Manda áudio 35
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- História do Gatinho AstolfoAdoção da gata Cacau · Doença e morte do gato Puff · Legado de Puff para Cacau · Relação entre Puff e Cacau
- Experiências de perda e recuperaçãoInstinto de preparo para perdas · Novos animais de estimação como consolo · Alegria em ter um novo pet
- Producao AudiovisualComo enviar áudio · Ser apoiador do podcast · Padrões de áudio
Oi! Você tem uma coisa bem legal, mas é muito curtinha pra mandar e-mail? Então, manda áudio, ok? Oi, Paulinha. Eu estava hoje pela manhã escutando teus manda-áudios aí e escutei muitas histórias de gatinhos. Lembrei de contar a minha história. Um pouco triste e feliz também. Meu gato...
Já fazendo um spoiler aqui, tinha oito anos e, nossa, ele era muito meu, sabe? Muito, muito meu. Eu tenho um filho de 16 anos, sou casada, mas ele não era tão apegado ao meu esposo e ao meu filho quanto a mim. Então, assim, ele chegava a ficar me esperando no portão quando eu chegava ao serviço, sabe?
dormia comigo, era assim, meio xodó. Em 4 de janeiro deste ano, apareceu uma gatinha aqui em casa. Só que eu, na época, tinha o Puff e o Branquinho. E aí meu marido disse, não, a gente não pode ficar com mais um gato aqui, né? Aí eu falei, não, mas com certeza largaram aqui na frente de casa. Depois, olhando nas câmeras, eu vi que realmente largaram aqui na frente de casa.
mas eu como gateiro de plantão que sou, não abandonei. Meu filho só pegou, ela só viu, ela já disse, ah, vamos botar o nome dela de Cacau. Então é a nossa... Mota atrapalhou aí, meu Mota. A Cacau agora é nosso novo xodó. E...
Quando eu vi a Cacau, que eu peguei ela no colo, eu falei pro meu marido, o Puff vai morrer? Nós vamos ficar sem ele? Já chorando, né? Daí, então ele disse assim, capaz, guria, não, não, vai ficar tudo bem. Eu disse, não. Deus tá preparando o meu coração. Eu sei que Deus tá preparando o meu coração. Porque o Puff tava bem doente mesmo, sabe? Ele tinha um problema renal muito sério.
A gente tava toda a vida tratando ele e tudo, porque ele tinha um problema bem sério. E ele se dava super mal com a Cacau. Nossa, ele não foi nem um pouco carinhoso com ela. Até eu pensei em doer ela pra alguém mesmo, sabe? Porque ele não queria nem saber dela. Eu sou muito de guardar datas. Dia 14 de janeiro.
eu me surpreendia com ele lambendo ela. Lambendo, lambendo, assim, nossa, se deram bem, graças a Deus. Se deram bem, se deram bem, agora vai ficar tudo ok, né? Aí, tá, tudo tranquilo. E a gente ficou cuidando dele, sabe? Olhando aquela cena, assim, que era muito linda, muito linda mesmo.
E eles colocaram, ele colocou o nariz assim, no ponto do nariz dela, sabe? Como, agora eu vejo como, agora eu vejo como isso, sabe? Como se ele estivesse entregando o legado dele pra ela. Como se tivesse dito assim, cuida dela por mim. Porque no outro dia ele faleceu. No dia 15 de janeiro, ele teve um infarto.
Até eu pensei que ele estivesse brigando com outro gato no pátio do vizinho. Aí eu falei, acordei o meu marido. Nossa, espantada, né? Era de noite. E o meu marido foi buscar ele. Foi buscar ele no pátio do vizinho. E quando voltou, ele já estava sem vida. O nariz roxo, a língua roxa. Olha, nunca imaginei a minha vida que um gato fosse infartar.
Hoje, eu vejo que ele entregou o legado dele pra Cacau. Eu acredito muito nisso, né? Porque eu sempre tive gato, eu amo, amo, amo meus gatos. O Branquinho, ele é mais reservado, sabe? O Branquinho, ele já tem sete anos.
E a Cacau vai fazer um aninho que tá com a gente. Eu sou maravilhada nela. Sou apaixonada por ela. Dorme comigo. Dorme em cima de mim igual o Puff. O Puff era nós. Então assim, Deus realmente preparou o meu coração.
Pra partida do meu puff, né? Então, tu que é gateira, tu vai me entender. Essa aí é a minha história. Como eu disse, feliz, triste, mas feliz também no final, né? Beijo, Paulinha. É, gente, mais uma história que é bonita e triste ao mesmo tempo aí quando se trata de bichinho, né? Eu até ia colocar um aviso antes que era uma história triste, mas como ela mesma já falou ali no áudio, eu achei que poderia ficar repetitivo. Então, eu espero que ninguém tenha sido pego aí de...
De surpresa, né? Eu nunca tive isso, né? Mas na história do gatinho Lolo e nessa história de agora Eu ainda não passei por isso, né? Eu tenho meus três gatos já tem bastante tempo Já passei com os dois gatos que eram do meu marido Na época que a gente ainda era namorado, né? Quando a gente namorava juntos
passei com os meus cachorrinhos, enfim, mas os meus três gatos, que desde que eu comecei a morar sozinha e ter a minha vida, eu ainda não passei por isso, assim. Mas eu acho muito louco como parece que realmente existe algum instinto, né, não sei se é um preparo de Deus para quem acredita ou se é um instinto, um sexto sentido, não sei no que é a crença de cada um, mas realmente que parece que vem um aviso.
de que alguma coisa vai acontecer, né? Igual ela comentou que o Puff já estava bem doente e ele simplesmente no dia seguinte falecer, gente. Parece que o outro gatinho, não parece que foi realmente enviado de algum lugar, talvez justamente para acalmar o coração dela. É aquela coisa, né? Um bichinho, ele não substitui outro. Mas é uma alegria diferente.
É uma alegria você ter um bichinho diferente do bichinho que você já tem em casa, né? Você fica com aquele sofrimento, mas é uma distração você ter um bichinho novo ali, você ter um bichinho para amar. Nenhum bicho eu acho que é substituível, mas querendo ou não, às vezes ter um bichinho novo ali diferente, eu acho que pode trazer uma alegria que muda um pouco do nosso ânimo. Então eu fico muito feliz que a Cacau tenha aparecido aí na vida dela.
Há tempo, né, de realmente ter se dado bem com o Puff, porque é também, assim, me parece que o Puff é um gatinho que tinha ali acesso à rua. Eu acho que esses gatos, eles são um pouco mais sociáveis com outros, né? Então, eu fiquei meio impressionada também dele ter uma boa relação com a Cacau, dele encostar o narizinho no dela, porque os meus gatos, só de passar, gente, outro gato aqui no meu condomínio, às vezes eles atravessam aqui o condomínio, os meus gatos já começam a ficar loucos da vida.
então eles nunca iriam dar quer dizer, não sei, né só se alguma coisa muito diferente acontecesse mas eles acho que nunca seriam tão carinhosos assim, receptivos com Gato Novo eu acho que os meus eles atacariam, né
Mas o Puff ter feito isso, a gente não sabe se isso foi um comportamento dele ou se às vezes foi ele avisando que ele já sabia também que ele ia partir aí, né? Então, fiquei muito triste pela partida do Puff, ainda mais como foi. Mas feliz que a Cacau tenha vindo. Saúde, filho.
E tenha preparado aí. Preparado é uma palavra muito forte. Que a gente nunca está preparado. Mas tenha vindo para amenizar aí. O sofrimento dos tutores. Então que a Cacau tenha vida longa aí. Para trazer muita alegria.
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Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte. O Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão. Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia.
O futuro não começa com um carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos.
BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. integers.
BYD
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