RH de Deus #088
Você já teve que escolher entre seus princípios e sua sobrevivência? Até onde vale ir para manter um emprego, uma meta ou uma posição? E quando a ética custa caro? Neste episódio de Inverso, a conversa aborda os desafios da vida profissional cristã em um mundo de pressões, metas e valores cada vez mais distorcidos. Reflita conosco sobre proteção, fidelidade, identidade e coragem para permanecer firme mesmo em meio aos desafios.
Apresentação: Pr Richard Ogalha (@richardogalha)
Convidados:
• Dra. Raquel Fonseca (h@raquelfonseca)
• Dr. Filipe Piazzi (@filipe_piazzi)
• José Vincente (@zvjunior)
- Desafios da vida cristãPrincípios versus sobrevivência · Identidade e valores cristãos no trabalho · O papel do cristão como guardião de valores éticos · A importância da fé e da confiança em Deus diante de desafios · A ética como prática de princípios e valores universais
- A vida profissional e a féA não dissociação entre vida profissional e vida cristã · Desafios e pressões no ambiente corporativo · A importância de servir a Deus acima de tudo
- Desafios e aprendizados na vida de féA pressão por produtividade e sucesso material · A tentação de comprometer princípios por conveniência · A importância de testemunhar a fé mesmo em situações difíceis
- Moisés e a renúncia aos prazeres do EgitoFidelidade a Deus em meio a provações · A importância da identidade e integridade · A providência divina
- Estética e simbolismoProteção divina e bênçãos de Deus · A escolha de estar sob a proteção divina · Compartilhar a proteção com outros
- Crise de identidade e propósito pessoalServir a Deus como foco principal · Evitar a comparação e o egocentrismo · A importância de viver de acordo com a fé
- Etica e MoralÉtica não se limita ao trabalho, mas à vida · A importância das normas culturais e sociais · A integridade pessoal como base para a ética
- Natureza humana e vontade de servirServir a Deus como prioridade
Muitos de nós precisamos atuar como um guarda-chuva, como um guarda-chuva protegendo os valores éticos cristãos e a partir disso gerando essa área segura para que outros possam também se abrigar.
Fala, gente! Tudo bem com vocês? Nós estamos voltando com mais um episódio extraordinário do nosso querido Inverso. E olha, hoje promete. A mesa está quente, os convidados são muito extraordinários, muito legais. Você sabe que a gente tem uma regra aqui, que é a regra do não corte.
Tudo acontece no tempo em que ele acontece. Sem nenhum corte, falou errado, tropeçou, a gente tropeça, eu tropeço mesmo. E isso acontece de vez em quando aqui. Mas voltar ao inverso, semanalmente, é um grande presente que Deus tem nos dado. E sabe que a mim, principalmente, a nossa equipe que está aqui, que participou dos bastidores,
A gente fica muito feliz porque são sempre oportunidades de rever pessoas queridas e de conhecer pessoas queridas. E nesse caso, aqui hoje, eu só estou revendo uma pessoa, que é o José Vicente, que conheci esses dias atrás. Agora, os demais convidados, eu tive o privilégio de conhecê-los aqui.
E vai ser uma grande bênção ter vocês com a gente, falando desse mundo doido que a gente está vivendo, que está de ponta cabeça e a gente vem para colocar do jeito que Deus queria. O inverso traz isso. Essa posição contrária que todo mundo está dizendo, o certo lá, será que é o certo mesmo? É para isso que a gente está aqui hoje, para discutir um pouquinho. E o tema é bom. O tema é bom. E eu queria...
apresentar os convidados então na verdade assim só vou dizer o nome a apresentação fica por conta de vocês acho que podemos começar primeiro com as damas né e ela dispensa apresentações porque eu conheci pessoalmente dessa vez mas eu já vi
tanto a Raquel falar, estando nos programas, nos lugares, e eu estou aqui maravilhada de ter a oportunidade de estar junto com você na mesma mesa, Raquel. Fala para a gente um pouquinho da Raquel, quem é, é mãe, é vó, é uma profissional. Fala para a gente, Raquel. É uma honra estar aqui, pastor, e com os companheiros. Meu nome é Raquel Fonseca.
Sim, eu sou avó, sou mãe, sou esposa, sou filha do amado Senhor. E contando de trás para frente o que é que eu faço, atualmente eu sou analista comportamental senior, eu sou harmonizadora familiar. Eu fiz a faculdade de Direito e depois disso, pós-graduação, mestrado.
E, por último, depois dos 60 anos, Deus me permitiu mudar de profissão. Foi então que eu pude fazer o meu doutorado na área em que eu atuo, que é o mundo das pessoas, como treinadora comportamental. Sou palestrante, sou escritora, sou mentora.
E eu estou aqui a serviço do Senhor. E ele ainda não terminou em mim a obra que começou. Amém, amém. Olha, eu vou dizer uma coisa. Eu não conheço a Anny ainda. Vou conhecê-la pessoalmente, eu não conheço. Mas já conheci a Ivy. Agora dá para entender por que a Ivy é daquele jeito. De onde vem? O fruto nunca cai longe do pé. Eu vou falar, se não houvesse tanta humildade...
antes dessa apresentação, eu ia começar a diminuir na cadeira de agora. Mas que bom, que bom, doutora. Ver tudo isso, tudo isso que a senhora já fez, já conquistou e ainda é, e ver tanta humildade, tanta disposição de servir ao senhor.
Mas no fim das contas, sabe o que é conquista mesmo para mim? É o domínio próprio. Amém! É a conquista de mim mesmo ao longo dessas décadas que o Senhor tem me permitido viver.
Uau, uau. Bom, você já vai ter aí as redes sociais, elas aparecem na apresentação, então não perde a oportunidade de seguir esse pessoal aqui. Não é por ordem de importância, mas estamos... Estou adiante aqui, doutor Luiz Piazzi.
Um privilégio recebê-lo, um privilégio conhecê-lo, amigo. Muita simpatia, inclusive. Há uma ligação, inclusive, do Dr. Luiz Piazzi à Raquel. Quem sabe a gente atrecia o assunto em algum momento. Mas, Luiz, fala um pouquinho para a gente como está a vida, como é a família, qual é o trabalho, o que você está fazendo, amigão. Pastor, obrigado pela oportunidade. Duas coisas legais, assim, né? A primeira...
Você falou sobre a satisfação que é de poder voltar toda semana. É a minha segunda vez aqui e já é... E olha que tem um intervalo e já é super prazeroso. Então, muito legal. Segunda coisa, não temos corte, né? Então, a gente vai assim. Aí, o Luiz é meu parente distante. É Felipe Piazza. Ô, amigo, vocês me viram chamar ele errado e ninguém me falou nada.
Ainda bem que, né? E na verdade ainda perguntei se o pastor Luiz Piazzi, que é presidente, amigo, querido, presidente da Paulista Leste, era seu parente. Olha, talvez é um parentesco distante, mas muito me honraria. Ô Felipe, perdão. Mas fica à vontade. Eu sou um cara que eu não me ofendo mais com essa questão de errar em meu nome.
Porque eu sou Richard e me chamam de William, Christian. Já chegaram ao absurdo do Wallace, que é bem distante, né? Christian, Richard, William fica assim. O Ricardo, né? Estava perto. Ricardo, mas assim, eu não me ofendo. Mas sempre me incomodo quando erro o nome de alguém.
Não, mas está ótimo. Mas, Felipe, bem-vindo, queridos. Obrigado, obrigado. Desculpa, eu interrompi sua apresentação, por favor. Imagina, pastor. Eu falei, eu não posso perder essa. Eu vou virar mesmo, você sabe, né? Mas está tranquilo, está tranquilo. Eles aproveitam isso. Pastor, bom, sou o Felipe. Sou, acima de tudo, filho de Deus e esposo da Dani.
Dani Piazzi, sou pai da Belli, profissionalmente tenho uma atuação como advogado e professor de Direito, sou professor no Nasco, professor em outras faculdades também. E é um prazer estar aqui, eu acho que...
Pra além disso, a vida... A gente fica falando muito de mim, assim, eu tenho até meus cuidados, mas eu tenho muito prazer com o que faço, Deus tem cuidado de mim. Atuo como advogado num escritório em São Paulo e sou super feliz com o que faço.
E estou aqui disposto para a gente dialogar um pouco mais sobre esses impactos da vida profissional, da vida cristã. Elas não se dissociam, elas são conjuntas. E é um tema que particularmente é muito caro a mim, então eu adoro debater sobre ele. Então obrigado pela oportunidade e pelo convite. Um privilégio é todo nosso. Obrigado. Agora só faltou chamar o José Vicente de João Vicente. Está tudo certo.
José Vicente, querido, eu tive a oportunidade de conhecê-lo ali na porta da igreja, o pastor Eli Barbosa, que também é meu pastor agora voltou a ser meu pastor depois de anos ele já tinha sido nosso pastor me apresentou você como o primeiro ancião ali da igreja, né? Central de Artur Nogueira. E amigo, fala um pouquinho mais, deixa a gente te conhecer um pouquinho mais, quem que é o José Vicente hoje, qual que é a sua área de atuação você apresenta pra nosso público, nossa galera aqui e aí
Boa tarde, boa tarde, pastor, boa tarde, amigos. Talvez vocês não me conheçam, provavelmente vocês não me conheçam, mas eu já conheço todos vocês. E para mim, pastor, é um privilégio poder estar aqui e poder aprender presencialmente, porque acima de tudo é a minha expectativa, poder aprender com vocês todos, com a experiência que vocês têm. Então, realmente é uma satisfação, eu me sinto muito honrado por estar aqui.
Pastor, realmente eu fui desafiado a estar como ancião na igreja de Arthur Nogueira e tivemos o prazer de nos encontrar ali. É a missão que Deus tem nos dado atualmente e a gente ora cada dia para que Ele nos capacite para isso, porque a gente se sente totalmente limitado e dependente dEle. Então que Deus nos use acima de tudo. Mas eu sou filho da dona Natalina e do seu José, lá do Mato Grosso do Sul. É, terra boa.
Terra boa, é. Terra de quem gosta de pescar. E sou irmão de outras seis pessoas dali, do Mato Grosso do Sul, queridos irmãos, espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Sou formado em Direito pela Universidade Unaspe. Fui aluno na pós-graduação do professor Piazzi.
Talvez ele não se lembre, né? Lembro, que isso? Mas eu tive essa satisfação, professor, apesar de ser online, né? Sim. De participar. E claro, já assisti a doutora Raquel também algumas vezes. E tive o privilégio de aprender bastante. E hoje, presencialmente, nossa, eu estou maravilhado aqui de poder...
compartilhar esses momentos presencialmente, absorver o máximo possível. E me perdoem se em algum momento eu ficar quietinho ouvindo vocês, é porque realmente, talvez eu seja o mais velho, não, não, talvez não, né? Mas certamente eu absorverei muito. Tenha certeza.
De que a velhice é um privilégio. Sem dúvida. Eu já vivi sete décadas e quatro anos completos. Estou vivendo o meu 75º ano. Então não vem com essa história de mais velha não. Mas é que o seu espírito é tão jovem que eu me senti assim, nossa.
São pessoas tão novas e eu vou aprender tanto com elas hoje, apesar da minha idade. Mas que bom, o espírito acima de tudo. E conversar sobre trabalho, eu tenho a minha função profissional também, eu sou bancário, trabalho numa instituição financeira já há pouco mais de 20 anos. E a gente espera trazer um pouco desse mundo corporativo que a gente vive, a nossa relação com os nossos princípios, a nossa religião.
e poder trazer um pouco da nossa experiência, quem sabe colaborar com aquelas pessoas que estão nos assistindo, que nos ouvem, para que de alguma forma o Espírito Santo possa tocar e ajudar a cada um de nós.
É isso aí. Gente, que privilégio Deus está me dando, viu? Estão me perguntando o que eu estou fazendo aqui hoje. E a mesma repórter de profissionais do direito. São todos doutores aqui, todos formados na área de direito. Aliás, quando o doutor Felipe falou, eu tive o privilégio de ser professora de direito comercial e do trabalho.
no Unaspe São Paulo, no momento em que precisaram, e eu pude viver um pouco aquele ambiente acadêmico desafiador para ter certeza que hoje eu estou no meu lugar. Não é lecionando, eu admiro demais a sua pessoa e cada professor. E os professores têm uma missão, não é só profissão.
Eu digo que a docência é um sacerdócio. Sim.
Para além do conteúdo que eu tenho que ministrar, eu tenho um compromisso desse aluno assimilar, entender, mas para além disso eu preciso também orientá-lo na vida, ajudá-lo. A gente está um pouquinho adiante na jornada, está todo mundo na mesma estrada, só um pouco. Então o que eu recebo de conversas de alunos e a gente tenta orientar, eu acho que essa é a função mais importante, o legado mais relevante, é inspirar.
Formação de gente. É, eu chego em casa, eu falo hoje, quando você tem a sensação e a certeza, eu inspirei alguém, valeu qualquer coisa. Que legal, que legal. Bom, gente, se... Ah, desculpa. Não, imagina, só para complementar, eu acabei me excedendo até na apresentação, mas eu esqueci de citar, ele falou do magistério, né? Eu sou o esposo da Débora, que é professora da nossa escola aqui em Arthur Nogueira e pai do Theo. O meu menino também estuda ali na escola.
E realmente, a gente compartilha o magistério. Eu vejo ela se preparando, se inspirando e fazendo diferença na vida das pessoas. E você faz diferença na vida das pessoas. E como fez na minha... E eu tenho certeza que... Na minha vida, depois talvez, talvez saibam quanta diferença ele fez e faz. Que legal, né? As principais pessoas que vocês têm formado na vida é isso aí. A Othel, a Belly, a Ivi, a Anne.
A Sara, minha neta. Agora os netos, né? Que benção, que benção. Sem esquecer dos genros, querido. Que amor. Olha, só pra falar pro genros que depois dessa, amigos, vocês podem... O almoço de sábado tá garantido. Por favor, manda um presente pra sogra. Por favor.
Gente, vou pedir pra entrar a caixa aqui A caixa é o prato principal Do nosso podcast Do nosso inverso Antes de mais nada, se você tinha alguma dúvida De que você ia gostar desse podcast Da temática de hoje Acho que diante da mesa que nós temos aqui hoje Já vou te dar a dica, gente, já curte esse negócio aqui
comenta, compartilha com o pessoal, tá bom? Vai ser uma grande bênção repartir o que nós vamos discutir aqui hoje com outras pessoas. Vamos lá? Bora pra ver o que que prepararam pra gente aqui hoje, gente. Sempre surpresinha. Hoje tá até preso aqui o negócio. Vamos ver? Vamos lá? Eita. Eita, nós. E aí, esse utensílio aqui?
Muito usado, aliás, num dia como o de hoje, né? Precisou ser usado. Muito usado. Qual a impressão de vocês relacionada ao nosso tema de hoje? Podem abrir o verbo e tentar relacionar, porque é assim mesmo. Esse é o nosso primeiro trabalho mental aqui. Ver o que que... Tem alguma orientação aí? Ou não? É só assim mesmo?
Mas diz que dá má sorte esse negócio. Não dá, Bruno? Que isso? Que isso? Eu tô brincando, tô brincando. Vamos ver. Vai que tem alguma surpresa aqui, né? É, não tem. Não, não tem não. Ele só é verdinho, bonitinho mesmo. Acho que combina mais com a senhora. Talvez, talvez. Mas aí, o que vocês pensam? Tem pessoas que vão dizer que isso é um guarda-chuva e eu posso dizer que ele é um guarda-sol.
Eu posso convidar você, pastor Richard, para vir. Muito obrigado. Para compartilhar a minha sombra. Que imenso. E quando houver a chuva, eu posso dizer, vem cá.
Chega aqui perto e eu ajudo te proteger. E isso é ético. Ah, muito bem. Eu entrego para você o guarda-sol, o guarda-chuva. E aí? Ó. O que a gente faz? A gente fecha? Acho melhor fechar. Senão o pessoal da câmera não vai conseguir enxergar. Vou deixar ele aqui meio abertinho, que aí vai dar uma impressão um pouco melhor.
Pastor, numa relação já meio de imediato, a gente não tem nem muito tempo para decantar o tema, para relacionar, mas me parece que o guarda-chuva pode ser comparado dentro de um contexto de provisões divinas para a vida profissional. A vida profissional nunca é linear.
Ela é uma vida sempre motivada a interesses e também nós temos alguns desafios nesse processo. Desde o Éden, assim, a rosa terá espinhos agora. Com o suor do seu rosto você vai lavrar essa terra. Então, o trabalho deixa de ser prazeroso para continuar sendo prazeroso, mas ter os seus desafios.
E só há uma forma de enfrentar esses desafios, sob a proteção de Deus, sob as bênçãos de Deus. E eu vejo muitas vezes na nossa vida, nós tendo essas bênçãos todas como se fossem um guarda-chuva, cobertos por essas bênçãos.
Eu acho que muitos de nós podemos relacionar fatos da nossa vida, onde nós identificamos que não fosse uma atuação divina, uma intervenção do céu, certamente algumas coisas não teriam acontecido. Acho que a gente, no backstage aqui, já pôde dialogar várias coisas e unir pontos que aparentemente...
são isolados, mas eles têm conexão, existe um Deus protegido. Então eu vejo, assim, num primeiro olhar, esse guarda-chuva podendo ser comparado de forma análoga à proteção divina, aos cuidados de Deus. Uau, legal, ótima visão, ótima visão.
Eu pensei algo semelhante com o doutor Piazzi. Eu vejo como se fosse realmente uma proteção. Ok.
Algo que está acima de nós, mas que nós podemos escolher estar ali ou não. De repente, a nossa vida segue embaixo desse guarda-chuva, que são as bênçãos de Deus que estarão ali à nossa disposição. Mas nós temos o cabo.
Nós podemos colocá-lo sobre nossas cabeças, podemos emprestar, podemos dividir com outras pessoas, chamar, vem pra cá, vamos ficar juntos. E a gente pode também, de repente, por alguma outra atividade, acabar se distanciando ou não usando, pra de repente desfrutar ou aproveitar a sensação da água.
a sensação do sol, mas será que ele estaria ali à disposição se ele realmente não fosse para o nosso bem? Então, assim, o que me veio à cabeça foi isso. Às vezes a gente tem o controle do que isso pode nos fornecer, do que está à nossa disposição, mas nós escolhemos usá-lo ou não, estar ali debaixo ou não.
A gente vai discutir um pouquinho sobre a questão profissional hoje. Nossa temática está em cima disso e da questão da ética versus sobrevivência. E eu não tenho nenhuma dúvida, eu não tenho nenhum sopro por parte da produção sobre isso. Vocês sabem disso? Nós estamos sob a mesma novidade aqui agora.
E eu acho que essa é uma boa visualização das coisas. Mas diante até da temática que nós estamos, não que a gente dispense a bênção de Deus, muito pelo contrário, a gente depende constantemente dela, a gente está debaixo de um guarda-chuva de regras na sociedade. Algumas são escritas, outras são simplesmente estabelecidas naturalmente.
A esse grupo de regras, nós também damos o nome de ética, certo? Certo. A ética tem a ver com isso também. Vou ensinar o padre nosso, como diz o pai nosso, aos padres que aqui estão hoje, porque vocês são dessa área, da área das regras. O direito trata profundamente disso.
Agora, diante dessa ética versus sobrevivência, o que cabe a nós? Porque se a gente tem um guarda-chuva aqui, diz um ditado que quem sai na chuva é para se molhar. Não se eu tenho um guarda-chuva. Não se eu saio no sol, como a senhora mesmo diz, num sol muito quente. Se eu tenho sombra, por que eu tenho que ficar exposto a tudo isso? Como que a gente vai lidar nesse momento da história em que novas éticas surgem,
constantemente, e que algumas muito importantes, nós inclusive julgamos muito importantes, estão sendo deixadas de lado. E aí quando você pega essa questão do profissional, da regra do patrão, da regra do chefe, e agora sigo ou não sigo, vai contra os meus princípios, faço ou não faço, vai contra o que Deus falou, vai contra o que eu acredito, não é só contra o que Deus falou, mas é claro, na vida do cristão, Deus está sempre envolvido, é o famoso José, né?
A resposta de José é, como que eu vou fazer? Ele não ia fazer alguma coisa contra o próprio chefe? Só diz pra a esposa de Potifar, né? Como que eu faria tamanho mal, né? Contra Deus, não era contra só o chefe. Como lidar com isso nesse contexto, gente? Posso? Por favor. Eu quero voltar um pouquinho. Volte, volte. Eu peguei uma frase sua.
Mas esse objeto aqui, ele me faz lembrar que pode haver tempestade, o sol pode ficar quente demais, pode ter chuva de pedra. E isso me fez lembrar de um dia quando eu estava indo para a faculdade, eu fiz direito na FMU.
E eu desci na 23 de maio, no meio de uma chuva, aí aquela enxurrada, meu sapato quase foi embora na enxurrada, e eu tinha um objeto como esse. Quando eu abri, ele virou ao contrário, ele quebrou, e ele foi embora. A verdade é que tudo que eu penso que estou segurando é frágil. Porque eu estou segurando. E às vezes eu preciso soltar para não ir junto.
O senhor falou agora, nas suas considerações, como fazer hoje, diante de tantas mudanças, eu vou direto no exemplo, há uma grande instituição, altamente conhecida no nosso país, que nos últimos cinco anos veio mudando as regras de tal maneira, e eu conheço uma pessoa cristã, e eu conheço uma pessoa cristã.
que quando a empresa fez recente uma demissão em massa, ela declarou na imprensa, e a imprensa veio em cima, que eram pessoas que não estavam alinhadas com as regras. Mas ela não teve coragem de escrever que eram pessoas que não estavam alinhadas aos princípios e valores.
E uma pessoa que eu conheço, que estava alinhada aos princípios e valores, foi demitida. Profissional de alta competência e de longa carreira dentro daquela instituição. A verdade é que estava fora da ética dela o que a empresa estava impondo. Ela foi demitida.
É claro que depois disso vem uma crise, vem talvez até a depressão, talvez sentimentos onde a pessoa coloca na balança. Nós estamos vivendo num mundo enlouquecido. Eu uso essa expressão. E a sociedade vem sendo cada vez mais massacrada.
E há grande polarização. De um lado, o poder. E aí, a frase, obedece, manda quem pode, obedece quem tem juízo. Tuzada, né? Manda quem pode, obedece quem tem princípios, valores e ética. Uau. Uau. Pastor, é...
Eu ainda olho esse guarda-chuva e reflito na pergunta que o senhor fez agora. E nas considerações que a doutora Raquel trouxe. Esse guarda-chuva aqui, ele não tem funcionalidade nenhuma. Só tem sentido pra gente dialogar sobre ele, mas ele não é efetivo, ele não tá protegendo a gente de nada.
Muitas vezes a gente tem que considerar que nós podemos ser esse guarda-chuva em um mundo onde as coisas estão despencando.
Nós seremos esses guardiões dos valores éticos cristãos em um mundo onde a tempestade parece querer destruir tudo que vê pela frente. E nós seremos aqueles que, além de proteger, convidam outros a estarem embaixo deste guarda-chuva, sendo...
resguardo de valores, de princípios. E, portanto, esta reflexão faz com que muitas vezes a gente pense na nossa atuação. Às vezes a gente tem um jovem hoje pensando qual a minha função, qual é o meu papel nessa sociedade. Muitas vezes a gente pode relacionar apenas a minha atividade, uma missão só se eu estiver exercendo uma atividade religiosa, mas pelo contrário.
José estava no meio de uma tempestade. É isso aí. E ele foi um guarda-chuva. Ele foi um exemplo, se manteve firme em relação aos valores. Então, muitos de nós precisamos atuar como um guarda-chuva.
como um guarda-chuva, protegendo os valores éticos cristãos e, a partir disso, gerando essa área segura para que outros possam também se abrigar. Que ótimo, ótimo. Outra ótima reflexão em cima do objeto e já foi além disso tudo. O que a experiência de vocês traz nisso, José Vicente? Então, pastor, eu estava pensando sobre o tema.
Ética versus sobrevivência. E eu comecei a refletir, eu falei, mas por que... Sua área é muito própria disso, não? Sobreviver na sua área é muito difícil. Muito difícil. Sim. E por incrível que pareça, pastor, a ética para sobreviver, ela é muito difícil. E pensando exatamente nesse confronto que há entre a ética e a sobrevivência, mas o que me fez refletir, por que que eu...
Um precisa estar contra o outro, precisa ser versus. Muitas vezes, infelizmente, precisa, por questão de sobrevivência. Já vi colegas da mesma instituição que eu trabalho e de outras instituições também que precisaram, às vezes, ferir.
aquilo que era o valor, a essência, aquilo que aprendeu com os pais, que ele cresceu e que ele acredita para que ele pudesse alcançar um número, um objetivo, uma meta, para que ele pudesse sobreviver. Mas, infelizmente, é isso que é a tônica do mundo hoje. É esse desafio, esse confronto, efetivamente.
E é uma luta absurda você precisar, a luta interna de você precisar se firmar nos seus valores, nos seus princípios e enfrentar os desafios, as cobranças. E são cobranças de todos os lados, a gente se sente como um pivô.
As cobranças são de clientes, são de colegas, são de superiores, é uma cobrança institucional. E de forma que os valores e a ética que estão relacionados aí, eles realmente são pressionados para que escape entre os dedos.
Até que a mão esteja tão apertada e os valores tenham todos escapados. E quando você abre, você só tem resquícios.
Essa pergunta vai permear a nossa vida o tempo todo. Eu faço o que é certo ou faço o que é necessário para sobreviver? E pastor, tem um lado cruel nisso, né? E a crueldade se mostra quando você precisa daquilo para sobreviver. Esse ponto, essa crueldade onde a pessoa tem que escolher aquilo em detrimento...
da alimentação da família ou de um sonho que pode ir ou não adiante é cruel é muito muito forte e não só isso acho que a crueldade vai também a partir do de pressões José que são pressões veladas mudar um exemplo entra no LinkedIn hoje
Todo mundo é maravilhoso. Todo mundo é do mais alto nível. Duvido que aquilo não pressiona. A pressão por produtividade. Se você não estiver fazendo... Aí a pessoa olha com 25 anos. Nossa, eu não tenho ainda meu milhão guardado.
Eu não tenho meu carro importado, aí ele se sente pressionado. Quando ele se sente pressionado, aí ele começa a testar, aí vão ver a tenacidade dos princípios e dos valores dele. Aí ele começa, eu vou fazer isso aqui, não vai ter problema. Para alcançar esse objetivo aqui. Então, no fim do dia, é para onde eu estou olhando. Ok.
Se eu estiver olhando, ainda na carona de José, se José estivesse olhando um posto meramente humano, talvez ele tivesse feito outras coisas. Mas qual era o foco de José? Como é que eu vou cometer esse pecado contra Deus?
Pastor Richard, o tema desse programa, quando eu recebi, e daí nenhuma informação de como desenvolveríamos, é ética no trabalho versus sobrevivência. E há uma ideia que eu quero colocar aqui agora. Por favor. Não existe ética no trabalho, existe ética. Ok, ok. E aí é no trabalho, na família, na sociedade.
na igreja, na comunidade. Quando um indivíduo é ético, e aí eu vou colocar outra coisa, e o doutor Felipe pode debater, o José Vicente também, ética é a prática de princípios e valores, e regras e normas e leis.
Porque o que é quando uma pessoa quer distorcer uma lei? Ela quer encontrar lacunas e a lei tem lacunas. Nós não vivemos só das leis, nós vivemos mais de normas do que das próprias leis. E de onde vem as normas? Ela vem de uma cultura. Se hoje estivéssemos num outro país...
O que é ético aqui pode não ser lá. Então nós estamos falando dentro de um contexto que conhecemos e vivemos. Dr. Felipe Piazzi falou uma frase e trouxe ali uma ideia que me trouxe uma ideia que um amigo me falou há mais de 20 anos. Raquel, a empresa...
ela tem esse espaço, mas seu umbigo é menor que o estado de São Paulo.
Então, o umbigo da pessoa não é o centro do mundo. E quando a pessoa faz do trabalho a vida, quando a pessoa faz do trabalho o centro, e quando ela olha para o trabalho e acha que aquela é a única fonte de sobrevivência, ela tem um olhar distorcido sobre a própria identidade, a vida e o Criador.
Porque há vida fora da instituição onde qualquer pessoa trabalha. E ela se apega muitas vezes aqui, ó, e não solta. E aí deixa de ser ética e comete falhas. Que depois lá na frente se tornarão tão pesadas.
a insônia, a gastrite e outras questões de saúde. E, quiçá, questões mentais que se instalam por um momento de fragilidade, pela falta de ética. Então, no trabalho ela é importante, mas ela é tão importante depois que eu tranco a gaveta, a porta e saio.
Uau. Filosoficamente prático. Total. Acho que existe uma pergunta que vai permear tudo isso e cada um tem que responder. Bem como a doutora Raquel trouxe. A quem eu sirvo? Perfeito. A quem eu sirvo? Ótimo. José sabia quem servia. Perfeito. Daniel na Babilônia sabia quem servia. E a gente pode citar uma série de outros personagens que nos inspiram hoje.
Mas a pergunta que tem que ser respondida tem que ser feita por nós. A quem eu sirvo? Às vezes não é nem ao chefe, mas às vezes eu sirvo a um status, ao dinheiro, ao poder. Então, no fim, essa é a resposta que cada um de nós vai ter que dar. E uma boa parte das pessoas servem a paz que já descansam no Senhor.
para provar aquilo que os seus ancestrais disseram que não seria. E passam a vida inteira fazendo coisas antiéticas para provar. Ou para ser aceito na sociedade, ou pela questão do pertencimento, ou pela falta de identidade que muitas pessoas têm. E haja terapia. Bendita terapia.
A busca pela identidade também. Porque, pegando o que o Felipe disse, às vezes o grande problema está na comparação. Às vezes as pessoas não vivem com o propósito de quem está servindo, mas o de se servir. Perfeito. E aí você usa outros como referência e você perde totalmente aquilo que você é, o que você desenvolveu, o que você traz, que deve realmente te mover. Não são os outros.
O cristão no mundo corporativo precisa pensar, como você disse, no que me move, não no que os outros ao meu redor estão fazendo. A referência é muito maior. Nós não vivemos para esse mundo, nós estamos passando nesse mundo.
A nossa vida, o nosso foco sempre deve ser no céu. E a partir daí é que nós identificaremos quem nos motiva, o que nos motiva, e cada vez teremos a percepção de que não somos nós, não são os nossos pares, não são os números que nós precisamos chegar aqui. E aí uma consequência vai ser resultados melhores.
Olha, no penúltimo episódio que a gente teve com a presença do pastor Adelson, que ele ainda, na verdade, era o nosso host aqui na mesa, eu era um convidado do lado de lá, o Adelson entrou numa questão e ele admitiu algo, que depois eu conversei com ele pessoalmente, como amigo, e ele disse assim, eu nasci em Berço Esplêndido.
sobre a discussão que nós estávamos naquela ocasião, ele falando isso, eu não nasci em berço esplêndido no sentido de amparo financeiro, espiritual, eu não nasci, eu nasci numa base assim, precária, com uma mãe fazendo...
todo o esforço possível para manter um filho dentro da ética, inclusive espiritual. Minha mãe se esforçou muito para isso. E eu já falei da minha mãe várias vezes aqui nos episódios do Inverso. Mas o que eu queria que vocês ajudassem nesse momento? Porque assim, eu não sei qual é a realidade de vocês, porque a Terra é uma questão, né? Eu quando conto essa minha dificuldade, até o período que eu fiquei fora da igreja, eu fiquei sete anos fora da igreja.
E parte da minha infância também não foi, por causa dessa base, não foi assim, né? Vamos manter princípios, tal, tal. Era bem superficial e naquela tentativa de vamos fazer o que é certo. Vamos fazer o que é certo. Essa era a luta da minha mãe. Era a luta da minha mãe. Meu pai não se preocupava muito com isso, se preocupava mais com o que as pessoas iam falar do que qualquer outra coisa. Minha mãe não estava preocupada com fazer o que é certo, né? Mas diante disso...
como que a gente pode ajudar uma pessoa que está nesse momento se perguntando eu faço o que eu tenho que fazer para a minha empresa me manter aqui
Como que ela vai lidar com isso? Qual que é a busca que ela tem que ter agora nesse momento? A gente já falou, a gente tem que descobrir quem serve, é uma questão de identidade. Se eu sou um cristão mesmo, e estou com dúvida disso, até onde vai a minha dúvida? Como que eu posso lidar com essa situação? Porque eu já cheguei diante de um pai de família, em que eu fui visitar, e vi que ele tinha dificuldades, e ele falou pra mim assim, ah, pastor, olha lá, duas crianças. Não deu.
Se eu não trabalhar, porque é uma ética própria nossa, nós somos adventistas do sétimo dia, na questão da guarda do sábado. Pastor, se eu não trabalhar, como que eu trago leite para essas duas crianças? Aí a frase, Deus entende, o pastor não entende? Deus entende. E aí, como lidar com isso? É isso aí.
Fala, fala. Imagina, na verdade, esse é o grande desafio, que às vezes as pessoas duvidam, às vezes elas não querem colocar Deus à prova. Talvez eu tenha nascido em berço esplêndido também lá, óbvio, tive as minhas dificuldades financeiras, da minha infância, mesmo depois na vida adulta, dificuldades espirituais, mesmo nascendo num berço adventista cristão. Elas existem. Existem. E o ser humano é assim, ele é feito de altas e baixas, mas... E...
Se a gente não colocar Deus à prova, se a gente não der o passo de fé, como diz a música, se você não molhar os pés, o mar não vai se abrir. Pode parecer fácil no discurso.
mais a prática. Há dois anos atrás eu passei por um... Três anos atrás eu passei por uma doença, um diagnóstico difícil. E eu não imaginei que depois de 40 e tantos anos de vida eu pudesse, de fato...
ter desafiado. E aí foi quando eu percebi que muitas escolhas que eu fiz na minha vida, boas e más escolhas, elas traziam resultado. E eu brinco com meu filho até hoje. E às vezes ele se chateia comigo. Porque eu sempre falo, filho, escolhas, todas, têm consequência. E uma escolha que você faz, você diz não para todas as demais.
Então, é importante que, num momento de decisão, por mais difícil que pareça, você vai decidir e você vai dizer não para todas as demais, mas que as consequências virão. O fruto vai vir. Em algum momento vai aparecer. Ele vai aparecer. É consequência, é o que você disse. Pastor Richard, você falou de algo aí, você fez uma pergunta que ela é bastante contundente.
O que é que essa pessoa deve fazer? Ela faz o que ela quiser. Ou ela continua se vendo como vítima dentro daquela circunstância e dizendo que não pode obedecer aquilo que Deus fala. Uma pessoa que não pode, na visão dela, obedecer o que Deus fala, não merece estar onde está.
Porque então vai obedecer a homens. Mas é o seguinte, ou eu confio, falando aqui na parte espiritual. Ou eu confio, eu confio. A minha experiência pessoal é muito positiva ao longo de todo o período do meu trabalho. Já trabalhei na obra e quando eu estava na obra, o meu primeiro chefe, num tempo que não existia celular nem telefone,
ele encontrou uma telefonista adventista, trabalhando numa empresa onde ele esteve, e ele falou assim para ela, você conhece uma... Eu era muito jovem. Você conhece uma moça por nome Raquel Fonseca? Ela falou, conheço. Ele falou assim...
Você é adventista? A moça falou, eu sou. Será que você pode dar um recado para ela, falar comigo? E deu um telefone e eu trabalhava naquele tempo. Naquele tempo eu estava trabalhando na obra, mas o valor do salário não era suficiente para bancar a faculdade e as minhas necessidades. Eu não conseguia comprar os livros, doutor Felipe, eu não tinha código civil, eu emprestava. Então eu estava num momento difícil.
E eu liguei para aquele homem. Ele falou assim, queremos que você venha trabalhar conosco. Foi exatamente no período em que a Fiat estava vindo para o Brasil e trazendo um conglomerado de empresas italianas. E a consultoria italiana que trazia essas empresas era onde estava aquele meu ex-chefe, um alemão. E era judeu. É interessante. E...
Eu fui trabalhar naquela empresa e foi uma bênção. Por que ele me procurou? Eu nunca saí depois do pôr do sol na empresa alemã, que foi o meu primeiro emprego registrado. É o seguinte, eu decidi, muito jovem, ser fiel ao senhor.
E eu já disse no primeiro dia da entrevista, falei, olha, mas na sexta-feira eu preciso sair às 16 horas. Doutor Felipe, imagina que ousadia. 16 horas. E eles deixaram. E sabe o que é que eu fazia na sexta-feira? Não saía para almoçar. Mas eu não falei para ele, eu não fiz essa permuta. Eu penso que Deus deu inteligência para cada ser humano e oportunidade de escolha. E a fidelidade a Deus para quem se dispõe.
Põe. Certamente tem pessoas que podem ter várias ideologias que estão aqui, que estarão vendo esse programa, mas eu estou falando de uma experiência minha, pessoal. E isso é mais importante? É que a minha experiência com Deus é positiva, é maravilhosa e é abençoada.
Mas tive muitas aflições, tempestades, fogueiras. Já disseram, põe pra queimar a Raquel, demite a Raquel. Sabe por quê? Porque em determinadas rodas da empresa, eu não era bem-vinda.
um diretor, um superintendente, alguém acima de mim que foi contratado pela empresa do mercado, chegou para o dono da companhia e falou que não me queria. Já trabalhava há mais de 18 anos na mesma companhia e tinha um cargo executivo. E sabe por que, doutor Felipe?
quando o dono da empresa, que o senhor conhece, sabe bem de quem estou falando, perguntou assim, mas por que você quer demitir a doutora Raquel? Porque ela não vai nos happy hours dos corretores da empresa. Como que pode? Está entendendo? Então, o risco sempre existe. Existe. E você acha, pastor Richard, que a partir daí, eu tive medo desse chefe.
e comecei a ir nos happy hours, às sextas-feiras, depois do trabalho, doutor Felipe, para ficar em rodas de bebida, gracejos, desdém e outras coisas, porque era isso que acontecia ali, eu estou decidida.
a ser fiel ao Senhor. E ainda hoje existem desafios em relação a isso. Demais, né? Não sou empregada, eu era empregada dessa companhia. Eu precisava do emprego para pagar os estudos das minhas filhas. Eu precisava. Eu precisava. Mas Deus é o Criador, é o meu mantenedor. Eu tenho certeza disso.
É aquele momento... Não, tá maravilhoso. Tá maravilhoso. Não, não. É aquele momento onde... São coisas que eu vivi.
onde a sua identidade, a sua integridade, a sua fidelidade superou a necessidade. Porque se mostrou uma necessidade. Aparentemente se mostrou uma necessidade. Mas Deus é tão bom que ele vai mostrar pra gente, na história de outros, na história de José, na história de Daniel que você citou, na história de Ananias, Misael e Azarias, providência.
providência e aí é que essa identidade essa integridade, essa fidelidade ela se torna uma via de mão dupla porque Deus vai falar assim dentro da minha integridade daquilo que eu sou a minha identidade
dar fidelidade para com os meus filhos, eu estou aqui estendendo a mão a você e te dando uma oportunidade para fazer o que é certo. Exato. Pastor, tem um ponto assim, tão profundo nisso que a gente está discutindo, a vida cristã tem essas bifurcações. E muitas vezes a gente olha diante de um desafio desse, imaginando que virá a provisão.
Então a gente sempre imagina que a minha posição ali é pra esperar o que Deus vai fazer. Mas muitas vezes na nossa vida, nós somos postos à prova sem que haja uma provisão, mas que nós sirvamos de testemunho. Será que nessa hora, perdão, é Deus quem espera pra ver o que eu vou fazer? Talvez sim.
Compreende? Porque as pessoas o tempo todo ficam, não, porque Deus fará. Mas Ellen White tem um texto que diz assim, depois de orarmos, nós mesmos deveríamos atender as nossas orações. Será que estamos pedindo a Deus coisas que são da nossa competência? Claro. José não teve provisão alguma depois da... Qual foi a consequência? Cadeia. Cadeia. Década na cadeia.
E de lá ele fez um processo para continuar testemunhando. Muitas vezes nessa nossa jornada e nessas bifurcações encruzilhadas da vida, que nós temos que olhar qual é o testemunho que eu darei, não qual é a provisão que Deus me dará. Certamente ele dará em algum momento. José veio adiante. E se vier só para o céu, também ótimo, excelente.
Mas o grande ponto é qual é o testemunho que eu estou gerando e deixando a partir disso. É interessante essa questão. José é exemplo para muitas coisas. Muitas. A vida de José traz muitas lições. Eu já preguei dezenas de sermões sobre José. E quando a gente olha para a vida de José, a gente tem um período, inclusive, porque... Primeira coisa, assim...
Eu estou vendo a doutora falar a experiência pessoal dela. Eu sempre tive na minha mente, e eu repito para mim mesmo, o que homens e mulheres fizeram, homens e mulheres podem fazer. Se alguém conseguiu se manter firme, se alguém conseguiu manter esses princípios, eu também posso. E José, ao mesmo tempo, é aquele rapaz firme e forte que se segurou diante de uma aprovação tremenda. E é claro... É claro...
A ética anterior de José, a maneira como ele viveu anteriormente, preservou a vida dele. Porque o castigo para José não era cadeia, o castigo era morte.
Ele flertou com a esposa de alguém de alta patente, onde ele estava. Se Potifar tivesse acreditado, José teria morrido. Exato. Provavelmente, por causa do procedimento dele, comparado ao procedimento da própria esposa, Potifar falou, eu não acredito, mas também não posso manter desse jeito, porque é onde vai ficar a minha fama. E aí José foi pra cadeia.
Mas lá na cadeia tem um episódio que se localiza dois anos após a história do padeiro e do copeiro. Dois anos se passaram. Quando José é chamado, porque ele é lembrado pelo copeiro, o copeiro lembra dele, fala para o faraó. E aí tem um episódio ali que demonstra uma coisa sobre José.
que é a humanidade, que é isso que eu acabei de dizer, o que homens e mulheres fizeram, homens e mulheres podem fazer, e a realidade. Veja, José foi um menino mimado, que foi levado para um lugar para ser trabalhado, lapidado por Deus, não sabia onde aquilo ia chegar, ele decidiu confiar. Mas, lá na cadeia tem um momento de fraqueza também.
E há uma parte do texto que demonstra isso, que pouca gente nota. José já estava há anos ali no Egito, já vivia como egípcio. Trabalhava na casa de Potifar e os egípcios, por exemplo, até hoje os pelos são símbolos de impureza. Eles são retirados do corpo, não é à toa. Então, você não vai ver um egípcio dentro da cultura tradicional egípcia com nada, nem cabelo na cabeça. Eles ratam todos os pelos.
Símbolo de pureza. E quando José é chamado, a Bíblia diz que José teve que tirar a barba. Ele já vivia como um egípcio naquela ocasião. Tirar a barba, naquele momento, era um símbolo da dúvida de José com respeito à providência divina. Mas Deus apareceu mais uma vez.
É ecoar aquilo que a palavra de Deus diz. Olha, eu sou velho, mas já fui moço e nunca vi um servo de Deus a mim de galpão. Vai haver providência. Vai haver providência. Se você seguir a ética divina, que é superior a todas as outras, vai haver providência. José ia falar alguma coisa? Não, é interessante como que... Imagina. Como que Deus... É...
Prepara as pessoas. E às vezes essas possibilidades, enfim, esses desafios, eles podem ser um Deus preparando para algo maior. Foi com José, foi com Moisés, 40 anos no deserto. Um homem preparado. Ele precisava de mais preparo do ponto de vista humano do que toda a formação que ele teve? Precisava.
Porque não é o homem que determina qual será a capacidade e a forma com que ele vai ser usado por Deus. É Deus quem determina. Então é ele que vai preparar. E às vezes a gente precisa confiar de que às vezes esses desafios precisam vir para o nosso amadurecimento. Sem dúvida nenhuma. Eu tinha anotado aqui um pensamento. Integridade não é fazer o certo quando é fácil. É fazer o certo quando custa caro.
Eu posso falar um texto bíblico a essas alturas? Por favor. Olha, eu trouxe três que eu gosto demais. Vamos falar um depois. Pode citá-los. Espero que dê tempo ainda, tá bom? Está em 1 Coríntios, capítulo 6, verso 12. Tudo é lícito, mas nem tudo me convém. Para mim, esse texto fala de ética.
Posso falar o próximo que eu anotei? Pode falar os três. Posso? Olha, Romanos 14, 22. Eu ouvi pela primeira vez esse texto de uma amiga lá na igreja do Capão Redondo. Eu era muito jovem, eu era líder de jovens. E ela falou, decor...
E eu não entendi. Depois eu falei, repete. Mas bem-aventurado aquele que não se condena naquilo que aprova. Para mim, esse texto fala de ética. É forte. E o terceiro texto que eu gosto muito de citar, e quando eu vi na Bíblia, e falo, tem muita gente que fala, mas está na Bíblia? Há palestras que eu faço para...
para escolas, uma faculdade, e eu cito esse texto e as pessoas perguntam qual é o filósofo que escreveu, e aí ele está em 1 Pedro 2, 15 e 16, e diz assim, é da vontade de Deus que pela prática do bem façais emudecer a ignorância dos insensatos. Aleluia! Glória a Deus! Lindo isso!
É verdade. Então, quais são as armas que a pessoa que tem ética vai usar? São as mais poderosas que quem entrega é Deus. É isso aí.
E como as pessoas pensam que isso é utópico hoje? E não é. Não é. A gente está na reta final, gente. Nós estamos na reta final. É um assunto... Nós poderíamos ter três episódios, gente. Três episódios para falar sobre esse assunto. Porque a gente só começou a discutir a ética espiritual, envolvida na ética profissional, como lidar com isso. Será que a gente tem que preocupar mesmo só com a sobrevivência aqui ou sobrevivência eterna?
O que importa mais? Vida aqui ou vida eterna, afinal de contas? E quem é que dá a vida eterna? É Deus, sem dúvida nenhuma. Bom, na reta final do nosso, a gente vai ter a oportunidade de falar ainda, na reta final do nosso inverso, a gente sempre faz um pequeno desafio, e esse desafio pode ser, inclusive, talvez vocês tiveram algum texto bíblico, alguma coisa, a gente vai responder três perguntinhas. Três perguntinhas. Ah, é claro, estou me esquecendo de uma coisa, tem foto.
Eu acho que eles estão olhando Eu começo a ver uma movimentação Eles começam a se olhar e falar Ele está esquecendo Ele está esquecendo Ele está esquecendo Tem foto Vamos fazer a foto oficial Que ela sempre acontece ao vivo Tá bom? Lá na Jaque
Jóia, jóia. Lembrando que nós tivemos uma argumentação muito forte essa semana, num dos episódios, dizendo que essas fotos precisam ser expostas. A gente precisa começar a expor essas fotos. Já está preparando a Isa e a Monisa já tem que começar a preparar as fotos para a gente começar a divulgar. Escreve o episódio número tal e faz um mural. É isso aí. É muito legal. Tem várias fotos que são aqui. Mas assim, agora nós vamos fazer uma... Não é uma brincadeira, mas é uma posição final.
a respeito daquilo que nós estamos debatendo aqui hoje, que é responder as três perguntinhas que a gente faz sempre no final. Que bom, que pena, que tal?
Tem um detalhe, nesses últimos tempos, para os nossos inversers, eu falei que eu vou usar mais esse termo, os inversers, que é o pessoal que acompanha a gente sempre. Na última das perguntas, o que tal é algo pessoal que você quer deixar para o pessoal que está lá? Então, esse é o momento que a gente olha para a câmera.
Doutora, o que bom e o que pena a gente pode abordar aqui sobre essa temática, mas o que tal é lá. É para ele, para ele ver, dizer assim, que tal se você, é o desafio que você está fazendo agora, ou a orientação que você está dando. Tá bom? Então vamos lá? Que bom, que pena, que tal? Eu sempre acho que quem responde primeiro tem vantagem. Então eu vou deixar o doutor Felipe piado.
Depois o senhor José Vicente. Vai logo, vai logo. Você sabe que ela não gosta de vantagem. Ela é extremamente competitiva. Tu achas mesmo? Será que a palavra é competitiva? Ou sabe o que quer? Estrategista. Sabe a que veio? A essas alturas da vida? É necessário. É verdade. Maravilhoso. Passou. Que bom.
que a gente tenha um ambiente como esse para poder dialogar sobre isso. Esse ambiente proporciona, muitas vezes, ecoar ideias que os jovens, que as pessoas estão vivendo em casa, angustiadas, às vezes até isoladas.
Sem saber se isso é dela ou se isso é comum a um universo de pessoas. E que bom que ela pode olhar a todos nós. E aqui a gente trocou algumas experiências, mas a gente pode ficar um monte de tempo falando de experiências onde encontramos encruzilhadas da vida e saber que isso é comum na vida cristã. E esse não é um privilégio só dessa pessoa. Essa é uma questão de todos nós.
Que pena que, infelizmente, às vezes alguns desses pontos não são tratados da forma que merecem, de forma mais aprofundada, ou às vezes a pessoa não encontra o suporte para poder ter esses diálogos. E às vezes ela resolve ceder àquela pressão, tomar um caminho que não é o certo. E o que tal? O que tal agora é para você, querido amigo, querida amiga?
que em algum momento se vê nessa encruzilhada da vida, que tanto a gente falou aqui. O que tal você experimentar de maneira única?
A graça de Deus, o poder de Deus. Quando Cristo sobe aos céus, ele fala que vai deixar um outro consolador. E o outro no grego ali é o alós, portanto é um outro igual. Ele não deixou ninguém de outra categoria. Ele está ao nosso lado, disposto a lhe ajudar em todos os momentos. E eu finalizo com uma frase de um autor chamado Philip Murdoch, que ele fala que fé não é ver menos, mas é um convite para que possamos ver mais.
então que Deus nos abençoe que tal a gente viver um pouco essa fé tentando enxergar um pouco mais merece um tweet aí vai lá José
Olha, que bom que a gente tem boas referências ainda no mundo atual. Que bom que a gente ainda pode ver nos dias de hoje que ainda existem coisas boas acontecendo. Que a gente ainda pode ver valores em pessoas, em empresas, na sociedade. Que bom que a gente ainda consegue ver coisas boas. Que pena que isso está ficando cada vez mais raro.
Que pena que muitos desses valores têm, na maioria das vezes, ficado distorcido. E que as pessoas têm se distanciado de boas referências. E que a sociedade tem se perdido em buscar o novo sempre. Enquanto que, na verdade, o que está aí há tanto tempo, valores, princípios, o amor, a vida, ao Criador.
É aquilo que vai nos manter como sociedade, como indivíduos. É o que vai nos levar para a eternidade. E o apelo? Que tal? Que tal se você puder se recordar, se relembrar esses valores? Que você puder abrir o seu coração?
e conversar com Deus. Se você não tem feito isso, faça. Se você tem feito, que legal. Mas quem sabe você aumentar esses momentos, quem sabe você abrir o seu coração e falar de coisas práticas, daquilo que você tem vivido diariamente, daquilo que tem levado o seu coração a momentos difíceis de dúvida. Abre o seu coração, entrega para ele.
Lembre-se que ele preparou, está lá em São João 14, de 1 a 3, um lugar especial. E onde tudo é perfeito e que nada disso que a gente tem aqui, dessas dúvidas, dessas incertezas, elas existirão ali. Basta você estar cada vez mais próximo, cada vez mais ligado a esse ser que é capaz de coisas maravilhosas, capaz de dar a sua vida.
Amém, que ótimo. Que bênção. Doutora. Que bosta que existe. Que bom que existe o inverso. Que pena que empresas, empresários e o alcance do inverso ainda é pequeno. E essas empresas poderiam editar e entregar como pílulas de treinamento durante uma semana um inverso como esse.
E eu pensei sobre a ética. A ética e você pode e deve ser os olhos de Deus aqui na Terra. Ter a mente de Cristo e ser o fruto do Espírito. Que tal?
Uau, muito bom. Ah, gente. Olha, eu não canso de te agradecer as oportunidades que eu tenho tido aqui. Então, eu sempre respondo esse que bom, que pena que tal também. E que bom que Deus está me dando essa oportunidade. De conhecer gente como vocês, que tem experiências diversas, que tem muita experiência, na verdade, não só diversas.
E melhor ainda, experiências ao lado de Deus, que enfrentaram desafios grandes na vida, independente. E aí eu volto numa fala minha aqui, porque às vezes pode parecer até aquela... Mas você tem... é a fala do momento, você tem vantagem sobre mim.
É o famoso que o pessoal usa, né? É o homem, cis, hétero, aquela coisa toda. O pessoal fala muito dessas questões de vantagem, né? Mas, independente do berço esplêndido ou não, a gente vai ter as nossas experiências pessoais com Deus. E que bom conhecer vocês aqui. Que bênção. Que pena que demorou tanto pra mim.
Pena que demorou tanto. Eu espero ter outras, outras e outras oportunidades com vocês. E que tal, queridos, entender que essa oportunidade é dada a você também? Tem um camarada chamado Devon Franklin. O Devon Franklin é um adventista do sétimo dia americano. E é um dos poucos que teve a oportunidade de testemunhar da sua fé num dos programas mais vistos no mundo, o programa da Oprah.
E eu me lembro de uma frase que o Devon Franklin falou ali, que eu fiquei, imagina, o cara trabalhava em Hollywood, até para o mundo evangélico, símbolo de Babilônia, Hollywood, era assim que eram encarados os estudos de Hollywood ali, e ele guardou o sábado ali, ele foi assessor do Will Smith, um dos caras mais renomados.
do mundo do cinema, mas ele disse uma coisa, e acho que tem tudo a ver com o nosso episódio de hoje, ele disse assim, se uma porta se abrir para você, e se nessa porta não couber a sua fé, não entre, não foi Deus quem abriu.
Se uma porta abrir para você, e se nessa porta não couber a sua fé, não entre. Não foi Deus quem abriu. Que tal se você pensar um pouco nisso? Ter a ideia de que Deus vai abrir portas para você, e quando uma porta se fecha, Deus abre janelas, derruba paredes, como fez com Pedro na prisão.
Ele é capaz de fazer qualquer coisa para olhar para você. Jeremias 29, verso 11, vai dizer claramente para nós, eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito. Pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais.
A gente não tem o costume de orar no final dos nossos podcasts aqui, porque é uma discussão, é um debate, a gente aborda assuntos espirituais sempre, mas eu acho que o episódio de hoje pede uma oração. Por quem está fraquejando na fé, por quem está com dúvida ainda do que vai fazer, de como agir, eu acho que pede uma oração. A gente passou uns minutinhos já do nosso time aqui comum, e eu acho que essa oração é bem-vinda nesse momento.
E eu não vou fazê-la. Eu vou pedir para a doutora Raquel fazer essa oração para a gente. Ore pelos nossos espectadores, ore pelos desafios, doutora.
Pai Santo, Pai querido, Criador de todo o universo e nosso Criador também. O Senhor nos trouxe para existir nesse tempo atual. O Senhor tem missão e propósito através da vida de cada pessoa que nesse momento está participando, assistindo a essa programação.
O Senhor tem propósito na vida do pastor Richard, do doutor Felipe, do José Vicente e na minha. Eu sou a Raquel. Por favor, Pai, concede-nos o Teu Santo Espírito. Discernimento, sabedoria. Mas, por favor.
a porção de fé que possa nos amparar em momentos de dificuldade, turbulências, aflições que o Senhor sabe que existem. Pai querido, se alguma pessoa que está nesse momento participando, ouvindo, chorando, repensando sobre a infidelidade ou a falta de ética,
Pai, o Senhor é o Deus que estende o perdão, é o Deus da provisão, é o Deus do amor e da compaixão. E nós pedimos e nesta hora intercedemos, não somente pelos nossos familiares, por aqueles que são parecidos conosco, mas intercedemos nesta hora.
Pelo ser humano criado a tua imagem e a tua semelhança, são filhos teus, tem compaixão, revela-te a cada um, fortalece, ampara e realiza os milagres que tens para realizar na vida de tantos que clamam pelo teu nome e outros que ainda não te conhecem. Esses pedidos eu apresento com gratidão.
Porque somos teus. Com o perdão dos meus pecados. E em o nome poderoso do Senhor Jesus. Amém, amém, amém. Amém, amém. Bom, chegamos ao final. Que benção que foi esse episódio. Não esquece de curtir, de comentar, de mandar para alguém que você sabe que está vivendo essa luta constante. Aliás, quem não está vivendo? E olha, até o próximo Inverso. Que Deus te abençoe.
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