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Jogos de Corrida de Carro nos Tabuleiros: Caos, Estratégia e Velocidade | Fabuloso Podcast

08 de maio de 20261h5min
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Didi Braguinha, André Rumjanek e Googlebee aceleram fundo em uma conversa sobre jogos de corrida de carro nos tabuleiros, debatendo como diferentes designs transformam velocidade, caos e estratégia em experiências completamente distintas. Entre apostas disfarçadas de corrida, combates pós-apocalípticos e sistemas que simulam curvas, derrapagens e checkpoints, o episódio explora como cada jogo escolhe representar a sensação de pilotar e competir.

O papo passa por títulos como Downforce, Thunder Road Vendetta, Joyride e Heat, analisando desde a profundidade estratégica até o caos imprevisível das partidas. O trio também discute frustração, interação direta, customização de pistas e o equilíbrio entre habilidade e sorte nos jogos de corrida modernos, sempre misturando humor, histórias absurdas e muita paixão por game design.

Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados:

Jogos de Corrida de Carro nos Tabuleiros: Caos, Estratégia e Velocidade

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Assuntos3
  • Equipamento de proteção individualImportância do uso de EPI em atividades manuais · Riscos de acidentes com ferramentas elétricas · Cultura de não uso de EPI no Rio de Janeiro · Exemplos de acidentes com EPI
  • DownforceDownforce como jogo de aposta, não de corrida · Mecânica de apostas e movimentação de carros · Experiência frustrante com o jogo
  • GaslandsGaslands como wargame de corrida com customização de carros · Versão Ready Set Go para crianças · Mecânica de movimento com templates e derrapagens · Criação de pistas personalizadas · Foco em combate e sobrevivência (Death Race)
Transcrição178 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

André. Didi. Em quanto tempo tu acha que tu ia se cortar, decepar um membro do seu corpo, se você começasse a treinar com sabre de luz? Acho que em questões de segundos. Ao ligar, né? Ao ligar. Ao ligar. E vamos ser muito honestos.

Não é fácil de tu saber qual é o lado pra cima do sabre. Tom do sabre é meio confuso. Desculpa. Ah, morrei.

Inclusive, alguns tem dois, hein? É, tem isso. Porra! Posição de ligar de segurança. Cara, por muito menos, eu limitei minhas compras de marcenaria a uma serra tico-tico. Qualquer coisa além, para cima de uma serra tico-tico é considerado... Eu não me autorizo. Porque eu tenho certeza que eu vou perder um dedinho. Aquela, tem uma que é uma linhazinha invisível. É uma mesa que tem uma linha invisível que aí você, tipo... Ah, fulano! Os dedos caem. Os dedos caem.

essa daí é Jogos Mortais cara, eu lembro da primeira vez que eu usei uma motosserra

Porra, o Pedro, meu filho mais novo, chorou. Pai, tem certeza que você vai fazer isso, pai? Pai, cuidado, pelo amor de Deus. Eu falei, filho, qualquer idiota mexe nessa porra. Esse é o problema, né? Pai, mas você não é qualquer idiota, você é um grande idiota. Que idiota. Desgraçado, né? Desgraçado, não, pelo amor de Deus. Eu amo, meu filho. Deu tudo certo, no princípio.

Cara, eu fiz num curso de maceraria... Eu fiz os três dias dele. Eu fiz num curso, eu peguei Serra Circular.

Aí a mulher fez, agora a gente vai usar a serra circular. Eu falei, pronto, é agora, tchau dedos, tchau, pelo menos uns três, de três a quatro dedos. Mas não é, ela é até mais segura, né, do que parece. E aquelas mesas, hoje em dia tem aquela que a galera mostra com a salsicha, assim, que a parada trava antes do teu dedo tocar. Eu não confio nessa porra. Moleque, eu vou te falar a parada sobre, é EPI, que chama? EPI, né? EPI, é Equipamento de Proteção Individual. Moleque, tava vendo um vídeo de um cara.

Tipo um americano, Delcio Gomes. Tava fazendo o fliperama dele na casa, na garagem dele. Tá acolhendo? Aí, porra, americano é aquele bagulho. O cara pega as ferramentas pra comprar as baradas todas. Não precisa contratar ninguém. O cara vai lá e comprou. Aí o cara pegou aquelas... Tipo esmerilhadeira, tá ligado? Mas que é uma serrinha, né? Pra cortar. Então, aqui no Brasil é tudo maquita. Não interessa a função. Pegou a maquita.

Mas qual? Não interessa. Pegou a maquita. Moleque, aí o maluco cortando a garagem. Tipo, normalmente o cara tá ali cortando aquela porra sem nada. Aí ele briga e...

Deixa eu botar aqui meus óculos de proteção e tal, não sei o que. Moleque, ele bota os óculos de proteção e ele volta pra cortar. O disco de cócara arrebenta. E vai na cara dele. Moleque, o bagulho só não perfurou. Porque ele parou no óculos. E aí só parou e fica na cara dele preso assim, de lado, sacané.

tipo, o Shane So Man, tá ligado? Ficou... E o bagulho preso, só que ela não avança porque ela fica nos óculos. E o cara, tipo, ele não tá cego por causa dos óculos, ele não avançou por causa dos óculos e o óculos só... Ah, ele virou um vilão do James Bond, mas tudo bem. Ele só não... Só não perder. Cara, assim, já que o programa virou sobre... Sabe qual é o apelido dele depois disso, né?

Maquita. Só porque o programa virou sobre EPI e a importância dele, porque assim, ainda mais é no Rio de Janeiro, tá? Carioca, Gugubi, não sei se você sabe disso. Carioca, se você botar um capacete pra andar de bicicleta, vão te zoar na rua. E lá, lá tá de capacetezinho, sabe? É tipo isso, usar equipamento de segurança é visto como o trouxa, o otário. Defina a sua sexualidade no Rio de Janeiro. Daí pra baixo, se você... Enfim.

E aí, cara, eu sempre usei porque, tipo, é isso, eu sei que vai dar merda. Uma vez, teve uma vez que eu tava com um micro retífica num plástico e voou dentro do meu olho, bem no duto lá, que não aconteceu nada, e eu falei assim, por que eu não tô usando óculos? E aqui, cara, recentemente eu conheci um camarada, e essa é a moral do programa de hoje. Ele foi martelar um prego, só. Tipo assim, quem é o imbecil que bota óculos pra martelar um prego? Só que era prego de aço, meu irmão. O prego de aço não amassa. Quebra.

Voou no olho dele, ficou cego de um olho. Por que não estava usando EPI? Moral da história. A menos que você queira virar um vilão do James Bond, use EPI. Sendo trouxa ou não sendo trouxa? Porque é isso, tu não sabe. Ele virou pinhead.

Mas enfim, bizarro. Então tudo pra te responder que eu não acho que não mandaria back. Eu não usaria sabre de luz assim. Qual é a EPI do sabre de luz? Não tem a menor ideia. Porra, sei lá, o conselho já dá. A força.

Pra ser o nerd agora do Star Wars, é que o Luke é louco, né? Mas os Spadawans, eles treinavam com sabre de treino. Tipo, era um sabre que não cortava tanto. De madeira. Era uma queimadinha. Não, não é de madeira. Eu aprendi isso vendo Jovens Jedis, o desenho que minha filha assiste. E é um sabre diferente. Ele bate nas paradas assim e ele não corta.

Ah, é? É tipo um glow stick. É a versão de espuma, né? É, dos fadas. Mas é, o Luke não fez isso. E o Luke, inclusive, no filme, ele dá uma olhadinha no cano do sábio assim.

Senhoras e senhores, estamos tentando ligar esse gol a álcool numa manhã fria, senhores e senhores. Está começando o fabuloso podcast, seu podcast, o meu podcast, o nosso podcast, de todas as sextas-feiras, o podcast número 100 em relevância brasileira, senhores e senhores. Não vamos esquecer disso, tá? Não esqueçam disso. Mas lembrem sempre que nós fomos, durante um breve momento...

O centésimo podcast mais relevante do Brasil. Do Brasil. Podcast de board game. Pergunta quem é que foi convidado pra ir no lançamento do Dungeons & Dragons. Nós não fomos. Não sei, vai perguntar. Pergunta mesmo. Eu sou o Jair Obrado de Nibraguim. Estou aqui na presença do fabuloso

André Rumianic. Não vamos confundir relevância com importância. Não vamos confundir relevância com queridos. Não é porque apareceu lá que as pessoas de repente querem a nossa participação. Ah, é verdade. O fato da gente ser relevante não significa que a gente é querido pelos outros. Exatamente. Que as pessoas gostam da gente. Triste.

Senhores, diretamente Dos confins do Brasil Do top 1 do ranking Dos mais inteligentes da matemática Ele, que foi ao Faustão Mostrar como se calcula sem calculadora O fabuloso Hugo Bia Hello there

É um tipo, se vira nos 30 Faz a conta aí, faz a conta rapidão Quantas vezes eu já ouvi isso, cara Eu juro que eu cheguei a tentar Pensar que tem um método de cálculo rápido Que eu aprendi no filme Gifted Eu não lembro como ficou em português o nome Uma mente brilhante Não, não é mente brilhante, porque esse é do Do cara do Nobel, né Gifted

É do Chris Evans. Não, é do Chris Evans com a McKenna Grace, que é tipo a menininha gênia. Capitão América. É, o Capitão América com a... Não, eu só conheço o filme do Chris Evans. O que ela fez agora? Ela fez muita coisa, essa menina, recentemente. Mas é, basicamente. E aí ele faz um cálculo rápido. McKenna Grace. Ah, ela fez bastante coisa, tipo...

Ela fez Young Sheldon, ela tava no Young Sheldon, ela fez recentemente aquele... Ele é irmã do Young Sheldon? Não, não. Ela é, tipo, meio que o interesse romântico do Sheldon, mais próximo que dá pra chegar disso ali. Sério? Young Sheldon? Caraca, aqui, zoado. Mas enfim, aí ele fala, porque tem um método de cálculo lá, e é, tipo, você destrói a conta pra refazer ela depois, mas é muito difícil. Não dá certo, não. Não sei fazer conta rápido. O método chama teleporte.

celular, chama celular, pega o teu celular e pergunta pra ele, né, e faz mas não é pra isso que estamos aqui, né Didi? exatamente, exatamente hoje nós vamos acelerar pelas ondas de rádio, porque finalmente o tão aguardado episódio sobre

jogos de corrida com uma especificidade. Auto racing. Jogos de corrida de carro. Se não está altamente... A expectativa não está alta pra você, é porque está pra gente. A gente jogou muitos jogos de corrida e está a fim de falar sobre ele. Especificamente nesse episódio, a gente não vai botar uma música tema. Porque a gente vai deixar isso à sua mercê. A mercê da sua criatividade. Porque você pode... Pô...

imaginar que a música tema desse episódio seria o que? Top Gear. Sim. Pô, bota a música tema do Top Gear. Ah, pode ser o tema da Vitória do Ayrton Senna, pô. Pode ser a música do Ayrton Senna, mas pode ser também a música tema do Top Gear versão pisadinha.

Pode ser... Carruagem de fogo também. Carruagem de fogo é muito bom. Cavalo de fogo também. Círculo de fogo também. Círculo de fogo de robô. Que também é um jogo de corrida, né? Corrida contra o tempo pra fechar o ponto. E do atirador de elite também, que era círculo de fogo também, do Vasily. Que era uma corrida também pra ver quem ficava mais tempo parado. Vivo. Vivo. A bala chegava primeiro. Na grande, grande corrida da vida. Ambos terminavam parados.

Mas a ideia do programa de hoje é a gente trazer o quê? Os melhores jogos? Uma listona de jogos, André? A ideia do programa de hoje é a gente falar dos jogos que a gente considera relevante no tema. Não é corrida só, porque corrida é muito amplo. Então é jogos de corrida de carro.

E aí a ideia é, a gente jogou uma cacetada de jogos, uns melhores que os outros, e a pira aqui é entender, pelo menos pra mim foi, a gente vai debater mais livre do que... Eu odeio ter que explicar o que a gente vai debater sem ter debatido, né? Mas assim, o que cada jogo foca no elemento corrida? Porque não basta só ser corrida, né? Alguns focam numa coisa e outros focam em outra.

E a ideia é essa. Para rasgar o band-aid de cara, eu queria trazer o jogo que está lá no topo da lista de jogos de corrida, no topo do sentido de popularidade famoso, mas que não é. Ele é quase tica todas as caixinhas. Ele é um jogo de corrida, de carro, Fórmula 1, talvez, não sei se é, que é o Downforce.

O Downforce você vai ver ele em todas as listas de jogo de corrida de carro, mas eu tô botando ele na cabeça, na entrada, pra dizer que ele não é um jogo de corrida. Ele simplesmente não é. Você controla carros? Controla. Você controla o seu carro? Também. O que é a parte irônica. Mas você ganha quando o seu carro chega na linha de chegada? Não necessariamente.

E aí eu não sei nem como apresentar. Eu diria que o Downforce é um jogo de aposta. É um jogo de aposta. Ele é um jogo de aposta. Ele é totalmente um jogo de aposta. O que é triste pra mim, porque... Eu diria um pouquinho de Take-Dash também. Por você controlar o carro dos outros, né?

É, só pra ficar claro, quem não conhece o jogo, tá? No jogo você começa com uma rodada de um sorteio, um draft, onde você pode ou não comprar pilotos e equipes, né? Não sei se você tá comprando a equipe ou o piloto, não lembro. E aí, no decorrer do jogo, o que você gastar, entre aspas de dinheiro, você tá no negativo, né? E no decorrer do jogo você vai apostar em qual carro que você acha que ganha.

E se o seu carro ganha determinada posição, ele ganha determinado dinheiros. Então você quer sair do seu prejuízo e acertar quem ganha. Só que a mecânica do jogo é você tem um bando de carta e nas suas cartas você mexe...

os carros que estão descritos nela, de cima pra baixo. Então eu tenho o vermelho anda 3, o verde anda 2, e por aí vai. E é só isso. Então na sua vez você escolhe quem vai mexer. Tem umas poucas assimetrias e nuances em cima do que eu falei, mas essencialmente todo mundo mexe o carro de todo mundo. Tem uns bloqueios, você pode mexer o cara pra um caminho ruim, né? Mas você tem pouca agência mesmo. É a sensação de botar uns ratinhos na mesa e apostar quem é que vai sair primeiro.

Ele tá muito mais próximo da sensação capitalista de você ter um cavalo no jockey, na corrida. Porque você pode ser dono de um estábulo. Se fosse cavalo, pronto. Se fosse cavalo, tava resolvido, Thiago. Porque assim, você tem o seu cavalo. Imagina que você é um dono, você tem o seu cavalo. Qual seria o nome do seu cavalo, André, que você daria pra ele? Astrogir do Travoltas, com certeza. Armandinho, Armandinho Travoltas. Armandinho Travoltas, tá.

Acho que surgiu do meio datado Armandinho Travolta mais adequado Cara, eu acho que eu iria aproveitando o Travolta, eu iria pra um Saturday Night Fever alguma coisa assim ou Night Fever, talvez seja um Night Fever Night Fever está avançando pelo lado de fora porra

Febre noturna Porra, aí, cara Qual é o lance de você ser um dono de um cavalo? Você tem um dono de um cavalo, você investe dinheiro nele Você, porra, treina, você tem o joque, você paga a parada toda Você, porra, prepara o condicionamento Tem estratégia, investe a grana ali Teoricamente você tá pensando no retorno Que é financeiro que aquele teu cavalo vai te dar Só que como um bom esporte capitalista Pra caralho

A ideia é o máximo de retorno financeiro possível. Sim. E o seu cavalo, ele não precisa ser o vencedor pra você ter o máximo de retorno financeiro possível. Basta você ter gasto pouco no seu cavalo. Gastei merreca no cavalo, já tô bem. Você simplesmente pode saber que aquele... Ó, esse cavalo jamais vai ganhar. Merda. Mas ele custou um cafezinho com pão de queijo. Então, assim, se eu ganhar um real, tá pagando, né?

Dá o fossa é uma decepção pra mim, de verdade. Porque ele tem tudo que o jogo não precisa ter de corrida. E a corrida em si, o meu ponto assim, tentando pegar o que o cara focou, a corrida em si, ela não é dramática. Sou eu decidindo o que você vai mexer, o que carros vão mexer meio arbitrariamente. Não tem... Simplesmente acontece. É isso, é uma roleta. É o que você falou, se fosse cavalos, tava resolvido. Então assim, se você tá na lista aí, procurando jogos de corrida maneiro, com o cão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão de runão

o Downforce vai geralmente aparecer nas buscas. E eu estou recomendando que você não encare ele como jogo de corrida. Ele é um jogo de aposta. O pessoal pode até gostar, né? No caso, eu tive uma experiência ruim jogando, porque pelo menos uma das corridas lá...

tinha um cara que claramente ia ganhar. Então todo mundo apostou nele. Tipo, todas as apostas de todo mundo foi nele. Então, foi isso. A corrida foi sobre isso, basicamente, sabe? Foi realmente sobre quem gastou menos no começo da corrida. Os caras que compram dois carros, por exemplo, não tinham como ganhar, porque todo mundo pontuou praticamente igual. Foi isso. E aí o cara que ganhou, ele tinha gastado um monte em carro, não adiantou nada. Então, é, ele tem potencial até de frustração, assim, eu acho.

É, eu tô dizendo que você não pode gostar do jogo não Eu só tô falando assim, se você está na procura De jogo de corrida de carro Com a sensação de velocidade Com a sensação de corrida de carro Não vá nele, tá? Não é por lá Não é esse, total Eu queria fazer Uma menção honrosa Que não vai dar pra elaborar muito Porque infelizmente eu não tive o prazer De jogar a versão full, que é o Gaslands

que a gente já falou, que é o Wargaming dos jogos de corrida, tá? O Gaslands, como o Didi já falou no passado, ele é um jogo que você pega o seu Hot Wheels, o jogo pede que você trabalhe ele como todo bom Wargaming, que você dê uma lixada nele, bote mais arminhas e monte ele.

e você compra o PDF online imprime e tem as regras é eu não tenho o jogo todo mais existe o gaslens ready set go que eles lançaram que é uma versão para você jogar com crianças e aí eu fiz o teste com a minha filha que que ele faz você imprime os templates eu imprimi os templates que são as retas que você pode fazer as réguas e é só corrida

E aí, o que é maneiro? Ah, não tem os tirinhos, as paradinhas? Não, não tem. É só, tipo, só corrida e dá errado. Então, assim, o que é maneiro? Tá? Você... A gente fez um híbrido, tá? Porque no Red Set Go não tem nem marcha. Só que a gente adicionou marcha, que é o maneiro. Aí, como é que funciona? Que eu acho muito legal do Gaslands. Você tem o teu carrinho, você tem uma pista que é um mapa que tu fez. Né? De preferência com obstáculos no caminho.

Na tua vez, você escolhe uma reguinha. E as reguinhas são assim, reta, reta curta, média ou longa, uma desviada para o lado ou para o outro, só que continua reto, e curvas. A X-Wing é essa ali. Isso, é nessa onda. Você tem o template do seu movimento. Só que os templates, eles têm um chanfradinho, um triangular.

Que é porque quando você faz esse template, você joga um dado. E dependendo do dado, você pode derrapar. Então você encaixa o template do slide. Se é uma reta, você encaixa o template do slide no final da reta e fala assim, você no final da tua reta rodou. Mas na curva, geralmente, ele derrapa para fora da curva.

Então, tipo assim, tu... e foi longe. E é isso, a tua penalidade foi essa. Você pode tomar dano, dependendo do que acontece, mas você derrapa e vai pro lado. Por que que isso é muito maneiro? E se resolve o que a maioria dos outros jogos, que são mais tabuleirados, né, com o mapa mesmo, tabuleiro, aquela coisa de nessa curva você só pode fazer na velocidade e tal. Por que que acontece? À medida que sua marcha vai subindo, que você tá mais rápido, os templates, as réguas, elas têm números, dizendo quais que podem ser usados. Então, por exemplo, quando tu tá de sexta marcha,

tu pode usar um retão. Mas tu praticamente... A curva que tu tem é tipo... Microscópica. Uma guinadinha pro lado. Então assim, mesmo a parede tá chegando, beijo e tchau, tu não vai. E tem uma parada que é a seguinte, pelo que eu entendi da regra oficial, você todo mundo ativa. É tipo assim, marcha 1. Quem tá na marcha 1 ou pra cima, ativa. Então você ativa. Se você tá na sexta, você vai ativar na marcha 1, na marcha 2, na marcha 3, na 4, na 5 e na 6.

Então o potencial de tu se estoporar na sexta marcha é altíssimo, sabe? Você vai bater com certeza. Enfim, o jogo full tem tiro, tem lança-chamas e todos os restos das coisas. Tu já viu o vídeo da competição entre a Lamborghini, a Ferrari e o Fiat Uno com a escada em cima? Sim! Caralho, é muito bom esse vídeo. O final desse vídeo é daquele pano, cara.

Eu não sei se vale a pena contar por causa do spoiler, mas... Pois é, não vale. Deixa as pessoas verem. Pesquisem aí. Ou bota no link aí, sei lá. Mas acho que pesquisar é mais fácil. Tem um vídeo clássico, inclusive, do Uno, que é o cara falando muito bem do Uno. Ele fala assim, o Uno, não sei o que. Ele tem um modo esportivo que pode ser alcançado botando uma escada no topo.

Você libera o modo esportivo do Uno botando a escada no teto dele. A Fiat tinha que ter já um modelo pronto desse jeito. Que nem a escada nem desencaixa. Ela é parte do chassi. Bora para os jogos mesmo. Rapidinho, rapidinho. Sobre o Gasland. Eu acho muito foda pelo seguinte. O Gasland é um jogo que, cara... A parada mais interessante dele, que eu acho... É o fato da pista ser o que você quiser que ela seja.

Você cria a tua pista, você cria aonde ela vai ser. Tu pode fazer uma pista na tua mesa e jogar de maneira sucinta, bem minimalista. Ou tu pode chegar no jardim da tua casa, pegar aquele chão de terra com grama, cavar o buraco ali e tu fez uma pista, meu irmão. E tu vai jogar aquela parada sendo adulto mesmo.

Num lugar, porra, com um Hot Wheels que tu acabou de pintar, lixar, botar arminha. Porque tu tem que colar as coisinhas. Tu vai botar o canhão. Sim, sim. O carro tem uma metralhadora na frente. Ele tem que ter uma metralhadora colada em cima dele. Sabe qual é? Ele tem as fichas dos carros categorizados por classe. Então, carro tal tem tantas de equipe. Porque pra você ter arma, você tem que ter uma equipe. Uma pessoa usando aquilo. É caminhão. Aí tem menos marcha, mas tem mais pessoa. Tem mais armadura.

A comunidade por trás é maneira, as regras estão atualizadas, já está no Gaslands Refilled. E uma coisa que é interessante, você falou assim, você pode só chegar no jardim de trás e cavar uma pista. Isso é interessante porque como o jogo trabalha com réguas de movimento...

Se você ficar jogando na mesma pista várias e várias e várias vezes, você começa a já dominar o caminho. Porque ele é pouco determinístico. Ele é mais determinístico nisso. Claro que você pode dar errado nos dados, mas se você tiver um bom valor de handling, você joga mais de um dado e pode cancelar a sua rodada. A rodada não, a derrapada. Mas cara, o conceito dele é foda. Mas é isso, se você não tem...

habilidades miniaturísticas e se não quer passar por isso, você pode jogar com o carrinho também. Mas assim, é só porque...

Não, ele só fala que o grande foco dele é o Wargaming. É a metralhadora. É o Death Racing. Muito da graça dele tá nisso, né? De você usar as suas armas, as paradas, porradaria. Cara, quem sobreviver ganha, óbvio. Você pode ganhar o jogo completamente na corrida. É o que perde o elemento corrida, tá? Perde um pouco do elemento, quem chega no final... Ele tem, tá? Porque você vai... Eu entendo, eu até concordo. Só que se você falar isso, você tá querendo me dizer que Mario Kart não é um jogo de corrida.

Não, Mario Kart é 100% um jogo. Só que Mario Kart não tem eliminação de jogadores, né? É, se tiver jogando no modo eliminação arena, aí não é mais corrida mesmo, né? Ah, bom, aí não tem corrida mesmo. Que era maneiro também o modo arena. Era o que eu mais gostava. Ah, não, gostava da corrida. Não, eu gostava da corrida também. Eu gostava muito da corrida. Até, eu não lembro quem foi, o primeiro cretino, eu acho que foi o Juninho.

O Juninho da flecha no cavalo. A ficha de motocross? Que joga aqui comigo. Não, aquela porra do derrapar.

Que você fica... Mas aquilo é essencial no Mario Kart. Não, não. Não é derrapar um pouquinho. Que você fica derrapando de um lado pro outro insanamente. Aí o Z... Sai um Zzinho quando você derrapa. Um Zzinho branco. Aí o Zzinho vai ficando amarelo. Aí ele fica vermelho. Aí o maluco turbina. O maluco deu três voltas na gente. A gente jogava Mario Kart por diversão. Peraí, eu não conheci isso aí não, mano. Meu irmão, depois procura.

Você vai derrapando de um lado pro outro. O Z que sai. Lembra que sai um Zzinho? Tá falando do 64, né? Isso.

A parada vai mudando de cor. Vai de branco pra amarelo até chegar vermelho. Sim, eu lembro disso. Eu fazia mudar de cor, mas... Então, quando chega no vermelho, o teu carro vai muito rápido. Muito mais rápido. Aí é outro nível de rápido. É tipo isso. É o que separa os meninos dos gigantes, sabe? A parada é absurda. Estragou o Mario Kart pra mim. Aí é fora. Eu senti um idiota. Eu achava que eu jogava bem, sabe?

mais uma coisa que os isso se você não pensar nos exploits de pista que tem, né não sei se é coisa dos novos, mas os antigos principalmente, você pula bate num negócio, voa por cima e faz a volta tá ligado? o clássico da pista de motocross

Que você pulava logo, quase depois da largada, tu pulava pra esquerda e passava já, tava voltando da parada. E aí o babaca aqui andando. Uau, eu arrasei nesta curva. O cara lá, sete voltas na tua frente. Tá, legal, bacana, obrigado. A gente proibia, a gente tinha as regras da casa, a gente falou, não pode, não pode exploitar nada, é isso aí. Eu acho válido.

Maneiro. Mas se o jogo botou, né? Mas enfim, Gasland está como menção honrosa porque a gente não aprofundou o suficiente para poder bater o martelo aqui em cima. Mas eu acho que a gente pode ir direto para o mais próximo, que é o Thunder Road Vendetta. Recentemente a gente falou que saiu a expansão, o Carnaval do Caos, que eu queria já deixar de cara aqui, dito que das expansões que poderiam ter vindo é a pior, tá? Falei. Não a pior porque ela é ruim.

Não, não, pior porque ela é ruim, mas ela... Ah, ela acrescenta o quinto jogador. Beleza, mas ela traz uma pista muito louca, que é sobre a Arena aí, sobre o Mario Kart versão Arena. E tem umas outras expansões antes, mais simples, que trazem, tipo, líderes. É, que traz aquela coisa, a simetria do líder. Então você tem um painelzinho do teu motorista diferente do outro, né? Porque o jogo base, todo mundo é igual, não tem assimetria nenhuma, né?

Mas enfim, explica aí o que é Thunder Road Vendetta antes de eu já sair falando mal da expansão, que nem chegou. Thunder Road Vendetta, ele claramente é uma homenagem ao Mad Max, né? Eu acho que o nome Thunder provavelmente é por causa do Thunderdome, né? E é isso, assim, ele é uma corrida, tipo, num cenário meio pós-apocalíptico. Não é muito, né? Não tem pós-apocalipse ali, mas é um desertão. Os carros, é tudo modificado. Tem helicóptero que vai atirar nos outros e tal.

E acaba sendo uma corrida de sobrevivência mesmo, né? Por causa que vai ter sua equipe com três carros. Só que o jogo só acaba, se você estiver jogando com três ou quatro pessoas, quando uma equipe foi eliminada. Aí quando uma equipe foi eliminada, aparece uma chegada e quem passar primeiro ganha. E é isso. Então às vezes você até faz a burrada, que é tipo assim, você tá bem, mas o André tá lá na frente. E aí você mata o Didi. Aí tipo, ativa o fim do jogo, o André atravessa e ganha.

Então, tipo, ele tem uma maldade nisso, assim. Ele tem um esquema do tabuleiro, a pista, é uma esteira. São três peças. À medida que alguém chega na última, como se fosse passada a última, você tira a peça de trás e quem tiver lá morreu, ficou muito pra trás, empurra tudo pra trás e bota mais uma. E isso vai infinitamente até alguma equipe ser totalmente eliminada. O que, né, na nossa experiência, não demora muito. Não sei se a gente é muito tretento.

Ou se o jogo promove isso. Não, o jogo é full caótico. A gente jogando a última partida, a gente já jogou algumas, né? Mas a última tá marcada na minha memória a hora que foi tipo assim. Eu tinha o meu carro na diagonal com o carro do Freze. Aí eu falei, beleza, antes de eu andar eu vou ativar meu helicóptero pra atirar no carro dele. O carro dele é grande, é fácil de acertar.

Rolei o dado, acertei. Ótimo, dei dano. Dois danos, você mata o carro. Não mata, mas ele fica desabilitado, né? Desativa o carro. É. Aí, ele compra ficha de dano. Cada ficha de dano vai ter um efeito. Às vezes vai fazer o carro sair voando pro lado. Às vezes vai fazer o carro dar uma deslizada um pouquinho. Pode ser muita coisa. E aí veio exatamente estilhaço. E a ficha de estilhaço vai falar pra que direção o carro joga estilhaço.

Pra onde foi? Onde ele joga estilhaço, o carro que tá lá vai tomar dano. Se tiver algum carro naquele espaço. E veio exatamente o lugar que tava o meu carro. Aí o meu carro tomou um dano.

Aí você faz de novo processo. Comprei a ficha de dano, veio. Deslizar pra baixo. Aí eu bati no carro dele. Rodei, bati no carro dele, rotei e fui pra frente. Full cause. Completamente cause o jogo. Ele é muito bom nisso. Ele brilha muito nessa coisa de reação em cadeia. Uma coisa bate na outra, que explode a outra, que empurra ela pra frente. Isso é maneiro pra caramba. Porque você começa atirando no teu inimigo e a parada estoura em você e você bate numa pilastra e perde o teu carro.

É, e assim, ele... Você tá sempre... Não é à toa que você tem três carros, porque é totalmente letal, assim. Caraca, que irada. É bobeira você perder um carro. Você vai ser tipo, ah, tomei um dano. Tô tranquilão. Tomei um dano, que nem tinha chance de eu tomar praticamente. Aí vem o blastoff. Seu carro vai voar. E aí, tipo, você rola o dado e vem o quatro. Você rola pra fora da pista e morreu. Acabou.

O que aconteceu com o meu carro que tava lá? Tem isso, né? O carro é médio, pequeno e grande, né? O pequeno é mais difícil de acertar com armas. Então, tipo assim, o meu pequeno tava liso lá na frente, aí eu passei numa mina, aí deu esse blast off. Aí ele zoou, zoou, e foi assim, puuuu!

Acabou, beijo, tchau, acabou teu carro. O André era o último carro dele até a frente. Pergunta. Os carros, você tem algum nível de personalização do seu carro? Como é que funciona? Nas expansões que não vieram, teria. Você pode escolher um líder, aí vai ter um... É um jogo de alocação de dados, você rola os dados no começo, você escolhe qual carro você vai alocar, e vai sempre ficar sobrando um dado.

E aí você tem um tabuleirinho que tem quatro ações opcionais lá. Opcionais não, possíveis, né? Tipo, consertar o carro, mexer o teu helicóptero e por aí vai. Nessas expansões você tem esse tabuleirinho diferente. Então, dá uma certa diferença entre cada um. O que acontece só, eu diria, nesse jogo, às vezes dá a sensação de caos demais.

Do tipo assim, o que eu tô fazendo? Sabe? Tipo, não é sempre, tá? Mas tem horas que você fala assim, eu tô escolhendo o que eu tô fazendo. Eu tô jogando ou eu tô assistindo essa parada? Ele vai pra party game, né? Ele, tipo, do range de jogos de corrida que a gente vai falar, acho que ele é o mais party game que tem, assim.

É, e ele, é isso, a corrida, chegar em primeiro, é isso, ela tá atrelada a eliminar alguém. Então o jogo tá pedindo pra você assim, meu irmão, tu não vai só ser o melhor da pista, chegar rápido e ganhar. Isso não vai rolar, você vai ter que eliminar alguém, ou seja, full treta. E assim, a pista, ela é geralmente você sozinho na pista é capaz de você...

Se matar, tipo isso. Eu não passei em cima da mina de propósito. Eu passei numa parada que era uma ameaça. Eu não sabia qual era a ameaça. Mas você tem a sensação de que você ganha na sorte? Ah, ganhei por sorte. É meio que isso, assim? Você fica com esse sentimento constante aqui.

A sorte te favoreceu, normalmente, né? Assim, tipo... Não, beleza, mas isso você tem gerência. Show. Então, pensa em Mad Max Fury Road, tá? O novo. Aquela cena que eles estão, tipo, brigando nos carros, tá? Que tá vendo os malucos com a vara pulando, metralhando, todo mundo. Pensa aquilo. É aquilo. Só que pensa se fosse de verdade.

Porque no filme você sabe que o cara vai ganhar porque ele é o Mad Max, ele é o nome do filme. Mas pensa se fosse de verdade. Quem sobrevive àquilo? Meu irmão, sorte. Os estilhaços que não voam em você. É, não voam na tua cara, não explodiu o teu carro. Tem essa sensação de tipo, eu acho que eu fiz alguma coisa certa o suficiente pra sobreviver. Porque tem estratégias. Você é isso. Eu vou avançar mais rápido com o carro menor.

Porque aí pra atirar nele com o helicóptero é mais difícil, então ele tá lá na frente. Enquanto isso, eu tô tentando segurar os outros. Eu tô fazendo caos com o meu carro pesado, porque ainda tem isso. Quando você bate um carro no outro, você pode bater de propósito, você bota ele em cima e você joga um dado. E esse dado diz assim...

O carro que está em cima ou o carro que está embaixo vai para aqui ou para lá. Se você tem um carro mais pesado, você pode rerolar. Se vier uma coisa ruim para você, você fala, não, eu quero rerolar. Ou se vier uma coisa boa para você também, você pode querer rerolar ou não rolar. Mas o carro maior tem a gerência sobre o que pode acontecer ou não. Tem mais vantagem na real.

Tem uma vantagem nessa colisão. Só que em comercialização leva mais tiro, né? É, leva mais tiro mais fácil. Menos o carro médio do Freze, que era liso. Ele veio com essa habilidade de fábrica. Liso, jogava o dado, a parada nunca matava o cara. Nunca. Não, mas é sorte isso, no caso. É sorte, é. Mas ele veio habilitado com isso. Porque puta que pariu. É um carro que tem vários ângulos. É um carro que tem vários ângulos. É. É um carro que tem vários ângulos. É um carro que tem vários ângulos. Sempre que desmalava.

Mas enfim, ele, no seu lado, no seu dia ruim, ele passa essa sensação de falta de agência e... Meu irmão, acho que eu sobrevivi ou perdi por sorte. No dia que brilha, é a sensação de, caralho, eu, tipo...

tiroteio e eu sobrevivi porque eu sou ninja. Não sei se é isso, mas a sensação que dá é essa, sabe? Pergunta sobre o programa. O objetivo do jogo de corrida que a gente tá criando, esse personagem virtual que a gente tá colocando nesse mundo da hipótese aqui, o objetivo do jogo de corrida é chegar em primeiro? É, pra mim isso é a coisa da corrida. Meio que a definição literal de corrida é quem chega primeiro.

Então, por exemplo, Thunderworld vem o DT Eu posso vencer porque eu sobrei?

Sim. Nessa última partida aconteceu isso, né? O Fraz nem precisou chegar na linha final porque não tinha mais ninguém pra ganhar da corrida. Ele chegou no ponto onde não haviam mais oponentes. Mas tem a corrida. Mas aí se você pensar que a corrida continuaria, ele ganharia, né? Ele chegou primeiro. Porque ninguém mais comprou isso. É porque pra mim é o seguinte, aquela parada que o André falou. Porra, ele tava andando lá com o carro dele que era menor, o tile avançou, tinha uma mina, ele não viu. Explodiu.

Foi, foi isso. Se ele terminou a corrida sem cruzar a linha de chegada, me pergunto se isso não é caso da gente reconsiderar o Tandor Ross bem dentro. Não, mas ele tem, tá? Digamos assim, digamos que quando, sei lá, eu fui eliminado, ficou, como ficou? Ficou o Gubi e o Frese. Quem chegasse, quem atravessasse a linha, ganhava. A gente poderia ter terminado uma situação com mais carros, só que não deu. Então,

O que acabou acontecendo foi que o Gubay foi eliminado e aí o Frez ganhou por default, por padrão, sabe? É, e se ele não tivesse me eliminado, eu chegaria, porque eu tinha dado o suficiente para mover meu carro e chegar primeiro que ele, sabe? Ele teve que ativar o carro dele para atirar em mim.

E aí, tipo, porque ele jogou primeiro, e aí se ele tivesse errado o tiro, eu chegava primeiro que ele ganhava, entendeu? Só que ele tava com a sorte, ele dormiu com a sorte ao lado dele, e a sorte passou o dia abraçadinho com ele. Espero que ele não tenha atravessado a rua. Mas assim, eu concordo com você, e isso é relevante nessa lista, que assim, a sensação desse jogo, ela não é tanto a de eu performei e cheguei, atravessei a linha mais rápido, eu fui mais rápido, ele não tem tanto isso.

Ele é realmente muito focado nesse combate caótico que é divertidíssimo, tá? E aí eu não tô, em nenhum momento eu tô querendo falar mal dele não, porque ele é extremamente divertido. Mas ele tem essa coisa, é, é, acho que o Gubi falou, ele é meio part-game, assim, é, o caos reina. Reinará supremo e...

Assim, cara, tem uma expansão que traz o Big Rig lá da mulher, da Furiosa, assim. É tipo um caminhãozão. Você, em vez de ter três carros, você tem eles três encaixados. Aí você tem cinco motos, que são mais frágeis, mas você tem cinco. Enfim, ele é cinematográfico. Isso é curioso porque tem um jogo dos Velozes e Furiosos.

O jogo tabuleiro que é Heist, não sei o que lá. Highway Heist. Fast and Furious, Highway Heist. O roubo na estrada. É um caminhão, você tem o seu veículo, você tem que fazer o Heist na parada.

Eu não sei a relação, Didi, mas eles se parecem muito, os jogos. Eu não sei a mecânica, tá? Mas assim, na mesa, que você olhar na mesa, você faz assim, qual é qual, sabe? Eles têm uma parecidência. Mas, tô só dizendo assim, é um jogo muito divertido, mas ele tem essa questão de estou performando para chegar onde eu quero ou tá só...

sorte, tá? Mas, assim, eu tô dizendo isso estritamente pra você que tá assim, não, eu quero um jogo de corrida técnico. Não é esse. Ah, eu quero um jogo de corrida caótica que eu tiro... É esse. Aí, achou. Vai lá, desliga o programa, pode parar o podcast, vai comprar o teu jogo. E o Johnny Ride, ele é um...

O Joe Ride, que eu acho que é o que a gente pode falar próximo, ele já é um pouco mais estratégico, né? Ele tem sorte ainda, bastante e tudo mais. Mas... E tem tiroteio, porrada e bomba, ferrar os outros e tudo mais. Mas ele realmente, ele é mais escolhas estratégicas, né? E ele tem uma parada assim...

de escolha espacial muito interessante, né? Eu acho que é o jogo que, tipo, o lugar que você para é o mais importante de todos que a gente vai falar nessa lista, assim. O jeito que você anda na pista. É, o dirigir o carro é muito relevante, né? Só pra ficar dito, é Joyride, tudo maiúsculo.

tipo, andada divertida Survival of the fastest a sobrevivência do mais veloz esse jogo, curiosamente, não veio pro Brasil, ele é de 2024 ele, pra mim, ele tica todas as caixinhas de um jogo que deveria ter vindo, assim a arte dele, ele é uma espécie de filho irmão do meio, ou filho bastardo do

do Thunder Road Vendetta com o Hit Pedal to the Metal. Inclusive a coisa do nome com o sobrenome. Ele é o meio do caminho entre os dois. Acho que até foi o Shurup and Cedown que fez essa comparação, falando que assim, um tem isso, o outro tem aquilo e são parecidos. Qual o lance? O Joyride tem essa mecânica de rack fast. Tipo, seus carros estão correndo num ferro velho.

E é meio... É quem ganha, tá? Você vai dar três voltas e quem chegar primeiro e terceiro vai ganhar. Você tem armas, você tem colisões e batidas, você não tem eliminação. Se você tomar todos os danos que o seu carro aguenta...

ele vai capengar, mas ele não quebra. Isso é maneiríssimo, porque você tem aquele cara que vai... né, Gugubi? Nossa, esse jogo eu saí tão irritado dele, porque toda hora era o André, desculpa aí, Gugubi, mas eu vou ter que te fuder.

Desculpa aí, Gugubi, mas eu vou ter que bater em você. Caraca, maluco. Eu não quero. Pede desculpa, não, só faz logo desgraça. O que acontece? Qual o grande foco do jogo, tá? O mapa do jogo é um grid hexagonal. E o seu carro ocupa dois hexágonos, necessariamente.

Então você anda reto nas retas que existem dentro de um mapa hexagonal. Durante a sua vez, você pode fazer uma guinada, uma dirigida. O que significa girar a frente do seu carro para um dos dois hexágonos adjacentes. Só isso. Se você estiver de segunda marcha, você pode dar duas. Você faz uma, depois você faz a outra. Isso é maneiro que apesar de meio... Pô, por que eu não posso?

virar mais o meu carro, né? É um desses dogmas do jogo. Mas isso muda, porque você fala assim, cara, eu preciso fazer uma curva ali na frente e não vai rolar. E se você tá muito rápido, o que é desejável, você só vai fazer uma virada. E essa virada não vai te ajudar. Só que o maneiro é, se você colide com a frente de um carro...

e você pegou de lado, você só vira o carro do outro. Então, às vezes, você passa a curva, dá aquele totózinho, e a pessoa que estava ruim de virar, acabou para ela. Agora ela tem que te dar a meia volta. Ou, às vezes, como aconteceu de novo com o Fred, que dorme com a Senhora Sorte toda noite, você ajuda ele. Eu, tipo, cara, eu vou ter que passar aqui, como eu não quero ficar fazendo zigue-zague, eu vou só passar aqui, e o jogo te fomenta isso, eu dei um totózinho nele e pronto, ajeitei ele, sabe? Aí ele só precisava ir reto.

cara, é um jogo muito divertido ele é muito na tua cara um contra o outro, porque vai da merda sabe, você vai jogar óleo você vai jogar míssel, você vai bater no outro e vai ficar, o seu jogo não sai liso o planejamento que você fez não vai ser aquele, mas aí tem uma maneira que é assim você tem que dar 3 voltas na pista e o mapa é grandão e você monta as pistas fazendo checkpoints então você tem que dar 3 voltas, você tem que passar no checkpoint 1, 2 e 3 e depois passar na largada 1, 2 e depois passar na pista

Só que o que ele fala, passar no checkpoint só significa tocar na linha. Então, tipo assim, meu irmão, às vezes tu tá num ângulo merda, tu para, dá a ré, toca a bunda do carro na linha e toquei, vamos embora pro próximo. E teve um momento muito foda de um passando por um lado do checkpoint enquanto o outro passava pelo outro, sabe? Tipo assim, um vindo do lado do outro vindo do outro, porque, meu irmão, já que me empurraram então eu vou por aí. Eu achei o jogo emocionante.

Ele passou a coisa da corrida de caralho, fodeu. Quem tá mais rápido joga primeiro. Então é interessante. Eu perdi o jogo por isso. Eu ia ganhar. É porque no finalzinho do jogo, eu tava com a reta. Aí eu falei, pô, eu vou fazer a reta máxima que eu puder.

Mas eu vou diminuir uma marcha pra não ter... Porque é dado, né? Você rola o dado. Pra não ter chance de eu bater. Porque se eu bater na parede, eu vou cair pra marcha zero. Nisso eu terminei, sei lá, na quarta marcha. Aí o Freze passou a quinta marcha. Ficou atrás de mim ainda, mas ele começou primeiro. E aí passou na largada. Na chegada. Porra!

Cara, é interessante pra caraca essa parada dos checkpoints, porque imagino que você possa, primeiro, reaproveitar o tabuleiro de maneiras muito diferentes, né? Muito, muito. E ao mesmo tempo deixa essa parada meio que... Isso é fora, porque o foco é corrida. Cara, você tem que chegar em primeiro, você tem que passar pelos checkpoints em primeiro.

muito mais corrido do que o Thunder World Vendetta, por exemplo. Só acaba quando alguém passa na linha de chegada. O jogo, você pode bater o quanto você quiser nos outros. A sensação do jogo é tipo assim, meu irmão, a gente comprou chevetão no ferro velho. O jogo do carro, os carros não tem jogo nenhum, sabe? Ele só vira assim 10 grauzinho pra direita e pra esquerda. E fica pá, pá.

Você tem que dar, sabe, três balizas para fazer uma curva para o lado, sabe? E os carros são assimétricos, então eles têm poderes assimétricos que tem um tipo assim, freio de mão, uma derrapada, dá uma rodada, que você só pode geralmente usar uma vez por volta.

Então assim, pra dar aquela salvada sabe? Cara, ele é muito divertido. Agora, não é um jogo que eu recomendaria se você não gosta de um Take That, né? Toma essa. É, porque você pode se ferrar muito. Teve uma hora lá que o Davi teve que ficar umas duas rodadas dando ré pra conseguir arrumar a posição do carro dele.

E toda hora passava alguém e empurrava ele, né? E mesmo tu, porque tem tipos de batida. Quando alguém te dá um totózinho, você só vira. Mas se você colide com uma parede, e na tua questão de reaproveitamento do mapa, você tem carros parados, você pode montar vários, você monta mesmo o mapa, você vai botando obstáculos no caminho. Se você bate nisso, você zera.

Sabe, você para. Agora, ele tem uma mecânica muito interessante que vale falar, que é os dados. É, eu queria perguntar dos dados, porque eu vi que cada carro tem seus dados individuais. É, tipo no Hit, que a tua marcha é o número de cartas, no Joyride a tua marcha determina quantos dados. Só que tem uma parada que ele faz maneiro, que é assim, você jogou os seus dados no começo, você tem os dados que estão no teu espelho retrovisor.

No seu primeiro momento, você pode escolher trancar um, dois ou três dados, ou quatro dados, se você tiver espaço. Então você tranca. Então você sabe que na próxima fase, você vai necessariamente andar com aquele valor que está preso no dado, está trancado. Ah, que maneiro. Você tranca o valor que está no dado para aproveitar a próxima. Isso, isso. Você fica com ele... Não, próxima não. É que você tem duas fases. Você tem a fase de trancar e de rolar.

o que você escolher rolar, você não sabe o que vai acontecer mas se você rola e tranca, você tem dois movimentos aí é a chance que você tem de poder fazer duas guinadas senão você só tem uma mas eu achei legal de não é só dado ah, eu tenho quatro, eu vou jogar quatro vezes não, eu tenho quatro, mas eu sei porque às vezes você quer estar na marcha alta e preservar os seus números baixos pra poder garantir que você não vai bater mas manter a velocidade alta essa dinâmica do dado eu achei muito maneira que não ficou só lance os dados aí vamos ver o que vai cair né

Porra, irado Cara, vou te falar Óbvio que o Joyride parece um jogo super divertido O Joyride não, perdão, o Thunder Road Vendetta É um jogo que, cara, fica no escopo e tal A gente ficou atento, mas não necessariamente Pela sensação de corrida Muito mais pela sensação Mad Max E, né, Pós-Apocalipse Já o Joyride, ele já tem uma parada Que, porra, é um jogo que não tava Eu não tinha nem me atentado pra ele Só quando a gente foi ler regra junto e tal E, putz, eu falei, cara, que foda E tal, porque E...

Ele é muito simples. Tu olha ele na mesa e ele parece simples. Tabuleirinho e tal. Especiante de madeira bonitinho. Aí quando você começa a ver o que a comunidade começa a fazer. Aí tu vai ficando maluco. Pega um hot wheelzinho. Bota dois hexágonos de acrílico embaixo. Pra ficar exatamente o que precisa. Porra, muito foda.

A única coisa que eu diria também, fora o Take That, é que eu acho que abaixo de quatro jogadores ele já começa a perder. Ele tem as pistas, né? Ele fala assim, essa pista aqui é boa para dois jogadores, essa aqui é boa para três e tal. Mas é porque há dois... Tem o duo também, né? Tem o duo next game e tal.

Não, não, ele tem uma pancada de expansão, mas é que isso são geralmente novos carros, tá? Mas eu digo assim, se você jogar uma pista com duas pessoas, fica aquela coisa que sempre acontece no jogo a dois. É tipo, meu irmão, eu vou colidir em você. Eu vou sempre colidir em você, eu vou te sacanear, sabe? As tuas ações ficam direcionadas para o outro. E com quatro, mais carros na pista, mais caos, menos chance de você determinar um foco, sabe? Você vai distribuindo isso para todo mundo.

Mas enfim, eu achei muito divertido. Eu sei que o B não compartilha dessa... Minha experiência não foi das melhores. A experiência foi muito frustrante pra mim. Porque eu... Por... Efeito colateral, eu tomei muita coisa. Teve uma hora que o Freze jogou um bagulho pra pegar no... No André.

Aí eu andei um pouco, mas aí eu cheguei perto o suficiente de uma mina que tinha colocado outra hora, aí explodiu o negócio que era no André, não pegou em mim, mas pegou a mina e a mina explodiu eu e eu tomei mais um dano, sabe assim? Ou eu tipo assim, ah, beleza, vou fazer essa jogada aqui, beleza, que aí eu já tô posicionado pra fazer a curva. Aí tipo, nessa hora o André falou assim, ah, não, mas aqui é a melhor jogada pra mim.

Ele andou reto três vezes, virou meu carro duas vezes pra trás, e aí eu tive que dar ré pra corrigir e tal. Aí tipo, na hora que eu tava na frente...

O que eu tô entendendo aqui é que você só se desverte quando você ganha. Não, não, não, não, não. Não, não, não, não. O problema não é esse. O problema é que, tipo assim, eu apanhei o jogo todo e nunca foi intencional, tá ligado? Sempre foi tipo assim, ah, eu vou fazer isso porque é a melhor jogada e sem querer eu vou bater em você, tá ligado? Ah, então tu não tinha ninguém pra culpar. Não, é isso, tu não tinha ninguém pra culpar, exceto o André que fez todas as vezes. Isso é frustrante.

Isso é frustrante. Não, Didi, ele tinha, ele tá sendo irônico, ele tinha frustrante, ele ficou bolado porque eu só falava que assim, não é nada pessoal, você só está no meu caminho. Não, era sempre isso, ele sempre tava me fudendo e ia sempre, ah, mas não foi porque... Mas tu não pensou em sair, já que tu não conseguia vencer ele, tu não pensou em sair da frente dele?

Porque não, porque eu falava, beleza, o André vai fazer essa jogada. Ele, parece que eu tenho um plano. E é isso, tá ligado? Cara, mas é muito maneiro. Ele não tem uma parada de ficar assim, todo mundo vai fazer a mesma jogada. Até por conta das colisões. Isso que rolou assim, putz, me empurraram. Meu irmão, em vez de eu passar no checkpoint por esse lado, eu vou dar a volta e vou passar pelo outro lado. Pronto, aí o jogo mudou completamente.

Tem um cidadão dando a volta para um lado, o outro pelo outro. Não fica aquela coisa assim, a jogada ótima é essa.

O que nos leva diretamente a Rallyman GT, que você conhece bem, que é um jogo de corrida, bem com a sensação de corrida, que, no entanto, tem um pouco dessa coisa da jogada ótima, o que você vai fazer. Mas é só para introduzir, quem não conhece Rallyman GT, Rallyman GT já é um pouco mais antigo.

Ele é um jogo de corrida, o GT de Gran Turismo, apesar do nome Rallyman não é um rally, é um Gran Turismo. Você tem os carrinhos e você tem uma corrida. Ele tem uma parada muito maneira, muito linda do Rallyman GT, que são as pistas hexagonais. São módulos hexagonais que você monta e aí você pode fazer uma cacetada de pista. O manual vem com um bando de sugestões. É maneiro, mas é frustrante também.

Porque nunca fica perfeito, sempre tem uns passinhos, é infernal. É tipo jogar Carcaçone. É, porra, infernal. Mas é lindo mesmo, concordo. É tipo free play de Carcaçone. Dá a sensação que você vai conseguir fazer uma coisa maneira, mas fica sempre tosse que você usa o que está no manual para ficar bonito.

Só qual o lance maneiro do Rallymen GT? Você tem os dados que são os dados de marcha, você vai botando na sua pista, na frente, pra determinar qual é a sua trajetória, né? E depois você vai rolando e se der errado, você toma um alerta e você pode continuar rolando e você derrapa se você passar do ponto meio que você dá um push-luck e você também pode rolar tudo junto e aí isso é pior porque você pode se ferrar e não tem volta mas também você ganha umas fichas de foco

Só que o que acaba... Primeiro ele tem um dogma de todo jogo tem um dogma, né? Mas o dogma do Rallyman GT pra mim é o mais esquisito até agora. Que é você não pode usar a mesma marcha mais de uma vez, né?

Então, tipo, se você parou em terceira... Pô, não lembrava disso, não pode? É porque você não tem um dado de cada, né? Não, esse é o grande dogma. É, só tem um dado de cada. Sim, sim, sim. Então vem assim, eu parei de terceira. Agora eu posso continuar de terceira, que são aqueles dados brancos. Depois eu posso subir pra quarta, quinta e sexta. Ou se eu descer da terceira pra segunda e pra primeira, acabou. Eu não posso subir, porque eu já usei o dado de dois.

Entende? Então isso meio que força você sempre a parar nos extremos, né? Sempre tentar parar pra cima ou pra baixo pra você poder ter mais dado pra jogar, né?

Assim, eu joguei com o Gobi e o Gobi estragou a experiência de Rallyman GT pra mim, porque ele chegou já no nível, parece que ele jogou muito Rallyman GT, ele chegou no nível pro player Matrix. É chato, é chato jogar com o Gobi. Eu quero deixar claro, quando eu jogava com vocês, eu ainda não tinha jogado nesse nível, porque depois da Copa Jabuti, eu fui começar a jogar mais no BGA.

E aí foi aí que eu peguei o crack, né? Tipo, o crack the code do negocinho, que a galera no BGA, eles jogam de um jeito que é assim, você coloca todos os seus dados, então você separa sempre na sexta. E aí você vai fazer o quê? Na próxima rolada sua, você vai colocar na segunda, freando com três dados, dois dados, sei lá, acho que é três, né? Porque quinta, quarta, terceira, é. Três dados vermelhos.

Aí você vai pôr segunda, terceira, quarta, quinta, sexta, branco, branco e pisar fundo. Por quê? Porque pisar fundo significa jogar todos os dados de uma vez só. Rolar todos os dados juntos. Porque daí você consegue... Ah, veio três exclamações, seis exclamações, sei lá quantas veias. Você consegue manipular os dados de forma que você roda...

Você vai realmente rodar porque você é obrigado a rodar, mas você não sai da pista. Então você anda o que você tinha que andar e você não perde uma rodada como normalmente você perderia. É porque você escolhe. Você escolhe quando você roda, quando você pisa fundo, você joga os seus dados tudo juntos.

Então ele só diz pra você assim, olha, você vai rodar. Monte os seus dados de uma forma que você rode. Aí os caras montam de um jeito que ele roda, mas roda pouco. Roda e só, tipo, não perde uma rodada, sabe? É como se ele avançasse bastante com aqueles dados. Isso, e ainda ganha uma porrada de ficha de foco, que depois trava. Então ele faz isso em tantas rodadas, depois ele faz o resto no automático. Só pra ficar claro. Peraí, ele ganha foco na rodada?

É, mesmo quando você... Se você pisa fundo, não importa o resultado. Você ganha os focos. Talvez se não ganhar... Minha sensação de Rallyman GT, tá? Ele é pouco punitivo. Ele deveria ser mais... Os dados são pouco punitivos. Geralmente não dá errado. Tanto que tem a tabelinha de dano... Não, peraí, André.

Porra, desculpa. É, o André não teve a experiência de rodar numa sexta marcha e ficar duas rodadas fora da pista. A gente pegou uma pista maleta que ela não avançava. Ela era uma monaco da vida. As curvas eram tudo baixo, então a gente ficava sempre lá embaixo, sabe? Ah, tá. Uma parada que a gente via, quando a gente tava jogando a Copa Jabuti, que foi um campeonato que a gente fez nas lives e tal, meu irmão, cara...

Uma pessoa que ficasse pra trás, rodou, dificilmente aquele desgraçado ia conseguir recuperar. Ele tinha que ser perfeito pra ele chegar junto com o pilotão. Eu só acho que os valores dos dados, eles perdoam muito. Mesmo os danos, a gente comprou muito pouco coisa de dano. A premissa de que o clima vai mudar parecia inalcançável. Mas é isso que eu falei, porque quando a gente jogou, primeiro que a gente não passava da quarta marcha.

E segundo que dava pra ficar fazendo esse joguinho de fazer esse negócio. E aí, quando você faz isso, você sempre roda na marcha 2. Então, quando você roda na marcha 2, você não tem que comprar ficha de dano. Então, tipo assim, o jogo, ele tem na... Tipo assim, a galera jogou tanto que eles quebraram o código do jogo. E chega nesse ponto onde, tipo assim, você consegue moldar. Sabe assim? Você consegue evitar os danos. E aí fica chato. Aí depois, quando a gente jogou o Hallieman Dirt...

só para antes de entrar no Dirt tá na minha experiência também no presencial do Halleyman é a gente pegou o Halleyman você não pode ultrapassar um carro se você não tiver na marcha igual ao maior que ele não tem velocidade suficiente para passar o que faz total sentido eu acho essa metáfora maneiríssima mas também se não tiver espaço na pista você não passa né

E aí, cara, a gente jogou numa pista que ela era a maior parte do caminho dupla, só passavam dois. E dois cidadãos ficaram trancando a rua. Ficaram andando lado a lado a porcaria do jogo inteiro. Porque tem uma coisa de tipo assim... Meu irmão, se vocês dois estão na mesma posição, a jogada de dado que vocês vão fazer provavelmente é muito parecida. Dependendo da curva ali, provavelmente vai ser muito parecida.

Mas isso é um problema de jogo de corrida. Isso te frustra? Ou tu acha ruim isso? Em que sentido você está trazendo? Eu acho que me frustrou mais o fato de todo mundo fazer a mesma jogada. Agora a gente está na expectativa de alguém jogar um dado ruim e essa pessoa rodar para a gente poder ultrapassar ela. Porque na prática...

A sensação que eu queria ter é tipo assim, meu irmão, tá bom, vocês estão trancando a porra da rua, eu estou atrás, jogo, me dá uma opção de estrondar, uma coisa que vai me dar muito risco, mas eu poderei conseguir passar em algum lugar, sabe? Porque não tinha, eu tinha que ficar esperando o erro deles. O pior é que assim, se você fosse acelerar, por exemplo, para tentar ganhar, para começar primeiro numa outra corrida, não faz diferença. Era pior. Porque eles estão bloqueando a entrada da parada.

Eu tive que parar de atras deles. De um vacilo deles pra você poder contornar. É assim, foi bom. Isso não é ruim do jogo, tá? Isso é mais ruim da pista do que do jogo. E as pistas são modulares. E é ruim deles também, que estavam meio que se... Andando lado a lado, meio que trancando. A situação estava benéfica pros dois, sabe? Mas assim, essa dinâmica de você botar os dados e você pode botar os dados que você quiser...

dá essa sensação da jogada determinística, meio a melhor jogada é essa, não tem muito mais o que você fazer, não tem como você mudar muito. Você quer andar muito? Então você vai fazer 5, 6, 4, 3, 2, 1, ou... E vai mudar um pouco a ordem. É um pouco isso, tá? Uma das coisas que eu vi, até dando um panorama maior dos jogos de corrida...

Às vezes me incomoda quando o jogo é muito de sorte. Então me dá vontade de ter um jogo muito determinístico. E aí o que eu estava entendendo, eu estava vendo um designer de jogos falando sobre jogo de corrida e ele fala assim, quando o jogo fica muito determinístico de corrida, ele fica muito centrado na pista. A pista vai determinar muito. E a partir do momento que você mestrar aquela pista, se o jogo for muito determinístico...

Não vai ter mais graça. Então, assim, alguma dose de sorte é maneira. O Rallyman GT, estranhamente, ele me passa muito determinismo do que seria a jogada ótima, sabe? Não tem como fugir daquilo. Mesmo com as probabilidades do dado, né? Porque você depende do que está saindo.

mas é baixo e você consegue, o que o Gobi falou, você consegue ter ficha de foco muito rápido, aí o que você faz? Você com ficha de foco, você bloqueia um dado, pra bloquear outro dado, são dois, e depois três, só que às vezes basta bloquear um dado e resolve, se você for rolando um de cada vez, eu não tô falando ruim do jogo não, o jogo é divertidíssimo, mas a coisa do pneu, você tem pneu de chuva, você tem outros pneus, a premissa de que eu ia trocar de pneu e fazer um pit stop me pareceu intangível em alguma etapa da coisa, sabe?

Eu não me lembro de ter feito nenhum pitstop em todas as partes. Exato, exato. A gente fazia pitstop mais quando chovia. Eu, pelo menos, fazia, porque daí fica muito punitivo quando tá chovendo, né? Só que é isso. Eu acho estranho, dito tudo isso, acho que sempre me incomodou a forma como começa a chuva no Hit. Até porque às vezes... No Hit, perdão. No Hallieman. No Hallieman. Porque às vezes a chuva pune uma outra pessoa. Porque, por exemplo...

Pode acontecer que o Didi joga primeiro que eu. E eu tô na beira da curva, planejei gastar, tipo, dois freios aqui nessa curva. Se eu não conseguir gastar os dois freios, eu tenho que rodar. Porque tem toda uma questão de limite de velocidade na curva, né? E aí o Didi causa chuva. Quando começa a chuva, quem tá?

vai jogar depois, já começa sem dado. Tipo, começa sem dado de freio, começa com só um dado de freio. Já começa rodando. E aí você roda, tá ligado? E aí você é obrigado a rodar numa marcha alta, às vezes e tal, por causa que o outro cara fez merda, entendeu? E ele, às vezes, nem foi punido, porque, na verdade, o dano que ele teria que tomar, ele não tomou porque veio a ficha de chuva.

Mas é amplo, né? Porque ele não fez merda. Ele mudou o clima. Ele não escolheu mudar o clima. Não, mas ele fez merda na rolagem dele. Porque ninguém joga no objetivo de capotar. Então é isso. Ele, em vez dele ser punido por ter forçado a sorte, por ter se arriscado e tudo mais, eu que sou e ele continua na minha frente, provavelmente, daí. Sim. Ele dito isso... Mas, cara, tem uma parada no Rallymen GT que eu não consegui ainda traduzir em palavras pra poder explicar.

Ele é extremamente viciante. Não sei porquê. Eu não consigo entender. Porque eu não tenho nenhum jogo que eu tenha jogado mais vezes do que o Rallying GT. Tirando o jogo de cartas como o Lhama, por exemplo. O jogo de corrida é o que eu mais joguei. Ele é o que eu mais joguei. Ele tem uma parada hoje de... Ele é, primeiro, muito simples de explicar. É um daqueles que dá pra falar assim, galera, vamos só jogar aqui uma partidinha e vocês vão entender enquanto a gente joga. E ele passa, pra mim, ele me passou muito a sensação da corrida.

Apesar desse dogma esquisito... É porque ele tem a parada da curva perfeita, né? Ele tem as linhas da curva, eu venho por aqui, eu entro por esse ângulo, saio por esse. Se eu fizer aqui mais rápido, se eu der um freadão, isso é mais perigoso, mas eu consigo fazer essa curva. Ele tem essa negociação, que é a sensação de que eu estou tendo que ajustar o meu carro para poder fazer aquela pista.

E aí, dito isso, o Halimand Dirt, que não é uma expansão, né? É uma outra edição do jogo.

Ele resolve algumas questões do Rallyman, na minha opinião. Ele primeiro, ele tira a coisa do... Ele estraga algumas coisas e ele conserta outras. Ele tira esse multiplayer ao mesmo tempo. Os carros não estão ao mesmo tempo. É como se fosse um Rally mesmo. Então eu começo na frente. Tipo o Rally. Rally é por tempo. É quem vai fechar o tempo primeiro daquela pista, daquele trecho. Então o que ele faz é me dar duas...

Ele me dá duas rodadas na tua frente, à medida que eu tô já duas na frente, aí você começa e dificilmente você vai me ultrapassar. E ele faz uma coisa sobre qual velocidade você tá. Quando você para, assim que você acaba, se você tá numa velocidade baixa, você compra uma carta de tempo. E esse foi quanto tempo você gastou nesse segmento.

Então ele tá te propondo um desafio que é assim, meu irmão, termina sempre alto. Quanto mais alto você terminar, mais baixa o seu tempo. Então você tá tendo... Aí muda um pouco o desafio, porque aí tem uns trechos, tem umas curvas, que você vê assim, meu irmão, você pode fazer essa curva normal, você pode fazer essa curva tipo drifting, assim, derrapandozão. Só que tem muito mais espaço, tem tipo três espaços. Porra, por que eu vou fazer mais longa?

Porque aí eu consigo dar um jeitinho pra terminar com a marcha mais alta. Então o quebra-cabeça dele muda.

Ele valoriza essa coisa do tempo, de você terminar com um tempo menor, mas perde o trânsito, né? Perde o trânsito e vira um jogo muito mais divertido jogar do solo, porque vira um quebra-cabeça de você resolver a pista. É Rallyman, aí pra mim vira Rally mesmo, é eu aqui tentando pilotar sozinho, melhor, mas ele aí tira a pira do... Eu não poderia fazer a mesma coisa no jogo básico, no Rallyman GT?

É só soltar cada um num momento diferente. Ele tem algumas mecânicas que vai vir em um componente do jogo. Então, tipo, as cartas de tempo, elas também são o que vai definir o que acontece com você quando você roda. E, inclusive, pode ser que não aconteça nada com você porque você deu uma sorte e seu carro manteve o controle. É o tal do Sisu que eles chamam lá. Tem outras questões também. Tem essas pistas também. Elas são meio que pensadas pra você fazer elas sozinhas daí, sabe?

Tem toda uma parada de você fazer atalho na pista e tal. Então, assim, o jogo do Rallyman GT, ele vem com uma regra de time trial nele, né? Então você pode jogar a pista fazendo time trial. Mas o Dirt, se você curte o time trial, então pega o Dirt. Por causa que aí ele é feito pensado no time trial. E aí funciona melhor. Ele tem até uma questão de... O Dirt é melhor sozinho, cara. E o GT é melhor com o grupo.

Eu diria isso, assim, grosseiramente falando. Eu acho que até o Dirt com muita gente deve ser meio chato, porque você vai ficar muito tempo até chegar na sua vez e você jogar, sabe?

Se você estiver pra trás na fila, se você largar por último, você fica esperando todo mundo avançar bem, pra não ter outra passagem, pra não ter problema. Eu vou te mandar, vou ser muito honesto, porra, o Dirt não me chamou nenhuma atenção. Foi uma parada que eu falei, cara, por que que eu quero isso? Ele tem essa parada de você, tipo assim, quando a gente acabou, eu fiquei com vontade instantânea, e eu amassei, amassei porque eles fizeram merda, mas eu amassei porque eu fiz bem também. Eu fiquei com vontade instantânea de jogar de novo a mesma pista.

Sabe aquela onda de otimização do quebra-cabeça? Tipo assim, cara, eu acho que se eu fizesse aquele pulo de outra forma, eu estrondaria. Agora é isso, uma vez resolvido o quebra-cabeça daquela pista, parte pra outra pista, porque você... Basicamente você tá tentando descobrir o traçado perfeito. Isso, isso. Que é uma parada do automobilismo mesmo. Quando você descobre o traçado da pista, você consegue executar ele mesmo. Parabéns.

É, e principalmente no rally, né? Que o rally é sobre decorar a pista num outro nível ainda, né? Porque tem umas curvas que você não sabe onde vai dar. Pode crer, vai no caderninho, né? É aquele cara do teu lado. Esquerda forte! Esquerda forte! A cabra! Fudeu! Eu seria um péssimo copiloto nessa porra, porque eu entraria em pano e... Ah, meu Deus! Você lembra do vídeo da senhorinha que fica falando? Eu não lembro agora como que ela fica. Acelera a nossa senhora. Acelera, é isso, acelera.

Bom, dito tudo isso Ainda faltam A gente está caminhando, eu diria A sensação que eu estou tendo é que a gente foi indo Num caminho assim De complexidade Que me aponta Para uma direção E os jogos mais escusos também Tirando o Fórmula D E o Hit

Não, é, o Hit nem um pouco escusa. Mas eu acho que isso está apontando para a parte 2 desse episódio. Porque já estamos aqui com uma hora. E se você chegou até aqui, parabéns. Você está correndo uma corrida de... Como é que é? De resistência. Não, mas é porque assim, isso aqui é uma primeira parte. São jogos que é essa coisa caótica. E a gente começou a entrar para um determinismo e uma precisão de traçado.

E aí a gente agora vai entrar para um outro lado, na parte 2 desse programa, que é a gestão do teu carro. É o traçado, é isso? Na minha opinião, são jogos que mergulham mais ainda nesse conceito de corrida. E na corrida longa, e na gestão a longo prazo. Beleza, tipo o Rallyman GT, são poucas voltas. Já tem um pouco de gestão o Rallyman GT, tá? Mas é mais o que o Didi falou. No Rallyman GT, tu rodou. Meu irmão, beijo, tchau. Tu tá fora dessa corrida. Chega para a próxima.

é os próximos jogos começam já entrar numa coisa mais de como é que você administra o seu ou seus carros no decorrer

Mas tem, tem mais. Mas olha, dito isso, a gente já tá aqui no final do programa, então não é justo a gente continuar falando e trazer outros jogos que vão cair nessa categoria, nesse bloco que o André citou, e a gente citar um só e deixar pro próximo programa. É melhor a gente fazer um próximo programa inteiro falando de jogos que tem mais gerenciamento, que tem mais trato do carro, que a gente tem mais esse lidar com essas questões que o André trouxe.

Então, a gente trouxe esses aqui. Óbvio que tem outros jogos que a gente não jogou. Você se jogou alguma outra coisa mais interessante? Não tem, não, Didinho. Não tem.

falou de Pitcar a gente não falou de Pitcar mas Pitcar vai entrar não vai, não tem nenhum gerenciamento do Pitcar tem gerenciamento do dedo a gente pode abrir o próximo sexta-feira que vem a gente abre o próximo com Fórmula D e Pitcar que tem semelhanças e já aponta numa direção

Ah, mas você quer fazer logo pro próximo? Eu acho que a gente tinha que fazer no próximo, só se a galera, porra, curtiu isso pra caralho, esse daqui. Aí, como é que você mostra que você curtiu pra caralho? Tu clica no botão do coraçãozinho, você dá aquele positivo, tu mostra que esse podcast foi relevante, que esse programa foi relevante, pra gente falar, ih, parece que a galera gostou. Então vamos concluir ele integralmente. Esse é o bom de fazer em duas partes, porque se a primeira parte não foi bem aceita, a gente nem faz a segunda, faz igual o Mel Brooks. História do Mundo parte 1, pronto, acabou.

E é por essas e outras que eu gosto de jogos de correr, não sei o que é isso. Acelerar! O cheiro! O asfalto! Bora velocitar. É isso, senhoras e senhores. Muito obrigado pela presença. Se você chegou até aqui, sim, você é um vencedor. Porque não precisa chegar em primeiro, só precisa cruzar a linha de chegada.

Um beijo pra você, não deixe de seguir o Google B Nas redes sociais todas O link tá na postagem, não deixe de seguir o André E não deixe de seguir o Fabuloso Podcast também No Instagram e em qualquer outra rede que ele está presente Sexta-feira que vem a gente tá de volta Um beijo no seu coração, bom final de semana

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