231: TSE regula IA nas eleições, CFM regula IA na medicina, Pentágono pune a Anthropic
Sexta-feira é dia de repercutir as principais notícias da semana, no mundo da IA. Vem ver quem participou desse papo:
- Marcus Mendes, host sob controle
- Fabrício Carraro, co-host sob controle, Program Manager da Alura, autor de IA e host do podcast Carreira Sem Fronteiras
Links:
- Imersão IA Sob Controle no Vale do Silício
- Marcus no PullreCast
- 230: Como funciona o GEO, o SEO para LLMs, com Mateus Borges
- OpenAI lança Codex para Windows
- Link do WhatsApp do Builders SP
- Site do Builder SP
- OpenAI pode lançar concorrente do GitHub
- OpenAI lança o GPT-5.3 Instant
- OpenAI libera o GPT-5.4
- ChatGPT ganha integração com o Excel e Google Sheets
- OpenAI reduz escala do Instant Checkout no ChatGPT
- Estudo aponta falhas no ChatGPT Health
- OpenAI demite funcionário por uso de informações confidenciais em mercados de previsão
- Podcast Naruhodo #429 - Qual o impacto das bets em nossas vidas?
- Podcast Twenty Thousand Hertz - O poder viciante das máquinas caça-níquel
- OpenAI negocia novos termos em contrato com o DoD
- Sam Altman defende acordo com o DoD em reunião interna
- Sam Altman diz que “pareceu oportunista” com contrato com o DoD
- Desinstalações do ChatGPT crescem 295%
- Pentágono designa Anthropic como risco de cadeia de suprimentos
- Claude vai para o topo da App Store dos EUA
- Dario Amodei chama a OpenAI de mentirosa sobre termos de acordo com o DoD
- Dario Amodei diz que Anthropic está sendo punida por não ter bajulado Donald Trump
- Dario Amodei pede desculpas por declarações sobre Trump
- Investidores da Anthropic pedem para ela baixar a temperatura em disputa com o DoD
- Anthropic entra na justiça contra designação de ameaça à cadeia de suprimentos dos EUA
- Anthropic ainda vem conversando com o DoD para tentar viabilizar acordo
- Claude libera recurso de memória no plano gratuito
- Anthropic Claude Code ganha modo de voz
- Gemini 3.1 Flash-Lite é apresentado como o modelo de IA mais rápido do Google
- Ex-DeepMinds fundam empresa de modelo de mundo
- Google Workspace ganha ferramenta de CLI agência
- Google expande o Canvas
- NotebookLM ganha modo cinemático para slideshows
- Meta forma nova organização de IA
- Meta contrata time da Atma Sciences
- Tribunal do Cade mantém liminar contra termos de IA do WhatsApp no Brasil
- Meta concorda liberar chatbots de IA no WhatsApp na Europa
- Netflix compra startup de IA do Ben Affleck
- Luma anuncia agentes de IA
- Alibaba lança o modelos Qwen-3.5 Small
- Líder técnico do Qwen deixa a Alibaba
- CFM normatiza uso da IA na medicina
- TSE proíbe IAs de recomendarem presidente
- Tucano 2 é liberado
- 194: Desenvolvendo o Gigaverbo
- Papa pede que padres parem de usar IA para escrever sermões
- Suprema Corte dos EUA rejeita caso de direitos autorais com IA
- Cursor Automations
- Anthropic publica sistema de alerta sobre fim de determinados tipos de trabalho
- Estudo da OpenAI sobre aprendizado
- Towards a science of AI agent reliability
- SkillsBench: Benchmarking How Well Agent Skills Work Across Diverse Tasks
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Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
00:00:00 - Olá!
00:00:38 - Fabrício na MWC 2026
00:06:17 - Marcus no PullreCast
00:08:15 - Enquete: OpenClaw?
00:09:40 - Entrevista: Mateus Borges
00:10:50 - OpenAI
00:30:35 - A treta do Pentágono
00:51:38 - Anthropic
00:57:20 - Google
01:04:45 - Meta
01:09:05 - Cantinho multimídia
01:12:48 - Cantão da China
01:16:28 - Rapidinhas da semana
01:32:12 - Estudos da semana
01:44:48 - Obrigado!
Olá! Bem-vindas e bem-vindos à edição de sexta-feira do Resumão de Notícias do E.A. Sob Controle, o seu podcast com overfitting de informações sobre o mundo da inteligência artificial. Eu sou o Marcos Mendes e essa encontro da semana tem por aqui o Fabrício Carraro, viajante poliglota, host do podcast Carreiras Sem Fronteiras, autor da newsletter E.A. Sob Controle, que se você não recebe ainda, o link está na descrição, e Program Manager da Alura. Fabrício, tudo bem? E aí, Marcos? E aí, pessoal de casa?
ótimo, uma semana bastante corrida, porque teve o Mobile, o MWC aqui em Barcelona, então eu tava aqui fazendo coisa da Alura, fazendo coisa do BSC, fazendo coisa do Mobile. Fazendo inveja no Instagram. Teve coisas legais, teve coisas interessantes, mas a gente vai falar, até já vou aproveitar pra trazer aqui, Marcos, coisas interessantes, agora no comecinho do programa. É um evento, acho que é o maior do mundo, na verdade, de tecnologia, com esse foco no Mobile, mas não só, tem muitas outras coisas também.
robô chinês lutando lá, tinha robô camareiro, robô garçom basicamente, mas isso é a parte mais que é para mostrar que tem coisa legalzinha, tipo a Unitree estava lá com esses robôzinhos, que são os robôzinhos inclusive aqueles que fazem artes marciais na China e tudo mais, mas é só para mostrar, olha, venham aqui olhar o nosso estande. As partes realmente interessantes para nós, público geral, porque esse evento, a maioria deles é feito para as empresas irem lá e assinarem contratos gigantescos,
de antenas, de coisas mobile e tudo mais. Mas tem a parte bacaninha pra gente, né? Público final. E do que teve lá, eu acho que o mais bacana foi a Honor, que é uma empresa que eu não conhecia pra falar a verdade, de celulares e tudo mais. Eles são dos top 5 do mundo porque vende tanto na China. É, exato. Não tá muito conhecido aqui no ocidente, né? Mas eu conheci eles lá e os celulares que eles mostraram foram realmente impressionantes. Um deles, inclusive, que foi o que
achei legal, tem uma câmera que é tipo uma câmera de GoPro ou uma webcam, dessas que vão seguindo você quando você se mexe, vão atrás de você, mas ela está embutida no telefone. Então o telefone está lá, o celular normal, só que ela está fechada na parte de trás. É difícil explicar isso sem mostrar, mas ele está encaixado por trás do celular e quando você olha o celular de lado, é um celular normal com a câmera normal. Só que quando você mostra a palma da mão,
celular, tal como um Transformer, e ela vai pra parte superior e ela vira uma câmera de selfie. E essa câmera de selfie começa a seguir você, quando você se mete pra direita, pra esquerda, pra fazer vídeo, por exemplo, pra influencers, eu acho que vai ser muito, muito bacana, muito útil mesmo. E ela tem umas coisas lá que ela dança com você, se você vai dançando, ela tem uns olhinhos que vão na tela mexendo os olhinhos, enquanto que a câmera vai fazendo movimentação, enfim. Achei bem curioso, bem interessante.
e o telefone já faz tipo um ano, assim, mas o lance dela é China mesmo. É, eu que tô por fora mesmo também de celulares, eu tô com o meu Pixel 7a ainda. E feliz da vida, né? E feliz. Mas aí, a Xiaomi tinha coisas muito interessantes também, pra quem não sabe, eles são uma empresa que estão entrando na parte automotiva também, então eles trouxeram alguns carros lá, um deles carros esportivos, assim, parece uma, sei lá, uma Lamborghini, animal, assim, linda, linda, linda,
Xiaomi, que se não me engano inclusive é elétrico também, ou híbrido talvez, mas muito bacana, e os celulares novos da Xiaomi que eles falaram que vão sair acho que em julho que você tem a câmera de selfie, que você vira o celular pra tirar uma foto com a câmera boa, só que aparece uma mini telinha ali no espaço da câmera, então você usa a câmera boa de trás do celular pra tirar selfie só que você se vê, você vê do que vai sair a foto, que é uma coisa muito útil acho que outros celulares já tem isso, não é uma coisa
tão nova assim. É o próprio da Xiaomi, o atual, eu acho que ele tem um lance desse, que é o mesmo platô que tem nos iPhones, por exemplo, eles pularam uma geração do telefone da Xiaomi para ser colado com a numeração do iPhone e aquela, parece um cartão de crédito na parte de trás ali, a maior área útil é uma tela, é um displayzinho já. Exato, exatamente, isso aí. Alguns celulares dobráveis ou celular até triplo, que você consegue abrir em vez de duas telas, três telas,
Então você coloca ele ali onde ficaria o seu carro, por exemplo, pra ver alguma coisa. Ou enfim, pra assistir seriado à noite. Você pode assistir do celular porque a tela lá abre bastante. E coisas de IA também. Tinha várias, acho que a maioria das empresas tinha lá. E IA é alguma coisa. E a que mais me chamou atenção foi a iFly Tech, também é chinesa. Que eles oferecem tudo de IA. Então desde Smart Home com IA até celular e óculos com tradução automática.
que você bota o óculos, você vê no celular, como se fosse uma letra verde de computador antigo, e você vai vendo ali a tradução do que está sendo falado. Tinha um outro também que era para intérpretes, que você conseguia um intérprete que fica com o microfone de um lado, e embaixo do microfone tem um palanquezinho, um suporte, que você vê a tradução no suporte, essas letras verdes traduzindo. Então poderia ficar duas pessoas, dois presidentes, um falando com o outro,
A tradução não é perfeita. A latência ainda é mais alta do que eu gostaria que fosse. Mas várias coisas que estão vindo aí nessa pegada. Fones de ouvido com tradução simultânea. Enfim, tinha muito, muito, muito, muito dessas coisas. A maioria das empresas tinha algo querendo indicar nesse sentido. E como eu falei, a mais interessante é que mais conseguiu colocar isso como um produto que já vai estar disponível em breve. Também falaram que em junho, julho, lá na China, foi essa iFly Tech. Mas, no geral, muitas empresas,
muitas coisas, e vamos pro programa agora, porque já foi muito tempo pra isso, mas foi um evento bacana, e as palestras foram bacanas também, todo mundo falando sobre A, empresas, centros e tudo mais. Boa! Muito bem, bacana, obrigado pelo relatório do que rolou por lá. Nessa semana eu não fui na MWC, mas eu fui no Pool Recast. Foi o Recast dos nossos amigos, o Alan e o Matheus, foi muito legal conversar com eles, episódio rapidinho, de meia hora, papo, foi, assim, às vezes você espera uma participação super legal,
a expectativa, né? Tem pra tocar em vários pontos aqui, mesmo que rapidinho, eu vou deixar o link na descrição, e tem também o link pra você se inscrever, porque tá acabando as vagas, o Fabrício me falou com as pessoas que estão inscritas, e eu já me assustei, falei, caramba, já estamos nesse nível de pessoas que vão pra gente, vão com a gente, né? Pro Vale do Silício, no finalzinho do ano, de 31 de agosto, dia 4 de setembro, da nossa missão, e a sob controle Vale do Silício, da nossa parceria aqui da Lura, junto da Startse, pra visitar as empresas que você escuta falar aqui no podcast, mas que a gente vai
mas muito mais próximo a gente vai poder falar quais são. Algumas, as outras não deixam a gente falar, porque só falaram, não vai vender pacote de viagens usando a gente, não. Aí não pode, mas você já imagina. No site, que está no link da descrição, tem já, você consegue ver, em uma viagem recente da Starts e Provaria do Cirício, que eles fazem isso com frequência, não são marinheiros de primeira viagem, ou viajantes de primeira viagem, dá para ver com as empresas que visitou, para ter uma ideia ali de como é que vai ser o esquema. São dias intensos, é o dia inteiro de programação,
palestra, conhecendo o lugar. Vai ser muito bacana. A gente espera por você. Então, passa na descrição pra você se inscrever e já conversar com a Starts e pra ver a parte, né? De depois você ver a passagem, hotel, né? Tem que estar com o visto em dia e a gente sabe que visto tá uma coisa bem enrolada. Então, quanto antes você for dar uma espiadinha nisso, melhor. A gente tá esperando pra poder ir com você. 31 de agosto, 4 de setembro.
Com certeza. O único comentário, complementando isso que o Marcos falou, é 60% das vagas
estão preenchidas da viagem. Então você tem que realmente correr lá se você quiser ir com a gente nessa viagem. E a enquete da semana foi sobre o Open Claw, a ferramenta que mais fez barulho nos últimos mês e meio, vamos dizer assim. E era pra ver se ele era modinha, se ele era o futuro ou se ele era ambos. E a gente teve ali 10% das pessoas falando, ah, é só modinha. 20% falando que é o futuro e 70% a maioria falando que é ambos.
Pode ser, realmente é onde eu votaria aqui, Marcos. É uma modinha, mas o futuro vai ser baseado nessa modinha que veio. Exatamente. Assim como tudo sobre a IA. O pessoal questiona, ah, é uma bolha, não é? A resposta é ambos também. A coisa vai, assim como foi da web, se a hora que estourar, vai ter um monte de empresa pequenininha que vai acabar, não indo para frente, mas as grandes, a tecnologia, o que significa, os grandes produtividade que existem sim, apesar de rumores. Dizendo o contrário,
manter, sem dúvida. Não vai deixar de existir na hora que perceberem que talvez esteja investido demais pelo menos em algumas empresas. Então concordo que o Open Club é uma coisa, é ambos. Vai mudar sim. A OpenAI comprou a empresa do Peter Steinberg e a gente já viu outras fazendo coisas parecidas. Comprou o Peter Steinberg, não a empresa. Isso é, verdade. Ela compratou. Mas sim, o Open Club mesmo como um produto foi de tsunami e agora está até dando uma acalmada. Mas tem bastante gente usando,
a comunidade está se acostumando mais, é bem legal. E um último recadinho aqui, se você não escutou, eu recomendo de coração que você volte lá no episódio de quarta-feira de entrevistas aqui do IA Sobre Controle, que a gente bateu um papo, que foi uma aula, na verdade, do Matheus Borges, ele é CEO da Ranker, uma empresa que a ideia inicial era começar a trabalhar com GEO, para quem nunca ouviu esse termo, como eu não tinha ouvido até alguns meses atrás, é o SEO generativo nessa nova era de IAs.
Então não é você pagar ali para você estar nos ads do chat GPT. Não, é você aparecer organicamente nas respostas que o chat GPT vai criar, que o Gemini vai criar, que o Claudio vai criar a sua empresa. Quando você for perguntar, por exemplo, qual é o melhor restaurante de São Paulo? Qual é a melhor loja onde eu posso comprar tintas? Ou a melhor fabricante de tintas aqui do Brasil? Algo nesse sentido. E foi um papo muito, muito, muito interessante. Eu vi que muita gente deixou comentários. O pessoal gostou bastante.
bastante do episódio, e eu gostei bastante do episódio, o Marcos também, tanto que vai ter um repeteco, né, vai ter uma parte 2, em breve, fiquem de olho aqui no podcast, mas pra você entender a parte 2, você tem que escutar a parte 1. Exatamente, e vamos lá nessa semana, a nossa pauta hoje, disseram eles com 10 minutos de gravação, né, tá lotada, tem muita coisa que aconteceu, muita novidade, até no caso da Antropic com o Pentágono, que a gente falou na semana passada, e a gente vai começar falando sobre, Andrade, eu quero saber do Fabrício, que o Fabrício
comemorou nessa semana o fato de que a OpenAI lançou o Codex pra Windows, né? Sim, Max, finalmente, finalmente lançaram o Codex pra Windows, que é uma crítica constante minha aqui, né? Lança os dois lá, jogo de cara, lança Android e iPhone, já que tem multiplataforma, lança em ambas já de uma vez, pra que ficar fazendo esse agradinho pro pessoal do Mac? Não, sou contra. E o que é o Codex, pra quem não conhece?
OpenAI, basicamente, e tem várias formas, vários nomes, que basicamente ele tem o formato que você consegue literalmente abrir o seu chatgpt.com e tem ali a abinha Codex, ele vai te abrir um site que você pede ali para ele fazer uma solução programática para você, você consegue conectar no seu GitHub e tudo mais, tem também a extensão que você consegue simplesmente instalar no VS Code, mas tem também o Codex ferramenta por si só, que ela funciona ali no terminal e você consegue
qualquer protótipo, qualquer produto, qualquer projetinho, só trocando ideia com ele ali no terminal, ele vai te mostrando os diffs, pedindo o que você quer fazer, agora tem um aplicativo, um software que você consegue baixar e instalar diretamente no Windows, com suporte ao PowerShell, que é uma coisa muito importante, que funciona um pouquinho diferente ali do terminal do Mac, talvez até por isso essa demora, mas também tem as Skills, que é o que veio mais à tona nos últimos meses,
do Cloud Code, que é meio que você encapsular um promptizão, ou uma engenharia de prompt que você fez ali, de um papo, de uma solução que ele fez com você, você encapsula isso em uma skill, uma habilidade, e aí você consegue reutilizar para outras depois também. Ele também tem sandbox nativo e já está disponível para todo mundo, desde o plano gratuito até os planos pagos também. Boa, então eu recomendo muito, assim como eu tenho falado nas últimas semanas,
Eu virei da igreja do Codex e do Cloud Code. Eu até vou contar rapidinho, que eu fiz uma rinha de Vibecode aqui, e aquele app que eu tinha Vibecodado na semana passada com o Codex, quer dizer, é, com o Codex, eu Vibecodei nessa semana com o Cloud Code, pra comparar qual que é o seu desempenho dos dois, né, ver que tipo de apps, como que eles iriam resolver, o que eu tava precisando, etc. Eu até preferi o Cloud Code. Eu aprendi a mexer no terminal, perdi esse medo, tava funcionando. Mas o Codex, como o aplicativo, ele é bem mais fácil de mexer
do que o Cloud Code. Isso não tem dúvida, porque é uma interface mais familiar quase de você mexer no chat EPT. Você pede e a interface dele mesmo, ela é mais condutiva? Será que existe? Para você poder ver o que está acontecendo. Ver DIF no terminal, é meio confuso em relação ao Cloud Code. Então, para todo mundo que tem Windows, se você escuta esse podcast, está ouvindo isso agora, é obrigatório. Fim de semana, baixa. Faz para mim um app de jogo da velha, sei lá, qualquer coisa, para você ver como,
ele funciona, porque isso vai te destravar ideias de coisas mais úteis do que o jogo da velha pra você fazer. Vai despertar aquele processinho na cabeça de durante a semana que vem, do trabalho, tá, acho que agora isso aqui seria um bom app de fazer, pra eu fazer X, não sei. Então, testem. É facinho de instalar, facinho de rodar, e é muito bacana. Eu diria ambos, né, testem tanto o Codex quanto o Cloud Code, e até o Cloud Cowork, na verdade, né, testem todos, testem os três pra ver qual se adapta melhor,
E aproveitando, Marcos, deixa aqui o link na descrição, nós aqui do Grupo Alan, Alura, PM3, FIAP, a gente começou agora um novo grupo, uma nova comunidade, a Builders SP, que é para a galera de São Paulo, quem mora em São Paulo, capital e arredores, grande São Paulo, cidades ali do estado ficam perto também, que vai ter eventos presenciais, vai ter eventos online também, e o grupo de WhatsApp que eu abri ontem já está com 300 pessoas.
vai anunciando por lá, vai começar. Já tem o site também, se você quiser palestrar, ser um speaker nos eventos aqui sobre algum produto, algum projeto que você fez aí, seguindo a ideia do Marcos, você pode mandar lá no Google Forms que a gente tem, que a gente vai pegar e trazer essas pessoas da comunidade mesmo pra falar também com a comunidade. Então, o link do grupo do WhatsApp vai estar aqui na descrição e do site também. Eu vou passar pro Marcos depois.
Excelente! E falando também sobre codificação, nessa semana o The Information vazou que a Open AI
está desenvolvendo o seu próprio GitHub. Isso eu acho que pegou todo mundo de surpresa. Eu não me lembro de ter visto vazamentos, notícias, rumores a respeito disso e a ideia é assim, é um projeto que está no começo ali dentro e a decisão da OpenAI de fazer um concorrente do GitHub veio depois que o pessoal lá da OpenAI passou por frequentes problemas de não conseguir usar o GitHub e nem que seja uma coisa de teoria da conspiração, estão bloqueando a OpenAI,
Que nem já ouvi, teoria da conspiração de que a OpenAI fez o open call da meta deletar os e-mails dela porque era da meta. Não. Calma. Mas fato é que a OpenAI está trabalhando no seu próprio GitHub, não estava no meu bingo para isso, concorrência para o GitHub em 2026. Sim, sim. E lembrando que o GitHub é da Microsoft, que também tem as porcentagens altíssimas lá, está por trás da OpenAI.
vendo um concorrente, ou estarem, quem sabe, criando um concorrente aí. Mas enfim. Mas o Open AI também ia fazer o Instagram, até agora nada, né? Então eles são... Tem muita ideia, muito projeto. E daí eu também tenho várias, né? Exato. Tem o Open Flow agora pra fazer as ideias. Indo agora pra uma outra notícia, saiu mais um modelo, mais vários modelos, na verdade, da Open AI essa semana. Eles tinham começado anunciando o GPT 5.3 Instant, que é a nova versão padrão ali, o default, quando você abre o chat de GPT no plano gratuito.
ou você está no alto, basicamente, que é uma melhoria, uma nova versão dele, só que ele responde rapidão, sem pensar. Eu conheço gente assim também. Também muitos. E eles falam que com isso eles conseguiram reduzir as alucinações em até 27% da versão anterior, do 5.2 Instant, e nas pesquisas que fazem a busca na internet, e quase 20% nas pesquisas que não precisam da busca na internet, e recusam menos vezes responder.
Isso é um problema que dá falso positivo para os guardrails ativarem. Eu não posso responder essa pergunta. Conseguiram reduzir isso daqui. Já está substituído. Agora ele está na API como GPT 5.3 traço chat traço latest. Mas a notícia realmente interessante da semana é um lançamento do GPT 5.4 que basicamente ninguém estava esperando. Surgiu meio do nada. Todo mundo estava esperando o 5.3 na verdade. Porque o que a gente tem atualmente
5.2 Thinking, o 5.2 Instant e o 5.3 Codex. O Codex ali pra programação. Então o Full, a versão completa, era do 5.2 Thinking. E aí pularam praticamente essa versão, só que lançaram o 5.3 Instant, que é esse que responde direto, e o 5.4 do Thinking, ou seja, meme da Nazaré Tedesco pensando com matemática, basicamente. Não deu pra entender nada do que eles fizeram, porque eles fizeram dessa maneira.
Mas enfim, está lançado o GPT 5.4, versão full e a versão pro também, aquele que pensa por muito, muito tempo, por meia hora para analisar e te dar uma resposta. Não é o deep research, que faz o relatório, não. É aquele que você bota ali, sei lá, analisa aqui a minha base de código e vê se tem algum erro. Qualquer coisa mais complexa ele vai conseguir fazer. Analisa o meu paper aqui, acadêmico, do meu PhD e vê se tem algum ponto que pode ser refutável.
uma hora nisso. Essa é a versão Pro e já está disponível aqui no GPT-4. E eles deram alguns pontos principais. Eles falaram que como são modelos que pensam por muito tempo, ele vai estar ali pensando e você consegue ajustar o curso de pensamento no meio da resposta. Isso é legal. Sim, muito legal. E melhoraram também a busca profunda na internet e principalmente o foco.
texto, que isso é uma coisa que todo mundo precisa hoje em dia, né, 2026, então já está se equiparando a todos, e melhorias consideráveis no uso de ferramentas, que também é o que todo mundo precisa na hora de criar agentes, e de computer use, que é ele usar o seu browser, basicamente, ou usar a tela do seu computador, é aquela coisa que eles já tinham, né, do agent, o chat GPT agent, que ninguém usa praticamente, mas eles estão melhorando, tentando melhorar, todos estão tentando melhorar, mas eles também agora,
esse GPT-4 também foi o foco. E foi uma coisa que eles trouxeram até nas melhorias dos benchmarks. Eles quiseram implementar todas as melhorias de código que eles tinham conseguido no GPT-5.3 Codex, trouxeram aqui para o GPT-5.4 Full, vamos dizer assim, e ele melhorou muito, por exemplo, no GDP Val, aquele benchmark que avalia tarefas relacionadas ao PIB, ao GDP do país, subiu ali do GPT-5.2, estava em 71%,
no 5.3 codex também, subiu para 83%, então 12% a mais. Foi uma subida bem relevante e já está quase na hora que vão ter que mudar o benchmark, criar o GDPVAL 2, alguma coisa nesse sentido. Tarefas de programação, ele ficou levemente melhor que o próprio GPT 5.3 codex, e aí essas coisas mais agênticas também foram melhoradas. No Browse Comp, fazer tarefas no Browse já melhorou bastante,
ao 5.2, também ali algo em torno de 17% melhor. De conhecimento, não melhorou tanto, mais ou menos a mesma coisa, é mais essa questão de como usar essas ferramentas, como integrar tudo isso em um modelo só, inclusive a parte de código, que agora os avanços do 5.3 Codex já estão aqui no 5.4. E a última coisa que eu acho que vale falar também é que ele é um modelo carinho, ele é um pouquinho caro. O preço anunciado
é 2 dólares e 50 por milhão de tokens na entrada e 15 dólares por milhão de tokens na saída. É levemente mais caro que o GPT 5.2, custava 1,75 na entrada e 14 na saída. E aqui, se você fala da versão Pro, subiu bastante também. Foi pra 30 dólares por milhão de tokens na entrada e 180 dólares por milhão de tokens na saída. Ou seja, não é pra você usar ali pra aquela tarefinha do dia a dia, é só pra coisas
específicas até pra coisas empresariais, vamos dizer assim. E nessa semana também, olha, OpenAI e Antropic cozinharam nessa semana. Foi curioso porque quando a OpenAI lançou o GPT 5.4, o Gui Silveira falou assim, ué, qual outro modelo foi lançado essa semana que eu não vi, né? Que geralmente são dois lançamentos juntos de concorrência, etc. Eu falei, não, Antropic tá resolvendo outros problemas nessa semana, né? A gente já fala sobre isso.
Mas um outro lançamento que a OpenAI fez, um anúncio que ela fez, é que agora o pessoal consegue usar o chat GPT dentro já direto do Excel,
dentro do Google Sheets e eles até, junto disso, anunciaram uma espécie de pequena suite de serviços e ferramentas financeiros, serviço não, né? Ferramentas para serviços financeiros para a galera poder trabalhar de um jeito mais eficiente. A gente tinha visto recentemente a Anthropic fazer o Cloud ficar compatível especialmente com Excel, acho que com o Google Sheets também, mas não tenho certeza. PowerPoint, é, exatamente. Acho que PowerPoint a gente deve falar mais por frente. Mas é bacana ver
que a OpenAI trouxe isso agora para o chat GPT e a própria Microsoft estava implementando isso de forma nativa, mas deu meio traço. Legal que agora o GPT, que é onde muita gente mora no fim das contas, agora é compatível com o Excel e com o Google Sheets para você usar como um parâmetro, um complemento ou um copiloto e melhorar ainda mais o que você está fazendo que depende de planilhas. Bem legal. Da OpenAI, eles também falaram que vão começar a dar uma diminuída naquela questão de você
fazer compras, o shopping, dentro do ChatGPT com o checkout instantâneo, que eles começaram a fazer o protocolo e tudo mais, para você fazer essas compras dentro do próprio ChatGPT, o Everything App, o aplicativo que você resolve tudo dentro dele mesmo, e aparentemente, por enquanto, eles vão dar um foco maior em levar a pessoa para um aplicativo específico ali que já está conectado ao ChatGPT, aos connectors que tem ali,
compra nesses aplicativos. Imagino que seja ali um Stripe, um Paypal, alguma coisa assim, em vez do checkout direto no próprio chat GPT. E uma outra que saiu também foi um estudo da Nature sobre o chat GPT Health, que a gente comentou aqui, acho que uns dois meses atrás, mais ou menos, o chatbot focado ali em coisas de saúde e analisando a qualidade. E falou que ele subestimou a gravidade das emergências médicas metade, mais da metade dos casos, 51% aqui.
E ele sempre recomendava, olha, espera de 24 a 48 horas para procurar um médico, mesmo em situações que eram urgentes de pronto-socorro. Então mostra que não estamos lá ainda. Eles analisaram ali cerca de 60 cenários clínicos e também viram que teve um excesso de encaminhamento de 64% de casos tranquilos, casos que não eram urgentes para urgências.
Pensando em suicídio. Ou seja, não está pronto. Não é uma ferramenta pronta. E eu acho que ninguém nem esperava que fosse. Ou talvez quem esperava estava sendo ingênuo. Mas por se vender como uma ferramenta de saúde, tem um nível de preocupação. Nós temos que ter um nível de preocupação muito mais acima do que o normal, do que simplesmente para um chatbot normal. Um chatbot do dia a dia. Que também tem que ter essa preocupação. Mas por se chamar health, tem o nome health ali,
muito maior do que isso. Inclusive, ele estava querendo fazer parcerias com governos de estados lá nos Estados Unidos. Então, não está pronto, não está bom o bastante e melhorem o mais rápido possível. Ou tirem do ar até lá, talvez. Sim, de não ter expectativa de ser perfeito, ok, mas se eles lançaram com o produto que está na rua, tinha que estar melhor do que esse estudo específico. Eu não fui lá, não fui lá. Se você trabalha com saúde e teve a oportunidade de mexer, conte para a gente como é que foi o desempenho, como é que foi o teste, mas... Só está nos Estados Unidos ainda, né?
É, mas o pessoal escuta dos Estados Unidos, né? Vai saber. É. Então, mas não. Se esses números forem representativos da experiência média geral do chat de PT Health, tira do ar agora, porque não faz o menor sentido uma taxa de erros desse tamanho, né? Enfim. E uma outra confusão que bateu na Open AI nessa semana é o seguinte. Tá na moda, mais do que open claw, o lance dos prediction markets, que é o pessoal tentando racionalizar, apostar no que vai acontecer no mundo. De tudo. Tem uma discussão enorme. Em tudo.
tudo. Será que o Marcos vai tocar o sininho de agentes no episódio de hoje? É. Será que ele ia falar SS essa palavra? Aí teve até uma aposta esses dias que um CEO ia falar SS essa palavra. O CEO viu a aposta e fez uma graninha falando SS, não essa palavra. Então tá uma confusão. Tem muito lance de insider trading, que é você usar a informação privilegiada que pra bolsa de valores é um crime, mas pra esses prediction markets até teve caso na justiça dos Estados Unidos que decidiu que não é um crime. E é uma coisa
muito maluca. E o pessoal que tem essas empresas, que faz cauche, tem o Polymarket, eles falam, não, na verdade, informação privilegiada, se você for parar para pensar, é uma forma da pessoa que tem informação, trazê-la para o mundo. É notícia, no fim das contas. Gente, pelo amor de Deus. Enfim, a OpenAI, nessa semana, demitiu um funcionário por usar informações privilegiadas para apostar certo no Polymarket. Ele ganhou uma grana e existe uma ferramenta
unusual whales. Whale, a baleia, é um termo que vem do mercado de jogos, que são aqueles usuários que são raros, mas que gastam uma fortuna com moedinha, com pacotinho, com coraçãozinho, que é o que sustenta essas empresas no fim das contas. São as whales. Quando eles pescam uma baleia, está feito. Basicamente é essa a analogia. E tem uma plataforma que é a unusual whales, que fica de olho nas pessoas que acabam ganhando muito mais do que a média de probabilidade de distribuição estatística do que você chutar
coisa ia acertar. E eles tinham mostrado lá que essa pessoa tinha suspeita de ter trapaceado em 77 vezes que ela ganhou, quando o assunto eram coisas que a OpenAI ia fazer. Então era o cara que trabalhava na OpenAI, ele sabia o que ia acontecer, ele apostava nisso, tirava uma grana. Será que o chat GPT 5.4 vai ser lançado essa semana? É tipo isso. E aí a OpenAI descobriu e demitiu o cara, mesmo alguns casos da justiça, falando que não, isso não é crime. Outra coisa,
sobre esse mercado. O pessoal que era empolgado de cripto agora está empolgado nos prediction markets. É mais ou menos o perfil que a gente vê que veste a camisa. E eu sei que umas pessoas que devem estar usando isso devem estar incomodadas, mas gente, vocês sabem, né? Pelo amor de Deus. Mas isso aí, demitiram, cara. Eu, sobre essas empresas, eu sou quase o Altair lá do podcast Naro Rodô. Ele se fala, ó, pra mim, bete tem que proibir todas, todas, todas. Totalmente. Não traz vantagem nenhuma, só tira dinheiro
de gente que não pode e que acaba usando dinheiro que não tem pra apostar, porque talvez acaba psicológico. Tem estudos psicológicos, eu não sou da minha área, mas tem um programa específico do Naro Rodô, pode até deixar o link aqui na descrição, que ele fala sobre bets e tudo mais, que é a pessoa que tem 100 reais. Se ela perder 100 reais pra ela, mesmo que ela tiver pouco, não parece uma perda tão grande. Só que se ela coloca ali, ela pode ganhar 300, opa, começa a valer a pena. Só que aí com isso ela perde
e ela fica devendo. Num país como o Brasil, isso daí é uma coisa extremamente complicada. Onde o jogo de azar é proibido. É bizarro que esse tipo de coisa é legal. É, exatamente. E eu vou deixar também na descrição aqui um episódio bem legal do 20,000 Hertz, um podcast que eu amo, que é sobre produção de som. Eles têm um episódio específico a respeito de como que é o design de som, a experiência do design de som de máquinas de caça-níquel e coisa assim, pra ir te dando a sensação de sempre quase vitória. Foi por pouco,
você deu azar, etc. É muito legal o episódio para mostrar como até um design bem feito de som ajuda você a melhorar o seu produto. Vou colocar dessa forma, porque não é apontando o dedo na cara de quem faz caça-níquel, sabe? É mostrando mesmo como é que eles são feitos, é um assunto bem interessante. Vai estar na descrição também. Sim. E entrando já na treta da semana passada, que se estendeu para essa semana também, da Antropic, com a OpenAI e tudo mais. Aqui a gente ainda está em OpenAI,
No contexto geral, para quem se perdeu, não escutou o episódio da semana passada, a Antropic estava certa praticamente para assinar um contrato com o Departamento de Guerra, antigo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, para eles usarem os modelos Claude ali para basicamente qualquer coisa que eles quisessem. E o Amodei, lá nas negociações, falou, olha, beleza, queremos, só que eu queria colocar dois asteriscos aqui, que ele não pode ser usado, nenhum modelo poderia ser usado para vigilância doméstica em massa, ou seja, para uma pessoa,
uma pessoa acusada, investigada, beleza, mas em massa, né, de todos os americanos, por exemplo, não poderia, porque ele não confia que o modelo vai fazer uma coisa boa e não quer, são coisas meio que eticamente discutíveis, e também pra controlar assassinatos automáticos, né, então um drone controlado por um modelo Claude, que vai ali matar, escolher dentro de um leque de pessoas, ó, essa daqui é mais provável, vai lá e atira nela, ou seja, isso poderá ser feito,
só quando tiver um humano junto no loop, ali no processo. Era essa treta. E aí, por colocarem esses asteriscos, o governo ficou puto e falou, não, eu uso para o que eu quiser. E, basicamente, primeiro recusou a proposta da Antropic, veio a público falando que iam colocar eles na lista de empresas não confiáveis do governo americano, do Pentágono, e que nenhuma empresa que tenha negócios com o Pentágono poderia ter contratos com a Antropic por causa disso.
O que é o público também falar? Uma empresa de esquerdistas, comunistas. O woke. O woke, não sei o que, exato. Taxidermistas, qualquer coisa nesse sentido. Enfim, foi essa treta toda. E aí, no dia seguinte, aparece o senhor Sam Altman. Olha, vem aqui anunciar que assinamos um contrato com o departamento de guerra com a maior cara lavada. E que, olha, não, aqui, na verdade, um contrato um pouquinho diferente do que o contrato da Antropic. Não foi exatamente aquele mesmo.
foi a treta, a história geral por trás da treta. Tem um asterisco aí que é o seguinte, ele falou que os termos do contrato da OpenAI tinham as mesmas restrições que a Anthropic estava querendo fazer no contrato dela, mas o governo americano não deixou. Aí o mundo inteiro falou, ué, como? Como assim? Se enroscou lá, por que você conseguiu fazer? Não saiu ainda, não foi feito público, dificilmente vai ser, vai acabar vazando, por conta da confusão toda que a gente vai seguir falando aqui no episódio.
os termos exatos, o que isso significa, que é muito semântica. E Antropic e o Departamento de Defesa, eles estavam muito próximos de um acordo, assim, era questão de, os vazamentos da semana falaram, questão de pequenas palavras que eram importantes, mas que estava muito próximo. Então é uma questão semântica também do contrato da OpenAI, mas o Altman falou, não, o contrato é basicamente igual, é sabor tipo frango, é quase o frango. Mas ninguém sabe
o que isso significa na prática. Sabor contrato, basicamente. É, exato. Mas a palavra, inclusive, era all legal usage, ou alguma coisa nesse sentido. Todos os usos legais. Só que pro Pentágono, os usos legais incluem vigilância em massa, incluem assassinato, seja lá o que for, de alvos americanos, e o Dario Amodei não queria que isso fosse permitido. E aí, todo mundo ficou um putíssimo com
todo mundo, eu digo o público geral, inclusive os funcionários da OpenAI ficaram putíssimos com o Sam Altman, com essa história, né? Como assim? Eles não são bonzinhos, tá? Eu quero deixar isso bem claro aqui já de cara. A Antropic não é... Ela tá tentando ser menos evil, mas ela não é bonzinha porque ela queria assinar o contrato, dava pra usar os modelos Cloud pra fazer qualquer tipo de outros usos do Pentágono, pra ajudar um humano ali a encontrar o presidente da Venezuela,
eles vieram a público falando sobre isso. No Irã também teve o uso dos modelos, que era uma coisa que eu até discuti na semana passada, teve o uso de modelos Claude para fazer os ataques no Irã dessa guerra que está começando agora nessa semana. Então, não é que eles são santinhos, mas eles estão tentando pelo menos uma coisa e falar, aqui não, porque eu ainda não confio nos modelos, eu ainda acho que não é ideal isso de um ponto de vista ético de onde a gente está hoje em dia. É o Amodei falando isso e o boardzinho ali de líderes da Antrop.
o Sam Altman falou, ah, vai lá, vai lá, migão, faz o que você quiser, usa para o que você quiser, só que teve esse backlash gigantesco em público, e aí o Sam Altman veio também no Twitter, nas redes sociais, falar, não, pessoal, na verdade, a gente ainda vai tentar melhorar ali as palavras específicas, como o Marcos colocou, do contrato, mas eu também concordo com o pessoal da Antropic, que não deveria ser usado para vigilância em massa, não deveria
ser usado pra assassinatos autônomos, e eu apoio a Antropic nisso, foi até uma coisa que pegou a galera meio de surpresa, mas eu não acho que eles deveriam ser proibidos de fazer contatos com o Pentágono ou com o governo americano, não acho que eles deveriam estar numa lista negra, como já colocaram, isso já veio ao público Pete Hegseth, que é o do Departamento de Guerra, já falou que eles estão nessa lista negra do Pentágono, então ele veio defendendo a Antropic porque isso pega muito mal pra indústria inteira de inteligência artificial,
ser relacionado a isso. Eu e o Marcos, a gente sempre fala aqui, não adianta ser poliana. Esses modelos vão ser usados pelos departamentos de defesa, pelos departamentos de cibersegurança, de todos os países do mundo, tanto para defesa quanto para ataque. O open source, não precisa nem ser OpenAI, não precisa ser Anthrop. O open source que está aqui vai ser usado para isso. Mas a Modei pelo menos tentou fazer com que isso fosse usado de uma forma levemente menos
danosa a sociedade. Por enquanto, não deu muito certo para ele, para a Anthropic, tiveram esse backlash gigantesco do governo americano. Enquanto isso, a comunidade não gostou da atuação da OpenAI e do Sam Altman e começou a ter um cancelamento em massa de chat GPT. Pessoas que assinavam os planos do chat GPT, indo nas redes sociais, falaram cancel chat GPT e assinando os modelos cloud da Anthropic, assinando o planinho ali em vez de assinar o do chat GPT.
Com isso, Modelos Cloud, você pode ver ali o aplicativo dele no mundo inteiro, na maioria, em vários países do mundo, ele foi para o primeiro lugar ali da App Store, da Play Store do Android também, pessoas que estavam desinstalando o GDPT e baixando o Cloud. Então, esse é o aftermath dessa semana, dessa treta toda. Tem alguma coisa que eu esqueci, Marcos? Teve assim, o dado foi que essas empresas que fazem medição de aplicativo, de instalação, de deleção de aplicativos,
a quantidade de desinstalações do aplicativo, do chat GPT, aumentou 295% depois que teve essa confusão com o Pentágono. O Sam Altman... Cara, tem um episódio que o Fabrício fez aqui a respeito do livro, que conta muito da história do Sam Altman, e a principal crítica que sempre fizeram a ele é que ele é um cara que é extremamente liso. Ele fala uma coisa pro Fabrício, uma coisa pra mim, essas coisas são opostas, mas é pra eu ficar tranquilo, o Fabrício fica tranquilo, e assim, melhorar a vida pra
OpenAI. Foi o que ele fez. A gente falou semana passada que o Sam Maltman tinha, ah, eu entendo, partilho da preocupação da Anthropic, eu acho muito preocupante isso, etc, etc, etc. Cinco minutos depois, assinou o contrato dizendo que eram os mesmos termos, o que eu duvido que seja. E aí, depois ele até falou, ah, poxa, ficou parecendo que eu fui oportunista, mas depois, pelo amor de Deus, né, cara? Pelo menos assume o que você fez, né? E ele teve que fazer um tour de imprensa e um tour interno enorme, fez,
Ask me anything do Reddit. Foi no Twitter postar textão. Falou internamente com a empresa porque pegou mal. É assim. E aí entra aquilo que a gente já tá na internet há algum tempo. Lembra da Uber? Em 2017, o movimento Delete Uber. A Uber hoje é a empresa maior de carros do mundo. Maior, ótimo, né? Mas naquela época, eles tiraram o CEO, que era o Travis Kalanick. Foi no meio dessa confusão. Não vão tirar o Sam Altman. Acho que há uns dois anos a gente percebeu que isso não é
possibilidade de jeito nenhum, né? Mas... E ele tá falando agora que eles estão, agora que assinou o contrato, eles estão renegociando os temas. Esquece, né? E o lance do uso legal é, sim, algumas coisas que eu acho que é importante a gente explicar melhor aqui. Primeiro, tem uma parte também de relações públicas, porque se o Pentágono fala, não, todo uso que for legal vocês têm que deixar. A empresa fala, não, mas isso aqui não. Pô, mas como assim você quer proibir o governo americano?
para ditar o que o governo público pode fazer. São usos legais. Você é a favor de coisas ilegais? Então, aí a conversa descamba para uma coisa que fica sustentável. Mas é o quê? Existem empresas, e isso é legalizado nos Estados Unidos, que fazem coleta em massa de dados pessoais de todo mundo e vendem esses dados para terceiros. Isso é feio, mas é legal. É permitido. O que o Pentágono quer fazer? Quer comprar esses dados para poder fazer análise. E é dado o quê?
rede social, postagem, entra dado de geolocalização no meio do caminho, porque essas empresas coletam dados tem isso também, para construir um perfil dessas pessoas todas. Aí o Pentágono compraria isso e poderia usar para vigilância interna para achar gente, para mandar para fora do país. Era esse o tipo de coisa que a Antropic não queria que o Claude fosse usado. Uma das coisas. A segunda é o lance de armas letais não supervisionadas.
E o próprio Amodei falando, gente, o problema é que a ferramenta não está pronta.
pra ser usada pra isso. O dia que estiver pronto, ele vai querer que seja usada? Isso é uma outra questão. Nesse momento ele fala que não dá nem pra usar. É tipo o chat EPT Health, né? Se o negócio fizer um falso positivo ou um falso negativo, ou você mata alguém que não devia, ou então você deixa passar uma coisa que não devia também. Então, nesse momento, essa é a principal reserva que ele teve. Só pra tentar trazer um pouquinho mais desse contexto geral, pra entender que esse é um problema muito difícil de resolver. E tem o agravante, é claro, de que
gente do governo americano hoje em dia gosta de teatro, de fazer coisas publicamente e de tentar publicamente fazer alguém se submeter à força sobrepujante ali da macheza de todo mundo. Então, isso atrapalha ainda mais as discussões. Na sexta-feira, o Pete Hagseth falou, estou instruindo o Pentágono a designar a Antropic como uma empresa que oferece risco da cadeia de suprimento para a segurança nacional e falando para as empresas que têm contratos aqui militares, etc.
quebrarem esses contratos com a Antropic. Não vai poder mais. E ontem só, quinta-feira, o Pentágono de fato designou a Antropic como essa empresa que oferece risco de segurança nacional. Até agora estava só no gogó para tentar pressionar publicamente a Antropic a fazer isso. E a Antropic vinha conversando já com o Pentágono nessa semana, né Fabrício? Exatamente. Só uma última coisa. O Sam Altman, eu acho que foi a coisa mais meio que cara de pau dele que ele soltou depois dessa foi, olha, eu acho que
o governo tem que ser mais poderoso que as empresas privadas e elas não podem decidir o uso. Vindo de quem vem e vindo do governo americano como ele está agora, você fala, puta merda. Mas quando você pensa no segundo passo daquele que talvez estejamos caminhando para um tecnofeudalismo, que a empresa tem mais grana que o próprio governo, em muitos casos, dependendo da empresa, essa questão começa a ficar um pouco mais tangível, tipo, de valer a pena discuti-la. Uma empresa do Elon Musk tem que ter mais
poder do que o governo do Brasil ou o governo dos Estados Unidos? Vale conversar sobre isso, não? Pergunte, eu não sou historiador. Historiadores que escutam aqui o podcast podem falar com a gente, mas o que eu leio a respeito de quando cada entorna num país é quando você tem a mesma entidade que controla, primeiro, as notícias. Então, pensa, por exemplo, vamos usar o X como exemplo? O X é uma mídia, uma rede social que já foi
mais usada, mas ainda assim tem um destaque cultural no dia a dia das pessoas, gera notícia, é um veículo de comunicação, muita gente só se informa por ali. Você controla esse pedaço. Se você controla também o exército, você controla o que as pessoas veem, quando elas veem, como elas veem, e do outro lado você tem ali um controle grande, bélico, colocar essas duas coisas juntas é um risco. Então você ter um contrato com uma empresa, tudo bem que OpenAI e Entropic não são de mídia, mas vocês entendem o que eu quero dizer.
dizer aqui. Isso que o Sam Altman quis dizer é de as empresas não poderem ter mais poder do que o governo. Ter dinheiro é uma coisa, o poder é parecido, mas não é a mesma coisa. São coisas que, sim, essa discussão vai acabar sendo cada vez mais válida conforme essas empresas forem tendo pelo menos uma valorização, um impacto mesmo. Quem precisa mais um do outro? O Pentágono da OpenAI ou o PNI do Pentágono? Eu diria que o Pentágono não precisa mais da OpenAI, porque o PNI vinha muito bem, obrigado, sem ter um contrato com o Pentágono, que ela está em outro mercado.
Essas coisas, sim, andam juntas. É uma discussão que vai acabar acontecendo. E um último ponto, antes de eu devolver a palavra aqui ao Fabrício, que esse lance, ah, os governos têm que ser mais fortes que as empresas, etc. Pessoal que estuda política, eu vou tentar colocar isso do jeito mais neutro possível, que eu sei que as pessoas se incomodam e se inflamam muito quando esse é o assunto, tá? Pelo que eu entendo dos preceitos, geralmente, que seriam especialmente dos republicanos, é assim, deixa o mercado se regular.
Não precisa regular o mercado. As empresas vão concorrer, isso vai fazer, o tal do livre mercado, não é o livre mercado,
vai fazer com que a coisa ande para a direção que ela tem que andar. Existe toda a parte também dos republicanos falando. Governo pequeno. Governo não meter o bedelho no mercado. Deixa o mercado se definir. Então você vê o Sam Altman falar que o governo tem que ser mais poderoso do que as empresas para puxar o saco desse governo que até pouco tempo atrás pregava exatamente o oposto, tudo isso está muito de ponta cabeça. Com certeza. E o Sam Altman era um cara que ele era
literalmente, falava publicamente contra o Donald Trump, tem vários tweets deles que o pessoal recuperou que na primeira eleição do Trump, durante o primeiro governo inteiro na verdade do Trump, que o OpenAI ainda era uma empresa qualquer coisa, um centrinho de pesquisa minúsculo, ele vinha publicamente falar mal, até porque ele é um homem homossexual, então tem essas questões também envolvidas e tudo mais, que eram contra, que o Trump não apoiava, vamos dizer assim, e aí foi nessa nova pegada que quando eles viram que o Trump ia ganhar, foi a OpenAI
para a campanha do Trump. Sam Altman, pessoalmente, da fortuna dele, investindo na fortuna do Trump também, vindo ao público quando tinha ali o First Buddy, o Elon Musk, quando ele estava ainda no Doge, o Sam Altman vindo ao público. Elônia. Exato, Elônia. O Elon Musk, quando ele estava com aquela treta com o Sam Altman pública no Twitter também, ele postando essas coisas, esses tweets antigos do Sam Altman, o Sam Altman, não, veja bem, eu acho que
talvez eu tenha me equivocado na minha percepção quanto ao presidente Donald. Ele é um cara liso, como o Marx falou, para dizer o mínimo. Então, veremos cenas dos próximos capítulos, mas o atual é. O contrato agora está assinado com a OpenAI. E sobre a parte toda de futuros, de tecnocracias, seja lá o que for, eu deixo essa para a galera, os PHDs em política,
sociologia aqui, ouvintes do programa, que interessa também a gente bater um papo, talvez um programa específico só sobre isso no futuro, tá? Sim, sim. E pra finalizar essa parte da Entropic, pra gente poder seguir frente pra assuntos que são menos incômodos, mas está acontecendo e isso é importante, um dos assuntos mais importantes da história da tecnologia e da IA. Não tem como fugir dele, tá? Do lado da Entropic, teve muita movimentação também.
Primeiro, eles vieram ao longo da semana conversando com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos pra tentar salvar a situação. O problema é que isso aconteceu junto,
e no fim de semana com os ânimos bastante exaltados, o Dario Amudei publicou uma carta interna lá pro pessoal da Antropic, falando que isso estava acontecendo porque ele não puxou o saco do Trump, ele não deu dinheiro pro Trump, e que estão usando ele pra fazer um teatro político enorme, pra só se posicionar como um governo que esmaga todo mundo com testosterona e com machesa. E aí, ele ontem, quinta-feira, veio e falou, não, gente, peço desculpas, eu não quis falar mal do grande líder, eu acho que foi o momento, etc, etc.
tempo, agora que o Pentágono de fato designou a Antropic como empresa que oferece risco de segurança nacional por conta de cadeia de suprimento. A Antropic vai entrar na justiça pra fazer, tentar uma liminar, pra tentar reverter essa situação. Minha impressão, tá? Vai conseguir, porque nesse caso, quando a justiça olha e fala, tá, os fins não justificam os meios. Se quer pressionar a Antropic pra fazer isso, você pressiona. Mas a designação de uma empresa que oferece risco, blá, blá, blá, blá, blá, ela tem que cumprir checklists muito específicos. E que nesse caso, eu não sou a justiça,
não, me parece que cumpre. E eu imagino que a justiça fala, tá, não, vai ter a liminar, eles vão conseguir reverter isso aí. E outra coisa, é para os próximos seis meses para acabar com esse contrato da Antropic. A gente já viu isso várias vezes com as tarifas também. São seis meses para dar de negociação, para ficar apertando para uma hora a Antropic ou CD, ou eles acharem ali dentro de 180 dias, que são 185 agora, sei lá, um caminho.
Não é uma coisa imediata. Então as conversas seguem. Os investidores da Antropic
pressionar do Entropic pra tentar achar uma solução, mas nesse momento os dois seguem irredutíveis e Entropic falando sobre gente, a gente tem consciência, a gente tem princípios, essas duas coisas a gente não vai fazer. Não quer dizer que a gente, como é que eles falaram, que não são patriotas, essa é uma outra conversa. Mas a gente vai seguir vendo notícia a respeito disso. A minha aposta é que vai acabar firmando um contrato sim, os dois vão cantar vitória, porque é só como isso parece na opinião pública e vão seguir em frente.
Como você falou, Marcos, não vamos fazer, nós não queremos fazer, não queremos fazer agora. Eu tenho certeza absoluta que em algum momento, muito proximamente, inclusive, eles vão querer assinar esse contrato mesmo com os termos. Falar, não, agora o modelo já está bom bastante. Ou algo nesse sentido, sabe? E além disso, sobre ir na justiça para tentar reverter essa situação, teve um grupo ali da indústria que está apoiando a Antropic nessa causa.
Mandaram uma carta, inclusive, para o secretário de defesa, para o Pete Hegseth,
que é a Information Technology Industry Council, que tem ali, por exemplo, a NVIDIA por trás, a Amazon, a Apple, basicamente as empresas grandes de tecnologia dos Estados Unidos, falando que não concordam com a Antropic ser colocada nessa lista negra, basicamente. Mais ou menos. Porque a carta em nenhum momento diz a palavra Antropic. Eles falam que estão muito preocupados com o risco das relações entre o governo e as empresas
Mas eles não falam, né? Então... É, eles dão a entender, né? Que é verdade. Eu devia ter explicado melhor. Eles não querem que sobre pra eles também, no futuro próximo. Exato, exato. E aí eles falaram, olha, galera, pegou mal isso aí que vocês fizeram. E o próprio CEO desse conselho falou, ah, gente, se vocês forem ver, né? Esse tipo de situação tem que ser resolvida com o Pentágono, ou indo atrás de um outro fornecedor, ou...
É isso que a gente falou, né? Sobre deixar o mercado escolher o que quer fazer, né?
foi muito curioso. As notícias foram mesmo. A NVIDIA, a Apple, não sei o que lá, você coloca um contra-obanimento do Antropic e apoia o Antropic numa carta com o Pentágono. Você vai ver a carta e não tem nada disso. É isso, é exatamente isso, mas não estava escrito. Todo mundo sabe do que estamos falando. Nós estamos profundamente preocupados com relatórios a respeito do departamento de guerra e da consideração de impor designação de risco de supply chain em resposta a uma disputa.
disputa é essa, todo mundo sabe. Não vamos falar. Então, até na hora de se posicionar contra, o pessoal tem cheio de dedos porque sabe que pode sobrar. Exato, exato. Mas indo agora para notícias boas, vamos falar de TechPix? Ufa! Marcos Mendes. A Antropica agora finalmente, ó, março de 2026, isso demorou, passou a disponibilizar agora o recurso de memória lá para o Cloud, cloud.ai, também no plano grátis. Uma coisa que a gente já tem no chat
GPT há muito, muito, muito, muito, muito tempo, bastante tempo mesmo, e eles também já tinham uma versão inicial ali para os planos pagos, agora finalmente disponível também no plano gratuito. Claro, você pode deixar ela ativada ou desativada, pode apagar alguma memória específica que você não queira que ele tenha pego ali sem querer, é uma coisa que eu já fazia bastante com o GPT, uma vez eu quis falar em alemão com ele e depois ele começou a falar em alemão comigo sempre.
memória essa coisa de falar alemão, por exemplo. Mas o melhor de tudo é que eles deixam você importar as suas memórias do chat GPT pra usar agora na Anthropic. Então, pegando tudo nessa onda aí de chat GPT com ads, que eles fizeram a propaganda no Super Bowl, dessa treta toda jurídica que fez o pessoal desinstalar o chat GPT e fez o Cloud ficar o aplicativo mais baixado em várias app stores e play stores do mundo, agora eles também falaram, não,
Beleza, então vem para cá, vocês que estão chegando, importa ali as suas memórias, agora você vai se sentir em casa, aqui dentro do Cloud também. E tenho que falar, tenho usado o Cloud bastante, não por essas razões, mas tenho usado bastante o Cloud Opus 4.6 nas minhas tarefas, não só de código, mas tarefas de organização, de preparar para reunião, esse tipo de coisa. E eu tenho percebido que ele está funcionando muito, muito, muito, muito bem mesmo.
forma um pouco mais inteligível do que o chat GPT. O chat GPT é sempre aquela... Inclusive o 5.2 Thinking, que era o que a gente tinha até ontem, ele sempre gera aquela coisa em bullet points que é horrível, que você... Tudo é bullet point pra ele, basicamente. E você pode pedir pra ele fazer 100, você pode pedir, mas o default dele é isso. Enquanto que o Cloud, o Opus 4.6, a gente trata igual um ser humano, basicamente. Então, tenho notado essa diferença. Mas é bem bacana.
E uma coisa que eu quero saber de você é se você já recebeu, está entre os 5% de usuários que já receberam a possibilidade de usar o Cloud Code por voz. Que eu sei que você está... Tem um termo, cara, que eu arrepio de vergonha cada vez que eu escuto, mas eu preciso compartilhar. VoicePill. VoicePill são as pessoas que acordaram para a verdade de que a voz será... E aí o CEO da Whisper estava falando sobre nossos usuários, nossos que estão VoicePill, eles estão agora,
só usando voz, etc. Mas o fato é que tá aumentando mesmo o uso de ferramentas, qualquer uma por meio de voz, mas tá melhor, né? E agora a Entropic tá liberando pra algumas pessoas o Cloud Code pra usar por voz. O Voice Mode no Cloud Code. Pra mim ainda não apareceu. Eu digito lá o slash voice, não acontece nada. Mas você já testou? Vamos fazer isso aqui em tempo real, Marcos. Não, Marcos. Ainda não está disponível pra mim. Poxa.
Mas eles estão realmente disponibilizando pouco a pouco. Inicialmente eram 5%. A última notícia que eu vi foi que já estava nos 10% e ia começar a crescer. Inclusive, eu fui nessa semana, aproveitando o nosso evento lá do Builders SP, de Cloud Code, vai ser o foco inicial do Builders SP que eu mencionei no começo do programa. Eu fui essa semana aqui em Barcelona também num meetup que era de Cloud Code. Foi um meetup cheio, muito, muito cheio mesmo. E estava lá palestrando,
remotamente, um dos caras, um dos criadores do Cloud Code, não é o Boris, era o outro cara, esqueci o nome dele agora, e ele falou que nesse dia mesmo, que foi anteontem, na quarta-feira, à noite, eles já estavam ali nos 10%, e já estavam aumentando, então eu imagino que até semana que vem já deve ir pra toda a galera aí, mas, como a galera sabe, eu sou uma das pessoas que sou o VoiceBuild, eu programo por voz, e vai me ajudar muito isso, com certeza, porque eu tenho usado bastante o Cloud também.
usar também o códex, a extensão no VS Code e a extensão do Cloud mesmo, do VS Code, porque às vezes eu quero ver o código ali, poucas vezes, mas às vezes por estar ali, já facilita um pouco. O Cloud Code, eu só queria que ele fosse mais autoconfiante, porque não dá, pelo menos a minha experiência com ele, é que não dá para você viver o sonho de nossa, Cloud Code, programa isso para mim, que eu vou fazer outra coisa, vou lá, pego um café, volto, respondo meus e-mails, a hora que eu voltar, está pronto o app. Não, a hora que você volta, ele trabalhou por seis segundos, eu falei,
Escuta, eu posso fazer esse comando aqui no terminal? Isso tá chato. Você fala sim, sempre sim. Faz, meu filho, vai. Tem uma opção que você pode dar o God Bold ali pra ele, que aí ele não para com nada. Porque ele pede, pede, pede, pergunta, pergunta, pergunta, assim, só dá sim, sim, sim, sim, sim. Você para de ver o que é, né? Se for uma coisa arriscada de verdade, vai embora. A única coisa que eu queria é que ele fosse um pouco mais autoconfiante.
Ele é um gênio. Ele é um júnior gênio, né? Ele fica assim, eu posso trocar esse arquivo? Eu posso sobrescrever? Vai, cara, pelo amor de Deus, resolve o meu problema. Eu tô com esse ranço.
dele. O Codex, não. O Codex, você fala vai, ele vai. É assustador. Não cheguei ainda lá com isso no Cloud Code, não. Ativa o seu God Mode que ele vai infinito. É bem legal. Se eu sumir, você já sabe o que aconteceu. Indo agora pro Google. Teve modelo também do Google essa semana, que foi o Gemini 3.1 Flashlight. Eles já tinham lançado a versão Pro e agora não lançaram a versão Flash. Essa é a Flashlight, que é...
Não é uma lanterna, ela é flash magrinha, pequenininha basicamente, menorzinha, que é o modelo mais rápido de todos deles, na verdade, que tem 45% mais rápido o time to first token, para ele começar a responder, e a tarefa inteira, o throughput, está ali duas vezes e meia mais rápido. Nos benchmarks ele performou relativamente bem, mas lembrando, ele é um modelo pequenininho, baratinho, 25 centavos por milhão de tokens de entrada, 1 dólar e 50 por milhão de tokens,
Na saída já está lá na API, se você quiser saber mais, o link está na descrição. E ficamos esperando que, imagino que semana que vem, ou muito proximamente, também deva sair o Gemini 3.1 Flash normal, que é a versão rápida, mas que não é tão rápida assim, não é tão pequena assim, não é tão barata assim. Mas é o meio termo que vira o default deles dentro do aplicativo do Gemini. E seguindo aqui com as notícias do Google, nessa semana saiu a história de que existe um grupo de ex-pesquisadores da DeepMind,
coloquei aqui em relação ao Google, porque de fato é, que está indo atrás de investimento, levantando 100 milhões de dólares para construir o quê? Modelos de mundo. Fabrício, o que são modelos de mundo? Modelos de mundo, que são... Para quem quer saber sobre modelos de mundo, eu recomendo ficar muito de olho no feed do podcast, seja na semana que vem ou na seguinte, eu acho, mas muito em breve. Eu acho que vai ser na seguinte.
Vamos ver, mas fiquem de olho. Mas enfim, modelos de mundo são aqueles que não tentam prever a próxima palavra, o próximo token,
no pixel, mas eles querem prever a consequência de uma ação. Então, a partir de uma imagem, por exemplo, ou de um vídeo, uma situação, um momento, ele quer prever o que vai acontecer se essa caneca aqui cair no chão, por exemplo. Vai quebrar? Vai machucar o pé da outra pessoa? E que é toda a base do que o Yann LeCamp, um dos pais, papas aí do deep learning, da inteligência artificial, acredita que seja o futuro que a gente vai chegar, conseguir chegar numa
que ele sempre diz, nós não vamos chegar lá com modelos LLMs autoregressivos, que vão prevendo a próxima palavra, o próximo token, um depois do outro, em sequência. Não. E ele está pendendo mais para isso de modelos de mundo, tanto que ele criou a empresa Amilabs, lá na França, depois de sair da meta. A NVIDIA também investe bastante em modelos de mundo ali dentro de casa. A empresa da Feifeili, que se chama World Labs, também está falando nisso. Então, como eu falo repetidamente aqui no programa, é a área
mais quente de pesquisa em inteligência artificial atualmente. Não mais quente do que está acontecendo agora, mas mais quente do que pode dar resultado daqui a dois, três, cinco anos. E se você entrar nisso agora, você que está num PHD, ou entrando num PHD, num postdoc, talvez valha a pena considerar essa área de world models, porque isso não é o presente. Como o Ian Lecan fala, não vale mais a pena você entrar para estudar LLMs, porque todo mundo já está fazendo isso. Mas a próxima coisa, que pode ser modelo de
pode ser Energy Based Transformers, ou pode ser, provavelmente será, os World Models. Então vale a pena ficar de olho nessa empresa que se chama EMBO, essa aí nova dos cientistas da pesquisa da Google DeepMind. E lembrando que lá da DeepMind eles também estão pesquisando sobre World Models. O principal exemplo é o Gini, Gini 3, que é esse basicamente jogo, você dá um prompt, ele te cria não uma imagem, não um vídeo, mas ele te cria um mundo que você pode interagir,
se fosse um joguinho ali, mas você pode ir pra frente, pra trás, e criando novos prompts e mudando aquele mundo enquanto você tá dentro dele e ele vai gerando o mundo a 24 imagens por segundo, como se fosse o Nando Banana criando 24 imagens novas todo segundo. É bem, bem interessante e é um desafio gigantesco com o que a gente tem de dados, de capacidade computacional, de grana mesmo hoje em dia, mas fiquem de olho. Seguindo com as notícias do Google, o pessoal da PC World reportou que eles estão lançando. É uma ferramenta que ainda não tá com muito suporte.
É tipo um experimento, que é uma interface de linha de comandos, CLIs, para o GitHub, para simplificar a integração de agentes de IA com o Gmail, com o Drive, com o Docs. É essencialmente uma tentativa de, do lado do Google, facilitar o uso de ferramentas tipo o OpenClaw, que hoje precisa de um monte de passo, de tapa, de API, verificação, etc, para implementar. É meio enroscado, né? Então é o Google se mexendo para adotar a modinha do OpenClaw. Ainda é uma ferramenta bastante experimentada.
eles devem posicionar isso como uma das soluções do Google Workspace, do ecossistema inteiro deles, para deixar essa ferramenta toda mais ajustada, mais pronta para receber essas ferramentas agênticas todas. Então, mal comparando, é eles colocando um pouquinho de MCP da Entropic, o próprio deles, para facilitar do lado deles a adoção de essas ferramentas todas de adentro específico ali do Workspace para integrar melhor com o e-mail, com arquivos,
com documentos. Eu vou deixar os detalhes aqui na descrição. Ainda bem experimental e eu não mexeria. Acho que deve estar até com o acesso mais ou menos limitado. Mas é aí. Até o Google entrando na moda do CLI agêntico. Com certeza. E estava faltando. Eles já têm, mas estava fraco. Estava bem fraco. Agora eles viram o que deu certo nas outras e querem implementar em casa também. Uma outra que eles implementaram foi a ferramenta deles, o Canvas.
Não confundir com o Canva, aquele ali de designers, mas é o Canvas, que é a ferramentinha.
Você abre o Gemini, tem ali nas opções para você, por exemplo, gerar gráficos para um relatório, gerar um site, você já vê ele, que era os artifacts do Cloud, basicamente. Agora você vai poder usar o Canvas integrado ali no AI Mode, o modo de IA dos resultados de busca do google.com.br mesmo, para você criar um documento, criar uma lista, infográficos, protótipos, usando essa inteligência do Canvas.
abaixo da caixinha de prompt, mas aí ele já vai estar disponível para fazer isso. Por enquanto está disponível só nos Estados Unidos, mas em breve também eles imaginam que esteja no Brasil. E uma última aqui do Google, o notebook LM também agora tem uma novidade, que você já conseguia gerar vídeos com eles, só que a nova funcionalidade são vídeos cinematográficos. Então, além de podcasts e vídeos, que era basicamente uma apresentação de slides que você tinha com voz,
também com animação cinematográfica, usando o poder do Nano Banana Pro e do Vio 3 para gerar esses vídeos de uma forma consistente. Também, por enquanto, só em inglês, só para maiores de 18 anos e assinantes do plano AI Ultra, que é aquele de R$ 600 por mês com desconto, R$ 1.200 sem o desconto, dos três primeiros meses, com limite de 20 vídeos cinematográficos por dia. Mas, bem bacana, notebook LM,
continua sendo uma das melhores ferramentas existentes para estudos, para preparação de relatórios, esse tipo de coisa. Boa. E partindo para a meta agora, eles formaram uma nova organização de IA. Vai ter sininho para isso também, Marcos? Eu vou colocar aqui. Precisava ter um... Vamos de sininho, né? É uma organização de engenharia de IA aplicada. E tem aquela história que a meta sempre tenta fazer isso.
horizontal, ninguém é chefe de ninguém. Que nem lá no escritório da meta que o Mark Zuckerberg trabalha no aquário, basicamente de vidro, e todo mundo vem em volta dele. É horizontal, mas oculta o líder. Enfim, agora eles estão criando essa divisão que vai, é pra ajudar os esforços da meta Super Intelligence Labs. Então é uma divisão pra ajudar a divisão de IA, e deve ser uma forma que eles vão tentar encontrar de voltar a tentar agregar mais talentos ali, depois que a gente viu que eles varreiram o mercado, uma galera só
acabou caindo pra fora, então eles estão fazendo essa nova forma de organizar, ter uma estrutura auxiliar pra ajudar a estrutura principal ali do superintelligence, mas sendo pesquisa de engenharia aplicada de, ah, podem sair ideias muito bacanas dali, né, vamos falar sobre a parte prática, o que isso pode significar, não só ironizar aqui, que é engraçado mesmo, cada semana o vento muda e sobra pra um lado, né, então vamos ver o que vai sair, é interessante, é promissor, agora fala, tá, já mexeu de novo na divisão, o que vocês vão fazer? Mostre pra gente, mostre o trabalho, né, pensar
sobre pensar, chega um momento que você precisa agir, né? Vamos ver. Sim. E essa vai ser liderada pelo Maher Saba, que era o vice-presidente lá do Reality Labs, e com reporte pro CTO. Então não vai ser reporte direto pro Mark. Mas boa sorte aí pro pessoal da Meta. Eles também contrataram essa semana o pessoal por trás do Gizmo, aplicativo de Vibe Coding ali, que era pra criar aplicativos pequenos, minijogos, usando prompts mesmo. E aí foi uma da... foi a grande compratação,
basicamente, né? Eles não compraram a empresa, mas eles contrataram o time inteiro ali, como o Josh Siegel, o Daniel Amitai e tudo mais, que eram do Snapchat. Originalmente, agora vieram, foram pra criar o Gizmo, agora vieram pra meta. E era mais ou menos ali uma, vamos dizer, um TikTok com ferramentas de IA pra você criar um joguinho também, criar um aplicativo, enfim. Era essa a ideia. Agora, esses engenheiros que trabalham com IA, que eles estão precisando tanto, foram contratados e mais gente entrando no time. Talvez seja pra esse time novo,
pode ser, né? E uma outra notícia da meta, essas duas aconteceram ao mesmo tempo ao longo dessa semana. Aqui no Brasil, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica emitiu uma decisão falando que a meta tinha que voltar a permitir que ferramentas de LLMs de terceiros pudessem ser usadas lá no WhatsApp sem ter que pagar mais por isso. A gente veio falando aqui nos últimos meses, né? A meta, primeiro, proibiu, falou, GPT, perplexos, não podem mais usar o WhatsApp como interface de
de LLM. Clínica com bot pra ajudar a marcar consulta? Tudo bem. Mas usar a gente como interface de um LLM? Não. Aí, na Itália e no Brasil, as justiças falaram, não, isso é anticompetitivo, você tem que deixar a sua concorrência usar a sua plataforma, porque se vocês estão fazendo desse jeito, é pra só priorizar a meta AI de um jeito que é anticompetitivo. Aí, na Itália e no Brasil, a meta falou, cara, quer saber? Dane-se, bota aí.
Aqui no Brasil reverteu, essa liminar que reverteu a decisão, tava proibido, e na Europa essa investigação seguiu em frente,
e aí as duas coisas dessa semana foram. O CAD falou pra meta que ela tem sim que obrigar, e a meta falou onde a gente for obrigado a disponibilizar isso aí a gente vai fazer, e na Europa a meta também falou tá, na Europa inteira tá liberado porque vai trazer um fogo pra gente que a gente não quer ter que lidar. Então nesse momento tanto no Brasil quanto nos países da Europa, não só na Itália, pode voltar a usar ali o WhatsApp, e no Brasil eles ainda estão com essa história de fazer a API específica de um jeito certo que vai ter um preço específico pra usar, e parece que na
A tropa só usa porque tem menos gente, sei lá. Então, nesse momento, parece que vai dar para voltar a usar de uma forma ou de outra. Se for para pagar uma API específica para isso, vai caber às empresas terceiras decidirem se elas querem ou não fazer. Se for um preço proibitivo, ainda assim pode ser que a justiça bloqueie como uma prática anticompetitiva. Mas, nesse momento, está apontando para o lado de que ela vai ter que deixar voltar o pessoal usar.
Indo agora para o nosso cantinho multimídia, que é bem curtinho hoje, só duas notícias.
O Ben Affleck, na verdade, comprou a empresa do Ben Affleck, a Interpositive, que foi uma startup de IA que ele tinha fundado ali para criar ferramentas para o uso na arte, no cinema, na televisão e tudo mais. E aí, em vez de comprar a empresa com os valores, as soluções que eles estavam criando, também trouxeram todos os engenheiros. Era uma empresa pequena, ainda tinha 16 pessoas, mas o Ben Affleck agora vai ser conselheiro sênior da Netflix por causa disso.
interessante, mas a ideia do que eles têm, por exemplo, hoje é, pega uma filmagem bruta ali, uma gravação de cinema, de seriado e tudo mais, e aí, pra ajudar, correção de cor, efeito visual, manipulação de fundos, geração mesmo ali, vão provavelmente usar ali um Vio 3, ou um Seedance 2.0, que ainda não tá disponível pra todo mundo, lá o chinês que saiu, que todo mundo fez barulho, ainda não tá disponível, tô reclamando aqui, publicamente, com a ByteDance.
O pessoal tá bravo com a ByteDance, que leva dias pra gerar o vídeo, porque eles estão CGP,
pior, porque todo mundo começou a usar, então não espere conseguir usar tão cedo. Exato. Mas é interessante, é uma coisa que a gente sempre falou, que ia ser usado na arte por exemplo, pra transições de cenas, que é uma coisa que não precisa necessariamente ter ali uma filmagem muito específica, isso é até usado muito de bancos de imagens, muitas vezes. Drone voando na neve, drone voando no meio da cidade de Nova York, isso aí não é o cara que vai lá com o drone gravar toda vez, eles compram isso e reutilizam em milhares de seriados. No cinema isso é um pouquinho
mas tem um pouco mais de carinho, vamos dizer, dos diretores. Mas em seriado que é semanal ou que tem um budget menor, aí é o foco ajudar com isso. E agora a empresa do Ben Affleck vai estar aí para isso também. Saiu faz umas semanas uma entrevista com o Ben Affleck que ele falou de um jeito muito coeso e bem explicado sobre a LLM, os modelos que ele faz, o que ele não faz, etc. E o pessoal se assustou, que ele manjava muito disso. E eu não sabia que ele tinha essa empresa. E o específico dela é,
ajudar na produção e pra tratar um pouquinho já de cara as dailies que são assim, o pessoal grava uma cena duas num dia, isso entre um dia e outro o pessoal já assiste, vê como é que vai ficar mais ou menos editado, corrige um pouquinho a cor pra depois passar lá pra produção de verdade, edição de verdade e é essa etapa que é especializada essa interpositive, é dar um tratamento com o IA nessas dailies pra ficar mais fácil ainda de depois pegar isso, ver como é que vai ficar mais próximo do produto final, então é uma coisa meio
específica ali que ele tava atacando, e que é, assim, né, todo mundo que já teve uma ideia, que tava, vibe coding, né? Nossa, isso aqui me travanca no trabalho, vou fazer a ferramentinha que resolve esse problema. Ele fez isso pra indústria, a gente falou, pô, o cara sabe que isso é bom, hein? E aí comprou pra poder agilizar as produções dela, ou também até produtificar isso e colocar como uma solução pra indústria. É interessante.
E a outra multimídia foi que a Luma, fazia tempo que a gente não falava dela, lançou os Luma Agents, que é basicamente agentes de ar,
para aumentar a produtividade nesse tipo de trabalho criativo, com texto, com imagem, com vídeo, com áudio, com foco em agências de marketing, de publicidade, estúdios como esse próprio aí, como a própria Netflix, na verdade, que adquiriu a empresa do Benaflex e tudo mais, tentar fazer isso sem perder a qualidade. E é uma coisa que todas essas empresas querem. A Runway, a Luma Labs, a Pica, o próprio Google, quando eles começarem a lançar, talvez tenha uma coisa assim também para
pra ajudar empresas. Mas caso você seja uma dessas pessoas, pode ir lá testar o Luma Agent. Indo agora pro cantão da China. Ah, tem modelos novos do Cray, Marcos. Mas é naquela própria sequência que eles estavam lançando do 3.5. Primeiro eles lançaram os oficiais, os geraizões, vamos dizer assim. Semana passada eles lançaram as versões Medium. E essa semana eles lançaram as versões Small. Que é basicamente
modelações do Quen 3.5 gigantão em redes neurais cada vez menores. Esses pequenininhos, que eles chamaram de família small, tem de 9 bilhões de parâmetros, de 4 bilhões, de 2 bilhões e de 0.8 bilhões, 800 milhões ali no caso. E que para você utilizar ali, claro, aqui acho que não vale por serem tão pequenininhos, não vale nem perder tempo falando tanto sobre os benchmarks, mas ele vai ser comparável ali, por exemplo, mesmo eles sendo bem menores,
bilhões vai ser comparável ao GPT-OSS de 20 bilhões, por exemplo. E, em alguns casos, até ao GPT-OSS de 120 bilhões, que é bem interessante, bem impressionante até. Ou o Gemini 2.5 Flashlight, talvez com o 3 Flashlight 3.1 que saiu hoje, né? Não tinha comparação ainda, mas é algo nessa pegada. Modelos bem pequenininhos pra você rodar, provavelmente, local na sua máquina ou até no seu celular, no seu dispositivo móvel. E a outra notícia que veio lá da Coin Alibaba é uma notícia triste,
na verdade, que chocou o mercado inteiro. O líder técnico, o chefe cientista dos modelos, que é o Jun Yang Lin, anunciou que está saindo da Coen Alibaba e não explicou os motivos. Ele veio a público no Twitter e saiu uma galera de pesquisadores lá da Alibaba Coen junto com eles, que meio que chocou o mercado. Eu tenho um contato lá dentro da Coen Alibaba e fui perguntar para ele, e aí, o que pegou? Ele falou,
Cara, do nível que ele está, está todo mundo chocado. Ninguém estava esperando absolutamente que isso fosse acontecer. O que dizem os rumores aí na internet é que foi por desentendimentos com a liderança da empresa. Para onde eles estavam querendo levar a construção dos modelos e da empresa. E também questões de horas de trabalho e tudo mais. Mas isso aqui são rumores. Não digo como informação nem nada. Mas, enfim, saiu o líder.
junto com o líder. E aí você viu, nas próximas horas, o líder, o Elon Musk respondendo ao Junior Lin lá no Shulita. Não consegue não se inserir em qualquer situação que chama atenção que não seja ele. Ah, parabéns, bom trabalho, não sei o que, coisa nesse sentido. E aí que também já começam as especulações. Puta, o cara era líder da Quinn, da Quinn Alibaba. Esses caras estão fazendo alguns dos melhores modelos do mundo. Não só o líder, mas toda a equipe dele ali.
E o Elon Musk está precisando de empregados, porque ninguém quer trabalhar na XAI, ou pouca gente quer trabalhar na XAI por causa das polêmicas. Será que a gente consegue importar esses caras? Então foi um dos rumores que veio à tona. Outro rumor foi da Meta, inclusive, para ir para o Super Intelligence Labs ou para esse novo departamento que eles estão criando de inteligência artificial. Enfim, não sabemos. Talvez eles continuem na China, talvez eles criem a própria empresa lá na China ou nos Estados Unidos, mas é isso que aconteceu e eu fiquei triste, honestamente,
fazer coisas muito legais e ter o líder deles sair assim é uma coisa um pouco estranha. Pois é. Ninguém está imune a essas implosões. É o que a gente aprende semana após semana. Aqui, eles iam cozinhando, como você gosta de falar. Enfim. Vamos para as rapidinhas da semana. Começar falando sobre Brasil. E essa me pegou. Eu não tinha visto nem discussão a respeito disso, mas o Conselho Federal de Medicina normatizou o uso de inteligência artificial na medicina no Brasil inteiro. A gente vai deixar aqui o link na descrição com as regras mais aprofundadas.
Mas, essencialmente, a IA pode ser usada como uma assistência para fazer diagnósticos e etc., desde que seja, primeiro, sinalizado. Segundo, que respeite a privacidade dos pacientes. Me pergunto na prática como é que vai ser isso, porque usar o GPT bate no servidor americano, pronto, já frio o LGTB. Mas existe isso. E um terceiro ponto, que ainda assim, aí fica, eu quero saber do Fabrício. A responsabilidade, a palavra final da decisão diagnóstica, terapêutica, prognóstica,
é do profissional de medicina. Porém, o profissional não vai poder ser responsabilizado quando a IA errar e ele tiver tomado decisões ou atitudes que sejam razoáveis de que não dava para ter evitado que tenha um desfecho ruim. Eu estou parafraseando aqui que eu tentei achar rapidinho o texto e não consegui. Mas o ponto é, nem sempre a responsabilidade vai ser do médico quando der problema. Eu não sei como é que isso fica.
errado isso, médicos, médicas, advogados, advogadas, digam pra gente. Mas está dizendo que o profissional não pode ser responsabilizado indevidamente por falhas atribuíveis especificamente aos sistemas de IA, desde que comprovado o uso diligente, crítico e ético da ferramenta. Isso, eu acho, abre para interpretações incômodas.
problema poder ter esse... decidir de quem foi a culpa, né? A culpa é minha, eu coloco ela em quem eu quiser. Suponho que tenha sido por isso. Mas aí a gente pode pensar em alguns pontos, assim, talvez. Um deles é, pra que tipo de IA? Se ele fala uso de IA em geral, ou é, por exemplo, o modelo que analisou a radiografia e não encontrou nada. E aí o médico também não encontrou nada, só que aí tinha alguma coisa.
Isso é um erro. Não é. Não deveria ser um erro. E não deveria cair na conta do médico se nem ele nem a IA encontraram alguma coisa errada lá. Já se é o contrário, ele só viu ali a resposta do chat GPT e falou que era alguma coisa básica. Era lúpus e era câncer em vez disso. E isso, na minha opinião, de leigo aqui, totalmente leigo, deveria sim ser uma coisa, palavra final do médico, responsabilidade também do médico.
para esses casos. Mas aí eu acho que vale mais a pena trazer aqui nossos amigos, o Fabiano Filho, o Aida Marie, o Alexandre, que é a Vegato, para falarem que eles estão mais envolvidos nesse uso da tecnologia na medicina e podem opinar até melhor do que a gente. Mas nesse ponto eu concordo com você, Max. Ele deixa muito aberto, mas eu tenho essa impressão de que foi de propósito ter deixado tão aberto assim. Não é um bug, é um recurso.
Pode ser, mas isso me chamou bastante atenção, que eu achei muito mais permissivo do que seria.
saúde, eles têm o direito de se recusar a usar uma ferramenta de IA quando falarem para usar, quando achar que está inadequado, é insuficiente, não é seguro e nunca que a IA pode comunicar diagnóstico ou tratamento para o paciente. Tem que ter a participação do profissional de saúde. Isso eu achei bacana. É mais como um acessório, não, como um agregador do dia a dia, do processo inteiro de diagnosticar, etc, do que delegar para a IA essa decisão.
Mas isso de, ah, puxa, foi IA que errou. Eu achei arriscado. E a gente falou sobre,
Exatamente esse tema, sem ser sobre a normatização, quando a gente conversou com o professor Felipe Kitamura, radiologista, a gente perguntou a respeito disso. Bom, o link vai estar na descrição, que foi um papo mais aprofundado do que até para resumir em oito segundos aqui, a partir de agora.
decisão excelente deles, porque senão ia ter um monte de processinho depois, então eles estão querendo tirar isso aí também essa responsabilidade, eu acho que as próprias empresas deveriam implementar isso mesmo sem o TSE ter que pedir para evitar processinhos futuros porque vão rolar, mas o TSE como instituição que organiza eleições obrigar isso, também está no papel deles e também eu acho pessoalmente totalmente correto apesar de que eu acho que muita gente ia
Colocar isso não para presidente, para governador, que é uma coisa que tem 10 pessoas ali concorrendo, mas para deputado federal, estadual, vereador, essa coisa que você não sabe muito bem quem está concorrendo. Tem até jornais famosos que te dão sistemas nas épocas das eleições para você tentar escolher qual candidato tem mais a ver com você. Tem um perfil mais parecido e tudo mais, com a sua ideologia. Então, nesse caso, não seria um grande problema. Mas, por causa disso, isso daqui é só para presidente, por enquanto.
quanto. Veremos. Mas eu acho uma decisão acertada, Marcos. O que você acha? Eu não gosto. Você não gosta por quê? Porque, assim, depende... Eu vou colocar o Grock como a régua aqui. A gente vê muito isso no Grock. Ah, bota a foto do Bolsonaro e do Lula. Elimine o presidente mais incompetente. E aí eliminar um deles, aí o pessoal fica bravo independente de quem elimina, porque o pessoal gosta de ficar bravo na internet. Isso é uma coisa.
Mas você usar uma ferramenta de pesquisa apoiada em IA pra tentar identificar qual que é o melhor
candidato que se encaixa no que você quer, eu não vejo um problema. Eu não sei se isso está proibido. Se o que está proibido é assim, GPT, em quem eu voto, hein? E ele fala o candidato. Eu acho que isso não pode, né? É isso que disse, né? Recomendar candidato. É, sim. Mesmo quando a pessoa pedir. Cara, quando a pessoa pedir, e eu acho que isso é daquela preocupação de, às vezes, isso é uma coisa que a gente vê nos Estados Unidos.
Ah, o GPT é muito woke, esquerdista. A gente viu algum negócio com Antropic, né? De medo de recomendar um candidato e não outro. Não sei de onde veio essa ideia, né? Se foi uma coisa, enfim,
Meu ponto é, se a pessoa está perguntando, se ela está pedindo, eu acho que deveria ter uma forma de ela receber a resposta. Mesmo que viesse com um disclaimer gigantesco, o TSE recomenda que esse tipo de coisa você faça sozinho, pelo amor de Deus, não vai usar e apavotar ninguém. Podia ser melhor do que você proibir. São algumas ferramentas, não é o GPT, Gemini, DeepSeek, Copilot e Cloud, outras está liberado, ferramentas abertas, não teria nem como você fazer isso, mas eu não gosto da proibição de fazer isso. E essas ferramentas todas que você falou,
Portais de notícia que eu gosto de políticas que envolvam isso, isso, isso. Ele filtra de falar, esse candidato aqui tem mais a ver com você. Eu acho que é perfeitamente válido. A pessoa está usando uma ferramenta para se informar sobre o que ela vai votar. Mas não sei. Não sei nem se dá para fazer isso, para começar de conversa. Em segundo lugar, eu não sei se fazendo isso você vai impedir a desinformação, que é o que eles querem. Eles também regularam que vai poder usar IA em campanha eleitoral, vídeo, foto,
flor, desde que seja sinalizado que foi usado com o IA pra fazer isso, e não vai poder usar esses materiais até 72 horas acho que antes da eleição e 24 horas depois. E se usar, nesses períodos que pode, tem que estar sinalizado com o foi usado IA pra criar esse material. Aí eu acho sinalizar é melhor do que proibir. Aí eu gosto mais, mas eu não sei nem a aplicabilidade disso e se esse é o melhor jeito de resolver esse problema. Entendi.
posso mudar de opinião, sim. Esses são meus princípios, se você não gostar tem outro. Não, nem por isso que não tinha opinião muito forte sobre isso, que me pareceu uma ideia boa mesmo pra evitar esse tipo de processinho no futuro. Mas por causa disso mesmo. Outra rapidinha aqui, que eu acho que é uma das mais legais dessa semana, foi lançado um modelo, na verdade uma família de modelos Tucano 2, que são modelos abertos, open source, em português. E não é open weights, que são os pesos abertos,
source 100%. Os dados estão abertos, o código é aberto, os filtros usados no treinamento são abertos, as avaliações são abertas. E quem fez foi o nosso amigo aqui do podcast, o Nicolas Kluge. Ele foi entrevistado aqui, foi um dos melhores episódios. Gostei muito do episódio do papo que a gente bateu com ele. O link vai estar aqui na descrição. Ele criou ali os datasets que eram o Gigaverbo em português, com esse foco no português do Brasil. E também os modelos Tucano lá. Agora a gente tem a
milha de Tucano 2, que são vários modelos, desde 0,5 bilhões de parâmetros, né, pequenininho, até o modelo maiorzinho, 3,7 bilhões, sendo que os menores foram treinados do zero, do zero, zero mesmo, e os maiorzinhos, por ser uma coisa custosa, né, cara, que precisa de muito poder computacional, dinheiro até, foram treinados, assim, um fine tuning contínuo de modelos QEM, com o pós-treino específico ali, pra atender a isso do português.
mas é muito legal tudo o que eles fizeram. Desde a parte do dataset, das avaliações, de ter liberado tudo isso publicamente. Tokenizador com foco em português, que separa as palavras na hora de fazer o treinamento em tokens, que o foco da maioria deles, e todos eles praticamente, são ou em inglês ou em chinês. Agora, esse tokenizador foi feito basicamente com inglês e português, então o português é muito mais forte e performa muito melhor que o tokenizador do Quen, pro português, inclusive.
muita grana também. Lembrando que quando você vai rodar essas empresas, elas cobram por token. Elas não cobram por palavra, elas cobram por token. Então, para o português é uma grande notícia e para quem é pesquisador vai poder utilizar tudo isso como um guia, basicamente, para você aprender a fazer a mesma coisa. Então, deixa o link aqui do post que eles fizeram lá no Hugging Face e meus parabéns aqui publicamente para o Nicolas e para o time dele lá da Poliglots. Boa. E Fabrício, sabia que a voz do Cláudio não é a voz de Deus? Não é.
De acordo com o Papa, ele falou, padres, parem de usar IA para escrever sermão. Poxa. Não é sobre redenção. Também é sobre... Não, não façam isso. Então o Papa dessa semana falou, foi um aviso lá do Vaticano para parar de usar IA para compor sermão. É mais uma curiosidade que é engraçado pensar nessa ideia. Eu não esqueço, uma vez que eu tinha escutado uma entrevista, era um cara que trabalhava como fotógrafo de casamento. E ele via assim, as pessoas lendo o voto de casamento,
a partir da interface do chat GPT. Nem copiava e colava pra notas. Tava com o telefone na mão, lendo os votos pelo chat GPT. Isso é inacreditável. Então, pelo menos, não faço isso com a Bíblia. Deixa quieto. Achei engraçada essa notícia. É muito boa mesmo. E uma outra rapidinha, que já é quase chegando no final do episódio. A Suprema Corte dos Estados Unidos falou que não vai analisar um caso ali sobre direitos autorais em obras geradas por IA. Então, você gera ali uma imagem no seu Nano Banana Pro, no seu Mid Journey,
ou um livro usando o GPT, o Claude, o Gemini, eles não quiseram, por exemplo, nesse caso, analisar o direito autoral. Falando basicamente a mesma coisa que instâncias inferiores tinham falado, que, olha, conteúdo gerado por IA não pode ser protegido por direitos autorais, porque não tem uma autoria humana. O humano é o que cria o direito autoral, basicamente. Era um caso que tinha sido movido pelo Stephen Taller para tentar registrar uma imagem que se chama A Recent Entrance to Paradise,
no nome ali do algoritmo dele, depois de ter tido rejeições de vários escritórios de direitos autorais e de cortes menores também. Então ele tinha chegado na Suprema Corte e a Suprema Corte falou, concordamos, isso não pode ter, e isso, claro, abre o precedente também para outras pessoas que queiram entrar na justiça para isso, que obras produzidas por IA não têm direito autoral. É uma coisa que também o pessoal lá do Japão tinha já colocado publicamente, e o Japão tinha ido além, na verdade,
que obras poderiam ser usadas para treinar os modelos e isso não evocaria nenhum processo de direito autoral, nenhum claim de direito autoral. Mas nos Estados Unidos, por enquanto, isso não existe, mas você não pode criar uma coisa e exigir direito autoral dela quando ela for criada 100% por IA. É essa a ideia, basicamente. Só um ponto, a Suprema Corte não é que ela falou assim, a gente concorda com a Corte Menor, ela falou, a gente não vai olhar, a gente não vai dizer nem que sim, nem que não. Geralmente, esses casos acontecem o seguinte, tem o processo,
Aí quem ganha, nem tem que ganhar, nem que perder, vai todo mundo perder. Tem o processo, alguém perde, aí coloca lá o recurso, aí o recurso é rejeitado, eu aceito, aí mandam para a Suprema Corte. Só que a Suprema Corte, geralmente as decisões delas são mais, não de caso específico, mas elas acabam indicando política, um framework maior, não só decisão única. Então, quando isso bater na Suprema Corte, ela falou, não vou nem olhar.
Isso volta para a Corte menor, mais para baixo aqui, porque se eles decidissem alguma coisa que sim ou que não,
virar, basicamente, a política da lei de direitos sociais nos Estados Unidos. Eles não quiseram essa resposta nesse momento. Então, por esse caso, eles falaram, não vamos nem olhar. Não é que a gente concorda ou discorda da decisão, mas volta. Isso ainda não é com a gente. É, é com eles, é com as pequenininhas, basicamente. Isso. E uma última, rapidinha aqui, o Cursor lançou o Automations, que é uma nova ferramenta ali pra você fazer programação agêntica, que vai deixar você disparar vários agentes automaticamente, ali no céu aí,
baseado em algum evento. Teve alguma mudança no código? Chegou uma mensagem no Slack? Tem um Chrome Job ali, um temporizador? Para não ficar a pessoa ali, sempre tem que olhar manualmente a todos. Assim você já consegue automatizar. Então é mais ou menos tentar trazer um pouco do OpenClaw para dentro aqui do curso, o que faz todo sentido. Vai ajudar muito a galera que isso. E tentar, inclusive, tratar com temas de monitoramento, análise de logs, via MCP também.
Me surpreende bastante que a Cursor segue firme e forte, fechando contratos bons. Felipe Lauer, nosso amigo, fala que eles estão usando muito lá dentro da Enter, né? Então, parabéns pra eles por terem conseguido se manter no topo depois de já quase dois, três anos aí que eles foram lançados, que vieram ao público e que nós imaginávamos que, putz, vai ter ele, vai ter outras mil e realmente tem outras mil, mas eles continuam lá. Muito bom. Pois é, quanto mais, melhor, né?
conquistas usando só o Codex e só o Cloud Code, eu fico pensando que, por exemplo, o Xcode, a IDE de desenvolvimento de coisas da Apple, que agora tem integração com essas ferramentas todas agênticas. Para quem já é dev, maravilha, você integra, mas para quem não é que é a maioria das pessoas que talvez vão agora passar a usar um pouquinho de código, vai dar para abstrair até essa camada. Então eu não sei até onde essas ideias de programação com chatbot de IA integrado, elas vão ter um futuro versus a ferramenta que é a plataforma de IA que também consegue programar. Eu acho que
Quem não é dev, isso vai ser a maioria. Mas é com a minha amostragem de um. Posso estar completamente errado, mas a minha experiência tem sido essa. Mas é bacana ver mesmo essas ferramentas intermediárias, que não é nem da ferramenta de ar, nem uma ideia tradicional, que junta as duas coisas e isso faz nesse produto, elas também seguem investindo em coisas delas, que acho que é a melhor solução. Gostei da notícia. Indo agora para os estudos da semana, a Antropic, como sempre, cozinhando, publicando coisas lá no blog deles de pesquisa, que é o melhor blog de inteligência artificial de pesquisa da internet.
eles lançaram uma pesquisa bem interessante, que era recorrente, na verdade, mas era o potencial da IA para destruir trabalhos white-collar, trabalhos de escritório, vamos dizer assim, e ver como é que está isso hoje, onde pode chegar e tudo mais. E os pesquisadores cruzaram basicamente três fontes de dados. Algumas tarefas de mais ou menos 800 profissões, com registros reais do uso da IA, que o pessoal pegou até do próprio índice econômico,
da própria Antropic, uma outra pesquisa que eles lançam recorrentemente aí, e também outras estimativas anteriores do que o pessoal falou. Olha, o que poderia ser acelerado pela IA ou não? E o resultado desse relatório foi que a IA está muito longe ainda de chegar no potencial teórico dela. Por exemplo, em tarefas de computação, de matemática e tudo mais, programação, os modelos poderiam ajudar, teoricamente, em 94% das tarefas, ou seja, automatizar já quase tudo,
33% das tarefas. Mas que mesmo assim, os trabalhos mais expostos a serem substituídos mesmo por inteligência artificial são programadores, atendentes de suporte ao cliente, telemarketing, esse tipo de coisa, digitadores de dados, datilógrafos que ainda existem, mas profissões mais físicas, tipo cozinheiro, mecânico, bartender, tem praticamente zero exposição, zero risco de ser substituído pela inteligência artificial. E é um relatório bem longo,
Se você quiser, o link vai estar na descrição. Mas uma última coisa que vale destacar é que eles falaram que o sinal principal de mudança parece estar aparecendo agora entre jovens de 22 a 25 anos, que parecem estar sendo contratados menos nessas profissões expostas a IA, como programadores, como atendentes de telemarketing. Ou seja, o pessoal não está nem conseguindo entrar no mercado porque já tem uma IA que vai fazer o trabalho do júnior ali.
E já tem o sênior que está usando a IA para fazer esse trabalho. E é uma das grandes preocupações a curto até, médio,
prazo de ir pra onde que vai a área da programação. Ainda vamos precisar de programadores, com certeza, mas quem sabe menos programadores, porque um sênior com IA já consegue fazer muitas coisas que um júnior vai demorar muito tempo até começar a entrar a ter esse conhecimento. Mas se a gente não tivesse júnior aprendendo, quem que vai ser o sênior daqui a 10 anos, 20 anos? É aquela questão do tostines, né? É fresquinho porque é tostines ou alguma coisa nesse sentido.
Vende mais porque é fresquinho, fresquinho porque vende mais. Isso, exatamente. A gente vai estar vendendo mais,
Porque agora tá mais fresco, só que daqui a 10 anos vai tá podre. Então não vai ter ninguém pra vender. É essa ideia? Não sei. Veremos. Mas é isso que a gente tem que responder. Aí é mais geração Coca-Cola do que Tostini. Pega a letra da geração Coca-Cola e aplica com IA, eu acho que chega mais próximo desse dilema. Fica de lição de casa pra todo mundo. Marcos Mendes tocando Legião Urbana aqui no IA Sobre Controle. É um luau, praticamente.
Todo mundo já foi adolescente na vida, né? Enfim. A Open IA, nos últimos dias, liberou um estudo que é bem interessante de um framework
porque para entender melhor como é a ferramenta dela, do modo de usar o chat EPT naquele modo aprendizado, para te ajudar a estudar. Então, ao invés de te dar a resposta, usa métodos ali para te incentivar a tentar descobrir sozinho ou sozinha qual que é a resposta. Foi um estudo que eles fizeram em parceria com uma universidade lá da Estônia, com 300 alunos de dois cursos, o de microeconomia e de neurociência. E eles usaram, foram divididos em três grupos, um que usou só ferramentas tradicionais, sem guiar,
de estudo digital, tipo aprender com a ajuda do YouTube, pesquisa no Google, etc. E dos outros grupos, usando as ferramentas da OpenAI. E eles concluíram que, para o pessoal de neurociência, teve uma melhoria marginal no desempenho de quem usou o modo de aprendizado do chat de PT para estudar para a prova, mas que isso não foi tão significativo. Então, o grupo de controle, por exemplo, teve um ajuste da mediana ali de 56% de desempenho,
61% do grupo que usou o modo de IA. Então, foi positivo, mas não foi tão significativo. Já o grupo de microeconomia foi de 55%, o desempenho sem IA, para 63%. Sinceramente, eu achei tão próximo desse de neurociência que não faz sentido falar que neurociência foi marginal, enquanto o grupo de microeconomia foi aí uns ganhos de 15%. Mas ainda assim, eles falaram, com base no que a gente aprendeu, é específico, pessoal da Estônia, específico, só esses dois cursos, a gente já
Tem aqui um framework que vai deixar a gente passar a evoluir ainda mais o sistema de estudo ou assistido do chat GPT para poder melhorar o desempenho dele, não só nessas duas matérias, mas também de uma forma mais geral. Os achados e dados aqui mais profundos vão estar na descrição. O terceiro e penúltimo estudo de hoje veio de uma dica de um amigo nosso aqui do podcast, o Denis Balaguer, lá da Ernst Young, que ele recomendou o paper Towards a Science of AI Agent Reliability.
Buscando uma ciência sobre confiabilidade de agentes de IA. E esse paper, esse artigo, ele basicamente propõe que o problema atual dos agentes de IA não é exatamente a capacidade do modelo ou dos agentes, mas a confiabilidade. Que embora os modelos tenham melhorado muito nos benchmarks, eles não conseguem ainda executar as tarefas de uma forma consistente e previsível. Ainda tem uma coisa muito estocástica ainda, o que dificulta adotar ele em aplicações mais críticas. E aí para estudar isso,
os autores foram ali e quiseram tratar isso, da confiabilidade, como uma área científica mesmo, com métricas de confiabilidade, inspirados ali no setor de aviação, por exemplo, que tem isso, no setor de energia nuclear, que tem isso também, que os sistemas precisam funcionar corretamente 100% do tempo. E, basicamente, avaliar só pela taxa do acerto é insuficiente. E aí eles colocaram quatro padrões, quatro dimensões principais de confiabilidade.
que o sistema tem que dar a mesma resposta repetidamente, sempre que estiver nas mesmas condições. O dois é a robustez, que ele tem que continuar funcionando quando alguma coisa mudar, se tiver alguma falha, uma mudança na instrução, um erro na ferramenta, por exemplo, que não deu certo na chamada da API. O terceiro é a calibração ou previsibilidade, que ele vai ter que saber se está certo ou errado, ele tem que saber expressar a incerteza, perguntar o input do usuário,
Human in the Loop, talvez. E o quarto é segurança, que quando tiver um erro, esse erro tem que ser limitado, fechado, encapsulado e não causar erro nas outras partes do agente. E nesses experimentos, os pesquisadores avaliaram 14 modelos, OpenAI, Google, Antropic, em dois benchmarks de agentes, o Gaia e o Talbench, fazendo mais de 500 testes com várias execuções e também com falhas simuladas. E o resultado principal foi que a capacidade melhorou muito
os oito meses dos agentes e dos modelos mas a confiabilidade aumentou só um pouquinho que os agentes eles conseguem realizar tarefas mas eles falham muito nessa questão de repetir a mesma tarefa da mesma maneira quando as instruções ali são um pouquinho mudadas ou quando tem algum erro pequenininho eles vão e falham e também os modelos ainda não sabem quando eles estão errados eles vão até o final insistindo no erro e sem perguntar quando ele está ali com uma
em certeza. Também conheço muita gente assim. Exato. Isso também é uma coisa que causa muitos problemas, mas faz sentido a gente ter testes e métricas específicas para interpretabilidade. Então, muito legal. Parabéns aí para o pessoal. E o último estudo da semana, eu até criei um post sobre ele no LinkedIn, Marcos, essa semana, que é o Skills Bench. Benchmarking how well agent skills work across diverse tasks. Então, eles tentaram criar um bench
de como as skills de agentes, essas meio que tarefas pré-definidas, repetidas de agentes, funcionam em diversas tarefas diferentes, basicamente. É um paper de várias universidades, de Stanford, da Amazon também, universidades chinesas, que eles pegaram ali 80 tarefas de 11 áreas diferentes para entender a performance dos agentes com essas skills, esses pacotes estruturados de tarefas, vamos dizer assim, essa engenharia de prompt que ele já fez,
gravou. E eles rodaram mais de 7 mil trajetórias, inclusive com os modelos mais novos, o Opus 4.5, o Gemini 3 Pro, o GPT 5.2, e aqui eu falo mais novos de até tipo, sei lá, um mês e meio atrás, porque entre o lançamento do Paper e hoje já teve o Opus 4.6, já teve o GPT 5.4 hoje também, o Gemini 3.1 Pro, mas enfim, é relativamente recente. E eles viram que quando os agentes recebem essas skills, essas engenheiras de prompt,
curadas por humanos, a taxa de sucesso do agente melhora bastante, melhora em até 16%, e isso varia bastante dependendo da área. Se for, por exemplo, a área da saúde, que é uma área que precisa de um conhecimento mais específico, ela aumentou em 52% a qualidade, a curácia do agente no final. Na área de engenharia de software, que meio que os modelos já sabem fazer isso, aumentou, mas aumentou menos, só 4,5%,
isso já está no pré-treinamento dos modelos, praticamente, ou no pós-treinamento também. Mas o mais interessante não é isso. Isso aqui foi para as tarefas que foram geradas, curadas por humanos. Eles também testaram as skills autogeradas, que o próprio modelo vai gerar uma skill para ele mesmo. Então o Cloud Code vai gerar uma skill para ele mesmo para atuar nessa tarefa específica. E aí, quando eles pediram para os modelos gerarem o próprio plano e o passo a passo antes de resolver a tarefa, o benefício foi praticamente nulo. Foi ali, tipo, traço, praticamente
2%, coisa nesse sentido. Ou seja... Na maioria dos casos, piorou. Você pega os gráficos, a maioria de todos ficou pior. Ficou pior do que antes, do que sem você passar essa skill. Ou seja, eles não conseguem ainda, as IASM, não conseguem criar de forma confiável esse conhecimento procedural das skills, que é pra ter mais sucesso em alguma tarefa. E você precisa de um humano pra isso. Então nós ainda temos a importância do human in the loop, a pessoa que sabe fazer uma engenharia de prompt bem feitinho,
ali. E outra coisa interessante do estudo, Marques, é que eles pegaram aqui modelos pequenininhos, menores, tipo o Cloud Haiku, que na ordem tem o Opus, que é o maiorzão, mais potente, o Sonnet, que é o padrão, e o Haiku, que é o pequenininho, rápido, pra você rodar coisas assim, bem mais básicas. Só que um Cloud Haiku armado com boas skills curadas, funcionou melhor do que um Cloud Opus em algumas tarefas, um Cloud Opus resolvendo esse problema sem nenhuma skill, basicamente. Se ele tiver
a mesma skill curada, é claro que ele funcionaria muito melhor. Mas o Cloud Opus padrão, default, do jeito que ele vem de fábrica na API, ele funcionou até pior do que o Cloud Haiku com skills boas. Isso aqui me pegou muito esse ponto aqui, muito interessante. E outra coisa, eles falaram menos é mais. Em vez de você colocar 25 skills pro seu modelo, pro seu agente ali, é melhor você fazer menos. Porque você dá muitas skills, ele acaba se confundindo, ele não sabe qual tem que seguir e tudo mais.
se fornecer duas ou três skills super focadas, super modulares, e isso é o que deu o melhor resultado de performance. Se você der, por exemplo, skills com uma documentação extremamente longa, ou várias skills, isso geralmente acaba confundindo o modelo, e o modelo performa até pior do que também sem ter nenhuma skill. Se você está criando agentes, está criando skills aí na sua empresa, deixa o comentário lá na caixinha de comentários do Spotify.
Eu participei de uma reunião lá com o pessoal da Quinto Andar, do meu amigo Raul Kist, na semana retrasada,
e eu vi que eles estão muito falando sobre isso, estão usando internamente essas skills, então eu quero saber se outras empresas também estão usando. Eu coloquei isso lá até no meu post do LinkedIn, eu quero realmente saber o quão espalhado já está o conhecimento sobre as skills. Se não tiverem, batem um papo comigo, a gente pode falar um pouquinho sobre isso, mas como sempre o link desse paper vai estar lá na descrição desse episódio.
controle, que ajuda mais gente a descobrir aqui o podcast. Se você chegou hoje, bem-vinda. Bem-vindo. Gente de quarta-feira, pública entrevista. Sexta-feira, o resumo de notícias. E na descrição você encontra também o link para você se inscrever junto com a gente lá para o Vale do Silício na missão IA Sobre Controle e Vale do Silício 31 de agosto ao dia 4 de setembro. Conhecer essas empresas todas que a gente comenta aqui no podcast.
E eu e o Fabrício voltaremos na quarta-feira com uma entrevista que se eu fosse você, eu não perderia. Até lá.
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