Obreiros da Vida Eterna - Capítulo 12 - Excursão de Adestramento - O Espírito da Letra
Estudo da Obra Obreiros da Vida Eterna, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier. Apresentado por André Luiz Ruiz.
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Produzido pela TV Alvorada Espírita e apresentado por André Luiz Ruiz, o programa O Espírito da Letra é exibido pela TV Mundo Maior analisando a obra do Espírito André Luiz a partir do livro Nosso Lar, psicografia de Francisco Cândido Xavier, trazendo uma linguagem de fácil compreensão as explicações da vida no mundo espiritual.
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Jerônimo
Albina
André Luiz
Cavalcante
Dimas
Fábio
Irene
Irmã Zenóbia
Luciana
Padre Hipólito
- Estudo Obreiros da Vida EternaCapítulo 12: Excursão de Adestramento · Instruções preparatórias para desencarnação · Casa transitória de Fabiano · Lar coletivo de Adelaide · Limpeza vibratória em ambientes de reunião
- Processo de desencarnação e auxílio espiritualDesprendimento do corpo físico · Assistência magnética e energética · Diferentes reações dos desencarnantes · A influência de dogmas religiosos na percepção da morte · A importância da preparação para a morte
- O papel da evangelização em instituiçõesDiferença entre instituições de caridade material e espiritual · Importância da espiritualidade na formação humana · Crítica a dogmas religiosos obsoletos · A fé sem obras e obras sem fé
- A importância das obras e do esforço próprioA caridade como meio de transformação · Ações e não credos como critério de merecimento · A graduação e medida no processo evolutivo
A CIDADE NO BRASIL
extraindo daquilo que está escrito, aquilo que está mencionado nas entrelinhas. Estamos estudando o livro Obreiros da Vida Eterna. Vamos começar hoje um novo capítulo, o capítulo 12º. No capítulo anterior, amigos novos, você conheceu os cinco desencarnantes, aqueles que seriam ajudados no processo da desencarnação pela equipe do irmão Jerônimo. Agora!
como nós vimos na semana passada, eles seriam retirados durante a noite do corpo físico para irem até um local onde eles receberiam instruções preparatórias para o processo da desencarnação. E nós vamos então acompanhar este procedimento. O capítulo 12, então, deve estar com você no livro. E nós estaremos acompanhando a leitura aqui com você.
Nosso orientador, diz André Luiz, havia sediado a tarefa na casa transitória de Fabiano, deliberando, porém, que as nossas atividades na crosta tivessem como ponto de referência aquela instituição, aquele lar coletivo de Adelaide, aquela desencarnante que Dr. Bezerra estava ajudando, onde, realmente, os fatores espirituais eram mais valiosos.
E Jerônimo nos explica, aqui nos sentiremos à vontade. A organização é campo propício às melhores semeaduras do espírito e nos oferece tranquilidade e segurança. Permaneceremos em comunicação contínua com o abrigo de Fabiano, para onde nós conduziremos os recém-desencarnados.
e reuniremos todas as atividades possíveis concernentes aos outros amigos nesta amorosa fundação.
De fato, aquele refúgio de fraternidade legítima, sem dúvida, era um vasto celeiro de bênçãos. Diversas entidades amigas trabalhavam na instituição, prestando assistência e cuidados. Encontrava ali um dos raros edifícios da crosta, de tão largas proporções, sem criaturas perversas da esfera invisível, sem entidades agressivas.
que moravam ali dentro. Não, ali não havia. Aparentando-se a casa transitória, de onde víamos, a vigilância funcionava severa. Fóramos defrontados por vários sofredores, criaturas de bons sentimentos, que penetravam o asilo com prévia autorização.
Enquanto o assistente se demorava em palestra com o dedicado Bezerra, tivemos permissão para visitar as dependências. O padre Hipólito, Luciana e eu, em companhia de Irene, jovem colaborador espiritual da casa, pusemos-nos em ação. Em todos os compartimentos havia a luz de nosso plano.
indicando a abundância dos pensamentos salutares e construtivos de todas as mentes que ali se entrelaçavam na mesma comunhão de ideal. Chegados à sala das reuniões populares, nossa nova amiguinha explicou Esta é a região do abrigo que nos força ao serviço mais árduo, mais difícil. Receptáculo.
das emanações mentais e dos pedidos silenciosos de toda a gente que nos visita, em assembleias públicas, somos obrigados, depois de cada sessão, a minuciosas atividades de limpeza. Como sabem, os pensamentos exercem vigoroso contágio e é imprescindível isolar os prestimosos colaboradores de nossa tarefa, livrando-os de certos princípios destruidores ou dissolventes.
Tentando intensificar a conversação esclarecedora, ela agregou. Ou eu, André Luiz diz, agreguei. Imagino a extensão dos afazeres.
Existe suficiente pessoal na cooperação? E Irene respondeu, sim. A legião dos colaboradores não é pequena. Somos levados a servir dia e noite em turmas alternadas. Temos sessões de assistência aos adultos e às criancinhas.
Vislumbrava ali, porém, tão grande número de trabalhadores de nosso plano que por momentos graves reflexões me afloraram ao cérebro. Tanta gente a contribuir apenas no sentido de amparar algumas dezenas de crianças desfavorecidas no campo material. Afinal, aquilo era um albergue para crianças, não é? Que a Adelaide cuidava. Mas só tem criança nessa instituição. Por que tantos espíritos? Pensava André Luiz.
eu estabelecia um paralelo, uma comparação entre a fundação de Adelaide e a casa transitória de Fabiano. E notava a singular diferença. Lá, os rigorosos serviços de sentinela, os gestos de energia, a atenção do pessoal.
Verificavam-se em virtude das necessidades inadiáveis de certa quantidade de infelizes desencarnados, para os quais a caridade constituía lâmpada acesa, indispensável à transformação interior. Mas aqui via somente criaturinhas tenras, que reclamavam de imediato, acima de qualquer outra medida, leite e pão. Primeiras letras e bons conselhos.
Valeria assim o gasto de tanta energia de nossa esfera? Ah, pergunta interessante. Antes de chegarmos a ver a resposta, eu queria que você pensasse em uma coisa. Você já viu nas instituições religiosas mais sérias, determinados avisos escritos assim na parede? O silêncio é uma prece. E como é difícil fazer as pessoas entenderem que elas precisam com...
o repouso da língua, evitar piorar as próprias condições. E você vê a enfermeira Luciana, o padre Hipólito e André Luiz sendo orientados por Irene a respeito do trabalho que eles têm naquele salão onde as reuniões públicas acontecem, onde o povão vai assistir palestra, assistir reunião, fisicamente.
porque eles comparecem e em conversas ou em pensamentos não exteriorizados, geram uma turbulência vibratória que contamina o ambiente, de tal maneira que quando eles terminam a reunião e todos vão embora, os trabalhadores espirituais têm que fazer uma limpeza dissolvente daquela massa mental acumulada.
Uma vez que os encarnados que procuram as igrejas se esquecem de que o que estão fazendo é produzindo a matéria mental que fica impregnando os ambientes. E isso acontece dentro das casas das famílias. As pessoas não se lembram de que a sua vida pessoal é uma consequência da sua vida mental.
e se permitem todo tipo de assuntos, falam palavrões, conversam coisas chulas, se agridem verbalmente, falam coisas indevidas, que não são construtivas, e então poluem o ambiente da casa e depois se espantam que as pessoas tenham pesadelos, que tenham brigas constantes, que alguns fiquem doentes e não encontrem um motivo para a enfermidade, que existam más influências no setor da vida.
Por quê? Porque é o efeito. Não estamos aqui falando que são os perturbadores que geram isto. Estamos falando que somos nós que produzimos. Nós somos uma usina. E naquela instituição, que vocês puderam ver, não possui espíritos perturbadores, maléficos, maldosos, matreiros, no seu bojo.
apenas entidades sofredoras que foram aceitas, que tiveram o seu ingresso permitido pelo setor de vigilância, quando os encarnados vão para a reunião, levam um tal tumulto mental, produzem uma tal algaravia, uma tal confusão vibratória, que, como diz a jovem Irene,
eles têm que depois fazer uma limpeza muito grande para impedir o contágio vibratório destes resquícios com aqueles que estão ali para serem trabalhados espiritualmente falando. Porque você viu que a instituição era de pedra na terra, mas tinha uma grande dimensão no plano invisível.
porque era um refúgio, uma pousada, e é ali que o Jerônimo vai fazer o, vamos dizer, o peão, o ponto de ligação com a casa transitória. Vai trazê-los para lá, vai conversar com eles, vai ajudá-los e depois leva para a instituição de Fabiano, de onde nós acabamos de sair nos nossos capítulos anteriores. Vejam só.
É tão ruim a vibração que o encarnado produz, e às vezes não sabe disto, que os espíritos têm que fazer uma limpeza, têm que dissolver aqueles miasmas, para que isto não prejudique os próprios espíritos que estão naquela região.
Interessante, não é? Então você entendeu que quando você vai e começa a contar as coisas, as novidades para o seu amigo, para a sua amiga, no salão de reuniões, você está atrapalhando, você está agindo de forma irresponsável para com aqueles que estão vibrando ali, que já prepararam o ambiente antes para que você pudesse receber boas vibrações, ao invés de você orar, permanecer em silêncio, abrir-se para receber a luz,
Você ou a pessoa que não se conduz adequadamente se polui e joga lixo na vibração do ambiente? Já pensou nisso? Não é por excesso de rigor. Quer conversar? Fica em casa. Quer conversar? Fica lá no telefone, no WhatsApp, lá no seu Facebook. Fale as bobagens que você quiser e polua a sua casa.
Mas quando você vai à igreja, não importa que religião você tenha, lembre-se de respeitar o ambiente que você não teve o trabalho de limpar, mas que muitas vezes vai atrapalhar dizendo que quer ajuda. Então, as pessoas que têm lucidez e que são capazes de entender as disciplinas do espírito, ao invés de acharem ruim com alguém que pede silêncio,
Devem ter vergonha de si mesmos de terem ido no lugar para receber ajuda e dar trabalho. Não é? Isso sim é que devemos pensar. Mas nós vamos aprender ainda mais com aquilo que vem pela frente. No próximo bloco continuaremos a ouvir Irene. Eu espero você.
Estamos de volta com o estudo do livro Obreiros da Vida Eterna, hoje o capítulo 12. Agora André Luiz está pensando.
Puxa, lá na Casa Transitória tinha tanta gente para ser atendida, tanta gente que sofria, tanta gente atacando. A instituição justificava ver tantos espíritos. Mas aqui é tudo criancinha, é um orfanato, é uma creche. As crianças que estão precisando de pão e leite, conselho e beabá. Por que tantos espíritos? Ele não falou nada, mas...
A delicada colaboradora diz o texto, acompanhe conosco, apreendendo-me, ouvindo as minhas indagações íntimas, ponderou. É importante reconhecer, todavia, disse Irene, que esta obra não se dedica exclusivamente às necessidades do estômago e do intelecto da infância desamparada.
Os imperativos da evangelização preponderam aqui sobre os demais. Evangelizar é a função. Para infundir espiritualidade superior à mente humana,
é imprescindível aproveitar realizações como esta, já que é muito difícil obter espontâneo arejamento da esfera sentimental. Valemo-nos da casa, venerável em seus fundamentos de solidariedade cristã, como um núcleo difusor de ideias salutares. A fundação é muito mais de almas que de corpos, muito mais de pensamentos eternos que de coisas transitórias.
O diretor, o cooperador e o abrigado, recebendo as responsabilidades próprias do programa de Jesus, instintivamente se convertem nos instrumentos vivos da luz de mais alto.
Satisfazendo necessidades corporais, solucionamos problemas do espírito. Entrelaçando deveres e dividindo-os com os nossos irmãos encarnados no setor de assistência, conseguimos criar bases mais sólidas à semeadura das verdades imorredoras. Realmente, as outras escolas religiosas não se esqueceram de materializar a bondade em obras de alvenaria.
A Igreja Católica Romana dispõe de institutos avançados, sob o ponto de vista material, abrigando a infância desfavorecida. Entretanto, aí, as concepções espirituais não se desenvolvem, acanhadas que ficam nos moldes tirânicos dos dogmas obsoletos.
O trabalho, portanto, na maioria dos casos, se circunscreve ao simples armazenamento de pão efêmero. As igrejas protestantes possuem, por sua vez, grandes colégios e congregações, distribuindo valores educativos com a juventude. Todavia, suas organizações se baseiam quase sempre mais na letra dos conceitos evangélicos que nos conceitos evangélicos da letra.
Irene sorriu, fez um ligeiro intervalo e disse, não desejamos menosprezar os serviços admiráveis dos aprendizes do evangelho nos outros variados campos religiosos. Todos são respeitáveis, se levados, se feitos com o devotamento do coração. Desejamos apenas destacar os valores iluminativos.
Nos primórdios da obra cristã não faltavam prestigiosas providências da política imperial de Roma, a fim de que os famintos e esfarrapados recebessem trigo e agasalho, e até mesmo preceptores seletos, filiados a famosos centros culturais de gregos e egípcios.
Porém, no intuito de incentivar a obra de legítima iluminação do Espírito, Simão Pedro e os companheiros de apostolado obrigaram-se a longo programa de socorro aos infortunados de toda sorte. Nem todos os seguidores do Evangelho procediam das altas camadas sociais do judaísmo, como era Gamaliel, por exemplo, venerando o Rabino, cujo intelecto desenvolvido encontrou o Mestre, encontrou Jesus.
A maioria dos necessitados entraria em contato com Jesus através da sopa humilde ou do teto acolhedor. Lavando leprosos, tratando loucos, assistindo órfãos e velhinhos desamparados, os continuadores do Cristo davam trabalho a si próprios, dedicavam-se aos infelizes, esclarecendo-lhes a mente e ofereciam lições de substancial interesse aos leigos da fé viva.
Como não ignoram, estamos fazendo no Espiritismo evangélico a recapitulação do cristianismo. O padre Hipólito, ouvindo, benevolamente aprovou e disse, sim, inegavelmente, precisamos estimular a formação de serviços que libertem o raciocínio para voos mais altos. E Irene prosseguiu dizendo, dentro do nosso esforço,
O imperativo primordial consiste na iluminação do espírito humano com vistas à eternidade. É urgente, no entanto, compreender que para a obtenção deste objetivo é imprescindível fazer alguma coisa.
onde todos analisam, admiram e discutem, não se levantam obras úteis para atestar a superioridade das ideias. Por isso, nossos mentores da vida divina apreciam o servo pela dedicação que manifeste a responsabilidade. O necessitado, o beneficiário, o crente e o investigador virão sempre aos nossos centros de organização da doutrina.
E toda vez que exercitem o serviço cristão pela mediunidade ativa, pela assistência fraterna, pelos trabalhos de solidariedade comum, quaisquer que sejam, apresentam caracteres mais positivos de renovação, porque a responsabilidade na realização do bem, voluntariamente aceita, transforma-os em traços animados entre dois mundos, o que dá e o que recebe.
Como veem, a luz divina prevalece sobre a benemerência humana, porque esta sem aquela pode muitas vezes degenerar em personalismo devastador, compreendendo-se, todavia, em qualquer tempo, que a fé sem obras é irmã das obras sem fé. Continuou Irene, em sua brilhante argumentação, nos ensinando vivaz
a ciência da fraternidade e do entendimento construtivo. Ouvindo-a, percebi acima de toda a preocupação individualista que a difusão da luz espiritual na crosta terrestre não é ação milagrosa, mas edificação paciente e progressiva. As casas de benemerência social sobre as águas pesadas do pensamento humano funcionam como grandes navios de abastecimento à coletividade faminta de luz.
e necessitada de princípios renovadores. Passei a ver o estômago dos pequeninos em um plano secundário, porque era a claridade positiva do Evangelho que inundava agora a minha alma, convidando-me à contemplação feliz do futuro maior.
caíra à noite, e continuávamos em companhia da estimada irmã que nos apresentava à instituição, comentando-lhe, com oportunidade e sabedoria, o salutar programa. Observamos os serviços espirituais que se preparavam diante da noite próxima. Aqui eram cuidadosas preceptoras desencarnadas que reuniriam as crianças nos momentos de sono físico.
em ensinos benéficos. A colar eram benfeitores diversos a buscarem irmãos para experiências e dádivas preciosas nos círculos do mundo espiritual onde estávamos. Refundi minha apreciação inicial, enxergando mais uma vez naquele Instituto a abençoada Escola de Espiritualidade Superior pela oportunidade de semeadura divina que proporcionava aos missionários da luz.
Decorrido o longo tempo, já a noite fechada, o assistente Jerônimo convocou-nos ao serviço. Que interessantes conceitos nós encontramos na boca daquela jovem. Esta Irene que explica que a função das igrejas na terra não é a de encher a barriga, não é a de vestir o corpo, não é a de dar uma cama quente na noite fria.
ainda que seja importante fazer isto. Todas as igrejas deveriam se lembrar que são portas de Deus, abertas à esperança dos que não têm aonde encontrar solução imediata para os problemas tão graves da sobrevivência. E nós encontramos nas explicações da Irene este valor, que não se trata de ver criancinhas, mas não se trata de ver criancinhas.
mas de gerar nas pessoas a responsabilidade, de embasar as palavras que vão proferir com a base do exemplo que estão pregando, de transformar aquilo que é o ideal em uma obra viva, para que este exemplo possa fluir.
através das pessoas que dele participam, e infundir ânimo novo com todas as experiências que vão enriquecer a alma daqueles que a vivem. Que certamente os debatedores, os discutidores, os teóricos, enquanto fazem isso, não constroem nada.
quando põem, entretanto, de lado as diferentes teorias que defendem, começam a tomar atitudes que podem realmente dar valor aos conceitos. Por isso, quando observarmos uma casa, não importa que religião seja a que a mantenha, lembremos-nos que ali é para...
que se localize um ninho luminoso, que no plano espiritual albergará seres que buscam essa paz, que buscam um alento. Não é pelo tamanho das paredes físicas, pelo número de salas, pelo volume de pratos, de comida, de leitos, de repouso.
de frascos de remédio. Não, não é isto que é o importante para os espíritos. É quanto, por causa disto, os que ali trabalham aprenderam a ser diferentes. Não podemos nos esquecer que a doutrina espírita não coloca a caridade como um fim.
Muitos espíritas esquecem isto. Para nós e para Jesus, a caridade é um meio de nos tornarmos caridosos. Não é só encher estômago, só vestir corpo, só albergar pessoas desprotegidas. Fazer isso de qualquer jeito, com indiferença, com até pouco caso. Não é este número que vale.
É quão caridosos nós nos tornamos para fazer estas coisas. E só quando fazemos é que vamos saber se já assimilamos o que Jesus pediu que assimilássemos, que aprendêssemos. Enquanto teorizamos, somos balões cheios de vento.
Mas quando vivemos no chão as verdades do bem, aí começamos a ver como são as coisas de verdade no caminho que Jesus pediu. Interessantes conceitos. No próximo bloco nós vamos ver a continuação do capítulo 12, na excursão de adestramento. Eu espero você daqui a pouquinho.
E aí
Estamos de volta com o estudo do capítulo 12 do livro Obreiros da Vida Eterna, escrito através do médium Francisco Cândido Xavier pelo espírito André Luiz. Vimos no bloco anterior que uma frequentadora, uma trabalhadora espiritual daquela instituição de Adelaide estava mostrando as dependências no plano espiritual que a instituição tinha e explicando para os visitantes as suas tarefas.
E agora a noite já havia caído e com isto o instrutor Jerônimo, ele precisa tomar as primeiras medidas para reunir aqueles que vão ser colocados já do outro lado da vida. Nós vamos agora nos recordar do finalzinho do bloco passado, quando já depois de um bom tempo, com a noite fechada, o assistente Jerônimo convocou André Luiz e os demais ao serviço.
Acompanhe o texto. Irene acompanhou-nos até o quarto de Adelaide, onde o nosso dirigente se encontrava em conversação com outros amigos. Foi breve nas determinações. Após ouvir a nova amiguinha, que se colocava à nossa disposição para qualquer concurso, para qualquer ajuda fraterna, ele recomendou a Luciana e a Irene trouxessem a irmã Albina.
uma daquelas que ia desencarnar, aquela senhora protestante. Ao passo que o padre Hipólito e eu deveríamos conduzir Dimas, Fábio e Cavalcante até aquele compartimento, de onde nós seguiríamos para a casa transitória de Fabiano em excursão de aprendizado e adestramento.
Então, os dois grupos, cada um partiu na direção diversa. Utilizando a volitação com maestria, Hipólito interrogou-me bem-humorado. Você já participou, André, de serviços igual ao de hoje? E eu disse, confesso que não. O senhor pode me explicar por quê? E ele respondeu, é fácil. Os que se aproximam da desencarnação, nas moléstias prolongadas,
facilmente se ausentam do corpo, em uma ação quase mecânica. Os familiares terrestres, por sua vez, cansados de vigílias, tudo fazem por rodear os enfermos de silêncio e cuidado. Desse modo, não é difícil afastá-los para a tarefa de preparação. Geralmente estão hesitantes, enfraquecidos.
semi-inconscientes, mas nosso auxílio magnético resolverá o problema. Nós nos conservaremos nas extremidades, segurando-lhes as mãos. E, impulsionados por nossa energia, eles volitarão conosco sem maiores impedimentos. Eu recebi a explicação com interesse e, em breve, penetrávamos a modesta residência de Dimas.
Aliviado por uma injeção repousante, não encontramos dificuldade de tirá-lo da atenção dos parentes.
Notando-nos a presença, nos saudou à disposição fraterna e perguntou, ó meus amigos, será hoje o fim? Como tenho suspirado pela libertação? E o padre Hipólito, sorrindo, disse, não, meu caro, é preciso tolerar mais um pouco. O descanso, porém, não tardará muito. Venha conosco. Não temos tempo a perder.
O sacerdote recomendou-me tomar a dianteira e, de mãos dadas os três, rumamos para o rio em busca da moradia de Fábio. Não se registraram obstáculos e, em reduzidos instantes, nós o recuperamos, colocando-o à nossa conta. Fábio, o companheiro, ligou-se prazeroso à pequenina caravana.
ia tomar o caminho do hospital de modo a procurar o terceiro, o Cavalcante, quando Hipólito ponderou. Não convém, André, conduzir todos de uma vez. Cavalcante permanece em grave desequilíbrio, exigindo cooperação mais substancial. Em vista disto, vamos deixá-los, estes que nós pegamos lá no lugar, e vamos buscar Cavalcante numa segunda viagem.
André, então, se recorda das loucuras...
do Cavalcante, daquele ambiente horrível do hospital. Então, diz, eu não tive recurso se não concordar com o padre. De regresso à Câmara de Adelaide, encontramos os demais à nossa espera. Irene e Luciana haviam trazido Albina para os trabalhos preparatórios. Sem perda de tempo, fomos até a grande casa de saúde em busca de Cavalcante. O padre Hipólito havia adivinhado. O doente se mostrava muito aflito.
Aquele instrutor amigo, o Bonifácio, que estava ao lado dele, cooperava devotadamente conosco para desprendê-lo temporariamente do corpo oprimido. O enfermo, no entanto, se deixara tomar por horríveis impressões de medo, dificultando os nossos melhores esforços.
após o trabalho cansativo de magnetização do nervo, do músculo vago, e em seguida a ministração de certos agentes anestesiantes, destinados a propiciar-lhe brando sono, puxa, com muito esforço, retiramos o cavalcante do corpo, que ficou lá sob os cuidados de Bonifácio. Em minutos rápidos, punhamos-nos de regresso.
Com a concordância de Jerônimo, alguns amigos dos enfermos nos acompanhariam até a casa transitória. Dos cinco doentes, Adelaide e Fábio eram os únicos que revelavam consciência mais nítida da situação. Os demais titubeavam enfraquecidos, carentes de noção clara do que ocorria.
O assistente organizou a corrente magnética, tomando posição guiadora. Cada irmão encarnado localizava-se entre dois de nós outros, almas libertas do plano físico, mais experimentadas no campo espiritual.
De mãos entrelaçadas para troca de energias em assistência mútua, utilizamos intensivamente a volitação ganhando altura. Você vai ver a imagem agora do projeto Imagem, que descreve este processo de viagem. Lá à frente está o Jerônimo.
E estão, os que têm aquele cordão comprido, saindo da cabeça, são os encarnados. Estão ladeados pelos espíritos que estão ali para ajudá-los nesta viagem até a casa transitória durante o repouso físico. Cavalcante, Fábio...
Dimas, Adelaide e Albina. São as cinco almas que estarão indo até lá. E ele está explicando que Adelaide, que era aquela médium espírita, a responsável pela instituição na Terra, e o Fábio, aquele que falou com os meninos, que estava tuberculoso, que está se despedindo, falando da vida eterna, eles estavam muito habituados ao desdobramento.
Eles então assumiram uma discreta atitude de observação e de silêncio. Os outros, porém, cometavam o acontecimento em altos brados. Albina, aquela protestante, relembrando passagens bíblicas, dizia Ó grande Deus, estaremos nós no glorioso carro de Elias!
Cavalcante, de alma opressa, ele que era católico, exclamava, dai-me forças, ó Pai de misericórdia, falta-me a confissão geral, ainda não recebi o viático, ó, não me deixeis enfrentar os vossos juízos com a consciência mergulhada no mal. Suas rogativas sensibilizavam-nos os corações.
Dimas, por sua vez, balbuciava exclamações não incompreensíveis, entre assombrado e inquieto. Atravessada a região estratosférica, a ionosfera surgia-nos à vista.
apresentando enorme diferença, por causa do afluxo intenso dos raios cósmicos, em combinação com as emanações lunares. Espantado, Dimas perguntou em voz alta, Que rio é este? Ah, eu tenho medo, não posso atravessá-lo. Não posso, não posso.
O impulso magnético fornecido por Jerônimo, no entanto, era muito forte para sofrer qualquer impacto que impedisse a caminhada na direção do destino. Essa era uma resistência muito débil do Dimas e o grupo avançou, avançou sem recuso, até que, muito além, alcançamos o asilo de Fabiano, onde a irmã Zenobia nos acolheu de braços carinhosos.
Ah, quer dizer então que agora reuniram-se todos eles. Mesmo aquela que, segundo nós já vimos, a orientadora, aquela que estava tomando conta dela espiritualmente lá no quarto, disse, olha, parece que no caso da albina as coisas não vão ser assim, ela vai ter que ficar mais tempo. Até a albina estava no meio daqueles que iam se preparar para a desencarnação.
E nós vimos o cuidado dos espíritos para trazer aqueles que estavam naquele ambiente físico, de enfermidade. O padre Hipólito explicou facilmente para que André entendesse. Quando a enfermidade vai minando as forças do corpo, é muito mais fácil para o espírito deixar a matéria.
E também é menos pesada a separação dos encarnados que já estão cansados. E que desgastados também, às vezes, estão um pouco distraídos, às vezes, estão adormecidos. Então, aqueles que já têm este desgaste orgânico estão menos presos, como se fosse um balão que tem poucas cordas ou pouco lastro segurando-o na superfície da Terra.
Então o padre disse, André, você fica de um lado, eu fico do outro, e a gente faz um movimento de volitação e eles saem conosco. Segurando as suas mãos, eles virão conosco. Só que o cavalcante precisou de mais ajuda. Por quê? Porque ele estava acabando de sair da cirurgia física, estava ainda com medo, não tinha preparação mental para entender o que aconteceria com o seu espírito depois.
Não havia criado nenhum recurso para imaginar e para que os espíritos o fizessem se lembrar desses possíveis caminhos de auxílio. Estava ainda preso. E esta prisão mental dificulta as coisas. Tanto que, quando eles por fim estão voando e quando vão passar da dimensão física para uma outra dimensão mais sutil,
Na ionosfera, eles estão ali, confusos. Dimas acha que é um rio, e ele tem medo de rio, tem medo de água, acha que vai afogar-se. A irmã protestante, imagina que é o carro de Elias que ela havia lido nas escrituras. E Cavalcante reclama por não ter recebido ainda a extrema unção, aqueles rituais dogmáticos da sua fé.
Eles ainda não estão entendendo o que está acontecendo com eles. Agora, eles vão chegar à instituição que será o apoio do Jerônimo nestas cinco tentativas, nesses cinco trabalhos de desencarnação. Lá está a irmã Zenobia esperando por eles. Nós vamos ver, então, no próximo bloco, o último do capítulo 12, o desenrolar deste processo. E a gente espera que você vá lendo, que você vá...
gradualmente se enfronhando nestes reveladores processos de desencarnação. Daqui a pouquinho nós voltamos.
Estamos de volta com o último bloco deste capítulo 12. Essa excursão de adestramento. Por que adestramento? Porque eles estão se preparando para sair do corpo de maneira definitiva. Foram então levados até a casa transitória, onde a irmã Zenóbia os receberia. E agora André Luiz continua contando como foi este encontro lá. Reunimos todos nós.
os componentes da missão socorrista, os enfermos e mais seis amigos destes últimos, que tinham elevados conhecimentos. Em pequena sala posta à nossa disposição, Gotuso, por gentileza, aplicou vigorosos recursos fluídicos em nossos tutelados.
E vocês vão ver esta situação nas imagens do projeto Imagem. Eles estão recebendo em uma sala, estão sentados, essas energias para a recomposição.
Estes tutelados receberam estas forças como crianças incapacitadas de imediato julgamento, com exceção de Adelaide e Fábio, que estavam conscientes do fenômeno. Em seguida, o prestimoso Jerônimo tomou a palavra e dirigiu-se a eles comentando. Amigos, disse Jerônimo, o trabalho desta noite não se destina à cura do corpo grosseiro.
que agora está à distância, pelas necessidades do momento. Nós tentamos revigorar vocês, revigorar o organismo espiritual, preparando o vosso desligamento definitivo, sem alarmes de dor alucinatória. Devo confessar a vocês que, retomando o vaso físico, quando voltarem ao corpo,
vocês experimentarão natural piora das vossas sensações. A tortura que estavam sentindo se agravará, porque os remédios para a alma na presente situação intensificam os males da carne. Estejam cientes, portanto, de que as providências desta hora já constituem ajuda efetiva à libertação.
De retorno ao antigo ninho doméstico, encerrada esta primeira excursão de adestramento, vocês encontrarão mais tristeza no terreno da crosta, mais angústia nas células físicas, mais inquietude no coração, porque a vossa mente, nesse processo das recordações instintivas, terá fixado com maior ou menor intensidade.
o contentamento sublime deste momento agora em que estamos. Preparem-se, pois, para vir até nós. Solucionem os últimos problemas terrestres e confiem na proteção divina. Logo após, verificou-se um breve intervalo, durante o qual nós permaneceríamos à vontade. O assistente Jerônimo havia sido rápido nas explicações.
esclarecendo-nos que ele reunia, resumia os assuntos em curtas sentenças, uma vez que os que estavam ali, a maior parte dos cinco, eram incapazes de ver a mente beneficiada, porque eles não estavam ainda potentes para penetrar o sentido das longas dissertações.
Com efeito, realmente, os companheiros recebiam parcialmente o alentador aviso. Eram atingidos pelo socorro magnético positivo, mas as ideias que faziam do acontecimento, entre eles, cada um pensava de modo muito diferente. Cavalcante, com a expressão ingênua de um menino, chamou-me em particular, indagando se estávamos no paraíso.
Ele se sentia aliviado, feliz. Alegria enorme banhava o seu coração e, contente e reconfortado, ele dizia, não será que o céu... E eu, André Luiz, fala, não consegui lhe fazer sentir o contrário. André Luiz não vai dizer que não, né? Albina, a protestante, recordava as cenas bíblicas em suas interpretações literais do texto sagrado.
Depois de observar o nevoeiro exterior, circunspecta, perguntou a Luciana se aquela era a casa do Senhor, mencionada no capítulo 8º do primeiro livro dos reis, em vista da nuvem de matéria densa que cercava a paisagem. Dentre os espiritistas, Adelaide e Fábio entregavam-se à reserva feliz da oração.
Mas Dimas, embriagado de felicidade pelo provisório alívio, adeirou-se curioso do padre Hipólito e perguntou se aquela zona representava alguma dependência venturosa de Marte. O ex-sacerdote esboçou um largo sorriso e respondeu, complacente, não, meu amigo, isto aqui ainda é a Terra mesma. Estamos muito longe dos outros planetas.
Trocamos inteligente olhar que traduzia bom humor. Antes de nossas considerações, talvez desnecessárias, Jerônimo interveio acrescentando O papel impressivo da mente grava as imagens dos preconceitos e dogmas religiosos com singular consistência. A transformação obrigatória pela morte reintegrará a criatura no patrimônio de suas faculdades superiores.
O trabalho, porém, não pode ser brusco, sob pena de ocasionar desastres emocionais de graves consequências. É urgente considerar a necessidade da medida, isto é, da gradação, tem que ser aos poucos. E olhando-nos mais agudamente, prosseguiu.
Há, contudo, observação valiosa a destacar. Como vemos, não é a rotulagem externa que socorre o crente nas supremas horas evolutivas. É justamente a sementeira do esforço próprio.
nos serviços da sabedoria e do amor, que frutifica no instante oportuno, através de providências intercessórias ou de compensações espontâneas da lei, que manda entregar as respostas do céu a cada um por suas obras. Todo lugar do universo, portanto, pode ser convertido em santuário de luz eterna, desde que...
a execução dos divinos desígnios seja a alegria da nossa própria vontade. Terminada a colheita de preciosos ensinamentos, começamos a regressar, terminando assim a nossa feliz excursão. Devolvemos os enfermos aos leitos de origem. Verificamos as impressões diferentes de cada um.
Fábio demonstrava infinito conforto no campo íntimo. Cavalcante acordou no organismo de carne, pensando em recorrer à Eucaristia pela manhã. E Dimas, ao despertar, junto de nós, chamou a esposa e afirmou em voz fraca. Oh, como foi maravilhoso o meu sonho de agora!
eu me vi à beira de um rio caudaloso e brilhante, que atravessei com o auxílio de benfeitores invisíveis, chegando em seguida à grande casa cheia de luz. Pousou a mão descarnada na testa úmida e exclamou, ah, como desejaria lembrar-me de tudo. Tenho a impressão de que visitei um mundo feliz, recebendo ensinamentos de grande significação.
mas a minha cabeça falha. A companheira tranquilizou-o, convidando-o a dormir. Realizara-se a primeira excursão de adestramento com os amigos, que dentro em breve viriam ter conosco. Reunidos de novo na abençoada instituição de Adelaide,
Deliberou Jerônimo nosso retorno à casa transitória de Fabiano para descansar e servir em outros setores, toda vez que a oportunidade de trabalho útil nos bafejasse com a sua benção. Trabalhar, esta é a alegria do verdadeiro servo.
Vocês viram que eles receberam ajuda, foram alertados, foram esclarecidos, e cada um recebia a frase segundo a sua capacidade de entendimento. Por isso que o instrutor Jerônimo foi rápido.
Vocês estão preparados agora para voltar ao corpo físico, mas pelos ensinamentos, pelas lembranças que receberam agora, pela alegria do que estão vendo, quando voltarem para o corpo sentirão uma amargura, sentirão uma decepção, sentirão uma tristeza maior, como que vocês já estivessem não mais querendo ficar lá.
Então, aproveitem os últimos momentos, terminem os trabalhos que precisam, peçam desculpas para aqueles que vocês ficaram devendo, converse-se e entendam com as pessoas que estão próximas, porque já é a preparação para a desencarnação. Aqueles que tinham conhecimentos espíritas...
aqueles que já tinham lido, já tinham entendido as leis, eram os mais lúcidos, aqueles que mais tinham calma para passar por isto. Enquanto que os outros ainda carregavam a mente daquelas fantasias religiosas que eles haviam inoculado ou haviam aceitado em seus pensamentos, e eles tentavam administrar aquilo que estavam vendo com os conceitos ou preconceitos que carregavam.
Daí, uma pensar que estavam na casa lá do rei, que a Bíblia dizia, outro achava que aquilo era o paraíso, era o céu, e não havia como negar isso a eles. Ainda que o Dimas, que também tinha um pouco de conhecimento espiritual, estava imaginando que tinha saído do corpo e visitado um outro planeta. Você imagina, então, que tendo todas as explicações espíritas nas mãos, nós ainda perdemos a chance.
de preparar-nos, sabendo que nós vamos passar por isso. Por isso é importante tirar o espírito da letra. Nós estamos fazendo um estágio aqui neste programa, com este livro. Estágio que se você souber aproveitá-lo, quando chegar a hora de partir...
Você vai dizer, ai, bendito livro aquele que me adestrou, que fez comigo uma excursão de adestramento anos, anos, anos antes de eu desencarnar. E graças a ele eu pude trabalhar pelo tempo que eu tive para me preparar, porque são as ações, não são as igrejas, não são os credos, não são os títulos.
que dão a pessoa a ajuda e o apoio. É o que ela fez, que se levanta aonde ela esteja, para dizer, esta criatura merece, ou esta criatura ainda não preparou o terreno para acolher. É preciso plantar, queridas irmãs, o que Jesus mesmo diz, e André Luiz realça aqui, a cada um segundo suas obras. Pense nisto.
Vamos continuar a ver este processo no próximo programa. Aguardamos você na próxima semana. Muito obrigado pela audiência, obrigado pelos comentários carinhosos, obrigado por vocês nos ajudarem a espalhar isto, porque esta é uma visão que pode beneficiar muitas outras pessoas. Nós agradecemos este carinho e contamos com você no nosso próximo Espírito da Letra. Até lá. Muita paz.
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