Recrutar para crescer, ou crescer para depois recrutar?
Recrutar para crescer, ou crescer para recrutar? É uma das perguntas que mais empresas pequenas manda ao chão. Estás esgotado, dava-te jeito um par de mãos, e contratas. Neste episódio mostro-te porque é que esse instinto quase nunca resulta.
O teu esgotamento é a linha vermelha errada. Quase nunca quer dizer que precisas de gente. Quer dizer que a tua operação está partida nalgum sítio. A linha vermelha certa é outra, e é a única que te autoriza a contratar.
Vais perceber:
• Os dois custos escondidos de trazer gente cedo demais: o fundador que afunda e o excesso de capacidade que pagas sem retorno.
• A diferença entre a linha vermelha do esforço (a errada) e a da facturação e da entrega (a certa).
• O que o teu esgotamento está mesmo a dizer-te, e porque é que a resposta é arrumar a operação, não trazer mais uma pessoa.
• Porque é que contratas para entregar o que já te pagam, nunca para descansares.
• O que parece contraditório mas não é: ter o recrutamento sempre aberto, mesmo sem vaga, em modo olheiro.
• Porque é que quem recruta depressa recruta mal, e como a lista que constróis em tempo de paz te salva na hora do fogo.
No fim, a pergunta a fazer antes da próxima contratação: estou a contratar porque estou esgotado, ou porque tenho mais negócio do que consigo entregar?
Um episódio para o fundador que ainda puxa a carroça e está quase a contratar pela razão errada.
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