#216. Bancos de igreja
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- Episódio na Igreja EvangélicaDesejo da criança de ir à igreja · Pastor conhecido da mãe · Posicionamento de diáconos em círculo · Movimentação de bancos pesados · Força desproporcional demonstrada · Adormecer no colo da mãe após crise
- Terror Noturno InfantilDefinição e características clínicas · Diferença entre pesadelo e terror noturno · Fases do desenvolvimento do sono · Duração e prevalência em crianças · Tratamentos médicos (tranquilizantes) · Impacto no sono dos pais
- Casa de OracaoPastor realizando oração na residência · Fenômenos acústicos durante oração · Silêncio e paz após ritual · Fim do terror noturno · Melhoria na qualidade do sono · Recuperação do casamento
- Impacto Emocional na FamiliaExaustão da mãe · Privação de sono dos pais · Deterioração do casamento · Fragilização das relações familiares · Adoecimento da família · Observação de comportamentos bipolares na criança
- O Papel da Fé e EspiritualidadeCentro de espiritismo e regras sobre gravidez · Batismo católico · Influência da família católica · Possessão demoníaca como hipótese familiar · Oração e intervenção pastoral · Conversão religiosa após evento
- Manifestações comportamentais e físicas da criançaAutomutilação durante crises · Força desproporcional em criança pequena · Mudança de comportamento diurno vs noturno · Dificuldade em reconhecer pais durante crises · Crises diurnas após período noturno · Padrão de comportamento agressivo
- Busca de oportunidades econômicasConsultas com múltiplos profissionais · Parecer de médicos e terapeutas · Ineficácia de medicamentos · Frustração com falta de soluções · Duração prolongada do tratamento · Diagnóstico consistente de terror noturno
- Perspectiva atual de Isabel aos 19 anosFalta de memória do evento · Pesadelos posteriores · Sensação de medo · Crença em propósito divino · Confiança na proteção · Testemunho para outras pessoas
- Explicações e ceticismoPico de descarga emocional · Privação de sono prolongada · Fatores neurológicos · Impossibilidade de explicação única · Perspectivas múltiplas sobre o evento · Respeito a diferentes interpretações
Sejam muito bem-vindos ao Ateio OK. E a história de hoje é da Isabel. Mas se essa história é minha ou se é da sua amiga, vocês nunca vão saber. Nem se os lugares ou nomes foram alterados ou não. Então, vem comigo. A Clarice, mãe da Isabel, sempre quis ter filhos. Na verdade, ela sempre quis ter filhas. Ela sempre quis duas meninas. Num determinado momento da vida, ela começou a planejar uma gravidez. Mas, enquanto isso, a vida vai acontecendo, né?
Nesse momento da vida dela, ela era mensageira num determinado centro espírita. E eis que depois de alguns anos planejando, ela engravidou da Isabel. Porém, gente, nesse centro espírita tinha uma regra, que eu honestamente nunca ouvi falar, de que mulheres grávidas não poderiam continuar sendo mensageiras e participando do centro, porque os espíritos poderiam entrar no feto. Eu não sei se é uma regra de um grupo específico, de um centro específico,
Mas foi exatamente isso que foi mencionado no e-mail. O fato é que depois que a Clarice engravidou da Isabel, ela precisou sair do centro espírita em questão. E, gente, a gestação dela foi bastante complicada, sabe? Teve muitas intercorrências, mas no fim deu tudo certo. Em 2007, nasceu a pequena Isabel. Depois que ela nasceu, depois que a Clarice passou por aquele novo período de adaptações,
com a avó, que no caso era a mãe da Clarice, e voltou para o centro espírita fazer as coisinhas religiosas dela lá. E, gente, muito embora a Clarice fosse espírita, a mãe dela dizia não ter nenhuma religião, mas respeitava a Clarice. Já o marido da Clarice, ele era católico, e a família começou a sugerir que eles batizassem a Isabel na igreja católica. E assim foi feito, batizaram ela lá. Os dias passaram, a Isabel foi se desenvolvendo bem,
que ela fez um aninho. A partir daí, gente, desse primeiro aninho, ela passou por uma transição do sono e passou a ter o chamado terror noturno. Para quem não sabe o que é, eu vou explicar. O terror noturno, ele é um distúrbio do sono que pode acontecer em bebês e crianças pequenas. Ele não é perigoso, mas para quem vê, ele é muito tenebroso e assustador. E como que ele acontece?
está ali dormindo tranquila, profundamente, mas de repente ela começa a chorar ou gritar muito forte. Parece que ela está numa situação de pânico muito grande, assustada. E, gente, tem crianças que sentam, que começam a se debater. Normalmente, a criança chega a abrir os olhos, só que ela não consegue reconhecer os pais. E mesmo tentando se acalmar, ela não responde direito.
passa, elas voltam a dormir sozinhas e no dia seguinte elas não lembram de nada. E teoricamente não tem nada de errado nisso. É uma das fases do desenvolvimento humano. É como se fosse uma falha na transição entre as fases do sono. Não é um pesadelo que a criança tem, não é nada espiritual, muito embora pareça, mas não é. A questão da criança não reconhecer os pais ali é porque o cérebro dela está dormindo ainda.
para os pais que não estão sendo reconhecidos, parece que a criança está possuída, é realmente muito assustador. Mas, gente, é só uma fase do desenvolvimento que algumas crianças apresentam. Bom, dito isso, como eu mencionei, ele é assustador, mas ele é inofensivo. Só que o caso da Isabel, ele era um pouco mais complicado e fora do comum, porque além de acordar gritando, ela acordava também se mordendo e se arranhando inteira, e isso com um aninho.
Gente, é um bebê. Só que para a Clarice, obviamente, isso era enlouquecedor. Porque toda noite, sem exceção, toda noite isso acontecia. Isso durou mais de dois anos. Nesse meio tempo, a Clarice tentou levar ela em médicos, terapeutas, psicólogos. Todo profissional que tivesse disponível, a Clarice levava a Isabel. E todos falavam a mesma coisa, que isso era terror noturno e passavam a mesma coisa.
escavalares de tranquilizante para um bebê. Só que, gente, esses tranquilizantes simplesmente não funcionavam. A essa altura, depois de dois anos vivendo isso, a Clarice e o marido já estavam com o casamento deles muito fragilizado. A Clarice já não tinha mais saúde mental para absolutamente mais nada. Ela estava exausta, ela estava esgotada e as brigas entre eles eram cada vez mais constantes pela privação de sono, pelo estresse, por tudo.
Dois anos, isso acontecia todas as noites. Quando a Isabel fez três aninhos, isso se alastrou para o dia também. Do nada, a Isabel começou a ter crises no meio do dia. Ela gritava, ela se mordia, ela se arranhava, nada acalmava ela. E aí a gente já não pode mais dizer que é terror noturno, né? Só que, gente, o caso dela começou a se tornar uma coisa realmente muito preocupante.
Isabel. Não tinha mais profissional para ela ir atrás. E não tinha mais médico para levar. Ela não sabia mais o que fazer. E como ela se mordia e se arranhava, ela, um bebezinho de três aninhos, ela estava toda machucada. Essas crises começaram a ser cada vez mais frequentes durante a noite também. Era como se alguma coisa não deixasse a Isabel ter paz durante a noite. Chegou um momento, gente, que a Clarice simplesmente não dormia mais.
ela nem a Isabel, né? Era Isabel tendo crises e ela com medo de quando essas crises chegassem. Elas duas tiravam cochilos de 30 minutos, uma hora. E eu nem consigo imaginar quão enlouquecedor é isso. Depois de dois anos nesse sofrimento, mais esse tempo todo, deve ter sido realmente uma coisa absurda. A família toda começou a perceber a exaustão delas. A Clarice, gente, ela só tentava sobreviver com o mínimo de energia
possível. Só que quem presenciava falava que a Isabel de noite parecia uma pessoa e durante o dia parecia outra. Pareciam duas pessoas diferentes ocupando o mesmo corpo. Os comportamentos, o olhar, até o som da voz do choro era diferente. A família, que em geral eram todos católicos, a família começou a dizer para Clarice que tinha alguma coisa de errado com a Isabel, que aquilo não era normal, que aquilo poderia ser alguma coisa espiritual.
E assim, os anos foram passando. Clarice e o marido, gente, não conseguiam ficar bem. Não conseguiam se ajustar, não conseguiam se adaptar. A família começou a adoecer. E nesse ritmo insano, a vida passou, todo mundo sobrevivendo, até que um dia qualquer, a Isabel, ela estava com muito sono de noite, muito sono. Mas, gente, ela não dormia. Ela não conseguia dormir.
consegui descansar. E como ela já era um pouquinho maior, coisa de 5, 6 aninhos, ela já sabia manifestar as vontades próprias. E, de repente, ela falou para a Clarice. Mãe, eu quero ir na igreja do homem da TV. E a Clarice não sabia do que ela estava falando, então ela foi perguntar para a mãe dela que igreja que era, que homem que era esse, que programa se ela sabia do que estava falando. E a mãe dela comentou que a babá assistia um culto de manhã na televisão.
Estava sempre junto com ela, a TV estava ligada, a Isabel acabava vendo também. E assim, gente, a Clarice descobriu que era uma igreja evangélica, mais especificamente uma igreja neopentecostal. Essa igreja é bem famosa, inclusive, sabe? E quando a Clarice viu, ela viu que o pastor dessa igreja era um senhor que já tinha estudado com ela. Então ela foi até lá e contou para ele o que estava acontecendo.
Então eles marcaram um dia, se reuniram ali dentro da igreja. Como que foi isso? Olha só. Dentro da igreja tem os bancos. Sabe esses bancos de madeira que são bem pesados de igreja? Sabem qual é, né? Uma igreja bem pequena. Então tinham ali as lacunas ali de banco. Eles colocaram a Isabel de pé no meio da igreja, na parte central. A Clarice ficou no altar sentada para não atrapalhar.
e fazendo as orações dela pela filha. E os diáconos, eles ficaram em volta da Isabel, só que distantes. Eles fizeram como se fosse um círculo na igreja, todo mundo quase que encostado na parede, sabe? E a Isabel sozinha lá no meio, com os bancos em volta. E ali agora, todo mundo posicionado, eles começaram a fazer as orações. Gente, quando essas orações começaram, a Isabel começou a ficar muito, muito, muito agitada.
Ela começou a se debater. Ela começou a andar para lá e para cá pela igreja. Ela foi lá para trás. E ela começou a empurrar o último banco que estava lá. E ela empurrou um. E esse um que ela estava empurrando. Empurrou o que estava na frente. E ela foi empurrando. Até que virou um engavetamento de bancos. E ela empurrava todos esses bancos até o começo da igreja. Daqui a pouco ela ia lá pela frente. Empurrava de volta.
até o final da igreja. Foi uma coisa assustadora, porque aqui a gente está falando que ela conseguiu enfileirar coisa aí de 10, 12 bancos, porque era uma igreja pequena, mas, gente, 10, 12 bancos desse dá o quê? 300, 400 quilos. É pesadíssimo. E quanto mais agitada ela ficava e quanto mais ela empurrava, mais eles continuavam rezando para ela. E mais rápido ela empurrava aqueles bancos.
para frente, ia lá para frente e empurrava de frente para trás, parecia que ela estava numa ira sem fim. Ela empurrava aqueles 400 quilos quase, e depois que ela fez isso umas 5 ou 6 vezes, o cansaço era visível nela. Exausta, ela simplesmente parou de empurrar esses bancos, largou eles todos enfileirados, foi andando em relação à Clarice, que estava sentada ali no altar da igreja,
toda aquela cena. A hora que ela chegou perto da Clarice, ela deitou no colo da Clarice e dormiu. Gente, coisa que não acontecia há sabe Deus quanto tempo. Ela dormiu num sono pesado, profundo, um sono carregado. E a Clarice, como mãe é mãe, a Clarice ficou ali. Depois que ela acordou, a Isabel parecia estar super tranquila, descansada, só pediu pra ir embora. Gente, depois desse episódio, a Clarice chamou,
O pastor ficou ali, firme e forte, orando.
E depois de um tempo, o silêncio se instalou naquela casa de repente e uma paz que ninguém sentia há anos invadiu aquela casa. Depois disso, a Isabel passou a dormir a noite inteira, mesmo que ela tenha continuado tendo alguns pesadelos. Mas ela não teve mais aquele terror noturno. A Clarice conseguiu se recuperar de tanto tempo, tantos anos que ela estava sem dormir.
Ela e o marido pararam de brigar, as coisas foram se ajeitando. A Clarice saiu daquele centro espírita que ela frequentava e passou a frequentar essa igreja em questão. A Isabel hoje tem 19 anos, ela está casada já e ela dá esse testemunho dela para todo mundo. Só que muito embora ela saiba que isso aconteceu, porque todo mundo conta, foi um episódio muito marcante para a família inteira.
contando isso, porque eles falaram que foi uma coisa muito impressionante. Então, muito embora todo mundo esteja sempre mencionando isso, ela não se lembra desse episódio. Ela era criança também, era pequenininha, né? Ela só se lembra que teve alguma coisa marcante ali, e um tempo depois disso, muito embora ela tenha voltado a dormir, ela passou a ter alguns pesadelos que deixavam ela com muito medo. Ela não lembra o que eram esses pesadelos, mas ela lembra dessa sensação de medo que ela acordava.
elas se converteram para a religião evangélica, até a avó da Isabel, que se dizia ser uma mulher sem religião. No fim, todas elas passaram a assistir o mesmo culto que a babá assistia na TV, porque para elas foi ele que salvou a Isabel. Quando eu perguntei para a Isabel sobre a percepção que ela tem hoje com essa situação toda, ela me falou que não sabe o motivo disso ter acontecido com ela, mas ela acredita que tenha sido para desestabilizar ela e a família dela.
O inimigo tentou. Mas não conseguiu. E gente aqui também foi legal. Que no e-mail. Houve uma manifestação. E a Clarice falou o seguinte para mim. Quando uma pessoa tem um propósito. Muito grande. O inimigo ataca a família. A saúde. E até mesmo faz com que existam problemas emocionais. Físicos ou mentais. Para tirar a pessoa do caminho. Que Deus preparou para ela. Ela não estava endemoniada.
E, gente, no fim, ficou tudo bem, deu tudo certo. Até hoje elas têm paz. Nunca mais esse terror noturno fez parte da vida delas. E elas têm certeza que esse episódio marcou um divisor de águas na vida deles.
Elas na estabilidade da Isabel, principalmente no casamento da Clarice. E essa foi a história da Isabel. E, gente, que história forte, né? Assim, o que mais chama atenção aqui não é nem tentar definir exatamente o que foi, né? Se foi realmente espiritual, se foi físico, emocional, mas sim o nível de sofrimento que essa família teve por tantos anos e o alívio que veio logo depois, né?
independente da explicação, existia uma criança em sofrimento, uma mãe completamente exausta, um casamento sendo todo desestruturado, e em algum momento isso mudou. Então, por si só, isso já é muito significativo. Claro, a fé, do ponto de vista delas aqui, a fé teve um papel central nessa história, porque foi dentro desse ambiente que a família encontrou esse ponto de virada.
meu Deus, dificílimo. Então, para eles, tem um significado muito claro e isso precisa ser respeitado. Fui clara, gente? A questão deles atribuírem isso ao espiritual, à religião, isso precisa ser respeitado, tá? E por que eu estou reforçando para vocês? Porque quando se trata de religião dos outros, a gente precisa respeitar. E essas histórias, igual aqui, eu sei que elas podem e provavelmente vão, né?
Vocês vão ter diferentes pontos de vista. Eu sempre falo sobre isso com vocês. Tem gente que vai olhar pelo lado espiritual. Tem gente que vai pensar em questões neurológicas, emocionais. E está tudo bem. Nem tudo precisa ser reduzido a uma única explicação. Eu acho que é o que faz sentido para cada um. Eu só fico imaginando, gente, como que uma menina tão nova, uma criança, passou por tudo isso. E, assim, se não tivesse sido feito nada a respeito, sabe? Os danos que isso poderia ter causado.
Talvez que até causou esse, ainda que esse episódio de força, assim, você carregar mais de 300 quilos sozinha uma criança, gente, isso é uma coisa muito impressionante, né? Claro, eu sei que tem gente que vai tentar trazer uma explicação lógica e racional, né? Porque, por exemplo, se a gente pensar que uma privação de sono extrema por anos, em algum momento ela pode gerar um pico de descarga emocional e física também, que traz como consequência a exaustão.
a força que ela tenha tido tenha sido um pico de descarga física. E como ela teve essa descarga física, veio a exaustão dela dormir no colo da mãe dela. Mas, numa explicação puramente lógica, eu não saberia dizer como ou porquê, depois desse episódio, tudo isso simplesmente acabou. Eu não sei se é possível um pico de descarga física ser tão grande a ponto de uma criança conseguir empurrar todos esses bancos. E depois disso,
terrores noturnos, as crises, tudo acabou, parece que alguém tirou com a mão, sabe? Mas aí aqui entra uma coisa que eu sempre reforço pra vocês, né? Eu conto a história aqui com base no ponto de vista de quem viveu e de quem me enviou. Se eu não acreditasse nessas coisas, esse quadro não existiria. Então eu não tô aqui pra invalidar a experiência de ninguém, né? Porque independente da explicação, o fato é que pra essa família houve uma mudança real.
Foi um divisor de águas, né? Trouxe alívio, paz, reorganização. Elas se encontraram dentro da fé delas,
hoje pra elas tá tudo bem. E talvez eu acho que esse seja o ponto mais importante de tudo isso, né? Eu acho que não é nem ficar provando o que aconteceu. A gente tá vendo uma família que tava num sofrimento extremo e eles encontraram uma saída e hoje a Isabel tem aí o testemunho que ela passa pras pessoas, né? Eu, particularmente, eu nunca conheci ninguém que viveu algo assim, sabe? Assim, nunca ouvi diretamente da fonte. Eu só vi esse tipo de coisa em filme, ou que eu ouvi falar,
ouvir falar, que a pessoa ouviu falar, que não sei quem contou, que o filho da vizinha, do primo do cachorro, sabe? Então, achei muito interessante, sim, alguém ter confiado em mim para compartilhar essa história aqui, né? Então, é isso. Eu só quero reforçar para vocês aqui, que se você quiser comentar sobre essa história, que você comente com parcimônia, gente, com muito cuidado, com muito respeito à religião e à experiência dos outros, né? A gente está falando aqui de uma história real, de pessoas que são reais,
que é uma coisa muito sensível e individual. Então eu já rebato tudo isso daqui, porque como eu falei, eu acredito que vão ter pessoas que vão ter uma explicação física e lógica para o que aconteceu, mas o fato é que para quem viveu isso, só elas sabem como que elas sentiram isso dentro do coração delas. A gente consegue então opinar, refletir, discordar sobre essa história, mas com respeito. E gente, só uma coisa, que Deus me livre do meu filho ter terror noturno.
uma fase do desenvolvimento, mas se Deus me permitir essa fase, eu quero pular, tá? Eu quero passar. Não é uma regra, né? Não é com toda criança que acontece. O meu sobrinho teve também terror noturno. Ele teve algumas noites aí que ele acordava gritando como se meu Deus. E no dia seguinte nada mudava, sabe? Mas foram poucos dias, assim. Foi coisa de uma, duas semanas. Eu nem imagino que seja você viver isso por mais de ano, né?
Mas enfim, que Deus me livre de terror noturno e é isso. Se você quiser comentar sobre essa história,
Comente com muita parcimônia no nosso grupo do Telegram. Eu estou esperando vocês por lá. Mande sua história até iok.podcast.gmail.com. Me siga no Instagram até iok.podcast. E até o próximo episódio. Tchau, tchau.