#230. Três amigas
@marialicia_oficial
Cupom 15% off: ATEAIOK
Quer ser um apoiador? entre no link apoia.se/ateaiok
Comente sobre essa história no nosso grupo do telegram: https://t.me/ateaiok
Para falar dela, use a hashtag #tresamigas
⏰ Episódios novos toda segunda, quarta e sexta
✏ Mande sua história para o ateaiok.podcast@gmail.com
✅ Siga no Instagram @ateaiok.podcast
🎧 Divirta-se
- Pregação de Pedro Paulo MatosViagem de formatura e aprovação na OAB · Chegada e hotel em Cancun · Deslocamento e transporte em Cancun · Parque Explore · Tulum · Chichen Itza · Baladas em Cancun · Sapato anfíbio
- Planejamento de ViagemViagem com perrengue vs. viagem planejada · Importância do planejamento · Flexibilidade e improviso
Sejam muito bem-vindos ao Ateio OK. E antes de dedicar o episódio de hoje, deixa eu falar uma coisa muito importante para vocês. Eu já falei aqui que viagem boa é viagem com perrengue. E a história de hoje é um perrengue de viagem. Só que essas histórias, gente, elas quase dão um gatilho na gente de vontade de viajar também, né? Mas você sabia que você pode estar mais perto do que você imagina de uma viagem para a Itália? É isso mesmo! Com o público OK? Seja bem-vinda novamente, Maria Alícia!
Gente, a Maria Alice é uma marca maravilhosa de moda feminina, com peças lindíssimas do tamanho P ao G3. Para quem ainda não sabe, a marca está com uma promoção Você mais o seu amor na Itália com Maria Alice. Comprando produtos da marca, você cadastra a sua nota fiscal ali no site e pronto, você já está concorrendo.
a uma viagem para a Itália com acompanhante. Gente, é simples desse jeito mesmo, tá? Comprou, cadastrou, pronto, você está participando. Só que é urgente, o tempo está muito curto. A promoção é válida para compras que foram realizadas de 1º de março.
até compras que forem realizadas até o dia 12 de junho desse ano agora de 2026. O regulamento completo está lá no site oficial, tá? Siga a Maria Alícia nas redes sociais para que vocês possam conferir tudo e acompanhar todos os lances aí da promoção. O arroba é marialicia__oficial. E se você usar o meu cupom ATEIOK, você ainda ganha 15% OFF.
no site ou no aplicativo. Eu vou deixar o arroba e o meu cupom aqui na descrição do episódio para ficar mais fácil. E agora sim, o episódio de hoje será dedicado aos apoiadores. Fernanda Savick de Almeida, Juliane Gomes da Silva, Meilin Leone, Bárbara Tamara Mendes Caetano, Sabina Pandia Bindi Boton. Com perdão se eu errei alguma pronúncia. E eu tenho quase certeza que da Sabina eu errei.
E você, quer o seu nome mencionado aqui e ainda a chance de gravar comigo? Seja um apoiador. O link está aqui na descrição do episódio. Mas se for mais fácil, vai lá no teu navegador e digita apoia.se barra até ok. E a história de hoje é da Michelle. Mas se essa é a história minha ou se é da sua amiga, vocês nunca vão saber. Nem se os lugares ou nomes foram alterados ou não. Então, vem comigo.
2017 foi o último ano da faculdade de direito da Michele. Foi aquele ano que já chega com aquela etiqueta de tudo ao mesmo tempo. OAB, TCC, formatura, ansiedade, é um combo completo. E, gente, para quem não sabe como funciona, no direito, para você poder advogar, você precisa ter a OAB. E você tem três chances de fazer isso durante o quinto ano.
Uma é no começo do ano, a outra no meio e a terceira chance é no final. Se você passa logo de primeira, meu Deus do céu, dá aquele alívio, aquele respiro. Você pode terminar o curso, pegar o teu diploma, solicitar a tua carteirinha da ordem e pronto. Você já consegue atuar.
Se não, você se forma e aí você segue tentando. Mas quem não consegue passar durante a faculdade, é meio que uma perda de tempo, porque você ainda não pode atuar, né? Só que não é a coisa mais fácil do mundo passar na UAB. Então, quem passa de primeira é sempre uma festa, uma alegria. E foi exatamente o que aconteceu com a Michelle e com algumas amigas da turma dela. Elas passaram logo na primeira prova.
E aí, como comemoração, elas decidiram fazer uma viagem juntas. E aí é aquela coisa, né? Todo mundo se empolgou durante os planos. E no início elas estavam ali umas 10 pessoas. Mas o tempo foi deixando as pessoas ali pelo caminho. E no fim das contas, estava fechado para a viagem a Michelle e mais duas amigas. A Larissa e a Carla. A Larissa, gente, era muito próxima da Michelle. Mas a Carla já não tanto. E qual foi o destino escolhido?
Cancun. O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis.
Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BYD, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro e salvar vidas.
Elas então foram até uma agência de viagem e compraram o pacote de passagem aérea mais uma semana num hotel all inclusive. Chique! E agora com os pacotes comprados, elas começaram a pesquisar o que tinha de atração e quais eram os passeios que Cancun oferecia.
E, gente, elas são do time que, se for para você dormir, você dorme em casa. Viagem tem que curtir. Então, elas já foram montando um roteiro que era, assim, tudo, absolutamente tudo que Cancun oferecesse.
elas queriam fazer em sete dias. Elas pesquisaram parques, ruínas, cenotes, balada, tudo. Depois que elas decidiram o que elas queriam fazer, elas começaram a mandar mensagem para várias agências de passeios pedindo um roteiro com aquelas atrações todas, que no caso eram todas as atrações existentes em Cancun. Elas queriam encaixar... ...
todas as atrações em uma semana. E, gente, as agências, sem exceção, todas elas retornavam as mensagens falando que era inviável que em tão pouco tempo elas fizessem tudo aquilo que elas queriam. Não tinha como, não caberia. E depois de todas as negativas, elas só pensaram. Ah, quer saber? Deixa. A gente chega lá e se vira. Vamos fazer por conta. E assim elas fizeram. Elas foram por conta.
E aí pegaram todos os voos e tal, e gente, elas chegaram lá em Cancun, era 10 horas da noite. Caribe, né? O calor é de fritar os miolos. Assim que elas pisaram para fora do aeroporto, gente, era 10 horas da noite, mas elas começaram a pingar, parecendo uma bica aberta, suando muito, de tão calor que estava. E com aquele calor a Michelle só pensou.
O que eu estou fazendo aqui? Eu quero voltar embora. Mas agora já não dava, né? O transfer saiu do aeroporto e começou a deixar o pessoal ali pelos hotéis. Então eles foram passando ali, né, pela zona hoteleira, aqueles hotéis lindos, majestosos, paradisíacos, e nada do delas chegar. Até que chegou.
Era um dos últimos. E, gente, um hotelzinho furrequinho. Quer dizer, não dá para a gente ser injusta e falar que um hotel, ou inclusive em Cancun, era furrequinho. O hotel não era ruim. Mas depois de ver todos aqueles palácios...
O delas pareceu mais furrequinho mesmo. Elas estavam com a expectativa a mil e ali já o negócio meio que desandou. Mas tudo bem, estava tudo certo, elas estavam em Cancún para aproveitar. Chegando no hotel, veio o primeiro perrengue. O hotel não tinha elevador. Cada uma, gente, com uma mala de 23 quilos, 11 e pouco da noite, subindo escada, suada, exaustas.
Quando elas abriram o quarto, uma cama de casal, só que elas estavam em três. Lá foram elas, desceram para a recepção pedindo socorro, né? Moço, a gente é em três, só tem uma cama de casal, não cabe. E o recepcionista, gente, ele foi um amor muito solícito, prontamente trocou o quarto delas.
E lá foram elas de novo com as malas de 23 quilos, descendo escada abaixo. E aí, quando elas chegaram lá, elas só precisaram subir ali alguns degrauzinhos no térreo e beleza. O novo quarto tinha cama para todo mundo. Tinha duas camas de casal, ou era uma de casal e uma de solteiro. A Michelle já não se lembra muito bem. Ela só sabe que deu para as três se acomodarem tranquilamente.
A Carla e a Larissa ficaram numa cama e a Michelle ficou sozinha na outra. E como elas não tinham fechado o roteiro com ninguém, elas estavam livres para poder dormir e acordar tranquilas no dia seguinte. Só que aí, gente, vem aqui uma coisa que elas fizeram. Elas, no caso, a Carla e a Larissa. Elas levaram para o café da manhã pote.
Sim, gente, esses potes brasileiros aqui que a gente tem. Elas levaram um pote para colocar comida dentro e comer durante o dia para dar uma segurada na grana. E aí agora elas com a marmitinha delas partiram para o primeiro passeio, o primeiro dia.
O objetivo era um dos parques que ficava ali cerca de uma hora mais ou menos de Cancun. E lá tem muitos parques, gente. Tem o X-Caret, tem o X-Senses, tem o Explore. E cada parque tem um perfil.
Eu nem sei se eu falei o nome dos parques certos, mas cada parque tem o seu perfil. E como elas não tinham fechado com agência nenhuma, elas estavam sem transporte, sem transfer. Então elas começaram a se informar de como que elas fariam para chegar nesses parques de uma forma então nativa. E ali no hotel mesmo elas perguntaram e foram orientadas a pegar um ônibus que tinha na parada ali na frente do hotel.
O rapaz falou que era para elas entrarem no ônibus e dizer que elas queriam ir para os parques e irem se informando e descer ali onde eles mandassem. Então, beleza. Nesse dia, elas decidiram ir para um parque chamado Explore. E assim que elas subiram no ônibus, esse ônibus levou elas até o centro. Lá, elas teriam que descer do ônibus e pedir informação para saber qual era o próximo ônibus que elas deveriam subir e pegar.
E aí, gente, teve um mexicano que viu que elas estavam meio perdidas e perguntou para onde elas estavam indo. Aí elas comentaram que queriam ir para o parque Explore.
E ele falou que então era para elas seguirem ele, que ele levaria elas até lá. Ele levaria elas até o caminho. E, gente, lá foram as três, sem o menor senso de desconfiômetro, seguindo um desconhecido que só perguntou para onde elas estavam indo. E tinha um detalhe, tá? Era o primeiro dia e elas ainda não tinham trocado dinheiro. Dez anos atrás, não rolava ainda cartão global igual hoje. Então elas levaram os dólares para trocar pelo peso mexicano lá.
E aí, gente, elas falaram para esse cara que antes de ir para o parque, elas teriam que achar uma casa de câmbio para poder trocar o dinheiro delas. E ele super solícito falou que levava elas. Ele desceu num ponto, elas desceram atrás, ele levou elas até a casa de câmbio e ficou esperando lá fora elas trocarem o dinheiro, gente.
Elas trocaram o dinheiro e ele falou que agora ele levaria elas para o ponto que elas deveriam ficar para poder pegar uma van que passava na frente do parque e que então era para elas continuarem seguindo ele. Gente, pensa. O cara ali, um estranho, sabendo que as três eram turistas, estrangeiras, estavam perdidas e com dinheiro. O risco que elas correram, gente, é muito surreal, né?
A própria Michelle falou pra mim. Hoje, quando eu penso que eu fiz uma coisa dessa, eu não me conformo. Não me conformo. Loucura. Mas, gente, graças a Deus, esse cara não estava mal intencionado. Ele realmente deixou elas no ponto ali, no lugar certinho pra pegar a van.
E elas, como forma de agradecimento, elas só deram algumas moedas para ele. Elas nem olharam muito, elas só juntaram um pouquinho de cada moedinha ali e deram, gente, um punhado de moeda para ele. Depois, elas foram descobrir que no México, valores mais altos são em moeda. Tipo assim, tem moeda que vale lá 10 reais. Reais não, né? 10 dinheiros. No caso, 10 pesos mexicanos. Mas quando eu falar reais, entendo o que é a moeda de lá.
E aí elas fizeram as contas, gente, elas deram pelo menos ali um 100 pila pro cara, achando que elas estavam dando um trocado. Meu Deus do céu. Às vezes o cara até ficava ali esperando abordar a turista por saber disso, talvez, né? Bom, elas deram ali o dinheiro pra ele, agradeceram, a van chegou, elas subiram, e lá foram elas confiando que elas estavam indo pro parque. Então a Michelle falou pro motorista.
Moço, a gente está indo para o Explore. Quando você parar nele, passar na frente, você avisa a gente, por favor? Aviso, pode deixar. Gente, elas seguiram estrada. E aí, conforme elas iam passando, na beira de estrada, iam aparecendo aquelas placas enormes de propaganda dos parques pipocando ali. Sabe quando tem, tipo, aquelas placas de... Ai, posto cinco quilômetros à frente. Ah, você está chegando em tal lugar.
Eram tipo essas as placas. E conforme elas iam vendo ali os parques, nossa, ia subindo aquela ansiedade, né? Mas beleza. Foram passando as placas ali e passaram mais estradas e mais placa e mais estrada. E placa e estrada.
Até que chegou um momento que elas viram uma placa linda, gente, mas toda elaborada. Ela parecia um portal de cidade com, sabe aqueles letreiros bonitos assim? E ali elas pensaram o quê? Bom, deve ser por aqui, né? Acho que tá chegando. E, gente, nada do motorista chamar. Até que bateu aquela dúvida.
E a Michelle comentou com as meninas. Nossa, gente, quando a gente olhou o Explore, a gente não se ligou de que ele era o mais longe de todos? Está demorando mais do que deveria o Explore, né? E, gente, uma pessoa que estava ali na van ouviu a palavra Explore e perguntou para elas. Vocês estão indo no Explore? Ixi, já ficou lá para trás.
Gente, nesse momento, elas ficaram desesperadas. Mas desesperadas. E aí elas foram falar com o motorista, né? Moço, e o Explore? Gente, vocês acreditam que esse homem, na maior cara de pau, só falou pra elas que eles já tinham passado há um tempão e que ele esqueceu de avisar? E ele ainda complementou. Mas desçam aqui agora e voltem a pé. Dá tempo.
Simplesmente esse motorista largou as três no acostamento da rodovia, no meio do nada. Gente, o Explore tinha passado pelo que falaram para elas fazia uns 20 minutos mais ou menos. 20 minutos andando de van. Imagina essa distância para voltar a pé naquele calor insuportável. Só que assim, não tinha o que fazer. Ia pedir o que? Um carro de aplicativo? Não tinha isso. A única opção era voltar a pé.
Então elas atravessaram, foram para o outro sentido e começaram a andar. Elas andaram cinco minutos, suando, e graças a Deus, passou uma outra van no sentido contrário, né, voltando. Ali passavam muitas vans. Elas esticaram o braço, então, pedindo carona. O motorista parou, elas subiram. E essa van era muito estranha, gente, porque assim, não era uma van normal. Era uma van em que os bancos formavam tipo um círculo e o meio dela ficava vazio.
Aqui no Brasil, eu nunca entrei numa van assim, mas os bancos faziam uma roda dentro dessa van. E aí a parte ruim é que as três sentavam ali. Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte, o Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão.
Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia. E as pessoas que estavam na van simplesmente ficavam se olhando e se encarando, gente. Nossa, a Michelle me falou que foi muito constrangedor. Mas enfim, pouco importa o constrangimento, né? O importante era chegar logo no diacho do parque. Mas, tudo bem.
Quando elas passaram de novo pela placa bonita, aquele letreiro tal, elas deduziram que já estava ali perto e pediram para descer. Gente, quando elas desceram, elas descobriram que a entrada do parque não era ali nessa estrada. Era lá para o outro lado. Era numa estrada de terra para dentro dali. Porque quem vai para os parques vai de carro ou de transfer, não vai a pé.
Gente, elas tiveram que andar mais uns 5 quilômetros para chegar nesse parque. E elas foram andando, andando, andando, até que elas encontraram um banquinho, tipo um banco de espera, tipo um ponto de espera. E aí, depois de um tempo ali, meio que descansando, elas foram se informar e descobriram que esse banquinho, por esse banquinho passava um carrinho a cada não sei quantos minutos e pegava quem estava por ali para levar até a entrada do parque.
elas ficaram esperando nada dele passar e depois elas entenderam que tinha que pegar um carrinho lá do outro lado da rodovia e aí para isso tinha que passar por um acesso que era subterrâneo e chegar no ponto inicial desse carrinho para poder pagar e eles saberem que tinha gente esperando, gente, um rolê. E depois de um perrengue imenso, elas conseguiram finalmente pegar o dito cujo do carrinho e chegar no parque. Chegaram no parque depois de muito perrengue.
E aí beleza, elas passaram o dia lá, se divertiram muito. E se vocês buscarem aí na internet, gente, esse parque, o Explore, vocês vão ver que ele é um parque que tem rios, trilhas aquáticas. E para você fazer esse tipo de passeio, você precisa ter um sapato específico, que é o tal do sapato anfíbio. E lá você podia comprar ou alugar para poder fazer os passeios que eram dentro do rio. E aí elas compraram.
E a Michelle vestiu esse sapato e ela achou ele extremamente confortável. Então, ela resolveu aderir e usar esse sapato em tudo que é canto. E beleza, gente, elas aproveitaram o dia e tal, foi tudo uma delícia, é hora de ir embora. Porém...
Como voltar, gente? Não tinha ônibus para pegar dentro do parque. Não tinha van combinada. Elas não combinaram nada. Elas teriam que voltar todo aquele trajeto a pé para ir até a beira da estrada, pegar uma van que passasse, levasse até o centro, pegar outro ônibus e voltar para o hotel. Só que já era tarde, né? Já era final do dia. Gente, a sorte.
veio numa coincidência absurda, que eu acho que aqui a gente talvez tenha um dilema moral. Vamos ver. Vamos ver o que vocês acham. Elas foram para o estacionamento porque lá tinham muitos ônibus de excursão. E quando tem esses ônibus de excursão...
Tinham guias gritando o nome das pessoas, né, dos grupos. O pessoal que estava faltando para entrar nos ônibus. E elas foram lá na esperança de ter algum lugar vazio, que elas conseguissem uma vaga nos ônibus. Gente, elas passando ali. Quando, de repente, o guia de um dos ônibus solta. Carla, hotel dos playas.
Gente, dos playas era o nome do hotel que elas estavam. E a Carla era amiga da Michelle. Elas simplesmente entraram as três no ônibus e foram embora. Se elas tiraram o lugar de alguma outra Carla que estava no mesmo hotel que elas, elas não sabem. Mas ou foi isso, ou foi Deus que encaminhou as coisas ali, gente. Porque no fim das contas, elas voltaram no ônibus confortáveis, seguras, sem perrengue e ainda de graça.
E eu só fico me questionando se até hoje deve ter alguma Carla do Hotel dos Playas esperando o ônibus dela lá, né? E detalhe, no parque elas também economizaram e comeram os muffins bolinhos resgatados diretamente do Hotel All Inclusive. Bom, vocês lembram que a Michelle resolveu adotar o sapatinho anfíbio para usar em todo canto porque ela achou confortável, né? Pois é, gente, só que tinha um problema.
Esse sapatinho era para água, para não machucar o pé no fundo da água. E por conta disso, ele não era um sapato feito para você andar, ele era muito fino. E quando que a Michelle foi se dar conta disso? No dia seguinte, depois de quilômetros andando no chão seco, no momento em que o pé dela começou a encher de bolhas, virou um festival de bolhas.
Nesse dia elas foram para Tulum, que é uma cidade arqueológica lá. E gente lá anda muito. E a Michele acabou com o pé dela. Acabou, o pé dela ficou arrebentado. E no dia seguinte elas tinham outro parque. A Michele chegou lá, gente, sem conseguir pisar com qualidade no chão de tanta bolha que ela tinha. E bolha no pé é uma coisa que demora para se recuperar, né? Ela teve que parar na enfermaria para fazer curativo.
e tentar andar sem acabar com o restante da viagem dela. Mas tá bom. Como se não bastasse o dia...
Todas as noites elas iam para as baladas em Cancun. E vocês sabem como é que é, né? Só as amigas, novas, solteiras, comemorando a aprovação na OAB. Gente, bebiam todas, né? Teve uma noite que a Michelle voltou para o hotel, deitou, lembram que ela ficava sozinha numa cama? Ela acordou no meio da madrugada, virou para o lado, vomitou na cama.
E dormiu de novo. Ela e o vômito ali, lado a lado. Gente, que fase. E a Michelle não se orgulha disso. Mas isso faz parte do perrengue. No dia seguinte, elas queriam conhecer o Chichen Itza. Que é uma das sete maravilhas do mundo. Só que ficava em outro estado.
E a única forma de elas irem era de ônibus. Então, gente, elas foram até a rodoviária e pegaram o ônibus para ir conhecer o tal do Tichinitza. Elas não quiseram pegar um guia porque elas só queriam ver, tirar foto e ir embora. Elas não queriam ali que ficassem falando, contando a história e tal.
Só que tinha um problema. Esse trajeto de ônibus levava coisa de quatro a cinco horas. E elas foram de ônibus, ficaram o tempo lá. E se elas voltassem de ônibus, elas iam perder muito tempo. Elas iam chegar muito tarde. E elas queriam chegar relativamente cedo para dar tempo de ir para a balada à noite. Então, gente, elas foram de ônibus, conheceram o Chichen Itza, tiraram foto e voltaram de táxi.
Táxi de um estado para o outro, gente. Três horas andando de táxi para conseguir chegar em Cancun. A corrida saiu coisa de 450 a 500 dinheiros ali no total, gente. Cerca de 150 para cada uma. Absurdo? Talvez. Mas elas chegaram a tempo de se arrumar e cair nas festas de novo.
Sério, gente, quem faz uma coisa dessa? Elas fizeram. E a partir dali, deu tudo certo, elas tiveram mais alguns perrengues, mas aí só a questão de voo doméstico mesmo e essas burocracias. No fim da viagem, gente, quando elas voltaram para o Brasil, elas sentaram para recapitular, reviver, conversar um pouco sobre a viagem. E ali elas se deram conta de que elas não só conseguiram fazer tudo o que elas queriam, masờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờờ
mas também conseguiram fazer coisas além do que elas tinham planejado, que as agências falaram que era impossível delas fazerem. Então elas não fizeram só o que elas queriam, elas fizeram muito mais coisa. Pensa que loucura deve ter sido essa viagem.
A Michelle me mandou fotos e vídeos. E, gente, a vibe caribenha, ela é maravilhosa, né? Elas realmente foram para viver, se jogaram e é isso. E como eu falei para vocês, né? Viagem boa, tem perrengue, não tem jeito. Aqui elas se jogaram, foram meio que sem planejamento nenhum.
E é assim, eu acho que isso é válido quando você é nova, né? Quando você tem disposição e tal. Já eu aqui hoje, né? Com meus 35 anos e um bebê pequeno, gente. Eu quero viagem sem perrengue. Bem planejada, o mais bem planejada possível. Mas é isso. Essa é a história maravilhosa da viagem da Michele. Não esqueçam de garantir a peça de vocês na Maria Alícia e concorrer a essa viagem para a Itália.
O arroba e o meu cupom estão aqui na descrição do episódio. Vai que você ganha uma viagem para a Itália e a tua história vem parar aqui. Mas daí não precisa ser no quadro com perrengue, né? Se você quiser comentar sobre essa história, comente no nosso grupo do Telegram. Lembrando que os apoiadores têm um grupo exclusivo e o link está no mural do Apoia-se.
Mande sua história até ok.podcast.com Me siga no Instagram até ok.podcast E até o próximo episódio. Tchau, tchau.
BYD
Veículos elétricosMagalu
Maria Alícia
Moda feminina