O QUE VOCÊ QUER SENTIR QUANDO SE OLHA NO ESPELHO?? Juarez Leite - Pela Fechadura #147
No Pela Fechadura de hoje, Ricardo Ventura recebe Juarez Leite, especialista em visagismo e referência no mercado da barbearia e imagem pessoal.
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- Psicologia e ComunicaçãoA detecção de mentiras e a linguagem corporal · A comunicação não verbal e a linguagem silenciosa · A influência da imagem na percepção e na identidade · A semiótica e a construção de cenários para branding · A teoria do Jung e o imago interno · A programação neurolinguística e a alternância de visão · A meta-análise e a leitura do olhar do cliente · A importância do 'ser' antes do 'ter' · A comunicação de valor e a perenidade do negócio · A influência das cores na imagem pessoal · A forma segue a função (Luiz Sullivan) · A construção de storytelling e a conexão com o público · A diferença entre posicionamento e autenticidade · A análise de críticas e haters como contramovimento · A síndrome do impostor e a relação com o resultado · A importância de se permitir errar e buscar soluções · A responsabilidade sobre o significado dado aos eventos · A conexão entre essência e propósito na comunicação · A catarse, epifania e transição na mudança de imagem · A importância de não se enganar com aparências (ter vs ser)
- Autoimagem e AutoestimaA construção da percepção pessoal · A influência da infância na identidade · A relação com o espelho e a autoaceitação · A metodologia Juarez Leite · A importância do sentir antes de transmitir · A pirâmide do ser, fazer e ter · A psicologia por trás do corte de cabelo e barba · A aplicação do visagismo na barbearia · A diferenciação do método Juarez Leite no mercado · A formação de profissionais em visagismo · A análise da linha do cabelo (hairline) · A importância da assimetria e do não-simetrismo na imagem · A relação entre imagem e libido · O impacto da imagem na vida pessoal e profissional
- Mentalidade EmpreendedoraO início autodidata e a busca por conhecimento · A transição de carreira de áreas diversas para a beleza · A inspiração divina e a visão dos 'barbudos' · O início da barbearia como hobby e a profissionalização · A abertura da barbearia durante a pandemia · A construção do negócio a partir de recursos próprios · A superação da síndrome do impostor e a resiliência · A gestão de equipe e a cultura organizacional · A expansão do negócio e a criação de novas metodologias · O papel da família e dos pais na formação pessoal · A importância de errar para aprender e inovar · O desenvolvimento de um aplicativo para conectar clientes e profissionais · A analogia do pássaro e a síndrome do filhote · O atendimento a celebridades e personalidades · A expansão para São Paulo e outros polos · A importância de ter um cronograma e planejamento · A realização de sonhos pessoais e familiares (Disney) · A valorização da classe e do mercado da barbearia
- O Papel da Fé e EspiritualidadeA influência da religião na formação pessoal · A busca por respostas e a conexão com Deus · A orientação divina na tomada de decisões profissionais
Ricardo, deixa eu fazer uma pergunta para você aqui. Qual foi o maior desafio que você teve para implementar esse conhecimento e essa sabedoria que você tem e que muitas vezes...
A gente sabe que tem o conhecimento teórico e aprendido, e tem também o dom do Ricardo Ventura, que é a percepção, que é a forma como você olha para as pessoas. Como foi para você validar isso e implementar no seu trabalho e em tudo que você faz hoje?
brasileiro, curioso, autodidata, que aprendeu a ler antes dos cinco anos de idade e desenvolveu uma metodologia única e exclusiva no mundo, através da busca incansável para a cura da minha dor. Então, eu desenvolvi a metodologia de como o cliente se olha no espelho, um método totalmente autoral.
E o Juarez é pai de família, casado com a Roseli, pai da Clarice, tem 44 anos, fazendo 45 este ano. E estou no mercado da barbearia há 10 anos, mas venho de outras áreas. Desde áreas da área comercial, telefonia, bancária, corretor de seguros. E hoje me encontro na área de beleza.
Caramba, aí acho que a gente vai inverter até o podcast aqui, porque é uma pergunta muito legal, com várias facetas. Primeiro que eu acho legal, e fico lisonjeado de você perceber isso, Juarez, a gente até já estava falando sobre isso, e eu fico muito feliz mesmo de você entender que é muito mais profundo do que simplesmente as análises do Nomita para mim.
A coisa tem muita janela, tem muitas décadas de estudo, é muito tempo estudando, é muito tempo colocando em prática. E eu acho que tem duas coisas que me fizeram muito bem. Primeiro...
O incentivo do estudo pela minha mãe e minhas irmãs. Eu nunca vi a minha mãe, nunca, na minha vida, sem estar com o livro na mão. Nunca. Ela sempre estava lendo. E as minhas irmãs, a mesma coisa. Então, eu tive a possibilidade, como você, de estudar muitas coisas por si só, o autodidatismo.
com muitas enciclopédias. Eu tinha Barça, tinha Mirador, e tinha livros de várias facetas, religiosos, filosóficos. Eu tinha Cristiane F, drogado e prostituído. Eu li com 12 anos. Olha que doideira. Ao mesmo tempo, eu li A Éleva do Diabo.
do Castanheda também, quando eu era adolescente, mas li aqui o Morita, li Ricardo Sembler, li o Lia Coca, cara, quando eu era adolescente, cara. Então isso me despertou não...
Não se colocar como uma linha reta, mas com muitas bifurcações. E a religião foi algo que me incomodava demais. Como eu nasci num lar católico e atuante, a igreja não era lá, a igreja era dentro de casa. Minha mãe era catequista, minha mãe fazia parte de cursílio, programava encontros de casais com Cristo e muitos livros...
religiosos, padres frequentavam a minha casa, de viajar junto, de churrasco, aniversário, freira, entendeu? Então, eu sempre fui muito apaixonado pelo ser humano. Aí vem a segunda parte. Quando eu me peguei muito cedo e eu nasci dentro de uma loja de calçado, cara, o vendedor precisa estar muito ligado.
no ser humano. Ele tem que entender muito rapidamente a estrutura, o gosto, o jeito, a negativa, a objeção, até mesmo antes do cliente falar. Se ele gostou, se ele não gostou, se quem está do lado está ajudando ou está dificultando, porque às vezes o amigo dificulta a decisão da pessoa. E como eu sempre fui muito apaixonado por gente, eu ficava analisando empiricamente, por que aquele vendedor vende mais do que aquele? O que esse cara faz que o outro não faz?
Por que ele disse isso? Por que ele apertou a mão? Por que ele se colocou numa situação frágil, mas ele não é? Por que ele se fez de bobo? Por que ele fez como se fosse o bobão ali na negociação? E acho que foi juntando isso e com camadas e camadas, foi chegando onde eu estou hoje, que é multidisciplinar. Então, a sociedade para mim é isso, ela é multidisciplinar.
Ela não é um curso, ela não é uma teoria, ela não é um ato a ser seguido. Ela é construída todos os dias pelos integrantes. Uau. Saca? Entendo, entendo, entendo perfeitamente o que você está falando, porque assim, isso vai muito ao encontro, Ricardo, do que eu vi.
do que eu fiz. E é isso que eu quero saber. Eu quero saber de Juarez antes. Eu quero lá atrás. Eu quero com cinco anos sendo autodidata e aprender a ler. Olha que legal o que você acabou de dizer. Porque assim, quando você fala pra mim que você fez através de uma percepção e quando você fala que leu todos os livros que leu
aos 12 anos de idade e foi buscar esse conhecimento, você não sabia que esse conhecimento que você adquiriu lá atrás, lá na sua juventude, lá na adolescência, iria fazer sentido para você na sua vida adulta. E fazer você se tornar uma pessoa melhor, apaixonada pelo ser humano, e fazer com que esse conhecimento adquirido ajudasse você onde você está hoje. E quando eu vi você falando, eu lembrei muito da minha história. Porque...
Quando a minha mãe me fala que eu aprendi a ler antes dos 5 anos de idade, porque eu tinha uma vontade muito grande, muito grande mesmo, de saber de onde eu vim, saber como eu vim para esse mundo. Eu tive um ponto onde...
O meu pai, lógico, a gente tem um relacionamento muito legal, muito bom hoje, e eu entendi o processo todo que aconteceu quando ele não teve a percepção de que ele achava que eu não era filho dele, e aquele ponto que ele achava que eu não era filho dele, a gente pensa assim, como que é a construção da percepção da pessoa?
E a gente não entende, o profissional, eu acredito que as pessoas não entendem que tudo que a gente vive durante a nossa infância, a nossa adolescência e a nossa transição para a vida adulta, tudo que a gente viveu naquele processo, naquele caminho todo, até chegar na fase adulta e nos percebermos quem somos, faz a construção da nossa identidade, a construção da nossa imagem, da nossa personalidade.
E naquele momento, nessa ruptura, onde eu não tenho uma referência, eu vou buscar essa referência como analisando rostos quando criança. Eu ficava observando os rostos para ver as assimetrias, para ver se alguém tinha uma percepção que parecia comigo, mas isso de maneira inconsciente, de maneira empírica, de maneira totalmente sem saber. Mas você ficou bolado, então, com a história do seu pai e falar que você não era filho dele? Não, mas eu não sabia disso antes. Ah, você não sabia? Eu senti isso.
Mas eu não tinha essa percepção, certo? Você acha que de forma inconsciente você começou a analisar os rostos? É porque eu não tinha o afeto. Não tinha essa percepção. E as minhas tias me contam. E isso, até o meu pai, depois de muitos anos, eu já era casado, ele veio e contou para mim essa história.
Ele veio e falou para mim essa história. E isso me deu clareza. E o que eu fiz naquele processo todo? Eu comecei a perceber como a minha imagem influenciava. Eu não me via no espelho.
Eu não me enxergava no espelho. Tanto que aos sete... Você não se via, no caso, você não se reconhecia ou você não procurava o espelho? Não, eu me via, mas não me enxergava. Tá, porque você sabe que eu já conheço gente, inclusive, que era evito o espelho. Não sei o que aconteceu com você. Muitas pessoas, não. Eu tenho profissionais que passam pelo meu curso e falam assim, eu não consigo olhar no espelho para me ver.
E é forte isso, né? É muito forte. Imagina você se olhar e não reconhecer aquela imagem que está no espelho. E você não reconhecer que aquela imagem que você olha, você sente que parece que não é você. Isso aconteceu comigo. Tanto que aos 7, 8 anos, por volta de 7 ou 9 anos de idade, a professora me disse que faça uma redação. E eu fiz a redação com o tema Espelho, Espelho Meu. Existe alguém nesse mundo mais feio do que eu?
Que isso, cara. Sim. E essa redação foi um alerta. O professor chamou os meus pais na escola e eles entenderam o que estava escrito. Eu escrevi o porquê daquele título. Só que isso tudo que aconteceu comigo, eu não sabia o porquê no que se transformaria. Sim. Só que...
Ao fazer esse processo todo de autoanálise, de ver, eu fui descobrindo exatamente como você falou. Eu fui observando como as pessoas se comunicavam, como as pessoas andavam, como as pessoas se cumprimentavam, como elas faziam para se relacionar. Se elas estavam felizes ou não. Se elas estão felizes ou não, se isso ou não.
E eu comecei a minha trajetória de desbravamento muito novo. Eu comecei a trabalhar, trabalhei com minha tia. Ela tinha uma banca de camelô. Trabalhei com ela com 11 anos de idade. Então, eu já fui de tudo um pouco nessa vida. Você vendia o quê nessa banca aí? Vendia aquele chinesinho. Ah, chinesinho? Chinesinho. Você vendia tênis, cara? Sim, chinesinho. Não, vendia de tudo. O chinesinho era aquelas mochilas. Tinha aquele...
desodorante que era campeão de vendas que era o Hydre é uma coisa assim que tinha, que era um bastão, né? Cara, vendia de tudo máquina calculadora, tudo tudo que você pensar. Saquei. Isso no centro de Cuiabá com 11 anos, então eu tenho essa voz no centro de Cuiabá. É, no centro de Cuiabá. Eu tenho essa voz desde muito novo, dentro dos 11 anos de idade
Você tinha uma voz potente, forte. Sim, e tudo que eu fiz na minha vida, eu fiz com estratégia. Então, quando eu me vi nessa situação de não me ver no espelho...
Eu fui me descobrir, eu fui buscar o porquê disso. E eu tinha uma timidez muito grande, sabe, Ventura? Muito grande a minha timidez. E eu achava que as pessoas não... Como eu não me via no espelho, as pessoas que me achavam bonito, eu achava que não é comigo, não é comigo, não é comigo. Só que quando eu venho para... Passo por várias empresas, várias empresas, vivo, claro.
Aí eu abri minha corretora. Quando eu pedi conta do banco, eu fui para o HSBC. Quando eu pedi conta do banco, eu abri uma corretora de seguros para mim. E quando eu estava no meio de um processo de exaustão na corretora, eu falei para minha esposa, eu não estou mais gostando de fazer o que eu faço. Eu quero algo que me faça sentido. Ela me disse assim, peça a Deus.
Você tem um contato muito grande com Deus. Peça a Deus que ele vai te dar essa direção. E o que naquele momento eu fiz? Eu fiz um pedido a Deus. Eu estava em férias em Morro de São Paulo. Estava em férias, eu fiz um pedido a Deus. No outro dia ele me mostrou uma galera de barbudos falando sobre barba. E eu, como eu desenvolvi a percepção do outro, eu analisava tudo e eu sempre fui atento ao que Deus fala comigo.
Mas vem cá, vamos voltar aqui. Você entrou no banco, foi ser bancário. Foi ser bancário. Quantos anos você ficou no banco? Cinco anos. Cinco anos. Quase cinco anos. Quase cinco anos. Você saiu e abriu uma corretora de seguros. Sim.
E aí, nesse momento, ainda você não estava feliz. Você falou, cara... Eu vou te falar como que foi. Toda essa história que veio da minha imagem, ela me chegou até aqui. Só que eu não sabia que eu ia utilizar essa percepção. Por quê? Só para concluir e voltar um pouco no que eu disse. Aos cinco anos, eu aprendi. Lavar, passar, cozinhar, desenhar. Eu desenho hoje. Você desenha? Desenho. Desenho o quê? Rosto? Rosto? É. É mesmo, cara?
É, eu desenho, por exemplo, assim, eu pego a foto sua. E você desenha, tipo, real, assim, ou caricato? Como é que é? Não, hoje eu utilizo um programa que eu desenho o que eu vou fazer em você. Tá. Antes de fazer.
Aí eu mostro para você. Ah, então esses são os bastidores do... É, ué. O que você quer ver quando você se olha no espelho. E aí você tem um preset ali do que você vai fazer. Aí você mostra para a pessoa antes? Antes eu faço para mim. Mas antes, quando a pessoa chega para mim, eu não mostro antes. Ah, você não mostra? Não. Por quê? Por entender do ser humano...
Se eu falo para você o que eu vou fazer, o seu cérebro vai aceitar por me ver como autoridade. Mas se eu coloco você como autoridade da sua imagem e da sua identidade, eu escuto o que você quer e o que você sente quando você se olha no espelho.
E aí eu faço a leitura daquele momento, do que você está sentindo, dentro da metodologia que eu desenvolvi para corrigir a sua percepção no espelho. Ou seja, é o encontro da sua autoimagem no espelho, porque é a primeira imagem. Então, mas daí você entrou agora, a gente vai virar um pop fiction aqui, a gente vai para o futuro, para o passado. Vamos embora. Mas já que você falou disso, eu vou ter que entrar nisso aí, mas depois a gente vai voltar lá nos barbudos lá.
A gente vai entrar forte agora nisso aqui, depois a gente volta lá. Mas é o seguinte, quando você pergunta para a pessoa, e você, a gente já trocou ideia outras vezes, e você tem um forte conhecimento da psique, do psicológico, da imagem, da comunicação, sei lá, não sei se as pessoas acham que você só...
barbeiro. É assim que você se denomina barbeiro? Não, mas na verdade hoje eu sou barbeiro visagista. Tá, então, mas... Mas as pessoas não sabem desse bastidor. É, é pra facilitar, porque na realidade você tem um conhecimento muito vasto do ser humano, de onde ele quer chegar, de... Cara, comunicação em 360 e toda essa coisa aí.
Você já sentiu... Eu não sei se isso acontece também, como eu falei lá do lance do calçado, que muitas vezes a moça vinha com a amiga e...
o marido e a esposa, e o cara estava pedindo algo que ele não queria, mas o que a amiga queria, o que a esposa queria. Você entendeu isso? Isso é total. Ele começa, ah, eu queria tal coisa. Você percebe que é, quando ele está falando, você fala, porra, não é isso que ele está querendo. Total. Isso ou é moda, ou está contaminado com quem está acompanhando, ou mais ainda.
a pessoa diz algo e você consegue traduzir que esse, como ela queria se enxergar, não tem nada a ver com o que ela está pedindo. Tipo, eu queria jogar o cabelo para cá, para lá, cortar a barba assim porque eu quero me sentir mais, sei lá, George Clooney. E aí você fala, cara...
Não vai funcionar isso que ele está me pedindo. Eu consigo fazer a leitura porque assim, quando eu pergunto, antes, até mesmo para desenvolver a metodologia toda, antes eu perguntava o que você quer transmitir com a sua imagem. E quando a gente fala transmitir, transmitir, transmissão. Transmissão para quem? Se é para, não é para mim, é para o outro. E se é para o outro, eu não estou me vendo no espelho. É.
Entende? Então, quando eu pergunto o que você deseja sentir, quando você olha no espelho, você não está preocupado com o outro. É uma camada antes. É uma camada antes. Então, o sentir vem primeiro do que eu transmitir. Porque se você não sente que você é aquela imagem...
Você não transmite quem você verdadeiramente é na essência. E se você não está conectado com a essência, o que acontece com a imagem? Tem um ruído, um ruído de comunicação, um ruído de existência e um ruído de percepção. E se essa imagem não tem essa personificação e personalização, a pessoa não consegue sustentar a imagem que é construída. Cara, olha que legal. Primeiro que você percebeu, e é difícil perceber isso, viu?
essa situação linguística da própria semântica daquilo que você está perguntando. Isso é muito difícil. E você fez isso com maestria. E uma segunda coisa, o lance de você se sentir, ele antecipa até o que ele vai projetar. E aí ele vai projetar com maestria porque realmente é o que ele está sentindo.
E aí a linguagem fica muito mais pura. Porque é o que ele é e não o que ele quer ser, né? É o que ele é e não o que ele quer ser. É foda isso, hein? Por exemplo, na pirâmide do indivíduo. Ser, fazer e ter. Tá. Se ele não sabe quem é, como ele vai fazer para ter? Então, assim, se ele não sabe primeiro quem é... Então, vamos lá. Olha que legal. Você está dando ouro em pó aqui. O que acontece? Normalmente...
Você falou ser, fazer e ter. Na realidade, a pessoa, primeiro, ela tem, não sabe como fazer. É aí que se enrasca em dívidas, se enrasca em problemas, cai em golpes, porque ela quer só ter. Aí ela não percebe. E por último, ela acha que é pelo que ela tem. E aí você inverte essa pirâmide que é o real.
É, porque assim, na realidade, qual é o sentido do meu trabalho? O primeiro é ser, né? E se o primeiro é ser, eu primeiro preciso me ver. É. E isso, quando eu cheguei na área da beleza, na barbearia, eu vi que isso era um problema, que na realidade, o que eu fiz para desenvolver a minha técnica, a minha teoria, o meu estudo e a metodologia, é porque como eu não me via no espelho...
Eu olhava para mim e não me via. É porque era uma dor própria também. Dorminha. Então eu comecei a perguntar para mim, comecei a observar como é que os clientes, quando eu chegava na cadeira, eles queriam se sentir mais bonitos, mais atraentes, mais...
com mais autoridade, com mais imponência. Então, eles não pediam que eles queriam o corte, eles queriam se sentir. E quando você olha para a pessoa e vê só o cabelo, só o corte...
Você entrega o que você sabe. É isso aí. Quando você fala para a pessoa... É isso aí, o que eu sei. E não o que eu quero sentir, mas é o que eu sei. Porque às vezes é moda, né, cara? É isso. O cara está entrando e se adaptando a uma moda. É isso. Por exemplo, tem muitos clientes que quando eu fazia pergunta, eu observava a forma como eles se comunicavam visualmente no espelho. E tanto que a minha metodologia que eu desenvolvi é para o cliente no espelho.
Então, o primeiro momento ali do resultado que eu entrego é para que ele se olhe...
se perceba diferente, tenha o encontro com a imagem exterior, que a imagem exterior revele a imagem interior, e isso causa nele um estado emocional revelador e que faz com que ele dê o primeiro passo. Ali é o primeiro passo. Cara, você sabe o que você está fazendo? É... A teoria do Jung, cara. Porque tudo que a gente joga para fora é conteúdo psíquico.
Então isso que você está fazendo é o despertar do imago interno da pessoa pelo que ela de fato é e não como ela se vê. Cara, você está entendendo? Por isso que é esse sucesso que você faz. Agora está explicado, entendeu? Porque é impressionante o que você está fazendo. Isso é psicologia pura, isso é psicanálise pura. E sabe o que eu fiz? Aventura.
Eu peguei essa dissertação, essa subjetividade e transformei em possibilidade metodológica para...
que os profissionais da área da beleza usufruam disso. Ele entregue para o cliente dele uma imagem personalizada. Por mais que pareça uma imagem, por exemplo, por mais que a barba pareça uma barba comum, mas ali naquela barba tem personalização. Por quê? Porque o rosto do ser humano...
A forma como o cliente olha no espelho e o rosto tem formas. E nós estamos falando de matemática. Nós estamos falando de geometria, nós estamos falando de matemática. Porque como que eu transformo em realidade? Eu transformei através da matemática. Então o meu método, ele utiliza a da geometria para entregar para o cliente uma imagem.
que revela aquela primeira imagem dele. É isso aí. Que aí quando ele se olha no espelho e vê que aquela imagem revela verdadeiramente a essência de quem ele é, ele sustenta as críticas dos outros. Ele suporta. Porque é ele. E outra, não sou eu quem faço. Nós construímos juntos. Porque se eu faço para ele... Você faz uma série de perguntas? Faço.
Mas dentro da... Começa desde o primeiro oi? Não, eu faço uma série... Quando você pega na mão ali? Não, eu faço uma série de perguntas. Eu utilizo do perfil comportamental. Mas tem muito de como ele se olha no espelho. Então, a metodologia tem a gestual. E o que eu ia falar, tem muita linguagem silenciosa aí, né? Tem. De como o cara põe a mão no cabelo. É, porque na verdade é assim, ó. Como ele faz assim pra... É, tem isso, cara. Isso eu ensino.
Isso eu ensino. Porque, por exemplo, como ele passa a mão no cabelo, muitas vezes não é a forma como ele quer passar, mas sim a forma como ele se protege. Tentando ajeitar o que ele quer. Exatamente isso.
Só que aí o que acontece? Se nós não observarmos que o nascimento do cabelo tem uma direção e ele tem geometria, e não analisarmos que a forma como o cliente quer se ver primeiro é uma imagem que ele quer construir todos os dias em casa,
quando ele arrumar o cabelo, ele se sentir que ele também conseguiu ter aquele resultado, que isso gera nele uma, libera nele ali uma sensação de êxase. Serotonina, endorfina e tudo mais. Adrenalina. Tudo. E isso é possível quando você respeita...
A imagem interna dele. Eu tenho, no meu método, nós temos lá, baseado nos três pilares, e agora eu coloquei mais um. Essência, natureza, proporção e percepção. Porque essência está ligado ao divino, ao quem a pessoa é.
A natureza, eu respeito a natureza dessa pessoa para o que ele quer. A proporção é o que eu gero quando eu respeito o que ele vê no espelho e faço a proporção para o que ele quer ver no espelho. E a percepção é quando ele olha e vê que aquela imagem é ele. A percepção dele é que está a conclusão e o alinhamento com a imagem. É a cola.
Pô, caramba, que legal isso, cara. É muito mais profundo do que eu imaginava. É. Muito mais profundo. E às vezes a gente pensa assim, é só um corte de cabelo. Não, não é. Se você colocar que é só um corte de cabelo e é só uma barba, você... É como se você estivesse... Sentindo que... Cara...
Poxa vida, você pode entregar para a pessoa a primeira imagem, o primeiro destravar dessa pessoa, porque na realidade nós não somos, eu não faço a transformação. Eu revelo para a pessoa o potencial que ela tem. Por isso que eu digo o que você deseja sentir ao seu olhar no espelho e quando a pessoa fala para mim, eu falo, eu vejo um enorme potencial aqui. Por quê? Porque todos nós temos potenciais.
que estão escondidos e não revelados. Concordo. Que estão embaixo de mentiras internas, que muitas vezes as pessoas não percebem essas mentiras que elas estão contando. Podem ser mentiras, como você me falou, lá da infância, podem ser mentiras da família, podem ser mentiras de região, tipo, cara, eu nunca vou ser tal coisa, eu nunca não sei o quê, pá, pá, pá, é assim mesmo. Imagina, olha onde eu nasci, olha quem eu sou, olha a minha família, olha a minha realidade.
Olha a minha realidade. Hoje tem grandes mentiras internas e realidade. O cara acha que porque ele nasce, por exemplo, na favela, que ele vai ter que curtir exatamente a cultura da favela. Porque botaram na cabeça dele que se ele não falar daquele jeito, não se visita daquele jeito, não curtir o que está ali no ambiente dele, ele não pertence àquilo ali. E na realidade, o grande pertencimento é essa imagem que você quer de você. Osuarense, cara, esse papo está muito louco, cara.
Porque um corte de cabelo, pode ser só um corte de cabelo, é que você mudou a visão disso. Então, às vezes a pessoa ia cortar o cabelo simplesmente para cortar o cabelo, para ser asseado, para estar na moda, enfim. Agora, quando você olha para essa camada maior, que é, e tudo é conteúdo psíquico, tudo é conteúdo de você expor aquilo que você está sentindo,
a imago do espelho e vou te falar mais, que eu queria ir pra esse lado agora o espelho cara, é basicamente a primeira pessoa que te encara nos olhos, toda manhã
Sim. E sabe onde a pessoa se reconhece primeira vez na vida? Quando você sabe que você já não é mais uma continuidade da mãe, uma ligação da mãe, é no espelho. É isso aí. É a primeira imagem que a gente vê quando criança, quando bebê, por volta de um ano e oito meses, por volta de dois anos. É no espelho. É isso aí. Tanto é que o ego da criança, ele basicamente é o mimetismo do ego da mãe. Ele não se reconhece como um ser individual. Ele se reconhece como uma...
Uma continuidade da mãe. E da mãe, principalmente da mãe. E aí, quando ele começa a se sentir como indivíduo, é quando ele começa a bater, quando ele começa a extrapolar os limites, que ele fala, opa, peraí. Eu tenho mãozinha, tenho braxinha. Ele reconhece a mão, o pé, morde o pé. E ele começa a falar, opa, eu tenho vontades. Sim.
Isso é muito legal. É muito legal. E aí essa situação do cadê o nenê, achou e tal, é tipo, opa, peraí, eu interajo com o mundo e a minha imagem é essa. Aí eu te pergunto agora, se você teve a formação da sua imagem, lá na infância teve muita influência social, influência do meio, influência de tudo mais e tal, se você foi condicionado ali a acreditar que você não pode, que você não é isso, que você não é aquilo, que você não é bonito, que você é isso.
O que que você vai ver no espelho? Não só vê como você vai projetar. Exatamente isso. Então, quando você recebe essa dor, porque era uma dor de quem? É dor minha.
Não era uma dor. Ou colocaram até. Sim, exato. Só que quando eu me reconheci feio, foi a coisa mais libertadora que eu poderia fazer para mim. Porque quando eu me reconheço feio, eu sei das potencialidades que eu posso desenvolver para me tornar mais bonito do que quem já é bonito e belo. Porque quem já é mais bonito.
Mas eu me reconhecendo como eu sou, eu desenvolvo em mim potencialidades que outras pessoas não conseguirão desenvolver. Então, quando eu me reconheci, eu falei, opa, peraí, eu não sou assim, eu estou assim. E se eu estou assim, eu posso chegar onde eu quero chegar, mas tenho que me desenvolver primeiro.
Juarez, você é um psicopompo, sabia? Como que é isso? É, você tem o caldo seu para... É muito mitológico isso, cara, o que você está falando. Você é o que faz o caminho entre o que potencialmente ela é, que é a totalidade das habilidades dos deuses, para o que ela nunca imaginou que ela podia alcançar, e você faz essa ligação. Você é um psicopompo, cara. Você é foda.
Eu não tinha noção dessa... É porque, na realidade... E parece que você se reconhece como isso. E isso que é mais legal ainda. Você entendeu? Cara, sabe o que eu vou dizer? Você é o barqueiro. Sabe o que eu vou dizer para você? Obrigado por me ver dessa forma. E assim, é uma forma que... Vou te dizer, isso que eu estou falando para você aqui, hoje, é a primeira vez que eu coloco dessa forma para que alguém conheça, para que alguém saiba. É a primeira vez. Porque...
Por que eu estou te falando isso? Porque é o que eu sinto. Eu falei para você, quando a gente conversou, eu falei assim, você é eu. Eu vou falar do jeito que eu falo, você é eu. É isso aí. Porque, o que acontece? Durante esse tempo, durante esse tempo que eu venho fazendo só para cima, na capa, para cima, para cima, para cima, esse tempo todo foi um tempo para que eu tive muitas estratégias para chegar, para fazer aquilo ali.
Mas fui muito guiado por Deus, sabe? Pra fazer o que fiz. E aí, vamos fazer um parênteses, então? Quando você conversa com Deus, lá atrás? Lá atrás. Porque daí você falou que você viu um monte de barbudos? Sim. Como é que é isso aí? Como você falou de Deus agora e foi guiado por Deus, vamos voltar com esse guiar de Deus, então? Preste atenção, então, no que eu vou falar pra você, voltando nessa situação. Quando eu pedi a Deus, Deus me mostrou os barbudos.
Quando Ele me mostrou os barbudos, eu pedi pra minha esposa, eu falei assim, uma preta, eu vou ter barba. Ela falou assim.
mas você não tem barba, você tem medo de jogadorzinho aí e tal. Mas eu vou ter barba de algum jeito ou de outro, eu vou ter. Porque olha só o que ele tá falando comigo, olha lá o que eles estão falando. Que a barba mudou a trajetória profissional, mudou a vida dele, mudou isso e tal. Falei, então eu vou ter barba de algum jeito ou de outro, eu vou ter. Comecei a deixar minha barba crescer, fiz de tudo, passei o que tinha que passar.
Passou bosta de cavalo também. Não, se falassem pra mim que a bosta da galinha colhida meia-noite da sexta-feira, eu ia ficar lá esperando, vai, vai, vai.
E passa, eu ia fazer. E eu comecei a ter uma barba. E quando eu comecei a ter barba, eu comecei a fazer a barba numa barbearia. E a barbeira que fazia o meu cabelo, o esposo dela cortava a minha barba. Só que naqueles dias eles brigaram e ele não foi. E ela foi fazer a minha barba, eu comecei a tirar sarro dela. Ela ficou grilada, eu acho. E começou a fazer e me fez a barba. Fiquei tudo marcado, fiquei grilado. Mas eu falo que foi a melhor barba que eu fiz na minha vida.
Porque naquele dia eu disse, se alguém faz uma barba, sabe fazer a barba sozinho, eu também vou fazer.
E eu nem me lembrei do porquê que eu falei aquilo, mas Deus, todo momento, guiando a minha vida, me mostrou aquela situação. Eu fui, comprei e comecei a fazer a minha própria barba. Aí eu fiz o meu sobrinho. Aí quando eu fiz o meu sobrinho, foi a pólvora, depois fiz os dos amigos. E comecei como hobby. Hobby. Eu trabalhava com a corretora de seguros, eu tinha minha corretora de seguros, pegava a minha maletinha e ia de hobby aos sábados fazer a barba dos amigos no fundo de uma loja.
Isso foi crescendo, foi crescendo, a minha esposa falou assim, você precisa fazer um curso para cortar cabelo. Porque os amigos estavam pedindo para mim, pedindo para mim. Eu falei, não, não, não, não, não é para mim isso.
Quando Deus quer, não é você que manda, é Ele. E o que aconteceu? Eu tomei um estorno de uma comissão que ferrou o meu mês, eu fiquei grilado, eu falei assim, eu vou entrar no curso, peguei e desci da seguradora, da corretora, e fui e me matriculei no primeiro curso. Quando eu entrei, a professora olhou para o meu trabalho e falou assim, eu estou vendo aqui um profissional que vai ter um grande sucesso e vai deixar de fazer o que faz para fazer só a barbearia. Ela profetizou na minha vida.
Caramba! E um abraço para você, professora Adriana Pencal. Ela que falou isso para você. Ela falou para mim. Eu nunca esqueço disso. Como é que ela chama? Adriana Pencal. Adriana Pencal. Pencal. Ela me falou isso e eu disse assim, será? Ela falou assim, eu não tenho dúvidas. E eu comecei. E comecei e não parei. Mas quando eu cheguei, Ventura...
Eu olhei assim para mim e falei assim, mas será, senhor, que eu vou ser barber? Mas não tinha como voltar atrás, mas porque aquilo já tinha tomado conta de mim e eu não fazia por obrigação, eu fazia por... Por lazer, por lazer. Porque aquilo... Cortar no cabelo para mim hoje não é... Fazer uma barba não é um trabalho. É uma satisfação intensa, sabe? Eu não canso fazendo isso.
Não canso. Eu acho, pra mim, é muito prazeroso porque eu não tô ali cortando simplesmente o cabelo. Eu tô dando possibilidades da pessoa olhar no espelho e se ver de uma maneira única, diferente, entende? Entendo. Entende? E isso, pra mim, é de um...
É de uma satisfação tão grande, tão grande, tão grande, que quando eu entrego uma imagem para a pessoa, é como se eu entregasse uma obra de arte. E como eu desenho, como eu faço as minhas pinturas, fazia minhas pinturas quando criança, é como se eu estivesse entregando uma obra de arte para aquela pessoa. Entendi. E Deus me fez o quê? Me proporcionou isso.
As pessoas pensam assim, Júri, você começou na barbearia? Mas, então, você já tinha condições, você começou como? Você começou já na barbearia? Chique, já. Vê hoje, né? Vê como eu estou hoje. Mas imagina que eu comecei na sala da casa da minha sogra, no ventilador. Cuiabá, 40 graus, com ventilador. Na sala da casa da minha sogra. E os amigos iam lá. E aí eu pergunto, as pessoas perguntam assim, mas, Júri, mas por que você escolheu fazer dessa forma?
porque eu precisava saber como é a vida de um profissional da área da barbearia quando não tem condições, quando não tem outros recursos e começa. Tem que começar. Eu comecei dessa forma, como ventilador. Depois eu comprei um ar-condicionado portátil, mas tudo que eu comprei não foi pegando dinheiro de outras áreas. Foi da própria barbearia. Foi da própria barbearia.
Por quê? Porque eu quis aprender a fazer o recurso com o próprio recurso, crescer o negócio ali daquela forma. Olha que legal, Júlio. Você sabe que o início de palestra minha foi assim. Eu já era...
até bem sucedido, eu tinha uma grana nas lojas, tinha uma pequena rede de lojas, e aí eu trabalhava de segunda a sábado e palestrava no domingo. Você ia cortar no sábado, e eu ia fazer no domingo porque era a minha folga. Então na folga eu ia trabalhar naquilo que eu amava, que eu gostava, que era transformar as pessoas e tudo mais. E eu lembro que naquela época eu poderia ter comprado um notebook. Eu tinha grana para comprar um notebook.
Só que eu falava, cara, não, eu vou fazer com aquilo que eu tenho na mão.
Eu não vou botar dinheiro em algo que eu não sei se realmente é o que é. E eu ia com a torre, sabe a torre de computador? A CPU ali? Eu ia com a CPU embaixo do braço para dar palestra. Eu levava a CPU, cara. E sabe a desculpa que eu dava? Eu falava assim, cara, você não sabe, meu nó te queimou. Mas ainda bem que eu tinha aqui o backup todo aqui no meu computador. Eu trouxe o computador e as pessoas falavam, nossa, que bom. É, eu passei lá no escritório, peguei.
E dava uma desculpa para levar a CPU. E eu fiz uma meia dúzia. Depois de meia dúzia que eu falei, vou pegar um... Aí eu comprei, nem existe mais. Lembra do netbook? Pequenininho. Pequenininho, um negócio assim. Eu trabalhei num desses. E aí eu comprei um netbook. Aí fiquei quase um ano com o netbook. E sabe uma coisa, Ricardo, que você está falando?
que isso me fez repensar nesse momento agora do mercado, repensar tudo isso que nós estamos vivendo, que eu estou vivendo, que assim, o que a gente constrói, a gente muitas vezes não percebe, mas nós estamos construindo da mesma forma sempre. E o que eu percebi? Eu percebi que essa minha construção me ajudou. Me ajudou, mas não vai me levar para o nível que eu quero. Entende? Eu fiz isso, tudo que foi feito e que Deus me mostrou, dos barbudos e tudo mais. Quando eu trouxe para a área da barbearia,
Eu falei assim, peraí. Quando eu entrei, eu falei, meu, é isso. É o que eu quero. Não quero fazer outra coisa. Só que aí eu estava na sala da casa da minha sogra e eu precisava saber se verdadeiramente... Não, eu precisava saber se verdadeiramente eu era um profissional e se eu ia dar certo, né? É, se você... Ou seja, se provasse aquilo, se parava em pé. Exato. O que eu fiz? Eu fui...
trabalhar em uma barbearia. E você acha que eu entrei na barbearia como profissional já? Não, lavando cabelo. Lavando cabelo, varrendo do chão. Aí os amigos que trabalhavam comigo no banco iam na barbearia e falaram assim, mas Valerias, o que você está fazendo aqui? Não, você está varrendo do chão aqui. Eu vou arrumar um serviço para você, para você ser gerente geral na agência. A gente sabe como você trabalha. Eu falava assim, está tudo certo. Eu sei onde eu vou chegar.
Eu sei onde eu vou chegar. Tá tudo certo. Não quero. Obrigado. Não, Júlio, mas você vai ganhar bem e tal. Mas não é isso que eu quero fazer. Você queria a jornada. Você queria entender do assunto. Sim. E aí, o que aconteceu? Eu trabalhei nessa, trabalhei na outra. E quando foi na pandemia, eu abri a minha barbearia. Como? Sem dinheiro. Do mesmo jeito que eu construí a primeira, lá na sala da casa da minha sogra, eu construí a segunda. Caramba, você abriu na pandemia, cara. Na pandemia, 2020.
Por quê? Porque quando eu vi tudo fechando e muitos desalugando, eu falei, essa pandemia não vai durar muito tempo, não vai durar a vida inteira. E agora é a hora da oportunidade, você tem mão de obra barata, você tem pontos e alugais mais baratos, então eu vou fazer o quê? Eu vou alugar e vou, na força das minhas mãos e na bênção de Deus, eu vou suportando esse processo, porque na hora que abrir e abrir tudo de novo, eu tenho a minha barbearia.
pronta para seguir. E foi isso que aconteceu. Eu lembro que naquela época a galera não estava deixando nem o pessoal ir cortar o cabelo. Não tem esse papo? Tem, mas você conseguiu de meia porta. Não, meia nada. Eu fechava o portão, ninguém entrava. Só entrava quem eu... E foi assim.
só para ter uma ideia quando eu abrir uma barbearia eu cortei o cabelo de um cliente cortei pintei o cabelo do cliente esqueci que não tinha lavatório instalado não tinha nada lá ver o cabelo dele hoje na pia e ele é cliente meu até hoje
Que legal, cara. Até hoje ele é cliente meu. Até hoje. Então, assim, quando você constrói aquela... Tudo que você constrói, você entrega de valor, é o que faz a gente manter a perenidade. É o fermento real do bolo ali, né? E sabe uma coisa, Ricardo, que eu não contei? Eu vou falar agora. Desde criança.
Eu falo que eu vim para fazer... Olha só, desde criança eu vim para construir uma empresa para deixar um legado no mundo. Eu falo desde criança isso. Você tinha esse chamado aí? Desde criança. Desde criança. As minhas tias falam para mim. Mas desde criança eu falo isso.
E o seu salão hoje é onde ele é? Em Cuiabá. Em Cuiabá. Em Cuiabá. É em Cuiabá, mas eu já estou vendo a possibilidade de vir para fazer atendimentos aqui em São Paulo. Só que o que eu quero fazer agora? Vou falar um pouco mais agora sobre o que eu estou vendo do mercado.
As pessoas não entenderam que o visagismo e o método Juarez Leite é diferente do visagismo e do visagismo que tem no mercado. Sim, o que você está me falando até agora, para mim, está muito diferente do que eu tive contato de visagismo. E o que acontece? Como eu criei essa metodologia minha...
É uma metodologia que eu desenvolvi, hoje eu já tenho vários alunos que estão replicando, estão tendo muito sucesso e muito resultado. Os meus profissionais também estão tendo sucesso e resultado. O que eu vi? Eu não poderia fazer, deixar que o método que eu desenvolvi fosse banalizado.
Ou seja, então eu vou diferenciar quem passa pelo meu método.
Por quê? Porque o profissional que passa pelo meu método, ele vai ter todo o quê? Todo um acompanhamento para que ele se torne um profissional melhor, para que entregue para o cliente um resultado melhor, um resultado único, que converse com o que ele quer. Sim, tem uma assinatura ali. Tem uma assinatura. Do Areis Leite. Exatamente isso. E por isso que eu já até desenvolvi aqui o meu brasão. Tem um brasão. Ai, que legal, hein?
Um brasão para que o aluno, ele... Seja identificado. Seja identificado. E além disso...
Para que ele seja identificado, está ok. Ele vai fazer a formação comigo. É uma formação que dura três dias e depois tem toda uma trajetória que ele precisa percorrer. Caramba, são três dias? Três dias. De imersão? Imersão. Tá. Em Cuiabá? É, em Cuiabá. E agora, em julho, vou estar pela primeira vez aqui em São Paulo. As vagas são bem limitadas, bem poucas mesmo as vagas. Em julho? Em julho. E como é que faz a pessoa se inscrever?
Vai mandar, no link da minha bio, tem um caminho no Instagram. Abre o Instagram para a gente ver. No Instagram, tem lá Centro de Treinamento. Tem lá um... É, Juarez Leite Oficial, não é isso? Isso, Aline. Aí, clicou na bio, é isso? Ali, na bio. Clica ali na bio. Está lá, Centro de Treinamento. E agora, eu vou colocar também ali uma formação.
Juarez Leite em São Paulo. Legal, aí vai estar em algum campo aí. E aí a gente acha. Centro de treinamento, primeiro. Centro de Juarez Leite, primeiro. Vai para o WhatsApp. E aí manda um WhatsApp e a galera vai fazendo a... Vai fazer a inscrição. Vai fazendo a inscrição. Nesses três dias, eu entrego para o profissional como ele vai se comportar, se comunicar, ver, fazer e entregar o resultado para o cliente.
Por quê? Por que eu decidi fazer essa diferenciação? Porque, como eu vi que o mercado estava muito visagismo, visagismo, todo mundo ficando com old money, todo mundo old money, old money, old money, eu vi que as pessoas não estavam... Traduzindo, as pessoas estavam, como você falou, a gente estava até falando sobre isso, que parece que também foi para uma linha única. Em vez de ser algo...
que desperta na pessoa. Não, todo mundo tem que ter esse cabelinho. Inclusive o pessoal brinca hoje, que é o cabelinho para trás. Cabelinho para trás. Cabelinho para trás é o rico. Exatamente. Mais cheinho e cabelinho para trás. Exatamente. E aí a roupa que remete é o old money, que é o dinheiro antigo, que é a pessoa com berço, vamos dizer assim. Aí eu pergunto a você o seguinte, é necessário ter o cabelinho para trás? É necessário? Não, é cativo. Você pode se conectar usando o degradê, sem barba,
Ou só com a barba, sem cabelo, ou com cabelo, com cabelo curto, com cabelo baixo, com cabelo alto, com cabelo... Independente. Entendi. Independente. É você com você no momento de vida que você está. É você com você no momento de vida que você está. Então, tudo isso que eu venho fazendo é para gerar o quê? Essa diferenciação. Por quê? Porque não dá para eu...
misturar o meu método com outros métodos. Eu entendi. Entendeu? E outra, o que eu vejo, Juarez, é o seguinte, você tem o antes, durante e o depois. Sim. Muitas vezes as pessoas ensinam só o durante, que é o visagismo. Simplesmente matemática e o que eu faço? Aumento aqui, tiro ali, faço isso, tá redondo, fico quadrado e blá, blá, blá. Mas eu acho que, pelo que você tá me falando, que eu tô sentindo muito...
E a sua preocupação é muito maior entre o antes e o depois do que o meio. Porque o meio é algo que é matemática. Agora, o início e o final, a preocupação do início e do final, ou seja, coletar os dados e transformar em realidade...
Que é o pulo do gato. Entendeu? Que é o método do Juarez. Exato. Pegar, coletar e transformar em realidade, tem que levar em consideração onde que tem o meio. O meio não é o olho do profissional, é sim o olho do cliente no espelho. E aí você ensina isso lá? É um protocolo de perguntas, de percepção? Não, é um protocolo de percepção, mas na verdade eu fiz... Eu até fiz uma escultura, que naquela escultura ela está os pontos onde o cliente olha, como...
A gente faz a volta na cadeira. Eu fiz um desenho junto com... Entendi. Entende? E é como se ali fizesse toda a leitura da visão do olho do cliente.
Entendi, cara. Porque ainda tem isso também. Uma coisa é você me olhar, outra coisa é eu me olhar. Com os próprios olhos. E aí eu fiz o quê? O método não é eu olhar pra você e fazer. É eu olhar o que você está olhando e fazer o que você precisa ver. Isso é meta-análise, sabia?
Isso é... Isso é... Programação neurolinguística. É o fazer pra você... É você olhar com os olhares do próprio seu cliente ali. Ele não pode olhar com... Você sabe que tem muita...
muita percepção distorcida, que ela vem justamente de você provocar no seu paciente, cliente, seja lá o que for, essa alternância de visão, que a gente fala visão em primeira pessoa e em terceira pessoa. Independente de como você coloca em primeira ou terceira pessoa, a pessoa vai estar mais integrada ou menos integrada. Às vezes é melhor ela estar menos integrada naquele momento, por exemplo, em um momento de fobia, trauma e compulsão, você põe ela em terceira pessoa. Em um momento de vivência, você põe na...
na vivência desse olhar, que é eu realmente olhando no espelho. Mas olha que legal, o espelho tem duas situações. Ele te coloca tanto na primeira como na terceira. Porque aquela pessoa é a terceira. Mas eu me olhando é a primeira. Sacou? Então é duas coisas ao mesmo tempo. E se você olha só o seu olho aqui, você não está olhando nem no espelho nem ninguém. É isso aí. É isso aí.
E você está fazendo para quem? Para o seu olho, para a sua vontade. Então, o profissional, quando ele não olha para o cliente, o que o cliente vê no espelho, o que ele quer ver no espelho, ele não consegue identificar os pontos onde você vai melhorar. Mas você conseguiu transformar isso? Porque, para mim, eu acho que isso aí é um dom, né, cara? É transformar isso em... Você conseguiu transformar isso em...
Em processo. Em processo. Muito bom. Em processo. Em protocolo. Muito bom, hein? Porque o... Essa é a parte difícil. É, porque na verdade nós temos um caminho. Como o caminho dos olhos ele faz, como é a curvatura da cabeça, a curvatura do fio, a curvatura... Como é a curvatura? A curvatura dos olhos, tudo isso é... Como o cliente se olha no espelho, ele tem um caminho. Todos os... A maior...
Eu não digo todos, mas 95% dos clientes que se olham no espelho, eles se olham da mesma forma. É mesmo? É mesmo. Mas você pode falar como é que é? Sim, você vai... Ele se olha como? Tipo...
Mas é um processo objetivo ou subjetivo? É objetivo. É involuntário. Ele vai olhar no espelho, por exemplo. Ele vai olhar aqui. Quer que eu mostre como eu olho no espelho? Eu sei como você olha, mas pode ir lá.
Porque, por exemplo, eu estou lá no espelho. Cara, eu acho que a primeira coisa que eu faço, acho que quando eu olho no espelho, é tipo, eu até faço a visão e arrumo o cabelo, porque o meu cabelo é muito fininho, então ele cai muito rápido. E aí eu dou aquela olhada maxilar.
Para me sentir mais, sei lá, mais linhas... Eu estou te dando umas dicas aí. Mais linhas retas. Eu gosto de linha reta. Eu gosto de coisas contundentes. Eu gosto do repicado. Eu gosto de ponta. Eu não gosto de coisinha... Entendeu? Perfeito, entendi. Só que quando a gente olha para os volumes que tem na sua barba, para a curvatura da sua sobrancelha, para a curvatura do seu cabelo, para a curvatura do seu bigode, para a curvatura das bochechas, da curvatura da linha da barba, está como?
Não sei, você que é o que manja. Redondo. É? Então. E o volume, ele gera curva. Se eu tenho muito volume, ele gera um peso. E o peso gera uma curva. E a curva, no seu caso, que você acabou de me dizer, gera para você um ruído de imagem. Tanto é que você vê, por exemplo, a testa. Quando eu era até...
Se eu for ver mesmo, eu acho que até uns 40 anos, eu me incomodava com a minha testa. Tanto é que tem gente que fala, faz implante, não sei o que. Eu falo, cara...
Eu gosto da minha testa. Eu gosto das entradas. Até porque não são entradas de queda. Eu nasci assim. Se você pegar, acho que em algum canto ali, eu tenho o nenenzinho, eu nunca tive cabelo. Não é que, nossa, está entrando. Não, não, eu nunca tive. E aí, quando eu cortei a primeira vez, foi até naquela... Que era quase que um... 9 de julho. Chamava 9 de julho.
Barbearia 9 de julho. Nem sei se existe ainda, porque ela teve grandes redes ali e tal, que era esse lance do... Quando começou o old school. Cortar o cabelo a James Dean, aquela coisa. Foi quando o pessoal começou a ter que começar a barba crescer. Eu também achava que não tinha barba. Eu não tinha barba. Eu não sei como essa barba apareceu. Eu não tinha barba.
nasceu um pelinho aqui, outro ali e eu falava, para ficar tudo falhado eu corto, até que um dia eu falei não, eu vou teimar e por conta desse nó de palestrar eu quase que não conseguia porque o início da barba parece que você é um vagabundo desempregado você fica com aquela cara
E aí eu falei, não, como eu estou de férias, eu vou teimar. E aí realmente ela apareceu. E eu falei, pô, eu me gostei de barba. Então eu não tirei mais. Estou assim há seis anos. Mas quando eu cortei o cabelo mais... Eu não esperava por isso. O cara cortou meu cabelo curtinho, até meio militar ali, puxou meu cabelo para trás. Eu falei, pô, eu gostei disso.
Gostei dessa testa aparecendo. Gostei dessas coisas mais, sabe? Quadradas, assim. Eu falei, porra, é isso que eu desejo sentir. Para aquele momento. Pode ser. Qual é o momento que você está? Depende do momento que você está.
Cara, eu... A gente até está adiantando um pouco. Daqui a pouco vai ter transformação. Se tem alguém olhando pelo buraco da fechadura e fica até o final, porque vai ter transformação ao vivo aqui. Mas, Juarez, já que você entrou nessa Seara, depois a gente volta aqui, que eu quero fazer outras perguntas para você, mas eu...
Porra, não sei, cara. Quando eu me olho no espelho, o que eu quero ver? Por isso que eu acho que é difícil o que você faz. Não é fácil o que você faz. É muito complicado isso aí. Porque, primeiro, você tem que fazer perguntas para mim as quais eu consiga verbalizar o que eu estou querendo. E, às vezes, a pessoa tem até dificuldade de verbalizar.
Ou ela compra verdades dos outros, ou seja, mentiras na realidade. Não é verdade, mentira dos outros. Ah, eu preciso disso, eu preciso daquilo. Ou, ah, está todo mundo com o cabelinho para trás, então eu quero o cabelinho para trás e tal. Que eu acho que nem fica bem para todo mundo. Não fica bem para todo mundo. Eu vejo uma galerinha aí. Claro que não. Eu falo, nossa, que coisa estranha. Mas o que eu quero sentir? Cara, eu vou tentar... Porra, bicho, como é que eu vou explicar? Eu quero sentir...
Você me definiu bem aqui, quando a gente estava conversando, e as pessoas não tinham olhado ainda pela fechadura, você me definiu bem essa coisa do o velho sábio e o transgressor. Eu me vejo assim, um cara que tem muito conteúdo, um cara que estudou a vida inteira e continua estudando. Eu leio todos os dias, eu estudo todos os dias. Eu me provoco todos os dias.
eu trago novas concepções que me incomodam para que eu vá para um outro nível de consciência, mas ao mesmo tempo eu não quero estar fechado.
naquele único modelo, como a gente chamou de old money, que parece que está muito na moda, o classudo. Todo mundo tem que ser classudo, todo mundo tem que ter uma foto meio que de formatura americana, ou então uma foto meio que todo mundo com charuto e até gosto de charuto, tem algum canto de meus charutos por aí. Eu gosto dessa coisa do...
do analógico. Você está entendendo? Eu acho que eu me gosto analógico, eu me gosto, tanto é que uma das minhas motos é uma Harley, Harley é totalmente analógica. Então, eu queria me olhar no espelho e falar, ok,
Eu me sinto um transgressor. Eu acho que a minha imagem é de transgressor. Eu não posso ser comportado. Eu não consigo ser comportado. Então não pode ter tudo certinho. É. Como que eu te coloco tudo certinho? Pois é. Mas e como que eu não te deixo também...
É para um outro momento. Raso. Porque você não é. Porque você estava falando para mim. É. Porque, Ricardo, às vezes eu te olho, você está de camiseta e parece que você é um, sei lá, um Zé Ruela qualquer aí. É. Olha só a coragem que eu tive, viu? É. Mas e aí? Não. Eu tive a coragem de falar isso para o Ricardo Ventura. É. Falou assim, porra, às vezes você passa uma imagem que não é aquilo que a gente sabe que você é. E sabe, mas na verdade, você disse uma coisa na nossa conversa aqui agora, muito interessante, que é real, né? Olha só. Você falou.
que tinha possibilidades de comprar um notebook, não comprou, carregava o seu CPU. Aí depois você comprou um netbook, tendo condições de comprar um notebook. E depois de muito tempo, você ainda não comprou o notebook. Mas você tem como comprar um notebook.
Porque você acredita na leitura, você acredita nos livros. Hoje eu já tenho um notebook. Espera aí. Hoje o que eu estou falando é já pelo menos umas duas décadas aí, eu acho. Entendeu? Duas décadas. Olha aí. Década e meia, uma década e meia. Pronto.
15 anos. Olha só, 15 anos nós estamos falando de 41. 41. É isso aí. Ou seja, 41 anos até ter um notebook. E se a gente fala de 15 anos atrás, já tinha notebooks. Mas por que isso? Já. Por que isso? Porque isso está dentro de você. Mas isso é seu. E ok. Está tudo perfeito. Está tudo maravilhoso. Só que enquanto a gente não rompe com esses...
com essas crenças que a gente tem, com essas limitações que nós temos. Essas mentiras internas. A gente não consegue ir à frente. E eu estou dizendo isso, não é sobre você, é sobre o que eu falava para mim quando eu não falava como eu estou falando contigo hoje.
Quando eu não falava para que as pessoas soubessem quem é o Juarez e como o Juarez conversa, como o Juarez sabe. O que o Juarez sabe, como eu estou falando para você hoje. Tá, mas pode falar com todas as vezes. Então, quando você diz assim para mim... Você entra nesse pensamento... Vamos agora entrar nessa seara aí. Curiosidade minha, até como um colega de bater papo. Já sou seu amigo íntimo, não sei se você já percebeu. Mas...
Até que você falou que você estava à vontade aqui, né? É muita vontade. Eu estou muito à vontade. Eu estou me sentindo em casa. Ótimo. Porque é o seguinte, esse lance da escassez, você acha que isso... Você sabe que isso, às vezes, eu acho que é... Eu acho que sim. Tem pessoas que não se permitem a viver uma vida de abundância. Sim. E ela passa a vida inteira sempre achando que vai... Eu acho que sim.
quebrar, falir, e não vive com intensidade aquela vida que ela tem. E quando eu falei escassez, é em tudo. Não é só monetário. É em tudo. É em sonho, realização e tudo mais. Mas ao mesmo tempo também eu tenho um pouco de receio
De as pessoas acreditarem que, por exemplo, eu não ter comprado o notebook era um pensamento de escassez. Para mim é um pensamento matemático. Não é pensamento de escassez. Eu vou te falar por que não é. Porque quando eu faço a palestra eu mostro que eu não penteava cabelo.
antes, para cortar o cabelo, porque eu estava num processo de me encontrar no espelho. Então, quando eu vim para a profissão, eu atendia os meus clientes sem pentear cabelo. Às vezes, eu ia sair com a minha esposa e ela falava assim, vai pentear o cabelo. Putz, esqueci de pentear o cabelo, é verdade. Mas por quê? Porque o ato de pentear o cabelo era uma questão de que eu tinha que me colocar de uma forma...
Eu tinha que me colocar de uma forma... Que você não se sentia. Que eu não era. Que você não era aquilo ainda. É, que não era aquilo ainda. Então eu falava assim, eu largava o cabelo sem pentear e de boa. Tranquilo para mim, porque eu estava num processo de construção da minha imagem. E quando você fala assim, o que eu quero dizer? Você estava num processo de construção, não era escassez de aquisição, mas era de merecimento.
Porque às vezes você falava assim, eu consigo fazer sem precisar disso. Mas eu acho que eu sou... Eu me vejo ali como mais morruga mesmo. Morruga que eu falo de português mal fechada. Não, mas então... Entendeu? Eu via como um cálculo matemático mesmo, um cálculo financeiro. É tipo... Eu não preciso disso ainda. Aí, ó. Acabou de dizer. Eu não preciso disso? Ainda. E eu posso fazer? Não entendi. E eu posso fazer?
Posso fazer com o que eu tenho na mão. Que é o que eu sempre falo. Cara, faça com o que você tem na mão. Até hoje, a nossa cultura aqui, a gente tem uma cultura empresarial que é o seguinte. O que dá para a gente... Porque aí tem um outro lance também financeiro que é o seguinte. Não adianta eu faturar mais...
e aumentar os meus custos. Perfeito. É muito melhor eu ter menos custo, porque o faturar mais não necessariamente indica que eu estou ganhando mais. É mais com menos. Exatamente. Agora, a cada real que eu economizo, esse de fato está entrando no meu bolso. É isso. Você entendeu? Eu entendo perfeitamente. Então, esse cálculo para mim, e até hoje, ele é muito claro. Isso. Então, eu...
faço, eu extremo, a gente chama isso, eu extremo a minha situação atual, pra que quando a gente vai pra outra situação, a gente vai com muito conforto, porque, por exemplo, a gente, porra, hoje eu nem sei quanto que a gente tem de equipamento aqui, então tem coisas que eu falo, quanto que é? Não me interessa, nós vamos comprar, nós vamos fazer, eu tenho o drone, eu tenho isso, eu tenho aquilo, eu tenho várias câmeras, eu tenho mesa e tal, e não sei o que, bababá, bababá, agora, sabe aquele lance de parlem.
Por exemplo, uma coisa que está me contaminando, por exemplo. Ah, hoje você sabe que tem uma onda, uma bolha, por conta até do old morning, que você precisa, às vezes, ter um terno muito bem cortado, aí você precisa ter um sapato muito bem feito, aí você precisa ter um relógio.
Que daí já tem um peso de, no mínimo, 80 mil reais. E tem algumas coisas nesse parâmetro que não me seduzem. Você entende? Eu entendo perfeitamente. Eu não consigo fazer com que... Aquela coisa de inverter que você está falando lá atrás. Eu não consigo imaginar que ter vai me fazer ser. Eu prefiro o primeiro ser...
para depois ter. Saca? Saco sim, claro. Então eu vejo que tem muita gente que ela está se enganando, acreditando que ela é, só pelo fato dela ter. Ah, eu vou botar um date, um Rolex date, ah, eu vou me tornar... Não, você não vai se tornar.
Isso aí. Não é porque você botou um terno de 15, 20 mil reais que você se torna aquilo. Com certeza. E é isso que pra mim soa muito falso. Isso comunica. Por quê? Isso comunica naturalmente quando você não verdadeiramente, não é...
o que você apresenta, isso, você tem que ser muito bom, mas sabe, chega, eu acredito que chega até o antissocial, chega a ser uma pessoa, quando ele se apresenta muito bem, quando ele não tem, quando ele não é, e ele convence, ele, eu digo que não é para todos, é para poucos. Entendi. E quando você faz esse kit, kit, kit de...
cabelo para trás, terno, kit old money, você muitas vezes vai passar uma imagem negativa. E aí, Jure, você está sendo corajoso de falar isso, você está ligado, né? Porque você está indo arrumar uns haters aí. Mas assim, vamos lá. E eu corroboro com você, porque assim, eu acho que é muito, e aí... Mas sabe o que eu... Só para falar assim, sabe por que eu digo? Porque, por exemplo,
Eu vou dar um exemplo. E eu acho que a pessoa não vai nem ser feliz e ela vai mascarar tanto a realidade dela e a imagem dela que ela não vai conseguir, mesmo com todos esses apetrechos... Uma vez eu escrevi sobre isso, que eu chamei assim, apetrechos de posicionamento. Isso são apetrechos de posicionamento. E não basta. Se você tem e você ainda não é...
Cara, a linguagem silenciosa vai demonstrar que você não é aquilo. Exato, exatamente. Então, por exemplo, por que o meu método, por que eu falo para você sobre o primeiro encontro com a autoimagem? Por que eu faço isso? Porque quando você se encontra verdadeiramente com a imagem que você quer ter, com a imagem que você é e quem você é, você tem ali um despertar do potencial. Ou seja, você olha para você e vai compreender que você precisa...
Desenvolver oratório, desenvolver seu autodesenvolvimento, saber quem você é, se conhecer, tudo mais e tal. Não basta simplesmente só vestir, e é isso nesse sentido que eu quero dizer, não basta simplesmente só vestir um terno, colocar o cabelo pra trás, ter um... Isso, ok, vai te posicionar, mas não irá sustentar. É isso aí, concordo. Entende? Vai te posicionar, mas não irá te sustentar. Como diz um...
nem sempre o acesso que eu tenho, eu mantenho naquele lugar. Ou seja, acesso não garante permanência. Se você verdadeiramente só fez isso para parecer e não tem o conteúdo, não tem a sustentação, não tem o fundamento daquilo que você quer, você não se mantém. Então, quando eu digo dessa situação, eu quero dizer o quê?
Como é que isso garante sucesso? Não é isso que garante sucesso, é resultado que garante sucesso. Se eu não tivesse resultado, eu não estaria aqui. É isso aí. Se eu não tivesse resultado, eu não entregaria o que eu entrego e eu não estaria onde eu estou. Entende? Sim. Então, quando eu falo, eu já usei bigode, já usei cabelo raspado, já usei cabelo curto, cabelo grande, cabelo tal, tal.
E quando a gente olha para resultado, a gente tem que observar que nem todo mundo que tem resultado tem cabelo para trás. Então quando a gente começa a falar sobre um posicionamento, a gente fala, ok, posicionado. Mas verdadeiramente é você? É você ou é um personagem? Se é um personagem, você já sabe quem é você. Porque se você consegue manter aquele personagem, você já sabe quem é você. E hater, eu estou...
Não, é o que eu tenho. O hater é o fermento do bolo, cara. É o que eu tenho. E na verdade, assim, quando eu falo assim... E você tem hater? Eu? Eu sou o cara que mais foi hateado no Brasil. É mesmo, cara? Muito, muito, mas muito. Eu acho que eu fui o barbeiro, o visagista, que mais teve memes, mas também foi o que mais...
atingiu outras áreas. Ah, é verdade. O que você deseja sentir... Rolavam uns memes, né? O que você deseja sentir ao abastecer nesse posto? O que você deseja sentir ao comprar essa carne? O que você deseja sentir ao fazer esse procedimento? Não, isso não é meme. Isso é pop. Você virou pop. E aí, o que acontece? Só que muitos profissionais falam assim, ah, o que ele faz, eu faço.
O serviço que ele entrega, eu entrego. O que ele entrega, eu entrego. O que ele faz, eu faço. Faço por R$40,00. Aí eu fico pensando assim, sabe uma coisa? Eu fico pensando assim, o meu barbeiro faz por R$40,00. Eu fico imaginando o barbeiro dele, do cliente, falando aquilo na minha postagem, vendo esse comentário. O barbeiro vai falar assim, pô, é verdade, o cara está me valorizando. Mal sabe o profissional que ele está dizendo... Ele está desvalorizando. Desvalorizando ele, na verdade.
E o que o trabalho meu hoje, o trabalho que eu fiz, o trabalho que eu fiz na rede social, trazendo a tona, o visagismo, o cuidado, o autocuidado para o homem, trazendo essa nova modalidade e levando a barbearia para dentro das casas, porque hoje eu tenho muitas crianças, muitas crianças, muitas senhoras, muitas esposas que gostam de ver os vídeos que eu faço, que gostam, porque eu tenho muitas crianças que falam assim...
aquele tio que faz a mágica nos homens, ou seja, a barbearia com o trabalho que eu fiz, que eu desenvolvi, que eu mostrei, a intenção real, real e verdadeira, quando eu comecei lá na sala da casa da minha sogra, no ventilador, eu passava pela cidade e eu via que as barbearias eram o preço, o valor 10 reais o corte, 5 reais a barba, 10 reais, o corte 10 reais a barba, e eu via que 10 reais, como que 10 reais, o cara vai cobrar 10 reais num corte de cabelo numa barba, como é que...
Era muito barato. E quando eu vim para a área da beleza, eu falei assim, eu preciso desenvolver algo para valorizar a nossa classe, para valorizar o nosso mercado e para fazer com que os clientes percebam o valor de um profissional bem treinado e um profissional que entrega um resultado acima da média, que faz essa conexão.
da imagem interior com a exterior. E isso que eu criei, essa metodologia toda, foi para que a nossa área fosse cada vez mais valorizada e causasse o entendimento dos clientes que um profissional bem treinado e bem capacitado para entregar um resultado, ele tem um valor diferente. E isso foi feito de maneira bem, eu digo assim, eu tive um esforço tão grande e quando eu recebi...
Os haters, eu também entendi o porquê disso. Por que eles... Eu entendi também. Porque tudo que você faz de movimento...
gera um contramovimento. Isso. E se eu não tivesse preparado para o contramovimento, não soubesse quem eu era, o que eu faço e o porquê que eu estava fazendo, talvez na primeira hateada eu tinha parado. Mas quando eu fui hateado, eu digo para vocês muito obrigado por serem haters, porque só assim vocês deixam com que outras pessoas saibam do trabalho que é feito. É isso aí. Exatamente. Então assim,
Quando eu digo sobre essa questão da percepção da imagem, e eu digo isso com toda clareza, e com toda clareza, porque quando eu me vi verdadeiramente como eu estou e como eu sou, eu me aceitei como eu sou, eu pude me ver de maneira única. É, o lance do... Essa parte que você falou de pessoas começaram a...
a usar como meme, vamos dizer assim, essa é a parte boa. Eu acho que essa é a parte boa. É quando as pessoas imitam você, brincam daquilo que você faz. Então, isso é fantástico. Essa é a parte boa. Até porque as pessoas estão lembrando de você. Agora, tem esse outro lado que as pessoas querem realmente te destruir.
Então elas vão te menosprezar, vão falar, como assim esse cara inventou o método dele? Quem ele acha que é para inventar o próprio método? Que negócio é esse? Ou, isso que ele faz não é dele, qualquer um pode fazer. O meu barbeiro faz por 50 conto e tal. Teve a síndrome do impostor, chegou a bater em você ou não? Mas total. Você chegou a falar, putz, eu acho que...
Total. Acho que eu não sou isso aí. Mas o síndrome do impostor só acontece com quem tem resultado. É isso aí. Se eu não tivesse resultado, eu não me sentiria impostor. Mas você se sentiu? Total, eu já me senti várias vezes. Eu olhar assim e falar assim, não, meu Deus do céu, mas não é verdade isso. Que é uma mentira interna. Só que o que acontece hoje? Todas as vezes que eu vejo que eu não estou assim, eu olho para aquele momento e falo assim, tá, onde está o erro? O que eu preciso fazer para melhorar?
Só para você ter uma ideia, eu desenvolvi dentro de um avião, eu vindo para, fazendo a viagem para São Paulo, eu olhei para o resultado meu, eu falei assim, cara, esse resultado meu está muito ruim. Olha só, você falar para você que o seu resultado está muito ruim. Aí eu falei assim, cara, está muito ruim. E não postei, né? Mas eu poderia postar sem problema nenhum, já postei vários também, e não é problema para mim postar um resultado que não ficou tão bom, porque as pessoas precisam ter...
Ver que tem que ter coragem para apostar. E aí eu comecei a olhar para aquele resultado e falei assim, meu, o que eu posso fazer para melhorar aqui? Eu vindo para São Paulo, no avião, eu peguei meu tablet e comecei a olhar para aquele resultado e falei assim, peraí, eu vou desenhar esse rosto.
Comecei a desenhar, comecei a fazer o pontilhismo, né? E comecei a desenhar, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, pá, tirei, fiz o desenho. Quando eu olhei, eu fiz na viagem de Cuiabá para São Paulo, eu fiz três imagens e falei assim, caraca, esse olho que eu preciso desenvolver ainda mais. E o que aconteceu? No dia seguinte, eu desenvolvi aquela habilidade que eu desenhei, eu entreguei.
Então, eu já não me senti mais daquela forma. E quando eu olhei para aquele resultado, eu falei assim, cara, esse sou eu. Agora sim eu estou conseguindo entregar. Então, todas as vezes que eu tenho uma síndrome do impostor, eu olho para o resultado que eu fiz e pelo que eu posso fazer. E quando eu vejo o que eu posso fazer, passa rápido.
Entendi. Ou seja, você realmente absorve aquilo. Eu falo que toda crítica tem aquela parte que não serve pra nada, que é uma crítica de hominem, tipo assim, ah, você é um bosta, você não sei o que lá, quem é você? Você tem aquela que te trata como um deus, que essa aí eu também falo pra você excluir. Eu falo, nossa, você é maravilhoso, você é o melhor do mundo. Nossa, você... Tchau.
Agora, aquela que está no meio, ela não é nem hater. Praticamente, ela é um comentário, é uma crítica, é alguma coisa ali que você fala, opa... Tem verdade ali. É. E sabe o que aconteceu comigo? É consultoria gratuita. Opa, sabe o que aconteceu comigo? Várias vezes, quando alguém da nossa profissão hateava, falava, opa, esse cara está falando algo ali que as pessoas não tiveram coragem de falar. Ele falou, mas espera aí, será ele...
Qual que é o propósito? E o que eu posso fazer com aquilo que ele está vendo? É isso aí. E aí, o que acontece? Todas as vezes que eles falavam mal, eu olhava para aquilo que ele estava falando mal e entendia que se eu fosse reativo, eu iria reagir. Mas eu, como ativo, eu olho para aquilo e falo assim, vou transformar isso em uma outra técnica. Isso, como é que eu posso transformar? Exatamente. Então, eu muito...
muitas das vezes que eu fui reteado eu melhorei muito por conta do que por conta da visão que eu não estava tendo que outra pessoa me passou e eu desenvolvi uma forma melhor ainda de entregar o resultado melhor com aquilo ali e esse lance de puxar se inspirou em alguém não foi assim um maluco na internet algum canto ó foi assim eu é
Na internet, eu tinha a Guê, que ela fazia o puxar a capa. E tinha várias pessoas que puxavam a capa, mas ninguém falava nada. Ah, entendi. Tinha várias pessoas. Fazia transformação e puff. Só que eu não queria copiar. Eu não queria copiar. Eu não queria que aquilo fosse uma cópia. E eu virava a cadeira para lá, virava para cá, virava para lá, virava para cá.
Coloquei até gravata no olho do cliente, porque é o símbolo do homem, colocar uma gravata e tal, para ele ver e tudo mais. Você só corta o homem. Homem. Tá. Quando eu fui colocar a capa, o celular estava gravando na bancada, eu fui colocar a capa, passou na frente do celular. Aí...
Eu falei, peraí. Vou usar esse corte. Peraí, vou usar esse corte. E se eu puxar a capa, jogar no celular também e falar, vamos para cima? Porque se eu jogo a capa para cima, é um para cima, né? Então, quando eu fiz, criou. Foi. Foi assim. Foi um ato que eu pedi a Deus também. E foi um ato que eu fiz, eu observei. E quando eu observei para tirar, foi o que aconteceu, o para cima.
E o antes que você fala, o que você quer sentir ao seu olhar no espelho, ele veio do seguinte.
Quando eu me olhava no espelho, antes eu não falava sentir, eu falava transmitir. E todas as vezes que eu falava transmitir, a possibilidade de erro é muito grande, porque a pessoa nunca fala para você o que verdadeiramente ela quer. Ela fala pensando no outro. E eu olhei para mim no espelho um dia e falei assim, mas não é transmitir, o que eu sinto? Sinto, sinto, parece que descobriu a palavra. Então, o que você deseja sentir.
Se você deseja, é como se você estivesse confiando em mim, e eu falo para você, faça o seu desejo que eu vou atender o seu pedido.
Então, o que você deseja sentir ao se olhar no espelho. Olha que loucura. Aí você me despertou umas coisas que eu fiquei pensando aqui. Enquanto você estava falando, você estava perguntando para mim. Você estava perguntando para mim.
E aí, desde moleque, desde muito moleque, eu sempre fui muito... Como é que se fala? Experimental no cabelo. Muito, muito. Qualquer coisa que tinha de... Vamos fazer, vamos fazer. Então, cara, já descolori cabelo, já arrepiei cabelo, já fiz risco no cabelo na época dos punk, já cortei tudo quanto era jeito, porque eu me satisfazia com isso.
E depois, eu tenho esse lance do fácil, meu cabelo era muito chato para arrumar, eu tinha redemoinho, eu não sei o que aconteceu, graças a Deus, era tipo assim, eu tenho fotos que assim, e eu dividia meio que no meio, então metade dele era super bonitinha assim, surfistinha, e o outro era tudo bagunçado, porque eu tinha uns redemoinhos e sumiu isso, graças a Deus. Então eu penso que assim, eu quero facilidade, mas eu quero essa coisa do...
sabe, da aventura, do transgredir mesmo, isso me atrai. Só que, obviamente, condizente com, sei lá, com o momento de vida que eu estou. Não dá para eu falar, nossa, eu vou ser um, como é que chama lá, um cara de 20 anos. Entendeu? Não dá. E não necessariamente o seu cabelo precisa ser raspado.
Ele pode ser mais baixo na lateral, que vai fazer com que você tenha linhas retas, como você pediu. Você falou isso, não fui eu que disse. Você falou com linhas retas e você falou do tamanho da testa. Quando a gente analisa a imagem, eu analiso onde tem volumes e contraste, contraste de luz e sombra. Então, se eu tenho um volume escuro que está, ao olhar para você, arredondado, curvado, a curva é maior que a reta.
A gente sabe disso. Se eu faço uma curva, daqui aqui tem uma distância. Entendi. Mas aqui ela percorre maior. Então, se ela é maior, se eu estou com uma curva na sua testa, eu estou deixando a sua testa um pouco o quê? Maior. Entende? Entende.
compreendeu agora a parametrização de como que é a linguagem metodológica do que eu faço? Não, eu não entendi muito, não. Olha só. Não, eu tô dizendo assim, eu entendi, mas tô brincando. Porque, olha só, se eu expando, né? Se eu expando, se eu expando, então o que que acontece? Nem sempre eu vou precisar raspar seu cabelo. Saquei, saquei.
Entende? Eu vou precisar diminuir o contraste que tem ali, deixar as linhas retas, para te dar essa sensação que você, quando você olha no espelho, você vai ver isso. Não sou eu. Você vai ver isso. Mas eu vejo o que eu vou fazer antes de você fazer. Então, sabe se... Eu acho que tem... Eu gosto dessa dualidade, eu gosto desse contraste. Eu gosto dessa coisa do... Meio que o... Como é que eu posso dizer? O tradicional com o agressor. O odimônico com o agressor.
Tanto é que a gente misturou muito isso, sabe? De tipo... Você sabe que eu comecei a palestrar isso em 2006? Cara, basicamente era isso aqui. Olha que loucura. Era uma calça de alfaiataria, de corte, com um sapatênis e camisa dobrada. Era isso.
Eu não usava gravata, eu não usava terno, não usava nada disso. Aí eu tive que me adaptar, porque o mundo que eu queria entrar, ele exigia terno e gravata. Eu faleci durante muitos anos de terno e gravata para adentrar nesse mundo. Depois que esse mundo me conheceu, eu tirei de novo. Então, cara, eu não uso gravata, sei lá...
Pelo menos uns 15 anos eu não uso gravata. Profissionalmente eu trabalho palestrando há 20 anos. Então eu acho que uns 12, vamos falar assim, eu acho que eu não uso gravata. Mas existe uma, agora é o que eu vou dizer, mas existe uma comunicação.
inconsciente na sua comunicação não verbal através das roupas através da forma como você se comunica pelas roupas isso aí é uma por exemplo fala assim ah eu vou usar de sapatênis sapatênis ok eu não sou o consultor de moda eu tô entendendo dois mil por exemplo tá entendendo mas às vezes a gente vai falar assim ó o que que eu vou fazer hoje eu vou me apresentar de gravata sem gravata de camisa sem blazer sem blazer
Aí tem uma outra área, que aí é uma área que eu não entro nessa seara. Entendi. Não entro nessa seara. Por quê? Porque assim, a roupa, por mais que eu entenda da combinação, dos cortes, o que faz, o que transmite cada corte, o que comunica cada corte, por mais que eu entenda, eu não entro nessa seara, porque...
É um trabalho ainda maior. Entendi. Entendi? Eu entrar aqui agora nessa seara, nós vamos mudar o... Sim, sim. E vamos para outro... E vai ser muito, muito... Não, mas só para entender o meu local, onde que eu atuo, entendeu? Só que você pode ser um camaleão. Porque você gosta de...
Moto. Moto. Mas você transita em ambientes que exigem... Muitas vezes uma roupa mais... Mais tradicional, vamos dizer assim. Tradicional. Outras vezes mais elegantes. Ou seja, mas você não deixa de ser você.
Sim. Então você tem que fazer... Aí isso é com você, meu amigo. Agora você vai ter que fazer... É, eu vou fazer contigo. Acontecer eu estar bem em todos esses ambientes aí. Aí é com você, bicho. Olha que legal. Então a gente começa a observar, entende? O que eu quero dizer? E que a gente começa a ver que tudo está ligado.
tudo está ligado. Principalmente essa parte aí. Tanto é que as cores mesmo, eu fiz lá atrás e eu não entendia por que. Eu tinha roupa que eu... Até quando a gente estava conversando, eles falaram assim, pô, cara, você está bem, você está mais jovem, não sei o quê. Mas isso, a cor interfere demais. Muito. A cor interfere demais. Muito. Aí não só a cor, mas a barba, o cabelo, tudo isso interfere muito. Ela pode ficar.
Você vê nos seus vídeos, né, cara? Tem uns vídeos seus. Abre os vídeos dele. Tem uns caras que chegam lá com 70 anos e saem com 30. Você vê o quanto o cabelo e a barba mudam completamente. Vamos baixando assim. Baixa um pouquinho. E vendo? Mais um pouquinho, mais um pouquinho. Mais um pouquinho, mais um pouquinho. Esse aí você vai ver. Qual? Esse dá para pá. Não, pode baixar um pouco mais. Baixa um pouco mais? Isso, vai. Baixa mais. Baixa mais um pouco, mais um pouco, mais um pouco.
aquele ali deu uma mudada, qual? esse do meio o do meio? o do meio está aparecendo mesmo esse aí também está aparecendo um lenhador lá do Texas
O Texas acha que não tem lenda. Não do Mississippi. Vamos ver. E ele fala o que ele está querendo. Eu quero isso, isso, isso. Me senti assim. Sabe por que funciona, Ricardo? Luiz Sullivan já disse. A forma segue a função. Se a forma segue a função, você coloca a forma para fazer a função que precisa. Exatamente isso que eu faço. Exatamente isso que eu faço. Coloco a forma para fazer a função que ele quer.
Cadê o cara? Vamos lá, agora? É, vai. Vai para a posição. Agora vai. E a gente fica na expectativa, né? Ai, caraca! Vai subir ou não vai subir? Eu vejo um grande potencial.
Mano, vai tomar na toba, né, cara? O cara virou o dono do banco agora, né, cara? Olha aí, o cara agora saiu do... Do cara do...
sustentado pelo pai e aí ele tá passando uma credibilidade absurda, né, cara? E ó, o cabelo vai eu acho uma barata quando você faz esses negócios aí e tal. Aí não tem pomada, não é nada disso não, é o corte mesmo.
Olha aí. É porque é estruturado dentro da geometria. Muito bom. É outra pessoa, né, cara? Se ele... O celular nem abre mais, né? O Face ID não reconhece. O Face ID não reconhece. Cara, então isso é muito legal. É muito legal. Eu amo fazer isso. Eu amo isso. Para mim gera um prazer gigantesco fazer isso. É muito prazeroso.
Vamos ver mais um. Tem um aí, o... Jonas, tem um que, porra, o cara era o Daniel Boom, cara. Vai descendo ali para a gente ver. Desce aí, desce aí. Desce um pouquinho, desce mais. Esse redondão deve ter ficado diferentão, hein? Não, esse ficou, mas não tanto. Vai, vai, vai. Não, ficou tanto? Só vamos ver. Quer ver? Esse do barão ficou legal. E do cabeludo. O velho? O velho e o cabeludo. O cabeludo, pelo amor de Deus, né? Se der um banho nele, já muda. Coloca o barão. Mas põe o do velho. Esse aí, é.
Agora o cara cabeludo vai brigar comigo. É bonito. Sai dessa cara de papai não, eu vou ver a cara de barão. Barão? Eu gosto de um cabelo baixo, eu tenho já uma cabelo... Pra mim, esse cara tá com cara de contador. Não me incomoda, mas se dá pra disfarçar. Meu cabelo é um cabelo bastante ondulado. Daquele jeito, né? Opa!
Vou pra praia pra cuidar dos netos. É. Sacou? Ele não gosta do bigode curto. Olha lá, já meteu que não gosta do bigode curto. Aí virou barão mesmo. Vamos ver. Olha lá. Agora eles estão me chamando de Papai Noel. Estão vendo? Me chamam de Papai Noel. É isso aí, ele está com cara de Papai Noel mesmo. Vamos ver. Contador Papai Noel. Nos finais de semana, virou.
o cara ficou mais novo pelo menos uns 20 anos olha isso cara é outra pessoa olha a testa dele cara olha as entradas ali ó como tão bonitas então eu acho legal isso é uma forma de fazer
Você está entendendo que eu não acho feio? Porque, de novo, criou-se também um problema das porras dos transplantes capilar, que parece que todo mundo tem que ter a mesma testa. Então, essa é uma situação que agora, eu dei um treinamento recentemente para uma médica de transplante capilar, que ela também faz transplante capilar, mas ela tem uma outra... Ela é especialista em cirurgia plástica de crânio facial.
como eu desenvolvi a metodologia e eu faço a leitura da Hairline, eu faço tudo isso, eu estou agora... Isso, Ventura, que está acontecendo agora, é que eu não posso ainda falar dessa situação, não posso ainda falar disso, mas nós temos um...
um projeto acontecendo também para que eu faça esse treinamento dentro da hairline da... Hairline é mamar? Hairline é a linha do cabelo. Do cabelo, é isso que você acabou de falar. Mas você acha que isso também... Você acha que eu preciso ou não? Não sei, depende do que você sente quando você se olha no espelho. Porque se você falar, aí eu já jogo até para o universo.
Tem alguém aí querendo fazer um storytelling dessa testa aqui? Olha que tem potencial para ficar ainda mais interessante dentro do que você falou. Daquilo que eu quero. Daquilo que você falou. De repente, eu estou aberto. De repente, se vier alguém bom para criar um storytelling, a gente faz meses de história. E sabe um negócio legal agora? Tem muitas técnicas que não precisam raspar mais.
Olha só. Tem uma técnica nova agora, que é o long hair, que não precisa raspar mais. Olha só. É. E dentro dessa... Você faz o transplante sem raspar o cabelo, e vida normal, e o cabelo seu continua. Isso é uma novidade, hein?
E para quem trabalha com imagem que nem eu, seria hiper mega importante. Porque tem muito executivo que o cara fala cara, eu não posso aparecer careca, como é que eu vou aparecer careca? Ou trabalha com imagem? Exatamente. Eu falo para você assim, eu vejo algumas hairlines que chegam lá na cadeira que eu concordo com você.
Gera ruído. Gera ruído. Pra pessoa. Parece que a personalidade da pessoa mudou, né, cara? E a pessoa se incomoda com aquilo e aquilo gera nele um... Um estresse. Exato.
É isso que às vezes eu tenho, que já me ofereceram, já me ofereceram vários desses doutores de transplante direto. Agora, acho que tanto eu falar não, não, não, os caras pararam, mas era direto. Ainda mais que acho que minha testa vira um outdoor ambulante, os caras falam assim, vou pegar o camoclo ali, porque esse aí não vai ter como escapar. E eu falava, não, cara, eu estou bem assim. Mas é como você falou, se fosse para algo que realmente vai trazer isso que eu...
que eu quero, que eu quero sentir, aí eu falo até que... E outra coisa, preste atenção, você já sabe quem você é.
É mais importante. Eu já sei quem eu sou. Pronto. Se você já sabe... Essas são meus dois avatares. Se você já sabe quem você é, agora não é para sentir, é para transmitir. Mas transmitir dentro da sua essência. Dentro do que conecta com a sua ótica quando você se olha no espelho. Porque não adianta eu, profissional, colocar uma ótica minha em você. Eu quero entender. Exato. É você olhar no espelho e ver que o que foi feito conversa com o que você é.
E não olhar no espelho e o que você vê, não conversar com o que você é. Quando é que você acha que foi o ponto da virada? Você falou que começou na pandemia. Cara, faz pouco tempo, cara. Temos seis anos aí. Para mim, seis anos é pouco. Não sei se para as pessoas... Na verdade, a barbearia eu abri na pandemia. Mas eu venho já da área da barbearia, foi em 2016. Esse ano fazem dez anos. Dez anos. Dez anos. Uma década já é uma década.
5 anos já é um número interessante. Sabe que as empresas, 80% delas quebram em 5 anos. Em até 5 anos. E 10, mais de 95%, sabia? Sim. Então você já está há 10 anos. Eu vou dizer mais para você. Que quando eu me vi dentro da profissão e quando eu descobri o entendimento que eu adquiri ao longo da minha infância, ao longo da minha trajetória, da minha vida...
que era sempre observar a assimetria do rosto, era observar as pessoas, eu entendi que o que eu vinha fazendo ao longo da minha trajetória, da minha vida inteira, eu simplesmente coloquei para aplicação agora. É aquele lance dos pontinhos, parece que os pontinhos foram se ligando. Exatamente isso. Quando você olha para trás e fala, nossa, parece que tudo que eu fiz, tudo que eu passei, tudo que eu fiz, culminou nisso que eu sou hoje. Exatamente. E para completar, eu sou biólogo.
Você é biólogo? Sou biólogo. De formação? De formação. Que caceta, mano. Sou biólogo. A esposa é psicóloga, né? Psicóloga. Fiz a faculdade de biologia, não é nenhum... Fiz porque minha mãe sempre me pediu. Ah, meu pai também, você tem que ter uma formação, você tem que ter um diploma, tem que ter um diploma.
biólogo foi trabalhar no banco, depois foi vender seguro que acabou cortando a própria barba e aí hoje é um dos maiores do mundo aí, né? Graças a Deus, e ainda nós vamos vir agora Você é considerado um dos maiores do mundo, né? De perfil de barbeiro, seria isso? É, um dos maiores do mundo, sim E visagismo e visagista, né? Dentro da área de visagismo eu sou o mais seguido do mundo visagista. Mais seguido do mundo?
Que legal, né, cara? Eu fico tão feliz com isso. Isso é legal, mas sabe quando você não se envaide... Eu não me envaideço por isso. Porque o que eu fiz foi para que fosse benéfico. Ah, mas se envaideça sim, cara. Respira, se envaideça. Pronto, então tá bom. Se envaideça. Pronto, tá bom. Então vou, vou. Tira essa mentira interna falando assim... Ah, não, não.
Tá bom. Eu acho foda. É legal. Isso aí. Pronto. Então pronto. Então olha só. Um destrave ao vivo aqui para vocês. Pronto. Eu recebo. Isso é resultado. Eu recebo. Eu me vai e desço. Eu recebo.
Eu fico feliz quando as pessoas falam, pô, Ventura, eu me transformei, descobri mentiras no relacionamento, fiz aquilo, joguei o cigarro no lixo, porra, agora estou fazendo, abri meu canal, e eu respiro isso e falo, porra, legal, cara, vai desse assim, descrave ao vivo, então. Pronto, foi isso. Essa é a verdade. Sabe que a sua postura até mudou quando você falou?
Olha que legal. Massa. Isso acontece na imagem. Quando você sente... Você acabou falando. Até a postura mudou. Foi desbloquear ao vivo. Você respirou e fez. E você falou, é isso aí. Agora eu sou foda. E sabe uma coisa que aconteceu recentemente? Eu fiz agora, vim de um workshop que eu dei em Salvador. E dou uma mentoria. E eu mudei a minha forma de mostrar o que eu faço.
Eu mudei a minha forma. Porque se é no espelho, antes eu filmava o cliente lá sentado na cadeira com a visão do videomaker, com o olho do videomaker. Mas se é no espelho, eu coloquei a câmera no espelho. Ou seja, os alunos que estavam vendo, eles viram eu arredondando o rosto do cliente e desarredondando. Dando papada, tirando papada. Aumentando a bochecha, diminuindo a bochecha.
Eles viram ao vivo isso. Aí eles falaram assim, não, peraí, então não é só um corte de cabeça. Porque você fala que você meteu a câmera na altura dos olhos da pessoa. A câmera é o espelho, seria isso? É o espelho, exatamente. A câmera ficou aqui, no olho do cliente ali. Não, ficou no espelho. Então, ficou no espelho. Na altura do olho do espelho. Ficou lá no espelho. Então, os alunos viram o que o cara estava vendo.
É muito louco isso, é legal, hein? É, e aí tem um ângulo agora que eu já identifiquei para fazer essa captação, para fazer essa leitura, para transmitir isso. Eu sou meio louco. Na verdade, assim, eu vou dizer a verdade. As pessoas falam assim, mas isso ali não deve... Não, eu sou doido mesmo, eu sou meio maluco, eu confesso, eu concordo. Mas aí eu falo para a primeira coisa. Você curte experimentar as coisas. Muito.
Eu acho que a coragem do sucesso... O resultado do sucesso vem da coragem. Muito. Se você não tiver coragem... E sabe qual foi a primeira coisa quando você fala coragem? Sabe o que foi o primeiro ponto que eu fiz? Foi quando eu decidi... Eu fiz um corte de cabelo intencional. Falei para o meu modelo na época. Ficou ruim. Ficou horrível esse corte. Mas...
Ele não ficou bom, tá? Vai dar ruim, mas vai dar bom. Se me autoriza a postar, ele falou assim, eu quero aparecer.
E foi o vídeo, o primeiro vídeo que bateu mais de um milhão, foi para cinco milhões de visualização. E esse vídeo foi onde eu tive muitos haters. Caraca, cabelo de todo mundo, tudo mais e tal. Aí eu comecei numa sequência de vídeos não tão legais, porque os haters começaram a bater, bater, bater, bater, bater. E quando eles começaram já, quando eu vi que estava impulsionando, eu vim com um resultado positivo, com um resultado bom, com uma transformação, porque aí... legal.
Então, espera aí, vamos lá. Aquilo aconteceu não de forma proposital, não. Você teve uma intenção no corte. Sim. Aí você falou, não ficou bom. Sim. Legal isso, hein? Sim. E aí você falou para o cara, vamos botar? Você avisou para o cliente, falou, não gostei do resultado, não é isso que eu queria para você, mas vamos botar no ar? Aham.
Mas aí você falou que errou ou não? Ou só deixou? Você falou na hora do vídeo, não gostei. Você deixou. Deixou os haters hateando ali. Na verdade, eu fechei a porta.
O que eu fiz? Eu falei, falei, falei, falei, falei, falei, falei, falei, falei, falei. E quando eu mostrei o resultado, mostrei um segundo e meio de resultado. Aí ele começava o vídeo de novo. Aí eles ficaram loucos. Porque, pô, falou, falou, falou, falou, falou, falou. E mostrou um corte ruim e o vídeo foi impulsionado por isso. Mas foi uma estratégia. Saquei, saquei, saquei. Agora, você já percebeu que mesmo nesses que você puxa... Porque é assim, cara. Eu já senti. Vou falar como...
aberto, seja a vontade. Não tem problema de hater, não? Pode mandar. Não, não, não. Não, não, não. Não, não, não. Eu estou falando, você pode falar, porque eu não tenho medo de ser hater. Ah, eu vou falar. Não, porque assim, eu já vi uns que até eu choro. Eu falo, que merda, estou chorando porque estou vendo um barbudo com o cabelo cortado. Entendeu? Me emociona pra cacete. Aí eu falo, caraca, mano. Às vezes, principalmente quando tem alguém aí junto e tal.
Eu falo, meu, assim, porra, né? Só que às vezes eu vejo que a pessoa, ela parece que não se permitiu. Sim, normal. E aí ela não chegou no ponto onde ela queria porque ela não se permitiu. Acontece. Ou chegou no meio do caminho. Tem alguns que eu olho e falo, cara, não foi até o ponto que ela queria porque talvez ela não...
não se permitiu ali. Saca? Sim. E outros que não permite zero. Porque do jeito que a pessoa entrou, ela só lavou o cabelo do cara. Aí eu falo que... E aí, com essa minha habilidade de leitura, eu falo, cara, esse se entregou, esse se entregou até a metade, esse se entregou zero. Eu também tenho essa percepção. É. E tanto que quando... Eu também.
quando eu entrego um resultado que a pessoa não se entregue, não se permite, não tem aquela conexão genuína, mas algo muda.
Porque existe um processo de aceitação da imagem por parte das pessoas que sentam na cadeira. Que às vezes está naquele momento. Que às vezes aquela mudança que muitas vezes para o outro parece que não foi muita, mas para quem recebeu a imagem e viu, foi um momento muito maior do que ele esperava. Entendi.
Ou ele sabe que está na transição também. Exato. E eu acho que é isso que às vezes eu percebo, que o cara percebe que ele está na transição. Perfeito. Alguns são catarse. Você entende o que eu quero dizer? Eu entendo, claro que sim. Tem uns que eu falo assim, cara, esse cara está na catarse, está na epifania. Sim, claro. Esse aqui está na transição. Claro. Esse aqui não aceitou a mudança. Claro, claro. Ele não quer. Sabe por que eu mostro?
Para as pessoas entenderem que as pessoas são diferentes. É isso aí. Não adianta eu mostrar só um resultado lindo, maravilhoso e positivo e paralelá tal. Porque se não fosse, se fosse só assim, ah, legal, seria legal, bacana, ok. Mas tem pessoas que aceitam a imagem e sentem a emoção de maneira diferente. E quando eu falo de individual, é individual. Então não é uma imagem padronizada, é personalizada. Ainda que não cause na internet, em quem está assistindo, um uau.
mas na pessoa que recebeu a imagem, muitas vezes que não sorri, que não sorri, e ao olhar no espelho ele fala assim, uau, legal. Aquele abrir ali, aquele sorriso, ainda que não seja um sorriso. Ela está interiorizando. Interiorizando, ela está percebendo, ela está em choque.
Você já teve algum caso, tipo que nem aconteceu naquelas programas de TV, que a pessoa fala, porra, grava, mas depois que fecha a câmera, a pessoa, puta, não gostei? Então, como a imagem que eu faço não é uma surpresa, nós vamos construindo juntos.
Então, isso, você me enganou, hein? Olha lá, não minta para mim. Ah, viu? Então, porque assim, eu não tinha ideia de que tinha essa conversa, ou melhor, o demonstrar antes, que você fala aqui, vou fazer isso com você. Só que isso você não mostra para a gente, né? Você só mostra a conversa inicial e o final. No meio você não mostra.
É, até que é uma verdade mesmo. É verdade. Você mostra o cara barbudo, aí pum, já transformado. O meio você não mostra. É porque é o seguinte, o que acontece? É verdade. Internet, a gente coloca os picos de dopamina. Então você tem o conteúdo, tem dopamina no conteúdo.
Então, se o seu conteúdo é dopaminérgico, ele vai, tende a fazer o quê? A retenção e tende a viralizar. Mas não necessariamente ele vai viralizar, mas ele tem a... Aí eu faço todas as análises nos meus vídeos, o que foi certo, o que não foi certo, o que deu, o que não deu. Eu vou construindo essa frequência para a pessoa, para a hora que entra o vídeo, ter uma frequência que vai prender e reter a atenção. E isso não é só comigo que eu faço, isso eu já fiz para várias outras pessoas, para várias outras áreas também.
Então, o que acontece quando você fala, ah, isso não me interessa para mim. É porque assim, como eu vou construindo a imagem junto com a pessoa, é uma imagem construída em conjunto. E se a pessoa não gostar...
Você não produz. Tipo, não gostar, você fala do resultado da parte... Como é que fala? Da entrega. Não, não da entrega, do planejamento. Você está no planejamento ainda. Aí ela não curtiu, você tem que mudar.
Fiz aqui. Olha, esse resultado vai produzir isso aqui. É isso mesmo que você quer? É. Então, vamos lá. Vou fazer. E você mostra como? Você mostra em foto? Não, no espelho. Não, no espelho. No espelho. Na hora que a pessoa... Nós vamos fazendo, ela me falou, eu fiz, analisei, mostrei o que vai ser feito. Então, você mostra para ela o que vai ser feito. Aham. Desenha ali na hora. Então, mas talvez o que? Você desenha. Porque é em cima da foto dela?
É, em cima da foto. No tablet ali? Aham, em cima da foto. Entendi. Desenha em cima da foto como vai ficar, como vai ser a mudança, né? E se você projetou. Só que na hora que nós vamos fazer...
muda o jogo. Por quê? Porque foto é estática.
Na fazendo, tem o movimento, tem o fio, tem o contorno e tudo mais. Só que a foto, ela revela uma forma, ok? E o que eu faço é fazer a forma ao vivo, na pessoa. E quando eu vou construindo a forma, a pessoa vai vendo e vai absorvendo a construção daquela imagem. Ou seja, ela já vai se adaptando àquele processo de...
nova imagem. Como eu mostro para a pessoa o completo? Só com a finalização. A finalização é o efeito uau. É o efeito uau. Quando a construção vai acontecendo, ela vai concebendo aquela imagem e vai sentindo que ela está contribuindo comigo. Que aquele cliente está contribuindo na construção da sua autoimagem. Você já teve feedback assim depois de porra?
Minha altíssima mudou, minha vida mudou. Muito. Eu já tive clientes que entraram num processo de mudança tão grande que perderam 17 quilos, porque mudou a forma como se viu no espelho. Começou a se amar. Começou a se amar. Teve pessoas que foram promovidas. Teve pessoas que...
Arrumaram, casaram. Descasaram. Descasaram, porque muitas vezes a imagem que tinha era de uma imagem mais fraca. E aí, ao se ver e reconhecer a submissão, também se libertou. Caraca! Muitas coisas acontecem quando você se reconhece. Por isso eu falo, eu vejo um grande potencial aqui. Você está catalogando isso, não? Desse feedback?
Sim, é bom. Sim, catalogar isso aí. Sim, para você mostrar o efeito colateral. Sim, eu tenho até um vídeo, tem vários vídeos de clientes que passam e me mandam vídeos falando, Joriza, minha vida mudou, aquele atendimento que você fez comigo, mudou muito, até hoje estou com a mesma imagem, porque eu sinto que essa imagem me representou muito, é a minha.
O cara que voltou a ter ereção. Ah, isso aí. Olha, meu namorzinho. Meu namorzinho. Meu amorzinho aqui está melhor. Mas preste atenção então agora. Você viu que já que o Jonas viu. O Jonas viu. Eu acho que ele está precisando. Ele está querendo cortar o cabelo para o amorzinho dele começar a ficar melhor. Olha só. E o que é mais interessante. Sabe o que acontece? Isso eu vou dizer. Vários clientes chegam e falam assim, Juarez, eu quero aquela imagem. Porque o dia que você faz...
Tem em casa. Olha lá. Eu tenho, cara. Já desperta a libido na... É porque a percepção muda. Tanto dele do outro. Aí ele fala assim, cara, irmão, quando eu faço a minha barba, o meu cabelo, a minha mulher me olha diferente. E para mim, toda vez que eu não acho caro, é um investimento vir aqui.
E aí vira um... Fogo no parquinho. Caraca, bicho. Muda muito, muda muito. E você está... Não sei se eu entendi errado ou não. Você falou que está agora numa situação de... De posicionamento, é isso? Você está trabalhando com o posicionamento das pessoas? Sim, na realidade é assim. O que acontece?
Eu venho fazendo palestras para outras áreas também, para a área de empresários, para o grupo de empresários. Então, eu tenho muitas pessoas que têm me procurado para fazer mentorias em sentido do quê? Júlio, analisa aqui, vê como está o meu conteúdo, se está legal, se não está legal, porque além de tudo isso que eu faço, todo esse movimento que foi criado, as pessoas me perguntam qual é a agência que fez para você, quais foram as pessoas que fizeram. Tudo foi criado por mim.
Dentro da minha visão, dentro do contexto. Dentro das suas demandas. Dentro das demandas, dentro de tudo isso. E isso eu consegui hoje, eu consigo fazer com que você também faça, com que outra pessoa faça. Porque dentro do que nós comunicamos, nós temos um processo que é o quê? A essência. Se a essência não está conectada com o propósito que você está comunicando, você não vai conseguir, vai ter ruído. E isso eu identifico de uma maneira muito rápida, muito tranquila para fazer. Crio bordões, crio tudo isso, todos esses bordões que foi eu criei.
Já criei bordões para várias pessoas. Para várias pessoas e vários, até trejeitos mesmo para a pessoa fazer. Para ter esse gancho de viralizar. E de identificação. Então, eu estou muito voltado agora também, Ventura, para a área empresarial, que é o que eu amo fazer. A estratégia de negócios, equipe de alta performance, cultura organizacional. Só para você ter uma ideia.
Agora eu quero falar um pouco sobre isso aqui, eu vou falar um pouco sobre o que aconteceu agora recentemente na minha barbearia. Nós, quando você perguntou da síndrome do impostor, preste atenção nisso que aconteceu com a gente agora então.
Nós temos uma barbearia lá em Cuiabá e ela tem um número legal, um faturamento legal. E eu tinha profissionais que começaram comigo, uns começaram comigo e outros ficaram muito tempo comigo. Só que chegou em fevereiro, agora, os três maiores faturamentos saíram. E aí você fica assim, meu Deus, e agora?
você fica pensando assim, cara, se eu perder esses caras, como que vai ser, né? E se eu perder um deles, como que será? Você fica se sentindo o quê? Um impostor. Porque você às vezes pensa, o que eu vou fazer se sair um? Pô, tinha um profissional que ganhava 35 mil por mês pra ele, no bolso dele, certo? E aí decidiram sair os três, de uma pancada só. E o que o Juarez teve que fazer?
Juarez olhou para a situação, quando eles saíram, Juarez olhou para aquele cenário e falou, espera aí.
a empresa, a marca Juarez, ela é maior que o próprio Juarez. Então, se eu construir vários negócios, eu vou construir novamente. Eu olhei para o meu negócio, olhei para a minha metodologia, eu contratei, na mesma semana saíram três, eu contratei quatro. E esses quatro que eu contratei, eu treinei eles dentro de uma metodologia que eu considerei, que eu falei, eu preciso...
treiná-los para que não haja ruptura na percepção do meu cliente de resultado. E eu criei o MAR, que é o mínimo aceitável de resultado. E dentro do mínimo aceitável de resultado, eu treinei esses profissionais em uma semana para que eles entregassem um resultado acima.
da média, dentro do que a gente esperava de mínimo de resultado. O que aconteceu, eles saíram em fevereiro, no mês de março, o nosso faturamento foi o maior faturamento... Aumentou? Aumentou. Você conseguiu colocar os caras automaticamente. Exatamente. Foi o maior faturamento desse ano. Então, nós estamos falando de janeiro, fevereiro e março.
nós tivemos um faturamento absurdamente melhor. Por quê? Porque a cultura organizacional que nós desenvolvemos na barbearia, ela fez com que esses profissionais que entraram, eles se adaptaram à cultura, adaptaram à entrega do resultado e fizeram do nosso ambiente um ambiente ainda melhor do que estava. Entendi. E isso...
Tudo foi possível por quê? Porque lembra que eu disse sobre a zona de conforto? Lembra que eu disse sobre toda essa situação? Deus veio com os dois pés no meu peito e me falou assim, meu filho, eu não fiz o que fiz para você se acomodar. E o que aconteceu? Diante disso, eu criei uma nova metodologia e criei uma mentoria também, que é a mentoria ímpar, que é para profissionais que querem ser ímpares no mercado. E a metodologia marca de alta performance, onde nós...
Entregamos cultura, método de treinamento, método de resultado. Tudo isso que eu fiz, que eu passei... Você botou em prática em você... Eu botei em prática... O que eu construí nesses 15 dias de fevereiro, restante, finais de fevereiro...
Foi um aprendizado gigante, porque eu construí um resultado aceitável, que ele é considerado acima da média, e ao invés do meu faturamento cair, o meu faturamento aumentou. Por quê? As pessoas que entraram novas, eles já entraram nessa cultura de resultado.
E aí aquela velha história, né, cara? Muitas vezes, eu, porra, em 35 anos de CNPJ, já passei por uma porrada de abismo, né? E quando você está naquele momento do turbilhão ali, você fala, fudeu.
Fala, fodeu, agora não tem mais jeito. Agora vou recuar 10 passos, como é que vai ser? Noite mal dormida. Só que daí, se você não parar, e se você for para cima, parece que é justamente onde você dá aquele salto.
que você fala, porra, é como você disse, agora melhorou até o faturamento. E aí mudou a cultura, mudou como você agora atende, como é que você vai fazer, como é que você vai lidar com aquilo. E de novo, e aí entra uma situação, Juarez, que eu sempre falo na sociedade.
Você não controla. Muita gente acha que você trouxe isso para você. Não. Você não controla isso. Não controla. Mas o significado que você dá a isso, aí é responsabilidade sua. Exatamente isso que você acabou de dizer. Porque assim...
Olha, imagina, a pessoa ganha 30, ganha muito mais, ganha dinheiro muito mais que o mercado e ainda assim você não controla. Por quê? Porque nunca é suficiente o que você faz. Nunca é suficiente. E quando a gente começa a observar essa situação toda, o que eu vi ali naquela hora? Eu falei assim, peraí, agora é a oportunidade de fazer...
diferente, por quê? Porque a cultura que nós construímos, que fez com que nós passássemos por esse momento, de uma maneira muito diferente. Eu olhei para aquela situação e eu falei assim, cara, no começo você fala, pô, que foda, como vai ser agora? O que vai acontecer agora? Mas aí eu parei, respirei, falei assim, falei para minha esposa, falei assim, você confia? Ela falou assim, nunca duvidei. Eu falei assim, então você vai ver o que vai acontecer. Eu vou fazer nosso negócio ser maior ainda.
E aí depois eu comecei a observar. Falei assim, cara, as pessoas acreditaram.
que saindo iriam quebrar o meu negócio. Pelo contrário, me ajudaram a crescer ainda mais. Que é isso aí, que você tem que encontrar uma... De novo, ou você deprime, ou você expande. E aí o que aconteceu naquela hora? Síndrome do impostor? Não, o cara pode abrir outras barbearias, tem tanto tempo para treinar, tem que treinar, demora muito tempo, não vai dar tempo de treinar os profissionais.
E eu me vi numa situação que eu tinha que treinar aqueles profissionais que entraram na minha barbearia para eles entregarem o resultado acima da média em pouco tempo. Ou seja... Você teve que criar alguma coisa ali que... Que até então não existia. Não existia. É isso aí. E o que isso fez? Me abriu as possibilidades para que eu possa abrir em qualquer lugar do país hoje uma barbearia juarez e entregar para o meu cliente um resultado.
O mesmo resultado. O mar ali, né? Exatamente. O mínimo aceitável de resultado. Exatamente.
Então isso, às vezes as pessoas pensam assim, ah, foi ruim. Cara, quando você olha e vê que você não tem capacidade, é uma coisa. Mas quando você olha e fala para você, onde eu errei, o que eu fiz, o que eu não fiz, e o que eu posso fazer agora para fazer diferente. Você faz o que? Descobre uma potencialidade. Então eu sempre olhei, eu olhei e falei, tem potencial aqui, tem ouro aqui. Tem potencial aqui, se tem potencial, eu vou desenvolver. E foi o que aconteceu. Cara...
tá surreal agora que você falou pra mim ficou muito claro o tem potencial aqui essa é a verdade forte que é maior que o Juarez isso é o maior que a própria Juarez é a marca do Juarez que é maior que o próprio Juarez esse que é a grande sacada tem potencial aqui e o tem potencial aqui pode se expandir não só
para barba e cabelo. Não só para barba e cabelo, mas para negócios. Para a evolução daquilo que a gente falou, de um problema se transformar em uma possibilidade. E eu vejo isso, e isso eu falo, o meu pai, ele me ajudou muito na construção dessa minha forma de ser. O meu pai, ele sempre disse assim, eu sou bruto, rústico, eu sou bruto, ignorante, mas ele sempre teve uma coisa comigo que foi assim.
às vezes eu pedia para ele me ajudar e muitas vezes eu achava que ele não sabia. Depois eu fiquei pensando que eu achei que ele não sabia. Mas por quê? Porque ele falava assim para mim, Juarez, filho, vai lá e tenta até você conseguir. Se você não conseguiu fazer ainda, é porque você não fez da maneira que precisa ser feita. Então eu ia lá, mas está difícil.
Tenta mais uma vez, você não fez ainda como tem que ser feito. E eu ficava analisando todas as possibilidades até chegar. Consegui, pai, consegui, consegui. Eu não disse para você, meu filho, que você conseguia? Que legal, hein? E isso ele foi fazendo comigo ao longo da minha vida inteira.
E às vezes a gente não percebia, eu falava, pô, mas meu pai não quer me ajudar. Não, meu pai quer desenvolver o meu potencial. De resolver as coisas. E de resultado. É isso aí. Você sabe que eu gosto muito disso, né? Eu gosto que as pessoas, elas criem e não dependam da minha... É lógico, está precisando de uma inspiração, de alguma coisa, como é que faz? Tudo bem, mas eu quero que as pessoas façam.
da maneira delas. De repente vai ser até uma maneira melhor do que eu estava imaginando. Porque se eu der aquilo que eu sei fazer, eu não estou deixando criativamente aquela pessoa resolver aquele problema. Que às vezes pode ser melhor que o meu. Perfeito. E eu sempre digo, eu faço muito isso.
Eu falo assim, se permita errar, eu não vou ficar bravo. Vai, erra. Eu preciso que você erre buscando uma solução nova. Porque às vezes o que você errou, para você pode parecer um erro, mas quando eu olho aquele erro e vejo possibilidades, isso melhora muitos processos e muitas estratégias que vêm pela frente. Então eu permito que você erre. E outra, tem um lance que é... Eu até quebro muito essas mentiras internas.
quando eu falo no lançamento, que é o seguinte, tem muita gente que não faz, ou não se permite, ou acredita que não consegue, ou não merece, porque simplesmente ela acredita que tem que acertar na primeira vez. Eu sempre falo isso, cara, você não tem obrigação de acertar.
na primeira vez, mas você tem a obrigação de fazer até acertar. Essa é a diferença. Exatamente isso que me fez chegar aqui e me faz estudar todos os dias e olhar para rostos e ver possibilidades todos os dias. Porque eu não paro, as pessoas até brincam comigo, você fala assim, olha, sua cabeça é muito... Você não consegue parar, você não consegue desligar. Eu falo assim, olha, dificilmente eu consigo desligar mesmo, mas é porque eu começo a observar onde eu quero chegar e o que eu quero fazer.
Então, quando eu falo isso, eu falei, eu vou fazer o que eu fiz. E agora eu tenho um outro propósito, e eu vou fazer o que precisa ser feito de novo. Por quê? Porque não dá para ser...
Sem conseguir. Não dá, não dá. Se você não sabe quem você é e o que você está disposto, olha só, então eu sei quem eu sou. Eu preciso fazer, não é? Para ter. Então, eu estou fazendo agora o que eu preciso fazer para ter o resultado que eu quero ter. É isso aí. Então, Ventura, quando eu falo assim, olha só que legal. E eu disse assim para mim, Juarez, você tem uma responsabilidade muito grande com o mercado. Sim, tenho. E se a responsabilidade é muito grande, eu tenho uma responsabilidade com os clientes. Por quê? Os clientes me procuram.
Tem alguém, algum aluno, tem algum aluno, tem algum aluno. E o que vai acontecer agora? Já vou dar um gancho para o que eu vou fazer agora. Eu estou construindo isso, eu vou falar, porque assim, eu estou construindo um app.
Para o cliente identificar onde tem um aluno certificado por mim. Olha que legal isso, hein? Entende? Certificar vai tirar um monte de ruído aí no meio do caminho. Exatamente. E isso vai gerar o quê? Para o aluno e para o profissional. Um baita valor. Um baita valor. Agregado e reconhecimento, certificação. É para todo mundo?
Não, é para quem quer. Eu sou bem transparente com isso. Se você quer, eu quero. Se você não quer, eu não me esforce para você querer. Porque é muito pesado carregar quem não quer.
É muito pesado carregar quem não quer. É verdade. Eu não dou conta de carregar quem não quer. Eu já fiz isso muitas vezes e eu fiquei com um peso muito grande. E o sentimento de ser incapaz de fazer o outro crescer é o que gatilha o impostor. Também. Entende? Entendi. E eu fiz o quê? Eu me libertei disso porque agora se você quer, eu quero. Se você não quer, eu vou entender também a sua limitação, mas você cresce.
Eu falo que é o seguinte, o pássaro, e acho que a gente tem essa, como mentor, como alguém que quer resolver as coisas, o pássaro é o seguinte, para ele voar, ele tem que bater as duas asas. Então, eu vou bater a minha para você. Você vai bater a sua? Então, não adianta só eu bater se você não bater.
não vai alcançar o voo. Então a gente tem que fazer, tem que mostrar, tem que ensinar. Mas se o outro lado também não fizer, a coisa não decola. E eu digo mais ainda, eu gosto muito dessa analogia do pássaro e eu utilizo muito uma expressão na...
na barbearia, na palestra que eu dou para os meus colaboradores, para os parceiros que eu tenho, que é o seguinte, tem muito profissional que tem síndrome de passarinho, de filhote de passarinho. O que acontece? Que é tudo na boca. É isso aí. E para o cara voar, ele tem que sair do ninho.
E tem que bater a asa. Se ele não sair do ninho, ele não bate a asa. E se ele não bate a asa, ele não aprende a voar. Ou seja, sair do ninho, muitas vezes, não é você simplesmente só saiu do ninho e foi. Não, é você saber que você tem que sair daquele ponto que você está para descobrir outros pontos. Então, não adianta você viver sendo filhote de passarinho, porque você vai morrer no ninho. É isso mesmo. Eu penso assim.
Cara, você já cortou cabelo de um monte de gente, né? Já. Famosona, hein? Já. Quem, por exemplo? Ah, já cortei cabelo do Zeneto Cristiano, já cortei cabelo do Caíto. O Caíto foi lá na barbearia. O Caíto foi lá, o Fabiano Menotti, o César Menotti. Que lugar legal aqui, que astral. É, foi muito legal. Foi ele com a esposa dele, não foi? Foi ele com a esposa dele, eles foram achapados. E eles, cara, eu vou perder o pôr do sol, mas vale a pena. A esposa dele depois no final falou assim...
Meu amor, valeu a pena demais perder o Pôr do Sol. Você está lindo, está maravilhoso. Então, assim, já fiz cabelo de muita gente. Já fiz o Danilo Gentili, que, por sinal, amo demais. Cara, gente boa demais da conta. Já fiz cabelo de várias pessoas. Inclusive, inclusive, em breve, em breve, eu estarei também atendendo em São Paulo. Que legal, hein? Eu vou atender em São Paulo. Vale a pena, hein? Porque, assim, na realidade, a intenção, Ricardo, é expandir esse...
esse modelo de atendimento que eu tenho lá em Cuiabá, modelo de negócio que eu tenho para outros lugares.
Saquei. Entende? E dá para você fazer isso tranquilamente. Agora sim, com a metodologia. Dá para você fazer isso tranquilamente, porque você pode. E aí, só vou botar um barulho na sua cabeça. Dá para você fazer nesse modelo que você está dizendo. Você vem, abre, ensina, e aí você vai ter a tua equipe. E um dia, sei lá por quanto tempo, você vai ter que atender aqueles clientes mais VIP ali.
E aí você pode fazer São Paulo, Rio, Minas, pega os grandes principais polos e fala, está aqui, e aí você faz só os VIPs ali num lugar que já é uma base naquela região ali. E é isso, esse ano nós vamos abrir mais uma em Cuiabá, nós temos essa demanda de pessoas diferentes lá.
Nós temos essa demanda. Porque Cuiabá está com quantos milhões já? Não, não tem milhões. Tem 800 mil habitantes. Porra, bicho. Então, São Paulo, quando você vier, lascou, né? Porque, porra... Aqui são 20 milhões, cara. 20 milhões.
Você já pensa em onde você vai fazer? Ainda estamos em visualização. Mas eu primeiro, antes de vir... Vai ser... Antes de abrir... Vai ser fisgado por Alphaville?
Não penso Alphaville. Eu também não, cara. Eu espero a pessoa falar. Depois que a pessoa fala, sabe por quê? Tem muita gente que, sei lá, parece que foi para lá no intuito de, ah, estou em Alphaville e tal. Mas eu acho que é tão contramão da maioria das pessoas. Eu acho que se você fosse atender só as pessoas de Alphaville, se tivesse um negócio lá...
Agora, São Paulo é muito grande, cara. É muito grande. Eu penso, não penso, não pensei lá ainda. Não visualizei. Mas primeiro eu vou vir para atender. Entendi. Primeiro eu vou vir para atender. Lógico, vale a pena, né? Botar água. Deixa eu ver a água, se ela está quente, se ela está fria. Isso mesmo. E aí, depois, no próximo momento... Mas como a gente fala, a gente tem esse pensamento.
Eu falo que é matemático, é um pensamento ilógico. Não é tipo, ah, vou fazer. Não, vai num pensamento lógico. Eu digo sempre que cachorro mordido por copo termina até de linguiça. Não é? Então, quando você tem essa percepção de quem você é, do valor que você tem, onde você quer chegar, você vai com cautela. Não é simplesmente ir fazendo, fazendo. Não, peraí, calma lá. Dentro do meu planejamento, todo o que eu fiz, eu estou dentro do meu cronograma. Você acredita nisso?
eu tô dentro do meu cronograma do meu planejamento porque eu falei legal hein eu falei assim ó eu vou deixar agora porque eu venho com uma outra bem outro um outro é um outro quadro agora eu só tô agora vai ver em outro quadro da mão outro quadro bem tem outro quadro agora é bem massa que vai ser e nesse agora
Por exemplo, agora eu vou dar uma descansada, vou levar minha filha. Agora eu já posso falar, né? Eu vou levar minha filha pra curtir o aniversário dela lá em Orlando. Nós vamos pra Disney agora. O sonho dela. Não só dela, né? De todo jovem adulto, né? De adulto, de criança, de todo mundo é conhecer a gente. Porra, eu piro. Entende? E eu não conheço ainda. E eu vou conhecer junto com a minha filha, minha esposa. Quantas anos ela tem? Minha filha vai fazer oito anos.
Caraca. E deixa eu te falar mais. E você sabe que são fases diferentes também, viu? Tipo assim, ela indo com oito, ela vai ter uma curtição e uma visão. Ela com doze vai ter uma outra curtição. Ela com vinte vai ter outra curtição. E deixa eu te falar uma coisa. Ela com quarenta vai ter outra curtição. E tipo assim, é infinito, cara. E eu vou te falar uma coisa. Sabe o que minha filha é? Duas vezes eu. Melhorado.
Ela desenha, ela faz artesanato, ela faz os brinquedos, ela faz as bonequinhas, ela faz os desenhos dela, ela pinta.
Ela ama desenhar. Ela ama fazer os negócios dela. Ela ama fazer isso. Que legal, hein? E ela tem a percepção que eu tenho do olho. Olha. Ela tem a percepção que eu tenho. Ela olhou para... Ela era bebê. Ela tinha uns quatro anos. A minha esposa fez... Pigmentou a sobrancelha.
Primeira, nós vamos buscar ela na escola, primeira coisa que ela fez, quando viu a mãe dela, mamãe, o que é isso, mamãe? Tira, tira, tira. Tira o quê, minha filha? Tira esse negócio aí que está no seu olho. Ela viu que a mãe tinha feito a sobrancelha. Ela percebe os detalhes. Ela, papai, o que o senhor fez na barba? Papai, o que o senhor fez no cabelo?
ela percebe. E aí eu tenho que transferir o exemplo que o meu pai fez comigo. Se você perguntar para ela, minha filha, Clarice, como que é quando você está tentando fazer alguma coisa e você não consegue, você vai pedir para o seu campeonato? Não.
Eu tento, tento, tento até conseguir. Porque quando eu conseguir, eu não tento mais. Eu fiz. É isso aí. E aprendeu. E aprendi. E aprendeu. E ela fica, ó. E fica, e fica, e fica, e fica. E isso é o que eu digo que, pra mim, é muito importante. Porque...
Hoje eu vou realizar um sonho nosso, que é de ir para a Disney dos Estados Unidos para conhecer, para ter esse momento nosso em família. Minha esposa vai se divertir igual uma criança. Nós vamos nos divertir igual uma criança. É isso aí. E outra coisa, sabe uma coisa que eu vou dizer? Eu não estou nem um pouco preocupado. Se está de bermuda, está de não sei o que, estou nem aí. Não estou nem aí. Sabe por quê? Porque ali não estou vendendo nada. Ali eu sou eu.
Então, cara, você entrou num parâmetro agora. A gente acho que nem ia falar nisso aí, mas isso lembra que eu estava te falando o quanto me incomoda um pouco, que é o seguinte. Tem gente até que fala, pô, Ventura, você devia, até a minha equipe mesmo, às vezes fala, pô, faz uns vídeos lá quando você vai viajando e tal, não sei o quê. Cara, eu estou viajando, cara. Saca? Pô, tem cara que...
O cara leva mais cinco malas de roupa pra fazer o outsider ali, sabe? Aquela... E o... E aí faz toda aquela...
Mas faz parte. Eu acho que faz parte, mas eu não me vejo, eu não consigo me ver, sei lá, levando um videomaker para passar as minhas férias, me tirando foto com roupa selecionada, fazendo caras de bocas para eu falar, aproveitei as minhas férias, mas também produzir conteúdo, porque, cara...
Se você vê minhas férias, é tipo assim, eu estou praticamente com a mesma calça e a mesma jaqueta. Porque é aquilo que me... É prático, é fácil, e eu estou ali para ver e não ser visto. Mas deixa eu te fazer uma pergunta agora. Saca? Mas tudo bem quem faz. Eu não estou dizendo que não tem o que fazer. Eu estou dizendo que não sou eu esse. Mas deixa eu te fazer uma pergunta. Presta atenção.
Agora, quantas pessoas queriam saber que o Ricardo Ventura é esse cara?
Quantas pessoas se identificam com você que fazem da mesma forma? Esse cara que eu falo que é o que eu curto. Que é o que você é. Esse eu mostro. Entende o que eu quero dizer? Não, esse eu mostro. Perfeito. Eu achei legal, mas esse lance de forçar um conteúdo, sabe, tá com a roupa correta, andando, sabe, andando pra lá, tipo o Ronaldinho Gaúcho, andando pra lá, olhando pra cá, a torre Eiffel aqui atrás, eu não...
Mas sabe por quê? Saca. Eu entendo. Mas agora eu vou entrar num outro ponto, que é um ponto que... Tem um ponto que se chama semiótica, né? Que é o que as pessoas veem do cenário, todo o cenário que você constrói e produz, certo? Isso tudo faz parte do quê? Do branding. Faz parte do conteúdo, faz parte do storytelling da pessoa. Certo? Não serve para você.
Ponto. Acabou. Mas, para aquele roteiro, para aquela pessoa, faz sentido. Eu não sou contra a pessoa fazer. Aí o que acontece? Às vezes eu me sinto até, como é que eu posso dizer? Até com um pouco de caceta.
porra, aproveitou ali o conteúdo, nossa, que legal, se preocupou em ter lá, sei lá, 3, 4, 5 combinações de roupa diferente pra mostrar uma coisa mais artística, mas eu, eu particularmente, eu não consigo montar uma mala pensando em agradar os outros, porque eu vou criar um conteúdo bonito, harmônico e aproveitar. Cara, eu quero conversar.
com o cara do ônibus e entender o que aquele local está passando, está fazendo. E é algo que eu quero gastar, eu quero investir o meu tempo.
no dia a dia daquele país. Perfeito. Saca, não? Eu entendo você. Entrar em qualquer bimboca e falar assim, o que os caras comem aqui? Isso aqui, eu quero isso aqui. Eu entendo você. Eu acho que cria uma coisa muito mais densa e perene. E verdade. E verdade. Do que uma foto bonita que realmente vai engajar naquele momento. Mas, não sei. E sabe o que eu vou falar? É assim, ó.
Eu vou entrar num ponto aqui agora, que é a forma como eu analiso e que eu vejo essas questões. Quando você tem uma percepção do ser, fazer e ter, muitas vezes aquele momento, aquela estratégia, aquele posicionamento faz a pessoa pensar que é. Mas não necessariamente é.
Quando você... Porque o cérebro identifica padrões muito rápido. E o nosso cérebro é uma máquina de reação. Ele reage a uns padrões e você fala assim, tem alguma coisa ali que... Eu não sei o que é, mas tem alguma coisa ali que não está batendo. É, que não congrui. E aí, se isso não congrui para você, você não quer para você. E se você não vê valor nisso,
Não te atrai. Eu não vou nem conseguir expressar o valor que talvez eu quisesse fazer esse mimetismo aí, esse benchmark, e não vou conseguir fazer igual porque aquilo não me satisfaz. Perfeito. Só que...
Para o foco, para o objetivo, para a imagem, para a retórica, para aquele que aquela pessoa quer, faz sentido, e para o nicho das pessoas que ele atua faz sentido. De repente faz sentido. E faz sentido para atrair o inconsciente coletivo daquelas pessoas que ele quer atrair. É. E aí o que acontece naquele momento? Para nós não faz sentido, mas para o...
Para aquela pessoa e para aquele público faz sentido. Para mim, é muito escravidão, sabe? E eu entendo que a pessoa, nossa, eu quero descer com a escada de blazer, que não sei o que, que a minha mulher, ou quando eu estiver lá do lado da, sei lá, do Rio Tejo, eu vou estar olhando, tomando aquele vinho verde, mas com aquele óculos escuro, com aquela roupa combinando, e você entendeu? Mas está tudo bem. Eu não estou dizendo para as pessoas não fazerem.
Não fazerem. Não estou criticando, de verdade. Eu não estou em cima do muro, porque as pessoas falam, nossa, não.
É verdade, acho que cada um é cada um. Eu, eu, particularmente, se eu tivesse como fazer isso sem atrapalhar o que eu mais gosto de fazer, eu faria. Você está entendendo o que eu quero dizer? Eu entendi. Eu faria. Agora, como isso, na minha cabeça, é...
Ocupa espaço, ocupa tempo, ocupa o pensar em o que eu preciso fazer, em qual foto, em qual posicionamento. Tanto é que muitas vezes, das vezes que eu fui receber prêmios na hora do Brasil, tinha lá o momento, a gente vai estar com o filmmaker lá fazendo. Falei, cara, na boa, velho, eu vou para o museu. Na boa, velho, eu vou bater perna.
Eu não vou gastar meu tempo entrando numa van, chegando nos lugares, me lucrando, trocando de roupa, fazendo isso, pegando o melhor ângulo, aí vai de novo, agora sai correndo, vai para outro lugar. Não, cara, eu não vou imprimir tempo fazendo isso, em vez de eu estar de verdade respirando, curtindo, batendo perna, ou tendo experiências as quais aquelas fotos não vão me dar experiência. Ela vai virar um catálogo.
Um catálogo até interessante para seduzir numa cópia, numa carta de venda. Mas culturalmente, para mim, não faz sentido. Sabe por quê? Porque as viagens têm outro sentido para você. Para mim tem, total, cara. Se as viagens têm outro sentido para você, você não vai viajar para fazer isso. Quer ver uma coisa que eu percebi muito quando eu fui para Dubai? Cara, é...
Não tem camelo em Dubai. Aham. Só tem camelo pra tirar foto. Você tá entendendo? Aí eu fui lá num jantar no meio do deserto lá. Aí tinha lá uma puta fila pra tirar a porra de uma foto em cima do camelo. Rapaz, a minha opção era...
Ou eu vou degustar ainda mais à noite, vou trocar ideia, vou brincar, ou vou ficar nas porra dessa fila para falar que eu estou em cima do camelo no deserto em Dubai. Você está entendendo? Eu estou entendendo. Mas olha a foto, falei, é, mas esse camelo só está ali para turista.
Eu preferi trocar muito mais ideia com o cara que estava lá, morador, que recebe, como é que funciona isso, como é que funciona aquilo, como é que é, como é que é a cultura, do que fazer a porra de uma foto em cima de uma coisa que é totalmente para eu mostrar para os outros. Sabe uma coisa que eu prezo muito, é tipo assim, legal.
Eu compraria isso, eu usaria isso, caso ninguém no mundo pudesse ver? Você entendeu? Eu compraria esse carro se ninguém no mundo pudesse ver? Somente eu. Eu compraria esse relógio se ninguém no mundo pudesse ver? Somente eu. Cara, essa resposta me orienta para muita coisa que é o que eu quero sentir ou o que eu quero projetar.
Sim. Mas vamos lá, eu sei que... Você vai cortar meu cabelo? Vou, claro. Claro que eu vou. Vou vir aqui. Senhoras e senhores, é só o seguinte, como é que chama o... Você acha que eu vou vir aqui? Quem foi lá em Cuiabá teve que ir até o Juarez pra cortar o cabelo. Chupa! O cara veio até aqui pra cortar meu cabelo, né? Pra qualquer um, meus amigos. O que eu vou sentir com o Juarez na minha sala, cortando meu cabelo na minha sala?
você acha que eu ia vir aqui? não, porra, ele não ia cortar seu cabelo? então, antes, porque a gente vai fazer isso aí agora como adendo a última pergunta aqui, aí depois nessa sequência da última pergunta, vocês já vão ver a transformação aí, e aquilo que o Juarez quiser mostrar, mas antes de a gente ir para o corte
pro Juarez, pro Juarez mesmo desde aquele molequinho lá dos 5 anos que aprendeu a ler e a situação com seu pai e o biólogo o bancário o cara lá que começou a cortar baba com os amigos e hoje um dos caras mais seguidos do mundo de vijazismo masculino de barba e cabelo e barbearia par adam
Qual que é o sentido da vida pra você? O sentido da vida é fazer com que as pessoas tenham sentido na vida. É se olhar no espelho e ver de maneira, pelo menos uma única vez, de maneira única. E fazer com que a minha família...
seja beneficiada com tudo o que eu fizer. Para mim, o sentido da vida é fazer a conexão das pessoas e dar sentido à minha família. O sentido que eu tenho com a minha filha, com a minha esposa, eu digo sempre que é esposa e filhos. Eu digo que somos nós três. Porque quando eu falo de família...
Quando eu saí da casa da minha mãe e do meu pai, eu casei com a minha esposa e a gente não podia ter filhos. E a minha filha veio de uma bênção natural. Nós tentamos fertilização, tentamos, e ela veio de uma bênção natural. O sentido da vida para mim hoje é fazer a conexão das pessoas. Primeiro é Deus. Primeiro é Deus.
fazer com que as pessoas se conectem e proporcionar uma vida muito melhor para a minha família. Primeiro de tudo, Deus, família e as pessoas. É o que eu penso, é o que eu vivo. Deus, a minha família, que eu considero Deus, minha esposa, minha filha e fazer as pessoas se encontrarem.
Porque quando eu disse as pessoas, eu considero minha filha e minha esposa como pessoas. Entendi. Por isso eu disse fazer as pessoas se encontrar. Porque eu considero minha esposa e minha filha também nesse caminho. Entendi perfeitamente. E a minha filha quando ela se olha no espelho de cabelo curtinho, ela fala, Papai, eu tô tão linda. Eu tô tão maravilhosa.
E ela, papai, corta meu cabelo, corta meu cabelo. Corta, filha, como que você quer? Ela gosta do cabelo curtinho. Ela sempre quis ter uma franjinha. E eu fiz a franjinha pra ela, e o cabelo dela é cacheado. E eu fiz a franjinha. Ela ficou tão mimosa, tão amorosa, que isso pra mim...
É muito mais do que qualquer outra coisa. Muito bom. Vamos agora fazer o... Vamos. Sentir. Vamos embora. Vamos lá. Vamos para cima. Ricardo Ventura, o que você deseja sentir ao seu lar no espelho? Juarez, a gente conversou sobre isso, inclusive, aqui nesse podcast. Então, se você está assistindo só esse corte, vá assistir o podcast que vale a pena.
Eu quero sentir um cara...
Seguro de si, eu acho que os dois avatares ali que eu quero transmitir é a experiência, o velho sábio com o transgressor. Eu acho que é isso, é isso que me define. Alguém que gosta muito de estudar, alguém que gosta muito de passar conteúdo, tem bastante experiência para passar, mas de uma maneira que eu me sinta sempre...
transgredindo. Eu acho que é isso. E essa transgressão que você disse, ela revela o que de você e como que você vê que não tem isso hoje na sua imagem? Eu acho que uma coisa mais rebelde, uma coisa mais mais limpa, mais tranquila, mais que eu falo limpa, tranquila no sentido que eu não precise me preocupar.
Entende? Eu não preciso... Nossa, está muito alinhadinho. Eu não quero alinhamento, eu não quero as coisas arrumadas. Pronto, seria isso. Eu acho que talvez a minha imagem pode estar um pouco arrumada, muito no padrão. Eu acho que o fora do padrão é o que me chama a atenção.
Essa coisa meio não simétrica. O não simetrismo sempre me chama muita atenção. Perfeito. Isso é muito legal o que você falou. Agora me mostra com as suas mãos como você vai arrumar esse cabelo. Mostra para mim, por favor. Cara, normalmente... Quando você falou assim... Vamos lá.
Quando você falou assim, ó, eu quero assimétrico. Eu quero... Mostra como você arruma. Você vê que até o meu cabelo, por eu pentear de um lado pra outro, ele já é assimétrico. Certo. Mas também não acharia ruim se você achar que existe alguma coisa pra trás, por exemplo. Em vez de ter virado pra um lado e pro outro. Mas você vê que meu cabelo até fica, ó. Se eu fizer assim, ele fica. Se eu puxar pra cá, ele fica. E eu arrumo o cabelo assim. Eu só dou uma puxada pra criar volume e solto. É isso.
Eu gosto disso. Eu não gosto de passar pente. Já começa daí. Eu não passo pente. Eu passo as mãos. Passou a mão, tá pronto. É isso aí. Tá, perfeito. E a barba? Me fale. A barba, eu também acho que ela não pode ser muito certinha. Eu acho que essa coisa muito certinha não vai com a minha cara. Não pode ser muito volumosa. Eu acho que eu fico muito velho com ela volumosa. Sim.
E eu acho que ela, quase que uma barba mal feita. Sim. Entendeu? Ele cria isso. Eu acho que isso, para mim, é importante. Criar um pouco de volume de queixo. Certo. Mas ela como se fosse uma barba mal feita. Tá. Como se fosse uma barba mal feita, mas que revele toda essa força que você quer também. É isso aí. Que dê... Minhas retas, assimetria. Perfeito. Que valorizem o seu rosto. É isso aí. E traga você a essência da sua imagem, o que você verdadeiramente é. É isso aí, cara. Perfeito. Meio cara de mal.
Tô vendo um enorme potencial aqui. Vamos pra cima? Vamos pra cima! Vamos embora pra cima! Eita! Cara, é... É impressionante. Parece que fez harmonização, né? Olha, olha.
Como é que você se sente? Estou sentindo mais novo, Jorge. Eu estou gato. Estou me sentindo gato, cara. Olha aqui, ó. Olha aí. Ó, para qualquer lado que for aqui, já está bom. Ó. Cara. É engraçado, né? Parece que eu fiquei mais magro, fiquei mais bonito.
A barba, você fez nela algo que eu nunca... Alguém tinha conseguido fazer nela. Ela está com aquele estilo de... Está com aquele aspecto de... A barba está bem feita. Dá para perceber que essa barba está feita, mas parece que eu levantei da cama e vim. Entendeu? É tipo... Está alinhado, mas de uma maneira como eu queria. Transgressor. Natural. Está alinhado e natural. Cabelo é a mesma coisa.
Ele está super... Os fios estão separados, cara. Não fica aquela coisa que meu cabelo é muito fino e ele gruda muito, né? E ele está... Você fez um negócio aqui agora? Foi quando você fez. Olha aqui, olha. Você arrumou com a mão. Olha aí, olha. Fica cheio e fica bacana.
Você é foda, Juarez. Ave Maria, olha aí. Olha só. Agora, lembra que eu faço aquela bagunça? É. Então vai, bagunça aí. Essa é a parte que o Juarez gosta de zoar todo mundo, né? Agora? Agora vamos arrumar? Deixa eu ver. Vamos lá. Tem tantã, tantã, tantã. Pronto, ó. Foi. Olha aí. E olha aqui, que legal aqui. Criando volume, ó. Ó. Gostei, hein? Ó. Tá aprovado.
Tamo junto, meu irmão. Obrigado, cara. Fala sério, né? Agora, olhando assim, mais de pertinho... Tô gato. Pode falar. Tá gato. Pode falar. Dá uma olhada agora.
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