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MedFi Cast #006 - O Leão Faminto: Como os 37 novos impostos vão devastar o patrimônio do médico

04 de maio de 202638min
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O Leão está faminto, e o alvo principal é você, doutor(a).

Nos últimos 3 anos, o Brasil sofreu com 37 novos impostos ou aumentos na carga tributária. A classe médica, que possui alta renda, mas pouca organização política e sindical, tornou-se o alvo perfeito para pagar essa conta.

Neste episódio 7 do MedFi Cast, recebemos Vinícius Andrade, sócio e analista profissional de investimentos da MedFi, para um papo urgente e sem meias palavras. Nós explicamos que não se trata de fazer "rolo" ou sonegação, mas sim de usar a elisão fiscal (estratégias totalmente lícitas) para proteger o que você construiu com tanto plantão.

⚠️ O que você vai descobrir neste episódio:

  • O "Fim" dos Dividendos Isentos: Como a nova lei impacta a distribuição de lucros de empresas que faturam acima de R$ 50 mil/mês, com retenção de 10% na fonte.
  • Novo Imposto de Renda Mínimo: A alíquota progressiva para pessoas físicas com renda anual superior a R$ 600 mil.
  • A armadilha da PJ Médica: Como a unificação de impostos no IBS e CBS vai encarecer a prestação de serviços.
  • A "Morte" da Holding Imobiliária? Por que a holding familiar já não é mais uma solução mágica para fugir de impostos e como o ITCMD (imposto de herança) progressivo vai afetar seus filhos.

Se você não tomar uma atitude agora e reestruturar sua vida financeira (PF e PJ), você vai trabalhar cada vez mais, apenas para sustentar a máquina pública, correndo o risco de adiar sua aposentadoria em até 10 anos.

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Hosts:

  • Thiago Amorim (Médico e Consultor de Investimentos) @thiago.medfi
  • Vinícius Andrade (Médico e Consultor de Investimentos) @vinicius.medfi

#Medicina #PlanejamentoFinanceiro #MédicoPJ #ImpostoDeRenda #ReformaTributária #MedFiCast #HoldingFamiliar #FinançasParaMédicos



Participantes neste episódio2
T

Thiago Amorim

HostMédico e Consultor de Investimentos
V

Vinícius Andrade

ConvidadoSócio e Analista Profissional de Investimentos da MedFi
Assuntos8
  • Desafios financeiros dos médicosAumento da carga tributária no Brasil · Médicos como alvo de tributação · Evasão fiscal vs. Elisão fiscal
  • Planejamento FinanceiroImportância da elisão fiscal lícita · Reestruturação financeira de Pessoa Física e Jurídica · Otimização de impostos com consultoria especializada · Shield tributário com investimentos mais tributáveis
  • Novos impostos e questões financeirasAlíquota progressiva para rendas anuais acima de R$ 600 mil · Impacto na pessoa física
  • Planejamento de aposentadoriaAumento da carga horária de trabalho para cobrir impostos · Redução da capacidade de investimento e poupança · Adiamento da aposentadoria em até 10 anos
  • Taxação sobre dividendosNova lei de retenção de 10% na fonte · Impacto em empresas com faturamento acima de R$ 50 mil/mês · Retorno do imposto sobre dividendos
  • Construção e Propriedade ImobiliáriaDesvantagens da holding familiar para fugir de impostos · Impacto do ITCMD progressivo nos herdeiros · Doação com alíquota reduzida antes do aumento
  • Diretrizes Medicas e SaudeUnificação de impostos no IBS e CBS · Aumento do custo da prestação de serviços médicos · Impacto em aluguéis de imóveis
  • Consequências Clínicas no BrasilPressão das operadoras de saúde e queda de honorários · Falta de união e organização política dos médicos · Desvalorização da profissão médica · Excesso de faculdades e profissionais
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Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do MedifyCast. Esse episódio... Quem não assistiu até o final vai perder muito dinheiro, tá? Eu tenho um número pra começar com vocês aqui. Não vou nem apresentar o convidado, não. É o número 37. O que é esse 37?

37 novos impostos nos últimos 3 anos. Em média, um imposto novo por mês. É tipo aquela luta de boxe. Você está lá tomando soco, aí na hora que você começa a recuperar, você toma outro soco. Aí na hora que você começa a entender o que está acontecendo, outro soco. No final das contas, você cai no chão e fala, não, pode parar. Bem, vamos lá. A gente tem o Brasil gastando muito.

E fazendo o possível para arrecadar mais. A gente termina o 2,24 com um déficit de quase um trilhão de reais e arrecadação recorde. E hoje, o coitado do médico...

Ele é um grande alvo ali do leão, né? E hoje eu vou trazer o Vinícius Andrade, meu sócio, analista profissional de investimentos. Vinícius, se apresente aí e vamos começar a conversar sobre esse tema que é muito importante, porque o que o médico vai fazer agora vai impactar muito no longo prazo para ele, né? Legal. Eu sou o Vinícius Andrade, um dos sócios fundadores da Medify. Sou responsável pela área de investimentos e planejamento financeiro.

A Medify surgiu em 2019 como CNPJ, como empresa, talvez, 2023, que a gente brinca. Uma empresa, assim, bem, que a gente faz hoje. Desde quando a Medify surgiu, eu nunca estive tão assustado com mudanças relacionadas à tributação e possível impacto que elas poderiam ter nos nossos clientes.

A nossa preocupação aqui sempre foi investimento, investimento. E de 2023 para cá, principalmente.

Se a gente não olhar para o lado tributário e das consequências disso no médio e longo prazo, o investimento é o menor dos problemas para o nosso cliente. Pessoal, só um disclaimer aqui, rápido. Não estamos falando aqui de política ou de quem está no governo. A gente está trazendo fatos. As opiniões, cada um tem a sua e não é o nosso papel aqui tratar sobre isso.

Mas o que a gente está trazendo é realmente o que vem acontecendo e o que se pode fazer. Aí cada um vai ter sua opinião política. Bem, vamos lá. Um ponto muito importante hoje que a gente vê que tem acontecido, de todas essas mudanças, é a gente ver que o médico sempre foi alguém que...

tentou fazer um rolozinho ali para não pagar imposto, receber por fora. Esse episódio não é sobre rolo. Esse episódio não é sobre maracutaia. Esse episódio não é para trazer algo, maneiras ilegais de conseguir esconder dinheiro para pagar menos imposto. Não é sobre isso. Mas existe o termo elisão fiscal, que é você ter estratégias.

lícitas para pagar menos imposto. Então, no final das contas, quem nos acompanhar até o final vai entender quais estratégias lícitas podem ser usadas para que você reduza o impacto dessas alterações tributárias que a gente viu ao longo desses últimos três anos. Não é isso mesmo, Vinícius? Exato. Qual é a raiz do problema? Nós nunca arrecadamos tanto.

A nossa carga tributária nunca foi tão alta em relação ao PIB, mas, ao mesmo tempo, o nosso déficit só aumenta. Ou seja, alguém vai ter que pagar essa conta. Qual que é o problema? Você, médico, é um excelente candidato a pagar essa conta. Por quê? Primeiro...

O seu patrimônio é bem transparente, você não tem acesso às estratégias que os políticos, que as pessoas corruptas têm de ocultar patrimônio. E você mesmo, se você tentar, você não vai conseguir fazer de maneira eficiente. Não só isso, você tem uma renda alta. Quem tem renda alta normalmente não é quem vota em políticos e governos mais focados em populismos.

Como eu falei antes, nós estamos aumentando a arrecadação, mas aumentando ainda mais as despesas por conta de populismo eleitoral. Não só isso, você também não tem nenhum tipo de organização coletiva. Não existe um sindicato dos médicos, não existe uma força política forte dos médicos.

Muito pelo contrário. Nós temos colegas médicos parlamentares, senadores, mas o grau de poder político que eles têm é muito baixo, muito reduzido. A gente tem visto a deterioração contínua da medicina, abertura de faculdade de maneira indiscriminada, liberação de cursos que não eram nem para ter sido abertos. Enfim, o médico não tem poder político. Então, além dele ter patrimônio para poder pagar essa...

além dele ter patrimônio para pagar essa conta, ele não vota nos governos que estão criando essa conta. Então é uma tempestade perfeita e o médico está no meio dela.

E a gente coloca ali o termo leão faminto, né? Porque o governo, ele, para conseguir manter, porque o governo não produz nada, né? Para conseguir se manter, ou ele imprime dinheiro, o que gera inflação, e inflação é extremamente negativa, a gente já viu isso em outros lugares, e até países, né? Tem notas de...

O Zimbábue tem nota de trilhão de dólares zimbabianos, porque fica produzindo dinheiro. Então, uma maneira é produzir dinheiro. A outra maneira é dívida. O Brasil já é muito em endividar, taxas de juros altas. E a terceira maneira é cobrar imposto. Mas cobrar imposto da população...

é algo que também não é tão bem visto. Mas cobrar imposto da população rica, e aí o Brasil entende que quem ganha mais de 50 mil por mês é super rico. Ultra rico. Ultra max. Você ganha 100 mil, você é multitrilionário. É mais fácil, mais palatável, e soa, inclusive, muito bem quando você está em cima de um palanque, né? Então, esses três anos foram quantos aumentos e qual é o tamanho disso comparado ao que existia antes?

Tiago, nós estamos falando de 37 novos aumentos de imposto. Nós estamos falando de um aumento da carga tributária chegando a 32% do PIB. Nós estamos falando aqui de uma arrecadação de 2023, base de 800 e poucos mil, para praticamente 1,2 trilhão de projeção em 2026. É um aumento de quase...

44% em três anos. Nós nunca crescemos tanto a arrecadação. O PIB, que qualquer um poderia pensar assim, já que a gente está arrecadando mais, é que a gente está crescendo muito. Não, o PIB vai crescer entre 8% e 10%. Nós crescemos quase quatro vezes mais que o PIB. Ou seja, a nossa ânsia por arrecadar está desproporcional. Por isso o termo leão faminto.

porque não tem mais limite. Ninguém está aguentando mais pagar essa conta. Como você mesmo trouxe, a classe mais, vamos pôr assim, de baixa renda, já paga um imposto altíssimo sobre tudo que ela consome. Ela não tem como aumentar mais. E nós...

classe média. Ao contrário do governo, eu acho que quem está ali entre 30 e 50 mil não é super rico. Ele consegue bancar bem escola de dois filhos particular, ter um imóvel próprio, talvez de vez em quando fazer uma viagem aqui dentro do Brasil. Se muito, um internacional a cada uns 3, 4 anos não é uma realidade de um super rico. Mas ele agora vai entrar pagando essa conta de maneira pesada.

Você tem comentado uma coisa nas reuniões com os clientes que eu acho que é importante a gente trazer aqui, né? Muitos médicos que você converse, que eu converso quando vou apresentar a Medify, conversar sobre investimento, conversar sobre finanças, não sabem dessas novas leis, desses novos tributos. Então, traz um pouco sobre isso. O que a gente já vivenciou aqui?

A gente teve lei de offshore, que impactou poucos médicos. Aí, geralmente, era quem tinha um patrimônio grande no exterior, mais de um milhão de dólares. Essa pessoa foi muito impactada. Depois, nós tivemos lei de tributação de fundos exclusivos, que normalmente também é para famílias e investidores que têm mais de 10 milhões de patrimônio. E agora chegamos ali na classe média. Não é super rico.

que é o novo imposto sobre os dividendos. O governo fala que não é imposto sobre dividendos, mas na prática é, que é justamente a lei número 15.270. No artigo 251, o que ela colocou na reforma tributária? Que a partir de agora, todas as distribuições de lucro de empresas acima de 50 mil no mês, você tem que reter na fonte 10%. 10%.

Como a maior parte dos médicos tem um APJ, não necessariamente ele é uma empresa. Às vezes, APJ é para ele prestar serviços. Ele agora vai ter que simplesmente pagar 10% a mais.

E uma curiosidade, muito médico é PJ no serviço público. Ele é obrigado a ser PJ no serviço público. E quando ele processa ali o serviço público, ele perde. Se a enfermeira processar, ela ganha. Mas enfim, então você é obrigado a ser PJ e no final das contas ele vai lá e tributa a PJ. Ou seja, já pagou o imposto que você emitiu a sua guia de imposto ali da PJ.

Tiago, nós estamos andando 30 anos para trás. Isso desde 1995, quase junto com o Plano Real, nós acabamos com o imposto sobre dividendos. E por que o Brasil acabou com o imposto sobre dividendos?

porque todo mundo estava sonegando, não faz sentido, a empresa já pagava imposto, por que que na hora de distribuir esse lucro que já foi tributado teria que ser pago um novo imposto? E aí começou essa bagunça de empresa pagar a despesa pessoal do sócio, de empresa simplesmente receitar tudo em dinheiro para não receitar para pagar o imposto da pessoa jurídica e nem da física.

E agora nós estamos voltando para exatamente esse mesmo cenário, porque ninguém aguenta mais pagar imposto no Brasil. Então vamos lá, estamos numa briga, né? Estamos numa briga e estamos apanhando. E esse ano a gente começou a apanhar mais ainda, né? E a gente tomou a primeira pancada na briga com o governo, na briga com o Leão, né? A primeira mordida grande, que foi a tributação dos dividendos ali. O que mudou na tributação dos dividendos em 2026?

Então, além dessa tributação que eu te falei de 10% nos casos acima de 50 mil, ou seja, recebi 70 mil, 7 mil de imposto. Ah, eu tirei 30 mil nesse mês, mas no mês seguinte eu tirei 80. Você vai pagar 10% em cima dos 80. Então, além desse novo imposto, a gente ainda criou um outro imposto. A gente é muito bom de criar imposto. Parabéns, viu, governo?

A gente criou o imposto de renda pessoa físico mínimo. O que é isso? Quem tem uma renda anual acima de 600 mil, ele já começa a ter uma alíquota mínima de imposto que ele tem que pagar. Na prática, funciona assim. Entre 600 mil e 1 milhão e 200, ele tem uma alíquota que vai subindo progressivamente, linearmente, ou seja, a cada 60 mil, 1%. Quem recebe 1 milhão e 200 vai pagar 10%.

Você vai falar assim, não, mas quem recebe 1 milhão e 200, nada mais justo do que pagar imposto. Faz sentido, né? O problema é que essa pessoa, ela já pagou o imposto. Ela já pagou o imposto na empresa dela. Muitas vezes essa empresa dela, ela é só a forma com que ela usa para prestar o serviço. Ela não tem que pagar de novo isso na pessoa física. E aí a gente está criando um aumento de imposto.

que não faz sentido. Sim. Então, aqui tem um ponto interessante pra gente olhar, que é se a pessoa saca até 49,990, ela não tem imposto naquele mês. Se ela já passou 550,001, ela paga 10%, não é sobre o que é sede, é 10% sobre o valor total, é isso? Sobre o valor total.

Não é uma lei que você paga só o acima. Então, isso ficou muito ruim também, porque não faz nenhum sentido. E na prática, o que a gente tem visto muito aqui? O médico, essa lei já está valendo desde janeiro.

E boa parte dos médios nem estava sabendo, fez distribuição, não foi alertado pelo contador, ninguém conversou com ele, seja o contador ou advogado tributarista, e ele começou a pagar o imposto sem perceber. Não só isso, ele não se planejou para usar estratégias para prevenir esse novo imposto.

Então essa é uma pancada. Vamos lá, segunda pancada que a gente tomou ao longo desse ano. O médico que tem imóvel alugado. Houveram várias mudanças, a gente tem uma reforma tributária que a gente está enxergando, a lei está chegando. O que mudou?

Agora a gente tem um novo imposto. Além desse imposto de distribuição de dividendos e o imposto de renda mínimo, nós temos o IBS e o CBS. E a reforma tributária veio com um imposto para substituir PIS, COFIS e ICMS.

E aí até então parece interessante, nós vamos simplificar os impostos, foi assim que foi vendido para a população o discurso. Mas na prática o que está sendo feito? Quem mesmo na pessoa física exerce uma atividade que ela é comparada a uma atividade empresarial, ele além de pagar o imposto da pessoa física, ele paga o novo imposto sobre atividades empresariais, que é o IBS e o CBS.

Ou seja, antes, um médico, dependendo do cenário, ele só pagava até no máximo 27,5%, que é a alíquota máxima. Agora ele vai poder chegar até praticamente 36% de imposto. Na prática, como ficou a lei, que já está valendo, ainda em regime de transição, ao longo dos próximos anos, essa alíquota vai subindo até chegar a 8%, enquanto o PIS, COFIS e ICMS vai reduzindo.

Quem tem mais de três imóveis alugados e recebe um aluguel anual acima de R$240 mil, na prática, uma pessoa que tem quatro apartamentos alugados por R$6 mil por mês, ele vai ser contribuinte do IBS e CBS. Então, esse imposto vai incindir além do imposto que ele já paga na pessoa física. Nós estamos falando de 36% de carga total. Praticamente um terço do que você vai receber do seu aluguel.

vai para o governo. Se a gente for pensar que 8% a 10% vai para a imobiliária, quanto vai sobrar para o seu bolso? Não sobra quase nada na prática. Então, com essa questão de tributar mais os aluguéis, está muito em voga a questão da hold imobiliária. E na prática, o que você acha? Faz sentido ou não? Qual é a implicação disso? Interessante essa pergunta.

Olha, holding imobiliário como solução para o novo cenário de tributação, em alguns casos pode fazer sentido, em alguns casos não vai fazer sentido. Por quê? Holding imobiliário é uma empresa, é uma PJ. Se você já tem distribuição de lucros altos na PJ, você já está pagando o novo imposto de 10% sobre dividendos.

E aí, se você joga o aluguel para dentro da Hold, você vai pagar a alíquota da Hold, que também vai subir para aluguéis, vai chegar a praticamente 20%.

mais os 10% na hora que você for distribuir esse aluguel da holding, que é a sua empresa, para a sua pessoa física. Então vai depender muito do cenário. Ah, vai ser uma holding que ela vai adquirir novos imóveis? Aí talvez faça sentido você jogar o imóvel para lá. Ah, não, eu só tenho esses imóveis.

Mas agora com essa nova lei, acho que eu vou vender um deles para fugir. Aí não vai fazer sentido. Então a holding, apesar de estar sendo vendido como um produto praticamente prateleira, como uma bala de prata que é a resposta para tudo, em alguns casos não pode fazer sentido.

E dentro desse contexto, na pessoa física, de imposto de renda mínimo, então na declaração de ajuste você vai fazer a conta do imposto que você pagou, e isso entra várias coisas, até investimentos. Quem tem então o imóvel alugado, dependendo, mesmo que a alíquota suba, vai abater de imposto que ele teria na declaração de ajuste, e talvez parte desse imposto que pagou na PJ pode ser que volte, ou que não tenha imposto a mais a pagar.

Exato, tem muitos casos que inclusive esse imposto que ele está pagando no aluguel.

da pessoa física, vai ajudar a reduzir o imposto que ele teria que pagar da distribuição da empresa médica para ele. Ou seja, em todo caso ele requer uma análise mais aprofundada para ver qual que é, onde que está o melhor benefício.

E aí a estratégia tributária fica muito importante. É, exatamente. A estratégia tributária, o contador sozinho não consegue fazer mais. Por quê? Além dele linkar todos os seus patrimônios, seja de pessoa física como seus patrimônios profissionais, ele ainda vai ter que linkar com as suas rendas.

com os seus objetivos, eu vou comprar mais imóvel, eu vou reformar minha clínica, onde que eu vou deixar esse dinheiro? E com os investimentos, porque a nova lei de imposto de renda mínimo, ela também tem implicações de investimentos. Agora, por exemplo, dividendo de ações, que antes você recebia isento, ele entra no cálculo do imposto mínimo.

aumentando a base. Ou seja, dependendo do cenário, a pessoa agora vai ter que pagar o imposto sobre as ações de dividendos. O Bárcio deve estar doido. Então aqui você pode até pensar, às vezes pode ser que algumas pessoas se beneficiem de investimentos que pagam imposto ao invés do investimento isento, dependendo da estratégia. Então você amplia mais a necessidade de ter alguém olhando aquilo para que você tenha um resultado superior. Dentro da Medify mesmo, a nossa...

O nosso investimento, a nossa recomendação sempre foi qual é o melhor investimento para o objetivo. Agora está sendo o quê? Poxa, qual é o melhor investimento para o objetivo e que vai ajudar o cliente a pagar menos imposto sobre os seus outros dividendos. E, obviamente, Tiago, e o problema de qualquer novo imposto é o quê? Que, na prática, muitas pessoas, de maneira natural para se defender, o que elas estão fazendo?

Estão fazendo as coisas ilegais. Então, está pagando despesa pessoal com conta da empresa para não distribuir lucro e ela pagar na sua conta pessoa física. A pessoa está recebendo dinheiro do paciente para não emitir nota nem na pessoa jurídica, para também nem ter a distribuição para a sua pessoa física. Então, aumentou-se a tentação, vamos falar assim, de evasão fiscal, que é diferente. Evasão é você sonegar.

Da elisão, que é dentro das regras, dentro da lei, eu reduzi minha carga tributária. E isso é muito ruim, porque agora a gente voltou a ter mistura de conta pessoa física com pessoa jurídica. O médico agora não sabe quanto é dele, quanto é da empresa, onde está o investimento da empresa, onde está o investimento para ele. O planejamento está cada vez mais complexo.

Então é cada vez mais caro a pessoa que não tem tempo fazer sozinha e cada vez mais caro você ter alguém que não está olhando sua vida financeira como um todo, porque no final das contas você pode ser que está pagando imposto num lugar de receber. Esse ano, sim, a gente teve...

muitas reuniões com ou com contador ou com advogado de cliente tributarista para entender qual que é o melhor cenário ali para ele, dentro da realidade, para economizar. A gente já teve casos aqui de economia acima de 100 mil reais por ano por simplesmente um ajuste de estratégia. Então, essa visão integral, fazendo interlocução entre contabilidade, investimento, planejamento e, em alguns casos, até sucessão,

ela gera um benefício gigantesco. Se você é médico, está assistindo aqui e está pensando meu Deus do céu, não tem nada disso, o que eu faço?

você vai clicar no link que está aqui na descrição do vídeo ou nesse QR Code que está aparecendo aí agora e agendar uma conversa com um especialista da Medify para ele entender o seu contexto e trazer insights práticos ali que você possa implementar e já ter uma estratégia tributária, pelo menos inicial, para pelo menos entender onde é que está o problema. Isso é uma consultoria estratégica exclusiva para médicos. Então, se você se chamou a atenção aqui do que a gente está conversando e você quer bater um papo com o consultor para entender, ou você queroteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteoteote

o seu contexto e o que pode ser feito para otimizar e entender como a Medify trabalha de uma maneira completa, 360 na vida financeira do médico, clica no link que está aqui na descrição do vídeo ou no QR Code que está aparecendo aí agora e agenda agora a sua consultoria estratégica.

Mas vamos seguir aqui, cara. No Brasil é o seguinte, você paga imposto quando você consome, você paga imposto quando você investe e você paga imposto quando você morre também, né? Você não pode nem morrer em paz. Vamos lá, terceira pancada. E essa me incomoda muito, porque muita gente fala, ah, porque nos Estados Unidos você tem um imposto mais alto. Imposto mais alto é a partir de alguns, né? Um patrimônio muito maior, que é o ITC-MD, né? E o que mudou, o que está vindo aí para mais uma pancada na agenda?

Apesar da gente ser um dos países que mais tributa do mundo e que menos traz benefício para a população com esse imposto,

comparativamente em termos de alíquota, a nossa alíquota de sucessão, ou seja, da herança de uma pessoa que vem a faltar e vai transmitir para os filhos, a única certeza que a gente tem é que todo mundo aqui vai morrer um dia e a gente quer que esse patrimônio vá para o nosso filho e não para o governo ou para qualquer outra pessoa, a nossa alíquota comparativamente é menor.

Ao mesmo tempo, ela incide para praticamente todo mundo. Como você mesmo trouxe, muitos países, você começa a pagar essa alíquota a partir de patrimônios de 8, 10, 12 milhões de dólares. Aqui em Minas Gerais, nós estamos com uma emenda constitucional, aqui em Minas Gerais, nós estamos com uma emenda constitucional para já tributar na alíquota máxima quem tem um patrimônio em torno de 350 mil para transmitir para os seus herdeiros, ou seja.

A nossa penetração é exemplar. Nenhum país do mundo consegue tributar tanta gente na sucessão assim. E o que está acontecendo? No Brasil, a gente usa muita narrativa comparativa. Poxa, já que a gente cobra menos imposto do que os outros, então a gente pode aumentar o imposto. Ninguém fala que a nossa carga tributária total já é maior.

E aí vem o problema. Nós já tivemos uma emenda constitucional obrigando os estados a ter alíquotas progressivas do ITCMD. O que é o ITCMD? É o imposto de herança. O imposto de herança é cada estado que é responsável por cobrar. Então, Minas, por exemplo, é 5%. São Paulo vai variar um pouquinho, mas normalmente 4%. Tem estado que é 2% e todo mundo quer morar lá na hora de morrer, mas não funciona tão bem assim.

E agora essas alíquotas todas terão que ser progressivas.

Nesse ano de 2026, no mês de abril, véspera de eleição, o Estado de Minas entrou com um projeto de lei para já patrimônios acima de R$ 350 mil, praticamente, já incindia a alíquota máxima de 8%. Ou seja, a partir do ano que vem, se a lei for aprovada e tudo leva a que ela vai ser aprovada, nós vamos aumentar nosso imposto em praticamente 60%. E aí

Então, doar agora com a alíquota mais baixa, você trava nesse patamar que está. E esperar, vai ser, acaba que vai ser pagar mais. Óbvio que cada caso tem uma solução diferente, mas para famílias que estão ali dentro do planejamento sucessório, vai depender dela de assim, olha, a gente prefere doar 5% do que doar lá na frente a 8% e ainda ter que pagar os outros custos, né? De inventário.

de advogado para fazer esse inventário, praticamente vão pôr que doar agora, nós estamos falando em pagar uma alíquota de 5%, e lá na frente, praticamente três vezes isso, 16% a 18%.

Vamos tentar ser um pouco mais prático aqui, que eu acho que faz muito sentido. Todo mundo fala assim, o dinheiro que você está pagando de imposto é um dinheiro que você deixa de ter de patrimônio. Isso pode ser 500 mil, 1 milhão, X milhões, mas isso fica muito abstrato, porque é algo muito amplo.

Vamos trazer na matemática aqui a implicação dessa tributação toda, de todas essas mudanças na vida real do médico. Essa conta pode ser muito dolorosa. Imagine você, médico, que tem uma renda mensal de mais ou menos 60 mil. A partir de agora, você vai pagar 10% a mais de imposto.

O que isso quer dizer? Se você trabalha 60 horas por semana, agora você vai ter que trabalhar 66 horas. Agora você vai ter que trabalhar 10% a mais para o governo. Nós estamos falando aí...

de por mês, dois plantões que é para o governo, sem receber nada em troca. A matemática dessa nova lei, ela é brutal. É 24 horas a menos, fazendo o que você gosta com a sua família.

24 horas a menos se especializando, simplesmente porque você não faz parte do grupo que vota nesse tipo de governo com essas medidas populistas. Não só isso, hoje, Tiago, a maior parte dos médicos não conseguem investir nem 10% do patrimônio.

E apesar do governo cobrar essa taxa toda, a gente sabe que ele não vai garantir o futuro financeiro de ninguém. Pensa comigo, se ele agora paga 10% a mais de imposto, ele vai juntar o quê? A pessoa que estava bem, que estava juntando 20%, que os estudos nossos mostram que ela consegue ter um grau de liberdade financeira,

Agora ela vai juntar metade. Quando a gente roda isso nas nossas ferramentas de simulação, de planejamento, de aposentadoria, isso está significando oito, às vezes dez anos a mais trabalhando para ter o mesmo padrão de vida diante da lei. É uma realidade brutal.

Se a gente não usar ferramentas eficientes para diminuir ao máximo esse impacto, só ascender para esse problema lá na frente, não vai ter mais volta, vai ter que trabalhar até morrer literalmente. Então o cara hoje tem uma vida boa, tem uma vida confortável, tem aquele status, um carro de luxo, faz o que ele quer hoje, mas na prática vai sobrar menos.

E o que a gente vai ver é que toda essa ausência de se preocupar com isso, de tomar uma atitude, pode fazer com que essa pessoa, no final das contas, reduza muito o poder de compra.

chegue no futuro e no final das contas não consiga aposentar, atingir a independência financeira, reduzir a carga de trabalho, numa medicina que daqui 20 anos não vai estar melhor do que a gente tem hoje. Então, o que você acha que essa pessoa deve fazer hoje para que ela possa tomar uma atitude?

Tiago, tem muita gente com poste na garagem empobrecendo e que vai precisar de trabalhar o resto da vida. Porque não está tomando uma atitude, seja para...

reorganizar todo o seu planejamento de trabalho tributário, financeiro, de investimentos, para evitar esse novo imposto, que para muitos médicos, mesmo usando todas as ferramentas, está difícil de reduzir o impacto. Ele ainda está enfrentando um cenário desafiador para a medicina. A gente já cansou de comentar isso aqui. Excesso de faculdades, excesso de outros profissionais executando tarefas que antigamente eram...

exclusivas do médium, ele ainda não está planejando o seu futuro de maneira eficiente. E se ele não mudar agora a maneira com que ele encara o seu patrimônio, as suas finanças, ele vai viver uma realidade muito pior do que ele estava sonhando.

Sim, e a gente tá caminhando pra um lado mais dark aqui, né? Porque no final das contas, a gente vê, além disso que você trouxe, tem pressão das operadoras de saúde, os honorários das operadoras de saúde só caindo, a gente não vê uma união de médicos, tem gente comemorando um piso salarial que é, sinceramente, né? Não vejo motivos pra comemoração, mas enfim, o médico cada vez mais desvalorizado, uma medicina que vem piorando ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou não vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem ou vêem

Só notícia ruim, parece, mas tem como a gente encontrar uma luz ali, algo que de fato vai ajudar os colegas. Uma luz no fim do túnel, vamos dizer assim. O que hoje dá para a pessoa fazer dentro da lei para que ela possa mitigar o impacto de todas essas mudanças tributárias que a gente tem agora?

Exatamente, o cenário está pesado, mas tem saída para praticamente todos os problemas. Para quem, por exemplo, tem uma preocupação sucessória, ou seja...

os patriarcas dessa família já estão em estágio, idade mais avançada, já não precisa de todo aquele patrimônio, ainda a gente tem a janela de poder doar com o ITC-MD reduzido antes que já aumente. E muito provavelmente nos próximos anos nós teremos novos aumentos. Agora, ah, Vinícius, eu não estou nem aí para a sucessão, eu vou dar só educação para os meus filhos e está tudo bem. Se você também não vai ser herdeiro, isso não se aplica a você.

Mas, por exemplo, você agora vai ter esse novo imposto para pagar. Dá para você, por exemplo, ao invés de receber tudo na sua PJ, para quem tem consultório clínica principalmente, parte desse recebimento já ser na pessoa física e ele fazer um livro caixa de maneira estruturada. Ou seja, ele vai deduzir despesas para não pagar a alíquota máxima da pessoa física e reduz para ele já tributar já na sua pessoa física a 10%. ... ...

que é o novo piso do imposto mínimo. Ou seja, ele teria patrimônio na sua pessoa física, pagaria imposto, iria criar o que a gente chama de shield tributário. O que é shield tributário? Já que eu paguei imposto aqui, a mais do que os 10%, ele serve para reduzir meu imposto no outro lugar que eu não paguei nada.

Dá para esse mesmo médico mudar a sua carteira de investimentos para investimentos mais tributáveis, que a gente chama o CDB, que também tem esse efeito de shield tributário. Dependendo do cenário, dá para ele estruturar uma holding patrimonial.

Então, ao invés de ele distribuir todo o lucro da clínica dele para a pessoa física dele, ele pode distribuir para um cônjuge, por exemplo, que não é contribuinte do novo imposto. Ele pode distribuir para ele, se feito de maneira correta, com advogado, aí vale a pena fazer toda uma estruturação correta.

Esse cônjuge dele pode receber 600 mil, ele também 600 mil e ninguém pagar imposto. Agora, algumas coisas não dão mais para serem feitas. Por exemplo, até janeiro desse ano, o seu contador poderia registrar uma ata de distribuição de lucros. Ou seja, se a sua empresa médica tinha lucro apurado, ela tinha lucro a ser distribuída e muitas vezes quem vende no cartão tinha esse lucro.

você poderia usar esse lucro para até 2028 distribuir sem pagar imposto. Qual que é o problema? Todas essas estratégias, a janela para aplicá-las fecha muito rápido. Quando eu te falei aqui da doação, a partir de janeiro do ano que vem, talvez não vai dar para usar mais. A estratégia do registro da ata, quem não registrou até janeiro, perdeu.

Ou seja, tem que agir, tem que fazer agora. É praticamente uma corrida de ratos. É o governo tentando pegar a gente e a gente fugindo dentro da legalidade para evitar ter que recorrer para a ilegalidade. Que, vamos ser sinceros, a Receita Federal Brasileira é talvez a mais eficiente do mundo para cruzar informações. Nós já temos um programa que é o CPF dos Imóveis, que...

Em pouco tempo, a Receita vai saber quem mora naquele imóvel, cruzando informação de prefeitura com o governo estadual, com conta de água, com conta de luz. E se você não registrou o aluguel daquele imóvel, ela vai te cobrar. Com juros e multa. Com juros e multa. Ou seja, essas estratégias fora da lei cada vez vão ser mais difíceis. Então, a hora de regularizar e usar algo eficiente é agora.

Perfeito. Cara, vamos lá. Uma pessoa que não é cliente da Medify está escutando isso aqui e fala eu já tenho contador, eu tenho gerente do banco que me ajuda, eu tenho assessor da corretora que me ajuda. Por que eu precisaria de mais uma camada na minha vida financeira? Por que eu precisaria de uma consultoria de investimentos?

É uma pergunta muito justa, porque a gente não é contador, a gente não é advogado. Mas sabe o que falta para essa pessoa? Alguém olhando o integral. Alguém que cruze todas as informações desses profissionais e junte com... Alguém que cruze...

e junte todas as informações desses profissionais para elaborar a estratégia mais eficiente, aquela que você vai pagar menos imposto, você vai pagar o que é justo, não o que foi imposto a você e você nem teve tempo de reagir. Então, uma consultoria exclusiva para médicos, especializada em médicos, ela faz o que nenhum outro assessor, gerente de banco, vai fazer por você.

É só você se perguntar, alguém te perguntou se você está sendo impactado por essa lei? Alguém te ofereceu alguma ajuda para como pagar menos imposto dentro dessa lei? E aí você vai encontrar a resposta.

O contador está muito preocupado em emitir a nota fiscal. E o contador que emite a nota fiscal não quer fazer o do caixa. Então, ele nunca vai integrar isso aí. Muito raro. Nunca vi alguém fazendo isso bem feito. O gerente do banco, o assessor da corretora, está muito preocupado em bater as metas que ele tem ali. Ninguém está preocupado em olhar a sua vida financeira como um todo.

E se você quer alguém olhando a sua vida financeira de uma maneira integral, de uma maneira completa, você precisa conhecer a Medify. É uma consultoria financeira exclusiva para médicos, é uma consultoria CVM regulada. Hoje é a maior consultoria exclusiva para médicos do Brasil. Consultoria nichada no Brasil é a maior de todas, inclusive. E o que a gente traz aqui para o médico não tem comparação. Então, se você está assistindo aqui, vai ter um QR Code.

Você vai escanear e agora escalar o QR Code e agendar uma consultoria estratégica. Ou então na descrição do vídeo. É uma conversa com um consultor especialista em médicos. Ele vai entender o seu contexto, trazer insights valiosos para você já nessa primeira conversa, fazer uma análise dos seus investimentos, da sua estrutura financeira ali por alto.

e vai apresentar ali sugestões que você pode tomar de ações imediatas para otimizar. Ao final, ele apresenta como a Medify pode te ajudar e vai te ajudar e faz muito sentido para todos os médicos. Então, clique no link agora ou escaneie o QR Code e agende a sua consultoria estratégica. Vinícius, muito obrigado, muito legal te ter aqui. A conversa não é uma conversa muito agradável, mas é uma conversa necessária, né?

A conversa foi ótima. Se eu conseguir ajudar algum colega médico a pagar menos imposto, eu estou feliz. E o médico tem que entender que hoje ele é o alvo. Não tem como ele fugir dessa realidade. Cabe a ele tomar uma atitude. A Medify é praticamente a guardiã do médico nesse cenário que ninguém defende o médico. Legal, gente. Continuem acompanhando o podcast e te espero semana que vem no próximo episódio.

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