ULLISSES CAMPBELL E BETO RIBEIRO - TREMEMEBÉ TEMPORADA 2, CRIMES E MAIS!
Beto Ribeiro Ullisses Campbell falando de crimes e muito mais!#crime #misterio #amigos #entrevista #psicologia #mente #podcast #live Assista a este episódio clicando aqui: https://youtube.com/live/XV-mnKWIaZU
Beto Ribeiro
Ullisses Campbell
- Legislação e JustiçaCasos de crimes famosos · Impacto da mídia nos julgamentos
- Lançamento do livro Tremembé 2Complexidade da segunda temporada · Relação entre livro e série
- Consequências do CrimeCaso Henri Borel · Caso Suzane von Richthofen
- Técnicas de produção do documentárioPreferência por documentários · Desafios na produção
- Producao AudiovisualDificuldades na escolha de elenco · Interação entre personagens
Livro ou série? Os dois, porque eu acabei de descobrir, quando você me fala que o Trememba 2 só vai ser lançado o livro em dezembro, significa que eu não vou ter sido o Trememba este ano, magoei. Podia falar isso? Que não vai ser esse ano? Eu acho que fica meio óbvio. Júlia, peço desculpa. Não, porque olha só, a primeira temporada foi gravada em setembro.
Ela estreou... De 2024. 24. Ela estreou... 31 de outubro de 25. Agosto, setembro, outubro, um pouquinho ali. Ela estreou, ou seja, um ano depois. Então, se você vai gravar agora em abril, não tem como. A pós, ela demora muito. O problema é de vocês. Eu quero saber da série. E aí, quem lê o livro Tremembé 1, que dá base para a segunda temporada... E aí, quem lê o livro?
vê que a segunda temporada é mais complexa que a primeira. Mas peraí, tem um livro que você vai lançar, o Tremembe 2, é base para a terceira temporada.
A terceira. Bora deixar claro, caso haja. E caso haja, já saiu na imprensa que vocês estão fazendo a segunda e a terceira juntos? Você acha que eu não leio? Não é uma questão de você pode ou não pode falar. Já falaram que vocês já estão escrevendo o roteiro da segunda e da terceira temporada. Não, o roteiro da terceira não. Está tudo na imprensa. Mas eles inventaram. O que eu vou fazer... Casuagem. Um livro para servir de base para a próxima temporada.
Quando eu assistir a segunda, eu já vou saber mais ou menos a continuação dela. Pelo livro. É, sim. Estou pegando o Tremembel 1 para pensar... Não, é assim. O livro que eu lancei dá suporte para a segunda. O livro que eu vou escrever agora dá suporte para a terceira. O livro está sempre adiantado. O livro está sempre adiantado. É, por isso que não faz muito sentido... É Game of Thrones. A gente assistia já com o livro... Porque o, na verdade, é assim.
o livro acabou se tornando a pesquisa para a série. Sim. Que é a partir desse material que recolhe para o livro, a Amazon adquire os direitos dessa obra literária e, com base nessa aquisição, a gente desenvolve o roteiro. Entendi. Então, não tem a menor condição da pessoa achar que a primeira temporada... Pô, amor, obrigado. Ah, já temos café hoje. Não tem a menor condição. Muito obrigado. Será que tu consegue pôr? Porque eu sou meio desastrado.
Obrigado. Hoje eu quero. Não faz o menor sentido pensarem que a primeira temporada de Tremembé é baseada no livro Tremembé, porque ele foi lançado um mês antes da série. Sim. Mas as pessoas não entendem. As pessoas acham que o Tremembé... Eu falo, mas você assistiu a série? Assistiu. Você leu o livro Tremembé 1? Li. Onde o livro Tremembé 1 está na série?
Tem um Robinho Brennan na capa do... Eu falo isso, tem Ana Flávia Gonçalves, tem toda aquela parte lá do... Tem uma Faustina, vai aparecer na segunda temporada? É do Veneno? Não, é Faustina que abre o seu livro, que é aquela freira... Não, não é Faustina, é Madre Maurina. E eu achando que você está louca.
Como assim tu não sabe o nome da personagem que abre teu livro? Agora, ela vai estar na série? Não. Não. Ah, gente, eu posso deixar um pedido ao vivo aqui? Vocês não fazem um especial, um filme da Madre Faustina? Temos essa intenção. A gente tem a intenção de fazer... Que nem o Don, que é da Prime Video. Sim, a gente tem. Que é do Prime Video. Eles têm um filme lá do pai. A gente tem a intenção...
de fazer os spin-offs, os filhotes. E aí, Madre Maurina é um... A Madre Maurina, ela é a... Ela é quem inaugura, ela é quem implementa em Tremembé.
Esse viés mais humanitário de cumprimento de pena. Gente, ela é o ainda estou aqui. Ela mistura tudo. A história do país com a história do presídio, com a história dela mesma. A gente tem ideia. Tem ideia, por exemplo, Dominique rende um longa só para ela. A Dominique é a estouranatária. A do Itaberli lá, que matou. Aquela história. Essa mulher que eu mais odeio. Tem muitas histórias que rendem. Mas aí o que acontece?
A nossa prioridade é a série. E a série já consome a sala de roteiro de uma forma brutal. Então, a gente não consegue fazer... Tudo ao mesmo tempo agora, lógico. Senão também não vai ficar bom. Exatamente. Não adianta. Então, o que a gente vai tentar fazer? Que não deu para fazer nessa porque engatou. Entre uma temporada e outra, criar alguma coisa...
derivada. O Dom fez isso. É, que é um sucesso. É um sucesso. O Dom existiu, o filme do pai acontece entre a própria euforia da HBO fez isso também, entre as temporadas existiram dois filmes. Eu acho que aquele Alice também teve isso. Isso eu acho uma boa ideia, porque você vai mantendo o conteúdo que você quer ter. Vamos ser mais episódios, você pode falar isso? São a mesma quantidade. Cinco episódios. Cinco episódios, cinco prólogos, cinco...
Uma coisa também, que aí eu entro em conflito, por exemplo, tem muitas coisas legais que a Amazon já fez, mais ou menos, esse estudo do que pode render a partir da série, dos livros, mas eu piro mais em documentário. Mas o mercado quer mais ficção, né? Tipo... Ai, meu Deus do céu. Não é assim que a gente se vende. A gente se vende assim. Eu amo tudo.
Me chame para fazer tudo. Mas aí, se eu não der conta de fazer tudo, eu opto pelos documentários, porque eu sou jornalista. Achei que você ia falar livros. Não, tudo bem, audiovisual. Não, livro eu vou fazer sempre. Audiovisual você prefere documentários? Eu diria que eu prefiro, por eu ter mais vocação para documentário. A equipe é menor também.
Equipe é menor, é mais autoral. Eu, como jornalista, eu tenho uma participação muito maior. Aquela coisa de assinar matéria. Aquela coisa de assinar, na verdade, é aquela coisa de... Assinar, eu acho que é a consequência, mas eu acho de você investigar, de você trazer aquela história.
real e formatar e apresentar para o público. De não poder ficcionar. De não poder criar situações para fazer. Não estou reclamando. Você vê como eu gosto. Mas o dia tem só 24 horas, a semana tem só 7 dias, o mês tem 30 dias. Isso tem que se encaixar nessa temporalidade. Então, se eu puder, o tempo que sobra, quer dizer, o tempo que sobra não, o tempo que eu invisto no audiovisual...
Se tiver aqui uma porta ficção e documentário, eu abro de documentário. Não, entendo. Ou uma ficção baseada em fatos reais, como o Tremembé, também eu nado de braçadas. E é prazer também. A gente gosta, às vezes, mais de uma coisa, mais de outra. E você está podendo experimentar tudo. É que eu não posso contar para todo mundo tudo o que você está fazendo. E você está nos dois barcos. Você está em ficção e em documentário. Quase que na mesma medida. É.
Mas tudo que eu tô... Tem um barco aí mais pesado. Eu acho que o Tremembert são cinco episódios. Não tem. Nenhum deles. Talvez o único que vocês mostram em Tremembert, eu até acredito em cima do que nós dois já conversamos, o que eu já li em cima dos seus livros, que é o Daniel Cravinhos.
Eu acho que ele carrega uma culpa da morte das pessoas que ele matou, da morte que ele teve dentro dele mesmo. Mas eu recebi muita crítica, por exemplo, que eu acho até críticas válidas, que ele é excessivamente humanizado na série. As pessoas começam a... Mas aquilo não foi real?
É real. Ele tentou se matar três vezes. A gente mostrou só uma. E isso não tem... Não pode falar tentar se matar? Pode. Não pode falar que era outra palavrinha que significaria... Eu já ia falar essa outra palavrinha. A palavrinha que... Não tem nada que mais humaniza um personagem, independentemente se ele é real ou se ele é fictício, do que uma tentativa dessa palavrinha.
Porque aí tu começa, gente, essa pessoa está destruída, ela precisa se recompor. E à medida que tu vai, se você mostra ele tentando fazer essa palavrinha e daqui a pouco está namorando, ou seja, ele saiu daqui e veio para cá, você mostra toda essa reconstrução.
a transformação no estado de espírito desse personagem para cá, você te apega a ele. Aí as pessoas se chocam, que é aí que vem a provocação, que eu acho que é uma coisa que a Vera faz muito bem quando ela dirige. Ela sabe captar aonde aquilo vai te provocar e vai fazer você...
se sentir mal em ter começado a gostar desse personagem. Do ator também, né? Eu entrevistei o ator que faz o Christian. O Felipe, o Kelnir Macedo. Que é um doce de pessoa. Ele não tem nada de Christian no seguinte sentido daquele... Ele é um doce. É um ótimo ator. Mas é excelente. Fora que é um gato e tudo mais. Ele carrega todas as necessidades de uma equação de uma estrela. E ele me deu entrevista aqui e tal. E ele virou uma hora Christian. É muito divertido.
Por exemplo, o Christian com a Duda, você quase torce como uma história de novela. Tipo essa série da HBO gay. Como é que é? Maravilhosa. Essa série que eu até fiz um comentário sobre ela. Meu Deus, você não assistiu essa série? HBO não. É muito bom. É uma série gay americana dos jogadores de hóquei. Não vi.
Ah, esqueci, onde são os jogadores de hóquei? Você torce por eles, é bonitinho, mas é uma coisinha romântica essa série da HBO. E se você trouxer aquele universo mostrado dos jogadores de hóquei para dentro de Tremembé, a Cristian Duda se torna os dois que você... Sim.
Mas é real. O que vai fazer? Você vai matar a realidade? Eles estão vivendo em paz. Existem umas verdades que as pessoas preferem deixar embaixo do tapete. Elas não querem saber que aquilo existe.
Eu acho que vai muito nisso. As pessoas não querem saber que aquelas pessoas saem dali, que aquelas pessoas transam, que aquelas pessoas fazem festa. Vivem em paz lá dentro. Elas vivem em paz dentro da cadeia. Elas não se inlutam pelo que elas são. Até porque elas só fizeram o que elas fizeram porque elas são aquilo. Sim. Então elas não têm como. É difícil. É maravilhoso, Suzane. Ninguém vem me visitar. Eu matei meus pais e não tenho visitos de pais. Ah, você está arrependido? É claro que eu estou. Olha onde eu vim parar.
É, sai daqui, Rivalidade Ardente. Você não assistiu Rivalidade Ardente? Não. Assista. Eu tô numa fase que eu só consigo assistir. Eu não assisti nem Pernambucanas ainda, gente. Gente, o documentário das Pernambucanas... Como é herdeira? Como é o nome? O título é péssimo, é terrível. Eu meti pau no título e continuo metendo. Fora que eu meto pau também na tecnologia da Globo, porque é péssimo. Ai, como é ruim.
Muito bem. E o do Prime Video também fica as legendas que vão saindo do lugar. Fica o toque aqui. O Testamento de Anitta Harley. Olha o título.
A Me Poupe, né? E aí você põe na busca, Casas Pernambucanas, vem uma matéria de Pernambuco, sabe assim? Você fala, pô, cara, pelo menos direciona a busca para esse negócio, que não é difícil. É muito, mas é muito bom. Então eu estou louco de assistir. Olha, é uma das melhores séries documentárias que o Brasil já fez. Eu quero ver porque ela já...
Agora que eu comecei a fazer documentário, eu tenho que assistir porque virou uma referência de como contar a história. Por exemplo, uma coisa que eu quero fazer muito... Eu fui o primeiro a falar dessa série. Eu vi na segunda e quarta, estava no ar, explodiu a audiência do caso comentado. Na hora que eu estava vendo, eu te mandei, lembra? Sim.
Porque eu acho assim, agora que eu estou começando a fazer documentários, o meu maior desafio é querer contar essa história de uma forma inovadora. Porque eu acho que essa forma clássica de sentadinho aqui, olhando para a câmera, alterna com dramatização, que eu acho dramatização...
Eu acho a coisa mais constrangedora, que aquilo não for bem feito, aquilo é de um constrangimento, é de uma vergonha alheia, Fico. Fica com uma vergonha alheia. Ulisses, mas eles criaram uma nova linguagem de dramatização, que é muito interessante. No Penambucana, por isso que eu quero ver. Você assistiu a série da TAM também? Do acidente da TAM na Netflix? Vi.
É internacional. O que eu gostei muito da Anitta, do testamento da Anitta, que me lembra daquele que você me indicou do Jogo do Bicho. Sim. É que eles transformaram. Vale o escrito. Vale o escrito. Eles transformaram. Isso a Global Play fez. E ela está nos dois, se eu não me engano. A diretora, que é muito boa.
Outra série muito boa é aquela que você também tinha me falado do Lago do Três Suros. A Mulher da Casa Abandonada, eu adorei também. Ah, eu não vi, sabe por quê? Porque já tá lá todo podcast, gente. Por que eu vou ficar vendo mais coisas? Ah, não é outra... Ah, não sei, peguei um... Eu assisti, eu gostei. Eu gostei muito. Já me convidaram pra pré-servo, nem fui.
Eu já fui assistir o Mulher da Casa Abandonada. Como eu já estava fazendo um documentário, já fui assistir com outro olhar. Sim. Então, eu gostei muito da dramatização. A dramatização, eu acho que ela... É um documentário ou é uma série? É uma série. Tem vários episódios. Tem, mas é bom. Não vem passar.
E aí, eu assisti também, como consumo interno, o Voyeur, que está na Netflix. Qual é o Voyeur? O Voyeur é aquele caso dos Estados Unidos, de um cara que comprou... Do motel? Putz, aquele cara que tem os bonequinhos. É. É muito bom. Não, e ali tu não tem dramatização nenhuma. Mas os bonequinhos funcionam muito bem. É, cara, mas olha a forma como eles acham de contar. Super linguagem. Então, eu acho que é isso que o meu maior desafio, agora que eu estou fazendo documentário, é...
Eu surpreender na forma de contar essa história. Mas é um novo, até mesmo na linguagem. Don't Fuck With Cats é um que você já assistiu. Ele é arrebentado. Ele é de 2018. Mas eu quero ver, depois me manda. Mas é muito, mas é muito. Nossa, Don't Fuck With Cats é uma das melhores coisas já feitas do mundo.
Eu quero assistir a série do Césio também, que é do Iberê. Já acabou de entrar um comentário. Para membros, vai entrar para todo mundo na sexta-feira. Você assistiu já? Meu filho, segunda-feira. Eu quero saber que horas você assiste isso. Minha vida... É seu trabalho, né? É meu trabalho, eu tenho que fazer. Eu tenho que botar na agenda agora. Eu tenho o privilégio de ter um marido que gosta de assistir junto, então me facilita. Eu não assisto por falta de tempo. A gente assistiu o segundo ou o terça? O Emergência Radioativa.
A gente assistiu terça-feira. Vocês maratonaram. Não, porque hoje é quarta. Eu assisti segunda-feira. Impossível parar. São cinco episódios extremamente bem produzidos. É muito bem contado. Muito, muito bem contado. O Paulo Gorgulho está um ator para ser indicado ao M Internacional. Ele está muito bom. Um menino que faz. Eu estou ouvindo só a Elogios. É um menino muito bom. Você tem uma coisinha chata? Que é uma coisa assim, que eu já falei no comentário, falar agora que é de antemão.
Tem uma necessidade hoje em dia também no audiovisual brasileiro, que eu não sei quem inventou essa cartilha, que tem sempre que ter 30% de drama pessoal das personagens. Desculpa, tem certos assuntos que não me interessam o drama pessoal da personagem. É porque... O menino está salvando o mundo. Ele descobre onde está o César. Lá que me frega um cato. Que a mulherzinha dele está grávida, tristinha. Que ele não está dando atenção para o bebê. Então eu vou embora para o Rio. Garota, o cara está salvando o Rio. O mundo inteiro. Aí o pai fica assim... Mas eu acho que é para se conectar. Aí o pai fica assim...
Ai, filhinho, meu aniversário, são só dois dias e você vai me deixar. O cara tá salvando o Brasil, cara. Esse cara tem dois grandes heróis, que é a mulher que leva a tal da marmita pra vigilância sanitária e esse cara que percebe o tamanho da...
E que sai atrás de todo o caminho por onde o Césio passou. Ele para caminhão que estava vindo para São Paulo com o Césio. Imagina caminhão chegando na cidade de São Paulo e o Césio ser destruído. E a menina está assim, você não pode ficar comigo ou você não quer ficar comigo? Eu lembrei você...
Cara, minha senhora, vai fazer terapia. Eu não assisti. Eu já estou sendo chata. Eu não assisti, mas você falando, eu lembrei de Anos Rebeldes do Gilberto Braga, que a Malumada faz esse papel da chata, né? Você já assistiu Anos Rebeldes? Já assisti. Quantos anos você assistiu a primeira vez?
Não lembro, mas eu não assisti quando passou. Eu tinha 18 anos. Ela é de 92? 92, eu não assisti. Eu assisti no DVD depois que lançou. Quem assistiu em 92 como eu com 18 anos? Achava a Malu chata e olha que eu sou fã dela aqui, né? E a Cláudia abriu o máximo. Eu queria ser a Cláudia abriu. Eu queria ser moderno, eu queria sambar. Eu queria falar, não, pai, eu vou mudar o Brasil. Eu queria, eu vou lá pra Pinto a Cara, Caras Pintadas, vou pra Paulista.
Eu fui reassistir Anos Rebeldes com 35 anos. Falei assim, tá certa a Malu, cara. Ela quer o quarto dela, bicho. Tira o John Francisco, vai dar problema na família, meu senhor. Você tira isso dessa casa. Como você muda a forma de enxergar de acordo com a idade que você tem. Eu achei a Cláudia Abreu insuportável. Ela parava de sambar. Como você assistiu a primeira vez, você achou insuportável? Não, achava maravilhosa. Eu queria ser ela. A segunda vez eu falei, vai estudar, garota.
Para de dar trabalho com teu pai. É, aí eu assisti, eu não lembro quando eu assisti, mas sei lá, foi nos anos de 2000, já no DVD. Olha que lindo, quarto rosa. É, mas eu lembrei dessa personagem, porque...
Tem uma coisa também, assim, já defendendo os roteiristas, eu não assisti, mas às vezes a gente tem esse arco aí desse personagem que vai salvar o Brasil, da contaminação, mas na dramaturgia a gente tem que criar alguns obstáculos para este protagonista, porque se ele...
Se salvar o Brasil for algo muito fácil, que chega lá de forma muito tranquila, não tiver esses obstáculos, ele vai... Mas a história real já tem todos. Ele precisa achar por onde o Sérgio passou. Ele é mordido por um cachorro, ele fica internado porque o cachorro está contaminado. Ele não consegue sair de casa, ninguém consegue falar. Eu vou assistir aí, vou te dizer por que que... Aí fica a menina, você não pode ficar comigo ou você não quer? Garota chata.
Mas ela sabe de tudo isso que ele está? Ele está passando no Jornal Nacional. O homem que está salvando... É, mas do jeito que tu conta, eu acho que ele precisava de um obstáculo para chegar no objetivo dele, que era salvar o Brasil. E esta mulher... Eu falava para ele, se separa essa menina. O quarto da...
Eu lembro que o quarto no Anos Rebelde, quando ela está prestes a receber o quarto, eles fazem um aparelho no quarto dela, que é que ela fica mais revoltada ainda. Aquela impressora, como ela conhece o Cássio Gabos Mendes. Inclusive, se você for ver...
É chato, é. Mas se ela não tivesse recebido o quarto dela, se ela tivesse recebido o quarto dela, o pai dela não teria morrido, lembra? Isso que você está me falando tem função. É que não tem função na emergência radioativa, essa chata dessa menina, deixando o mínimo salvar o Brasil. Ah, e também ainda tem um outro detalhe, que aí eu acho que isso tem influência da série, que é o que, se você for ver,
O mote da série é a interação desses presos dentro do sistema penal, dentro da penitenciária. E isso que dá muito conteúdo para o livro e para a série. Aí eles botaram cada um no presídio para eles não interagirem mais. Mas, tipo, muita ingenuidade achar que...
E achar que isso impede a série de existir. Porque, tipo, o Brenan começa aqui pra...
Que aí, o livro, não, a série também, a série e o livro, eles despertaram a ira de uma juíza de execução penal lá de Taubaté. Que ela começou a dizer que eu nunca entrei em Uber, que eu nunca estive lá, porque ela nunca autorizou, sendo que...
Não preciso da autorização dela para eu entrar na penitenciária para poder descrever como funciona a penitenciária. Eu preciso da autorização dela se eu precisar entrevistar um preso que tem a pena sendo executada por ela. Aí eu digo, olha, esse preso...
Mas tem que mandar a documentação, pedir. Sim, aí vai todo o que é fofo, peço para o advogado dele, ele diz que quer, aí vou lá na justiça, vou, na verdade, para assessoria de imprensa do tribunal, e aí elas consultam, assim eu consegui entrevistar vários presos. Se você entrar como visitante, pode? Não pode, não. Eu tenho que... Para eu entrar na penitenciária, eu tenho que pedir...
Para entrar, por exemplo, para o livro Tremembé, eu precisava entrar na penitenciária para poder ver o funcionamento, para poder entrevistar os diretores, ver como é que... Sim, eu entrei numa... Olha, tem a horta, tem o canil, tem essa fábrica de tomada, tem esse consultório médico, tem esse consultório do dentista. Aí eles estão me mostrando como funciona tudo.
O professor pedindo visita guiada com você. Aí eu vou, André Fontella. Se ele fizer isso, eu vou. Como visita guiada, eu vou. Para essa visita, eu não preciso de autorização da justiça. Não precisa. Tipo, eu pergunto quem administra... É o diretor do presídio que libera. É a Secretaria de Administração Penitenciária, que é o órgão do governo que...
que administra todas as prisões. Aí ela lhe manda, enfim, é bem burocrático. Primeiro que a direção da penitenciária tem que ser consultada. Tem como vocês receberem um jornalista? Quer mais café? Eu quero. Você traz mais um, por favor?
Mas eu entrei para o livro agora, porque eu estou fazendo um livro que é muito focado em Tremembé. Mas o que esta senhora juíza não sabe, ou talvez não queira saber, é que para eu descrever a penitenciária, o funcionamento da penitenciária,
no jornalismo declarativo, eu posso fazer a partir do depoimento de quem está lá. Além de tudo. Eu vou te falar quem compôs a descrição da penitenciária, que nem foi essas visitas que eu fiz. Essas visitas a gente faz que é para você sentir a energia do lugar. Você descrever qual é a cor daquela parede, que eu não vou ficar perguntando. Que cor é a parede? Como é o teto? Tem rachadura? Essa visita é para eu olhar, por exemplo, coisas que ninguém me contaria se eu não fizesse essa visita.
Na prisão onde está o Rony Lessa, quando eu visitei, era perto do Dia Internacional da Mulher, aí os presos fizeram homenagem, fizeram gravuras com várias mulheres, rosto de mulheres, aí tinha Fernanda Montenegro, Fida Carlos, aí no meio das mulheres estava a Princesa Isabel, no meio das mulheres estava a Marielle.
É muito óbvio que aquilo era uma provocação para o Ronilessa que estava lá. Para o assassino dela. Então, a minha visita é para esse olhar.
Para eu captar essas coisas. Não vou para entrevistar preso. Eu quero saber como funciona. Mas ainda assim, o funcionamento, que tipo de atividade tem para os presos, que tipo de oferta de trabalho tem lá dentro para eles, os diretores aposentados que adoram o meu trabalho já me contam isso. E os próprios presos também. Também. Eu entrevisto um monte.
Só que aí eu queria para sentir. Os presos não, os condenados que já saíram. Uma coisa é você descrever o que estão te contando, porque você vai muito na imaginação da pessoa, que ela está lembrando das coisas. Outra coisa é você ir lá e sentir o clima. Aí você ouve o latido do cachorro, você já usa isso no livro, você sabe que o galo de manhã está cantando. No dia que eu visitei... O cheiro, né? O cheiro. Uma das visitas que eu fiz, eu almocei lá na mesma...
Mesmo bandejão. Mesmo bandejão. Então, tipo... Nem sei por que a gente entrou aí nisso. Você que estava perguntando do... De que eles mudaram e tal, não sei o que lá. E agora também perdi. Mas você queria falar da juíza que falou que você não tinha ido. Como houve esse movimento para descredibilizar... Ah, é. A série. Livro, a série. Como é que ele escreveu isso se ele nunca entrou aqui?
Você até mostrou o seu Instagram, eu me lembro, no meio dessa história, até a gente conversou sobre isso. Falei, ah, eles... A gente me mandou nem... Gente, eu não tenho tempo. Um vídeo deu entrando lá. Eu que sou muito desobediente. As pessoas dizem, as pessoas sensatas dizem, Ulisses, a juíza foi num podcast dizer que eu nunca entrei lá. As pessoas me mandaram, eu falei, gente, eu não tenho tempo nem... Aí... Vou falar do meu amigo. As pessoas sensatas, elas dizem assim, Ulisses...
Deixa quieto. Você mesmo me fala isso, né? Deixa quieto. Deixa quieto. Eu falei, gente, mas é uma juíza. Deixa quieto, porque ela teve voz num lugar onde não repercutiu. Mas eu vi e me incomodou. Porque uma juíza... Eu fico mais incomodado porque... Eu recebi uns cortes. Eu, por exemplo, não tinha esse conhecimento que você falou.
Talvez se eu tivesse entrevistado ela, talvez ele tivesse também... O que me incomoda é a credibilidade, porque aí o maior patrimônio do jornalista é a credibilidade. Então, quando ele tem credibilidade questionada, seja num canal que ninguém assistiu, seja em cadeia nacional, eu acho que ela tem que ofender do mesmo tamanho. Concordo.
que não é qualquer, é uma juíza. A juíza se deu ao trabalho de sair do gabinete dela, coisa que já é... Eu achei tão estranho quando me falaram que ela foi, mas não pode juiz falar. Juiz nunca dá entrevista. Eu peço entrevista para juízes em todos os tribunais, eles não dão. Inclusive, eles me mostram algumas assessorias de imprensa. Eu lembro que é do Goiás e é do DF, do Distrito Federal e Territórios.
Quando me negou uma entrevista com o juiz do caso da Adriana Villela, que tu jura que é inocente... Eu não juro que ela é inocente. Eu disse que ela foi tudo mal investigado. Quando... É bom que tu pega a provocação. Eu tenho minhas dúvidas. Eu não sei, para mim, em cima do que... O documentário da Globoplay é excelente, do Lago 13 Sul. Só não gosto daquelas interações de tomar cafezinho entre os jornalistas, mas está tudo certo o documentário.
Cara, aquilo para mim é uma peça de investigação real, mostrando que não teve investigação. Então, a mulher não pode ser julgada e tinha um inocente, realmente, claramente, inocente, preso durante 15 anos. Bom, mas tem caso comentado aqui, tem tudo. E aí... Está no Vale do Paraíba, sim, Potim. E aí... Obrigado, Carina Geraldo.
E aí, eu perdi o fio da merda. Quando eu peço entrevistas... Do caso da Adriana Vilela. Aí a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Brasília, Distrito Federal e Territórios, me mandou uma negativa, já citando qual é a lei, qual é o artigo, o dispositivo do Conselho Nacional de Justiça, do CNJ.
que impede que juízes dê entrevista. É raro você ver juiz. Quando você vê juiz dando entrevista, é juiz aposentado. Por quê? Porque, a rigor... A rigor...
Se um juiz se manifestar num caso que está em andamento, no processo de análise, depende do que ele falar, a imparcialidade dele... Alguns juízes deveriam levar isso mais a ferro e fogo. E eu já recebi uma negativa de um juiz, que eu achei uma negativa bem elegante, que ele falou assim, no e-mail para mim, Ulisses, tudo o que eu tenho a dizer sobre esse caso está no processo. Ponto. Perfeito.
Mas aí você vê uma juíza de execução penal que está executando pena do Robinho, do Tiago Brenan, de todos esses presos famosos. Até da Suzane, Cirela, ainda? Não, porque a Suzane... É porque o juiz é da circunst... Porque ela está em regime aberto agora, Suzane.
O processo de execução penal funciona em varas. Ela é jurisdicional. Se você sai de Tremembéi para Tibaia, o teu processo vai junto. Por exemplo, a execução penal dos irmãos Cravinhos, que já esteve nas mãos dessa juíza, agora está no fórum da capital. Aqui em São Paulo, porque eles moram aqui. O da Elize deve estar lá em Franca. Então, daí você estava falando que daí... Aí a juíza se deu ao trabalho com todas essas...
esses impedimentos que eu tenho para entrevistar a juiz, aí a juíza vai lá, se dá o trabalho de ir lá no podcast, que eu esqueci o nome, aí fica falando de Tremembeck, é tudo invenção, que eu nunca entrei lá e tal, não sei o quê. A série pode dizer que é invenção, porque a série é de ficção, não me incomoda, só não me incomoda se, como o Christian, que diz que algo real provado foi inventado. Christian Cravinhos. Christian Cravinhos, como disse... Sobre a Duda. É.
Mas aí, tipo, a série tem passagens ficcionais. Óbvio que tem. Eu vi, não sei onde você foi. Porque daí você mostrou a calcinha. Eu comecei aqui. Você comecei... A calcinha não, a foto que eu não tenho. A calcinha tá com a duda. A gente apareceu uma foto ali. Me dá as cartas. Meu Deus, ele tá provando. Tá certo. Agora, você até prova. Eu me lembro que você publicou... Mas todo mundo... Os meus amigos, feito você que tem bom senso...
Dizem, não desmente. Não. Porque às vezes quando você desmente, o desmentido é um balde de querosene no fogo que está desse tamanho. Eu sempre falo, não transforma coisa pequena em coisa gigante.
Agora, voltando ali, então, os três não pediram para sair dos presídios. Eles simplesmente foram tirados. Exatamente. Então, voltando para o início da nossa conversa, de todo esse movimento, Tremembé não é isso tudo que está no livro, que está na série, o Liste nunca entrou aqui, não sei o quê, não sei de onde ele tirou isso. É um movimento, é um movimento para...
a gente tem que acabar com esse estrelhismo que deram para essa penitenciária. E aí, a mesma juíza, eu acho que ela dá o maior tiro no pé nem aí nesse podcast. E aí...
Um dos capítulos do livro Tramembé fala dos privilégios do Robinho e do Tiago Brenan dentro de Tramembé. O que mais me irrita é do Miss Brasil deles lá, mas tudo bem, tem os privilégios. Tem os privilégios. O Brenan foi flagrado com umas guloseimas que eram proibidas. Ele tinha muito mais cueca do que é permitido. Tinha uma questão da...
O Robinho, por exemplo, conseguiu a proeza de ter um pastor só para ele lá dentro. E aí isso incomodou ela, porque ela que executava a pena deles. Então essas pessoas não têm privilégio. O Ulisses mentiu quando ele afirma que esses presos têm privilégio. Aí o que ela faz? Além dela ser juíza, ela tem uma ONG.
E aí ela preside uma ONG. Na verdade, ela não tem uma ONG. Ela preside uma ONG. E aí, por meio dessa ONG, ela chama o Robinho e o Brenan para gravarem dois vídeos. Um vídeo cada um. Que é um vídeo que eles ficam lá, todo com cabelinho...
Ah, eu vi esse vídeo. Mentira que foi por ali. Foi por ali, é. Eu não entendi nada daquele vídeo. Eles falaram que a gente não tem privilégio. Não tem privilégio. Aí tudo mentira. A gente aqui é tratado como todo mundo igual. E você vê que um decorou mal decorado. Eles foram chamados para me desmentir.
Você entendeu o tamanho que ficou a série? Não, e o mais engraçado... O livro e tudo. E o mais engraçado é que aí... Beleza, nós não temos privilégios. O discurso deles é esse. Mas aí no mesmo discurso o Brennan fala assim, não me recomendaram o Tremembé porque disseram que...
Me recomendaram, tipo, foi muito bem recomendado esse local. Me recomendaram, não, esse vídeo é excelente, gente. Esse vídeo eu botei lá no meu Instagram. Eu vi, eu não entendi nada. Não, eu vim aqui, me recomendaram porque era o melhor lugar que eu tinha pra cumprir minha pena. Aqui, a gente tem, todo mundo é educado. Eu digo, meu filho, não tem privilégio maior do que esse do estar no sistema penal e você vai pro Pinheirão, vai pra presidente Wenceslau.
Não, ele estava no CDP de Pinheiros, que é uma coisinha... Ah, mas é uma outra história. É. Aguardando o julgamento, que é uma cadeia meio... Mas o Pinheirão é um... Tem muitas penitenciárias, a de Guarulhos também é uma penitenciária. Aí quando você vai para o aeroporto que você passa, está ali de Guarulhos. É, aquela penitenciária também, ninguém quer estar ali. Não, não quer estar em nenhuma.
Eu prefiro Higienópolis. Ninguém vai me recomendar a Trimembel, tenho certeza. E nada mais simboliza o privilégio do que você dar oportunidade para esses dois presos famosos, ricos... Escolherem, inclusive, estar lá. E sentarem para gravar um vídeo. Não, total. Vou gravar um vídeo aqui que a juíza me pediu. O bebê do pote também não falou? Não. Não. Não. Não, eu soube...
chegou até mim um recado, eu nem sei se é verdade, porque eu também não levei a sério. O bebê do Porsche, quando soube que eu estava fazendo o livro, acho que eu te contei isso, ele mandou um advogado me perguntar se ele ia estar na capa do livro. Ele e o Walter Delgatti, que é o hacker de Araraquara. Meu Deus do céu, algumas pessoas... O hacker de Araraquara, aquele lá que entrou na cara também? Entrou no sistema.
Ele entrou no sistema do CNJ. Ele também está lá. Está lá. E ele... Ainda está? Forjou. Ou ele já saiu? Ele ainda está. Porque ele está semiaberto? Está no fechado. Ele ia para o semiaberto agora. Chegou a botar a dor nozeleira para sair, mas o Alexandre de Moraes, o ministro, foi lá e cortou o barato dele. Não deixou ele sair. Mas ainda tem preso no regime fechado em Tramembele? Estão sendo transferidos, é isso? Estão sendo transferidos. É que os três já foram.
E outros anônimos, que a gente fica falando mais que uns anônimos. Mas a ideia é que acabe o regime fechado na P2. A gente está falando da P2. Que são cinco penitenciárias. Dois femininas e três masculinas. Uma que é chamada de P-mano, ela já funciona... Mano? P-mano. P-mano. De mano, de mano. Mano, vem cá, é isso? Mano. Não, não. É de... Eu não lembro agora a sigla.
Mas aí tem... Não, porque eu estava lendo. O quê? Me perguntaram também o que você mais... O quê? Esse é o Francisco Jaciso. O Tremembert está aqui. Eu abro para você, espera aí. Mas daí, enquanto você vai vendo o que é o Pemano... Então, uma é Pemano... Então, espera aí, só para entender. São cinco penitenciários em Tremembert. Cinco, que compõem o complexo Tremembert. Três homens, duas mulheres. Aí, nessas cinco estão o semiaberto?
Está aquilo que a gente viu? Tem semiaberto em todas. Ah, em todas? Tem. Ah, tá. E quantas vão fechar? O regime fechado vai fechar em uma. E vão ficar mais duas. Vão ficar mais duas só com o regime. Fechado e aberto. Uma vai ficar fechado e aberto, que aqui é não anônimo. Eu tenho os nomes aqui. Espera aí. No capítulo do Luiz Estevam.
Aqui, são cinco unidades prisionais. É o Centro de Progressão Penitenciária doutor Edgar Magalhães, Noronha. Por isso que é PEMANO, que é a sigla de Magalhães, MA com Noronha, MANO. Mano de MANO. E aí, MANO? Eu lendo uma piada lá da sala de roteiro, gente. De alguém achar que era MANO. Não, que nem eu achei que era. Eu achei que era de MANO, MANO Corinthians. Vai, Corinthians. E aí, MANO?
E aí, mano, vai Corinthians? Essa é a maior de todas. Ela tem lá 3 mil presos. E é tudo no regime semiaberto. Quando dá o saidão lá... Aquela vez que você vê aquela manada toda indo embora. É. Aí depois tem a P1. Muita bermuda vermelha. Tem a P1, que é Tarsísio Leão Spinheiro, Sintra, que ela tem 238 presos, tem fechado e... Por que só tem 238, Ness?
Não, ela tem, na verdade, assim, ela tem uma capacidade para 1.491 presos, estão lá 2.215, ainda não é uma superlotação, por incrível que pareça. Ela está acima da capacidade, mas não é um risco. Por quê? Porque ela tem no regime fechado 1.9288 no aberto.
Nossa, gente, quanta gente. Só nessa cadeia. Só nessa. Aí depois tem a P2, que é essa famosa que a gente mostrou aí, que é a José Augusto César Salgado. Olha como ela tem pouquinho. A capacidade dela é para 584.
Ela tinha perto das... Sim, lógico. Você pensa que são 500 e pessoas que mataram, estupraram. Ali são pessoas que mataram seus familiares, estupraram. É uma coisa muito louca. E aí ela tem lá, com a capacidade de 584, ela tem 494 no fechado.
Não, mentira. Ela tem uma capacidade para 584 presos. Ela tem lá 494, ou seja, ela está abaixo da capacidade. Sendo que desses 494, 320 estão no fechado, que é onde estão desmobilizando, fechado. E no aberto tem 123, no semiaberto.
Na segunda temporada, todo aquele pessoal que está na primeira que a gente viu já saiu, né? Na segunda temporada. Hoje na vida, todos eles já saíram. Da primeira temporada? É. O Zanichar. O Zanichar. Só quem não saiu... O Roger. O Roger não. Fique lá até o fim. Estão lá, na primeira temporada, o Lindenberg, o Gil Rougar. O Gil Rougar saiu.
Saiu, saiu, saiu que eu vi no vídeo da entrevista. O Lindenberg está lá, o Roger Bedelma-Ci, no semi... É o incêndio? É o alarme de incêndio. Pergunta se é real lá embaixo, porque às vezes toca. Enquanto a gente está aqui. Enquanto o fogo não chegar aqui... Está muito barulho no microfone? Não? Não, está dando para ouvir, gente?
Tá baixo. Por enquanto tá ok. Manda beijo pro nosso Ceará. Beijo, Ceará. Ai, pessoal do Ceará. Aliás, eu queria fazer... Vamos, podia combinar. Queria fazer assim, pegar um fim de semana a cada dois meses e viajar, ficar um fim de semana assim. Fazer um podcast lá de Ceará. Não, vai passear, quero ir na praia, ir em Recife. Quero. Vamos combinar? Fazer uns fins de semana. Eu quero primeiro subir, depois eu quero descer. Como é que tá essa loucura desse negócio?
Então, enquanto você se movimenta, eu vou aqui, continuo entretendo aqui. Quando tem todo esse movimento de saída, o pessoal que está lá, só o Roger, com certeza, que ele não recebe liberdade. Roger está lá, Lindenberg está lá, está lá no semiaberto.
Aí no fechado está, que saíram de lá, que ainda estão presos o Fernando Sastre, que é o bebê do pós, o Walter Delgatti, que é o hacker de Araraquara. Está lá aquele Michel Pierre, que era um... Michel Pierre era um integrante da Igreja Universal, que lavava dinheiro. Não sei. O Intercept fez uma matéria bem grande.
Essas coisas de lavagem não me interessam muito. Essas coisas me irritam. Me irritam tanto que eu não vejo. Ele está lá porque ele é rico. Porque lá também é um... Ainda dizem que não é de lugar de privilégio, né? E aí? Tá bom, obrigado. A gente vai descobrir se está. Se a gente vai sair correndo ou não. Saiu que vocês estão procurando um Robinho. Um Robinho, um ator Robinho desconhecido. É isso?
Eu não li, mas isso não é verdade. Não. O que está procurando desconhecido? Saiu em algum lugar que é assim, que vocês querem um Robinho, um ator de teatro, desconhecido, para dar aquela coisa de série americana e grudar personagem no ator. Não. Já tem, Robinho?
Então, posso falar. Posso falar, mas o dia que tiver, não vai ser desconhecido. Ai, Ulisses, você não tinha me contado ainda. É porque também é meio recente. Depois vai me contar. As gravações vão começar em abril. Já tem que ter um ator. É. Isso já foi anunciado que é em abril. Então, quem é do mercado sabe que você não...
apesar de que ainda tem uns atores sendo difíceis. Porque, olha só, a escalação do elenco para Tremembé, eu sei porque eu tenho muito contato com a Ana Luíza, que é a diretora de elenco. Que é excelente. E ela compartilha muito essa dificuldade. A Vera também, eu troco muito com ela, que é, um, tu tem que ter uma semelhança, ou tu tem que...
O trabalho de caracterização tem que ser possível você ser transformado naquela... Você tem que convencer a audiência de que aí tem a caracterização, o talento do ator, vários... Mas o básico é você ser parecido. É, mas, por exemplo, o trabalho que a Britney faz, gente, você pega o Alexandre Nardone, o ator que faz o Alexandre Nardone é um gato.
que ele estava na tua casa, eu nem reconheci ele. Ele se tornou Alexandre Nardone, que é desprovido de beleza em toda sua totalidade. É uma questão, assim, você fala como é que ele conseguiu transformar aquele... Tudo bem, tem interpretação, tem direção. É, mas aí lembra que antes de chegar na mão da Britney... Tem um trabalho corporal. Tem um trabalho de seleção, né? De escolha. De escolha, de construção de personalidade. Não de escolha... O menino, o Leon, que faz o Gil Rougar. Sim. O Leon que faz o Gil Rougar é gratésimo.
E olha o julgar, gente. Fica bem parecido. Então, não tem como ser um muito... Então, tem essa dificuldade de... Não é uma dificuldade, mas é mais desafiador você escalar por conta desses critérios. Agora, o que faz o Christian, o Kellner é mais mais bonito. Mas... Os outros eu não lembro. Duda, eu nunca vi. O rosto. Falando nisso, você viu o Henri Borel?
Vi que foi... Cara, usaram uma... Eu acho de um expediente tão baixo, de advogado tão chicaneiro, você abandonar um júri. Eu achei que foi bom que a juíza... Espero que aquilo vingue. Você viu? Aquilo achei muito interessante. Eu estava conversando com um advogado criminalista que ele falou que é meio que praste, mas é difícil você fazer, que é caro a estrutura. A gente está falando da juíza...
ter decidido que eles iam pagar pelo prejuízo custado. Todos os custos de lá. Até, eu acho que, pelo que eu entendi, até o advogado Leneal, que é de São Paulo, que é o doutor Cristiano. Tudo. Agora, teve um... Deslocamento, alojamento, porque júri...
Tem tudo, né? Júri tem que ficar alojado. E eram 12 dias que ela tinha determinado para o julgamento. Não pode sair, não pode sair, pode ter contato. Tudo isso é um custo. Mas não é a primeira vez? A gente já viu isso em vários. Já, mas é manobra. É uma manobra legal, é porque isso está previsto lá, mas eu acho muito... É um expediente baixo.
Você, eu acho que você, por mais que a motivação seja...
respaldada, que eles alegam que eles não tiveram acesso... A perícia do... do computador do Leniel e do celular do Leniel. Mas eu acho que abandonar... Não é o Leniel que está ali sendo julgado, gente. E a juíza mostra que ela ficou tão indignada que aí ela dá esse troco, né, que é dar liberdade pra...
É porque no Henrique Borel existe um jogo agora de... Porque quando era uma outra banca de defesa do Jairo, da Munique é sempre a mesma história, que ela não sabe de nada, ela estava dormindo, que depois ela virou uma mulher...
Abusada. E a juíza liberou a Monique para ficar em casa até o julgamento. Eu fiz a seguinte leitura. A maior inimiga da banca do Jairinho é a antagonista, a Monique. Mas eu percebi, apesar dela ter dito que era ilegal manter ela presa... Processo de prazo. É.
Mas o Jairo também está em excesso de prazo? É, exatamente. É que se você olhar todos os problemas de julgamento até hoje não ter sido feito, foi condicionado à defesa do Jairo. E eu te alenco aqui um monte, inclusive o bebê do poste também, eu te alenco aqui um monte de gente que está presa aguardando o julgamento, que já extrapolou o prazo legal, mas eles vão renovando o mandado de prisão. Então, o... E aí
Eu fiz essa leitura, a juíza ficou tão irritada com a banca de advogados de defesa do Jairinho, que aí como uma espécie de troco, ela liberou. Liberando, com certeza. Eu estive lá na época. Inclusive, vou te falar uma coisa.
uma acusada, uma ré como ela, solta com a ação de testemunha, narrativa... Pede prioridade de julgamento, mas como não vai ser expletado, e ela pedia, ela pediu, ela não, a defesa dela pediu para manter o julgamento dela, pelo menos. Sim. Eu não lembro se botaram tornozeleira nela, porque até fuga pode ter. Deve ter, deve ter.
Ela acabou de ser mandada embora da prefeitura do Rio. Eu fiquei um pouco chocado que ela acabou de ser mandada embora. Por que ela não foi embora? É porque... Não, mas eu entendo isso. É porque... Ela não tinha sido julgada. Se ela for inocentada, aí ela vai lá e processa o... É como foi com o Tenente Otávio lá do...
Do Leandro Loi e tudo. Mas tem alguns pontos que ali, eu fiquei impressionado, ela rindo, você viu que tem uma foto dela rindo, fazendo assim, não sei para quê, por que aquela foto. Aquela foto eu sei porque ela existe, mas por que ela fez aquilo? Por que aquele sinal dela fazendo o coração? Ela fez aquilo porque ela foi mal orientada, porque se ela tivesse um Luciano Santoro como advogado, que era o advogado da Elisa Matsunaga no julgamento, que ele veste a Elisa Matsunaga de...
Ainda faz a trança. Veste um personagem para ter pena dela. Bom, mas a... Essas pessoas, elas têm que... Às vezes você tem Flor de Lis, que a advogada, a Janeira tentou muito, e Flor de Lis não ouviu nada. É, mas ali a Flor de Lis era... A Flor de Lis, eu acho... A Flor de Lis aparece com o namorado. Eu acho a Flor de Lis indefensável, porque, ao mesmo tempo em que ela está sendo encaminhada para ser julgada por um crime...
A mulher tá gravando vídeo ameaçando testemunha, aquele, Carlinha, vai fazer faxina, tem dinheiro pra pagar. E aparecendo com o namorado do lado, que tem foto que era meio um trisal. Eu vou ser julgada por ter matado meu marido, mas eu já tô com um outro namorado. Que tá em foto com ele, junto com meu ex-marido, que dizem que era um trisal. Então, assim, fora que essa é a roupa. Esse povo, eles têm que contratar eu e você.
Eu não vou de jeito nenhum. Eles têm que contatar eu e você para orientar esse povo. Gente, tem muita gente que está esperando...
Júri, né? Que está a caminho do Banco dos Géus. Você não vai ser julgado só pelo que você supostamente fez. É por tudo. Esse coraçãozinho lá que ela fez vai estar usado contra ela. Os nove jurados já estão vendo. Já estão vendo. Já estão vendo. Já mentalizaram isso. Essa mulher, ela está debochando. Essa mulher, ela não está... Essa foto...
Não é símbolo de uma mulher que perdeu o filho, assassinado de maneira brutal, que se ela diz que não foi ela, ela tem que estar mais chocada do que qualquer pessoa. E ela estava no local. Aí ela está lá, ou seja, ela que era para ser aquela personagem que está chorando, destruída emocionalmente porque mataram o meu filho.
Ela tá lá rindo. Mas ela já tava rindo. Ela não tem o áudio que ela manda pra não sei quem. Por isso que ela volta pra cadeia, Monique. Sim. Falando que ela quer mais é que o Lenel morra de um câncer bem pesado. Que cara chato. Não para de pensar em mim. Ela só esteve ou matou ou não matou o filho dele. Não é que ele não para de pensar em ela por ciúmes.
Ah, e por que eu acho que é uma manobra baixa dos advogados abandonarem o júri para adiar? Porque eles estão protelando algo que é inevitável, que é uma sentença de condenação. Mas eles pediram agora também aquela coisa quando você quer mudar o lugar do júri? Ah, isso também. Como é que é o nome daquele nome? Isso é muito comum do Rio de Janeiro, é desaforar. O desaforar, mas teve agora um júri que até agora... É um desaforo mesmo. Teve um júri agora que foi desaforado, que eu esqueci agora. Mas tem alguns casos no Brasil que eu acho que é um júri.
Como disse a Solange Beretta, tem que desaforar para Marte. Porque, assim, Isabela Mardoni podia ser em qualquer lugar.
A Suzane, em qualquer lugar. E o caso do Henrique Boral, em qualquer lugar no Brasil. Mas eles tentaram isso com a Flor de Lis, tirar de Niterói e botar para o Rio. Mas também, essa estratégia, isso é fato, eles podem ser julgados em Marte, mas também tem uma coisa da animosidade que o juiz cria. Ah, já tem. Já tem. Gente, eu estive lá na oitiva do... Esse expediente...
Eu acho que não é tão baixo quanto abandonar um júri, porque a juíza, a própria soltura da Monique Medeiros já mostra na juíza uma indisposição com o Jairinho. Ah, sim, já tem. Não, eu estive lá na...
na oitiva do legista. A oitiva dele foi muito ruim, ele. Ele falando, eu falei, nossa senhora da Aparecida. E é um perigo, porque é o maior laudo que existe. É um laudo muito mal feito, não sei lá. Mas a brigaiada que teve de grito, de apertar a campainha, de gritos. Eram gritos, gritados em pleno. Eu falei, gente, isso aqui vai ser um...
Vai ser uma guerra. Não é um ringue de luta. Não é um teatro. É uma guerra. Vai ser trincheiras. E tem um vídeo, inclusive, acho que é Rede Rio TV, se não me engano é o nome do... que a juíza tem um vídeo que eles gravaram que a juíza fala, vai ser muito difícil fazer esse júri porque eu vou ficar sempre pensando no meu neto. Você não pode falar uma coisa dessas. Essa mesma juíza? Não pode.
Aí já tem... Eu não vi esse vídeo, tá? Mas é há muitos anos. Esse vídeo foi solto em 2021. Aí ela já se mostrou... 21, 21. Aí ela já se mostrou parcial. É, porque quando você fala que vai pensar no seu neto... Não, você tem que pensar no... Em nada. Não, você tem que pensar no interrogatório, no depoimento, na perícia. Não tem que dizer o que você está pensando.
Na minha opinião, acho que o juiz não deve se falar nada, porque o juiz tem que ser... Mas eles omitem, viu, Beto? Eu já li muita sentença em que eles opinam. Na sentença, beleza. Eles não ficam buscando justificativa na vida pessoal. Mas, por exemplo, muitos juízes levam muito em conta...
repercussão, até em casos que não são famosos, mas que abalam um bairro, uma cidade, uma comunidade, eles citam, mas eu nunca vi citar meu neto. Essa coisa, teve o lançamento do livro que teve pessoas ligadas à condenação deles, que estava no lançamento do livro da jornalista da Globo, que fez sobre Henri Borel. Tem uma série de coisas que são estranhas. Eu acho que tudo isso lá na frente, segunda instância, terceira instância, vai ser um caos.
Mas nesse caso do Henri Borel ali, eu achei muito legal o que ela fez. Mas você quer usar o expediente legal? Eu sei de advogados que tiveram 100 salários mínimos de multa, eles colocaram umas coisas. Mas eu achei interessante isso, que existe um custo do Estado, daquelas pessoas todas. Certamente quem vai pagar é a família do Jairinho. É o dele, é o dele. Porque tanto que o advogado Dominique pede. Então, mantenha o meu.
E ela fala, não, porque eles não queriam expletar o júri. Esse caso eu acompanho muito pela imprensa, porque como eu só fico investigando, apurando, pesquisando, se eu fosse fazer algo. E na minha coluna, que é no Globo, eu não faço, porque é um caso muito local. Está lá no Rio e a redação faz lá. E é do Globo lá no Rio. Mas aí eu acho que...
Eu acompanho só pela imprensa, mas esses advogados do Jairinho, que espertos já mostraram que são, por ter abandonado o júri como uma estratégia e tal. Mas eles podem pedir agora a soltura do Jairinho com base no... Inclusive os... Mas outra vez eles pediram a soltura do Jairinho quando ela saiu. E eles não conseguiram. Os cravinhos, tem um momento lá atrás que eles conseguem... A Suzane consegue. E se ela conseguiu, eu também quero. Eu ia de juiz...
Ele vai na Jovem Pan da entrevista e todo mundo volta para a cadeia. Agora, o que eles estão alegando, o que acontece é o seguinte, uma coisa que eu ia falar no que você disse da flor de lis, que está tendo nessa do coração, eu percebo assim, quando o autor é não confesso, cria-se nele uma arrogância e não a garra dos inocentes. Então, se você olha o Alexandre Nardone e a Ana Carolina Jatobá, quando eles apareciam, eles eram extremamente arrogantes. Ela vai com aquele cacharréu.
vermelho, brincão, ele está sempre, é uma coisa assim, é tipo esse Regrets Nothing do estupro coletivo do Rio, que o cara vai lá de cabeça erguida, porque eu sou, eu participei de um estupro, não, eu participei de Morgia porque ela quis, então eu levanto a cabeça, a Flor de Lis é assim, o Jairo.
A Monique. Todos esses autores, não confessos, eles não entendem que precisam se humanizar, uma vez que, para eles, a arrogância deles será um poder. A Elisa já se humaniza. A Suzane põe a franja. Não, pode estar nessa atualista a Adriana Vilela também, que vai lá com bem arrogantes. Mas ela, eu entendo, porque a investigação foi... Aquela de Sergipe, que depois tirou... Se você fosse júri dela, você inocentaria ela, né? A Adriana Vilela? Fácil.
Não com base de ela ser inocente. Com base na investigação porca que foi feita. É isso que essas pessoas... É só me falar que tem uma vidente. Tem uma vidente que evidenciou. Fala, amor, chega. Não vou nem continuar ouvindo. Também concordo. Não dá. O Gil Rougar também nunca, não é confesso, nunca se comportou como perdi meu pai de forma trágica.
É isso, esses criminosos não confessos, a gente tem que meter na cabeça que eles estão julgados pela emoção que eles estão sentindo. Não tem agarras dos inocentes. Tem essa palavra acidente, eu acho que ela é muito emblemática, porque acidente é algo que não está programado, aquilo aconteceu. Acidente qualquer um pode ter. Aquilo não ocorreu, aquilo aconteceu. Por isso que era um acidente. Exatamente, agora.
ainda no caso desse rapaz, do Fernando Sastre, você tem. Tem uma coisa também que a gente não pode esquecer, são duas vítimas. Tem, o cara que está do lado dele também, o amigo. Exatamente. Tem uma outra questão também, que isso vai ser colocado na mesa.
que é a coação das testemunhas que os advogados dele... Com a namorada. Não, com a namorada. A namorada está do lado dele. Com a amiga. Com a namorada do... Do amigo dele. É. E eu achei de uma coragem tão grande. Os dois já foram lá na audiência de instrução. Já tem isso gravado. Tem aqui no canal.
Eu tenho aqueles vídeos lá, né? Aqueles vídeos lá que é uma fonte. Ali você já tem... Se você quer ver termômetro de julgamento, poucas pessoas se atentam a isso. Corre para as audiências de instrução, que é onde aquele julgamento já está sendo ensaiado e você já consegue ter um termômetro. Olha ali, meu amigo. Primeiro que...
voltando, a gente já está ficando chato de estar batendo a mesma tecla. O personagem que ele interpreta, eu vi o interrogatório dele. O cara nos corre uma lágrima, quase matou teu amigo. Tudo bem que foi... A entrevista anterior que ele deu com aquele cabelinho. Aquela do Fantástico. Pelo amor de Deus, gente. Ah, ficou foragido. Ficou foragido e tinha a foto do manchote dele com aquele cabelo. Olha lá, Vorcaro, que eu vou perguntar do Vorcaro também o negócio. O cara ficou foragido.
Disse para o policial que ia para o hospital e não foi. Foi lá para cá, a mãezinha deu um banho nele, botou lá um tilenol, botou para dormir. Bebê, bebê, meu bebê. Para a polícia, para tirar ela do flagrante, ela fez isso. Isso conta.
E ela não foi indiciada a nada, mãe, né? Ela foi, mas ela foi inocentada. Foi inocentada. Foi inocentada. Ela estava em fraude processual. Mas ela foi... Aí, isso conta. Outra coisa que se sobrepõe a essa tese de que, não, qualquer um podia estar ali, ele é só mais um. Ficou foragido. Quando ele decretou a prisão dele, ele ficou foragido. E enquanto ele estava foragido...
as testemunhas estavam sendo coagidas. Não, e chega numa BMW. Tem umas coisas que eu falo assim, a gente nem pensa, gente. Vai pro interrogatório com roupa de marca, com calça diesel, com cabelo arrumado. Cadê a olheira? É. Porque você não tem a garra dos inocentes.
Porque você tem, na verdade, arrogância. Porque simplesmente ele não é, ele não tem algo que ele... É arrogância. Ele não tem porque ele não pertence a ele, essa garra de inocente, porque ele não é inocente. E, além de tudo, ele tem a arrogância dos que acham que é acima de tudo. Não é nem falar da arrogância dos maus. É o arrogante que acha...
que é o dono do mundo. Eu não lembro agora. O dele agora é dolo eventual, né? Ou é doloso? Eu não lembro agora. Não, acho que é doloso mesmo. É doloso, né? Se ele é condenado bem, ele vai pegar uns 20 e poucos anos. É que ele é muito novo, né? Então ele vai sair... E tu sabe uma outra coisa também que já deixa a...
O júri nem tanto, porque o júri está, com o perdão da palavra, está cagando para a parte técnica. Eles ficam cuspindo a parte técnica, mas eles vão mais pela emoção. Eles são pessoas como nós, eles não são operadores do direito. Mas nós já estaríamos vendo outras coisas. Uma pessoa comum. Uma pessoa comum no seguinte sentido, sobre o crime. Uma pessoa não está inteirada do... Porque vai querer ver tudo que é laudo. Agora, então, mas... Parece... Parece...
Tem uma outra coisa ali que deixa a justiça já com essa animosidade, que é a protelação. O que é protelação? Eles ficam entrando com vários recursos para protelar o júri. O último recurso que eles entraram, que foi lá para o STJ...
é que o cara pediu uma perícia naquele modelo de poste, porque se aquela série de carros fabricados naquele momento, naquele intervalo de ano, não estava com defeito no freio. Eu perguntei uma vez para um advogado, eu falei assim, quando o réu está solto, eu até entendo essa coisa de procrastinar, de protelar.
Você vai entrando com recurso, réu solto não é réu prioritário. Prioridade é réu preso. Então, até entendo, porque deixa o cara solto, se um dia for a julgamento, você vai protelando aquilo.
preso, qual é a lógica? Eu perguntei para ele em off. Eu falei, não fiz em off aqui. Qual é a lógica desse caso, especificamente que eu estava fazendo? Você está jogando tanto assim, esse cara está preso. Vou te dar uma resposta genérica. Vamos ver se é a mesma. Eu vou te dar uma resposta genérica. Não estou falando do caso do bebê do poste, que eu não quero... Não, não é esse não. Estou falando de uma coisa mais... O que acontece nesses casos de muita protelação?
o advogado fica ganhando mais. Meu amigo, quando entra com recurso... Não foi essa a resposta que eu tive. Mas tem mais lógica.
Cadabeas corpos? Olha, eu vou te dar dois cenários. Meu amigo, recurso em tribunal superior no STJ não é, meu filho, é de não sei quantos dígitos. Você ganhou. Agora eu vou te dar dois cenários. Nós somos advogados. O que é melhor para a gente?
É esse júri ser protelado pra ficar lá. E ficar ganhando. Ganhando. Ou encerrar logo, porque quando sai a sentença, a gente é dispensado. Se for culpado, a gente ainda sai por baixo. Não, você ganhou. Agora vem o meu amigo, olha só, vamos protelar. Você sabe qual foi a resposta que eu tive?
Não é nem que acredito na resposta, mas foi a resposta que foi dada. Não é porque a gente espera que assim os ânimos se acalmem e o caso seja esquecido e as pessoas cheguem no júri sem decisão tomada por causa da imprensa. É bonita a resposta. É bonita, mas ela não é verdadeira porque volta, por exemplo... Eu fiquei olhando. Quanto tempo tem Jairinho? Puta, foi 2021. Não foi em 20, né? Não, 21.
Eu não lembro agora. Alguém podia pesquisar pra gente. Eu acho que é 20 ou 21. 21 porque faz 5 anos. Foi 21. Porque 20 começa. Foi no carnaval de 21. Porque 21 já tinha pandemia. 20 tem o carnaval. Dá uma olhada pra mim. 21, acertei. Foi 8 de mar...
8 de março. Pronto. Viu 8 de março. É daí. Ganhei o programa de milhão. Cinco anos nessa tese de que... Viu Jairinho preso. Meu amigo, agora só de falar que vai ser julgado, ah, tu vai pro home do all, globo.com, vai remói, matérias especiais de domingo. Os meus conteúdos todos, de Henri Borel, explodiram de audiência de novo e que eles são altíssimos. Ou seja, esta... Até a entrevista do pai do Jair, que foi muito alta, está altíssima. Essa tese de advogado...
Para convencer a família. É para... Não existe, gente. Não existe. Porque é melhor você julgar logo, gente. Porque, assim... É muito difícil você esperar da família do réu.
discernimento para raciocinar. Eu conversei com a mãe do Fernando várias vezes. Do bebê do Porsche. Do bebê do Porsche. Ela é muito abalada. Muito abalada. Ela está lá. Ele não é um assassino. Ela está contemplada no livro. Ele se tornou. Ela me disse isso. Ele se tornou assassino.
Quando eu falei para ela que eu ia colocar a história dele no livro, a primeira coisa que ela disse, ah, espera aí que eu vou pensar se eu vou falar com você ou não. Me liga tal dia. Aí eu liguei tal dia para ela. Aí ela falou assim para mim, Ulisses, eu acho que eu não vou te ajudar, porque eu lio teus outros livros e o meu filho não é um assassino como essas mulheres. Eu vi, ela tinha lido Maníaco do Parque, meu filho não é um maníaco. Não, discopata. Mas aí, eu falei, olha...
inclusive ele aparece como um contraponto no livro.
Ele é importante no meu livro para mostrar justamente isso. Qualquer um de nós pode ir lá parar em Tremembé. Tem uma linha fina que separa quem está do lado de dentro e quem está do lado de fora de Tremembé. Aí entra o Fernando Sastre, que é o bebê do poste, porque resolveu beber, não planejou aquilo. É diferente de uma Suzane von Richthofen, que planejou um assassinato. Tem dentro dela um instinto assassino. O Fernando Sastre não tem.
E o procurador, o Matheus, que num surto lá de esquizofrenia, pegou uma faca e tentou matar uma juíza. Ou seja, olha esse peso que você... Ah, ele é tão pesado aquele cara. Eu acho que é um dos casos mais tristes, porque exatamente, você vê que é um cara que tinha tudo promotor. Cara, toda vez que agora eu passo, a gente vai para o esporte e fica olhando o prédio que ele morava. Eu passo na frente do tribunal ali da Peixoto Gomid e eu fico pensando nesse estado dessa juíza. E aí...
Está no livro de história. Obviamente que eu não falei para a mãe do Fernando, mas é uma coisa que, até porque ela não tem esse... Ela está emocionalmente muito abalada, ela não vai conseguir raciocinar, até friamente, para ela poder tentar desenhar um cenário.
Mas assim, esse protelamento, ele só aumenta o sofrimento da família. Porque se você tiver uma sentença, isso eu falo no livro, se o Fernando Sache tiver uma sentença, ele já internaliza até o tempo que ele vai estar ali na cadeia. Ele não sabe, ele está lá e não está... É uma tristeza, é um menino muito novo, mas vai sair muito novo.
E é o que estão tentando fazer com a Floodilis. A Floodilis, por exemplo, os advogados tentam anular a pena em instâncias superiores por conta das nulidades, tu lembra? Duas até chegaram a ter, não é isso? Agora vai ter um novo julgamento, agora não lembro. Era uma que o assistente de acusação se manifestou. Não, mas alguns foram anulados os julgamentos.
Foi. Mas eles voltaram a valer? Não, vão ser julgados de novo. Está recorrendo. O Ministério Público... É que muita gente... Que tem um detalhe. Ficam recorrendo... Eu preciso relembrar, porque é muito personagem. No caso dela, recorre a advogada, os advogados... A Janeira? A Janeira que está com ela ainda? Está com ela, mas tem outros advogados. Ela acha que ela está meio só...
da Ledomi? Não. É um outro que esqueceu o nome, gente. Mas tem um advogado que está à frente. A Janira continua como uma amiga dela, meio que... A Janira esteve doente, nasceu pelo agora. Eu vi no Instagram dela. A Janira é uma advogada que eu gosto muito. Eu gosto muito dela também. Ela até me mandou uma mensagem, conversar comigo, eu fiquei curioso para saber quais são as novidades. A Janira, só com ela que você quer conversar.
Só que aí fica essa guerra de recursos, porque, ao mesmo tempo, no caso da Flor de Lis e dos outros réus, que é uma penca de réus ali, ficam recorrendo, o Ministério Público também... Vou falar aqui publicamente. Se a Flor de Lis tivesse ouvido a janeira do começo, meio e fim, talvez a Flor de Lis tivesse tido mais chance.
Em todo sentido, de tudo que a gente... Se ela tivesse compensado. Até aquele documentário horroroso da HBO. Eu adoro aquele documentário, gente. Aquela hora que ela fala, meu amor... Ah, e o aquilo entretenimento puro. Ai, mas... Nossa Senhora.
Ah, eu adoro esse documentário. Eu prefiro o documentário do Globoplay. Não, eu gosto dos dois. Eu acho que... Ela chorando. Um complementa o outro. Da Globoplay é jornalismo puro. E é impressionante que o da Globoplay você vê pela porta de fora e o da HBO você vê pela parte de dentro. Eu, inclusive, aconselho, assista a da Globoplay primeiro e depois... Foi assim que eu fiz. Foi ótimo. Foi muito bom. Um complementa o outro. Agora, se a Floodilis... Isso é tese minha. Se a Floodilis tivesse confessado...
Porque o que que... Tem uma coisa interessante no caso da Flor de Lis, que quando você ouve o interrogatório dela, porque a banca de defesa dela defendeu uma tese, que é uma tese sensacional, se ela fosse reconfessa. Qual é a tese? De demonizar a vítima. E o Anderson... O Anderson merecia...
Ela também ser uma vítima de abuso. É, eu vou botar botando essa palavra merecer entre aspas, tá? O Anderson merecia morrer por tudo o que ele fez com a Flordeliz e com vários... É, mas a Flordeliz também fez isso com muita gente, né? É, mas... É, mas... Desculpa. Aí a gente vai no outro ponto que é delicado, que é a característica sexual... Por exemplo, não tem registro da Flordeliz de pedofilia.
Não tem registro. Mas ela não ficava dando banho nos meninos quando chegava e o maior bodego ficava com ela? Ficava. Ah, então. Ficava, mas não tem registro de menores de 14 anos. Mas era um garoto de 15 anos. Ela tinha. Ela tinha compulsão sexual. Matarada.
É, mas aí isso é crime? Não. Não, não é porque ele quis também. Ele se embudegou também. Inclusive o Anderson. É o Anderson que tinha 14. O Anderson tinha 14 quando pegou a Flor de Lis? 14. Então ele tem 14. Então, mas estava dentro da lei. 14 pode, não pode. Pode, pode. 14 pode. De 14 para trás... Não, não. Uma pessoa de 14... Cara, tudo bem que tem um dilema... A gente está no dilema legal e moral. Tudo bem. É um escândalo. Eu não estou referendando nada. Mas se a Flor de Lis confessasse É um escândalo.
E mostrasse por que este homem teve que morrer. Porra, o cara... Não sei se tu lembra. Mas aí ela teria que se despir de todas as personagens. Inclusive da pastora, né? Inclusive, porque ela teria que dizer o seguinte. Me chama de tarada, me chama de perversa, me chama de estelionatária, me chama de enganadora. Mas não me chama de assassina.
O dilema da Flodilice é que eu sou esta mulher super poderosa, porque eu sou uma pastora de multidões. Só porque eu consegui ser o que... Mas tem uma contradição ali que é muito interessante, que o culto que mais enchia no Ministério Flodilice, naquele Cidade do Fogo, era do culto dos casais.
que era aquele culto que até ela grava um vídeo, olha, se você está com um problema com seu relacionamento, vem para o meu culto de quinta, que eu vou... Ou seja, quem é esta mulher que está...
que está juntando casais e agora eu estou divorciada, porque a solução dos problemas dela estava no divórcio. Mas a principal coisa, todo evangélico na sala não pode separar. Não, inclusive ela diz isso textualmente para alguns filhos da casa, que ela diz assim, as igrejas evangélicas não aceitam a mulher separada, aceitam a viúva, mas a separada não aceita.
Ponto isso. Ainda dentro dessa interrogação, por que Flor de Lis não confessa? Ponto número dois. Tem uma questão de patrimônio, que o cara tomava conta de todo o dinheiro dela.
A mulher não tinha acesso A conta bancária dela Ou seja, abuso patrimonial Abuso psicológico Abuso sexual Que tem uma outra questão Só ali pra mim gera motivo pra matar esse homem Ele entra na casa Namorando a Simone Que é filha biológica da Flor de Lis Pega a mãe Larga a Simone pra pegar a mãe A Flor de Lis em si E vai em cima da neta Vai em cima da neta E vai em cima da neta
Quando a Simone já, 20 anos depois, pega um câncer super agressivo, que ela consegue uma oportunidade para fazer um tratamento experimental aqui no Einstein, ela vai pedir dinheiro para o Anderson, porque o Anderson era quem controlava toda a grana para vir para a hospedagem e passagem aérea para ela. Dinheiro esse da mãe dela. Da mãe? Não dele. Da mãe, que ele controlava. Ele não ia fazer nada.
O que ele impõe como condição para bancar? Que ela dê para ele. Que ela dê. Porra, a mulher está morrendo de câncer, cara. É um vagabundo. Tipo, como é mulher? Quimioterapia, radioterapia. Ele não tem muita qualidade de vítima. Tipo, só aí tu já merece morrer. Tu é tão filha da puta que tu merece morrer. Se a Flor de Ligia levasse isso para o tribunal, dentro desse personagem que a gente fala aí das garras dos inocentes ou da reconfessa, os primeiros interrogatórios, as primeiras... Na terminais.
manifestações da Flodilis, que já era parte de uma tese de defesa, era mostrar como o Anderson era escroto dentro de casa. Mas não dá, né? Porque você tem um documentário que ela chora na lápide, fala que ele ficou gritando, eu te amo, que eles passaram de atrasar um abraço depois. Em defesa da Janira Rocha, que é uma excelente advogada, quando ela entrou no caso, esse documentário já estava...
Mas eu quero dizer o seguinte, para fazer tudo isso que eu concordo, você poderia também, você deveria ser chamado para dar uma... Vamos fazer aqui, vamos aqui construir uma história para fazer. Para ela ter a possibilidade de ser vista, inclusive ela como uma vítima flogilícea...
Ela não poderia ter feito nada do que ela fez, sempre botando o Anderson como amor da vida dela, que nada daquilo aconteceu, que ele era paixão, que eles eram super unidos, que eles eram um casal fantástico. Então não dá, você vai desconstruir. E daí, no final, eles começaram a falar que ela era uma mulher abusada por ele. Mas, pô, você falou que não matou ele, porque você amava ele. Então, como agora ele é abusador, não estou entendendo. Você continua inocente.
É, exatamente. Mas ele é abusador, agora? Tipo assim, que personagem você é, afinal, né? É a Monique, a Monique que no começo faz tudo aquilo e depois vai falar que o Jairo é abusador dela. É, e aí vem uma outra questão, no caso da Floodilis, que é a...
A segunda cara da Flodilis, que é revelada, que é a devassidão, a swing. Nada contra quem frequenta swing. Isso não é crime. Não é crime, mas... Não combina com a personagem que ela quis fazer.
Exatamente, de estar no... E aí, quando alguém descobre ou vai, tem registro nos autos, a mulher vai na delegacia e fala, a Flordilis estava no swing. O que ela faz? Ela grava aquele vídeo antológico em que ela ameaça a testemunha, dizendo que se ela não provar... Isso ela já estava a caminho do tribunal. Mas está no documentário da HBO também, não está? E aí, está. E aí... Não é da Globoplay agora. Não é da HBO. Essas baixarias só estão no... E aí
Só tá no dente, viu? E a... E ela ainda, no meio dessa... Tá comendo? Tem um monte de barro que eu tô comendo. No meio dessa... Desse vídeo que ela grava, ela diz... É Carlinha o nome da mulher. Ela diz, Carlinha, você me viu na casa de swing, lá na barra. Vai ter que provar. Se não provar, vai me pagar por danos morais. Se tem dinheiro, não, vai fazer faxina.
E aí, no meio desse monólogo, ela fala assim, ah, e se eu estivesse fazendo? O marido é meu. Aí acho que ela se toca e ela diz assim, mas eu não fiz, não. Não tem balanças. Ela ganhou 10 mil agora do quê? Da mulher que falou o quê? Que ela fazia o quê? Que está no teu blog isso. É a mãe adotiva do Lucas, que é aquele que compra a arma. Ela...
Ela deu umas entrevistas difamando a Flordelis. A Flordelis ganhou 10 mil agora. Ganhou 10 mil. Do tanto de dívida que ela tem, já foi. Não vai fazer nada. Isso aí não vai fazer absolutamente nada. A casa, por exemplo, de Niterói, já estava no nome dela, era no financiamento da Caixa, que está todo atrasado. Eu não sei nem como está. É capaz até de essa casa 6 não ter como honrar a dívida e ir até para leilão.
E tem essas coisas assim, né? Você pega os Nardone, o Alexandre e a Ana Carolina, eles nunca mudaram a versão deles. Eles são errados da forma que eles aparecem, mas eles não ficam mudando. Você pega agora o Henri Borel, eu entrevistei o pai do Jairo aqui, tem entrevista, já entrevistei o Lenel. No começo, eles não fizeram nada.
Tem uma tese levantada que ele teria morrido, menino de... Negócio no fígado. Isso é, ele morreu de laceração hepática. Mas segundo a defesa do Jair e da Munique, desde o início, quando eram juntas ainda, que podia ter sido por um erro médico, de chegar lá e o menino ter sido mal atendido. Tem coisas estranhas, as câmeras todas do barradó estavam desligadas, tem umas coisas esquisitas.
mas são coisas da vida. E depois eles se separam, a Monique e o Jairo, e a Monique passa a apontar para o Jairo como ele tem sido uma relação abusiva. Mas daí você fala, isso tem a ver o quê? Por isso que ele matou o Henri. Aí dá-se a entender que a Monique aponta para o Jairo como ele sendo assassino.
Porque tem, inclusive, o celular do Jairo, o celular do Jairo especificamente, antes da morte do Henri, tem espaços de alguém com o celular do Jairo andando pelo apartamento.
que o pai do Jairo me disse que pode ser a Monique andando. Eles começam dizendo que eles não fizeram nada, mas você chega nesse ponto, não, então foi a Monique que matou, então foi o Jairo que matou, não tem como. Ou foi um erro médico, segundo vocês, ou foi agora. E agora, só para que as pessoas me perguntaram por que foi cancelado, os advogados do Jairo...
Eles abandonam o plenário. Eles tinham tentado antes aquela coisa de mudar o júri de lugar. E eles abandonam. Porque, assim, agora nova tese começa. É uma reviravolta. Que o Henry, na verdade, morreu em decorrência de maus tratos do pai. Agora eles querem atacar o Daniel. Não, mas espera aí. Mas a motivação real da...
do adiamento que adiou para... Para maio. Você viu por quê? Uma coisa que eu achei interessante. Então, mas aí só... Em cima dessa pergunta aí do porquê que foi adiado, é uma manobra. Porque o que os advogados... Protelagem. Já tinham pedido para a justiça para adiar, porque eles queriam ter acesso à perícia. Aí a justiça negou. Então, se a justiça negou...
o adiamento, ela tomou uma decisão, eles recorreram, negou na segunda instância, vamos então, vamos para o pau, vamos para o julgamento. No domingo eles querem fazer... A única forma que tinha desse julgamento não ocorrer era se eles abandonassem... Não, eles pedem para... Eles chegam na segunda e pedem para o júri ser... Adiado? Não, jogado de outra cidade.
Ah, desaforado. Desaforado. Foi negado. E eu já tinha informação desse pedido de desaforamento no domingo, sábado. Eu já sabia que isso ia acontecer. Até a matéria que saiu no Fantástico, eu não vi nada. No Rio de Janeiro, isso é super comum, gente. O Rio de Janeiro é uma justiça bagunçada de um tanto. Nossa, sim. Não é muito bagunçada. Eu vou te falar, olha, parabéns para a Justiça de São Paulo, que é organizada, que já tem os processos tudo digitalizados, que tu pede... A moça falando até como você...
E tu vai nos fóruns, tanto a do interior, tudo organizado, tudo, sabe, julgamento. Tu vai naquele fórum da Barra Funda, que é o maior fórum da América Latina. É de uma organização, é de uma organização, assim, de primeiro mundo. Agora tu vai para o Rio de Janeiro, meu amigo, vai atrás de processo no Rio de Janeiro. Vai pedir processo de execução penal. Não é só o julgamento da Flor de Lys, não. É muito bagunçado, é muito bagunçado. E vai dar briga Rio-São Paulo.
Mas daí o que acontece? Eles pedem desaforamento e, pelo menos, sabia disso. Quem decide se vai desaforar ou não o júri é a própria juíza do júri. Meu Deus, é claro que ela vai falar que não. Já está tudo programado, 12 dias, marcado e tal. Então esse advogado não foi bom se pedir, porque geralmente o desaforamento é pedido pela imparcialidade da juíza. Mas daí ele pede... Geralmente eles pedem na... Na instância superior.
É, eles pedem no colegiado. Então, quem fala não para o desaforamento é a própria juíza do caso. Aí eles abandonam, porque eles querem ter acesso à perícia do celular e do leptólogo. Mas aí tu linka que a manobra é... É tudo. Que é tipo assim, nós pedimos tanta coisa e a gente não conseguiu, que a única forma de a gente ter nossos pedidos atendidos é se a gente evacuar. Porque, inclusive, eu nem sei, eu não acompanhei muito, como eu não estou cobrindo, eu só sei. Gente, só uma coisa, daí foi jogado para junho. Você sabe por que veio? Para maio?
por causa da Copa do Mundo. Eu não consigo entender. Cuida aí que tem Copa do Mundo. E fora que o... Então quer dizer, durante esses dois meses de Copa do Mundo, vai ter justiça, é isso? Ele não cuida do Brasil, né? Nem é no Brasil. Porque inclusive, quando tu vê nos outros países onde tem Copa do Mundo, é um dia com outro qualquer. Eu não entendi isso. A juíza marca na agenda e pedem para mudar a data por causa da Copa.
Ainda tem um outro detalhe também, que é ano eleitoral. Sim. Provavelmente, como dois e dois são quatro... Agosto parou tudo. Não, o pai do Leniel, o pai do...
Ele é vereador no Rio, não é isso? Ele é vereador. Com certeza ele vai pleitear deputado federal, até porque a bandeira que ele levanta na Câmara e na Oliveira é só na Câmara. Só na Câmara. Vereador é problema de bairro, é buraco da rua, feira... O que eles querem mudar a lei disso aqui tem o sentido. Não faz nenhum sentido a bandeira que eles levantam...
o mandado de vereador é só um balão de ensaio. Eles já viram que eles dois têm potencial, eles se cacifaram com essas... A Ana Carolina foi a mais votada. É a mais votada da história desse tipo de... Ela tem todos os atributos para concorrer à deputada federal, que é onde ela realmente vai... Porque mesmo estadual não vai adiantar nada.
Então você acha que o Lenel sai também? Com certeza. Ele não vai perder essa oportunidade, ainda mais que... Porque, cara, uma campanha eleitoral para um cargo desse é marketing puro e é visibilidade. As pessoas têm que saber que esse candidato existe e o julgamento é a maior vitrine para ele.
Pena, acredito que o que ele quer é a justiça para o filho dele, mas acaba, dentro das pretensões políticas que se tem, se acaba se tem. Que contamina. Era aí que eu queria chegar. Isso contamina o julgamento. Entendi. Agora, eles fazem... Aí eles querem... E eu fiquei um pouco assim, porque eles estão querendo... É que nem Vitória de Cajamar, o povo quer dar uma reviravolta no caso, que não tem reviravolta. E aí... Ah, reviravolta no caso, hein, Rebarão. Aí eu falo, gente, é só o povo querendo um cliquezinho, né? E nem...
Porque eles estão agora apontando que o Henrique pode ter se machucado com o Leniel e que quando ele entrega o Henrique para a mãe, ele passa mal e vai para o hospital e aí por erro médico ele morre. Então, quer dizer, querem linkar. Eu falei, mas, cara, mas...
Você quer apontar para o pai que já enterrou um filho nessas condições, como ele sendo o autor da morte do filho? Começa a se ficar muito cruel. Mas não é a primeira vez que eles jogam responsabilidade para ele. A Ana Carolina Oliveira também foi atacada como uma mãe não exemplar. Sim. O Leniel, e eu acho que a mãe do Leniel, a avó do menino, porque já tentaram acusar de negligência.
E esse é um processo que eu tenho ele inteiro, já vi 500 mil vezes. Agora, quererem achar alguma conversa, eu falo, meu, aí é demais, aí é maldade demais. Sabe o que eu acho que nessas horas que pode acontecer também fica...
Quando chegar o júri, vai estar todo mundo com mais antipatia ainda de todos, tá? Não só o juiz, o promotor, o cara do cafezinho, a plenária, o júri, as pessoas. Está ficando cada vez mais insuportável.
Você ficar ouvindo as pessoas, querendo dizer que... E fica um sentimento de frustração, porque quando você vê que está marcado, que era para segunda-feira, o Fantástico fez uma matéria, toda a mídia gastou suas matérias especiais, lançaram dois documentários... Com...
A defesa do Jairo. É. Que abandona na segunda. É. Eles vão perdendo credibilidade. E aí, foi para maio que foi? Daqui a dois meses. Pois é. Aí, de novo. Aí, sabe, tipo... Você cansa. O problema é o seguinte... E quando cansa, é assim. A opinião pública, ela raciocina assim. Gente, condena logo. Condena para acabar essa novela. Deuze dias para quê? Põe lá e fala. Vocês querem o quê? Não seja ocupado. Culpado. Ah, culpado, gente. Você começa a ficar sensato cheio. Você me irritou. Você... Eu quero sempre.
Eles estão irritando a sociedade num grau, eu acho que aí fica uma dica. É uma coisa muito louca que é assim, né? Condena porque tu me irritou, não porque tu matou. Já convidei de novo a nova defesa do Jairo, me dá entrevista, conheço várias pessoas que estão ali.
Eles ainda não me deram. O pai do Jair me deu uma entrevista. Mudou a defesa? Não é mais a... Não é... O filho que está coordenando, né? Não sei se o filho do Jair está coordenando. Não, eles marcaram uma vez comigo, três dias aqui, daí eles marcaram. Eu lembro que tu lembro. Não, é o Faltz. O Faltz? Ah, ele que está lá. É o Rodrigo.
Ele que está encabeçando. Ele até que deu entrevista e tudo mais para todos os lugares. Foi também o mesmo advogado que ensaiou abandonar o júri da Flodilis. Flodilis.
É, porque ele era o mesmo da Fraudilice, né? Ele também foi também do Daniel, aquele do jogador que... Daniel Alves. São Paulo, Daniel Alves de São Paulo. Do jogador do time de São Paulo. E eu acho que, assim, eles estão levando ao limite a entrevista que o Jairo deu para a Record, eu não consegui ver dois minutos. O Cabrini foi lá, a entrevista saiu. Não foi o Cabrini, foi uma jornalista mulher que eu esqueci o nome dela agora. Ela é boa. Ah, eu sei. É Furlan.
Eu sei que tem um documentário que lançaram, né? Tem dois documentários. Acho que é um da revista Veja. Fica naquele Play Plus da Record. Eu não vou assinar mais um negócio. Eu não sei se me interessaria assistir um documentário desse caso. Eu assisti esse caso. Eu tenho todas as entrevistas no canal. É um caso muito... É muito nebuloso esse caso. É muito nebuloso.
Ele é muito doido, porque quando você pensa que a Monique conheceu o Jário em outubro, ele morre em março. Eu tenho uma preguiça desse caso. O que, menino? Esse é um dos casos que eu mais acompanho desde o nascimento dele. Eu acho que pela complexidade, pelas manobras, pela... Uma coisa política no meio, tem aquela coisa do vídeo. É, exatamente. Tem aquela coisa, aquela coisa do Bangu, do Rio de Janeiro, tudo se mistura. Por exemplo, eu acho o caso do Florentino mais rico. Aí você mistura... Nossa, o caso do Florentino é um que eu...
Se eu falar dele de novo, eu preciso reler muita coisa. É tanta gente, é a filha, é o filho, é o filho adotivo, é o filho adotivo que é casado com a filha, que depois saiu, tem uma neta. É porque quando envolve criança, também acho que não tem conversa. Envolve criança, condena. Tem conversa, está muito provado. E sabe o que acontece? Eu acho que o caso do Henrique Borel, por exemplo, o caso da Nardone, da Isabela,
Não é um crime desejado, premeditado, organizado. É um crime de uma família em uma condição mental horrorosa. É quase que acidental, né? É um acidente. Se você olha onde... Se eles tivessem encaminhado por... Se eles não tivessem jogado a Isabela da janela, a gente não estaria falando dela hoje.
e tivessem sido adultos em todas... Só que daí eles não teriam feito nada daquilo. Tem coisas que você coloca que, se a pessoa fosse, ela não teria feito nada daquilo. Você vê a casa... Aquela mulher estava em depressão pós-parto, como foi falado no documentário, eu concordo. Eu tenho todo o material da Isabela. É uma coisa assim, a casa é nojenta.
Você vê desconforto. Gente, tem fralda do bebê jogar no meio da sala, sabe? É suja, é uma casa suja. É uma casa bagunçada. Que vê como aquelas pessoas estão bagunçadas. E ele chega, ele vai jogar a Isabela no sofá, como todo mundo fala que ele jogava os filhos.
E ele erra, ela bate o cóccix, a outra já está irritada, porque o negócio do crediário que não deu lá no supermercado, que eles sobem dessas, que ele nunca, gente, com o calor de São Paulo, em março. Três crianças gritando atrás, você está enlouquecido.
o calor e tudo mais. Então, tudo foi. E tudo terminou. Eu até entendo, às vezes, eles quererem ser inocentes de verdade, porque eles não podem acreditar o monstro que eles são. Agora, no caso do Henrique Borel, confirmado tudo isso, você desvenda e desmascara.
Um homem extremamente perverso, porque você tem outros casos de outras crianças que estão ali em processos também, de que ele já procurava mulheres com filhos, na verdade, para abusar, não sexualmente, mas fisicamente dos filhos, de bater nas crianças. Então você mostra uma perversa, você mostra um homem muito, muito cruel. E uma mulher muito vaidosa, a Monique.
que o tempo inteiro estava preocupada, exclusivamente com o dinheiro, com o cabelo, com a boca, com a selfie, com o chute vôlei. A babá falando, seu filho está apanhando. Ela, estou no cabeleireiro. Fala para ela que estou chegando. Não dá. É um universo tão horroroso. Você fala, gente, que pessoas são essas? Que você tem medo de estar convivendo com alguém desse tipo do lado. Que é diferente do Nardone.
É muito diferente, Nardone. Eu vou te falar, até a Suzane teria mais lógica, se existe lógica, no crime dela. Era o terror com pai e mãe, que todo mundo tem fraudiamento. Eu fico curioso para ver, porque não tem sentença ainda. Mas eu acho que onde muita coisa se revela é em exame criminológico, que aí vem... A entrevista do Jairo é uma entrevista assim, não tem a garra dos inocentes. O que ele quer é mostrar que ele é mais inteligente que você.
e que você está com o pensamento errado, porque você foi enganado, já que você é burro, você foi enganado por todo mundo. Então eu vou te explicar para você entender o quanto eu sou inteligente. Ele quer discutir tecnicamente...
porque ele é médico, e eu fiz essa pergunta para o pai dele, que ele começou a explicar, e eu falo, se ele entende tanto tecnicamente da parte de medicina, por que ele faz uma respiração boca a boca em uma criança da maneira que ele faz em um elevador se aquilo tecnicamente está errado? E ele sabe que se respiração boca a boca, a gente só faz em quem está morto, e não em quem está morrendo.
Se você é um médico, que você está querendo discutir os laudos médicos de uma maneira que eu sou médico, eu entendo de tudo, então aquele vídeo que tem no elevador prova que você entende o que você está fazendo. Sim. E talvez você esteja fazendo aquilo para a câmera. Porque se você sabe tão tecnicamente, você sabe que respiração boca a boca é corpo numa superfície dura. Para você depois, você faz respiração boca a boca e faz massagem cardíaca. Senão também não adianta uma coisa e outra.
Concorda? É todo esse tipo de parada. Eles estão numa coisa com isso. E agora a gente tem que esperar até mais. Eu quase me programei para ver o júri. Mas eu ia matar. Ele ia falar para a juíza, põe meus custos. Minha passagem também. Vai pagar. Nem vou. Já falei. Gente, não vou não. Vou ficar olhando só. Não dá. Ele é transmitido ao vivo pela...
A outra vez que eu fui foi transmitido ao vivo. A Solange Beretta que estava em... É aberto o processo. É aberto. Aberto como em segredo? Não tem segredo. Não tem segredo, né? Não. Acho que não, porque da outra vez que eu fui foi aberto. Geralmente quando envolve criança é fechado. É sigiloso. Isso não é não, né? Isso não é, pelo que eu saiba. Acho que não. Tanto que todo mundo dá entrevista. Acho que não. Amor, o que mais? Quero saber uma coisa. Futuro. O que mais que a gente pode esperar de você?
É bom que tu, pra lançamento esse ano, só o mesmo livro, porque o resto de tudo que eu tô fazendo é pro ano que vem. Então ótimo.
Você não pode falar mais nada, né? É. Já sabemos alguma coisa de elenco novo do Trememba 2? Você pode contar? Não, o Robinho já existe, a gente não sabe quem é. Quem vai fazer Thiago Brenan? Não pode falar. Vai ser tudo surpresa. Agora eu vou te falar uma coisa. Todo mundo vai se surpreender. Quando for o Robinho? Quando for anunciado. Tá, e o Bebê do Porto também já tem. O Bebê do Porto não tá, não vou... Ele não tá na segunda temporada? Não. Foi pra terceira. Não, porque ele não tá julgado, não dá pra gente...
Ah, entendi. Isso não tem isso. Não teremos o poste. Não, não tem, porque vamos supor que... Faz o Robinho e sai de poste. Não, vamos supor que a... Ele seja inocentado. Solange Beretta tenha razão e ele seja inocentado. Ela não tem razão, ela não disse que ele é inocente. Ela disse que geralmente... Não, ela disse que... Razão na tese, tá? Crimes de trânsito são um problema. Ela não disse que ele é inocente, mas ela disse que tem uma chance de ser inocentado... Por conta de histórico. Desses atributos aí. Mas, pensa na nossa situação...
de colocar esse rapaz na série e ele ser inocentado. Por exemplo, meu sonho é colocar, porque o crime dele daria um prólogo sensacional. Não, mas tem quarta temporada. É, e até lá se os advogados não estiverem protelando o recurso na lua, né? Será que vai entrar por caro?
Então, aí já é opinião, tá? Isso não é discussão da série. Eu não acho esses crimes. Você mesmo falou lá. É que o crime do Vorcaro, de um banco master, mostrou pra gente que o Brasil tinha um dono com cabelo a lá, bebê do Porsche, com peleleca e tudo na história. E nem vou falar, gente, essa história de que não pode falar das conversas sexuais. Porque lembra... Tá tudo certo, é só que foi tudo vazado, a gente já viu, não tem o que fazer. Lembra que...
A série, o grosso, o miolo da série, o estofo da série, é as intrigas da cadeia. E o prólogo, ele é... Você vai ter que fazer uma série para prólogo do Borcaro. Porque é complexo entender esse caso.
E mesmo assim, visualmente... Pensa com a tua cabeça de diretor do audiovisual. Tu não tem muito a explorar no prólogo do vocáculo. Por exemplo, o crime do hack de Araraquara é sensacional. O cara entrou no sistema do SNJ.
colocou lá um mandado de prisão contra o Alexandre de Moraes. Cara, isso para um livro é ótimo. Mas como é que tu vai fazendo visual? Não, foi subjetivo. E fora, pega o crime do Borcaro. Mas ele não vai para Tremember mesmo, né? Não, nunca esteve, mas vamos supor que estivesse e já passou uma chuva lá e foi para Brasília.
O grosso da série é a interação dentro da cadeia. Ele não tem isso. Não deu tempo dele fazer amizade lá dentro. O Vorcaro, ele realmente é o...
Era um homem desinteressante em todos os sentidos e se tornou o rei do Brasil e com um banco que eu nunca tinha ouvido falar. Falo, gente, ele não é Itaú, não é Bradesco, não é Santander, ele não é um Setúbal. Não tem nem a beleza do sobrenome, né? Você pode fazer uma série. Não, você vai fazer uma série sobre o quê com ele?
Aí não é Trem em Bés, seria uma série tipo... 222 milhões. É, tem uma série que é só de crime, é Billions. Ah, o Billions. Aquilo, aí sim, eu adoro aquela série. Ainda tem temporada, mas parei de ver. Acabou já, mas ela é muito boa. E é só os crimes financeiros. Quero ser essa action.
Eu ousaria dizer que eu gosto mais de Billions. Eu adoro Succession, mas eu prefiro... Eu vi o Billions uma vez. Porque o Billions, eu tenho uma coisa que eu acho que é um case para o audiovisual, é como você transforma aquele assunto indigesto...
No entretenimento, tipo... É, o Sex Action é mais novela, né? De família. É novela de família. Você tem os temas familiares. O Billions tem a coisa do financeiro, de fato. Tem. E é tipo investidores de valores altíssimos e as manobras para... Os privilégios de ter informação antecipada para o lucro dobrar. É tão indigesto, mas você não consegue largar o negócio, gente. Meu amigo...