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Adoração como estilo de vida - 2 Reis 5:9-12 - Pr. Nilson Dias - 15/04/2026

04 de maio de 202636min
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Participantes neste episódio2
R

Ricardo Arakaki

HostPastor
N

Nilson Dias

ConvidadoPastor
Assuntos6
  • Prostração e AdoraçãoConceito de adoração além do culto · Adoração no cotidiano (devolver troco, tratar bem) · Diversidade cultural na adoração · Princípio do esvaziamento · Princípio da obediência · Princípio do sacrifício · A história de Naamã · A menina cativa e sua compaixão
  • Devoção e glorificação de DeusEsvaziamento (negar a si mesmo) · Obediência à palavra de Deus · Sacrifício (entrega, consagração) · Vigilância para não rolar do altar · Viver em santidade · Investir tempo com sabedoria · Contribuir com recursos · Empregar dons e talentos
  • Cura de NaamãO comandante sírio leproso · A sugestão da menina cativa · A cura no rio Jordão · O pedido de terra de Naamã · O temor de Naamã ao templo de Rimón
  • Descoberta de filha desconhecidaTestemunho do poder de Deus em terra estranha · Compaixão pelo opressor · Renúncia
  • Empatia e SolidariedadeExemplo de José no Egito · Exemplo de Daniel na Babilônia
  • Igreja Primitiva e presença de imagensAusência de instrumentos musicais · Poucos bancos · Pastor pregando com a Bíblia e mãos · Calor humano e preocupação mútua · Falta de conforto material, mas presença de Deus
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Exalta o Senhor e todo o universo rende a ti louvor. Toda criação proclama meu amor, eu também te louvarei.

Eu também te louvarei Com minha vida, com minha voz Os meus dons e os meus talentos também

O meu tempo com os meus pés, com o meu corpo eu te louvarei também. O meu olhar com minhas mãos, os meus gestos e os meus...

Com meu ouvir, com meu sentir, com meu beber e meu comer, te louvarei. Com meu beber e meu comer, te louvarei. Com meu beber e meu comer, te louvarei.

Santa o Senhor em todo o universo, rende a ti novo. Toda criação proclama o teu amor, eu também te amarei.

O que é digno de ser?

A honra e a glória Vamos cantar A força e o poder Ao rei eterno e mortal Ao rei eterno e mortal Invisível e astral A ele que estamos Louvamos

A ti, oh rei Jesus, A ti, oh rei Jesus, Adoramos o teu nome, Nos dê-nos aos teus sonhos, Consagra-nos.

O Senhor é o Senhor, todo o nosso ser a Deus Amém Amém?

Graças e a paz em Cristo Jesus, amém irmãos? Agradeço ao pastor Ricardo pelo convite para compartilhar esse tempo com os irmãos sobre o tema adoração. E geralmente quando nós pensamos em adoração, vem algumas imagens da nossa mente associadas principalmente ao culto.

o levantar das mãos, dobrar os joelhos, cânticos de louvor. Mas essas imagens são apenas alguns aspectos que podem estar relacionados à adoração, mas a adoração é muito mais profunda.

vem do íntimo do nosso ser, o âmago da alma. Por isso que Jesus advertiu os religiosos de seu tempo, dizendo que eles estavam mais preocupados com a aparência exterior do que uma devoção interior.

Nós adoramos ao Senhor quando devolvemos o troco que veio a mais por engano. Nós adoramos ao Senhor quando emitimos a nota fiscal no exato valor pago ou recebido, não a mais e não a menos. Nós adoramos ao Senhor quando tratamos nosso próximo com cordialidade, o nosso cônjuge com amor e os nossos líderes com respeito, sem fazer acepção de pessoas.

Nós adoramos porque adoração tem a ver com os aspectos do coração, como diz provérbios, de onde saem todas as saídas da vida ou decisões. Quando nós pensamos em adoração, podemos até ter uma visão um tanto distorcida daquilo que ela significa.

Se você assistir um culto no domingo pela manhã na Alemanha, em uma catedral protestante, e escutar a igreja cantar castelo forte acompanhada com um órgão de tubos, e no dia seguinte você pegar um avião e descer em um país da África e participar de um culto, cujo pastor entra ao som de tambores, talvez você tenha dificuldade de assimilar.

O que é adoração se você se basear apenas nesses aspectos exteriores ou culturais?

Não é à toa que um dos campos de conhecimento que envolve cultura e arte, etnotoxologia, nos últimos anos, mais recentemente, de 10, 12 anos para cá, tem se estudado muito sobre isso e procurado entender essa etnotoxologia, que significa cada povo adorando ao Senhor dentro dos seus aspectos culturais e artísticos.

De modo que a missiologia, quando vai fazer esse estudo e preparar os missionários e enviar para o campo, faz com que o evangelho seja comunicado dentro da própria cultura. A nossa visão de adoração, muitas vezes, ela está ofuscada ou até deturpada, dependendo da lente com que a gente enxerga o que vem a ser a adoração.

E mesmo que esses aspectos exteriores estejam envolvidos, é o coração de fato que revela a motivação. Jesus disse, quando jejuarem, lavem o rosto. Não é assim? Quando derem esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua mão direita. Quando orar, entra no teu quarto, fala com o teu pai que vê em secreto.

E eu gostaria de, pensando nisso, irmãos, adoração é muito mais do que aquilo que muitas vezes nós associamos por imagem, eu gostaria de pensar em três princípios para a prática da adoração como estilo de vida. Adoração como estilo de vida e não apenas como um culto coletivo.

E aí eu quero convidar os irmãos a pensar comigo e relembrar a história de Namã, que está lá em 2 Reis, capítulo 5. Namã, que foi um grande comandante do exército do rei da Síria, homem que a palavra de Deus registra como um herói conquistador, vencedor de várias guerras, mas que era leproso.

Estou fazendo aqui um preâmbulo porque nós vamos ler daqui a pouco a partir do verso 9. Então, estou aqui introduzindo os primeiros versos. E numa das investidas que eles fazem na terra de Israel, eles trazem uma menina cativa. Então, os irmãos lembram dessa história. E essa menina vai dizer para a senhora dela, que é a esposa de Naaman, olha se o meu senhor estivesse diante do profeta Kiá em Samaria, ele seria curado.

da sua lepra. E aí o que acontece? Na mão de conhecimento desta fala, vai até o seu rei, diz para ele que há a possibilidade de uma cura, o rei prepara uma carta, separam-se presentes, uma comitiva, ele viaja para Israel, chega diante do rei de Israel, o rei de Israel fica furioso, porque ele imagina que o rei da Síria está inclusive provocando ele para uma guerra. Ele rasga as vestes dizendo, quem sou eu? Eu sou Deus para tirar ou dar a vida?

Eliseu, o profeta, toma conhecimento e diz assim, por que rasgaças a veste? Envia-o até mim e saberás que há profeta em Israel. E aí a gente chega no verso 9, olha que interessante, diz, de 9 a 12, 2 Reis 5, de 9 a 12. Naamã foi com seus cavalos e com seu caro.

Então este lhe mandou um mensageiro para dizer, vai, lava-te sete vezes no Jordão, tua pele será restaurada e ficarás purificado.

E aí, queridos irmãos, antes de ler o verso 11, a gente sabe que Naaman, no primeiro momento, não fez isto, não é mesmo? E aqui vem o primeiro princípio para quem quer viver a adoração como estilo de vida, esvaziamento. Se não houver esvaziamento, não há adoração.

Olha o que acontece no verso 11, porém Naamã retirou-se indignado, dizendo, eu tinha certeza que ele viria me encontrar? Invocaria em pé o nome do Senhor, seu Deus? Colocaria a mão sobre as feridas e me curaria da lepra? Por acaso os rios Albano e Farfar de Damasco não são melhores do que todas as águas de Israel? Eu não poderia me lavar neles e ficar purificado e fui embora indignado.

orgulho, orgulho. O primeiro princípio, irmãos, para a prática da adoração como estilo de vida é se esvaziar Naman por ser um herói de guerra, ainda que leproso, ele imaginava que o tratamento seria diferente.

Jesus contou certa vez que dois homens subiram ao templo para orar, está registrado em Lucas. O fariseu de pé orava consigo mesmo, ó Deus, graças te dou, porque não sou como os outros homens, ladrões, injustos, adultos, nem mesmo como este publicano. Jejou duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho, mas o publicano.

Em pé e de longe, nem mesmo levantava os olhos ao céu, mas lamentava-se profundamente dizendo, ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador. Sem esvaziamento, queridos irmãos, não há adoração.

E esse é um princípio do discipulado, inclusive, que Jesus nos ensinou, né? Quem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo. Toma a sua cruz e siga-me. E quem toma a cruz, queridos irmãos, é para ser crucificado. Por isso que Paulo fala em Gálatas 2,20, não é? Estou crucificado com Cristo, logo, já não sou eu quem vivo. Cristo vive...

Não há adoração se não houver esvaziamento. Há um grande evangelista que dizia que nós deveríamos ser como um copo furado, à medida que vai sendo cheio, se esvazia por baixo.

De modo que a gente nunca vai imaginar que está totalmente completo, que precisa sempre estar sendo renovado, esvaziar-se para ser cheio. O segundo princípio para uma prática de adoração como estilo de vida está a partir do verso 13. Olha que interessante. Porém, seus servos foram até ele e lhe disseram, meu pai, se o profeta tivesse te mandado fazer algo difícil, não teria...

Como é bom ter gente assim perto da gente, né? Para fazer a gente pensar melhor, não é mesmo? Pensar melhor. Eu lembro que eu participei de um acampamento muitos anos atrás, de jovens no Rio Grande do Sul.

e houve lá um desentendimento no momento de lazer. Não preciso nem dizer que foi no futebol, né? Mas foi. E aí eu lembro que o líder de jovens ficou furioso com aquilo, ele simplesmente abandonou o campo, ele era o árbitro, e ele sentou do meu lado, ele estava assim, uma panela de pressão para explodir. E por conta de uma atitude de alguém ali no campo, ele estava encerrando o jogo, ele sentou do meu lado.

Costei assim do ladinho do ouvido dele. Eu não era pastor deles, eu fui convidado para ser preletor. Eu fui assistir o jogo, eu era preletor convidado do acampamento. Aí eu cochichei no ouvido dele assim. Os outros jogadores e atletas não tem nada a ver com essa ofensa que você recebeu. Eles vão ser muito prejudicados se você encerrar o jogo. Aí ele deu uma respirada, levantou, apitou.

o jogo continuou. Como é bom ter conselheiros perto da gente, para nos estimular a obedecer a palavra de Deus. A fazer o que é correto. Foi exatamente o que os servos de Naamã fizeram. Olha, se o profeta tivesse pedido a você algo muito mais difícil, ele só falou para você se lavar.

Verso 14, então ele desceu, mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus. E a sua pele tornou-se como a pele de um menino e ficou purificado. O que pensam, né irmãos? Já pensou que coisa linda é isso? Poder perceber assim essa transformação imediata pelo poder de Deus. O segundo princípio para a prática da adoração como estilo de vida é obediência.

Sem obediência é impossível adorar a Deus. Por isso que Jesus nos orienta, né? Se você sabe que alguém tem alguma coisa contra você antes de você oferecer a sua oferta, vai lá. Não é assim? Resolve, depois você vem e apresenta a sua oferta. Sabe por quê? Porque ela não será recebida se você oferecer deste jeito. Tem que resolver, né? Tem que resolver.

Obediência. Lucas registra, por ocasião daquela pesca maravilhosa, logo no comecinho do livro, Simão disse, Mestre, trabalhamos a noite toda e nada pescamos, mas, por causa da tua palavra, lançarei-se à rede. Eu gosto muito deste texto.

porque Pedro não estava nem um pouquinho afim de lançar de novo aquela rede. Porque ele mesmo disse, já ficamos a noite toda, o mar não está para peixe. Mas, sob tuas palavras, lançarei a rede. Nós obedecemos não porque queremos obedecer, mas porque precisamos obedecer. Precisamos. Quando Esdras foi enviado para liderar,

O retorno do povo de Deus para Jerusalém registra assim Esdras 7, 10. Olha que lindo esse versículo. Por que Esdras foi escolhido para liderar? Porque Esdras tinha se disposto no coração a estudar a lei do Senhor.

praticá-la e ensinar em Israel os seus estatutos e normas. Já pensou que gostoso o Senhor enviar alguém para te chamar e dizer assim, olha, eu preciso da tua ajuda aqui, porque você é alguém que dispôs o seu coração para estudar a palavra. Nós temos visto que você tem praticado e você está disposto a ensinar a palavra. O que pensam, né? Ser escolhido e enviado com este propósito. Me lembra a história de um pai...

que morando na zona rural disse para o seu filhinho, não brinque na lagoa sozinho, deixa o pai chegar no final da tarde, a gente vai lá tomar um banho. E o pai saiu para trabalhar, um determinado dia, o sol muito quente, o menininho não resistiu à tentação, foi lá para a lagoa.

depois se perdeu um pouco no horário, ele tinha que voltar antes, e quando ele vem voltando para casa, ele percebe que o pai está chegando, e aí para tentar aliviar o problema, ele passa na horta e colhe alguns morangos, para dar de presente para o pai. Só que ele chega com os moranguinhos, com a mão toda cheia de lodo e barro, com a prova evidente do Instituto de Criminalística de que estava vindo da lagoa.

E ele oferece para o pai e o pai não recebe. O pai diz assim, obedecer é melhor do que dar presentes. O pai não recebeu. E ensinou esse princípio para ele. Obedecemos, irmãos, porque precisamos, porque precisamos obedecer. Terceiro princípio, a partir do verso 15. Então ele voltou ao homem de Deus com toda a sua comitiva. Ao chegar diante dele, disse.

Agora sei que em toda a terra não há Deus a não ser em Israel. Peço-te agora que recebas um presente do teu servo. Porém Eliseu respondeu, tão certo como vive o Senhor a quem cultuo, não o receberei. Namã insistiu com ele para que o recebesse, mas ele se recusou a recebê-lo.

Então, Naman disse, deixa ao menos que este teu servo leve duas mulas carregadas de terra, porque este teu servo nunca mais oferecerá holocausto nem sacrifício a outros deuses, se não ao Senhor. O terceiro princípio para a prática da adoração com o mestido de vida é o sacrifício. É entrega, oferta, consagração.

Primeiro, esvaziamento, negar a si mesmo. Segundo, a obediência à palavra de Deus e aquilo que o Senhor pede que eu atente. E o terceiro princípio é a própria oferta, o sacrifício. Um dos textos mais conhecidos dos cristãos em relação ao sacrifício é Romanos 12, 1. Portanto, irmãos, exórtavos.

que apresenteis o vosso corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. Aqui no original, grego, é culto espiritual, com entendimento. A pastor Carl Lackler, que foi professor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo durante muitos anos, numa das palestras, falando a pastores, citando este texto,

Quando ele diz assim de apresentar o corpo como sacrifício vivo, ele diz que o sacerdote no Antigo Testamento, quando ele colocava o cordeiro sobre o altar para ser queimado em holocausto, ele precisava ficar vigiando aquela oferta, porque à medida que ia queimando a lenha por baixo, ela ia se desfazendo e o cordeiro rola.

e às vezes correria o risco de cair do altar. Imediatamente ele precisava usar um instrumento e manter o cordeiro no altar. Aí o pastor Karl Larker diz que nós precisamos vigiar para nós não sairmos do altar, não rolarmos do altar. Isto é apresentar o nosso corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Vigilância. Sacrifício, meus irmãos, é viver em santidade. Isto é adorar ao Senhor.

Adorar ao Senhor e também investir o nosso tempo com sabedoria, contribuir com os nossos recursos também a adorar ao Senhor. Veja que interessante, muitas vezes associamos a adoração com aquilo que eu disse no início, culto, adoração, música, levantar das mãos e tal, mas não, é viver em santidade, investir o nosso tempo com sabedoria, contribuir com os nossos recursos, empregar os nossos dons e talentos na...

edificação da igreja, eu gosto muito do texto de Efésios, capítulo 4 quando diz que o Senhor deu para a igreja de fato alguns com dons ministeriais ali está pastor, mestre apóstolo, evangelista, profeta para o aperfeiçoamento

o aumento dos santos, e eu gosto muito desta parte, quando diz que cada um contribuindo e operando com a sua parte, para a edificação da igreja, o crescimento natural da igreja, que é quando nós empregamos os nossos dons espirituais.

Nós adoramos ao Senhor quando nós trabalhamos com qualidade, estudamos com afinco, até mesmo viajando, contemplando a natureza de Deus, tudo para a glória de Deus. Sacrifício. Lembram quando Davi...

Ele levantou um censo e o Senhor o repreendeu e uma praga atingiu o povo e ele precisou levantar um altar. Esse texto aqui é tremendo também, está lá em 2 Samuel 24. Ele chega até a terra de Araúna para levantar ali um altar, porque era a instrução do Senhor. Olha o que diz 2 Samuel 24, 24. Mas o rei disse a Araúna, não, quero comprar pelo seu valor, porque não oferecerei ao Senhor, meu Deus, holocaustos que não me custem.

Nada, olha que bênção isto, o valor da oferta, da consagração. Davi comprou a eira e os bois por 50 ciclos de prata. É interessante, irmãos, que quando nós pensamos em Romanos e sacrifício, em tudo aquilo que nós fazemos como ato de adoração, viver a vida como ato de adoração diante do Senhor, o versículo 2 de Romanos 12 fala...

Este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente. Eu tenho uma tia que foi costureira há muitos anos e ela tinha um ateliê. E eu gostava de entrar no ateliê dela desde quando era criança, porque eu achava bonito ver aquelas carretéis de linhas coloridos. E aí chegavam as irmãs da igreja para encomendar vestidos e ela tinha algumas gavetas enormes, em alguns armários, e ela ia tirando os moldes. E eu ficava ali de olho, porque eu gosto muito de artes.

E aí ela tirava aqueles moldes, colocava em cima daquela mesa e ia mostrando para aquelas clientes que molde que ela queria. E o mundo tem essas gavetas para que as pessoas possam estar se vestindo e vivendo de acordo com esses moldes, mas é isso que Romanos 12 diz, não vos conformeis, ou seja, não tem a forma desses moldes que o mundo está oferecendo para vocês. Não, nós precisamos viver a semelhança de Jesus.

de vida é esvaziamento, esvaziar-se. Segundo princípio, obediência. Obedecer.

Terceiro princípio, sacrifício, entrega, consagração, oferta. Fazer de tudo aquilo que nós estamos relacionados no dia a dia, como um ato de adoração a Deus, até mesmo beber um copo d'água. Eu me lembro do meu pai, acometido de doença de chagas, descobriu com 44 anos de idade, faleceu com 46. Mas poucos dias do falecimento dele, eu lembro que chegando de um procedimento médico em casa, eu tinha 15 anos de idade. Obrigado.

de água na cozinha e ele olhou pra mim assim e disse que delícia eu nunca tinha visto alguém elogiar tanto um copo de água como meu pai elogiou porque meu pai sabia que ele tinha dias contados porque o médico disse pra ele que a única solução seria o transplante de coração e ele não aceitou fazer o transplante do coração ele mesmo não quis fazer então

olhava tudo aquilo que ele comia, ele elogiava. E esse copo d'água marcou muito a minha vida. Sabe, irmãos, que quando eu olho para a história de Naaman...

Eu vejo assim que ele, ao pedir aquelas duas cargas de mulas de terra, porque ele não queria oferecer mais sacrifício para outros deuses, porque agora ele é um adorador de fato, ele se esvaziou, ele obedeceu e agora ele quer sacrificar para Deus. Ele leva esse monte.

falando que às vezes a gente sobe no monte para adorar, que às vezes é o momento do templo, do culto, mas desceu dali. Tem até uma canção cristã muito antiga de um grupo que falava que na segunda-feira é diferente, deixou de ser cristão, não pode. Então, Naman, quando ele pede essa carga de terra...

Mas ao mesmo tempo ele demonstra temor. Olha o que diz o verso 18. Que o Senhor perdoe isto ao teu servo. Quando o meu Senhor for ao templo de Rimón para lhe adorar e se apoiar na minha mão. E eu também tiver de me curvar no templo de Rimón. Quando assim me curvar no templo de Rimón. Que o Senhor perdoe isto ao teu servo. E eu lhe disse, vai em paz.

irmãos, que ele imediatamente pensou assim, eu não posso mais entrar no templo pagão, só que eu sou um oficial, eu tenho que acompanhar o meu rei, e agora? Ele pede perdão, olha que interessante, temor do Senhor

Não é só quando eu estou no monte santo, no templo, no culto, é fora do templo. Consciência, consciência cristã, temor do Senhor. O que me chama mais atenção, irmãos, na história de Namã, eu confesso para os irmãos que não é a cura de Namã. Sabe o que me chama mais atenção? É a moça cativa. O que leva uma menina arrancada da sua terra, do seu povo, escrava, desejar a cura do seu opressor.

O que me chama mais atenção é essa menina cativa. Poderia ser fazer algumas especulações, né? Talvez ela queria ganhar algum pontinho com o patrão, ou talvez ela... Enfim, era bem tratada.

e resolveu recompensar, enfim, muitas especulações podem ser feitas. Mas a gente pode ir para José do Egito. O que faz com que José, na masmorra, sofrendo, olhasse para o copê e o padeiro tivesse compaixão deles? E dissesse, conta para mim o sonho que eu vou revelar para vocês. O sonho pertence a Deus. Compaixão na masmorra.

O Daniel na Babilônia, que quando soube que todos os sábios seriam mortos, porque não foi revelado o sonho do rei, ele pede um tempo para interceder, pede para os seus amigos orarem também, porque ele não queria que aqueles videntes morressem. Com paixão na escravidão.

Essa menina, irmãos, levada cativa, ela demonstrou compaixão. É o que diz o verso 2. Numa das suas investidas militares, os sírios haviam levado cativo uma menina da terra de Israel, que passou a servir a mulher de Namã. Ela disse a sua senhora, quem me der o meu senhor procurasse o profeta que está em Samaria, ele o curaria da sua lepra. Essa menina é uma menina adoradora.

porque ela testemunhou do poder de Deus em terra estranha. Isso se chama, irmãos, renúncia. Renúncia. Então, quando nós nos esvaziamos, obedecemos ao Senhor e sacrificamos com o nosso tempo, recursos, talentos, vida, oferecendo ao Senhor holocaustos que custem dedicação,

nós também aprendemos a renunciar a nossa própria vontade para fazer a vontade de Deus. Amém? Adoração como estilo de vida é muito mais do que erguer as mãos e cantar louvores. Adoração como estilo de vida é honrar ao Senhor com os nossos pensamentos, as nossas falas, as nossas ações. É esvaziar-se, obedecer e sacrificar-se ao Senhor. Eu quero concluir a minha mensagem com uma canção com título Igrejinha.

porque ela remete um pouco a essa essência da adoração.

Que saudade tenho daquela igrejinha que ouvi falar Não tinha nenhum instrumento, poucos bancos pra se sentar O pastor pregava com a Bíblia e suas mãos não tinha onde apoiar

A CIDADE NO BRASIL

Eu tinha que ir e não ia se morrer Vê que povo alegre, vê que povo bom Podia não ter o conforto, mas tinha o meio

E que povo alegre, e que povo bom, o dia não deu conforto, mas a dor do coração.

se ouvia o cantar alegre da multidão glória, glória, aleluia Jesus já trouxe a salvação nesta igrejinha quem lá vivia prendeu a mão

O dia não tem o conforto, mas ninguém deixa a roupa de pedro. O dia lá se vê também o calor humano e preocupação.

Ninguém ia para casa levando leite sem querer o pão. Ninguém ia para casa levando leite sem querer o pão. Dê que povo alegre, dê que povo bom, o dia não terá.

Pode faltar a luz, mas não pode faltar na igreja o Senhor Jesus. Pode faltar conforto, pode faltar...

Amém? Deus abençoe a Deus.