BELEZA QUE MATA - INVEJA, PODER, DINHEIRO, SEXO E FAMA EM VOLTA DA BELEZA - RIVALIDADE ARDENTE
Confira a dica de séries onde a beleza é fundamental para a história: "The Beauty", "Tudo justo", "Rivalidade Ardente"(Heated Rivarly), "America Next Top Model". Até onde você iria para ser uma pessoa lindíssima?#series #netflix #disney #hbomax #podcast
- Séries de TV e StreamingVírus que reconstrói corpo e rosto · Desejo de transformação física · Bilionários em busca de juventude eterna · Contaminação através de relações sexuais · Experimentação ilegal de agentes do FBI
- Beleza como Elemento NarrativoBeleza como fermento da história · Superficialidade da beleza moderna · Desejo de aceitação através da aparência · Beleza versus personalidade · Impacto das Redes Sociais
- Direitos LGBTQIA+Gay padrão e patrulha identitária · Representatividade positiva · Aceitação familiar de LGBT · Privilégios e estrutura social · Visibilidade de pessoas gay em esportes
- Tecnologia EmpresarialCrescimento do mercado de cosméticos · Vendas durante pandemia · Rejuvenescimento e antienvelhecimento · Equilíbrio no consumo de beleza
- DocumentáriosBastidores do reality show de modelos · Legacy de Tyra Banks · Cancelamento e anacronismo · Competição entre aspirantes a modelos · Broncas e crítica na televisão
- Redes Sociais e AutoimagemDesejo de parecer desejável online · Controle da narrativa pessoal · Pessoas deixam de ser reais · Influência do Instagram e redes sociais
- Anacronia em Críticas de SériesJulgamento de conteúdo antigo com padrões modernos · Contextualização histórica · Cancel culture e revisitação de obras · Geração TikTok e revisão de conteúdo
- Cinema e SériesBusca da eterna juventude · Transformação física extrema · Indústria de beleza e envelhecimento · Obsessão pela aparência
- RelacionamentosImportância de compatibilidade além de beleza · Relacionamentos baseados em aparência · Dinâmica de casal e atração · Sexualidade e conexão emocional
- Feedback e Desenvolvimento PessoalImportância de broncas construtivas · Formação profissional através de feedback negativo · Cultura de sensibilidade excessiva · Aprendizado com crítica séria
- Desigualdade SocialClasse média e família estável · Nascer em São Paulo · Raça e privilegio branco · Acesso econômico · Oportunidades baseadas em privilégio
- Reality ShowsBig Brother como formato · Reality shows e edição · Impacto psicológico de estar filmado · Privacidade e registro de momentos ruins
- Identidade e AutoestimaIdentificação pessoal gay · Não problematizar pronomes · Autoestima gay · Vida pessoal além de identidade sexual
Olá, sejamos todos muito bem-vindos. Não deixe de se inscrever, curtir, compartilhar, ligar o sininho, marque nas suas mídias sociais e marque a todos. Nas mídias sociais, se puder, seja membro, se puder, está tudo certo. Deixe que venha comigo até o final dessa dica de séries onde a beleza é ingrediente necessário e principal para se contar uma história, várias histórias, inclusive histórias reais. Ser belo, não ser belo, tudo muito depende da sua referência, do que é bonito, do que é feio e é verdade. Existem belezas óbvias.
é linda em qualquer lugar do mundo, com qualquer referência que for. A Gisele Bündchen, Homens Deslumbrantes, Brad Pitt, o George Clooney, aquele que faz o irmão do Jesus, o Jesus, por exemplo. Os dois irmãos lindíssimos, o loiro negro, maravilhosos. Tem pessoas que têm a sua beleza plural. Em qualquer lugar do mundo será belo. Mas só o belo nunca é o suficiente.
do que a terceira, quarta troca de olhares. Porque realmente, para quem só se preocupa com beleza, quem é narcisista, não quer ninguém mais bonito ao seu lado. E quem só se preocupa em ter alguém bonito do seu lado para chamar atenção, não vai durar muito tempo também, porque o próprio belo vai buscar outra beleza. Eu sempre digo que gente interessante, divertida, inteligente, culta, que me faz rir,
a beleza em si. E falo isso até porque eu tenho um marido muito bonito, então eu posso dizer com toda a tranquilidade. Faz parte, a indústria da beleza é uma das indústrias que mais cresce no mundo em qualquer época da existência do mundo moderno ou não moderno. Covid que o diga. Esse momento onde as pessoas se jogaram pra dentro e se olharam mais pro espelho, explodiu a venda de cremes, de cosméticos e assim por diante. A gente busca também a eterna juventude.
é postergar um pouco marcas que eu ainda não preciso ter. Isso daí eu acho bom. Eu gosto de envelhecer ainda mais jovem. Isso não é ruim. Isso é dentro de um equilíbrio, onde tudo com equilíbrio pode, tudo com equilíbrio pode. Então, se você se tornar escravo da beleza, é um inferno. Inferno para você, inferno para os outros que vão viver com você. E estas séries que eu vou trazer aqui, como dica de séries, tem a beleza como parte, como eu falei,
Não tem como você não ter a beleza, inclusive em uma das séries, questionando até onde nós vamos por ela e para termos ela, seja ao nosso lado ou no nosso reflexo. Você mudaria? Se você pudesse tomar uma pílula agora, como foi aquele filme Substância. Só que Substância era a busca da eterna juventude. Você tinha uma mulher linda, que era a Demi Moore, querendo não envelhecer e se tornando mais jovem, porque na própria indústria onde ela circulava,
Na própria indústria onde ela circulava, que eu estou meio sinusitado, mas estou sendo sinusito, onde ela circulava, que é a Hollywood, a juventude era mais importante ainda que a beleza. Não bastava só ser belo, precisava ser jovem. A substância tem essa busca eterna de nós não termos mais o tempo a nosso desfavor, que eu sempre acho que o tempo é o que nos dá o melhor de nós. Fernanda Montenegro que nos mostra. Olha que linda que ela está exatamente por ela saber ter chegado na idade onde chegou.
essa necessidade do belo, da juventude e tudo mais, sempre colocados pra gente, como inclusive obrigação de nós termos. Mas eu te perguntei, se você pudesse, conta aqui, já deixa aqui nos comentários logo de cara, se você pudesse tomar uma pílula agora e virar a pessoa mais linda do mundo, que não vai ser você, você não vai mais ter o seu rosto, não vai mais ter o seu corpo, não vai mais ter nada, mas você vai ser aquela pessoa que um dia você se projetou ser. Você tomaria essa pílula?
respondo por mim. Não, porque eu gosto de mim. Então, mas antes de mais nada, eu sou Beto Ribeiro e este é o especial Dica de Séries. Já nem falo mais flash, porque... De flash? Já basta ver, tô até olhando porque eu tenho que correr pro estúdio, mas resolvi gravar agora porque eu terminei de uma série ontem e falei, ai, preciso falar, preciso falar, preciso falar. Vamos começar pela primeira série? É o seguinte, eu linkei aqui quatro séries que tem esse atributo do Belo.
Quatro séries, sendo dessas quatro, duas, do Ryan Murphy, que é um diretor de quem eu gosto muito.
que fez American Crime Story, American Horror Story, fez Field, fez Hollywood, que é uma minissérie que eu gosto muito da Netflix, faz aquela série Monstros dos Irmãos Menendez, o Jeffrey Dahmer, do outro lá que eu esqueci o nome, ele tá vindo aí com uma série do filho do Kennedy, ele é um cara muito antenado na cultura pop, na cultura atual, ele cria a cultura, ele cria, ele desenvolve formatos e formas, fez Glee,
Fez Glee. Mas eu acho que como ele é um homem que trabalha demais, ele faz série pra todo lugar, porque ele tem série na Disney, série na Netflix, série não sei, dá umas contas e tal, fecha contratos de 300, 400 milhões de dólares. Eu acho, e fica aqui a minha dica para ele, se ele estiver assistindo, que está faltando um pouco do DNA Ryan Murphy, nas coisas que ele fazia e faz, e que eu sempre fui um fãzaço, já falei dele inúmeras vezes aqui.
E é fácil ver quando ele pôs a mão dele, porque os melhores episódios são os que ele dirigiu, escreveu,
onde tem toda a cadência de olhar que ele tem, fantástico. Ele é um Walt Disney das séries. Mas eu tenho me entristecido um pouco, porque tem muitas séries dele, e você percebe que ele começa e larga. American Crime Story, American Horror, American Crime Story é dele também. O J. Simpson, impeachment. Qual mais? Ele fez o J. Simpson, impeachment, fez o menino lá, o Versace. Mas daí você vê que ele tá dirigindo,
executiva está no roteiro. Ele não só criou e entregou para uma equipe. Está tudo bem, está certo? Ele também quer fazer diversas coisas, mas às vezes eu acho que é melhor você ter menos, mas ter mais da sua própria qualidade nas suas obras. Eu mesmo poderia ter 12 canais, mas eu não estaria nos 12 canais. Eu acho que aí vai me perder o que eu sou, que eu acho que é o que você gosta. Eu não quero, eu quero estar com você, eu quero estar em tudo que eu estou, até porque eu já estou velho, eu não aguento mais fazer tanta coisa e olha que eu faço muita coisa mesmo.
Mas no caso do Ryan Murphy, tem duas séries que ele estreou, que são na Disney+. Eu vou falar um pouco das duas juntas, porque elas se cruzam e elas foram produzidas, acho que simultaneamente. Vou pegar só mais uma dele, American Horror Story. Se você pegar todas as primeiras temporadas que são dele, até aquele hotel da Lady Gaga, elas são deslumbrantes, você não consegue parar de ver. Depois, ele faz só o primeiro episódio, ou ele fica só numa supervisão.
As últimas temporadas de American Crime Story, tem aqui um comentário sobre, elas são deficientes, são chatas,
Então você fala, cara, é uma série que eu adoro, estou assistindo porque eu gosto do passado, mas o presente não me atrai mais. Nesse caso aqui, ele fez duas com interessante, com uma premissa interessante. Vou pegar a primeira que é a menos boa, que é All's Fair. Ou tudo é justo, ou tudo é legal, tudo legal, porque tem um trocadilho All's Fair, porque você tem um grupo de advogadas, mulheres advogadas, com um elenco absurdamente estrelar. É assim, é chocante, você tem a Sarah Paulson, você tem...
A Glenn Close. Você tem a Kardashian, que eu tô achando ela tão uma atriz. Nessa série ela melhorou bem do American Crime Story. Tá tentando lá, deve estar tendo aula boa. Tem um super elenco, assim, de primeiríssima. Uma produção muito cara, você percebe que eles tiveram muito dinheiro. Mas tá bom esse microfone aqui, gente. Sabe o que é? Eu gravei um. Com uma raiva eu gravei um que sumiu o áudio. Vocês viram que é o documentado lá do tarado que foi liberto pelo TJ de Minas Gerais.
sem áudio. Fiquei com áudio. Pera, deixa eu ver se tá com áudio isso aqui. Tá com áudio, então a gente continua. Então, nessa primeira série, ele conseguiu construir um elenco deslumbrante, porque ele é o Ryan Murphy, ele é muito amigo da Sarah Paulson, inclusive, que eu acho uma das melhores atrizes atuais, e ele criou um universo onde mulheres vão estar à frente de escritórios de advocacia que só vão defender mulheres. Beleza, ótimo, super ideia, legal, e nós temos, inclusive, em São Paulo, uma das maiores, e nesse caso,
nesses escritórios, eles defendem muito as mulheres na separação, na divisão de bens. E nós temos, inclusive, em São Paulo, uma das maiores advogadas do Brasil, é uma mulher que, eu esqueci o nome dela para as desculpas, mas ela até advogou para Elis Matsunaga antes dela fazer aquela besteira de matar o marido. E ela é uma mulher muito forte, com muito poder jurídico falando, e ela consegue, e ela defende muito as mulheres. Isso eu acho super bacana, isso é lícito e é legal. Legalmente falando, é legal.
Seria quase essa premissa, das mulheres advogadas que vão advogar apenas para mulheres. Beleza. Só que ficou extremamente superficial, onde você tem o primeiro escritório, que é construído pela Kim Kardashian por uma loira que fez aquele filme do tsunami que é maravilhoso, eu não esqueci o nome dela, e por uma outra atriz que eu acho fantástica, que ela está na última temporada do American Crime Story, American Horror Story, mas não lembro o nome dela.
Essas três vão sair de um escritório onde a Glenn Close seria uma das donas e vão abrir o seu próprio escritório
vão super se dar bem. Em contrapartida, havia uma quarta advogada naquele escritório da Glenn Close, que é a Sarah Paulson, que tem uma inveja de não fazer parte daquele grupo das três. Ela queria ser amiga das três. Ela tem uma conexão de amor e ódio por essas três, porque ela se projeta nelas, queria fazer parte do grupo delas, mas não foi aceita, foi rejeitada. E a rejeição criou nela um monstro, uma pessoa com ódio, uma pessoa que vai viver a vida inteira em função de uma futura possível vingança.
E aí vai ter, assim, vão ter vários casos, são oito, nove episódios, longuíssimo. O primeiro episódio é divertidíssimo, que é onde o Ryan Murphy sai. Ele escreve, ele dirige, tá divertido. Eu gargalhava, falava, nossa, que maravilha, isso aqui tá parecendo, sei lá, uma gaiola das loucas. Muito bom, onde ele pesa a mão, inclusive, no figurino, na direção de arte, é tudo muito deslumbrante. Elas estão, cada uma tá muito desenhada no figurino.
A Kim Kardashian aparece com umas roupas, às vezes eu falo, não é possível que era uma advogada com essa roupa.
todas elas têm seus personagens, parecem um pouco história em quadrinhos, parecem um pouco o X-Men da vida, essas coisas assim, que eu acho legal. Criou uma fantasia. Tem um super escritório, super design, elas só têm casas enormes e lindas em Los Angeles, são carros de Bentley pra cima. É a riqueza da riqueza da riqueza. Além de elas estarem belíssimas, elas são riquíssimas dentro do seu trabalho. Então, elas são mulheres que se construíram em cima de si mesmas.
carrega. Muitos problemas nessa série, na minha opinião. Primeiro que é uma série muito alta e baixa, alta e baixa e muito baixo, pra depois tentar subir um pouco. A Glenn Close vai voltar, ela vai fazer parte do escritório, tem uma série de coisas e tal. Só que tem discussões que eu, sinceramente, eu, que tenho a proximidade da idade, inclusive, com essas personagens, eu não vejo essas mulheres, elas parecem adolescentes bombas.
A Kim Kardashian, ela é casada com um homem muito mais novo que ela e tá tudo certo, tá tudo beleza, só que ela é uma mulher,
super advogada, que sabe absolutamente tudo, que ela tá sempre muito inteligente e tal, e ela vive uma relação abusiva com garota. É uma coisa muito doida. Não que isso não exista, mas não combina com aquela personagem. A loira, que é a que fez lá, que fez tsunami, ela tem medo do amor. A terceira advogada, que é aquela negra deslumbrante do American Crime Story, ela criou três filhos sozinha e ela vai cair, ela é uma super policial, e ela vai cair no Boa Noite Cinderela.
Então você tem coisas e discussões, inclusive, entre mulheres que eu acho muito ruim, porque eu acredito que aquelas mulheres naquele patamar social, financeiro e principalmente jurídico, porque elas são grandes advogadas, elas não cairiam nessa esparrela tão fácil. Acredito, espero, desejo, no meu coração que não. E todas as clientes que aparecem, inclusive a Brooke Shields aparece, está deslumbrante,
todas as suas pacientes, né, porque não são clientes, elas são pacientes, elas vão buscar tutorial de praticamente autoestima feminina, elas são todas idiotas, são só mulheres trilhardárias. Então fica meio... Mas a beleza da série, da direção de arte, do figurino, te encanta e vai te levando, tá vendo? Quando o Belo entra, jogo uma mania. Só que a série pela série, eu assisti até o fim, porque eu gosto muito do elenco, eu gosto muito do Ryan Murphy.
E eu e o Aruj estávamos nos dias de chuva em São Paulo, a gente ficou assistindo, maratona.
Pela Pena Vale, tá lá no Disney+. A segunda da Disney+, também é do Ryan Murphy, mas aí até o nome, The Beauty, é a beleza até mesmo no título. Esta série é mais interessante. Ela ainda não acabou. Estou gravando hoje no dia 24 de fevereiro de 2026. Pode ser que quando você esteja assistindo já terminou e eu possa ter feito algum adendo futuro em alguma dica de série pra dizer como terminou. Estou falando que foi péssimo. Mas até agora tá interessante.
onde ele trabalha a beleza como elemento da superficialidade que ela se tornou aos olhos das pessoas e do desejo de ser belo para ser aceito. Isso é muito interessante a forma que ele traz isso daí. Lembra muito o filme A Substância, só que o filme A Substância vai buscar a juventude, que também aparecerá na série, porque tudo vai rodar em torno do quê? Um cientista maluco vai construir um vírus que vai fazer desse vírus
dentro de você e dentro da sua genética, reconstruir o seu corpo, o seu rosto e os seus órgãos genitais, principalmente para os homens que ficam com os budagão. Então você traz ali todos os elementos de desejos secretos de todo mundo. Todo mundo queria ser um pouquinho melhor em alguma coisa, com certeza, é óbvio, gente, eu não vou ser hipócrita, eu fiz transplante de cabelo, eu passo creme, ah não, eu só tomo água e durmo bem. Não, meu amor, eu vou no Dr. Renato, meu dermatologista, o Dr. Renato Fazzini.
eu detesto aquelas bocas, tenho medo de ficar com aquela boca baiacu, que meu Deus do céu. Eu não sei, a gente não põe boca. Vamos combinar? Que boca não. Acabou a boca, não pode. Vamos fazer uma lei agora que ninguém mais põe boca. Não pode, gente. Ah, mas Beto só um pouquinho, não pode. Não fica bem. É óbvio que você põe boca. Ah, ninguém percebe. Percebe quando põe aquelas bochechonas que você fala, o que é isso, meu senhor?
Virou boneca inflável de sex shop? Não faz isso, gente. Dentro de o que você tem, faça. E o que não tem, não tem, gente. Não tem, não rolou.
academia, vamos ficar com você lá, vai fazer terapia, fica com a cabeça boa, lê livre, ser mais inteligente, não sei. Melhora onde dá pra melhorar, não piora, o que tá bom. Tá óbvio, eu me preocupo, eu tenho minha vaidade, mas eu não sou escravo dela e nem vou ser narcisista de ficar grudado, parado olhando no espelho. E neste caso, desta série, nós centra em todas essas conversas que são aqueles elementos guardadinhos entre cada um de nós e que a gente se pergunta se eu tivesse a oportunidade, eu faria isso?
E o que acontece? Esse cientista maluco cria esse vírus e ele apresenta para os grandes bilionários que já estão velhos. E eles querem, além de serem belos, coisa que quase nenhum foi, eles querem ser jovens para sempre. Então, porque dentro desse vírus ele te rejuvenesce também. E claro, um desses bilionários vai se tornar impressionante o Ashton Kutcher. Eu sempre falei Ashton Kutcher, não é. É o Ashton Kutcher.
Cutcher, que é o ex-marido da Demi Moore. Olha que loucura. Ele é o ator principal, ele é o mal principal da série The Beauty, onde ele é o ex-marido da Demi Moore que fez a substância. Eu não sei quem veio primeiro aí, Demi Moore ou Weston. E porque chamar ele para fazer, eu achei uma grande sacada. E esse cara, ele tem um problema sério. Por quê? Ele mata, inclusive, os outros bilionários que estão ali também participando desse experimento.
vírus, e um vírus que você ainda não tem conhecimento real da história dele. E no decorrer, esse cientista maluco, ele não vai ser morto, óbvio, porque o Weston Custon precisa manter ele, até porque ele é o dono do vírus, esse vírus mata as pessoas em dois anos. Então você toparia viver apenas dois anos para ter a beleza mais incrível que você gostaria de um dia ter tido? Você trocaria toda a sua vida por dois anos de beleza e principalmente
aparecem na série, elas têm um problema de autoestima muito grande, elas são muito rejeitadas, elas são muito aqueles incels, principalmente os homens, são muito aqueles incels, aqueles homens que não transam não porque não querem, mas que as mulheres não estão afim dele. E eles culpam as mulheres de eles serem celibatários obrigatórios. Não, meu amor, é que você é um insuportável, não é só porque você é feio, você é chato. A chatice, gente, afasta mais do que feiura.
E feiura não é um elemento que as pessoas, elas deixam de querer ter amizade, sexo, relacionamento e amor.
O que te afasta, é porque você é chato, vai fazer terapia. Terapia, eu já. Então, no caso, ele tem, na série, traz esse ponto importante. Você toparia viver dois anos na sua mais plenitude de beleza impossível, que você nem sabia que teria, e na sua atração, porque você vai atrair tudo o que você quer, vai fazer todo o sexo que você sempre quis fazer com todas as pessoas. Com um detalhe, cada vez que você transa com alguém, você contamina aquela pessoa.
Então é como se fosse um HIV da beleza. Porque vai te matar. Em dois anos a pessoa explode. E começa tudo, inclusive com uma grande modelo, explodindo na passarela. Isso é fantástico. Então dentro dessa série, você ainda vai ter dois agentes do FBI. Um que é um garoto que eu adoro ele. Ele é lindo e tudo mais. Ele fez todas as American Crime Stories do Jeff Damer. Ele fez o... O Jeff Damer é bom. Ele fez o Jeff Damer. Do Ryan Murphy.
Ele fez do Monstro. Ele que é o Jeff Damer. Ele é um excelente ator. Ele é um gato. E ele é tão bonito. É gato e tudo.
E ele é um dos caras que na série fala, eu não quero mudar. Eu gosto de mim do jeito que eu sou. Numa discussão que ele tem, uma conversa que ele tem com uma namorada. Da necessidade que as pessoas vão em busca da beleza. E ele fala, é o que eu consigo ter, gente. Bom, é Deus, né? Então, faz assim. Mas ele tá nessa série e a série é muito bem produzida. Você vai pra Veneza, você vai pra Milão, você vai pra uma série de cidades.
Eles gravaram no mundo inteiro. Ainda está passando, ainda faltam uns 4, 5 episódios. Mas vale a pena, é bem produzida.
E traz essa reflexão da beleza como elemento, não só do desejo, mas da necessidade que muitas pessoas trazem, inclusive por conta das redes sociais. Do quanto você quer aparecer nas redes sociais como uma pessoa desejável, desejada, linda, fantástica. Só que é para aquela foto. E o quanto as pessoas são de verdade e deixam de ser de verdade. Então essa série The Beatles também está na Disney+. Essa vale muito a pena assistir. Vamos para a terceira, que é uma série real sobre o belo.
que é a eterna busca da top model perfeita. Netflix lançou agora uma série de três episódios sobre os bastidores do America's Next Top Model. O America's Next Top Model foi uma série bem importante lá, que começou no começo dos anos 2000, em 2003, com a... Eu até anotei o nome dela pra não saber, que é Tire Banks, que é uma supermodel. Para mim, realmente, esse universo não me atrai. Essa coisa dos angels, isso aqui, não me atrai. Eu sei quem é Jolly Bint, óbvio, né? Mas eu não sei outro nome.
porque ela está, inclusive, no videoclipe do Freedom. Linda Ivana Angelista, porque está no Freedom do George Michael. George Michael traz para a minha vida as top models, a Cindy Crawford, porque, né, Cindy Crawford. A gente chegou até a fazer filme, então. Então, pra mim, esse universo de modelo, gente, realmente, pra mim, Zé, eu não tenho paciência, eu não vou a desfiles, eu não gosto desse... Eu gosto de roupa, adoro moda, adoro todas essas coisas, acho incrível, mas eu não me vejo vivendo esse universo,
Do extremo da beleza, não gosto, não me atrai, eu gosto mais de vim e bate-papo, então não me atrai. Então eu não conheço, e é uma série que eu nunca assisti, achei insuportável desde o primeiro dia lá em 2003, mas é uma boa ideia. A Tyler Banks, que é essa modelo, uma modelo negra linda, ela teve uma ideia de construir uma nova top model, um programa de realidade que já se misturava, tipo Big Brother e tudo mais, onde você teria confinamento e você teria um prêmio final, onde uma das meninas, por onde vão passar,
várias, a menina finalista, ela ganharia um contrato com uma agência de modelos e comerciais, isso, aquilo. Parecia o mundo dos sonhos para uma menina que queria ser uma top model. Foram 24 temporadas ao longo de 24 anos, ou menos, porque acho que acabou em 2018, eles começaram a fazer duas temporadas por ano. E aí, aquele exercício da vaidade, você está indo em busca de ser uma nova top model, você está indo em busca de ser conhecida no que custar nos seus 15 minutos de fama. É que nem ser um Big Brother,
que nem sendo uma fazenda. De verdade, você tem vontade. Eu? Mas nem a pau juvenal. Não. Peraí, o que você virou? Você virou um ex-Big Brother? Você não pode ser maior do que isso, gente? Pelo amor de Deus. Quantos Big Brothers deram certo, de fato? Que valem a pena esse risco todo de você ter uma chancela em cima de você e de você ser reconhecido e conhecido por uma edição feita sobre você. Que não obrigatoriamente seja a sua vida, de fato.
Ou na fazenda, as pessoas da fazenda, da recorte, parecem todas saídas de hospício. É uma coisa que você vê. Eu vejo, eu falo,
Deus, como é uma pessoa que se permitiu chegar nesse ponto? Pra que ser eternizado cuspindo numa pessoa? Senhor dos senhores, Deus me livre que os meus piores momentos ficassem registrados pra sempre. Eu seria uma pessoa infeliz, porque todo mundo tem dia ruim. Todo mundo tem um momento errado. Que bom que a gente não é registrado o tempo inteiro. Deus sabe não pôr a câmera na gente o dia inteiro. A gente tem a mente, a gente tem os nossos arquétipos internos, a gente tem as nossas memórias que fazem
que a gente entra em uma sensação de conversa interna, de culpa, busque uma terapia e se resolve melhor como ser humano. Agora, ficar dando play em cima de um vídeo sobre um pior momento da tua vida, que é isso que acaba acontecendo, Deus me livre. E esse America's Next Top Model foi um sucesso, teve até no Brasil, que foi muito ruim, eu acho que foi o GNT que fez, eu vi nossa senhora da parecida aqui, edição ruim, acho que foi, posso estar errado, teve no mundo inteiro e tal.
E a Terry, a Tyra Banks, ela é uma mulher extremamente empoderada e tem aí um ponto interessante.
Ela é uma mulher negra e pessoas, mulheres, mulher e mulher negra, ou um homem negro, ou uma pessoa gay, ou uma trans, ou uma lésbica, as pessoas da minoria, quando elas estão em situação de poder, é cobrado delas uma forma de ser que jamais será cobrada da maioria, branco, hétero, não sei das quantas. E qualquer pessoa da minoria colocada em uma situação assim, qualquer coisa que ela faça, ela vai ser atacada. Por que eu digo isso?
Dentro desse documentário, do America's Next Top Model, vão tentar, estão tentando dar até uma passada de pano nela, até entendo porque as temporadas estão aí, em vários streamings. E eles permitiram que a Tire, porque ela foi cancelada, e está sendo cancelada hoje, em 2026, porque as pessoas com 14, 15 anos no TikTok, que fazem um super anacronismo, revisitam 2003, 2004, 2005,
E pegam as pessoas como eram naquela época e julgam os olhos de hoje, isso é anacronismo, gente. E olha, eu tô falando de um formato de série que não me interessa. Eu poderia ter que estar batendo em cima dela. E no documentário, como eu já sou mais velho, né? Como eu já falei, o diabo é diabo não é porque é mal, é porque é velho. Não é que eu seja um diabo, mas o tempo faz a gente amadurecer e perceber melhor as coisas. Você não pode julgar em 2026 uma pessoa com a forma de ser de 2003. Você não sabe o que era o mundo naquela época.
mais uma modelo, mulher negra, nos Estados Unidos, tentando submergir o rosto dos turbilhões desse universo da moda e conseguiu. E eu vou te falar, eu vi o documentário, acho que são três episódios, ela é muito atacada, principalmente por essa garotada de hoje, e eu, uma boa, não vejo problema nenhum do que ela fez. Eu sinto muito, eu não sei o que, só deixa eu ver a hora que, por isso tudo tem que correr. Porque assim, eu vou gravar, olha, estou gravando
Hoje estou indo para o estúdio, vou fazer duas entrevistas, vou fazer uma live, vou voltar e vou gravar mais uma. Vocês acham o quê? Pessoa, trabalha. Todo mundo precisa trabalhar para conseguir alguma coisa. E no caso dela, aparece, por exemplo, uma cena da Tayra, que ela dá uma super bronca numa garota, super folgada, preguiçosa, uma menina lá que estava, e ela era, para a Tayra, a garota que poderia ter se tornado a mais top model de todas.
Claramente, foi uma lição de vida. Se aquela menina pegou aquilo, tudo que a Tayra falou pra ela, tudo bem, ela grita com a menina. É bonito ou não é bonito? Mas, gente, desculpa, se você... Gente, o que eu levei de grito na minha vida, de trabalho, mas isso não é assédio. Assédio, gente, é uma coisa contínua. As pessoas podem te dar uma bronca. Eu não sei onde nós estamos chegando também. Você quer o quê? Chamar o seu papai e a sua mamãe no seu trabalho e falar, papai e mamãe, tá aqui a nota do seu filho.
Pelo amor de Deus, sejamos adultos. É um programa de televisão onde você precisa, inclusive, do drama.
Você precisa, nesses pontos de virada, senão não tem lógica. Senão não vai ser feito, senão não vai ser assistido. Isso faz parte daquele jogo que tem que ser jogado. Então as pessoas ficam atacando porque ela gritou com a menina. Ah, me poube, você já foi trabalhar? Você vai levar um grito, cara. Você tá querendo o quê? Aí você só vai tomar um grito, sabe por quê? Porque você fez porcaria. Então se liga, porque... Eu vou te falar uma coisa, as broncas que eu levei na minha vida, eu não vou aqui numerar, foram poucas, porque eu sempre trabalhei direitinho.
pessoas me deram broncas sérias. Uma foi até um escândalo na frente dos outros. Foram as pessoas que me fizeram entender a importância do meu trabalho. Eu agradeço a elas todos os dias quando acordo. Todos os dias. Porque de todos os feedbacks positivos que eu tive, esses quatro, cinco negativos que eu tive, que foram pesados, e foram sérios, e foram lógicos, e foram corretos, foram os que me forjaram. Minha maior base do não errar. E as pessoas estão muito, muito, muito...
mas muito mimizentas. O que que é? Você não vai levar uma bronca? Ah, então gata, beijo, seja trilhardária, tá? Trilhardária. Porque você não vai rolar, vida, não é assim. Mas eu já tô lá na frente. Quem tá chegando agora é que aguente o rojão. E essa série vai mostrar isso. Claro, você tem um elemento, tem um personagem especificamente, que é uma menina, que vai pra Milão, inclusive, eles colocam uns italianos gatíssimos, isso é um problema, porque você, as pessoas ficam, ah,
mas ele é um super gato, qual o problema? Ela acaba transando com o menino, com a câmera ligada, ela estava alcoolizada, isso é estupro de vulnerável, e eram outros tempos, mas ao mesmo tempo que esse tempo ainda existe, é o fator de respeito, tudo. Então a Tyra também tem os seus problemas, que ela praticamente vai até Milão e fala que a menina quis transar com o garoto, e a menina está falando que ela foi estuprada. Então tem esses pontos muito angustiantes, é que as pessoas falam demais da bronca que ela dá na menina,
E quando ela tem que mandar a equipe dela embora, porque o chefe da TV me falou, ó, ou muda ou eu vou te mudar. E ela falou, então vai mandar embora os caras, bicho, o que eu vou fazer? Faz parte, às vezes as coisas vão acontecer, às vezes a gente vai ser mal na história do outro. Não existirá princesa sem a bruxamar. Às vezes você vai se abruxamar. Paciência, põe o chapéu e fala. Talvez numa próxima edição a gente entenda que a Malévola não era tão má assim.
Faz existência, a vida é assim, nem aos olhos de todo mundo você vai ser o bom sempre.
parte da existência. Vamos pro último, que é uma série que tá dando o que falar, principalmente no universo gay, onde o belo do belo do belo é estimulado em todos os sentidos, em todos os padrões. Essa série, rivalidade ardente, assisti, graças à indicação do meu amigo, irmão, camarada, Thiago e Milani. Beijo pro meu amigão, que é muito romântico, então eu entendi porque ele gostou tanto da série. Aliás, partidão, gente. Partidão tá solteiro.
Esse amigo, quem casar é o seu padrinho, hein? Tá avisando. Fora que é um gato. E é muito gente boa.
E é isso que eu digo. É a beleza junto com a inteligência, junto com a cultura, junto com o divertido, junto com a pessoa agradável. Ah, essa equação é excelente. É muito bom, é muito bom, é muito bom. Mas o Thiago, inclusive, me indicou a rivalidade ardente e fomos assistir a Arua e eu. Eu já digo de novo, eu já sou mais velho, então já tenho outros olhados. Rivalidade ardente é, inclusive, um problema, no seguinte sentido, um bom problema, que eu acho que eu preciso discutir, e aqui eu vou ficar um pouco focado na comunidade LGBTQIA+.
rompendo. E quando você... a união faz a força e a desunião faz a fraqueza. Está-se tendo uma coisa muito chata, e é chata a palavra chata, que é também de um patrulhamento ao tal do gay padrão. Eu descobri que eu sou o tal do gay padrão. Eu não entendi o que significava isso e eu descobri que isso é até pejorativo. Que é o gay que se veste como hétero. Gente, eu sempre gostei de me vestir, eu gosto de me vestir com roupa de óleo.
Eu sou ele, eu não sou elo. Eu não tenho problema com isso. Quer que eu te chame de elo? Ok, mas eu não sou elo. Pode me chamar de elo? Eu te chamo de elo.
lembrar, porque às vezes eu vou errar, como eu já falei no outro comentário. Mas me chama de ele, eu não tenho problema nenhum com a minha identificação masculina no espelho, eu gosto disso. Eu gosto da minha barba, eu gosto do meu cabelo, eu gosto de ser uma pessoa como eu sou. Então se tornou o tal do gay padrão. Mas eu não sou tão gay padrão assim, porque eu já sou mais velho, e o gay padrão tem o corpo perfeito, tem a pele perfeita, tem o budego na sunga perfeita, ele é todo perfeito. Por isso que é o padrão. E ele tem uma patrulha hoje que diz que o gay padrão
não é voz da comunidade LGBT. Cara, toda vez que me param na rua, menino ou uma menina, que vem me agradecer, porque a mãe e o pai desse menino e dessa menina passaram a entender eles como LGBTQAP+, e aceitar e se tornar amigo dele, porque essa mãe e esse pai me assistem e me veem como uma referência positiva do universo do filho e da filha dele, eu acho que eu tô fazendo bem pra alguém, não tô? Porque eu estou fazendo com que um filho, uma filha, um ou outro seja assim,
aceito pelos seus pais. E todo mundo quer ser aceito pelo pai e pela mãe, tá? Não vem com esse papinho não que não. Você pode passar por cima, você pode seguir sua vida e você vai viver muito bem sem a aceitação deles, mas que você gostaria que eles te quisessem, você gostaria. Não vem com esse papo tão baixo não, porque daí eu vou te mandar pra terapia três vezes. Porque aceitar o que você gostaria, que todo mundo gostaria de ter uma boa relação com pai e mãe, é parte fundamental, inclusive, da gente entender o que é relacionamento humano, até mesmo pra feminicídio, isso, aquilo e tudo mais. Então, dentro disso tudo que eu estou falando,
A HBO Max trouxe uma série que está sendo um escândalo de bom, de audiência e de discussão na comunidade, que é a Revelidade Ardente, que é basicamente a história de dois garotos que são jogadores de hóquei. E toda a série começa em 2008. Pessoal que está fazendo crítica, vamos entender como é a série antes de ficar saindo falando bobagem, sendo anacrônico também, a la America's Next Top Model? Por favor! Ele começa, o roteirista, em 2008, não é à toa. Ele não começa em 2026.
porque em 2008 éramos outras pessoas. E ainda acho que dentro desse universo extremamente heterossexualizado e tudo mais, ainda continua sendo. Por quê? Esses dois meninos que se descobrem numa sexualidade muito ativa entre eles, eles são inimigos de times, porque um menino é russo, o outro é... e o russo é texano, na verdade, maravilhoso. Russo é texano, e o menino que faz o canadense, ele é americano, eu acho, uma coisa assim. E o que faz o americano é canadense, os atores reais.
Basicamente, esses dois atores, esses dois meninos, um russo e um garoto do Canadá, que jogam hockey, que é um jogo que pro Brasil não significa absolutamente nada. Não tem nada, aquele disquinho em gelo. Gelo no Brasil não rola, né, gente? Aí eles têm lá os dois, eles se conhecem muito cedo, eles são as grandes estrelas em ascensão, e eles vão começar a ter uma relação esporádica sexual que vai acontecendo ao longo da série. Já aviso uma coisa, hein, gente? Tem cena de sexo a dar com literalmente o pau.
Se você não curtir de ver essas coisas, nem começa. Porque também não dá, gente. Tem que entender que aquilo é o formato que o diretor quis fazer. Não tá. Fim, vai ver outra coisa. Não gosta de ver sexo. Não vê coisa. Não gosta de ver sexo? Vai ver, sei lá, o que eu te indico. Vai ver. Não dá, porque todas as séries têm, né? Não dá. Então não vai ver. Vai ler alguma coisa, sei lá. Não sei, vai escrever. Aqui não vai ter sexo. Então fica no canal, vem todos os vídeos.
Então, tem muito sexo e tal, não sei o que lá. Não acho desproposital e não acho...
Muito bem dirigido, por sinal. Mas ali vai entrar ainda mais na sexualidade gay padrão. Não vou entrar aqui em detalhes, mas ali fica muito em cima do gay padrão, que é o que está sendo atacado por muitos outros gays agora. Eles são lindos, são sarados, são riquíssimos, são milionários, porque eles são grandes jogadores de rock e que têm grandes contratos. Vai ter um outro jogador também que vai aparecer mais velho e vai ter um outro enlance ali com o menino que vende suco pra ele e tal. Mas o ponto fundamental aqui é que você tem...
Dois meninos, num universo extremamente heterossexual, e que eles não vão, você não vai ver eles assumindo até o fim da série, até o fim dessa temporada, você vai ver um outro casal, esse outro jogador mais velho se assumindo, que é muito bonito. E aí estavam se discutindo, eu li até uma pessoa falando assim, ah, porque esta série é um problema, porque parece que o perigo é mais gostoso, então não temos que sair do armário, porque daí é mais gostoso o transar escondido. Não, primeiro então você não entendeu a série, você que escreveu essa bobagem.
Eles precisam se esconder para transar. Então me diga, senhora e senhora que escreveu essa história, me dá um jogador de futebol atual que saiu falando que é gay? Ah, não tem jogador de futebol gay. Ah, não temos. No futebol não existe gay, gente. Ah, me poupe. Ah, sério, você está tratando o que retrata até hoje? Me dá um jogador de hóquei que saiu falando que é gay. Me dá um jogador de basquete. E quando sai, é um escândalo do escândalo do escândalo. Não é um local onde as pessoas podem falar que é gay.
que é gay não é fácil para todo mundo. E principalmente o tal do gay padrão. Já que vocês atacam tanto. O gay padrão. É uma questão real de que as pessoas ainda não podem ser o que são. Eu estou dizendo que você é gay? Óbvio que não. Eu sou a pessoa que mais fala da minha sexualidade de uma maneira colocada dentro da minha vida e dentro do meu trabalho. Onde eu digo que eu só entrevisto como eu entrevisto porque eu sou gay. Eu fui retirado de um prêmio LGBTQAP+, que eu fiquei muito chateado, inclusive eu acho que eu ia ganhar, porque as outras pessoas
da comunidade, chegaram pra eles e falaram assim que eu não tinha representatividade, uma vez que, uma vez que o que, garoto? Eu só entrevisto como eu entrevisto porque eu sou gay, eu só vivo como eu vivo porque eu sou gay na minha totalidade 24 horas por dia. Eu só sou o filho que eu sou porque eu sou gay, eu só sou o amigo que eu sou porque eu sou gay. Então, destituir de mim o meu valor dentro do que eu sou, porque para você eu sou o tal do gay padrão, branco, com isso, com aquilo, com aquilo, eu já falei várias vezes, eu usei todas as minhas possibilidades de sair na frente,
pra melhorar a minha vida e a vida do mundo, se eu puder. Eu não usei isso como artifício de que eu sou gostosão, muito pelo contrário, eu transformei isso no que eu puder fazer em função dos outros. Eu não tiro de mim, eu sei que eu sou uma pessoa privilegiada, ah, não sei. Como eu já disse da outra vez, eu sei, eu nasci em São Paulo, eu sou branco, eu sou de família de classe média, eu nunca tive um problema pra pagar boleto, não sei o que é acordar e não pagar boleto.
Nunca tive isso. Mas isso não tira de mim todas as minhas vitórias, inclusive por eu ser gay, porque você com 52 anos,
chegar como eu cheguei agora aqui, podendo falar da sua forma de ser desde que eu tenho 30 anos, desde que eu tenho 25, porque todos os lugares por onde eu passei no meu trabalho, todo mundo sabia que eu era gay, só que eu falei que eu era gay em 1994, vida. Em 94, tá? Não é em 2024 que é mais fácil você pegar, fazer um vídeo e falar, ah, gente, não é não. Vai falar lá atrás. Vai brigar por um emprego, vai brigar por promoção.
Onde você sabe que isso também é levado em consideração? Sim, dependendo do lugar onde você está.
toda recolocada dentro dessa série Rivalidade Ardente. Vale a pena ver? Vale se você quiser entender um pouco mais o universo gay. Se você não quiser, não precisa ver. Isso aqui fica só porque tá sendo muito falado e algumas pessoas me mandaram. Achei boa série, bem produzida, tô esperando uma temporada. Resolvi entrar no romantismo, não vou ficar questionando uma série de coisas que eu poderia questionar até mesmo dentro do universo.
Porque também um pouco de romantismo a gente faz bem, né? Acreditar que a gente pode...
olhar para viver um feliz para sempre, qual o problema? Por que a gente não pode, gente? É um conto de fadas gay, que nunca tivemos. E agora está na nossa hora de ter também um pouquinho da possibilidade de todos sermos príncipes encantados na vida dos outros. Essa é a sua série, você tem que correr para o estúdio, correr, correr. Beijo, até já, porque vai ter, tem que fazer vídeo, porque todo dia tem vídeo. Até já.