Entre a espera pelo ônibus, uma banca que se abre, uma praça que é varrida e os pequenos gestos que fazem a cidade acontecer, Mônica Cunha reflete sobre o que realmente importa.Em meio a promessas repetidas e discursos vazios, talvez a vida esteja justamente onde não há palanque: nas calçadas, no trabalho e na esperança cotidiana de quem simplesmente continua.