fez, está fazendo, de como ele avalia que deve se posicionar nesse momento. O presidente Lula esbanjando saúde, com aquele chapéu ali, me parece que também deve ser resultado da...

alguma intervenção que ele recebeu na cabeça recentemente, não sei. Normalmente, ele não usaria chapéu no ambiente interno. Ele fez um procedimento na sexta-feira passada, Mário. Exato. Mas, enfim, eu tenho a impressão também que tudo o que ele falou me parece muito coerente, muito pertinente, tem o que mostrar. Tem essa situação, ao mesmo tempo,

de ser governo, de mostrar o que está fazendo e, ao mesmo tempo, criticar e apresentar e mostrar um reconhecimento de que a situação ainda é difícil, de que há pessoas que passam dificuldades, que é preciso cuidar do povo. A palavra povo foi ressaltada ali como um compromisso do governo com o povo, apelando especialmente aos que têm menos...

condições financeiras, tentando aliviar e se colocar do lado do povo e aí polarizar, antagonizar com a elite, como ele disse, com o pessoal do andar de cima, já anunciando e pronunciando um retorno mais ainda enfático.

nesse período eleitoral, a essa disputa entre pobres, quem está do lado dos pobres, quem defende os pobres, o poder de compra do trabalhador, e quem está do lado dos ricos, quem quer manter os privilégios.

fica claro que esse vai ser o eixo da campanha eleitoral, isso vai ser, de novo, aquilo que vai se precipitar nas últimas semanas da campanha como sendo uma opção para o eleitor. Você vai ficar do lado dos banqueiros, do lado da Faria Lima.

ou vai ficar do lado do povo trabalhador, daqueles que são pobres, vai escolher um candidato que tenha uma origem e um compromisso com os mais necessitados, ou não. Está muito claro que é esse já, desde já, o polo que o presidente Lula quer.

e onde ele vê mais possibilidades de obter a vantagem necessária para conseguir se reeleger. O presidente Lula se mostra como muito, muito forte.

candidato nesse momento, não é como um candidato que será difícil ser partido, o que significa o seguinte, a luta política vai ser radicalizada porque a extrema-direita vai recrudecer em sua enfim, em sua luta sem quartel e sem limites e sem qualquer

restrição também de uma natureza ética, na desinformação, na sabotagem do governo, isso vai ser, vamos viver momentos de muita dificuldade nos próximos meses, vai ser necessário reunir todas as forças e energias para conseguir, afinal, enfrentar esse combate e vencer.

Mas é isso, mas venceremos, né? O mais importante é isso. O Celso disse que foi um ótimo pronunciamento. Rádio Proletário Curitiba tem 1º de maio do trabalhador pelo fim da escala 6x1 e pela reestatização da Copel. Maria Helena, todo apoio à luta dos trabalhadores que resistem mundo afora ao neocolonialismo e ao imperialismo. Simone dizendo que teve panelaço no subúrbio do Rio. E Elenilda dizendo bom dia de Goiânia, viva e viva bem o trabalhador do mundo todo, né?

Nesse pronunciamento da Enio, o Lula também falou, na verdade, o que é a política econômica dele. Quando a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira mais forte. Além disso, o que mais se destaca na fala do presidente na sua opinião, Daiane?

Essa fala do presidente em que ele disse que se dependesse do sistema, a escravidão teria sido abolida no Brasil, acho que é um ponto importante, porque ele se posiciona de uma forma mais evidente, não que ele nunca se tivesse posicionado dessa forma, a atuação da gestão do governo Lula sempre foi nessa direção de ser anti-sistema, mas a extrema-direita sempre buscou...

chupar essa bandeira, pegar essa bandeira no discurso, como se isso se efetivasse na prática, que está muito longe disso, muito pelo contrário, eles são o sistema, eles atacam o sistema, mas a questão mesmo do Messias e a votação da dosimetria demonstra isso, qual era o interesse real dessas questões. Não tinha nenhum interesse republicano, nem institucional.

meramente atendendo os interesses particulares desses setores, seja no Banco Master, para não avançar nas investigações que pudessem apontar os responsáveis reais e toda a rede de movimentação em torno dessa questão do Banco Master, e no caso do Messias, uma tentativa de desidratar o governo.

E, por consequência, fazendo isso também com o Supremo. Então, quando ele faz esse discurso antissistêmico, ele também tenta se reposicionar dentro dessa narrativa que a extrema-direita faz, uma forma de colocar a pauta também das coisas. A questão da 6x1 também ficando como uma bandeira do governo.

criticando o modelo atual, hoje, vi esses dias uma coisa espantosa, que era a Miriam Leitão falando, dizendo que a redução da jornada nada vai interferir no andamento da produtividade, nem do...

do ponto de vista financeiro das empresas. É uma redução só de quatro horas semanais e o impacto disso é também relacionado à questão das micro e pequenas empresas também seria tratado justamente no debate.

para a gente ver como é que essa pauta ganhou espaços e tem força, justamente porque até setores que antes resistiam muito, ou jornalistas que vocalizavam essa defesa de setores que resistiam a essa questão.

Hoje o debate está mais amplo e está aberto justamente porque a classe trabalhadora, o governo também emplacou essa questão. Então, acho que quando ele faz essa puxada e traz a questão das mulheres...

ele traz isso para a realidade cotidiana das pessoas, tentando também trazer informação e não desinformação para essa pauta. Num dia do trabalhador, a questão do emprego volta sempre à pauta. Então, os números também do governo Lula, diante de um cenário muito adverso, são surpreendentes. A gente já falou disso ao longo do período, justamente por conta das ações.

econômicas, a nova indústria, os investimentos públicos e a recomposição da renda do trabalhador. A atualização anual da recomposição da renda do trabalhador no salário mínimo, acho que é o ponto fundamental que traz um retraspecto dos números trazidos pelo IBGE, salário médio batendo recorde histórico chegando a 3.700.

3.700 e alguma coisa em 2026, um número bastante significativo, um crescimento de 5,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, e isso já descontado a inflação. Ou seja...

Essa questão da inflação também entra nesse escopo. O valor do salário mínimo, reajustado anualmente com a recomposição dessa inflação, faz com que essa renda melhore. Por que isso não está refletindo ainda nessa aprovação, por exemplo, do governo? Quais são os pontos? Porque se são números tão surpreendentes, por que isso não está refletindo?

Acho que é muito por conta dessa questão ainda, dessa realidade do preço dos alimentos, do rendimento ainda sendo consumido por outros fatores, outras despesas que acabam não sendo incluídas nesse pacote todo, e isso faz um...

um resultado, apesar de surpreendente, não ter, ser desidratado ao longo do período. Mas é importante, ainda assim, destacar que esses números são surpreendentes diante de uma economia tão adversa, num cenário econômico internacional também adverso, que o governo conseguiu diminuir os impactos e fazer com que essa renda, mesmo assim, tivesse um recorde histórico nos valores.

São muitos números positivos, de fato. O Edson dizendo, o trabalho dignifica o homem, é mentira. E aqui está dizendo, mentira, o trabalho explora o homem. Boa luta, direito a todos. A Miriam diz, não acredito de jeito nenhum que Moraes é burro, logo ele não agiria em favor do seu próprio impeachment.

Eu acho que o Flávio Bolsonaro não está pensando em empichar nenhum ministro, mas enfim. Marcos Dantas, Viva o Dia do Trabalhador e Lula na cabeça, é isso. Alex, vou te passar aqui, só botar mais uma notícia aqui na tela, que é essa aqui. Governo Lula 3 já acumula mais de 7 milhões de empregos criados, diz Luiz Marim, na verdade são 7 milhões e 200 mil, ontem saiu o Caged, que foram 228 mil empregos. Mas o que você achou do pronunciamento, Alex?

É um processo muito bom, funciona muito melhor do que um comício de 1º de maio, o impacto é muito mais amplo, com um pronunciamento desse, um pronunciamento curto, mas muito bem compactado, e abordamos os pontos principais, a grande novidade é em relação às Betis. Pela primeira vez...

O governo diz que quem optar para o desenrolar está vetado nas bets. Por um ano, quer dizer, reconhecimento de que as bets estão sugando. As economias estão tendo um papel muito grande nesse endividamento. O cara, em vez de pagar a dívida, ele aposta. Porque aquela ilusão, vou apostar, daqui a pouco vou ganhar, aí perde. Agora vou apostar de novo.

da cultura, não são só as bets. As bets, é claro, facilitaram, você vai no celular e faz, mas tem a loteria, tem filas também, tem o jogo do bicho, que é oculto, subterrâneo, mas continua rolando. Mas as bets, é claro, facilitaram muito. Você aposta na sua casa, não precisa sair de casa, e tudo isso. E esse é um ponto importante.

que estão todos tígios, propaganda imensa. Uma das coisas que o governo poderia fazer era restringir a propaganda das medias, como se restringe a propaganda das bebidas alcoólicas, a propaganda do cigarro, porque, primeiro, é um vício. É um vício. E as medias estão livres para anunciar. Aliás, qualquer partido de futebol que você assiste...

ter 200 bets patrocinando nas placas e tal, durante a transmissão. Esse é um ponto que eu acho que deveria ser visto seriamente. Diminuir a propaganda, porque atinge todo mundo, inclusive crianças e tal. Não foi restringida a propaganda da bebida alcoólica, aliás, que está sendo burlada, porque você assiste uma partida de futebol e está lá nas placas.

cachaça, não sei o quê, e as crianças estão vendo. Isso também deveria, porque na televisão é só a noite que é permitido hoje. Mas, então, esse pronunciamento é muito bom, e é isso que importa para o trabalhador, para todo mundo, são essas conquistas e tal. E, claro, que no primeiro momento, o Messias não foi aprovado, derrota.

Mas isso aí, no impacto eleitoral, é zero. O impacto eleitoral são essas conquistas, essas realizações, que vão continuar com o governo Lula.

É isso. Vamos aqui, antes de entrar no tema da dosimetria, aproveitando esse comentário aqui da Célia Lúcia, que ela fala fora Jax Wagner do PT. Tem muita cobrança, Mari, em relação à atuação do Jax Wagner na rejeição do Messias. O Messias também se pronunciou, vou trazer uma matéria daqui a pouquinho. Agora já, depois de 48 horas, como é que você está avaliando?

o caso Messias, Mário. Quem são os culpados? A situação é complexa. São muitas forças em jogo e não é fácil distinguir, discernir exatamente. Há quem diga, não sou eu, quem disser que está entendendo, não está entendendo nada.

Então, o fato é que eu acho que deveríamos baixar a bola, colocar água fria na fervura, e um pouco botar panos quentes, reunir a nossa tropa, e repensar o que aconteceu, estabelecer pontes,

e tentar reconstruir alianças rompidas.

Esse é o meu sentimento e a minha inclinação nesse momento. O que aconteceu foi claramente, em termos gerais, não vou entrar ainda nos detalhes, claramente ficou evidente uma ruptura de alianças passadas entre o Executivo e o Judiciário, entre o Palácio do Planalto e o Palácio do Supremo Tribunal Federal.

isso houve um estreitamento de uma aproximação entre o Senado Federal, no caso Messias, e o Supremo.

e isso não é bom, o presidente Lula não deveria, e certamente não está recebendo isso de uma boa maneira, agora o que aconteceu, claro, parece que...

se manifestaram as insatisfações, especialmente do Supremo Tribunal Federal, um grupo de ministros do Supremo Tribunal Federal, dentre eles, evidentemente, Alexandre de Moraes, mas também Flávio Dino.

Gilmar Mendes e, subsidiariamente, Cristiano Zanin contra o fortalecimento do ministro André Mendonça, que causa muita insatisfação no Supremo Tribunal Federal, especialmente junto a esse grupo, que seria reforçada pela vinda do Jorge Messias.

se quebrou uma aliança que havia nesse período histórico, desde o início do mandato do presidente Lula, entre esse grupo, especialmente Alexandre de Moraes, e o presidente Lula. Se quebrou isso.

e o ministro Alexandre de Moraes se aproximou muito mais de Davi Alcolumbre e de Rodrigo Pacheco, entre os quais existe uma aliança muito forte.

constante, semanal, aliança semanal entre esses personagens, no sentido de estabelecer uma estratégia comum que fortaleça o seu acesso mútuo e a sua influência mútua diante das ameaças que existem no ambiente político. O presidente Lula ficou relativamente...

afastado desse grupo, perdeu força e influência junto a esse grupo, e o presidente Lula, já talvez sentindo isso, ou talvez provocando isso anteriormente, se afastou do ministro Alexandre de Moraes de maneira pública, como nós todos percebemos.

Presidente Lula, há muitos detalhes a considerar em relação a isso, qual é a posição do ministro Gilmar, qual é a posição do ministro Flávio Dino, por que ele tem essa posição de oposição à vinda do...

do Jorge Messias, porque Jorge Messias, considera-se que Jorge Messias procurou enfraquecer a postulação, a candidatura do ministro Flávio Dino, ao tempo em que ela foi apresentada, ele próprio, ao Senado Federal.

Jorge Messias, segundo essa versão, consta que fez campanha contra Flávio Dino, o que o afastou também dessa indicação. Agora Flávio Dino deu o troco sobre Jorge Messias.

Mas a questão mais geral é essa, o tribunal não quer o fortalecimento, a maioria do tribunal, o Toffoli está relativamente afastado disso, porque também se queimou, mas...

O tribunal não quer o fortalecimento de André Mendonça, essa maioria, e o ministro Alexandre de Moraes se queixa de ter sido abandonado pelo presidente Lula nesse momento. O presidente Lula agora tem que optar, o que vai fazer? Se vai partir para uma estratégia de reconstrução do diálogo com esses setores. Parece que o ministro Gilmar Mendes anda muito empenhado nesse diálogo.

em amainar essa diferença, ou se vai partir para o confronto e tentar passar por cima de tudo isso na estratégia que optou já no ano passado, quando no tempo da rejeição do IOF. Se vai passar para essa estratégia, agora mais geral, se vai conseguir mobilizar a população e sair bem desse embate, ou se não.

Isso depende muito de como vai reagir o entorno do presidente Lula, que tem uma participação importante nas estratégias dos últimos meses que o presidente vem adotando, nesse sentido de se colocar ao mesmo tempo como presidente da República e ao mesmo tempo contra o sistema. E isso gera problemas. A Faria Lima também está tendo muita influência no sentido de colocar mais lenha nessa fogueira.

É interessante você falar isso da Faria Lima, porque ontem eu entrevistei o Alisson Mascaro, ele disse assim, o interesse da Faria Lima é enfraquecer todo mundo. Enfraquecer o Lula, enfraquecer o Flávio Bolsonaro e enfraquecer o STF. O Jurandir fala, feliz dia dos trabalhadores, sou de um buzeiro paraíba, mas hoje assisto de Campina Grande. Bom dia geral.

Daiane, o Messias se manifestou novamente, ele foi às redes sociais e postou o seguinte, ele citou o Darcy Ribeiro e disse que detestaria estar no lugar de quem o derrotou. A frase é assim, Darcy Ribeiro, fracassei em tudo que tentei na vida, tentei alfabetizar as crianças, não consegui, tentei salvar os índios, não consegui, tentei fazer uma universidade séria e fracassei, tentei fazer o Brasil desenvolver-se autonomamente e fracassei.

E aí depois ele disse que detestaria estar no lugar dos vencedores. Há, obviamente, sentido pela derrota, mas evidentemente, quer dizer, teve aí um consórcio que se uniu. Difícil entender essa situação, realmente, quais foram as forças na Daiane.

É difícil, e para mim está bem confuso. Eu não embarco nessa tese do Alexandre de Moraes nessa história do Alcolumbre. Para mim não está fazendo muito sentido essa questão de aliança com o Alcolumbre, justamente pelos movimentos que o Alcolumbre faz. Malu Gaspar está falando Alcolumbre e Dino, junto com o Moraes.

O Centrão queria pressionar o governo para que o Flávio Dino recuasse das ações que estão sendo tramitadas lá no Supremo Tribunal Federal em relação às emendas. O Alexandre de Moraes realmente não manifestou no início, segundo o Conça também, um apoio ao Messias, que iria...

Pacheco estava mais alinhado inclusive ao perfil que o próprio Alexandre tem. O Alexandre Moraes não é um ministro progressista, a gente sabe muito bem de que lado ele está e sempre esteve do ponto de vista da política liberal, das alianças, da sua trajetória construída e como ele chegou no Supremo Tribunal Federal justamente por conta dessas alianças todas. Mas para mim não está fazendo sentido ele se alinhar neste momento e aí

para fazer um coro contra o André Mendonça. Então, a indicação do presidente Lula seria alinhada ao André Mendonça? Então, de fato, o Messias não era o personagem que tinha um perfil garantista, etc., como se propagava, mas ele ia se alinhar ao personagem justamente alinhado ao bolsonarismo?

que tentou a todo tempo transformar essa CPI do Banco Master num instrumento de ataque ao governo, tentando desidratar o governo. O Alexandre de Moraes poderia ter feito isso, inclusive, pouco antes. Ele estava muito mais pressionado em outros momentos para fazer alianças com esses setores e diminuir as tensões que ele estava sofrendo do que agora, do ponto de vista da pressão que ele teria politicamente.

Há um acordão em relação a isso diante da situação que se tem para diminuir a tensão junto ao Supremo e o Legislativo continuar mantendo esse poder. O que o Legislativo tem apontado e o que o próprio Alcolumbre tem feito ao longo desse período todo, inicialmente lá atrás, é bom lembrar que ele ficou dizendo que...

anistia não estava no radar, não era uma pauta que o povo queria, que o povo estava discutindo, o povo queria outras coisas e tal, e neste momento do caso Messias ele muda a chave, já mudou a chave um pouco antes, justamente diante desse movimento, e ele tem se demonstrado sinais, dado sinais à extrema-direita.

O próprio Bolsonaro tentou fazer isso naquele depoimento dele, quando ele fala para o Alexandre de Moraes que ele não queria ser seu vice. E o Alexandre de Moraes não recuou. Se ele fez aquilo publicamente, imagina nos bastidores. Eu não consigo ainda achar que isso tem muito sentido. Que o Alexandre de Moraes tem lado e tem posição, eu não duvido.

Agora, como isso ajudaria o Supremo, só lhe livraria a situação dele em relação ao Banco Master, e que situação ele está envolvido com o Banco Master efetivamente até agora do que foi trazido. Então, não consigo vislumbrar nesse cenário uma aliança muito concreta desse movimento do Alexandre de Moraes em relação ao próprio Messias e ao governo Lula, que ele possa ter incomodado.

com as declarações do presidente, por exemplo, quando disse que o ministro não pode enriquecer e, segundo consta, ele teria ficado incomodado, isso faz parte do jogo. E ele também deve ter se movimentado de maneira a também incomodar o presidente Lula. Mas não acho que isso comprometeria a esse ponto, diante dessa situação fática que temos aqui neste momento.

Eu concordo com o comentário aqui do Bira Motto, que está dizendo, ótima sexta para a valorosa equipe 247, pano de fundo da derrota de Lula é um só. Escândalo do Banco Master, interromper as investigações a fundo, interessa a extrema-direita, a direita, ao centro, com STF, com tudo. Interessa também ao Jacques Wagner, que também foi citado. Então você tem o Jacques Wagner, você tem o Alexandre de Moraes, você tem o Toffoli, você tem o Alcolumbre, envolvidíssimo.

Então eu acho que realmente esse foi o grande pano de fundo e o Messias pegou essa conjuntura infeliz. Aí o Júlio Beraldi pergunta, até tu, Dino? Eu acho que o Dino também é uma coisa... O difícil de entender para mim é o Dino. Eu não acho que o Dino se moveria por uma vendeta pessoal. Eu, pelo menos, gostaria de imaginar que o Dino é uma figura magnânima. O Edson Antunes está dizendo, Malu Gaspar é fofoqueiro e as fontes são fajutas.

Agora, com você, Alex, o que explica, então, agora, passado esse tempo, a rejeição ao Messias? Não, acho que o grande derrotado foi o próprio Messias. Não, mas o que está por trás disso? Não, eu vou explicar. Esse tempo entre a indicação e a votação foi aproveitado para o Colômbio desgastar o Messias, evidentemente.

cinco meses, entre indicação, ele não foi derrotado naquele dia. Ele foi derrotado durante cinco meses de desgaste. E ele, primeiro, a indicação dele, era um nome polêmico. Desde o início. Desde o início, o Lula postou no nome polêmico. Depois, o Messias conduziu

a sua indicação de maneira equivocada, porque ele se alinhou, de fato, ao André Mendonça. Durante cinco meses, ele conversou com os senadores, e sabe-se que ele conversou. As conversas não ficam ali no gabinete, ficam no gabinete para a imprensa, mas aí no Brasil todo mundo sabia o que ele estava conversando com os senadores. Então, a posição do Alexandre de Moedas de Flávio não era contra o Lula, era contra o Messias.

porque o Messias estava claramente se alineando ao André Mendonça, e o André Mendonça apoiando abertamente o Messias, e o André Mendonça não é bem quisto pelo Alexandre de Moraes, pelo Flávio Dino, por Toffoli, etc. Então, o Alexandre de Moraes não conspirou contra o Lula, ele conspirou contra o Messias.

Porque ele não ia conviver com o Lula. Não estava em julgamento o Lula para o STF. Para o Senado, sim. Mas para o STF, eles não queriam o Messias lá dentro. Nem o Agilhãoz queria, nem o Flávio Dino queria. Não é contra o Lula, é contra o Messias. Por isso que eu estou dizendo. Primeiro, a indicação do Lula, nome polêmico. Desde o começo, se sabia. É uma bola dividida.

depois da maneira que o Messias conduziu. Por isso que eu acho que ele foi o grande derrotado. Ele claramente conduziu, mostrando de que lado estaria, mostrando que não se alinharia com o Alexandre de Moraes. Quem é o homem forte do STF, apesar de nome inteiramente de André Mendonça, o homem forte lá é Alexandre de Moraes, é o Gilmar Mendes, esses são os caras que... O Gilmar Mendes está lá há 200 anos. O Alexandre de Moraes foi por comandá-los.

os inquéritos mais importantes. E o Messias se colocou, o Moraes sentiu, e evidentemente, que não só Moraes todo mundo viu, que o Messias não se alinharia ao grupo dele.

Então, a condução do Messias, é claro que teve o Banco Márcio, o Banco de Fundo, evidente, esse acordo e tudo, mas o Messias conduziu de forma equivocada também. Não é... Então, os ministros do Vecente não derrotaram o Lula, derrotaram o Messias. Durante cinco meses, o Bolsonaro pode dizer assim, não, quem me viu falar com os senadores num dia... Não, num dia não...

No dia, a derrota dele já estava consumada. Ele foi derrotado durante cinco meses de campanha. Durante esses cinco meses, ele foi sendo desconstruído. E não foi só o Columbre. O cara sozinho não é capaz de...

fazer tudo isso. Não é sozinho. É ele, o Alexandre de Moraes, o Flávio Dino, o Gilmar Mendes. Eles não queriam Messias lá dentro, não para derrotar o Lula, para derrotar o Messias. Então, foram vários fatores e tal. Bem, Inês é morta, Lula não vai indicar mais ninguém, e o próprio...

espalhou entre os aliados, que não vai marcar nenhuma sabatina se tiver alguma indicação, então acabou. Acabou, esse ano acabou, vamos ver se no ano que vem o Alcúrubre consegue a reeleição, que também foi um dos fatores, esse acordo dele com a direita, com o Flávio Bolsonaro e tal, era por quê? Foi para a reeleição dele, ano que vem.

Se ele for reeleito e o Lula ganhar a eleição, claro que o mais provável é que o Lula ganhe a eleição,

Aí nós vamos ver como vai ser no ano que vem, mas isso já acabou, fechou, e tal, o Jax Wagner tem uma atração péssima, evidente, líder do governo do Senado, que levou essa bola nas costas, é claro que ele foi um dos fatores também que proporcionaram essa situação toda, evidentemente que ele está...

está ali na Berlinda também, no Jax Wagner, mas agora tudo se cobrou no ano que vem. No ano que vem, Lula é presidente, e é o coluno do presidente do Senado, se eles conseguirem se reeleger, aí vai ter um novo embate. Mas isso é um já encerrou. A primeira avaliação, o calor dos acontecimentos, o governo foi derrotado. Não, impacto eleitoral, se a gente for obter agora...

Mas Alex, vamos entrar no tema aqui da dosimetria, que é importante também, a gente tem pouco tempo. Vamos lá. A Angelo está dizendo que Lula deve indicar logo outro, outro ao STF, na hora de recuar. Eu gostei de uma entrevista do Vinícius Casalino, que disse que o Lula tem que insistir no Messias. Eu acho que o Lula tem que ganhar a eleição, fazer tudo, tudo para tirar o alcoolúmbio da presidência do Senado e indicar novamente o Jorge Messias.

Muto Copo está dizendo que qualquer nome seria vetado. O Birajara já li também. E tem aqui...

O Bira fala também assim, querido Alex, o grande derrotado é Lula, barra esquerda, há 132 anos, o Senado não recusava um indicado ao STF. Valéria fala assim, para mim não faz sentido o Moraes Celiara quem ameaça com o impeachment de ministro do STF. Mas será que é ameaça mesmo? Porque eu vejo o Flávio como um telhado de vidro gigantesco, um cara que, na minha opinião, está oferecendo proteção e aí

ao sistema, está dizendo que vai arquivar tudo. Tanto que a Glaze ontem foi ao plenário, à tribuna, e desafiou ao Columbre a instalar a CPI do Banco Master. O Edinho Silva também concedeu uma entrevista ao jornal Estado de São Paulo e afirmou que foi um erro do PT não apoiar a CPI do Banco Master. Bom, mas então vamos falar do outro tema, Mário. Está aqui, o presidente do PT critica a derrubada do veto ao PL da dosimetria e aí

dizendo que é um grave retrocesso para a democracia. Então, aquela coisa, isso já estava mais ou menos esperado, que o Congresso, que tinha um acordão para aliviar a vida do Bolsonaro e dos generais golpistas, diga mais. É, uma semana difícil, não se pode dizer que foi uma semana simples, fácil, e isso se nota.

E tem a ver com o ponto anterior, com a rejeição do Jorge Messias.

porque reflete a mesma correlação de forças, muito parecida. E uma aliança do Centrão com os bolsonaristas mais aguerrida, mas uma tentativa de derrota, tanto nesse caso de derrota do Palácio do Planalto, do governo federal, presidente Lula especialmente.

Em aliança com o Supremo Tribunal Federal, nesse caso, aí o Supremo Tribunal Federal é igualmente derrotado e prejudicado. Fica a grande interrogação sobre qual vai ser a atitude do Supremo diante dessa decisão do Congresso Nacional.

de praticamente aprovar uma anistia, uma anistia light para Bolsonaro, para os bolsonaristas e para os generais golpistas, uma afronta direta à decisão do Supremo Tribunal Federal, à investigação, à toda a reação, à tentativa de golpe de Estado, ao vandalismo sobre os palácios nos três poderes, à punição dos generais.

e dos outros líderes da trama golpista, dos outros envolvidos. Então, agora a grande questão é como uma coisa se comunica com a outra, como esse Supremo Tribunal Federal... Enfim...

agastado, de certa maneira, especialmente o ministro Alexandre de Moraes, líder dessa investigação, com o Palácio do Planalto, como isso será... Como isso afeta a investigação e a punição e o exame dessa anistia, digamos assim, dessa dosimetria?

pelo Supremo Tribunal Federal, porque já há recurso dessa decisão do Congresso Nacional, e, em última instância, quem vai tomar as últimas decisões vai ser o Supremo Tribunal Federal, e eu creio que o próprio relator do processo, o ministro Alexandre de Moraes.

O ministro vai defender o seu inquérito, vai defender suas punições de maneira enérgica, vai conseguir manter? Ou pode ser que agora o ministro tenha repensado sua atitude ao longo desse tempo e pensado que não valeu a pena ter todo esse empenho, porque ele, afinal de contas, não recebeu o apoio total que ele esperava receber do presidente Lula e do Palácio do Planalto? Será que agora, então, ele vai relaxar no rechaço a essa dosimetria?

Será que agora ele vai considerá-la inconstitucional, uma interferência indevida na independência do judiciário e em decisões já tomadas? Será que, mesmo assim, o cálculo da dosimetria, afinal, segundo a nova lei, vai valer? Vai valer segundo a nova lei? E será que ele vai se interpretar de maneira benevolente ou não para Jair Bolsonaro e os outros líderes?

Então, essa é a enorme questão, porque, na verdade, a situação política anterior já não é mais a mesma, a não ser que haja uma recomposição necessária, a meu ver, entre o Palácio do Planalto, o presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes.

considerando todo o histórico que houve ao longo desse mandato, histórico que é o principal vetor político desse período. Depende dessas duas figuras que precisam voltar a cantar a mesma nota.

Lula e Alexandre de Moraes, e, por suposto, o executivo e o judiciário brasileiro. Então, isso se quebrou e é preciso voltar a haver uma espécie de pacificação, porque ela é um vetor infundamental. Então, acho que essa questão precisa ser analisada a essa luz. Não é à toa que a mídia está...

comemorando tanto a ruptura dessa colaboração entre os dois personagens, porque esperavam essa ruptura, investiram nela, e afinal conseguiram, por causa dessa, enfim, de toda essa notícia a respeito de Banco Master e a atitude que foi tomada de confrontação.

É isso. Eu concordo aqui com a Lucie Pessoa. Eu acho que o STF vai chancelar e vai dizer que foi uma prerrogativa do Senado Federal, do Legislativo, e eles não vão tensionar nessa situação, não. Até porque eu acho que tem, de fato, um acordão. O Gerson está dizendo, o próprio Lula disse, se pede em CPI, temos que apoiar. A foto emblemática do dia de ontem, Dane, foi essa aqui.

foi o Alcolumbre todo agarradinho com Flávio Bolsonaro, o Alcolumbre é um adversário do presidente Lula, agora isso está claro, e na minha opinião o presidente Lula tem que tratá-lo como adversário, não precisa ser de forma ostensiva, pode ser de uma maneira mais velada, mas está aí, quer dizer, o Alcolumbre fechou com o Flávio, porque o Flávio está dizendo que vai tirar todo mundo da cadeia, talvez o próprio Alcolumbre também. Está aí, Daiane, então essa é a nossa situação agora.

e as penas estão sendo aliviadas. No ano eleitoral, o presidente Lula, vamos contar, três anos e meio de governo, buscou trazer as contenções e saiu bem sucedido nesse sentido. Teve importantes vitórias no Congresso, algumas derrotas do ponto de vista de não avançar em certas pautas, mas aquilo que se propôs a colocar no Congresso conseguiu construir boas alianças.

cedendo espaços, fazendo as articulações, enfim, tudo aquilo que a política exige e que para um governo que não tem maioria em nenhuma das casas é realmente extraordinário chegar neste ano com essa condição.

Mas, num ano eleitoral, em que as pesquisas desidratam, o mercado pressiona, a imprensa se alinha, o discurso seria esse. Há um período atrás, o discurso da extrema-direita era esse, o governo acabou, não tem chance, as pesquisas demonstram queda, é isso, a propaganda do PL na TV também dizia que era...

certeza de que o governo ia perder as eleições, Bolsonaro ainda estava no movimento mais para fora, ainda com as contenções da questão do 8 de janeiro, era esse discurso. E ali foi fazendo o encaminhamento dessa questão da anistia. Foi esse espaço que eles conseguiram...

lá atrás para aprovar essa proposta. Além de fato, que a gente também tem que considerar, de que há um discurso colocado de que não foi bem um golpe, foi uma tentativa, mas que não deu muito certo, não teve armas, vai se amenizando tudo isso, o próprio discurso dos editoriais de todos os jornais, dizendo que houve um exagero do Alexandre Moraes, pesou muito a caneta, e isso também é parte dos ataques.

em relação ao Supremo. Então, prevaleceu a tese e abriu esse espaço para dizer que a tentativa de golpe do 8 de janeiro não foi uma tentativa, foi só uma manifestação e as penas foram muito pesadas e aí emplacar isso. O Alcolumbre, como eu lembrei, lá no início, quando ele assumiu...

O governo Lula assumiu o discurso dele também quando ele tomou posse lá como presidente do Senado e do Congresso. Era isso. Não há espaço para discutir neste tipo, o povo brasileiro está querendo outras coisas.

não está lá para frente, não está na pauta, enquanto ele estava naquela posição de ainda obter os seus pleitos junto ao governo. E mudou esse discurso a partir do momento que virou alvo das investigações, de outras questões, e também diante da situação política. O que se coloca para mim é o Congresso está querendo dizer que o governo Lula vai ser derrotado.

Então, nós vamos modificar aqui o caminho, porque a gente sabe que ele vai ser derrotado, e vamos fazer esse esforço, o alinhamento com essa extrema-direita nessa direção. O Flávio está surfando nessa onda justamente porque pode, em cima de um favoritismo.

suposto favoritismo em pesquisa e mais espaço midiático, a visão do moderado vai deslanchar na cabeça deles. É isso. O que o Alcolumbre vai fazer efetivamente, a gente vai ter que entender como é que isso vai funcionar lá no Amapá.

Essa questão do posicionamento dele vai interferir de que forma no processo eleitoral do Amapá? Dele e dos aliados dele? E na região que ele também tem, desses votos que ele conseguiu desidratar do Messias, quais os palanques que estão formados nisso? Ninguém falou quem foram os traidores, mas o governo sabe quem foram os traidores.

E esse palanque vai ser formado como? Como é que vai ficar a situação desses personagens? Então, acho que tem muito disso em jogo e o Alcolumbre tem mais a perder do que a ganhar nesse processo. Tomara. Lenise Vaz está dizendo, Bom dia, trabalhadores. Força na peruca, está dizendo aqui. A Isabel Reis, Pelo dia do trabalhador, parabéns. Desejando que trabalhe, além de sofrimento, traga a estética da criação e prazer. É isso aí. Vou agradecer aqui também ao comentário que chegou.

Só um minutinho, Alex, só para não perder aqui, porque tem mais dois aqui. Já vou te passar para falar sobre a dosimetria. O Birajara Mota, a questão chave foi falta de povo nas ruas pelos progressistas. Zé Arnulfo, nas redes sociais há informação de que Lula vai indicar Messias para ministro da Justiça. É verdade? Há um movimento para que ele indique o Messias, mas não há nenhuma informação concreta nesse sentido. E a Antonieta Bauer está dizendo, Jacques Wagner é o responsável por este desastre.

Alex, quem viu ontem o Flávio Bolsonaro falando, ele dizia assim, basicamente, olha que ele vai governar para todo mundo, tal menos o Lula. Então, assim, ele vai salvar todo mundo, todo mundo cabe na pacificação dele, menos o Lula e a esquerda. Então, está aí, tem aquela foto muito emblemática do chamego entre o Alcolumbre e o Flávio Bolsonaro. E passo para você, então, fazer a sua análise sobre a queda do veto do presidente Lula.

Bom, o seguinte, o resumo dessa dosimetria é que aqueles dois artigos, 359M e 359L, que inclusive foram debatidos no STF, agora valem um só. Um é a derrubada do Estado de Direito, é uma coisa muito parecida, realmente. O Barroso sempre foi contra, condenado nos dois artigos. É isso que é o resumo da dosimetria.

Não é que baixaram, não é que baixaram, é que prevalece só um dos artigos, o da condenação maior e o outro cai. Esse é o resumo. O que mais importa é o Bolsonaro. Ele está condenado a 27 anos, com isso aí cai para 20 anos. Em prisão fechada, cai para 3 anos. Agora ele continua indeligível. Isso aí não...

não acaba com a inelitibilidade dele. Essa discussão já vinha sendo feita no STF, vai de novo para o STF, evidentemente, e não é automático. Não é que isso está valendo a partir de hoje. Não, agora as defesas é que tem que entrar com esse pedido no STF. Não é automático. Agora, então, já baixou. Não, ainda não baixou. Eles têm que entrar com o pedido, o STF vai examinar.

É claro que isso vai ser contestado por alguns partidos, se é constitucional ou não, vai ser discutido no STF, e aí a questão vai ser resolvida, mas não é assim, não quer dizer que o Bolsonaro está livre. Não, ele não vai concorrer em 2030, agora evidentemente que não, e muito menos em 2030, tudo está valendo, é a elegibilidade dele.

O que vai cair, se é que isso vai prevalecer, se o STF vai aceitar, já sabemos alguns. O Fux, por exemplo, era a favor também de transformar os dois artigos num só. Como o Barroso era a favor. E o Alexandre de Moraes, não sei como vai ser o Alexandre de Moraes, o Marmênes e tal, mas já havia uma divisão do STF a respeito disso. Mas, de qualquer maneira, em 2030, o Bolsonaro não vai concluir.

E o mais importante é que o Flávio Bolsonaro também não vai vencer. É isso, gente. Boa sexta-feira para vocês, bom feriado. Muito obrigado. Vamos trazer aqui o nosso querido Zé Genuíno agora com mais tempo. Tchau, tchau. Um abraço forte. Valeu. Um abração. Então, agora aqui a gente embarca a Andréia Truz, o Genuíno que entrou ontem emergencialmente, e vamos em frente aqui. Cadê o Genuíno? Bom dia, Andréia. Bom dia, Genuíno. Tudo em paz? Bom dia a todos. Bom dia, Andréia.

Tudo em paz. Bom dia, André. Bom dia, Anel. Bom dia, comunidade. Tudo bom? Tudo bem? Aqui, a Maria Celeste está na linha do genuíno. Palanque é povo na rua, está dizendo aqui. Tem mais comentários aqui. O Otoniel está dizendo, gosto muito dos comentários do Mário. Sou pastor Otoniel de Marataízes, terra do abacaxi mais doce do Brasil. Aqui o Rafael falou, o governo é fraco politicamente, sou comerciante e digo que a economia real não vai tão bem quanto falado. Ou o governo muda a direção ou vai perder.

e acho que... Ah, tem aqui também. Usar 20% do FGTS para pagar dívidas é crime, diz aqui o Magno. Bom, é porque o FGTS em tese é um recurso de longo prazo. Isso só aqui. Já li essa aqui. Está aqui. Ah, a Isabel Reis também nos apoiou. Genuíno, ontem você entrou aqui na emergência e fez uma análise bem no calor e agora já tem mais tempo. E quando você entrou não tinha caído a dosimetria ainda. Só tinha havido a rejeição do Messias. Agora são duas derrotas.

para um governo que tem bons resultados na economia, hoje é dia do trabalho, do trabalhador, desemprego muito baixo. Enfim, vamos ouvir você de uma maneira mais abrangente hoje. Léo, André, quando um governo tem uma derrota no ato de governar, que foi o caso da dosimetria e da rejeição do Messias, a política ensina.

Quando você exerce o poder e é questionado o poder, ou então quando você não tem expectativa de poder, os adversários se articulam para interditar o governo. Foi isso que aconteceu.

vamos deixar claro, foram duas derrotas não normais, duas derrotas políticas que nós temos que dar a volta por cima. De que maneira? Primeiro, eu vou continuar aquela minha análise de ontem da seguinte maneira. A conciliação institucional bateu no teto. Conciliação com Câmara, com Senado, a tentativa de conciliação com o próprio sistema de justiça via STF bateu no teto. Como Lula recupera a expectativa de poder?

porque isso está vinculado com a disputa de UFSS. É ele ir para as ruas com uma plataforma do povo, com a plataforma democrática, com a plataforma da soberania nacional, deixar de lado um pouco o Congresso, não se envolver com negociação de um Congresso, com emendas, com nada, suspender a aliança com o Alcolumbre.

em Macapá, chamar o líder do governo às favas, porque a atitude do Jax Wagner foi inaceitável para um partido como o PT. Aquilo ali foi um desrespeito à militância do partido. Se eu pudesse sugerir ao Lula troque a liderança do governo, será?

porque o Alcolumbre informa ele o resultado da traição e ele bate a mão nas costas. Esse compadrio é nefasto para uma disputa política. Eu acho que há uma estrada longa para o Lula percorrer e larga. Depende de como saber. Se a gente continuar nesse emaranhado...

nós vamos perder politicamente. Agora, se a gente recupera a iniciativa política com a pauta, com as ruas, eu acho que a gente recupera a ideia de que temos uma expectativa de poder para 2026. E aí vamos requalificar as alianças.

essas alianças de centrão indiscriminadamente bateram no teto. A própria ilusão de que o Poder Judiciário via Supremo é uma garantia para a governabilidade, nós temos que rediscutir. Claro, respeitando o Supremo, mas defendendo a reforma do Supremo.

Porque alguns meninos, essa história de que o ministro Supremo opina sobre uma indicação do presidente da República é tutela. O que o ministro Supremo vai interferir numa escolha do presidente? Isso é tutela do judiciário. É tutela do autobre. É para esvaziar o presidencialismo. Então o Lula tem que sair para as ruas e fazer um discurso político forte e recuperar com a aceitação popular a expectativa de poder em 2026.

André, vou te passar, mas só porque o Januíno falou coisas muito importantes aqui que a gente já vinha comentando, né? Ponto um, né? Chamar o Jacques Wagner às falas, porque tem muita contestação aqui à posição do líder no Senado. Outro, romper com o Alcolumbre no governo federal e combatê-lo no Amapá. Você tocou no Supremo, eu queria só te fazer uma pergunta, porque as pessoas falam, ah, mas o Moraes, então, participou dessa aliança contra o Messias?

E aí eu queria te ouvir claramente se você acha que houve uma grande frente da turma que está, de alguma maneira, citada, no caso o Master, contra o Jorge Messias. Porque isso atinge o próprio Jacques Wagner, né? É. Ô, Léo, aquele senador do Amapá, de Roraima, Roraima, Amapá não, falou uma vez, olha, é um golpe com o Supremo e tudo.

O que aconteceu? Foi uma grande aliança que envolveu a dosimetria, a rejeição do Messias e o arquivamento da CPI do Banco Master. Tem duas questões que vão ficar explícitas há poucas semanas. A votação, o recurso da dosimetria no Supremo.

E se o Colômbio vai ou não instalar a CPI do Banco Massa. Eu acho que houve um acordo com os bolsonaristas para não instalar a CPI do Banco Massa. Houve um meio acordo com o ministro supremo, eu não vou dizer quem é, porque eu não tenho pontos, mas algumas atitudes interessantes que a gente tem que analisar. Por que houve um jantar na véspera com o ministro supremo? Por exemplo, por que o Flávio Dino não recebeu o Messias?

Foi o único que não recebeu o Messias naquela caminhada que o Messias fez. Por que o líder do governo não falou naquela comissão especial da Sabatina defendendo a indicação do Lula? Isso tem que ser discutido. Então, eu acho que o Lula tem que fazer uma revisão na sua governabilidade.

Ele é uma alternativa política. Ele está aí com metade da população apoiando ele, 45%. O Colombo tem 2%. Hugo Mota tem 3%. Parece que é isso. Agora, nós não podemos ficar nessa conciliação com quem trai a gente. Isso aí não dá e se deseduca. Isso nos leva a derrota. Eles iniciaram com essas três derrotas.

vou repetir, arquivamento da CVI do Banco Master, dosimetria e rejeição do Messias, o início do movimento político para derrotar o Lula em 2026. E se a gente não reverter essa questão de maneira ampla e profunda, eles poderão ter vitória. Lamentavelmente, espero que isso não aconteça. Mas tem que mudar rumo. Deixar o Congresso um pouco de lado, não se envolver mais no Congresso, o mínimo do mínimo.

Foram muitos punhais. Eu vou passar aí para a Andréia tocar. Mas você trouxe muita informação importante aqui já nessa entrada. Valeu, Júnior. Bom feriado aí para você também. Valeu, abração. Vou pro primeiro de maio. Aqui a pouco o ato do primeiro de maio. Vim pro primeiro de maio, Andréia. É isso. Abraão. Falou, Léo. Zé, e é importante a gente colocar, eu acho que uma informação...

que a gente tem que agregar para nós e utilizarmos dela. Porque saiu ontem uma pesquisa, foi da Atlas, e que mostra uma rejeição absurda. 87% de avaliação negativa para Hugo Mota, 2% de avaliação positiva. Davi Alcolumbre, 81% de avaliação negativa, apenas com 3% de avaliação positiva. Eu acho que esse é um número importante. Nós devemos, inclusive, Andréia,

fazer uma campanha A maioria do Congresso é inimiga do povo. Eu até sugiro ao meu amigo Lindeberg, que veio dizer o Congresso é inimigo do povo, se envolve a minoria, dizia o seguinte, a maioria do Congresso é inimiga do povo. Fazer uma campanha de rua, com adesivo, com...

manifestações e, principalmente, priorizar a votação na Câmara do fim da jornada 6x1. Eu acho que é a principal preocupação nossa na Câmara. E deixar de lado essas negociações congressuais, essas confabulações. O modelo de governabilidade bateu no teto ontem.

Então, eu acho que a gente tem que adotar uma outra linha. Há uma avenida para o Lula percorrer. Essa avenida é denunciar a maioria do Congresso é inimigo do povo. Dois, defender a pauta do movimento do povo, principalmente o fim da jornada 6x1, a democracia e a soberania, denunciar essa questão da dosimetria, porque essa questão da dosimetria, André, vai continuar, porque...

O crime organizado tem grandes escritórios de advocacia. Eles vão questionar essa ilegalidade de votar um veto pela metade. Não existe voto de veto pela metade, isso é uma inovação casuística. Essas inovações é que vai produzindo uma espécie de gestão, de combustão, de congestão institucional das instituições.

Esse modelo de interpretação. Interpretam isso, interpretaram o famoso inquérito do fim do mundo, aí vão criando casuísmos. Chega uma hora que isso se quebra. Então, eu acho que nós estamos diante de elementos de uma crise institucional. Como é que você soluciona ela? Ruas, ruas, ruas. Lula, fale ao povo como você falou ontem à noite.

Fale mais, dê mais entrevista, mobilize os partidos de esquerda e centro-esquerda para ocupar as ruas e começar politicamente a campanha de 2026. Não perca muito tempo com o Congresso Nacional. São meus conselhos. Eu vou colocar isso para vocês, Zé, porque não tem outra alternativa do que rua. E a gente fez isso, o ano passado foi um ano muito importante para a gente entender o poder dessa concentração nas ruas, de voltar às ruas, de tomar as ruas.

Então, quando você traz isso, é como se a gente pensasse que a estrutura republicana de coalizão foi. Não é mais a mesma. Até porque a extrema-direita conseguiu aliar-se à direita e ela fica ali surfando entre o centrão e a extrema-direita.

O sistema de direito, André, tem base social no país. E se nós não dialogarmos com o povo, com a população, se nós não dialogarmos com os trabalhadores de aplicativo, com os endividados...

com os trabalhadores que vão se beneficiar com a jornada 6x1, se a gente não anunciar o que eles pretendem, que é a catástrofe social, a catástrofe ambiental, o desastre da soberania e colocar a democracia numa jaula em que só atende os interesses da grande elite.

Então, eu acho que nós temos uma pauta para percorrer as ruas. Esse modelo de compadrio, de tapa nas costas, de passar lenço na cabeça, levará o PT e os partidos de esquerda e o Lula a um enfraquecimento contínuo, que é o que eles querem. Eles querem levar o país a uma crise, o Lula vai se enfraquecendo, que culpa o Lula pela crise, e se nós não formos para contra-ofensiva, eu estou defendendo uma contra-ofensiva...

do PT, do governo Lula, das esquerdas, para denunciar a maioria do Congresso, deixar isso bem claro, nós temos que denunciar. O Alcolubre deu uma oportunidade para nós. Aquela foto tem que ser um cartaz bem grande para a gente expor em todas as praças, a foto dele abraçada com o Flávio. Aquele abraço ali foi a escolha para 2026. Agora, nós vamos apoiar um cara desse para senador no Amapá? Não dá, né? Menos, menos. Quer dizer...

O PT era mais rigoroso com as alianças, agora abriu a porteira, cabe tudo. Não cabe tudo. Perfeito, Zé. Agora, é interessante isso. Ao mesmo tempo que a gente perdeu muito nos últimos dias, eles demonstraram quem eles são. Se tinha máscara, aliás, nunca tiveram. Mas eu acho que foi muito importante a jogada do Flávio Bolsonaro. Porque o Flávio Bolsonaro, o que ele fez, nada mais, nada menos, foi expor o presidente da Câmara e o presidente do Senado.

eles desnudaram, o Flávio conseguiu desnudar os dois e colocaram numa situação muito perigosa. E acho importante eles ficarem com essa foto emblemática, como você disse, como um símbolo, né, Zé? A foto é o símbolo. O conteúdo daquela foto é o fim, é a dosimetria.

A não indicação de Messias e o enterrar a CPI do Banco Mássaro. Agora, muita coisa vai vir à tona. Muita água vai passar pela ponte. A questão do Banco Mássaro não está encerrada. A questão da própria dosimetria vai ser objeto de permanente disputa no judiciário.

Vai ser um processo de diminuição de penas. Isso mostra como a classe dominante brasileira age. Quando o Juscelino sofreu duas tentativas de golpe, Aragácia e Jacaracanga, e anistiou, os golpistas deram o golpe em 1964. Os mesmos golpistas de Aragácia e Jacaracanga. Essa ideia de que a elite sempre dá um jeitinho...

para tudo fique como está, é a tradição da República Brasileira de impunidade, de autoritarismo. Nós temos que romper com isso. O PT não pode perder sua dignidade. O que mais me incomodou com aquela atitude do Jacques Wagner

é a gente perder e perder a dignidade. Eu, sinceramente, acho que o Messias tem muitos atributos para ser ministro supremo, mas a postura dele naquela sabatina não me agradou 100%. Parece que ele estava pedindo desculpa, parece que ele estava justificando, parece que ele estava sendo indicado para bispo ou para cardeal. Não dá. Então, eu acho que quando a gente se humilha...

A direita sabe meter a faca e sangrar. Os punhais estão afinados. Eu acho que houve uma certa ilusão.

do governo. A gente não se preparou para a guerra, a gente não foi para o embate na própria Sabatina, a gente não foi para o embate na opinião pública, e a gente deixou aquele Alcolumbre a fazer as jogadas dele. Ali tem vários interesses em jogo. Vamos ver como é que essas coisas vão se ajustar. Agora, se a gente ficar metido em conciliação e reunião de gabinete e jantares, Lula, não gaste seu tempo com jantar.

com essa turma, gaste seu tempo com palanque, com rua, com visita ao Estado. Ou nós recuperamos a expectativa de poder com as ruas, ou então eles vão construir um caminho lento, gradual e seguro para nos derrotar em 2026. É disso que se trata e é isso que está em jogo.

Exato. Olha, eu gostei do comentário do Fabrício Schweitzer. A oligarquia ACM tem que ser exposta. A gente já tinha até esquecido do Grampo. Ele é o Grampo, o Grampinho. Mas o ACM tinha outra estatura comparada com o Davi Alcolumbo.

Olha que coisa, né? A gente tem que falar que, olha, tem que medir a régua e entender que o ACM já estava ali. ACM, Sarney, o Lise Guimarães tinha estaturas que ao Columbre e o Gumota não chegam nem perto. Que isso? É uma situação... É uma degradação da política. André, nós estamos vivendo uma situação que não tem simancol, não tem formalidade. O cara trai o governo...

ele faz uma avaliação e ele não tem a cara de pau de comunicar ao líder do governo, nós vamos derrotar por oito votos, e acontece por sete. Quer dizer, a política está descaracterizada, a política está vilipendiada, nós temos que resgatar a política de outra maneira.

Eu repito essa maneira de se relacionar. O ministro do governo, que disse que foi uma derrota, encara normal a derrota, você não pode encarar uma derrota como normal. Guimarães, está errado. A derrota não foi normal. A derrota foi política. E nós temos que reverter, chamar o povo à seriedade do que aconteceu com essa derrota, o povo entender o que está em jogo. E aí a gente fazer enfrentamento democrático.

O modelo de governabilidade bateu no teto, a conciliação institucional bateu no teto, subiu no telhado. Nós temos que fazer um giro. E esse giro é com as ruas, com o povo e com a pauta democrática e popular. Nós temos que recuperar essa ideia, porque a dosimetria é muito grave. Não é porque vai diminuir penas grandes ou não, é porque eles estão alterando a lei de execução penal. E...

a interpretação dos artigos da lei, que foi mudada ao Código Penal, para beneficiar quem? Principalmente beneficiar o andar de cima, porque quando era o andar de baixo, eles nunca discutiam do 12.30, eles vêm discutir com o andar de cima, que é generais, almirante e Jair Bolsonaro. Então, é a tradição da classe dominante brasileira. Para os de cima, tudo. Para os de baixo, o rigor.

chacina, bandido ruim, bandido morto. Agora, para os de cima, golpe de Estado não é tão grave. Como é que se diz que o presidente do Senado dizer que golpe de Estado não é grave? Eu quero ver como é que o Supremo vai se comportar. Quer dizer que golpe de Estado é normal? É uma peninha? Vamos ver. Eu acho que tem muita água a rolar pela ponte.

passar por baixo da ponte. Agora, se a gente ficar só assistindo espetacularmente, não dá. Nós temos que atuar nas ruas, no debate político, para desmascarar esse acordão. Esse acordão foi para atingir a autoridade do presidente da República. Ao Colombo interferindo na indicação do Lula e ministro do Supremo interferindo também, porque eles opinaram sobre a indicação do Lula.

Quando é que isso aconteceu no passado? O ministro Supremo opinar sobre uma indicação do presidente da República. Eles querem um presidencialismo fraco, manietado, manipulado para fazer a pauta deles. Eu acho que o Lula tem que levantar a cabeça, levantar a voz, levantar o sarrafo com a postura democrática. O Lula tem história, tem autoridade para fazer esse enfrentamento político. E o PT tem que sair do defensismo, do comodismo.

E ao compássaros, espero que comece isso hoje, no 1º de maio. Com certeza. Inclusive, o 1º de maio, Zé, que vamos combinar, é o puro suco do Brasil. Enquanto nós vamos ter uma discussão extremamente importante, que leve em consideração a vida da classe trabalhadora, que é o fim da escala 6x1, a gente vai ter manifestação, no mesmo dia, do napalmista, a favor da escala 6x1. Isso...

É importante, gente, pena que nós estamos numa situação em que as pessoas veem, mas não compreendem o que está acontecendo, o jogo político está acontecendo. Me dói ver e pensar que vai ter muita gente, muita classe trabalhadora enganada, ludibriada pela extrema-direita, que vai lá na Paulista compactuar com esses absurdos. Óbvio que também vai muita burguesia, mas é interessante a gente pensar nisso.

um 1º de maio pela classe trabalhadora e o outro, se bobear, eles colocariam lá pelo retorno da escravidão. Aliás, André, eles estão repetindo o que aconteceu com a escravidão. Quando a lei áurea estava para ser aprovada, o Diário do Brasil fez um editorial dizendo que as apólices da dívida estão desvalorizadas, as apólices do Banco do Brasil estão desvalorizadas.

o comércio está enfraquecido, os capitais estão fugindo para outros países, por causa do movimento abolicionista que levou àquela formalização da Lei Áurea de 1888. Essa é a tradição da burguesia brasileira. A questão social é a questão de polícia. Jornada de 40 horas, como nós defendemos na Constituinte, era um perigo para os negócios.

Ficou 44, que era 48. Agora eles querem criar o Bolsa Patrão para ter compensação para o fim da jornada 6x1. E aí eles nunca perdem, André. A classe dominante brasileira nunca perdeu. Eles têm que começar a perder, senão o Brasil não se conserta.

O Brasil não se transforma. E eu acho que a liderança do Lula e o papel do PT é exatamente produzir reformas estruturais nesse momento de uma crise. O Brasil está numa crise profunda. Tem o endividamento. Você tem endividamento e a aristocracia do judiciário querendo o quê? A aristocracia querendo...

manter o CIP do Ricardo. Você tem o endividamento, mas tem emendas individuais, coisa que é obrigatória. Você tem o endividamento, mas tem as isenções. Você tem endividamento, mas tem desperdício. Então, nós temos que pôr um ponto final nessa história, André. E eu acho que o PT tem que fazer a luta, tem que ir para o enfrentamento político, eu acho que é o caminho.

Exatamente, Zé. Enquanto eu vou trazer aqui uns comentários. E olha só, a relação dessa história na Paulista ainda tem um ponto que é muito... Eu fico indignada para falar bem a verdade, Zé. Não sei se você soube, mas eles fecharam a data, a direita fechou a data para esse ato que vai ter na Paulista, em 2024. Eles já reservaram a data.

Então, olha como você tem esse jogo político também de impor uma agenda. E, nesse caso, eles vão expor, porque, obviamente, eles precisam de fotos, cliques, etc. Mas, na base, a gente tem ali uma extrema-direita que está organizada...

para colocar ali a sua pauta. Agora, é vergonhosa, não é? Uma pauta favorável. É um sistema de direito organizado, eles têm base social, eles têm uma política de destruição.

dizendo que são contra o sistema, eles são os mais radicais defensores do sistema, eles levantam o medo e a relação política com a violência e eles procuram ter iniciativa e ofensiva. Eu acho que nesse ponto a esquerda tem que ter iniciativa e não ter medo de ter ofensiva no debate.

Eu acho que as posturas do líder do PT na Câmara, a postura do Lindeberg, o discurso da Gleisi no plenário diante do Alcolume, esses têm que ser os nossos referenciais. Está entendendo? O discurso do Lula ontem, ele fez um discurso que no final foi interessante quando ele denunciou o que ele chamou de andar de cima e a elite.

que nunca quer reformas que melhoram a vida do povo. Isso é bom ele sinalizar isso. Agora, nós temos que... Essa ideia de a gente se adaptar ao modelo neoliberal, de ficar nas pequenas concessões, de ficar nessa negociação sem limite...

só dialogar e não enfrentar, eu acho que os episódios dessa semana encerraram esta fase da governabilidade inaugurada com o Lula 3. E nós temos que, na própria pré-campanha, reinaugurar um outro caminho, que eu acho...

que é saber escolher aliados, definir o programa das alianças e ter iniciativa de voltar a ocupar as ruas. As ruas não são da direita, as ruas são do povo brasileiro, e nós temos que ocupá-las corretamente, sem provocação, etc. Então, acho que esse é o caminho para a gente retomar a iniciativa e produzir uma expectativa de poder. O que o Congresso produziu, o Congresso hoje é um grande centro e o Congresso hoje é um grande centro.

golpista, autoritário e conservador. Daquele Congresso a gente não pode ter expectativa nenhuma. Só com mobilização nós vamos aprovar o fim da jornada 6x1, senão eles botam a jornada 6x1 e botam a tal compensação, que é a Bolsa Patrão.

um absurdo. Mas esses absurdos, nós temos que transformar em indignação popular, explicar para o povo, mostrar que eu acho que esse é o caminho. O PT se acomodou muito com os palácios, com os tapetes azuis e verdes. Aquilo ali é para enganar. Eu vivi essa experiência. E eu acho que nós temos que resgatar diante da gravidade da crise social, cujo reflexo é o endividamento, diante da gravidade da crise política.

Quer dizer, o Brasil está diante, André, de uma grande faça. Nós tivemos uma grande oportunidade cantada em pros e versos, que foi a punição dos golpistas. Cantamos, finalmente, general preso, finalmente, o andar de cima, finalmente. E agora isso está se transformando em uma tragédia, em uma faça, porque a dosimetria é a faça diante daquela grande oportunidade.

E se a dosimetria for aceita constitucionalmente pelo Supremo e pelos outros órgãos de justiça, porque esse vai ser um debate prolongado, aí sacramenta a tragédia que aconteceu, André, na transição de 1985, que os militares não foram condenados. Aconteceu com Juscelino.

Com outras tentativas de golpe na década de 30 e 40, é essa repetição trágica de uma história em que a classe dominante não perde, ganha todas. E nós, do PT, não podemos nos acomodar a isso. O PT não veio para isso. O PT foi fundado com outra perspectiva. Nós temos que resgatar...

Raízes do PT, história do PT, esse compadrio conciliador de alguns líderes do PT me provoca indignação, Adé. Não é para isso que nós fazemos isso. Não é para isso. Eu concordo com você, não é mesmo. Tem uma fala do Mano Brown, ele estava conversando com os MCs também, e ele fala dessa relação deles gostarem de joias, etc., e bancar com a polícia. E aí ele fala, olha, você pode ter dinheiro, você pode ter tudo.

mas eles vão continuar atrás de você. Você tem que ter posição. Você tem que saber, basicamente, aonde você vem e que, para eles, o dinheiro não vai te deixar dentro dessa lógica social. Muitíssimo pelo contrário, você vai virar alvo. Basicamente é isso, não é, Zé? Zé, quero trazer aqui alguns comentários. Romel, Romichê, falou o seguinte, a imagem de Alcômbio com Flávio dispensa comentários. E vai começar a propaganda política, a gente tem que usar essas imagens.

O Julio Sara Beraldi, ele faz uma crítica que eu acho que é muito importante. Ele fala, olha, na verdade é uma fala, mas eu vejo como uma crítica, porque Pedro clamou, Pedro clamou à população e deu resultado. Lula agora nas ruas. E a comunicação, eu queria falar um pouco sobre isso, porque muitas pessoas falam dessa relação com a comunicação. A Rita Sif, ela comentou, genuíno, a foto do Jacques Wagner abraçando ao Columbre é muito difícil para a Bahia.

Então, é o momento realmente da comunicação entrar em jogo, você não acha, Zé? Agora, a comunicação pressupõe o quê?

Eu acho que há um problema de orientação política. Se a gente acerta os ponteiros na orientação política, a comunicação como técnica produz grandes efeitos. Eu acho que o governo tem que reorientar o debate político, a tática política e adequar a comunicação. Resposta rápida, pronta resposta, priorizar o debate e não a conciliação, não o tapinha nas costas.

para priorizar as ruas e não ficar perdendo tempo com jantares e conciliábulos nos palácios de Brasília. Você tem que fazer escolhas políticas. A partir dessas escolhas, a comunicação tem que servir a essa orientação política. Eu acho que é isso, no meu modo de entender. As bancadas da esquerda têm que estar unidas para fazer esse embate, certo?

Nós temos que romper com esse individualismo da política, cada um por si, todos que se ferrem. Nós temos que construir um projeto coletivo, é disso que se trata. Coletivamente a gente ou ganha coletivamente ou se ferra individualmente.

Essa maneira de fazer política na base do espetáculo, só trabalhar pelo possível, só trabalhar por aquilo que dá resultado, é um erro. A gente vai se acostumando, André, ao status quo. Eu acho que tem que haver uma espécie de, vamos dizer assim, ajuste na comunicação e na orientação política.

Perfeito, Zé. Uma coisa que as pessoas falam muito é a forma como a Claudia Schembaugh se comunica nas redes, toda manhã tem ali, ela conversa, está ali ao vivo. É que ele é um mecanismo, acho que é a própria TV pública. Zé, não sei se você lembra, quando o Inominável 2 governava, nós tivemos dois Inomináveis, um que foi metade Inominável, só pegou ali metade do governo, e o outro Inominável por completo. Ele, lembra que ele fazia no YouTube um monte de absurdo?

E ele falava, na época, muita gente brincava e falava assim, olha, o Lula tem que estar toda semana, porque ele fazia de quinta-feira, toda quinta-feira, abria o envelope e falava, esse aqui, vamos falar sobre isso agora. E desmontar essa trama da extrema-direita. Quer dizer, é uma brincadeira, mas é essa relação mais próxima com a comunicação, com as redes. Porque, Andréia, você tem razão, eles têm a hegemonia do aparato midiático comercial, privado, familiar.

Eles têm o aparato dos instrumentos da classe dominante, via sistema financeiro, via agências de comércio, agronegócio. Eles têm o aparato do senso comum, que é acomodar a população ao nível da desgraça social. Se nós não enfrentarmos, como faz o Petro na Colômbia, como faz a Cláudia Xambu no México,

Se nós não fizermos a disputa política de corações e mentes para o nosso projeto emancipador, para o nosso projeto democrático, soberano e justo, eles vão, ofensivamente, criando uma hegemonia coercitiva, uma hegemonia autoritária, vão criando uma legitimidade para o discurso fascista com a nova roupagem. Legitimidade para o discurso...

que tudo pode ameaçar com nova roupagem. O discurso da retórica, da intransigência e do autoritarismo e da perversidade com nova roupagem. E aí eles vão legitimando um senso comum.

que eles dizem que aparentemente é antissistema. Nós temos que desmontar o discurso deles de antissistema. Antissistema é a foto do Alcolumbre com o Flávio Bolsonaro. Antissistema são as fotos do Flávio Bolsonaro com os milicianos no Rio e mistura com o Alcolumbre. Essa coisa que nós temos que mostrar. É a foto do Banco Master.

com os fundos de pensão, inclusive do Amapá, que se beneficiou, que beneficiou o Banco Márcio. São essas questões concretas que a comunicação tem que ser ágil, tem que ser viva, tem que ser competente. Exato. Tem mais um superchat aqui para ler da Sônia Regina.

ela colocou o seguinte, a análise e o caminho que o Genuíno aponta é fundamental para que o PT recupere as pautas da esquerda e reveja os acordos eleitoreiros, a luta continua. É isso, a gente precisa rever esse modelo político que foi, de alguma forma... Eu proponho rever esse modelo de governabilidade sem culpar ninguém, mas tem que chamar o feito à ordem, não lá.

Não dá. É uma repetição de atitudes que nos levam à derrota, porque a gente vai se desmoralizando. A gente vai perdendo no voto e na dignidade. Não dá. Isso é o fim da picada.

desculpe a palavra, não dá. Então, nós temos que construir uma dignidade política da esquerda, nós temos que construir uma respeitabilidade, uma legitimidade para o nosso discurso. Então, essas alianças pragmáticas que a gente faz de qualquer jeito, não dá, entendeu? Eu espero que isso provoque revisão na Bahia, provoque revisão no Amapá, provoque revisão em alguns estados, nesse sistema de aliança que tem que ser com a esquerda e acerto esquerdo.

Muito bem, olha, comentário aqui, agradecendo o superchat, Bezoine, concordo 200%, vende concordando 200% com o meu camarada genuíno. Muito bem. Olha, eu queria transmitir ao Bezoine um grande abraço. Bezoine, um abraço bem grande para você. Um abraço carioso para a Beth.

E saber que você concorda comigo é um orgulho para mim. Você sabe do meu respeito, da minha admiração, do meu companheirismo com você. Um grande abraço. Zé, eu sei que você está indo para... Hoje é rua, né? A gente está aqui no plantão. Daqui a pouco eu estou pegando o ônibus para ir para a rua. Vou te liberar agora. Zé, muitíssimo obrigada. Boa luta e até a próxima. Valeu, companheira. Valeu, Zé. Até mais.

Ai, ai, ai, nada como ter o Zé Genuíno, né, gente? Olha, vou te contar uma coisa, viu? É muito importante, muito importante mesmo. Mas agora, 8 horas e 35 minutos, nós vamos trazer quem? Marcita, Carmo, Márcia. Olha, a gente nem combinou, mas estamos aqui, né? Brincando aqui com o pretinho, compondo. E aí, Márcia, como estão as coisas? Olha, vamos tratar agora de América do Sul, que não está fácil também, né? Ai, Márcia, vamos lá. Vamos começar.

a repercussão internacional da decisão do Congresso na pele da dosimetria, eu já falo, sabe aquele emoji da gente se esconder, né? Porque, no mínimo, é vergonhoso o que o nosso Congresso fez ontem, nesses últimos dois dias, né, Márcia? Seja bem-vinda.

Bom dia, Andréa. Bom dia, comunidade. Gente, realmente motivos para uma comoção, porque as instituições brasileiras iam por um caminho e isso tinha uma enorme repercussão internacional. Lembrando que só aqui para Buenos Aires vieram dezenas de bolsonaristas que tinham sido condenados pelo 8 de janeiro, condenados pelo Supremo Tribunal Federal.

Recentemente um bolsonarista conseguiu refúgio aqui na Argentina por determinação do governo Milley. Então há repercussão internacional neste contexto, aquelas imagens que ninguém pode esquecer.

do atentado contra o Estado Democrático de Direito. Eu vi ontem nas redes sociais as declarações muito emocionadas da Tereza Cruvinel. Achei que a Tereza resumiu tão bem esse momento, não só momento, essa trajetória que o Brasil está vivendo.

Eu achei a Teresa emocionada, eu acho que vale super a pena ver o que ela disse no Instagram do Brasil 247, mas em relação e por tudo isso, por esse contexto, era esperada uma repercussão internacional. Então alguns títulos o É o País de Madri

diz que a oposição ao presidente Lula aprovou uma lei no Congresso para reduzir a condenação de Bolsonaro por golpismo. Então, o título é Bolsonaro. Na mesma linha, Telesul de Caracas, na sua edição em espanhol, porque ela também tem uma edição em português e é parceira do Brasil 247, também, Congresso do Brasil aprova redução de pena de Bolsonaro por golpismo.

repercussão no The Guardian da Inglaterra, no Washington Post dos Estados Unidos, uma repercussão muito grande, até porque a gente está entrando, é um ano eleitoral.

e aquela imagem do Flávio Bolsonaro comemorando, muita gente nas redes sociais, vale lembrar também, recordando o dia do impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff. Então, esse contexto no Brasil, o maior país da América Latina, um país que tem uma presença decisiva no cenário internacional.

por tudo isso, a repercussão internacional e pelo papel do presidente Lula, que recuperou o Brasil no cenário internacional depois dos anos de Bolsonaro, por tudo isso, essa repercussão era esperada e é grande e importante. Com certeza. Agora, por outro lado também, Márcia, eu acho importante porque mostra, e para o olhar do outro, e a gente se constrói muito pelo olhar do outro, o que foi feito?

O que aconteceu? Teve alguém que colocou aqui no chat, passou rapidinho, foi a Luísa, que é a Teresa Cruvinel, ela correu risco de vida, porque ela esteve no 8 de janeiro. Então, é isso, você tem o fato em si, ocorreu, é isso, o que isso significa? Tem a consequência disso? Então, para quem tem racionalidade, vê e fala, opa, espera lá, teve uma tentativa de golpe. E, ao mesmo tempo, desnuda a nossa extrema-direita, que aparece nas fotos mais absurdas. Então, acho que nesse contexto, é até interessante, porque, né,

deixa muito nítido o que está acontecendo e o perigo que corremos, e o perigo que a América do Sul ainda corre como um todo. Então, se a gente for analisar, eu acho que é até positivo a gente entender que essas derrotas lá fora têm um olhar diferente. Eu espero que isso tenha algum reflexo para a gente também. O que está sendo colocado é foram dois dias horríveis.

por disputa política, Márcia. É o puro suco da disputa política, porque há um desespero por parte da extrema-direita em cacifar alguma questão aqui no ano eleitoral, que em 2026 tem candidatos fraquíssimos, porque a gente também tem que levar em consideração que a qualidade desses candidatos... Vamos lá, é Flávio Bolsonaro, é Zema, é Caiado, é complicado. Tem uma tentativa aí de Ciro Gomes...

Até, quando você falou da fala de 2016, são essas pessoas que estão acordando. Aércio querendo voltar para o cenário político. Quer dizer, estar no cenário político, mas não ali, nas telas. Então, tem essa fraqueza, sim. Acho que é importante a gente...

lambeça feridas e fala assim, mas, ó, vamos ler o que está acontecendo? Então, vamos ficar espertos, né? Eu acho que passa um pouco por aí. Até porque as notícias também que chegam aí do Brasil, em termos econômicos, em termos da presença, o presidente Lula com tanta energia, né? O presidente Lula...

que faz atividade física, que estimula as pessoas, que tem quatro, cinco, três, quatro, cinco atividades públicas, às vezes num só dia, tudo isso também é notícia na imprensa internacional, a geração de empregos, forte geração de empregos, acho que a gente já comentou isso aqui na quarta-feira, um título, uma manchete na BBC, na redação brasileira da BBC, e aí

O que explica o momento de ouro? Investidores internacionais veem o Brasil em seu momento econômico de ouro. Então, o que explica essa movimentação da extrema-direita e da direita num contexto econômico e social de bons resultados para os brasileiros?

O que explica esse descarrilamento, vamos dizer assim? São dois trens. O que está acontecendo? Realmente, acho que você tocou num ponto importante. Faz a gente refletir também e ver que ainda falta. Tudo bem, é ano eleitoral, mas ainda tem um período para recuperação em termos de espaço político, digamos assim, até o primeiro turno em outubro.

É, exatamente. Olha, o comentário aqui é que nós temos que acordar. Não é temos que acordar. Aliás, não dá para a gente descansar um segundo, porque também é uma característica desse tipo de golpe, dessa forma como a extrema-direita chegou ao poder. É um golpe continuado, é sempre ali aumentar essa relação de tensão. Vamos falar do 1º de maio na Argentina, porque, olha...

É muito motivo para ir às ruas, né, Márcia? Como é que vai ser as manifestações? Ontem mesmo, hoje estão previstas novas manifestações, mas ontem mesmo as centrais sindicais, principalmente a CGT, que é a maior central sindical da Argentina, realizou uma manifestação bastante, com muita gente.

na Praça de Maio, que é o que a gente sempre define aqui como o tambor político do país, e a manifestação foi contra, claro, perda de precarização do trabalho, perda de direitos trabalhistas com a nova reforma trabalhista, da lei trabalhista, que está aí uma briga na justiça.

Enfim, foi uma manifestação importante num contexto social de perda de postos de trabalho, de aumento da informalidade, com trabalhadores dizendo que tem...

O dinheiro, mesmo aquele que está empregado, diz que o dinheiro não chega até o fim do mês, porque a inflação de março, só de março, foi de 3,4%. Claro que a Argentina saiu daquele pico de inflação que chegou a ter 200% ao ano, mas ainda assim o preço ou a inflação é muito alta. Me lei ratificando que vai manter a sua ortodoxia, que não vai mover um milímetro, apesar da...

do setor industrial apresentar relatórios semanais sobre fechamento de empresas, perda de postos de trabalho. Ontem a CGT mostrou vários números, né? E entre eles, fechamento de 20, entre dezembro de 2023 e março deste ano.

24 mil empresas fecharam as portas, segundo a CGT. Então são dados sociais e econômicos tristes. Tem aí o outro lado, que é o que está crescendo na Argentina. É o setor energético, é o agro, é o setor de mineração, é o financeiro. Mas isso não está, não esparrama a geração de postos de trabalho. É um contexto bem diferente do que eu vejo que está acontecendo aí no Brasil.

Eu adorei a frase. Apesar da tragédia, né, Zelina? Você falou tudo. A Zelina Silvano, olha, o maior produto de exportação do Milley é o próprio povo, né? Ele está ali, ó. Saiam, né? Se não quiser...

vão embora, em compensação, aceitando o israelense, né? Que loucura, né, Márcia? Que loucura. Isso, e você tocou em outro ponto importante. Ontem, Milley subiu num navio, um porta-aviões dos Estados Unidos. Ele já foi ao Israel três vezes, né, desde que tomou posse. Já foi aos Estados Unidos 15 vezes, desde que tomou posse, segundo levantamentos aqui da imprensa local.

E ontem tem um porta-aviões dos Estados Unidos, que é um dos maiores porta-aviões dos Estados Unidos, que está aqui em águas em frente a Mar del Plata, o barneuário de Mar del Plata. E ontem Milley, convidado pelo embaixador dos Estados Unidos aqui, subiu no porta-aviões. Ele e vários integrantes do Congresso e do governo dele, a irmã dele, Karina Milley.

um gesto de apoio ao governo Trump nesse momento de guerra contra o Irã. E o Milley vai perdendo a popularidade. A rejeição tem aumentado e a rejeição a Milley, o governo dele tem aumentado. E quando perguntam se votaria no Milley para reeleito, mais de 60% dizem não.

mas eu me leio distante dessa percepção da rua. Ele esteve no congresso essa semana também, e ontem, ontem? Ontem sim, anteontem.

E para apoiar o chefe de gabinete dele, o Adorni, que está com uma série de denúncias de supostos casos de corrupção. E aí a saída, e levou um monte de gente para apoiá-lo. É a primeira vez que um presidente vai ao Congresso para apoiar um chefe de gabinete que tem que apresentar o que está sendo feito e com denúncias. E a saída, as declarações são bem chocantes. Primeiro ele bateu boca com a Miriam Bregman, que é a referência da esquerda hoje.

na Câmara dos Deputados, a Miriam Bregman, é muito atuante, e ela disse que o Milley, ao apoiar Trump e Netanyahu, é um assassino. Milley respondeu aos gritos, assassinos são vocês, foi um bate-boca, ou seja, não só na questão local, mas na questão internacional. E quando ele já saiu, os jornalistas começaram a perguntar, presidente, e as denúncias de corrupção contra...

o seu chefe de gabinete só acha que foram esclarecidos declarações de Miley para os jornalistas corruptos e imundos o vocabulário dele é sempre do ódio, da agressão, é um estilo, né? E usar o corrupto enquanto eles estão lá, ó aproveitando ó, só pra gente fechar mesmo, Carmen Stuart perguntou e aí

Qual a reação de Milley se o Trump chamar as Marvins de Falkland? As Malvinas, né? Não é? Eu fico esperando. Não, tudo bem. Aí está tudo certo, né? Provavelmente. Ele espera estar contando com... O Trump deu uma sinalização de que apoia a Argentina. Isso foi antes do rei Charlie ter ido à Casa Branca, aquele encontro que eles tiveram, né? Que foi, enfim, muito mostrado.

O Millet espera contar com o apoio de Trump nessa disputa com a Grã-Bretanha. Até agora o Trump já disse que os Estados Unidos não deveriam ter apoiado a Grã-Bretanha naquela guerra que teve.

enfim, que foi considerada vitoriosa, a Dama de Ferro, que era Margaret Thatcher, né, tem aliás tem um filme muito bom com a Mary Striep tem vários documentários sobre sobre aquela guerra, né, você me ouve bem? Eu tava aqui conversando com o David falando, você tá travando? Aí eu fui no seu WhatsApp, não, você tá ótima. Tá, tá, tá, tá bom, tá bom.

Gente, só para fechar da América do Sul essa semana também, em relação à extrema-direita, importante, no Chile, o Caste, já foram realizados protestos de estudantes contra as medidas do Caste, presidente de extrema-direita, que também está com a popularidade em baixa, que tomou posse.

agora, dia 11 de março, e a polícia reprimiu fortemente as manifestações dos estudantes, então é outro fato para a gente continuar acompanhando aqui na nossa região. Exato.

Agora o David está com a tela, se ele estiver me ouvindo, para ver se ele melhora, porque ele está exatamente numa manifestação. Ele está entrando ali no ar. Que ótimo! Não, e Márcia, eu agradeço muito a sua fala, depois a gente vai postar isso na semana que vem no Boa Noite, porque é muito interessante a gente pensar numa base popular que votou no cast, que agora já está em...

É o quê? O mês? É o mês, não é isso? Exatamente. Como pode ser 11 de março, a gente está... O mês é meio, exato. Um para dois meses. Um pouquinho. Impressionante. Muito bem. Marcita, infelizmente, deu o nosso horário. Feliz dia a todos e a todas. Lembremos que nós somos os... Dentro dessa lógica de exploração, a gente sabe muito bem o nosso lugar. Muitíssimo obrigada. E, ó...istsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsists

Porque aqui vai ter manifestação a favor da escala 6 por 1. Olha que vergonha. Olha, então na Paulista é a manifestação da burguesia escravocrata. E a gente vai seguir aqui com a manifestação popular, sendo a melhor ali da gente. O dia do trabalhador. É, né? Vambora, né? O Brasil não é para iniciantes. Não é para iniciantes, não mesmo.

Beijocas. Besitos. Tchau, tchau. Agora sim. David Bacelar, 8 horas e 51 minutos. Deu certo, David? Vou te colocar agora. É isso mesmo. Tem que ser aí. Na manifestação. Seja bem-vindo, David. Como vai? Bom dia, André. Bom dia a todas e todos aqui da Comunidade 247. Primeiro de maio hoje vai ser movimentado, viu, minha amiga Andréa? Eu estou aqui e aí

no território importante aqui da Bahia, que é a bacia Bom Dia, que é a bacia do Jacuípe. E nesse 1º de maio a gente fez questão de iniciar aqui as atividades do 1º de maio, aqui com os trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade. Vocês devem estar vendo aqui as várias carroças que estão na concentração para esse grande ato do 1º de maio, aqui em Vazia da Roça, na cidade da bacia do Jacuípe.

muitas pessoas no estado da Bahia conhecem, e é o 1º de maio que a gente inicia com os camponeses e camponesas, daqui vamos para a Feira de Santana, depois para Lagoinhas, depois para Salvador. 1º de maio bonito aqui, viu, André? E as pautas também dos trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade estão presentes aqui. Aqui a concentração.

Os companheiros e companheiras seguem encaminhada para o centro da cidade. São vários camponeses e camponesas, uma atividade organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura Familiar. E a gente se encontra com todo mundo que sai dos distritos, dos povoados, aqui no centro de Vaza da Roça. Dia movimentado hoje, é o Dia do Trabalhador e Trabalhadora. Tem motivo para comemorar e reivindicações também ainda a serem feitas.

Não, perfeito, David. E assim, vamos combinar, né? Essa semana foi uma semana pesadíssima, mas vamos trazer aqui a nossa pergunta. Eu queria que você tivesse aqui um apanhado geral. Como é que você viu esses últimos dois dias, David?

Olha, a extrema-direita agiu politicamente para criar ali um clima e, obviamente, colocar a pauta que eles defendem, seguindo, sobretudo para mudar a percepção da população. Bem, André, de fato, o que nós tivemos no Congresso Nacional Brasileiro nesses últimos dias é uma afronta à classe trabalhadora. Nós...

Tivemos o Congresso que é inimigo do povo se manifestando mais uma vez contra os brasileiros e brasileiras. Primeiro tivemos infelizmente a rejeição feita pelo Congresso Nacional de Comunicação, que é uma prerrogativa do presidente da República, de um ministro do STF.

E não é porque conheço o companheiro Jorge Messias, um excelente profissional do direito, uma pessoa que, como ele contou sua história, que veio de baixo a partir das oportunidades que foram dadas a ele via educação, com doutorado na área das ciências jurídicas, um companheiro que seria, sem dúvida alguma, um excelente ministro do Supremo Tribunal Federal Brasileiro. E pela primeira vez desde 1894...

O Congresso, infelizmente, nesse caso o Senado, rejeita a indicação do presidente da República. Tudo isso para continuar o processo de chantagem contra o presidente Lula. Processo de chantagem para acessarem mais emendas parlamentares, para acessarem mais espaços dentro do governo.

E agora dando a sinalização mais explícita, infelizmente, o centrão de que se aproxima da extrema direita nesse processo eleitoral. Então fica essa chamada de atenção para nós, trabalhadores e trabalhadoras, para que nós saibamos de que lado de fato o Congresso Nacional ele está, não é do lado da classe trabalhadora. Então em vez de estarem votando o fim da escala 6x1, em vez de estarem votando a tarifa zero do transporte público, estão aí...

Rejeitando a indicação de um ministro que com certeza iria condenar muitos desses parlamentares que estavam envolvendo em vários crimes. Crimes que foram evidenciados na Operação Cabona Oculto, onde muitos lavavam dinheiro da corrupção junto com o PCC em postos de combustíveis. Petrobras e Subidouro não existem mais e isso facilitou muito que a margem de lucro é muito alta.

parlamentares que estavam envolvidos nos casos do Bolsa Master, são vários parlamentares envolvidos nesse escândalo da corrupção no país, que gerou um deste, um rumbo dentro do sistema financeiro de quase 42 bilhões de reais, envolvidos também no caso de corrupção do INSS, porque as 12 confederações, as entidades sindicais que foram criadas foram justamente para roubar o dinheiro dos nossos aposentados, aposentados e pensionistas, inscensamente.

especialmente trabalhadores e trabalhadoras do campo. Então tudo isso seria julgado pelo nosso querido companheiro Jorge Messias, junto com os outros ministros do STF, e eles não queriam que isso acontecesse. Além disso, Daphne, Daphne não está aqui conosco aí não. Além disso, Daphne, nós tivemos ontem o que era previsto. Derrubaram o veto do presidente Lula com relação à dosimetria. A dosimetria que, na verdade, é um esquema de picaretagem.

porque eles estão criando leis para se beneficiarem. Leis que protegem eles dos casos de corrupção que se envolvem. Leis que, por sinal, favorecerão agora mais de 200 mil condenados por estupro, condenados por crimes hediondos, que serão beneficiados pela lei agora da dosimetria. A lei, obviamente, daqueles que tentaram dar o golpe de Estado.

no dia 8 de janeiro de 2023. Algo que é absurdo, mas com certeza nesse 1º de maio a classe trabalhadora brasileira dará um recado nas ruas, não somente apresentando as pautas que aqui colocamos no fim da escala 6x1.

na tarifa zero do transporte público, mas apresentando também que a classe trabalhadora vai fazer um processo de mudança, de renovação desse Congresso Nacional, que é inimigo do povo hoje e que precisa se tornar amigo do povo brasileiro, defendendo as pautas dos trabalhadores e trabalhadoras, e não as pautas desses que legislam em causa própria para se beneficiarem, para se enriquecerem as custas do povo brasileiro.

Exatamente, olha, essa cena está tão bonita aí atrás, e como é que vai ser? Vocês estão se arrumando, explica para a gente, porque está ficando bonito, estou gostando de ver. Andréa, aqui, como eu disse, é o dia do trabalhador e da trabalhadora aqui em Vaza da Roça, a cidade aqui da bacia do Jacuípe, um território importante no estado da Bahia.

E aqui é uma tradição essa festa. Na verdade é a 21ª feira dos trabalhadores e trabalhadoras da agricultura familiar que acontece no 1º de maio.

Então é uma festa que já tem essa tradição de 21 anos, completando agora em 2026, onde os trabalhadores e trabalhadoras do campo se juntam aos trabalhadores e trabalhadoras da cidade. Nós estamos falando aqui, André, lá por volta de 10h40 a 11h, teremos 4 a 5 mil pessoas reunidas no mercado municipal.

comemorando o dia do trabalhador e da trabalhadora. E dá para perceber que aqui, nesses dias, choveu bastante. E está tudo muito verdinho aqui. Aqui você já vai entrando no semiárido do bairro. Então, de fato, as pessoas estão comemorando. Comemorando a chuva, a terra está molhada, a colheita vai vir junto para o trabalhador e a trabalhadora da agricultura familiar e juntos também com os trabalhadores e trabalhadoras da cidade.

e vão estar lá na Praça Central, aqui de Vaza da Roça. Daqui seguirei para a Feira de Santana, onde estaremos com os metalúrgicos e metalúrgicas de Feira de Santana, numa grande festa. Depois seguiremos para Lagoinhas, onde os petroleiros e petroleiras estarão reunidos nessa cidade, que é o povo da indústria do setor de óleo e gás, onde está na Bahia. Como dissemos, é dia de comemoração por tudo que conquistamos, principalmente no terceiro mandato do presidente Lula.

Eita, acho que alguém ligou. Para o David agora. Vamos ver se ele volta. Mas é... Que manhã gostosa e maravilhosa, com a companhia de duas mulheres maravilhosas, que esse comentário foi do Miguel Vicentinho. Miguel, beijo para você, saudades. Agora sim. Deu certo aqui, David? Você sumiu, sua imagem sumiu. Eu acho que você está tendendo ainda o telefonema ou alguma questão ali de imagem. De qualquer maneira, será que ele consegue voltar para a gente se despedir?

Acho que vai voltar, ele não desiste. É isso. Agora vai, vamos se despedir. Eu passo para você, David. David, você me ouve? Eu não estou me ouvindo. Ó, vamos combinar? Vou te despedir. Beijo. Até mais, até mais. Muito bem, a gente segue aqui, porque nove horas e a gente tem uma entrevista importantíssima.

Para isso, eu vou trazer primeiro o Marcelo Auler. Bom dia, Marcelo. Seja bem-vindo. Como vai? Bom dia, Andréia. Bom dia, comunidade. Bom dia do trabalho para todo mundo. Vocês vão me permitir, mas eu vou dar uma de... Pai, curuxa. Parabéns para minha filha, que hoje faz 33 anos de idade, Darani. Está lá em São Pedro, no interior.

para me ar, vindo para cá para encontrar com a gente. Então, um beijo para ela. Muito bem. Se eu tiver chance de encontrar com a minha filha, eu adorei o beijo nela. Por favor, senão ela já sabe que já foi enviado. Traz a nossa convidada. Traz a nossa convidada. Por favor, vamos lá. Bom dia, Irafegari. Deputada, seja muito bem-vinda. Bom dia, como vai.

Bom dia, obrigada, Marcelo, Andréa. Estamos aqui juntos no 1º de maio, esse dia tão relevante, tão significativo, estamos aqui para conversar um pouquinho. Agradeço a você se expor a vir aqui nesse dia 1º de maio, dia de luta, eu sei que você deve ter muita agenda hoje, porque é dia de luta, e principalmente no 1º de maio, depois desses dois últimos dias do Congresso Nacional.

Porque é esse o motivo do convite para você estar aqui, analisar o que aconteceu. É algo inesperado ou algo que já era previsível? E como encarar daqui para frente? Marcelo, sinceramente, eu tenho a absoluta avaliação de que tudo o que aconteceu era previsível. Eu acho difícil que a gente...

imaginasse que a dosimetria não ia derrubar o veto. Isso a gente já espera desde o dia que essa dosimetria foi aprovada e que o veto foi aposto pelo presidente Lula. Então, a gente sabia que, se essa pauta entrasse em vigor, que objetivamente nós teríamos a derrubada do veto. É claro que ali houve uma...

uma manobra regimental, porque o PL da dosimetria não reduzia a pena apenas dos criminosos contra a democracia. Bolsonaro, os militares de alta patente e outros que ainda estão condenados e presos. O que o PL da dosimetria fazia, ao alterar o caput da lei de execução penal, era reduzir a pena de todos os crimes.

Então, isso aí incluía um conjunto de tipificações que envolvia de estuprador até qualquer crime com arma de fogo ou seguido de morte. Todos os atuais condenados, inclusive de facção criminosa, organizações criminosas que estão hoje condenadas e presos teriam o benefício do próprio PL da dosimetria. Quando eles perceberam que perderam o discurso e aí

nessa discussão, porque eles sempre defenderam endurecimento de pena, bandido bom, bandido morto, como eles foram denunciados de terem aliviado a pena dos seus aliados, porque muitos da facção criminosa, crime organizado, crime de setor financeiro, são aliados da extrema-direita.

Mas quando eles perceberam que essa denúncia ficou muito aberta, houve uma manobra regimental do presidente do Senado, do presidente do Congresso, de excluir da derrubada do veto, ou seja, manter o veto dos incisos que tratavam desses outros crimes, mantendo apenas a redução da pena para os golpistas do 8 de janeiro. E assim mesmo eles votaram a favor da derrubada de veto, nós votamos contrariamente, claro, porque crime contra a democracia não é um crime menor.

Não é um crime menor do que os outros. Então, lamentavelmente, essa derrota aconteceu e nós já esperávamos. Para nós não é, mas para eles, eles acham que não era crime. Embora era um bom, porque eles queriam dar.

Ao contrário, eles são a favor desse tipo de ação, de derrota da soberania popular e de derrota do que foi feito no 8 de janeiro. Eles mobilizaram o 8 de janeiro, eles estavam dentro do 8 de janeiro, eles sabiam o que eles estavam fazendo. E a questão do Jorge Messias, eu diria assim, hoje, com a força que tem Davi Alcolumbre, nada no Senado desse porte é aprovado sem ele.

E ele nunca esteve na articulação favorável a Jorge Messias. Então, achar que nós íamos ganhar no Supremo Tribunal Federal com Jorge Messias nesse tempo de articulação que existiu foi um erro de avaliação. Óbvio que isso é inovador, porque o papel do Senado é apenas homologatório na medida em que não tenha problema de reputação ilibada.

não tenha problema de saber jurídico, não tenha nenhuma denúncia ilícita sobre a vida do candidato, o Senado sempre homologou a indicação que é uma competência exclusiva do Executivo. Então, século XIX, isso aconteceu e nunca mais.

uma derrota desse tipo. Então, eles deram um recado. Somou a extrema-direita com o Centrão e deram um recado de força ao presidente Lula, tanto num caso como no outro. São duas derrotas, de fato, para nós, mas que não são derrotas que determinam nem o futuro do país, nem o futuro eleitoral do país. Acho que as pessoas exageram quando avaliam assim.

Zedir, eu quero só lhe fazer uma pergunta. Não era novidade que a dosimetria ia cair, ia voltar, ia cair o veto. Tanto que tem muita gente preparada para discutir isso no Supremo. Nós vamos ver semana que vem. Nós estamos estudando isso também. Nós vamos ver semana que vem. Agora, eu acho que a grande novidade foi aquele abraço do Alcolumbre com o Flávio Bolsonaro.

Aquele abraço. Ah, tinha uma foto, não sei se a Andréia tem facilidade de mostrar essa foto, que saiu, que só isso. Isto mostrou uma aliança do álcool úmbre com a extrema direita, não é nem com o centrão, mas... Isso foi uma novidade para você?

Não. O Alcolumbre é do centrão. Mas não da extrema-direita. Não, o Alcolumbre é do centrão. Quando eu disse que tanto a Resultados dos Os Messias como da dosimetria foi uma aliança entre a extrema-direita e o centrão, é isso que eu estou dizendo. Esse abraço expressa isso. Tem uma aliança política naquele momento.

entre o centrão e a extrema-direita. Isso vai permanecer? Isso vai se dar de forma global? Na minha opinião, não. Eu acho que dificilmente nós teremos esses partidos de centro apoiando abertamente Lula na eleição nacional, mas os palanques regionais é que vão estruturar essas alianças. Então, nos palanques regionais, nós teremos gente de centro.

e de centro-direita apoiando Lula. E a gente não deve ter surpresa com isso. Olhem para o Rio de Janeiro. Eduardo Paes o tempo todo diz que vai apoiar Lula. Ele é do PSD. E nós tivemos voto do PSD nessas duas derrotas de Lula.

Então, a frente ampla que a gente defende, porque entende que a esquerda isoladamente teria dificuldade no processo eleitoral, ela vai se dar nos palanques regionais, ela não vai se dar nacionalmente. Você vai ter lugar em que o republicano apoia Lula, que o PSD apoia Lula, que o União Brasil apoia Lula. Então, depende muito do quadro regional e dos palanques que vão se estruturar nos estados. Mesmo que nacionalmente não haja essa aliança.

com a candidatura de Lula. O que seria bom que alguns partidos viessem, porque isso amplia o tempo de TV e amplia o referencial nacional. Mas isso não vai acontecer. Toda vez que há um recorte de classe, toda vez que há um recorte de interesses...

o Centrão se alia com a extrema-direita. Assim foi em algumas votações, por exemplo, do IOF, votações que se deram no Agro, votações que se deram no Marco Temporal, votação que se deu no Messias e agora na dosimetria. E na própria aprovação da dosimetria, isso já tinha acontecido, essa aliança.

Só não teve o abraço, mas essa aliança já tinha existido, senão não teríamos aprovado o PL da dosimetria. Então, não me surpreende, no impeachment da Dilma, no golpe da Dilma foi a mesma coisa, então não me surpreende que isso aconteça no Congresso Nacional. Agora, a nossa expectativa é que, nos palanques regionais, essa frente eleitoral se amplie a favor de Lula e a favor da vitória de Lula. André, só mais uma questão aqui para a Jandira.

Não lhe surpreendeu esta aliança deles, que você diz que já vem lá da aprovação da dosimetria. Mas ao que rola nos bastidores, na véspera até da eleição, da votação, da indicação do Elias para o Supremo, houve um jantar na casa do Alexandre de Moraes em que o Alcolumbre teria sido convidado.

Alexandre de Moraes se ligar ao Centrão, pode não ser novidade, Alexandre de Moraes vem do Michel Temer, não sei o quê, mas nesse momento que o próprio Centrão fala em impeachment de...

de ministro. Não é estranho isso tudo? Essas alianças? Olha, eu acho que tem um aspecto, antes de entrar na questão da Alexandre Moraes, tem um aspecto que precisa ficar muito claro para a sociedade. O grande acordo que se deu no Senado e na Câmara para a derrota de Lula passou muito por enterrar a CPMI do Banco Master.

passou muito por não investigar as corrupções que envolvem políticos, sistema financeiro, crime organizado, PCC. Isso tudo está embolado. Essa extrema-direita tem aliança com crime organizado, tem aliança com sistema financeiro corrupto e muitos políticos estão envolvidos nessa história. Então, a grande base, na minha opinião, deste resultado e desta aliança, inclusive de colocar em pauta o veto da 12.30, é que ele podia não ter entrado ontem.

Ele entrou antes de outros vetos que já tinham vencido. Então, essa aliança e essa decisão, na minha opinião, tem relação com isso. Tanto que nós entramos lá com o requerimento da CPMI e estamos cobrando que isso seja lido e seja instalado à CPMI do Banco Master. Eu acho que tudo isso passa muito pelas decisões do Supremo.

e as decisões da Polícia Federal de investigar e de aprofundar as investigações que estão acontecendo nesse país e que pode, de fato, expor para a sociedade essa aliança espúria, nojenta, vergonhosa, do mundo político com esse mundo financeiro que sempre existiu, mas que agora vem à tona com a investigação da Polícia Federal.

A entrada do Alexandre de Moraes eu não quero explicar, porque eu não conversei com ele e não quero falar por ele. Mas, objetivamente, não tem a ver com o Banco Master, até porque não há nada que prove o envolvimento de Alexandre de Moraes com esse ilícito.

mas pode haver com outros interesses de Alexandre Moraes, a partir, inclusive, do desenvolvimento da própria política nacional. Mas eu prefiro não ser leviana de apontar interesses de Alexandre Moraes em relação a esse processo do Jorge Messias. Essas notícias saíram de jantar, de conversas, de que ele ajudou, de que ele telefonou.

Mas eu não saberia agora indicar, ou pelo menos imputar ao ministro Alexandre de Moraes, uma razão específica para essa interferência na eleição ou não, ou na rejeição do Jorge Messias no Senado Federal. Draia, tem alguma coisa? Para perguntar, depois eu entro para comer com alguma pergunta do público. Pode falar. Não, eu quero, tem uma pergunta do público aqui que é interessante, que eu vou adotar dela também.

A Jandira falou dos parlantes regionais, a Jandira falou do nosso exemplo no Rio de Janeiro, o Eduardo Paes, sendo PSD, vai apoiar o Lula. Mas fechou com o vice, que é a mulher do Austin Reis, que é do PMDB e que vai estar no palanque do Flávio Bolsonaro. O Eduardo Paes não está botando um pé em cada palanque?

Isso não é preocupante aqui no Rio de Janeiro? E isso garantirá que a gente faça, pelo menos os senadores?

Marcelo, o pragmatismo eleitoral do Eduardo Paes o levou para isso, de fazer uma aliança pela Baixada, porque ninguém ganha eleição no Rio de Janeiro sem aliança na Baixada. Não é algo que eu concorde, que eu goste, que eu ache bom que tenha sido conversado conosco, essa é uma decisão dele, mas o que ele está fazendo, pelo que eu consegui depreender...

é exatamente tentar ampliar o seu apoio na Baixada Fluminense, e vi de que, em 2022, a maioria dos municípios aqui deu vitória aos bolsonaristas, não deu vitória ao Lula. Então, eu acho que ele está sendo pragmático.

nesse campo eleitoral. Mas ele afirma permanentemente que o palanque dele, Eduardo, isso ele diz o tempo todo e nos disse muito recentemente, é do Lula, por convicção, por ética, por agradecimento e por um histórico que eles construíram. Então, eu não tenho por que duvidar de que o palanque de Eduardo Paes será de Lula. Agora, o que a vice dele vai fazer, o que o Austin Reis vai fazer...

Parece que também está nítido, né? Que eles também vão estar com o pé no palanque de Flávio Bolsonaro. Mas isso aí, o Rio de Janeiro é um caso a ser explicado para o mundo. Não é só para nós, não é para o mundo. Porque é um caso que realmente tem envergonhado. O Rio de Janeiro tem envergonhado a nossa face, o nosso rosto, a nossa identidade. Para o Brasil inteiro. No Congresso Nacional todo mundo me pergunta o que está acontecendo com o Rio de Janeiro.

uma sequência de governadores presos, governador caçado, governador denunciado, governador impeachment. A gente perdeu a institucionalidade e precisa recuperar a autoridade contra o crime organizado, recuperar a institucionalidade do Estado do Rio de Janeiro e o desenvolvimento aqui, que está jogado na lata do lixo. O projeto de desenvolvimento não existe no Rio de Janeiro há muito tempo e precisa ser recuperado e ser retomado.

O que você e o seu partido defendem para o Rio de Janeiro nesse momento? Eleição direta, eleição tampão, aguardar até outubro e eleger logo um governador só? Como resolver esse imbróglio?

Esse bloco será resolvido pelo Supremo Tribunal Federal, Marcelo. Não adianta a gente defender isso ou aquilo. Isso vai ser resolvido pelo Supremo Tribunal Federal. Ele estava aguardando o acórdão do TSE, esse acórdão já saiu, isso tem que voltar à pauta. Eu acho que hoje está empatado no Supremo, provavelmente o Fachin vai ter que desempatar.

Se der a eleição indireta com voto secreto, que era o que estava nos votos dos outros ministros, você pode ter a disputa de André Siciliano dentro da Assembleia Legislativa, com chance de ganhar. O que seria, no contexto da eleição indireta, o melhor resultado para nós.

porque o André Ciliano é um cara do Lula, é uma pessoa que sempre apoiou e sustentou o Lula e que poderia, de fato, ter na máquina estadual um palanque, não um palanque, mas uma estrutura que não ficasse corrompida e sustentando a extrema-direita. Então, a gente teria uma blindagem da extrema-direita nesse governo estadual.

Se for uma eleição direta, acho difícil que a gente tenha duas eleições em dois meses, três meses. Então, é possível que estendam o mandato do atual Ricardo Couto para ter uma eleição direta somente em outubro. Então, a gente ainda não sabe o que vai acontecer e vai depender muito do que o Supremo Tribunal Federal vai decidir. Ok. André, é por você, porque eu sei que a gente ainda tem... Ok.

Eu vou trazer rapidamente os comentários para poder liberá-la. Deputada, primeiro agradecer aqui a Regina Líssima, que fez um superchat falando sobre... Deixa eu pegar aqui rapidinho. Bom dia, André, Auler, querida deputada Jandilha, parabéns. Obrigada. Você nos representa. Bonito discurso no dia 34 do Congresso. Exatamente. Muito bonito mesmo. Aí tem uma questão, falando sobre a questão do Eduardo Paes, que não é confiável.

Física e matemática, o governo apoiando figuras como Eduardo Paes ajuda em quê? Acho que tem a ver com essa pergunta do Marcelo, quer dizer, até que ponto pode trazer ali algum tipo de benefício político. Deixa eu pegar aqui a Jandira, que tem um comentário importante, da Maria Salomé. Jandira, entendemos que as alianças devam acontecer, porém a esquerda deveria ter um projeto unificado para o desenvolvimento no país. Sem esse, continuará uma coxa de retalhos e projetos divergentes.

Mas, por outro lado, parece que a gente também não tem condições de abrir mão dessas alianças nesse momento. E te devolvendo já, Jandira, tem aqui uma pergunta de, provavelmente, um eleitor. Jandira, você vai se candidatar? É contigo.

Nós vamos mudar no Congresso? Essa eleição vai mudar um pouco a face do Congresso na sua visão? Bom, primeiro vamos começar pelas primeiras perguntas, né? Tá. O que ajuda ter o Eduardo Paes? Ajuda ter um palanque para o Lula, num estado da importância do Rio de Janeiro.

A gente não tem nenhuma candidatura de esquerda viável aqui. Nós não temos candidatura viável no Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro, pela esquerda. Então, aqui é necessário que a gente amplie o nosso olhar para que o Lula tenha um palanque forte. Porque o Estado do Rio de Janeiro vem dando vitória aos bolsonaristas desde 2018.

Então, é necessário que a gente vire esse jogo para isso garantir a vitória de Lula no Brasil. Então, ter um palanque, nós não teremos o palanque, o palanque de São Paulo é um palanque forte, não sei se ganhará a eleição, que é o Haddad.

O Haddad, Simone Tebbet e Marina é um palanque fortíssimo, importante para o Brasil, que São Paulo consiga construir um palanque desse tipo. Só que no Rio nós não temos essa condição de construir nesse momento. Então, a frente ampla, nesse caso, com o Eduardo Paes, é o que possibilita um palanque mais forte para...

Do ponto de vista nacional, se a gente tivesse um congresso, aí junto com a pergunta do Marcelo, de pelo menos 250 votos, 200 votos, a gente teria uma garantia, inclusive, de não ter impeachment do nosso presidente. Hoje nós temos um congresso onde se você esticar muito, como ontem, deu 144 votos.

contra o pele da dosimetria. Essa é a nossa realidade, nós temos que lidar com ela. Então, com essa realidade, o Lula é obrigado a fazer determinadas alianças na composição de governo, mas isso não impediu, por exemplo, que Lula entregasse as políticas públicas que entregou. Eu acho, inclusive, que um próximo mandato de Lula vai olhar para o Brasil de forma estratégica, não apenas como um governo da inclusão, mas um governo que olha o Brasil em 2050.

E é desse jeito que ele está pensando e foi desse jeito que ele nos disse que ele não quer fazer um próximo governo que seja apenas a inclusão, mas que seja um governo do desenvolvimento, um governo da defesa, um governo da indústria, um governo do emprego qualificado, um governo que pensa estrategicamente esse país. Então, eu não acho que as alianças tiram ele desse rumo.

Nós precisamos mexer na política macroeconômica, com esse juro não dá, sem controle de fluxo de capital, tudo isso vai ter que ser mexido. Mas é muito importante que ele observe um projeto nacional de desenvolvimento para o país e é isso que nós queremos de Lula no seu quarto mandato. Então, o Congresso precisa manter os que hoje já são importantes, mas ele precisa substituir esses deputados horríveis.

Essa coisa, eu até brinco, essa coisa cafona, careta, essa coisa reacionária de extrema-direita que a gente está vendo no Congresso. Eu acho que o índice de reeleição vai ser alto ainda, vai ser alto, porque existem instrumentos de reeleição, como emenda parlamentar e uma série de outros instrumentos, além de prefeituras e etc., que muita gente conservadora aí tem, e de extrema-direita também.

Mas eu acho que a gente pode avançar em ter mais parlamentares no nosso campo, na Câmara e no Senado. Eu, inicialmente, já tinha dito, isso aí vazou para todo lado, eu nunca anunciei publicamente que não seria candidato.

Mas eu, de fato, tenho oito mandatos já e senti desejo de estar na política, não ia me aposentar, estar na política num outro espaço, numa outra tarefa. Mas, pela conjuntura política complicada que nós temos no Brasil e fora do Brasil, nesse momento, eu resolvi me manter no jogo. Sou pré-candidata novamente à deputada federal e vamos entrar em campanha daqui a pouco para tentar voltar para o Congresso Nacional.

Marcelo, contigo. Bom, eu agradeço. Tem assunto, né? Tem seis por um aí que todo mundo tá cobrando. Se vai dar pra ir. Eu quero falar. Então fala. Vai passar o seis por um. Hoje é primeiro. E hoje tem Copacabana. Hoje tem Copacabana à tarde. Duas horas da tarde aqui no Rio.

14 horas no posto 5, tem Copacabana. Apesar do show da Chafira lá, que vai enlutar aquela praia, né? Não, mas isso é amanhã. É, mas já tem gente lá. Já tá lotando lá. Mas que bom, né? Todo mundo participa do 1º de maio. Turista, não turista. Aliás, o 1º de maio não foi colocado em Copacabana por acaso. Foi também por isso. Porque tem mais gente que pode ser envolvida nessa temática e nessa luta. Eu acho que o 1º de maioistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsistsists

que tinha como pauta central o fim da escala 6x1. Essa pauta vai continuar, e é muito importante essa pauta para os homens, mas particularmente para as mulheres, que as mulheres, na sua grande maioria, a jornada é 7x0, não tem 6x1, porque o trabalho doméstico, a dupla jornada, isso tudo é terrível para as mulheres. Não há estruturas públicas.

de serviços, então as mulheres, quando chegam no domingo, ainda tem que lavar roupa, passar roupa, fazer a marmita da semana inteira, fazer faxina, cuidar de filho, cuidar de pessoa com deficiência, cuidar de idoso, a política, toda a economia do cuidado é em cima das mulheres.

Então, as mulheres têm 7 por 0. Então, é muito importante que a gente, ao mesmo tempo que defenda o fim da escala 6 por 1, que a gente também reivindique equipamentos públicos para que as mulheres possam se desprender um pouco desse trabalho doméstico e possa viver um pouco mais a sua vida, o seu prazer e o seu lazer.

Então, essa é uma pauta central para nós e a pauta central para os trabalhadores brasileiros. Mas acho que não dá para defender essa pauta sem desenvolver uma política de desenvolvimento, para ter emprego, para ter oportunidade, empregos qualificados e salários melhores. E hoje, por conta disso que aconteceu em Brasília, nesse final de semana, obviamente vai entrar na pauta a crítica ao Congresso, a defesa da democracia. É impossível que isso não seja feito.

porque necessariamente a política não pode viver sem democracia e sem soberania. Esse binômio, nenhum movimento pode abandonar. Então, eu penso que hoje essa pauta cresce, eu acho que o primeiro de maio cresce depois de ontem, e acho que nós precisamos ter uma pauta ampla, ao mesmo tempo que a gente defende o fim da escala 6x1, e eu vou estar lá daqui a pouco.

participando também desse 1º de maio, junto com todo mundo que tem uma visão de Brasil, tem uma visão de Brasil a favor do mundo do trabalho. A gente não tem uma manifestação a favor da escala 6x1, porque aqui em São Paulo terá, por incrível que pareça, no 1º de maio, uma manifestação a favor da escala 6x1. É incrível isso, não é?

Mas a extrema-direita não quer votar, quer votar depois da eleição para tentar derrotar. Mas eu diria para vocês, no andar que vai a nossa carruagem ali, pelo menos na Câmara, o Senado não tem o domínio total da informação agora, posso ter daqui a pouco, mas nesse momento na Câmara a projeção é que a gente vote, entregue essa lei no primeiro semestre.

Na Câmara a gente vota até o final de maio, e aí vai para o Senado, e eu espero que ali a gente não tenha a derrota dessa pauta. Ainda mais no ano eleitoral, botar digital contra isso é muito complicado. Eu acho que a maioria ali também pode dar vitória ao fim da escala 6x1. Muito bem. Jandira, obrigado. Eu que agradeço, está sempre à disposição. Obrigado, um beijo. Até as 14 horas, Marcelo. Até as 14 horas, e aqui a porta está aberta sempre. Volte.

Não, com certeza. Tchau, gente. Um abraço. É isso. Primeiro que, assim, está chovendo de parabenização aqui, as pessoas dando parabéns para a sua filha, então depois pede para ela olhar o chat, viu? Vou mandar ela olhar o chat. E as pessoas lembrando, falam assim, Ah, o Leré é da Shakira. Shakira? Eu não sei quem é. Eu descobri que minhas filhas vão estar lá.

Não é a minha bolha, a minha bolha é outra, a minha bolha é chorinho, samba enredo, a minha bolha é roda de samba, desculpa. Eu gostei muito de um artigo que eu li dessa menina, que saiu publicado, se eu não me engano, na Folha de São Paulo, ela explicando que tem que defender o papel das mulheres, mas isso que a Jandira estava falando, dessas mulheres que trabalham 7x0.

E ela, parece que ela é mãe também, eu não sei, pelo que eu entendi. Mãe, ela sofreu, obviamente, um processo muito pesado com a separação, que é um jogador de futebol, agora eu até esqueci o nome dele. Normalmente a gente esquece, né, quando essas pessoas são muito tóxicas, mas ela fez uma luta muito forte. Mas mais do que isso, ela é colombiana, tem uma relação muito forte com o Brasil, tem essa relação da latinidade, sabe, Marcelo?

Acho que a gente se encontra nessa relação da latinidade e isso é fundamental, né?

Mas ela é muito legal, é uma figura que é bem importante. Gostei muito do que eu li, que ela escreveu e que eu li, distribuí, inclusive, para uma amiga minha lá de Belo Horizonte, que também é mãe solo, que sustenta o filho de três anos e meio com dificuldade porque o pai nem sempre está presente, essas coisas todas. Então, eu não a conhecia, não conheço as músicas dela, vou até dar um pouco de atenção a isso. Essa é uma diferença da minha geração, né, ô?

Porque a gente tem outros ícones da música popular e não acompanhamos essas novidades que aparecem em esses ritmos diferentes. Eu estou muito mais voltado aos ritmos antigos. De qualquer forma, estou aberto a conhecer e gostei do que ouvi dessa moça. Gostei muito. Perdão que eu errei o nome dela, porque eu não gravei ainda. Agora...

André, eu mandei para você, vamos ver se a gente mostra aí para os nossos telenautas, aonde estarão as manifestações de 1º de maio hoje. Tem em Brasília, Brasília eu acho que agora é de manhã, né? Eu não sei que horas é. Eu estou com uma lentidãozinha aqui. Brasília vai ser no Echão, na 106 Sul.

o primeiro de maio, pelo fim da escala 6x1, depois de Brasília, Rio de Janeiro, 14 horas, São Paulo, na Praça Roosevelt, foi agora às 9 horas da manhã, Belo Horizonte, ou seja, está sendo, né? Belo Horizonte, Minas Gerais, na Praça Raul Soares, às 9 horas da manhã.

Fortaleza, no espigão da Rui Barbosa, Praia de Iracema, 15 horas. Vou deixar você chegar lá no Fortaleza. Aí, Salvador, atento do bairro Cabula, às 8 horas da manhã. Salvador acordando cedo, Baiana acordando cedo para fazer manifestação. É algo...

surpreendente. Não é, viu? Não é, porque eu estive lá na manifestação do dia 20 de novembro e elas começam cedíssimo. Então, assim, é muito massa, viu? Olha que massa. Vamos lá. Boa Vista, Portal do Milênio, Praça das Águas, às 17 horas. Manaus, Praça Matriz, está sendo agora às 9 horas da manhã.

Curitiba, Praça 19 de dezembro, 13 horas. Vitória, Praça Getúlio Vargas, no centro, das 8 às 14 horas. Vai ficar o dia lá. Rondonópolis, Mato Grosso, Praça do Lions, 16 horas. Criciúma, Santa Catarina, Estrada do Terminal Central, 8 horas da manhã.

Cascavel, Paraná, Calçadão, em frente à Catedral, 17 horas. Uberaba, Minas Gerais, Praça Doutor Jorge Frange, 9 horas. E Uberlândia, Minas Gerais, Praça Simone da Silva, 8 horas. Não apareceu Porto Alegre, que alguém perguntou aí, mas aqui nesse card não surgiu nenhuma informação de Porto Alegre, não sei por quê. Eu vou procurar aqui, vou dar uma olhada aqui para ver se a gente tem essas informações.

Mas é um 1º de maio muito importante, até por conta de toda essa estrutura política desse cenário que a gente vive nesse final de semana. Eu acho que é o início de um processo de manifestações que a gente tem que fazer esse ano. Bom, eu acho que tem que ser um início de manifestações e não sairmos mais da rua. Mas eu sei que isto é algo difícil de acontecer.

Nós temos, e olha, estou falando isso para o nosso Telenota que está nos ouvindo em casa também, que nos aplaude e nos dá likes aqui. Nós temos que sair da política da poltrona. Temos que ir para a rua, bater perna. Temos que conversar.

Você sabe o que eu venho fazendo? Eu sou um cara solteiro, moro sozinho. Então, eu faço supermercado, eu cozinho. Sabe qual é a minha prática, tem sido, nos supermercados, André? Ah, adoro fazer isso. Eu falo da jornada 6x1. E aí, os caixas, as caixas, que são mulheres hoje, a maioria, e as empacotadoras se empolgam.

defendem, temos sim que fazer isso, temos sim que fazer isso. E aí eu começo a falar, mas olha, tem que prestar atenção que tem deputado aí que está defendendo a Bolsa Patrão. Não pode votar nesses deputados de novo. Nós temos que tirar esses deputados do palanque, do Congresso.

E aí eu faço o discurso da atenção para as eleições. Eu acho que todos nós temos que fazer isso o dia inteiro, com todo mundo que a gente esbarrar na rua, com algum motivo, seja pelo 6x1, seja pelo que for. Porque só assim que vai ter o conseguimento. Não podemos ficar só jogando nas costas dos outros. Ah, quem é? Falta o partido convocar? Ah, falta não sei o que lá. Hoje tem que sair de casa e ir para a Copacabana.

aqui no Rio. Entende? E nas outras cidades, e para onde tiver manifestação. E nós temos que começar com parruas. Isso que o genuíno também vem falando o tempo inteiro. É isso. Achei, olha aqui. O Grande do Sul. Achei, olha aqui. Então, vamos lá. O Grande do Sul temos. Caxias do Sul, a partir das 14h, no pavilhão da Festa da Ova, Passo Fundo.

das 13h às 21h, Pelotas, na Praça Coronel Pedro Osório, das 14h às 22h, e em Porto Alegre, devido à previsão de chuva, o local do festival foi alterado para a Casa do Gaúcho, no Parque Hermínia, a partir das 10h, em Santa Maria, das 14h às 20h, ainda com local a confirmar.

Então, você vê, e aqui no site da CUT, Marcelo, tem também as manifestações que não pegam somente a capital. Então, por exemplo, em São Paulo tem Bauru, tem Campinas, Ferraz de Vasconcelos, Jacari, Osasco, Santos. Olha que importante, São Bernardo do Campo, São Carlos, São José Vio Preto, Itabou da Serra. Quer dizer, é importante também a gente mostrar que tem uma mobilização muito grande para esse 1º de maio. Sim.

Tem mobilização, eu espero que dê resultado, e eu espero que isso sirva para alimentar, dar continuidade à mobilização até as eleições. Com certeza. Porque, como a Jandira disse, nós estamos numa luta ferrenha e difícil. As emendas parlamentares foram feitas...

para garantir a reeleição de quem já está lá. Com essas emendas que nós vamos precisar derrubar, fica muito difícil renovar o Congresso. É muito difícil qualquer cidadão sair do zero e chegar lá. Aqui no Rio tem um caso que vai dar certo, eu acho, que é a ex-ministra Nízia.

Ela está mobilizando, eu estou vendo nas redes, uma grande mobilização por ela, principalmente do pessoal da Fiocruz e de comunidades em torno da Fiocruz, da Lina Maré, aonde a Fiocruz, durante a gestão dela, fez diversos trabalhos. Houve o caso desse RIC, que se elegeu vereador por conta do Vida Além do Trabalho, do VAT.

pelo PSOL e ele é lá da Zona Oeste. Mas são poucos os trabalhadores que conseguem um mandato, seja ele de vereador mais baixo ou de deputado estadual, saindo do zero. Saindo do nada. Por quê? Porque o jogo está feito.

Para quem já está no mandato, permaneça no mandato. Use o dinheiro público. Você vê, neste mandato tampão do desembargador Ricardo Puto, ele já demitiu mais quase mil pessoas, quase mil aspones. Você sabe o que é dizer aspone, né? Eu acho que todo mundo sabe. Não vou precisar falar aqui.

São assessores do nada. Assessores que nem crachatiam. Isso é cabelo eleitoral. Por isso que há um desespero na Assembleia Legislativa do Rio. De querer botar o Douglas Lula lá como governador interino. Porque o esquema mafioso do Cláudio Castro, que é um esquema mafioso do Cláudio Castro e do Flávio Bolsonaro, da família Bolsonaro, está ruindo.

Está todo moído. O desembargador está demitido. O desembargador cancelou licitações e contratos e mandou fazer um raio-x de cada contrato acima de 10 milhões, mas detalhado para saber por que das despesas. E isto é que está deixando o pessoal no desespero.

E isso está desmontando esquemas mafiosos preparados para a eleição. Eu defendo o voto popular. Eu sou contra o voto indireto na Assembleia. E, Marcelo, inclusive, ele cortou a verba do show da Shakira, porque uma parte era do governo do Estado, uma parte era a prefeitura e outra parte era o governo. E ele cortou a verba, viu? Isso eu nem acompanhei. Foi. Aliás, é uma outra coisa maluca.

Tem prefeituras aí que estão com a maior dificuldade de atender o público, e, no entanto, estão gastando milhões em shows. Estão gastando milhões em shows. Olha, eu tenho uma boa notícia para o nosso público aqui, tá? Acabo de receber, eu mandei uma mensagem para...

para a ex-ministra Simone Tebet, vou falar no ar aqui, para ela ficar sabendo que está comprometida. Ela deu uma entrevista aí, eu disse assim, ministra, e a minha vez, quando será? E ela disse assim, semana que vem sem falta. Já avisei ao Rodrigo, que é o assessor dela, mas não sei com quem ele está falando do 247. Então é isso. Semana que vem teremos Simone Tebet no 247. Espero que no bom dia.

André, não sei se vai estar aqui ou se já vai estar de volta. Não, a Daphne já volta na segunda-feira. Eu vou saber com o Léo aí com quem está sendo feito isso. Bom, mas vamos voltar ao Rio de Janeiro?

Eu não sei, você quer ler aí os comentários? Temos comentários do nosso Telenópolis? Tem comentários, sim, mas só esse ponto que ontem ouvi essa notícia, Aurel, e realmente o desembargador Ricardo Couto decidiu não patrocinar o show da cantora Shakira. O motivo? Crise fiscal, obviamente, muito grave no Estado, e necessidade de priorizar gastos essenciais. É interessante.

esse tipo de ação, né, Marcelo, num momento em que tem uma disputa tão profunda, né, nesse... que o Rio de Janeiro tem enfrentado nesse momento, né, então é... vamos ficar de olho. Ó...

Estou querendo de tudo aqui. É de parabéns até arrumar uma companheira para você, o Raul, olha aqui, o André Machado. Vamos arrumar um casamento, Raul. Que seja para dividir a história, não para ficar fazendo comida para ele. Não, eu estou bem encaminhado. Não se incomode com isso, Raul. Não se incomode com isso.

Agora, o que você falou, as pessoas estão comentando aqui, que é esse movimento formiguinha, de ir nas ruas, numa feira, num supermercado, e falar, a gente tem que se comunicar, e eu realmente uso muito esse espaço da rua para a gente trazer essas informações, passar essas informações, porque é no senso comum também que se constrói uma base política, então, eu acho importante essas ações que você faz.

O Hugo está falando aqui, urgente, Global Sumit Flutília está sofrendo ataques e sabotagens nas ruas, nas suas embarcações. Inclusive, ontem, eu conversei com o João Aguiar, falando sobre a situação, e ele disse, de uma forma muito contundente, que há, sim, um canal entre a Global Sumit Flutília e a diplomacia brasileira para tentar resolver essa situação. Lembrando que eles foram capturados assim.

muito sequestrados, muito longe, não estavam em águas que pertencem, as águas internacionais não pertenciam e não pertencem a Israel. Mas vale a pena a gente comentar e ficar de olho sim. Olha aqui, Andréia, sobre isso, sobre isso, sobre isso, eu estou te mandando uma matéria que eu recebi, mas eu falei agora de manhã com a Lara Souza.

que é a esposa do Tiago Adler. Ela disse que... teve lá... liberaram... liberaram a maioria dos presos... sabemos... mas duas pessoas, três pessoas foram presas... mantiveram presas... entre elas o nosso Tiago.

e outro companheiro, o Saif, aqui do Rio e do Brasil, também foi preso, estão no barco com eles. Não sabiam para onde iam levar. Se serão levados de barco, avião e quando acontecerá. E diziam que eles iam para a Grécia. A embaixada espanhola, como tem um espanhol preso...

a embaixada espanhola está tentando impedir que os levem para outro lugar. Então, eu não sei, eu te mandei uma notícia aí sobre essas prisões. Eu não consigo abrir porque tem que ser por assinatura, então entra uma... Então é, pois é. Aí uma fecha, a possibilidade. Mas o Tiago estava preso. Não, e o Zé Maria também. O Zé Maria, não.

Não, não é o Zé Maria, mas tem uma pessoa... Não, não, não é o Zé Maria, não, é o outro. É outro. É. Fiquei na dúvida, mas... É o da Federação Nacional dos Petroleiros. Espera aí que eu te digo. Da Federação Nacional dos Petroleiros, que eu falei com eles ontem. É o... Leandro. Leandro Lanfredi.

tá? Leandro Lanfredi. É isso. Lanfredi, é isso. Que é da Federação Nacional dos Petroleiros. É esse aí. Que eu posso até te mandar. Ele tinha... Eu posso te mandar, se você quiser, para mostrar. Eles fizeram o seguinte, como da outra vez. Vídeo, né? Fizeram um vídeo com antecedência e disseram, se vocês estiverem vendo esse vídeo,

É porque eu estou preso. Eu estou sendo preso. E aí confirmou-se. Eu te mandei aí o vídeo dele. Não sei se dá para a gente mostrar ainda. Não tem nenhum problema de direito autoral. Pelo contrário. Isso é um vídeo do Instagram. Que a Federação... Ele está divulgando. E a Federação Nacional dos Petroleiros também estão divulgando. Agora, eu não sei. Nós temos que ver com o nosso... Com o Itamaraty.

Qual é a providência que estão tomando para essa questão dele estar preso junto com o Tiago? Porque prenderam os 40 barcos da flotilha, parece, liberaram 98% dos tripulantes, mas tiveram eles presos. Estavam na costa marítima da Grécia, não tinha nada a ver no espaço marítimo do Israel.

E estavam indo para Gaza para levar alimentos, remédios, auxílio. E, no entanto, houve a prisão em águas internacionais, que é ilegal. Agora vamos ver o que vai acontecer com eles. Eu não sei, você quer mostrar o vídeo? Vou passar, vou colocar aqui, peraí, só... Deixa eu baixar aqui na tela. Eu tive que baixar ele para a gente colocar aqui. Vamos pegar aqui agora.

Vamos ver aqui, Leandro Lanfredi. Aqui eu, Leandro Lanfredi, petroleiro, cidadão brasileiro, fui sequestrado e conduzido contra a minha vontade pelas forças de ocupação de Israel que me impediram de chegar ao Estado Palestino, o Estado esse que é reconhecido pelo Estado brasileiro.

Se você estiver vendo então esse vídeo, peço que repasse essa mensagem, exija que o governo brasileiro Itamaraty atuem pela minha libertação e de todos os outros demais sequestrados e para que o Brasil rompa relações diplomáticas, comerciais e militares com a entidade colonialista e racista conhecida pelo nome de Israel.

Muito bem. Mauro, deixa eu só trazer aqui um comentário do... Na verdade, agradecer aqui ao superchat do Ronaldo Tavares. Ele é setorial estadual de esporte e lazer, PT Rio de Janeiro. Estamos em BH, no corre do trabalhador. Muito bem, Ronaldo. E essa fala é importante do Leandro, porque quando eu vi isso... Foi ontem que eu vi.

Eu falei, olha, mais uma vez, Israel usando de uma propaganda também, porque ele faz isso como uma forma de tentar minar qualquer tipo de ajuda humanitária, né, Marcelo? Esse é o ponto. Sim. Pois é, agora vamos ver se a gente consegue libertar todo mundo. E se a ajuda chega a Gaza, né? O problema é que Israel está impedindo que a ajuda humanitária chegue a Gaza. Exato, perfeito. Entende?

Nós temos que fazer ajuda humanitária também para Cuba. Também para Cuba que precisa. Nós já fizemos aqui várias vaquinhas para mandar remédio para Cuba. Eu estou negociando de fazer mais ainda. Bom, vamos voltar a falar sobre o Rio. Você falou do corte da verba para o Rio. Eu até entendo...

que o desembargador, estando interinamente no governo, tome essas precauções. Suspenda essa verba, porque ele não sabe como é que foi feito isso. Ainda que a gente não possa esquecer, André, que, por exemplo, a previsão é de 2,5 milhões de pessoas amanhã em Copacabana.

E não são 2 milhões e meio de cariocas ou fluminentes. São 2 milhões e meio. Eu estou com uma amiga minha em Vitória, querendo voltar para o Rio, e disse que a dificuldade é que não tem gol, está todo mundo lotado por causa do show. Entende? É gente de todo o mundo que está indo para cá. E isso gera uma economia para o Rio. Não podemos negar isso. Embora eu aplauda a posição do governador.

Porque essa verba seria mesmo para beneficiar o show? Ou ia ficar no meio do caminho? Ou ia ser desviada no meio do caminho? Por isso que eu sou favorável. Acho, já falei, que eu sou favorável e eu voto direto. Agora, que precisa fazer essa limpa no governo que está sendo feito, também precisa.

O ministro Alexandre de Moraes deu uma decisão na famosa ADPF 635 da favela, porque nesta ADPF 635, tem lá investigando, é aquela que investiga a ação de polícias militares em operações dentro de comunidades. É antiga, vem lá do tempo de Fachin ainda, que não era presidente. Quando na pandemia...

O Fachin proibiu ingressos em comunidades e operações policiais sem estar tudo mapeado, planejado e com orientação do Ministério Público do Estado do Rio, que diga-se de passagem, aqui no Rio de Janeiro é falho, é omisso. É omisso. E aí, a partir destas decisões, o...

ministro, a DPF vem acompanhando essas operações, principalmente aqui no Rio. Você não sabe a quantidade de amigos curing que tem nessa DPF. São incontáveis entidades da sociedade civil, mas também de procuradores, de advogados.

E ela está... aí houve aquele famoso operação contenção em 28 de outubro na Vila Cruzeiro, lá na Penha, em que mataram 121 pessoas, 117 populares e 4 militares, 4 policiais. O Alexandre de Moraes mandou a Polícia Federal investigar esse caso.

por não acreditar nas polícias do Rio. Mandou a polícia militar e a polícia civil apresentar ao Instituto Nacional de Criminalística os vídeos das maquininhas, das filmadoras, das fardas desses policiais. A polícia civil, através da coordenação de operações de repressão, corre!

apresentou o DEL, mas apresentou de tal forma que você não conseguia baixar o vídeo para o computador, você só conseguia ver. E sem baixar você não tem como periciar, saber se foi cortado ou não foi cortado, foi editado ou não foi editado. Já a Polícia Militar fez pior. Mandou 4.500 horas de vídeo.

Mandou vídeo de tudo, não só da operação. Já não, está aqui, ó. Aqueles policiais que estavam lá eram esse, e essas são as imagens da máquina dele. E veio uma imagem de tudo contra o lado. A perícia disse assim, ministro, somos dez peritos. Para analisar isso, são mais de três anos de trabalho. O ministro agora deu uma contra-ordem.

mandando a polícia apresentar definitivamente os vídeos relativos àquele dia, àquela operação. E de forma que venha com os códigos todos que permitam baixar o vídeo, não apenas ver. O governador precisa dar uma resposta nisso. Porque no tempo do Claudio Castro, ele passava a mão com o Claudio Castro.

elogiou a operação, porque essa operação deu a ele um destaque naquela época, agora caiu. Ainda assim, como lembrava um telenauto aí, Cláudio Castro está ali ao lado da Benédia, escutando o Senado. Cláudio Castro matou 120 pessoas naquela operação e foi aplaudido na igreja onde ele vai à missa. Tem de ser um absurdo total. E ele vinha.

escondendo isso tudo porque ele não quer apuração para mostrar que ele fez a maior chacina do Rio. Isso não pode passar batido. E as pessoas não podem achar que é como ir com isso que vai resolver o problema da criminalidade. Porque ele foi lá, matou 120, no dia seguinte eu fui lá, o tráfico estava lá de fuzil na mão. Eu vi indo lá.

E aí a população acha que matando resolve. E não resolve. Então, Andréia, o governador precisa fazer uma limpa muito grande. Agora, eu não sei se é o melhor caminho. Pois é. Mas o problema que eu sei é que se convocar uma reunião, uma eleição indireta nesta Assembleia, vai ser trocar seis por meia dúzia, manter tudo como Dante no quartel de Abrantes.

o esquema da corrupção para tentar garantir a reeleição desse grupo mafioso ligado ao Cláudio Castro e diretamente ligado ao Flávio Bolsonaro, a família Bolsonaro.

Muito bem. Olha, Auleiro, dê uma olhada aqui rápido, porque tem esses dois lados. O fato, por exemplo, com relação a esses shows, que são shows gratuitos, e teve uma pessoa no chat que lembrou, olha, tem muita gente que não tem recurso financeiro para ir para esses shows, e é interessante. É gratuito, é na praia. É na praia. É na praia, é maravilhoso, vamos lá. E assim, né? Na areia. Na areia. Tem que chegar cedo. Vai ter que chegar cedo.

Agora, olha a estimativa. Para você ter uma ideia, a estimativa agora da Prefeitura Oficial do Rio de Janeiro com relação ao show da Shakira é em torno de 776 milhões a 800 milhões na economia da cidade. Para você ter uma ideia, no show da Madonna, o impacto econômico estimado foi cerca de 300 milhões, de 300 a 350 milhões, um público de 1,6 milhões de pessoas.

Lady Gaga, um pacto econômico de 600 milhões. Agora, é o que você fala, né? Para onde vai, né? A partir desse... Chegou, tem esse recurso, o que a gente tem que ficar de olho é isso, como que ele é repassado, mas que tem um efeito muito positivo para a cidade, tem, né, Auler? Isso é incontestável. Sim, tem efeito positivo.

Eu não sei como é o esquema, porque eu não estudei isso a par... Mas tem, por exemplo, as organizações Globo que vão transmitir ao vivo. Elas devem estar bancando alguma coisa dessa viagem toda. Porque tem custo isso tudo. Tem hospedagem dela no Copacabana Palace. Entende? E não é ela, é a equipe dela. A Anitta, que vai estar junto lá, deve estar hospedada também.

Porque eles fazem uma passarela direto do Copacabana Palace para o balcão. Então, tem custo, tem custo. A prefeitura está bancando? Está bancando. É justo bancar? Acho justo bancar, desde que tenha controle. Porque isso é investimento. Isso traz retorno. Isso traz retorno para a cidade como um todo. Entende? Aeroporto!

ônibus, hotel, herbi, camelô, comércio, bar, restaurante, bar, padaria, tudo movimenta a cidade economicamente. Fica até difícil de andar na cidade. É, com certeza. Tem pessoas aqui falando, olha, curiosamente o morador do Rio de Janeiro está saindo da cidade.

Aurel, a gente está indo para o final do nosso bom dia. Primeiro que eu quero agradecer a Aurel, porque a gente estava no esquema de plantão, então ele veio aqui me ajudar, e a gente ficou aqui uma hora juntos. Eu agradeço muito. Agradecendo também a todas as pessoas que ficaram conosco, e agradecendo aqui a gentileza de todos vocês, nessa semana que eu cumpri a Daphne. Muito obrigada.

Marcelo, eu passo o que você... Obrigado a você por essa semana que a gente esteve junto. Vou sentir falta, mas depois eu apareço de noite uma hora lá pra gente se encontrar. Isso, vamos combinar. Obrigado a Jandira por ter vindo no feriado aqui ajudar a gente. Era pra ser 15 minutos, acabou ficando quase meia hora. Não sei se nós atrapalhamos muito a agenda dela. Mas foi ótimo e está todo mundo pedindo mais. E aí vamos, quem estiver no Rio,

para a Copacabana, quem estiver na outra cidade, para as manifestações nas suas cidades, mas vamos para a rua para cobrar a derrubada do 6x1. É isso. E até segunda-feira, para esse meu público aqui do Bom Dia. Muitíssimo obrigado, Léo. Quarta-feira que vem, tem Frei Beto aqui no Bom Dia.

Ó, vou assistir. Muito bem. Valeu demais, viu? Obrigadão. Um grande abraço a todo mundo. Beijo, até mais. E eu me despeço de vocês passando o quê? A programação, porque a gente está aqui, viu? Nós estamos on, on, on, ok? Então agora, olha só, 10 horas, nós vamos ter a Semana do Mundo, né? Falando sobre o 1º de maio, o giro das 11 às 11 horas, falando sobre o caso Messias, meio-dia, a Tuxi entrevista a Pepsi Cobar. Imperdível, né?

Desculpa, meio-dia, é isso, né? E às 13 horas tem o Costa Pimenta, porque veio dois atujos ali, eu fiquei perdida. Triptico às 14 horas, Brasil agora às 15 horas, 17h30 no dia em 30 minutos. Boa noite, 18 horas, 21 horas cessar fogo, 22 horas hoje não vai ter, porque nós vamos ter uma programação um pouco diferente. E às 23 horas a live do Conde.

Muito obrigada, beijo para todo mundo, e vamos seguir a programação, mas quem for às ruas, é só voltar depois e assistir tudo, tá? Mas a gente não pode abandonar essa luta jamais. Muito obrigada a todos, e até semana que vem, já, com a Daphne de volta das férias. Beijão para vocês, bom final de semana, bom feriado. Até logo.