Lançamentos e Notícias: Limoeiros, Zumbis e Vampiros | Fabuloso Podcast
Didi Braguinha e Googlebee comandam mais uma edição das Notícias Fabulosas, trazendo um panorama dos principais anúncios do universo dos jogos de tabuleiro e RPG. O episódio passeia pelos destaques do Diversão Offline que ainda ficaram na fila, novos títulos confirmados para o Brasil, clássicos aguardados pelos jogadores e uma série de projetos nacionais e internacionais que prometem movimentar os próximos meses.
Ao longo do programa, a dupla comenta lançamentos como Obsession, Aventuras no Limoeiro, Lord of the Rings: Ascension, novidades da Mosaico Jogos e da Meeple BR, além de falar sobre RPGs como The Walking Dead RPG e Mar de Mortos. Também sobra espaço para discutir tendências do mercado, o crescimento das comunidades de board games e até especular sobre adaptações inesperadas, como um futuro jogo de tabuleiro inspirado em Vampire Survivors.
Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados:
Se você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso Fabuloso Discord.
E para as redes sociais:
Para comprar camisa do Fabuloso (e outras):
Deselegante
- Paquetá armação de jogoAventuras no Limoeiro · Obsession · Tenpenny Parks · Asterix e Co. · Lords of Waterdeep
- Vale XP RPG· EntretenimentoHistórias de RPG · Mar de Mortos RPG · Free League · Triad Editora · Well Hub
- Vampire CrawlersVampire Survivors · Deck Building · Moon Colony Bloodbath
- Shopping de Board Games em BrasíliaBrasília · Home Park Mall · Jogar é Preciso · Arcane · história do jogo · Javali
- Arte em Board GamesAndrew Bosley · Vincent Dutrait · Everdell · Tapestry · Floé
- Rogério Skylab e Lord VinheteiroLord of the Rings · Ascension · Fantasy Flight Games
Mais um programa de notícias fabulosas no ar, senhoras e senhores.
Estou aqui eu, Diogo Braga, e Google Beer. Olha aí, senhoras e senhores, mais uma semana maravilhosa. André não pode estar aqui e nós vamos tomar conta aqui do recinto. Cara, hoje tem muita coisa, hein? Hoje tem muita coisa rolando na parada. O que que tu traz já aí pra gente, Google Beer?
A gente tem muita coisa ainda do DOF pra falar, né, que deu tempo de falar tudo semana passada.
Porra, aí eu tô com a minha meta pós-DOF, que é de jogar tudo que eu peguei lá, tudo, tudo. Aí, e maneiro, porque faltam só 6 jogos.
E quando você comprou lá, aí você fala: comprei 6 jogos.
Não, eu peguei mais, eu peguei uns caralho, acho que foram quase 20 e pouco.
Esse fim de semana rendeu então. Eu comprei o que eu joguei lá.
Não, a semana toda, todo dia tá rolando alguma coisa.
Eu joguei o que eu comprei lá, corrigir, falei o contrário. Eu joguei o Pinatas, foi bem engraçado. Mas foi engraçado, não pelo jogo em si, foi engraçado porque eu tiltei a Giovana jogando, tá ligado? Porque eu tipo podia tentar fazer ela perder, aí eu fiquei tentando, mas ela tirou uma carta da manga e ganhou no último segundo. Então foi legal, eu falei, pelo menos eu tiltei o meu, perdi, mas eu tiltei o meu.
Cara, aquele que a gente jogou lá, o Taca Tique-Tique, porra, faz sucesso aqui em casa direto. É muito bom, né? A gente do nada bota na mesa, fica jogando esse parada.
Ele é muito bom, ele é muito bom. Eu preciso adquirir ele, eu não comprei ainda, mas eu... A Giovana falou dele hoje, a gente tava pensando, eu tava pensando em comprar o Rebirth, faltava um pouco pra dar frete grátis. Ela falou, ah, por que você não pega ele? Mas não tinha ele na loja, eu acabei não pegando. Muito bom, muito bom. Mas assim, vamos lá, Goff.
Bora.
A gente não falou do Aventuras no Bairro do Limoeiro. É um jogo que foi anunciado pelas Bodhi, só anunciado, não tinha nem pra jogar lá, mas tinha na mesa. Lindão assim, as miniaturas da Turma da Mônica, coisa mais linda assim, uns meeples meio minimalistas. Então, tipo, não tem o olho, tem só o contorno do personagem. Coisa mais fofa, assim. E tem um detalhe que me ganhou muito, que é nas cartas da Cebolinha, o título da carta tá faltando os R's.
Ah, que maneiro.
Então, tipo, sei lá, Atlapalhadas no Baile do Limoela, tá ligado? Então, tipo assim, brilhante, brilhante. E eu não lembro, eu acho que é Teruia, mas eu posso estar falando merda.
Não, é Halaban.
Halaban, isso. Eu lembrava que era um designer brasileiro, obviamente, grande. O Halaban, isso aí.
Então, é o Sérgio Halaban e o Diego Moraes, que ele era o cara que— é o mesmo cara que lançou o Cosmos. Pô, que eu adoro código.
A gente jogou em live.
Dadjon.
Muito bom, muito bom.
Dadjon, muito foda.
Então tá aí, né? Deve chegar logo, mas fica de olho aberto porque parece um jogo muito interessante. Não é muito tipo, não é nem de criança, mas acho que não vai ser nem muito expert assim. Mas não é tipo jogo infantil não, ele é um jogo mais sério, tem umas mecânicas de tipo 12 anos pra cima assim.
Mas é mais sério tipo Hello Kitty?
Hello Kitty é sangue nos olhos, né? Hello Kitty é pra adultos mais de 18.
Depois eu vou botar, depois eu vou te mandar a versão que fizeram pornô. Eu sei que é errado, eu sei muito que é errado, mas não é assim, é tipo pornô ponto, não é Hello Kitty pornô, né? É versão putaria, não é putaria pornô, ela tá ali pelada, né? Mas fizeram uma versão mais de 18, meio putaria da Hello Kitty. É totalmente não oficial, né? A galera de sacanagem fez de bobeira. Foi uma pessoa que fez, eu não vou falar publicamente o nome dela, mas ele é designer e tá lançando jogo maneiro pra caralho.
Já lançou jogo maneiro pra caralho, tá lançando algum. Joguei bastante, inclusive foi o jogo que eu mais joguei no DOF, o jogo dele.
Muito bom, muito bom.
É, e não foi esse da pornografia, tá?
Pelo amor de Deus, sai daí, Didi! Não, não, preciso testar mais um pouquinho. Mas são só partidas rápidas, 4 minutos a partida.
Porra, 4 minutos é quando a pessoa já é esperta, porque a pessoa novata ela vai mais rapidinho. Sacanagem, chega, vamos embora, vamos embora para casa, pô.
Meepo BR, a gente não falou de um clássico que a Meepo BR tá trazendo. Eles estão trazendo Obsession, assim, um clássico, ele é de 2018 mais ou menos, né? Mas é um jogo que tipo é bem visto no BGG assim, tem nota muito boa, tem pra jogar no BGA quem quiser jogar. Eu joguei esse fim de semana com o Fruz e assim, cara, ele me traz uma coisa que assim eu sinto que os jogos de hoje em dia perdeu, que é tipo assim uma simplicidade na regra, mas uma profundidade na escolha assim, sabe?
Tipo é bem simples, tipo na sua vez você vai, você tem várias peças que são a sua mansão e você vai tentar ir construindo mais peças nessa mansão. Mas é tipo isso, você tipo escolhe qual coisa da sua mansão você vai fazer, tipo ah vou caçar, tem uma parte de caça na sua mansão e aí tipo você vai colocar um meeple, cada lugar precisa um meeple específico, então você tem vários meeples diferentes ali. E aí lá vai falar, tá, mas quem são os visitantes que vão participar?
E aí tem as cartas na sua mão que são os visitantes. E é isso assim, tipo, só que aí o visitante, um vai te dar dinheiro, outro vai te dar prestígio, outro vai te dar alguma coisa assim. É bem direto ao ponto, mas é muito interessante o jogo. E aí eles estão trazendo, é um grande nome que eles estão aí anunciado. Eu, quem já conhecia, vai gostar.
E cara, me parece que é um designer que meio que só fez isso, né? Eu tô vendo aqui, não conheço esse cara, não fazia ideia.
Pois é, É, eu não sou o cara que tipo acompanha muito designer assim, tipo, salvo exceções. Sei lá, esses dias eu vi que o Matt Leacock lançou um jogo recente de peteleco, e aí eu sei que o Matt Leacock é do Pandemic. Opa, mas esse realmente não conheço não. E é, ele basicamente ele fez expansões do Obsession, né? Se você olha no BGG assim, pois é, tem muitas, né? Provavelmente ele acertou, né?
Mas é interessante que assim, pô, será que o cara acertou no primeiro jogo, né?
Exato.
Ele é um jogo antigo, ele é 2018, como tu disse.
Assim, a gente chama de, pô, rapaz, só 6, 8 anos, né? Não é tanto tempo assim, mas para os board games, né, roda tanto, lança tanto jogo.
8 anos, Gubi, 8 anos. É tipo, é uma criança, um ser humano nasce e vira criança.
É justo, é um tempo, é um bom tempo.
É um tempo bom, cara, é um tempo bom. 8 anos é bastante tempo.
E ele envelheceu bem, então tá de parabéns.
Ah, maneiro. Deixa eu trazer logo um aqui maneiro também, porque eu não sei se você sabe disso, mas sem querer querendo, aqui perto de casa se criou o primeiro shopping do board game da história. Isso não existia, esse conceito não existia aqui na minha cidade. Não era o lugar que era, pô, o frevo do board game. Não tinha essa porra toda. Aí tem loja para casa? Não, não tinha. Aqui em Brasília é muito, as paradas acontecem muito no plano piloto.
Eu moro em cidade satélite, então aconteceu no plano piloto. E aí de repente brotou uma lojinha, brotou outra, aí as lojinhas fecharam e ficou uma resistente. E aí uma galera fazia evento, resolveu abrir uma loja. E aí abriram uma outra no mesmo lugar, daqui a pouco abriram a terceira loja no mesmo shopping, na mesma galeria. E agora, nesse final de semana, eu fui na inauguração da quarta loja na mesma galeria.
Caramba, é realmente, moleque, ela é perto da minha casa, então é maravilhoso.
Aí eu queria só deixar registrado que, porra, teve o lançamento da casa Jogar é Preciso, que é no Shopping Board Game aqui em Brasília, aqui no Home Park Mall, que é um shopping aqui de Águas Claras, é onde eu moro. E aí, se você tá em Brasília, tu tem que visitar o Shopping do Board Game. Esse termo não existe, tá?
É, eu entendi. Você tá dizendo que, tipo, o pessoal chegou e tomou o shopping, né? É basicamente isso. Foi tomando. Era um shopping normal. Aí chegou um board gamer, chegou o segundo.
Então, mas qual era o lance? Era um shopping vazio, Gubi. Ele não tinha nada lá dentro. As lojas que abriam lá não vingavam. Tinha loja de serviço e tal, muita loja que faz entrega, não sei o quê. Eles queriam ter a loja de restaurante, o cara, mas não vingou. Tipo, vingou um bar pra fora, umas paradas assim. E aí foi chegando a galera do board game. E aí o que que acontece? Dentro do shopping, dentro da galeria, porque ele tem dois andares, é fechado, climatizado e o caralho.
E aí a galera começou a tomar o shopping pro lado de fora, então tipo bar pro lado de fora, porra, entrega, parar de entrega de bebida e não sei o quê. E aí dentro do shopping ficou uma porrada de mesa vazia porque não tinha restaurante lá pra dentro, tá ligado? Ou seja, era um ambiente perfeito pro fungo do board game se alocar. Porra, climatizado, com mesa disponível.
Às vezes você tem que ter uma mesa vazia.
Exato!
Aqui na minha cidade às vezes eu tô tipo assim, pô, Não tem casa de amigo nenhum para ir, mas tô eu com a Gi para jogar em algum lugar. Aí não tem um parque, alguma coisa assim com uma mesa para eu jogar, cara?
Muito foda. Não, e olha, e o mais legal é que assim rolou uma sinergia por parte deles lá desse shopping do board game, que uma das lojas de board game ela é mais aí mesmo, ao invés de tomar uma parada e jogar um jogo. A outra loja ela é mais board game hardcore, os cara tem as parada que porra ninguém tem, jogo raro e o caralho, isso aqui. A terceira loja é voltada para card game, muito voltada para card game, para venda. As outras não vendem, ela, essa vende, ela tem, vende as parada e foca muito no card game, tá querendo fazer uma comunidade de que forja, porra, tá mandando email pra galera da localidade pra juntar o pessoal e tal.
O Fel até mandou uma mensagem, uma parada, moleque, é do lado da tua casa, né? Aí, ó, tô querendo fazer comunidade, isso aqui. E aí abriu agora a quarta loja, que é um bistrô, é uma parada mais, mais classuda assim, vende aquelas comidas que a gente não sabe o nome direito, não chama empadão de empadão, chama de— tem um chique, não é quiche, que é o empadão, caralho. Mas é maneiro porque é toda, porra, toda bonitinha, toda delicada, Delicado, porra, delicado é o caralho.
Mas toda maneira assim, tipo, para você fazer um social, fazer um negocinho, jogar uns joguinhos maneiro e tal. Então ele vira um bistrô, é uma parada mais diferenciada. Ou seja, cada loja atende a um público distinto, quase distinto assim. No fim das contas, todo mundo é board gamer, mas tu quer por enquanto, porra, vamos lá, vamos lá na casa do Jogar É Preciso.
Da hora.
Eu quero beber, quero encher a cara, pô, então vamos na Arcane. Não, quero um porra nerd melecão, pô, então vamos na Tem Jogo. Ah não, então preciso comprar uma parada no card game, então vamos na Javali. Sacanagem, são as 4 ali no mesmo momento. Do caralho, foda, cara.
Foda, foda, foda. Próximo lançamento, assim, esse é uma notícia, a gente já falou naquele dia quando a Fantasy Flight anunciou que tipo, ó, agora o Senhor dos Anéis, a gente tá fazendo vários tratos e tal. Eu não lembro se a gente chegou a falar no programa ou se a gente conversou por fora, mas agora é tipo oficialmente foi anunciado o Lord of the Rings Ascension. Era uma das notícias que já tinha saído junto, falou, ó, vai ter alguns jogos que tão sendo negociados e tal, inventados, mas um confirmado vai ter um Ascension do Senhor dos Anéis.
Aí agora tipo saiu notícia oficial com trailerzinho e tudo mais. Eu nunca joguei Ascension.
Tá, é um deckbuilder, né, classicão assim, um dos clássicos.
Puta deckbuilder, né, tipo criou muitas coisas. E tá aí, Senhor dos Anéis. Me pergunto é um pouco porque depois que eu joguei O Sino da Sociedade, um jogo do Senhor dos Anéis cooperativo, achei muito foda, sabe assim, achei muito da hora. Porque tem o Guerra do Anel, tem o Guerra do Anel de cartas, tem aquele TCG, TCG não, LCG do Senhor dos Anéis, né. Mas eu não gostei muito dele porque eu achei ele muito difícil para o que é Senhor dos Anéis, sabe assim.
Ele tem a mesma dificuldade que um Eldritch Horror assim, Eldritch Horror não, Arkham Horror, né, que é o de O LCG do, do, só que pô, Senhor dos Anéis não é sobre essa tipo essa dificuldade frustrante, é provavelmente dificuldade épica, né? E eu achei que ele não traz isso, o LCG. Então tipo assim, eu imagino que esse Ascension também não vai ser cooperativo, vai ser competitivo. Aí eu fico tipo, pô, será que combina com Senhor dos Anéis?
Mas vamos ver, eu posso estar errado, normalmente eu estou. Mas fica aí, é mais uma notícia que tipo quem gosta de Ascension e gosta de Senhor dos Anéis provavelmente ficou muito pirado. Eu sei que vários amigos meus ficaram. Então eu acho que é uma notícia que valia trazer, que vale ter o link aí, já tá, já tá no hot nesses dias, que ele tá tipo top 2 do Hotness do BGG assim, desde que anunciou. Então realmente tem muita gente interessada nele.
E aí acho que só para fechar um pouco, que esse não foi do DOF, né, inclusive o Lord of the Rings também não foi do DOF, obviamente, né, mas um que ele foi ali no meio das coisas do DOF foi alguns anúncios que a Grok fez numa segunda live. Eles fizeram o GrokCon, que eu elogiei e tudo mais, a praticidade. Aí eles fizeram uma segunda live com um pouco mais de informações e eles anunciaram alguns jogos também. Na verdade, eles confirmaram que finalmente vai chegar o Tenpenny Parks, que é um jogo que tipo eles anunciaram faz mó tempo.
É um jogo que você vai construir de diversão com a arte do Vincent Price. Isso sempre chama minha atenção, né? Qualquer jogo que tem a arte do Vincent, eu, opa, deve ser bom. Mas ele tipo foi anunciado faz tipo uns 3 anos assim, e aí agora tá chegando, vai chegar a versão caixa de colecionador com 2 expansões, mas eles falaram que também vem uma versão padrão, né, só do jogo base. E aí uma que eu marquei aqui, mas por causa de você, porque é o Asterix e Company, né? Asterix e Co.
Que caralho!
É, é um jogo do Asterix, e eu achei uma coisa bem legal que eles falaram, é que as cartas têm arte do quadrinho. Tipo, eles falaram que as artes edição da, acho que é a Record, se não me engano, que lançava o Asterix e Coris. Falaram que eles pegaram direto do quadrinho e tal. É um jogo de combate assim e tal. Tem uma parada de tipo, tem duas cores, né? Tem os gauleses e os romanos, certo? E aí tem uma parada de tipo, às vezes você se alia para um, alia para o outro para tentar fazer os pontos e tal.
A carta que você vai jogar, ela vai ser azul, vermelha. Então às vezes você vai estar batalhando contra um player com os gauleses e outro player tá usando os romanos e tal. Não tenho muitas informações além disso, mas tá aí. Exato, eu imaginei que você ia gostar porque é isso, tipo, é a arte original do quadrinho, né?
Não é do filme do Astérix e Obélix, né?
Realmente do quadrinho que tinha na época e que acho que é o principal do Astérix, né?
Assim, eu acho foda, eu acho foda, mas é um bagulho que a gente meio que precisa ver qual é, porque, cara, é uma IP muito maneira que faz sentido você ter dentro de alguns jogos, mas pode estar sendo usada só para vender o jogo para os fãs. Porque eu particularmente, como gosto de Astérix e Obélix e tal, cara, eu não compro qualquer parada. Agora, quase todas as coisas que eu vi, quase todas não, tô sendo exagerado, mas por exemplo, é um nicho que se você pegar nos jogos de Super Nintendo, moleque, o Super Nintendo teve grandes jogos do Asterix e Obelix, grandes jogos de você chegar para jogar hoje, fala assim, caralho, eu nunca vi esse jogo, ele é foda, sabe?
É bizarro, é bizarro. Quando eu apresento para umas pessoas, esse jogo não foi lançado agora? Falo, não, cara, é bizarro, cara, é bizarro, cara.
Vamos ver, vamos ver, fico esperançoso. Vamos testar para ver se vale a pena.
Muito bom. Tipo, o certo seria Aventuras do Bairro Limoeiro, mas na capa eu tava vendo lá Aventuras do Bairro Limoeiro.
É, a minha memória é isso, que era Bairro do Limoeiro.
O nome do jogo é Aventuras no Limoeiro, não no Limoeiro.
Entendi, não cortaram o bairro. Sei lá, minha nostalgia falou mais alto aqui.
Não, para mim faz todo sentido que tu falou, tá ligado? Tipo, caralho, muito mais sentido coerente da porra. Mas tipo, foda-se, fala sobre isso.
É porque dessa vez não é do bairro, né? É só no Limoeiro. Eles ficam andando de volta da árvore assim para fazer aventura.
Pô, teve notícia também da TRIAD Editora, né, com Walking Dead RPG.
Isso, acho que tá em, provavelmente tá em Kickstarter. Eu não sei, eu nunca consumi Walking Dead. Acho que você chegou a seguir a série. Você lia o quadrinho?
Não lia? Eu li o quadrinho. A gente começou lendo quadrinhos, começou falando do quadrinho no início, Matando Robô Gigante, por exemplo. Pô, depois anunciaram a série de TV e no começo tudo era alegria. Mas se bem que tem muita gente que não gostou da primeira temporada porque ela desvirtuou um pouco dos quadrinhos, ela vai para outro caminho e tal. Em resumo, The Walking Dead, você não sabe o que tá acontecendo de maneira nenhuma.
Pelo menos até onde eu li, eu não fazia ideia. E muito cedo você entende que não é sobre você saber de onde veio o vírus zumbi ou de onde vieram os zumbis, não interessa, não faz a menor diferença. E aí na série eles quiseram dar um, eles quiseram deixar claro que não, olha, esse mundo não volta volta para o estado que ele estava. Não, caralho, não fala sobre isso, não é para falar sobre isso, você não tem que comentar essa porra.
É, isso tá fora de questão, não é um quesito para ser abordado. A gente vai tentar uma cura e o caralho, irmão, para com essa porra, toca o barco. Aí já não, mudadinha algumas coisas ali que ficou meio esquisito. Mas não foi só por isso que a galera não gostou, tiveram umas acelerações lá, mas tudo bem. Estamos falando da série, dos quadrinhos. Agora, jogo do Walking Dead, sabe o que que eu já joguei de Walking Dead de board game?
Ah, não sabia que tinha.
Peng Walking Dead, parece legal.
Eu tenho uma temática que encaixa, pô.
Ele é quebrado, cara. Ele tem um personagem que ele é imortal assim, muito mais forte. É, mas é imortal mesmo, não tem como tu ganhar dele. Mortal, ninguém nunca perdeu para ele. Quem joga com ele em qualquer parada, ele é foda. Ele tem umas paradinhas meio quebradas que aí eu não animei tanto, sabe qual é? Apesar da temática, acho que tem um pouco a ver, mas eu não animei tanto. Mas o que a tria tá trazendo é RPG mesmo, né?
Eu tenho problemas com RPG. Que fogem do tema medieval. Eu sinto, normalmente eu sinto muita dificuldade de criar história, sabe? Tipo, até Star Wars, uma vez eu fui tentar fazer um Star Wars de rebeldes assim. Tudo bem que a galera foi para uma parada meio, sei lá, nem dark eu não vou dizer, é tipo, a galera cometeu canibalismo, tá ligado? Não começou, a galera foi para o canibalismo. Aí tipo, eu começo a ficar meio perdido de criação de história, né?
Mas o universo zumbi é tranquilo de criar história, né? Porque tipo, você tem missões de tipo procurar comida, missões de tipo fortalecer base, missões de tipo tentar passar escondido por algum lugar, Então realmente tem potencial, né? E como o universo do Walking Dead já tem bastante coisa, né, para quem curte bastante, com certeza vai ser divertido jogar lá, cara.
E assim, eu acho interessante porque Walking Dead, ele, porra, é um jogo de zumbi. E jogo zumbi, ele é um zumbi hoje em dia, uma parada meio genérica para gente. E aí, cara, tu vê que recentemente o Zombicide lançou o seu sistema de RPG também para você jogar e tal. Sim, quase todas as aventuras, quase todos os universos, eles permitem você jogar uma aventura de RPG dentro dele. E aí eu me questiono muito sobre isso, um jogo que leva o selo de Walking Dead da série, o caralho dos quadrinhos, ele na verdade tá levando o selo de Walking Dead da série de TV, né?
Ele não tá necessariamente pelo quadrinho, pelo que eu tô vendo aqui rapidamente. Mas qual é o diferencial da parada? Aí ele já vem ali, a tria tá botando, e já bota um free league colado, né? A gente já, porra, pera aí, calma aí. Então não é qualquer porra, é maluco, caguei uma regra aqui, né?
A free league é a do Tales from the Loop, né?
Isso aí do Year Zero, é o mesmo motor do ano 1, né? Ano 1 primeiro, depois foi o Year Zero. Bem, sei lá. Mas, cara, basicamente é free league, o que já dá um selo pesado para caralho, já traz uma parada narrativa legal, é interessante. E eu acho que faz até sentido dentro do que se coloca essa parceria. Tem que ver, normalmente a TRIAD, quando ela bota um sistema para vender, ela bota um sistema em financiamento coletivo ou disponibiliza a Visa, ela já te dá ali o PDF para você baixar junto, né?
É, corrigindo aqui, ela tá em pré-venda, não é nem financiamento coletivo. Então esse aí já tá chegando rápido, né? Né, não vai depender de financiamento e tudo mais. Então é assim, acho que como eu disse, eu não sou muito fã de Walking Dead. Então tipo, quando eu vou jogar um coisa de zumbi, eu costumo ir naquele do John, é John Wick até o nome do cara. Eu acho engraçado que o nome dele é John Wick, é do Diaries, alguma coisa Diaries, não é zumbi?
Não, não é aquele, é a Shotgun Diaries.
Isso, esse eu achei interessante, eu acho ele muito legal, ele é muito rápido, cara. Exato. Mas tipo, pô, se eu tenho amigos que gostam muito de Walking Dead e tal, se eu gosto muito de Walking Dead, com certeza eu ia dar uma olhada nesse Porque é o que você falou, free league é um puta nome.
Pô, o Jorge Gandari tem uma parada que eu acho muito foda. Tipo assim, você tá numa situação que ela é relativamente ok, tipo assim, as coisas estão ok, você avisa e a parada acontece. Por exemplo, você tá numa rua ali, apareceu um zumbi, tu vai, tu fala, cara, eu vou entrar pela porta, na hora que eu passar vou atirar no zumbi, matar ele. Beleza, aconteceu. Tipo, tu não se preocupa com essa porra. Você só tem as roladas, né, só entra na situação de estresse, situação tensa, que fica a dúvida da variável, dos dados, etc., quando o bagulho é pesadação.
E aí quando tem risco, pega. É, então quando são situações relativamente rotineiras, tu não precisa rolar, tu não precisa, porra, será que eu consigo? Não, tu vai conseguir. Só me explica o que que é, porque eu vou depois transformar esse teu relato num encontro, numa outra coisa. Aquilo vai ser uma história que tá sendo contada em conjunto. Então tu vai queimar recurso, tu vai queimar munição, tu vai fazendo as paradas, coloca quando a situação pede, que ela fica grande. Bem maneiro, cara.
Lembrava que tinha isso mesmo, né, que tem recurso de comida, tem uma questão de você ir marcando quanta comida tem. Às vezes você vai fazer um negócio para você poder rerolar, você tem que gastar comida, um negócio assim, né.
Caçar coisa, cara, você tem que achar suprimento. E isso é foda, porque no andar da carruagem, quando a parada tá chegando já no momento mais— se tu começa a estressar o tempo todo para fazer as paradas inacreditáveis que tu precisa, cara, tu vai ter que começar: pera aí, não posso fazer isso, não vai dar, pera aí, a gente tem que caçar coisa aqui. E ele, o jogo, ele vem, porra, as duas versões que eu tenho, ambas vieram em caixas de metal fechadinhas, herméticas, como se fosse um kit de sobrevivência, sabe?
Essa apresentação chama demais.
Muito foda. Bem, vamos ver o que que vai ser esse sistema da Triad. Muito maneiro, a Triad tem feito um trabalho bem legal, a gente tem acompanhado algumas coisas, né? Vamos ver, vamos ver. E ó, acesso imediato ao PDF no Early Access, cara. Eles, cara, são muito foda. É bom demais. Entrega do item físico agora em setembro. Muito foda.
Continuando RPG então, eu soube que você tem 3 notícias de RPG para trazer para nós.
Pois é, cara, conheceu a galera do Fantastic Hub, que é uma editora aí que estão trazendo um bando de coisa, não só RPG, não só jogo, mas estão fazendo quadrinhos também dentro desse mundo fazia. Mas basicamente eles avisaram pra gente que tá rolando financiamento coletivo do primeiro RPG deles, da própria editora, né, ou seja, uma ideia original criada, escrita pelo Lucas Gandra, que é o Mar de Mortos RPG, mas o sistema de zumbi, né, pra tu ficar feliz.
Até mais que o de hoje.
Pera aí, mas o teu lance não é zumbi? Zumbi tu curte?
Não, eu acho que zumbi é um sistema que dá pra fazer. Tipo, é que, por exemplo, se eu tiver que fazer, tipo, que eu tenho dificuldade entre criar zumbi e Velho Oeste, qual que eu vou ter mais facilidade de criar história? Zumbi. Eu acho que eu consigo criar história de zumbi mais fácil do que Velho Oeste. Velho Oeste eu sempre vou ficar assalto ao banco, assalto ao trem, é o que eu tenho assim na minha ponta da língua assim, é o que vai vir, tá ligado?
E agora zumbi não, zumbi eu só tacar 3 zumbis nos cara e ver para onde eles vão, e aí tipo isso já vai gerar história, né?
Tu pode gerar inclusive, tu pode misturar os 2 universos, Velho Oeste e zumbi.
Dito isso, tem uma vez eu vi um RPG que era de Velho Oeste e dinossauros, aí tipo ele já me chamou.
Caraca, eu quero saber, maneiro, maneiro. Ó, lembrando que tem um Inside, né?
Sim, eu joguei ele, eu cheguei a jogar. Só que ele vai para uma parada mais assim, não sei se era só na expansão, mas eu tava jogando um monte de coisa, era mais steampunk até, né? Tipo, é um velho oeste steampunk. É legal, ele tem uma parada muito louca que é tipo assim, tem um, às vezes você abre as portas e aí tipo, em vez de só aparecer zumbi, ele meio que ativa um spawn que é uma sala de corpos assim, tipo é uma sala que tá os doentes, entendeu?
Tipo, é como se daí dali vai começar a sair zumbi. Aí você tem que tipo catar água benta e jogar na sala para limpar. Eu achei isso, achei legal, isso achei da hora dele.
É interessante porque ele mexe com o lore do jogo, ele tem um lore ali que a ferramenta resolve isso para zumbi. Isso nunca aconteceu no—
exato, é, né? Tipo, é um zumbi realmente tipo demônio, né? É um zumbi de tipo bíblico, espiritual assim, uma pegada total, total.
Maneiro, cara, maneiro. Eu fiquei curioso, mas ao mesmo tempo eu falei, a minha curiosidade não custa o valor do jogo, não vou comprar agora. Deixei para o momento que alguém tivesse, eu fosse jogar para ver qual é.
É justo. É, até aí hoje em dia zumbicide tem tudo, né? Tem até pirata recente, tava lá no DOF para jogar.
Pois é, tava, cara, chegou a jogar?
Não, não consegui. Ah, tá muito difícil jogar nas modis, né? Você tinha que tipo entrar na fila, marcar o nome, e aí conseguir jogar. Aí tipo, eu cheguei muito tarde para isso.
Eu achei maneiro porque esse do Pirata foi o primeiro movimento deles, né, fazendo revival da parada, porque eles pegaram o Zombicide da Comedianauts e aí eles estão trazendo de volta com o Piratas assim. Ia ser, achei assim, cara, momento perfeito, porra. A galera relançando Black Flag, notícias do possível vindouro Black Flag 2, possíveis expansões de Black Flag, o Resynced, né, que a galera lançou para o computador, para o videogame e tal, do Assassin's Assassin's Creed.
Então assim, é, porra, eles trazendo pirata, que é um termo que muita gente gosta, cara, achei do caralho assim, foi um acertaço.
É, e combina, combina pirata e zumbi. Se a gente parar para pensar, Piratas do Caribe tem zumbis, então realmente dá para fazer basicamente isso, né? Então tá aí, pô.
Ó, mas aqui no Mar dos Mortos, Mar de Mortos da Fantastic Hub, ele tá falando que é um, porra, é o clássico gênero de apocalipse zumbi, só que para uma realidade brasileira, cara. Cara, é um combate contra os mortos-vivos numa proposta focada no drama, na política, nas escolhas morais e nos limites da sobrevivência humana. Acho muito foda atualizar isso para o mundo, né, para o universo brasileiro. A gente tem um grande autor brasileiro que, porra, faz muito, parada muito legal, faz uma espécie de Liga Extraordinária, é que é o Enéas Tavares.
Porra, ele manda muito bem, cara. O maluco é, porra, para mim é um dos grandes escritores brasileiros e ele faz esse trabalho com os nossos, vou chamar de heróis, né, da literatura nacional, e fica foda. Criou um universo de heróis assim irades dentro da literatura, muito na pegada do Livro Extraordinário, só que Brasil, né, cara?
Sim, não, muito da hora, muito bom. É isso aí, eu acho que é tipo uma puta escolha trazer as coisas para o Brasil assim, porque fica mais fácil para imaginar, eu acho, né? Tipo, você não tem que imaginar que você tá vivendo nos Estados Unidos onde teve o Apocalipse Zumbi, não, é aqui no Brasil. Como seria aqui no Brasil? Eu acho uma puta escolha, acho que é fera, muito foda.
Ó, e o financiamento coletivo tá rolando, ele vai até o dia 20 de agosto, e você pode pegar desde a versão digital que custa, sei lá, 18 contos, até o pacote com, meu irmão, uma porrada de coisa, um bando de parada que vai a quase R$500. Então tem muita coisa maneira assim.
E aí assim, tipo, às vezes a versão digital é tudo que você precisa, né? Então tipo, ter um RPG por R$18,90 é muito, muito acessível, né? Tipo, pô, eu quero jogar um RPG de zumbi, pô, quanto que eu tenho que gastar? Aí tipo, o do Walking Dead é R$200, tá ligado? E tipo, claro, ele vale o valor dele, mas às vezes eu não tenho esse dinheiro. Então pô, ter uma opção de R$18,90, mesmo que seja só digital, às vezes é tudo que eu preciso para aprender a jogar um RPG.
E eles falaram ali, né, que o sistema ele é é pensado para instigar os veteranos, mas ser fácil de aprender para os iniciantes. E eu acho que isso é muito importante, porque normalmente é assim as mesas de RPG, né? Hoje em dia é tipo metade é veterano e a outra metade tá aprendendo, porque a gente só consegue fechar a mesa assim, né? Não consegue fechar a mesa com veterano hoje em dia, não tem como.
A galera da Fantastic Hub também falou de uns quadrinhos que eles estão trazendo e outros projetos, mas acaba indo muito para parte do quadrinho, apesar deles estarem falando do Conan. E eu achei muito foda, porque quando eu cheguei lá eu tava vendo as revistas deles do Conan que eles têm, acho que estão na 5ª agora, para, são Crônicas Iborianas, e a capa do meu querido amigo Rodney Buquemi. E eu falei, pera aí, eu conheço esse traço, eu conheço esse traço, o que que é essa porra?
Caralho, Rodney Buquemi, que foda! E as capas dele mó barato assim, o cara é um conhecedor foda. Então bem, galera, então é isso aí, o link tá na postagem, o Catarse do RPG, tem também o link lá das Crônicas Iborianas para você dar uma olhada também se você quiser.
Para finalizar, tem alguns anúncios que foram da Mosaico que fizeram no DOF, mas tava numa postagem deles do Instagram, a gente pode depois colocar na postagem, alguma coisa assim. Eu achei bem interessante assim que eles fizeram todos os jogos, e escrito até meio ruim de ler, para ser bem sincero, mas eles colocam a data de previsão e aí tá riscado em cima assim da data de previsão, porque eles falaram, ó, isso é só uma previsão, galera, não vou prometer nada.
E a gente percebe que isso é um problema sério dos jogos de tabuleiro assim. O Fabrício é um cara que ele fala, galera, não liga para isso, joga o jogo que você tem. Mas às vezes a gente quer muito jogar um jogo novo, então eu entendo a vontade de saber quando que vai lançar. Lá, né? E eles estão trazendo nomes fortes assim, e alguns nomes que eu trouxe não porque serem fortes, mas porque eu acho que tem a ver com o Fabuloso, né?
Então, por exemplo, eles estão trazendo o Entropy, eles anunciaram. E esse Entropy eu falo que é um nome forte porque ele tá no hotness já faz algumas semanas assim, que ele tem pipocado lá e tal. É uma parada, a gente falou de Cosmos mais cedo, é meio que essa ideia, tipo, a ideia que você vai estar criando mundos. É claro, não é tão literal quanto o Cosmos, onde você é o planeta basicamente, né? Na verdade, nele é uma parada de que você tem o seu cientista, ele vai ter um rondel, você vai ficar em volta do mapa, né?
O rondel é essa mecânica onde você às vezes uma ação não tá disponível para você porque você ainda não chegou nela, né? Você tem que esperar algumas rodadas para poder fazer a ação. Então assim, ele é um jogo euro com uma puta apresentação assim, qualidade de componente bonitão, coloridão, tal assim. Então eu acho que esse é o maior, qualidade premium assim, nos parâmetros. É nível hard assim. Eu diria que essa é a maior das notícias assim que eles estão trazendo, sei lá, fora o Lords of Waterdeep, que eles também anunciaram já faz um tempo que eles tinham anunciado.
Professor Felipe, que porra, que jogo de D&D que já existe, já tinha vindo para o Brasil, acho que por outra editora, se não me engano.
Ele veio pela falecida Galápagos, né, ainda era Galápagos, só que foi um esquema de tipo assim, vem inglês, galera, tô importando para vocês, vocês paga a taxa de importação e é isso que eu tô trazendo. O que às vezes sai um pouco mais barato, mas eu acho que na época nem isso tava saindo. Enfim, eu peguei usado o meu, então foi mais realmente barato.
Eu fiquei decepcionado, eu ganhei esse jogo do Fabrício e eu fiquei um pouco decepcionado não pelo presente jogo em si, que eu adorei, mas porque eu esperava outra coisa. E ele é um jogo tipo um, sei lá, um jogo intermediário de board game de alocação de trabalhador, se eu não me engano, tal, faz as paradinhas. E eu tava achando que era um bagulho meio bem RPG, só falei que ia ter uma pegadinha de você ter a história, de você dar uma coisa mais RPG onde você tem o teu personagem, evolui, e não, não, é board game mesmo, board game dentro do universo de Waterdeep.
Eu tenho a sensação dele que ele é tipo assim, ele foi o o cara tinha, alguém virou para ele e falou assim, olha, eu preciso de um jogo de D&D, sei lá. E aí ele tinha a mecânica pronta, ele jogou a skin em cima, sabe assim? É uma parada que é bem crua assim, tipo, só que ao mesmo tempo o cara tá de parabéns porque mecanicamente funciona muito bem o jogo, sabe assim? Ele é uma locação de trabalhadores, você tem ali 4 recursos e você gasta recurso para cumprir a missão.
E aí tipo funciona muito bem, tipo você consegue fazer o combinho de tipo, tá, eu vou cumprir essa missão que vai me dar 3 cubinhos roxos, que é o que eu preciso para cumprir a próxima missão. Então ele é muito satisfatório de jogar, é muito fácil de apresentar para as pessoas. Pessoas, mas com certeza o tema ali tá jogado. Tipo, não é D&D, D&D, D&D. É, podia ser tipo a Cidade Fantástica número 43, que o jogo funcionaria do mesmo jeito e não precisaria ter a temática D&D.
Dito isso, é sempre legal quando você faz a missão que tem o Xanatar. Eu sempre acho da hora. Então eu sou, tô falando, tô cuspindo no prato que eu comi.
Então, mas enfim, só para saber, Vampire Survivors, eles anunciaram o board game do Vampire Survivors?
É, pois é, eles vão trazer. Esse jogo tá anunciado lá fora, não tem tem foto lá fora. Ao mesmo tempo que eles falaram que vão chegar em dezembro de 2026, então tipo assim, tá aí do lado, né? Falta 6 meses para o jogo chegar aí. Beleza, mas é um deck building cooperativo. Eu marquei por causa de você, porque eu sei que você jogou muito Vampire Survivors na live. E aí eu trouxe para você falar o que você acha, se é um jogo que encaixa num board game ou não.
Cara, que bizarro, porque eu tô até abrindo aqui enquanto eu tô falando para poder ver se tem alguma imagem, alguma coisa que eu possa—
não tem nada, não tem nada, não tem nota, não tem review, não tem nada dele assim. É tipo assim, confia, vai lançar, cara.
Eu completamente imagino um universo de possibilidades de game design onde o Vampire Survivors funciona, porque bem ou mal ele é um jogo de engine building. Você vai criar um motor que vai trabalhar ali a teu favor para dar dano nas criaturas. Então ele é isso, a porra. E a parada é, tu vai ter que resistir às ordens e tudo mais, ou seja, vai trabalhar dano, não sei o quê. Eu só acho que ele não seria um jogo de mapa onde você estaria andando com a tua miniatura, não seria isso.
Ele seria um jogo onde você tá parado, deck builder, Battlefield, alguma coisa nesse caminho.
Mas realmente vai ser, vai ser deck building, você acertou nisso. Tipo, deck building ele vai ser.
Eu acho que, cara, tem chance de ser uma parada maneira assim, tem chance de ser uma parada bem legal, porque eu acho que funcionaria.
Você lembra um dos jogos que foi, é tipo, tava concorrendo ao Speed Desiários, que era o Moon Colony? O nome, né, tipo, é Moon Colony Bloodbath, o nome inteiro do jogo, na verdade, né? Porque realmente é isso que acontece no jogo, acontece um banho de sangue. E ele tem uma coisa muito única que talvez funcionasse para o Vampire Survivors, que é uma parada assim, você tem quis tentar sobreviver na sua colônia. Então o que que acontece?
Você começa, tá tudo de boa. Tipo assim, o baralho, ele é engraçado, ele é um deck building em conjunto. Tipo, só tem um baralho no jogo e aí o baralho afeta todo mundo. Então tipo, no baralho tem lá 4 cartas de ação e uma carta de tipo evento. E aí tipo, essa carta de evento, na verdade, o que ela faz? Ela adiciona um evento para o deck. E aí tem o baralho só dos eventos, que são tipo coisas ruins, basicamente. Tipo, o primeiro evento é fome, que aí você tem que gastar o recurso de comida.
Se você não consegue, você morre gente, tá ligado? Aí beleza. Aí o próximo evento já é tipo assim, sei lá, morre uma pessoa, alguma coisa. Eu não vou lembrar agora a ordem dos eventos. Aí vai piorando, tipo, ah, o próximo evento adicione um robô pro deck. É isso. Quando você adiciona um robô pro deck, tipo, pode vir um robô que mata 6 pessoas, tá ligado? Assim. E aí tipo vai indo. E aí o que acontece? Quanto mais você gira o deck, começa a repetir de novo essas cartas.
Porque tipo num primeiro momento veio só a fome. Aí no próximo, a rodada do deck, vai vir a fome e o novo evento. Aí na terceira vai vir a fome, o novo evento e mais uma coisa. Então eu acho que pro Vampire Survivors uma mecânica mais ou menos assim seria bem legal, porque é isso, tipo, no primeiro momento vai vir um bichinho, aí tipo você ganha as ações para você poder equipar e tentar sobreviver. Aí no segundo vem mais um bichinho, mais um bichinho, bicho mais forte e tal.
E aí você vê tipo se vocês conseguem encerrar os eventos, né? Porque é isso, tipo chegar no boss final e matar. Era uma mecânica que seria legal. Não acho que vai ser assim, porque né, obviamente seria cópia, mas não faz igual. Mas é, tem potencial, tem potencial. Eu só trouxe porque eu achei realmente muito inesperado assim, tipo do nada um board game de Vampire Survivors que não tem nada para a gente vê. Eu trouxe para falar dele, tá?
Maneiro, abre para especulações.
Exato, trouxe para discussão. Eu quero trazer um, eu vou falar por cima. Eles estão trazendo o Hacienda, que eu trouxe só para o pessoal que ficar curioso. É para ser um jogo de fazenda em que você tá, não tá só gastando a terra, na verdade você vai estar tentando ser ecológico e tá tentando trazer espécies nativas e coisa assim. Quem quiser jogar tem no BGA, tá em beta ainda no BGA, mas tem para jogar. Mas um que eu quis trazer só para trazer a provocação é um que chama, eu não sei nem pronunciar certo porque parece ter um acento, eu acho que não, é Floé, e eu gosto de chamar de Evanhoé porque me lembra da palavra Evanhoé, sei lá.
E é no frio, então eu acho que é válido. Ele é um jogo de alocação de trabalhador que se passa aí nesse ambiente frio e inóspito e tal, só que tem a arte do Andrew Bosley. Então eu trouxe para dizer que eu temo a maldição do Andrew Bosley de novo, porque essa é uma opinião minha que eu acho que eu já compartilhei com você.
Lembrar, né, é Verdell Tapestry Love Letter.
Exato, exato. Assim, ele Então é o, esse que é um detalhe importante. Eu tenho a maldição que os jogos novos que o Andrew Busley faz animação, fora Everdell, e assim, tem risco, não, ele faz a ilustração, perdão, seria muito bom se ele fizesse animação também, mas quando ele faz ilustração, o jogo tem uma chance de ser, ele não necessariamente ser ruim, mas ser aquele jogo mais ou menos, sabe assim? Então tipo, o Tapestry eu acho ruim, sabe assim?
Aí tem um outro jogo que eles fizeram que é o Mercadores da Estrada Sombria. Pra mim também foi ruim assim a experiência de jogar ele. Mas aí ele tem algum outro que tipo não chega lá, tipo o Circo Arrunedar. Não sei se você já jogou esse. Ele é um que é do Tunísia, né? E aí tipo esse pra mim também assim foi mais ou menos assim a experiência. Não foi um jogo que eu tipo terminei e falei, da hora, que jogo bom, sabe assim? E é isso, sabe?
Toda hora eu tô tentando jogar um jogo dele e aí tipo eu termino e falo, pô, não é, não chegou lá, sabe? Falta sempre alguma coisa. Que eu gosto de comparar com o Vincent Dutrait, que é tipo assim, o cara ilustra, você joga, jogo é da hora, sabe assim? Tipo, o cara parece que escolhe os jogos a dedo. Então tá aí, é o Floê, né? A nota do BGG tá meio ruim, só que tem que tomar cuidado porque tem muita gente reclamando do Kickstarter, dando nota 1 por causa do Kickstarter.
Teve um problema no Kickstarter, então dá para confiar ali. Mas é um jogo para a gente ficar de olho, porque como o Andrew Bosley ilustrou, provavelmente ele é mais ou menos. O único jogo que ele fez recente que é bom e, né, e tem ilustração dele é o Inconsciente, que é o da mente inconsciente, que é o do Freud e tal.
Ah tá, não é o Voice in My Head, né?
É, não, não, é o Inconsciente, que é jogo euro pesadão e tal, é bem interessante o jogo. Só que tem um detalhe, a outra pessoa que tá participando na arte é o Vincent do TRIED. Então acho que equilibrou, e aí o jogo fica bom. Caraca, chegamos nesse ponto de teoria da conspiração, eu e as minhas teorias de conspiração de board games.
Não, mas eu acho bizarro isso, porque tem jogo que o cara, meu irmão, o jogo é meio mais ou menos, mas a arte é inacreditável. E aí tu vai pegar pilhadaço e fala, puta, triste.
Às vezes você acha que é mais pela arte, né? Você fala, putz, olha que arte incrível, esse jogo deve ser muito bom.
E aí eu acho que, ó, Para mim, comprando um pouco a tua ideia, a tua teoria da conspiração, não entrando no ponto dele como artista, mas eu acho que no momento em que um jogo mediano tem uma arte inacreditável ou uma arte surreal, esse desbalanço ele pesa contra o board game. Eu acho que o jogo ele precisa estar meio que alinhado, da mesma forma como um jogo bom para caralho com uma arte merda também pesa contra, mas a gente releva mais assim, a gente não sente enganado.
Ai, caralho, aí eu não sei, eu acho assim, designer, se você tá lançando o jogo e você acha que ele é mais ou menos, pede um artista mais menos.
Eu acho que a gente devia terminar nessa nota aí, porque fica o questionamento: é melhor jogar um jogo bosta com uma arte incrível ou jogo incrível com uma arte bosta?
É isso, gente, fechamos aqui. Até sexta-feira a gente tá de volta com o nosso podcast semanal aqui no Fabuloso Podcast. Um beijo, valeu, Gobi!
Valeu!
Fabuloso Discord
Comunidade Fabuloso PodcastReserva
Camisa do Fabuloso e outras