MATOU 33 JOVENS PORQUE SE ACHAVA O DIABO LIVRE - JOHN WAYNE GACY, O PALHAÇO ASSASSINO
Confira o caso comentado / dica de séries de John Wayne Gacy, o homem que brincava de ser palhaço para ninguém desconfiar que ele era um serial killer de jovens garotos. Enterrou 29 sob sua casa e jogou outros no rio. Ele virou tema da série de ficção "Devil in Desguise: John Wayne Gacy", no Prime Video, e também tem a série documental "Conversando com um assassino: Palhaço Assassino", John Wayne Gacy. #crime #netflix #amazon #series #podcast
- John Wayne Gacy: O Palhaço AssassinoA máscara social e a fantasia de palhaço · Dignificação das vítimas em produções true crime · Preconceito e marginalização das vítimas · Comparação com outros serial killers (Dahmer, Bundy, Maníaco do Trianon) · A arrogância e a crença de ser um deus · A infância disfuncional e a violência paterna · A construção da máscara social e o casamento · A filiação ao Partido Democrata e o fascínio pelo poder · O primeiro crime e a condenação por estupro de vulnerável · A nova vida e a empresa de reformas · A atração de jovens para a empresa e a exploração · A descoberta dos corpos e a investigação policial · O julgamento e a defesa por insanidade · A execução por injeção letal · A venda de artefatos e a glamourização do criminoso
- Casos de crime (true crime)Devil in Disguise (Prime Video) · Conversando com um serial killer: Palhaço Assassino (Netflix) · American Crime Story: Versace · Mindhunter · Monstro: A História de Jeffrey Dahmer · Breaking Bad
- Manipulação da cena do crimeRedignificação das vítimas · Vítimas marginalizadas e a falta de investigação · O caso Angela Diniz · O caso Maníaco do Parque
- Reflexões sobre serial killers e rotinasFascínio pelo mal e adaptação do prazer · Arrogância e a crença de ser um deus · A necessidade de atenção e o narcisismo · A falta de compromisso com a verdade
- Impunidade e investigação policial deficienteFalhas na investigação e preconceito · A demora na investigação de desaparecimentos · A influência do status social e orientação sexual na investigação
- Caso Sérgio CabralO serial killer e suas motivações · A relação com a polícia e a mídia
- O caso Vampiros de NiteróiDuplicação do número de vítimas · A busca por atenção midiática
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que se chama Devil in Disguise, ou seja, o Diabo disfarçado, disfarce do Diabo, John Wayne Gacy.
Apesar de esse homem sempre ser colocado como palhaço assassino, palhaço que matava, ele não se utilizava da fantasia de palhaço para matar ninguém, não. Ele não se fantasiava de palhaço, ele não atraía suas vítimas vestidas de palhaço, até porque, eu vou contar como é que ele fazia, era impossível ele estar vestido de palhaço, porque dez pessoas saíram correndo, né?
Então é um pouco... Se utiliza da fantasia... Ele se fantasiava de palhaço, mas não para exercer o diabo interno que ele tinha. Ele se utilizava da fantasia de palhaço para fortalecer a sua máscara social. Então tem até mesmo uma outra série que eu vou também falar sobre, que está na Netflix. Já tinha assistido, mas resolvi reassistir.
pra falar aqui, que é conversando com o serial killer palhaço assassino. É muito bom, é aquelas que tem as fitas, que você ouve os serial killers contando e você tem todo o enredo da história sendo revisitado com uma visão bem true crime do que é ser realmente uma série, uma produção true crime. O que eu acho muito interessante, tanto nessa série, Devil and Disguise, que é uma ficção,
baseada na realidade, como essa conversando com um serial killer, é que existe a redignificação, a red... dar dignidade às vítimas. Colocar para elas o poder das vítimas como são. Quem faz isso muito bem sempre é o Ryan Murphy, que ele já fez...
O Jeff Dahmer, ele resgata a biografia das vítimas, que são sempre retratadas só como números. Ele também fez o Ryan Murphy muito bem no American Crime Story do Versace, onde as vítimas também são trazidas à tona, à superfície, como vítimas e não como culpados da sua própria morte, apenas por eles serem o que são.
É muito interessante muito que casos como Jeff Dahmer, casos como o... Ted Bundy não, mas o caso como Jeff Dahmer, casos como este daqui do John Manguays, como o maníaco do trianão de São Paulo aqui do Brasil, como até quase o maníaco do parque, as vítimas elas são colocadas em segundo plano.
principalmente pela falta de qualidade das vítimas. Eu não estou dizendo que a qualidade é do meu olhar, é do olhar por quem deveria investigar, que é a polícia, que é o Ministério Público, que são as pessoas que estão aqui para fazer a segurança, a justiça acontecer.
Vítimas como as do Jeff Demmer, vítimas como as do John Ann Gaze, serial das prostitutas aqui em São Paulo também, do Maníaco do Parque, são vítimas que tiraram delas essa qualidade de ser visto e revisto como vítimas. Tanto pela imprensa, da época principalmente, como também.
da parte que deveria cuidar de nós, que é toda essa parte, dessa equação que se dá em igual à justiça, que é polícia e tudo mais. Por quê? Porque são pessoas marginalizadas pela própria sociedade. Quer outro caso? Angela Diniz. Ela também foi vítima?
Quer dizer, ela foi autora da sua morte. É como se ela tivesse organizado e pedido que te matassem. Tanto que o Doca, tem aqui quase comentado, tanto que o Doca foi quase inocentado a primeira vez e depois só na segunda vez com um levante muito forte das mulheres é que ele conseguiu. Mas a Angela Diniz ainda tinha qualidades.
Estou usando muito a palavra qualidade para você entender mesmo. Ela ainda tinha formas de ser socialmente preocupantes para quem dizia que ela merecia, mas era mulher. Era uma mulher branca, uma mulher rica, uma mulher da alta sociedade carioca e mineira, que passeava também para São Paulo, era uma mulher de headset no Brasil. Então ela tinha uma possibilidade de ainda gritarem por ela.
Mas vítimas como as do Jeff Dahmer, que eram sempre homens negros, estrangeiros ilegais, asiáticos, elas são vítimas que para aquela época, principalmente, e homens gays na sua maioria, para a polícia da época...
Eles não mereciam o olhar de ninguém. Eles eram ralé. E como ralé, tem mais é que morrer mesmo. Assim como é o caso do Maníaco do Trianon, que eram gays e pessoas, assim, médicos e tudo mais, porque ainda vou fazer o caso, tem um especial Maníaco do Trianon aqui, mas eu vou fazer um outro caso comentado em breve, que eu estou lendo um livro sobre, vai ser uma minissérie, eu estou esperando para fazer um comentadão, porque o Maníaco do Parque também...
passeia por esse mesmo universo, onde homens gays, na época da década de 1980, também eram vistos como ralé, logo que morram mesmo. Quem mandou ser assim? Ele quis ser assim, ele escolheu ser isso. Então, dentro dessa problematização, desse preconceito, desse racismo colocado pela sociedade, aquelas vítimas, na década de 1980, aqui no Brasil, quando o maníaco do Parque, o maníaco do Trianon...
sai matando vários gays, eles nem olhavam para as vítimas, eles nem queriam saber quem estava matando. Era quase como se o maníaco do Trinidadão estivesse fazendo um favor para a sociedade. A mesma coisa aconteceu com o Jeff Dummer, a mesma coisa vai acontecer aqui com o John Van Gays. E tem uma coisa que eu já falei algumas vezes, e eu confirmo quase nessa minha forma de assistir a tudo, e eu já falei sobre isso com a Ana Beatriz, com todo mundo, e eu já falei sobre isso com o João Van Gays.
Esses serial killers, esses psicopatas reais que querem exercer o seu fascínio do mal, eles acabam adaptando o seu prazer. Pelo seguinte sentido, o Jeff Dummers, se você pegar logo o começo, que ele mata,
Ele pegou uns meninos brancos, quase classe social igual a dele, ele tinha uma predileção mais por esse tipo de forma de ser, de corpo humano. Mas ele passa a matar negros, e passa a matar asiáticos, e passa a matar imigrantes ilegais nos Estados Unidos, porque ele sabia que essas pessoas não eram olhadas por quem deveriam. Elas eram esquecidas, elas eram anônimas na multidão.
e que ninguém se preocupava com elas, até mesmo a própria família, uma vez que muitos deles, a família ia falar que estava desaparecido, e tinha receio, porque inclusive eram imigrantes ilegais, por exemplo, então como é que ele procuraria a polícia? Acontece para mim a mesma história no John Wayne Gaze, ele também vai reorganizar o seu prazer em função de achar as vítimas perfeitas, porque ninguém lutaria.
E ele vai ser, assim, e ele vai conseguir ter o privilégio, o prazer de matar quantos quiser se matar e só vai parar porque aí, como o Jeff Dummer, como o Maníaco do Trianon, como o Ted Bundy, eles começam a ficar extremamente arrogantes e se acharem deuses. Só que na verdade eles são, é o diabo. Mas vou falar de tudo isso melhor agora, antes de mais nada. Eu sou Beto Ribeiro e este é o especial Caso Comentado e também Dica de Séries.
Isso é uma coisa, outra parte interessante também que eu resolvi já trazer aqui. Até que era de 1970, 1980, 90 também, é impressionante a quantidade de serial killers que vão se cruzando nos Estados Unidos e até aqui no Brasil.
Você parar pra olhar, Deus nos permita que a gente nunca mais ouça falar disso, a gente não tem mais ouvido falar, né, de encontros de serial killers. Por que será? Porque será que não tem investigação? Ou porque será que eles estão mais atentos ou com mais medo de serem pegos, uma vez que...
Se você assiste a série do Jeff Dahmer na Netflix, feita pelo Ryan Murphy, você vai ver o Jeff Dahmer vendo o John Wayne Gacy, que eu vou falar agora, sendo morto de injeção letal. Aliás, a última frase, segundo dizem, do John Wayne Gacy é Me matem, kill me. Se a verdade ou não, pode ter se tornado... Eles gostam muitas vezes também de construção de personagens assim, cônicos, em cima desse ser, ao que eles disseram, sou contra. Aí sim, essa glamourização.
Década de 70 acontece nos Estados Unidos, agora rápido tem vários outros, mas principalmente Ted Bundy.
Jeff Dahmer, John Wayne Gacy. Quase em paralelo e quase um explicando para o outro o que devia fazer. Eles se viam. O Jeff Dahmer vai morrer em 1994, em novembro, no mesmo ano que o... Mas ele é morto na cadeia. No mesmo ano que o John Wayne Gacy vai para a injeção letal, para a pena de morte que ele teve como condenação ali no estado de Illinois, onde é Chicago e tudo mais.
um viu o outro, eu fico imaginando o quanto que um se retratava no outro, o quanto um estava... Tem a outra última série dos Monstros do Ryan Murphy, esqueci o nome agora, daquele que é mais da década de 1920, mas que aparece lendo jornais dos outros, ele até fica meio um pesquisador de true crime.
Mas ali já estava existindo também o Mindhunter, né? Naquela década. Não sei o quanto que isso pode ter vindo. Mas eu fico olhando assim, o Maníaco do Trianon vai acontecer em paralelo à descoberta do John Wayne Gacy, do Jeff Damien nos Estados Unidos. Eles usavam... É assim, eu fico olhando e fico, meu Deus do céu.
que a gente se permita não termos mais, mas todos eles se cruzavam ali pelo mal e pelas manchetes dos jornais, um brigando com o outro para ver quem ia aparecer mais. O John Wayne Gaze ainda é descrito como o pior homem que o mundo pariu. Eu não sei quais são os maiores números de serial killers nos Estados Unidos, mas você tem, por exemplo, o caso do Monstro dos Antes que matou 300 crianças. Se for o número final de vítimas que vai determinar quem é o pior,
seria esse cara, esse monstro dos antes. Mas existe uma coisa em serial killer que é importante. Eu vi isso no depoimento que o serial killer soroca aqui, que aconteceu na década de 2020, que matou três gays em Curitiba, e quase matou mais um, um em Santa Catarina, e é perguntado pra ele quantos mais ele teria matado. Ele fala, esse soroca.
Eu só vou falar daqueles que vocês encontraram. Daí ele fala assim, mas você não pode falar mais o que você fez, porque todos esses serial killers também, eles têm um certo fascínio sobre si mesmo. Então eles gostam de aparecer bastante. Tem duas saídas nessa hora. Ou ele vai aumentar o número de vítimas, ou ele vai se calar pelo prazer de ele ser o único a saber e desafiar a polícia. Então o Soroca responde assim, cabe a vocês descobrirem.
Frase essa que vai ser repetida pelo John Wayne Gacy. O que acontece? O John Wayne Gacy, ele nasce em 1942, em março de 1942, e vai ter a sua prisão, a sua pena de morte colocada em 1994, em maio de 1994. Ele vai ser preso em 1970...
E nove, por um erro de estratégia dele ou até aquele prazer de ver até onde que ninguém me olha, até onde eu consigo fazer tudo. O John Wayne Gaze, ele cresce nos Estados Unidos, ele vem segundo ele conta, então sempre é contado.
através da visão do John Wayne Gays. Você não tem as vítimas, falando porque você tem poucas vítimas vivas e vítimas dessas muitas vezes colocadas ao lado, pro lado porque eles são gays, no caso do John Wayne Gays.
Como eu falei que o Soroka fala, cabe a vocês descobrirem se tem mais, muitos serial killers aumentam o número, lá Vampiros de Niterói. Vampiros de Niterói, ele dobra o número das vítimas dele. Tanto que ele começa a repetir, quando ele começa a descrever a morte das crianças, porque é a mesma que ele está falando. Ele faz isso por quê? Porque ele aparece na capa da Veja, da época, da década de 1990. E também tem uma coisa, tem serial killers que não sabem o número de fato, porque eles foram...
tranquilos ao longo das suas vidas. Mas o John Wendegase, que é ele que é o nosso personagem, mas é impossível no como colocar os outros, o John Wendegase, ele diz ele que ele vem de uma família extremamente disfuncional, parece que as irmãs dele confirmam isso, onde ele tinha um pai extremamente autoritário, e ele...
segundo é carregado nas imagens e falado, ele era um menino gay, já gay desde criança, e o pai cacetava esse garoto. Não se sabe até se o pai não molestava esse menino. Isso é muito comum quando pais vão acabar exercendo esse demônio para criar um diabo. O pai dele era muito violento, o pai dele batia muito nele, até porque ele tinha como fascínio...
Ele vai contar isso pra uma psiquiatra quando ele é preso. Também, de novo, eu não sei até que ponto ele começa a contar histórias para deixar o interlocutor dele ainda mais assombrado e horrorizado pelaquela figura que está ali na frente. A lá maníaco do Trianon. Quando ele está dando uma entrevista, ele fala pra mulher que ele pegou a faca, esfaqueou o cara, daí ele fala, posso te contar o que eu fiz depois? A repórter fala, pode. Eu abri a geladeira, tinha um queijo branco, eu cortei o queijo branco.
Cortei o pão e comi junto com sangue. Mentira!
Mentira, ele fez isso daí pra deixar todo mundo horrorizado. Eles começam a contar coisas que é pra deixar eles ainda maiores e piores do que eles já são. E até mesmo com uma forma de brincar. Eles não têm um serial killer, um psicopata, não têm compromisso com a verdade. Então a gente nunca pode levar ferro e fogo, tudo que eles falam, mesmo nesses documentários que eles estão falando. Porque eles estão ali querendo aparecer ainda mais.
Ainda mais. Então o John Wayne Gacy conta que ele tinha fascínio pelas lingeries da mãe, Mas então eu tenho que fazer então então então então então então então
que ele se masturbava com a lingerie da mãe. Isso parece aquele último monstro que o Ryan Murphy fez, o Elio, eu esqueci o nome desse homem. Então, o primeiro é o pai do cerealquírus, vamos chamar assim. Então, ele gostava de se masturbar com a lingerie da mãe, ele escondia a lingerie da mãe, ele enterrava a lingerie da mãe embaixo da casa onde eles moravam. Exatamente o que ele vai fazer com os cadáveres que ele vai enterrar embaixo da casa que ele vai morar lá na frente.
Então ele traz esses elementos que daí ele foge, ele abandona a escola, ele vai ser zelador de uma funerária, e nessa funerária ele vai descobrir os cadáveres, ele vai começar a dormir com os cadáveres. Não se fala se ele também começou a ser canibal, mas ele começou a ser necrófilo, ele começou a exercer o sexo com os cadáveres e dormir com eles. Segundo ele vai contando da experiência da vida dele, que ele vai conseguir.
achar uma namorada porque ele percebe que precisa da construção da máscara social. Por quê? Ninguém pode descobrir o diabo que ele é. Ele precisa se fantasiar de algo, algo festivo. Inclusive por isso que ele vai começar a se fantasiar de palhaço. Eu... Quem usa lente de contato como eu uso?
Se você olhar aqui, começar a ficar vermelho, gente, porque eu fui lá mexer na lente de contato. Sabe aqueles dias? Quem usa a lente de contato sabe. Tem dias que parece que você nem esquece. Tem dias que a maior parte dos dias é assim. Mas, nossa, quando ela resolve, dá problema. Meu nome de Deus. Não, não posso superar os olhos, tá? Não posso. Se você olhar aqui, eu tenho uma mancha. Já me perguntaram aqui. Meu irmão mais velho, gente, era criança.
Ele me enfia uma lapiseira aqui no olho. Eu tenho grafite no olho. Então, eu não posso abrir. Não vou mexer no clima, né? Só arrumar a lente. Bom.
Contei um pouquinho de mim de novo. Bom, mas daí então, o John Wayne Gays, que já está crescendo, ele tinha uma necessidade de ter essa aprovação desse pai. Ele tinha uma mãe extremamente narcisista, mãe dele, claramente, ela vai visitar ele na cadeia, ela fica sempre com ele. Uma mãe que tinha mais filhas e ela olhava só o pimpolho dela como o da mamãe. Então a mãe sempre negou o fato de o filho ser um monstro, ela concorda.
com o que ele vai falar lá na frente que ele matou 33 pessoas encontradas por legítima defesa. Maravilhoso, né? Eu adoro como tudo se repete ao longo do tempo. Depois, violenta emoção e ele só não entra em surto. Ele só fala de surto, mas ele fala que ele detesta ser chamado de louco.
A mãe dele passava muito a mal aí, mas ele tinha uma prejeição de ter essa aprovação do pai. Ele vai, não sei como, conhecer uma mulher ali pelo estágio de Linóis, que vai cair na lábia dele porque um bom serial killer, um bom psicopata, ele vai tendo coisas. Quando que ele começa, de fato, a exercer o mal dele, do John Wayne Gaze, você não consegue marcar.
Porque ele vai morrer na cadeia em 1994, com 52 anos. Ele é pego com os 38.
Um homem que já chegou aos 38 anos e que fez tanta coisa em 4, 5 anos, ele deve ter feito coisas anteriores. É que ele pode ter sido impossibilitado, num período que eu vou te contar aqui, mas a gente nunca consegue marcar a ferro e fogo, o início do terror dele. Existe uma possibilidade, inclusive, de uma das suas primeiras vítimas ser um menino de 9 anos nunca encontrado. E que a polícia ficou desconfiada do John N. Gays, mas nunca encontraram nada sobre isso. Isso antes de tudo acontecer.
Mas lá na década de 1960, ele vai conhecer essa mulher com quem ele vai casar, criando toda a máscara social, uma mulher que era perfeita pra ele. Primeiro que é uma mulher que vai cair na lábia dele, então isso já ajudou. Porque ele era um homem muito feio.
Olha, Jeff Dahmer, Ted Bundy, o maníaco do Trianon, são homens até bonitos. Agora, você tem uns serial killers que eles conseguem ter umas lábias, que eu não consigo ter, porque eles, além de tudo, são desagradáveis de se olhar pra eles. Eles são bobões, eles fazem... tem vários. O próprio BTK também, ele cria essa máscara social, mas ele mata menos. Já falei do BTK aqui.
Então o John Wayne Gacy vai conseguir essa mulher que além de cair na história dele, daquele homem horroroso, feio, desagradável, bobalhão, ela ainda é rica aos olhos daquelas pessoas. Ele vai casar com uma mulher cujo pai é dono de várias franquias do KFC, daquele negócio de frango, que eu até gosto.
Muito gorduroso, então não come. Então, assim, ele tinha algumas lojas e o sogro dele detestava ele. Porque eu devia perceber que ele era um idiota. Que a filha estava sendo uma boba de cair na lábia daquele idiota. Ele não gostava desse homem. Talvez fosse alguma coisa a mais tal. Ele vai constituir com essa mulher uma família. Com dois filhos. Um menino e uma menina.
E ele vai começar a gerenciar uma das lojas do sogro. O pai dele, inclusive, vai visitá-lo. Ele fica muito emocionado que o pai começa a ver que ele se tornou um homem bom. Um homem como o pai sempre queria e tudo mais. Só que ele tem uma coisa. Ele sendo gay, ele não vai conseguir...
Ele nunca se auto-intitulou gay, ele sempre fala que ele é bissexual. Ele fala que existe o heterossexual, o homossexual e o bissexual. E ele não é nenhum desses. Então ele é plural, é isso. Ele transita muito bem por todos, mas é mentira. Ele não tinha o menor prazer de ter qualquer coisa com mulheres. Ele se utilizava das mulheres apenas como fachada para ele construir uma vida de vitrine para ninguém perceber o que ele era de verdade.
Então ele vai casar com essa mulher, vai ter dois filhos. E vai viver essa vida mentirosa.
Ele, além de tudo, como um bom narcisista que é, e ele é extremamente autocentrado, extremamente narcisista. Qual a diferença? Uma vez perguntaram, eu perguntei para um, por exemplo, perguntei para o psiquiatra e ele me explicou. O autocentrado é aquela pessoa que está no restaurante, no celular dele, ele não quer saber do mundo. Ele é autocentrado.
O narcisista, segundo eu me explicar, ele quer só saber dele, mas ele quer que todo mundo saiba dele. Então, o John N. Gacy, ele repete o que a mãe ensinou pra ele de narcisismo. Ele quer ser o centro das atenções. Sendo que ele não tem qualidades, assim como as vítimas deles vão passar a não ter as qualidades que a polícia procura pra chamar de vítima, ele não tinha as qualidades daquele homem que ele queria ser.
Porque, primeiro, era tudo mentiroso na vida dele. Ele mentia o tempo inteiro. O tempo inteiro ele enganava, ele falava que tinha casa em Paris. Ele inventava o que ele precisasse inventar. Pra você dar atenção pra ele inventar. E ele começa a perceber que política é poder. Ele quer poder. Então, lá dentro, ali tem umas coisas americanas que eu não consigo entender. Essa coisa de partido que vai se elegendo lá dentro. Sei lá o que história é essa.
ele vai se filiar ao Partido Democrata nos Estados Unidos, o que é até interessante porque ele, no uso mais conservador, são republicanos. Mas Chicago é uma cidade bastante democrata, Illinois também. E ele sabe que aquele Partido Democrata, que é, em princípio, mais moderno, de visão...
de família, de poder constituição família homossexual e tudo mais, ele acaba entrando porque é o grande partido daquele Estado. Se o Estado fosse republicano, ele ia ser republicano. O que eu quero dizer é o seguinte, ele não tem ideologia nenhuma. Ele tem fascínio pelo poder. Se ali o democrata é que manda, eu vou virar democrata.
E tem um cara específico, que parece que é um bambambã dentro daquelas dadinhas que ele mora, que ele queria ser um dos delegados do Partido Democrático. Aquela história de eleição americana que não entende nada, esse monte de delegado. Vota, vota, mas quem vota é um tal delegado. Não entende esse negócio. E ele queria se tornar um desses delegados. E ele tinha esse cara, que era o bambambã do partido, então esse cara ele estava convidando para fazer a campanha dele.
Porque você tem que fazer uma campanha, porque você eleita... Ah, é um saco, não entendo. Esse cara específico, que era o bambambã do partido,
Ele tem um filho. Muito bonitinho apareceu o fato dele. Uma coisa muito legal da série de ficção é que no final você vê as fotos e imagens da realidade. Você vai ver como a produção da série construiu muito bem a realidade daquela história triste a ser contada. E precisou ser contada pelas vítimas. De verdade pelas vítimas.
Então, ele vai pegar esse menino, esse menino aí vai ficar meio que no olho dele, ele vai ficar tarado por esse garoto. Ele vai um dia encontrar esse garoto na rua. Isso na década de 1960, ele não começou a matar ainda. Tinha uma história de um menino de 9 anos que nunca foi comprovado e ele nunca falou sobre isso.
Ele vai ficar atarado nesse menino que tem poder, porque ele é filho de um poderoso. É onde eu quero chegar, como que ele vai adaptar, inclusive, a sua vítima perfeita. Ele vai pegar esse menino, tem uns 16, 15, 16 anos, vai... Ele disse que ele estava passando pela rua e o menino estava pedindo carona. Mentira, ele ficava atrás desse garoto. Ele estava stalkeando, passou, viu o menino andando na rua, falou, quer uma carona? E o menino entrou, porque o menino conhecia ele, inclusive.
Já conhecia de festas, do pai, já tinha apresentado. Ele não tinha medo daquele bonachão tonto.
Até porque ele já se fantasiava de palhaço. Ele criou uma personagem chamada Pogo. E ele fazia, ele ia a festas beneficentes, a bufês. Inclusive dizem que algumas das vítimas dele, de meninos, poderiam ter vindo desses bufês infantis ou dessas festas beneficentes que tem palhaço e tem aqueles monitores de criança.
e que ele teria levado alguns monitores por ali. Mas não porque ele não se fantasiava de palhaço para chegar nas suas vítimas. É que ele cria essa personagem, Pogo, para ser visto como um cara muito legal, um cara ali de tudo, antenado e preocupado com a sociedade. Mas ele nunca matou vestido de palhaço, gente. Isso daí é mais do que falado. Não existe isso. Vamos parar de falar que aquele homem... Porque não é um ritual. Ele não se fantasiava de palhaço e lá e matava.
Então ele não é um palhaço assassino. Não tem porquê. Eu não vou usar essa também. Já usei, mas não vou usar.
Então ele cria essa personagem, então ele era muito visto pelas pessoas como um cara bacana, um cara ali, um bonachão tonto, porque a cara dele é bonachuda. E aí ele se deixava, ele era muito festivo, ele fazia muito churrasco pras pessoas, ele ia sempre muito, muito festivo, muito festivo, muito festivo. Esse menino, que é filho desse homem importante do Partido Democrata, lá na cidade dele, ali em Linóis, ele está passando esse aqui, o...
esse nojento desse John Wayne Gacy, ele começa a falar para o garoto, ah, quer ir lá para casa? Quer fazer onde você quer? Está com fome? Ele sempre pegava uma forma de levar a pessoa para a casa dele. E lá, então, ele começava a falar de filme pornográfico, ele tinha filme pornográfico, e ele começava a atiçar o desejo ou amedrontar a sua vítima. Esse garoto, ele é violentado pelo John Wayne Gacy, é...
Só que ele não mata. Ele não mata o menino, mas ele já faz atrocidades com esse gêmeo garoto.
Esse garoto, ele não fica quieto, ele não tem medo de falar para o pai, ele conta para o pai o que aconteceu. E é impressionante como nos Estados Unidos, pelo menos na época isso é retratado na série de ficção, porque nos Estados Unidos, pelo que a Tessona de Bereta está me explicando, quase todos os estados, não existe uma pessoa de 15, 16 anos falar que está afim de transar. Se você for com maior de idade, transar com menor de idade, é estupro e acabou.
Não existe conversa. No Brasil, você pode, a partir dos 15 anos, você pode determinar se você quer ou não transar. Mas se você não quer transar e outro te violentar, além de estupro, é estupro de vulnerável, de menores de idade, de tempo de ano.
vai aumentando a pena. Acho que é isso, tá? Se eu falei errado, faz desculpas. Mas nos Estados Unidos, tem o estupro de vulnerável, mas não tem o estupro de homem. Lá, homem não pode estuprar homem, não sei se mudou, mas isso é contado na série. Isso é absurdo. Dizem que tem um cara que quer contar que foi estuprado pelo John Wayne Gacy, ele fala, mas na lei não existe. A lei diz que homem não pode estuprar homem. Pelo amor de Deus, né?
E a lei é feita por homens. Eles não sabem que podem ser estuprados? Não entendo isso. E o fato de você ser gay, deixa eu explicar uma coisa. O fato de você ser gay não significa que você vai transar com todos os homens. Eu acho muito divertido isso. Quando eu era solteiro, chegava uma amiga minha e falava Ah, eu tenho um amigo ótimo para te apresentar a sua cara. Chegava o cara e eu olhava para o cara do cara, o cara olhava para a minha cara, mas não tem nada a ver um conto. Ah, mas você é gay, ele é gay. Eu falei, daí? Eu nem pudo com um poodle.
Você pega um púdulo, depois entra o púdulo, eles às vezes não transam. Por que você acha que... é que todo hétero, então ela tá passando na rua, ela é hétero, né? Então ela tá passando na rua, ela vai transar com qualquer homem? Um homem vai transar com qualquer mulher? Não, pelo amor de Deus. E isso acontece muito na visão de que o seguinte, ah, se foi uma história entre dois homens é porque eles queriam, não existe estupro. Isso é um absurdo, espero que tenha sido mudado.
Isso é contado na série. Mas esse menino vai pra casa dele, do John L. N. Gacy, é violentado e ele conta pro pai. Quando ele conta pro pai, o pai fala, acabou.
O pai acredita no filho e faz o John Wayne Gacy ser preso. Ele vai ser condenado a 10 anos por estupro de vulnerável. 10 anos, em 1968. Olha como a gente vai ver uma coisinha que acontece no Brasil, a gente fica irritado, e a gente acha que só acontece aqui neste nosso país verde e amarelo. Não, também acontece lá na terra do tio Sam e em todas as outras também.
Esse homem foi condenado a 10 anos de prisão, em 1968. Ele vai ser preso em 1979, depois de ter matado 33 pessoas. Mas Beto, ele não estava condenado a 10 anos de prisão? Sim, se ele tivesse ficado durante 10 anos na prisão, nenhuma dessas vítimas teriam sido vítimas, uma vez que ele estaria encarcerado. Mas nos Estados Unidos também, existe uma coisinha chamada bom comportamento, é...
O ICM é aberto, aberto, e ele teve a condicional dele dada um ano depois de ter sido preso. Esse homem ficou um ano na cadeia.
Um, se ele tivesse ficado preso durante os 10 anos, essas pessoas estariam vivas. Mães não estariam chorando a morte de seus filhos. Pessoas teriam se tornado pais ou não, médicos ou não. Teriam feito o que quisessem da vida deles, mas vivos estariam e teriam possibilidade de terem futuros. Ele ceifou 33 pessoas encontradas. Ele, o John Anguice, numa piada para um policial, vai falar que ele acha que foram 45. Podem ter sido muito mais.
Porque ele vai começar, inclusive, a não ter espaço embaixo da casa dele para guardar os corpos. E ele vai começar a jogar num rio. Então, quando ele joga num rio, ninguém faz ideia. Mas o John Lennagace, então, ele fica um ano na cadeia, em 1968.
Ele é solto. E ele fala que ele é fênix e vai refazer a vida dele. E ele vai até conseguir refazer a vida dele. Por quê? A mulher dele, claro, se separou dele, ele nunca mais viu os dois filhos. Ele é questionado, inclusive, depois quando ele é preso pela psiquiatra, ele é questionado, mas se você nunca mais viu os seus filhos, por quê? Ele fala porque a mãe não deixava. Ela fala assim, porque você não queria.
Nada como também agora começar uma nova vida social, uma nova máscara social, sem mais nada. Ele vai mudar para um... Estados Unidos também tem umas coisas muito estranhas. Eu estou em Los Angeles, mas eu estou no lugar de Beverly Hills, que é uma cidade, é um county. Ah, eu não entendo isso daí, gente.
Ela vai morar numa cidade que pra mim seria como se fosse grande São Paulo, como se fosse, sei lá, São Bernardo do Campo? É a sensação que eu tenho, posso estar totalmente errado. Mas é uma coisa estranha a forma que os Estados Unidos têm de organização de municípios e áreas. Mas ele não mora em Chicago, mas Chicago parece que fica a minutos de onde ele mora, porque ele vive indo pra cidade, como eles chamam.
Ele vai parar nessa cidade, porque essa cidade escolhida, ninguém sabe, ninguém viu, ele deve ter rodado o globo terrestre, parou a mão dele ali. Ele vai pra essa cidade, uma cidade pequena, onde ele vai começar a construir uma nova história. Inclusive, ele teria tido outras prisões, só que o nome dele estava errado, como Grace, não Gacy. Então, quando a polícia puxava a ficha dele, não apareciam essas outras possibilidades de crime. E aí ele ri dessas coisas, porque ele conseguia...
passear por todos os lugares que ele estava na frente de todo mundo. Ele chega nessa cidadezinha, onde ele vai abrir uma empresa de reformas de lugares, que é Pintura, Demolição e Construção, uma coisa assim, é uma sigla, PDM, se não me engano, uma coisa assim. E ele vai abrir esse negócio numa casa.
Um bairro de classe média abaixo, dito isso pela própria polícia, e isso é importante porque ele vai começar a construir como se ele fosse um super empresário do ramo da construção. O que claramente, se ele fosse, não moraria naquela casa. Mas ele vai buscar vítimas que acreditam no que ele fala, uma vez que elas têm, inclusive, desconhecimento de como a vida é de fato.
Então ele vai pegar, abrir essa empresa e ele só vai contratar meninos jovens de até 15, 16 anos, porque nos Estados Unidos tem uma coisa que eu acho interessante. Não importa a sua classe social, você faz o summer jobs da vida, os empregos de verão, você corta a grama do vizinho, você é babá, você é caixa do Starbucks, é caixa do McDonald's, você trabalha numa empresa de construção ainda jovem, porque o trabalho, inclusive, o que você fez como trabalho...
vai contar no seu currículo para ser escolhido para entrar ou não numa universidade. Eu acho super bacana. Ele não tem essa coisa boba brasileira, de classe média, que meu filhinho não pode trabalhar e Deus me livre meu filhinho de trabalhar. Não, gente...
Nessa cultura, nisso a gente precisa melhorar. Mas então ele consegue atrair muitos jovens, porque ele pagava, inclusive, por hora, e uma hora mais cara do que, por exemplo, se o cara fosse ser caixa de uma farmácia. E isso vai ser importante, até porque é isso que vai atrair a última vítima dele, que ela vai conseguir ter algo que as outras não têm, qualidade de vítima.
Mas me antecipei. Ele vai chegar ali em 1972, ele sai em 69, 72, ele se estabelece ali naquele local e começa a fazer já a sua rede de negócios em torno desses garotos. Garotos esses que eu falei aqui da classe média americana, que ela não tem problema do filho trabalhar, mas não era bem assim. Os meninos que iam trabalhar com ele todos, eles tinham problemas, eu joguei tudo lá. Os meninos realmente tinham problemas com suas famílias, eles eram...
pessoas mais marginalizadas dentro da sua própria sociedade. Então eles viam na possibilidade do John Wayne Gacy de ganhar dinheiro e de progredir, de poder às vezes sair da casa dos pais, que eram problemáticas. Tem um caso de um menino que fica vivo, uma vítima dele que foi um escraviz... Ele foi escravizado sexualmente durante muito tempo. E ele...
passou a ter... É horrível isso, né? E ele aceita porque a avó começa a cobrar aluguel do quarto que ele morava. Então ele tinha uma necessidade de continuar naquele lugar horroroso. Ninguém lhe dava oportunidade e tal. Mas ele vai pegar esses garotos que ele pagava mais dinheiro por hora.
Ele dava bebida e tinha um lugar ali que ele construiu na casa dele, que é tipo uma garagem externa, onde era um lugar só para os garotos e ele. Então ali eles faziam assim, ele fala que tudo pode. Então eles usavam drogas, eles bebiam e com certeza rolavam umas coisas a mais sexuais ali. Isso deve ter rolado bastante. Mas muitos desses garotos ficam vivos porque ele precisa inclusive manter a mão de obra de um produto que ele... Ele dizia assim, ele parava o garoto e falava assim...
Sou super bem sucedido. Minha empresa ganha um milhão de dólares por ano. É como se ele ganhasse 20 milhões de dólares por ano. E eu tenho isso, só que ele reformava casinha de cachorro quente. Ele reformava teto de padaria que estava descascando. Ele não construía casas, ele não construía prédios, ele não era um construtor. Ele era um cara que fazia pequenos reparos. Mas ele se vendia como um altíssimo executivo empreendedor do ramo imobiliário.
Coisa que, claro, se os garotos entendessem um pouco mais, saberiam que não só de olhar a casa dele, tanto que o escritório dele é dentro da casa. Ele ainda vai construir dentro dessa história, junto com esse paralelo, ele chega nessa cidade e já vai casar com uma outra mulher.
Mulher tinha duas filhas, que vão todos viver na casa dele. E é mostrado muito bem na série de ficção que aquilo era só fachada, e uma mulher para limpar a casa dele. Ele queria as duas coisas, fachada para a sociedade e uma pessoa que limpasse a privada dele. Tinha áreas que ela não podia entrar, tinha formas que ela não podia fazer, e ele não transava com ela, até que ela vai, ela começa a achar estranha a garagem, aí ela vai perceber e vai embora. Porque a primeira mulher dele, ele nunca, nunca mais...
Se ouviu falar da mulher, da primeira mulher dele, nem dos filhos dele. Eles mudaram de nome, eles não querem saber, ainda mais que depois de tudo vai acontecer no final da década de 1970, os filhos não querem ter ligação nenhuma com esse homem. Não é que nem, por exemplo, a filha do BTK, que até lançou livro e documentário e tudo, porque ela conviveu com o pai até os 30 e poucos anos e descobre que o pai era um serial killer da década de 70, também o outro que estava ali passeando.
E ela fica horrorizada, mas era o pai dela, então ela conta isso. Eu já fiz aqui um caso comentado e tem um ótimo documentário na Netflix. Os filhos do John M. Gacy, eles tiveram... O filho mais velho, o menino, deixou de ter o pai com dois anos. A menina era de meses. Então eles nunca nem afetivamente tiveram ligação com esse monstro. Mas ele vai construir uma nova família com essa mulher pra que aquela cidade onde ele está entrando o veja como o gordinho simpático e chato.
Continua com aquele polvo insuportável, aquele palhaço bobo dele. Ele adorava pintar palhaços. Ele fazia quadros de palhaços, que aquilo é aterrorizador. Meu Deus do céu, eu odeio quadros de palhaços. Isso é uma coisa que eu não gosto de quadros de palhaços. Eu tenho medo. É Duante a Ballou? Duante a Ballou? Não, pelo amor de Deus, gente. Eu tenho medo. Tenho medo de quadros de palhaços. E ele pintava. A casa dele era cheia de quadros dele com palhaços pintados. Inclusive, antecipando algo que é importante.
Um absurdo, né? Os quadros que ele continua pintando na cadeia são hoje artigos de luxo para quem coleciona peças de true crime. Ele vendia os quadros deles. Gente, pelo amor de Deus, quem quer ter um quadro de um homem que matou oficialmente 33 pessoas? Eu não quero ter na minha parede um quadro de um homem. Eu não quero ter nada de um criminoso. Eu não entendo as pessoas que têm esse fascínio pelo criminoso.
Ah, mas Beto, você fala da série Tramembé. A série Tramembé não é culpada do que a realidade existe ali. A série Tramembé é só a vitrine, a gente só está olhando o que é verdade. O que nos assusta na série Tramembé é saber que aquelas pessoas que fizeram tão mal para as outras, que são tão cruéis e tão horrorosas, elas continuam vivendo a vida delas, felizes, com novos amores e sem culpa. E sem lembrar do que fizeram. E quem nega o fato e se diz inocente continua confirmando uma mentira, segundo aos olhos da lei.
Então isso é uma coisa. Agora você colecionar, sei lá, pecinha de criminoso que vende pela internet, não dá. Ah, mas o criminoso não tem que voltar a trabalhar e não é problema meu. Agora o problema é você pegar e transformar o criminoso numa celebridade, tirar foto com eles na rua e além de tudo, colecionar itens colecionáveis. Não são itens colecionáveis, são itens que tem que ser queimados. É do demônio isso, gente.
É o demônio que tá pondo a mão. Não me faça uma coisa dessas, pelo amor de Deus. Por favor, se você tem essa bobagem de facilitar, de ficar entrando no leilão online, comprando coisas que foram, sei lá, do Ted Bundy, eu lá quero uma camisa do Ted Bundy, Deus me livre, vai comprar uma coisa pra vítima, vai levar flor no túmulo da vítima.
Pelo amor de Deus, a gente fala de crime aqui pelo comportamento urbano, pra gente não ser uma pessoa parecida com ela e nem ser uma pessoa fascinada pelo bandido. Tô contando a história do John N. Gates pra falar das vítimas daqui a pouco também, mas eu preciso trazer porque ele começa a fazer tudo isso. Voltando. Ficou até nervoso nessas horas.
Mas já até contei do palhaço. Ele continua com esse bobo, esse pogo bobo e tal. Só que vai ter um menino, que vai ser, segundo ele, a sua primeira vítima, em 1972, que ele começa, inclusive, a escolher esses garotos, inclusive fascinado pela parte sexual que ele tinha por eles.
Ele gostava muito de uns branquinhos, tal, não sei o que lá. E aí, esse menino que era de um pai polonês, esse menino vai lá buscar o salário que ele não estava pagando, porque ele não ganhava dinheiro. Ele prometia um dinheiro que ele não pagava. O menino vai lá, ele prende o menino, ele estupra o menino, ele mata o menino, ele vai matar o menino. O pai vai pra polícia e fala, pelo amor de Deus, meu filho foi até a casa de John Wayne Gacy. Ele estava aí.
Ele tem que estar dentro da casa dele, do John Wayne Gays, desse pogo aí, que brinca de palhaço em festa beneficente. A polícia não ouve. A polícia, ele olha e fala assim, é um polonês estrangeiro, então pra mim você não é nada. Além de o filho dele não ter para a polícia qualidade de vítima, as famílias das vítimas não tinham qualidade para a polícia, para gritar por ninguém. Isso acontece também no Jeff Dahmer.
O pai desse menino, ele fica falando pra polícia o tempo inteiro, meu filho está aí dentro, ele vai na casa do John Wayne Gacy, ele não consegue fazer nada, a polícia nem aí, porque ele sempre falava assim, eu sou amigo de polícia, eu sou amigo do juiz, eu sou amigo... Ele tinha até uma foto com a primeira dama da época americana lá, mulher do presidente, que deve ter passado numa festa de democrata ali, ele tira uma foto e põe, ele não é amigo, mas ele se vendia como amigo do presidente, ele inventava.
Tudo pra te fascinar e te amedrontar. Como ele tava em Illinois, ali em Chicago, no estado de Illinois, próxima cidade de Chicago, ele falava que ele era amigo da polícia, do juiz, do prefeito, do governador e da máfia.
porque é a máfia que tem ali. Então ele se utilizava dos medos, então ele fascinava pelo que ele dizia que era e te amedrontava, principalmente as vítimas que eram meninos de 14, 15 anos de idade. Os providos de intelectualidade, que não estudavam tanto, tal, não sei o que lá. Ele vai errar algumas vítimas.
porque aí ele vai escorregar, porque ele vai pegar pessoas que já tem mais poder de exercer sobre a polícia, a obrigação de a polícia trabalhar. Então ele mata o menino que trabalhava pra ele. Tanto que lá na frente, quando ele vai pro julgamento, ele vai estar muito nervoso, porque as vítimas falam muito mal dele. Ele fica, mas como falam mal de mim? Isso é um absurdo. Ele escreve uma carta pro juiz falando assim, eu não quero que essas pessoas falem mal de mim.
E não é nada disso, porque eu vou falar, mas tem uma parte que é interessante, que ele fala assim, o John L. Gacy, ai, por que que... você, você, você, eu falo para o advogado dele, mas você não está trabalhando para mim, por que que você não vai atrás dos meus funcionários, eles me amam, ele fala assim, bom, você matou todos, né?
Nem matou todos os funcionários. Mas é uma coisa assim, quem que vai falar bem de você? Então ele vai nessa escalada, ele mata esse primeiro em 1972, aquilo vai ser uma porta aberta para muita coisa. Ele vai continuar fazendo, muitas vezes, somente, entre muitas aspas, essa palavra somente, violências sexuais, estupros e das formas mais terríveis. Ele era um sádico do sádico do sádico. Ele algemava as pessoas, amarrava um negócio de madeira, que fica a cabeça, as mãos para fora, meio masmorra.
Ele humilhava, ele... Gente, eu não vou entrar em detalhes o que ele fazia com esses rapazes, pelo amor de Deus. Alguns ele deixava vivo. Por que esses ficavam vivos? Eu não sei. Mas alguns ficaram vivos e não conseguiram ter aos olhos da justiça o poder de poder dizer que eles são vítimas. Continuaram assim.
E eles avisando a polícia, hein? Tem um que fica falando, olha, eu fui violentado por esse cara e a polícia não fazia nada. Nada, nada, porque inclusive esse cara era gay assumido, tinha até dinheiro, mas era gay. E como gay ele não merece nada demais, porque isso daí com certeza foi putaria de gay. Desculpa a palavra, mas é isso que eles acham que aconteceu.
Ele vai, até que vai começar, ele vai matando pessoas que ele vai, ele vai pegar, aí o que é onde ele vai organizar o desejo da morte com a preservação de não ir para a cadeia. Primeiro que ninguém sabia que ele já tinha sido preso por ter estuprado um garoto lá na década de 1960.
Ele começa a pegar garotos de programa que trabalhavam em Chicago. Ele vai até Chicago, pega esses garotos de programa, leva até a casa dele e mata. Garotos esses que muitas vezes as famílias não sabem onde eles estão, porque já não existe vínculo familiar, não existe vínculo... Quem às vezes busca são os amigos que são feitos dentro desse universo da prostituição, nesse caso masculina. Então ele encontra a vítima perfeita para ele, no seguinte sentido, ninguém vai buscar por ele, se buscar ninguém vai fazer nada.
Ele teve essa inteligência de reorganizar a sua vítima perfeita. Só que ele tem fascínio ainda por esses garotinhos classe média. E ele vai pegar um, que é uma tristeza, ele até fica com o anel, ele começa a colecionar. Ele começa a guardar tudo que é documento, peças dele, ele começa a ter o seu prêmio, como é que fala, o seu troféu. Ele guarda os documentos, ele guarda desse menino específico o anel dele.
Todas as famílias mais, com uma importância maior dentro da sociedade, que buscavam a polícia, chegavam para a polícia e falavam assim, olha, meu filho desapareceu.
E a polícia fala que tem que esperar 72 horas. Isso nos Estados Unidos era regra, era lei. Mudou isso agora há pouco tempo. No Brasil, graças a Deus, caiu faz tempo. Não existe papo de esperar 24, 48 ou 72 horas. Se a pessoa desapareceu, é porque você já sacou que ela saiu do seu comum. E tem que entrar imediatamente, porque é o tempo que corre a favor de quem desapareceu, que pode estar sequestrado, morto e tudo mais, e começar a se encontrar o corpo, encontrar a pessoa e desenvolver uma investigação para prender o autor de tudo. O que pode ser um serial killer.
Então as pessoas que iam, daí quando descobriram que os meninos eram gays, ela falava, ah não, ele deve ter fugido, isso é coisa de maricas, e a polícia de Chicago não investiga. Esse homem mata 33 pessoas conhecidamente, porque a polícia de Chicago não fez nada. Porque a polícia de Chicago, ela era extremamente, não sei se hoje é, então eu ponho o verbo, não era, homofóbica, racista.
E que ela não ligava para quem não merecia, aos olhos de quem manda, qualquer reconhecimento que a sua vida vale alguma coisa. Isso também acontece no Maníaco do Parque, aqui no Brasil. Mas isso daí são outros casos, senão começa a fazer um paralelo. Então, o John Wayne Gacy, ele vai nessa toada matando essas pessoas. Em 1978, em dezembro, acho que é dia 11 de dezembro de 1978, Mas então, o John Wayne Gacy, ele vai em Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coastal de Coast
Ele está fazendo uma pequena... Na série de ficção parece que ele está fazendo um reparo na parede. No documentário, já antecipando, a série de ficção é excelente. Você não pode esquecer lá na frente de falar. Ela é excelente, vale muito a pena assistir. Ele está no Prime Video, são oito episódios. Eu maratonei em dois dias, não aguentei esperar. É extremamente bem produzido. Ele valoriza as vítimas. Ele mostra os erros da polícia. Eles mostram que o John Wayne Gaze só matou tanto porque a polícia deixou.
E é muito interessante, assista primeiro a série de ficção, e se você já assistiu a esse documentário também que tem na Netflix, que é o... como é o nome aqui? Deixa eu pegar aqui.
da Netflix. Conversas com o serial killer, palhaço assassino. Conversando com o serial killer, palhaço assassino. Assista depois. Eu fiz isso. É mais legal. Então você vai ver que às vezes na série aparece de um jeito e no documentário mostra de outro. É claro que o documentário deve estar mais realista porque ele é sobre a realidade. Mas em 1978, em dezembro de 1978, ele está nessa farmácia e ele se fascina por um garoto que está lá.
Pelo Robert. Se você olhar as fotos que aparecem dos meninos, muitos deles são muito parecidos. Principalmente os que não são Michês. Porque às vezes o Michê tem que pegar o que está passando, né? Mas os que ele não pegava assim, eles são bem parecidos com o tipo de cabelo, tipo de rosto e tal. Ele tinha uma coisa por esses garotos, assim, muito bonitinhos.
Uma pena. Aí esse menino, ele trabalhava na farmácia. Lembra que eu te falei que a classe média americana não tem problema de trabalhar, porque isso vai contar, inclusive, pra ele entrar na faculdade? Ele era ajudante, ela caixa, caixa ali de uma farmácia, mas a farmácia não é como a farmácia brasileira. A farmácia americana é meio supermercado.
Então ele estava ali naquela farmácia e o John Wendegacy se interessa demais por ele. Só que aí ele deixa a arrogância falar mais alto. Porque aquele garoto, ele não vai deixar de ser visto pela polícia como alguém de qualidade. Isso é inclusive falado pela polícia.
Esse garoto, ele tá ali trabalhando, ele não é gay, ele tinha uma namorada, ele tava super bem na escola, todo mundo gostava dele, ele tinha uma família extremamente amorosa, extremamente unida, e naquele dia era aniversário da mãe dele, da mãe desse Robert. Ela vai buscar ele, ele pede pra só um minutinho, por quê? Durante o momento daquela farmácia, naquele 11 de dezembro,
O John Wayne Gase, que se interessa pelo garoto, vira para alguém lá da farmácia e fala assim, ah, e será que você conhece alguns meninos, eu estou precisando contratar e eu pago 5 dólares a hora. E o Robert estava trabalhando para juntar dinheiro para comprar o seu primeiro carro, porque o pai falou, ó, carro não vou dar, se quiser você trabalha para isso.
E quando ele ouve o Robert, isso daí porque isso foi uma isca, na verdade ele fala isso para o Robert, ele ouve aquilo e ele fala, se eu posso ganhar o dobro do que eu estou ganhando por hora, eu vou conseguir trabalhar menos tempo para comprar meu carro. E ele vê aquilo, e esse...
desse paspalho, desse John Wayne Gaze, ele já estava tão orgulhante que ele deixa o cartão dele, da empresa dele, para se tiver algum jovem, me procure. Só que ele vai atrás do John Wayne Gaze e fala, podemos conversar? E tem um detalhe importante. Estava muito frio naquele... Chicago é uma cidade, eu acho Chicago mais bonita que Nova York. Eu adoro Chicago, mas é um frio. Meu Deus do céu, do Senhor Jesus, aquela anébita. Mas é um frio pior que isso em Nova York.
Adoro chegar. Em dezembro é muito frio. Aí o que acontece? Ele pega esse menino e ele empresta, porque a menina amiga dele, que trabalhava com ele, naquela hora ela ficava mais perto da porta, por causa do caixa ser mais perto da porta, e fazia muito frio. É importante tudo isso que eu estou falando.
E ela pede para ele, ele tinha um casaco azul muito bonito, esse casaco azul inclusive aparece na série e aparece no documentário. Ele tinha um casaco muito bonito e muito quente e ela fala, posso ficar com o seu casaco? E ela fica com o casaco. Dentro dessa farmácia, existe uma coisa que quem viveu épocas passadas vai entender, você mandava revelar fotos. Então você tinha, no Brasil, você tinha fotótica, tinha isso, tinha aquilo que eram lojas de revelação de fotos. Nos Estados Unidos, essas farmácias também serviam como revelação de fotos.
Você deixava o seu rolo, ele botava no envelope, tirava a parte de cima do envelope, guardava o envelope e te entregava. Por quê? Quando você voltar para pegar o seu rolo de filme, você precisa entregar aquele protocolo e pegar as suas fotos impressas.
acontece algo que são os acasos da vida quando ele achava, o John Wayne Gaze, que ele era Deus. Mas ele é o diabo. E ninguém é maior do que Deus. Se Deus mandava o tempo inteiro todos os avisos para essa polícia que não quis fazer nada, Deus falou, agora deu. Chega. Essa menina, chega alguém para pegar um envelope com as fotos. Ela pega o protocolo.
A pessoa entrega o envelope dela. E ela pega esse protocolo e joga no lixo. Ela está com o casaco do Robert. Ela não sabe porque tem ela falando isso no documentário. Ela fala, eu não sei por que eu fiz isso. Eu não sei por que, mas eu fiz. Ela pega aquele protocolo, aquele canhoto do lixo e põe no bolso do casaco.
O Robert, que a mãe estava esperando ele para ir voltar para casa para ter o aniversário dela, cortarem o bolo, ele pega o casaco, porque ele vai lá fora conversar com o John Wayne Gacy. Então ele fala assim, preciso do meu casaco, meu amor, aqui de camiseta, nesse não rola. Ela, claro, ela dá o casaco para ele, ele pega o casaco e vai encontrar o John Wayne Gacy. Esse protocolo que ela põe no bolso vai ser uma das coisas mais importantes de prova de que o Robert foi morto pelo...
ordinário nojento do John Lange. Até estou falando de 33 pessoas, 33 vítimas, que são esses números que são muito confusos às vezes, mas são 34, porque o Robert foi encontrado depois. O Robert some. É aí que o John Lange comeu a própria língua, ele se embebedou-se de si mesmo, ele achou que ele estava acima de tudo.
Quando o Robert some, a mãe dele vai, ela fica desesperada, eles ficam procurando, eles vão à delegacia imediatamente, o delegado fala que tem que esperar, tem que esperar, não pode fazer nada, ela fala, não, pelo amor de Deus, ele fala, isso é coisa de garoto, eles voltam tudo, eu falo, meu filho não é assim.
Meu filho não deixaria de cortar o bolo do meu aniversário. Nós somos todos muito ligados. Meu filho, não é assim, meu filho estava no emprego. Eu estava esperando ele sair. E a amiga dele, que trabalha na loja, falou que ele saiu para conversar com um empreiteiro. Inclusive, tem um cartão desse empreiteiro.
É, tem que ter sido a última pessoa que falou com o Robert. A polícia fica meio assim porque a família do Robert era uma família um pouco mais abastada naquela região. Enquanto o John L. Gacy morava num bairro menos abastado, essa família já era maior.
Então, e o menino não é gay, e o delegado vai falar isso para a mãe, que quem faz o John Anguês parar é o Robert. O Robert Nassau virou um pouco um anjo. Ele foi escolhido por Deus, por quê? Ele fala, nós só passamos a ver tudo isso porque era o seu filho. Porque ele tinha a qualidade da vítima.
Um policial vai se interessar pela história, vai até o John Wayne Gays, até a casa dele, o John Wayne Gays fala assim, eu nem sei de quem você está falando. Ele fala, cara, tem um cartão teu, todo mundo sabe, ah, não sei, não vi, não faço ideia do que você está dizendo. Aí ele fala, tá bom. O policial fala, aham, mas passa na delegacia amanhã para a gente fazer, você podia vir comigo para a delegacia para dar um depoimento? Ah, não passo agora, desculpa, porque ele está sempre enrolando as pessoas, só que sem policial não vai enrolar.
Ele vai chegar na delegacia e o policial desconfia. O policial fala assim, a gente precisa entrar naquela casa. Porque se o menino estiver lá, ele pode estar no cárcere privado. Ele pode estar fechado ali dentro. Então a gente precisa trazer ele pra cá e tirar ele de dentro da casa. Trazer pra delegacia pra quando ele chegar a gente ir pra casa dele. Eles não podiam entrar e nem falar nada, muito, porque senão ele podia matar. Eles achando que o cara estava fechado dentro de um quarto.
Eles levantam a ficha do John N. Gase e descobrem, inclusive, que ele, até por isso que ele já vai até a casa, ele já sabe que o John N. Gase tinha sido preso na década de 1960, praticamente 10 anos antes, praticamente não, 10 anos antes, ele tinha sido preso, e ele, por estupro de garoto de 15 anos, e o Robert tinha 15 anos.
Então eles conseguem. Quando o John Wayne Gaze chega na delegacia, eles já têm o mandado, eles invadem a casa do John Wayne Gaze. No documentário fala que eles invadiram, na série fala que o John Wayne Gaze deu a chave. Independente disso, eles foram lá. Quando eles entram na casa, eles não encontram o Robert, mas eles encontram esse papel que era da farmácia onde ele trabalhava, que a amiga dele tinha posto dentro do bolso. No lixo, jogado no lixo.
Ele não entra, encontra, ele olha muita coisa, encontra revista pornográfica, objetos sexuais, mas isso não é crime. Só que esse policial, pessoalmente, ele fica muito angustiado com isso. Ele fala, esse cara, esse cara, esse cara, esse cara, esse cara. Ele fala, a gente tem que seguir. E ele começa, eu falo assim, como ele gosta muito de aparecer, ele vai adorar que eu tenho um carro de polícia atrás dele. Eu adoraria, né, um carro de polícia atrás de 24 horas, não tenho feito nada. Jesus, segurança...
Na cidade de São Paulo, ninguém vai quebrar meu vidro, roubar meu celular, andar na rua sem ninguém roubar minhas coisas, poder andar de fone sem medo de alguém querer tudo que eu tenho. Por favor, que fique um carro de polícia atrás de mim o dia inteiro. E ele se incomoda, ele fica porque ele tem medo. Aí ele vai achar um advogado, ele vai começar.
E ele vai entrando num nível de arrogância que ele vai começar a querer ser buddy dos policiais que estão seguindo ele, porque são duas duplas, né? A dupla da madrugada, ele chama pra comer alguma coisa na casa dele, pra tomar uma cerveja e tal. E eles atopam pra entrar na casa e ficar olhando as coisas. Esse outro policial que estava seguindo ele vai ao banheiro, pede pra ir ao banheiro, mas era, na verdade, uma desculpa pra andar pela casa, ele entra no banheiro e o que acontece?
Sabe aquelas casas que são uma coisa importante em casa, que nos faz mais no Brasil, não sei porquê, ainda se tem casas de São Paulo você encontra assim. Você nunca faz direto na terra, você faz elevada exatamente para não ter umidade, mofo, tal, você faz um caixão perdido para ter passagem de ar e para fazer uma série de coisas.
Ali, especificamente onde ele mora, o John Wayne Gacy, precisa ter isso, porque quando inunda, é um pântano, então o jardim vira meio um charco. Então as casas precisam ser mais elevadas. Eu não entendo construir casa ali, mas deu ok. Então ele tem, na casa do John Wayne Gacy, uma coisa assim, vai, desse tamanho assim, vai, sei lá, de um metro. Um metro e vinte, um metro e quarenta. Se eu entrar nesse lugar, eu tenho claustrofobia. Eu entro, mas dentro de...
E tem respiradores pela casa, porque aquele ar precisa sair, né? Tem respiradores e ele sempre deixa a casa muito gelada. Muito gelada exatamente para você não sentir os odores dos corpos mortos, porque corpo morto haverá cheiro.
Esse policial entra no banheiro e ele sente o cheiro de cadáver. Ele sabe, a polícia sabe o que é cheiro de cadáver. Eles saem de lá e eles falam assim, cara, tem coisa morta aqui dentro dessa casa. Eles acham que tá o Robert.
eles vão conseguir entrar na casa e o John Langeis, ele vai para o advogado, ele conta tudo o que ele fez, e ele sempre fala assim, olha, estou te contando pelo seguinte, você tem que entender uma coisa, é tudo legítima defesa, eu não queria matar, é que eles vieram para cima de mim, porque eu sou uma pessoa muito boa e eles queriam me roubar, ou eu transei com eles e eles queriam dinheiro, ou eu transei com eles e começaram a me chantagear, e ao contrário, era ele que chantageava, era ele que fazia, era ele que era o mal e ele queria dizer que aquelas pessoas não tinham...
Não eram vítimas, uma vez que ele estava sempre em legítima defesa. Gente, a argumentação que ele usou até o fim da vida. Ele fala que ele matou 34 pessoas, 33, 34 pessoas, em legítima defesa. É um cara de pau, né?
É um cara de pau. E ele fala para o advogado, bom, saí porque eu tenho um negócio, eu diria isso, uma pessoa muito bem sucedida. E ele não sabia que a casa dele já estava sendo... A casa dele foi totalmente destruída. Porque quando a polícia desce e encontra um primeiro corpo, ele percebe que aquele primeiro corpo já está em estado cadavérico. Então aquele corpo está ali há muito tempo. E onde está o Robert? Onde está a pessoa que tudo começou a chegar no John Wayne Gays? Eles acham o corpo. E aí eles perguntam para o...
para o John Wayne Gacy. O que aconteceu? Ele vai, o John Wayne Gacy, vai à casa e faz um tour, e mostra onde está a primeira vítima dele, que era aquele menino, filho do polonês. E ele vai, e ele tem um fascínio de as pessoas falarem dele, conversarem com ele, falarem por ele e tal. Ele vai chegar ao ponto de fazer um mapa, mostrando onde tem corpos pela casa, porque a casa era aqui e tinha garagem. Então eles vão descobrir 29 corpos espalhados pela casa.
embaixo daquele negócio, eles tiveram que destruir a casa. Hoje tem uma casa no lugar. Não sei como uma pessoa consegue viver onde foi um cemitério de 29 vítimas fatais, fora as outras, porque ali você tem os corpos, mas todas morreram ali. São muito mais vítimas. Como é que você vai viver num lugar com essas... Gente, isso daí tinha que ter sido virado uma pracinha, um monumento às vítimas, alguma coisa. Mas não, tem uma outra casa, né? Porque o capitalismo nos chama.
A humanidade não precisa. Mas daí todo mundo morre, gente. Não adianta você ter 10 milhões de dólares, 80 trilhões de reais. Aí a gente vai tudo para o mesmo lugar. Mas só sigamos. Eles vão descobrir. Então, 29 corpos embaixo da casa. E ele vai ser questionado do Robert. Mas cadê o Robert? Ele fala, bom, deixa eu contar uma coisa.
Isso acontece que eu fiquei sem espaço. Aí você vai perguntar, Beto, quem é que fazia? Como é que ele cavava? Porque ele é um homem enorme, né? Como é que ele descia? As primeiras covas ele que fez. A segunda ele pegava aqueles meninos que ele contratava e mandava abrir covas.
Ele falava que era por causa da inundação, da água para entrar, porque senão entrava na casa. Ele usava uma técnica, mas eu duvido que esses meninos não soubessem também muito o que acontecia. Muitos deles faziam o Jeffrey Epstein. Eles cooptavam o garoto na rua para levar para o Jeffrey Dahmer.
Porque, no mínimo, essas pessoas foram estupradas. No mínimo, todos os garotos que trabalharam por eles foram violentados. É o mínimo. Então, eu não sei o quanto que garotos levavam outros garotos para eles pararem de serem violentados e continuarem ganhando seus 5 dólares, ou até mais, porque quando eles abriam covas, eles ganhavam 7 dólares a hora.
E o quanto que eles podiam ganhar, quase como um tráfico sexual ali entre garotos. Esse povo ficou vivo, trabalhou com o Jeff Damien, com o Johnny Gaze, sei não, viu? Sei não.
Vai me dizer que não sentia cheiro? Ah, pelo amor de Deus, os próprios vizinhos não ouviam gritos, não ouviam cheiro, não sentiam cheiro. Tem como, gente? Tem como? Tem como? Bom, o John E. Gacy, então, ele fala que como ele ficou sem espaço, ele começou a levar os meninos a jogar no rio.
ali perto da casa dele, nem perto, não é longe, porque ele põe os meninos no carro, ia até uma ponte e jogava no rio. Ali nesse rio eles vão encontrar mais quatro corpos, e o corpo do Robert só vai ser encontrado em abril do ano seguinte, 1979, porque congela, naquele inverno congela tudo, eles não conseguem fazer nada.
Então ele vai ser condenado, John Lennon Gacy, por esses 33, 34 corpos encontrados. Corpos esses que foram feitos muitas análises, a maior parte conseguiu se encontrar entre os desaparecidos da época, com arcada dentária, com peças que foram sendo encontradas, e que eram peças tipo o anel do menino, correntes, coisas que estavam junto com o corpo que eram daquela pessoa.
Mas tem quatro vítimas que até hoje não foram identificadas. E foi bonito o que o Chicago fez, eles deram uma coisa digna para eles, eles colocaram um belo caixão, fizeram um funeral muito, muito até grandioso para essas quatro vítimas que não sabemos quem são. Até hoje essas vítimas têm o DNA delas guardado e ficam fazendo cruzamento, porque uma hora...
Pode ter um cruzamento com alguém da família, com esses bancos genéticos que estão acontecendo, que a gente está vendo vários casos sendo resolvidos através desses bancos gerais, que eu quero ir lá e botar o meu DNA, porque eu quero saber de quem eu sou, aquelas coisas de parente e tal.
Pode ser que um dia, jogando no banco, dê um cruzamento com alguém que vocês fazem. Seria um primo de terceiro. Hoje, né? Porque da década de 70, hoje a pessoa teria midado, seriam mais velhos, porque se morreu em 72, 73, já tinham 15 anos, então eles teriam 67 anos hoje. Então, quem seriam? É interessante que eles até hoje buscam isso. Tem uma mãe, especificamente de uma das vítimas, que nega que seja o filho dela. Ela não quer que seja. Ela tem certeza que o filho está vivo. É uma coisa de cada um. Ele foi...
morto o John Wayne Gaze, o julgamento é muito interessante, tem essa parte toda na série de ficção também, porque eu não entendo, eu entendo gente, eu sou super defensor dos advogados criminalistas, mas pelo amor de Deus, você querer que um homem desse, nojento, fique preso em manicômio...
Não dá, né? Porque a defesa dele brigava por insanidade. Foi feito laudo, uma psiquiatra foi, fez, tal, e ele ainda liga pra psiquiatra e fala que ela é uma idiota, que fala que ele é um psiquiatra. Ele ficava bravo, porque ele estava ali contando quanto ele é o máximo. E a psiquiatra fala, ele é um psicopata, antissocial, narcisista, fala até que ele tem umas coisas de esquizofrenia. E ele fala, você tá louca, garota? Não sei nada disso, é uma pessoa ótima, é legítima defesa.
Eu já expliquei que eu matei 34 pessoas que vocês encontraram em legítima defesa.
porque todo mundo queria tirar alguma coisa de mim, não tenho culpa, não tenho culpa. Ele é muito doido, porque ele acredita na loucura, na bobagem que ele fala. E os advogados foram muito a farra e fogo, o advogado fala uma coisa importante, ele fala assim, nos Estados Unidos você tem 12 jurados, só existe a unanimidade para condenar uma pessoa. No Brasil são 7 jurados e você pode votar em quem você quiser, você vai abrindo. Sim, sim, sim, sim, você não abre mais os outros.
Deu sim, não, sim, não, sim, não, sim. Então você vai saber se é... você abre o sete. Por isso que você nunca tem a totalidade dos votos no Brasil. É raro ter. Às vezes você tem quatro a três. Mas muitas vezes é quatro a zero, ou quatro a dois. Então é difícil você ter a totalidade dos sete votos abertos no Brasil. Por isso que no Brasil tem os jurados se juntam, eles põem sim ou não dos quesitos e acabou. Nos Estados Unidos eles têm que discutir muito.
Porque tem que ser uma coisa unânime. E o advogado do John Van Gaet fala uma coisa que é vital. Ele fala para o promotor, você precisa de 12 jurados votando sim, eu preciso de um votando não.
Porque eles queriam anulação, queriam desaforamento. É óbvio que esse caso estava tomando proporções midiáticas enormes nos Estados Unidos. O advogado estava aparecendo também. Ele vai se tornar juiz depois. O John Wayne Gacy vai ser morto em maio de 1994. O Jeff Dahmer vê. Isso tem lá no monstro.
A morte do John Wayne Gaze sendo citada na televisão, já preso, porque ele é preso em 1989. E o Jeff Demer vai morrer em novembro de 1994. Por isso que eu falo desses paralelos. Ele deve ter visto o Ted Bundy, o Ted Bundy morre em 1979. Então o John Wayne Gaze deve ter visto a prisão do Ted Bundy, deve ter tido essas costuras.
Ele é morto por injeção letal, ele pede, ele fala que o místico é dado a ele como a última frase que é, que ele teria dito, me mate. Não sei se é verdade ou não, acho que às vezes isso é um pouco fantasioso. Ele vai, a família não vai ver, se achama...
Eu não vou aqui discutir sobre a história do penal de morte. Gente, cada um tem a sua opinião e tem temas muito delicados que eu prefiro que a gente converse, que a gente escuta. E eu passei de uma fase da minha vida de querer que o meu ponto de vista seja mais certo que o outro. Você gosta, tá certo. Eu não gosto, não tá certo. Eu gosto, tá certo. Você não gosta, tá certo. Cada um tem. Mas no caso, nos Estados Unidos, nesse Illinois, você tem o penal de morte.
E a família queria ver. E até tem uma discussão ali do quanto que isso faz ou não faz bem para os familiares, que vão ver o autor da sua morte morrer. A morte do seu filho. Eles não vão ver. Eles não veem porque a justiça dá uma engambelada neles. Eles ficam numa sala, eles não sabem, o cara já foi morto.
Porque eles dizem que estavam com medo de drama. Bom, sei lá, acho que isso é uma decisão. Se a família quis ir lá, ela devia ter o direito de ver. Não sei o quanto que isso é bom ou o quanto isso é ruim. E eu não estou na pele de ninguém para poder definir nada. Então, essa história, assista essas duas séries. Não se eu falo, não, gente. Pelo amor de Deus, falei um monte. Porque é muito boa mesmo, viu? É o Devil in Desguise.
que está no Prime Video, e eu conversando com o Seraukiller, palhaço assassino, que ele não é um palhaço assassino, é uma maldade até com os palhaços, né? Estou olhando aqui porque o que eu notei de coisa, as fotos no final são muito legais mesmo, sempre legítima defesa, é muito bom.
Ah, e tem... No Breaking Bad, lembra? Também no Breaking Bad tem aquele vão, aquele baguadão dos dinheiros também. Isso é bem comum nos Estados Unidos. Ah, isso é maravilhoso. Ele fala o seguinte. Olha, é legitimada a defesa. Porque o que acontece? Eu levei ele pra minha casa pra gente ver um filme, beber e transar. Aí ele vem me cobrar. Olha bem pra mim se eu preciso pagar alguém pra transar comigo. Meu filho, mas você nem pagando bilhão.
Olha, ele se acha lindo, gente. Ele é uma coisa horrorosa. É um homem feio. Nojento. É tudo ele quer poder. Aqui a polícia... A polícia...
A vítima conta que tem um cara vivo lá que até ele vai lançar um livro, é um problema, não podia ter lançado. E a polícia não faz nada com ele, porque ele diz que ele não pode ser violentado por um homem uma vez que ele é homem. Ah, ele tinha uma coisa muito interessante, ele odiava bagunças. Se você bagunçasse qualquer coisa, ele tem umas transformações muito interessantes mostradas na série de ficção.
quando ele entra em contato com o monstro. Ele falava que eles eram vários Johns. Ele era o John Pai, o John Pogo, o palhaço, o John, e daí tem um Jack, que é o Jack que mata, não é ele. Ele começa a falar que tem um Jack, que é o Jack que mata, e que ele só enterrava, que ele só fazia ocultação de cadáver. Aliás, gente, ocultação de cadáver tem que começar a ter uma pena de 30 anos, né? Porque o povo tá aceitando uma ocultação de cadáver que, olha, todo lugar eles aceitam.
O pé, tudo, é, Deus espera, tem filho porque ele tinha tanto, sabe por que ele tinha tanto com a polícia lá, não sei, foto com a primeira dama, foi isso. Gente, ele fez um mapa de onde estavam os lugares.
Irmã dele, dá uns pinafradas na mãe, irmã do John Wayne Gacy, muito boa. É isso, que as vítimas tenham essa dignidade que eles sejam merecidas. O John Wayne Gacy, precisamos falar dele até para entendermos onde a gente pode cair na lábia do diabo. O diabo fala, o diabo é simpático. O diabo, ele não se apresenta como diabo. Lembre-se bem disso. Nenhum diabo vai se apresentar como diabo. Bom, é isso, espero que tenham gostado. Até já, tem mais vídeo todo dia. Tô por aqui, beijo.
Prime Video
série de ficção "Devil in Desguise: John Wayne Gacy"