10 de Julho de 2026 - Entre o Barulho da Sexta e o Desejo de um Amor Verdadeiro
A sexta-feira trouxe mais um capítulo do meu audioblog.
Compartilho um pouco da rotina de um dia comum: a aula presencial na Avenida Paulista, a natação, o trabalho na rádio, o almoço com minha mãe e os cuidados com o Tufão, meu Labrador de quase 14 anos, que continua sua luta contra o câncer com muito amor e dignidade.
Também reflito sobre os caminhos que a vida me fez percorrer. Recordo antigos relacionamentos, os erros, os aprendizados e a compreensão de que nem toda história construída apenas pela paixão ou pelo desejo é capaz de preencher o coração.
Falo sobre o valor da fidelidade, do compromisso, da paz e da construção de uma vida a dois. Reafirmo que continuo acreditando que o amor verdadeiro vale muito mais do que relações superficiais ou encontros passageiros.
Compartilho ainda minhas impressões sobre conhecer pessoas novas, a importância das conversas simples do cotidiano e a esperança de que, entre os mais de oito bilhões de habitantes deste planeta, exista alguém que deseje viver os mesmos valores e o mesmo propósito que eu.
No fim, deixo também um recado importante: respeito todas as pessoas, mas não respondo mensagens com conteúdo íntimo. O que busco é conexão, respeito, amizade, carinho e, quem sabe um dia, um amor verdadeiro.
Este episódio é, acima de tudo, um convite para refletirmos sobre aquilo que realmente permanece quando o silêncio chega e a noite cai.
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Que Deus abençoe sua vida!
— Fabio Tadeu🎙️ Podcast do Fabio
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Fabio Tadeu
- Imediatismo em RelacionamentosAmor verdadeiro vs. relações superficiais · Fidelidade e compromisso · Busca por conexão e paz · Experiências passadas
- Expectativas e realidades em relacionamentosDesejo de um amor verdadeiro · Valores compartilhados · Rejeição à putaria e encontros passageiros · Busca por futuro e compromisso
- Rotina diária e obrigaçõesCachorro Tufão · Aula presencial na Paulista · Aula de natação · Almoço com a mãe · Academia
- A importância das decisões e bifurcações na vidaFoco nos próprios objetivos · Não atrapalhar a vida alheia · A importância dos valores pessoais · A busca por um propósito
- Ex-parceiros e relacionamentos passadosNamoro com Diógenes · Namoro com Ivanildo (Ivan) · Relacionamento com Toshi (Japa) · Traição e aprendizados
- O Papel da Fé e EspiritualidadeBusca pelo reino de Deus · Confiança em Deus · Amor puro e verdadeiro
- Saudade do fim de semanaSaídas para baladas · Preferência por momentos a dois · O vazio após prazeres passageiros
E aí chegamos na sexta, sextamos, ou como dizem os jovenzinhos do dia de hoje, sextou, hashtag sextou. Cada vez mais tecnológico isso, né? Muito boa noite, chegamos sexta-feira, 10 de julho de 2026. Já estamos indo para 2027, gente, o tempo passa. Quanto tá aqui? 15, 14 graus, 14 graus aqui dentro. Ou melhor, 14 graus lá fora. Aqui dentro estamos com 19 graus. Tá frio hoje, tá mais frio que ontem, mas tudo bem. Chegamos na sexta-feira.
Como vocês estão? Tudo bem? Eu espero que sim. Cheguei, boa noite, vamos lá! Muito bem, muito bem. E aí, bom, hoje é sexta-feira, é o Dia Internacional das Baladas. Quer dizer, para quem gosta de balada, hoje é dia de balada, né? Eu nunca, aliás, eu nunca fui de balada, gente, nem quando eu era assim adolescente. Eu ia muito nas baladas quando eu namorei, a época o Diógenes, que a gente ia muito em balada, mas a gente ia nas matinês, assim, era domingo de tarde, domingo de tarde, para depois fazer o tinha que fazer.
Enfim, a gente tinha, na verdade, hoje que eu percebo que era mais, era mais um momento assim de, como é que eu vou dizer, era um namoro meio que de putaria, né, a dois, a dois. Mas era, mas era, eu era o ativo dele, ele era meu passivo, pronto e ponto. Eita, que esquisito! Agora que eu vejo, quando a gente envelhece que a gente percebe. A gente mais saía para fazer sexo do que para curtir a noite, ou sei lá, para fazer coisas de casal.
É uma coisa estranha. Mas como eu falo, sempre falo isso, até baseado no amor de Deus, a gente tem que fazer quando tá consensual. Não importa a pessoa que tá com a gente, se a pessoa está com a gente e a pessoa gosta da gente, a gente gosta da pessoa, muito que bem, a gente aceita tudo isso. E enfim, é algo a dois, e tudo que é combinado não é destratado. Mas que era esquisito, era. Acho que dos namorados que eu tive, esse foi o mais, né, mais estranho.
Mais estranho no sentido de a gente sair, ao invés de fazer alguma coisa, a gente ia Transar, que absurdo, né? Agora que eu, agora que eu me liguei.
Que seja mais esse dia, todos de amor e alegria. Que seja mais esse dia, todos de amor, de amor, de amor e alegria. Que seja mais esse dia todo de amor e alegria.
Que seja mais esse dia todo de amor, de amor, de amor e alegria. Muito bem, que seja mais esse dia, vai. Vamos falar de coisas que têm que ser ditas, e aí sim. Até porque senão vai ser outro dia que eu vou ficar falando de sentimento, que absurdo. Mas vamos lá, hoje é sexta-feira, sextamos, e nesta sexta-feira o que fizemos? Começamos cedo o dia, bem cedo inclusive, era 5:25 mais ou menos quando o Tufão precisou fazer xixi. E aí não tem jeito, eu tenho que acordar e tenho que levar ele fazer xixi.
Para quem não sabe, meu cachorro tem quase 14 anos de vida e graças a Deus tá bem cuidadinho. Tem câncer de fígado, tá cuidado, tá tratado, tá bem. E eu peço sempre a Deus que o dia que ele tiver que ir embora, que vá embora sem dor, de preferência. Afinal de contas, é uma criaturinha tão pequena que não merece sofrer, não merece. Aliás, ninguém merece, mas o cachorro ou gato, enfim, o nosso animalzinho de estimação, é chato ver isso.
Mas um Labrador Retriever, ele viveu bem, tá vivendo bem. E vai ter todas as regalias até o fim, se Deus quiser. Mas vamos lá, ele teve que fazer xixi. E aí depois, depois mais ou menos, não, aí eu voltei para cama, dormi mais nem meia hora, que quando deu 5 para 6 eu já acordei em definitivo. E aí fui tomar banho, fui me arrumar. Hoje eu tive que fazer aula presencial, então tive que ir lá na região da Avenida Paulista, não teve jeito.
Mas tudo bem, valeu, tudo certinho. Ontem que era o problema, ontem foi feriado aqui em São Paulo, então aí eles fecham a Paulista, né, eles fecham a Paulista, tudo e tal, e blá blá blá blá. E aí, e aí hoje eu fui lá ministrar aula para o povo, voltei, não voltei, comecei a aula 8:15 8:15, era 8:20 mais ou menos. E depois, e depois voltei, voltei, era o quê? Acho que era 11 e pouquinho. Hoje o trânsito tava bem tranquilo, hoje até que o trânsito tava bom.
Sexta-feira é bom, é que ontem foi feriado aqui em São Paulo, o povo deve ter viajado, e enfim, tava aí bagunçado e tal. E é isso. Então eu fui tranquilo e feliz para casa, voltei aqui para casa e pude ir para minha aula de natação. Aliás, fui para aula de natação meio-dia e 10. Começou a aula meio-dia e 10. Como eu já falei, lá na academia número 1 tem aula de natação assim de hora em hora, de hora em hora, desde manhãzinha Desde de manhã e vai até o fim, até a última hora da academia do dia.
E aí meio-dia e 10 começou efetivamente a aula, porque da meio-dia a meio-dia e 10 é o tempo de descanso, de aproveitar, vamos dizer, a piscina. E meio-dia e 10 começamos, fomos até a 1, saí de lá, voltei para minha casita linda e maravilhosa. E almocei com minha mãe, como de costume. A gente sempre almoça juntos, graças a Deus. E o Tufãozão também, Tufão, meu cachorro também. E depois fui lá na Drops. Aliás, à tarde eu tô indo na Drops todo dia, agora que eu tô percebendo.
Vou mudar meu horário do programa para de tarde, aí eu faço ao vivo, aí vai ser legal, aí vai ser Show de bola, muito bem, muito bem. E que mais? E saindo de lá, fui na academia número 3 hoje. Como assim academia número 3? É que academia número 2, aquela que tá lá no shopping, ela garante, ela me dá a possibilidade de eu poder usar com a minha matrícula, eu posso usar a academia número 2 e essa número 3, que é da mesma rede. Então eles permitem.
E então eu fui para testar, fazia muito tempo que eu não ia lá. E lá, aliás, tem uma, tem uma mulher lá muito interessante, já é uma senhora, já deve ter uns 40 e tantos anos, ou como diria Chiquinha, 40 e todos. Mas é assim, achei ela interessante. Não sei o nome, achei ela realmente interessante. E para variar, percebi que tem um rapaz também da recepção que é muito interessante também. Aliás, eu e as recepções, né? Que absurdo!
Como eu falo, falei ontem, eu sou o titular da síndrome do dedo podre. O menino da recepção, eu até já pesquei o nome, é Renato, o Renato da recepção. E enfim, um gatinho, bem gatinho. Aliás, conversamos, trocamos ideia, falamos e tal e tal e tal. Mas não, nada, nada. Aliás, é melhor deixar isso registrado porque eu não sei quem ouve aqui. Nada de sexo, de putaria, nada disso. Falávamos só de coisas do dia a dia, do cotidiano, e ele já me falou alguns detalhes da vida particular dele.
Enfim, foi interessante, foi legal. Academia número 3, muito interessante. E aí voltei para minha casita linda e maravilhosa, jantei com minha mãe e estou aqui agora no quarto fazendo este episódio de Meu Deus, da noite de Meu Deus, para que vocês tenham também ciência e eu possa deixar registrado aqui mais um dia, mais uma vez. Bom, tecnicamente foi isso hoje. O Renato que me chamou mais atenção lá na academia número 3. Academia número 1 é da natação, academia número 2 dos exercícios e tal, e do Maurão, meu querido amigo e personal trainer.
E academia número 3 é a academia que eu vou muito eventualmente. Hoje eu fui de alegre, de besta, de idiota, e pude perceber que, enfim, que o Renato é bem interessante, bem interessante, por sinal. É isso, tecnicamente acho que a primeira parte do dia foi isso aí, tecnicamente só isso mesmo.
Eu sinto, esta noite vai ser boa noite, esta noite vai ser boa noite, esta noite vai ser boa, boa noite. Esta noche va a ser buena noche, esta noche va a ser buena noche, esta noche va a ser buena, buena noche. Presiento, esta noche va a ser buena noche, esta noche va a ser buena noche. Esta noche va a ser buena, buena noche. Me siento. Esta noche va a ser buena noche. Esta noche va a ser buena noche. Esta noche va a ser buena, buena noche. Me siento.
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I feel stressed out, I won't let it go.
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Let's burn the roof and then we'll do it again.
Let's do it, let's do it, let's do it, let's do it and do it and do it. Let's leave it off it. Do it and do it and do it, do it, do it. Let's do it, let's do it, let's do it. Yo siento esta noche va a ser buena noche, esta noche va a ser buena noche, esta noche va a ser buena, buena noche. Presiento esta noche va a ser buena noche, esta noche va a ser buena noche. Esta noche va a ser buena, buena noche.
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And then we'll do it again. Let's do it. Let's do it.
Let's do it.
Let's do it. And do it. And do it.
Let's live it up. And do it.
Do it. And do it. Do it.
Do it.
Do it.
Do it. Let's do it. Let's do it.
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Monday, Tuesday, Wednesday, Thursday, Friday, Saturday, Saturday to Sunday. Kick it, kick it, kick it, kick it with us, you know what we say, say. Yo siento esta noche va a ser buena noche, esta noche va a ser buena noche, esta noche va a ser buena, buena noche. Yo siento esta noche va a ser buena noche.
Toda noite é boa noite quando a gente tem um objetivo a traçar, né? Isso que é legal. E realmente eu sou da seguinte opinião: a gente, a gente faz boa noite e bom dia também, né? Bom, mas enfim, vamos lá. Eu tava pensando enquanto tocava a música, sexta-feira à noite eu sempre gostava, quando namorava, gostava de sair para o cinema, jantar fora, enfim, terminar a noite, lógico, fazendo o que tem que ser feito a 2 e não a 10. E que mais?
E aí junto, a gente junto Enfim, e aí dormir junto, se for o caso. Não sei se não dá, tal. Enfim, ao longo do tempo foi assim que eu vivenciei as noites de sexta quando namorava. Nossa, sempre foi assim interessante. Eu sempre preferia a 2 do que a 10, sei lá, passar uma noite de sexta juntos. Abraçadinhos, agarradinhos vendo TV, sei lá, dormir juntinho de conchinha. Conchinha não, né? Conchão. Como assim conchão? É que eu tenho 1,98m de altura, então não dá para fazer conchinha.
Conchinha é pequenininho. Que nem, por exemplo, eu vou dormir abraçado com o Gabriel, por exemplo, dormir com o Gabriel abraçadinho e tal, e não dá, não ia dar para fazer conchinha, com o chão mesmo dormir. Enfim, eu atolado nele ia ser bem interessante, mas isso é um outro papo, porque afinal de contas é sexta-feira, e sexta-feira é aquele dia tranquilo de sempre, né? Depois de um dia pesado é um dia de descanso. Já que eu não tenho namorado e nem namorada, eu tenho direito de descansar.
E assim é, e assim será. Bom, vida que segue, né? Vida que segue. Mas eu sempre fui muito da paz, eu sempre fui de igreja, tal, sempre fui. Aliás, eu sempre fui muito nerd. Mas sabe que eu não me arrependo de ser nerd? Não me arrependo, juro, não me arrependo. Por que eu não me arrependo de ser nerd? Porque graças a Deus, louvado seja Deus, graças a Deus eu sempre soube o que eu quis e o que eu quero viver na vida. Eu nunca fui de estragar a vida de ninguém, nunca, mas de jeito nenhum.
Então assim, eu sempre fui focado na minha, sempre fui direcionado no meu caminho e sempre fui guiando a minha estrada naquilo que eu sabia. Nunca fui de atrapalhar a vida de ninguém. E enfim, aliás, me lembrei agora de um dos meninos lá do mercado, não do menino que eu cheguei na época para ele, que assim, a gente tava se olhando e tal, e enfim, no mercado. Isso há muito tempo, há muito tempo a gente tava se olhando, se vendo, enfim, e se curtindo.
E de repente cheguei nele e falei, nossa, tô a fim, muito a fim de te conhecer melhor. E aí eu lembro, nossa, eu lembro que ainda falei na maior cara de pau, falei, nossa, adoraria conhecer seu bumbum por dentro. E ele falou, nossa, quer conhecer? É só marcar, a gente vai. E enfim, e aconteceu, e aconteceu. Eita, nós! Às vezes eu lembro de cada coisa que só por Deus, mas nunca numa sexta à noite. Isso que foi mais legal. Eu sempre fui um nerd chato nesse sentido e sempre tive mais a oferecer do que 23 centímetros de carne, se é que eu me fiz entender.
Então a vida é A vida é assim. Enfim, sei lá, eu não sei muito o que dizer não. Ontem e hoje foram dois dias meio sem chão, meio sem muito o que falar, só lembrando de coisas. Que nem agora, lembrei de, lembrei da minha época de namoro. Não namoro sério desde 2012, quando terminei com o Ivan. Daí para frente ficamos, né, naquela história, aquela velha história. Aí teve o meu querido e eterno Japa, o Toshi, que morreu. E aí a vida continuou.
Também tem que contar o Toshi, Deus o tenha, que ele esteja lá em cima torcendo pela minha alegria, pelo meu sucesso também, pela minha felicidade. E é isso, e é isso. Que mais? Só, basicamente só. E aí, e aí, acho que mais um dia, são dois dias. Eu tenho que vir todo dia? Tenho. Por que que eu tenho? Porque para o algoritmo das redes sociais entender que eu estou aqui, e que nem o podcast podcast lá, o index, o que tem aí dos podcasts do planeta, mostre para todos que eu tenho aqui, eu estou aqui diariamente, que eu fico diariamente, que eu estou diariamente.
E isso realmente aumentou o número de pessoas que passam por aqui. Agradeço de coração a todos. Não sei, não sei, não sei quem é que ouviu isso aqui. Adoraria, juro, juro, eu adoraria saber quem ouve isso aqui para eu poder direcionar melhor as ideias, que às vezes eu falo alguma coisa que não tem a ver e sei lá quem é que ouve. Ontem mesmo eu tava falando que eu abri para escrever lá o blog realmente escrito e apareceu um post que eu fiz em 2023 3 com o Danilo lá da farmácia.
Ele era gatinho, ele era até gostosinho, mas enfim, isso aí não passou disso. E aí que tá, por isso às vezes essa é a dúvida que bate lá no fundo da alma: quem será que tá ouvindo isso aqui? Quem será que, sei lá, que fica aqui comigo, que que me acompanha. Sei que eu tenho seguidores em todos os, as plataformas, né, as plataformas do podcast. Eu sei que eu tenho gente que me escuta e que me segue, mas eu gostaria muito, juro, gostaria muito de saber quem me segue.
Mas enfim, fazer o quê, né? Mais uma sexta-feira que tá no ar aí, que tá rolando Pro. It's a locomotive.
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Locomotive. Glória a Deus!
Locomia, marcha Ibiza, locomia, locomia, que te vale culpa nem nada em tudo, mas é que vale tudo. Porque locomia que te vale culpa, na manica subiu culpa, já decidiu quem dá. Locomia que te pare com o vento, me queda um pouco aqui. Locomia que te pare com o abanico sobre o cofre, já decidi quem dá.
Abanico, locomia. Abanico, locomia. Abanico sobre o cofre.
Muito bem. E aí assim, aí que eu penso, como é que o povo pode, né, numa sexta à noite ir para balada? Bom, tem quem goste. Eu queria só assim, juro, agora eu queria realmente entender a mim mesmo. Por que a mim mesmo? Porque que nem hoje eu não tenho muito o que dizer, mas eu tenho muito o que pensar, pensar até sentimentalmente falando. Porque, sei lá, o sentimento é uma coisa que bate no fundo da alma. E é que nem agora, agora eu lembrei da época que eu saía de sexta à noite quando eu namorava.
Isso lá em 2002, quando eu namorei o Ivan. O Ivan não, desculpa, o Diógenes. Que a gente saía de sexta à noite para ir para as baladas e nunca íamos nas baladas. A gente sempre fazia o que não tinha que fazer fora das baladas. Fazer o quê? Fazer o quê? Foram-se os tempos. E acho que de rotina mesmo, acho que era o Ivan. O Ivan era o único que, na verdade, o nome dele é Ivanildo, mas a gente chamava ele de Ivan. Eu falo a gente porque era eu e meus amigos, minhas amigas, meus amigos, enfim.
Sempre chamaram ele, aliás, ele mesmo se chamava Diva. E acho que ele era o único da rotina. Tranquilo, a gente fazia sempre a mesma coisa. O Fábio, meu primeiro namorado, também foi da rotina, mas aí ele, enfim, foi para um outro caminho, me traiu na ocasião. Depois, lá na frente, veio falar que, ah, se eu tivesse ficado com você, se tivesse entendido, se eu tivesse percebido que você queria coisa séria, blá blá blá blá. Mas aí já era tarde.
Ex é ex, lamentavelmente ex é ex. Então assim, se eu namorar alguém e esse alguém virar ex, é ex, acabou. Não tem, não tem porque voltar. Ah, mas puxa, dá uma chance. Não, não, aí é que tá, não tem chance. Não tem aquela coisa, ah, vai e volta, aquela coisa assim. Solta, se a pessoa quer ir embora, solta a pessoa, deixa ela ir embora. Se ela voltar é porque ela gostava de você. A puta que o pariu! Porque se a pessoa foi embora, se ela voltar é porque ninguém suporta essa peste.
Então não vai voltar. Se foi embora é uma vez só. Eu sou muito de boa com isso. Como eu falei outro dia aqui no podcast mesmo, se a gente tem no mundo, no mundo, 8 bilhões de pessoas 8 bilhões de pessoas estão dentro desse mundão de meu Deus. Ou como diriam os irmãos espíritas, eles dizem: nós temos 8 milhões de encarnados, 8 bilhões de encarnados na vida hoje em dia aqui na Terra. Então é muita pretensão a gente querer só uma pessoa, né?
Aquela coisa assim: eu quero você, vai ser você e só você e mais ninguém. Você é idiota. Isso é ridículo, isso é idiota, isso é o fim do mundo, é o fim da picada. Mas tudo bem, tudo bem, isso acontece. O que fazer desta vida? O que pensar? Como viver? Como fazer acontecer, né? Assim, é estranho, é um tanto estranho. Lógico que é, porque assim sei lá, com tanto, com tanta gente, o povo às vezes fica batendo na mesma tecla. Que nem eu não consegui ainda encontrar ninguém que gostasse da rotina, vamos chamar assim.
Ou talvez até encontrei, como falei, o Ivan gostava da rotina. Só que o Ivan, vamos combinar, o Ivan Não deu certo. É uma coisa que não deu certo porque ele ia me trair com um cara. Me lembro até hoje, o primeiro nome dele era Herbert. Herbert, e o sobrenome não interessa. Mas, mas a vida é assim. Esta é a vida, e assim aconteceu. Fazer o quê, né? Acho hoje só mesmo ficar aqui falando de sentimento, como de costume. Sempre à noite é o momento do sentimento.
Que coisa! Isso não é certo, mas tá bom, vai, é o que tem para hoje. Fazer o quê?
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Que coisa, né? Não tá muito certo não, mas tá bom. Tá ruim, mas tá bom, vai. Deus sabe o que faz e eu acabo sempre, bom, aliás assim, eu ia dizer, eu acabo sempre falando de sentimento, mas vamos combinar, esse podcast aqui é um audioblog. Se é um audioblog, nada mais justo do que falar de sentimento, nada mais justo que falar da minha vida. É o mínimo, é o mínimo do mínimo do mínimo que eu posso falar. Não tenho o que dizer, não tenho o que dizer.
Jesus, o que eu tenho que dizer é que eu assim, eu sigo sabendo o que eu quero viver na minha vida e é difícil. Não sei se é bom, como diz o ChatGPT, é difícil porque eu acabo querendo mais, né, querendo além, querendo algo pesado, vamos chamar assim, que infelizmente as pessoas hoje em dia querem mais é curtir, viver e vida que segue. E não é assim, não é assim, senhor. Bom, o que que eu posso dizer? Eu posso dizer que assim é sentimento, não adianta.
Esse blog aqui, esse audioblog, é sentimento. É questão mais pura, mais simples, mais tranquila, mais, sei lá, mais normal de ser aquilo que é. É sentimento, é minha vida, é o meu dia a dia, minha vida, o meu caminho que tá aí. Sou eu que tô vivendo e é o meu caminho que eu tô apresentando aqui. Que nem quando eu falo de gostar, eu falo e continuo dizendo, eu não tô, eu não vou sair para trepar com ninguém, sabe? Tipo, vamos sair, vamos trepar.
Não, não. Desde que eu me pus, aspas, sério, sério no sentido de ser realmente sério, de realmente estar sério, de realmente tá bem. Eu tô bem comigo mesmo no sentido de assim, eu quero algo que realmente me dê futuro. Não precisa ser necessariamente eu vou sair para trepar, não. Posso conhecer a pessoa, que nem tem, aliás, tem um que me mandava mensagem direto até o fim do ano passado, quando eu tive que dizer abertamente para ele.
Aí eu não vou dar nome aqui porque eu não sei se ele ouve isso aqui, mas eu disse abertamente: não adianta ficar me mandando mensagem. Por quê? Porque não vai rolar putaria com você. Por que não? Primeiro, porque eu não tô atrás de putaria. Segundo, porque você não faz o meu tipo. Terceiro, porque cada um tem um gosto. Quarto, porque eu não seria ativo para você, nem passivo, nem nada. Quinto, porque você não tem, bom, deixa, não tem a estrutura que eu procuro numa pessoa.
Ah, mas aí você pode falar, você não começaria algo pelo sexo e depois iria vendo se cola? Sai uma vez, trepa e tal, como já vê. Aliás, esta é uma pergunta que eu recebo recorrente, recorrente. Tem várias pessoas que mandam ou no WhatsApp do podcast ou nas mensagens particulares do Instagram do podcast. E eu vou repetir, eu vou dizer, vou repetir: eu não tô procurando putaria. Respeito quem gosta de putaria, tranquilo. Eu tô procurando assim, procuro valor, eu procuro dar valor a mim e valor a mim, ao meu valor mesmo.
Tô buscando o valor do meu valor, ou a ideia da minha ideia, ou a questão da minha questão. Nossa, chique, hein? Questão da minha questão. Mas é verdade, é verdade. Não adianta a gente ser besta e falar não, não, é isso mesmo, é isso mesmo, eu sei o que eu quero viver na minha vida, não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu. Mas posso sim procurar alguém que queira viver o mesmo, e é o que eu tô fazendo teimosamente, é verdade, mas eu tô fazendo.
Até porque, até sei lá, porque eu sei que meus valores são muito maiores do que qualquer besteira, qualquer coisa. Nada, nada vai ser maior do que os meus valores. E sei lá, acho que não vale a pena a putaria. Até porque falo isso, acho que toda sexta-feira ou quase toda sexta-feira, que assim, quando na época que eu saía, só muito tempo, para apenas ter uma noite de prazer, o vazio que vem depois dói. Dói, é um vazio que dói, é um vazio pesado, é um vazio, é um vazio que pesa mais do que o peso.
É muito chato, é um vazio existencial horrível, ainda mais para um canceriano. Lembro até de uma vez lá atrás no tempo, aliás, eu só falo isso de sexta-feira, impressionante, mas eu lembro uma vez lá atrás no tempo Eu conheci um cara lindo, lindo, perfeito, lindo. Na época, lá atrás no tempo, eu ia levá-lo, a gente ia para um drive-in para se conhecer melhor, e claro, para eu comê-lo, tecnicamente falando. Mas assim, a gente se conheceu e tal, não rolou do sexo porque eu já estava com a cabeça meio, meio a contragosto, vamos dizer assim, da putaria, porque eu não queria mais sofrer.
Sofrer no sentido mais existencial. E acabou acontecendo, acabou, a gente acabou fazendo sexo na terceira vez, no terceiro encontro que a gente teve. E aí depois eu percebi que não era isso, eu percebi que eu tava dando muita importância a quem não me dava importância. Ele queria só sair comigo por conta da minha, do meu pedaço de carne que eu poderia oferecer. E não é assim, e não é assim. Aí que eu vi no terceiro encontro, quando eu percebi que ele queria só, queria só curtir a vida, eu entendi.
Aí eu entendi por A mais B, entendi realmente que eu sabia sabia o que eu queria, eu sabia que era o que era, o que era que eu buscava, o que eu tinha certeza que eu buscava. E enfim, até posso, aliás, eu deixo isso aqui aberto para o planeta inteiro. Eu saí com uma galera assim, eu até saí com uma galera, nossa Nossa Senhora. Sim, Deus me defenda, que Deus— quem me segurou foi Deus com seu amor de pai, que me fez perceber no vazio, ele fez eu perceber a importância que é ter alguém para eu poder ligar e falar: está bem, te amo, te quero. Enfim, aí sim, não, não para ficar, enfim, naquela coisa Ah, tá sem fazer nada?
Tô.
Quer dar para mim? Quero. Ah, então vem aqui em casa, eu vou te comer. Ah, vai para o inferno! Não vou comer ninguém não, não é assim que funciona. Já falei outro dia e vou repetir: fisiologicamente falando, eu sei exatamente como me satisfazer sem precisar buscar ninguém. Fato. E Deus Deus não quer essa putaria. Deus gosta do amor puro, do amor verdadeiro. É isso que conta mais, é assim que vale, é assim que caminha o ser humano.
Já sei namorar, já sei beijar de língua, agora só me resta sonhar. Já sei onde ir, já sei onde ficar, agora só me falta sair. Não tenho paciência pra televisão, eu não sou audiência para solidão. Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo.
E todo mundo me quer bem.
Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo, e todo mundo é meu também.
É meu também, é meu também, é meu também.
Já sei namorar, já sei chutar Bora agora, só me falta ganhar. Não tenho juiz, se você quer a vida em jogo, eu quero é ser feliz. Não tenho paciência pra televisão e não sou audiência para solidão.
Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo me quer bem.
Eu sou de ninguém, Eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também. Vou te querendo como ninguém, vou te querendo quando eu quiser. Vou te querendo como eu te quero, vou te querendo como se quero. Não tenho paciência pra televisão e não sou audiência para solidão.
Eu sou de Eu sou de todo mundo e todo mundo me quer bem.
Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também. Tô te querendo como eu te quero, tô te querendo como se eu esquecer.
Tô te querendo como eu te quero, tô te querendo como se eu esquecer.
Vamos combinar, essa música quem cantou foi a Laura Pausini, e essa música para mim é o hino da balada, porque na balada eu sou de aquela coisa: eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo, e todo mundo é meu também. E aí as doenças estão rolando por aí, Aí a pessoa diz, ah, eu não tenho sorte. Não é que não tem sorte, é que faz merda. Quem faz merda, a natureza cobra. Não tem como, a natureza tem que cobrar. Então essa é a vida. Então assim, eu sou da rotina, então assim, não tenho, nunca tive problema nenhum de falar isso.
Então assim, eu não sou de balada, nunca fui de balada. E enfim, eu sempre gostei de coisas mais tradicionais, se é que eu posso falar assim, mesmo porque eu sou de alguém, eu não sou de todo mundo, e nem todo mundo é meu também. Então assim, eu tô procurando uma pessoa para ser minha e vice-versa. Não sou, eu não sou advogado, professor de direito, radialista, teólogo, pastor à toa. Eu sou porque realmente eu tenho valores e os meus valores estão acima de tudo e de qualquer coisa.
Buscar primeiro o reino de Deus. Então, primeiro Deus. Com Deus a gente vai para frente. Com Deus a vida passada passou, a vida passada passou. Eu aqui para frente, o hoje para frente Conta e conta muito e conta bastante e conta para sempre. É isso que é legal, é isso que vale a pena, é assim que funciona a vida. Então assim, eu sei bem o que eu quero viver na minha vida. Eu não tô para putaria. A putaria, se for para acontecer, a dois, consensual, quando namora, quando você tem alguém fixo, firme, que realmente você vê que tem visão de futuro, que busca, vamos dizer assim, tá no mesmo caminho que você.
Ah, mas você vai sair já querendo casar com o cara logo de primeira? Não, mas não tô saindo para ir lá comer o cara logo de primeira. Eis a questão, não é assim que funciona. Aliás, nunca funcionou assim, embora tivesse vivido isso algumas vezes, mas não é assim que funciona. Não é assim que caminha a vida. Presta atenção nessa letra.
Credimi e vedrai, confia in me. Odio sentirmi scricchiando che volo. Non mi pensare indipendente tra le onde. Credimi, se puoi. E pedi, perché pare di amare solo ancora a me. Qui, grande spazio con noi, ci sono gli affetti che ormai non si chiudono più, c'è il bisogno di vivere. Vivimi senza paura, che sia una vita o che sia un'ora. Non lasciare libero, disperso questo mio spazio nel sofferto. Ti prego, vivimi senza vergogna, anche se hai tutto il mondo contro.
Lascia l'apparenza e prendi il senso. Muito estancado, né? Credimi, perché Vivimi senza paura, che sia una vita, che sia un'ora. Non lasciarmi libero, disperso, più sono smarrito e sopporto. Ti prego, vivimi senza vergogna, anche se hai tutto il mondo contro. Lascia l'apparenza, prendi il senso. Tudo aquilo que eu cuido é em tu, é perto em mim. Na fantasia, vi atesos em jornos de ilimitada joia. Ai, preso em mim, sei la regina e ninguém me põe É bem por aí.
Aliás, essa música é minha minha história de vida em qualquer dos ritmos. Nossa, qualquer dos ritmos, o jeito que quiser tocar essa música pode tocar, que é a letra diz exatamente a minha história. Aliás, eu cantaria essa música hoje, se fosse nos dias de hoje, talvez para o Gabriel lá do Carrefour. Esse eu cantaria, essa eu cantaria. Mas que nem uma coisa que eu falo sempre, para a gente encerrar hoje, Uma coisa que eu falo sempre é assim, cada um tem um momento da vida.
Eu assim, eu tô no momento que eu já estive nesse momento, saí um tantinho só da curva desse momento e já voltei para a mesma reta.
Qual?
Eu quero viver uma história a dois, eu não quero a 10, nem a 15, nem a 20, nem a putaria nenhuma. Eu quero alguém para dividir a vida comigo. Momentos bons, momentos ruins, enfim, para viver mesmo, para poder chamar de meu, de minha, enfim que seja, e vice-versa, que a pessoa tem em mim alguém que possa contar, enfim, visão de futuro, fidelidade e tal. É assim que funciona. Então assim, eu tô nessa fase. Tem gente que tá na fase de curtir, curtição e tal.
Aliás, eu nunca tive essa fase, mas respeito, cada um tem a sua fase. E o importante, a parte mais legal, é que o ser humano deveria entender isso. Por isso que eu falo, em 8 bilhões de pessoas no mundo, você vai encontrar alguém uma hora que você gosta, ou que você goste, e a pessoa goste de você também, para um gostar do outro, outro gostar do um, e os dois juntos construírem uma única história a dois. Aí vai para frente, aí funciona.
Está na hora de dizer tchau, foi muito bom estar aqui com você. Vocês. Está na hora de dizer tchau. Foi legal, foi muito bom, foi um prazer. Foi legal, foi muito bom, foi um prazer. Foi legal!
Foi legal!
Atenção! Foi legal brincar com vocês, não faz mal. Se o show acabou, põe sua carinha sorrindo pra nós, pois aqui a gente vai se ver outra vez!
Muito bem, muito bem, é assim que funciona. Hoje acho que eu já falei tudo que eu tinha que falar. Aliás, acho não, já falei mesmo tudo que eu tinha que falar. Só faltou dizer aquela frase tradicional de sempre que vocês estão cansados de me ouvir falar, e também de escrever, que eu também escrevo isso aí sempre, que é: eu sei bem o que eu quero viver na minha vida. Eu não posso exigir jamais que ninguém queira viver o mesmo que eu, mas posso procurar alguém que queira viver o mesmo que eu.
Muito bem. Detalhe: não estou procurando fotografia de gente pelada. Não procuro foto de bunda e nem de outras partes, só para deixar isso claro, que eu tô recebendo algumas mensagens diretas assim, já, já é nude, é nude de cara, e eu não procuro isso, só para deixar claro, ponto final. Não respondo quem manda nude. Se você só sabe mandar nude Perdão, não é aqui, não é nesse WhatsApp, não é no WhatsApp do podcast, tudo bem? Só para deixar bem claro.
E aí eu termino. Muito boa noite, obrigado pelo carinho, um sábado abençoado para todos nós, que venha aí o melhor de Deus nas nossas vidas. Beijo para todo mundo, especial para o meu crush, o Gabriel do Carrefour. Ele fofo demais, muito fofo. Ô carinha fofo, beijo para o Gabriel, se é que ele ouve isso, né? Vai saber. Já pensou se ele ouvisse isso? Que interessante. Ou não, vai saber. Boa noite a todos, um beijo a você que me acompanha, um beijo para o meu eterno crush, o Agnaldo, e para o Gabrielzinho lá do Carrefour, crush dos crushes.
E um abraço abraço por trás para quem curte, um abraço normal para quem curte também, e uma boa noite. E a gente se vê na próxima, se Deus quiser.