Episódios de CRIME e MISTÉRIO c/ Beto Ribeiro

MÉDICA É MORTA PELO MARIDO ADVOGADO E ELE DEIXA BEBÊ AO LADO DO CORPO DA ESPOSA

28 de setembro de 202659min
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Confira o Caso Comentado da médica Gassi Mazia, de 37 anos, encontrada morta ao lado de seu bebê. O advogado João Vitor Domingues Romeiro, de 25 anos, marido de Gassi, é o suspeito.#crime #familia #entrevista #psicologia #mente #podcast #live

Participantes neste episódio1
B

Beto Ribeiro

HostJornalista
Assuntos6
  • Dinâmica do crime e a invasão do apartamento da médica Gacy MaziaJoão Vitor não aceitava o término·invasão do apartamento·cenário de terror
  • A crueldade do assassino ao lado do corpo da vítima e do bebêpermanência de horas no apartamento·abandono do bebê·frieza e perversidade
  • A importância de falar sobre casos de violência contra a mulhermobilização para justiça·voz das vítimas·convite à família da vítima
  • Padrão de feminicídios de médicas por parceiros mais jovenscasos anteriores de médicas assassinadas·mulheres em posições de poder·violência brutal
  • Conscientização sobre saúde mental e prevenção ao suicídioimpacto pessoal da perda·importância de pedir ajuda·valor da vida
  • A falsa realidade das redes sociais em relacionamentos abusivosaparência de casal perfeito·mentira do passado·viver para os outros
Transcrição13 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

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BRBeto Ribeiro

Que crime é esse? Olá, sejamos todos muito bem-vindos. Por favor, não deixe de se inscrever, curtir, compartilhar, ligar sininho, marque nas suas mídias sociais, marque a todos nas mídias sociais. Se puder, seja membro. Se não puder, tá tudo certo. Você vem comigo hoje sozinho comigo aqui até o final deste nosso encontro ao vivo da nossa quinta-feira, nossa live. A nossa queridíssima Rosângela Monteiro não conseguiu chegar. São Paulo está uma calamidade de chuva, parece que veio um tornado mesmo do Paraná para cá.

Hoje a gente gravando pela manhã aqui, balançava tudo, as portas, janelas, foi impressionante. A gente fica no 20º andar, muito alto aqui na Avenida Paulista, e você tem todo o vale lá embaixo dos jardins, você sente aquele vento chegando, foi bastante impactante. A Rosângela, a gente tentou também entrar pelo Zoom, não tá conseguindo. Então hoje a live eu vou pedir para você ficar comigo aqui na live. Aqui a gente vai fazer, vai ser um comentadão ao vivo do jeito que a gente também gosta de fazer.

Então um beijo para Rosângela, minha amiga. A gente se encontra com certeza semana que vem. Sobre este caso aqui, eu tentei entrar em contato também com a família da médica. Eu sei que eles estão passando por um momento dramático, mas hoje, por exemplo, eu fiz uma entrevista com a irmã da Maiara, uma guarda civil metropolitana aqui de São Paulo, que foi morta o ano passado, em 2025, e, tragicamente, ela antecede a Gisele, a PM Gisele, do Coronel Leite, e antecede todos os outros.

Ela é a primeira guarda civil morta, que aparece morta e dada como autoexecução, e que Não foi feita uma investigação a ferro e fogo, no fundo, como deve ser feita, onde a possibilidade é grande de ela ter sido morta pelo seu parceiro e tudo mais. Então, e foi me dito pela irmã da Mayara, nós não tínhamos força para falar naquele momento, e é importante falar sempre, porque aí você tem essa nossa mobilização que faz com que as coisas aconteçam.

Então, eu diria para a família da da gata, é um nome diferente. Falaria para a família da Gazi Mazia, não deixe de falar sobre ela, não deixe de falar por ela. Vocês são a voz dela agora. Imagino que um bebê de 8 meses que ficou sem mãe e também ficou sem pai, como que é, como está tudo isso. Mas é sempre importante a gente buscar por justiça. Fica aqui o convite para dar entrevista tanto a família da, da Gacy Mazia, como também para defesa do João Vítor Domingues Romeiro, que é apontado como o autor da morte da sua ex-companheira.

Fica aqui, é só mandar email para equipe betoribeiro@gmail.com. A gente já vai começar a live. Eu tenho dois pronunciamentos antes importantes. O primeiro sobre a nossa queridíssima loja Beto Ribeiro. Olha que coisa mais linda agora essa garrafa, gente! Eu no Carnaval vou estar com essa garrafa. E vai ter vinho aqui dentro. Ninguém vende vinho no Brasil? Não tem vinho? Ó, então tá aqui essa coisa linda, essa coisinha, olha, toda de rosinha, florzinha.

E tá aqui, tá aqui atrás, tá escrito Beto Ribeiro. Então tá lá na nossa loja, é lojabetoribeiro.com.br. E também dentro dessa estampa diferente, eu chamei um modelo para mostrar como são as camisetas. Deixa eu ver o vídeo do modelo mostrando como é a camiseta. Cadê? Olha o Aruaí, olha o Aruaí aí. Aqui a camiseta que também fica super bem. Olha, ela agarra onde tem que agarrar e solta onde tem que soltar. Apesar de que no Aruaí qualquer coisa fica ótima.

Então tá aqui a nossa camiseta também com a mesma estampa que vale para todos nós. Muito legal, muito bonitinha, muito festiva, a nossa queridíssima Odete Reutemann, sempre junto. E não esqueça também do True Crime Club. Que é o nosso primeiro clube de crime do Brasil. A gente que gosta do tema, gosta do tema de comportamento humano, é só— Ah, também tem essa outra cor que é muito legal, e essa é Baby Look, que as meninas estão pedindo um formatinho mais Baby Look.

Agora também tem na loja aqui. E também temos o True Crime Club, que é o nosso primeiro clube de crimes do Brasil, onde você vai ter— Deixa eu abrir aqui. Onde a gente tem sempre uma caixa chegando cheia de surpresas e produtos colecionáveis. E aqui, olha que fofinha essa Baby Look. Produtos colecionáveis e que onde a gente vai, dentro da surpresa da caixa mensal, a gente vai tendo também participando de um jogo do detetive que tem ali, Todos Somos Investigadores, onde a gente vai recebendo uma pista por mês e no final, lá em março de 2027, a gente vai fazer um evento presencial para a gente conseguir chegar ao que crime é esse dentro disso.

E é muito legal, dentro da caixa tem sempre produtos exclusivos e produtos assim, e sempre vai ter um produto da loja Beto Ribeiro ou um produto da loja da Ju Cassini, porque a Rap Studios, que é a produtora que faz este estúdio aqui onde a gente grava as entrevistas e também faz, a gente faz as lives, é que é a realizadora do True Crime Club e também realizadora das lojas de vários YouTubers. Então tenho eu, tem a Ju Cassini, tem outros também que eventualmente vão tendo produtos dessas outras, desses outros canais amigos, parceiros.

Saudade da minha amiga Ju Cassini, a gente tava se falando hoje, tô morrendo de saudade dela. Beijo para Ju. Antes de entrar no caso aqui da live, eu queria fazer uma reflexão com você. Eu hoje passei por uma tristeza muito grande, Um amigo muito querido, vou até pedir para pôr a foto dele, o Igor Fagundes, esse meu amigo adorado, um enfermeiro lá de Montes Claros. A gente se conheceu faz pouco tempo, mas eu gostava muito dele.

O cara que tinha tudo, ele tinha tudo, tinha tudo. Ele era gente boa para caramba, bonito, tinha tudo. Eu achava que ele tinha tudo. E ele, hoje, ele tirou a própria vida. E, no mês de Setembro Amarelo, é a primeira vez que isso impacta diretamente em mim. E eu fico pensando, eu conversei com ele semana passada, ele não me falou nada, e ele sabe com o que eu trabalho, ele sabe com o que eu convivo. E ele— obrigado, Maia. E ele não me pediu ajuda, ele não falou comigo, eu estou triste por ele não ter me contado, o que ele tinha passando, pelo que ele estava passando.

No mínimo, eu ouviria, no mínimo, eu poderia dizer para ele o quanto ele era importante, é importante. Então, se você, no mês do Setembro Amarelo, que é o momento certo de nós falarmos disso, aconteceu isso comigo. Então, cara, se você estiver mal, de verdade, bicho, procura uma ajuda, procura um amigo, mas procura ajuda séria, procura um psicólogo, procura um psiquiatra, Procura o CVV. Viver vale muito a pena, vale muito a pena.

E quem vai embora não faz ideia do quanto era gostado. Ele sabia, porque eu falava que adorava ele. Pelo menos isso. Então, um beijo para a família do Igor. Eu não vou poder ir na despedida dele, porque é em Montes Claros, em Minas Gerais, mas imagino... O terror que eles estão passando nesse momento. Então, de verdade, gente, viver vale a pena, mas viver exige coragem. E nós achamos coragem em todos os lugares, principalmente quando nós temos a coragem de pedir socorro.

Então, peça socorro, não se permita, não ache que não tem fim, não ache que não tem saída, porque tem, tem de verdade. Então, fica esse meu apelo para nós, no mês, setembro, que é a conscientização do valor da vida, que a gente agradeça por estar vivo hoje. Agora eu vou tomar um vinho em sua homenagem, eu vou brindar a você, eu vou brindar a falta que você com certeza faz para todo mundo que teve o privilégio de te conhecer. Um beijo para você, o Aru também manda.

A gente ficou— eu fiquei arrasado hoje de manhã, eu tava entrando numa entrevista, fiquei totalmente tonto. Mas vamos aqui para o nosso caso comentado de hoje, caso terrível que aconteceu, que está se repetindo. Eu até peguei uma coisa impressionante, como tem história se repetindo. Assim como a gente está tendo policiais militares tirando a vida das suas mulheres e colocando como se elas tivessem tirado a própria vida, ele fosse uma autoexecução, forjando uma cena para que esses covardes se saiam ainda impunes.

A gente teve um outro agora esta semana que vai ser com certeza a live com a Rosângela da semana semana que vem. A gente está tendo mulheres com, eu digo poderosas porque todas as mulheres são, mas as mulheres que então conseguem abrir ainda mais espaço em locais masculinos e tudo mais, tem um poder ainda mais forte. Elas viram para a gente uma referência ainda mais legal. Então, eu, terceira médica que nós estamos fazendo que perdeu a vida pelas mãos de um companheiro, de um namorado, de um homem.

E eu tenho reparado, isso não é uma crítica, é apenas uma constatação, mulheres mais velhas perdendo a vida pelas mãos de homens mais novos. Isso aconteceu, por exemplo, com a Letícia Rodrigues, aqui no interior de São Paulo, já faz uns 2 anos que fizemos um especial com a Rosângela. Ela era uma estudante de medicina se formando, ou já formada, E ela perde a vida pelas mãos de um rapaz que era um garçom, alguma coisa assim, de uns 20, 21 anos de idade.

E ele ainda põe ela dentro de uma mala. É um crime muito dramático, assim, ainda com requintes ainda mais cruéis. E a gente fez agora há pouco tempo a Talita Fernandes, aqui de Minas Gerais, se eu não me engano, de Minas Gerais, que ela também perdeu a vida pelas mãos— ela já estava na segunda faculdade dela, Ela tinha feito Direito e ela estava terminando a faculdade de Medicina, e ela conhece o seu algoz na faculdade, e ela também vai perder a vida pelas mãos dele, também era uma mulher mais velha e ele um homem mais novo.

E tem também aquela fofinha daquela moça que perdeu a vida no Paraguai, mas ela era uma moça ainda muito jovem, perdeu a vida pelas mãos do então ex-namorado dela também. Mulheres na medicina que falam de vida acabam mortas. Pelas mãos de homens terríveis e de forma muito brutal. Todas elas são mortas e foram mortas pela faca, pelo desejo, pela proximidade entre autor e vítima, o que mostra ainda mais terror, ainda mais desejo de matar, desejo de olhar para você frente a frente e mostrar quem é que manda em quem.

Que vai se repetir agora nesta triste história da— eu vou falar o nome inteiro dela primeiro, eu ainda não tenho muitas outras informações que eu gostaria de ter, mas é da Gacy Paola de Souza Mazia, mais conhecida como Doutora Gacy Mazia. Ela tinha 37 anos, ela é de Maringá. Eu, pelo que eu consegui descobrir, ela se forma em medicina pela Universidade de Santa Catarina em E, em 2016, ou seja, ela já estava há 10 anos formada como médica, ela se forma então com 27 anos, fez residência e tal, ela estava trabalhando em uma cidade ali próxima, em um concurso que ela passou, ela trabalhava em uma UBS em Nova Aliança, em Sarandi.

Sarandi é uma cidade ali próxima de Maringá, que é onde ela morava, de onde ela é nascida e onde tudo vai acontecer, onde vai ser a cidade do cenário do terror. Ela tinha 37 anos, ela tinha acabado, ela estava com um bebezinho de 8 meses. Esse bebê dela nasceu em dezembro de 2025. O João Vitor Domingues Romeiro, ele tem, ele tem 25 anos de idade. E então ele é muito novo. Se você parar para olhar 10 anos atrás, a Gacy teria 27 anos. 10 anos atrás, ele teria 15 anos.

Então não dá para a gente dizer que é um relacionamento de longo prazo ou de longa convivência, uma vez que ela tem uma idade maior que a dele. Não tem como, não é possível. Acredito que ela não tenha começado a namorar quando ele tinha 15 anos. Mas a gente sabe que eram, que eles estavam num relacionamento. Se fala o tempo inteiro em ex-marido, em separação, ou seja, a sensação que se tem é que é de fato um casamento com um documento que vai precisar fazer a separação.

Se ela está com um bebê de 8 meses, a gestação de 9, a gente pode jogar num limite de tempo mínimo que eles estivessem juntos há 2 anos, 2 anos e meio. É pouco tempo para tanta coisa ter acontecido. Se a Gacy já tinha uma outra relação, se ela tinha, se ela vinha de relações conturbadas, se ela tinha aquela predisposição do molde a relacionamentos abusivos, a gente ainda não conseguiu ter, porque os familiares dela ainda não trouxeram esse registro, essa biografia, essa fotografia maior da Gacy.

O fato é que ela morava, tinha um apartamento dela, tinha o trabalho dela, tinha o carro dela, e tudo isso foi arrancado dela, e tinha a vida dela. Era uma relação conturbada? Contado isso por pessoas próximas ao casal, e também por vizinhos. Enquanto a Gacy Mazia tem 37 anos, médica e tudo mais, o João Vítor Domingues Romeiro, com 25 anos, ele era advogado. Ela trabalhava nessa cidade que é Sarandi, nessa UBS, sabe, daqui. Ele trabalhava na prefeitura, ele era assessor jurídico da prefeitura de Maria Alva.

Então ele trabalhava, ele não era um homem encostado na mulher. Ele tinha, ele trabalhava poucos meses, ele começou em março de 2026 a trabalhar como esse assessor jurídico. Como ele é muito novo, 25 anos, acredito até que ele ainda estivesse esperando sair a OAB dele. A OAB dele é realmente do Paraná, ele parece ser da cidade de Mandaguari, Mandaguari, que é próximo também de Maringá. Como eles conheceram? Como foi a forma? Como foi o encaixe?

Como foi, aos olhos dos outros, esse relacionamento? Nós ainda não temos. O que nós temos, de fato, é que eles estavam juntos, tem muitas fotos no período da gestação dela, e não tem mais fotos dos três juntos, ele, o João, a Gacy e o bebê. Então, nós vemos um período de gestação como casal, mas a gente não vê um período de casal como pai e mãe de uma criança. E uma coisa que é importante, que é interessante, e que eu remonto também a isso que eu tava falando, meu amigo Igor.

Se você visse o Instagram do Igor, você jamais imaginaria pelo que ele tava passando. Se você olhar essas fotos que a gente tá passando aqui do casal, você vai dizer que é um casal sensacional. A gente está vivendo uma falsa realidade no mundo atual de máscaras e máscaras e máscaras. A gente está se colocando para que outros nos enxerguem como a gente quer ser visto ou como a gente quer impactar o outro. Você não olha essa foto desse casal com essa mãe feliz com esse barrigão lindo e esse homem que parece adorar ela, né?

Até a posição, ele olha para ela tudo. Imagina que alguns meses depois Essa mulher vai estar morta com 10 facadas, né? Então nós temos que olhar o quanto que a gente está querendo viver pelas mídias sociais e por elas e para elas, e quando a gente tá querendo viver de verdade. Esses casos têm sido retratados muito fortemente com esse passado que é uma mentira. Se eles estão há 2 anos, 2 anos e meio juntos e já era uma relação conturbada, todas as fotos deles como casal perfeito são Farsas.

E para quê essa farsa? Para impactar quem? E eu não tô falando dela, o problema é dela, o que ela quis fazer. A gente pode usar isso para nossa vida, para o que a gente passa. A gente está vivendo para os outros ou a gente está vivendo para a gente? Eu acho isso super importante quando a gente olha esses casos, que a gente acaba conseguindo ver que não existia aquela harmonia que todo mundo achava e queria que tivesse. Porque seria tão bonito, né, se tudo fosse tão harmônico.

Mas no caso, eles já estavam separados há algum tempo, tempo esse muito recente. O bebê tem 8 meses. E o que se coloca muito forte é que ele, o João Vitor, não aceitava a separação, não aceitava o fim da relação com a Gacimazia. Podem ser por N motivos. Primeiro, que é, primeiro, por exemplo, Ela podia ser— ele podia olhar ela como uma provedora, porque é uma mulher poderosa, médica e tal, ou ele podia olhar ela como o amor da minha vida, que isso não é amor, amor não mata, amor não mata.

Mas por que ele queria tanto retornar com ela, uma vez que a relação estava separada, eles estavam separados e ela não queria? Para o Ministério Público, no pedido de prisão dele, vai dizer o quanto que ele era a pessoa focada no universo da Gassi e o quanto que ele vai invadir aquele espaço. Porque no primeiro momento foi dito o seguinte, que no dia 5 de setembro de 2026, agora super recente, tô gravando isso aqui dia 10, 6 dias atrás, essa mulher poderia estar assistindo ao canal. 6 dias depois ela é pauta da nossa live.

É tudo muito recente, mas o que a gente sabe aqui, no dia 5 de setembro, no primeiro momento, um homem chega numa, na cidade de Maranhão, como é que é o nome da cidade? Maranhão, como é que é? Mandaguari.

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BRBeto Ribeiro

Ele chega na cidade de Mandaguari, ali próximo de— eu vou contar como é que o crime começa para a gente ir para trás para entender o que aconteceu. Nesse dia 5 de setembro, na cidade de Mandaguari, o João Vitor Domingues Romero vai chegar com um carro, carro esse da Gassi, que ficou lá 20 km atrás. Se ela está morta, nós ainda não sabemos. Ele chega nessa cidade e entra em contato com uma prima dele, ou seja, com alguém que ele tivesse alguma confiança, onde ele vai acabar revelando o que ele fez.

Enquanto ele conversa com essa prima, nós vamos ouvir o áudio daqui a pouco, o marido dela e ela, um liga para a polícia, porque ali ninguém quis acobertar o criminoso e ninguém quis colocar uma pá de cal em cima do terror, do crime. Essa prima foi exemplar, essa prima foi cidadã, foi humana, foi empática, essa mulher foi na totalidade do que esperamos de qualquer pessoa. Mas, quando o João Vitor entra em contato com ela, ela vai vê-lo e ele está todo cheio de cortes no pescoço e alguns cortes também pelo tórax, alguma coisa assim.

Cortes, esse que a gente ainda vai apontar do que que aconteceu. Ela vê aquela situação, primo dela dizendo que matou a mulher lá em Maringá, ele todo sujo de sangue, e aquela comoção assim. É um sábado à noite já, isso, 9 horas da noite. Se aqui em São Paulo tava um frio infernal, no Paraná devia estar um super frio. Então imagina o quanto que isso impactou aquelas pessoas todas que estavam ali já se preparando para sua vida, para sua noite, para dormir e tal, e teve que entrar em contato, tudo isso.

Chamaram o SAMU para ele e eles avisam. Aí a gente teve algumas versões, que um bebê ficou chorando muito, aí os vizinhos chamaram a polícia, que alguém viu ele, chamou. Mas o que agora tá se fechando mais, mais real, que eu vi o delegado, primeiro delegado falando também e tudo mais, é que Essa prima, assim como chama o SAMU para ele, chama a polícia, avisa, chama a polícia e avisa o irmão da Gacy que a informação que ela tinha é que o João está aqui sangrando, ele está dizendo que ela está morta lá.

Então esse irmão da Gacy vai até a casa da irmã e chega lá, o bebê está chorando, e ele abre a porta, arrebenta a porta, e ele chega e encontra a irmã morta. Nós tivemos versões que o bebê ficou chorando durante muito tempo e os vizinhos chamaram a polícia. Também pode ter sido. É lá, Isabela Nardoni, quando uma coisa começa a ter uma hecatombe muito grande, muita gente chama a polícia, muita gente liga. Você sempre vai achar que foi você o primeiro, mas o primeiro pode ter sido outro.

O fato é que quem encontra de primeira mão a Gacy morta é o irmão dela, que foi avisado pela prima do João Vitor. Que o João Vitor teria matado a esposa, então irmã desse homem. Ela encontra esse filme de terror com um bebê chorando ao lado do corpo da mãe morta. Nesse desenho que vai se reorganizando do que aconteceu, no primeiro momento se chega a informação, tá vendo ali, ó, choro de bebê levou a PM encontrar corpo de médica em apartamento do Paraná.

Pode ter chegado em seguida, mas quem abre, pelo que tudo que eu consegui rechecar, é o irmão dela que e entra enquanto pior ainda, né? O tio pegar o sobrinho chorando ao lado do sangue da mãe, uma coisa meio Dexter assim, uma coisa horrorosa. O que foi falado no primeiro momento é que os dois tinham se separado, que eles estavam conversando para reatarem. Ah, inclusive, agora, se chegarmos a 3 mil curtidas, a gente vai sortear 5 assinaturas de membro.

Curte aí, por favor, isso é super importante para o canal. Curtindo ao vivo, a gente sorteia 5 assinaturas de membros. Se você estiver assistindo gravado, por favor, curta também, mas daí não vai ter o sorteio. Vem numa próxima live, participe para você conseguir ser sorteado ou sorteada também. Mas então se falava muito que eles estavam, em princípio, tentando reatar por conta do bebê. Vamos reatar, aquela coisa, vamos reatar e tudo mais.

Aqui já vai também trazendo. Aí, como eu falei do caso da Mayara, da Guarda Civil Metropolitana aqui de São Paulo, que foi encontrada morta e foi dado, em princípio, como autoexecução, mas tudo pode levar a crer que tenha sido a PM Gisele, e tudo mocapado para que se parecesse autoexecução. A Mayara, ela estava entre idas e vindas com o seu então namorado, E uma das coisas, ela separava e voltava porque ele pedia, separava e voltava porque ele pedia.

É uma coisa que repete-se aqui um pouco. Parece que eles tinham essa coisa aí, ôiô, de vai e volta entre a médica e o advogado, entre a esposa e o marido, entre a Gacy e o João Vitor. Gente, é assim, relação tem que ser leve, relação tem que ser fácil, relação tem que ser algo que você não pensa sobre ela. A partir do momento que tem um vai e volta, que tem ghosting, que tem isso, não dá. Não dá para ter, ah, é só mais uma conversa, só mais uma chance, só mais uma vez.

A gente nunca sabe se aquela vai ser realmente a sua última chance, a sua última vez de respirar. Então, assim, no caso aqui, que tem essa gangorra, de vem e volta, vem e volta, não entra em relação. Isso já é tóxico, gente. Ah, mas Beto, quando que a gente tem os sinais de uma relação tóxica? Essa é uma relação tóxica. Se você vai e volta, vai e volta, briga e volta, você precisa do quente, o quente, o quente, isso já é tóxico, isso já é ruim.

Ah, mas não vale a pena tentar? Vale, vale a pena viver, né? Então assim, não aceite, não encontre. E se você tiver filhos, se você tiver motivos pelos quais ainda tem que conversar com quem você se separou, e não é uma, e não for uma separação lá William Bonner e Fátima Bernardes, que eles, eu vi que assim, que é uma, que são pessoas evoluídas, né, na entrevista que ele deu para a própria ex-esposa. Você não for uma relação evoluída dessa maneira, e vamos combinar que 98% das pessoas não são, Principalmente aqui no Brasil, ninguém é sueco aqui, não converse, não fale, não encontre, fale através de advogados, não tem motivo, a pessoa não tem que ter sua chave, a pessoa não tem que ter o facial para entrar, você não pode, você tem que cortar absolutamente tudo, porque muito parecido com essa história é outra história lá de Minas Gerais, que eu acabei de esquecer o nome da vítima, que eu já fiz aqui a entrevista com a área com a irmã, e também especial com a Rosângela, que era uma relação horrorosa da mulher com o homem que tinha um filho em comum.

Horrorosa, horrorosa, horrorosa. O cara nunca deu um centavo dentro de casa. Quando eles se separam, ela quer pensão. O cara inventa para ela: então vamos conversar sobre a pensão. Quando ela chega, ela leva 32 facadas na cara. Não encontre aquela pessoa que não vai te fazer bem. E isso a gente precisa, para isso fazer terapia. Mas neste caso aqui, continuando, o que eu quero ver, o que que o Ministério Público do Paraná, quando ele vai pedir a prisão do João Vitor, eu já vou chegar nela, mas mais importante é o discurso que estava sendo colocado, é que os dois tinham entrado em comum acordo de se encontrarem para tentarem reatar.

E aí teve uma briga, você pode achar que é tipo a história do corinthiano e da palmeirense, que teve uma briga, que um esfaqueou o outro e ela acabou morrendo, então vai virar quase uma legítima defesa, porque ele está com facadas, lembra que ele também está com facadas? Então você começa a construir uma história assim: ela queria encontrar com ele, ele aceitou, ele vai até a casa dela, Ele sobe, eles discutem, os dois sem galfinho, dão facada, ele pega o carro, desce, vai embora.

E não é bem só essa história. Eu vou entrar como foi a história mais possível ser contada. Você vai ter que ficar comigo até o final aqui para entender. Mas o Ministério Público, já para colocar ele na preventiva, ele já diz assim, olha, o Ministério Público aponta expressamente que João Vitor não aceitava o término da relação. O parecer sustenta que ele invadiu o apartamento da médica e a executou de forma covarde, motivado pelo inconformismo com a separação.

Ou seja, ele não foi lá conversar com a Gacy, ele não ligou e falou: ai, vamos tentar arretar. Pelo que o Ministério Público coloca no pedido de prisão do João Vitor, ele— a palavra usada, e não é à toa que promotores usam as palavras que usam é para dar a força onde tem que dar a força. Ele invadiu a casa dela. Quem invade é porque não foi convidado a entrar. Então a ação dele é muito mais contundente, muito mais forte do que o que era retratado antes.

Fomos nos encontrar porque nós dois queríamos. O Ministério Público disse que ele invadiu, então não tem pré-acordo. É sábado à noite, não é à toa, é sábado à noite. É aquela coisa de vou te pegar de surpresa. Onde você está indo? Você está indo para balada? Você está indo para festa? Com quem você está falando? Foi assim, ele invadiu, não foi de arrebentar a porta. Será que ele ainda tinha a chave da casa? Eles eram recém-separados?

O fato é, ela, pelo que eu entendi nesse documento do Ministério Público, ela não esperava por ele. Ele chega na casa dela em determinado horário. Nós não temos ainda o horário de entrada e saída dele, porque ele sabidamente vai descer para ir embora pelas escadas, porque ele deve saber que ali não tem câmeras. Vamos lembrar que esse jovem rapaz de 25 anos é formado em Direito e ele já está atuando como advogado, como assessor jurídico ali daquela cidade próxima de Maringá, cidade essa que já tirou ele do seu corpo de funcionários, né, já mandou ele embora.

Em seguida ao crime. Tá certo, né, gente? Ah, mas até ter julgamento mesmo, né? E olha como é que foi em princípio. Ó, faltam 400 curtidas, curte aí para mim, vamos curtir todo mundo agora, vamos dar 400 de uma vez. E se der 5 mil curtidas, são 10 assinaturas. Então é isso. O que que aconteceu? O que que você começa a conseguir desenhar mais, mais importantemente? Ele vai à casa da Gássia, o João Vitor chega a casa. A gente não tem horário ainda de chegada.

Claro que a polícia deve estar investigando, ele deve ter algum registro desse cara chegando ali perto do prédio, como ele chegou ali, a AirBnB do celular, se ele era de outra cidade, que horas que a AirBnB do celular vai marcar o celular dele ali na região. Eles vão conseguir chegar pelo menos horário próximo. A gente vai ter um outro horário, 8:06 da noite, que é o horário que vai ter a primeira ligação que ele vai fazer para essa prima dele.

A gente não vai saber ainda o começo de todo o terror, mas a gente vai saber da seguinte maneira: ele vai subir para o apartamento da Gacy, provavelmente de escada também, porque se ele já desceu é porque ele já subiu pensando. Ele vai invadir a casa dela, provavelmente com a chave, ou não sei se são aquelas fechaduras eletrônicas, com senha ou com reconhecimento facial, mas ele não arrebentou a porta. A invasão é pelo fato de ele não ter sido convidado.

Ele chega a esse apartamento, ele entra no apartamento e lá estão. O que vai acontecer ali a gente não vai saber. Os vizinhos não relatam, pelo menos assim, relatam que sempre tinham brigas, mas não se relatou se ouviu grito de socorro. Vão ouvir o choro do bebê, Mas mais tarde. Por que que isso é importante? Porque é colocado pelo Ministério Público também e pela investigação que ele vai atacar a Gacy com mais de 10 perfurações.

A Gacy, a Gacy, né, eu tô falando Gacy, mas eu acho que é Gacy mesmo, ou Gacy, eu acho que é Gacy porque são dois S. A Gacy vai ser encontrada com 3 facas ao lado dela. Se as 3 facas foram usadas, isso a perícia vai dizer. Se as 3 facas foram usadas, é muita, é muita crueldade. Por que se utilizar de— por que escolher outras ferramentas? Por que escolher 3 facas diferentes? Por que fazer essa mulher sofrer dessa maneira olhando o filho, ouvindo o filho?

Esse cara vai ficar dentro dessa casa por horas Por horas, ele vai ficar horas. É dito pelo Ministério Público que o João Vitor fica durante horas dentro da casa. Horas tem que ser mais de duas, né, mais de uma, para dar que ele tenha ficado duas horas. Ele vai ter ficado no mínimo duas horas ao lado do corpo da mulher morta e ao lado do corpo do filho vivo. Se isso não é uma perversidade, se isso não é uma crueldade, eu não sei o que significa.

Segundo o delegado que estava primeiro encabeçando a investigação, como é um caso de feminicídio, pelo que eu entendi, no Paraná, quando tem um caso de a vítima ser mulher, vai ser direcionado automaticamente para a delegacia da mulher. Esse delegado, que muito bom, muito lúcido, muito sensato na sua forma de colocação, sem sensacionalismo nenhum, ótimo delegado, Ele saiu já porque já foi para delegacia da mulher, mas ele é o primeiro delegado que dá essa visão.

Ele disse que era um filme de terror, que era sangue por todo o apartamento. Se é sangue por todo o apartamento, tem dois pontos, né? Porque ele também vai se cortar ou vai ser cortado. Então você tem sangue de duas pessoas. A perícia vai ter que analisar o sangue de lá é dele, o sangue daqui é dela, ou todo sangue que tá aqui é dela. E o sangue dele é só dentro do banheiro. Porque se vamos dizer que todo sangue seja dela, todo sangue seja dela, essa mulher ficou sendo esfaqueada pelo apartamento inteiro.

Então ele foi buscando ela. Se os 4 são mais aqui, então é olho no olho. Então tem essa coisa. Agora, se o sangue for dele, se ele só tiver sangue, por exemplo, no banheiro, Significa que é o que o delegado apontou que ele queria investigar, e ele tem totalmente razão, porque isso já vi outros casos assim, que os cortes que ele apresenta poderiam ter sido feitos por ele mesmo, e não numa briga, e não numa tentativa de legítima defesa, e não numa tentativa de construção de uma dança da morte onde eu te convidei para dançar e eu só não morri Porque eu matei primeiro.

Se foi isso, a gente tem alguns cenários aqui. Primeiro, ela foi esfaqueada pela casa, ele vai até algum lugar, fica com ela, com o corpo morto ali, com o bebê ali. Ele disse que ele ficou várias mais horas ali também para fazer o bebê dormir, que é terrível, né? Ele deixou o filho dele, o filho dele, o filho dele ali ao lado do corpo da mãe morta. Ou eles entraram em embate, quem vai decidir isso é a polícia, ou ele mata, corteja a sua maldade, olha para o seu rebento, não sei se ele pensou, o que ele pode ter pensado, cria uma fantasia, estou dizendo que isso é uma possibilidade, cria uma fantasia de uma nova história a ser contada, se corta, precisa entender, a perícia vai saber ver isso, se esses cortes são superficiais ou são profundos.

Porque é muito comum as pessoas, quando vão fazer esse tipo de coisa— eu ia falar Mônica Lewinsky, a Monica Elkouri, o marido dela, para fingir que tinha tentado desfazer, ele tinha vários pontinhos e uma facadinha mais profunda. Porque quando você vai testando a dor e até onde vai. Então tem que ver se esses cortes são superficiais, de tentativa de forjar alguma coisa, Ou se realmente poderiam ser feitos os cortes em cima dela.

Ele tem sinal de defesa? Pelo que eu li, não tem sinal de defesa. Ele é um homem, gente, que apareceu na RIC TV do Paraná. Achei muito, muito inteligente do jornalista, do apresentador. Só um minuto, pera aí, que é a hora, porque ele tá no hospital, né, que ele tá dodói. Ele foi cortado e lá no hospital vai querer ficar porque ninguém quer ir para cadeia. E o jornal local lá da RIC TV, eu acho que também chama Balanço Geral, ele conseguiu, porque falavam que ele tava no TI, ele conseguiu mostrar que ele não tava no TI, esse jornalista.

Muito bom. E ele mostra a ficha do João Vitor, o que que ele tá recebendo. Parece que ele foi traqueostomizado, eu não entendi. Se foi traqueostomizado, o corte foi muito profundo mesmo. O que que vai dizer isso? Que o que eu perguntaria: ele é um homem de 90 kg, apareceu nessa ficha que ele tem 90 kg, e dá até para ver pelas fotos que ele até pode— ele é um homem grande, né, vamos chamar assim. Não é forte, não é sarado, ele é grande.

Aí ele tem 90 kg. Um homem de 90 kg com a Grazi, você vê que ela é um pouco mais alta que ele, ele vai tentar se defender se ela vier com facada nele. Ele tem cortes na mão, Ele tem sinais de defesa aqui no antebraço, aqui alguma coisa? Ela tem sinais de defesa? Isso os laudos ainda não saíram e vão ser extremamente reveladores, porque ali você vai mostrar o quanto que foi esse samba do crime, por quem, quem foi para qual lado.

Então nós temos a possibilidade de ele ter invadido e de cara ter matado, de cara, porque é óbvio que os celulares eles estão sendo periciados, vai se ver a quantidade de conversas de ciúmes entre eles ali, entre os dois, mas principalmente o que deixava ele ainda mais atazanado para ele pegar, sair da cidade onde ele tava morando agora, que acredito que esteja morando porque tá trabalhando na prefeitura. Tudo bem que era sábado, então assim, e também é tão distante, mas ele vai no sábado à noite infernizar a vida da ex-mulher.

O que que ele viu? Qual foi o gatilho? Qual foi o tipo estopim para ele ter ido naquela, aquele horário ali até ali. Então ele entra, invade, mata a Grazi. Mata porque entraram no embate. Se eles entraram no embate, ele ficou muitas horas lá dentro fazendo o bebê dormir. Mas ele tá com contra, com tanto sangue assim, ele não, ele teria tido força para sair do apartamento? Que horas que tem esse corte no pescoço aqui? Eu ouvi um médico de resgate falando 12 perfurações no pescoço. Isso para mim é bem aquelas facadinhas que vão dando.

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BRBeto Ribeiro

Uma coisa assim, mas ele de fato não está na UTI segundo esse esse jornalista. Ele mostra ali a foto, tá? Mas retornando para cá, então ele invade a casa. Ele mata ela, fica com ela ao lado do corpo, fica olhando o filho, resolve criar uma história, aí ele pega, se corta, sai e desce e foge? Ou porque o embate, se ele tivesse ficado levando facadas junto com ela e ele ficou no mínimo 2 horas, porque são horas, é relatado que são horas que ele fica ali, se ele ficou 2 horas lá, ele esvaindo em sangue, você não vai ter força para fazer mais nada.

O fato é que depois dele ter ficado duas, pelo menos duas horas ao lado do corpo da mulher, que ele disse que ficou ali para resolver fazer o filho dormir e ficar ali dormindo ao lado do corpo da mãe, um bebê de 8 meses, eu perguntaria: ele tomou banho? Ele se trocou de roupa? Porque esses cortes foram feitos em cima de uma outra roupa. Na roupa dele tem sangue dela? Porque tudo isso é o desenho de como a perícia vai conseguir contar o que aconteceu, qual foi a real dinâmica do crime, uma vez que você só tem duas testemunhas vivas hoje: um bebê de 8 meses que não vai saber te contar e ele, que vai falar o que ele quiser.

Ele termina de matar, ele fica 2 horas, ele— não sei o que ele fez com esse corpo, não sei o que que ele fez naquela casa, não sei o que mais passou na cabeça dele. Ele deixa o bebê ali, Pega e desce pelas escadas, pega o carro da Gazi e vai para aquela cidade que eu já falei, que eu sempre esqueço o nome, mas a gente acha aqui. Vai para aquela, vai para aquela cidade, e naquela cidade que é ali próxima de Maringá, Mandaguari, Mandaguari, próxima de Maringá, ele liga para a prima dele, e a prima dele e liga para a polícia, entregando, com toda lógica, isso sim é uma cidadã, para a polícia e para tudo mais.

Vamos ver o que a prima dele conta no depoimento que ela deu para a polícia. É claro que aqui você vai ter o áudio dela modificado, até a fonte vai estar junto com a arte, por conta de não precisar... Essa é uma... Testemunha que precisa ser resguardada, uma vez que o que ela fez foi muito nobre. E para as pessoas invadirem, como ele invadiu a casa da ex-mulher, invadir na vida dela seria muito fácil. Vamos ver o que que ela conta de detalhes. E olha uma atenção aos horários.

?Voz D

Ele mandou uma mensagem para mim, 8:03, no WhatsApp: você está em Mandaguari? Só que eu não tinha visualizado a mensagem. Daí era 8:28, ele mandou um ponto de interrogação. 20:48, que foi a ligação que ele me fez perguntando se eu estava na minha casa e se ele poderia ir na minha casa. Daí ele pediu para mim enviar a localização para ele pelo WhatsApp. Eu enviei. Mais ou menos umas 9 horas por aí ele chegou na minha residência.

Como o portão, né, de elevação, eu abri para mim sair lá fora, tava aberto, ele já entrou direto com o carro lá dentro. E aí eu fui até a porta do passageiro, abri a porta, entrei no carro e perguntei o que tinha acontecido. Eu perguntei para ele o que que tinha acontecido. Ele falou pra mim que eles tinham brigado e que ele tinha matado ela. Ele falou que eles tinham brigado, que ele tinha matado ela. Eu perguntei sobre o que é o filho, ele falou que tinha ficado no apartamento com ela.

Eu perguntei pra ele o que tinha acontecido com ele, porque eu vi que ele estava assim, bem inchado, machucado. Daí ele ergueu o pescoço assim. No que ele ergueu o pescoço, eu vi que tava tudo ensanguentado, que tinha uma perfuração aqui, bem perto da garganta. Aí eu perguntei o que aconteceu, aí ele falou que era facada. E aí, nisso, ele já pediu pra eu pedir ajuda. Aí foi a hora que eu entrei pra dentro da minha casa, falei com o meu esposo.

E aí, nisso, ele já ligou pra polícia, porque a gente mora na rua de trás do destacamento aqui de Mandaguari. E aí, eu já liguei enquanto ele falava com a polícia, e eu estava falando com o 192. Foi a hora que a gente pediu o socorro. Não, porque os pais deles moram em Maria Alva. Então, até eles chegarem... Na hora que os pais dele chegaram, a ambulância já tinha... O bombeiro já tinha retirado ele de dentro do carro. E ele já tava na ambulância do bombeiro.

A gente só tinha conhecimento de que eles tinham largado, estariam retomando, né, o relacionamento, e só isso.

BRBeto Ribeiro

Então você vê que os pais dele moram em Marialva e essa prima dela mora em Mandaguari. Como são cidades próximas ali, todo mundo acaba podendo ir de um lado para o outro. O Ministério Público então pede a prisão dele, que é dada, e fala que porque ele invadiu o apartamento da médica. Executou também fala, o Ministério Público também justifica a necessidade da prisão preventiva afirmando que as circunstâncias do crime revelam uma periculosidade extrema e frieza que fogem ao padrão.

Realmente fogem mesmo. O delegado responsável classificou o local como um cenário de terror. A presença do filho também é uma coisa importante, Porque você matar, principalmente na frente de seus descendentes, ascendentes da vítima e tudo mais, isso aumenta sua pena. A pena dele, espero que seja bem alta. Fala que o filho do casal, o parecer do MP ainda diz que o filho do casal, de apenas 8 meses de idade, estava no imóvel e teria presenciado o ataque.

Além disso, o documento relata que o acusado permaneceu várias horas no apartamento junto ao corpo da médica, colocou a criança para dormir, trancou o imóvel e fugiu abandonando o bebê sozinho ao lado da mãe morta. O abandono também vai fazer parte de todo esse monte de crime que ele deve colocar. E também o fato de ele ter fugido. Tudo isso dá sustentação para uma prisão preventiva. Prisão preventiva essa que ainda não aconteceu de fato, porque, como ele tinha esses cortes, que ainda não se explicou como fez, como diz o próprio delegado, tem que ser investigado de novo, porque pode ter sido uma fraude processual, né?

Ele começou a fazer construindo uma historinha. De novo, ele é advogado, né? Aula de criminal ele deve ter tido. Ele vai para o hospital, no hospital ele está. Eu estou gravando agora com vocês aqui, fazendo a live, no dia 10 de setembro de 2026. Ele foi esperado todos esses dias para ter audiência de custódia e ir para a cadeia. Mas ele motiva, eles falam que está na UTI, que daí o pessoal lá da RIC TV mostrou que, em princípio, ele não estaria.

Tem vários percalços que o mantêm ainda no hospital. Uma hora, do hospital, ele vai ter que sair. Quando ele sair, vai ser dada a audiência de instrução, vai ser dada a prisão, ele vai ter audiência de instrução e aí ele vai seguir o seu, o seu, todo o seu rito. Eu pedi também para a produção entrar em contato com os advogados, são novos advogados, tinha uma primeira advogada, depois entraram esses dois advogados, mas eles ainda não estão dando nenhuma entrevista ainda, mas fica novamente o convite, é só mandar email para equipebetoribeiro@gmail.com que a gente conversa para trazer a visão dele, a visão do João Vitor.

Eu imagino que terá uma coisa de que eles se contra-atacaram e ele, para se defender, matou ela, mas, de novo, vou perguntar: se eles se contra-atacaram, eles esfaquearam ela, ele esfaqueou ela, um esfaqueou o outro, como que ele fica horas ali no apartamento, desce uma escada, pega um carro, vai até outra cidade, pede ajuda lá? Gente, se ele ficou 2 horas sangrando, ele não teria força para abrir a porta. Então ficaria estranho.

Ele tem sinais de defesa mostrando que existiria entre eles esse embate, esse duelo de facas. Por que as 3 facas? Ele usou uma faca de cada vez. Por quê? Porque uma faca foi mais difícil de usado do que a outra? Tem tudo isso que nós ainda vamos ficar. Fica também o meu convite para a família da Gacy para falar com nós também, trazer a biografia dessa mulher que merece ser conhecida, e até porque um dia o filho dela vai querer saber quem era a mãe, e vira documento histórico também.

Deixe-me ver se tem mais algum ponto aqui que eu tenha esquecido. Aqui para nós falarmos. Encontrado, ficar ao lado do corpo. Gente, ficar ao lado do corpo durante horas, eu acho, sempre que a pessoa... Agora está na Delegacia da Mulher, já falei, fez traqueostomia, eu não entendi isso. Você ficar ao lado do corpo, eu acho sempre... O que eu sempre digo é o seguinte: o pós-crime fala muito mais do criminoso do que o crime em si.

Que nem é o que eu fiz da Nayara, que matou os dois filhos, ficou 12 dias dormindo com os cadáveres. É uma coisa assim, é insustentável. A desumanidade é tamanha que você fica impactado demais. Neste caso, um cara que vai, mata uma mulher com pelo menos 10, 12 facadas, fica ao lado do corpo dela, ao lado do corpo do bebê de 8 meses, Ele deixa esse bebê com sangue da mãe no seu olfato e fecha a porta e vai embora e vai buscar ajuda para ele, não vai buscar ajuda para o bebê.

Ele só fala do bebê porque ele é perguntado sobre isso, ele só fala da mulher porque é perguntado para ele sobre isso. Ele não chega para essa prima e fala: pelo amor de Deus, me ajuda, eu fiz besteira, meu filho tá lá. Ai, meu Deus, como eu sou, eu sou um monstro, eu sou um monstro! Se joga no chão. Não, ele, ela, ele só vai revelar porque questionaram. Se não questionasse, não contava nada. E claro, o bebê estava chorando lá e chorando muito.

Tio conta que tava chorando, chorando muito, e também os vizinhos. Então imagina o choro de tudo, choro de fome, choro de sono, choro de dor, choro de de saudade já da mãe, choro de uma visão que, por mais que me falem, ah, mas ele não vai registrar, eu falei, eu posso te perguntar, como é que você sabe? Como que a gente sabe que não, que não vai registrar? Então, é uma coisa suja de sangue, e as 3 facas estavam sujas de sangue.

Confesso para a mãe, falo que— Ah, e tem uma coisa importante, Ele confessa para a prima que ele teria dado as facadas, mas que ele teria esganado ela. Para quê? Para ela não gritar alto? Porque não morria? Então, agora vou na mão mesmo, porque é mais gostoso? Porque, se você olhar, é tudo muito tato, é facada, é esganado, é o querer tirar a sua vida com a minha mão, é eu ser o Deus ou o diabo maior do que você pode imaginar. Então os laudos, os laudos cadavéricos vão trazer de fato qual foi a morte dela, né, do que que ela morre de fato, se são das perfurações ou se são, ou se foi das perfurações seguida da asfixia mecânica, blá blá blá, aquelas coisas que também é importante que a gente vai ter.

Ele colocar o bebê para dormir, ele fala que foi pôr o bebê para dormir, mas o bebê foi encontrado ao lado do corpo da mãe, meu senhor. Põe o bebê para dormir, então você teria colocado ele num quarto, né, para deixar longe do cenário da destruição que você fez. A prima fala do pescoço ensanguentado, irmão médica, é o irmão da médica no apartamento. E aquilo, né, ele manda 8:03 da noite, a primeira mensagem que ele manda. Então aí ele já tá fora, precisa descobrir que horas que ele entrou, que horas que ele chega ali pelo prédio.

Ali vai começar o tempo da morte da Gacy, nós vamos conseguir desenvolver também o tempo do prazer que ele teve em matar, porque a morte não foi só a facada e a esganadura, a morte foi o tempo todo, o tempo inteiro, em tudo. Em 8 meses ele já está aí. Então, é isso aqui. O pessoal ficou comigo na live? Então, eu fico muito agradecido, muito obrigado. Não me deixem só aqui. Então, deixa eu ver. Muito obrigado para quem ficou até agora.

Fico muito lisonjeado de vocês estarem aqui comigo agora, conosco todos, que está aqui o Sal, está o Aru, está a Maiara, está todo mundo aqui. Vamos ver aqui os chats que me mandaram aqui para ver. Cadê? Muito obrigado, Alana Lang. Alana Lang, um beijo para você. Obrigado pelas assinaturas, Ana, que está aqui conosco. Como é que é a moça que fez aquela sacola? A Raph Stitch, ela tá aí? Raph Stitch, um beijo para você. Ulisses me mandou sua foto.

Não fui à Bienal este ano, não consegui, não conseguirei ir neste fim de semana também, mas o Ulisses me mandou a sua foto com a sacola e eu vi também no Instagram. Ela fez uma sacola muito divertida, a turma do True Crime. É ótima aquela sacola e eu Vou encontrar o Ulisses amanhã, aliás, daí a gente vai bater papo. Um beijo para Rafa Stitch. Né, que eu, Ana Pereira Galega. Beto, você não está sozinho. Obrigado, meu amor, estamos aqui com você.

Obrigado, né, com beijo. Ela tá lá no Japão, ó, tô intercontinental aqui. Um beijo. Thaísa Mota, beijos. Ela tá na Argentina, né? Ela fala: Beto, você é minha companhia diária. Perdi meu pai e meu filho com diferença de 15 dias. Desde então você é meu amigo, minha querida, muito obrigado. Beijo de Buenos Aires. Um beijo para você nessa cidade linda e cara. Gente, como Buenos Aires tá caro, fiquei impressionado. Olha, eu que moro em São Paulo, achei aquela cidade cara, mas continua linda demais.

Um beijo para você, Thaís Amato. Um beijo, que bom que estamos aqui. Nós somos amigos aqui diariamente. Um beijo grande. Raquel Lugar. Raquel Lugar, bora juntos, Beto, estaremos aqui. Um beijo, minha querida, beijo grande. Renatinha Quintanilha: isso aqui é um abraço fraterno para todos os amigos familiares do Igor. Obrigado, meu querido, um beijo grande. A Denizinha: Beto, sinto muito pelo seu amigo também, também saúde mental tem que ser falada e tratada.

Beijos da Denise de Porto Alegre. Um beijo para você, eu tô indo, ó, vou para Porto Alegre novembro, né, Ruki? A gente vai em novembro, eu vou para Porto Alegre. Um beijo, Denizinha, um beijo grande para você aí. E obrigado, obrigado. Também sinto muito pelo meu amigo. Ana Ramos, beijos. Catarine, Catarine GS, Beto, sinto muito pelo seu amigo. Muito obrigado, muito obrigado pelo carinho. Só passando para agradecer o trabalho. Obrigado, querida, obrigado de verdade.

Um beijo grande, obrigado pelas palavras. Amanda CP, Amanda CP, Beto, às vezes a gente fala tanto, mas as pessoas não acreditam. Pois é, o que fazer, né? Um beijo. Flávia Albuquerque: Beto, um beijo com muito carinho. Obrigado, meu querido, obrigada, acalenta mesmo meu coração. Vinícius Costa: fazendo minhas terapias diárias, fazendo crochê, ouvindo o Beto. Obrigado, Vinícius, beijo grande. Sou sua seguidora. Josiane Cristina: sou seguidora de Maringá, triste ver o caso da Rosilane e agora esse absurdo, não deixaremos passar.

Exatamente, Josiane. Um beijo grande para você. E Alice Stabelini, obrigado pelas assinaturas, um beijo grande. A Laís Criato: Beto, sou da cidade de Americana, São Paulo. Aqui aconteceu um caso chocante no fim de semana. A mulher fala uma versão, família do rapaz outra. Eu vou ver, não vi esse caso, mas eu vou procurar. Obrigado, Laís. Fatos Criminais: comecei canal, beijo. Obrigada, Inspirado, muito obrigado, querido, um beijo grande.

Poliana Farias: meu primo em São Paulo se jogou, mandou mensagem uma semana antes, eu disse que tô buscando as crianças na creche, já já falo, mas esqueci. Semana seguinte aconteceu, fiquei super deprimida. Ela tá na Suécia, não é isso? Um beijo, Poliana. Também tem uma coisa, a gente não vai salvar quem também não tá querendo ser salvo, e a gente não vai conseguir mudar a realidade da vida, né? Um beijo, um beijo grande. Caroline Espanhol: Beto, meus pêsames pela sua dor.

Muito obrigado. A vida é muito linda e boa, e mais às vezes é difícil viver essa vida. Tudo depende de como olhamos. Pois é. Manda um beijo para os meus filhos. Um beijo para o Samuel e para o Benjamin, que estão lá com a Caroline Espanhol vendo aqui a live juntos. Então, beijo grande para vocês todos aí, o Samuel e o Benjamin. Aqui vamos aqui ao sorteio dos 5. Beijo para Rosângela Monteiro, beijo para Solange Beretta. Tô com saudade também da Solange.

Um beijo aqui para todos. Que cadê assinatura de presente? São 5, Aru. Pronto, aqui foram todos, foram todos aqui. Obrigado pelas mensagens todas aqui que vocês me mandaram. Um beijo grande para todo mundo. Amanhã tem vídeo, tem vídeo todo dia. Um beijo enorme, gente. Aproveitem a vida. Se você dormiu de menos porque você se divertiu demais um dia antes, tá tudo bem. Se você bebeu um pouco demais, mas foi tudo ótimo com seus amigos, está tudo bem, no dia seguinte passa, toma uma Neosaldina que vai.

Vamos curtir mais, vamos ser mais leves, vamos viver mais o agora. Tem muita gente que fica vivendo esperando chegar daqui 2, 3 anos. Espera não. Hoje não volta mais, então viva o agora. Um beijo grande para vocês, de novo, um beijo enorme. Para a família do Igor Fagundes, do meu amigo. Um beijo para Aru, um beijo para o Saulo, beijo para Maiara, beijo para todos nós neste dia chuvoso aqui em São Paulo. Um beijo enorme para você que ficou até agora e a gente se vê daqui a pouco, porque tem vídeo amanhã, sábado, tem live semana que vem sem falta. Até já!

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