20 de Julho de 2026 - A Dor Me Parou. O Amor, Não.
Uma contratura na lombar me obrigou a parar. Pela primeira vez em muito tempo, fui forçado a descansar, refletir e enxergar que até a dor pode nos ensinar alguma coisa.
Neste episódio, eu abro completamente o coração.
🎙️ Você vai ouvir sobre:✅ A dor intensa que me afastou por alguns dias e como estou me recuperando;✅ Minha volta à natação, academia, Rádio Drops Jurídico e às atividades do dia a dia;✅ As missas de domingo e uma reflexão profunda sobre Deus, sofrimento e esperança;✅ O motivo pelo qual acredito que amar também é saber respeitar o tempo, a liberdade e a felicidade do outro;✅ As mensagens dos ouvintes que responderam às minhas histórias;✅ E, claro… o Gabrielzinho do Carrefour. ❤️
Mais do que falar sobre um crush, este episódio fala sobre maturidade, respeito, liberdade, escolhas e sobre aprender que ninguém pertence a ninguém.
Falo também sobre por que nunca invadiria o ambiente de trabalho de alguém de quem gosto, por que continuo acreditando no amor verdadeiro e por que a felicidade começa dentro de nós.
Se você já sofreu…Se já amou em silêncio…Se já precisou recomeçar…Ou simplesmente gosta de acompanhar minha rotina e minhas reflexões…
Este episódio é para você.
🎧 Ouça agora:👉 https://taggo.one/podcastdofabio
Obrigado por caminhar comigo, por cada mensagem enviada, por cada palavra de carinho e por transformar este audioblog em uma grande conversa entre amigos.
Nos encontramos no próximo episódio.
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Fábio
- Gabrielzinho do CarrefourGabrielzinho do Carrefour · Atração e admiração · Respeito ao trabalho · Desejo de relacionamento
- Respeito e alteridade nas relaçõesRespeitar o tempo do outro · Liberdade individual · Felicidade própria · Amor verdadeiro
- Contratura Lombar e RecuperaçãoDor intensa na lombar · Repouso forçado · Tratamento médico · Retorno às atividades físicas
- O amor como sentido da vidaValor próprio · Felicidade alheia · Respeito à individualidade
- Fé e EsperançaMissas de domingo · Deus e o sofrimento · Gratidão pela dor
- Críticas e sincericídios dos ouvintesMensagens de ouvintes · Críticas ao conteúdo · Podcast como blog pessoal
- Carreira e Trajetória no DireitoDrops Jurídico · Natação · Academia
Muito bem, muito bem, muito boa noite. Tô chegando depois de uma breve pausa. Por que breve pausa? Porque sábado foi um dia que eu passei o dia inteiro na cama. Nossa, foi difícil. Daqui a pouco nós vamos falar disso. Estamos chegando numa segunda-feira, segunda-feira, 20 de julho, o Dia do Amigo, o Dia do Amigo. 19 graus lá fora, 22 graus aqui dentro, São Paulo. Boa noite, tô chegando e vamos falar, vamos conversar. Segunda-feira no ar, boa noite.
Muito bem, sejam muito bem-vindos ao nosso podcast. Como é que vocês estão? Tudo bem? Eu espero que sim, gente. Primeiro tem que avisar que sábado último passado eu acabei tendo uma contratura. Contratura é nome difícil, mas é isso mesmo, uma contusão, não sei assim. Eu fui, fui para privada fazer o número 2 como qualquer um vai fazer o número 2. E na hora que eu levantei, que tava tudo certinho, ia tomar um banho depois e tal, ia não, fui, mas acabei me prendendo ali na hora de levantar, torci enfim a lombar.
E nossa senhora, que dor, que dor! Tive que tomar relaxante muscular. Aliás, fui ao médico, médico me receitou Relaxante muscular e um dipirona, e foi. E aí foi, foi legal porque não teve outro jeito, tive que passar por isso. E passei o sábado inteirinho na cama. Puts, que coisa, que coisa! Foi difícil, mas tudo bem. Doía a vida inteira, gente do céu. Ainda tô com dor, bem menos, bem menos. É a idade, a gente chega aos 99 e nossa, aí é realmente puxado.
Putsgrilo, doeu, doeu, doeu e doeu muito. Dormi o dia inteiro com relaxante muscular. Jesus, não vi o tufão, não vi minha mãe, não vi nada. Deitei e dormi. Graças a Deus minha mãe tá bem, tufão também tá bem dentro da da expectativa dele e tal, mas tá bem tratado. Então, por graça de Deus, deu tudo certo e deu para, enfim, cuidar e fazer direitinho. Enquanto foi, minha mãe fez o que tinha que fazer. E eu, nossa, o relaxante muscular, tudo, tudo que eu não parei ao longo Dizia eu, dizia eu, tudo que eu não parei, tudo que eu não parei ao longo dos dias, parei neste último fim de semana.
Aliás, desculpem meu microfone Acabou de terminar a bateria, eu esqueci de carregar microfone sem fio, que bem ou mal microfone sem fio tem bateria, e aí tem que carregar. Sorte que eu tenho outro aqui de emergência, mas tudo bem. Isso aqui é gravação ao vivo e é por isso que vocês estão ouvindo aí. Aí eu abri um microfone condensador que tem aqui no aparelhinho. Deixa eu ver se agora eu volto. Voltei, muito bem. Deixa eu diminuir esse aqui.
Aí assim, eu dizia, sábado foi um dia puxado a vida inteira. E ó, nem carreguei microfone no sábado, normalmente domingo eu carrego. Fui à igreja com uma dor do cão na lombar, Jesus. Mas Deus é maior, que hoje, por graça de Deus, eu acordei bem e nós pude fazer minhas coisas tranquilíssimo. Como de costume, segunda-feira é um dia que não tem tanta aula para ministrar. Isto significa, significa que eu tô de boa, em modo de dizer, porque eu tinha que preparar a aula e preparar material.
Então já preparei de manhã cedo e hoje eu pude ir para minha aula de natação. Fui tranquilo, feliz, contente, e graças a Deus deu tudo certo. Putz, é assim, a dor na lombar é muito ruim, é muito ruim. Eu não recomendo nem para o meu pior inimigo, eu não recomendo. É muito ruim, é muito ruim, é muito chato, é muito chato. Enfim, ainda tô com um pouquinho de dor. Mas é uma dor que dá para aguentar, uma dor tranquilinha. Hoje à noite eu tomo só mais um, mais um anti-inflamatório e tudo se resolve logo mais, se Deus quiser.
Bem, mas vamos lá. Fui para minha aula de natação como de costume. Aliás, domingo fui às missas, postei aqui no podcast para você que me acompanha no podcast. Tá aí à disposição, basta digitar T de tatuagem, GGO, tago.on de navio, tago.on/podcastdofabio. Lá tem tudo a meu respeito. Eu agradeço a todos vocês que me acompanham, que estão comigo, que mandam mensagem. Muito, muito obrigado. Ontem, além de tudo, para para atrapalhar, porque foi realmente para atrapalhar, não tem, não tem outra circunstância.
Vamos lá, ontem para atrapalhar ainda veio aqui em casa a prima da minha mãe. Tudo bem, a prima da minha mãe, ok, mas ela vem com o marido, marido ela chama de amigo, mas eles vivem juntos há mais de 20 anos. Então, e um não se desgruda do outro. Então não me venha com churumelas, é marido sim. É um cara chato a vida inteira, é aquele cara que sabe tudo, que entende tudo, que assim qualquer tema que você falar para ele, ele sabe, ele entende, só ele entende, só ele sabe.
Aff, que cara imbecil, que cara imbecil! É muito difícil, mas tudo bem. Eu precisava dormir, não podia porque eu tenho que respeitar por conta de minha mãe, né? Minha mãe é prima dela e tal, que eu sou suspeito. Eu simplesmente, eu falo que tem que falar. Mas para esse, para esse metido a Salomão, que é o Rei Salomão que sabia tudo, aí eu não tenho o que falar, não tenho o que falar. Tem só que lamentar, como eu lamento cada dia que ele aparece.
Deus me livre. Que aqui em casa sou eu e minha mãe, então não tem outro jeito, eu tenho que aguentar, não tem como. Nossa Senhora. Bom, e aí, aí esse domingo foi tranquilo, foi, foi modo geral, foi tranquilo. Vocês viram aí as missas que eu canto, que eu toco, que enfim, ontem era eu, ontem de manhã tava eu, a Tatiana Às 7:30 tava eu, a Tatiana e Chiquinho. Chiquinho toca violão, Tatiana ajuda a cantar como ela pode, e eu que toco e canto.
E 9 horas da manhã tava o Chiquinho, tava Tatiana, tava Dona Vera, tava mãe do Raul, o Raul que toca violão, o Gabriel que canta. Não é o Gabriel meu crush, tá? O Gabrielzinho meu crush é outro Gabriel. Esse aí é o Gabriel da igreja. O Gabriel da igreja, ele estava lá. E que mais? E aí lá estava ele. Enfim, e tava quem mais? Tava só, só o Luan e a Manuela não quiseram cantar, então não cantaram. Ficamos só nós. E depois, às 18 horas, às 18 horas tava eu e a Tatiana.
Só eu para tocar o teclado e cantar. Basta vocês ouvirem aí. E a Tatiana para cantar, só para ajudar a cantar como ela pode. E rezava eu ontem para minha dor, pela minha dor. Aliás, eu agradecia a Deus pela dor. Mas pode isso, Fábio? Claro que pode. A dor também é um jeito de nos aproximarmos de Deus, e isso que é legal. E é isso que é a parte bonita. E Deus sabe o que faz. E graças a Deus que Deus é Deus. Parece meio, sei lá, meio redundante, né, falar isso, mas é.
Deus é fantástico. Deus é fantástico. E hoje, como eu dizia de manhã, preparei algumas aulas que tinha que preparar, uns materiais de apoio, e fui à aula de natação. Era mais ou menos, mais ou menos 11 horas. Eu saí daqui de casa, era um pouquinho antes das 11, poucos minutos antes das 11, que eu entrei na aula das 11:10 e fiquei até meio-dia. Depois meio-dia saí, nem fiquei nos 50 minutos que pode, nos 10 minutos aliás que pode.
São 50 minutos de aula e 10 minutos para você descansar. Então é das 11:10 ao meio-dia e meio-dia ao meio-dia e 10 você pode ficar lá tranquilo, porque meio-dia e 10 começa outra aula. Você pode fazer Pode ficar, pode fazer outra aula sem problema nenhum. Você pode fazer quantas aulas quiser, mas tem que fazer. Você não pode ficar na piscina para descansar. Para descansar são 10 minutos. Então poderia ter ficado, mas hoje não fiquei.
Hoje meio-dia vim embora, vim almoçar em casa com mamãe. Com mamãe, muito bem. E depois, logo depois, eu saí, fui para Drops, precisava ir na Drops. Eu não fui esse fim de semana inteiro. E para quem não sabe, a Drops Jurídico é um complexo, vamos chamar assim, é uma rádio, é uma webrádio que eu fundei, que eu encabeço e que eu sou o CEO. E também tem agora o curso que vem aí, curso online para quem se prepara para OAB, concursos públicos, da Drops Jurídico também.
Mas isso é depois. E que mais? E aí estava eu feliz e contente lá na Drops quando me veio na cabeça o Gabrielzinho. Aí sim, o Gabrielzinho, meu crush, que eu tive a alegria de vê-lo depois de alguns dias. Eu vi ele hoje na hora que eu cheguei no Carrefour porque fui na academia número 2 fazer minhas aulas, fazer meus exercícios. Exercícios de aeróbico e cardio. E depois, aliás, a hora que eu cheguei, o Davi tava chegando na recepção.
Davi é bonitinho, Davi é interessante, realmente interessante, mas tem aí um empecilho grande. Qual? Ele trabalha em academia, então não me interessa. Quem tá em academia, desculpa, não me interessa, não me interessa. Quem gosta de corpo, é médico legista, é coveiro. E como vocês me ensinaram, os tanatopraxistas também gostam de corpos. Eu gosto de caráter, eu gosto de coração, eu gosto de sentimento, e eu gosto do Gabrielzinho lá do Carrefour, é muito fofo.
É isso aí. Como de costume, de segunda-feira eu vou, acabo indo no Carrefour, que eu tenho que fazer as compras. E aí aproveito e vou. Cheguei na hora que ele ia almoçar, ele tava indo para almoçar. Muito legal. E assim, ele me olhou muito fixo, eu olhei, não falei nada, fiquei sem palavras, só sorri. E enfim, aí ele foi almoçar, a menina me atendeu no caixa, e ainda falei para ela, nossa, o Gabrielzinho tava aí. Falei, nem falei boa noite para ele.
E deixei passar. Ainda falei para ela, fala para ele que eu peço desculpas, tal. E realmente ele é muito fofo, cara, ele é muito fofo. E aí vim para casa, saí do Carrefour, vim para casa. Ele é muito fofo, Gabrielzinho é fofo, ponto pacífico, ponto geral, ponto principal, ponto importante, ponto real. Gabriel do Carrefour é muito fofo, cara, é muito fofo. Quem me dera um carinha assim para namorar, mas enfim. E aí, aí eu fui, eu fui, ó, eu vim embora, vim embora para casa.
E de novo repito, falo que eu vi o Davi, o Davi me cumprimentou, muito boa gente, carinha bonitinho, carinha de presença bem, nossa, bem interessante. Mas, mas, mas, mas ele trabalha em academia. Se ele trabalha em academia, tá zerado, tá zeradinho. Não vai, não vai, não vira, não vira. Academia para mim não vira, não me interessa quem seja, não vira. Já falei e não vou repetir, mas vou repetir sim, porque assim, eu não busco o corpo, não busco.
Aliás, não busco mesmo. Namorei na época o Diógenes, que era gordinho, era meio gordinho, depois emagreceu, mas ele era gordinho quando a gente começou. E assim, era fofo também, não vou negar, mas enfim, não deu certo. Então vida que segue. E aí ficou o Gabrielzinho. Gabrielzinho é meu crush, gente, que cara perfeito, que fofo, que moleque perfeito! Moleque, quem fala, quem ouviu eu falar moleque vai falar menino tem 14 anos.
Não, menino tem, deve ter uns 21, 22. Até pode ser que tenha mais. Aquele é baixinho e os baixinhos não aparentam a idade que tem. Em compensação, a gente que é alto— falo que a gente porque eu tenho 1,98m e com o tênis que eu uso eu fico com 2,01m já medidos. Então eu tenho 2,01m quando eu tô com o tênis e eu calço 48, 47, 48. Então Eu sou realmente grande, então os maiores são os mais chatos, vamos dizer, mas os pequenininhos, os baixinhos são fofos, cara. 1,75 para baixo já me ganha, já tem um ponto a mais a favor.
É muito fofo, Gabriel é muito fofo. E aí vim para casa, vim jantar com minha mãe e estou aqui feliz e contente no qual tô fazendo aqui a gravação do podcast de hoje, que agora eu tô de volta, tô bem, obrigado, com a graça do bom Pai, feliz e contente, e graças a Deus. E o Gabrielzinho é um fofo, e esse eu não vou deixar de falar nunca. Essa é para o Gabrielzinho, só que ele não foi de blue jeans, mas ele é muito fofo. Gabriel do Carrefour é muito fofo.
Sorte de quem tem ele por perto e pena que ele não é meu namorado. É, mas é a vida. Eu e o Gabriel, já pensou Carrefour?
Uma noite de lua, encontrei um anjo na minha rua. Ele estava com blusão desbotado, tinha os olhos azuis, cabelo cacheado. De blue jeans, de blue jeans, sem espelho no pé, de boné. De blue jeans, de blue jeans, ele estava Apareceu pra mim. Ele é um anjo vagabundo que caiu no mundo pra cuidar de mim. Me dê um beijo como prova de amor. Se você quiser, anjo, outro beijo eu dou. Eu tô sim, eu tô sim, se você quiser é só pedir pra mim.
Eu tô sim, eu tô sim, se você quiser é só pedir pra mim. Acordei no dia seguinte Contei até 20 e não vi ninguém. Será que é sonho ou realidade? Será que alguém viu um anjo na cidade? De blue jeans, de blue jeans, sem espelho no pé, de boné, de blue jeans, de blue jeans, ele estava assim na Apareceu pra mim. Blue jeans, de blue jeans, tênis velho no pé, de boné, de blue jeans, de blue jeans, ele estava assim, apareceu pra mim. Ele era um anjo vagabundo que caiu no mundo pra cuidar de mim.
Me dê um beijo como prova de amor, se você quiser. Anjo, outro beijo eu dou, eu dou sim, eu dou sim. Se você quiser, é só pedir para mim, meu docinho, meu docinho. Se você quiser, é só pedir para mim. De blue jeans, de blue jeans, tem espelho no pé.
Ô, né? De blue jeans, de blue jeans. Eu não diria de blue jeans, mas se eu diria de laranja, aquele laranjinha de Carrefour. Muito fofo, muito fofo!
Ei, Gabriel!
Aliás, eu preciso, eu preciso mandar um salve, um alô para Juliana, minha querida amiga e irmã que a vida me permitiu escolher. A Ju, ela fez faculdade comigo de odonto lá atrás, no tempo, 1999. Ela mora em Massachusetts e ela acompanha aqui. Beijo, Ju, beijão para você, minha flor, minha amiga, minha irmã, que que a vida me permitiu escolher. Muito obrigado, viu, de coração, por tudo, sempre, por tudo. Que mais? Bom, e aí, aí, ah, tem que mandar também um alô para, para, deixa eu ver aqui, para Luciana.
Luciana, que aqui de São Paulo, ela diz: pena que eu não sei onde é exatamente esse cara aqui, aqui Pena que eu não sei onde é exatamente esse Carrefour, Fábio, senão ajudaria você a pedir o Gabriel em namoro. Eita, não é assim também não. Eita, eu falo isso porque assim, eu tô lendo algumas mensagens que eu recebi hoje cedo, hoje de manhã, e essa aí da Luciana de São Paulo eu achei melhor responder aqui. Tem uma, tem algumas outras também.
E aí assim que nem, ó, deixa eu ver isso aqui. Essa aqui é do Bruno. O Bruno que fala, deixa eu ver aonde, não disse, mas é 41, 41, acho que é o celular 41, deve ser lá no sul. Bruno, um beijo para você, obrigado. E aí ele me diz, esse podcast é muito legal, mas agora você tá sendo muito dramático porque você tem que chegar e falar, não ficar aqui contando para nós a história do menino. Ô Bruno, vamos combinar, vamos combinar.
Primeiro eu faço esse podcast e faço esse podcast para mim mesmo. Eu sou o primeiríssimo a falar de mim mesmo, porque eu sou o primeiro que faz e o primeiro que ouve. Eu sou quem ouve esse podcast. Quem não gosta, de boa, não tô aqui pedindo para ficar Peço a você que gosta, a vocês que gostam, que me sigam, me sigam aí nas plataformas. Muito obrigado a você que me segue, a você que curte, enfim, que manda mensagem. A você, Bruno, também que mandou mensagem, obrigado.
Mas vamos combinar, vamos combinar, eu não tô aqui para fazer drama da minha vida nem para ser sei lá, olha, ele está precisando falar de amor, ele é muito, sei lá, muito meloso. Não, não é questão de meloso. Aí a questão é que isto aqui é um blog, é um audioblog que deu certo. Deu certo no sentido de, assim, eu comecei a falar e deu certo do povo ouvir. E o povo ouve, e eu agradeço a você que ouve. E a você que não gosta, paciência, né?
Se você tá aqui é porque é masoquista. Tem tanta coisa para você fazer, tanta coisa para você ver, tanta coisa para você acessar. Vai ficar acessando aqui se você não gosta? Não, de boa, de boa. Vai fazer outra coisa, sei lá, vai, vai, sei lá, vai dar um rolê, enfim, vai passear. Tanta coisa para fazer, vai ficar aqui vendo ou ouvindo podcast. Aliás, vem aí, aí sim vai vir um vlog dentro do podcast lá no YouTube, ou para você que me acompanha no YouTube, quando isso aqui ficar perfeito.
Tá perfeito no canal do YouTube O Podcast do Fábio, basta colocar um O na frente, tá? Tem o canal Podcast do Fábio que não tá indo, eu não sei por quê. O povo lá da Web Rádio Drops Jurídico, eles não, não me falaram nada. Os meninos do TI estão mexendo lá, estão vendo por que que não tá subindo. Mas no canal O Podcast do Fábio, youtube.com/opodcastdofabio, você tem, você pode ouvir caso queira, caso queira, você pode ouvir o podcast inteiro.
E eu vou colocar agora vídeos também, vou começar a fazer vídeos também de vlog do dia a dia, até porque acho mais legal transformar isso em um vlog que também vai para o site oficial, que tem o link lá da TV do podcast. Basta ir no tago.am/podcastdofabio e lá você tem, você tem o link, lá tem um lugarzinho para ver os vídeos. Quando eu tô ao vivo você pode ver ali caso queira. Ah, Fábio, eu não quero. Então não tem problema, continue ouvindo sem problema nenhum.
E é isso então, Bruno. Com todo respeito, eu faço esse podcast em primeiro lugar para mim, para eu me ouvir depois. Isso eu falo isso sempre, eu me escuto. É isso que é o mais legal, eu acabo me ouvindo. Daqui a pouco, por exemplo, eu pego um episódio lá de 2023, sei lá, 2024, e aí eu vou ouvir como eu era besta naquele tempo, o que é que eu fazia de besteira. E aí, aí eu arrumo, aí eu mesmo me arrumo, eu mesmo vou assim, eu vou me educando, né, e vou aprendendo a ser eu mesmo, e vou aprendendo eu comigo e com os meus erros.
É isso que é legal. E por isso, então assim, agradeço pela mensagem, Bruno do 41. Aí deve ser Sul, eu não sei, deve ser o Sul. E enfim, você mandou sua mensagem, está respondida. Eu falo do Gabriel porque para mim o Gabrielzinho é meu crush, realmente é muito fofo, ele é muito, muito fofo, muito especial. Como por exemplo, que nem tinha uma mensagem que eu não vou achar aqui agora, mas era, deixa eu ver, tem um monte mensagem aqui no celular do podcast.
Aqui, aqui, deixa eu ver. Puts, cara, tem muita. Tinha uma que eu achei legal até aqui. Renê, olha, achei Renê. O Renê que ouve de Campinas, um beijo para você, Renê. Um beijo para todo mundo de Campinas. Obrigado a você que me acompanha também aí no interior de São de São Paulo, Campinas, uma cidade linda, muito legal. Falo porque eu dei aula em Campinas também, num curso que era aqui de São Paulo. A gente ia para lá uma vez por semana e eu ficava sexta, chegava sexta de manhã, dava aula sexta de tarde, à noite, sábado de manhã, e aí ia embora, voltava aqui para São Paulo.
E Renê, o Renê diz assim: você não tem medo que o Gabriel ouça isso, ou que o Gabriel fale um não. Aí é que tá, vamos lá, o Renê, assim, aliás, obrigado pela mensagem, tá, Renê. Eu não tenho medo, aí é que tá, eu não tenho medo que o Gabriel escute. Vamos imaginar que um dia o Gabriel lá do Carrefour ele realmente escute isso, ou alguém passe isso para ele: olha, estão falando de você. E daí? Eu não tô, eu não tô sendo mentiroso, eu não tô falando nenhuma besteira, tô falando a realidade, tô falando exatamente o que diz o coração.
Então não tenho medo. Falaria isso na cara dele? Falaria. Por que que não falo? Porque ele tá no trabalho dele, eu não vou atrapalhar, eu não tô para atrapalhar. Como eu não gostaria que atrapalhassem o meu trabalho, eu não vou atrapalhar o trabalho de ninguém. Então, muito menos do Gabrielzinho, que é meu crush. Gente, o Gabriel do Carrefour aqui do shopping, ele é fantástico, ele é fantástico, ele é perfeitinho. Então eu não vou atrapalhar.
Como eu não quero para mim, o que eu não quero para mim que me atrapalhem no meu serviço, eu não vou atrapalhá-lo no serviço dele. Não tem, não tem nem, nossa, não tem nem cabimento, não tem nem porquê. Então assim, eu não tenho, eu não tenho o mínimo problema que as pessoas escutem isso aqui. Podem ouvir, o lixo, por exemplo, devia ouvir isso aqui. Alguém lá na academia número 2 acaba ouvindo isso aqui. De repente até alguém da academia número 1 escuta isso aqui, eu não tô sabendo.
Mas da academia número 2 eu sei que escuta, sei que tem gente que escuta, porque eu percebo pela maneira como às vezes algumas pessoas se comportam ali dentro. Frente a mim. E eu não tenho problema nenhum. Aí é que tá, eu me fiz, primeiro eu sou um ser humano como qualquer outro, então eu tenho sentimento, eu tenho vontades, eu tenho, sei lá, eu tenho pensamento, eu enfim, eu assim, eu da mesma maneira que você que me ouve, eu tenho a minha vida, tenho os meus desejos, tenho as minhas vontades e tudo como qualquer outro.
Então não tem por que ter medo. Vou ter medo de quê? Vou ter medo de quê? Se o Gabriel ouvisse isso aqui, que ele tá, vamos dizer, tá fora do trabalho dele, fora do horário de trabalho dele, beleza. Aí ele pode ouvir em paz. Eu falaria em paz para ele, mas eu não posso chegar e falar para ele no trabalho dele: nossa, você é fofo, você é bonito, Você é interessante, adoraria te conhecer melhor. Aí você vai dizer, mas você já falou isso lá atrás no tempo que você falou aqui para nós, lá do menino lá uma vez, lá do outro supermercado, não foi?
Foi. Quando há muito tempo atrás, quando eu percebi, e naquela ocasião vou repetir exatamente a mesma história, quando eu percebi lá atrás no tempo que aquele menino tava me encarando Ele tava encarando o meu cacete naquela ocasião lá no mercado. Eu cheguei e falei, cheguei para ele, falei: aí, tudo bem e tal? Trocamos uma ideia rápida ali. E aí lá eu falei, lá eu disse em alto e bom som para ele, falei: nossa, vi que você tava me olhando assim de repente, eu gostaria de conhecer seu bumbum por dentro, posso?
E ele deixou, fui, comi e pronto, simples assim. Não tenho por quê. Esconder. É minha história, gosta, gosta, não gosta, paciência. Então assim, eu já tive esses momentos, só que assim, ali era um momento de putaria que eu percebi a putaria. Então assim, eu já contei como é que foi essa circunstância, já contei como foi que a gente viu, como a gente se viu lá naquela ocasião lá atrás no tempo, no mercado. E enfim, e aí por isso que rolou.
Mas assim, hoje em dia, depois que eu cresci, depois que eu amadureci, depois que eu entendi, depois que eu fiz teologia, depois que eu compreendi que eu sou um pedaço do amor de Deus na terra, que eu sou o que eu sou e Deus me abraça do jeito que eu sou, então depois disso eu percebi que não adianta ficar fazendo onda. Então, Renê, eu não tenho medo, não tenho problema nenhum que se o Gabriel um dia ouvir isso aqui, Gabriel realmente aqui, aqui nesse podcast, o Gabriel, meu crush, o Gabrielzinho lá do Carrefour do shopping, não vou dizer que shopping, mas é o Carrefour do shopping aonde eu faço academia.
Assim, ele é especial. Se um dia ele escutar isso aqui, eu não tô falando nenhuma mentira. Realmente eu acho ele muito, muito especial. Eu acho ele perfeito. Eu acho ele perfeito, simples assim. Ah, mas Fábio, pode acontecer. Pode acontecer o que pode acontecer, eu não tenho problema nenhum, nenhum. Ah, mas vamos imaginar que ele, que ele, Gabriel, Gael esteja namorando já alguém. Por isso que eu disse, repito e vou repetir sempre: eu não estou para ser o outro e nem para fazer o outro brigar com alguém.
Não, muito pelo contrário. Ele tem total liberdade de estar com quem ele estiver, com quem ele quiser. Da mesma maneira, eu poderia estar com quem eu quisesse. Eu Queria estar com Gabriel, quereria poder namorar o Gabrielzinho, quereria poder usar uma aliança com o nome dele no meu dedo e vice-versa. Mas como não posso, eu torço. Amar também é torcer pela felicidade da pessoa, e eu torço do fundo da minha alma para que o Gabrielzinho seja sempre feliz, sempre.
Não tenho problema nenhum se ele ouvisse aqui E se ele não estiver, vamos imaginar que ele não estivesse no trabalho, se ele estivesse passando pelo shopping ou passeando pelo shopping, ou até mesmo fosse um cliente do Carrefour onde ele trabalha, eu passando por ele aí eu falaria, porque aí eu não tô comprometendo o trabalho dele. Eu não vou mexer, não vou bagunçar com o trabalho de ninguém, não vou mexer com a vida profissional de ninguém.
Aí não tem, não tem isso de nossa e tal, olha. Não, assim, eu, eu sei respeitar. Aliás, uma coisa que eu sempre soube, agora é muito mais ainda, eu sei respeitar os lugares. Como eu sei, como eu vivo o meu trabalho como sendo o altar da minha vida, e é o altar onde eu tenho meu trabalho ali e eu sei como é respeitar o meu trabalho, eu também respeito o trabalho dos outros, e muito mais ainda o trabalho de alguém que realmente eu acho especial.
Eu acho realmente ele muito especial. Ele não é especial para mim, ele é muito especial, Gabriel. E de verdade, eu ficaria com ele, eu pediria ele em namoro se fosse caso, mas eu não posso invadir a privacidade dele, invadir a vida dele, jamais, jamais, Renê. Então assim, para o Renê de Campinas, um beijo para você, obrigado pelo carinho, da sua paciência de ter mandado aí a sua mensagem. Vamos combinar, eu não tenho medo, não tenho problema em que as pessoas saibam.
Se eu falei aqui, eu falei, falei muito bem dito. E enfim, e é isso. E gosta, gosta, não gosta, paciência. E isso vale para o Gabrielzinho, tá? Também vale, também vale para ele. Porque vai que ele não, vai que ele não vai nem com a minha cara, vai que ele realmente é só uma pessoa que me trata bem que enfim tem, sei lá, me olha com um olhar de carinho, carinho no sentido mais puro da palavra, não no sentido pesado, nada disso, no sentido mais puro da palavra carinho.
E me trata com respeito, um sorriso lindo, muito fofo. Então assim, tem muitos Cês, se fosse, se acontecesse, se sei lá, se. Então não tem, não tem porquê. Ah, mas Fábio, eu conheço o Gabriel, vou pedir para ele ouvir isso aqui. Paciência, deixa ele ouvir, não tem, não tem problema nenhum. Eu, primeiro de tudo, eu sou advogado, eu me entendo, eu sei exatamente o que eu tô falando, justamente para não atrapalhar e não incomodar a vida de ninguém.
E meus alunos mais do que nunca sabem disso. Por que que eu falo isso? Porque para os meus alunos, aliás, para todo mundo, eu não tenho problema nenhum em falar que eu gosto de homem, de mulher, sempre gostei, não tenho problema nenhum. Eu gosto de pessoas, ponto. E daí? E daí sempre falo: não pego aluno, não pego aluna, não interessa se vai ser ex-aluno ou ex-aluna, é meu aluno, é minha aluna, foi meu aluno, foi minha aluna, não vai, não vira.
Porque amanhã ou depois pode ser que volte a ser aluno ou aluna. Então não tem, não tem motivo, não tem porquê, não tem razão. É isso que as pessoas têm que entender. Que nem eu acho o Gabrielzinho perfeito, perfeito, seria o namorado perfeito, mas eu não posso obrigar. Eu não posso invadir a vida dele particular, isso jamais, em tempo algum. Aliás, não posso invadir a vida de ninguém. Mas também gostar de alguém, também quando a gente fala assim, eu gosto de alguém, é respeitar a individualidade do outro, é respeitar o espaço do outro, é respeitar a vida do outro, é desejar o bem para o outro e conseguir ser feliz vendo o outro feliz. Isso é o amor, isso é o gostar, pelo menos na minha interpretação.
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If I was your boyfriend. Nossa, se eu fosse seu namorado, hein, Gabriel, que show! Bom, daí é que tá, é o que eu falo sempre. Aí basta a gente saber respeitar o outro e ver, que nem eu consigo ver a felicidade do outro. Claro que é óbvio, mas é uma coisa, sei lá, óbvia, obvíssima, obvissíssima, que eu gostaria muito de ser o namorado do Gabriel, homem do Gabriel. Mas eu não posso, eu não posso invadir a privacidade, a vida de ninguém, como ninguém deveria invadir a privacidade de ninguém.
Assim, vamos nos conhecer melhor e vamos ver o que acontece. É por aí, as pessoas esquecem disso. É isso que é o mais legal. E eu sei, nos últimos, nos últimos episódios que eu venho fazendo, que eu venho falando aqui, eu venho apresentando essa ideia do Gabrielzinho. Até porque o Gabrielzinho vem vindo na minha mente muito, muito. Adoraria muito, mas muito, ter um carinha desses para mim. O perfil dele é o perfil que realmente me encanta, um perfil que realmente me coloca assim num tesão gigante.
De ser o homem da vida dele. Mas enfim, eu não posso invadir a privacidade, isso jamais. Bem, vamos lá, vai ter uma mensagem aqui do Araújo. Nossa, essa foi legal! Araújo, olha lá, todo mundo falando do Gabriel. Vocês verem como são as coisas, vocês ouvem isso e bem ou mal vocês vão comentar. E aí vem aquela, vem as mensagens mais absurdas. Como assim absurdas? Aquelas que eu falo sempre: nossa, olha aquela coisa, aquela velha, aquelas velhas mensagens dizendo assim: nossa, quem me dera eu fosse ele, tá?
Quem dera, mas não é. Aí é que tá, Araújo. Assim, obrigado, um beijo para você, obrigado pela mensagem. 21 é Rio, se eu não me engano. Vocês têm que também colocar de onde vocês estão. Vocês poderiam dizer, olha, estamos aqui, eu tô aqui, tô ali, tô lá, tô aqui, enfim. Mas pelo, pelo DDD do celular dele aqui, WhatsApp dele, 21, é Rio, é Rio de Janeiro. Então assim, obrigado mesmo, Araújo. Ele fala um monte de coisa, quem dera eu fosse o Gabrielzinho para te fazer feliz e blá blá blá.
Isso assim, quem dera Vamos, vamos, vamos centralizar as coisas para a gente passar uma semana feliz essa semana. Vamos, quem dera. É uma mensagem muito pesada, muito forte, muito cheia de compromisso. É uma mensagem que carrega em si um peso gigante, gigante. Porque até aí, assim, tudo bem, poderia ser alguém que nem o Araújo, pode ser alguém que que tem o perfil exatamente igual Gabriel, parecido com Gabrielzinho. Como um cara é mais para baixo do que alto, ele deve ter o quê, 1,70?
Se tiver, ele usa óculos, muito fofinho, cabelinho todinho arrumadinho, muito fofo, é muito fofo. Ele é especial. Quem dera fosse o mesmo perfil, poderia ser. Então, mas é conhecendo melhor para saber. Aí é que tá o problema. Então não é quem der eu fosse. Vocês têm que entender isso, vocês têm que compreender assim. Vocês não podem se desvalorizar, muito pelo contrário. Cada um de nós tem um valor, tem um, tem uma importância.
Pode ser que a gente não seja importante para a vida de A ou de B, mas vai ter uma hora que nós vamos ser importantes para a vida de Então é isso aí, é que tá. Araújo, obrigado, um beijo para você de coração, obrigado pela mensagem. Mas não se desvalorize. Quem dera eu fosse. Aí é que tá. Eu, eu assim, eu que nem eu falo sempre, eu sei bem o que eu quero viver na minha vida. Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu.
Que nem não posso exigir, vocês terem noção, nem que o Gabriel queira viver o mesmo que eu. Se um dia eu falasse com ele, entendesse, conversássemos e a gente se conhecesse melhor e tal, pode ser que a gente não esteja no mesmo ponto da vida. Como assim no mesmo ponto? Pode ser que ele não queira hoje, vamos dizer assim, pode ser que ele não queira viver algo sério com ninguém, pode ser que ele não goste de perfil como o meu, pode ser que ele não goste de homem, Acho difícil, mas pode ser.
Então assim, pode ser muita coisa nesse meio tempo. Então assim, a gente não pode exigir nada de ninguém, a gente tem que viver. Viva, viva e seja sempre muito feliz. Isso sim, nós devemos viver e exigir, e enfim, e apostar nessa felicidade, essa tal felicidade. Então assim, é isso que tá faltando nos dias de hoje. A gente muitas vezes se prende na felicidade do outro e esquece da nossa. Então assim, valorize-se, não fica nessa não do tipo, ah, putzgrilo, olha, se eu fosse, quem dera.
Não, você tem o seu valor. Pode ser que não seja o importante para mim, como eu também posso não ser importante para você, Mas você tem um valor, você tem valor, você é importante para Deus. E todo mundo é importante em primeiríssimo lugar. Agora, na vida do outro ou da outra, isso depende muito do outro ou da outra, né? Depende da pessoa. É o que mais me espanta, e isso me espanta no mundo de 8 bilhões de pessoas pessoas. Tem pessoa que fala assim: se você não for minha, se você não for meu, você não vai ser de mais ninguém.
Isso é ridículo, isso é ridículo. É querer ser o cara mais impotente, a pessoa mais impotente do mundo, a pessoa mais sem valor do mundo. Por quê? Porque no mundo de tantas pessoas, 8 bilhões aqui nessa terra, Você não é capaz de encontrar um amor para você, de viver o amor na sua vida? Que nem eu, por exemplo, eu acho o Gabrielzinho perfeito. Gabrielzinho do Carrefour aí do shopping é perfeito, perfeito. Para mim seria o cara perfeito para namorar, para amar e ser amado, ponto.
Para viver uma história de amor com fidelidade, visão de futuro, respeito, carinho, etc. Mas eu não posso exigir, eu não posso obrigar, eu não posso mandar. Eu tenho só que torcer pelo melhor para mim e por ele, especialmente para ele, para que ele seja muito, mas muito feliz. Por quê? Porque ele me fez perceber que eu, mesmo velho, com 99 anos nas costas, eu ainda tenho capacidade de olhar para o outro, olhar para um ser humano e dizer, puxa, eu gostei de você, te achei realmente impressionante, te achei realmente apaixonante.
Que é o que eu diria para o Gabrielzinho. Gabrielzinho, para mim, eu diria para ele, viva-me, viva-me, né? Viva-me, viva comigo, viva comigo uma hora, um dia, um mês, um ano que seja, mas viva com intensidade. Vamos viver com intensidade, isso sim. Mas mesmo assim eu dependeria do sim dele. Eu não posso obrigá-lo, mas eu dependeria do sim dele.
Credimi se puoi, credimi se puoi, credimi e vedrai, non finirà mai. Tengo un deseo scritto in alto, vola già. Il pensamento non dipende De mi cuerpo. Créeme esta vez, créeme, créeme, porque te haría daño ahora, ya lo sé. Y hay un espacio entre tú y yo, cielo abierto, Seja, nos encierra a los dos, pues sabemos lo que es necesidad. Vive mi senza paura, que sea una vida, que sea un hora. No la echaré libero, dispenso. Es tu espacio de saber tu entrega.
Vivi senza vergogna, anche se hai tutto il mondo contro. Lascia l'apparenza, tutti i sensi, ascolta quello che ho qui dentro, così diventi un grande quadro che dentro me, qui dentro di me, ricopre una parete bianca un po' anche Muito estanca. Deixa mais, tu ver, necessitas de mim um pouco mais, só um pouco mais. Assim eu vou agora, porque se a humanidade se unir, não me deixes livre aqui desnudo, meu novo espaço é claro.
É tuyo, te ruego, vive mais sem mais vergonha, aunque esté todo el mundo en contra. Deja la apariencia, toma el sentido y siente lo que llevo dentro, sobre tu enero, la fantasía, la tesis y orden de uno en mí. Ei, Gabrielzinho! É bem por aí. Nossa, bom, assim, é um canceriano romântico e sentimental, né? Fazer o quê? Mas é por isso, é o que eu falo. Então assim, a gente tem que aprender a ver a felicidade também no outro. E também entender que o outro pode ser feliz e tem direito e tem o dever de ser feliz da maneira como a pessoa escolher, né?
Mas não foi com você, não é comigo, não é com ninguém, não é assim não. A pessoa, assim, se você gosta, você tem que entender. Acho que isso eu aprendi, não sei se eu, assim, tem quem fale que eu tô evoluído, como a Juliana, não a minha amiga A minha irmã, que a vida me permitiu escolher, que tá lá no Massachusetts, tem uma Juliana lá na igreja que ela fala isso. Ela fala, você é uma pessoa evoluída, você consegue pensar em coisas que a gente não pensa.
Não, não é isso, não é isso. Aí é que tá. Eu apenas consigo enxergar no outro um pedacinho de Deus, que eu sou um pedacinho de Deus. Você é um pedacinho de Deus. E é isso que a gente não enxerga, é isso que a gente não tem a capacidade de entender, né, de entender que assim o outro é Deus na terra também. Cada um de nós tem uma sementinha de Deus e a gente é Deus na terra. Deus nos fez a imagem e semelhança dele. Então nada melhor do que a gente respeitar, nada melhor do que a gente entender o outro.
E assim, eu consigo, eu te juro, realmente desde pequeno eu sempre consegui olhar no outro e entender que eu não sou dono de ninguém. Eu não sou dono de ninguém. Se alguém me aceita, por exemplo, como amor da vida, é porque realmente gostou de mim, é porque realmente me quer, porque realmente entendeu que, sei lá, que eu posso oferecer algo bom na vida da pessoa e que a pessoa pode oferecer algo bom na minha vida. Como Gabrielzinho, adoraria muito, Gabrielzinho, que ele entendesse, por exemplo, que eu realmente gosto dele, mas eu não posso obrigar de jeito nenhum.
Ele tem que ser feliz da maneira dele. Do jeito dele. Seria ótimo se fosse comigo, mas também vai ser ótimo da maneira como ele escolher. A felicidade está nas escolhas, ela mora nas escolhas. E entender que o outro pode escolher ser feliz da maneira dele já é um ato muito bonito de gostar, já é um ato que merece todo o respeito do mundo.
Luva lá no céu, queijo, pão de mel na ponta do pincel. Mostra no papel aonde encontrar a tal da Dona Felicidade. Perguntei pro céu, perguntei pro mar, pro mágico chinês, mas parece ninguém sabe aonde a felicidade resolveu de vez morar. Até que um anjo me disse que ela existe, que é tão fácil encontrar, bem lá no fundo do peito. O amor é feito, é só você se entregar e você vai ser muito feliz. É só na vida acreditar e você vai ser muito feliz.
É só na vida acreditar. Lua lá no céu, queijo e pão de mel na ponta do pincel. Mostra no papel aonde encontrar a tal da Dona Felicidade. Perguntei pro céu, perguntei pro mar, pro mágico chinês, mas parece ninguém sabe. Aonde a felicidade resolveu de vez morar. Até que um anjo me disse que ela existe e é tão fácil encontrar. Bem lá no fundo do peito, do amor aceita. É só você se entregar e você vai ser muito feliz.
É só na vida acreditar que você vai ser muito feliz. É só na vida acreditar. É bem por aí, é assim. Mas parece que ninguém sabe aonde a felicidade resolveu de vez morar. É assim mesmo, é assim que funciona, é bem por aí. A gente tem que aprender que a felicidade, a nossa felicidade, não depende do outro. Se a gente consegue ser feliz a gente, a gente vai ser feliz e vai fazer o outro feliz. E é por aí, e é por aí. É isso que eu falo sempre para Juliana lá na igreja.
Eu sempre digo para ela, olha, a única coisa que eu aprendi nessa vida é que Eu tenho que ser feliz. Se eu for feliz, eu vou fazer uma pessoa ou as pessoas que estiverem comigo felizes. Simples assim. Assim caminha a humanidade. É isso, é isso. E basicamente acabei falando de novo, né, do Gabrielzinho. Mas é assim, basicamente ele vem tomando meus pensamentos. Meus pensamentos tomam forma de viagem, vão para onde Deus quiserem, mas não é assim.
Eu tenho pensado muito nele, muito fofo. Ainda hoje eu fui olhar, fui vê-lo assim, eu acabei vendo e ele me olhou com aquele sorrisinho lindo. Eu assim olhei, mas assim eu vi, mas não olhei, ou olhei, mas não vi assim. E ele tava indo almoçar. Nossa, muito fofo, cara, é muito fofo. Fazer o quê? Essa é a vida.
Está na hora de dizer tchau. Foi muito bom estar aqui com vocês. Está na hora de dizer tchau. Foi legal, foi muito bom, foi um prazer. Foi legal, foi muito bom, foi um prazer. Vocês, não faz mal. Se o show acabou, põe sua carinha sorrindo pra nós, pois aqui a gente vai se ver outra vez.
Aliás, a Rosa que me acompanha, a Rosa ela tá em Santa, se não me engano, é Santa Rita do Passa Quatro, se eu não me engano. Por que que eu falo isso? Porque eu li essa mensagem hoje de manhãzinha, ela dizendo que adorou a ideia de usar o tchau a música Tchau para terminar, vamos dizer assim, os episódios do podcast. Muito obrigado, Rosa, muito legal. Essa música eu uso lá no final do programa, lá na rádio, lá no rádio, para você que me acompanha também pelo rádio.
Então assim, lá eu uso o Tchau para quando tá no finzinho também. E aí eu trouxe para cá e eu vi que realmente o povo achou legal. Bom, é isso, né?
Então, e assim, conheci um grande amigo.
Muito bem, e assim estamos colocando um ponto final em mais um dos nossos episódios, agradecendo em primeiríssimo lugar ao bom Deus, porque o bom Deus é o cara, Deus é o cara. Eu sem Deus não sou nada, Deus sem mim continua sendo Deus. Isso sempre, para sempre, para sempre. Então assim, fechamos o primeiro episódio da semana, segunda-feira, segundou, como diriam os jovens de hoje, 20 de julho de 2026. Estamos terminando mais um episódio e agradecendo, claro, ao bom Deus, e agradecendo a você, meu caro amigo, minha cara amiga, por ter estado comigo mais um dia juntos aqui.
E um beijo a todos, especialíssimo para o Gabrielzinho, meu crush lá do Carrefour, do Carrefour do shopping, muito legal. Gabrielzinho é muito fofo, é, Gabrielzinho é especial. Jesus, assim, eu lembro da fisionomia dele, lembro do sorriso dele. É muito fofo, é muito fofo, é muito fofo. Ai, ai, sorte de quem tem ele por perto. Quem me dera fosse meu, mas tudo bem. E um beijo para você que me acompanha, e claro, um beijo para o meu eterno crush, o Agnaldo, que era do Pet.
Uma noite de luz e paz para todo mundo. Uma tarde, uma manhã, falo noite porque esse episódio já vai ao ar daqui a pouco à noite mesmo. E aí a gente se vê no próximo episódio. E agradecendo também especial vocês que mandam mensagem no WhatsApp do podcast com essas dúvidas, mensagens e circunstâncias, porque vocês fazem a boa diferença aqui. Depois eu vou escrever também lá no podcast, no realmente escrito, mas isso é depois. Muito boa noite, um beijo carinhoso a todos, um abraço por trás para quem curte, um abraço normal para quem curte também.
Beijo a todos, especial para o Gabriel do Carrefour. Esse vai ser meu crochê eterno, é muito fofo, perfeito. E um beijo a você, e a gente se vê no próximo episódio. Muito obrigado, fiquem com Deus e até mais.
Você só pode ser feliz tendo Jesus no coração. Você só pode ser feliz. Jesus, Jesus, Jesus, Jesus. Nele a gente pode confiar. A gente pode, pode confiar. Jesus, Jesus, Jesus, Jesus. Nele a gente pode Pode confiar nele, a gente pode, pode confiar.