Episódios de NAMONTANHA PODCAST

MOUNTAIN FESTIVAL 2026 📍 EM SÃO BENTO DO SAPUCAÍ 📍 DE 22 A 24 DE MAIO

08 de maio de 202648min
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⛰️ MOUNTAIN FESTIVAL 2026
📍 EM SÃO BENTO DO SAPUCAÍ
DE 22 A 24 DE MAIO
Episódio 216 no ar 🎙️O Namontanha recebe Michele Dutra e Cosmo, idealizadores do Mountain Festival, em um bate-papo especial sobre o universo da montanha, cultura outdoor e tudo o que está sendo preparado para o Mountain Festival 2026.
Falamos sobre os bastidores daquele que é considerado o maior festival de montanha do Brasil, um evento que conecta esporte, aventura, conhecimento, música, arte e consciência ambiental em um único lugar.
Neste episódio você vai conhecer mais sobre:Palestras
Oficinas
Espaço Kids
Trail Running
Hike and Fly
Simpósio de Medicina Esportiva
Parceria com o BANFF Centre Mountain Film FestivalUm episódio sobre comunidade, natureza, cultura e aventura.Assista agora no YouTube e ouça também no Spotify.
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Assuntos4
  • Mountain Festival 2026São Bento do Sapucaí · Michele Dutra · Cosmo · Cultura Outdoor · Esporte de Montanha · Palestras · Oficinas · Espaço Kids · Trail Running · Hike and Fly · Simpósio de Medicina Esportiva · BANFF Centre Mountain Film Festival · Comunidade de Montanha · Conexão com a Natureza · Sustentabilidade · Educação Ambiental · Música · Arte · Feira de Lojistas · Praça de Alimentação · Concurso Chefe de Fogareiro · Concurso da Barraca Radical · Concurso da Mochila · Bicicletada Pai ao Grande · Shimano · Mountain Bike
  • Trail Running no FestivalPercursos de 8, 13 e 21 km · Bivaco Refúgio Montanha · Pedra do Baú · Buff · Filmes Outdoor · Secretaria da Educação de São Bento do Sapucaí · Ailton Zulu · Gabriel · Itabaú · Produtores Venâncios · Tachão · Joias feitas na montanha · Malga · Sol Sports · Recover · Dri · Instituto Hip Shot · Mudas · Primeiros Socorros · Autorresgate · Navegação e Orientação na Montanha
  • Hike and FlyRadicais Livres · Lucas · Tom · Célia · Quinta dos Cogumelos
  • Desafios e Legado do FestivalProjeto Independente e Sem Fins Lucrativos · Apoio Municipal, Estadual e Federal · Burocracia
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Está começando Na Montanha, o seu podcast. Olá! Bom dia, boa tarde, boa noite. Depende do horário que você está assistindo ou ouvindo a gente. Eu sou Ailton Zulu, esse é o Na Montanha, o seu podcast semanal. Bem, bem, bem. Estou recebendo aqui... Essa convidada esteve aqui, mas faz muito tempo. Muito tempo. Isso aqui era mato, era mato. Episódio 80.

Nós já passamos de 200 episódios e também, assim como o Na Montanha cresceu, lá também cresceu em São Bento do Sapucaí. Eles conseguiram deixar a pedra maior. Lá já é grande, fenomenal, é lindo. No episódio de hoje do podcast Na Montanha, vamos falar sobre um evento que vem se consolidando como um dos grandes encontros da cultura e do esporte de montanha no Brasil.

Recebemos Michele Druta e Cosmo, os responsáveis pelo Mount Festival, o maior festival de montanha do país. Um evento que reúne esporte, conhecimento, cultura e muita conexão com a natureza. O Mount Festival nasceu com um projeto independente, sem fins lucrativos, com um propósito muito claro de unir as tribos da montanha, incentivar as práticas outdoor e inspirar mais pessoas a explorar as montanhas com ética a respeito e consciência ambiental.

A edição de 2026 promete ser histórica, com provas de trail running, like fry, além de uma programação completa com palestras, oficinas, espaços de arte, música, cultura. Entre os destaques está o simpósio de medicina esportiva e a parceria com a BAMF.

Central Mountain Film Festival, o maior festival de filmes outdoor do mundo, direto do Canadá. Outro projeto muito especial é a parceria com a Secretaria de Educação, que levará crianças das escolas municipais e estaduais para viver um dia dentro do festival e ter contato com a montanha e o esporte com a natureza. Mais do que um evento, o Mountain Festival é um grande encontro da comunidade de montanha. E aí eu cansei, sejam bem-vindos, Michele e Cosmo. Eu tô cansado.

É muita coisa, né, Zulu? Muita coisa. Eu imagino vocês que estão envolvidos. Seja bem-vinda novamente, Michelle. Obrigada, Zulu. É um prazer estar aqui de novo. Dessa vez eu trouxe o maridão, porque não dá pra fazer o festival sozinha. E ele vem crescendo cada vez mais, como você falou. E a gente tem trabalhado bastante pra trazer bastante coisa.

diferente e agregar para a comunidade e para todos que lá frequentam o evento. Então a gente está bem animado para essa sexta edição.

Será que aí o Tunzulu vai aparecer dessa vez? Será que o Namotão vai estar lá? Você também coloca na data sempre que tem uma prova muito legal, que é a KTR da Canastra. Mas você sabe que a culpa não é minha. Estou para conversar com essa galera da Canastra, porque ano passado a gente fez um final de semana antes.

Acho que foi 15, 13 a 15, não foi? E aí eles fizeram de 16 a 18. Aí eu mudei a data, coloquei agora para o último final de semana, 22. Aí eles também mudaram. Eu acho que alguma perseguição, né? Acho uma pena, na verdade, porque eu queria que eles estivessem conosco, né? Na verdade.

Eu queria que, como a nossa audiência é rotativa, fale um pouquinho o que é o Monte Festival. Eu já fiz uma apresentação, passei um apanhado ali, mas muita gente não sabe o que é. Já vamos falar logo a data, né? Início de programa, já fala a data. Quanto que paga para entrar, que eu sei que é muito caro. É caríssimo.

O Montão Fest acontece nessa sexta edição, do dia 22 ao dia 24 de maio, e ele é totalmente gratuito. A gente tem diversas atividades dentro dele, que faz parte da cultura outdoor, como o cine outdoor. A gente tem ali várias oficinas, clínicas esportivas. Esse ano a gente tem a prova do trail e a prova do hiking fly.

Temos também o simpósio de medicina esportiva, com 12 médicos palestrando ali, com 12 médicos e profissionais de saúde, que também é gratuito. Então é só chegar lá. Você vai fazer um cadastro na entrada e vai assistir todas as palestras.

Temos as palestras também que é só para instigar a galera a ir para a montanha, que são aquelas histórias lindas, subindo Everest ou fazendo alguma outra montanha aqui mesmo no Brasil, que faz parte. Então, o Espaço Kids, música ao vivo, a gente tem a Tenda Cultural.

onde a gente coloca ali a exposição fotográfica, tem algumas agências, tem um pessoal fazendo arte ali na hora. Então, assim, tem muita coisa legal dentro do evento. Tem a feira de lojista, né? Então, quem está aí no início da temporada, quem está se preparando, comprando equipamento e tudo mais, então tem ali a feira de lojista com vários preços legais, várias marcas legais. Sim.

tem a praça de alimentação. Então, uma vez que você está dentro do evento, você não precisa sair mais pra nada. Se você sai, você perde alguma coisa. Então, entrou no Montão Festival e fica até o final, que vai ter programação pra toda hora e todo momento. Começa às oito da manhã, por exemplo, no sábado e vai até meia-noite. No domingo também. Então, prepara aí, porque é uma maratona gostosa, de diversão, de cultura, de sustentabilidade.

Dá pra levar toda a família, desde as crianças, a sogra, o sogro, a mãe, dá pra...

Fazer uma festa gostosa em família. Estou aqui pensando, tem locutor lá já?

Tem. Tem? Temos dois locutores lá esse ano. Cosmo está com o locutor. Mas é essa aí, né? Estou aqui com o meu fone ouvindo. É um dos locutores oficiais. Pelo amor de Deus. Você não vai colocar outro locutor lá que não seja o Cosmo, hein? Pelo amor de Deus. Não, se o problema é que a gente se desdobra tanto, não dá tempo não. Mas quem sabe a gente vai lá. Mais uma função, né? Mais uma, mais uma. Eu brinco que todo negócio é assim. Quando a gente não consegue pagar...

a gente acaba fazendo muita coisa. A gente tem que fazer várias coisas justamente porque o custo, tudo tem custo. E a gente, como diz, cobre o escanteio, dá cabeçada, defende, faz tudo. E o festival é muito isso. Exemplo nato disso.

Somos ali basicamente o corpo da montagem, da estrutura, da organização. E depois no dia tem a colaboração de todos os voluntários, que está ali, abraça e faz acontecer junto com a gente. Então nós somos polivalentes e todo mundo que está ali também participando também são polivalentes. Estão sempre dispostos a ajudar. Essa comunidade de montanha é muito legal por conta disso. Quando eles gostam, são apaixonados por aquilo, eles abraçam e fazem acontecer junto. Então isso é muito legal.

O festival é considerado um dos maiores encontros da cultura de montanha do Brasil. Em que momento vocês perceberam que o projeto tinha ganhado essa dimensão? A gente brinca. Igual esse podcast aqui. Quando é mato, a gente trabalha e investe demais.

E aí, não é sempre, tá? Mas de vez em quando aparece um troquinho para tomar um café. Mas acaba logo também. Em que momento vocês perceberam que tinha tomado essa dimensão desse projeto? Hoje está mais tranquilo ou os desafios não mudaram?

Ai, olha, desafio sempre tem. Principalmente no festival, porque assim, na real, ele é um projeto muito grande. É que a gente está colocando aos poucos, né? Então, por exemplo, esse ano passado a gente entrou com o simpósio de medicina esportiva, que foi muito legal, né? E aí com o Hiking Fly. E aí, esse ano, a gente está colocando a primeira prova do trailer. Então, todo ano a gente está colocando uma coisa nova.

inclusive, para falar dessa prova, eu vou mandar o coordenador aqui do lado, porque é ele que está fazendo, que está toda se dedicando a essa prova. Então, conta um pouquinho.

Esse ano a gente vai lançar de novidade, que é o Trail mais a Buff. Então o Trail vão ter três percursos, 8, 13 e 21. E a gente está montando uma prova super estruturada ali, com preço super acessível. Então a gente está super empolgado, as inscrições estão rolando, está acontecendo. A gente vai ter ali quatro pontos de apoio. Um dos pontos de apoio vai ser dentro do Bivaco, o Bivaco Refúgio Montanha, que é um dos nossos apoiadores.

Tem uma vista sensacional para pegar para o baú, então vai estar uma corrida legal na região.

E os percursos, né, que são novos. Então, é um percurso que ainda não foi, ainda... A gente ainda não divulgou e também é um percurso novo que tá rolando, né? Então, a gente teve o cuidado de olhar pra essa prova com muito carinho, porque a galera pediu muito. Ai, põe uma prova, põe o trail, põe o trail. E a gente olhou com muito carinho pra isso e tentou montar um percurso onde você passeia, assim, tudo olhando pra pedra do baú, né? Então, que é o nosso...

É o nosso monumento ali, natural. Então, a gente está bem animado com o trail. E com o cinema também, que agora, como a gente fechou essa parceria com a Buff, o Mountain Fashion agora é o parceiro da Buff no estado de São Paulo, no Brasil. Então, a gente ganhou essa parceria aí, esse braço. A gente vai colocar filmes incríveis na sexta-feira, para o pessoal assistir filmes outdoor maravilhosos.

Nós recebemos, inclusive, 42 filmes para a gente selecionar. Então, está sendo uma maratona, tem uma galera olhando para isso com carinho, também para selecionar os melhores filmes para a gente poder passar na sexta-feira dentro do evento. Então, essas duas novidades, que é cultural, uma esportiva e uma outra social, que é a parceria que a gente está fazendo agora com...

a Secretaria da Educação de São Bento de Sapucaí. Nós estamos recebendo o apoio deles para levar a criançada das escolas municipais para dentro do festival na sexta-feira. Então, sexta-feira o evento ocorre para o público normalmente a partir das 18 horas.

Só que esse ano a gente vai abrir às 8 da manhã e na sexta-feira, o dia todo, vai ser só para as crianças do município. A gente quer ali depositar uma sementinha do esporte, da sustentabilidade, da saúde, do bem-estar e do turismo nas nossas crianças ali da região. Então, esse ano as novidades são essas, que é a prova, a parte cultural que são os filmes e a parte social que são as crianças.

Eu estou pensando aqui só na pipoca. Sim. Pensando em ficar vendo aquele céu aberto, né? Coisa linda, né? Sim, é. É, algo, deve ser algo maravilhoso. Você gostou. Cinema de montanha é o céu aberto, né? Olhando para aquele céu lindo de São Bento de Sapucaí, né? Verdade. Aqui não é maravilhoso. Aquilo é tão bom.

Ali o relógio para O relógio chega a parar Porque quando a gente está em alguns eventos Em São Bento, eu falo assim Gente, aqui parece que realmente O tempo para Que é justamente essa calmaria Diferente da cidade grande Que a gente está agitado o tempo inteiro Até o tom de voz muda Mas sabe o que eu estou pensando? Você falou que está escolhendo os filmes lá Quarenta e poucos Tenho duas indicações para você

Episódio 80 do Na Montanha, com Michelle Dutra. E episódio 200 e alguma coisa. É 200 e alguma coisa esse outro episódio aí. Michelle Dutra e Cosmo também. Eu acho que seria legal colocar esse episódio lá para o pessoal assistir. Podemos pensar, por que não? Duas sugestões.

O festival é um projeto independente, sem fins lucrativos. Quais foram os maiores desafios para tirar essa ideia do papel e mantê-la viva? E aqui eu preciso fazer uma ponderação. É tão difícil a gente conseguir...

solidificar projetos, seja com incentivo privado, com empresas, porque muitas vezes a gente não consegue um tempo adequado, todo mundo quer tudo para ontem. E outra coisa, a gente está falando de crianças, de escola, está falando de cultura, seria todas as esferas municipal, estadual, federal, apoiar esse tipo de projeto.

Porque a gente sabe que a gente acaba esparrando na parte burocrática. Como vocês mantêm essa chama acesa? Acho que começa primeiro a dar paixão pelo esporte. Nós somos praticantes do esporte. Então nós fazemos, lá em 2017, quando começou o Moto Festival, por que surgiu isso? Porque nós somos, assim como somos polivalentes nas atividades que nós fazemos, também somos nos esportes que fazemos.

A gente corre, escala, voa, pedala. Então a gente queria um festival que unisse todo esse nicho de possibilidades que a gente pratica na montanha. Porque a montanha é tudo isso. Não é só escalada, não é só o trekking. É corrida, é mountain bike, é o highline, é o slackline, enfim. É uma junção de todos os esportes. A gente queria reunir todas essas tribos em um único lugar.

Então ele foi o primeiro festival de montanha a unir mais de 10 esportes diferentes praticados na montanha. E isso tudo nós praticamos em São Bento, Sapucaí. Por isso nós escolhemos São Bento para fazer o Mountain Festival. Então dali surgiu da nossa paixão por entender a dinâmica, a possibilidade que São Bento pode nos entregar, praticando todos os esportes.

a gente consegue ainda falar não só dos esportes, mas também das pessoas, a parte cultural que tem. Sim, eu acho que é importante porque São Bento, é como você falou, a cidade é maravilhosa, e ela acolhe todos os esportes de montanha. Não é à toa que São Bento é, a gente chama ela de capital dos esportes saudáveis do Brasil, porque ela tem, é uma vocação natural que ela tem ali. Então, isso é muito legal.

E unir toda essa galera para poder fazer os esportes, é de estar falando a mesma língua. A gente tem que estar falando a mesma língua, até por conta da sustentabilidade, por conta da parte cultural, por conta de conseguir esses apoios, como você disse, em relação à prefeitura, à federal, tudo isso. Porque ali agora tem o parque, mas antes não era um parque. E tudo isso é importante você colocar no pacote. Então, a nossa paixão pelo esporte faz com que a gente...

alimente a vontade de manter o festival. E isso a gente vai trabalhando, a gente corre atrás. É patrocínio daqui, é parceiro dali, é prefeitura, é o Estado. Então, assim, a gente está sempre correndo atrás para poder melhorar isso. Porque a ideia é fomentar isso de uma forma...

da forma correta, sabe, Zulu? Não adianta eu colocar uma pessoa na montanha para praticar um esporte e não explicar para ela a consequência de estar ali, a necessidade que ela tem de fazer um curso legal para ela aprender a voltar para casa, para ela não se perder na montanha, para ela não se colocar em risco, para ela cuidar da própria saúde, para ela manter aquele espaço limpo e a gente conseguir, através da sustentabilidade, fazer um trabalho legal. Então, assim, não é só...

incentivar o esporte. Não é só treinar a pessoa para poder fazer qualquer esporte, é ensiná-la a estar nesse ambiente da forma correta. Então o festival tem muito disso também. E quando a gente olha o festival com mais carinho, olhar todas as frentes que ele aborda...

A gente poderia sim ter o apoio municipal mais presente, ter o apoio federal e estadual mais presente, porque a gente não fala só de esporte, a gente fala de cultura, a gente fala de ensinamento, de plantar uma semente nas crianças para que daqui 10, 12, 15 anos tenhamos pessoas formadas de uma formação diferente, de um olhar diferente.

Então o festival não é só a prática de esporte, ele também é a semente para novas pessoas, para um ser diferente, que é apreciar a natureza, preservar a natureza, valorizar isso de estar em contato com a natureza.

Porque não adianta eu, sou praticante de esporte, só que eu não consigo passar isso para frente. Não consigo ensinar o meu filho o valor que ele precisa ter da natureza para continuar tendo essa prática. Para continuar inserido na natureza. Então, hoje, a gente mora na Serra da Montiqueira e cada vez que passa, a gente quer valorizar mais aquilo. Quer cultivar e proteger mais. Então, fazer o evento não é só fomentar o esporte, sim fomentar a cultura e a sustentabilidade que ele precisa.

Passa pela educação, né? Eu penso sempre que, quando eu penso na corrida de montanha, há um crescimento.

um conhecimento bem interessante, mas eu percebo que a gente é muito pobre e posso dizer que sem nenhuma alfabetização de uma cultura de montanha, de natureza, de meio ambiente, porque a gente leva hábitos, e é mais ou menos isso, da cidade.

Para a montanha. Exatamente. E são hábitos que muitas vezes não são legais. E parece ser tão óbvio, mas não é tão óbvio. Porque a gente ainda vê lixo. A gente ainda vê gente fazendo fogueira.

A gente vê cada coisa e eu acho que o festival traz um pouco disso, de ensinar cultura para crianças, porque não é uma reeducação, na verdade é uma educação, porque a reeducação é se a gente tivesse sido educado dessa forma, a gente não foi. E essa transformação passa por movimentos como esse para ensinar essas pessoas a importância de ter isso cada vez mais.

O que eu queria saber agora de vocês é o seguinte, eu posso confessar que a Michele esteve aqui no episódio 80 e eu olhei toda a programação e eu senti ali uma falta de consideração com a corrida de montanha muito grande. Tinha lá uma coisinha, sabe uma clínica pequenininha? Eu falei, nossa, um festival de montanha que deixou a gente tão pequenininho assim. Agora não, né Cosmo? Agora tem uma prova.

de montanha em um lugar que acho que a maioria das pessoas que amam montanha, principalmente corrida no Brasil, conhece. E a gente precisa dizer que não é uma amostra dentro do festival. É um evento de corrida de montanha, porque as pessoas às vezes vão achar que é igual uma palestra ali, é uma clínica. Não, é uma corrida dentro de um lugar organizado, como você já falou.

distâncias variadas, e eu acho que é importante para a modalidade que está crescendo ter essas distâncias, tá, Cosmo? 7 de 12, de 21, porque a gente também, em uma época muito recente, começou a valorizar só as provas longas. Só as ultras. Mas se a gente está falando de cultura, de ensinar, a gente precisa... Fala um pouquinho mais aí. A gente está falando do fomento, né? Não dá pra...

Na verdade, não é só uma prova, tá? Calma, vamos lá. O que a gente... Eu vou contar direito. Conta direito aí. Vamos lá. A ideia inicial do festival era não ter competições, porque a gente queria fomentar, a gente queria levar educação, a gente queria levar aprendizado, a gente queria fazer com que as pessoas conhecessem a montanha do outro lado, não competitivo, vamos falar assim. Tanto que eu acho que no episódio, no último eu falo isso, poxa, só pode ter competidor, não tem aquela coisa de você ir lá só contemplar e curtir?

Só que todo mundo começou a bater na porta, vamos fazer uma prova, vamos fazer uma prova. A gente falou, olha, a gente começou a olhar para essa questão. E aí quando a gente falou, então tá, a gente vai colocar o trail, vamos colocar o trail, então vamos colocar direito, vamos pôr de bem bonito. Então o que acontece? Esse ano, o destaque do esporte dentro do festival é o trail. E aí além da prova, que vai ser 8, 13 e 21, no domingo de manhã, no sábado a gente vai ter um bate-papo.

com outros corredores, com outras pessoas, que vai ser ele nada mais, nada menos. O nosso mediador, o Zulu. Eita! Eita! Então, assim, você vai ver que vai ter o campo base do sábado, que é o momento em que, vamos falar que a cereja do bolo ali, vai estar ali, rodeado de atletas do trail, sentadinho, todo mundo assistindo, um bate-papo sobre o trail. Nas palestras também vai ter uma palestra sobre o trail.

O doutor que acabou de sair daqui também vai estar no Mountain Festival, o Gabriel. Então, dentro do simpósio, também tem temas relacionados ao trail. Então, assim, todo ano a gente pega um esporte e põe ele em destaque. E esse ano vai ser o trail running dentro do festival. Esse ano para compensar o ano que você estava lá.

o corredor e tudo mais, isso aí a gente vai fazer uma imersão no trail. Então a gente vai ter os três percursos, vai ser uma prova oficial, chip, número de peito, tudo que uma prova precisa. A gente tem nossos apoiadores da corrida, então no final, na faixa finish, vai ter um sorvete da Itabaú, vai estar ali refrescando os atletas, nossos apoiadores da Itabaú, vai ter as frutas dos produtores venâncios ali alimentando, hidratando, melancia, banana.

A gente vai ter a nossa patrocinadora Tachão, vai ter prêmio nas categorias, troféu para todas as categorias, vai ter premiação para o primeiro, segundo e terceiro com as joias feitas na montanha. Eu sou corredor, nunca participei de uma prova com premiação em joias. E não é qualquer joia, não é só uma joia, uma joia é feita para montanhista e feita na montanha. Então, temos também...

A gente tem kit da Malga, que vai entrar também para os corredores. Nós temos a Sol Sports, que é a nossa patrocinadora oficial do evento. Então, ela também vai estar ali premiando essa galera e vai participar do kit também. A gente vai ter Recover, do Klepper, que é um fisioterapeuta otote de São Bento de Sapucaí. Porque é uma coisa que a gente faz questão também, é de colocar a nossa comunidade ali da cidade dentro do evento, participando, premiando, enfim, divulgando.

Nós vamos ter uma cafeteira linda com a arte especial desenhada pela Dri, também para os vencedores da corrida. E vamos ter o Instituto Hip Shot com as mudas. Olha que legal isso, Solô. Quando a gente fala da sustentabilidade, da natureza e tudo mais, a gente...

Exatamente, a gente fez uma parceria com o Instituto, é um instituto lindo que faz trabalhos, usa da música, da sustentabilidade como ferramenta para ajudar as crianças. Aqui em São Paulo, crianças e adolescentes, eles fazem mudas, eles produzem mudas. E eles vão mandar para a gente 500 mudas inicialmente, para a gente dar cada muda dessa, em símbolo da sustentabilidade da Serra da Mantiqueira, para cada um dos nossos corredores na corrida.

Então, cada atleta que vai se inscrever, na hora que ele vai retirar o kit dele, ele vai ganhar junto com ele uma muda para ele poder plantar em algum lugar ou plantar na própria cidade, se o almoço vai cair, ou quiser plantar no sítio, se ele tiver, enfim. Pode doar para outra pessoa se ele não tiver espaço, no apartamento, enfim. Com esse símbolo da muda, é o que a gente fala da sustentabilidade, de preservar aquilo que a gente quer.

manter o verde mais verde, né? Então, junto disso, você ainda vai ganhar esse presente aí da associação. Olha quanta coisa legal. Tavam quase me convencendo quando tava falando da parte da comida, tá? Eu já fui me empolgando ali, fui empolgando. Eu esperei mais, viu, Cosmo? Porque eu gosto de correr, mas eu gosto de comer também.

Não, mas nos pontos de hidratação vai estar lindo, vai ter água, vai ter isotron, vai ter comidinhas, vai ter frutos, não se preocupe. Então eu vou correr. Vai estar caprichado. Vocês sabem que eu brinquei ali, eu provoquei, mas tem algo no festival que eu acredito.

que a gente da corrida de montanha precisa aprender e usufruir. Que são as palestras, o conhecimento de montanha, a questão dos médicos, toda essa...

Como que é o nome? Simpósio. Simpósio, simpósio médio, que a memória eu fui dormir 12h50 da manhã, então me perdoe que hoje o pensamento, mas o simpósio ele serve para todo mundo. Todo mundo. A gente precisa entender isso, então eu brinco que a gente só sabe correr e às vezes só sabe correr mesmo.

Mas a gente que está na montanha precisa aprender o primeiro socorro. O que faz aqui, o que faz ali. Então é importantíssimo esse conhecimento de forma gratuita. Vários profissionais e a gente precisa falar sobre isso também. Eu queria que vocês falassem, além do esporte, o festival também terá palestras, oficinas de música, arte, cultura. Qual a importância de integrar tudo isso dentro de um evento de montanha?

E eu fico aqui pensando, para quem está ouvindo talvez também tenha essa dúvida, como que é? Acontece tudo ao mesmo tempo agora? Ou cada momento rola uma coisa? Porque eu não quero perder a palestra X, tá, Michelle? Sendo que está rolando uma outra coisa ali. Por favor.

A gente não consegue, não. Acabar perdendo, viu? O tempo é curto. A gente tem três dias de evento. E como a gente está contemplando ali 12 esportes de montanha e todos esses temas, uma hora você vai deixar de assistir uma coisa que você queria muito.

Porque enquanto está rolando o simpósio, está rolando a palestra. A proposta é a seguinte. Eu tenho uma ideia aqui que eu acho que vai funcionar. Tenta bater o seu tempo no máximo. No trail. Para você chegar logo e não perder nada. Então, quanto menos tempo você ficar correndo, mais tempo você vai curtir dentro da vida. Isso é verdade. Acelera. Corre. Porque no domingo ele vai até as 17 horas. Então, a corrida acontece, por exemplo, de manhã.

Mas enquanto a galera está correndo, tem ali. Palestra acontecendo, oficina rolando, clínica.

Os food trucks, a feirinha, tá toda acontecendo. No sábado a mesma coisa. Então não tem muito jeito. É muito dinâmico. É muito dinâmico. Se você sai pra almoçar num restaurante, não usa da praça de alimentação, você vai perder alguma coisa. É programação de 8 da manhã até meia-noite. Tem programação.

Tem. Então é bastante coisa pra assistir. Então tem que aproveitar. Você tem que estar lá pra poder curtir. O dia inteiro. Então a gente recebeu algumas perguntas, né? Ah, eu posso pegar o kit na hora da corrida? A minha vontade de responder. Não! Você vai perder o evento inteiro, você vai lá só correr? Não, por favor. Vai no sábado, assiste tudo, brinca, se diverte, dança à noite, depois vai correr no domingo. Mas vai. Mas a gente vai ter.

A gente está muito feliz, empolgado com a desenvoltura que ela está tomando, né? Mas o evento é muito mais importante que a corrida. A corrida é só mais um braço do evento. A atração principal é todo evento. É todo evento. Então, por isso que quando as pessoas perguntam, ah, posso retirar meu kit no domingo? Pode.

Mas você vai perder muita coisa. A parte mais ilegal você vai perder. Sim. Que é essa coisa da conexão, né? De você estar ali aprendendo no simpósio, como você acabou de falar. De você estar assistindo a palestra de um corredor, de um atleta que você curte. Ou de estar fazendo uma oficina de primeiros socorros ou de autorresgate. Então, a gente tem oficina de navegação e orientação na montanha. Então, tem várias coisas legais que se você não for no sábado, você vai perder tudo isso. Você vai perder o cinema na sexta-feira à noite? Poxa!

Não, galera, vai. O concurso de chefe de fogareiro? É. Isso que eu ia falar. Eu vi no outro festival, teve concurso. O chefe de fogareiro é muito legal, né? Porque a gente apaga as luzes do evento, você coloca ali sua red lamp, monta seu fogareiro, monta sua cozinha, como se você estivesse na montanha preparando sua comida. Então, acho que não dá pra perder esses momentos. Então, ali é o Masterchef da montanha. É, é tudo muito lúdico. É um final de semana pra você curtir, não é? Não dá pra...

Não dá pra falar, não vou lá só correr na... Tem um concurso da barraca radical, o concurso da mochila, quem monta a sua barraca mais rápido, aí ganha a barraca, quem monta a sua mochila mais rápido. Tem vários concursos que ficar de fora deles, vai estar perdendo coisa e é tudo gratuito. A gente precisa criar essa cultura de uso fluido. Eu tô pensando aqui, tem que ficar o dia inteiro, chegar de manhã...

Tem que aproveitar, a ideia é essa, não é ir lá só fazer a prova e ir embora. Porque, imagina, e é um evento que você pode levar a sua família. Então, já que você tem a família em casa, filhos, esposa e tudo. Porque, assim, eu vejo muitas competições por aí, o que acontece? O atleta tá correndo e a família dele tá fazendo o quê? Ele não tem muito o que fazer ali, ela tá esperando.

Não, dentro do evento ela não precisa esperar Ela pode aproveitar e curtir No domingo também tem uma atividade bem legal Que é, como a gente falou, de família Tem a bicicletada do Pai ao Grande Então o Pai ao Grande faz uma bicicletada Com pais e filhos ali, sai em família Crianças pedalando Então é tudo conduzido pelo próprio Pai ao Grande Leva essa família Fazer esse passeio ali Então é muito legal

Isso é bom, eu estou aqui pensando, Michelle. E tem espaço Kids também, a gente não pode esquecer. Mário Kids. É. Tudo gratuito? Sim, tudo gratuito. Tudo, tudo gratuito.

Eu estou aqui pensando... Só as inscrições, que seriam as provas, né? E as clínicas que são mais técnicas, como primeiros socorros, enfim. E as provas do Hike and Fly e do Trail, que tem que ter um pequeno ingresso. Inclusive, a gente não está falando do Hike. Ele é piloto, então eu acho melhor que ele falasse. Eu ia fazer essa pergunta aqui agora, né? O evento contará com, além do Trail, o Hike and Fly.

Como vocês pensam essa experiência esportiva dentro do festival? É algo que tem crescido demais, o pessoal tem subido a montanha rápido e não querem mais descer, né, Cosa? Não querem mais descer. Querem poupar o joelho, é isso? É, economizar o joelho para poder subir mais alto ainda. E o ano passado foi o lançamento do Hacking Fly. Foi. O ano passado foi a imersão do Hacking Fly.

no Mountain Festival. Esse ano vai ser o Trail, mas a gente ainda vai continuar com o Hike, porque é um esporte muito bonito, né? Você envolve ali a corrida, a caminhada, você caminha pesado, muitas vezes, por mais que seu equipamento é light, e tudo mais, seu equipamento leve, mas é uma carga ali de 8, 10 quilos.

mais comida, mais água, então é um desafio mental você subir a montanha, chegar no topo da montanha, olhar aquela paisagem linda, bater um tete-a-tete ali com o vento, ir olhando, para você conseguir decolar e chegar no seu gol, chegar no seu ponto de objetivo, que é no festival do Hacking Fly.

Então a gente vai continuar, o Hacking Flight tem sido um sucesso, tem crescendo muito o mercado no Brasil, né? Então a gente vai continuar com esse esporte lindo que é. E hoje eu sou piloto, né? Me formei tem pouco tempo, mas já estou voando, já estou...

explorando o céu de uma forma diferente. E essa paixão começou no passado também, dentro do festival. Ele fez a clínica com a escola do Lucas, que é o Radicais Livres, ali da região. Então a gente trouxe eles como parceiro.

Fiquei mais próximo do voo, então a gente tenta fomentar quem está ali próximo da gente, quem quer fomentar os empresários ali. Então o Radicais Livres veio no Montão Festival, vai estar de novo ali com a escola, apoiando e fortalecendo o universo do voo.

E quem fez o hike conosco ano passado e está fazendo de novo é o Tom. Ele é a Célia, que tem a Quinta dos Cogumelos lá em São Bento de Sapucaí. Ele tem uma rampa incrível no quintal da casa dele.

E é essa rampa que está dentro do hike, né? Que a galera tem que chegar até lá para poder voar. Então, assim, e é um esporte bonito, viu? Eu tenho acompanhado ele e eu achei bem, assim, da vontade, sabe? De começar a voar, viu? Deus me livre e me salve dessa loucura. Eu estou pé no chão o tempo todo. Para com isso. Me dá até uma aflição só de imaginar. Aí o pessoal fala que a gente que é da montanha é maluco. Mas esse pessoal aí do ar é muito mais maluco que a gente.

posso dizer que sim tá com os pés no chão mas tem falado que é uma experiência incrível assim, eu tenho conversado com algumas pessoas e já fui até convidado, ontem eu fui convidado pra fazer um voo em Atibaia eu falei obrigado pelo presente vai ficar pra próxima daqui 100 anos, 200 anos não vai ser nessa vida

Me dá até um... Meu coração até acelera quando eu tento imaginar a sensação, mas eu não quero, não. Eu acho que você pode viver esse momento que vai ser o único para você no Monrofeste. Não, pode. Vamos fazer um bom duplo.

Para com isso, não tem nem sustentação para o meu tipo de peso ali. Ali é no máximo 100 quilos, que eu estou sabendo. Mais que isso, não levanta a boca. O que o público pode esperar dessa edição de 2026? O que vocês poderiam dizer de todas essas novidades? O que eu vou encontrar quando eu chegar ali em São Bento de Sapucaí, do dia 22 ao dia 24 de maio?

Olha, a galera vai se divertir muito, vai aproveitar. É um clima muito gostoso dentro do evento. É um clima de festival mesmo, sabe? Está todo mundo lá, sabe, curtindo cada momento. Então, eu convido as pessoas a estarem lá dentro do evento, participando de todas as atividades, levando a família e aproveitando o máximo tudo isso que a gente está preparando para eles.

E espero que todo mundo goste de verdade de tudo isso que a gente está preparando, porque esse ano vai ser um ano bem gostoso, vai ter bastante coisa legal lá. Tu está no Montanfest, vai estar a montanha mais perto de você, mais acessível. Acho que é sentir aquela energia da montanha ali naquela arena, que eles são montanhistas para montanhistas, marca.

para o atleta, então acho que é você mais próximo da montanha, só que de uma forma mais acessível, porque ali você está vivendo a montanha o tempo todo, está vendo, ouvindo, conversando sobre montanha o tempo todo, então é isso, né, é entrar na atmosfera do esporte, das atividades, num festival que fala de tudo isso, né. É, muito bom. Quando vocês olham para tudo que construiu dentro do festival,

Qual que é o maior legado que vocês esperam deixar para a cultura de montanha no Brasil? Não estou querendo dizer que vai acabar agora, em 2026, o festival. Mas já tem uma construção aí de seis edições, está indo para a sexta edição. Bem provável que tenha mais, pelo menos mais de 50, né? É o mínimo, assim, que a gente imagina.

O que vocês esperam deixar e se vocês acabam sentindo também que isso deveria ser replicado Brasil afora? Quanto mais a gente fala, quanto mais a gente replica coisas boas, culturalmente e falando educacionalmente, a gente vai aprender mais. Sim.

Olha, eu diria que a gente ainda está construindo esse legado. A gente fala de seis edições, o quanto você construiu, o quanto vocês já fizeram e tudo. Eu ainda acho que a gente está muito no início. A gente ainda não impactou o número de pessoas que a gente gostaria de impactar. A gente ainda não tem as marcas que a gente gostaria que estivesse dentro do evento ali, fomentando, ajudando a gente como a gente gostaria. A gente ainda, talvez a gente não conseguiu ainda chamar a atenção.

do governo, da forma que a gente gostaria para ele entender a importância de estar ali na montanha, fazendo atividades outdoor, a importância de ter uma vida outdoor, de ter uma educação ao ar livre para as crianças, da importância das pessoas como saúde e bem-estar, estar ali caminhando, fazendo uma trilha. Então, eu acho que a gente está muito no início ainda, sabe? A gente está construindo. Eu não posso te dizer qual o legado que você está deixando. Eu ainda não terminei essa história.

Vai levar ainda um tempinho, talvez umas 50 edições, coisa assim, como você falou. Mas eu acho que a gente está construindo um legado bem legal. E a gente não pode esquecer que a gente não constrói nada grande sozinho. A gente está aqui, nós somos um suporte. Mas quem faz o evento acontecer são todos que estão ali junto conosco.

Todos os voluntários, todos os palestrantes, todos agora os médicos que estão entrando nessa jogada junto conosco para poder trabalhar o simpósio. A galera que faz a montagem, o bonde do trail que vem e faz atividades com as crianças.

todo mundo, inclusive você, Zulu, esse ano você está lá com a gente, você vai perceber, você vai ver o que é o festival, e eu quero que você se sente pertencente ali, você tem que entender que você faz parte dessa história, que você não está indo lá só para mediar um bate-papo, ou só para fazer entrevista, não, você está indo ali para fomentar algo que pode mudar a vida das pessoas.

E é isso que a gente quer. A gente quer que você entenda que o legado é esse, sabe? É mudar a vida das pessoas para o melhor. Então a gente tem muito caminho, muito chão ainda para andar, para conseguir chegar aí nesse nível que a gente quer. Ah, e sabe como que eu fui? Eu fui convencido rapidamente até lá.

Me ofereceram empanada do Espírito Patagônia e cerveja da Três Orelhas, do Sebastião. Três Orelhas, não é? Três Orelhas não vai estar com a gente. Não? Esse ano não, quem sabe no próximo. Esse ano vai estar outra cerveja com a gente. Então fala outra cerveja, vamos fazer amizade aí. Esse ano a gente trouxe de pós-de-caldo a Gorilas. Então eles que vão estar lá com a gente, participando. Participaram em 2019, né? E voltaram agora esse ano. E vão voltar de novo, com força total, cerveja gelada.

artesanal. Artesanal. Então vai estar cerveja boa, de qualidade pra gente refrescar ali depois que a gente terminar de trabalhar. Depois da meia-noite a gente toma cervejinha. Só depois da meia-noite que a gente pode. É que esse podcast aqui, lá no início, recebia as empanadas do Espírito Patagônia. Ai, fala de novo. Qual espírito mesmo? Qual empanada? Espírito Patagônia. Ele manda mais. Não, a gente estava aqui numa...

Gravação interessante. De repente, chegava uma moto aqui. Aqueles pacotes de empanada aqui na mesa. E eu desesperado, querendo acelerar o podcast para comer logo. Mas aí ele abandonou a gente. Ai, João. Poxa vida. Manda recado. Fala, João. Já convidei para participar do podcast. Já esteve aqui do meu lado sendo co-host. Mas não quer patrocinar esse podcast.

Ele fala que é fácil me alimentar. 50 empanadas. Coisa básica. Michele Cosmo, a gente está chegando ao final. Mande um recado. Essa é a nossa câmera aqui, a câmera da verdade, aqui do meu lado direito. Mande um recado lá para as pessoas que quem conhece já sabe. É bom que eles voltem.

Mas tem muita gente que tem curiosidade e às vezes até receio. Será? Será? Convide.

Então, galera, é assim, você que sempre teve vontade de praticar um esporte outdoor, mas não tinha um lugar para ir, não conhecia pessoas, não teve essa liberdade, ou achava que o esporte era muito longe, estava muito distante da sua realidade, não se engane, o Mountain Festival é para você. A gente está lá para fazer o evento, para você curtir, para você chegar cada vez mais perto do seu sonho de praticar um esporte outdoor.

E para os atletas amadores que já praticam, também. Vem aqui apresentar o seu trabalho conosco, vem fazer parceria com a gente, os profissionais da área de saúde, os montanhistas, enfim. A gente está aqui aberto para receber vocês dentro do evento, para curtir, para brincar, para festejar e também para poder dividir conhecimento.

Vem com a gente. Vem pro Motown Festival. Ó, tá ensaiado isso aí, tá ensaiado em casa? Gente, muito obrigado pela presença de vocês. Encontro vocês antes de maio, tá? Ah, eu espero, né? Antes de maio, porque São Bento ali tem um quadro novo aí na montanha São Bento do Sapucaí. É, tô sabendo. É, a gente tá na expectativa. É, muito legal isso e eu acho que é importante, né? A gente, quando a gente fala de cultura, kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kitabó kit

falar muito além do que tem na montanha. Então, São Bento tem lá Indômite, eu, Zulu, conheço Indômite e o festival. Mas lá acontece muita coisa. E a gente precisa fomentar, precisa mostrar para as pessoas que tem além disso. Então, é uma parceria do podcast lá com...

a pousada do Quilombo, com o restaurante Trincheira, com o Pegue Leve da Mari, para trazer essas informações. A gente precisa desses apoios justamente para poder fomentar todo o montanhismo no geral. Isso é importante para o nosso crescimento, é bom para todo mundo. Então, eu tenho certeza que quem estiver lá em maio vai curtir demais, vai ter cinema, vai ter pipoca. Eu quero pipoca, viu? Vocês se viram. Nem sei se tem lá.

Tem, tem. A gente tem uma pipoquera que se chama Adriana, de São Bento. Ela é sambentista, inclusive. E ela está sempre lá com a pipoquinha dela, que é uma delícia. Tem até um queijinho. É, eu estou pensando na do queijinho, que é maravilhosa. É boa. Mas eu também já comi com bacon também. Com bacon também é boa. Ah, tá. Diferenciado, hein? É, diferenciado. Nunca comeram? Não. Gente. Isso é coisa de São Paulo, né? Não é possível.

Gente, olha, eu vou falar. Não coma. E esse ano também, a gente tem também uma novidade, né? Que é...

O apoio da Shimano, né? Ah, é verdade. A gente tem um apoio estratégico da Shimano dentro do evento. Você acredita nisso? Então a gente tá na expectativa boa, né? Pô, que legal. Eu vou contar, assim, é só uma palinha, tá? Que na verdade é assim, a gente tá namorando a Shimano porque esse ano a gente tá colocando o trail.

Mas em 2027 vai ser a mountain bike. Mountain bike. Pô, spoiler aqui, não é? É total. 2027. Novidades de 2027. Nós falamos várias modalidades e não falamos. Aí, tá vendo? O pessoal vai ficar chateado. Ah, então. Só 2027. Mas olha, galera, se prepara, porque em 2027 entra a prova de mountain bike. Ou seja, vai ter o hike, vai ter o trail, a mountain bike.

É um passo atrás do outro. Cada ano a gente foi colocando uma coisa diferente no festival. Eu tô vendo que vocês gostam de confusão. A gente gosta de trabalho. Todo ano vocês ficam inventando mais coisas, aumenta mais trabalho. Então é isso. Mas aproveita aí também, agradece os parceiros, os patrocinadores, todo mundo, porque eu acho que é a hora da gente fortalecer essa turma e fica à vontade.

Eu quero agradecer, então, a Prefeitura de São Bento, que esse ano está dando um super apoio com a gente lá no evento. A Secretaria de Esporte, com a Rafaela. A Secretaria de Educação, com o João. O Contour, que a gente teve lá essa semana, também foi um super apoio. O Marte, da Pousada do Quilombo, que também está ali conosco, apoiando. E todos os pousadeiros de São Bento também estão apoiando o evento. Esse ano a gente tem tido um apoio muito legal da cidade, de modo geral, sabe?

E a comunidade de São Bento está cada dia mais próxima do Mountain Fashion. E é isso que é importante para a gente. Ter essa comunidade unida para a gente fazer um festival para receber todo mundo que curte o esporte. Então, eu gostaria de agradecer a Sol, Esporte e Paraglider, porque estão conosco também.

E todos os outros parceiros que eu já comentei. Se eu começar a falar o nome de cada um aqui, eu vou acabar esquecendo alguém, e aí eu acho isso perigoso. Aí, deveria... Você já esqueceu o nome da assessora de imprensa? Ah, tá vendo? Deixa eu contar, essa é uma novidade. Você tá enjoada. Eu tô muito chique. Você veio aqui da outra vez aqui, viu, Cosme? Toda humilde, disse que tava nervosa, não sei o quê. Desenachou, né?

Deslanchou, agora tem assessoria. Tô, como assessora agora de imprensa, gente. Vocês acreditam nisso? Sabe o que vai acontecer? Quando eu mandar mensagem, ela vai falar assim, Zulu, fala com a minha assessoria.

Então, a gente tem uma assessora de prensa agora, que é a Yara, que está aqui conosco, inclusive. Então, a gente está tentando de verdade trabalhar pelo festival de todas as frentes. Então, eu espero ter a colaboração de todos, inclusive de você, participante, que chegue lá, curta bastante. Marca a gente no Instagram, nas redes sociais, para a gente crescer cada vez mais e conseguir ainda mais parceiros para dentro do evento.

Dá uma aliviada, né? Quando tem gente, assim, ajudando. Ah, dá. Eu sei bem o que é isso que agora. Também tem a Jazz ali cuidando do marketing, da parte de assessoria. Tem o Rafa, tem o Vitão, tem a Bruna e a Samy cuidando dos projetos. A equipe? A equipe cresceu, viu? Nossa! O que é legal é que quando a equipe cresce, você consegue ser mais produtivo na parte da criação. Então, você consegue ser mais criativo.

Quando você tira uma responsabilidade, não que tira uma responsabilidade, mas quando você deixa de executar uma função que às vezes te demanda tempo e energia mental, você deixa de ser produtivo na parte de criação. Então, você tendo mais tempo, você cria mais. É por isso que a gente não para. Eu sou igual vocês, cada ano eu vou arrumando mais confusão.

Ah, que bom. Então, vem com a gente, que a gente adora a confusão. Vai aparecendo gente para ajudar, e aí eu falo assim, vamos fazer mais isso? E vou só falando, vamos fazer, e eles vão topando, então... É que a gente não pode parar, né? A gente fala assim, vem ajudar, que eu estou cansado. Aí quando dá uma aliviada na nossa carga, que a gente descansa, fala, vamos colocar mais isso, e a gente vai crescendo dessa forma. O importante é nunca se acomodar e querer crescer sempre.

Pessoal, eu preciso agradecer a vocês, que eu prometi para o meu técnico ali, Gustavo,

que está nos trabalhos técnicos hoje, que eu passaria 10 minutos. Eu já passei 18 minutos. Nossa, que medo. Perigoso. Então, pode ser que ele aperte o botão a qualquer momento e encerra esse podcast. Na próxima vez que estivermos aqui, a gente tem que gravar dois horários. Porque o festival vem crescendo cada vez mais, então está ficando curto. É verdade. Tem muita coisa para poder falar. Tem muita coisa, mas a gente vai... Ah, eu vou assumir aqui um compromisso. Boa. O próximo a gente grava em São Pedro do Sampucaí.

Ah, muito bem. Adorei. Próximo é lá. Vou levar a minha equipe. Porque lá o visual vai ficar... Não estou desfazendo aqui do nosso estúdio. Mas o visual lá é diferente. É diferente.

Já gravei lá umas três vezes. Parece que coloca uma moldura assim, quando você está assistindo o episódio. Você tem uma moldura desenhada, pintada. Não é Iá, né? Não é Iá. Você fala assim, isso aqui não pode ser real o que eu estou vendo aqui. Isso deve ser alguém que pintou. Realmente foi alguém, foi Deus, né? Gente, obrigado pela participação de vocês aqui. Eu que agradeço. Obrigada, Zulu.

Nuna Montanha Podcast, muito sucesso para o festival, que cresça cada vez mais, que vocês consigam colher frutos, porque plantar a gente planta há muito tempo, mas a gente também precisa colher. Valeu? Obrigada. Pessoal, eu estou aqui no Estúdio Voz, com trabalhos técnicos de Gustavo, e esse podcast é um oferecimento de lojas Mundo Terra e Gu Energy Gel, o seu carboidrato para a sua corrida, para a sua caminhada, para a sua pedalada. Valeu!

Valeu!

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MOUNTAIN FESTIVAL 2026 📍 EM SÃO BENTO DO SAPUCAÍ 📍 DE 22 A 24 DE MAIO | Castnews Index — Castnews Index