#231. Fofoca express 8
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- Malvino Salvador sósiaThalita e o relacionamento ruim · Amizade com Rita e Júlia · Jussara e Diego · Expectativa do encontro · Malvino Salvador
- Aventura na cachoeiraPlanejamento da viagem · Busca por cachoeira alternativa · Perdidos e pedido de informação · Caminhada e isolamento · Chegada de grupo de rapazes · Retorno e carro arrombado
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Sejam muito bem-vindos ao Ateio OK. E o episódio de hoje será dedicado aos apoiadores. Bárbara Alencar Agustinete, Margarete Serqueira, Ana Schmutzler, Camila Tonelo Furtado e Larissa Gonçalves. Com perdão se eu errei alguma pronúncia. E você, quer o seu nome mencionado aqui e ainda a chance de gravar comigo? Seja um apoiador. O link está aqui na descrição do episódio, mas se for mais fácil, entra aí no teu navegador.
apoia.se barra até aí ok. E se pra você uma história é pouco, senta que lá vem quatro. Número um. Malvino, Salvador.
Dez anos atrás, depois da Thalita sair de um relacionamento muito, muito, muito ruim, ela resolveu dar uma renovada na vida. Mudou o corte de cabelo, mudou o círculo de amizades e mudou de emprego. Nesse emprego novo, ela fez amizade com duas moças, a Rita e a Júlia. Elas se deram bem logo de cara e ficaram super amigas e são até hoje. E era aquela coisa, né? Elas ficarem sempre juntas, andarem sempre juntas, almoçarem juntas, sentarem na mesma sala, no mesmo escritório.
O meu trabalho tá me matando. Corta pra elas dando risada pra lá e pra cá. A Rita já era casada e na época ela tinha um bebê de um aninho. A Júlia morava sozinha e a Thalita morava com os pais. E a Júlia era vizinha de uma mulher chamada Jussara.
Eu sei, gente, são muitos nomes, mas logo vocês vão conectar todos eles. E como a Jussara era um pouco mais velha, ela tratava a Júlia como se fosse filha dela, porque ela só teve filhos homens e tinha o sonho de ter uma menina. E um desses filhos homens se chamava Diego.
Gente, a Júlia vivia falando para a Thalita sobre o Diego, que o Diego era lindo, que ele era incrível, que ele era dedicado para a família e que a Thalita precisava muito conhecer ele, porque ele era o número da Thalita e que a Thalita ia se apaixonar nele. A Thalita só olhando com aquela cara de desconfiada, de quem tinha acabado de sair de um relacionamento e não queria saber de homem.
Até que a Júlia, gente, no último ato de convencimento, falou pra ela. Amiga, você vai gostar muito dele, eu garanto pra você. Juro, ele é idêntico ao Malvino Salvador. Amiga, confia.
Ah, gente, aí sim a Thalita se empolgou, né? Ela criou a expectativa, ficou ansiosa para conhecer o Diego. Afinal de contas, não é todos os dias que você tem a oportunidade de conhecer o sósia de uma celebridade. E essa celebridade nada mais, nada menos do que Malvino Salvador. Que convenhamos, né, gente? É um cara bonito, é boa pinta, né?
E coincidentemente, o aniversário da Júlia estava próximo. E ela resolveu comemorar num barzinho. E o Diego iria. Então a Thalita caprichou na produção. Porque ela não poderia perder de conquistar aquele homem.
A Rita não poderia ir por conta do bebê, mas ela passou várias orientações, conselho ali pra Thalita e falou que era pra ela dar detalhes assim que possível, porque ela não podia ficar de fora. Bom, dali duas horas, a Thalita batendo um super papo com a Jussara, a futura sogra dela, quando a Júlia chega no ouvido dela e fala Amiga, ele chegou. Ele tá ali na porta do bar. Gente, a Thalita...
pronta para o melhor encontro da vida dela. Olhou para a porta do bar e ela não viu nada. E aí ela olhou para a Júlia já perguntando onde é que ele estava. E a Júlia falou. Ali amiga, olha aquele gato de regata branca na porta. Gente, nesse momento a Thalita começou a pensar se ela tinha bebido alguma coisa de errado porque ela não estava tomando nada alcoólico.
Mas para ela não estar vendo nada, só se ela estivesse bêbada, porque ela não estava enxergando o sósia do Malvino Salvador. Ela via um cara de regata branca, mas era um cara muito feio. Então era impossível a Júlia estar falando dele. Impossível. Até porque esse cara estava acompanhado.
Conforme esse feio acompanhado começou a se aproximar da mesa, a Júlia começou a apontar com a sobrancelha, com o olho assim para a Thalita. Amiga, é ele, é ele. Quanto mais perto da mesa esse homem chegava, mais a Thalita queria rir, porque a gente nem o branco do olho era parecido com o Malvino Salvador.
Ela não se conformava que era o mesmo cara. Era impossível, impossível que a Júlia estivesse falando dele, gente. Mas sim, era ele. Vocês acreditam que esse homem estava acompanhado? E sabem de quem? De ninguém mais, ninguém menos que a ex dele.
Eles dois se encontraram no caminho para o bar e resolveram reatar. E simplesmente o nosso malvino salvador da Chopi levou a ex. E aí a Jussara estava furiosa por detestar essa ex-namorada. E aí por conta disso ele só deu um oi geral e sentou lá na outra ponta longe de todo mundo.
Na segunda-feira, a Rita começou a bombardear a Thalita, perguntando sobre o encontro deles, se eles ficaram, como é que estava. Gente, quando a Thalita contou que era um feio, que estava acompanhado, que não tinha nada a ver, a Rita começou a dar risada. E até hoje, isso é motivo de piada entre elas, porque elas perguntaram se a Júlia estava usando algum tipo de tóxico para achar eles dois parecidos, porque eles realmente não tinham nada a ver.
E, gente, vamos falar? Que ódio. Que ódio. Você cria a expectativa de que você ia conhecer o Malvino Salvador, o sósia dele, um cara minimamente parecido, e aí você se arruma inteira, e não basta o cara não ter nada a ver, ele ainda é feio e chega com a ex. Olha.
Eu acho que eu teria rompido a amizade com a Júlia, tá? Mas vocês sabem que uns 10, 15 anos atrás, eu fui com a minha mãe. Era uma balada aqui de Curitiba. Uma amiga dela estava fazendo, tipo, comemorando com as amigas no camarote, a despedida de solteiro. E eu nem conhecia ninguém, mas eu fui de gaiata, fui junto com a minha mãe. Estava eu e minha mãe na balada. E aí, todo mundo começou a falar que parece que uma ouvindo Salvador ia aparecer ali para a balada.
Não, obviamente, né? Não na despedida de solteiro e tal. Não, ele só estava por Curitiba e ele ia pra essa balada. E aí tava todo mundo, né? Nossa, super na expectativa e tal. Vocês acreditam que eu inventei de tomar uma bebida que eu não conhecia lá? Eu encontrei uns amigos.
E eu falei pra minha mãe, ó, fica aí com as tuas amigas que eu vou ficar aqui com o pessoal que eu conheço, né, vou ficar aqui com os meus amigos. E, gente, eu inventei de tomar uma bebida que eu nunca tinha tomado. E eu não sabia que era uma bebida pra você tomar devagarinho. E eu simplesmente virei tipo shot. Gente, essa bebida subiu, eu fiquei loucaça, extremamente bêbada, e a minha mãe teve que me levar embora. Porque eu cheguei pra ela e falei, mãe, eu tô muito bêbada, eu preciso ir embora. A minha mãe queria me matar.
Gente, isso daqui é um episódio à parte na minha vida esse dia. Mas no fim das contas, depois que a gente foi embora, disse que o Malvino Salvador realmente chegou nessa balada e disse que ele entrou na brincadeira de despedida de solteiro, não sei o que, e ficou ali no camarote um tempão interagindo, tirando foto com todo mundo. Aí a minha mãe já queria me matar duas vezes no dia seguinte, né? Então, às vezes acontece, mas esse era o Malvino Salvador de verdade.
Mas olha, eu no lugar da Thalita, eu ia ficar com muito ódio. Número 2. Cachoeira. Cinco anos atrás, o Emerson planejou ir numa cachoeira junto com a namorada dele, uma amiga da namorada que estava fazendo aniversário e mais um casal de amigos. Essa amiga da namorada que estava de aniversário era irmã desse cara do casal de amigos. Então eles estavam em cinco pessoas.
Essa cachoeira, gente, ficava uns 50 quilômetros ali da cidade deles. Eles estavam todos animados, eles gostavam muito desse tipo de programa. Só aniversariante que não curtia essas coisas do meio do mato. Mas estava todo mundo super empolgado. Quando eles chegaram lá nessa cachoeira, ela estava lotada. Tinha som alto, copo descartável para tudo que é canto, uma bagunça, barulheira. E eles resolveram abortar a missão e procurar uma outra cachoeira para ir.
Eles deram uma busca rápida ali na internet e acharam uma outra cachoeira que um amigo dele lá tinha dito que conhecia. Só que ficava a mais uns 50 quilômetros dali. Já era em outro município. Assim que eles estavam a uns 15 quilômetros mais ou menos dessa cachoeira, eles ainda estavam na zona urbana e eles estavam meio perdidos porque o GPS começa a meio que falhar. Então o Emerson, ele parou perto de um posto de gasolina.
E perguntou para um rapaz que estava de moto como que chegava naquela cachoeira. E esse rapaz, esse motoqueiro, ele explicou tudo bem certinho. E assim o Emerson seguiu as coordenadas dele e foi para lá.
Eles rodaram mais um pouco, até que eles chegaram num caminho molhado. Tipo, era um chão com o caminho de pedra, tinha muito lodo e um pequeno riacho passando por ali. A água estava bem baixinha, então ele passou com o carro. Só que logo mais para frente já não dava mais para passar com o carro.
A água já estava alta, tipo na altura do tornozelo. Então ele estacionou e não tinha mais jeito. Para chegar na cachoeira tinha que ser a pé. Então eles estacionaram o carro ali e seguiram mais uns 30 minutos a pé. E gente, essa cachoeira, ela era bem lá para dentro, ela era muito, muito, muito isolada. Porque imagina, mais uns 30 minutos a pé, ela ficava no meio do nada.
Tanto é que só tinha o carro do Emerson ali. Não tinha mais gente, não tinha mais ninguém. Não tinha nada, não tinha ponto de apoio, nada. E parecia ser um lugar bastante seguro. Era uma cidade pequena, cidade de interior ali no Piauí. Então eles foram tranquilos, nunca tinham ouvido falar nada de errado.
Só que nesses 30 minutos para chegar na cachoeira, essa moça, a aniversariante, ela começou a ficar muito cansada, muito exausta. Ela estava enjoada da viagem, ela não curtia esse tipo de rolê. E já no caminho ela começou a chorar, falando que ela queria desistir. Só que, gente, eles queriam muito chegar na cachoeira porque eles tinham um bolo escondido para cantar parabéns para ela. E como eu falei, o irmão dela era esse amigo do Emerson que estava com a namorada.
E ele gosta muito desse tipo de rolê. Então, por ele gostar, ele quis fazer uma surpresa para a irmã. Só que ele não levou em consideração que ela não gostava, né? Mas, enfim, até chegar na cachoeira, eles tinham que descer uma montanha bem íngreme até finalmente chegar. E finalmente eles chegaram.
Lá, eles cantaram parabéns para ela, ficaram ali descansando, curtindo a cachoeira, só eles cinco. E, de repente, depois de uns 30 minutos que eles estavam ali, chegou um grupo de rapazes. E um desses rapazes era aquele motoqueiro que tinha dado informação para ele lá no posto.
Esses rapazes também ficaram ali, eles curtiram uns 15 minutinhos só, curtiram pouco tempo e foram embora bem antes do Emerson. Então eles só chegaram lá, tomaram uma cervejinha, fumaram um baseado, deram uma poluída na cachoeira, deixando o lixo deles ali e foram embora. O Emerson e os amigos, eles ficaram ali curtindo e depois de uma hora e meia mais ou menos, começou a chover. Então eles resolveram ir embora.
Mas, gente, vocês lembram aquele trecho que eu falei para vocês que não dava mais para passar de carro porque a água estava no tornozelo? Pois é, agora na volta, essa água subiu e já estava na altura do peito. O que era um riacho com água virou praticamente um oceano. Então, eles se agarraram ali os braços, fizeram tipo uma corrente humana e foram seguindo juntos para conseguir chegar no carro. E eles conseguiram.
Só que, gente, a hora que eles chegaram no carro era inacreditável. O carro estava depenado, depenado, e não era de água. O carro tinha sido arrombado, os vidros estavam quebrados, bolsas, celulares e carteiras tinham sido roubados, porque assim...
Eles deixaram tudo no carro porque lá não tinha sinal no celular, nada. E eles estavam indo para uma cachoeira, um lugar molhado. Então deixaram ali. O único perigo que eles imaginaram que teria naquela região era de cobra, de onça. Porque, né, interior do Piauí, gente, que perigo humano que isso oferecia. As cidades ali eram super seguras. Eles nunca tinham ouvido falar nada de ruim. Mas sim.
Aquele motoqueiro, muito provavelmente, né? Aquele motoqueiro para quem o Emerson pediu informação, se ligou que ele estava indo para um lugar isolado e viu a oportunidade. E aí, provavelmente, o que aconteceu? Esse grupo de rapazes, esse grupo foi até lá, e eles ficaram ali só cuidando para ver se estava todo mundo, se a barra estava limpa para algum outro ir roubando as coisas, né? Pode ser que tenha sido nessa logística, ou eles só saíram antes.
E pegaram as coisas, né? E aí, gente, pra ir embora foi um sufoco, porque a água, ela tava cobrindo quase que o pneu inteiro. E a gente tá falando aqui de um carro normal, um carro popular. Não era um carro de trilha, um carro autoadaptado, nada. E pra ajudar, como eu disse, lá não tinha sinal. Os celulares tinham sido roubados. Então eles não tinham nem como pedir ajuda.
E aí mesmo já estando escuro e com a água super alta, o Emerson só foi dirigindo imaginando que ele estava voltando pelo caminho de ida, porque ele não conseguia enxergar muita coisa. Ele passava pelas pontes ali sem conseguir ver muita coisa, com risco de cair em algum riacho, porque ele não enxergava nada nas laterais.
Foi um Deus nos acuda. E o aniversário da moça, que era para ser uma coisa legal, virou um trauma, né? Depois foi aquele sufoco de levar o carro consertar, fazer boletim de ocorrência. Mas foi um prejuízo. O Emerson me falou que muito embora ele goste muito de cachoeiras, hoje ele só vai nessas que são mais movimentadas, que são menos isoladas.
Então vocês veem como o mundo hoje está perdido, né? Não dá nem para você pedir ajuda, uma orientação para onde você está indo. Você não sabe se a pessoa vai te ajudar, se vai te assaltar. E eu não gosto das coisas de natureza, né gente? Eu já falei para vocês. Eu tenho faniquitos de pensar que eu estou num lugar cheio de borrachudo, a tal da Porvinha e Pernilongo. Eu gosto de lugar bem urbano.
com ajuda para qualquer tipo de sufoco, bastante sinal no meu celular, e eu acho que eu também já falei para vocês anteriormente, que eu tive pedra no rim, e desde que eu tive pedra no rim, e eu tive crise onde eu precisei ir imediatamente para o hospital, eu tenho muito medo de ficar isolada em algum lugar, onde eu não tenha como pedir ajuda, e ter uma crise renal de novo.
Então, Deus me livre, mas eu, só de ficar em algum lugar que o celular não tem sinal, eu fico extremamente angustiada. Não é para mim. Número 3. Falha na Matrix. Primeiro, eu quero dizer aos céticos aqui que a própria Bianca, que é a nossa protagonista, falou para mim.
Paula, eu sempre fui cética desse lance de falha na Matrix. Eu escutava as histórias e eu achava uma explicação lógica para todas elas. Como pesquisadora barra cientista, eu simplesmente não acreditava nesse tipo de coisa, até o dia que aconteceu comigo.
Bianca estava se organizando para uma viagem. Só que, gente, ela é uma pessoa muito resistente para gastar dinheiro. Só que nessa viagem, para essa viagem, ela se permitiu. O marido dela super motivou ela a comprar coisinhas para ela. Então, ela resolveu comprar.
Algumas coisas que estavam faltando, porque para a viagem não dá para faltar nada. E entre essas coisas, ela comprou brincos e colares novos. E quando eles chegaram, ela correu na portaria buscar e ela foi super animada para mostrar para o marido dela que deu o maior apoio para ela comprar as coisas.
E, gente, sabe essas lojas que são famosas, assim, que eu acho que são semi-joias, mas essas lojas que tem em shopping, quando você compra um brinco ou alguma coisa assim, eles vêm organizados dentro de um saquinho plástico, e esse saquinho plástico, ele vem dentro de um saquinho preto. Sabe esses saquinhos de veludo? Então, a Bianca, quando chegaram ali os brincos e colares, ela tirou todos os saquinhos de veludo.
De dentro desses saquinhos de veludo, cada um tinha um saquinho plástico. Ela tirou todos os saquinhos transparentes, plásticos, de dentro desses saquinhos pretos. Sabe como? Ela tirou um saquinho de dentro do outro. E aí ela foi tirar as coisinhas dela para mostrar para o marido dela. Só que na hora de tirar um dos brincos... A apparent apparent tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab tab
A tarraxinha do brinco escapou e caiu no chão. Ela e o marido viram essa tarraxinha cair, mas perderam de vista, porque é pequenininha, né? E os dois começaram ali nas buscas intensas pela tarraxinha, porque é nova, e se tem coisa mais irritante do que ter que ficar caçando uma tarraxinha para outro brinco, eu desconheço, né?
Só que nada deles acharem. Depois de um tempo, depois de terem revirado tudo, o marido dela falou que por desencargo ele ia olhar dentro do saquinho preto. Só que ela logo de cara falou que não tinha como, porque os saquinhos transparentes vinham fechados dentro desse saquinho preto. E além disso, os dois viram essa tarraxinha caindo no chão.
Mas ele falou que mesmo assim ele ia olhar só por desencargo. E ela falou pra ele. Pode olhar, mas não tá. Não tem como. Até porque, gente, quando ela virou o saquinho preto pra cair esse saquinho transparente, se tivesse alguma coisa solta ali, teria caído junto, né? E mesmo ela falando isso, o marido dela foi lá olhar. E pra surpresa dos dois, estava lá, dentro do saquinho preto.
Gente, ela ficou muito chocada e falou pra mim. Paula, eu juro, não tinha mais nada no saquinho. Eu sacudi o saquinho preto na cama. Todos os saquinhos transparentes caíram. A gente conferiu tudo. E reforçando, nós dois vimos a tarraxinha cair no chão. Nós dois procuramos por ela.
E, gente, para ajudar no choque dela, no dia seguinte que ela foi ouvir o podcast, o episódio era um compilado de falhas na Matrix. E ela ficou ainda mais incrédula. Mas eu falo para vocês, falha na Matrix não é loucura. O mundo é muito complexo para ser só o que nossos olhos enxergam. Certeza que tem alguma dobra no espaço que fez essa tarraxinha ir para dentro do saquinho. Ela nunca mais achou essa tarraxinha e ficou por isso.
Se tivesse, se cada saquinho tivesse uma tarraxinha extra, em todos eles teria. Mas não, só nesse que apareceu. Então eu fiz questão de contar aqui no começo que ela era cética e aconteceu com ela. Então veja, ninguém está isento de passar por uma falha na Matrix.
Número 4. Premonição. Um tempo atrás, a Verônica começou a trabalhar numa empresa que era muito, muito, muito legal. Era o emprego dos sonhos dela. A esposa do dono da empresa, chamada Sabrina, trabalhava no jurídico. E a Verônica era da parte contábil e ela trabalhava na mesma sala que a Sabrina.
E assim as duas se aproximaram e criaram uma ótima relação. Não chegou a evoluir para uma amizade, afinal de contas, por ser esposa do dono, a Sabrina tomava um certo distanciamento dos funcionários. Mas ela e a Verônica tinham uma ótima relação de trabalho.
A Sabrina e o marido, gente, eles eram um casal jovem. Sabrina tinha aí, ela estava na faixa dos 25 anos. Eles dois moravam juntos, mas não eram ainda oficialmente casados. O casamento aconteceria no final do ano. Eis que, do nada, Verônica um dia sonhou com a Sabrina. Ela sonhou que eles chegavam no escritório e contavam super felizes que a Sabrina estava grávida de uma menina.
Só que a Sabrina e a Verônica nunca tinham falado sobre essa questão de filho, porque, gente, isso é um assunto muito pessoal, né? E no dia seguinte, assim que a Verônica chegou no escritório, ela contou para a Sabrina sobre esse sonho. Ela contou para os dois. Eles deram risada, foram bem simpáticos. Eis que algumas semanas depois eles anunciaram. Sabrina estava grávida. E pelas semanas ali, quando a Verônica sonhou, a Sabrina já estava grávida, só que ela não sabia.
E quando descobriram o sexo do bebê, uma menina. E aí a Sabrina, ela até comentou com a Verônica sobre o sonho que a Verônica tinha tido. Porque, gente, a Sabrina não estava tentando engravidar, mas eles estavam abertos para caso isso acontecesse.
Dois anos depois, a Verônica saiu da empresa, a vida tomou outros rumos, e ela e a Sabrina nunca mais se falaram. Ela perdeu o contato com aquele casal, já que a relação não era pessoal, era uma relação de trabalho. Mas a Verônica e a Sabrina ainda se tinham nas redes sociais. No ano seguinte, a Verônica engravidou.
E quando ela postou nas redes sociais, a Sabrina chamou ela ali no privado, parabenizou ela e comentou que ela tinha acabado de perder um bebê. E acrescentou que se ela não tivesse perdido esse bebê, os dois bebês nasceriam em datas próximas. Ou seja, as duas engravidaram juntas. E beleza.
Quando a Verônica já estava no final da gestação dela, ela sonhou de novo com esse casal. Ela sonhou que eles estavam num restaurante e que eles contavam que a Sabrina estava grávida de novo. E eles, muito felizes, revelaram também que era um menino.
Nesse momento, gente, já que a Sabrina tinha dado abertura mandando mensagem para a Verônica ali no privado, a Verônica resolveu mandar uma mensagem para ela contando do sonho. E adivinhem? A Sabrina, de novo, estava realmente grávida, mas era uma menina.
Então a Verônica, ela sonhou duas vezes que a Sabrina estava grávida e nessas duas vezes a Sabrina realmente estava. E assim, gente, será que isso é só uma coincidência? Ou será que existem pessoas na nossa vida que a gente realmente tem alguma conexão em algum lugar por alguma razão assim? Porque vejam, Sabrina e a Verônica não tinham uma relação de proximidade.
Então, aqui, nessa história curtinha, eu só fico me questionando como será que a nossa vida, ela se conecta com as pessoas que a gente conhece, né? Recentemente, a Verônica, ela também sonhou que a vizinha dela estava grávida. E um tempo depois, essa vizinha engravidou. Mas assim, esses três eventos foram os únicos.
que a Verônica teve, sonhou, assim, e realmente aconteceram. Então, ela mandou esse episódio, quando a gente teve uma leva de episódios aqui, falando sobre premonição, né? Sobre... Que a gente não sabe se é uma premonição, o que é.
mas se é uma mediunidade ou o quê, não sei. Mas a minha curiosidade é isso, porque normalmente a gente sonha com uma pessoa que é mais próxima da gente, assim, né? Igual aqui a Verônica, no caso, tudo bem você sonhar com uma pessoa que é distante, mas você ter um sonho da pessoa estar grávida e duas vezes isso aconteceu, então, não sei, é curioso realmente. Fica aí uma coisa que a gente...
Não sei se em algum momento a gente vai descobrir que é como a nossa vida se conecta com a vida dos outros, né? Verônica, se você sonhar que eu tô grávida, você trate de dessonhar, pelo amor de Deus. Mas eu espero que vocês tenham gostado. Essas foram as quatro histórias de hoje.
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