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Boletim Notícias do Seguro: Classe C já representa 41% dos carros segurados no país | T3#13

29 de julho de 20268min
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🚗 O que os hábitos dos brasileiros dizem sobre a relação do país com o risco? A partir de novos dados sobre o Seguro Auto, o Boletim Notícias do Seguro analisa os desafios para ampliar a proteção financeira e fortalecer a cultura da prevenção no trânsito. De quebra ainda traz um spoiler: classe média responde por 41% dos carros com seguro no país.

🏛️ Brasília se prepara para receber o Seguros Day, evento que colocará em pauta alguns dos principais desafios da infraestrutura nacional. Em debate, temas como concessões, PPPs, portos e iniciativas para ampliar a participação do seguro em projetos estratégicos para o Brasil. Acompanhe!

🌧️ E no quadro Tá na Rede, analisamos um tema que ganhou força nas redes sociais: como a sociedade pode se preparar para enfrentar os impactos dos desastres naturais. Em um cenário marcado pelo aumento da frequência de eventos extremos, o debate sobre prevenção, gestão de riscos e mecanismos de proteção financeira se torna cada vez mais urgente.

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#DyogoOliveira

Participantes neste episódio6
V

Valéria Rodrigues

Host
A

Alice Barbosa

Convidado
A

Ana Beatriz Nogueira

Convidado
D

Dyogo Oliveira

ConvidadoPresidente da CNSEG
N

Nimeira

ConvidadoSuperintendente de relacionamento com o Poder Executivo
T

Tiago Pêgão

Reporter
Assuntos5
  • Desastres NaturaisDesastres naturais · Incêndios florestais · Chuvas intensas · Seguro residencial · Cultura da proteção
  • Seguro Automotivo DesburocratizadoClasse C · Carros segurados · Baixa utilização de seguro · Hábito de correr risco · Furtos e roubos de veículos · Acidentes com vítimas
  • Infraestrutura e segurança para caminhoneirosSeguros Day · Infraestrutura nacional · Parcerias público-privadas · Lei de Portos · Porto de Paranaguá
  • Economia do Crime OrganizadoCrime organizado · Impacto no PIB · Cadeias produtivas · Fraudes e crimes digitais
  • Vendas e empreendedorismoSeguro empresarial · Empreendedorismo · Ateliê de cerâmica inclusivo · Perdas financeiras
Transcrição15 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
VRValéria Rodrigues

Notícias do Seguro. Olá, começa agora o Notícias do Seguro. Vamos aos destaques dessa edição. Classe Seja representa 41% dos carros segurados no país. Brasília se prepara para o Seguros Day. Nas redes Cresce o debate sobre como enfrentar os impactos dos desastres naturais. 41% dos carros com seguro alto no país pertencem à classe C. É o que aponta a pesquisa da Confederação Nacional das Seguradoras. São pessoas com renda entre R$5.600 e R$14.000 mensais.

Ao mesmo tempo, Quase 70% dos carros em circulação não possuem seguros no Brasil. Diogo Oliveira, presidente da CNSEG, explica os fatores que podem levar a essa grandiosa lacuna de proteção.

DODyogo Oliveira

A questão da baixa utilização do seguro no Brasil não é apenas uma questão de renda, ela é também uma questão de hábito. O brasileiro, ele é muito habituado a correr risco. E então a gente acaba se habituando ao risco e sendo uma sociedade que se prepara pouco para prevenir esses riscos e para cuidar dos impactos disso. O seguro é uma maneira muito inteligente e eficiente de fazer isso, porque inclusive contribui para o relacionamento dentro da sociedade com as outras pessoas que fazem parte do trânsito.

O seguro, ele agrega vários outros serviços, agrega valor, mas principalmente ele cumpre essa função de ser um elemento de estabilização da relação social dentro da comunidade.

VRValéria Rodrigues

O Executivo ainda traz alguns números que mostram a importância de se investir na proteção securitária.

DODyogo Oliveira

Olha, nós temos no Brasil aproximadamente 220 mil veículos furtados e 120 mil veículos roubados por ano. Então são 340 mil no total. Além disso, nós temos mais de 80 mil acidentes com vítimas no Brasil por ano. Então sim, Viver no Brasil, no trânsito do Brasil, com a segurança pública que nós temos a respeito de roubos e furtos de veículos, viver sem seguro certamente é uma decisão muito equivocada.

VRValéria Rodrigues

Conexão Brasília. Um debate público sobre infraestrutura e parcerias públicas no âmbito do governo federal mobiliza o mercado segurador. Os detalhes chegam com Tiago Pêgão.

TPTiago Pêgão

É isso, Valéria. O governo federal, os órgãos reguladores e o setor segurador devem debater juntos sobre iniciativas voltadas à infraestrutura e parcerias estratégicas. Na próxima semana, o evento Seguros Day reunirá ministros de Estado e lideranças do setor para debater a ampliação do seguro de infraestrutura no país. A superintendente de relacionamento com o Poder Executivo, lá em Nimeira, destaca a importância do evento.

NNimeira

É um evento que nós estamos fazendo em parceria com o Instituto Brasileiro de Infraestrutura, a Frente Parlamentar de Portos e Aeroportos e o Ministério de Portos e Aeroportos. Será um evento onde haverá um debate sobre o PL 733/25, que trata de alterações à Lei de Portos e o mercado seguro. Além disso, teremos mais duas mesas de debate, uma para tratar sobre o Sistema Aquaviário Integrado do Sul e Lagoa Mirim, E um outro sobre a concessão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá, no Paraná.

TPTiago Pêgão

Dando seguimento à agenda junto ao Executivo Federal, Valéria, no mês seguinte está prevista a entrega da publicação que é a continuidade do guia técnico voltado ao aprimoramento da aplicação de seguros em parcerias público-privadas. Valéria, até mais!

VRValéria Rodrigues

Você sabia? Com Ana Beatriz Nogueira.

ABAna Beatriz Nogueira

Você sabia que o seguro empresarial pode proteger o investimento de quem decide empreender? Nas últimas semanas, viralizou nas redes sociais a história de uma médica de Curitiba que decidiu mudar completamente de carreira e abrir um ateliê de cerâmica inclusivo voltado para mães e filhos com diferentes necessidades. O negócio se transformou em um verdadeiro sucesso. Começar um negócio do zero exige coragem, dedicação e planejamento.

E proteger aquilo que foi construído também faz parte dessa jornada. É aí que entra o seguro empresarial. A cobertura básica garante proteção contra incêndio, queda de raio dentro do terreno segurado e explosão. Além disso, é possível contratar várias coberturas adicionais para proteger o equipamento e até mesmo as perdas financeiras decorrentes da interrupção das atividades. Quer saber mais? Acesse o Notícias do Seguro e fique por dentro das principais novidades do mercado segurador.

VRValéria Rodrigues

O crime organizado já não é apenas um desafio para a segurança pública, ele também representa um risco crescente para a economia brasileira. Estimativas apontam que a atuação das facções pode custar ao país até 11% do PIB, cerca de R$1,5 trilhão, afetando investimentos, cadeias produtivas e a atividade empresarial. O avanço sobre setores formais, como combustíveis, serviços e meios de pagamento, amplia os prejuízos e aumenta a exposição de empresas e cidadãos.

Para o setor segurador, o impacto é direto: mais roubos, fraudes e crimes digitais pressionam as indenizações e elevam os custos da proteção em áreas mais vulneráveis. O tema foi destaque na Revista do Seguro e a matéria pode ser lida em noticiasdoseguro.org.br. Tá na Rede! Os estragos provocados por desastres naturais ganharam as redes. É com você, Alice Barbosa.

ABAlice Barbosa

Isso mesmo, Val. Os incêndios florestais que atingem a França e a Espanha dominaram as redes nos últimos dias. Mais de 300 mil pessoas precisaram deixar suas casas por causa do avanço das chamas, que já destruíram áreas residenciais, consumiram dezenas de milhares de hectares de vegetação e colocaram os governos europeus em alerta.

VRValéria Rodrigues

É, Alice, veja que esse quadro que ocorre na Europa se dá justamente quando o Brasil vê notícias tão devastadoras sobre as chuvas. A cidade de Ribeirão Preto e diversos municípios no Rio Grande do Sul vivem transtornos diversos por conta dos temporais.

ABAlice Barbosa

Realmente, Val, são cenários que chamam a atenção para uma questão importante: a cultura da proteção. Quando a gente compara Europa e Brasil, existe uma diferença significativa. Em diversos países europeus, entre 60% e 80% das residências possuem algum tipo de seguro habitacional, dependendo do país. No Brasil, a realidade é bem diferente. Dados da CNSEG mostram que apenas cerca de 17% das residências brasileiras contam com seguro residencial, ou seja, mais de 80% dos imóveis permanecem sem essa proteção financeira.

E aí fica a pergunta: como recomeçar? Por isso é tão importante que a gente trabalhe para fortalecer a cultura da proteção no Brasil, pois os riscos sempre vão existir, mas o desamparo financeiro Isso a gente pode mudar. É isso por hoje, Val. Até a próxima!

VRValéria Rodrigues

Até a próxima, Alice! Quer saber mais sobre o mercado segurador? Acesse o site Notícias do Seguro. Uma produção CNP Seguradora. Apresentação: Valéria Rodrigues. Hoje eu fico por aqui. Até semana que vem!

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