25 anos de imatinibe: como a LMC modernizou a hematologia | revoluções musicais
Há 25 anos, o imatinibe mudou a história da LMC — e, com ela, a história da hematologia.
Neste episódio do Happy Auer, a gente revisita como o cromossomo Filadélfia abriu caminho para a primeira grande terapia-alvo da hemato, por que o imatinibe virou um marco de eficácia + segurança, como isso cronificou a LMC e o que veio depois: monitoramento molecular, descontinuação, vida real, biossimilares e o debate sobre acesso e custo.
Você vai ouvir sobre:
- a descoberta do cromossomo Filadélfia e da translocação 9;22 como primeira grande alteração genética descrita em câncer
- o papel do Brian Druker e do racional dos inibidores de tirosina-quinase
- como a LMC saiu de principal indicação de transplante para uma doença com expectativa de vida próxima do normal quando bem controlada
- descontinuação, adesão, fertilidade e os desafios de tratar pacientes jovens por décadas
- biossimilares, genéricos e o impacto de custo/acesso no mundo real
- o bloco cultural final sobre revoluções musicais: de Mozart e Bach a Chuck Berry, Elvis, Beatles, jazz e MPB
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Se você curtiu esse episódio, vale também ouvir o nosso episódio sobre a história dos inibidores de BTK, citado na própria abertura deste programa.
Conteúdo educacional voltado a profissionais de saúde. Não substitui diretrizes nem decisão clínica individual.