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Galera do Brilho: o mestre da estética automotiva revelou tudo! | Veneto – Pod&Car #39

04 de maio de 202648min
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No episódio #39 do Pod&Car, recebemos Veneto, que acredita que todo carro nasceu para brilhar, para um papo direto sobre estética automotiva. Ele compartilha sua trajetória e explica por que cuidar do carro vai muito além da estética: é manutenção.
Dá o play e descubra o que realmente faz um carro brilhar de verdade.
Assuntos6
  • Carros e AutomobilismoProcesso e conexão química com o verniz · Benefícios: proteção solar, repelência à sujeira, durabilidade do brilho · Durabilidade e resistência comparada à cera · Aplicação em diferentes superfícies e tipos de carro
  • Trajetória de Marcio TicotoInício na tecnologia e insatisfação com CLT · Mudança para estética automotiva · Empreendedorismo e início nas redes sociais · A importância de ser a cara da empresa
  • Origem do nome CeilândiaReconhecimento de um pintor de oficina · Diferenciação do trabalho de estética automotiva
  • Carros AntigosPaixão por carros antigos e desafios de manutenção · Tratamento de pintura PU em carros antigos · Exemplo de C20 com motor diesel e pintura PU
  • Cocô de pomba e manchas em carrosAcredita-se que a pomba escolhe a cor do carro para sujar · Danos causados pelo cocô de passarinho na pintura
  • Customização de CarrosRestauração de Hilux de leilão com sujeira específica
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Quando eu comecei a aparecer nos vídeos, a apresentar o meu trabalho, a ensinar alguma coisa, a trazer dicas, informações, aí o jogo virou, a gente começou a ganhar mais relevância por ali e se conectar com as pessoas. Eu falo que pessoas se conectam com pessoas. O carro pra gente é só um ponto de contato. A gente cuida dos carros, mas nós atendemos as pessoas. Na verdade a gente cuida das pessoas através dos carros. Isso é muito legal.

todo carro nasceu pra brilhar. Todo carro merece um tratamento especial. Aquele carro mais simples, aquele carro mais antigo, até aquele carro zero quilômetro. Todos os carros podem melhorar um pouco o seu visual, podem ter os benefícios da proteção de superfícies. Então a gente quando faz carros mais simples na Aveneto, chama muita atenção, porque as pessoas acham que ah, eu tenho um carrinho mais antigo, eu tenho um Corsa 2010.

Puxa, eu fiz um vídeo recentemente de um Corsa vermelho, 2010 se eu não me engano.

O carro ficou espetáculo, aquele vídeo bombou, porque as pessoas às vezes acham que estética automotiva é só para carros de alto padrão, para carros de luxo.

voltando do Senai à noite com o Monza, estourou ali a bomba d'água, vazou todo o líquido de arrefecimento e o carro parou no meio da rua. Eu estava com outro amigo, o pessoal do Senai eu liguei e falei assim, o que a gente faz? Eu não quero pegar um guincho, não tinha muita grana também, se eu fosse pegar um guincho dali de perto até Guarulhos, Guarulhos não, Osasco, que eu morava, iam me cobrar uma fortuna.

E aí eu falei, não, vou ter que resolver esse carro aqui. A gente parou num posto do carro e a galera do Senai ali estudando, querendo mexer, querendo ver situações na prática. Não, vamos resolver. Fui na Mercado Car Barra Funda lá, já era quase meia noite. Comprei uma bomba d'água pro Monza. Comprei Correia também, eu acho que aconteceu alguma coisa lá. Foi um BOzinho legal pra resolver. E aí com os amigos do Senai ali, a gente subiu o carro no Macaco, deitou embaixo do carro, resolvemos e eu fui rodando pra casa com o carro. Então eu falei, não, eu ia pegar guincho.

Ia resolver na hora. Não teria conseguido se não tivesse uma autopeça 24 horas.

Fala galera, tudo bem com vocês? Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Podcar, o podcast da Mercado Car. E já vou deixar aqui ó, pra você seguir, já se inscreve, compartilha, curte, também segue lá nas redes sociais, arroba Mercado Car Oficial, tem também o e-commerce mercadocar.com.br, tem o teleatendimento, enfim, entra no site, entra no Instagram, que você acha todas as informações que você precisar.

E hoje, como todos os episódios, mais um convidado super especial. Tô aqui com o Veneto, seja muito bem-vindo, muito obrigada por aceitar o nosso convite. E eu já vou começar perguntando já, vou querer que você se apresente, certo? Mas me conta, quem é o Veneto? O que você faz?

Obrigado pelo convite, é um prazer estar aqui com vocês hoje, poder compartilhar um pouquinho da nossa trajetória. O Veneto é pai de quatro crianças, a Júlia, o Felipe, a Carol e a Lara. Eu falo que ser pai mudou a minha vida e a minha trajetória. Eu sou um cara que adoro aprender e compartilhar o que eu aprendo. Eu gosto de tentar trazer informações difíceis, de forma leve, fácil de entender. Eu gosto muito de explicar, gosto de falar.

Eu não sei se vai dar tempo de falar tudo que eu tenho para falar aqui, porque se deixar eu fico umas duas, três horas por aqui. Eu sou um cara apaixonado por carros, e eu acho que eu me encontrei na estética automotiva muito por conta dessa paixão por carros. Eu demorei um pouco para perceber que esse era o meu caminho, mas quando eu encontrei foi amor à primeira vista, e hoje eu sou um cara muito realizado, trabalhando com o que gosto, e podendo, além disso, compartilhar, ensinar muitas coisas para a galera, isso faz toda a diferença. Eu acho que trabalhar com paixão, com amor, é algo que...

Todo mundo deveria experimentar. Com certeza. Eu ia até te perguntar isso. Você não começou trabalhando com carros, então. O que você fazia antes de mexer com carro? Eu fiz muita coisa, viu? Eu fui desde ajudante de pedreiro, lavador de caixa d'água. Eu já quase fui militar. E aí eu encontrei ali numa carreira de tecnologia. Fiz faculdade, trabalhava com TI.

E como muita gente, eu não estava feliz no CLT, não fazia algo que eu gostava, que me dava motivação. Eu olhava para o meu chefe, não me imaginava fazendo o que ele fazia. E fiz o seguinte, falei, poxa, minha paixão é carros, eu vou em contra de fazer alguma coisa nesse sentido. Eu entrei para um Senai, fiz o Senai do Ipiranga, fiz um curso de manutenção automotiva, quase fui mecânico, aprendi muita coisa legal. Foi o melhor curso que eu fiz na minha vida e ali eu tive um contato com polimento.

Aí foi paixão à primeira vista. Fiquei uns três dias pensando nisso. É isso que eu quero fazer para mim. Cheguei a trabalhar como mecânico ali nas horas vagas. Fiz revisão de carro de amigos. Trabalhei como consultor automotivo para fazer uma renda extra. Mas foi na estética automotiva que eu encontrei uma paixão ali. Que eu falei, é isso que eu quero fazer para o resto da vida. E saí da carreira de TI.

decidi empreender, comecei aos pouquinhos, comecei ali nas horas vagas, na garagem de casa, na garagem do meu sogro, ia na casa das pessoas lavar carro, inventava várias histórias, eu trabalhava ainda como CLT e no final de semana lavava carro, eu falava pros meninos do trabalho ali, ó, esse final de semana eu vou lavar um carro perto da sua casa, não quer aproveitar e lavar o seu? Eu nem sabia onde ele morava.

Um dia um rapaz do Grajaú falou, perto da minha casa, eu moro lá no Grajaú. Eu falei, é lá mesmo. Nossa, eu rodei uma hora e meia para chegar na casa dele. Lavei o carro dele e da irmã. E tudo era experiência para mim nessa fase. Eu queria muito aprender, continuar aprendendo, me aperfeiçoar. E foi uma fase muito importante. E eu costumo dividir a minha carreira na estética em dois momentos. Primeiro na saída do CLT.

e nessa fase de empreender, de começar um negócio. E depois, quando eu percebi que era muito importante conquistar clientes, divulgar o meu trabalho, e eu encontrei ali nas redes sociais uma maneira de fazer isso. Eu sempre pensei que, puxa, está disponível para a gente ali, vamos aproveitar. E desde 2014, eu registrava os trabalhos que eu fazia, eu tirava fotos, eu postava lá na época no Facebook.

postava tudo o que eu estava fazendo e divulgava através da internet para poder conseguir mais clientes, conseguir conquistar autoridade, relevância nesse mercado. E aí eu comecei depois, eu vi que eu estava fazendo só foto de carro, parecia uma revista lá, minha rede social. E é uma coisa até que eu falo muito para os meus alunos, um erro que a gente comete, de só mostrar o carro.

A gente precisa aparecer, a gente precisa ser a cara da nossa empresa. E quando eu comecei a aparecer nos vídeos, a apresentar o meu trabalho, a ensinar alguma coisa, a trazer dicas, informações, aí o jogo virou, a gente começou a ganhar mais relevância por ali e se conectar com as pessoas. Eu falo que pessoas se conectam com pessoas. O carro para a gente é só um ponto de contato. A gente cuida dos carros.

mas nós atendemos as pessoas. Na verdade, a gente cuida das pessoas através dos carros. Isso é muito legal. Então, com esse trabalho nas redes sociais, a gente conseguiu atingir muita gente. E eu consigo hoje ensinar muita coisa. E, poxa, quando eu recebo um feedback do tipo, cara, aprendi com seus vídeos e hoje eu estou tocando meu negócio e está dando certo, nossa, é gratificante demais. Às vezes a gente está meio para baixo, tem dia que as coisas não dão certo, e aí eu recebo uma mensagem dessa e falo, não, eu estou no caminho certo e isso faz tudo valer a pena. Isso é muito legal.

sabe que eu me identifiquei com você, né? Eu também larguei o direito, né? Eu divulguei por 10 anos. E assim como você largou o TI, eu também larguei o direito pra mexer com o carro, que sempre foi a minha grande paixão. E as redes sociais também foram acontecendo de forma natural, né? Depois disso. E acho que a nossa história é até bem parecida nesse ponto, né? Eu sempre gostei de carro desde muito nova, mas eu nunca tinha tido a coragem de começar. Até porque uma mulher é um pouco mais difícil ainda, né? Hoje em dia.

E uma carreira de 10 anos de direito. Exatamente, já estava estabelecida. Mas eu não sabia que você tinha feito mecânica. Sim, eu fiz o curso em 2013 e 2014 no Senai. Que legal. E eu adorei. Eu ia ser mecânico. Cheguei a mandar currículo para oficinas. Quase que eu fui contratado ali. E aí o jogo virou para a estética. Mas aí você conheceu a estética.

Eu gostaria de ser mecânico também. Era uma profissão que eu ia fazer com muito amor. Mas você chegou a trabalhar um pouco. Cheguei, fiz revisões em carros de amigos. Fiz algumas coisas ali que não deram muito certo. É. Mas foi importante para o aprendizado. Teve algumas coisinhas ali, mas foi um aprendizado legal. Legal.

O mercado automotivo é muito grande. A gente tem muitas opções. São muitas carreiras possíveis. E fazendo com amor, você consegue encontrar algo que vai ter a sua cara. Eu me encontrei na estética, mas poderia ser mecânica também. Seria legal. Sim, é. Não, legal. Você falou da estética, né? Já contou a história, como que você começou. E como que surgiu a galera do brilho? Me conta, tem alguma história com isso? Foi natural? Como que foi?

A galera do brilho, eu acho que eu nunca contei isso, mas a galera do brilho não foi uma criação minha. Olha que legal. Eu trabalhava na época, a gente tinha um espaço de 40 metros quadrados ali no Tatuapé, e perto da estética, que o nome era diferente, não era Veneto ainda, era Lotus o nome, eu tive que mudar depois, e tinha uma oficina de funilaria e pintura.

E o pessoal achava que a gente era concorrente. Mas depois a gente fez amizade e nos tornamos parceiros. E tinha um rapaz que trabalhava lá, que fazia pintura. E ele, quando passava na frente da Lotus, na época, pra ir embora pra casa dele, ele passava lá e cumprimentava a gente. Todo dia ele passava e cumprimentava. Um dia ele entrou e falou, cara, como é que vocês fazem esse brilho todo no carro? Eu não vejo esse brilho todo lá na oficina que eu trabalho.

E aí eu expliquei para ele, o polimento é um trabalho que evoluiu muito, a funilaria já faz, mas tem uma outra abordagem, e a gente busca um nível de detalhe, de capricho. Ele, é o produto que você usa? É a máquina? Eu falei, não, é um processo, é um conceito diferente. E por isso que você vê esse brilho todo, a gente foca na iluminação, a gente capricha na iluminação para poder mostrar esse resultado todo, e ele ficou encantado.

E aí, dali em diante, ele passava lá e falava assim, ó a galera do brilho aí, ou um abraço aí pra galera do brilho, ó os caras do brilho, galera do brilho. E aí ele falou isso e ficou guardado.

Eu já fazia os vídeos na internet, mas ainda não tinha esse bordão e não tinha esse jeito que eu tenho hoje de apresentar os trabalhos. E desse Galera do Brilho que ficou guardado, eu falei, poxa, eu preciso usar em algum lugar. E aí surgiu o Galera do Brilho, inspirado naquela coisa que foi um reconhecimento dessa pessoa do nosso trabalho. Então foi assim que surgiu. Eu ganhei de presente o Galera do Brilho do pintor lá da oficina que era próximo da gente.

E é muito legal, é legal ter, né, esse diferencial, esse bordão todo. Fala, galera, do brilho, eu já lembro de você, já, pra mim, já marcou muito. E me conta um pouco mais sobre a estética. Tem gente que acha que só lava carro, né, mas como que é? Você faz vários tipos de serviço lá, né, inclusive, Martelinho, acho que você faz.

Marteirinho de ouro a gente faz também. A gente faz hoje películas dos vidros, né? Que é película de controle solar, película de segurança, PPF. A gente faz também aqui uma proteção bem robusta para pintura, que tem uma durabilidade gigante. Mas eu falo que a estética automotiva não é só limpeza, não é só polimento. A estética é um tratamento para o carro e é parte da manutenção do carro.

Assim como eu preciso cuidar de peças importantes, trocar o óleo, fazer revisão, a estética automotiva é a manutenção do visual do carro, do ambiente saudável da parte interna. É a manutenção dos materiais que tem no carro. Então, se eu quero que a pintura tenha mais durabilidade, eu preciso aplicar proteção nela, eu preciso fazer um tratamento. Imagina o seguinte, um carro riscado, ele, além de ficar feio, ele suja com mais facilidade.

Cada risco do carro é um ponto vulnerável da pintura, onde ela absorve mais calor.

Porque a luz do sol entra para dentro do verniz, onde não deveria entrar, deveria ser refletida. E quando o carro está polido, vitrificado, protegido, a pintura protegida, até mesmo ele aquece menos, ele sofre menos agressão solar, e isso aumenta a durabilidade da pintura, do visual. O plástico protegido, revitalizado, ele fica bonito por mais tempo. Esse carro se torna mais valioso na hora de vender. É mais confortável andar num carro onde o banco está higienizado, hidratado.

o banco sujo escorrega, se torna até uma questão de segurança. Imagina você freia o carro bruscamente, o banco está escorregadio, você escorrega, perde os pedais ali. Claro que é uma situação exagerada, mas pode acontecer. Então, um banco limpo, hidratado, ele dá mais conforto, ele te dá mais segurança para dirigir. Então, a estética é um cuidado do carro como um todo, faz parte da manutenção de todo o carro, e nós, na estética, fazemos isso com muito capricho.

e com um nível de detalhes que vai além de uma limpeza simples, que vai além de um tratamento comum do dia a dia. Eu não gosto de comparar muito e criticar outros tipos de serviço, mas a estética é aquele serviço que não foca no tempo, então a gente gasta mais tempo, gasta mais energia, precisa de mais conhecimento. O profissional de estética se desenvolve o tempo todo para estudar sobre materiais, tipos de produto, pH do produto, tipo de sujeira.

A gente faz diagnóstico para entender a melhor estratégia para resolver um problema, com o mínimo de agressão possível, mesmo que para isso demore mais tempo. E até por isso tem um custo diferente. Muita gente acha caro, mas quem entende o valor e quem percebe todo esse tratamento que nós fazemos, considera um investimento muito interessante no carro. Com certeza. E o polimento, a lavagem detalhada, qualquer carro pode fazer? Pode fazer direto? Como é que funciona isso?

Eu tenho uma coisa que eu acredito muito. Todo carro nasceu para brilhar. Todo carro merece um tratamento especial. Aquele carro mais simples, aquele carro mais antigo, até aquele carro zero quilômetro. Todos os carros podem melhorar um pouco o seu visual, podem ter os benefícios da proteção de superfícies. Então, a gente, quando faz carros mais simples na Avenida, chama muita atenção, porque as pessoas acham que...

Ah, eu tenho um carrinho mais antigo, eu tenho um Corsa 2010. Puxa, eu fiz um vídeo recentemente de um Corsa vermelho, 2010, se eu não me engano. O carro ficou um espetáculo. Aquele vídeo bombou, porque as pessoas às vezes acham que estética automotiva é só para carros de alto padrão, para carros de luxo, e eu nunca foquei nesse público, porque esse público também está aí, a gente também atende, mas eu gosto de dar a ideia de que todo mundo pode ter um carro mais bonito, que seja mais prazeroso de dirigir, que você estaciona

e olha pra trás e sente vontade de tirar uma foto e vai mandar pros amigos e vai postar. Então eu acho que todo carro merece um tratamento. Qualquer carro que chegar lá na Veneto, eu garanto que ele vai embora muito mais bonito e que o dono vai ficar muito mais feliz e que independente do nível, do preço, da condição do carro, a gente consegue melhorar muita coisa e transformar aquele carro, transformando também a satisfação do dono, a paixão dele pelo carro, sabe?

Ainda mais vermelho, né? Vermelho, antigo, normalmente o sol, né? Vai judiando da pintura. Aí, inclusive, eu tenho uma curiosidade, é a vitrificação, o pessoal fala bastante sobre isso. É bom mesmo, legal fazer, ela protege do sol, por exemplo, um carro preto, porque normalmente as cores preto, vermelho, são as que mais sofrem, né? O prata, às vezes, fica mais, dura mais, vamos dizer assim, né? E como funciona a vitrificação? Você acha que vale a pena fazer?

A vitrificação é o serviço que nós mais fazemos lá na Veneto. Ah, legal. É um serviço muito interessante, eu já faço ele há mais de nove anos. E o que ele faz? Após um processo de polimento, a gente aplica esse vitrificador. É um produto que vai se conectar quimicamente com verniz. E ele cria uma camada sólida de proteção sobre a pintura.

É como se você tivesse uma camada de... Uma barreira de sacrifício ali sobre o verniz. E essa camada vai bloquear os raios solares que são agressivos. Vai deixar o carro limpo por mais tempo. Porque vai repelir a água e a sujeira. Vai garantir que aquele brilho do polimento vai ter mais durabilidade. A gente aplica um produto lá na Veneto que tem 5 anos de durabilidade.

Eu tenho carros que eu já fiz há mais de seis anos e que estão até hoje protegidos, brilhando, com hidrorrepelência. Então o vitrificador vem para auxiliar o cuidado com o carro. Fica mais fácil de lavar o carro, fica mais fácil de secar.

Ele vai se manter bonito por mais tempo. Porque assim, eu não sei se você já parou pra pensar, mas a lavagem é o momento mais perigoso pro carro. É na lavagem que acontece a agressão química dos produtos, atrito da esfregação, o pano da secagem, a água contaminada. Muita coisa acontece na lavagem.

E se eu tenho um carro que é mais fácil de lavar, eu torno a lavagem menos agressiva. Lavagem menos agressiva vai oferecer menos risco para o carro. Então ele entra num ciclo virtuoso ali, onde ele vai ficar bonito por mais tempo. Então a vitrificação vale muito a pena. Para qualquer tipo de carro, a gente faz muito em carro zero quilômetro. Por quê? O carro zero está no auge do seu potencial, a espessura da pintura, a qualidade do verniz. Assim eu consigo preservar esse carro por muito tempo dessa forma.

Então é uma tecnologia muito legal de proteção automotiva. Não serve só para pintura. A gente pode fazer vitrificação nos plásticos, nos faróis, nas lanternas, na roda, no plástico interno. Em qualquer superfície do carro eu posso vitrificar. É um produto à base de sílica.

que ele tem muita resistência, tem excelente durabilidade, e ele ancora no verniz e na superfície com essa conexão química que tem ótima resistência. Então é muito difícil arrancar um vitrificador. Porque se eu aplico uma cera, a cera também tem essas vantagens. Ela também dá brilho, ela também dá hidrorrepelência.

Mas a cera, se eu usar um produto agressivo, se eu esfregar com mais força, ela vai embora. E o vitrificador não, ele consegue ali ter uma resistência à remoção, né? Uma resistência química, uma resistência até mesmo mecânica, porque você não consegue remover ele com facilidade. Então é uma tecnologia muito legal, a gente gosta muito. Você falou do carro preto, do carro vermelho e do carro prata.

Ó, o carro preto é o que mais mostra sujeira. E por isso as pessoas muitas vezes falam, ah, eu sofro muito com carro preto. Se você sofre muito com carro preto, é porque você não conhece uma proteção de pintura que vai te ajudar nesse momento da lavagem, da secagem, que vai garantir ele limpo por mais tempo. Eu comprei recentemente um carro preto e eu quero muito falar sobre isso. Porque eu ainda não consegui fazer o tratamento completo nele.

Eu vou fazendo aos poucos e vou registrando. Mas quando você tem um carro preto e cuida bem dele, ele passa por um tratamento de estética?

aquele trauma de ter um carro preto vai acabar. O carro vermelho, o carro vermelho tem um problema. A luz do sol, ela agride mais o carro vermelho. Pela cor que ele tem, ele vai perdendo aquele tom bonito de vermelho. Vai ficando rosa, né? A gente vê uns carros, às vezes, antigos que já estão meio rosas. Você vê que já saiu bastante o vermelho, né?

A cor vermelha é a que mais sofre com o sol. E a proteção também ajuda, porque o vitrificador também protege os raios solares ali, né? É como se fosse uma barreira. E o carro prata? O carro prata é aquele que as pessoas compram porque, ah, esse é mais fácil de vender, é mais fácil de limpar, suja menos. Não, ele suja igual. A sujeira não escolhe. Eu vou no carro prata, eu vou no carro preto. Não, a sujeira suja todos. Mas, de fato, o carro prata mostra menos aquela sujeira, então, muitas vezes, incomoda menos.

as pessoas. Mas, por exemplo, eu sou proibido de ter carro prata. A minha esposa odeia carro prata. Então, como lá em casa a última palavra não é minha, assim como todas as famílias, quem fala o contrário tá mentindo, carro prata é proibido. E o carro prata, eu sinto que é assim, às vezes você fala assim, eu queria tanto ter um carro preto, mas eu tenho medo porque é mais difícil de cuidar. Leva numa estética, você vai ter o carro da cor que você quer, vai estar bem cuidado, ou então assiste os vídeos, Veneto Estúdio, em todas as redes sociais, você vai aprender a cuidar e vai parar de sofrer esse trauma do carro preto aí.

Você falou agora uma coisa sujeira, não escolhe. Mas a pombinha, ela...

A pomba escolhe, a pomba escolhe. E ela faz o seguinte, a pomba... Quando é preto... É isso que ela faz. Como é que a pomba faz? Explica pra gente. Quando é preto, o carro, o cocôzinho dela é branco. Quando o carro é branco, o cocôzinho dela é preto. A pomba já dizia... Como que ela faz isso? Então, Mamonas Assassinas explicava, né? A pomba tem mira laser, né? E ela faz essa escolha de acordo com a cor do carro. Então, se o carro é vermelho, ela caga verde.

As pombas, elas andam comendo umas coisas por aí, elas não se alimentam muito bem.

E sabe que a gente brinca tudo, mas é uma coisa que eu recebo muito essa pergunta e muito essa dúvida. Como fazer para tirar o cocô de passarinho do carro? Mas é, mancha, né? Dependendo. Mancha. Muitas vezes ele mancha. Se você deixar muito tempo, ele vai agredir o verniz, vai corroer a pintura. Eu já vi casos em que o cocô do passarinho ficou ali e chegou na lata do carro. Chegou a agredir, ele causou até uma oxidação na lata.

O que esse passarinho comeu? O que esse passarinho está comendo? Então eles precisam olhar para a alimentação e melhorar isso aí.

Desse jeito não dá, né? Ai, gente, brincadeira essas coisas, né? Mas agora você falou também uma coisa importante. A lavagem é um momento muito crítico. Normalmente é assim, eu lavo meu carro todo final de semana eu mesma, né? Agora já fiquei com medo. Porque assim, eu ia até te perguntar sobre isso. Lavar no posto. Como é que chama aquilo? O rolo? É o risca rápido. É o rolo do risca rápido. Já ia te perguntar, mas acho que eu já sei com a tua resposta. Jamais, então, né?

Eu não vou dizer jamais, porque tudo depende da proposta e se você entende que aquilo é para você ou não. Eu acho que assim, nós na Estética Automotiva não conseguimos atender todos os clientes. A gente tem aquele público que entende que é um serviço que vai cuidar do carro e tudo mais.

Mas se você tem pressa para lavar, se você usa o carro numa situação que você não consegue ficar dois dias numa estética, se você não pode investir num tratamento de estética, a opção da lavagem no posto, da lavagem no rolo, ela pode ser interessante. Então, tem público para tudo. Tem público para tudo. Se a gente for analisar tecnicamente, como eu falei, toda lavagem é agressiva. Todas, na estética, no posto, no rolo, cada uma tem um nível diferente.

A lavagem é seco, tem o seu nível de agressividade. Toda lavagem é agressiva. Ponto final.

A gente tem que buscar aquela que é menos agressiva e buscar sistemas que possam permitir que eu consiga manter o meu carro bonito, mesmo fazendo as lavagens com frequência. Então, por exemplo, você que lava o seu carro toda semana, certamente ele não fica tão sujo. Não. O carro, se ele estiver muito sujo, a lavagem vai ser mais agressiva, porque eu tenho mais atrito, mais abrasivos ali em contato com a pintura. Lavando com frequência, eu já reduzo a agressividade, porque eu não vou precisar de algo tão... Eu não vou precisar de tanto esforço para lavar esse carro.

A lavagem no posto, no rolo, muitas vezes ela usa produtos mais agressivos para limpar mais rápido ou a esfregação bruta do rolo para também limpar mais rápido. E aí se você sai do equilíbrio, do tempo, da agressividade química, você pode causar mais danos. Então uma vez eu fui muito criticado porque eu falei do risca rápido, do rolo, mas de fato o que acontece com aquele rolo? Ele tem uma tecnologia legal e ele evoluiu muito também.

Sim, eu já reparei que tem alguns postos que ele é mais... Parece que é mais macio, né? Antigamente era um negócio, parecia um plástico que batia no carro. Agora parece que ele é um pouco mais suave. Ele é um pouco mais macio. Ele é macio. Ele ainda arranca uns retrovisores, umas antenas. Mas ele é mais macio. Só que o problema não é o material que vai entrar em contato com o carro. O problema é a sujeira que está no carro e a sujeira que estava no carro de antes. Porque ninguém limpa aquele rolo.

O ideal seria, talvez, o mundo perfeito, lavou um carro, limpar o rolo para tirar toda a sujeira, mas não é impraticável. Então, a sujeira do carro anterior, do outro, do outro, do outro, vai entrar em atrito com o seu carro. Verdade. Carros muito sujos, por exemplo, off-road, terra, se ele leva no rolo daquele, é um crime. Então, algumas empresas que usam rolo, elas já fazem uma pré-lavagem primeiro. É um cuidado adicional para você poder eliminar o máximo de sujeira e a hora que passar no rolo não ter tanto atrito.

Mas infelizmente é uma técnica de lavagem que é das mais agressivas. Então, se você não tem opção, se você precisa dessa agilidade, por exemplo, nos Estados Unidos o que mais tem é isso. As pessoas pagam por mês, que é muito mais barato. E a pessoa paga ali 19 dólares por mês e lava quantas vezes quiser. Caramba! E aí se torna muito prático. Ela embica o carro ali, passou no rolo, aí depois ela dá um acabamento, seca e vai embora.

É prático, faz parte da cultura deles ali. Já no Brasil, a gente tem um capricho diferente com o carro. O brasileiro é mais caprichoso, é mais cuidadoso. Você viaja pra fora, você não vê carros com 20 anos de idade bonitos pela rua.

Você vê tudo detonado. Ou os carros muito novos. No Brasil, a gente vê carros com 20 anos, com 30 anos. No dia a dia, é o carro que a pessoa conseguiu comprar. E ela cuida dele com o maior carinho. Porque o preço e o valor do carro são coisas diferentes. Ela valoriza aquele carro que ela conquista de um jeito que só no Brasil você vê isso. Então, a gente valoriza também o momento da lavagem. Por exemplo, você dispende de um tempo no final de semana para lavar o seu carro. Você poderia levar no rolo e ser muito mais rápido. Por que você escolhe lavar?

Pelo seu carinho, pelo seu cuidado. É, pela conquista, né? É tão difícil a gente conquistar as coisas, né? Aí quando a gente tem, a gente quer cuidar, quer deixar sempre bonito. E eu amo o carro, então eu gosto de andar com o carro, galera do brilho, inclusive. Já vamos combinar que eu vou levar meu carro lá, porque assim, eu gosto do carro limpo, brilhando roda, pneu, então a gente realmente tem. E carro antigo, é legal falar sobre isso também.

Eu também tenho os meus carrinhos velhos lá, inclusive vou te mandar um desafio lá, hein? Manda que vai ser legal. Vou mandar. Tem uma BMW Preta 92, tá precisando muito de um carinho na pintura.

E é verdade, assim, a gente vê muito carro na rua. Inclusive, você tem um carro antigo? Não, você não é desse... Eu não tenho mais. Já gostei mais do carro antigo. Hoje eu tô numa fase mais, assim... Consciente. É, quatro crianças em casa, elas combinam o horário que elas vão acordar. Então, eu tô dormindo pouco. E carro antigo dá trabalho, né? Dá trabalho.

Eu acho maravilhoso, acho muito legal o movimento de carro antigo. Eu adoro carros antigos. Nossa, eu admiro demais. Mas hoje não cabe na minha agenda ali ter esse desafio de cuidar do carro antigo. Então eu estou temporariamente fora desse mercado aí. Não, é verdade. Mas a gente cuida de muito carro antigo lá. É muito legal. Não tem lá ser...

Eu tô com uma C20 lá. Uma C20 com motor diesel. Então o nome não tá dando certo ali. Mas eu tô com uma C20 lá. Pintura PU. Que o dono do carro falou, eu tô com problema. Eu mando polir, mando cristalizar e o brilho some rapidamente. Ele trouxe pra gente poder dar um tratamento que vai ter mais durabilidade. Então é um carro que ele tem uma paixão por aquele carro, o dono do carro. Ele também é do meio automotivo, ele tem o auto elétrico.

E é um cara muito legal. E eu falei, não, deixa comigo que eu vou cuidar. Então ela está lá na Veneto agora me esperando. Já fizemos a lavagem, preparamos para eu fazer o polimento. E mostrar que mesmo um carro antigo com uma pintura PU, que é uma característica diferente de pintura, dá para cuidar, dá para deixar brilhando. E dá para ter o mesmo benefício que os carros mais novos têm. E você põe a mão na massa ainda.

Muito pouco, comparado com o que era antes. Mas, por exemplo, na hora de gravar um conteúdo, de ensinar alguma coisa, eu gosto. Eu dou os treinamentos também, então eu preciso estar atualizado. Eu faço muito curso presencial, curso online. E para isso eu preciso estar antenado e afiado com o que a gente faz. Então eu participo bastante da operação. Eu não pego um carro para fazer do início ao fim, porque eu não conseguiria mais ter esse tempo disponível, porque é demorado. Mas eu estou sempre de olho, estou sempre participando.

Legal. E você já pegou algum desafio? Algum carro assim que você falou, caramba, esse daqui eu acho que eu não vou dar conta? Já pegou? Olha, já teve... Eu lembro de duas situações agora rapidamente. Um desafio que foi muito legal foi uma Hilux comprada num leilão. Uma Hilux de mineradora. Trabalhou a vida toda em mineração ali. Rodou 100 mil quilômetros dentro de uma...

de um lugar que faz mineração, o cara comprou no leilão e trouxe para a gente fazer um tratamento. Ele queria tudo, higienização interna, polimento, lavagem detalhada, limpeza de chassi, motor. Foi um carro que a gente demorou duas semanas para fazer. Tive que desmontar muita coisa, arranquei para-choque, farol. A parte interna tinha aquelas capas protetoras, por baixo da capa estava muito ruim. Tiramos o banco, tiramos forração do teto, carpete.

Só não tirei o painel de dentro do carro, mas se tirasse tinha sujeira atrás também.

Então, era muita sujeira e uma sujeira muito específica. Porque lá na mineração, eles têm uma terra rica em minérios. E o minério de ferro, especificamente daquela Hilux, ele tinha uma terra preta. Era um pó de ferro que estava grudado em tudo. Então, são produtos específicos para poder limpar, dar mais trabalho, leva mais tempo. Ela era branca com aquela pintura PU também, porque era um carro de frota.

teve que restaurar farol, teve que tirar lanterna pra limpar por trás, tivemos que tirar aquela proteção da caçamba, tinha muita sujeira embaixo, mas rendeu muitos conteúdos também, foi um carro que foi muito legal na época, a gente conseguiu gravar e mostrar muita coisa, muita gente descobriu que existe solução pra problemas que talvez não teriam antes, limpamos o motor, limpamos o chassi, limpamos por dentro, pulimos, o carro voltou o brilho, restaurou o farol, foi uma transformação

incrível e foi um desafio muito gratificante porque ele foi difícil mas a gente chegou no resultado o cliente ficou feliz para caramba ele tava pensando em vender o carro ele falou acho que eu não vou vender vou ficar com esse carro olha ficou muito bonito não fizemos tudo que ele precisava tinha uns pontos que precisaria de pintura que a gente não faz lá precisava de algumas outras coisas ele depois foi fazendo e o carro ficou maravilhoso a galera brincava nos comentários é agora vai falar que é Hilux do shopping

Porque a gente limpou tão bem que daria para dizer isso. Mas aquela lá tinha terra até no documento. Então não tinha jeito. Mas foi um trabalho bem legal, um desafio legal. E um outro desafio que nós tivemos, que esse foi um que eu fiquei meio frustrado, foi um carro que o rapaz derrubou uma lata de tinta no porta-mala.

Foi o Nivos do Pintor Desastrado. Virou também uma saga lá no Instagram, no YouTube. E esse eu fiquei triste porque aconteceu a situação da tinta, ele demorou um pouquinho para chegar para a gente. Era uma tinta base água, daquelas laváveis, a tinta mais cara da...

da loja, tinha muita qualidade a tinta. E a tinta base água, quando ela seca, ela foi feita pra não... E aquela é lavável, né? Então pra não sair com facilidade, não reagir com produtos químicos. Depois que ela secou, ela grudou no carpete, no banco, tecido, ela penetrou no tecido e nada conseguia tirar aquela tinta de lá. Então a gente teve que trocar alguns revestimentos internos do carro pra poder chegar num resultado legal. E aí o carro era da minha sogra. E o meu cunhado que derrubou a tinta.

E aí foi um desafio que eu tive que resolver ali, no caso de família. E eu estava demorando para fazer, porque era muito difícil. E aí a minha sogra ia precisar do carro, ela teve que pegar o carro no meio do serviço ali, levou embora, depois o carro voltou. Então assim, foi, eu tive que fazer, montar, começar de novo. Final da história, não deu para limpar toda a tinta.

A parte do banco, carpete, forrações, eu tive que trocar. Trocamos o jogo de banco completo do carro, forração do porta-malas e tudo mais. E se procurar, vai achar uns golinhos de tinta ali ainda, porque ela é só com água quente, vapor, que eu conseguia tirar um pouco. Mas é um serviço que é assim, se alguém chega lá, derrubei tinta no carro, eu falo assim, amigão...

Não fazemos esse serviço. Não pega mais. Não dá. Se fosse uma tinta base solvente, a gente teria um solvente para usar, para reverter o processo de cura e tirar a tinta de lá. Tinta base água, lavável, com boa qualidade, dava até para fazer uma propaganda daquela tinta, porque é muito boa a tinta. Eu usei todos os produtos que eu conheço e nada conseguia tirar aquela tinta de lá.

Então foi um desafio que eu fiquei frustrado por não conseguir resolver através da limpeza, mas também é um aprendizado, né? E a gente compartilhou também, a galera gostou de acompanhar, porque se você derrubar tinta, lavável. Aí qual que é a dica?

Eu sempre gosto de trazer uma dica nos nossos conteúdos. Se você derrubar tinta base d'água, né? Tinta latex, que é base d'água, dentro do carro. Não espera ela secar. Lave o quanto antes. Porque a água, enquanto ela está líquida, enquanto a tinta não secou, a água limpa, a água dilui ela. Então, se a tinta estiver molhada, joga água em tudo, dilui essa tinta, porque aí você consegue remover. Se ela secar, é um abraço. Aí não tem o que fazer. Não tem o que fazer.

senhora. E toma cuidado com as latas, pelo amor de Deus. Tenta não derrubar, né? Tenta não derrubar. Faz o esforço. Tampa direitinho, põe um plástico, né? Põe no saquinho, sei lá. É complicado. Depois que aconteceu comigo, muitos mandaram mensagem. Já aconteceu também. E foto e tal. Eu já entro em desespero. Esse carro foi meio traumático pra mim. Eu não gosto nem de lembrar muito, porque foi triste.

Cada uma. E é, assim, uma curiosidade. Você já fez alguma coisa errada num carro que você falou, meu Deus, porque é uma responsa, né? Você mexer com pinturas e, sei lá, bota um produto ali. Já aconteceu isso com você? Ah, já aconteceu. Quem falar que nunca fez uma cagada, tá mentindo. Tá mentindo. Eu tive um caso uma vez que eu lembro, e carro antigo, sempre um desafio maior. É.

O rapaz trouxe um cadete de SI para a gente fazer um polimento, um tratamento. E quando a gente faz a lavagem, limpeza detalhada, depois da lavagem vai fazer o polimento, a gente pega uma fita, tipo uma fita crepe e coloca protegendo tudo aquilo que não vai receber o polimento. Então plástico, borracha, todos esses materiais diferentes, cromado, farol, lanterna, a gente protege com a fita para preservar aquela parte.

Pra na hora do polimento não sujar, não riscar, não ter atrito, temperatura e tudo mais. Esse Cadete de SI era prata, inclusive, tava muito bonito. Eu não tenho certeza se era conversível ou não. O dono do carro era um colecionador de Cadete, então ele é especialista em Cadetes, ele tinha vários e ele é apaixonado pelo carro e aquele carinho, aquele xodó.

Ele deixou o carro pra gente fazer, lavamos e pusemos as fitas e começamos o polimento. Terminou o polimento, vamos tirar as fitas do carro. Quando eu fui tirando as fitas, ela saiu arrancando tinta desses plásticos. O cadete de Jessy tem uns borrachões de plástico na lateral, o para-choque é de plástico.

Eu falei, meu Deus, o que aconteceu? Liguei para ele. Ele me explicou, cara, eu tinha acabado de pintar todos os plásticos. Porque esses plásticos, originalmente, eles não são pintados. Eles são cinza ali, tem uma cor específica, mas com o tempo desbota, fica feio. E um caminho para deixar ele bonito é fazer uma pintura. Eu não sabia que ele tinha pintado. Ele também não falou, eu não perguntei.

E a gente coloca a fita com todo carinho e cuidado pra proteger a superfície. Quando eu arranquei as fitas, saiu toda a tinta dos borrachões, dos plásticos, do para-choque. E eu tirei a primeira, fui ficando desesperado. E aí não tinha mais o que fazer. Tem que tirar. A fita tava lá. Então tirei todas e tive que falar com ele. Tivemos que repintar todos os plásticos. Eu paguei o custo da repintura. Como era recente...

O desafio era achar a cor, né? Acertar a cor. Então a gente mandou para a mesma oficina que tinha pintado, fez o serviço, eu paguei, assumi o prejuízo e aprendi também uma coisa importante. Todo erro traz um aprendizado. Se você errou e não aprendeu nada, não valeu a pena. Mas se você errar e aprender alguma coisa, lá na frente você já tem uma informação adicional.

O que eu faço em carros antigos, carros restaurados, carros mais delicados? Eu pergunto se teve alguma repintura, alguma coisa específica que eu possa precisar ter um cuidado a mais. E também, se você for lidar com essa situação, porque eu tenho que proteger com a fita. Se eu não proteger com a fita, posso causar um dano também. Então, eu estava entre a cruz e a espada ali. O que a gente faz? Uma dica importante. Se você for proteger com a fita uma peça plástica pintada, pega a fita, estica ela, cola ela na roupa.

ela vai perder um pouco da cola e vai grudar uns pelinhos da roupa. E aí ela vai colar, mas ela vai colar muito mais suave. Na hora de tirar, ela sai mais fácil. E aí evita de trazer esse problema de tirar a tinta. Então esse foi um caso que eu aprendi com um erro aí que custou um dinheiro, mas trouxe um aprendizado que eu não teria aprendido de outro jeito. É verdade. E você que está assistindo está aprendendo com o meu erro.

Então está aprendendo de graça. Não errou. É muito melhor. Você nem precisou errar para aprender. E uma outra história que aconteceu também, que você falou de erro, eu fiquei lembrando.

enquanto eu contava do cadete, não foi um erro operacional no carro, mas foi um caso complicado. A gente perdeu a chave de um carro durante o atendimento desse. E de cara era uma Mercedes. Poderia ser um carro mais simples? Poderia ser qualquer carro, mas não. Perdemos a chave de uma Mercedes. Esse carro chegou cedo para fazer uma lavagem, ele só ia vir buscar no dia seguinte, então a gente tinha o dia inteiro ali para lavar ele. Eu deixei ele para o final do dia.

E aí fizemos outros carros, atende um carro, entrega, manobra e tal. E na época eu não tinha um lugar específico para guardar as chaves. Eu deixava a chave no para-brisa, deixava dentro do carro, deixava em algum lugar. E nessa de manobra o carro tira um, põe o outro, o lugar era pequeno, apertado, tinha que manobrar um para poder sair o outro. Aconteceu que cadê a chave da Mercedes?

E eu percebi os meninos numa movimentação meio estranha, uma conversinha aqui e ali, e a Mercedes não começava, e eu tava ali, não sei o quê, o que aconteceu? Sumiu a chave da Mercedes. Procura, procura, procura. Fui na casa de todos os carros que a gente entregou naquele dia pra procurar dentro dos outros carros, não achei. Porque às vezes tava no bolso, caiu no carro. Procura, procura, procura, nada da chave da Mercedes.

O carro estava lá na frente, longe da área da lavagem. Lavamos o carro lá, adaptamos tudo para lavar o carro ali e liguei para o cliente. Falei, cara, você tem a chave reserva do carro? Porque a gente perdeu a sua chave. É uma situação muito chata, é uma informação ruim de fazer. Gera um desconforto. Ele falou, olha, eu tenho a chave reserva. Falei, então amanhã quando você vier buscar o carro, traga a sua chave reserva e você vai precisar dela.

E eu vou procurar aqui a chave da Mercedes. Comecei a pesquisar o preço. R$ 1.800 custaria a cópia daquela chave magnética da Mercedes.

Eu falei, olha, eu vou continuar procurando e se eu não achar, a gente faz a cópia, tudo bem. Eu já tinha até conversado com o chaveiro próximo da loja e aí continuei procurando. Eu sonhava com aquela chave. Eu sonhava que ela estava em algum lugar. Eu fiquei chateado com a equipe porque um dos meninos não demonstrou muito interesse em ajudar ali. Eu fiquei meio nervoso.

Eu comecei a levantar todas as coisas, jogar tudo da prateleira e procurar aquela chave, procurava, fui no esgoto ali no bueiro que tinha perto, procurava se caiu de algum carro no bueiro e tudo mais, não achei. Sonhava com a chave, onde ela tava, acordava e ia lá ver se eu achava, não achei. Mas aí a história tem uma reviravolta.

Eu pedi para o cliente uns dias para procurar. Como ele tinha a chave reserva, ele poderia usar o carro normalmente. E aí passou uma semana, duas, não achei a chave. Falei, bom, vou ligar para ele para avisar que eu não achei e vou pedir o carro aqui para a gente fazer a cópia da chave. Quando eu ligo para ele, falei, cara, você precisa trazer o carro. Eu não achei a chave, a gente vai fazer a cópia. Ele, não, fica tranquilo, eu bati o carro, deu perda total. Seguro pagou e não precisa mais da chave.

Falei, olha, me livrei de pagar os R$ 1.800. Aí eu falei para ele, só que é o seguinte, o próximo carro que você comprar, traz aqui, vou fazer um polimento, tudo na faixa, para pelo menos tirar essa má impressão e resolver esse problema que a gente teve. E ele comprou outro carro e levou. E você sonhando com a chave e o cara nem tinha mais o carro. Ele nem tinha mais o carro. Eu sonhei com essa chave por muito tempo. Ele podia ter avisado o ano.

Podia ter me avisado. Ó, viu, pode parar de procurar que já não tem mais o carro. Gente, que loucura, coitado.

Mas eu sonhei com essa chave por um bom tempo. Nossa, eu imagino. E também trouxe um aprendizado, né? E isso faz o quê? Hoje a gente tem um lugar específico para colocar a chave, processos mais bem definidos. Todos esses erros foram criando aprendizados para a gente. E hoje, por exemplo, eu compartilho com meus alunos, por exemplo, esse tipo de coisa. A gente tem um curso que é o Método Veneto.

onde eu ensino tudo a respeito do processo, checklist, coisas que você não pode errar, não pode esquecer, para que você não cometa esses erros que eu cometi e aprendi na dor. Você pode aprender comigo ao invés de aprender na dor. Então foram aprendizados importantes. Todos esses erros foram trazendo...

situações pra que eu não cometesse novamente, né? Não, muito bom. Aprendi muito assim. É, isso que vai aprimorando, né? Tudo, trabalho e tudo mais. E, assim, se fosse pra você deixar uma dica pro pessoal que tá em casa, que gosta de cuidar do carro em casa, que tá longe de você, não tem como levar lá pra você o carro, que dica você daria, assim, pro pessoal como eu, que gosta de lavar o carro todo final de semana, assim? Qual uma dica que você fala?

Isso aqui acho que é importante a pessoa saber. Tem alguma coisa? Tem, tem várias coisas. Primeiro, use produtos com pouca agressividade ali na hora da lavagem. Usa um shampoo neutro se você lava com frequência. Pode usar detergente?

O detergente não é tão legal, porque ele pode remover cera, ele não tem uma lubrificação boa. Ele até vai limpar. Se eu falar que não vai, eu tô mentindo. Se você puser detergente, sabão em pó, puser um balde ali, fazer espuma e limpar, vai limpar. Sabão em pó risca, né? É, o sabão em pó tem um abrasivo ali, não é legal.

Mas o detergente, ele não vai cuidar do carro como um shampoo neutro automotivo cuidaria. Então, use um shampoo neutro, bem lubrificado, bem concentrado, que possa fazer uma boa limpeza sem agredir a superfície da pintura. Faça uma pré-lavagem. Se eu puder dar uma dica, antes de sair esfregando o carro, aplique um shampoo no carro. Pode ser com uma Snowfuan, que é aquela ferramenta que faz espuma, muito legal. Você já usou Snowfuan? Já, já usei. É maravilhoso. Fica bonito e gostoso, não é?

É agradável demais. É muito legal lavar com ela. Você vê aquela espuminha derretendo a sujeira assim. É maravilhoso. Depois que você usa Snowfuan, você não consegue mais lavar o carro de outro jeito. Se você puder usar uma Snowfuan, aplica a espuma. Se você não tiver Snowfuan, pega um borrifador, joga um pouquinho de shampoo no carro antes de esfregar. Joga o shampoo e bate uma água. Isso vai remover boa parte da sujeira e na hora da esfregação, a esfregação fica mais suave.

Na hora de esfregar, use uma luva de microfibra, que ela tem uma suavidade ali com a pintura, vai evitar agressividade em excesso, atrito em excesso. Seque sempre o carro, não pode lavar o carro e não secar. Isso causa manchas na pintura, no vidro. Então, algumas dicas rápidas. Shampoo neutro, bem lubrificado.

Pré-lavagem, pra você evitar atrito em excesso com a sujeira. Esfregar com uma luva de microfibra. Secar sempre o carro com uma toalha apropriada, que vai absorver bem a água. Eu tenho uma toalha que eu desenvolvi, que ela limpa... Limpa não. Seca. Eu desenvolvi uma toalha que ela seca o carro inteiro sem precisar torcer. Que beleza. Então ela absorve muito melhor a água e depois você tem um carro seco mais rápido, sem tanto esforço.

Essas quatro dicas aí já são bem legais. Outra coisa, esfrega sempre de cima para baixo, deixa a parte de baixo por último, para não contaminar a parte de cima com sujeira lá de baixo. Rodas e caixas de roda, use um produto específico para essa região. Tem produtos hoje com limpeza mais potente, mas que ainda não é agressivo, então você vai limpar roda e caixa de roda, porque é uma sujeira diferente. Então, limpe essa região com produto específico para essa região, o restante do carro com shampoo neutro.

Seca bem depois que lavar. E sempre, se possível, aplica uma proteção. Hoje nós temos ceras líquidas, proteções fáceis de aplicar. Eu tenho um produto também para proteção que é super simples de usar, o Absoluto Veneto. Sempre que você puder, aplica uma proteção após a lavagem, porque isso vai fazer com que o carro fique limpo por mais tempo, vai melhorar o brilho, vai facilitar a sua próxima lavagem. E aí entra naquele ciclo virtuoso que eu falei, que o carro fica mais fácil de cuidar e se mantém bonito por mais tempo.

São dicas rápidas e fáceis de aplicar. Bastante coisa, ainda. Pra aprender bem aqui. Já vou mudar alguns dos meus processos lá de lavagem. Aí tem alguma coisa assim, não fazer de jeito nenhum? Ou aí vai muito do... Não fazer de jeito nenhum.

Acho que vai muito da pessoa, né? É, por exemplo, na lavagem. O que não fazer numa lavagem? Não use produtos agressivos demais, porque isso pode causar algum dano na superfície. Evita produto improvisado, porque hoje tem tanta coisa legal. Na Mercado Car mesmo tem uma linha completa de estética automotiva ali, aberta 24 horas. Você vai lá a hora que você quiser, compra o produto. Se você tiver uma emergência, às três da manhã, puxa, eu preciso lavar o carro agora, às três da manhã, você vai no Mercado Car e compra o produto.

Tem mais produtos hoje em dia, não são tão caros, são fáceis de encontrar e você pode usar. Então evita improvisar no produto. Tem gente que usa querosene para limpar o carro, porque usava antigamente, dava certo. É agressivo demais. Tem gente que esfrega o carro com bucha de lavar louça. Ah, para tirar o cocô de passarinho, para tirar não sei o que, vai estragar o carro.

Tem gente que limpa o carro por dentro com produtos para casa. Então eu já vi gente usando aquele produto multiuso de casa para limpar o painel. E aquele produto é alcalino demais, pode agredir o plástico, ele fica ali, vai manchar, vai estragar. Então essas coisas são coisas que eu evitaria. Aquele famoso silicone no painel. Esses dias um cliente levou um carro para a gente que ele pegou um tubo de silicone spray e tacou no interior do carro inteiro.

Deu um trabalhão para limpar, engordurou o painel inteiro, engordura o painel, sobe para o vidro, embaça o vidro, prejudica a visibilidade, bate o sol, reflete aquele brilho do painel no vidro, atrapalha para dirigir. Então eu evitaria esse tipo de coisa aí, porque, puxa, estamos em 2026. Isso que eu falei são coisas dos anos 80, 70.

Ah, mas eu fazia, meu pai fazia. Naquela época era o que tinha. Naquela época fazia sentido. Hoje em dia, tem tanto conteúdo ensinando, tem tanto produto legal, tem tanto lugar legal para comprar, que não faz sentido improvisar produto para limpar o carro. Você gosta de limpar, gosta de cuidar? Procura conhecer, aprender um pouquinho e fazer do jeito certo. Você vai sentir até mais prazer fazendo. Se você usar uma Snowflake e nunca usou, é amor à primeira vista, é maravilhoso. É verdade.

E você falou da loja 24 horas, né? A loja, inclusive, não só para produto, né? Mas serviço, tudo. A loja da Barra Funda, 24 horas. E salva muito, inclusive. Todo mundo que precisar pode qualquer hora da manhã lá. Que vai ter troca de óleo, vai ter pneu, vai ter tudo que você precisar ali. Quebra um galhão, salva a vida de muita gente. Uma vez aconteceu comigo um caso, até engraçado de falar. Quando eu comecei o curso do Senai, eu queria ser mecânico.

E eu tinha um Monza, que eu peguei do meu pai esse carro. E já tinha rodado 500 mil quilômetros naquele carro. Meu Deus.

O meu pai só fazia manutenções quando quebrava. Então quebrava, ele consertava, sempre economizando nas peças ali e tudo mais. Então era um carro que precisava de muita coisa. E eu fazendo curso no Senai, falei, esse carro vai ser o meu laboratório. Eu que vou cuidar dele, eu que vou consertar tudo. Com uma experiência muito pouca ainda, iniciando na área ali, mas eu tinha muita força de vontade. E aí eu ia pra escola com ele de vez em quando, pro Senai, eu estudava à noite lá no Ipiranga.

morava na época, se eu não me engano, em Osasco ainda, então eu ia do Ipiranga para Osasco, era muito longe. E numa dessas, eu voltando do Senai à noite com o Monza, estourou ali a bomba d'água, vazou todo o líquido de arrefecimento, e o carro parou no meio da rua. Eu estava com outro amigo, o pessoal do Senai, eu liguei para ele e falei, o que a gente faz?

Eu não quero pegar um guincho, não tinha muita grana também. Se eu fosse pegar um guincho dali, de perto até Guarulhos, Guarulhos não, Osasco, que eu morava, ia me cobrar uma fortuna. E aí eu falei, não, vou ter que resolver esse carro aqui. A gente parou num posto, o carro, e a galera do Senai ali estudando, querendo mexer, querendo ver situações na prática, não, vamos resolver. Fui na Mercado Car Barra Funda lá, já era quase meia-noite. Comprei uma bomba d'água pro Monza.

Comprei correia também, eu acho que aconteceu alguma coisa lá. Foi um BOzinho legal pra resolver. E aí com os amigos do Senai ali, a gente subiu o carro no macaco, deitou embaixo do carro, resolvemos e eu fui rodando pra casa com o carro. Então eu falei, não ia pegar guincho, ia resolver na hora. Não teria conseguido se não tivesse uma autopeça 24 horas. Exatamente. E aí fui lá no Mercado Car Barrafunda, comprei a peça, resolvi, e foi muito legal, uma história que eu tenho que eu guardo. Já comprei muita peça lá, já fiz... Esse Monza eu comprava tudo lá.

Porque como eu estudava no Ipiranga, morava em Osasco, dava esse trajeto certinho, a Barra Funda estava no meio do caminho. E como eu... E os preços eram sempre muito bons. E é um carro que tinha muita variedade de peças, muitas opções. E eu, no curso do Senai, pegava dica com o professor, qual peça que eu compro, qual marca de peça. Estava aprendendo tudo. E no Mercado Car tinha tudo. E também troquei muito óleo lá no Mercado Car. Porque o outro carro que eu tinha, eu falei, putz, trocar óleo em casa...

Até dá, mas eu tinha que ter um lugar para jogar esse óleo fora. Onde que eu ia jogar o óleo? E um balde para escorrer o óleo. E o que eu ia fazer com isso aí? Então eu ia no mercado car, escolhia o óleo que eu queria, porque aí você escolhe o óleo que você quer, ninguém vai me enrolar. Comprava ali, se tivesse dúvida, o pessoal esclarecia também. Filtro, óleo e tal. E, meu, era baratinho para trocar. Você pagava ali o serviço, trocava na hora. Puxa, muito prático.

Já fiz lá na Barra Funda, já fiz lá na Aricanduba também, mais perto da Zona Leste, que é onde eu moro hoje. Então eu sempre usei o serviço da Mercado Car. Sempre achei muito legal, assim, porque é muita gente trabalhando. Você não espera quase nada, já troca o óleo, pneu, um monte de serviço, farol, né? Lâmpada. Verdade, salva mesmo. Coisas assim que no dia a dia a galera tem um mistério. Ai, como que eu troco? Queimou o farol do carro, né?

A gente tem muita... Na família, o pessoal sempre me aciona. Ah, queimou o farol, como é que eu faço? Eu já fui trocar farol de carro de amigo, de parente e tudo mais. Tem uns que são meio difíceis, tem que tirar bateria.

ir atrás, o acesso é complicado, machuca a mão e tal. Fala, meu, vai no mercado do carro, compra a lâmpada. Os caras trocam na hora pra você, rapidinho. Custa quase nada e o assunto tá encerrado. Então é muito prático. É isso aí. Bom, tô muito feliz com a sua participação aqui. Eu vou te entregar um presente aqui. Quero que você deixe suas redes sociais também pro pessoal seguir. Espero que você goste do nosso presente, pra você lembrar da tua participação aqui. Ó, que legal. Puxa vida. Ó, que bacana.

Bonita camisa, hein? Bonita camisa, parabéns. Obrigado, poxa vida. Adoro ganhar presente, vai ficar com uma recordação aí. E o papo foi muito legal, com certeza. Muito bom. Você falou das redes sociais? Das redes sociais, para o pessoal seguir. Para encontrar a gente, é só pesquisar Veneto Estúdio.

em qualquer rede social, estamos em todas com um conteúdo bem legal. A gente ensina as pessoas que gostam de cuidar do próprio carro, a gente ensina também quem quer ser profissional de estética automotiva, que é um mercado que cresce demais. Então, através das redes sociais, sempre tem dicas ali, vídeos legais que a gente compartilha. Temos nossos treinamentos online, que tem sempre turmas novas acontecendo, para também formar novos profissionais. E esse mercado precisa de gente caprichosa, gente que...

tem essa atenção aos detalhes e que tem hoje acesso a informação de qualidade pra fazer um trabalho bacana. Então é um prazer poder contribuir com esse mercado e participar desse movimento da estética automotiva e trazer um pouquinho da nossa história, de informações e dicas pra galera do podcast. É muito bacana. Então você da galera do Brilho que tá assistindo esse vídeo, já comenta, já compartilha o que tá acontecendo aqui.

Olha quem está aí. Que isso, gente? Olha lá só. Tudo bem? Chegou cedo. Eu fui convidado para participar do podcast. Eu estou ainda na hora. Já passou. Te agradeço. Gente do céu. O convidado sou eu. Ganhei até a camiseta aqui. Que loucura. O convidado sou eu. Gente do céu. Vamos ter que finalizar aqui. O que está acontecendo? Eu sou o convidado do podcast. Meu Deus do céu.

A camiseta é dele. Ah, não. Peraí, gente. Gente, eu vou ter que resolver o negócio aqui. Virou bagunça aqui o negócio. O que é isso, minha gente? O próximo podcast é com ele. O próximo é com ele. Nossa, mas você até me pôs pra falar.

Não, não, gente. Galera, meu Deus, que loucura. Eu vou resolver isso que agora deu ruim o negócio. Olha, já compartilha aqui. Já até me perdi. Compartilha. Já se inscreve no canal, Veneto. A gente vai continuar aqui. Depois a gente resolve. E é isso. Compartilha aí. E já fica esperando o próximo. Que o próximo vai ser essa loucura que eu ainda vou resolver. Que eu não sei não se eu não perdi o convidado. E obrigada por todo mundo. Até a próxima. Tchau. Valeu, abraço. Tchau, tchau.

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