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MoovCast 23 - ACT

07 de maio de 20268min
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Assuntos5
  • Lançamento do álbum NarcisistaACT · Narcisista · Trap nacional · Estética visual
  • Mudança de estética e sonoridadeGinásio · Narcisista · Cor vermelha · Paixão · Sangue
  • Conceito e mensagem do álbumÁlbum conceitual · Experiência auditiva · Clima do ouvinte · Paixão · Decepção
  • Colaborações criativas e parceriasColaborações internacionais · Organização de feats · Home studio · MC Felipe Thierry · Guz · Cold · Álvaro
  • Bate-bola rápidoFaixa favorita: Bipolar · Sentimento
Transcrição22 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Você ouve agora, Movecast. Salve, salve, galera. João Lucas na voz e tá começando mais um Movecast. O programa da Move FM que conecta você com a música, com a cultura e tudo que movimenta a cena urbana. E hoje o papo é sobre lançamento, estética e emoção no trap nacional. O artista ACT chega com um novo trabalho chamado Narcisista e um álbum que marca mudança forte na sua sonoridade.

com o conceito visual do artista. E pra falar desse novo movimento, a gente recebe ele. É ACT, Artista Compositoriamente Criativa, por trás desse projeto narcisista. Seja muito bem-vindo ao MovieCast. É nóis, meu irmão. Muito obrigado. Tá ligado? Muito obrigado à recepção de geral aí. Que Deus abençoe grandemente. Vambora.

É isso aí. O narcisista vem depois do ginásio, que tinha uma estética totalmente diferente. O que é que levou essa mudança tão drástica? Pra quem não sabe, ginásio é em homenagem ao ginásio da G9. Como é que conta isso pra gente?

Na verdade, a mudança de estética sempre vai de acordo com o sentimento que eu quero passar, certo? Ginásio é mais um sentimento de caos, um sentimento mais bagunçado. Mirando já no narcisista, já o sentimento que ele é um pouco mais melancólico. Por isso que ele traz esse vermelhão e o ginásio traz aquela estética mais negativa, preto e branco, branco e preto. Então, vermelho virou a estética desse novo projeto, né? O que essa cor representa a narrativa do disco?

Eu acho que o vermelho, ele traz um sentimento, ele é bem, na verdade, é bem, como é que fala? Sentimental, né, mano? Vermelho é paixão no meio disso, já é também, me lembra sangue, me lembra, tipo, um negócio que realmente você, tá ligado? É de você, tá ligado? É da pessoa, então o vermelho eu acho que é uma cor que remete muito bem à profundidade que eu quero passar.

É, a gente percebe fácil que ele é um disco emocional e melancólico, né? É um projeto que é mais um desabafo ou uma reflexão? É mais um desabafo, irmão. É demais? É real. É mais um desabafo, com certeza. E esse processo de criação foi bem híbrido, né? Você teve um monte de colaboração até de fora do país. Como é que você fez pra juntar isso tudo?

Nossa, essa é da hora, hein? Mano, na verdade, eu fiz o álbum todo... Eu fiz ele bem cru. Eu já sabia, já que eu ia colocar algumas participações. Aí, nisso daí, meus empresários, pessoal que me ajudam a fazer toda a gestão do álbum, eles já entravam em contato com os mano.

E normalmente, quando era bem o dia certo de receber, eu envia a sample, tava lá, aí eu simplesmente fazia a colagem e a gente sempre negociava a questão de porcentagem, essas coisas, pra sair certinho. Importante demais essa organização toda por trás, principalmente fit, né? Porque é uma colaboração sua e um trabalho com o artista que vai ficar aí pra posteridade. Então, se preocupar, tudo organizadinho, né?

É, tem que ser enjoado, né, irmão? Ainda mais também que hoje em dia as coisas são bem burocráticas. E se estratégia de lançamento e divulgação também, planejar tudo com eles, para ver a responsabilidade de cada um? Na verdade, eu não sou um cara de soltar muita responsabilidade. Tipo assim, como eu sei que o álbum é meu, então eu acredito que a responsabilidade vai inteiramente minha. Claro, a responsabilidade é se eu colocar outro artista para criar...

Um feat vai ser fazer uma parte boa, assim como se eu colocar um cara pra fazer um sample, vai ser fazer aquilo ali top. Então, na verdade, nada é mais esperado do que já o conversado. Você grava muito em home studio, né? Você acha que como é que foi esse desafio de construir isso? Irmão, vou falar pra você, eu sempre me dei melhor em home studio.

tempo, sem pressão com certeza, é qualidade você pode fazer da forma que você quiser apagou, começa de novo mas eu gosto também de fazer a finalização em estúdio eu não sou um cara que eu gosto de finalizar no home studio também e aí, teve MC Felipe Thierry, Guz, Cold como é que você escolheu essa conexão com essa galera?

Essa conexão foi top, hein? O Felipe, na verdade, ele tá sempre comigo. Ele é meu faixa preta, né? Então ele tá bastante comigo, então foi inevitável. Thierry Alves é meu filhão e muito talentoso. Cody também já é um cara que eu era fã dele. Ele anda muito com os caras da Supernova, o GA, entendeu? Então eu já ouvi ele de algumas outras faixas e eu já era fã. Não só eu, como os produtores, até que entrou na faixa sem saber que ele era o Fit.

Então, foi um negócio da hora O Marcelino também que representou Foi esse o Álvaro Que me ajudou em todas As mix, master, produção Bateria, matemática de tudo Entendeu? Trampo lindo dos moleque E o audiovisual, ele é muito importante Nesse projeto, você já falou da cor vermelho O pessoal pode esperar um clipe oficial Massa, não sei

Com certeza, não só um, como mais de um clipe oficial, bem jogado na estética que o povo gosta, né? Com aquele negócio sombrio, dark. Minha arte eu curto sempre puxar o lado gótico, né? Bacana demais. Narcisista, assim, ela é meio que uma experiência. O que você quer que leva as pessoas a ouvir nesse álbum inteiro?

Ele é um álbum conceitual, ele tem um conceito do álbum? Tem, com certeza. Ele é 100% conceitual esse álbum, na verdade. Eu acho que vai do clima da pessoa. Muitas vezes a pessoa vai estar ali num clima meio de paixão, vai ter uma música pra aquilo, tanto como vai ter um de decepção e todos puxados ali pro mesmo tema.

Bacana demais. E o que esse álbum representa na sua trajetória? Ele é uma virada de chave, você acha? Com certeza. Com certeza, porque eu acho que eu fiz um álbum, ele, sem querer nada, e na verdade eu... Não falando por mim, mas pelas pessoas que ouviu, eu acho que entregou bastante. Tá ligado? Eu acho que quando sair vai ser um negócio da hora. Bacana demais. E o que você queria deixar de mensagem pra quem ouvi esse álbum?

Bom, ouve de todo o coração, entendeu? Se você estiver na fase boa do seu relacionamento, você ouve. Fase ruim, você ouve. Também do mesmo jeito vai ser bom, entendeu? E é isso, tá ligado? Narcisista. Narcisista, na verdade, justamente eu coloquei esse nome, é pra você não ser. Entendeu? Então não seja narcisista. Cheio de uma pessoa mil graus, certo?

É isso aí, valeu demais sua presença, o bate-papo foi rápido, mais pra falar do disco, você confere ele todo na íntegra em movie.radio.br barra moviecast. Então, obrigado pela presença, você ter muito massa estar aqui com a gente, né, esses dias, quando você estiver ouvindo, já vai estar aí disponível em todas as plataformas, e fica o convite pra mergulhar aí nessa nova fase. Eu sou o João Lucas Ribeiro, e esse foi mais um Moviecast, mas antes de terminar, a gente vai fazer um bate-bola rapidinho aqui.

Daquele clássico de entrevista, né? Qual que você acha uma faixa favorita do álbum? Bipolar. Bipolar. E um sentimento que define o projeto? Sentimento que define o projeto é... O meu foi a ambição. Uma referência sonora que te influenciou nessa fase.

Kenny West. Sempre me influenciou em todas as fases, na minha opinião. O que mais te empreendeu no processo criativo? Os feats, você acredita? Bacana demais. De produtor e de cantor. Antes da gente encerrar, deixe sair as suas redes sociais, como o pessoal te acha, onde encontra, onde ouve o álbum. Deixa seu salve final aí pro pessoal.

É nóis, vocês podem me achar no Instagram, certo? Oficial ACT. Eu tenho o Instagram lá pra vocês me acompanharem no meu dia a dia. E no Spotify, todas as plataformas digitais, pode achar meu nome, ACT, YouTube, meu canal oficial, certo? Dia 7 tá nas pistas, Narcisista. Se você é feliz ou não no seu relacionamento, ou se é narcisista, vai tomar um, ou se é narcisista. Que Deus abençoe grandemente, família, vambora.

É isso aí, eu sou o João Lucas Ribeiro, esse foi mais um MovieCast. Até a próxima e segue o beat.

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