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RÁDIO CAFÉ #569 - Fachin fala em 'consequência nefasta da ausência de limites' da Faria Lima

05 de maio de 20262h14min
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ECONOMIA

1. Petróleo a 114 dólares aterroriza bolsas e Buffett espera o colapso. STF mira royalties do petróleo, Embraer dispara nos Emirados e Bitcoin renasce.

2. Lula busca Trump enquanto Galípolo passa mal e Focus piora. Royalties no STF, pauta-bomba do PT e Zema desafia a CLT.

3. Acordo Mercosul-União Europeia abre a Europa ao agro brasileiro. Café e frutas com tarifa zero, queijo europeu mais barato, e chuvas matam no Nordeste.

4. Nvidia perde a China e Musk ameaça executivos da OpenAI. GameStop quer comprar eBay, Suno mira 5 bilhões e Apple barra vibe coding.

BRASIL

1. Brasil sangra enquanto a autoridade dorme em paz. Avião sobre BH, estupros em série, fugas e PCC de helicóptero abrem a semana.

2. STF dá pirueta e diz que quem não tem limite é a Faria Lima. Fachin, Gilmar e Moraes pedalam para salvar a Corte e blindar o caso Master.

3. Lula corre para Trump xingando o povo em Brasília. Desenrola Dois vira calote eleitoral, escala 6x1 explode e a esquerda perde a bússola.

4. Congresso vira o jogo e abre a porteira para depurar 2026. Messias derrubado, dosimetria aprovada e oposição mira PECs contra o STF.

5. Bolsonaro convalesce e a família arregaça as mangas. Cirurgia, dosimetria, viagem de Flávio aos EUA e voto jovem em foco.

MUNDO

1. Eixo da liberdade quebra a coluna bolivariana. Milei, Noboa, Kast e Trump fecham o cerco enquanto Cuba e Caracas implodem.

2. Ormuz, Ucrânia e Vaticano em xeque pascal. Trump aperta o Irã, Macron grita, Putin se tranca e Rubio bate à porta de Roma.

3. Pequim arma o tabuleiro, Manila grita, Tóquio reage. APAC vira xadrez nuclear enquanto Kim Jong-un revela doutrina suicida.

4. Estados Unidos entre Patel, Mamdani e Bessent. Trump consolida poder, democratas implodem, e Giuliani luta pela vida.

5. Asteroides, hantavírus e mães MAHA fecham o giro. Ciência, saúde e tecnologia desafiam Trump enquanto o céu manda recado.


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Isso é o primeiro coisa que você vai ouvir, o primeiro coisa que eles vão ouvir de você, e tem que ser forte. Tem que ser forte. Tem que ser a gente que diz...

Música

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E aí

E aí

Música

E aí E aí

E aí

Música

Transcrição e Legendas por Quintena Coelho

E aí

E aí

Transcrição e Legendas Pedro Negri

Música

E aí

Muito boa noite, caros ouvintes da Rádio Café. Estamos aqui para mais um espaço para despertar nessa segunda-feira, 4 de maio de 2026, tempo pascal. Para quem já chegou por aí, deixa eu dar uma olhada aqui, até vendo para quem já está por aí. Muito boa noite, muito obrigado a todos. Estamos ao vivo no YouTube, arroba Leonardo Dias, The Line RC, no x arroba Leonardo Dias. E também estamos ao vivo lá em oeditorial.com. Acesse nosso site, assine a nossa newsletter.

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Então é isso, meus queridos. Vamos começar o nosso programa de hoje. Olha só o que está acontecendo. Olha só. Petróleo a 114 dólares. Aterroriza bolsas e buffet espera o colapso. STF mira royalties do petróleo. Embraer dispara nos Emirados. Bitcoin renasce.

Antes do giro, dois aperitivos sonoros. O primeiro é The Ponym, do duo francês Two Bump, faixa do EP De Luz.

Too Bump é o casamento improvável entre o rapper Milka e o produtor Beedle. Gente que pega a base suja, samples enferrujados e rimas em inglês com sotaque de tours e devolve hip-hop alternativo que respeita ouvinte adulto. Sem militância de cartilha, sem pose de vítima, só técnica e atitude. A segunda música é Lose Yourself na voz de Kelly Lee Evans.

Kelly Lee é canadense e vencedora do Juno Award. Ela pega o hino raivoso do Eminem e veste um smoking de jazz. É a prova de que talento de verdade dispensa subsídio cultural e cota identitária. E meus amigos...

Vamos para a primeira notícia aqui. Essa é a Rádio Café, seu espaço para despertar nesta segunda-feira pós-Páscoa, dia 4 de maio de 2026. Cristo ressuscitou e o mercado, este pobre Lázaro do livre comércio, segue enfaixado dentro do túmulo da juristocracia tupiniquim, esperando alguém com autoridade gritar, vem pra fora.

Hoje abrimos a semana com o demônio Mamon em festa. A guerra dos Estados Unidos irá chacoalhando os pregões e a ganância dos toguinhas em cima dos royalties.

O barril de Brent saltou para US$114 logo cedo, depois de bater US$126 na semana passada. Maior cotação em quatro anos, segundo o Metrópolis. Frankfurt, Paris e Madrid tombaram. Londres ficou de fora por feriado. Em Nova York, Dow Jones derreteu mais de 500 pontos com incerteza sobre quando os petroleiros voltarão a cruzar o Estreito de Ormos.

Eladio Marra sentado num caixa recorde de 397 bilhões de dólares, com lucro trimestral de 10 bilhões, alta de 119%, Warren Buffett deu sua sentença ao canal CNBC. Abre aspas. O melhor momento para investir é quando o mercado está em colapso e este momento ainda não é o ideal. Tradução do velho profeta capitalista. Ele está esperando sangue jorrar de verdade.

Aqui em Bovespa começou maio de sair justa contra o InfoMoney. Vale bancos descendo, Petrobras subindo na carona do petróleo. Invengeroria divina enquanto o Brasil real ganha com o barril. O Supremo e sua infinita sabedoria de gabinete refrigerado retoma esta semana o julgamento dos royalties de petróleo ameaçando reescrever a divisão que hoje irriga municípios fluminenses.

O Estadão narra o caso de uma cidade de 137 mil habitantes que entrou para o Clube dos Milionários do Petróleo em 2025 e teme perder a bonança por canetada. É o ministro Fachin esbravejando contra a consequência nefasta da ausência de limites da Faria Lima.

Como se o limite faltasse no mercado e não na própria toga. Sobra megalomania para condenar empresário. Falta humildade para deixar o município ficar com o que produziu. Mamon, no fim das contas, mora menos no pregão e mais na sala de sessão.

Fora de limites, registremos. A anistia ampla geral e restrita dos preços do 8 de janeiro continua sendo a única saída civilizatória para um país que se diz cristão nesses tempos de Páscoa. Quem fala em perdão domingo de manhã não pode pedir cadeia perpétua segunda tarde. Flávio Bolsonaro, candidato à presidência em 2026, pôs o dedo na ferida de novo. E fez bem.

No bom da praça, Embraer fechou hoje, segundo o Cidadão, sua maior venda do cargueiro C-390 para um único país. Dez aeronaves para os Emirados Árabes Unidos, com a opção de chegar a 20. Indústria de alta tecnologia brasileira ganhando o deserto sem pilhas na mão do BNDES, só com a competência herdada do tempo em que aeronáutica não era um departamento ideológico.

Já a BRF, antiga BRF, criou junto ao fundo saudito da HPDC a Sadia Halal, joint venture ou melhor sociedade conjunto avaliada em 2,07 bilhões de dólares, cerca de 11,4 bilhões de reais, mirando 350 milhões de consumidores muçulmanos e uma futura abertura de capital. Brasileiro batendo frango para o mundo islâmico inteiro. Globalismo de verdade é esse, o do contrato comercial, não das ONGs.

No Nordeste, a Petrobras prepara ofensiva contra a refinaria privada de Mataripi, vendida ao fundo Mubadala no governo Bolsonaro e operada pela Selen. Ou seja, a estatal usa o caixa do contribuinte para esmagar a concorrência privada.

e depois reclamam da Faria Lima. Enquanto isso, a própria Petrobras retomou estudos geológicos em 37 bacias sedimentares, bateu o recorde de produção no primeiro trimestre, volume 16% acima do mesmo período de 2025, ajudada pela guerra. A OPEP e aliados no domingo anunciaram alta de 188 mil barris por dia em junho, retomada que pode ser pausada conforme o mercado.

Nos Estados Unidos, o galão de gasolina já passa de 6 dólares na Califórnia. A Fox News flagrou postos cobrando 8 dólares em São Francisco, quase 50% acima do nível pré-guerra.

Recadinho útil, foi o democrata Gavin Newsom que sufocou refinaria com regulação verde, agora o californiano paga a indulgência ambientalista no bolso. Trump na contramão segue destravando o petróleo do México e mostrando que a soberania energética é coisa de adulto e não de adolescente militante. Robert F. Kennedy jura na saúde e faz o mesmo serviço sanitário quanto o lobby farmacêutico. Direita que governa, direita que está entregando nos Estados Unidos, pelo menos na economia.

No Brasil, o índice de gerentes de compras industrial subiu para 52,6 em abril, maior nível em 14 meses, segundo a SP Global, puxada pela demanda externa, enquanto o mercado interno segue patinando, refém de juros altos e lula. Para fechar a paisagem cripto, o Bitcoin atingiu o maior patamar desde janeiro, depois que o Congresso americano avançou a lei de stablecoins, as moedas digitais lastreadas.

Preventindo recompensas como pontos de cartão. O dólar digital de mercado nasceu e o mercado central brasileiro continua tentando empurrar o Drex enquanto o povo já transaciona em USDC. No turismo, a contoradora da Decolar avalia comprar a CVC com prêmios sobre os R$ 3,30 por ação. Consolidação é a palavra da semana.

Recomendação empresariado da direita, no espírito dos atos dos apóstolos em que cada um vendia o que tinha e investia na comunidade dos santos. Proteção cambial, posição, energia, paciência e oração. 2026 é maratona, não corrida de 100 metros. Quem tem caixa como buffet é quem dita o ritmo no fim do jogo. E quem tem fé sabe que depois do túmulo, sempre vem o terceiro dia.

E a música vem agora é Our Generation, reedit de DJ No Mark e Ernie Hines do álbum Broken Sunlight. No Mark é lenda viva, é Jurassic Five um dos pilares do hip hop instrumental que ainda resiste a fábrica de autotune.

Ernie Hines é veterana do Soul dos anos 70, autor do Our Generation original, aquele mesmo que Coman e Kenick saquearam para fazer carreira. Aqui o velho mestre reaparece para lembrar que geração que não respeita a anterior está condenada a repetir os erros dela. Vamos ouvi-los.

Música

Estamos de volta, meus amigos Vamos para a notícia 2 de economia Lula busca Trump enquanto Galípolo passa mal e Focus piora Drogs no STF e pauta bomba do PT e Zema desafia CLT

Você ouviu o DJ no Mark Ernie Hines com Our Generation. Vamos à nossa que precisa urgentemente de outra. Boletim Focus dessa segunda, segundo o Poder 360, empurrou a projeção de inflação para 4,89% em 2026, com mercado na TV no queda do PIB em 2027. Selic parada, câmbio parado, cheiro de estagflação subindo do tacho com uma mão esquentando o jantar.

Para coroar amanhã, o presidente do Banco Central, Galípolo, passou mal e cancelou audiência de amanhã no Senado sobre o caso Master, aquele banco do Daniel Vorcaro, que teria bancado viagem ao diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, motivo pelo qual o novo pediu apuração de improbidade, o diagnóstico do médico talvez gastrite, diagnóstico do contribuinte ataque agudo de constrangimento.

O socorro ao Márcio rendeu uma síncope conveniente e Asmodeus, o patrono das mentiras de ocasião, riu sozinho no banheiro. Mas como nos atos dos apóstolos, o que se faz às escondidas acaba sendo dito do saldo alto dos telhados.

Lua fugindo das próprias derrotas, o Congresso anunciou R$ 21 bilhões em crédito subsidiado para caminhoneiros e ônibus e marcou encontro com Trump na próxima quinta-feira. Trump, que segundo a Gazeta do Povo prometeu hoje tarifa de 25% sobre automóveis europeus, vai sentar com o sujeito que paralelamente estuda medida provisória para zerar imposto das blusinhas.

A tal taxa das remessas, porque em popularidade da cobrança, comeu o que ainda restava da popularidade. É o populismo digital devorando o populismo industrial pela cauda, com o consumidor de chá em servindo de aperitivo. E ainda quer renegociar 120 bilhões de reais do Fiesco em inadimplência de 65% e 60,2% dos jovens reprovando o desgoverno.

Compra-se voto com dinheiro a lei, o cartilha que Mises explicou que os tucanos esqueceram e que o petista decorou. Trump do outro lado da mesa vai aparecer como adulto da reunião, o que diz muito sobre o nível da nossa.

No STF, retoma-se o julgamento da Lei de Hot do Petróleo, suspensa há 13 anos pela ministra Carmen Lúcia. Em jogo, segundo a Gazeta e o Poder 360, 21 bilhões de reais por ano que podem ser do Rio e dos municípios produtores rumo a estados que jamais furaram um poço.

O ministro Fachin discursa sobre a ausência de limites da Faria Lima, ignorando que o limite ele mesmo, ele e onze colegas, é que se aposentaram de respeitar. Pacto federativo rescrito por Canetada e a juristocracia fiel a Moloch exige sempre mais um sacrifício alheio para alimentar a fogueira do próprio prestígio.

O TCU no embala ou suspendeu o consignado do INSS e a BBC, Febraban e Zeta, gritaram que o mercado paralisado movimenta cerca de R$ 100 bilhões por ano e prejudica o aposentado de baixa renda. O Tribunal de Contas virou Ministério da Economia paralelo com vantagem de não responder à urna.

E a pauta bomba do próprio desgoverno voltou a explodir. O PT apoiou o PEC, que cria piso para assistência social, e agora corre para apagar incêndio que acendeu na própria sala. Em paralelo, segundo a Gazeta, alta recorde de impostos escancar o peso do Leviatã sobre empresa e cidadão, com o sistema tributário consagrado com um problema crônico, comparava a uma hernia que o paciente acha que hábito. O Banco Central, antecipando-se ao chefe, endureceu regras entre bancos endividados, obrigando a educação financeira e proibindo a alteração abrupta de juros.

Enquanto isso, o governador Romeu Zema, pré-candidato, soltou a frase do dia registrada pelo Poder 360. Quem quer trabalhar no Brasil tem que engolir a CLT e propôs regime laboral paralelo. Do outro lado, o relator Léo Prats jura que o fim da escala 6x1 não afetará salário nem produtividade. Acreditar em quem? No mineiro que paga a folha ou no relator que vive de orçamento secreto? Pergunta retórica, igual perguntar se o centrão tem ideologia.

Some-se a mistura o diagnóstico da Gazeta sobre como a guerra no Irã mascaram o rombo das contas públicas de 2026, armando a ratoeira para 2027, junto da análise dos efeitos das tarifas Trump sobre inflação, agronegócio e indústria brasileira. Aqui um aceno necessário. Trump entendeu que comércio internacional sem recém-recipocidade é caridade compulsória. Está cobrando ingresso. Coisa que o globalista de Davos chama de catástrofe, o trabalhador de Ohio chama de salário.

O agro-brasileiro reclama, mas o agro-brasileiro também sabe que governo socialista é pior dos parceiros comerciais. Os novos limites do Simples Nacional e do MEI em discussão prometem má alocação bilionária. Florianópolis, na contramão, propõe isenção de impostos a novo empreendimento, modelo que deveria ser replicado por todo o Brasil que ainda acredita em propriedade privada.

Lá fora na Argentina, Meleu sofre com mais de 60% de desaprovação por escândalos entre aliados e pessimismo econômico, mas se segura porque a oposição peronista é ainda mais detestada. Liberdade dá trabalho, socialismo dá ruína. O eleitor vez ou outra lembra-se disso?

E a semana de balanços traz Itaú, Bradesco, Disney, Uber, Magalu, B3 e Embraer com o resultado do primeiro trimestre. No campo político, Flávio Bolsonaro consolida-se como nome competitivo e o que a esquerda chama de extremismo, o brasileiro de bem chama de coluna vertebral. Anistia, recorde-se, não é favor, é pacificação. Nenhuma nação cristã prospera entupindo o presídio com adversário político e o exemplo que a juristocracia oferece fingir que vingança e justiça custa mais caro do que qualquer royalty.

Ao empresário de direita, a recomendação prática para 2026. Blindar a caixa, fugir de subsídio e lembrar que o Estado, quando ressuscita, ressuscita como zumbi, não como Cristo. Cristo ressuscitado liberta. O Estado, quando volta, vem cobrar imposto sobre a pedra rolada. A seguir, atravessamos o Atlântico até Aix-en-Provence.

com a banda francesa Deluxe, bigodes de pintura e jazz, hip-hop, electric funk, costurados em performance cinematográfica. Do álbum The Deluxe Family Show, vamos ouvir Extra Mile.

e como você está atribuiendo seu movimento mentado pois isso interessa, eu termine, eu nessudo, eu nessudo

Transcrição e Legendas por Quintena Coelho

Estamos de volta, queridos ouvintes da Rádio Café. Tudo bem, vamos para a notícia 3, olha só. Acordo Mercosul, no Europeu, abre a Europa e o águer brasileiro. Café e frutas com tarifa zero, o queijo europeu mais barato e chuvas matam no Nordeste. Você ouveu o Deluxe com Extra Mile.

Notícia 3. O água entra em campo nesse setor que segura o Brasil enquanto o Brasil entrega o ouro de bandeja. O grande destaque é o acordo do Mercosul-União Europeia finalmente saindo do papel depois de mais de duas décadas de novelas. Segundo a apuração do Estadão e da Gazeta do Povo, café e frutas brasileiras terão tarifa zero e carnes e açúcar entrarão com gotas e taxas reduzidas de forma gradual.

O governo estima um bilhão de dólares a mais em exportações brasileiras à Europa apenas no primeiro ano, com ganho expressivo em frutas, máquinas, equipamentos, cor e calçados. Do outro lado, queijos, chocolates e vinhos europeus ficarão mais baratos no Brasil ao longo da próxima década. A Comissão Europeia espera salto de quase 50% nas exportações agrícolas do bloco para o Mercosul. Tradução prática. O brasileiro vai poder comer brie de verdade, enquanto o francês finalmente vai aprender o que é mangatome.

Globalização do bem, a do contrato livre, sem ONG e cobrando pedágio moral no meio do caminho. É a parábola do semeador em versão tarifária, a semente que caiu na boa terra do produtor brasileiro, dá fruto cento por um, ainda que o solo institucional aqui seja mais espinhoso que pedregulho.

E a Embrapa lançou novo selo de baixo carbono para a Milisorgo, criando métricas de emissão por tonelada, justamente para atender exigências ambientais europeias, agora com mercado real e não com chantagem climática de palanque. O ministro da Agricultura confirmou que o plano safra deve sair no início de junho.

com foco em juros para garantir acesso ao produtor. Nota fina. O plano safra do Lula serve para o produtor pequeno engolir taxa selic disfarçada de subsídio, enquanto o grande resolve com Itaú e Rabobank, ambos sem pedir licença ao Planalto. No Paraná, segundo o Denal, a previsão subjetiva da safra aponta 39 milhões de toneladas de soja e milho juntas.

Números que envergonham qualquer ministro do MST e fariam Trump aplaudir, ele que entendeu antes de todo mundo que produtividade no campo é segurança nacional e não um fetiche de ambientalista.

Vitória jurídica relevante na Amazônia. Justiça em Marabá reconheceu abuso no chamado taque da carne e impôs limites a bloqueios amplos, garantindo a continuidade de produtores que estavam regulares. É o dever do processo legal voltando a respirar onde antes vigorava o ativismo do Ministério Público, travestido de defensor da floresta.

Bolsonaro avisou em quatro anos e agora a justiça confirma com carimbo. Criminalizar o produtor não salva uma única árvore, só engorda a ONG estrangeira. A Lorenz, maior esmagadora de mandioca do país, projeta a venda 12% maior, puxada pela demanda da indústria alimentícia por amidos que melhoram o rendimento.

E o mercado de vinhos brasileiro deve movimentar R$ 22 bilhões em 2026. Crescimento de 30% em uma década, contariando a queda mundial do consumo. Brasileiro brindando, mesmo no cativeiro tributário e fé pascal pura. É a multiplicação dos pães em versão tropical. Pouca farinha, muita criatividade e ninguém volta para casa de mãos vazias.

Nota dolorosa fica para o Nordeste. Chuvas torrenciais em Pernambuco e Paraíba colocaram 35 cidades em emergência. Mataram pelo menos oito pessoas, geraram mais de 3,5 mil desabrigados, segundo as defesas civis dos dois estados. Pernambuco soma seis mortes, Paraíba duas, com mais de 16 mil afetados. Defesa civil emitiu alerta para chuvas fortes e ondas de até 3 metros na Baixada Santista, com chegada de frente fria.

O agro convive sempre com essa dualidade bêblica. A chua que faz a soja crescer também leva o telhado do mais pobre. Recado ao político de direita. Enquanto a esquerda transforma a tragédia em palco para selfie e legenda lacrimosa, a direita precisa estruturar a defesa civil municipal de verdade, drenagem urbana e seguro rural privado. Voto se conquista com obra e não com marketing pluvial. Para encerrar a combatida, vem aí a música 5. The Beat Goes On!

de Claude Hurté, do Le Cirque, do álbum Electro Swing Fever, coletivo francês que ressuscita o jazz dos anos 30 e o joga numa pista do século XXI, batidas eletrônicas modernas casadas com metais e contrabaixos da era de ouro. A boa notícia é que, ao contrário da União Europeia Regulatória, esses franceses sabem o que estão fazendo.

Estamos de volta, meus amigos. Vamos para a última de economia. Quero agradecer para o mundo que já está aí na Rádio Café. Não esquece de deixar o seu like e compartilhar o programa para a posteridade. Vamos falar de inovação. Elivida perde a cheira, mas que ameaça executivos da OpenAI. GameStop quer comprar eBay, Sonomira 5 bilhões e Apple barra Vibe Coding.

Você ouve o Le Circle com The Bit Goes On, música Notícia 4. Vamos encerrar a economia, no circo da inovação está pegando fogo. O presidente da NVIDIA confirmou que a fatia da empresa no mercado chinês de aceleradores de inteligência artificial caiu praticamente a zero, graças às restrições do governo americano. Pequim em retaliação vetou a compra de 2 bilhões de dólares da startup chinesa Manus pela meta de Zuckerberg, alegando segurança nacional. Note a hipocrisia.

O partido comunista chinês, que vive de roubar tecnologia ocidental e plantar porta dos fundos em todo equipamento de telecomunicação que exporta, agora descobre que tem segurança nacional. A guerra fria dos chips virou guerra quente dos modelos. Quem ainda achava que inteligência artificial era assunto técnico, descobriu que a geopolítica de altíssima ordem, igualzinha a corrida nuclear,

Com a diferença de que agora o reator cabe num centro de dados e urânia silício americano que Xi Jinping não consegue mais comprar. Por falar em centro de dados, segundo o Financial Times, grandes bancos correm para empacotar a revender a investidores o risco das dívidas bilionárias contratadas para erguer infraestrutura de inteligência artificial mundo afora. Tradução em bom português.

Inventaram o novo crédito Subprime, agora com placa de vídeo no lugar de hipoteca podre. Já vimos esse filme em 2008, ele não termina com aplausos. A Sierra captou 950 milhões de dólares para se tornar padrão global de inteligência artificial em atendimento ao cliente, ultrapassando 1 bilhão em caixa. A Suno, startup que gera música por IA, mila avaliação de 5 milhões de dólares, cerca de 28 milhões de reais, numa rodada da série D embancada por investidores de entretenimento. Continuação.

Kate Hahn e S. Anderson Horowitz levantou outro 1 bilhão de dólares, quase 5,7 bilhões de reais para fundos de cripto e blockchain. Nicolas Sauvage, da TDK, aposta nos pedaços tediosos da inteligência artificial, sensores e componentes, enquanto a Auster anuncia novo líder colorido capaz de capturar profundidade e imagem ao mesmo tempo, sonho úmido dos engenheiros de carros autônomos.

O dinheiro flui como o Jordão na cheia, mas a triagem espiritual é necessária. Muito desse capital morre antes de chegar no Calvário.

Antropic e OpenAI, segundo o TechCrunch, lançaram empreendimentos conjuntos com gestoras de ativos para vender inteligência artificial ao setor empresarial. O folhetinho interlou Musk e Sam Altman ganhou um novo capítulo. A OpenAI alegou em juízo que Musk enviou mensagens ameaçadoras a Greg Brockman e ao próprio Altman, prometendo que ambos seriam os homens mais odiados da América se não o fizessem em acordo. Drama de novela com 500 milhões de dólares, perto de 2,85 trilhões de reais no centro da mesa.

Diga-se a verdade incômoda, mas que fundou a PNA e foi traído na promessa de organização aberta sem fins lucrativos e agora vê a criatura virar máquina fechada de Samalton. A indignação tem fundamento, ainda que a forma seja shakesperiana. Em paralelo, a Apple bloqueou aplicativos de programação por converso, tal Vibe Coding, prático a descrever código batendo papo com a inteligência artificial, alegando inconsistências enquanto integra a mesma tecnologia ao próprio sistema operacional.

Monopólio se chama assim mesmo, com camisa preta de gola alta e taxa de 30% na entrada da loja. E Mark Zuckerberg, o homem que transformou a amizade em métrica, infância e independência, volta hoje ao Tribunal do Novo México em fase de perturbação pública, risco de ser declarado oficialmente nocivo por questões de segurança infantil, o que pode reforçar bilhões em pagamentos e mudança estrutural das plataformas.

Não há como esconder o nome do espírito que inspira essa engenharia. Astaroth, demônio do transumanismo, sussurrando que a alma da criança cabe num feed infinito. No varejo, a GameStop, aquela ação de meme nascida no Reddit, fez oferta hostil de 56 bilhões de dólares pela eBay, em dinheiro e ações na tentativa de competir com a Amazon.

a própria Amazon abriu sua malha logística global a terceiros sob a marca Amazon Supply Chain Services, mirando direto a jugular de UPS e FedEx. O DoorDash incorporou ferramentas de inteligência artificial para acelerar o cadastro de comerciantes e até embelezar fotos dos pratos. Modelos visuais de inteligência artificial, segundo a AppFigures, já geram 6.5 vezes mais downloads que atualizações de robôs de conversa, embora a maioria não converta o pico em receita.

Na pequena empresa, o Canva, segundo Alberto Cereza em entrevista à Exame, decidiu montar time local no Brasil porque o crescimento orgânico tem teto. Ex-funcionários de Google e Meta criaram a Pomo, startup de inteligência artificial com aporte de 4 milhões e meio de dólares, perto de 25 milhões de reais, e o fundador resume a era. A habilidade crucial não é técnica, é velocidade de execução. E o fundador da Amboard, Cravo, com inteligência artificial, algo que era caríssimo agora e está disponível para todos.

É a democratização da programação da ponta dos dedos do empreendedor, exatamente o oposto do projeto xenoglobalista de concentrar conhecimento em algumas torres de marfim no Vale do Silício, em Pequim. Alerta de segurança!

Criminosos digitais estão explorando em máximo a vulnerabilidade crítica do Cipenal e do WHM, comprometendo milhares de sites em poucos dias. Quem administra hospedagem própria atualiza hoje, não amanhã. Recomendação empresário de direita brasileiro. Aprenda inglês, aprenda Python, aprenda TypeScript, aprenda contrato. A próxima década pertencerá a quem dominar inteligência artificial, criptografia e jurisdição internacional.

Hoje é segunda-feira, 4 de maio de 2026, ainda dentro do tempo pascal, quinta semana de Páscoa. Convém lembrar que no Pentecostes o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos como línguas de fogo, confiando o dom de falar todas as línguas. A inteligência artificial é uma imitação grosseira disso, um Pentecostes invertido em silício, e cabe a nós distinguir o fogo que santifica do fogo que devora.

Lúcifer, o anjo caído pelo orgulho, sempre quis o trono sem o ofício e cada vez que o engenheiro do vale se proclama a Deus do código, é a mesma soberba antiga em camiseta nova. O ressurreto não saiu do túmulo para ficar deitado e nem nós. Vamos encerrar a sessão de economia com a confiança de que verdade, liberdade e mercado livre, livre de verdade, não livre para liberais criarem monopólios.

Isso vence sempre, mesmo quando o plenário do STF acha que não. Essa é a Rádio Café, o seu espaço para despertar. Vamos ouvir agora a Little Samba do tio californiano Ugly Duckling, do álbum Journey to Anywhere, hip-hop da velha guarda dos anos 90, com sample de Jazz e Bossa Nova, inspirada na música Samba de uma nota só, para esquentar a transição com sabor brasileiro, filtrado pela praia californiana. Vamos ouvir a Little Samba de Ugly Duckling.

Transcrição e Legendas por Quintena Coelho

E aí E aí

Estamos de volta, meus amigos. Vamos começar a sessão Brasil do nosso programa. Está gostando do programa? Não esquece, deixe o seu like. Segue a gente no YouTube, arroba no Nerd do Dias, do LNRC. Assina o nosso canal e lá no x, arroba no Nerd do Dias. Estamos ao vivo também lá no oeditorial.com. Sejam todos muito bem-vindos. Vamos continuar com a sessão Brasil. Brasil sangra!

Enquanto a autoridade dorme em paz, aviões sobre BH, estupros em série, fugas e PCC de helicóptero abrem a semana. Você ouviu o Ugly Duckling com a Little Samba. Boa noite, Brasil. Rádio Café, segunda-feira, 4 de maio, 4 de abril de... 4 de maio, né? 4 de maio, 4 de abril não.

4 de maio de 2026, tempo pascal, o país amanheceu como o sepulcro do domingo de Páscoa. Aberto, esvaziado, mas ao contrário daquele, sem ressurreição à vista. Cristo ressuscitou, a segurança pública ainda nem desceu da cruz.

Em Belo Horizonte, por volta das 12h40, um avião de pequeno porte, segundo o piloto, sofreu falha logo na decolagem, perdeu o túnel e despencou sobre um prédio residencial. Saldo, um morto, três em estado grave. Lembrete singelo de que no Brasil de hoje não é só a economia que cai do céu.

Em São Paulo, a polícia militar finalmente articula a operação para remover as barricadas de Paraisópolis, plano de reforço que dura a semana inteira. Tradução. Durante anos, o crime organizado pôde levantar muros à vontade, e agora derrubá-los virou notícia. Em qualquer país sério, isso é expediente, aqui é manchete. É como aplaudir o coveiro por cavar a cova depois que o defunto já apodreceu.

E São Paulo segue debaixo de uma das histórias mais sórdidas do ano. Força-tarefa do 63º Distrito Policial em São Miguel Paulista prendeu em menos de uma semana quatro adolescentes e um adulto de 21 anos pela estupro coletivo de duas crianças de 7 e 10 anos gravada e compartilhada em rede social. As vítimas estão sob acompanhamento do Conselho Tutelar e da Prefeitura.

Há geração inteira sendo formada sob o império de Asmodeus e Moloch, criada à sombra do streaming pornográfico, da omissão das famílias e da escola que troca o catecismo por ideologia de gênero. O politicamente correto chama isso de vulnerabilidade, a linguagem reta chama de barbárie. E o cidadão decente chama pelo nome certo estupro, pena máxima, e já que estamos no assunto, redução da maioridade penal antes que outro Moloch devore mais uma criança brasileira.

Continua em São Paulo, o terror do México. O homem foi preso por matar a ex-companheira a tiros. A filha tentou socorrer a mãe e foi baleada. O Estado registrou recorde de feminicídios no primeiro trimestre, segundo a própria Secretaria de Segurança. No Paraná, um sujeito preso por estuprar a menina de 12 anos foi solto a pedido do Ministério Público. O órgão, depois que a notícia constrangeu, recuou.

Pediu um novo mandato e o sujeito foi preso de novo. Anote o roteiro. O promotor solta o estuprador, o juiz assina, a imprensa amiga silencia e quando a vergonha bate a porta, todos descobrem que a final era melhor prender mesmo. É o Brasil em que o poder público comete o erro e a vítima paga o conserto. Cristin Marcos 5 expulsou Legião num só comando. Aqui o Ministério Público devolve a Legião à rua e ainda pede aplauso.

No Amazonas, o caso Benício de Nova Frente. A Polícia Civil indiciou médico e técnica de enfermagem por homicídio doloso, dizendo que o menino morreu por erro médico. A defesa diz que a conclusão está, a palavra deles, dissociada das provas. No Maranhão, Vitor Rangel Aguiar, 27 anos, ex-namorado da estudante brasileira morta em Ciudad del Este, entregou-se à polícia. No Paraguai, a vítima no Brasil, suspeita em comum, o vácuo de proteção a mulheres jovens fora da bolha de pinheiros.

No Rio, um cabo do exército Ronald Barcelos de Mello foi preso por tentativa de homicídio depois de discussão por vaga de carro. O comando militar do Leste disse que acompanha o caso e não tolera desvios. Bem dito. E bem que o estado inteiro estivesse, tivesse a mesma régua, né? Seria bom, em vez da régua de borracha que o Supremo distribui aos amigos.

Fugiram nos cárceres e nas estradas. No Rio Grande do Norte, cinco presos fugiram da penitenciária estadual de Alcaçuz durante as fortes chuvas. A CEAP anunciou as forças de segurança para a recaptura e o cidadão honesto torce para que o concreto vença a enxurrada.

No Rio Grande do Sul, o Ministério Público denunciou um PM e mais dois pela morte da família desaparecida desde 24 de janeiro, caso em que uma das pistas saiu do Instagram da própria vítima. Em São Paulo, MC Ryan preso preventivamente apontado como leiro de esquema de lavagem para o PCC,

foi transferido de presídio porque, segundo a defesa, recebia visitas excessivas de advogados. Para o sujeito comum, advogado é luxo, para o crime organizado é serviço de entrega em domicílio. E o serviço de entrega do PCC virou aéreo. A apuração do Metrópolis mostra que a facção usou helicópteros para enviar dinheiro vivo à Brasília.

Repita comigo devagar, helicópteros, dinheiro vivo, capital federal. Enquanto o cidadão é parado em blitz por causa de farol queimado, Belial sobrevoo o Planalto. E o governo Lula, que jurou matar a fome e acabou alimentando a facção, agora descobre que o PCC tem aviação própria? Bolsonaro chamava isso pelo nome terrorismo. O lulismo prefere o eufemismo, a conferência sobre causas estruturais. E o juiz que solta o traficante porque a tornozeleira machucou.

No Distrito Federal, três notas que dizem muito juntas. O metrô do Distrito Federal acumula dois anos seguidos de queda no número de passageiros, com trem lotados, baixo investimento e zero incentivo ao transporte público, segundo a NP Trilhos.

O Estado fracassa onde teria função clara. No primeiro fim de semana do Maio Amarelo, a operação atuou 289 motoristas sob efeito de álcool, entre eles um sujeito com 270 multas e 54 mil reais em dívidas, encaminhada à delegacia por desacato, herói da impunidade ambulante. No Riacho Fundo 2, foi inaugurado o Centro de Atendimento à Mulher com capacidade para 50 atendimentos diários, reunindo acolhimento, saúde e segurança. O Estado, quando se concentra no essencial, ainda consegue fazer alguma coisa.

No Gama, Jacó Pereira de Souza em situação de rua vai a júri amanhã pela morte de outro homem apaulado, as libretes duro de que a desumanização nas calçadas não é paisagem, é precedente de crime.

E fechamos a nossa notícia de abertura da Sessão Brasil em Belo Horizonte, onde o prefeito Álvaro Damião disse que a decisão sobre os cortes no SAMU, palavras dele, não tem volta. Rejeitou interferência no uso de emendas e negou cortes e falou em remanejamento. Tradução, Pascal. Pedra rolada, túmulo vazio, cidadão que ligar para o SAMU que reza um terço enquanto espera.

Brasil, neste tempo pascal, recado é incômodo. Nos atos apóstolos, Pedro curava enfermos com a própria sombra. Por aqui a sombra do estado adoece quem encosta nela. Ressurreição exige conversão, conversão exige autoridade que faça o seu trabalho. E autoridade que faça o seu trabalho exige uma coisa simples que a esquerda premissiva detesta. Linha dura, polícia armada, juiz com vergonha na cara e cadeia que não vire pousada de promotor distraído. Sem isso, segue o sepulcro aberto e belial as modelos e moloch.

dividem a chave. Agora vamos ouvir Express Yourself de Charles Wright do álbum Music for the Times. Lenda do Funk dos sul-americanos anos 70, líder dos Watts, 103rd Street Rhythm Band, depois ampliada pelo NWA.

Expresse-se, Brasil, sem medo dos demônios.

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Estamos de volta, meus amigos. E vamos falar da Juristocracia.

STF dá pirueta e diz que quem não tem limite é Faria Lima. Fachin Gilmar e Moraes pedalam para salvar a corte e blindar o casu master. Você ouviu Charles Wright com Express Yourself e quem se expressou hoje com a disfarçatez de quem nunca olhou para o próprio currículo foi Edson Fachin.

Em audiência pública na primeira turma, o ministro descobriu, palavras dele, a consequência nefasta da ausência de limites da Faria Lima. Vinda de quem vem é piada cósmica. O tribunal que pulverizou a noite de toda restrição constitucional que reescreve lei por canetada monocrática agora resolveu que mercado é que precisa de coleira. No tempo pascal, Cristo pediu conversão. Togado pede tributação. Cada um carrega a cruz que merece e a do Supremo pesa em ouro alheio.

A audiência saiu disparada pelo caso Master e Gilmar Mendes aproveitou a deixa para esculhambar o Banco Central e CVM, com Flávio Dino, hoje relatora ação sobre a comissão, a espreita do banquete. Em paralelo, o decano defendeu a continuação do inquérito das fake news que, como flagrou a Gazeta do Povo, há muito deixou de ser ferramenta de investigação para virar, com todas as letras, escudo de autoproteção corporativa do próprio Supremo.

E para fechar o pacote, o Casumaster pode virar ilhão entre delatores. Quem entrega primeiro paga menos. Delação virou pregão. O direito balcão. E as modeus, o demônio da mentira togada, distribui sinhas na entrada. Alexandre de Moraes, sempre ele, autorizou nesta segunda manutenção preventiva no elevador da casa de Bolsonaro. E após parecer favorável de Paulo Goné, liberou a cirurgia do ombro do ex-presidente, do qual falaremos mais para frente.

No mesmo dia, negou liberdade a mamãe condenada pelo 8 de janeiro que pediu aplicação do PL da dosimetria. A defesa já cogita levar o caso à presidência da corte. E ainda no balanço dos atos antidemocráticos, defendeu o juiz e o tal inquérito das fake news, lembrando que 1.402 réus foram penalmente responsabilizados por tentativa de golpe. É o ministro multitarefa, autoriza elevador, nega a liberdade, blinda inquérito e no domingo, sobrou fôlego para acusar políticos sem voto de usar o STF como escada eleitoral.

Espelho ministro, espelho. Belial entoga, garantindo que a impunidade suba sempre pelo elevador certo.

Como o Zema, ex-governador de Minas e pré-candidato, abriu a temporada de a caça ao cargo vitalício, acusou ministros do STF de usarem a cadeira, palavras dele, para enriquecimento, e propôs mandato de 15 anos, idade mínima de 60 para ingresso e fim do poder do presidente do Senado para barrar impeachment. É a primeira vez em muito tempo que um pré-candidato presidencial fala em reforma estrutural do Supremo, sem em seguida telefonar à Brasília pedindo desculpas.

O caso máster para ele causou indignação e desconfiança para o resto do Brasil também, mas o Supremo finge não ouvir o culpado em ouvir a si mesmo.

E a manobra de cabotagem. Movimentos recentes envolvendo pré-candidatos indicam tendência de atuação direta da corte em casos com impacto eleitoral, em rota explícita de esvaziamento do TSE em 2026. Guilherme Cunha Pereira da Gazeta do Povo sintetiza com o bisturi. O STF decide quem pode falar e leva o medo ao Congresso, perseguindo parlamentares pelo crime de discursar. É a vez de Lúcia e Ferro orgulho dos togados, achando que onze cabeças pensam pela nação, no caso 10.

Na contramão, André Mendonça votou para permitir que pais vetem o ensino de gênero, entendendo que a lei Capixaba protege a infância e a autonomia da família. No atual desenho da corte, voto assim soa como ato de coragem cristã, e é. Há por fim o varejo do andar de cima.

O TJPR recuou e revogou bônus de R$ 14 mil para juízes que orientassem estagiários e residentes. O juiz do DF rejeitou a ação de Enel contra o diretor da Aneel, dizendo que a conduta está ligada ao cargo. No caso Henri Borel, o colegiado manteve o julgamento no Rio. No Paraná, na Operação Lobo e Pele de Cordeiro, o padre acusado de 17 crimes sexuais terá 25 processos concentrados em Cascavel e que esse ao menos não escape.

A ministra de Sistema classificou fala do presidente do TST que dividiu magistrados entre vermelhos e azuis e se enquadrou nos primeiros como desserviço à justiça do trabalho. Quando o Togado sai do armário ideológico, ao menos confirma o que a vítima já sabia.

e ao ruído de fundo no tabuleiro. Lula foi aconselhada de ar nova indicação suprema após a derrota humilhante de Jorge Messias, que por sua vez agradeceu publicamente o apoio de Mendonça e Gilmar. Na Gazeta do Povo Lista, os cotados, mas não há pressa, Meneços mandaram recados ao Congresso sobre a derrubada do veto que beneficia Bolsonaro exatamente quando se discute a anistia, gesto cristão evangélico civilizatório que devolveria as famílias dos presos de 8 de janeiro que 11 togados confiscaram.

No mesmo dia, Flávio Bolsonaro confirmou a intenção de disputar o Planalto. Recado é claro. Perseguição não calou o sobrenome e multiplicou. E Fachin, fechando o circuito, lembrou que existe limite em tributação. Em 48 horas descobriu o limite para o Estado e nenhum limite para si mesmo.

Para arrematar a aristocracia em hora pascal, o paralelo é antigo. Em Atos 4, Pedro e João foram presos pelos sacerdotes por pregar a ressurreição. O cinédio, alarmado com a verdade, mandou calar a boca dos apóstolos, sempre que o poder togado se vê ameaçado pelo povo que não controla, prende ameaça intima.

Mas a pedra do túmulo registra e se era pesada, enrolou. O Brasil tem o seu estreito particular, onde voto, lei, soberania e dinheiro, pedem licença a 11 sacerdotes de toga preta. Uma hora, esta pedra também enrola.

Agora vamos ouvir Got To Be A Love, remix de Paul Nice com Greyboy. Paul Nice, ainda esqueciam os Sharon Jones do álbum Soul Mosaic. Greyboy é DJ pioneiro do West Jazz californiano. Sharon Jones, que nos deixou em 2016, foi a rainha do Soul revivalista à frente dos Depp Kings, voz que prova que ressurreição em arte também acontece.

Música

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Estamos de volta, queridos ouvintes da Rádio Café. Estamos aqui com o nosso programa 569. E vamos falar do desgoverno.

Lula corre para Trump xingando o povo em Brasília. Desenroladores viram calote eleitoral, escala 6 por 1 explode e a esquerda perde a bússola. Você ouviu Grayball, Paul Nice e Sharon Jones com Got to be a Love. Esse é o giro do desgoverno da esquerda em pleno tempo pascal, 4 de maio, quando a igreja releu os discípulos cobardes de Emmaus reconhecendo Cristo ressuscitado no partir do pão.

Lula, no entanto, parte para Washington esta semana atrás de Donald Trump, fugindo do partir das próprias derrotas. Em conversa reservada, chamou parte do Brasil de filhos da...

Pois é. O presidente que se julgou Gedo descobriu que a unção petista vence em Anupá, e quando o povo desunge, é com o perdão da palavra. Aconselhado em gavetar na vindicação ao STF depois do tombo de Jorge Messias, ele governa sem bússola, sem mapa e sem oração. O GPS pede recálculo, o Espírito Santo pede arrependimento e ele pede passagem para o aeroporto.

A esmola eleitoral chegou embalada com fita e laço de asmodeus, demora da mentira que sussurra balanço falso. Eis o Desenrola 2, agora com a FGTS empenhada para perdoar até 90% de calote em ano de campanha. A primeira edição já renegociou 53 bilhões de reais, isto é, quase um bolso a família inteira evaporado para comprar volta a prazo.

Lula declarou palavras dele que é muito bom que o povo tenha capacidade de se endividar. Tradução do PT para o português. É muito bom que o povo seja escravo do banco para votar em mim. Kim Kataguiri respondeu na hora que Lula está desesperado por o populismo. Nesse ponto, Kim Kataguiri tem razão. Tudo que sai do Planalto hoje tem prazo de validade até o segundo turno de 26 e cheiro de boca de urna sem flúor.

Lula faltou pelo segundo ano consecutivo aos atos de 1º de maio, mandou substituto e foi cuidar da mala. Em São Paulo, Fernando Haddad, pré-candidato ao governo paulista, subiu ao palanque eladeado por Tebet e Marina Silva, três personagens à procura de um eleitor e atacou pesquisas. Quando o petismo briga com pesquisa é porque a urna já dói de longe. É como Anarias e Safira do livro de atos, mentindo ao Espírito Santo sobre o preço do terreno.

Quando o sujeito começa a falsificar o balanço diante de Deus, o tombo é fulminante. Tebet, ministra do planejamento, ainda fingiu que o arcabouço tem teto. Marina prega o clima e finge que o desmatamento por incompetência ambiental é problema de Bolsonaro. Haddad sonha com bandeirantes enquanto perde pinheiro.

Na Câmara, o Gumota acelera o PEC do fim da escala 6x1 na pressa de despachar a pauta-bomba antes do palanque. O novo relator Leo Prats, do Republicanos da Bahia, ex-PDT, é descrito pela base do governo como sujeito de boa relação entre os menos agressivos, o que em brasileiro quer dizer maleável.

demagogia industrial em estado puro. Prometem ao garçom uma folga a mais, esquecendo de avisar que cada hora subtraída do Balcão do Bar vira uma hora a mais no Balcão do Desemprego e que a PEC vai exterminar o pequeno comércio com a delicadeza de um trator do Inca em terra produtiva.

A esquerda discursa no microfone e tropeça na própria ideologia ao descer a escadinha. O meu zema defendeu o trabalho legalizado para adolescentes e a militância saiu correndo gritando o trabalho infantil, ignorando que jovem desocupado é matéria-prima de facção e que o primeiro emprego forma mais caráter do que três semestres de letramento racial pago pelo contribuinte.

A deputada petista Camila Jara, das nossas musas do Centrão Progressista, só que não, propôs notas comunitárias obrigatórias nas redes e veto ao impulsionamento, censura via crowdsource, ou seja, terceirizar a stase para o algoritmo com a bênção de Lilith, a demoníaca senhora do hedonismo woke, que adora silenciar quem pinça.

Em São Paulo, o Ministério Público de São Paulo processou o governo do Estado por omissão no dever de ofertar educação e estabelecimento seguro. As tais escolas dilata. É a mesma esquerda que governou aquilo por décadas, pedindo agora a indenização aos contribuintes pela própria incompetência, com a cara de pau que só as modeus dá de presente.

No campo da esquerda judicial, mais uma vitória do bom senso. Nicolas Ferreira viu um juiz negar o pedido de uma apoiadora militante para apagar a postagem que o deputado iranizou a bronca palaciana sofrida por Lula via Janja, episódio que rendeu mais riso ao Brasil do que 10 anos de PT no poder. A primeira dama, aliás, segue exercendo a função constitucional de comissária política do marido, com talento oratório de uma live de domingo.

E no Amazonas, primeira eleição indireta da história para governador em sessão extraordinária da Assembleia em Manaus. Quando a Constituição Estadual é levada a sério, ainda funciona, ao contrário do STF, que a lê como quem folheia a revista de fofoca.

Reverência merecida. Bolsonaro segue sendo o eixo gravitacional da direita brasileira, perseguido e condenado por ficção jurídica, e ainda assim o homem que dita a pauta composte. Flávio Bolsonaro lançou pré-candidatura à presidência e o gesto é sério. A família entendeu que se um cai, o outro levanta. Modelo mineirinho da política. Isso assusta o petismo mais do que qualquer pesquisa.

Nicolas Ferreira e Kim Kataguiri seguem fazendo o que a velha guarda do PSDB nunca soube, traduzir economia para o português do açougueiro e devolver dignidade ao eleitor que paga a conta.

Um respiro e a gente devolve a palavra ao colunismo lícido. A esquerda woke, lembra o articulista, é o paradoxo de uma cruzada anti-ocidental tocada por uma ideologia ocidental tentando subverter de dentro a casa que abrigou. O tempo pascal com sua memória de mártires conhece bem essa engrenagem. Eleite não é novidade nenhuma para a igreja.

Outro texto sobre a deficiência e a dor destoa do barulho diário é o relembra que a dor crônica do deficiente altera o humor, rouba a vitalidade e estilhaça a vida social sem aviso prévio. Um lembrete contra a tentação progressista de transformar dor real em estatística e em pretexto para o transumanismo de Astaroth.

que promete consertar o homem desmontando a alma e emasculando. Ainda a coluna sobre musculação feminina natural, que defende mudança de cultura nas academias para que mulheres terem paz sem assédio e sem rebanho ou que querem enfiar homem biológico no vestiário. Recado simples, musculação fortalece, esteroide e ideologia destroem. E respeito à mulher de verdade é o oposto da pauta de gênero.

Recomendação estratégica para a direita em 26. Não comprem a pauta bomba do 6x1 por medo de parecer mal. Expliquem com clareza que prosperidade vem de produtividade e não de decreto. Não terceirize a comunicação à celebridade. O eleitor da periferia entende mais de orçamento doméstico do que três professores de pós-graduação juntos.

E ainda rezam-se dormir. E não temam ofender a esquerda woke. Ofendê-los é hoje sinônimo de defender o pai de família, a mãe trabalhadora, o filho deficiente, a mulher que treina e a criança que o Estado deveria ao menos deixar em paz.

E vale lembrar, meus amigos, Deus fez o mundo inteiro na escala 6x1. Agora vamos ouvir B-Mind, de Ohio, cantor independente, Wyvern & Blues, sol moderno, voz averudada, que dialoga com Frank Ocean e D'Angelo. Ananias mentiu e caiu, Lula mente e viaja. Ouvinte da Rádio Café, esse escuta a verdade e fica de pé.

Música

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Estamos de volta, meus amigos. Vamos falar do Legislativo, Centrão, Estados e Municípios. Congresso vem no jogo. Abre a porteira para a depurada em 2026. Messias derrubado, dosimetria aprovada e oposição Mirapex contra o STF. Você ouviu o Yo-Hai com B-Mine. Agora, o giro do Legislativo na segunda-feira mais reveladora do ano.

O Senado fez o impensável, derrubou Jorge Messias, indicado de Lula ao Supremo. Não é factóide, é tectônica. A Gazeta do Povo já mapeia o caminho para impeachment de ministros, a oposição prepara PECs para reformar a STF e o Judiciário. Davi Alcolumbre, o sumo sacerdote do Tomalá Dakar, calcula segurar a vaga vazia até outubro, como quem guarda uma cadeira de bingo para o sobrinho.

Leitura editorial sem véu. Foi vitória do bolsonarismo, derrota a tripla de Lula do STF do legislativo passado, aquele congresso de 2023 que abriu a porteira para tudo. Alcoluba e Alexandre de Moraes, segundo a apuração, cedaram um pacto de proteção mútua por causa do Banco Master. Mamon protegendo Belial e os dois rezando em latim para que ninguém leia os autos.

A semana abre carregada. Terça, ata do Copom. Quarta, STF. Julga royalties do petróleo. Hugo Mota na Câmara quer despachar a escala 6x1 antes que o eleitor entenda a conta. Lula perdeu o manopério da agenda, enquanto o presidente perde a agenda, perde o calendário. E quando perde o calendário, perde o relógio.

A direita capitalizou rápido, hein? Como o Zema pré-candidato pediu impeachment de ministro do STF e prometeu palavras dele, privatizar tudo. O desenvolvimento de integrantes da corte, no caso Master, segundo o Zema, gerou indignação e desconfiança. É o mínimo que se espera de um governador que ainda lê balanço. Zema acertou no diagnóstico e no remédio. Cortar a gordura do Estado é um atalho civilizado para um país que confundiu Esplanada com hospício subsidiado.

A aprovação definitiva do PL da dosimetria que reduz pena de Bolsonaro dos condenados pelo 8 de janeiro, devolveu o ar à oposição. Não é detalhe técnico, é resgate de proporcionalidade, princípio que o direito penal aprendeu antes de Cesar e Beccaria, e que as modeus, o demônio da mentira parlamentar, vinha tentando fazer esquecer no plenário.

Dosimetria provada, a anistia reabre como hipótese real. CPI volta a ser palavra dita em voz alta. A esquerda chama de retrocesso, a população chama de bom senso. Há ruídos. Marina Silva descartou disputar o Senado como suplente, dizendo que a hipótese não condiz com tamanha qualidade da contribuição dela.

Modesta como sempre, útil como nunca. O TSE acassou o mandato do governador de Roraima, Antônio Denário, declarou elelegivo por oito anos e marcou novas eleições. Brasília mal viu, mas o norte mudou de eixo. O PL pediu ao TSE que limite o tom eleitoral de Lula, sobretudo no pronunciamento de 1º de maio. Magno Malta sob ataque nega a acusação de agressão a uma técnica de enfermagem em hospital de Brasília.

Vale lembrar que o Aguilumalta tem décadas de defesa intransigente da família e das crianças e merece presunção de inocência que a imprensa de Toga raramente concede a quem está do nosso lado.

Na disputa interna da direita, Ronaldo Caiado, pré-candidato pelo PSD do Kassab, o Ronaldo Caçabaiado, ainda não tem apoio explícito de governadores do partido de Minas e do Nordeste. Caiado entrega Goiás como vitrine do conservadorismo competente e merece atenção. Ele não foi tão mal como governador, mas como presidente pode ser péssimo. E lembrando que na pandemia ele seguiu as ordens dos globalistas.

O Democracia Cristã, presidido por Aldo Rebelo, vetou a filiação de Wilson Witzel, que segue sem legenda e, pelo visto, sem rumo. Episódio constrangedor para a esquerda fardada no governo. Nos bastidores do Congresso, um general abordou o deputado que defendeu o comandante do Exército, Tomás, em ato motivado, segundo o oficial, por sentimento de honra.

A reação do bolsonarismo contra o gesto isolado expôs os limites do diálogo entre forças armadas e parlamento e mostrou com nitidez que ainda há ferida aberta sobre o lugar institucional dos militares em 2026.

Sem rodeio, a parte que dói. Se então o câncer organizado na democracia brasileira. Mamão em forma de bancada, venderam voto por emenda, emenda por cargo, cargo por silêncio. Logo Mota na Câmara e Davi Ocolume no Senado conduzem o parlamento como dono de pedágio, decidindo que entre em pauta conforme o morro da fatura. Belial, demônio da impunidade, dorme tranquilo nessas duas cadeiras. Eles vão tentar engolir a derrubada de Messias com sorriso de croupier, mas perderam o controle por uma noite e isso já é evento de calendário.

A esses senhores registre-se, o eleitor tem memória. Em outubro valer a planilha de votação como quem confere a conta no fim do almoço. Quem votou contra Messias entrou na lista dos depuráveis pela direita. Quem votou pela dosimetria comprou crédito para renovação. Quem ficou em cima do muro vai descobrir que muro não tem sepa eleitoral.

Estamos no tempo pascal, quinta semana de Páscoa, e a leitura litúrgica dessa semana traz atos dos apóstolos com Pedro e os companheiros, pregando contra autoridades corruptas e respondendo diante do sinédrio que é preciso obedecer a Deus antes que aos homens. Em outro capítulo, o anjo abre a prisão e tira Pedro de lá, lembrando que cárcere político armado por sacerdotes hipócritas tem prazo de validade. Que se mire o exemplo, o parlamento de bem nasce quando o medo do voto popular vence o medo do gabinete do delator.

Recomendações estratégicas sem rodeio. Para a oposição, protocolo agora as PECs de reforma do STF, mandato com prazo, idade mínima, limite ao poder do presidente do Senado de barrar impeachment. Para os governadores conservadores, parem de se sabotar. Uma direita unida na primeira metade de 26 vale mais que três pré-candidatos disputando manchete em maio. Para empresariado, fechem fedeiras com anistia, porque o avanço do judiciário sobre a vida econômica é o próximo capítulo, e a fatura virá com correção monetária se não houver...

Pesos e Contrapesos. Para eleitor.

Anote os nomes, guarde a planilha em outubro depure o Brasil. Vamos ouvir Guaranteed, ASM com Wax Taylor do álbum Platibus Funk. Wax Taylor é o francês que transformou trip hop em sirema sonora. A ASM, a dupla suíça, entrega ritmos, rimas alternativas com precisão de relogioeiro. Essa é a música 10 da nossa edição. Vamos ouvir.

O que é o que é o que é?

Transcrição e Legendas por Quintena Coelho

De volta, vamos encerrar a sessão Brasil com a última notícia falar da oposição e Bolsonaro

Bolsonaro convalesce a família, arregaça as mangas. Cirurgia, dosimetria, viagem de Flávio aos Estados Unidos e voto jovem em foco. Você ouviu a SM e o Ox Taylor com Guaranteed. Giro da oposição e do Bolsonaro. Fechamos Sessão Brasil com a casa do ex-presidente em movimento e o adversário a contar derrotas.

Bolsonaro passou por cirurgia no ombro na sexta, 1º de maio. Recebeu alta nesta segunda no DF Star com boa evolução pós-operatória, segundo o boletim médico. Voltou para a prisão domiciliar em Brasília. Os médicos estimam até nove meses para reabilitação motora e funcional. O elevador da casa, lembre-se, foi autorizado a passar por manutenção preventiva pelo próprio Alexandre de Moraes depois de parecer favorável de Paulo Gonete.

Bolsonaro convalesce em casa num tempo pascal que combina com a cena. Cristo ressuscitado procurou Pedro à beira do lago e restituiu três vezes a missão. O capitão também volta dos hospitais para um apacenta Meus Cordeiros, que se chama 2026. Asmodeus, demônio da mentira, sussurra boletins falsos. Belial da perseguição alimenta togas. O arcanjo Miguel, espada erguida, faz o que sempre fez, separar a calúnia do convalescente.

Porque é disso no fim que se trata. O Congresso derrubou o veto de Lula ao PL da dosimetria, a nova regra reduz a pena de Bolsonaro e dos condenados pelo 8 de janeiro, isso se o STF deixar. É a primeira vez em muito tempo que o Legislativo tira da mão do Supremo a calculadora que ele usava para condenar a torta e a direito. A Anistia Plena seria o ideal cristão, a dosimetria ao menos é a primeiro pão partido.

E o articulador, o grande beneficiário das duas derrotas de Lula, segundo a análise da Gazeta do Povo, foi Flávio Bolsonaro. O Centrão, com uma exceção ou outra, já tem aí um candidato para o Centrão que ultimamente estava meio perdido, né? Parece que agora vai com Flávio Bolsonaro.

Flávia, notícia que merece holofote. Senador articulador, herdeiro político, agora ungido pelo método e pelos votos, viajou a Miami às vésperas de encontro Lula Trump em Washington em agenda privada. A leitura é óbvia. Capital político junta a direita americana, enquanto concorrente improvisa a diplomacia em quatro idiomas, todos errados.

Em entrevista, o senador candidato a presidente defende a redução da maioridade penal para 14 anos em crimes hediondos e promete usar em suas palavras o prestígio no Congresso para entregar a pauta. Aposta também no apelo ao primeiro voto dos jovens menores de 18 anos.

É o tipo de cálculo que a esquerda, viciada em professor de pós-graduação, não enxerga. O adolescente brasileiro de hoje, criado entre Cracolândia, gangue de TikTok e sermão de gênero na escola, não pertence à esquerda, pertence àquele falar de ordem, trabalho e sentido. É a geração Z, a geração alfa, é a antiesquerdista, hein? É uma geração que vai votar vestindo a camiseta do One Piece.

Pois é, a política da família segue em rede como deve ser. Eduardo Bolsonaro ironizou o encontro do Lula-Trump, dizendo que a defesa da soberania nacional pelo presidente, em palavras dele, narrativa dirigida à militância. O PL articula ainda a suplência de Eduardo na chapa de André do Prado ao Senado em São Paulo. No 41º Congresso Internacional de Missões dos Gideões em Santa Catarina, Marcos Feliciano defendeu a candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado e disse que a família foi, em palavras dele, ungida por Deus.

O Tempo Pascal pede prudência ao misturar a profecia e una, mas registra-se a temperatura espiritual do eleitorado evangélico, que ao contrário do que sonham os engravatados de Brasília, não esqueceu nada.

Fora de campo, o pastor Silas Malafa entrou em duas frentes. Pediu ao STF que não redistribua royalties do petróleo e julgamento marcado para a quarta a seis de maio. Argumenta com razão econômica e federativa que dividir os recursos pelos 27 estados, palavras dele, quebraria o Rio de Janeiro.

Em Couto diz-se perseguido pelo ministro Alexandre de Moraes, criticou o inquérito das fake news e mandou pelo filho abraça o ex-presidente. Some-se a isso a voz sempre afinada de Magno Malta, e tem-se o ecossistema da direita evangélica fazendo o que a esquerda dominou por décadas. O púlpito como agora política. Os apóstolos, lembre-se, foram todos mártires. Menos João. Toda missão verdadeira tem custo, e quem reclama de Cruz não esteve prestando atenção no domingo.

pesquisas. A rodada de Daniel Quest nas principais estados mostra disputas indeferidas ao Senado. É exatamente aí que a direita precisa concentrar dinheiro, capital político e nome forte. Governar com câmera é remendo, sem Senado é minagem. Augusto Cury em coluna propôs o fim da indicação presidencial ao STF com divisão das vagas entre juiz, MP, advogados e indicados por entidades.

A direita liberal precisa estudar a ideia, ainda que o caminho prático hoje seja o do mandato com prazo defendido por Zema. Aliás, mandato para o STF é uma coisa tão óbvia.

Recado final, tom de domingo de Páscoa, voz de segunda-feira. Direita brasileira chegou ao mais de 26 com ativo, que parecia perdida a iniciativa. O Senado disse não a Lula, o Congresso virou o veto, a oposição entrou no jogo do STF e a família Bolsonaro voltou a operar com o método. A tentação agora é o triunfalismo de 15 minutos, esquecer que a ressurreição implica trabalho, disciplina e missão.

Cristo, no caminho de Emmaus, partiu o pão para abrir os olhos de dois discípulos cabisbaixos. Que a direita brasileira, nesse tempo pascal, parta o pão da unidade, abre os olhos para a missão de outubro e pare de se contentar com manchete. Essa foi a sessão Brasil da Rádio Café, seu espaço para espetar. Coragem para a semana, juízo para o voto e bom trabalho, aqui em um estado tema de atrapalhar.

Agora, música 11 da Rádio Café, música 10 de Hawa, cantor alemã de origem guineense, voz melancólica, produção minimalista entre o Riven & Blues Alternativo e o Indie Pop, para encerrar com a serenidade de só quem, que só tem quem sabe de que lado está.

Transcrição e Legendas por Quintena Coelho

E aí

Estamos de volta, meus amigos. Vamos começar a sessão Mundo. Quero antes agradecer a presença de todos vocês na Rádio Café. Deixa eu ver quantas pessoas estão aqui com a gente. Vamos dar uma olhada aqui.

E a gente já tem aí mais de 60 pessoas com a gente. Muito obrigado. Não esqueça de deixar o seu like. Compartilhar a Rádio Café para a posteridade. Comenta aí no chat. A gente quer saber a sua opinião. Não deixe de comentar, hein? Vamos começar a sessão Mundo. E olha só. Eixo da Liberdade quebra a coluna bolivariana. Milena, Boa Cássio e Trump fecham o cerco enquanto Kobe e Caracas implodem.

Você ouviu Hawa com Dance. Hoje é segunda-feira, 4 de maio de 2026, em Tempo Pascal. Os apóstolos, lembremos de Atos 2, pregavam em todas as línguas para que ninguém alegasse não ter entendido. Pena que na América Latina, certos evangelistas só falam a língua de Maduro, de Petro e de Dias Canel, de Aleto, de Asmodeus, demônio da mentira. Vamos ao Giro Latam com sotaque libertário e cheiro de pólvora santa.

Começamos em Buenos Aires. Javier Meleia abre o tabuleiro, quer aproximar Israel de mais países da região e diz na lata ao Estadão que a guerra contra Irã é o correto. No mesmo dia, sobe a borda do porta-aviões nuclear americano que aportou em Mar del Plata, em foto que a Gazeta do Povo publicou e que vale por mil reuniões da CELAC. O recado é cirúrgico. A Argentina trocou Caracas por Jerusalém e Washington. Belial, demônio do narcotráfico e dos pactos podres, não gostou.

De quebra, o presidente uruguai, Amandu Orson, unido do frente amplo, foi obrigado pela realidade a visitar o mesmo ISS Nimitz a convite de embaixador americano. Quando até a esquerdista do Cori Sul precisa cumprimentar o tio Sanfarnado, é porque o espírito sopra para a Atlântica e o vento é de oeste.

Subindo o mapa, Donald Trump abriu duas frentes simbólicas. Contou que Maria Corina Machado lhe afirmou que ele merecia mais o Nobel do que ela. Segundo o Gazeta do Povo, um gesto de fidelguia raríssimo nestes tempos de vaidade industrial. Em seguida, projetou a tomada de Cuba com a frase Desistirão logo que nos virem, reproduzida pela revista Oeste. Em paralelo, anunciou a aceleração de mais de 8 milhões de dólares, cerca de 40 milhões de reais em armas para Israel, Qatar, Emirados Árabes Unidos e Kuwait.

usando o estado de emergência para contornar o Congresso. Em linguagem de Pentágono, isso significa estoque cheio para o amigo, embargo para o inimigo. Cuba reagia e Miguel de Ascanel cobrava da comunidade chamada Comunidade Internacional uma reação à pressão americana e jurava que a ilha não se renderia. A Comunidade Internacional, ocupada com pronome neutro e relatórios ambientais, sociais e de governança, não atendeu.

Carlos Bolsonaro, do outro lado do Atlântico, resumiu o circo numa frase para o Oeste, parceria ideológica que virou calote bilionário, referindo-se à dívida que Cuba e Venezuela acumularam com o Brasil em 15 anos de petismo. Calote bilionário é o nome técnico do que a esquerda chama de solidariedade continental. Maria Corina convocou atos globais esta semana por presos políticos venezuelanos.

E o filho de Maduro em entrevista ao Globo admitiu, pensávamos que ele ia morrer naquele dia, durante a operação americana que capturou o ditador em janeiro. Pensávamos todos, querido, alguns ainda tem esperança, viu?

E na Venezuela pós-maduro, a transição é dura. O portal Infobide Notícia Argentina publicou a proposta de um general das Forças Armadas recuperar a ordem interna como o primeiro desafio do novo regime. Enquanto o país enfrenta na Corte Internacional de Justiça o risco real de perder esse quibo para a Guiana, herança envenenada do delírio expansionista chavista. 25 anos socialismo do século XXI e o saldo é território perdido.

Povo faminto, dívida impagável, mola que o demônio que devora inocentes fez hora extra em Caracas. Subindo a cordilheira, a Colômbia entra em parafuso. Um atropelamento em massa com um caminhão monstruoso de exibição deixou três mortos e dezenas de feridos, segundo a Gazeta do Povo. Em paralelo, uma onda de atentados deixou 20 mortos em dois dias e ameaça ainda na Gazeta o favoritismo de Juan Cepeda, candidato de Petro, na eleição de 31 de maio. Petro queria Bolívar e está colhendo Pablo.

No Equador, o presidente Daniel Noboa decretou o toque de recolher e prendeu 124 pessoas no primeiro dia, enquanto no caso Los Cuatro de Guayaquil, assassinar a irmã de um dos meninos, Boquera e da Régua, Noboa imita, que a esquerda chama de fascismo, que o povo chama de paz.

Na Bolívia, há seis assassinatos por sicários em uma semana, inclusive os de juiz do Tribunal Agroambiental, todos com cheiro de narcotráfico, dispararam a letra vermelha. E depois de 27 dias de marcha indígenas chegaram a La Paz, sigindo a revogação de uma lei de terras, lembrando que o MAS arrastou o país para o caos antes mesmo de cair. No Peru, o Tribunal Eleitoral ordenou auditoria da eleição presidencial do mês passado sem prazo para resultado, segundo Breitbart.

Tradução. A esquerda perdeu e agora finge contar votos. No Chile, especialistas criticaram no Infobai o plano de reconstrução do governo Kach por suposta ousadia fiscal. A ousadia fiscal de direita é, em geral, o nome que a imprensa dá a corte de gordura. Fechamos com o epitaf e uma profecia. O Infobai relembrou Boris Nensov, o liberal russo que quase derrotou Vladimir Putin nos anos 90 e foi assassinado a tiros nas pontes do Kremlin.

Leção para 2026 no Brasil e na América Latina. A liberdade tem inimigos pacientes. E a frouxidão das elites de centro abre a porta para Tirano. Recomendação aos políticos de direita brasileira. Do PL e dos seus satélites. Não deem mole. A janela é agora com Trump no norte, Milena no sul, Cassio no Pacífico, Bukele ao Salvador e no Boa no Equador. E, no Paraguai, Santiago Penha.

Bolsonaro merece anistia e o Brasil merece o seu próprio nome de só vivo e não morto. Cristo aparece aos apóstolos com a chaga, sinal de que a vitória vem depois do martírio. Alatã prende no soco que a liberdade tem ferida e tem preço, mas tem ressurreição. A seguir, para empurrar o cortejo, o coletivo de funk e hip hop, The Incredible Funk League, traz On and On.

com a participação especial de Sether Axe, lenda do Brand Nubian, aquele hip-hop consciente nova arquina dos anos 90, que ainda ensina a rimar a verdade. Fica aí.

Estamos de volta, meus amigos. Tem gente no chat aqui, só que legal.

não apareceu na tela ali? não mas vamos ver aqui o chat o chat está na tela aqui, não está na tela de vocês, eu estou vendo aqui

Luiz Zero mandou boa noite, o som tá fino. Valeu, Luiz Zero. E o Trevor Trevor mandou Rádio Café. Legal. E aí ele mandou aqui, o Luiz Zero mandou patamar, três corações, estrada real. Essa eu não entendi, viu, Luiz? Essa eu não entendi. Mas valeu, galera. Valeu, espero que estejam gostando do som e das notícias. Essa é a Rádio Café, o seu espaço para despertar. E vamos continuar por aqui.

Viajando pelo mundo, agora Europa, Oriente Médio, África. Hormuz, Ucrânia e Vaticano em cheque Pascal. Trump aperta Irã, Macron greta, Putin se tranca e roube o bate-a-porte de Roma. Você ouviu The Incredible Funk League com On and On.

Notamos o giro latino direto para o caldeirão do Velho Mundo nesta segunda noite, 4 de maio, ainda em tempo pascal. Tempo pascal, lembremos, é tempo de envio. Os apóstolos saíam de Jerusalém para morrer em Roma. Estevão em ato 7 foi apedrejado por dizer a verdade. Hoje o que se envia pelo Velho Mundo é míssil, tropa e aviso. A verdade ainda é apedrejada, só mudaram as pedras.

Vamos começar por Donald Trump, que publicou o cartão digital comparando Estados Unidos e Irã, enfurecendo o regime dos Ayatollahs e, em seguida, anunciou que sete navios iranianos foram destruídos pela Marinha Americana. No segundo round, mais seis lanchas do corpo da Guarda Revolucionária afundadas, com aviso público de que o regime pode ser varrido da face da terra, segundo o New York Post.

Disse depois que os ataques terminaram, mas no intervalo de horas declarou que não descarta retomar. É a doutrina Trump em estado puro. Martelo na mesa, recreio no jardim, martelo na mesa de novo. Trump entendeu que três presidentes anteriores fingiram não enxergar. O regime que sacrifica os próprios filhos a mola que curva-se a baal só recua diante da força.

O fato concreto é que o estreito de Hormuz, por onde passa um quinto do petróleo mundial, virou xadrez americano. Scott Bassett, secretário do Tesouro, declarou ter controle absoluto do estreito, segundo Breitbart. Estados Unidos passaram a escutar navios de bandeira americana e Trump acusou Irã de atacar um navio sul-coreano em Hormuz, segundo o Times.

Os Emirados Árabes Unidos denunciaram que o Irã atacou seu território com mísseis e drones e em deputar até Irã, terrorismo contra um petroleiro estatal. Washington negou contra a negação iraniana de ataque em Ormuzi no flanco europeu. Emmanuel Macron perdeu o protagonismo de uma reabertura coordenada da rota e saiu reclamando dos americanos. Macron, perpetuamente em busca de holofote, descobriu que o protagonismo geopolítico exige porta-aviões e não tweet em francês com perfumaria de Sorbonne.

A rebote, o Hezbollah, o início indianiano afantasiado de partido libanês, matou os soldados israelenses e feriu outros do sul do Líbano. Israel ordenou a saída de moradores da região e o Irã executou dois acusados de espionar para Tel Aviv, um espetáculo macabro destinado ao público interno, do tipo que os eatolás encenam quando o regime treme. Benjamin Netanyahu segue fazendo o que o primeiro-ministro de país sitiado tem que fazer, que é defender o pessoal de Israel sem pedir licença editorial de Nova Iorque.

Enquanto isso, a marinha israelense interceptava a nova flotilha para o Hamas com brasileiros a bordo. E o Itamaraty, ainda capturado pela militância do lupetista, acusou Israel de sequestrar integrantes. A vergonha, no caso, não é de Israel. O ativista Tiago Ávila, brasileiro radical para o Hamas que viajou com Greta Thunberg, foi preso e teve a detenção prorrogada. Recomendação ao Ávila, sionismo não é moda passageira. Cristo é suicidado, tampouco. E Hamas é a coreografia de Moloch com bandana.

Na frente atlântica, Trump impôs tarifa de 25% aos carros da União Europeia, que tirou 5 mil soldados da Alemanha depois de fala provocativa do chanceler alemão. A OTAN e Berlim reagiram, segundo a Newsweek. E a secretária-geral da Aliança disse que a Europa recebeu o recado sobre acesso americano às bases militares. Tradução. A Europa, que durante décadas mamou na teta da defesa americana, enquanto chamava os Estados Unidos de imperialistas, agora descobre o frio do desmane.

E do outro lado da cortina de bandeiras azuis e estrelinhas amarelas, ergue-se o que sobrou de saúde política do continente. Victor Urbain, que deixou a Hungria cristã e agora entrou um globalista no lugar. Tem Marine Le Pen, que quer trazer alguma coisa de direita para a França, embora ela nem é tão direita assim.

Nigel Farage rindo do Big Bang rendido aos imãs e Georgia Meloni, provando que mulher de direita governa melhor de salto que toda a sociologia francesa de chinelo, mas Trump também ameaçou tirar militares da Itália. Na Ucrânia, o míssel russo atingiu a área civil, deixando cinco mortos. Vladimir Putin anunciou cessar fogo temporário e aguarda a resposta de Vladimir Zelensky, mas segundo o New York Post, Putin e Zelensky declararam datas duelantes para o cessar fogo nesta semana.

Em paralelo, relatórios indicam que Putin, com medo de ser deposto ou morto, reforçou segurança pessoal. Tirano cultivando o paranoia ao estágio terminal do regime. As modelos em pessoa demora da mentira ditando o cabeçalho em Moscou, enquanto Terani responde em farsa. Na linha de fundo, China e Rússia mantêm o Irã na ventilação mecânica, com componentes, drones e narrativos.

Em Washington, o Congresso ignorou o prazo crítico enquanto os republicanos preparam, segundo o New York Post, projeto de contenção das nações de Trump no Irã. É a tentativa de retomar a resolução de poderes de guerra de 73 e a tese internacionalista do tipo Lindsey Graham diluído em whisky no almoço voltou a ferver. Recomendação aos conservadores americanos, ouvir o povo e não o Beltway. A doutrina Trump é paz pela força e não guerra eterna pelo orçamento da Lockheed.

Na Europa periférica, Amsterdã proibiu anúncios de carne vermelha e combustíveis fósseis em espaços públicos. Holanda, antes terra de Erasmo, hoje terra de coxinha vegana e energia eólica psicodélica. Portugal, em contrapartida, endureceu o acesso à cidadania. Lembrando que soberania nacional não é peça de museu.

Reino Unido deu passo para proibir cigarro no país, gesto típico de império que, sem império, regolou o pulmão do súdito. Enquanto a União Europeia Globalista discute pronome e rótulo de salsicha, cristãos seguem perseguidos da Nigéria e Síria, a Síria sem direito a hashtag, sem direito a flotilha, sem direito a luta oficial. Fechamos no Vaticano.

Marco Rubio, secretário de Estado, vai a Roma reunir-se com o Papa Leão XIV depois de Trump criticar publicamente o pontífice. O tempo pascal exige escuta e Rubio, católico, sabe disso? Pedro e Paulo morreram dessa mesma Roma. Igreja primitiva nasceu regada a sangue de mártir, não a comunicado conjunto. Recomendação ao Vaticano. Mais Bento XVI, menos sinodalidade alemã. Recomendação à direita brasileira, aprenda com Rubio. Fé não é tabu, é arma.

Bolsonaro entendeu, Trump entendeu, Milene entendeu. A esquerda zomba do Cristo ressuscitado e perde eleição atrás de eleição porque Cristo, ao contrário do Lula, ressuscitou de verdade. São Miguel Arcanjo lança impunha e ainda derruba a Lúcifer todos os dias. Os Zé e Atolásia que não foram avisados.

Agora vamos deixar o cadeiro europeu para um respiro com sotaque de luar. Vem aí, play! De Moonlight Breakfast, do álbum Shout, do elétrico romeno italiano, mistura de electropop dançante com vocais semelhantes suaves, tipo café da manhã com luar. Depois partimos para o Pacífico, onde Pequim observa tudo com paciência confuciana. Fique por aí.

Amém. Amém.

Você quer que seja mais escuro, nós vamos matar a flame. Magnificado, santificado, be thy holy nome. Vilefied, crucificado, em um frame humano.

Estamos de volta. Eu falei errado a música. Agora a música que tocou é You Wanted Archer de Leonard Cohen, a última grande obra do poeta canadense judeu lançado poucas semanas antes de sua morte em 2016. Uma confusão sombria diante de Deus, com Rinini, Rinini do Hebraico, Esme aqui. A mesma resposta de Abraão, chamado do Senhor e de Isaías diante do trono. Uma música profunda, espiritual, profética. Agora que ouvimos essa música, vamos falar da Azii-Pacífico.

Pequim arma o tabuleiro, Manila grita e Tóquio reage. Ásia Pacífico vira xadrez nuclear, enquanto o Kim Jong revela a doutrina suicida.

Você ouviu Iwanid Arca de Leonard Cohen? Atravessamos os fusos. Aqui é noite de segunda-feira, lá no Pacífico, já é madrugada de terça. Enquanto a Europa, Churaminga e América Latina arrumam a casa, a Ásia executa em silêncio a maior reorganização militar do século. Aos algiros a Pacífica adiantam, tem dragão de aço, robô de farda e um ditador que confonde túmulo com pódio.

Pequim começa o jogo blindando o próprio bolso. O Ministério do Comércio da Chile emitiu ordem prebida o cumprimento das sanções americanas que atingem cinco refinarias nacionais, entre elas a Rengli Petroquímica de Dalian e quatro refinarias independentes conhecidas no jargão como refinarias de bolha de chá, acusadas de comprar petróleo iraniano.

Tradução para o ouvinte, o PCC, Partido Comunista Chinês, montou o muro contábil para isolar sucção de petróleo iraniana do resto da economia. Quando Washington apertar o botão, só o lado rebelde sangra e o resto continua exportando para os americanos com sorriso amarelo. E a doutrina mandaria em estado puro, dois pratos na mesa, fome só do lado que não interessa. Xi Jinping, o imperador de jaqueta mal joga gol, enquanto o ocidente insiste em pôquer.

E como se a hipocrisia precisasse de planilha, levantamento do Instituto ISEAS, divulgado pelo South China Morning Post, mostra a China retornando ao posto de superpotência preferida do Sudeste Asiático, à medida que cresce o medo de Trump. Vietnã, Indonésia, Malásia e Camboja, cansados de tarifa de manhã e visto à tarde, abraçam Pequim por conveniência. Avisam os exportadores brasileiros de soja. A janela do índio pacífico exige presença e não slogan. O Itamaraty de Lula, culpado em fingir que existe brakes, perde o trem de novo.

Pequim também escala a estética do controle e aqui o roteiro vira filme de terror. Hangzhou recebeu um esquadrão de 15 robôs humanoides com inteligência artificial para fiscalizar o trânsito. O regime ampliou o refinanciamento estatal e empresas de tecnologia para 1,2 trilhão de UAS, cerca de US$ 220 bilhões ou aproximadamente 1,1 trilhão de reais, a juros camaradas de 1,25% ao ano, repetindo com calma.

Robô fardado entregando multa em mandarim, dinheiro público abastecendo a inteligência digital dirigida pelo partido. É Astaro adando expediente em Zhejiang, o demônio do conhecimento profanado vestido de cromado, prometendo eficiência e entregando vigilância total. Lula que sonha em copiar o modelo chinês devia anotar. Ditadura digital exige obediência e o brasileiro, graças a Deus, ainda tem alma de Dom Pedro I e não de operário modelo.

Estados Unidos respondem com aço. O Washington e Manila desdobraram juntos mísseis antinavios em meses na província de Batanes, a 160 quilômetros ao sul de Taiwan, durante o exercício Balikatã, com 17 mil soldados. Recado direto a Pequim. Qualquer aventura no estreito custará caro, já que o sistema atinge navios a 185 quilômetros desde terra firme.

As Filipinas em seguida denunciaram o navio chilês fazendo pesquisa marinha ilegal em águas filipinas, e a China devolveu acusações sobre o Mar do Sul. Ferdinand Marcos Jr., presidente filipino, faz o oposto da diplomacia esquerdista latino-americana, após a insuberania real com escudo americano. Funciona. E Trump, do outro lado do Pacífico, prova que dissuasão não é palavra feia, é seguro de vida.

O Japão em silêncio confuciano se mexe. O ministro da Defesa, Shinjiro Koizumi, anunciou parceria com 14 nações insulares do Pacífico no terceiro diálogo de defesa Japão e Ilhas do Pacífico para conter a diplomacia do calote chinês em aeroportos e infraestrutura, lugares que ninguém acha no mapa, mas que decidem em rotas submarinos. Em paralelo, o Paquistão comissionou em Sânia o primeiro de oito submarinos de ataque classe Angor recomendados a Pequim, com presença do presidente Azifa Lizardari.

ampliando a contenção sobre Índia e exibindo o quanto o Pequim sabe vender, o que Washington só dá em pacote completo. A Índia do outro lado da linha anota tudo e Modi sabe que a contramedida pede Estados Unidos, Israel e França nessa ordem. Vale lembrar nesse tempo, Pascal...

que foi São Tomé, o apóstolo das chagas, que levou a fé até as costas indianas. Os apóstolos pregaram até os confins da terra. Hoje os confins gritam por escudo e não por dúvida. E falaram em Taiwan, ilha cuja existência o PCC trata como ofensa pessoal. Registre-se.

Democracia funcionando, semicondutores rodando, eleições limpas, igrejas abertas. Tudo aquilo que Pequim promete e não entrega. Taiwan é lembrete vivo de que chinês livre prospera. Chinês acorrentado obedece. A diferença não está no DNA, está no regime.

Fechamos o giro com um capítulo mais sombrio. Kim Jong-un, em cerimônia memorial transmitida pela KCNA diante de oficiais russos, elogiou os soldados norte-coreanos que se mataram em Kursk na Ucrânia, em vez de se renderem, confirmando publicamente a doutrina extrema de campo de batalha de Pyongyang, sem redição, sem recurso e sem prisioneiros. É a militarização do desespero, suicídio uniformizado, uma versão coreana do martírio invertido.

Sem fé, sem causa, só obediência ao Deus-Estado. É Moloch em pleno século XXI. O demônio que se alimenta de filhos atirados à fogueira, agora travestido de marechal de óculos escuros. Baal completa o trio com a idolatria do partido como divindade substituta, exigindo incenso, retrato e silêncio. O contraste com o tempo pascal é gritante. Cristo enviou os apóstolos para dar vida, que envia soldados para morrer. A diferença entre a ressurreição e a aniquilação cabe nessa frase.

Mas é a leitura estratégica do Giro Ásia-Pacífico para ouvinte da Rádio Café dupla. Primeiro, a Ásia se rearme enquanto a Europa discute pronome. Segundo a Aliança, Estados Unidos, Japão, Filipinas, Índia, Austrália e Coreia do Sul, conhecida como Quadro e Ampliado, é o único contrapeso real ao eixo China, Rússia, Irã e Coreia do Norte. Recomendação à direita brasileira com o ano 2026. Brasil neutro na geopolítica de hoje é Brasil cliente da China.

Vender soja a Pequim sem cobertura militar é cultivar dependência e não soberania.

E agora na nossa pausa musical, a gente vai ouvir a música. Deixa eu ver se aqui tá certo. Vamos ouvir Inner City Blues na voz de Sixto Rodrigues, do álbum Cold Fact. Americano de Detroit, cantor folk de protesto redescoberto pelo documentário Procurando Sugar Man de 2012.

Gigantesco na África do Sul, sem saber. Faleceu em 2023, aquele releu clássico de Marvin Gaye. Pascal, do jeito certo, o mundo está sangrando, mas alguém canta. Vamos ouvir Inner City Blows, de Rodrigues.

Transcrição e Legendas por Quintena Coelho

Máma, papá, stop, treasure what you got Soon you may be caught without it The curfew set for rain Will it ever all be straight? I doubt it

Estamos de volta, queridos ouvintes. Estou aqui no chat, agora eu entendi. O Luiz Zero mandou aqui, traduzindo. Quando o café é bom. Ele falou que o Rádio Café é patamar, três corações, estrada real. Olha o merchandising ainda para três corações. Ele falou que o café é bom, e as notícias são boas, as músicas são melhores ainda. As notícias são péssimas, as músicas são lindas. É isso aí, sendo mais sincero.

Porque notícia é notícia, tem que ser péssima, né? Se não é notícia. Vamos lá. Estados Unidos entre Patel Mandani e Besant. Trump construído a poder, democratas implodem. E Giuliani luta pela vida. Você ouviu o Inercel e Blues com Rodrigues? Pois é. Vamos agora porque ninguém escreveu uma reza mais sombria. E ninguém precisava mais dela do que a esquerda americana neste momento. Voltamos ao continente.

Segunda noite, 4 de maio, tempo pascal, palco é a república que ainda manda no mundo. Trump em segundo mandato, FBI reformado, cofre fechado em Ormoso. Do outro lado, o Partido Democrata afundando em escândalo recentemente. Prolet culto? Sem proletário? Vamos ao giro da América.

Primeira nota, dor de coração, Rudy Giuliani, prefeito heróico de Nova York, no 11 de setembro, advogado de Trump, foi internado em estado grave. O presidente coletivo acupou os democratas pelo desgaste físico do ex-promotor, alvo de processos infinitos depois de 2020. Em tempo pascal, mártir e civis merecem oração. Giuliani botou a máfia siciliana atrás das grades em Manhattan, hoje paga em cárcere processual que cobrou injustiça.

Lembrem de Paulo perante César em Atos 25, do apóstolo que enfrentou Roma sem dobrar a coluna. É a mesma escola. A esquerda americana cobra fatura no físico. McCarthy invertido com as modelos demônio da mentira midiática, soprando manchetes na CNN.

O tabuleiro institucional Trump consolida. Cache Patel, diretor da FBI, anunciou a renovação geracional da agência, segundo Breitbart, e colocando o foco em proteger americanos comuns em vez de formar processos contra paz católicos e reuniões escolares. O secretário do Tesouro, Scott Bassett, repetiu que os Estados Unidos têm controle absoluto do Estreito de Ormos.

e a juíza em Washington é de trumpismo competente e sem cabotinismo. Em paralelo, o relatório oficial do governo apontou perseguição a cristãos durante o governo Biden, segundo o Gazeta do Povo, repetindo, documento federal admitindo preto no branco, o que pastores e padres denunciaram durante quatro anos e a CNN chamava de paranoia da direita.

Robert Pequeno de Júnior, do Ministério da Saúde americano, segue desmontando o complexo Pfizer moderna, que financiou a tirania da vacina e cada decreto seu é uma vela acesa contra a mola, que o demônio do despovoamento, que se alimentou de aborto, vacilo experimental e agora das GLP-1, canetas emagrecedoras que fazem o povo recusar comida, vida e descendência. O padre Gabriela Mortis, ursista-mor do Vaticano, ensinou que o diabo prefere a forma técnica, a séptica com bula. Está tudo lá.

Na Guerra Cultural, Trump pressionou a Rede ABC pela demissão de Jimmy Campbell depois que o humorista atacou Melanie em piada de mau gosto e a Comissão Federal de Comunicações já ordenou revisão das licenças da Disney, tradução para o brasileiro. Globo receberam recado do Planalto, só que aqui o recado é para parar de difamar a primeira dama e não para censurar o opositor. Kimmel descobriu no horário nobre que as modelos também desemprega.

A Suprema Corte, no entanto, decepcionou parte da base ao restabelecer o acesso à pílula abortiva Mifepristona.

Foi placar dividido, decisão técnica, mas o sinal cultural é ruim. Moloch ainda tem advogado em Washington. Recomendação aos conservadores americanos. A vitória provida em Dobbs precisa de leis estaduais, não de fé na liturgia da Suprema Corte. Cultura vence corte sempre.

A oposição democrata vive a fase pólvora moniada. Trump pediu impeachment de Hacking Jeffries, líder democrata na Câmara, depois de Jeffries atacar a Suprema Corte. Pete Buttigieg, ex-precandidato presidencial e ex-secretário de transportes, declarou no New York Post que o candidato com mais votos deveria ser presidente, esquecendo que o sistema chama-se federalismo e não plebiscito eletrônico.

É o mesmo, Buttigieg, com Lillet no comando, transformou o departamento de transportes em desfile de pronome enquanto pontes caiu. O deputado democrata Jim Costa da Califórnia foi investigado por avanços inapropriados contra estagiárias em Washington. Em Los Angeles, democratas locais querem abrir as eleições municipais e estrangeiros, traduzindo, querem que legais votem para garantir governo permanente. É a fórmula bolivariana com sotaque californiano.

Em Nova Iorque, Zora Mandani, prefeito socialista da cidade, é o caso emblemático. O ICE, a imigração federal, abriu operação para investigar seu status e o homem virou preso do mesmo aparelho que jurou sabotar.

Mártir Bobo da próclise marxista condenou a operação, mas negou a colaboração da polícia de Nova York com agentes federais. Tradução. Usa a polícia que herdou para impedir que a lei federal funcione e ainda finge a neutralidade. Federais, por sua vez, abriam investigação contra professores da rede pública nova-iorquina por discurso antissemite em sala de aula. O orçamento estadual atrasou de novo. Estado vem perdendo, segundo a coluna do New York Post, sequência embaraçosa de casos sobre planos desastrosos de pré-escola na Suprema Corte.

Mandana administra as cinzas e chama de utopia. Porque ele é o contrário. Cada esquerdista perseguido pelo Ice é uma vitória pascal. A verdade alcança até quem dorme com Lilith.

E a criminalidade pintou o quadro real. Weiss prendeu com exclusividade da Brightburn ilegal acusado de torturar cães em abrigo de Las Vegas. E outro estrangeiro foi indiciado por embebedar e estuprar uma menor. Em Los Angeles, suspeito de incêndio de Pacific Palisades, segundo promotores, ficou fixado em Luigi Mangione, o assassino do executivo da United Healthcare, e atacou o movido por ressentimento contra ricos.

Manhattan teve incêndio em prédio em Inwood com três mortos. Em Oklahoma, dois tiroteios em festas, um deles no Lago Arcádia. Deixaram 13 e mais de uma dúzia de feridos. Sem prisões. Recomendação aos petistas que zombam do porte de arma. A desorda americana atual nasce justamente da política democrata de soltar bandido e desarmar a população. Pois é, modelo São Paulo na era Haddad, né?

No tabuleiro eleitoral, Ron DeSantis assinou um novo mapa do distrital congressional na Flórida, abrindo caminho para até quatro cadeiras republicanas. Bolsonaro precisa notar, governador conservador competente faz mapa, faz lei, faz futuro. O candidato Tyler Mayers da Pennsylvania alertou que o partido republicano perderá o Estado se não defender seus valores.

Velha lição, covardia ideológica de serviço eleitoral. Al Sharpton, reverendo profissional do rancor, chiou contra a imitação que The Santos fez de Hacking Jeffries, porque depois de 50 anos vivendo de identidade racial, qualquer piada vira holocausto. O modelo plus size Ashley Graham xingou os de LP1, sintoma do delírio body positive que o povo americano enterrou nas urnas, mas que Moloch ainda explora. Corpos esvaziados de fome e de filho, lucro farmacêutico em escala bíblica.

E ao fundo do palco, o dossiê Epstein continua inspirando com novos nomes, a cada página remete a Astaroth, o demônio dos experimentos contra a natureza humana, a linhagem mental que vai de Mengele a Green, dos laboratórios nazistas às ilhas particulares, onde se compram crianças e se vende ciência. Transumanismo, edição genética, controle mental por reprodução automática de tela e propaganda midiática 24 horas, é a mesma pia batismal invertida.

Música

O leve Longaira viralizou com o desafio de quatro panquecas gigantes em 18 minutos, ninguém venceu. E um Boeing da United bateu em caminhão e posto durante o posto em Nova York. Mandam tropas a hormônios, mas precisam recuperar a malha aérea em casa. Recomendação à direita brasileira, o trumpismo de segundo tempo é manual. Reforma do Estado, controle de fronteira, fim da atividade institucional, cultura cristã de retorno. Bolsonaro tem o mapa, falta anistia.

Cristo mostrou as chagas e disse, a paz esteja convosco. Trump, Atel, Kennedy, Besson, DeSantis e Giuliani fazem o equivalente cívico. A esquerda segue com medo da ressurreição, e quem tem medo da ressurreição é porque ainda dorme com a morte. Pois é, meus amigos, agora sim vamos ouvir Play de Moonlight Breakfast. A gente comentou agora há pouco, agora sim. E aí, meus amigos, vamos ouvir essa música e a gente já volta.

Continuação

Estamos de volta, meus amigos. Vamos para a última notícia do dia.

Asteróides, antaveiros e mães marra fecham o giro. Ciência, saúde e tecnologia desafiam Trump enquanto o céu manda recado.

Você ouveu o Rodrigues, Rodrigues não, é Play de Moonlight Breakfast. E agora, no último giro do programa, Saúde, Ciência e Tecnologia, nessa segunda-feira pascal de 4 de maio. Reparem na ironia. Jornal Piegas abre por aqui. Nós fechamos. Porque depois de atravessar a livre-mercado, economia desgovernada, agro, inovação, segurança pública, juristocracia, desgoverno legislativo, Bolsonaro, América Latina, Europa, Oriente Média, África, Ásias, Américas...

A única coisa que soa para arrematar o que está dentro do corpo humano e o que está acima da nossa cabeça. Bula e firmamento, veneno e estrela.

Começando pela FDA, a agência reguladora americana que tenta proibir as cópias manipuladas das canetas emagrecedoras do sistema agrotídeo e tíris e partida, os famosos GLP-1. Sobre pretexto sanitário, a FDA capturada como sempre protege Erilili e Novo Nordisk e fecha a torneira de quem democratizou o preço. O Ozempic da vida promete cintura e entrega a tireoide doente, gastroparesia, depressão, queda de cabelo em casos crescentes, óbito.

Vá de Retro Moloch. O Deus que pede sacrifício de criança no ventre é o mesmo que agora pede sacrifício de gordura, de músculo, de juízo em nome da silhueta. Um recado às mães marra. Abreviação de Make America Healthy Again. Movimento ligado a Robert Kennedy Jr. É simples.

Sigam batendo em glifosato e ultraprocessado, porque vocês têm razão. Mas não troquem um lobby por outro. Saúde pública vira tirania quando regula tudo com o mesmo carimbo. E saúde verdadeira começa no prato de comida de verdade, no berço cheio e no joelho dobrado.

Ainda nos Estados Unidos, a empresa H2 Milk recolheu três lotes de fórmula infantil após detectar cereolida, toxina bacteriana ligada a vômitos. O medo das mães remete à crise de 22. No Brasil, o Instituto de Pesquisa Clínica de Campinas anunciou ensaios para novos tratamentos de Alzheimer. Sinal de que mesmo com o Supremo distraído farmando processo contra cidadão de bem, ainda há cientista brasileiro de cabeça baixa fazendo o trabalho que sempre se fez.

Ciência verdadeira, note, é humilde, repetível e disposta a errar. A outra do consenso fabricado é catequese laica. Saúde global. Um cruzeiro pelo Atlântico registrou três mortes suspeitas por antaveiros, doença transmitida por urina e fezes de roedor. O Infobai detalhou o contágio. Em ano de Davos, esse tipo de manchete vira combustível para a nova pandemia regulada. Recomendação da casa, ceticismo.

Antavírus não pega no ar de avião e quarentena política nunca mais. Em paralelo, estudo argentino sugere que a depressão poderia ser detectada por biomarcadores no sangue. Bonito e perigoso. Reduzir a alma a uma planilha bioquímica é o sonho de Astaroth, demônio do conhecimento estéreo. O mesmo que sopra na orelha dos transhumanistas, engenheiros de almas do Vale do Silício. Sangue diz muito, mas não diz tudo. O padre Gabriela Mortis, ursista-mor de Roma, repetia.

Sem todo desespero é química, e nem toda química é desespero. A tristeza é que pede psiquiatra, e a tristeza é que pede um confessor. Outra do Infobai. Alerta para queda de cabelo causada por GLP-1. Ou cintura ou fio, escolha o cliente. E mais um. Aumento das cesáreas programadas e riscos comparados ao parto natural. Recomendação tradicional a respeito da natureza. A parceira costuma saber mais que o protocolo médico jurídico defensivo.

defender o parto, defender a criança no ventre, defender o leite materno, defender a família numerosa, eis a contracultura que faltava ao século da pílula azul e da caneta laranja.

Da Terra para o Céu. NeokPoche relata que Apophis, asteroide do tamanho da Torre Eiffel, passará em 2029 mais perto do que muitos satélites geoestacionários. Não bate mais visita. O nome é grego para Destruidor, parente direto de Apolion, o anjo do abismo de Apocalipse, capítulo 9. Coincidência para teu recado para o cristão.

Um astronauta da Estação Espacial Internacional avistou bola de fogo entrando na atmosfera. Em outro século, o vidente teria virado para a gen real. Em hemisfério sul, um cometa de 170 mil anos de órbita cruza o céu por apenas duas semanas. Levante a cabeça, ouvinte, olhe para o céu. Tem um cometa passando. O cosmos é maior que a comissão parlamentar de inquérito. Tempo pascal é tempo de luz e cometa em céu solista é boa hora para reler o Salmo 19. Os céus proclamam a glória do Senhor.

Geologia. Cientistas captaram pela primeira vez o rasgar de uma placa tectônica sobre o Pacífico canadense, fenômeno que ajuda a entender cordilheiras e ciclo vulcânico. Dembrete útil para quem ainda compra a mística do aquecimento causado pela Silvé. A terra se desmancha e se refaz há 4 bilhões de anos sem pedir licença ao Greenpeace. Em capítulo bíblico de geografia urbana, a New York Post informa que a cidade do México afunda quase 30 centímetros por ano, ameaçando deslocar milhões.

Engenharia hidráulica colonial espanhola sem manutenção, mas farra populista do PRI ou morena não combina. Recomendação ao prefeito de São Paulo, de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e a galera do Vamos Pavimentar Tudo. Olhem o lençol freático antes que o lençol vire imortalha.

E aqui, ouvinte, que a gente vai fechando nosso programa. Passamos um resumo metalinguístico da edição 569. Em economia, vimos o livre mercado tentando respirar entre regulação e juros. Economia desgovernada gastando o que não tem. O agro segurando o país nas costas. E a inovação correndo entre a promessa e a bolha.

Em Brasil, segurança pública sangrando, juristocracia legislando de toga, desgoverno aparelhando, legislativo barganhando e Bolsonaro contra tudo e contra todos ainda em pé. Em mundo, América Latina afundando junto com a cidade do México e Europa em Oriente Médio em xadrez perpétuo, a Ásia acompanhando o futuro a prazo, as Américas se redesenhando entre Trump e Maduro e agora o céu mandando asteroide e cometa como nos velhos tempos em que Deus ainda era levado a sério.

Há um fio que costura tudo isso, ele é vermelho. Moloch pede o fete e a gordura, Astaroth pede o cérebro e o gene, Lúcifer pede orgulho e o aplauso. O globalismo é a liturgia desses três, oficiada por burocrata de Davos, financiada por bilionário de ilha privada, abençoada pela imprensa do regime. Mas há um detalhe que esses senhores esqueceram de calcular. Faz dois mil anos, um domingo de manhã, um homem sai ao vivo de um sepulcro selado com um soldado romano de guarda e ninguém nunca mais conseguiu desfazer aquele fato.

Cristo suscitado venceu a morte, portanto no varejo venceremos os globalistas, é só questão de tempo, de fé e de coragem, três coisas que inimigo não fabrica.

E a gente encerra o nosso programa de hoje. Mas antes de encerrar, vale lembrar, você que ficou até o fim, assina o nosso canal no YouTube, arroba Leonardo Dias, no x, arroba Leonardo Dias. Siga a gente também lá no oeditorial.com, assina a nossa newsletter, receba a Rádio Café por e-mail, para você sempre ficar bem informado e nunca perder o nosso programa. Lá no site do Editorial, você encontra os links também da Rádio Café para ouvi-la no Apple Podcast e também no Spotify.

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E é claro, a charge do dia, a gente não pode esquecer da charge do dia. Charge do dia mostrando pirueta jurídica, o Congresso de 2026, autoridade dormindo, Brasil sangrando, Macron gritando, Putin se trancando com paranoia, desenrola dois para acabar com os calotes e ajudar os caloteiros, PCC voando de helicóptero, o eixo da liberdade aqui do lado direito.

a queda bolivariana, Bolsonaro convalescendo aí, se recuperando, e agora café zero tarifa no Mercosul, agro, olha aqui, que legal, tudo que a gente comentou aqui no nosso programa. Muito obrigado a todos vocês que nos acompanharam até aqui.

A gente vai encerrando por aqui. Quero deixar para você uma ótima semana. E a música de encerramento desta edição. É Beautiful You. Do francês Boom Cello. Do Almo Nude for Love. Vincent Segal no violoncelo. Cílio Atéfi da percussão. Mistura experimental de jazz. Música eletrônica e música do mundo. Cabe perfeitamente nesta segunda pascal. Corda que canta. Pele que pulsa. E no fundo a mesma pergunta de sempre. Quem é belo e por quê?

Foi um prazer, ouvinte. Você acompanhou a edição 569 da Rádio Café. Bom domingo, quer dizer, boa segunda-feira. Que a luz do Cristo ressuscitado ilumine sua semana, sua família e o seu olhar para o céu para ver o cometa. Se é que a gente vai conseguir, né? Até a próxima, amanhã. Fiquem bem e até lá. Fiquem com Beautiful You de Boom Cello.

E aí

Amém? A Corte de Vacança, procede, procede Only by a concept conceded

Transcrição e Legendas por Quintena Coelho

E aí

Tchau, tchau.

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