E se parar não fosse perder tempo? Nesta crônica, Mônica Cunha conta o encontro silencioso com um homem sentado diante de uma lanchonete, aparentemente sem fazer nada. Enquanto o mundo corria ao redor, ele parecia ter descoberto algo que tanta gente esqueceu: o direito de simplesmente parar, respirar e existir sem pressa. A partir dessa cena, uma reflexão sobre o excesso de barulho, a correria da vida e o luxo de se permitir uma pausa.
Coragem de não fazer nada | Castnews Index — Castnews Index