818 - Assuma as rédeas da sua mente
Você está no Priorize Você, a arte de florescer em si mesmo!
Eu sou Luíza Lopes apaixonada por pessoas e educadora com o selo de quem já formou mais de 215 turmas de PNL pelo Indesp.
Neste podcast, transformamos técnicas poderosas em uma prosa leve com sotaque mineiro e muito coração. São mais de 800 episódios ensinando o que eu vivo e inspirando você a despertar para o novo. Sente-se, ajuste o fone e vamos juntos, porque sua nova vida começa.
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- Reagir vs. ResponderCrenças limitantes da infância · O mito da força no revide · O espaço entre estímulo e resposta · Entregar a chave do bem-estar ao outro · Prejuízo invisível do revide · Comprar lixo emocional do outro · Custo do cortisol e adrenalina · Drenagem de energia e foco · Sequestro da amígdala e cérebro primitivo · Neocórtex e sabedoria interna · Inteligência emocional vs. burrice emocional · Ser um fantoche das circunstâncias · Gatilhos que tiram do eixo · Ganhar argumento e perder noite de sono · Dar razão ao outro e respeito ao modelo de mundo · Escuta empática · Intenção de compreender vs. intenção de responder · Muro interno e bloqueio da intuição · Silenciar sem engolir sapo · Não ser atacável, magoável ou machucável · Técnica do observador consciente · Intenção positiva do comportamento · Ataque do outro como pedido de socorro · Blindagem contra pequenas irritações · Desapego do resultado imediato · Deficiência interna (amor, diálogo) · Não vender a paz por preço barato · Manter-se no eixo no meio do furacão · Não se deixar contaminar
- PNL como ferramenta de autoconhecimentoTécnicas poderosas em prosa leve · PNL como ferramenta mais simples · Ferramentas da PNL para aprender a responder · Rose (Respirar, Observar, Sentir, Escutar) · Vídeo da escuta empática de Stephen Covey · Técnica do observador consciente · Trabalho com a intenção positiva do comportamento · 30 anos de experiência na área
- Sonhos e Aspiracoes PessoaisSonho de infância de levar a filha para a Holanda · Abrir espaço para realizar o que se quer · Energia para sonhar e visualizar · Potencial humano e imaginação · A alma jovem e vibrante · O eu interno como motorista · Não grudar em 'unzinhos' e permitir-se sonhar · Superpoder da mente e potencial interior · A vida como escola e lições a serem aprendidas · Priorize você
- Importância dos relacionamentos humanosA primeira relação é com a gente mesmo · Relação com a mãe e o ambiente familiar · Tudo na vida é relacionamento · O ataque do outro como reflexo da dor que ele sente · Programação de filhos por pais · Diálogo profundo vs. discussão · Respeitar o modelo de mundo do outro
Podcast Priorize Você, com Luísa Lopes. Que bom, que bom que você tá aqui comigo. A minha intenção com vocês é refletir um pouquinho. Ter uma boa prosa. Uma boa prosa é aquela que agrega algum valor.
Então eu estou aqui pedindo a Deus para que eu seja útil, para que eu possa passar uma mensagem do meu coração para o seu. E o meu coração ultimamente, ele está muito, muito feliz. Em especial hoje. E quem me acompanha sabe que hoje eu estou indo levar a minha menininha para poder realizar um grande sonho da infância. E...
Conversar sobre abrir espaço para a gente realizar aquilo que a gente realmente quer, exige algumas estratégias. Tem pessoas que têm muita dificuldade de passar pelos altos e baixos da vida, contornar os obstáculos.
porque elas têm algumas crenças, como eu já tive também. Crenças que foram construídas lá na infância. A crença de que você não vai levar desaforo para casa. E com isso você aprendeu a revidar. E o que é revidar? Revidar é o mito da força.
você começa a desconstruir a ideia de que não levar desaforo para casa é sinal de sabedoria. Na verdade, se a gente pensar bem, revidar é um ato reflexo, ou seja, quase biológico. Bateu, levou.
E todas as vezes que a gente está nessa frequência, todas as vezes que a gente entende que ter força é bater de frente, a gente está perdendo espaço, a gente está perdendo qualidade de vida. Então, entre...
entre o estímulo e a resposta, nós sabemos que nós temos um pequeno espaço para refletir. De que forma eu quero responder a tal situação? Então, amores, a minha promessa hoje com vocês é que nós vamos entender como nós podemos retomar.
O controle da nossa vida, as rédeas da nossa mente, parando de entregar a chave do nosso bem-estar para o outro, porque a gente entrega. Eu fico nas mãos do outro quando eu revido. E por quê? Porque ele rouba a minha paz.
Ontem nós iniciamos a turma 218 de PNL, de Practitioning em PNL. Eu não sei se tem alguém aqui me escutando agora, que teve comigo ontem. Foi interessante porque um dos alunos, na hora de compartilhar, ele comentou que...
Vários falaram sobre o quão não é nada fácil, o quanto não é nada fácil essa questão do relacionamento. E tudo na vida é relacionamento. A primeira relação que a gente tem é com a gente mesmo. Mas antes até de ter com a gente é com a nossa mãe.
E nós estamos lá naquele lar, respirando o que ela respira, comendo o que ela come, sentindo o que ela sente. Depois que a gente nasce, quem tem um filho aí sabe disso, a gente continua vendo o nosso coração pulsando do lado de fora. Então a vida inteira nós estamos nos relacionando.
E existe um prejuízo invisível, que a gente pode chamar o preço do revide. Se é que existe essa palavra, acho que sim. Quando eu entro na frequência do outro, quando você revida na mesma intensidade, você se torna o espelho do agressor. Se alguém vibra no ódio...
você responde com ódio. Aí existem duas pessoas vibrando naquele nível animal, que é o nível mais baixo que tem. É como se você tivesse comprado o lixo do outro, o lixo emocional. Então você traz para dentro da sua casa a sua casa. Então você quer dizer a sua casa. Então você quer dizer a sua casa. Então você quer dizer a sua casa.
Todo o lixo que o outro carregava, todo o tóxico. E aí o desgaste emocional, biológico, ele vai acontecer. E isso fica caro. O custo do cortisol, da adrenalina no corpo. Às vezes uma discussão de dois minutos pode levar horas.
para você processar aí no seu sistema nervoso. E isso vai drenando a sua energia. E ao drenar essa energia, você não tem espaço para poder focar naquilo que realmente importa. Porque essa energia, que é consumida,
porque você ficou na frequência de unzinho, quem me acompanha sabe que eu gosto desse termo. Aquele unzinho que eu dei tanta corda para ele, que eu dei o poder dele de sequestrar a minha paz. Então, aquilo drena tanto a nossa energia, que eu deixo de ter energia para sonhar.
para visualizar o que eu quero, para dar importância àquilo que realmente importa. Você já pensou sobre isso? Como que de verdade a gente fica no automático, nas mínimas coisas. Você teve uma fechada no trânsito, ou alguém falou um palavrão para você no trânsito, e você vai para o trabalho, e você leva aquilo, e leva.
E repete. Então é como se você estivesse se xingando, se xingando de novo. Uma coisa que poderia ser algo pontual, acontece que você permite que aquilo roube a sua paz. Faz sentido? Então, como fazer, Luísa, para a gente poder dar conta? Será que existe um jeito?
E a PNL, para mim, é a ferramenta mais simples para a gente aplicar. Porque o revite, a reação automática, o ficar agressivo porque o outro te agrediu, é algo que vai emburrecendo a gente emocionalmente. A gente chega até a perder os reflexos.
A gente sai do nível que poderia ser um nível até espiritual. Você faz uma oração antes de começar seu dia. Você cria uma intenção para aquele dia. E de repente alguém falou alguma coisa e está você... Pisando duro, gritando. Claro que ninguém está me escutando agora que faz isso. Mas isso acontece.
Então uma das formas que eu poderia lidar com isso, em vez de eu resolver isso com conflito, eu posso criar uma percepção mais ampliada do que está acontecendo naquele momento. Eu posso validar a agressão do outro, criando um ciclo.
onde eu não vou ter paz se eu me conectar com aquilo que está acima do iceberg. O que está acima do iceberg? O que eu vejo, o que eu vejo, o comportamento do outro, o que eu faço, eu critico o comportamento do outro e aí eu reajo. Mas eu posso simplesmente respirar fundo e ampliar minha percepção.
Eu posso trocar essa reação automática por uma respiração profunda? Eu posso usar a Rose, por exemplo, que é uma ferramenta que eu criei. Respirar, observar. Observe o que está acontecendo. Observe o que está acontecendo, inclusive dentro de você. Você está prestes a devolver com a mesma intensidade.
Senti. Sinto o que eu estou sentindo. E aí eu vou escutar melhor. É dar uma brincada naquilo que poderia, ó, cair no tapa. Isso é possível. Esse mecanismo da reação versus resposta chega a sequestrar a nossa amigdala.
Amígdala, amígdala, amígdala. E nesse sequestro você responde no automático e agimos como o cérebro primitivo. Por isso que a gente chama aqui de consciência animal, tomou, levou. É a lei da sobrevivência. Mas nós podemos agir diferente.
Nós temos o neocórtex. Nós podemos usar a nossa sabedoria interna e escolher se vamos responder, se vamos apenas dissociar. Em vez de julgar o comportamento do outro, nós podemos trocar o julgamento por um.
um gesto de apreciação, até de compaixão, porque cada pessoa entrega o que tem. Se ela está entregando muita raiva, ela tem raiva acumulada. Toda pessoa autoritária, arrogante, ela está protegendo uma criança insegura. Então a diferença entre reagir e responder e...
É algo que a gente aprende com as ferramentas da PNL. O reagir é algo imediato, é emocional sem filtro nenhum. É ser um fantoche das circunstâncias. Será que você sabe quais são os gatilhos que tiram você do eixo? Será que você sabe quais são os gatilhos que apertam os seus botões?
Se você não sabe, você está na reação. Ação, reação. E às vezes nós temos crenças muito fortes sobre isso. É muito comum uma pessoa que não aprendeu a falar de uma forma mais polida, ainda defender. Ah, comigo assim, eu sou assim mesmo. Eu sou muito franca. Eu sou muito honesta. Eu falo mesmo, mas às vezes o que ela é, é uma pessoa extremamente grossa.
Burra emocionalmente falando. O contrário de não ser inteligente emocional, é ser burra. E o que tem de gente inteligentíssima aí, com muito conhecimento técnico e zero de inteligência para lidar com as emoções, é assustador. Você vê pessoas assim que frequentaram tanto tempo, uma faculdade, uma escola.
mas não aprendeu com as lições da vida, não buscou se autoconhecer. Então a diferença entre reagir e responder é essa. Quando você reage, você faz igual um animal. O animal ou ele agride ou ele foge. Mas quando você decide responder com consciência,
Esse é um ato de liberdade. Para responder, é necessário uma pausa, uma pequena pausa. É necessário se perguntar que tipo de pessoa eu quero ser nessa situação. Quero ser uma pessoa que vou permitir que esse ladrão de energia leve.
O meu dia ir embora? Me deixa refém disso? Ou eu vou respirar, dissociar? E aí tem várias ferramentas que a gente pode aprender. Eu não estou dizendo que você vai ser uma pessoa insensível. Estou dizendo que você vai escolher. Pensa numa pessoa que te causou um mal.
Você pensa nela todo dia praticamente, você fala sobre ela, você passa perto da rua que ela mora, aqui mora aquele canalha, aquela pessoa que está me devendo e não pagou estar hoje. Você nota o quanto isso vai te adoecendo? Porque cada vez que você faz o comentário de alguém que foi desonesto com você, que te roubou, você está sendo roubado de novo e roubado de novo.
O perigo de não deixar por menos é grande. Por quê? Porque o ego, ele quer vencer a discussão. O ego quer ter razão. De qualquer forma. Mas a alma quer paz. Mas é muito comum, quando a gente não tem as ferramentas certas, a gente ficar...
Nessa briga, nesse círculo vicioso de ficar refém. Refém emocional é sobre isso. Será que vale a pena ganhar argumento e perder uma noite de sono? É melhor ser feliz do que ter razão. Isso é uma brincadeira que a gente faz na PNL. Dá razão para o outro, filho.
O que significa dar razão para o outro? Ter o direito de ter o pensamento que ele tem e pensar como ele pensa. E a melhor forma até de eu inspirar, vou imaginar a Luísa, mas eu tenho um filho, não dá para dar razão. Então, dê mais raiz para o seu argumento. Ajude ele a compreender. Mas é um invalídio.
Ponto de vista dele. Porque o que a gente faz às vezes é isso. E aí faz com que o outro fique mais irritado ainda. O que significa dar raiz para o argumento? Ao invés de você falar com a pessoa. Eu estou falando, eu sei o que eu estou falando. Eu já estudei sobre isso. Eu tenho experiência. Eu isso, eu aquilo. Isso é o ego. Mas se você respeita o modelo de mundo do outro. Se você respeita.
a maturidade ou falta de maturidade do outro, você vai dar raiz para o argumento. Aí tem aquele, quem fez PNL comigo, a gente passa aquele vídeo da escuta empática, que é um vídeo lindo do Steve Covem, onde aquele autor do livro Sete Hábitos das Pessoas Eficazes e que é um vídeo lindo do livro Sete Hábitos das Pessoas Eficazes.
E é incrível, porque ele mostra um diálogo de um filho com o pai. O filho é adolescente que chega para o pai e fala, papai, eu estou querendo largar a escola. O Joe largou e ele está muito feliz, está muito bem. E o pai que tem PNL, ao invés de falar, você está louco, menino?
estudando já não está fácil, imagina você parar de estudar. E aí ele aprendendo a escuta empática. Filho, eu estou ouvindo você me dizer que não está muito interessado em estudar e acredita que o Joe fez uma boa escolha? É, papai. Ele comprou um carro, está trabalhando de Uber, está ganhando muito dinheiro.
Ah, e você acredita que ele está se sentindo bem com isso? E chega um momento que o pai vai acompanhando, acompanhando, acompanhando, que o filho encontra um espaço seguro para poder abrir o seu coração e falar realmente o que está acontecendo. Às vezes o que está acontecendo é algo tipo...
Papai, eu estou com nota baixa, eu estou com medo de não dar conta de passar. Mas nem o filho sabe disso. Então, escutar com a intenção de compreender é totalmente diferente de escutar com a intenção de responder.
Só que às vezes, no dia a dia, a gente não reflete. Quando vê, pá, tomou, levou. Não é assim? E aí, meus amores, a gente vai criando um muro interno. Um muro que bloqueia a voz do nosso professor interno, da nossa intuição, do amor, da sabedoria que existe na gente.
Que o ego é esse, que tem a persona que responde, que defende, que faz, acontece. Mas tem o eu aqui. Eu sempre gosto dessa analogia. É um professor muito sábio, que de vez em quando você precisa respirar e falar, o que está acontecendo aqui? De que outra forma eu posso responder? É para responder...
Agora, quando você deseja silenciar, não silencie engolindo sapo. Tipo... Esse passivo demais que acaba se autoagredindo. Se você decide silenciar, silencie no olhar apreciativo. Quando você fala com a pessoa...
Obrigada por me deixar saber como você pensa em relação a isso. Obrigada. Ainda não está fazendo sentido para mim, mas eu prometo que vou refletir sobre isso. O que você faz? Você cortou a energia daquilo que te faz mal. E o outro, no mínimo, vai refletir a forma que ele está.
às vezes até te atacando. Não seja atacável. Não seja tão magoável. Não seja tão machucável. Há que blindar um pouco. Aprender a estar no eixo ou no meio do furacão, ali você consegue ver tudo assim e se manter no eixo.
E tem um exercício da PNL que é a técnica do observador consciente. É quando você sente que o sangue ferve e você sai de cena. Aqui.
Você olha para você, você respira fundo, você observa a sua irritação como se fosse um fenômeno meteorológico. Está passando uma quentura aqui. Você olha, que interessante, estou sentindo raiva agora. Ao nomear o que você está sentindo, você parou de reagir lá fora e acolher o que está aqui dentro.
E isso cria distância. E isso faz com que você dissocie da situação. E é lindo demais. Quando você não só se preserva de não deixar esgotar toda a sua energia, toda a sua alegria, todo o seu humor. Você também ajuda o outro.
A refletir sobre a atitude dele. Sem necessariamente pôr o dedo na cara e falar você está vendo como é que você me traz? Você não me denece? Não. Assim não. Assim você está sendo uma reação. Está sendo uma reação animal. Mas na PNL a gente aprende a intenção positiva do comportamento. Diante de uma pessoa que está irritada, que está... ...
Fora do eixo, assim, uma coisa que você pode fazer é perguntar. Perguntar para você mesmo. O que está acontecendo com essa pessoa para ela transbordar isso? Muitas vezes o ataque do outro é um pedido de socorro. É um refleto da dor que ele está sentindo. Não é um...
diagnóstico sobre você, é sobre ele. Então quando um pai vê um filho irritado, ele está vendo o que? Está vendo o que está acima do iceberg. Eu que trabalho com criança e adolescente, é incrível quando você vê um filho com um comportamento muito assim, ou essa criança está sendo muito mimada, não aprendeu a lidar com desafio nenhum, e água demais mata planta?
Ou essa criança está num ambiente tóxico e aí ela dá aquilo que ela recebe. Porque quem programa filho é pai e mãe. É mãe, é mais mãe. Sobe pra nós. Então eu posso fazer uma blindagem contra essas pequenas coisas que acontecem no dia a dia. A gente é testado o tempo todo, né? Às vezes na filha da padaria.
Trânsito que atrasa. Às vezes você vai fazer sua unha num salão diferente. E você percebe que aquela pessoa é uma pessoa que está fazendo meio que no automático. Tira bife em você. É tanta coisa que pode nos irritar. Mas se você se irrita com o pequenininho...
Você está dando o poder para as pequenas coisas insignificantes roubarem. O que você tem de mais precioso, que é a sua paz. Então, pratique um pouco o desapego no dia de hoje. Desapego do resultado imediato. Lembre-se, a sua paz é o seu bem mais precioso.
Não venda a sua paz por um preço tão barato. Quanto à má educação de alguém, olhe para ela como uma pessoa que não teve oportunidade de adquirir e desenvolver maturidade emocional. E...
Sem julgar, é uma coisa que eu sempre falo assim, é tão fácil a gente respeitar uma deficiência física de alguém, não é? É muito fácil, porque é visível. A pessoa ali tá com uma bengalinha, ela tem uma deficiência visual, ela não enxerga. Você não fica gritando com ela. Ô, tá vendo aí não, pô? Olha aí.
Você até ajuda essa pessoa. Pessoa que está de cadeira de rodas, a gente ajuda, né? Mas quando essa deficiência é interna? A pessoa tem deficiência de amor. Teve tanta carência que não foi preenchida na infância. Pai ausente, mãe desequilibrada.
E tá deu nesse adulto que você tá aí com ele hoje. A pessoa tem deficiência de diálogo. Nunca sentaram com ela pra ensinar a conversar. Então o que você tá vendo é um resultado. Aqui tem uma mochila de vida. Às vezes um campo minado. Aquela pessoa, qualquer pergunta que você faz, ela tá reagindo. Responde com cara dura, com olhar duro.
E aí eu vou entrar nessa onda? A nossa paz é um bem muito precioso. Não venda por um preço tão barato. Não venda para a má educação de alguém. É possível a gente continuar no eixo, mesmo quando em volta,
Existe todo um cenário tóxico. Já falei isso na live, eu amei isso. Eu tenho o privilégio de morar onde eu desenhei, onde eu quis morar, né? Porque no Indéspe corre um braço do mar. E é lindo mesmo. Eu vejo tartaruga na janela da minha cozinha, ali do Indéspe também. E eu vejo aquelas...
Garças branquinhas, lindas, com as penas alvas, elegantes, caminhando numa água turva. Até lixo tem quando a maré está baixa. Mas elas não perdem a elegância. É lindo isso. Se uma garça já sabe disso, que não deve se curvar,
em algo que vai contaminar, nós seres humanos, nós temos muito, muito mais recursos para passar por qualquer situação na vida sem nos deixar contaminar, sem grudar em mágoa, ressentimento. Nós temos tudo o que nós precisamos. E aí me deu vontade de dar uma tarefa para vocês.
Escolha uma situação hoje onde uma pessoa normalmente tiraria você do lixo. Onde você reagiria no automático. E em vez disso você vai escolher.
respirar e observar. Observação no olhar apreciativo. Olhar apreciativo é o olhar de bebê, aquele olhar que brilha, sem julgamento. Essa mudança tem que começar dentro de nós. Não é lá fora.
Fica aí um recadinho para o seu coração. E sabe qual é um grande prejuízo? Quando eu não me protejo desses ladrões de paz. Quando qualquer coisinha que faz, ai, me machucou, nossa, acabou com o meu dia. Fica discutindo com o marido ou filho, em vez de chamar para um diálogo mais profundo.
Enquanto eu estou gastando a minha energia com isso, estou deixando de planejar meu futuro. Estou deixando de usar o grande potencial que eu tenho, que é a minha imaginação. Que é canalizar energia para a visão daquilo que eu quero experimentar. Faça isso hoje. Hoje eu estou falando isso com você aqui com carinho, com muita propriedade.
Tem 30 anos que eu estou nessa área. Desenvolvendo pessoas, me trabalhando. E uma coisa hoje eu posso te falar. Eu tenho muito mais tempo vivido do que para viver. O corpo denuncia a idade. Mas a alma não. A alma pode ser jovem.
vibrante. Eu posso estar plena. Você pode ver um motorista assoviando feliz num carro velho. Às vezes até amassado. E ele tá bem. O motorista é o nosso eu. É o eu interno. É o eu divino. Ele sabe pra onde nos levar.
A casca é o ego. Então, meus amores, quero agradecer vocês que me acompanham, que estão junto comigo. Eu estou indo daqui a pouco hoje levar a minha menininha para realizar um grande sonho. Eu já contei isso várias vezes, eu estou tão feliz. E se eu não tivesse deixado de ser aquela...
Luísa, muito bronca, muito reativa, qualquer coisinha eu vou tirar limpo. Aprendi na infância, não leva desaforo pra casa. Talvez eu não estivesse vivendo o que eu vou viver. A minha menininha, lá da roça, de família grande e pobre, instalou um sonho na cabeça dela.
Lá onde ela vivia, chegou um padre holandês uma vez, ficou lá um bom tempo na cidadezinha. E ele fazia campanha na Holanda. E eu vesti muitas roupinhas das crianças da Holanda. Ele fazia campanha na Holanda, recebia roupas e dava para as famílias pobres.
E ele, ele era muito bom. Ele ajudou muito aquela comunidade virar a cidade. Ele passava os slides, os canteiros infinitos de tulipas da Holanda. Ele mostrava os moinhos de vento, as fotos das pessoas andando de bicicleta. E eu hoje estou indo.
Passagem comprada para levar minha menininha para realizar esse sonho. Andar de bicicleta nos canteiros de tulipas na Holanda, em Amistad. Se eu estivesse grudando ainda nos unzinhos da vida, provavelmente eu não ia abrir brecha para canalizar energia, para sonhar e para me permitir.
Então esse é o convite que eu faço para você. Se trate com mais amor. Aprenda a usar essa mente e esse potencial. Esse super poder que existe dentro de você. Porque a vida é rápida. A vida é uma escola. Se você fica grudando o que não presta, você vai ficar em recuperação, Fia.
E quando algumas lições se repetem na sua vida, é porque tem uma lição a ser aprendida. Eu quero deixar um beijo bem carinhoso e te convidar para se auto-observar, para fazer valer cada minuto dessa vida. Priorize você.
Amém.