Episódios de O Que os Outros Dizem de Nós

O mundo segundo Vhils

06 de maio de 20265min
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O artista urbano português foi convidado para figurar numa edição especial da revista Courrier International.

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Participantes neste episódio1
J

José Guerreiro

Host
Assuntos2
  • Edição especial da Courrier International sobre VhilsVhils · Alexandre Farto · Courrier International · Arte urbana · Arqueologia urbana · Destruição criativa
  • Obras de Vhils em destaqueAmália Rodrigues · Zeca Afonso · José Saramago · Mindelo, Cabo Verde · Cesária Évora
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O que os outros dizem de nós. Com José Guerreiro. Está aqui connosco em estúdio, a partir desta semana num dia novo, mas continua a fazer-nos companhia. José Guerreiro, bom dia. Bom dia, bom dia. Muito bom dia. Ora bem, vamos falar sobre Vils. E vou começar aqui por uma frase que diz assim, um mundo segundo Vils.

E esta frase, na verdade, é um título de um jornal, melhor, de uma revista, ainda há pouco falávamos disso, não é? Que é a revista O Correer Internacional, ou Correer Internacional, ou como quiserem. O Correer Internacional, como eu lhe chamo há muitos anos, que vai aparecer amanhã nas bancas, amanhã dia 7. 7 de maio. Exatamente. 7 de maio. E, portanto, o jornal ou a revista convidou...

O artista Alexandre Farto, portanto um artista português, toda a gente conhece, mas conhece sobretudo o nome de Vils, e ele vai ocupar todas as páginas da revista. A revista inteira é ilustrada com o trabalho do Vils, trabalho que ele tem feito um pouco por todo o mundo, na verdade, e basicamente em todos os continentes.

Acontece que esta edição, que é uma edição de colecionador, podemos assumi-lo assim, é especial certamente porque desde logo tem quatro capas diferentes. Quatro capas? Portanto dá para comprar quatro edições diferentes? Exatamente, quatro capas diferentes em relevo, desenhadas pelo Vils a partir de uma colagem de cartazes do próprio Correia Internacional.

Quatro capas diferentes que serão vendidas aleatoriamente. Ah. Pronto. Ou seja, até podemos, se calhar, não ter cá as quatro no nosso país. Sim. Até porque, vamos ser francos, cada vez vende-se menos jornais em papel ou revistas em papel e, portanto, imagina que vêm só duas capas para o nosso país, ou uma, não sei, não faço a mínima ideia, mas são quatro.

Portanto, no Amigo, minha amiga, se costuma comprar em papel este jornal, trato de correr ao seu quiosque, a encomendar ou a partir de amanhã a comprar, tem sempre a possibilidade também, obviamente, da assinatura digital, mas claro que não será a mesma coisa, tendo em conta este jornal especificamente que nós gostamos de guardar e de mexer. Este é para ter mesmo um informato físico nas mãos para guardar. Exatamente, mexer e de o apalpar, digamos assim.

Portanto, aquilo que nos é dado a ver Neste momento, basicamente é nada Porque O Corriê conta que O Vils é Enfim, há um site Que nos explica como é que vai ser a edição E que nos conta que o Vils é aquilo Que nós já sabemos, que é Que é uma figura de grande destaque na cena

da arte urbana em todo o mundo. Durante vários meses, as equipas do Corriê e do Estúdio de Vils em Lisboa estiveram cá e lá, portanto em Paris, em Lisboa, para criar esta edição especial, quer no design gráfico, quer no conteúdo editorial. E, portanto, o objetivo, diz a revista, é oferecer uma perspectiva diferente do mundo.

Portanto, Vildes, como sabemos, e de explicar a revista, é aclamado em todo o mundo por esculpir retratos, por exemplo, retratos em paredes, em muros, em outras superfícies urbanas, uma técnica que ele descreve como arqueologia urbana ou destruição criativa.

numa tentativa de restaurar a humanidade das cidades, criando ligações e passagens entre os seus habitantes. Numa longa entrevista à revista, nesta revista, nesta edição, Vils diz que usa as paredes não como telas, mas como sítios arqueológicos. Diz-se também que quando criam um rosto numa parede de um bairro ou de uma comunidade,

a relação dos habitantes com o que os rodeia acaba por se transformar. Será certamente uma entrevista muito interessante e esta edição também a não perder, que eu vou tentar adquirir amanhã. Vamos lá ver se tenho sorte.

Vais tentar as quatro edições ou apenas uma delas? Uma delas, pelo menos. Uma delas, pelo menos. Tens alguma obra do Vilso favorita, se tiveres assim na cabeça? Tenho um da Amália. Sim. Amália, ali na... Em Lisboa, sim. Em Lisboa? Em Lisboa, sim.

Não me lembro do bairro, mas nunca vi, nunca estive lá a ver, mas gosto muito de... O que vi em fotografia, gostei muito, Amália. E Zeca Afonso também? Não tenho certeza. José Saramago. José Saramago.

O José Saramago que é no mar. Com as ondas a subir. Tem ideia do vídeo. É um vídeo gravado por um drone. E se vê Saramago. Eu não sei se é Saramago. Agora estou também. Mas eu tenho isso na cabeça. Para mim a que me marcou. Foi uma que...

que não sabia que estava lá e que por acaso estava de férias com os meus irmãos. Cidade do Mindelo, Cabo Verde. E de repente Cesarevra ali à nossa frente. No meio do Mindelo. Isto é Vils! É mesmo. Fica o mercado. E aquilo que se vê, nós dizemos logo. Isto é Vils! Isto é Vils! Ninguém pode fazer aquilo a não ser o Vils. Muito bem. O que os outros dizem de nós, uma rubrica em que nós dizemos, isto é José Guerreiro! Sempre aqui na RTP Mundo. Até para a semana.

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Courrier International

Edição especial sobre Vhils
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