JOHN KENNEDY JR E CAROLYN BESSETE, HISTÓRIA DE AMOR OU OBSESSÃO TÓXICA E FATAL? A REALEZA AMERICANA
Confira o caso comentado / dica de série sobre o casal John Kennedy Jr e Carolyn Bessete, que virou a série Love Story, na DisneyPlus. O Príncipe americano e a RP de moda realmente viveram uma história de amor ou era tudo uma relação tóxica perigosa?#amor #disney #casal #podcast Para comprar produtos INSIDER com desconto, use o CUPOM BETO, e/ou acesse o link abaixo:https://creators.insiderstore.com.br/BETO#insiderstore
Beto Ribeiro
- História de amor ou obsessãoJohn Kennedy Jr. · Caroline Bessete · relação tóxica · família Kennedy · fama e paparazzi · casamento secreto · morte trágica
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Muita gente quando começou a série do Ryan Murphy, excelente, eu digo aqui, da série excelente, excelente, está muito boa, está na fase o Ryan Murphy de ser super bem produzida, todos espetaculares, uma história bem contada, bem escrita, eu estou colocando isso agora, um pouco antes do último episódio.
mas você pode estar assistindo quando já foi, já passou, vai lá ver o que inteiro. E ele é maratonável demais. Eles tiveram uma felicidade na escolha do elenco impressionante, porque eles são muito parecidos com as personas, com as pessoas reais. Com o John Kennedy Jr. e a esposa dele é Caroline, ou não, que é online. Isso aí fica bem... Foi bem...
forte na série, porque a irmã do John Kennedy Jr. se chama Caroline, com I-N-E. E a Caroline, a mulher do John Kennedy Jr., ela é com Y-N. Então são modos diferentes de se falar. Como Adriana e Adriani, acredito, uma coisa assim. Mas isso é interessante porque fica bem...
pontuado isso. Os atores não estão caricatos, eles não estão parecendo fazendo uma dramatização, um documentário dramatizado. Eu tenho muita vergonha de documentário dramatizado. Até o do Caso de Pernambucanos achei bem feito, a ideia foi boa da maneira que eles fizeram.
que eu já falei também no Casas Pernambucanas aqui, tem aqui no Caso Comentário e assim por diante. Eu acho que quando isso acerta em documentários é ok, mas se não me dá uma vergonha alheia que eu fico angustiado. E tem séries que acabam se tornando um pouco caricaturas, principalmente quando é realidade.
A série Tramembé, por exemplo, eu gosto muito por isso. Você não tem uma caricatura das pessoas reais, você tem, de fato, a personalidade daquelas pessoas que foram levadas também pelos atores para a frente das telas. E neste caso aqui, a série se chama Love Story, a história de John Cairn Jr. e Caroline Bassetti, que é o sobrenome dela.
O que eu achei até estranho, deveria ser Carolina Bassetti e John Kennedy Jr. Sejamos gentis, cavaleiros, isso não nos dá a equidade, não tira a formalidade de sermos generosos e gentis com os outros. O desejo de termos uma possibilidade maior entre homens e mulheres, de sermos mais iguais em direitos e tudo mais, não pode tirar o cavaleirismo. Acho que o cavaleirismo é sempre muito simpático, muito educado, mas a série chama Love Story, ou Uma História de Amor.
de John F. Kennedy Jr. e a Caroline Baceda. Que é uma história que permeia muito o imaginário de todos nós, porque...
tem aquela coisa, né? O americano gostaria da monarquia, né? Você pensava que o americano sonha em ter um rei, porque nós que tivemos aqui no Brasil a monarquia, a Europa que teve, tem ainda alguns países de monarquia, a gente já passeou por isso de alguma maneira. Os americanos, eles querem ser meio reis. E a família Kennedy é uma família que se existisse uma monarquia americana, é óbvio que seria a dinastia Kennedy.
Sem dúvida nenhuma, eles são os que mais carregam esse troféu de coroa. E até mesmo de empoderamento monárquico, eles trazem toda aquela fotografia que a gente só vê através, muito forte, da realeza inglesa. Então, adoraria ter uma série Scannery, como teve The Queen. A Netflix pode estar olhando isso, deveria. Ou a Disney. Esta série Love Stories está na Disney+, que é da linha Disney+.
E os Kennedys têm isso. Então, o John Kennedy Jr., que é John F. Kennedy Jr., que carrega o nome do pai, que era John F. Kennedy, que o F é de Fitzgerald, que é o sobrenome do meio dele. Nos Estados Unidos tem muita essa coisa que o sobrenome da mãe vai no meio, que é igual no Brasil, mas você pouco fala, muitas vezes, o sobrenome da mãe. Então, eu acredito que seja o sobrenome da mãe dele, não faço ideia. Então, o presidente nos Estados Unidos, o John F. Kennedy, que é o nome do...
do aeroporto de Nova York, inclusive o JFK, que foi, e é até porque como ele morre muito jovem, da forma que se morre muito jovem, quando a pessoa morre muito jovem e é uma pessoa que está no auge de tudo, ela se torna um mito de qualquer maneira.
A Elis Regina, não tenho dúvidas que a Elis Regina é o tamanho que ela é, inclusive porque ela morreu muito nova e sempre de uma maneira muito dramática. A Marilyn Monroe é a mesma coisa, que tem a ver com o John Kennedy também. O próprio John Kennedy, a forma gravada que ele morre, e a forma como a Jack, ou a mulher dele, a Jack Nick...
A Jack Kennedy, que não tinha Onassis ainda. Eu vou contar um pouco dessa história. Mas antes de mais nada, eu sou Beto Ribeiro. E esse é o especial Caso Comentado e também Fica de Sete. E antes de mais nada, Insider. Insider está aqui com a gente no canal. Adoro. Você sabe que eu gosto do meu Instagram. Tem muita gente que me para na rua e pergunta, é Insider? Eu falo, é Insider sim. E eu estou até aqui com a minha tech t-shirt básica das básicas. Que eu amo, amo, amo essa preta. Já deve ter lavado.
muitas vezes e continua sempre muito bem. Eu gosto muito da Taxi Shots também porque ela tem essa facilidade, gente, de verdade. Mas com banho, né, gente? Banho, sabonete, perfume. Não custa nada porque daí a gente ajuda a gente mesmo. Mas eu já saí assim de estúdio, fiquei gravando o dia inteiro, daí eu fui encontrar o Ulisses Campeão do Céu nos potes. E você tá sempre pecável porque ela desamassa no corpo, ajuda na transpiração, você...
se sente agradável, eu brinco, ela tem um certo ar-condicionado interno. Quando você tá mais frio, ela te dá uma aquecida. Quando tá mais calor, é a sensação que eu tenho. Ela me dá uma... parece assim que deixa um pouco menos quente quando tá nesse calor, como a gente tá em São Paulo, eu tô em São Paulo, cada dia tá uma possibilidade de estação. Você pode tá num dia de verão, de inverno, inverno, verão. Então a Insider permite que a gente esteja bem qualquer hora do dia. Tô gravando agora.
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Era pra vocês só entrar aqui. Mas vamos lá. Esta série que está sendo muito falada, muito vista, com as razões técnicas e principalmente com a razão da história. Como eu estava dizendo antes, pessoas muito novas, com muito carisma, muito talentosas nos seus trabalhos, que não tem a ver com John Kennedy Jr., mas que principalmente artistas...
cantores, músicos, atores que morrem muito cedo, eles se tornam gigantes, ainda maiores do que eles eram às vezes, do que eles seriam mais velhos. O próprio Elvis Presley, se ele tivesse morrido dez anos antes, ele seria sete vezes do que ele é hoje.
Porque ele teria morrido muito novo. E principalmente quando você tem esses ares dramáticos, o Mamona das Assassinas, que cai de avião, a Elis Regina, que se cria um mistério em torno dela, o John Kennedy, o presidente dos Estados Unidos, que era a cara da América, que era o desejo de união de um país que estava extremamente dividido já naquela década de 1960, ele trazia com ele aquela consagração da união de uma nação.
em torno de um desejo de nos respeitarmos a diferença ideológica, mas sermos todos americanos juntos. O John Kennedy tinha isso e ele morre, dramaticamente, em 1963, ele com um tiro lá em Dallas, filmado. A Jack, a mulher dele, sai andando pro porta-malas. Então tem todo esse lance de pessoas que morrem muito cedo.
e se tornam eternas, de uma maneira, talvez, maior do que elas seriam se vivas estivessem. A Marilyn Monroe é a mesma coisa. Eu não sei se ela tivesse morrido com a idade da Beth Davis, se ela teria se tornado essa explosão que ela ficou para sempre, porque você não tem o futuro, então você pode imaginar como seria ela depois. Você não tem a realidade do presente. Então o mistério faz com que as pessoas se tornem grandes.
Neste caso, desta história, Love Story, do John F. Kennedy Jr. e da Caroline Bassett, se torna também porque eles também morrem jovens. Mas a história é muito maior porque o John Kennedy Jr. carrega com ele, sobre o nome Kennedy, ele carrega por ser o júnior do presidente John Kennedy dos Estados Unidos, que era o possível... Gente, esse menino, ele era filho do John Kennedy.
e filho da Jacqueline Kennedy, que depois vai virar Jackie O, porque ela vai casar com o Nassi. Eu vou tentar não entrar muito aqui na biografia da Jackie O e nem na biografia do John Kennedy, até porque eu quero um dia fazer da Jackie O, que vai cruzar com a Marilyn Monroe, mas eventualmente eu vou falar deles. Mas imagina um menino que nasce em Washington, durante o pai...
presidente dos Estados Unidos, num momento histórico importantíssimo que era a Guerra Fria a toda, onde naquele período teve a crise dos mísseis, que é uma coisa importantíssima, estudem isso, que quase ali teve a Terceira Guerra Mundial com bomba atômica de fato.
Porque a Rússia, União Soviética, mas a Rússia coloca mísseis em Cuba, acredito que mísseis nucleares, e os Estados Unidos, ali quase virou uma terceira guerra mundial. Por pouco, mas por muito pouco, não virou uma terceira guerra mundial. E quem era o presidente que estava à frente de tudo isso era o John Kennedy. Então ele tinha toda essa atmosfera ainda maior de salvador do mundo, de alguma maneira.
Casado com uma mulher que se tornou o grande ícone. A Jackie O, a Jacqueline Kennedy, não dá pra comparar ela com Lady Di, porque ela é a Jacqueline Kennedy. Tem pessoas que você não pode virar e falar assim, ah, a nova Lady Di, não tem, ela é a Jacqueline Kennedy. Ela é um verbo.
Ela não significa alguém, ela significa tudo. Então, além de tudo, eles eram um casal com um homem extremamente poderoso, além de ser presidente dos Estados Unidos, ele vem de uma linhagem de políticos importantes dos Kennedy nos Estados Unidos, casado com uma mulher que se torna o ícone do ícone no ícone do ícone e fica tocando aqui, vou ter que parar, porque eu não entendo porque me ligam na hora que eu estou gravando. Estou gravando, hein? Então, você tem toda essa complexidade de uma família,
de um casal que já vem de uma linhagem, e ainda vai ter toda uma fofoca que o John Kennedy teria um... um flerte, ou um namoro escondido com a Marilyn Monroe, que era a grande estrela, a grande diva, a grande mulher linda de Hollywood. Então você tinha todo esse molho por cima de tudo isso. A Jacqueline Kennedy...
A Jack Kennedy, ela vai ter uma primeira filha, que é a Caroline, que é a filha mais velha. O John Kennedy Jr. já nasce na Casa Branca, ele nasce em Washington. Ele nasce no Distrito Federal, ali, dos Estados Unidos, com o pai presidente. Então é quase como se estivesse nascendo ali o príncipe perdeiro. Além de tudo, ele era um gatinho e super carismático desde o momento que ele nasceu.
Tem várias fotos dele brincando no escritório do pai, tem aquela foto famosa de ele embaixo da mesa do pai, enquanto o pai trabalha. Ele era muito fofo, ele era um menino muito carismático desde sempre. E quando acontece a morte do pai dele, que ele estava em Dallas, inclusive, se não me engano, junto com a mãe, porque tem uma coisa muito interessante nessa família.
Isso, eu estou falando muito baseado também na série, mas também vi alguns documentários que eu elejo aqui, o do History, excelente, está no YouTube, você pode assistir pelo YouTube. Mas todo mundo fala a mesma coisa. O quanto que como família, eles eram uma família extremamente amorosa. O John Kennedy era um pai extremamente amoroso.
Quando o filho dele nasce, ele cancela a agenda dele para voltar para Washington. Ele estava em alguma viagem, ele volta para Washington para ficar junto com a esposa dele, para ver o nascimento do filho, para ficar com a filha mais velha. Eles eram extremamente amorosos, uma família extremamente unida, uma família que tem real sentido e significado da palavra família. A Jackie O, aqui ela vai virar Jackie O, porque ela vai casar depois com o Onassis, que é um grande bilionário. Vou passear um pouco por essa história.
Que sim, tem a menina bilionária, que eu acho que é neta dele, que casou com um brasileiro, aquela menina do cavalo, não sei nem se estão juntos ainda ou não. Bom, a Jacqueline Kennedy, ela era extremamente mãe.
A Jack era extremamente... ela amava aqueles filhos na sua totalidade. Eles eram as coisas mais importantes da vida dela. E também eram as coisas mais importantes da vida do pai. É que eles vão ter problemas entre o casal. Mas como família, na união de pai e mãe para a criação de filhos, eles sempre foram incríveis. Então o John Kennedy Jr. vem de uma família extremamente unida com uma mãe extremamente protetora em torno dos seus.
que vai culminar com a morte do marido, que ela está no carro, por pouco que ela não morre também, e ela vai se tornar a Jacqueline Kennedy, uma coisa muito importante, porque ela se mantém com a roupa suja de sangue do marido, pra inclusive ficar lembrando o tempo inteiro nas entrevistas que o marido dela tinha acabado de ser assassinado.
Motivo da morte e tal, não vou entrar aqui. Mas aquilo torna ela ainda maior e mais gigante. Uma mulher que sofre a morte do marido, que é o presidente dos Estados Unidos, o homem mais poderoso do mundo, que tem dois filhos pra criar e ela vai criar sozinha. E ela vai ter um nível de proteção, não de uma mãe narcisista, mas de uma mãe protetora que, de fato, ela vai ter um problema muito sério, que a família Kennedy vira alvo.
O John Kennedy morre em 63, eu acho que é em 68, que o irmão do John Kennedy, o Bob Kennedy, vai morrer também por um tiro durante um comício, acho que ele estava sendo assinador, uma coisa assim.
E a própria Jacqueline Kennedy fala assim, meu Deus do céu, os Kennedy estão sendo mortos, meus filhos serão os próximos. Por isso que daí a Jacqueline Kennedy vai aceitar o pedido de casamento do Onassis, que queria aparecer, que queria ser. Assim como o pai do cara lá que estava namorando a Lady Di, que queria fazer parte do Jet Set Internacional. Ele, inclusive, o Onassis, namorava na época a Maria Callas. Olha que maravilha, a maior cantora de ópera do mundo.
Ele pede a Jacqueline Kennedy em casamento, ela casa, não sei nem como eles conheceram o direito agora, depois eu sei, mas não lembro. E ela vai morar com ele lá nas ilhas gregas e aquilo para proteger os seus filhos. Todo mundo fala que ela casa com aquele homem bilionário para proteger os dois filhos, para tirá-los dos Estados Unidos.
Bom, o John Kennedy Jr. vai então crescer numa família extremamente poderosa, com sobrenome extremamente poderoso, vindo de um pai e uma mãe extremamente marcantes e marcados. Só que ele, a irmã dele, por exemplo, não é uma pessoa que você saiba direito lembrar o rosto dela. A irmã dele...
É a única viva, ela tem filhos hoje, ela se tornou depois embaixadora dos Estados Unidos em dois países durante os anos 2000. Só que ela não tem aquele X Factor, aquela qualidade estrela que se chama, como tem o pai, a mãe e o irmão. Então eu falo tudo isso para trazer o seguinte, o John Kennedy Jr., ele se torna famoso por eles existir.
Por ele ser. Por exemplo, quando você tem uma atriz como a Julia Roberts, que se torna Julia Roberts por causa dos papéis no cinema que ela fez, e aí ela se torna uma celebridade, ela é a Julia Roberts, mas ela é muito conhecida pelos seus papéis. E muita gente, às vezes, chama os atores pelos papéis que fizeram.
Pessoas que aprendem... Por exemplo, eu, hoje eu sou conhecido por Beto Ribeiro pelo meu trabalho de entrevistar e falar aqui com vocês. Então eu estou muito ligado. O que eu sou com o que eu apareço. Então quando você vem conversar comigo, você não vai conversar com uma personagem, vai conversar com o Beto. Só que eu sou o fruto de um trabalho.
que eu desenvolvi e que eu fiz. Como um cantor, por exemplo, uma cantora, Ivete Sangalo. Ivete Sangalo porque ela canta bem. Não é porque ela nasceu, não é porque ela viveu. É que nem seus Big Brothers, que chegam aí e ficam 15 minutos e somem porque eles não têm nada pra te deixar. São pouquíssimos, como a Sabrina Sato e a Grazi Massafera. Então você tem, no caso do John Kennedy, uma coisa extremamente fora da curva. Porque ele se torna o John Kennedy Jr.
que apesar de ser filho de quem é, tanto do pai como da mãe, ele tem um X Factor apenas por ele respirar. Por aqui é um gato.
Ele é gato em qualquer momento da história humana, porque tem gente que é bonita em determinados momentos. O John Kennedy Jr., se você jogar ele no ano 7 mil a.C. ou no ano 4.427, ele continuará sendo lindo. Porque ele tem a beleza masculina muito marcada, é assim, é de você parar e olhar. Quando ia pra Nova York, quando ele estava vivo, eu ia sempre tentar achar ele andando de bicicleta.
Ele era... ele ser o tornava uma celebridade. Só que ele não tinha o motivo real, que é o trabalho, no caso, para torná-lo cérebre.
E também não é só porque ele é pai, é porque ele é filho de quem ele é, mas é porque ele é o que ele é. Ele é inexplicável, você não tem outra pessoa. Ele não casou com ninguém, a Lady Di se torna Lady Di, porque ela casou com o Príncipe Charles. Olha só, o Príncipe Charles, ele é filho da Elisabeth. Você quer gente mais sem X-Factor do que o Príncipe Charles? Se o Príncipe Charles não fosse filho da realeza, a gente não saberia quem ele é. Ele não carrega nele aquela coisa do carisma, com que ele...
que a Lady Di carregava e que nós descobrimos porque ela casa com o príncipe Charles. A vida não tem realidade paralela. Não sei se a Lady Di não tivesse casado com o príncipe Charles, ela seria a mulher do tamanho que ela se tornou de qualquer maneira. Cada um tem a sua história. A história é essa que a gente conhece. No caso do John Kennedy Jr., como ele nasce e as câmeras já registram ele, ele vai morrer com as câmeras registrando ele. Mas porque ele é o... De novo, porque ele respira.
Ele vai tentar, muitas vezes, desenvolver um trabalho, algo que justificasse, inclusive, o fato de ele merecer esse reconhecimento público de uma estrela. Então ele vai tentar ser advogado, ele vai tentar trabalhar na promotoria dos Estados Unidos, de Nova York, ele não passa nos concursos, eu acho que ele passa só no último, mas daí ele desiste. Ele está sempre tentando. Parece que uma coisa que ele gostaria muito de ser era ator.
E ele tinha uma outra história. Ele adorava uma loira. Gente, é uma coisa assim, ele tinha que fazer terapia, né? Porque a Marilyn Monroe foi um grande problema na vida daquela família.
E ele só namorava a loira, e loiras assim, assim, que você olha e fala, meu Deus do céu. Então assim, ele namora a Sarah Jessica Parker, que é a Carrie Bradshaw. Ele namora a Madonna, quando a Madonna estava a cara da Marilyn Monroe. Ele vai namorar a Daryl Hannah, que é aquela atriz que fez da Sereia, e ela tá ótima no Kill Bill, que era assim, uma estrela de Hollywood, e que incomodava muito a Jackie O, porque a mãe dele, a Jacqueline Kennedy, porque, óbvio né gente. Agora meu filho vai imitar o pai?
Que saco. Então ela tem todos os motivos da vida de desejar para o filho algo que não seja uma lembrança cruel para ela. Isso está certíssimo. E até porque eram mulheres que não iam, naquele momento, trazer nada para ele. Porque muito se falava, muito além dessas famosas, que ele namorava outras mulheres, que eram opinistas sociais, que queriam casar com o Kennedy, que queriam tudo mais.
E o próprio John Kennedy Jr. vai sendo sempre fomentado e tentando colocar nele o desejo da política, porque isso vem da família dele. E por que não? Faz parte da vida dele. Se ele quiser ser político, sendo americano, ele pode.
E ele foge muito disso, mas ele também não quer, ele foge, ele aparece num evento do tio, quando vai se lançar, acho que é governador de algum lugar, para apresentar o tio, porque ele sabe que o carisma dele chama atenção, mas ele não está saindo candidato. E ele vai seguindo a vida dele, ele nasce em 1960, em 1960 esse homem vai nascer. Em 1992, quando ele tem 32 anos, ele já deixou de ser um garotão dos 20 e poucos, ele está virando um homem de 30 anos.
Ele está namorando a Dary Hanna, eu falo Hanna, Dary Hanna, que é essa atriz loira, blá blá blá. E ele... mas ele tava namorando com ela? Ela também é uma pessoa que, pela sério, parece ser uma pessoa muito chata, porque ela invade a casa dele, ela leva as malas e vai namorar com ele. A gente não faz isso, deixa eu te dar uma coisa pra vocês.
Pega a tua frustração, engole, chora, vai beber vinho com teu amigo, mas não faz esse tipo de coisa, não corre atrás de ninguém, gente. Gosta mais de você mesmo, sabe? O mundo tá aí, a gente tem 7 bilhões de pessoas, não acredita que só tem uma alma gêmea.
E não confunda paixão com obsessão, e não confunda paixão com necessidade de virar amor, não confunda desejo de frustração, frustração mal resolvida, com necessidade de viver com o outro. Sentendo o que você está sentindo, permita que o outro não te queira, ou permita que o outro queira te querer e não force o querer do outro.
Então, assim, a Dary Hanna aparece na série, ela é insuportável, porque na vez que ela aparece na série, ela fala, que mulher chata, cara. Tô com vontade de nem ver filme dela, tudo bem que ela não faz muita coisa e faz muita coisa. Eu não sei se ela tá muito feliz com o retrato que ela recebeu nessa série. Mas ele está lá ainda em busca, ele fala, ele nunca encontrou um grande amor, e todo mundo tem vontade de amar, gente. Ele tem um problema real, a família Kennedy é uma família insuportável, as cenas que aparecem, a gente fala uma coisa.
Deus me livre casar com alguém que tem aquela família. Eu não vou. Eu não vou. Eu conheço uma pessoa, vou falar quem é, porque você não... Eu conheço uma pessoa, uma mulher muito importante na minha vida, que ela chegou pro marido dela, quando eles se casaram, ela já não gostava muito da família dele, a família dele não curtiu muito ela. Quando eles se casaram, ela tentou ainda mais um tempo. Ela chegou pro marido dela e falou assim, deixa eu te falar uma coisa, paixão. A tua família, a tua família, eu sou a sua esposa.
Não obrigatoriamente precisamos ser uma coisa só. Vamos fazer assim, viva sua família e me viva. Mas eu não vou mais conviver com eles e eles não vão conviver comigo. Eles entraram no mal, eles são casados há 40 anos. Não, 40 não, 30. É uma questão também de a gente limitar até onde a gente precisa se sufocar pelo outro e até onde o outro tem que me fazer sufocar. As relações são assim. E o... E o...
O John Kennedy Jr., até aparece, dá pra se entender um pouco na série, que ele evita muito de apresentar as namoradas, porque ele sabe da retaliação que vai ter, desde a mãe, a irmã e a família, tio, tia, tudo, porque eles são família, eles se encontram mesmo pra jantar no domingo, entendeu? Apesar de ser uma família insuportável, que só fica falando de política, isso, aquilo, eles são unidos, é uma família unida. E uma família que se protege, de alguma maneira, porque ele sabe a quantidade de alpinistas sociais que podem chegar perto daqueles que podem ser mais bobos.
O John Kenneth de William de Boba não tem nada. Ele até sabe. Ele é um garanhão. Um homem que nasceu, ele era sagitariano. Então é livre do livre do livre.
E vai casar com a Caroline, que é capricorniana. Gente, se a gente acreditar em signo, obviamente aquilo não vai dar certo. Mas então, um belo dia, em 1992, segunda série. Segundo pessoas que juram que conhecem tudo isso que a gente fala, que não foi nada disso. Eu vou ter que acreditar na série, porque o Ryan Murphy, no mínimo, ele tem uma grande pesquisa. Ele tá fazendo a série inteira, baseada acho que em três livros. Então, vou acreditar na série.
Nesses documentários não se diz como eles se conheceram, mas na série mostra que a Caroline, ela trabalhava.
Na Calvin Klein. Ela começa, ela vem do estágio de Nova York. Ela vai fazer a universidade, depois, não sei onde, acho que em Boston, se não me engano. E ela vai trabalhar na loja Calvin Klein. E ela era vendedora da loja Calvin Klein, ali perto da universidade dela.
Quando ela está lá, vai entrar uma pessoa do escritório de Nova York que vai fazer três perguntas para ela e as respostas dela são muito boas. Ela ajuda uma mulher que está se vestindo e essa mulher está com a autoestima muito baixa e ela conversa com essa mulher, essa mulher melhora e compra a loja. E essa pessoa do escritório vê essa cena, se encanta por ela e convida ela para trabalhar no escritório de Nova York. É muito legal, é sério, porque você vai ver o Calvin Klein.
Calvin Klein, das cuecas, que eram muito famosas, das roupas. Ou Calvin Klein. Ela vai trabalhar no escritório da Calvin Klein como uma vendedora VIP, para os grandes VIPs que vão lá comprar coisas. E é muito legal que essa série começa em 92. Você vai ver que muitas mesas ainda não tem computador. Eu me lembro, eu comecei a trabalhar em 93. Você chegava lá, tinha uma máquina de escrever para todo mundo. Computador, eu fui chegar em 96, 97. Aí é muito divertido. Você tinha caderno, tinha que anotar, tinha carbono.
Só que ela vai subindo dentro do escritório porque ela é extremamente talentosa. A Caroline Basset é uma mulher extremamente talentosa no seu trabalho. Ela gosta muito do que ela faz e ela, como boa capricorniana, diferente do...
do John Kennedy, que veio de uma família que, apesar da Marilyn Monroe, era uma família unida, a família dela tem grandes problemas com o pai dela. A mãe dela depois vai casar com outro cara muito legal, que vai ser o padrasto dela, ela tem mais duas irmãs gêmeas, e guarda isso porque uma delas vai morrer com ela, e ela vai... só que ela tem um certo de sabor amoroso. Se ela fizer essa terapia, talvez melhorasse.
Tanto que ela não se apaixona, ela é muito capricorniana, né? Então, pra ela se apaixonar, a coisa tem que viver a vida, porque ela é muito pé no chão, ela é muito prática, ela é muito sedutora, muito charmosa, ela é muito trabalhadora, trabalha demais e tal.
E ela vai galgando sua vida. Num evento, que inclusive na série parece que é um evento sobre a Amazônia do Brasil, em 1992, em Nova York, ela vai lá porque o Calvin Klein apresentar um desfile, essas coisas que eles fazem para angariar fundos, essas coisas, e ela se penetra nesse evento. Muita gente disse que ela se penetrou ali para conhecer o John Kennedy Jr. porque ela tinha fixação e ela queria conhecê-lo. Não é verdade.
Até porque se fosse, ela ia adorar a exposição que ela teve depois. O Calvin Klein que apresenta a Caroline para o John Kennedy Jr. neste evento. E ele fica tarado nela. Só que ela, ela olha e fala assim, esse cara vai me dar um trabalho. Esse cara vai me dar um prejuízo emocional que eu não quero... Ele não vale nem o beijo na boca.
Não tem aquele papo que a gente fala assim, é melhor sofrer pelo beijo dado do que nunca ter sentido. No caso, ela falou assim, isso não vai valer a pena pra mim. Ele era um cara super midiático, ele estava todos os dias nos jornais, ele era um cara festeira, um cara que teria mulher que ele quisesse no mundo, se gay fosse todo, qualquer gay do mundo. E ela...
E além de tudo, muito rico e tal. Mora no super flat. Flat é bom, né? Num loft maravilhoso ali em Tribeca. Eu já passei na frente daquele prédio. Principalmente quando ele estava lá. Eu passei, aquela porta. Bom, não apareceu. Não apareceu, nunca vi. Aí ela pega e eles flertam nesse evento. Ele fica meio tarado nela. E ela fala tchau.
Ele fala, mas você não vai me dar o seu telefone? Na época, a gente anotava o número de telefone fixo, tá? Tinha a secretária eletrônica. A gente dava o telefone no trabalho também, quando a gente sentia que tinha uma coisa mais legal. Ele aí fala, bom, você sabe do meu trabalho. E ela vai embora. Fala, tchau, não vou me ligar com esse cara, não. O John Kennedy Jr., no dia seguinte, segundo a série, pode ter sido alguns dias depois, ele aparece na loja da Calvin Klein, lá no escritório, para os VIPs.
E pede pra ser atendido por ela, flertam mais algumas vezes, ele convida ela pra jantar. Segundo aparece na série e é dito por alguns lugares que naquele momento ele estava afastado dela e Hannah. Eu não sei se isso quer dar um ar mais ilibado pra ele, moralista, do tipo, ele não trairia uma mulher? Porque ele também tem uma imagem até hoje a zelar. E ela fala, ai não sei. Aí ela fala, a gente fica nessa dúvida. Mas tudo bem, ela vai ao jantar com ele.
E quando ela janta com ele, tem um primeiro beijo, isso em 1992. Só que no dia seguinte a Deryl Hannah aparece, aparece em paparazzi, saem fotos dele no jornal, na série mostra ele mandando um monte de flores pra ela, querendo conversar com ela, ela não responde e cai fora. Só vamos nos encontrar, eu acho que uns dois anos depois, num outro evento. E ela super conversa com ele, uma boa, fala, vamos ser amigos, porque eu acho que a gente não vai rolar, tá? Pochão da vida.
Claro que tem um tesão entre eles. A atriz que faz a Caroline Basset é espetacular. Eu fui pesquisar dela, a coisa mais importante que ela tinha feito é aquele filme horroroso, novo. Eu sei que vocês fizeram no verão passado, esse novo. Não consigo lembrar dela nesse filme. Ela é muito boa, muito charmosa, muito bonita. Ele tá muito bem, o ator que faz. Todos os atores estão muito bem. Todos, todos, todos. Ela, então, vai... eles vão dar mais uma flertada.
E não vai porque ele ainda tá com a Dary Hanna e tal. A mãe dele vai morrer em 1994.
A Jack Kennedy de câncer, ele também está com os perrengues da vida dele. Não aparece isso na série, mas o documentário mostra que naquele ano de 94, o melhor amigo dele, que é o primo dele, filho da irmã da Jack Kennedy, da Jack Kennedy, que é o melhor amigo dele da vida, é um irmão para ele, é um primo irmão, ele descobre que também está com câncer. Então é um ano muito complicado para ele em 1994.
Em 1995, eles vão acabar se encontrando de novo num outro evento. Ela vai namorar um super modelo. A Carolina que descobre a Kate Mossad, que aparece na série, pra desfilar pela Calvin Klein. Ela descobre aquele super modelo que depois virou caixinha de cueca da Calvin Klein. Ela que descobre ele, ela namora com esse cara, inclusive.
Inclusive tem uma discussão interessante do Calvin Klein com ela, porque a Kate mostra que quando ela fica histérica, porque ela tá famosa, ela quer ter uma vida anônima, ele fala, cara, ela não queria aparecer em outdoor?
Não entendo. E eu concordo com ele. Você quer aparecer, ter dinheiro, ganhar o... E não quer ser incomodado? Não dá. Ainda mais, vamos lembrar, isso é importante, na década de 1990, nós não tínhamos as mídias sociais. A gente se informava das grandes celebridades através dos paparazzis e nas revistas de fofoca. Tipo Caras, Contigo, Amiga da Época, Nossa e Manchete dos Anos 80.
Então você tinha uma indústria muito forte dos paparazzis, que eles ganhavam muita grana para ter a primeira foto daquela celebridade, sempre em condições muito particulares e privadas, e por isso que vai culminar, inclusive, na morte da Lady Di. Algumas figuras que, inclusive, se incomodavam.
com essa exposição que não queriam e tinham, que eu acho, na minha opinião, que se você tem esse nível de exposição, você tem que saber trabalhar ela a seu favor no seguinte sentido. Eu já passei por isso com amigos muito famosos. Eles saem, a gente está no restaurante. Eles saem do restaurante, tiram as fotos que todo mundo quer e voltam.
Os caras vão embora. Isso na época lá atrás, no começo dos anos 2000, ainda tinha isso também. Hoje não existe muito mais paparazzi. Você tem fotógrafos de eventos. Porque hoje as celebridades estão com suas mídias sociais fazendo elas mesmas os seus paparazzis. E hoje ninguém quer ver a foto. Hoje todo mundo quer ter a selfie com a pessoa. Então essa indústria dos paparazzis pegando momentos privados, eu acho que acabou. Pelo menos em mim não atinge mais. Eu não vejo site de fofoca. Eu não vejo revista de fofoca. Se tem ainda.
eu não me interessa a invasão, a privacidade de ninguém. Então posso estar errado, mas esse business paparazzi, que para mim não existe mais hoje, ele era extremamente poderoso, principalmente na década de 1990, porque ainda não estava chegando a internet, a internet vai chegar lá para 95, 96, e não era para todo mundo, e as mídias sociais mesmo, de verdade, já que o Facebook em 2009, 2010, então são momentos diferentes.
E o John Kennedy Jr., ele era o homem mais fotografado do mundo. Imagina o que era ser Michael Jackson, gente. Sabe? Uma coisa. Hoje, tudo mundo é um pouco paparazzi. Mas era diferente. Eles eram muito invadidos. O que fizeram com a Britney Spears? Eles invadiam. E todo mundo quer o que é a foto, porque a pessoa é tão horrorosa, né?
Porque você via a Britney Spears, quando eles fotografavam, ela estava linda, e ela estava no Brad Carpter, linda. Pô, ninguém fica bem numa foto tirada sem avisar. Não é muito difícil, e se sair, você vai escolher a mais feia. Eles faziam esse tipo de coisa. Então, eles discutem muito isso. Porque a Kate Moss estava muito chateada de estar famosa e com o paparazzi atrás dela, e o Calvin Klein fala, ué, mas quando ela entrou nessa indústria, ela não sabia que isso poderia acontecer? Ela não queria ser famosa?
Ou ela só estava preocupada em... Então faz a Greta Garbo, amor. Faz assim, a Greta Garbo foi a maior estrela de cinema de Hollywood, principalmente o cinema mudo, lá no começo do século XX. Ela vira uma superstar.
E ela some. Ela investiu todo o dinheiro dela em imóveis em Nova York, sacou que a coisa ia mudar, sacou que não queria mais aparecer, e é atribuído a ela aquela famosa fala, I want to be alone. Não é mentira que eu quero ficar sozinha. Disseram pra mim que ela nunca disse isso, mas cabe muito bem a ela. Ela sumiu. Um tempo mais fácil de sumir. Hoje é mais complexo, mas dá pra sumir também. Se você quiser demais, você consegue sumir de ser a grande celebridade que você é.
Então, eles discutem isso, é muito interessante essa discussão, porque é o que vai acontecer com a Caroline. Porque a Caroline, então, em 95, vai começar a ter um namoro com o John Kennedy Jr. Muitos amigos do John Kennedy Jr. dizem que eles começam a namorar, inclusive, porque ele e a Caroline se tornaram grandes amigos antes do namoro. E o próprio John Kennedy estava chegando aos 40 anos, já um homem, né, tem que ser, tem que ser, gente, 40 anos, pra mim 30 já tem que ser, agora ele estava chegando já aos 40.
Então ele se encanta muito com a Caroline e tal, não sei o que lá, e eles começam o namoro escondido para ela não ter problema com os paparazzi. Até porque o chefe dela, o Calvin Klein, era um homem extremamente vaidoso, para não dizer narcisista. Ele queria ser a manchete do jornal, não uma funcionária dele. Por isso que ela vai sair depois da Calvin Klein.
Mas ela não queria parar de trabalhar. Aí eles vão namorando tal e eles começam, eles fazem uma grande besteira uma vez. Ele vai levar ela pra conhecer a família dele, que é horrível. Aquela tia dele lá, aquela Ethan, sei lá o nome daquela mulher, que era a mulher do Bob Cameron. Ai, meu Deus, que senhora insuportável. Mas ela tem uma cena dela fantástica, que ela explica para a Carolina o que significa trabalhar com o público, com a sua imagem pública. É muito boa, é muito boa a conversa.
E ele, e ele, acabam brigando, porque ele perde no casamento, ela não sabe se quer casar, porque ela acha que o mundo dela e dele são conflitantes demais. Ele fala que não, ela fala que sim. Eles quebram um pau na rua, que eu lembro que esse quebra-pau deles saiu em todo que era lugar na época. Eles quebram um super pau. Antes, já sabiam que ele estava namorando, mas um super pau. Quebram pau, ele empurra ela, ele empurra ele, é horrível.
A cena é praticamente uma relação tóxica. Ali, você já tem que é uma relação tóxica. Empurrou, te deu um empurrão, acabou.
Ah, mas é porque uma pessoa pode... Ah, pode, esse erro não. Esse erro é um aviso, isso não é um erro. A gente tem que ficar ligado em sinais importantíssimos. Se você empurrou uma pessoa, uma pessoa te empurrou, não dá. A relação, ela se tornou violenta. E a violência está em você, está no outro. Suma, entenda, evite. Isso não é paixão, isso não é amor, isso não é sentimento bom, isso é obsessão. Mas eles vão seguindo.
ela vai morar com ele no loft dele e eles vão casar, inclusive, em segredo. E no casamento de um Kennedy, geralmente, é um casamento escandaloso, porque é a realeza casar. Eles vão casar num... Eu acho que é um porra aquele casamento deles. Num lugar que, pra você chegar, é com jíper, é tudo estrada de terra, é um inferno pros convidados. Aliás, gente, vamos combinar uma coisa. Casamento agora a gente faz só na cidade que a gente mora.
Facilita pro convidado, né? Se a coisa, ah, mas tem um sítio tão bonito, não rola! Saco!
Ah, e dá um trabalho, tem que ainda pagar hotel, tem que pagar tudo. Acredito que os canines tenham pagado tudo deles. Não é a minha realidade. Na minha realidade eu tenho que pagar as minhas coisas. Então eles vão, eles resolvem fazer um casamento muito simples, de 40 pessoas. Ela sai da Calvin Klein, ela conversa com a Calvin Klein e diz pra ele, inclusive, que vai sair. Porque ela sabe que ela vai se tornar um inferno pra vida dele agora. Só que ela não sabia que ela ia ficar tão grande.
Ele fica até o Kevin Cronin falando assim, ah, você acha o quê? Que você vai ser maior que eu? E ele até queria fazer o vestido dela, ela não quer, ela é um tal de Narciso Rodrigues, depois se tornou, um tal de Narciso Rodrigues é bom, né? Ele era um amigo desconhecido e se tornou o Narciso Rodrigues depois, ela faz o vestido dela, que lance. A Caroline, quando ela casa com o John Kennedy, já como namorada, as pessoas começam a olhar pra ela meio como Lady Di.
E no meio disso tudo, antes deles casarem, em 95, o John Kennedy Jr., lembra que eu te falei que ele queria fazer algo?
para ter o porquê de ser tão famoso, ele lança uma revista chamada George, que é em função de George Washington, do primeiro presidente dos Estados Unidos. Ah, gente, se eu errei, desculpa. Eu acho que ele é, tanto que a cidade de Washington é por causa dele. Mas ok.
E ele lança a revista George, que seria uma ideia, eu achei uma ideia excelente. Nunca li essa revista, então não tenho como te dizer nada. Era antes um pouco, a internet estava começando a acontecer. E ela lança, e era para falar de política de uma maneira com entretenimento. A ideia é excelente.
E as capas eram super icônicas, eu lembro das capas, assim, de ver alguma coisa, mas nunca li. Lançada com a Cindy Crawford na capa, era sempre assim, vestida como presidente George, depois eles vão mudando, mas com grandes celebridades na capa. Teve a Drew Barrymore, teve a Demi Moore, teve várias grandes celebridades na capa.
E aí ele lança a revista que, por ter ele como publisher, como dono da revista, a revista explode de anunciantes, só que todo mundo sempre esperava que ele se tornasse meio que uma Martha Stewart, que a revista fosse ele sempre na capa. E ele não quer isso, ele quer ser um editor, ele quer estar por trás.
E ele tá lançando a revista e vai casar. O sócio dele, inclusive, fica bravo, porque ele fala, pô, agora que a gente vai lançar a revista, se fala do seu casamento, ele queria publicidade para a revista. Mas eles vão casar. Aí até o sócio dele queria pôr as fotos do casamento na revista. A Caroline, pra mim, tem um erro.
absurdo quando ela decide casar. Gente, ela chega até pro cara e fala assim, você me promete que você nunca vai querer ir pra casa branca? Você não pode fazer isso com uma coisa. Você não pode casar heterossexuais e gays hoje também e lésbicas. Antes de casar, vocês têm que saber se vocês querem ter filhos.
Isso eu acho que é uma conversa que você tem que ter antes de casamento. E posso te falar, dependendo da idade que você já está, até mesmo para partir para outra. Se você quiser ter filhos, seja adotado ou não, seja natural, seja gestado, você precisa casar com uma pessoa que queira ter filho. Não adianta você achar que vai me dar de ideia. Isso eu acho que é uma bobagem.
Agora, você não pode casar com uma pessoa colocando limites nela, do tipo, sei lá, você me dira que você nunca vai sair do seu emprego. Não existe isso, gente. A pessoa pode estar... Você casa com uma pessoa, você não pode ser âncora. Você tem que ser foguete na vida da pessoa. Você tem que dar apoio para os sonhos, os desejos, os planos, as mudanças, os intempéries da vida. Você não pode casar com uma pessoa colocando obrigações do que ela tem que pensar, ser, fazer. Não pode. Você não pode fazer isso.
E ela fala pra ele, você me jura que você nunca vai querer ir pra Casa Branca? E ele fala, não, a gente não quer, né? Era óbvio, ele vai morrer, inclusive, querendo ir pra política. Aí não terminou a série. Nos documentários que eu vejo, não mostram os problemas dentro da sala da casa deles quando ele tomar essa decisão. Imagino que vem por aí. A gente vai ver juntos nos últimos episódios. Mas você não pode fazer uma coisa dessa. Você não pode casar com uma pessoa colocando limites na vida dela.
Não faz isso. Isso é tóxico, isso é mal, isso é ruim, pra pessoa pra quem você tá fazendo isso e pra você mesmo, que você vai ficar sempre na berlinda. Mas eles vão casar. Gente, essa mulher casa com o John Kennedy Jr., o homem que na época ele sempre ia ser o homem mais sexy do mundo em tudo que era revista. Ele era o homem mais fotografado do mundo. Ele era o homem mais desejado do mundo. Ele era filho da Jack Kennedy e do John Kennedy. Ele é lindo.
Cara, qual a dúvida que ele vai sempre ser papariseado? E você que está com ele, se você não gosta de ser famoso, não casa com um cara famoso, vida. Não dá, você quer casar com o Michael Jackson e não quer que ninguém apareça tirando foto na tua casa? Ah, me poupe, né?
Ah, não, quero casar com você, mas não quero que ninguém venha te pedir uma selfie. Ah, então vai casar com outro, vai casar com você mesmo. Coisa chata. Cara, é insuportável isso. Ela vai mudar e o que acontece? Como ela se torna muito arredia a tudo, por exemplo, todas as revistas convidam ela pra uma entrevista. Isso é normal.
Afinal de contas, ela se tornou uma Kennedy. Ela vira Caroline Basset Kennedy. Ela é casada com o homem mais desejado do mundo. Ela conquistou o solteiro mais desejado do mundo. Um homem lindo, filho de quem é, que pode um dia vir a ser presidente dos Estados Unidos. É legítimo o convite. Ela é convidada pela Oprah, ela é convidada por todas as revistas, ela é convidada por todos os programas e ela nega tudo. Ela se fecha numa concha. O que vai fazer?
do desejo pela falta dela maior ainda.
Não pode. E ela é uma RP, uma publicitária de moda. Ela tem que saber de publicidade, ela tem que saber de marketing nessa hora, inclusive por ela mesma. E ela vai se tornando claramente deprimida. Tem muita gente que fala que ela tinha drogas também e tudo mais e tal. Dizem muito que eles eram muito infiéis, tanto ele quanto ela, e aí o Bruno é deles. Em 95 eles vão casar. Em 96 vai ter coisa e tal.
Aí, eles vão ter um monte de problema. Eles vão até ter sessão de terapia. Gente, terapia de casal com dois anos de casamento, ah, sinceramente, ah, não. Eles vão casar em 96. Eles casam em 96, eles ficam juntos em 95 e casam em 96. Não, gente, faz isso não. Terapia de casal com dois anos de casado?
E você, antes de casar, estava empurrando um ou outro, estava sendo empurrado no parque, com um monte de fotógrafos tirando foto. Não. O que mais você quer de... de... aviso. Porque não vai dar certo. É óbvio. E ela fica muito chata. Ela não quer ir nos eventos com ele. Ele precisa ir aos eventos.
Depois ela vai, ela mesmo vai se envolver um pouco em eventos beneficentes, ela vai ajudar ele em alguns eventos com patrocinadores, porque ela conhece muita gente, até porque ela vinha da Calvin Klein. Ela tenta ir trabalhar na Ralph Lauren, só que os paparazzis são insuportáveis, ela se sente aquada, ela se sente limitada, ela se sente demais, ela se sente muito vítima de um lugar onde ela se colocou.
Então é muito difícil você ficar lá dela na hora que tem aquele... Porque, assim, esse é um universo que podia não ser seu, mas você sabia que existia. Até porque, gata, tudo veio da Calvin Klein. E você mesmo, quando fazia eventos, você chamava todos os fotógrafos. Então não venha me dizer que tudo isso é muito novo. Você não era uma mulher que vivia dentro de um escritório 24 horas por dia, você não sabia nem que era John Kennedy Jr. E quando você casa, você fala, meu Deus, quem é Kennedy? Não. Não.
Não rola. Você já conheceu a família dele antes. Você já sabe qual é a vida dele durante. Você já viu ele, antes de você casar com ele, antes de você namorar, antes de você dar beijo na boca dele, você viu que é ele chegando numa festa. Então, pra você não podia ser novidade, nem podia ser um limitador. Pelo contrário, essa é a realidade. O que vai fazer?
Eu vou casar com um homem que mora no meio do mar. E eu quero que ele vá morar em Campos do Jordão. Não dá isso. Ele mora no meio do mar a vida inteira. Ele me convidou pra morar com ele, casar com ele, pra viver no barco. Agora eu quero tirar ele do barco. Então eu não casa com o cara do barco, gente. As pessoas querem o quê também? Não dá todo o mar, porque ele tá irritado. É tudo mesmo, vamos seguir. Eles vão casar, vai ser um inferno.
O casamento... Eu não sei por que chamar lá a história. Pra mim isso não é amor. Uma história de amor. Isso é uma história de obsessão. Uma história de amor... Gente, amor é bom.
Não quero mal, como diz a música, que é a poesia de Camões. Não quero mal, e também tem mistura com a oração de Santo Agostinho. Não quero mal e nem se envaidece. O amor, ele é positivo, gente. A gente tem que casar. Não é com quem a gente é oposto. A gente tem que casar com quem a gente tem similaridade. Clique, junção, desejos parecidos. Para serem pais a vida, gente.
Eu jamais casaria com um surfista que precisa pegar onda todos os dias às 5 horas da manhã. Eu detesto ir ao mar às 5 horas da manhã. Eu não gosto, eu gosto de acordar às 4 horas da manhã e trabalhar na minha vida. Não atrapalha ninguém. Só que não pode o Aru virar pra mim e falar Não quero mais ter trabalho às 4 horas da manhã. Me empolpa, meu trabalho, sempre trabalhei cedo, eu gosto. Quer me mudar agora? Ainda mais velho? Imagina. Você precisa entender também, assim...
Com quem você vai casar, com quem você vai namorar, pra que seja bom pra você ir pro outro lado, gente. Agora as pessoas querem casar com uma pessoa e mudar a pessoa. Tem esses machos feras que pegam as mulheres, querem que elas parem de usar maquiagem. Pô, sabe?
Não sei também como é que as pessoas aceitam isso. Bom, aí sigamos. Então ele vai estar nesse universo, tal, ele vai estar um porre a relação deles. Ah, eles até fazem uma coisa, quando eles falam de lua de mel, eu vou falar uma coisa aqui, entendo o que eu vou dizer. O Aru falou, não fale isso porque tem gente que faz isso. Eu vou falar. Eu vou falar. Você pode não concordar comigo e a gente vai continuar mesmo. Mas pensam o que eu vou te dizer.
Uma das coisas que mais eu acho problemático em relações, que as pessoas querem mostrar para o mundo quanto a gente se ama, é a tal da tatuagem.
Gente, você marcar a sua pele e o outro marcar a pele dele com o símbolo que seja dos dois, eu acho que vocês estão no dia de uma terapia. Por que serve a aliança? Porque nós estamos enlaçados.
Se você quer muito, eu tenho aliança, vocês nunca me viram, sabe por quê? Eu detesto, nem o relógio mais estou usando, eu não gosto de nada grudado em mim. E eu sempre tenho a mania de, quando eu estou com a minha aliança, eu tiro, eu estou jantando na casa de alguém, eu tiro e põe em cima da mesa. Relógio eu tiro e põe em cima da mesa, eu vou lavar a mão e tiro tudo. Eu tenho medo de perder, e é um objeto importante para mim e para o Aru. Então, eu não uso.
Eu só uso em locais extremamente seguros, tipo na minha casa, em festa, porque eu sei que eu vou achar. Vou lá em casa de algum amigo, um jantar muito pequeno, que eu sei que se eu perder, ele vai achar. Então, a aliança, sabe por quê? Se um dia acabar, você tira a aliança. O que você faz com a tatuagem? Você vai apagar, vai ficar a marca de qualquer jeito.
Cuidado, e eles fazem uma tatuagem iguais, ele e ela. Você percebe que eles têm uma coisa adolescente de emoções? Porque como ele nunca teve uma relação séria e ela nunca se permitiu gostar de ninguém, aquele universo onde eles estão tentando entrar é novo demais pra eles. Então eles são dois bobinhos entrando nessa coisa. Eles acham que o amor é só transar e só dar beijo na boca. Não é.
Mas não é mesmo. Essa parte a gente vai deixando até uma hora, porque outras coisas muito mais importantes vão acontecendo. Tem pesos e medidas, tem balanças na vida. É assim. Amor, ele é positivo, ele não te destrói. E isso vai acabar acontecendo com os dois. Ela vai acabar entrando em depressão e ela vai atrapalhar muito ele. Ela atrapalha muito ele.
Ele dá apoio pra ela em qualquer coisa, pelo menos na série fica mostrando isso, tá? Não tô aqui defendendo macho, fêmea, tô falando que dá pra ver. Ela atrapalha ele. Ele precisa ir num evento, ela não quer. Ele precisa... E ele não pode chegar sozinho. Pode chegar sozinho? Pode. Só que se ele começar a chegar sozinho o tempo inteiro, vamos perguntar se ele tá separado. Só que essas pessoas públicas, a vida se torna pública. É um inferno, vai mexer na revista dele. Sabe? Não dá. Tá bom.
Vai, vai, vai, vai, vai. Em 99, aquele amigo primo dele vai voltar a ter o câncer. Em 99.
Ele descobre que ele tem um câncer. E é uma coisa muito louca, que em 1999 vai ter o impeachment do Bill Clinton, aquela coisa da Monica Lewinsky, que é ótima, uma série excelente também, do Ryan Murphy, American Crime Story, impeachment, excelente. E o John Kennedy Jr. decide não fazer a cobertura do impeachment do Bill Clinton. Isso vai botar a revista dele, a berlinda da liberdade historial.
Porque era o maior assunto político que existia e ele não faz uma página sobre aquilo. E ele vai caindo, a revista vai caindo, ele vai tendo um grande problema e ele vai ser convidado a começar a pensar na política. E ele gosta da ideia. Ela não vai curtir essa história, como eu falei lá atrás. Ele vai primeiro pensar em ser senador, mas daí a Hillary Clinton vai sair a senadora para Nova York e daí ele vai pensar em ir para governador.
depois do estágio Nova York, claro, e ela... Mas não vai nem chegar triste, porque ele vai morrer em 99. Em 1999 chega, as revistas vão... E é muito interessante o documentário do Histler, que eles vão mostrando o tempo através das revistas, mês a mês. Vai ficando tão angustiado.
O primo dele, que é o melhor amigo dele, que é filho da irmã da mãe dele, ele volta o câncer e sabiam, inclusive, que ele teria, ele iria partir a qualquer momento. E o John Kennedy Jr. fica extremamente angustiado de pensar na morte daquela pessoa tão importante na vida dele.
Ele tenta de todo... Todo mundo fala ali, me falar era bom, né? Todo mundo fala, em todos os lugares que eu vi, que ele era um homem muito bom para os amigos e para quem ele gostava. Ele tentava muito proteger todo mundo, até porque, né, gente? Aquela fotinho dele batendo continência para o pai.
não é um vídeo, né, que você vê o caixão passando, ele bate continência. Ele é um menino que passou por mortes doloridas e arrancadas. A Jackie Keynes vai morrer de câncer em 94, muito jovem, ela morre aos 64 anos. Mas ela morre de uma doença.
Ele teve o pai arrancado dele, ele teve o tio que foi... e eles se gostam todos. E aí vem o primo deles, que ele gosta muito, que é muito novo ainda, tem a mesma idade que ele, ele estava com 39 anos, ele é de 60, é, ele estava com 39 anos, ele nem chegou aos 40 anos. Ele então vê o primo indo embora, e é a pessoa que era o espelho dele a vida inteira.
E aí, ele fica muito angustiado, e todo mundo fala que ele sempre cuidou muito das pessoas e fala, olha, eu vou te ajudar a achar o melhor médico. Tudo que ele tinha de poder por causa do nome dele e por ele ser ele, ele entregava também para os seus amigos e para a sua família. Preciso de um médico, ele ia atrás e falava, olha, sou o John Cannon Jr., você vai ajudar aqui minha mãe, você vai ajudar aqui meu amigo, você vai ajudar aquela pessoa que eu conheci ontem na padaria.
E eu andava de bicicleta para Nova York, ele se negava a ter segurança, ele tinha umas coisas muito interessantes.
Tentaram, eu tenho até umas coisas que planejavam o sequestro dele, mas nunca o sequestraram. E ele vai, então, em 99, tem muitas coisas, está chegando o milênio, não é o século 21, gente. O século 21 começa em 2001, tá? Porque o mundo começa o ano 1, Jesus Cristo, tem ano 0. Por isso que 1900 é século 18, século 20 é 1901.
a 2000, pra dar 100 anos. Mas era a virada do milênio, eu me lembro do bug do milênio, que todo mundo achava que todos os computadores iam parar. Foi um ano muito, assim, angustiante. Era muita coisa, todo mundo achava que o mundo ia acabar. O John Kennedy Jr., então, que ele gostava, ele tinha uma coisa de esportista, radical, ele gostava de caiaque, disso, daquilo, ele gostava até daquele ultralével, é ultralével? Aquela coisa que gira, gira, gira e sobe com...
paraquedas, e ele quebra o pé, e para ele foi muito ruim, porque ele gostava de correr, ele gostava de exercício, isso, aquilo. E o primo dele está morrendo, e ele vai para a Martha's...
Martha's Island, uma coisa assim, é uma ilha que tem ali em Massachusetts dos bilionários. Até eu acho que aquela série horrorosa com a Juliane Murciereias, que eu já falei dela, eu acho que se passa nesse local. É um local de bilionários. Todo mundo fala muito dos Hamptons, aquilo é de bilionários. Inclusive o próprio John Kennedy tem uma casa ali, nesse Martha's... Martha's o quê? Agora esqueci.
E ele gostava de pilotar. O sonho dele era ter avião, porque ele gostava, inclusive, de ir para aeroporto, porque era sempre inferno quando ele ia aeroporto, por causa de fotos, aquilo, blá blá blá. Ele compra um aviãozinho que eu não entro naquilo, mas nem a pau, juvenal. Porque aquilo parece uma lata de sardinha com duas elas. Mas não entra, mas não entra. Gente, eu não entro em helicóptero. Eu não entro em aviãozinho pequeno. Não é, não gosto, não vou. Você não me põe. Eu não vou, eu grito.
Eu começo a gritar que vai chegar toda a polícia do mundo. Eu não entro, Deus me livre. O avião que ele... Deus do céu, Senhor Jesus. E ele ainda não está um superpiloto, ele ainda tem que ter um instrutor. E ele tem dois pontos. O amigo dele, esse primo, está morrendo. Aí ele está nessa casa dele, em Martas Vinhard. Martas Vinhard, uma coisinha. E ele vai pra lá.
Ele até vai de avião pra lá, fica com o primo dele muito tempo, ele já vê que o primo tá morrendo, ele se deprime demais, ele tá muito angustiado, ele chega a escrever o obituário do primo, que ele ia falar na morte do primo. Ele vai e volta pra Nova York, na verdade ele sai de New Jersey, que é o estado colado a Nova York. E ele vai, só que daí vai ter um casamento de um primo dele. E a Caroline fala que não quer ir ao casamento. Ele fala, pelo amor de Deus, senhora.
Por favor, entenda uma coisa. Eu tô querendo sair político. É o casamento do meu primo. Se eu aparecer sozinho no casamento do meu primo, eu vou ser a notícia. John Kennedy Jr. chega solteiro ao casamento. Me ajuda, né, gata? Pô, tem umas coisas também, gente. Pelo amor de Deus, né, garota? Então por que você casou com esse cara? Você é chata. Ou era Deus mandando ela no... A irmã dela, ela tem duas irmãs gêmeas, lembra? Mais velhas. Uma delas, ela é... Ela é super...
bombada num banco. A própria família da Caroline fica preocupada da Caroline casar com o John Kennedy Jr., porque fala, pô, é a sua vida, é a sua carreira. E ela, na hora, não pensou. Bom, aí ela fala que não quer ir no casamento, é dia 16 de julho de 1999. E ela, daí ele fala, vai, e ele tava até com o pé quebrado, porque ele quebra o pé.
Por causa desse pé, eu já contei, né? Daí ele vai lá e fica... Ele tinha acabado de tirar, inclusive, o gesso, acho que ele estava com aquele RoboFoot, uma coisa assim. E aí ele vai pilotar aquele aviãozinho, que não já tinha, aquele aviãozinho que não devia nunca ter sido construído. E ele vai em direção para esse Martas, eu sei das quantas.
E ele nunca mais vai chegar. Não vai chegar. Nenhum dos três vai chegar. O avião vai cair e vai ser uma grande comoção, porque como eu falei lá no começo do vídeo, ele só tinha 39 anos. A Carolina tem seis anos a menos que ele. Ela morre com 33 anos. A irmã delas vai ter 36. Então, pessoas que não tinham 40 anos estavam desaparecendo literalmente no ar. Impacta em tudo. No casamento da família.
Nos Estados Unidos, o príncipe herdeiro morreu de uma maneira inesperada, e ele pilotando o avião. Estavam essas três pessoas porque a irmã da Carolina vai junto, porque parece que naquele lugar onde ela ia descer, a irmã ia para outro lugar e a Carolina ia para esse casamento e depois ia encontrar a irmã.
Por isso que a irmã está neste navio. E é... navio é bom, né? Nesse avião. E fica uma comoção, o próprio Bill Clinton, que era o presidente, coloca toda a guarda costeira e fala, não, é a família Kennedy, cara, a gente vai ter que até o fim achar... Eles acham os troços, acham algumas malas, mas não acham os corpos. Os corpos são encontrados depois muito profundamente, eles são retirados, é feita uma cerimônia extremamente fechada, eles são cremados.
E eles voltam, toda a família volta para o local onde o avião caiu para jogar as cinzas ali, que foi o último lugar onde eles estiveram vivos. Acho que até para não se fazer também, sei lá, as pessoas ficarem visitando cemitérios, essas coisas. E impressionantemente quem está ali na jogada dos cinzas, esse primo que é o melhor amigo dele, o irmão da vida dele.
que ele, John Kennedy Jr., achava que era o enterro dele, e na verdade foi um amigo dele que vai ao enterro dele ali no mar, né, ou jogar cinzas.
O John Kennedy Jr. morre dia 16 de julho, dia 10 de agosto de 1999, esse primo dele vai morrer, menos de um mês depois. Eles eram muito ligados. Muita gente fala que era uma coisa de almas e tudo mais, que a grande alma gêmea do John Kennedy Jr. era esse primo, esse irmão. Não era sexual, não. Não estou dizendo que o John Kennedy seja gay, não é nada disso. É que as almas gêmeas não necessariamente precisam ser sexuais, né? Eu tenho almas gêmeas com grandes amigos meus.
Então, isso não tem nada a ver. E ela, e ele, eles morrem juntos, praticamente. E aí, vai. Essa história do John Kennedy Jr. e da Caroline Basset, eu não acho uma história de amor, eu acho uma história de obsessão, e eu acho uma história de dois adultos que não tinham maturidade emocional e se envolveram numa história que poderia ter sido muito mais legal. Mas, essa é a história de cada um.
Gostaram? Assista uma série muito boa. É o Love Story, John F. Kennedy Jr. E Caroline Basset. Caroline Basset. Não, Caroline. Caroline. Caroline, né? Se eu falar errado também, gente, é a Carol. Da vida. E ela...
E parece que... Acho que acredito que vão ter outras temporadas, porque meio... Field, o American Crime Story, se tornou uma marca. Como Monstros também é dele. Então ele criou uma marca agora. Love Story. Não sei quais próximos podem ter. Temos grandes histórias de amor por aí para serem contadas. Então a história é essa. Espero que vocês tenham gostado. Se tem mais alguma coisa, eu não tenho mais coisa aqui. Espera aí. Deixa eu dar uma olhada. Espera lá.
Que agora a gente vai ver. Família é parte do prédio. Faz mala. É, ele fez da Merlin, né? Ah, tá bom. É isso. Então, beijo pra vocês. Até daqui a pouco. Tênis de hoje tem que gravar. Hoje eu ainda gravo mais. Até já. Beijo.
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