Durante boa parte da carreira, somos incentivados a nos aprofundar. Dominar um tema e nos tornar, de fato, especialistas naquilo que fazemos. E isso importa. Muito. Mas será que a especialização, sozinha, é suficiente para chegar às posições mais estratégicas das organizações? E em que momento o “repertório” passa a fazer a diferença? Essa é uma das reflexões deste episódio do Quinto Dia Útil.Recebemos Eduardo Nunes, executivo de pessoas com mais de 20 anos de experiência.