Episódios de Podcast Unifaccamp

EP EXTRA #76 PODCAST UNIFACCAMP MATERNIDADE E CARREIRA COMO CRESCER SEM SE ANULAR

11 de maio de 20261h22min
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No episódio de hoje do Podcast UNIFACCAMP, recebemos Maria Paula Almeida e Cibele Carvalho para um bate-papo especial em comemoração ao Dia das Mães, abordando os desafios e conquistas de conciliar vida profissional e maternidade:
Com trajetórias inspiradoras em suas áreas e vivências reais da maternidade, as convidadas compartilham experiências, aprendizados e reflexões sobre equilíbrio, propósito e desenvolvimento pessoal e profissional.
Se você é mãe, pretende ser ou quer entender melhor os desafios e as potências desse papel tão importante, este episódio é para você! 💙✨
Assista ao episódio completo e descubra como é possível crescer em diferentes áreas da vida sem abrir mão de quem você é.
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Participantes neste episódio3
D

Dani Barbosa

HostJornalista
C

Cibele Carvalho

ConvidadoJornalista
M

Maria Paula Almeida

ConvidadoPsicopedagoga
Assuntos7
  • Conciliação carreira e maternidadeConciliação de vida profissional e maternidade · Desafios da maternidade real · Equilíbrio entre vida pessoal e profissional · Propósito e desenvolvimento pessoal e profissional · Rede de apoio para mães · Políticas públicas para mães e crianças
  • Presença maternaTrajetória de Maria Paula para ser mãe · Experiência de Sibeli com gestações não planejadas · A importância do exemplo materno para os filhos · O amor incondicional de mãe
  • UNIFACCAMP e CursosCursos de graduação e pós-graduação · Vestibular de Medicina · Corpo docente qualificado
  • Autismo e Ensino SuperiorAnálise do Comportamento Aplicada (ABA) · Terapia para desenvolvimento de crianças autistas
  • Plataformas digitais e marketingPós-graduação em Marketing Digital
  • Constelação Familiar e SistêmicaReflexões sobre o papel da mulher e o autocuidado
  • Publicidade e atençãoAnálise de campanhas publicitárias
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Estamos no ar Eba, olha, eu estava aqui com um sorrisão No rosto Porque essas entrevistadas Tem uma energia tão boa Deixa eu ajustar meu microfone aqui, meu Deus Elas são tão divertidas, tão legais Que papo legal, como é bom encontrar Boas pessoas, mulheres incríveis Ai, meu Deus Eu tenho certeza que o papo vai ser muito legal Vai passar tão rápido E eu tenho certeza que o papo vai ser muito legal

Mas, ó, faz o seguinte, antes de qualquer coisa, se inscreva neste canal. Ative o bendito deste sininho aí do seu YouTube. Por quê? Todas as vezes que eu falo aqui, ative o sininho, o que acontece? O seu smartphone, a hora que começar o podcast, agora 16h06. É, 16h07 aqui na Vivo, 16h06 aqui no estúdio. Você é notificado, você é notificada e pode nos acompanhar.

Mandar seu boa tarde, as suas chuvas de corações, assim, que vocês adoram mandar, né? As suas perguntas, suas dúvidas, porque o chat já fica aberto pra você participar, mesmo quando é episódio gravado, tá bom? Você sempre será muito bem-vindo, muito bem-vinda a estar com a gente.

Lembrando que este episódio maravilhoso especial do Dia das Mães também vai estar disponível na sua plataforma de áudio preferida. Eu amo ouvir podcast. Se você é como eu, se você tem a sua plataforma preferida, você também pode ouvir esse podcast lá. Deezer, Spotify, YouTube Music e vai ficar aqui no YouTube. Pra você ver quando, onde e o dia e o horário que você quiser, tá bom? E ó, outra coisa, nós temos Instagram, sabia?

Ah, meu Deus, você não segue a gente ainda não? Segue lá a nossa página no Instagram, arroba podcast Unifacamp. Segue o da nossa instituição, unifacamp.oficial. A gente divulga tudo lá pra vocês, nos bastidores, né? Uma forma de estarmos um pouquinho mais próximos a você. Você também pode sugerir o seu assunto. Olha, eu gostaria de ouvir sobre tal tema aí no podcast. Leva o professor do meu curso, leva o empresário aí da minha cidade.

Manda pra nós, a gente adora receber sugestões, tá bom? Entra no nosso site, unifacamp.com.br, ó o QR Code na tela, o diretor já colocou. Aponte a câmera do seu celular pra esse código aí na sua tela. Você conhece a nossa instituição, conhece a nossa infraestrutura, que está lindíssima, belíssima, cada dia melhor, pra receber você aluno Unifacamp. Eu aprendi que é Unifacampers, né, diretor? Unifacampers, como que é? Que eu posso falar legal, Unifacampers.

Você que é facampeiro, das antigas como eu, você que é Unifacamp dessa nova gestão, você que é Unifacamper, não importa, você sempre será muito bem-vindo, muito bem-vinda. Acesse o nosso site para conhecer os nossos cursos de graduação, pós-graduação, curso semipresencial, à distância também, né?

Então, tudo preparado com muito carinho para você, não só em questão de infraestrutura, não, mas também, principalmente, em corpo docente. Temos um corpo docente incrível, totalmente qualificado. Mestres, doutores, pessoas que estão no dia a dia, na prática, no mercado de trabalho. Tudo para proporcionar a melhor experiência e o melhor caminho para você trilhar sua vida profissional, tá bom?

Ó, lembrando que primeira mensalidade, você se inscreveu, se inscreveu pro vestibular, primeira mensalidade, R$ 49,00. Pois é, pra todos os cursos, exceto curso de medicina. O medicina, não. Mas os outros bilhões de cursos, sim, tá bom? Unifagamp.com.br. Vamos ao nosso papo? Falei tudo, diretor? Faltou alguma coisa?

Inscrições abertas, falei pro vestibular de medicina, tá rolando já, se inscreva. Dia 23 já, de maio, online, ó, a produção já fez um joia ali, eu vi ali, ó, 360, já deram joia. Então, dia 23 de maio, você que tem esse sonho de cursar medicina, vem cursar com a gente, Medicina Unifacamp, se inscreva no vestibular, tá bom, pessoal? Hoje, episódio ao vivo, vai rolar sorteio.

Como que vai funcionar o sorteio? Você vai ter que estar aqui com a gente. Participando na live do YouTube. Senão não vale. Senão não ganha. Eu tenho certeza que você vai adorar. Mas eu vou falar durante o programa, tá bom? Agora eu vou apresentar as nossas entrevistadas. Porque eu falei demais, né, diretor? Ai, vou até... É! Hum!

Boa, diretor. Ó, tem uma frase, ainda você que está nos vendo pelo YouTube, tem uma frase. Você tem que completar a frase. A frase é a seguinte.

Ser mãe é... Três pontinhos. O que é ser mãe pra você? Ser mãe é... Você completou essa frase aqui no YouTube. Seguiu nossa página. Seguiu a página da nossa patrocinadora. E depois a gente vai divulgar aqui tudo pra você. Você já está concorrendo, tá bom? Já põe a patrocinadora aí.

Põe na tela, por favor, diretor. Ela, muito gentil, está patrocinando este episódio. Tá na minha tela aqui? Ó, doutora Bárbara Isaías. Não põe, não, porque aí você mostra as entrevistadas. É surprise. Como se ninguém soubesse, né? Olha lá, o doutorabarbaraisaías é arroba...

doutora.dra.bárbara__isaías, com Y no segundo, I é um Y, então é I, Y, Isaías, com Y, tá bom?

doutora, abreviado, DRA, pra você que nos ouve e tal, de repente, dra.bárbara__isaías. Obrigada, doutora! Gravaremos um episódio bem especial com a doutora Bárbara. Aguardem. E agora vamos apresentar nossas entrevistadas de hoje, que estão super tranquilas, né, meninas? Boa tarde!

Agora sim, eu pedi vocês. A gente já tava aqui numa conversa, dando risada. Eu vou brindar vocês, vamos brindar. Oba! Que delícia, boa tarde. Boa tarde, Maria Paula. Boa tarde, Sibeli, querida. Boa tarde, Dani, boa tarde. Como que vocês estão, meninas?

Pode falar, gente. O meu coração é o 3, 3. Vocês não podem ficar assim, desse jeito. Vocês estão em casa, vocês estão em casa. Sibeli está no seu ambiente, Sibeli. Verdade. Maria Paula, é a primeira vez aqui no estúdio, né? Sim, é a primeira vez. O que você achou do nosso estúdio? Adorei, amei. Gostou? O arzinho tá bom pra vocês aí? Tá ótimo. A aguinha.

Eu já acompanho, né, os podcasts, o trabalho de vocês. Mas estar aqui tá sendo muito especial, viu? Muito importante mesmo. Pra gente também, um coração pra Maria Paula. E pra Sibeli, então, né, Sibeli? Vai chorar, hein, Sibeli? Gente, ficar do lado de lá…

Ele exige responsabilidade. Muita responsabilidade. Mas não é porque eu estou do lado de cá que também não tenho a responsabilidade de tu falar essa abobrinha que eu falo lá e ninguém ouve. Ai, gente, é uma sensação diferente. Nossa, eu vou ao vivo. Dá uma tremedeira. Vocês estão tremendo? Deixa eu ver. Faz assim. Não, tá? Não. Minha mão tá.

Tá tremendo, Sibeli. Sibeli, tá tremendo. Vê até de modo clarinho hoje. Tá suando, mania? Não, não, não, não. Chama a galera de medicina aqui. Se me passar mal, a gente tem que acolher. Olha, eu vou começar, então, apresentando vocês. E a gente vai papiar.

Sobre nossa vida, nossa rotina, mais a rotina de vocês. A Sibeli tão gentil veio de tão longe. Onde você tava, Sibeli? Hoje eu tava numa cidade vizinha a Poços de Caldo. Como que chama mesmo? Minas Gerais, eu estava em Divinolândia. Divinolândia? Deu três horinhas daqui. Eu publiquei um nome diferente. Aguaí. Aguaí. Também. É porque assim, hoje eu trabalho onde tem frentes de obras. Então, a gente tá com várias frentes.

E água aí, eu parei, deu uma paredinha lá pra tomar uma água, jogar uma água na cara. Pra dar sequência no caminho daqui. Três horinhas. Três horas, direto pro podcast, hein, Sivele? Agradeço a Sabesp. Gente, que delícia. Obrigada. Eu vim orando, agradecendo a Deus pela oportunidade. Porque estar perto de pessoas que eu admiro, tipo assim, eu falo, gente, o que que eu...

posso somar. Eu vou aprender muito mais do que compartilhar alguma coisa com vocês. E é um tema que emociona, né? Porque, assim, tanto que muitas vezes a gente pensa assim, as pessoas pensam como a gente. A gente tá aqui, na região de Jundiaí, por exemplo, que tem uma cultura bem diferente de onde eu estava.

Lá não é muito comum as mulheres, mães, decidirem encararem uma carreira que viaja, que passa dias fora. Então, quando eu vou pra lá, eu me sinto um peixe fora d'água. Porque todo mundo olha assim, mas como assim? Porque são culturas diferentes, né? Fica longe dos seus filhos. Então, assim, é muito curioso a gente pensar nisso.

Que dentro da nossa cidade também tem cultura diferente. Às vezes, um bairro tem um tipo de maternidade em outro. Dá um exemplo aqui em Campo Limpo. Quando eu fiz um trabalho numa UBS, os pais falavam assim, ah, meu filho vai sete horas da manhã lá do powercado, e eu levo uma mexerica pra ele chupar, enquanto a pediatra não atende. No São José já é diferente. As crianças chegam sete horas da manhã, às vezes, numa consulta com pirulito.

Aí você fala, olha que loucura. Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô

Tá tudo certo, sabe? E no final... A gente se acomoda ali com a cultura daquele local. E a maternidade, ela leva a gente pra conhecer culturas diferente do fato de criar, sabe? É, e no final...

Tudo que envolve, lógico, não tudo hipérbole, mas boa parte do que envolve a maternidade nos envolve. Porque nós vamos nos identificar com outras mães, de outros locais, muitas vezes até de locais muito, muito distantes. Às vezes até relatos de mães em outros países que nós ouvimos falam poxa, eu passo exatamente isso.

Vamos falar disso daqui a pouco. Deixa eu apresentar elas pra vocês. A Sibélia já começou se apresentando aqui. Já tá à vontade. Vou começar com a Maria Paula.

MariaPaula, arroba, segue lá, psicopedagoga, underline, professora, abreviado, Maria Paula. Falei certinho? Certinho. De novo, arroba, psicopedagoga, underline, profa, Maria Paula. Já tá na tela aí, já tá na tela pra você...

Se familiarizar o da Sibeli também. Sibeli Carvalho, jornalista, tudo junto. Entrou o técnico aqui. Seja bem-vindo, Samuca. É nóis. Assim que é bom. Ao vivo é assim, Jaji. Arruma na hora. Pessoal, eu vou começar, então, apresentando a professora Maria Paula aqui. É pro também? Sim. É pro também, né? Sou professora aqui da Unifacamp. Boa!

Desde 2009. 2009. Não, 2019, desculpa. Que legal! Mas que honra, tô na minha câmera? Tô na minha, né? Depois a gente testa o da Cybele pra saber se tá certinho, tá bom? Probleminhas técnicos.

acontece, faz parte, ao vivo. Eu gosto disso. Coisa de mãe. Quem é mãe entende. Quem é mãe entende. Ó, a Maria Paula, formada, então, como psicopedagoga, com ênfase em ABBA, neuropsicopedagoga clínica institucional, especialista em ABBA. Talvez eu erre a pronúncia, você me ajuda, tá? Tio de Behavior Institute of Miami.

Isso. Meio um enzimo inglês, mas acho que deu pra ir, né? Especialista em inclusão, metodologia de ensino e formação de professores, mestre em educação. Também atua aqui no NAP da nossa instituição. Inclusive, um beijo pra essa querida mãe também, professora Silvia Fortunato. Verdade, um beijo, sim. Pra Keila, pra todas vocês. Talvez se eu...

Falar o nome, eu vou errar, vou pecar aqui, vou esquecer alguém. Então, para todas vocês da Clínicas Integradas, vocês que são mamães, vocês que têm suas mamães, ou um dia sonham em ser mamães. E para o pessoal do NAP, que é o Núcleo de Apoio Psicopedagógico aqui da nossa instituição, um beijão para todas vocês. E para a nossa querida reitora Simara também, que deve estar curtindo a filhota. Um beijo para vocês, tá bom? Para todo mundo, né?

Professores, mestres, doutores, todos dessa instituição. Você, mamãe, ó. Vamos dar coração pras mamães aqui da Unifacamp. Todo mundo dando coração pras mamães. Porque hoje o especial é pra vocês, tá bom? Eu sei que o dia é domingo oficialmente, mas a gente já começa hoje, né? Bom, pessoal, além de atuar no NAP...

Maria Paula também é aplicadora do ABBA. O que é o ABBA? Desculpa, mas eu tenho essa dúvida. Bom, existe uma ciência que lida muito com os autistas, que é a análise do comportamento aplicado. Então, é uma ciência mesmo, como se fosse uma terapia para que desenvolva as crianças dentro do espectro autista.

Ah, ok. Só crianças. Crianças, isso. Adultos já é outra coisa, né? Isso. Ok. Professora em rede municipal e universitária, supervisora de estágio, pesquisadora sobre inclusão e metodologia de ensino, já atuou em gestão escolar como diretora e coordenadora pedagógica. Ai, que incrível.

E ao lado da Maria Paula, nossa querida ex-colega, mas uma vez da casa, né, Sibeli? Um bom filho a casa torna, Sibeli? Pois é, de alguma forma torna. Sibeli Carvalho, que foi e deixou saudades. Ai, não dá pra isso, eu choro. Não choro. Ó, eu falei pra ela não chorar, porque se ela chora, a gente vai na vibe, né, Maria? Não podemos. Não, não.

Arroba Sibeli Carvalho, jornalista, tudo junto. Tem conteúdo bacana lá pra você ficar inteirado. Mãe da Sabrina e do Yuri, um beijo pras crianças. Mamãe de quem? Eu não falei. Você. Sou mãe do Pedro e da Maria Laura. Da Maria Laura. Mãe do Pedro e da Maria. Mamãe da Sabrina e do Yuri. Mamãe da Celina e do bebê que não tem nome ainda, tá bom?

Sibeli, jornalista, pós-graduada em marketing digital pela nossa instituição. Estagiou na Prefeitura de Campo Limpo Paulista, na assessoria de imprensa. Aqui na nossa Unifacamp foi assessora social mídia, produtora do podcast. Ah, Sibeli fazia tudo!

Até animava a festa do peão lá, né não, Letícia? Verdade. Fazia tudo. Ai, meu Deus. Atua como supervisora de comunicação na GDS Engenharia. Obrigada ao pessoal que liberou, Sibeli. Obrigada a todos os profissionais e todas as mamães da GDS Engenharia. Feliz dia das mães pra vocês também, tá bom?

Meninas, é isso. Estamos aqui, né? Falando dessa... Mudaram até a cor aqui. Vocês viram? Vermelhinho, que é a cor do amor do Dia das Mães. Agora que eu vi. Ficou bonito.

Bom, ser mãe e conciliar com carreira, maternidade. Eu vi o vídeo que a Sibeli gravou a chamada, né? Nós divulgamos nas nossas redes. Ela fala que há 15 anos ela já vem conciliando, né? A carreira com a maternidade. Eu, há sete. E você, Maria? Quanto tempo já? Quinze. Quinze também? E eu fui uma mulher que sempre sonhou em ser mãe.

Sempre quis ser mãe. Sempre. Sempre. Desde criança, eu sempre tinha uma ligação muito forte com crianças. Tanto é que eu vim pra educação, né? Você tem muitos irmãos? Não, mas eu sempre tive uma ligação. Eu tenho um irmão, o Felipe, beijo, Fê. Mas eu sempre gostei muito de estar com criança, de...

cuidar de organizar brincadeiras com criança. E com 15 anos, eu me vi num grande sonho de ser mãe. Era focado. Eu falava, eu vou ser mãe, vou ser mãe. Só que a minha trajetória na maternidade não aconteceu de forma natural. Ok. Os imprevistos que a vida prepara, né? E aí, eu me casei.

Meu marido, Ricardo. Beijo, amor. Manda beijo pra todo mundo aí. Eu vou tentar não chorar, porque, né? Se chorar, eu choro também. Tem problema. Enfim, e casamos. E ele sabia desse meu grande sonho. E sempre apoiou muito os meus sonhos. Enfim, falei, eu vou ser mãe.

Fiquei grávida, mas nesse percurso eu tive um aborto espontâneo. E o meu sonho foi desmoronando, né? Me perdi de mim mesma, sabe? Foi uma fase muito difícil, muito difícil.

E tive um aborto, fiz curetagem. Mas a mim, não desisti do meu sonho. Busquei ser mãe. E os especialistas falavam que eu não seria mãe por meios naturais. Que o único jeito pra eu ser mãe... A FIV. Seria por meio de uma fertilização in vitro, se desse certo. Que é a FIV, né? FIV. Mas eu não desisti. E aí fui, fui, fui. No meio do tratamento, algo...

De Deus mesmo. Você já estava no tratamento, portanto, então... Já estava no meio do tratamento. Algo que os médicos não acreditavam. Desacreditaram até da minha gestação. Eu fiquei grávida por meios naturais. Não tinham feito ainda.

Implantando, não tinha implantado óvulo, né? Não tinha feito assiminação, nada. Tava tomando os bloqueadores, aquela fase difícil de hormônio. E aí, eu me vi grávida. O médico falava, não vai. Não vai dar certo. Você vai perder esse bebê. E como o processo eu tinha passado era muito difícil, né? Da perda, já estavam me preparando. Mas...

Coisas acontecem, né? Deus tinha outros planos. Tem um plano. E eu me tornei mãe. Então, a maternidade pra mim, né? Quando eu recebi esse convite, até agradeço já o convite. Porque fala de duas áreas que são meus propósitos de vida. Ser mãe e a minha carreira.

Então, eu até brinco, né? Porque geralmente as mães acontecem, né? Comigo, não. Eu fui em busca da maternidade. E foi um ar do caminho, né? Foi um ar do caminho. De vários nãos, de várias percas, de várias dúvidas se daria certo, se não daria. E como eu tinha tomado muito hormônio, podia dar algum problema. Enfim, a Maria Laura veio ao mundo.

Linda, maravilhosa, saudável. E cinco anos depois... Outro milagre. Outro milagre. Porque os médicos diziam, olha, tudo bem, vai. Um milagre, vai. Mas agora não precisa nem te prevenir, nem nada. Porque não tem como você ser mãe novamente.

E depois de cinco anos, veio o meu Pedro. De forma natural também. De forma natural também. Só que a minha gestação é uma gestação problemática, né? Eu tenho trombofilia gestacional, eu tenho que tomar injeções na barriga. Tem todo um histórico dos dois. Dos dois. Eu tive isso. Porque aí eu descobri o porquê que eu não engravidava, o porquê que eu não mantinha a gestação. E aí eu tive que fazer todo um tratamento depois que eu me vi grávida.

Tive que fazer um acompanhamento. Mas, Deus realizou o meu sonho de dose dupla. Então, eu tenho o Pedro, de 10 anos, que é o meu caçula, e a Maria Laura, que são a razão da minha vida. Que incrível. Você vê que história incrível. Me identifico com a sua história também. Passei momentos delicados. O pessoal mais próximo aqui também sabe. Mas é que há coisas que muitas mulheres passam.

com situações muito semelhantes e similares. Mas é que a gente não fala. Ou às vezes tem medo dos julgamentos. Porque se escolhe ser mãe, se é o sonho da vida... Ah, mas por quê? Vai buscar carreira. Ou, como assim você não quer ser mãe? Por que você não quer?

Então, assim, é uma situação muito complicada, delicada. Mas hoje eu vejo que cada pessoa tem direito à sua escolha. E tá tudo bem. Como que foi sua escolha de maternidade, Sibeli? Foi leve? Como que você pode compartilhar a experiência? A minha tem algumas...

Algumas pontas similares à da nossa querida Maria Paula. Porque acaba nos unindo, né? Porque foi um caso um pouquinho diferente. Não que eu não sonhava em ser mãe, mas eu não esperava pra aquele momento. Ok. Eu me vi bastante imatura na minha primeira gestação.

Tanto que eu esqueci, às vezes, que eu estava grávida. Eu engravidei aos 19 anos. Então, assim, por exemplo, eu lembro que eu gostava muito de fazer esporte, sabe? E eu trabalhava numa empresa na qual, no fim de semana, as meninas se reuniam pra jogar bola, jogar vôlei em futebol. E, às vezes, eu esquecia que eu estava gestante. Ia jogar bola com o pessoal. Eu saia correndo, eu via o ônibus passando. Ah, é o ônibus, eu saia correndo. Eu esquecia, muitas vezes, que eu estava grávida.

Porque, assim, a minha cabeça, ela tava preparada naquele momento pra pensar como ia ser o início da minha carreira profissional. Entendi. Tanto que, assim, um pouco antes da Sabrina... Eu descobri que eu tava grávida da Sabrina e eu tinha feito um vestibular pra tentar entrar na universidade, pra entrar, começar a minha vida de... Eu falei, não, meu sonho de ser jornalista vai ser realizado agora.

E aí eu falei, opa, e agora? Eu tenho que escolher, ou eu pago a mensalidade, ou eu pago um pacote de fralda, alguma coisa assim. E com quem vai ficar com a criança? Então, assim...

É uma alegria. Às vezes, eu tenho um pouco de receio de falar no qual... Eu falo assim, me impactou na minha carreira ali no início. Logo no início, que nem era uma carreira, eu estava semeando a terra para me tornar uma jornalista. E eu falava assim, mas e agora? Bate um desespero. Então, assim...

Tem gestação que ela é planejada. Outras, não. Eu sou do time da que a primeira não foi planejada. A segunda também não foi. Você já estava mais madura, né? Estava, mas eu também estava estudando. Porque, tipo assim, na gestação da Sabrina, eu falei, opa, é pensar na criança. É na minha responsabilidade. Então, agora eu vou me dedicar para a criança e a faculdade vem depois. Vou esperar a Sabrina crescer.

Aí a Sabrina cresceu. Agora é hora de ir. Aí eu comecei a fazer faculdade. E aí veio o Yuri no meio da faculdade. Pacotinho de amor. Veio o Yuri, veio a pandemia, e eu falei, puta merda, e agora? Olha o palavrão aqui, ouviu. A gente põe aqui. Aí eu falei assim, agora, mais uma vez, vai ter que ser interrompido um sonho de infância, me tornar jornalista. E aí eu finalizei o curso Amamentano.

Olha só. Então, assim, foi duas gestações que não foram planejadas, mas foram abençoadas. Vocês tiveram rede de apoio, meninas?

Sim, eu tenho, né? Eu tenho ainda hoje uma rede de apoio, que é minha mãe. Minha mãe, meu marido também me ajuda muito em relação a tudo das crianças. Mas é engraçado, né? Eu planejei ser mãe. Já estava formada, sim. Mas...

Meu sonho nunca foi parar na faculdade. Eu sempre sonhei em mestrado, sonho em doutorado, sonho em especialização. Quem me conhece um pouco e trabalha um pouco comigo sabe que eu sou ligada no 220. E gosta de estudar, né? Eu faço mil projetos juntos. E eu me vi mãe, né? Realizando o meu grande sonho. E as oportunidades acontecendo.

E você na maternidade. De mestrado. E deu aquele momento de eu pensar, e agora? Porque a referência de mãe que eu tenho, que minha mãe é o maior exemplo de maternidade, ela largou a sua profissão.

Foi ser mãe. A mãe de fazer bolo à tarde. A mãe de levar no balé. A mãe. Então, era essa a referência. Então, chegou um momento da minha vida que eu fiquei meio… Porque era essa a referência. Só que essa não era eu. Porque eu não era essa pessoa que ficaria em casa. Porque se eu ficar em casa, por mais que eu ame a maternidade… Não seria você. Não seria eu.

E como que você conseguiu, em determinado momento, falar assim, eu quero fazer, voltar a fazer o que eu gosto. Aguenta aí. E você também. Porque já tem chuvas de comentários pra vocês. Ai, programa ao viver é bom. Porque olha a minha postura, gente. Me ajuda aí. Ai, já vai ficando assim, né? Tô à vontade. Vocês estão à vontade agora? Ai, que bom. Delícia.

Vamos ver quem tá com a gente, então, diretor. Quero ver essas mensagens emocionantes. Quem tá com a gente aí? Vamos lá. Oi! O PP Jogos, vai, mãe! Que lindo!

E ele mandou outra... O que ele mandou? Maria Paula! Você é fantástica, Pedro. É lindo. Ai, não é lindo? Ah, que incrível. Olha o dela, gente. Tá assim. Ah, Pedro, você vai fazer sua mãe chorar e todo mundo chorar aqui. Olha o dela, gente. Tem mais. Olha, Fátima. É minha mãe. Orgulho de você, minha filha Maria Paula.

Ah, gente, para que eu vou começar a chorar aqui também. Parabéns, Pátima, que filha de ouro.

Que linda, obrigada, dona Fátima. Um beijo. Olha a Nayara. Que orgulho ver a Sibeli sendo convidada do podcast. Ah, por mim, por nós, sempre será convidada, não é, Letícia? Sibeli é uma querida. Vamos lá, mais comentários. Obrigada, pessoal. Quem que é?

Adapta Podcast. Oi, amigos. Tudo bem? Excelente tema. A Paula é exemplo nisso. Excelente profissional e mãe incrível. Olha, Paula. Muito querida você. Obrigada, pessoal, do Adipa Podcast.

Quem mais tá? Adepate. Adepate? Adepate. Adepate. Adepate. Adepate. Um beijo pra vocês do Adepate. Olha ela! Ah, olha ela ali, olha ali. Mandamos beijo pra ela, né, no início. Amo essas duas mães maravilhosas. Mulheres guerreiras incríveis e inteligentíssimas.

Ah, professora Silvia Fortunato, um beijo. Um beijo pra vocês. Depois eu leio mais comentários, tá bom, pessoal? Vai mandando. E, ó, aproveita pra escrever a frase. Ser mãe é...

Porque aí nós vamos sortear a doutora Bárbara Isaías, que inclusive estará aqui. Vou fazer uma gravação de um podcast com ela pra soltar aí nos episódios da licença maternidade. E ela gentilmente vai sortear pra nós... Vou falar, posso falar, Letícia? O que é? O que é mesmo, Letícia?

É uma hidratação facial. Ai, quem não precisa, né, gente? A gente precisa. Olha, doutor... Ó, a Fernanda Pessoto, doutora Bárbara, é a melhor profissional. E...

E está aqui nessa parceria. Então, ó, ser mãe é. Quem sabe você não ganha aí uma hidratação facial. Ou de repente presenteia a sua mamãe com uma hidratação facial, né? Porque às vezes a gente se esquece de nós mesmas. A verdade é essa. Às vezes, eu acho que é sempre. Nossa, é... Acho que é sempre. Acabei de gravar um episódio aqui que também vai sair, né? Nesse período aí de licença.

E falamos de constelação familiar. E ela falou das mulheres, né? Que ela tem de que, muitas vezes, é tanta coisa. É a carreira, né? É os cuidados com a casa. É tanta, tanta coisa que ela se esquece dela. E quando ela tem um tempo pra ela, parece que ela tá fazendo alguma coisa de errado. É, eu também me sinto assim. Né? Porque, por exemplo, eu escolhi uma profissão no qual exigir da gente de segunda a segunda.

Então, assim, sábado, domingo, à noite, a gente não desliga. Quando a gente tem o tempo pra ficar com a cabeça vaga, a gente enxerga pautas, a gente enxerga um novo conteúdo, a gente enxerga tudo, mas a gente não enxerga que a gente precisa de um tempo.

Pra não pensar em nada. Não, a gente pensa o tempo todo. A profissão de comunicação é assim, a Dani sabe. E quando você vai pro mercado de trabalho, no qual há homens também nessa profissão, parece que a velocidade que você tem que ir pra acompanhar...

esse grupo de profissionais masculino, ela tem que ser maior. Eu tenho várias provas no qual eu precisava de me dobrar para tentar alcançar essas pessoas que pudessem, sei lá, ser uma concorrência na minha profissão.

E aí, o que acontece? Você fica pensando em pautas. Você fica pensando no trabalho. Você vai dormir, você vai assistir um conteúdo. Você recebe aquele conteúdo como uma sugestão de conteúdo pra ser feito. Então, até um filme que você vai assistir com a família, você fica olhando, às vezes, na parte técnica. Eu tenho muita dificuldade de virar essa chave. De desligar, né? De me desligar. Aí, vem o peso. Quando eu vejo o meu filho crescendo... P.

Meu Deus, eu preciso de comprar calça para o Yuri. Já está curta aquela calça. Aí a Sabrina me manda mensagem. Mãe, eu preciso de ajuda nessa tarefa que eu não sei como faz. E aí você para para pensar. Eu preciso de dar uma atenção maior para os meus filhos, para a minha família.

Aí você tenta equilibrar o trabalho com a sua responsabilidade de ser mãe. Que pra mim é a melhor... Como a Maria Paula falou, é uma das melhores coisas, assim, né? É uma das melhores coisas. Mas é aquilo. É um... Vários pratos. E aí, que horas que sobra pra você pensar em você? Eu não tenho essa resposta.

Eu não tenho. Ainda bem que a doutora Bárbara vai nos ajudar. Né, doutora Bárbara? Muito obrigada. Ainda bem. Eu penso no clima do podcast. Não, mas eu acho que a culpa carrega a maternidade. É, é.

nasce uma mãe e nasce uma culpa. É isso mesmo. Eu acho que a culpa vem em quem se dedica 100% aos filhos. A culpa vem em quem, como nós, resolveram ir para o mercado de trabalho. O que eu penso e o que a minha jornada enquanto mãe... Como foi? Fiquei curiosa para saber dos seus estudos e tudo. Como eu disse, eu já estava formada, mas...

As oportunidades iam acontecendo de mestrado, de especialização, de trabalho. E eu me vi naquela situação. E agora? Eu vivo intensamente a maternidade ou eu continuo a me desenvolver?

E eu sei que isso vai ter um preço. É, exatamente isso. É um preço. E como que eu faço? Quem sou eu? Aí dá aquele momento de reflexão materna, né? Quem sou eu? E o que me fez continuar estudando algo que eu...

Eu faço isso, é como se fosse um mantra, tá? Qualquer projeto, tudo que eu me ponho a fazer. É tudo por eles e para eles. Então, eu levantar e trabalhar, voltar a estudar, encarar o mestrado que não é fácil, com filho e tudo. É pensar mesmo, se eu estou aqui agora mesmo. É por eles e é para eles. Porque eu...

acredito, né, o que eu penso muito, que o filho, ele não vai guardar de ensinamento aquilo que você fala. O que ele vai guardar mais é aquilo que você demonstra. Que você faz, né? E demonstra, isso, é o que você faz. Então, a minha dedicação no trabalho, a minha dedicação nos estudos, mas a minha dedicação pra ele.

Então, o que eu também, né, tento... Não existe maternidade perfeita. É verdade. Nós erramos muito, muito, muito. Acho que ser mãe... O que é ser mãe? É saber que você vai errar. Verdade. E vai tentar acertar sempre. Na mesma proporção. Mas o que eu vejo, pelo menos, né? Que tá tudo bem. Um dia eu fui mamãe nota 10.

E no outro dia, eu fui uma profissional nota 10 e uma mãe nota 8. Uhum. Equilibrar isso, porque senão a gente dá um pira mesmo. Gostei disso. É, então está tudo bem hoje, eu não dei conta de tudo. E está tudo bem, mas amanhã eu vou tentar dar conta de tudo. Porque o que vale, né? O Cortella tem um livro que chama Felicidade.

Que eu falo pra vocês, né? A maternidade pra mim é uma realização. Então, estar com meus filhos é um momento de recarregar minha energia. É como se fosse uma tomada na minha vida, sabe? E eu penso muito sobre isso que o Cortella fala, né? Que felicidade, não existe felicidade. É um instante feliz.

É um curto espaço de tempo. E aquilo é felicidade. Mas que espaço de tempo é esse? Aquele que você gostaria que durasse para sempre. Então, quando eu estou com os meus filhos, eu busco isso. Gostei disso. É estar com eles. A quantidade não é a qualidade, né? É estar com eles.

Pra que seja significativo o suficiente pra deixar marcas. Porque é isso que vai ficar na vida deles. Foi uma construção, tá, Dani? Isso não nasce assim, de repente. É muita reflexão, é muita tentativa e erro. Mas assim, aí você fala assim, Ah, Paula, mas você faz o quê de diferente, né?

Não é nada diferente. É às vezes dar aula até 10 horas, chegar em casa e assistir um vídeo que eles querem, mas todo mundo, um amontoado no outro no sofá, com o pezinho junto, e dando risada daqueles vídeos, e você fala assim, é, talvez valeu a pena tudo que eu passei no dia e que eles passaram pra estar ali e todo mundo junto. Estarmos juntos. Não importa se é comer uma pizza, se é fazer um hambúrguer. Se é bater um bolo junto, né?

É o instante que nós gostaríamos que durasse para sempre. Eu brinco com o Pedro, que é o meu caçula. Eu falo, às vezes, eu estou com ele, com a Laura, eu falo, filho, a mamãe era o melhor lugar do mundo que eu queria estar. Ele falou assim, mamãe, melhor que a Disney? Eu falei, sim, melhor que a Disney. Estar aqui com vocês agora é o melhor lugar do mundo que eu poderia estar. Por isso, é fazer desses pequenos momentos.

Porque às vezes, como mãe, nós cobramos a quantidade. Fala um pouquinho mais perto. Eu trabalho, sei lá, 10 horas por dia. O final de semana longe. Eu estive num congresso final de semana retrasado. Mas tudo bem.

Eu estava fora, mas quando eu estiver com eles, vai ser com eles. Olha que lindo. Na intensidade. Porque também nós convivemos com pessoas que às vezes passam o dia inteiro em casa. E quanto tempo efetivo teve de qualidade, Dani? Às vezes não, porque tá em casa, às vezes você tá com a cabeça tão... Ou aqui, ó.

É. Eu tô aqui conversando com a pessoa no quarto, a dois metros de distância. Estamos tão perto e tão distantes. E é isso. Então, são vínculos que nós vamos aprendendo no meio do caminho da maternidade, né? Com os meus filhos, hoje, um de 15, um de 10, a gente já começa a ver alguns resultados desses vínculos, né? Quando são menorzinhos, eu tinha muito medo.

porque era tudo por eles e pra eles. Mas eu me pegava pensando, será que eles vão entender isso um dia? Que foi por eles? Que não foi por mim? Foi por mim porque fazia parte de mim, mas essa minha força, eu revertia neles. Me questionei várias vezes. Mas hoje, eu olho e falo, eu acho que eles entenderam, Dani.

Porque a Maria Laura me manda mensagem ou faz chamada de vídeo. Eu moro em Jundiaí, então eu vou de Campolim para Jundiaí. Ela vai ligação de vídeo contando as fofocas das meninas. Então, o Pedro, mesma coisa, me espera para fazer um dever e conta alguma coisa. E aí a gente vê que os vínculos foram criados. E não necessariamente eu estava lá o tempo inteiro.

É importante você compartilhar, porque eu tenho certeza que tem outras mães que se identificam com a sua história, com o seu diálogo, e às vezes têm as mesmas dúvidas. Às vezes tem o seu filho ou seus filhos numa idade novinha, bebê ou começando agora a primeira infância, e talvez esteja nesse pensamento. Será que eles vão entender?

Sim, esse é o nosso maior medo, Dani. É. Porque nós sabemos o que nos leva pra ali. Mas e eles? E hoje, que nem a minha filha de 15, eu vejo como ela tá lidando com os estudos, correndo atrás dos cursos dela, pensando na profissão dela. E eu vejo, eu falo, tem algo meu ali. É uma inspiração, né? Tem algo meu ali. Não meu de eu falar, nem meu de eu agir. E, por exemplo, é uma coisa que a gente tem em casa.

É, tudo por eles e pra eles. Então, às vezes eu sou chamada a projetos, né? Que vai me demandar um pouquinho mais de tempo.

A gente tem uma equipe em casa. A equipe, eu e meu marido. A gente senta a conversa. E eu convido as crianças. Falo a mamãe, foi convidada pra isso, isso. O que que isso muda pra mamãe? E o que que a mamãe vai precisar fazer? Talvez, esse final de semana, a mamãe não vai estar aqui. Mas o que que nós vamos ganhar com isso? Sempre falando a verdade, assim, sendo franca, né? O que que vocês acham? A mamãe aceita? A mamãe não aceita?

Então, nós decidimos as coisas juntos. Olha só. Então, às vezes, assim, eu tô triste, eu tô cansada. Eu falo, a mamãe vai ter que ir hoje. Vai, mamãe. Vai que vai ser pro seu bem. Vai, mamãe. Eles que incentivam, né? Eles incentivam. Olha, mamãe vai dar uma aula online aqui, vai gravar uma aula. Tá tudo bem? Não, mamãe, tá. Tá tudo bem. Terminou e foi tudo bem, mamãe.

Então, eles participam desse processo comigo. Então, eles também entenderam que é tudo por nós. Não é assim, eu estou em busca da minha realização profissional. É nós, né? É um núcleo, né? É um núcleo. Tem pergunta pra vocês aí. Ai, que vergonha. Não, tá incrível. É esse horário mesmo que já tá?

Oxi! Tá passando muito rápido! Mas assim, muito, Sibeli! Como que resume? Uma maternidade demora, não dá! Não dá, né? Não dá! Tem comentários aí, vamos olhar os comentários e depois as perguntas. Olha! Quem tá ali, Sibeli? Meu amor!

Olha lá Mulher fantástica você tem, viu? Edivaldo, falei certo Parabéns ao podcast Unifacamp Muito obrigada, Edivaldo, por estar aqui com a gente, viu? Por abrir esse espaço tão importante Quero aproveitar pra agradecer publicamente a Sibeli Carvalho Que pra mim é um dos maiores exemplos deste tema Ah, que carinho Agora eu tô segurando pra chorar, porque é o último

Sibeli. Ai, que sozinha. A produção vai ter que trazer lencinho. Eu aceitei participar de uma nova aventura profissional. No qual tá sendo difícil, porque eu fico em cima do muro. Eu tô muito feliz na minha profissão. Eu tô realizada, era isso que eu queria. Mas tem um peso muito alto. A Sabrina...

Eu já não vejo presencialmente alguns dias. O Yuri, pequenininho, eu vi ele na terça-feira. Hoje é sexta, terça, quarta, quinta, sexta. Tem três dias. O meu marido também. Eu não vi ele esses dias. Ele vai brigar comigo porque eu estou chorando. Ele falou, seja forte.

E assim, é isso que é o desafio, sabe? É você controlar o tempo todo o seu pensamento, que você está fazendo isso por eles e para eles, e que você não tem que se culpar por pesar, às vezes, a mão de uma ausência presencial.

É, eu, assim, ó, do fundo do meu coração, pra todas as pessoas que sonham em ser mães, aquelas que têm dificuldade, que às vezes vai pra adoção, vai pro método de adotar uma criança, é, não sei se eu tô sendo equivocada, mas assim...

Pensa bem, porque o quanto que você vai aguentar essa pressão? Essa pressão que às vezes você mesmo coloca em você. Você quer escolher a profissão? Você vai pagar o preço, muitas vezes, do tempo distante que você vai ficar da família. E eu, nossa, Maria Paula, não sei nem como te agradecer por você compartilhar isso, porque a gente aprende ouvindo isso.

Mas assim, é difícil, porque às vezes você respira, você conversa com Deus e Deus toca no seu coração. Estou contigo, eu não vou te abandonar. E você tem que buscar alguma esperança, alguma fé em alguma coisa, sabe? Eu sinto pena daqueles que não acreditam em Deus, que não tem essa base, porque é difícil.

A gente fica com a saudade. Aquela sensação de culpa. Por exemplo, quando eu tava fazendo a faculdade, eu tinha que estudar dentro do trem. Porque era o único tempo que, de fato, eu não tinha como fazer nada.

porque eu estava sentada ali duas horas esperando chegar na Barra Funda. E aí, ali eu estudava. Então, eu estava estudando. Enquanto outras pessoas, às vezes, tiravam tempo para descansar ali dentro do trem, eu estava estudando. Quantas vezes, para o meu TCC, eu não estava estudando com o Yuri no meu peito, porque eu amamentei o Yuri até os três anos e meio. Então, assim...

tava gastando um pouquinho mais do meu descanso físico, porque amamentar também requer a sua condição física ali. E estudando, eu lia com ele. Ah, teve uma vez, olha, eu vou falar. Eu tava lendo, amamentando o Yuri, aí eu cansei, o braço pesou, aí o livro foi na cara dele. Eu falei, meu Deus, eu só tô colocando o livro na cara dele desde cedo. E aí depois eu chorei, eu falei, gente, eu tenho...

Para de estudar agora, é hora de ficar com a criança. Então, assim, a gente tem que estar correndo atrás de algumas coisas. E eu acho que é o que a Maria Paula falou. É o exemplo que você vai deixar no legado. E olha só, gente, como eu sou testemunha viva do que o você fazer vale muito mais do que você falar.

A Sabrina, de pequenininha, também, ela sempre me via estudando. E ela me ajudou a cuidar do Yuri quando ele nasceu para eu continuar estudando, para eu concluir a faculdade. E aí teve um dia que ela foi fazer um processo seletivo para participar de uma vaga de menor aprendiz. E aí, no qual ela precisava de ter um responsável ao lado. Eu fui com ela.

E aí eu fiquei quietinha e eu preparei ela antes. Eu falei, filha, um processo seletivo requer maturidade. Então, eu vou estar ali porque é necessário, porque você é menor de idade, mas finge que eu não estou. Fale você diretamente com a pessoa que vai te recrutar e finge que eu não estou.

E aí, teve uma pergunta que ele fez pra ela, que não teve como eu não me emocionar, e até o recrutador se emocionou. Ele perguntou assim, Sabrina, qual foi o dia mais feliz da sua vida? E ela falou assim, o dia mais feliz da minha vida foi o dia da formatura da minha mãe.

Gente, aí eu falei, aí passou um filme assim tão rápido na minha cabeça. Tantas vezes assim, eu falei, eu acho que eu vou desistir mais um pouquinho. Eu volto no processo de estudar mais pra frente. E aí eu falei, olha, o dia mais feliz dela foi o dia que eu estava muito feliz. É isso, sim.

Mas a maternidade... Ai, gente, olha. Vale a pena estudar. Vale a pena estudar mesmo sendo mãe. Mas é o que você está falando, assim, né? Não é fácil, gente. Mas é entender que são escolhas. A maternidade, seja de modo que você se organizou pra isso ou não.

Escolha, né? Você teve o filho. De cara como um presente. É um presente de Deus. É um presente de Deus, né? Nossa, eu sou testemunha disso, que é fruto de milagre mesmo. Então, eu estudo, nós estudamos, nós preparamos materiais. Mas, talvez, eu tenho que tirar isso da minha hora de sono. Talvez eu tenho que tirar isso depois que todo... Eu funciono muito assim, né? Todos foram dormir, e aí eu vou produzir algo.

Porque eu também não... Eu me culpo se eu produzo enquanto tá todo mundo lá, em festa, em casa. É aquela culpa que vem. É. Mas eu sei que essa é uma escolha minha. Que eu estou fazendo isso porque isso também me faz bem. Estar com eles me faz feliz. Então, são prioridades que eu escolho estar com eles. E tudo que eu faço além disso é pensando neles. Então, quando a Sibeli tá viajando a trabalho, eu falo.

Tenho certeza que lá, ela está lá por eles também. E os frutos vêm. E as novas mulheres dessa nova sociedade nossa que nós estamos aqui, elas são isso. A culpa vai sempre estar conosco. Mas sabemos que com as escolhas certas, entendendo que está tudo bem, se não der conta de tudo todos os dias. Está tudo bem. Porque de fato não damos. Está tudo bem, não dá. Está tudo bem.

E que nós vamos ser as melhores mães que os nossos filhos podem ter. É isso. E até nosso tema, né? É como conciliar maternidade com carreira. Mas sabemos que tem muitas mães que optam em abdicar das suas carreiras pra estarem com seus filhos. E tá tudo bem.

E tá tudo bem. E tá tudo certo. Ah, eu consegui amamentar, legal. Eu não consegui. Ok, tá tudo certo, né? Porque eu me dediquei três anos à Celina quando nasceu. Eu me programei pra isso e tal. E aí eu ficava, ai, me deu certo, tá certo isso e tal, não sei o quê. Eu ficava às vezes meio pirada, meio doida. Mas...

Acompanhei tudo, vi tudo e troquei muitas figurinhas com muitas mães que gostariam de ter essa experiência e não tiveram. Outras que tiveram e apoiaram, né? Troquei ideias com mães que tinham rede de apoio, com mães que não tinham rede de apoio, porque temos também.

As mulheres que não têm. Se a gente for pegar nas estatísticas, as mulheres das periferias, as mães solos. Aí você vê a mãe, que é aquela mãe que vai para um recrutamento. E aí o recrutador pergunta, mas você tem filho?

E muitas, infelizmente, já são deletadas ali porque tem filhos. Ah, mas vai voltar, vai levar a criança no médico. Entendeu? Como se ter filho fosse um erro. Sendo que ter filhos nos possibilita tantas coisas no sentido de gerenciar o nosso tempo.

Quantas coisas a gente não faz e faz com o filho? Isso é uma qualidade, entendeu? Porque a gente tá aqui fazendo as coisas, mas eu tô aqui, ó. Nossa, semana que vem minha filha tem festa, eu tenho que correr com as coisas. Eu que tenho que fazer, eu que não sou... Tipo assim, você gerencia as coisas, né? Então, isso é...

Uma coisa que nós mulheres parece que temos dentro de nós, assim, que eu nem sei explicar, entendeu? E é curioso pensar nisso. A pessoa que tá recrutando alguém, falar, ah, mas vamos dar preferência pra fulano que não tem filhos, mas peraí, essa pessoa, ela está ali graças a uma mãe. Então chega a ser cruel.

Temos comentários e perguntas pra vocês. E a hora tá passando absurdamente, absurdamente rápida. Meu Deus, estou impressionada. Entre choros e alegrias, estamos aqui. Tintin, menina. Eu adoro brindar. A foto lá. Vamos olhar pra foto, fingir que é espontâneo.

Olha que espontaneidade Coloca aí nos comentários, diretor Por favor, vamos lá Vamos ver quem tá com a gente Olha quem tá aí, a Bia Vidal Sibeli é um grande exemplo e referência De mulher, coração e emoção Obrigada, Bia Um beijo

A Fátima, filha Maria Paula, realmente você, mãe profissional, é um exemplo. Palmas. A mamãe. Ai, maravilhosa. Um beijo pra dona Fátima, vamos lá. Ó o Rafa aí. Um parabéns para todas as mamães, em especial pra melhor mãe que a Celina e o nosso bebezinho poderia ter. Aê!

Muito obrigada pelo carinho. Muito obrigada, gente. Aí ele escreve tudo isso. Pra melhor mãe, minha mãe. Um beijo, um beijo. Para minha sogra também, dona Sônia. Vou falar qual que é a melhor na geral. E um beijo também pra minha mamãe. Falei hoje com ela. E aí, domingo, se Deus permitir, é eu, a bisa da Celina. Estaremos juntas em almoço. É terceira geração, né? Filho, neto e bisneto, né?

Caramba, Sibeli, muito orgulho de ver você aí. E é sensório de novo. Sibeli, agora você pode falar mal do chefe. Fala que ele não tá aqui, fala aqui. Olha quem tá aí, ó o Pipo. Obrigada, meu querido, abraço a todas. Parabéns pelo excelente trabalho. Um abração pra você. Feliz dia das mães, pra sua mãe e pras mulheres da sua vida também. Tá bom, meu amigo? Um abração.

Quem tá mais... Olha! Esse é meu marido. O marido da Maria. Maria Paula, minha esposa maravilhosa. Estar ao seu lado e das crianças é sempre o melhor lugar do mundo. A gente vai chorar aqui, meu. É. Esse meu marido é demais. É, né? Segura as lágrimas aí, meu Deus do céu. Obrigada, viu, Ricardo, pelo carinho.

Vai, vamos lá. Com mais água. Motoristas e ajudantes, parabéns ao podcast e ao tema. Acredito que vai inspirar muitas mulheres. Obrigada, muito obrigada. E feliz dia das mães para as mulheres da vida de vocês, para as mamães da vida de vocês, tá bom? Enquanto as mulheres motoristas não estão pela estrada, gente. Trabalhando, né, nas madrugadas. É verdade. Tem pergunta pra vocês.

Oi, Nayara, tudo bem? O que vocês gostariam que as mulheres ouvissem mais sobre a maternidade real? Bom, acho que aqui a gente já tá compartilhando meio que isso, né? Ah, as nossas histórias, experiências. A sensação, muitas vezes, de culpa. E às vezes, de dever cumprido. Porque maternidade real, acho que é isso. A maternidade real não é aquilo que, muitas vezes, você vê lindamente num folder.

Numa campanha publicitária, né? De TV e tal. E a maternidade é desafiadora. E uma vez que você tem filho, você sempre vai se preocupar com o seu filho. Eu vejo minha mãe até hoje, os filhos tudo casados. E aí, chegou bem? Chegaram? Não avisou por quê? Comeu? Tá tudo bem? Levou blusa.

Mas, assim, eu acho que essa pergunta da Nayar é muito pertinente, porque a Dani, lembrando da questão de mulheres, às vezes, em vulnerabilidade social, que não têm rede de apoio, eu, sinceramente, eu queria ouvir mais da maternidade a partir de políticas públicas. Então, por exemplo, quantas mães precisam de retornar ao trabalho?

E apoiam os pais, né? Que também têm a sua responsabilidade de ir ao trabalho. E ela fala, vou tentar colocar a criança na creche. Vou em busca de uma escola que atenda período integral para eu me organizar e retornar ao trabalho.

Então, veja bem, quando falta a questão de políticas públicas e a gente tem a dificuldade do que é acesso básico, que é a educação, a gente não tem esse... Esse... Não posso falar privilégio. Esse apoio. Por exemplo, eu consegui colocar o Yuri na creche. Retornei ao mercado de trabalho por conta disso.

E quantas mães estão em lista de espera? Mas, peraí. A creche, ela é o básico, porque ela também faz parte da educação. Então, tem pessoas que falam que ele é muito pequenininho pra ir pra creche. Mas você precisa voltar ao mercado, né? Então, Nayara, eu acho a sua pergunta pertinente e eu respondo. Eu quero ouvir mais de políticas públicas.

que favoreça não só a maternidade, mas o direito às crianças também. Então, eu acho que... Sem dúvida. Por exemplo, o podcast Unifacamp, abrindo espaço para isso, ele está fazendo mais do que o seu dever, que não é nem dever, porque aqui é uma instituição de ensino superior. Mas a gente está debatendo um tema que é necessário.

E aí, por que tantas pessoas precisam de entrar com advogado, pagar o advogado pra ter o direito pra criança e pra creche? Mas como assim?

Então, eu acho que é um tema que a gente poderia falar mais. E é pelas crianças, né? Pelas crianças. As mulheres têm que trabalhar para o sustento até dos seus próprios filhos, né? Exatamente. Uma mãe sola. É difícil. Acho que isso que tá rolando aqui é muito legal, porque é um papo de reflexão, né? De nós pensarmos assim, cada uma tem a sua experiência. Muitas terão experiências um pouco mais duras do que outras.

Devemos também tomar cuidado Em às vezes partilhar da maternidade Porque cada mulher tem a sua experiência Eu falo muito disso O seu desejo Quando me perguntam do parque Eu tenho muito

delicadeza em falar, porque eu sei que pra cada mulher a história do parto é uma coisa, a história do sonho de ser mãe, enfim, de como, dos caminhos, enfim. Mas assim, eu acho que a intenção maior com esse papo tudo é a gente trocar experiências mesmo, e dizermos que independentemente...

De grau social financeiro, letramento, estamos, de certa forma, no mesmo barco.

talvez não no mesmo mar. Sim. Cada uma vai encarar o seu mar, né, de uma forma. Mas o barco é o mesmo, vai ter desafios. Vai ter dia que você vai chorar. Vai ter dia que você vai falar, não aguento mais. Meu Deus do céu, mas como assim? Mas vai ter dias que vai falar, nossa, que bênção, que oportunidade boa, como é bom. Porque a gente mais aprende do que...

Do que tudo. Acho que a maternidade é isso. Você mais aprende do que ensina, de fato. Porque o filho não vem com manual. Não. É verdade. E acho que algo que vai de encontro até com a pergunta, né? A maternidade que a gente tinha que falar muito é que é um ato humano.

Enquanto humano, nós nos construímos e desconstruímos o tempo inteiro. E ser mãe não é isso. Na frente dos filhos pode? Ou tem que chorar só no chupinho? Nossa, eu tava pensando nisso. Pode. Pode. Eu acho que o filho, ele tem que se ver. Porque ele não tem que achar que...

Uma mãe é aquele… Super heroína. Super heroína. Eu tava pensando nisso. Pra lidar com as suas próprias minhas copas. Que isso? Eu tava pensando nisso, porque já chorei. Tem, tem. Que dizer que tá difícil. Eu só choro no chuveiro. Não, tá doendo. É difícil. Porque aí você também mostra como você superou aquilo.

Eu tô muito preocupada, sabe? Tipo, ai, coitada, dá uma carga pra menina que... Não, você não vai, né? Ela não é só psicóloga, né? É, é. Não, mas dizer, olha, hoje eu passei... Hoje a mãe tá cansada, porque a mãe tá cansada. Ou assim, olha... Mas tá tudo bem, vou ficar bem. E a mãe pedir desculpa quando erra também vale. Tá certo. É humano, é humano. Peço muito.

Por exemplo, vamos conversar. O que você passou dificuldade hoje no seu dia? Aí a criança fala e você também fala. Bom, hoje eu tive um momento difícil, desafiador. Eu fui lá, conversei com a Dani. Era uma experiência nova para mim. Isso faz o quê? Eles já entenderem como que é esse papel, que também é desafiador para o adulto. Assim como a criança. E voltando, eu acho que a maternidade é isso. É falar desse lado humano.

Que nós erramos, que nós acertamos, que nós refletimos, que nós mudamos. E tá tudo bem. Nossa, meninas, que papo incrível. E o mudar é o que a gente tava falando também, né, Dani? Por exemplo, aí eu fui mãe pela primeira vez aos 19 anos. A segunda já foi aos 30 e pouquinho, que eu já perdi as contas. É outra mãe. É outra mãe. É igual eu. Então assim, ah, você criou a Sabrina diferente do Yuri?

Eu era outra pessoa. Mas toda mãe, o primeiro filho, ele encontra uma mãe. A gente até trocou ideia aqui nos bastidores, né? Até a gestação. É outra. Vai sair do mesmo útero. É outra. Da mesma mulher. Mas, gente, cada gestação é uma. Cada experiência é uma. É. Eu tô vivendo isso agora, assim. E é fantástico tudo isso. Que bom que cada um, que cada criança, que cada filho nos traz experiências diferentes.

Que bom que ninguém é igual a ninguém. Isso é incrível. Gente, o tempo passou, o diretor já falou que passou mais de uma hora. Não pode mais? Acredita. Agora que tá ficando bom. Nossa, porque se deixar... De sexta-feira, pode. Olha, eu queria agradecer todos vocês que participaram, que comentaram. Dá tempo aí que comentaram. Eu tô falando algumas palavras erradas hoje. Isso é nada.

A Pro está aqui pra me corrigir. Tá tudo bem. Eu falei uma palavra errada. Tá tudo bem errada. Eu falei assim que nos promovem momentos refletivos. Não, reflexivos. E eu falei um palavrão aqui. Tá tudo bem. É sexta-feira. Sexto, domingo. Feliz dia das mães pra vocês.

Que vocês tenham um dia abençoado. Na oportunidade, se puderem estar com os filhos, ótimo. Mas se não puder também, que esteja nas lembranças, né? E você que está nos vendo, que não tem mais a sua mamãe aí do seu lado.

Como eu disse na chamada, guarde os momentos de carinho, de amor. Às vezes não teve a oportunidade nem de conhecê-la, mas eu tenho certeza que teve alguém próximo a você aí. De repente, a sua avó, uma tia, alguém que te criou, que cuidou de você com todo o amor do mundo. Então, se tiver a oportunidade, dê um abraço nessa pessoa. E se essa pessoa não está mais junto de você, pense nela com carinho, com amor. Porque as lembranças ficam.

as memórias elas ficam e eu acho que isso é muito válido, é muito importante o tempo passa tão depressa muitas vezes pra gente se preocupar ou ficar perdendo tempo com alguns ressentimentos eu assisti recentemente a propaganda, não sei se vocês viram da Boticário, do Dia das Mães deste ano

Vocês vão chorar. Chorou, Sibeli? Não tem como não chorar. Se a Sibeli chorou, gente, é porque... É boa! Eu dei o play! E aí, eu tava entendendo. De repente, quando eu entendi...

O cerne do negócio é que a vida passa e que você sente saudade do seu filho falando errado, não conseguindo vestir o tênis. Quando você percebe que você já não consegue carregar teu filho no colo porque ele já cresceu, e o comercial é tão incrível que se passa tudo dentro de um trem. Porque a vida é isso, é um trem. Verdade. Passa.

Tá vendo como é lindo o curso de publicidade e propaganda? Verdade. Fazendo, olha. Como é incrível. Faça o PP. Nossa publicidade e propaganda. Pedagogia, gente. Também. Também, também. Olha, dá vontade de cursar de tudo um pouco, né? É verdade. De tudo um pouco. E aí, quando a gente conhece algumas mães assim...

Na área de engenharia. Aí você falou, uau, que fantástico. Que legal, né? Então é isso. Curta sua mãe, se você tem a oportunidade. Se vocês querem mandar um recado pra mãe de vocês. Ou, de repente, pros filhos de vocês. Fica à vontade aqui nessa câmera, então. Que a gente já tá caminhando pro bye-bye, né? Bom.

Esse horário é a Sabrina e eu acredito que ainda tá na escola. Então, se ela responder aí, diretor... Ela vai voar em breve. Mas ela vai assistir isso depois. Vai, vai, vai. Sabrina, filha, eu sei que muitas vezes... É ali, né? É. Eu sei que muitas vezes você desejava uma mãe diferente.

Eu nunca desejei uma filha diferente. E se em algum momento eu demonstrei isso a você, pedindo pra que você estudasse como a fulana, pra que você seguisse o caminho da sua amiga que tira 10 sempre...

Eu peço perdão. A Maria Paula falou que eu posso pedir perdão quando a gente erra. Estou pedindo perdão porque eu sempre gostei muito de livros. Eu sou apaixonada por livros. Uma vez eu falei para a minha filha assim, olha que linda a Catarina. Olha, ela pegou um livro tão volumoso e ela terminou em três dias. Filha, faça igual ela. E a Sabrina falou assim para mim.

Mãe, eu não sou a Catarina. É. Você queria ter uma filha Catarina, mas você tem uma filha Sabrina. E eu chorei aquele dia.

E eu peço perdão se eu deixei a desejar nesse sentido de não valorizar você da forma que você é. Mas eu sempre amei você do jeito que você é. Não vou mandar o recado pro Yuri ainda, porque ele é pequenininho e eu deixo ele longe das telas, eu sou chata. Mas o que eu quero dizer pra você, filha, e pra todas as pessoas que estão me ouvindo...

que muitas vezes não tem a mãe perto, ou que está com raiva da mãe, está distante da mãe. Entendam. O amor da mãe é o amor que não se compara, se compara. Se compara ao amor de Jesus Cristo, que é o amor ágape. Porque a gente ama independentemente do que o filho faz.

Uma vez eu assisti um documentário de pessoas que vivem no presídio e eles falando que de domingo faz fila tremenda de mulheres mães indo ver seus filhos.

Suas filhas. E o volume de homens na fila é muito pequeno. Porque a mãe, ela ama como Jesus ama a gente. Você não precisa de dar nenhuma condição pra você amar. Você simplesmente ama. Mesmo sabendo que o filho erra. Então, por exemplo, mães de traficante não amam o tráfico.

Mas amo o filho que foi pra aquele caminho escolhido. E no final tem esperança que ele mude, né? Então é isso. Então, valorize a sua mãe. Olha, agora é papo de tia. Mas é literalmente isso. Porque o amor da mãe, ele não se compara. A gente não tem dúvidas, né? Se é aquela perguntinha, né? Ah, você só tem, sei lá, um órgão funcionando. E você precisa doar pro seu filho. Porque senão, você doa sem pensar.

Morre no lugar do fim. É, então, filho, eu te amo. Independentemente de como eu fui, mãe, pra você, que ainda sou, eu te amo. É isso. E um beijo pra Vitalina, minha mãe linda. Então tá bom! E você, Maria? Quer mandar um beijo? Eu quero. Primeiro, eu queria falar com a minha mãe.

Agradecer por essa referência que ela é para mim como mãe. Agradecer porque ela é minha rede de apoio.

Ela é aquela, né, que eu brinco que meus braços chegam aonde eu ainda não cheguei ainda, mas eu tô chegando. Que eu sou daquela mãe. Mãe, vai que eu tô indo. Mãe, muito obrigada por tudo que você faz por mim, pela minha casa, pelos meus filhos. Muito obrigada. E Pedro e Maria Laura. Vocês são a materialização de que tudo que Deus faz é perfeito.

Eu sou grata a Deus por ter vocês na minha vida. Eu passaria por tudo. Tudo, tudo, tudo de novo. Só pra ter o privilégio de ser mãe de vocês. Muito obrigada. Muito obrigada por ser a minha força. Quando eu achei que eu não tinha mais força, eu sabia que tinha alguém lá em casa esperando por mim.

Eu sabia que tinha alguém lá e que é por vocês e pra vocês que eu estou aqui hoje. É por vocês e por vocês que eu continuo. É por vocês e pra vocês. Contem com a minha vida todo o tempo, todo o lugar. Muito obrigada, muito obrigada por tudo. Por todo o carinho, por toda a compreensão que vocês têm comigo. Vocês são o grande amor da minha vida.

Que lindo. Eu agradeço a todas as mamães que estiveram com a gente, que nos assistiram. Beijo pra minha mãe, beijo pra minha avó também, pra minha filha. Pra esse bebê que um dia vai clicar. Um dia vai demorar muito, né? No YouTube, vai ver aqui a mãe trabalhando. Ainda mais que eu sou chata com essas coisas também com rede social, né? Mas enfim.

E, de repente, eu queria falar algo que eu acho que a gente não falou aqui, mas eu não poderia deixar de falar. A gente tá falando desse amor maternal, né? Dessa referência. Mas muitas pessoas não têm, infelizmente, referência de mãe, né? Não tem o amor de uma mãe, né? A gente tenta colocar todas no mesmo balaio, mas a gente sabe que não são todas iguais. A amor de mãe é igual. Nem sempre.

Então, se você não tem uma referência ou não cresceu com esse amor, sinta-se abraçado, abraçada por nós aqui, né? Nós três aqui. Um abraço fraterno no seu coração, tá bom? Com muito respeito, muito carinho e muito amor pra vocês, tá? Agora é o seguinte, eu vou dar o brinde das entrevistadas. Quem não vai sair de mão abanando aqui, não? Essas mamães.

Hoje eu vou quebrar um protocolo, hein, Dani? Vai? Vou. O que você vai fazer? Vou mandar um presentinho pra mamãe do ano. O quê? Olha, ela não deu pra ouvir. Ela tá mexendo coisa ali. Olha, eu falei assim que eu vou quebrar o protocolo. Vou dar um presente pra mamãe do ano. Visto que, jornalista apaixonada que somos, a gente adora contar uma história. Então, eu quero que você registre a história do bebezinho. Aaaaaah!

Ah, Sibeli, olha aqui. Aí você vai registrar a história. Maria Paula. Ah, eu posso abrir? Bebelinda, abençoada, que você tá vindo com todo carinho. Ah, Sibeli. Obrigada. Vai fazer um furaco, meu. Jornalista adora escrever as coisas, então. Olha aqui. Ai, obrigada, Té. Eu vou abrir o meu, mas antes eu quero que vocês abram o seu. Sibeli, obrigada. Muito obrigada. Não esperava. Eu agradeço. Tomei um susto? Que susto? Ai, meu Deus. Mostra pra galera aí o que vocês ganharam.

Ah, Fabi e Júlia, pra adoçar vocês. Pedro e Laura, esse é meu, tá? É, eu ia fazer justamente. Ó, fala a verdade, já comer escondido dos filhos. Nossa, Sabrina.

Eu já. Comer escondido do filho. Não, quem nunca? Pode. Ah, não. Já, senão a gente não... Fabi e Júlia, que delícia. Fabi e Júlia, obrigada. Doces artesanais maravilhosos. Representei a sua mãe. Dá tempo de encomendar a Fabi e Júlia? A Fabi e Júlia diz que dá.

podcast. Ah, eu não vi. É chique demais essa Fabi e Júlia. Ah, aproveitando, deixa eu mandar Feliz Dia das Mães pra Fabi, mãe da Júlia. Feliz Dia das Mães, Fabi, pra você. Muito obrigada, viu? Qual é o próximo aí? Qual? Qual mãe? Pra vocês anotarem, que eu sei que vocês gostam.

Lindo, né? Amei. Aí, ó. E tem mais coisa aí, tem mais coisa aí. Lindo. Nossa, amei. O diretor tem um voucher.

Tem. Tá registrada, tá cola? Tá registrada, dia das luzes. Ai, que lindo, chaveiro. Agora, vocês têm a... Ó, vocês têm a Vórtica, que é esse chaveiro em 3D. Que agora é nossa parceira aqui, ó. Jovens Empreendedores da Vórtica Impressão Digital 3D. Todas as vezes que vocês olharem pra esse chaveiro, vocês vão lembrar com muito carinho do podcast. Porque é o novo...

E a nova identidade. Obrigada, Júlia. A mãe aqui tá com a memória zoada. A nova identidade. E aí dentro, o certificado pra vocês. Pode pôr no LATS, viu, Maria? Olha, eu vou pôr no meu LATS. Seu primeiro podcast? Uau! Vocês ganharam voucher?

Ai, agora a gente vai ter um tempo nosso. Olha lá, doutora Bárbara Isaías. Não poderia deixar de presenteá-las. Gente, que capricho. Olha, vocês ganharam também uma hidratação facial da doutora Bárbara Isaías. Depois a produção vai falar como que você... Tem um prazo aí, não vai deixar escapar.

Não, vamos juntas. Vocês não vão perder, viu? Eu vou levar o copo da Unifacão. Nós vamos juntas. Doutora Bárbara Isaías, obrigada por esse presentaço. Segue lá, gente. Segue lá, dá aquela moral. Segue Fabi e Júlia Doces. Segue Vórtica 3D. E segue também a nossa parceira de hoje, doutora Bárbara Isaías. D-R-A Bárbara, underline Isaías com Y.

Ah, desculpa, diretor. DoutoraDRA.Barbara__isaías. Com Y no lugar do segundo I. Ela estudou aqui, inclusive. Curso de farmácia, viu? E vai estar gravando comigo o podcast. Vai ser bem legal também. Obrigada, doutora. Obrigada, doutora Bárbara. E vamos ao sorteio. Olha, o diretor vai colocar... Ai, a gente vai escolher elas que vão.

Três comentários e vocês escolhem o melhor. Mas tem que escolher realmente. Não vai ficar chateada assim, né? Se não foi dessa vez, não tem problema. É um incentivo pra sempre estar no podcast aqui com a gente. A gente comemora pela outra, né? Isso. Lógico. E você que ganhou, vai ganhar como as meninas. Uma hidratação facial na doutora Bárbara Isaías. Aqui pertinho, viu? Campo limpo, pertinho. Vocês vão adorar. Linda clínica dela. Vamos colocar.

Vamos lá. Primeiro comentário, ser mãe é... Adriana, ser mãe é viver um pedacinho do amor de Deus todos os dias. Boa. Gostei. Segundo comentário...

Adriana Lousada. Outra Adriana. Ser mãe é uma dádiva de Deus. Também. Também. A última e não menos importante. A Nayara. Ser mãe é descobrir uma força que às vezes nem sabia que existia. É olhar alguém, perceber que o coração agora anda fora do peito. É a prova viva do amor de Deus. Muito bom também. Eu na minha mente já tenho o meu. Mas vocês que vão escolher.

Você tem? Um, dois ou três, valendo. Que a gente tem que cerrar o... O diretor falou que a gente tem que cerrar o programa. Eu vou abrindo aqui meu presente. Ai, Sibeli, que querida. Pronto, já fizemos a nossa opção. Já? Os três tão lindos. Os três tão lindos. Não dá pra dar pros três? Dá pra dar, poderia, né? Quem sabe na próxima. Mas hoje é um. É assim, é escolhas. Vai. Quem vocês escolheram? Um, dois ou três? Falem juntas. Três. O três? Aê!

Nayara, você pode presentear sua mamãe. Né, gente? É. Presentei sua mamãe. A gente não sabe a força que nós temos até se tornar mãe. Pois é. É verdade. Ó, parabéns. Vai entrar em contato a produção pra agendar. Se você não for lá, vai perder. Tem um prazo, tá? Vocês também, tá, meninas? Não, nós vamos. Olha o barulho do presente aqui. Por quê?

Sibeli, me ajuda. Abre aqui pra mim. Ah, não. Pode rasgar, diretor? Ah, eu tenho dó de rasgar. Eu já rasgava pelo fundo, já. Ah, eu também. Pode, Sibeli. É, eu rasgava. A minha mãe que ficava abrindo assim, guardava os pacotes de embalagem de baixo no fundo. Abre aqui pra mim. Colchão. Abre aqui, abre aqui, abre aqui. Ah, tá chegando tesoura.

Aê! Aê, dona Vitalina, você não vai ver estragando uma embalagem. Vem, Júlia! Obrigada, Júlia. E tá combinado? A sua também, Dani. Guardava as embalagens de presente debaixo do colchão. Do colchão não, na sacola. A minha mãe guardava debaixo do colchão. Embaixo do colchão fica retinho, né? Ai, que lindo! Não dá pra mostrar que a luz é… Não dá, né, direita?

É pra escrever as histórias. Ah, que bonitinha, Sibeli. Obrigada. Uma cartinha de amor pra você. Ah, que ele não tinha. Aí você vai registrando cada fase da vida do bebê. Eu fiz. Eu fiz dos meus bebês. Ah, eu adoro. Ah, só a Celina que tem. Obrigada. Agora ele tem.

Eu agradeço. É tão gostoso ler depois, né? Olha, gente, muito obrigada. Que episódio legal, emocionante. Ficamos mais de uma hora aqui, mas foi exceção porque hoje o dia é especial, Dia das Mães. Então, feliz Dia das Mães a todas as mamães. Você, como eu disse, né? Se você não tem a sua mãe por perto, sinta o nosso carinho, nosso abraço fraternal, tá bom? Se você não tem uma referência, uma boa referência, ou não teve o amor de uma mãe...

Então, nosso abraço também com muito carinho, muita fraternidade, muito respeito e muito amor. Tá bom, pessoal? Obrigada. Feliz dia das mães pra vocês. É, feliz dia das mães. Gente, feliz dia das mães. Tem que tomar. Brindo, tem que tomar.

Até semana que vem, pessoal. Semana que vem estaremos aqui. Novos entrevistados, um novo tema. Firmes e fortes, assim Deus permitir. Muito obrigada. Obrigada a toda a nossa instituição e todas as mamães colaboradoras da Unifacamp. Independentemente do setor. Todas vocês. Vamos falar juntas? Feliz Dia das Mães. Feliz Dia das Mães. Beijo. Obrigada, meninas. Adorei. Obrigada, família. Valeu. Tchau.

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Doutora Bárbara Isaías

Hidratação facial
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Fabi e Júlia Doces Artesanais

Doces artesanais
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Vórtica Impressão Digital 3D

Chaveiro em 3D
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