#221. Sumida
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- Personagens da históriaRelação com a mãe Elza · Gravidez e puerpério · Desaparecimento de Kathleen · Conflito familiar
Sejam muito bem-vindos ao Atéio OK. E o episódio de hoje será dedicado aos apoiadores. Fernanda Betts, Bruna Gueiros Araújo Belém, Aline Medeiros Fernandes, Nicole Azevedo Pereira e Samanta Faciroli Rabelo.
com o perdão se eu errei alguma pronúncia. E você, quer o seu nome mencionado aqui e ainda ter a chance de gravar uma história comigo? Seja um apoiador. O link está aqui na descrição do episódio, mas se for mais fácil, abra o seu navegador e digite apoia.se barra até aí ok.
E a história de hoje é do Carlos, mas se essa história é minha ou se é do seu amigo, vocês nunca vão saber. Nem se os lugares ou nomes foram alterados ou não, então vem comigo. O Carlos cresceu numa casa rodeado de amor.
Ele é filho único, ele é a realização da vida da dona Elza. Elza é a mãe dele e ela sempre sonhou em ser mãe. E mais do que isso, ela sempre sonhou ser mãe de um menino. Quando ela soube que o Carlos era o Carlos...
Essa mulher ficou radiante. Ela já tinha sonhado com o nome Carlos quando ela era criança. Então ela ficou muito, muito, muito feliz. A criança interior da dona Elza pulava de alegria. E gente, sinceramente...
o Carlos sempre foi muito mimado. Ele sabe, a Elza sempre foi uma mãe muito amorosa, muito participativa na criação dele, na verdade até demais, sobretudo depois que o pai do Carlos faleceu. Ela ativou um instinto de proteção nele, ela tentou colocar ele numa bolha, na verdade.
Só que conforme os anos foram passando, ele não queria ficar nessa bolha, né gente? A vida acontece e o Carlos, assim como qualquer jovem, quis a liberdade dele. Só que ele sabe que ele sempre foi muito amado, ele sempre pôde contar com a mãe dele pra tudo. E a Dona Elza sempre foi uma mãe muito presente e, segundo o Carlos, uma mãe com um instinto materno muito grande.
Conforme ele foi crescendo, tudo que a mãe dele falava para ele fazer, ele fazia e dava certo. Só que quando ele fazia o contrário, ele tinha consequências. E assim ele foi sendo guiado pela dona Elza. Ele teve várias namoradas no decorrer da vida dele, só que ele nunca apresentou nenhuma namorada para a família, nem para ninguém, porque ele nunca achou que nenhuma delas era mulher da vida dele. Então, teoricamente, o Carlos sempre foi solteiro.
Ele sempre foi um cara muito dedicado na vida, muito trabalhador, só que com uma origem muito humilde também. Então, por exemplo, ele nunca conseguiu fazer uma faculdade porque ele nunca conseguiu nem concluir o ensino médio. E muito embora hoje em dia seja relativamente simples de você concluir, para ele falta tempo. Hoje ele trabalha com entregas de moto e tal, mas até um tempo atrás ele trabalhava numa loja de cadeiras durante o dia.
E à noite ele é motoboy numa pizzaria já faz bastante tempo. Então ele passa o dia todo dele muito ocupado.
Bom, a história dele mesmo começa quatro anos atrás, quando ele conheceu uma moça chamada Kathleen. E, gente, foi uma coisa muito, muito, muito, muito intensa, muito fora da curva. Ele me falou que na segunda semana que eles estavam juntos, eles já conversavam tanto, era tudo tão intenso e verdadeiro, que parecia que eles estavam juntos há meses já.
Era como se eles tivessem passado a vida toda esperando ali o momento deles se encontrarem para darem certo juntos. Foi realmente uma coisa muito genuína e muito gostosa. E nesse momento, quatro anos atrás, gente, Carlos estava com 36 anos.
e Catherine 34. A Catherine trabalhava como assistente de uma cerimonial, então alguns dias da semana ela tinha eventos, outros não, porque não é todo dia que tinha evento. E além disso, a cerimonialista com quem ela trabalhava tinha uma equipe relativamente grande de assistentes, então era meio que por escala. Sendo assim, a Catherine tinha alguns dias na semana livres e geralmente no final de semana ela trabalhava até tarde.
Só que isso fazia com que a agenda dela fosse relativamente imprevisível, já que era por escala, às vezes alguém faltava. Sendo assim, quando Carlos tinha folga, os dois tentavam casar as agendas ali para que eles pudessem ficar juntos, só que, gente, era meio difícil. E com todo aquele amor que eles estavam transbordando, em dois meses eles tiveram a brilhante ideia de irem morar juntos.
eu devo dizer que não foi uma ideia muito brilhante, já que eles tinham se visto poucas vezes, né? Mas, gente, as conversas eram tão intensas que ele tinha certeza que a Catherine era o amor da vida dele. E para contextualizar para vocês...
A Catherine morava com uma amiga porque ela não tinha contato com os pais dela. Houve alguma situação que ela nunca quis contar para o Carlos, em que ela foi expulsa de casa muito nova. E ela só falou que foi tudo muito injusto e ela acabou indo morar com uma amiga, mas que a relação com essa amiga já estava meio desgastada e ela queria sair de casa já fazia algum tempo.
Enquanto a Kathleen morava com uma amiga, o Carlos morava com sua mãe. Ou seja, para que eles fossem morar juntos, a Dona Elza precisaria conhecer e aprovar a Kathleen. Ela seria a primeira namorada oficialmente apresentada. E, gente, qual era a ideia do Carlos? Ele queria apresentar a Kathleen para a Dona Elza.
E explicar para ela que eles dois queriam juntar as rendas e ir morar juntos. Ele já estava preparando o terreno, dizendo que ele tinha conhecido uma moça e tal. E ele queria muito ver a opinião dela. E, gente, no dia de apresentar elas duas, o Carlos estava muito nervoso. Mas deu tudo certo. Dona Elza adorou a Catherine, achou ela uma querida. Ficou toda emocionada e orgulhosa do filho ter a primeira namorada.
E eu queria reforçar para vocês que nesse momento o Carlos tinha 36 anos. 36. E Dona Elza estava muito orgulhosa dele estar apresentando a primeira namorada.
Assim que a Kathleen foi embora, o Carlos falou da vontade que eles estavam de morar juntos. E a dona Elza, mais do que depressa, falou para ele que essa ideia não era boa. Porque se algum dia o emprego dele desse errado, como ele sustentaria a casa? Como ele pagaria mercado? Como ele pagaria o aluguel?
E, gente, esse sempre foi o medo do Carlos. Por não ganhar muito bem, ele sempre teve medo de assumir grandes responsabilidades, tipo comprar um carro, sair da casa da mãe, porque sempre que ele pedia um conselho para a dona Elza, ela dizia para ele. E se você não der conta de pagar?
E foi assim que ele nunca conquistou nada, por medo. Só que ele me falou, gente, que no fim das contas ela sempre estava certa, porque ele tirou uma moto e ele já passou por vários apertos onde faltou dinheiro para ele pagar a prestação da moto. E esse pensamento dela...
Isso porque eu questionei ele, né? Por que será que ela tem esse pensamento tão pessimista, né? De não motivar ele a pensar grande, a crescer na vida. E ele me falou que não é por mal, que é porque ela já passou tantas dificuldades na vida, sobretudo depois que o pai dele faleceu e ela precisou arcar com tudo, que ela tem medo que ele passe por esse tipo de apuro, que ela é uma mãe muito zelosa. Mas enfim, quando ele levou essa situação de querer morar junto com a Kathleen,
A dona Elza já começou. Mas e se faltar dinheiro para o mercado? E se faltar dinheiro para o aluguel? E aí o Carlos questionou o que fazer então. Porque ele queria ir morar com a Kathleen. Ele queria dar uma continuidade na vida dele. Ele queria dar um passo maior. Ele estava com 36 anos já, né gente?
E a Dona Elza prontamente falou. Ué, traga ela para morar aqui. Aqui tem tudo. Assim você não precisa sair daqui para passar puro. E foi assim que a Catherine passou a morar lá. E gente, tudo foi indo bem. Dona Elza muito gentil, muito solista com a Catherine. Ela colocava, né, a Catherine colocava dinheiro em casa também. Ela colaborava também com a limpeza. Dona Elza respeitava a privacidade deles.
Só que três meses depois que Catherine estava morando lá, ela engravidou. E gente, dona Elza, apesar de ter ficado muito feliz, ela falou para o Carlos. Viu? Imagina vocês dois morando juntos, contas apertadas e agora surge um filho. Como é que faz? E mais uma vez, o Carlos teve a certeza que fez a coisa certa em ter dado ouvidos para a Elza e ter colocado a Catherine para morar ali junto com eles.
Porém, gente, a gestação foi muito conturbada. A Catherine, ela teve muitas complicações, ela não queria engravidar, ela nunca tinha falado para o Carlos sobre uma vontade de ser mãe e tudo mais, e ela falou que ela se cuidava.
Então, o Carlos não se preocupou com isso, porque filho não era uma pauta nesse momento, e a Catherine deixou claro que ela não queria. Então, foi muito difícil para ela, e ela demorou muito para aceitar aquela gestação. E, gente, todos os hormônios, junto com essa falta de vontade da maternidade, fez com que a Catherine mudasse muito durante esse período. Os comportamentos dela passaram a se tornar estranhos.
Em alguns momentos ela estava agressiva, em outros ela estava mais quieta. A dona Elza ficava lá tentando conversar com ela, ouvir os sentimentos dela. O Carlos cuidava muito dela, dava muito colo, mas ela só dizia que ela estava se adaptando com aquela nova realidade da vida dela, que ela estava preocupada com dinheiro e tal, porque o bebê nascendo, ela não teria mais como ir nos eventos ali, né, junto com a cerimonialista. Então ela não teria dinheiro.
E a dona Elza sempre muito solista, falava que eles dariam um jeito, que ela tinha que cuidar dela, da saúde mental dela, porque senão ela passaria todos esses sentimentos pro bebê. E gente, não tem nada que faça uma grávida se sentir mais culpada do que ela estar triste por alguma situação que ela não controla e as pessoas falando que ela tem que parar.
de ficar triste, porque senão vai passar para o bebê. A gente sabe disso. Eu falo a gente como se eu ainda estivesse grávida, né? E saudades, inclusive. Mas, quando a gente está grávida, a gente sabe que tudo que a gente sente passa para o bebê. Só que a gente está triste e alguém fala, não fica triste.
não vai resolver o nosso problema. A gente vai continuar triste. A diferença é que agora a gente fica triste e com uma culpa de pensar, meu Deus, o meu filho vai sentir tudo isso. Será que ele vai nascer um bebê nervoso? Será que, sabe? Então, é muito difícil. Mas a gente sabe que as pessoas têm a intenção de ajudar.
E eu conversei muito com o Carlos sobre isso, sobre qual é a visão que a dona Elza tinha a respeito de uma gravidez, porque por ser uma mulher mais velha, às vezes ela tem ali uma opinião um pouco mais obsoleta. E ele me falou que apesar dela ter sido criada na moda antiga, e antigamente os sentimentos eram todos muito reprimidos,
Ele me falou que a mãe dele, a Elza, ela, apesar de tudo, ela nunca ficou falando ai, porque na minha época, pipipi, popopó. Não, ela passou a gravidez toda cuidando muito da Kathleen, preparando o Carlos, falando que o Carlos tinha que ser muito atencioso, muito paciente com ela.
Preparou o Carlos para falar que o pós-parto é complicado para a mulher. Então, apesar de tudo, a dona Elza foi muito empática com a Catherine, sabe? Então, ela teve muita paciência também, ela tentou ser muito solista. E todas as vezes que ela via a Catherine nervosa, apesar dessa questão de passar para o bebê, ela dizia sempre que eles dariam um jeito.
que ela apoiaria o filho dela, que ela apoiaria a Kathleen, que ela daria suporte para o neto. Então, ela tentava tranquilizar a Kathleen, né? Bom, os meses se passaram, o bebê nasceu, e gente, o puerpério, ele é uma montanha russa, ele é um poço muito fundo, muito escuro. Quinze dias depois que o bebê nasceu, com todo o rolê de privação de sono, dificuldade de amamentação, dificuldade que vem junto com o recém-nascido, normal,
A Kathleen simplesmente teve um surto. Ela falou que ela não queria mais aquela vida, que ela estava arrependida, que ela acabou com a vida dela, que ela não amava aquele bebê, que ela passou a gravidez inteira tentando aceitar e se conformar, esperando todo aquele amor que as pessoas falam, que ela queria colocar o bebê para adoção, que ela não queria mais. E, gente, a Dona Elza veio, conversou com ela falando que era normal ela se sentir assim.
e aí a Catherine chorava, falando que ela estava se sentindo um monstro falando essas coisas sobre o próprio filho. E a Dona Elza, aqui eu realmente achei ela muito sensata, porque as pessoas que não estão passando no perpério, que nunca passaram, não têm noção do sentimento que a gente tem. E muitas vezes soa realmente como um absurdo você pensar que você quer colocar o seu filho para adoção, mas gente, isso é muito comum.
Você pensa que você estragou sua vida, o que aconteceu, que você nunca mais vai dormir, mas são os hormônios falando por você. E a Dona Elza foi muito compreensiva. Só que a Dona Elza não sabe que, ai, nossa, o puerpério daí já é moderno demais. Ela falava que a Catherine estava com uma depressão pós-parto, mas que isso ia passar.
E, gente, a Catherine começou a falar que foi a culpa da Elza, tudo que ela estava passando, que a Elza passou a gravidez toda invadindo o espaço dela, enchendo o saco dela, perguntando o que ela tinha o tempo todo nos momentos que ela queria ficar quieta.
Falou que depois que o bebê nasceu, a Elsa só sabia ditar regra, que não deixava a Catherine em paz, que ela forçava a amamentação, que a Elsa incomodava, que tudo que a Catherine fazia estava errado. E depois dessa surtada, a Elsa ficou sem reação, sem saber o que fazer, e a Catherine pediu para ficar sozinha antes que secasse o leite dela. Ela falou que ela só ia sair dar uma volta, espairecer, e que era para cuidarem do bebê que logo ela voltava.
Porém, gente, passou uma hora, passou duas horas, passou três horas, passou um dia, dois dias, três dias e nada. A Kathleen não voltou, ela não respondia o celular, ela não atendia ninguém, ela simplesmente sumiu, sumiu no mundo.
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Gente, depois de quase seis meses sumida, a Catherine voltou. Ela voltou num domingo, o Carlos estava em casa, e assim que ela entrou, eles sentaram na sala ali para conversar. Ela viu o bebê, ela se emocionou muito, ela pediu desculpas, pediu perdão para o filho, falou que amava ele, mas que ela não estava bem.
E aí ela pediu para ficar sozinha com o Carlos, né? Pediu para a dona Elza sair. Ali ela falou que agora ela estava melhor, mas que ela precisou de um tempo longe para se recuperar, que ela ficou na casa de uma tia dela e que ela não queria falar sobre o que aconteceu nesse meio tempo.
porque ela sentiu muita falta de ter uma mãe ajudando ela no pós-parto, que ter a sogra ao invés da mãe era muito incomodativo, e ela também sentiu esse vazio durante a gravidez. E ela também comentou que ela chegou a ficar internada num hospital psiquiátrico, e que o que ela passou foi tudo muito traumático. Ela falou que ela não queria falar disso, e que agora ela estava voltando, mas que ainda ela não estava pronta para voltar a morar com eles de novo.
porque ela tinha medo que ficar ali causasse algum gatilho nela, muito provavelmente por causa da dona Elza. O Carlos, gente, ele ficou muito confuso, porque ele não estava entendendo nada do que estava acontecendo, né? E ele falou para ela que ele tentou cuidar dela durante a gravidez.
que ele fez todas as vontades dela, que ele largou o trabalho para acompanhar ela nas consultas médicas e que a Elza cozinhava para ela, que a Elza se virava nos 30 ali, né, junto com o Carlos, eles estavam fazendo o enxoval do bebê para que a Catherine, na reta final da gravidez, não precisasse mais trabalhar. E muita coisa eles também conseguiram de doação de outros bebês e tal, e que ele não entendeu o que aconteceu, né, já que eles só tentaram ajudar.
E, gente, a Catherine falou que nem ela sabe o que aconteceu, que ela era muito grata a tudo que fizeram por ela, mas que nesse momento não tinha como ela ficar ali. E o Carlos perguntou se eles continuariam namorando, pelo menos, né? Ele estava confuso. E ela falou que não, que ela só tinha ido para poder buscar o filho. Ela falou que ela ia continuar morando na casa da tia dela.
e que ela levaria o bebê, que ela só foi para buscar o bebê. E aí, gente, a Elza, que nem deveria estar perto, surgiu nesse momento. Ela se atravessou na conversa e falou, Nã-nã-nã-nã-nã-nã, essa criança não sai daqui.
Essa criança você não leva. Você se ausentou por seis meses quando a gente só tentou te ajudar. Essa criança nem te conhece. Você não sabe nada da vida dele. Você não vai levar. Se você quiser levar, você vai ter que brigar por ele na justiça. Essa criança só sai daqui por cima do meu cadáver.
E gente, o Carlos, sabendo que essa era a opinião da mãe dele, e sofrendo muito, porque ele amava a Catherine, ele queria ficar com a Catherine, ele não queria entrar num pé de briga, mas sabendo que essa era a opinião da mãe dele, ele concordou. Ele falou que ele não ia deixar a Catherine levar, mas que se ela quisesse, daí eles iam ter que resolver na justiça.
E a Catherine tentou brigar, ela tentou argumentar, ela falou que ela não estava bem, que ela precisava do filho dela, ela tentou ofender o Carlos, tentou ofender a Elza, só que depois de muita briga, ela abaixou a guarda, reconheceu o erro dela e falou que seria então mais presente para conquistar o bebê, não ser mais uma estranha para ele. E depois que tivesse tudo bem, aí eles iriam ver como fazer para tentar compartilhar a guarda, alguma coisa assim na justiça.
E a Elza, gente, que já nem tinha mais saído da sala, só falou que tudo bem, mas que até lá as visitas só poderiam acontecer na casa deles, sob a supervisão dela preferencialmente.
Os dias passaram e a Catherine, gente, de fato, ela voltou a frequentar a casa, visitar o bebezinho, ficar próxima do Carlos e da Elza de novo. E a Elza relevou tudo o que aconteceu. E uns meses depois estava tudo bem e ficou bem até demais. O Carlos e a Catherine tiveram ali umas recaídas, tiveram mais um envolvimento, né? E adivinha o que aconteceu? Catherine engravidou de novo.
Porém, gente, a essas alturas do campeonato, a dona Elza tentou engolir tudo que deu da Catherine, de tudo que ela ouviu da Catherine, independente se a Catherine estava certa ou não. A Elza achou que ela fez de tudo para ajudar a Catherine, ela fez tudo pelo bem da Catherine e do bebê, e ela achou muito injusto o modo como a Catherine se retirou.
E essas alturas, ainda mais sabendo que Catherine estava grávida de novo, mesmo eles não tendo dinheiro, ela estava com ranço da Nora. Que nem era Nora, na verdade, né? E a partir do momento que Elsa estava com ranço da Catherine, Catherine estava tentando tirar o bebê dali. E estava grávida novamente, mesmo sabendo que eles não tinham condições financeiras.
a Elza começou a acreditar que a Catherine poderia estar mentindo e o filho não ser do Carlos. Resultado? Dona Elza começou a falar para o Carlos que ele deveria pedir um DNA e colocou na cabeça dele que aquele filho não era dele.
Só que o Carlos não teve coragem de falar nada para a Catherine, gente, nada. Porque ele sabia como que era toda a fragilidade da gravidez, né? E assim, nesse meio tempo, ele seguiu dando tudo que a Catherine precisava. Só que a dona Elza era totalmente contra. E vocês sabem, né? O Carlos não sabia fazer nada sem o consentimento da mãe. Então ele seguiu contra...
o que a dona Elza estava dizendo para fazer, né, que era pedir um DNA, fazer um escarcel, mas ele seguiu apoiando a Catherine, mas ele seguiu com muito medo. E beleza, a gravidez passou, Carlos em momento nenhum falou nada, porque ele ficou com medo dela ter um novo surto, Catherine não mencionou se tinha uma aceitação da gravidez ou não, até porque quando ela contou para o Carlos, ela já estava de mais de três meses, então ele deduz que pelo tempo que ela contou, eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er Donc eu estava er
ela passou talvez por um processo de aceitação. E aí ele não queria falar nada, não queria deixar ela nervosa, ficou com medo que ela perdesse o bebê. Então, para tentar blindar ela, ele não falou nada. Só que, gente, quando o bebê nasceu, a dona Elza chegou para o Carlos e falou que ela tinha feito contato com as vizinhas da casa que a Catherine morava. Carlos perguntou como que ela sabia de tudo isso, de endereço de vizinha, mas ela não quis contar.
E ela falou para o Carlos que as vizinhas contaram muita coisa para ela. Falaram que a Catherine tinha uma frequência de homens, um rodízio de homens, a palavra foi essa, rodízio de homens, frequentando a casa da Catherine. As vizinhas diziam que provavelmente Catherine estava ganhando dinheiro com prostituição e que aquele filho poderia não ser do Carlos.
Só que, gente, assim, o Carlos ficou com muito medo que isso fosse verdade. Só que ele não queria confrontar a Kathleen. Agora a Kathleen já estava na questão de volta, de estar parindo a criança, estar no pós-parto.
E a mulher, quando tá perto de Paris, gente, a mulher... Eu não sei se é uma regra, mas eu, todas as grávidas que eu conversei, é tudo a mesma coisa. Quando eu tava grávida ali de sete meses, sete e meio, e a minha gravidez, tudo bem que ela foi uma gravidez de alto risco, né? Então, foi tudo muito turbulento, assim. Mas, quando chegou ali por sete meses, sete e pouco, gente, eu não queria saber de mais nada, eu só queria saber do meu parto.
Eu não tava nem aí pro problema dos outros, o que que achavam, o que que não achavam, eu só queria saber do meu parto.
Então, o Carlos ficou meio assim de confrontar a Catherine, porque ele ficou com medo de todas as fragilidades dela, de tudo que ela já tinha apresentado anteriormente. Imagina a mulher num pós-parto, de novo, ter que ficar numa clínica psiquiátrica, né? Ele não sabe se é verdade, mas ele deu o benefício da dúvida, né? Ele deu aquilo como verdade, já que ele não tinha como questionar o contrário.
Então, assim que o bebê nasceu, ele deu todo o suporte para ela, para o bebê, ignorando essa questão do bebê ser ou não ser dele. Ele teve ali como verdade para ele que o bebê era dele. Só que ele fazia isso com a Elsa buzinando horrores na orelha dele, de que ele estava sendo corno, que ele estava sendo idiota, que ele estava criando um filho que não era dele, que a Kathleen estava se aproveitando dele. Só que ele questionava.
Se aproveitando o quê? Se eu não tenho onde cair morto? Tudo que eu tenho é uma moto, mãe.
E ela falava que para a Catherine era conveniente, porque assim ela teria onde morar, porque provavelmente a Elsa ia acolher ela de novo lá na casa dela, e que talvez a Catherine estivesse fazendo isso, porque ela poderia achar uma vergonha ter dois filhos de dois pais diferentes. Mas enfim, Carlos seguiu firme e forte, ignorando o que a Elsa estava dizendo. E assim, gente, que passou o período mais difícil, logo que o bebê estava ali com seus dois meses, e depois a gente vai achar um dia que o bebê estava ali com seus dois filhos.
O Carlos não aguentou mais essa angústia, porque a Elsa ficou dois meses buzinando na orelha dele diariamente, dizendo que aquele bebê não era dele. E de uma forma um pouco mais delicada, ele falou para a Catherine que ele não estava vendo nenhuma semelhança entre ele com aquele bebê, entre o filhinho que ele já tinha com aquele bebê. Ele falou que parecia um bebê estranho.
e que ele ficaria mais confortável fazendo um DNA, porque eles tiveram um tempo separados, e ele deduz que a Catherine teve uma vida nesse intervalo, né? E, gente, independente de quanto tempo passou, do que ele falou, do modo como ele falou, a Catherine teve um novo surto. Falou que por culpa dele ser um filhinho de mamãe, ela ia parar de novo numa clínica psiquiátrica.
que a mãe dele era um inferno na vida dela, que isso só podia ser coisa que a Elza estava buzinando na orelha dele. E, gente, o Carlos, com medo real que ela precisasse de ajuda médica, ou com medo que secasse o leite, ou aquela coisa toda de pós-parto, ele pediu desculpas, falou que foi um delírio dele, que ele só se equivocou. Mas não adiantou, né? Falou, tá falado.
A Catherine começou a falar que ela ia fazer só para calar a boca deles, principalmente da mãe dele. Começou a xingar a Elsa de tudo, só que ela falou que ela ia fazer o DNA, mas como isso era coisa da mãe dele, era ele que ia pagar. A Elsa, gente, que já tinha certeza absoluta que aquele filho não era do Carlos, começou a falar que assim que saísse o resultado, que ela ia usar esse exame para tentar prejudicar a Catherine no processo que ela tentaria a guarda do bebê.
Só que, gente, não era o que o Carlos queria. E o Carlos não conseguiu achar essa conduta da mãe correta. Sabe, ele não conseguiu concordar com isso, independente da Catherine estar mentindo ou não. Ele falou pra mim. Paula, a Catherine falar que o filho é meu e o filho não é, diz sobre ela, não diz sobre mim. E não acho justo tentar prejudicar ela no processo. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.
Só que, gente, o que acontecia? Todas as vezes que a Kathleen aparecia lá na casa da Elsa para ver o filho, ela levava o bebezinho junto, né?
E a Elza não pegava no bebê. A Elza não falava com o bebê. A Elza ignorava completamente a existência dessa criança. A Elza ficava soltando indireta. Ficava falando que aquele bebê não aparecia com ninguém da família. Que o Carlos já estava com dinheiro guardado para fazer DNA. Estava só esperando a Kathleen. Só que, gente, todas as vezes que a Elza fazia esses comentários, a Kathleen se afastava um pouco mais e ficava mais tempo sem aparecer.
Para resumir para vocês a coisa, a Elsa sarniou tanto a Kathleen, que já faz um ano e meio que a Kathleen sumiu. A Kathleen sumiu por completo. Ela não vai mais na casa da Elsa, ela não vê mais o filho, ela não fez DNA nenhum, ela simplesmente não apareceu mais.
No celular, ninguém consegue falar com ela. A Elza começou a falar para o Carlos que ela estava aprontando e que ela ia esperar as crianças crescerem para ir pedir pensão e que ela ia lá no endereço que a Catherine estava só para poder... A Elza falou que queria dar uma surra nela, mas ela falou que ela ia, na verdade, só para poder obrigar ela a dar as caras. E o Carlos tentou apaziguar.
A Elza chegou a ir até lá no suposto endereço, mas falou que não encontrou a Catherine, e gente, a Catherine simplesmente sumiu do mapa. Você não encontra a Catherine nas redes sociais, você não encontra a Catherine no celular, e simplesmente...
Ele simplesmente sumiu. Ela sumiu do mapa. Quando deu seis meses, sete meses do sumiço dela, a Elsa, gente, começou a comemorar, falando que agora ela não teria mais concorrente para o bebê, que o Carlos se livrou, que a Kathleen era uma bucha, que a Kathleen era uma problemática. E, enquanto isso, o Carlos estava arrasado. Porque, gente, independente de qualquer coisa... ...
Vejam, o tempo que ele ficou junto com a Kathleen foi muito pouco, o tempo que eles ficaram juntos. Mas esse muito pouco foi muito bom para ele. Ele gostava muito da Kathleen mesmo, ela era uma boa pessoa. Só que depois da gravidez, ela meio que se transformou. E ele está arrasado hoje com essa situação toda, porque ele tem medo de ter um filho por aí.
de ter causado uma mágoa numa mulher numa fase tão vulnerável, gente, quanto o pós-parto, né, de ter falado esse negócio do DNA, porque se o filho for dele. E essa situação, o modo como a Elza reagiu, fez ele perceber que a Elza talvez não se preocupe muito com ele. Ele me falou que ele não quer dar nenhum diagnóstico, mas que tudo que ele vê de comportamento narcisista e esse tipo de coisa, parece muito com o perfil da mãe dele. Ele falou que, no fundo, a gente não quer dar nenhum diagnóstico,
A Elsa parece ser só uma mãe muito controladora e quer que o Carlos seja a marionete dela. Ele ficou muito decepcionado com essa atitude dela porque enquanto a Elsa estava comemorando o sumiço da Kathleen, o Carlos estava arrasado. Porque e se realmente ele tiver um filho perdido no mundo, gente? E se tiver? Mas ele criou coragem e saiu de casa. Só que...
Ele, querendo ou não, é pai solo, né? A renda dele reduziu, ele colocou o filho numa creche pública, só que quando o filho fica doente, quando tem qualquer coisa, ele tem que se ausentar do trabalho. O Carlos virou uma mãe, né? E por conta disso, ele foi mandado embora da loja de cadeiras que ele trabalhava.
E agora ele passou a fazer entregas, porque assim ele consegue ficar em casa quando ele acha que ele deve. E quando o filho está na escolinha, ele consegue trabalhar tranquilo, mas se porventura. Quando o filho está de férias ou alguma coisa assim, se ele não tem onde deixar o filho.
Aí ele fica em casa. A Elza vai na casa dele com frequência para ver o neto, só que vive falando que ele é muito ingrato, ela fala só coisas negativas, ela fala mal da casa, ela fala que ele não vai dar conta, que logo ele vai ter que voltar a morar com ela. E, gente, a Elza, apesar de ter sido muito maravilhosa por muito tempo,
O Carlos simplesmente não suporta mais ela. Essa situação toda mudou muito a vida dele e fez ele mudar o que ele pensa sobre a mãe. E ele falou para mim. Eu sei que para muita gente eu vou ser o jurandir dessa história. Por ter ido morar com ela muito rápido, por ter escutado a minha mãe por tanto tempo, por ter sido realmente um fantoche dela. Hoje eu reconheço isso. E está tudo bem se quiserem me chamar de jurandir.
Mas hoje eu entendo um pouco da luta das mulheres que são mães solo. E eu me questiono como estaria a minha vida se eu tivesse tido mais autonomia sobre minha própria vida. E gente, é isso. O Carlos nunca mais soube nada da Catherine. Ele já tentou fazer pics.
para o número de celular dela, para ir até o banco, para ver se é algum sinal de vida dela. Ele me falou que isso virou meio que uma paranoia na cabeça dele, que ele chega a digitar o nome dela para ver se aparece alguma coisa em obituário, por exemplo. Ele já tentou ligar em clínicas psiquiátricas, mas ninguém passa informação, porque oficialmente ele não é nada dela, né? E ele não sabe qual teria sido o rumo se ele não tivesse escutado tanto a mãe dele.
Ele tenta dar menos ouvidos para a Elza. Só que tem vezes que ele ainda precisa dela e da ajuda dela com o filho, né? Tipo, quando ele está de férias, por exemplo, ele tem que trabalhar.
E é isso, gente. Eu, assim, eu teria tantas coisas a dizer sobre essa história, sabe? Mas tantas, porque são tantas camadas aqui. Desde a Catherine, desde o próprio Carlos, da Elza também. Acho que todo mundo errou em diversos momentos aqui. Só que, como o Carlos reconheceu o papel da mãe dele na vida dele, que houve uma...
extrapolaram, né, a Elsa ela extrapolou em muitos momentos, mas eu acho que como ele reconheceu o papel da Elsa e ele assumiu as rédeas da vida dele, eu acho que eu realmente não preciso falar nada, porque apesar de tudo, a dona Elsa ela foi muito boa, né.
E assim, é difícil a gente falar alguma coisa da Kathleen, porque eu não conheço o lado dela. A gente não sabe se a Elza, na ausência do Carlos, falava alguma coisa ou não, se atormentava ou não. E às vezes a gente vai ouvir a Kathleen e a gente vai pensar o quê? Aguentou, e foi, aguentou muito e foi simpática ainda.
porque ela poderia ter falado muitas outras coisas para o Carlos, mas acabou que ela nunca falou nada. Ela só falou assim, tudo o que foi dito aqui, sobre a Elsa não respeitar o espaço dela. Mas e sim, em algum momento, a Elsa fez alguma coisa que fez ela se sentir humilhada.
só que em compensação o Carlos me garante que realmente a Elsa foi uma mãe para a Catherine em todo esse tempo que ela ficou em casa, no pós-parto, em tudo ele garante que ela foi maravilhosa mas vai saber né gente se ela não foi maravilhosa do ponto de vista do homem entendeu e outra coisa, as informações que a Elsa levou a respeito da Catherine receber um rodízio de homens sobre as promessas sobre as promessas sobre as promessas sobre as promessas sobre as promessas sobre as promessas sobre as promessas
O Carlos não sabe se isso é verdade. Ele não sabe se isso foi uma manipulação da Elza para tentar, em algum momento, jogar ela contra o Carlos, para fazer o Carlos terminar mesmo e afastar ela, porque fazer isso quando a criança nasce. Então, eu não sei. Mas hoje, o Carlos falou que para ele não dá mais.
E é muito difícil, ele carrega, ele falou que essa história vem como um desabafo, porque ele carrega hoje a dúvida de vários caminhos, de saber como a vida dele estaria se ele não tivesse dado tantos ouvidos para a mãe dele.
de saber se ele tem um filho espalhado aí no mundo, se a Kathleen está bem, se a criança está bem, se o filho é ou não é dele, e como que ele vai ficar, como que ele vai ensinar o filhinho dele que a mãe simplesmente sumiu, o que que ele vai falar, como falar dessa história toda sem envolver a Elsa, sem envolver tudo que aconteceu. Então ele está meio perdido, sabe? Até perguntei para ele se ele queria que essa história...
fosse para o quadro Comptaco, mas ele falou que ele tem medo que as pessoas acabem focando, chamando ele de Jurandir, a mãe dele de Jurandira, e não focassem no conselho. Então ele falou que quer só que mencione que ele vai ler o que comentarem sobre isso, ele vai ver lá no grupo do Telegram, vai ver os comentários aqui no Spotify, e para ele vai ser suficiente. Então eu confesso para vocês que eu tenho um pouco de dificuldade também de opinar alguma coisa sobre isso, sabe? Porque...
Como eu falei, eu acho que a Elza, ela pode ter tido uma conduta meio complicada durante a vida, né, de proteger demais, faltar autonomia pro filho dela fez com que ele ficasse inseguro nas decisões que ele ia tomar, e eu sempre falo que Deus o livre é eu ficar cagando regra pra vida dos outros.
Mas eu acho que a Elza, ela meio que não é também culpa dela, porque depois que a gente vira adulta é complicado a gente culpar pai e mãe, né? A gente já tem idade para correr atrás dos nossos recursos para que a gente possa melhorar nas nossas falhas, que vieram ou não de uma criação, tentando ou não acertar. Mas com 36 anos, morar na casa da mãe ainda complica um pouco, né?
Eu acho que chega uma hora, chega uma idade que eu acho que o ninho, ele fica muito pequeno. Disclaimer chato para dizer que existem exceções, existem situações e situações, às vezes questão de saúde, enfim. Aqui eu estou dizendo via de regra.
Mas é isso, eu acho que agora ele só tem que lidar com as consequências disso, eu acho que se possível ele tentar colocar o filhinho dele numa terapia para tentar lidar com essa questão, esse abandono materno. Não sabemos se a Catherine vai ressurgir em algum momento, se ressurgir em quais condições.
Então é isso, ficamos todos nós aqui com essa curiosidade barra nó na garganta, talvez eu confesso que eu fiquei com um pouco de nó na garganta aqui, porque eu acho que a Elsa, independente se ela foi bem intencionada ou não, independente se ela foi vilã ou não, se ela foi maravilhosa ou não, eu acho que ela se preocupou muito com a Catherine e com a conduta do Carlos.
e se preocupou pouco com o neto, sabe? Até comentei com o Carlos que ele falou muito pouco do filho nessa história toda. E a criança, como é que ficou?
a criança se torna uma sobrevivente no meio desse pé de guerra de adultos. Mas eu espero que todo mundo fique bem, espero que a Catherine volte em algum momento e que volte talvez com as coisas definidas para saber se esse filho é ou não é do Carlos, se for para o Carlos também assumir as responsabilidades dele, porque toda criança tem direito, deveria pelo menos ter direito.
a saber quem são os pais, o pai e a mãe. Então é isso, eu espero que fique tudo bem, e que o Carlos consiga enxergar que a vida é daqui para frente, tentar lidar com isso, mas é complicado, essa história me atravessou um pouquinho por envolver uma criança, uma criança não, duas, porque a gente não sabe como está a segunda criança.
Mas é isso, se você quiser comentar sobre essa história, comente com muita parcimônia no nosso grupo do Telegram. Lembrando vocês que apoiadores têm um grupo exclusivo. Então mande sua história até ok.podcast.com Me siga no Instagram até ok.podcast E até o próximo episódio. Tchau, tchau!