Moraes autoriza domiciliar para Bolsonaro; Cláudio Castro é condenado e fica inelegível
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- BolsonaroDecisão de Alexandre de Moraes · Prazo de 90 dias para reavaliação · Condições da domiciliar · Posicionamento de Flávio Bolsonaro
- Renúncia de Cláudio CastroAbuso de poder político e econômico · Inelegibilidade por 8 anos · Eleições de 2022 · Voto dividido no TSE
- Segurança OperacionalVetos presidenciais · Criminalização de movimentos sociais · Perda de receitas da União · Pontos controversos mantidos
- Violência contra a mulherAprovação no Senado · Penas de um a cinco anos · Regime fechado sem fiança · Distinção da lei do feminicídio
- Preços de Combustíveis e PetróleoProposta de subvenção · Divisão de custos entre estados · Substituto da desoneração ICMS · Reunião do Conselho Nacional Fazendário
- Inflação e Política MonetáriaRedução da taxa de juros · Decisão do Copom · Impacto dos combustíveis na inflação · Incertezas da guerra no Oriente Médio
- Mediação InternacionalPosição de Donald Trump · Negação do Irã · Negociações nucleares · Estreito de Ormus
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Muito bem informado em cerca de cinco minutos. Bora para o giro? Ontem aqui no giro, a gente falou que o ex-presidente Jair Bolsonaro estava próximo de obter direito à prisão domiciliar. Isso acabou se confirmando ao longo do dia. O ministro Alexandre de Moraes concedeu o benefício, mas estabeleceu um prazo para reavaliar essa decisão. O Igor Cardim tem os detalhes. Com a decisão do ministro Alexandre de Moraes de decretar a prisão domiciliar temporária de Bolsonaro,
O alvará de soltura do regime fechado já foi expedido. A prisão domiciliar, com prazo inicial de 90 dias após a alta, prevê uso de tornozeleira eletrônica, proibição total de comunicação externa, redes sociais e gravações, além de visitas restritas a familiares, advogados e equipe médica.
O governo continua tentando encontrar uma solução para os preços do diesel. Agora, o ministro da Fazenda, Dario Durigam, propôs aos estados dividir os custos para estabelecer uma subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel importado. Essa nova ideia substitui aquela proposta da semana passada de desoneração do ICMS que desagradou os governadores. Os estados devem analisar a proposta na próxima reunião do Conselho Nacional Fazendário, na sexta-feira.
O preço dos combustíveis é uma das preocupações do Banco Central com relação à inflação. Isso ficou bem claro na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária, que decidiu reduzir a taxa básica de juros de 15% para 14,75% ao ano. Ao contrário de janeiro, quando sinalizou para um corte na reunião seguinte, dessa vez o Copom evitou dar indicações e ressaltou as incertezas trazidas pela guerra no Oriente Médio.
O presidente Donald Trump voltou a dizer que os Estados Unidos estão negociando o fim da guerra contra o Irã e que a Casa Branca está conversando com as pessoas certas.
A gente volta já já com o giro.
Depois da renúncia do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, o Tribunal Superior Eleitoral retomou o julgamento por denúncias de abuso de poder lá na eleição de 2022. O Matheus Maciel acompanhou.
O Tribunal Superior Eleitoral decidiu nesta terça-feira tornar inelegível o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. A decisão veio de forma dividida entre os ministros, com placar de 5 a 2 a favor da condenação. As divergências aconteceram nos votos dos ministros André Mendonça e Cássio Nunes Marques.
Assembleia Legislativa do Rio. Todos os réus ficarão inelegíveis por oito anos. Depois de muitas idas e vindas e divergências com o Congresso, o presidente Lula sancionou o projeto de lei anti-facção com dois vetos. A Samanta Klein nos conta. O primeiro veto foi ao ponto que permitia que pessoas fossem enquadradas na lei mesmo sem comprovação de que integram facções, o que poderia abrir uma brecha para a criminalização de movimentos sociais.
do artigo que levaria à perda de receitas da União relativa à destinação de produtos e bens apreendidos do crime organizado para fundos ligados a Estados e Distrito Federal. Após pressão do Congresso, alguns pontos controversos ficaram no texto. São exemplos a proibição do voto de presos provisórios ligados ao crime organizado e a possibilidade de decretação de prisão preventiva para acusados
Um projeto importante para enfrentar violência contra a mulher avançou no Senado. A equiparação da misoginia ao crime de racismo com aumento das penas para ofensas contra mulheres. Vamos à Brasília com a Larissa Lopes. O Senado aprovou nesta terça-feira o projeto de lei que equipara a misoginia, caracterizada como ódio ou aversão às mulheres, ao crime de racismo. O texto prevê penas de um até cinco anos de prisão, além de multa.
não é autorizado o pagamento de fiança. A proposta tramitava no Senado desde 2023. O texto agora segue para análise da Câmara dos Deputados. Lembrando que a lei do feminicídio e Maria da Penha tratam de comportamentos abusivos e crimes contra mulheres, mas não mencionam o termo misoginia como crime.
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